bem dando continuidade a essa relação de uma porte energético sobretudo da Porte carboidratos de hormônios vamos a mais essa informação é que correlacionando especificamente com a testosterona Então veja o título dessa publicação a influência no consumo de carboidratos dietético na relação testosterona cortisol né enfim veja que o desenho de tudo ocorreu da seguinte forma eram dietas isoenergéticas Ok sendo que um grupo né consumiu mais carboidratos em detrimento da gordura e obviamente outro grupo consumiu mais gorduras em detrimento dos carboidratos esses indivíduos foram submetidos no egômetro até a fadiga ou seja nós estamos falando de exercícios que estão baseados em intensidade quando você se mete o indivíduo que a fadiga isso ocorreu durante três dias seguidos então vejam só para a gente salientar o desenho nós estamos falando de dietas com a mesma quantidade energética modificando né o racio entre gordura e carboidratos muito bem vamos então essa relação testosterona livre cortisol o grupo controle nós vamos entender que é o grupo Justamente que consumiu aquela dieta com a porte maior de carboidratos e o grupo obviamente o grupo que consumiu menos carboidratos ou seja tinha 30% da dieta em carboidratos então notem que nós estamos vendo que essa relação ela é menor quando o indivíduos se submetem a uma dieta que tem menos carboidratos mesmo dentro de um contexto dentro do mesmo contexto energético Então veja se nós estamos falando que essa relação de muniu nós estamos dizendo que a testosterona que é o numerador caiu e o cortisol que é o denominador aumentou então é interessante nós percebemos que de fato essa ausência dos carboidratos na dieta vão favorecer esse mecanismo que nós estamos discutindo que é o mecanismo glicorregulatório né em detrimento do mecanismo anabólico mas vimos né em slides anteriores que essa dominância glicorregulatória modifica a pulsatilidade desse eixo hipotálamo e porfiziário e aqui na perspectiva de mostrando o impacto dos carboidratos a gente percebe mais uma vez que ao digamos assim colocarmos uma tendência essa dominância bico regulatória no sentido de tirar carboidratos nós vamos perceber então que há um comprometimento da minha carga androgênica e aqui mais uma vez nós estamos pensando no contexto de composição corporal Onde nós estamos buscando o entendimento quanto a melhora da Saúde muscular e modificação do tecido adiposo muito bem vejamos aqui essa interação né Desse Rastro proteína carboidratos altera né digamos de forma os níveis plasmáticos de testosterona e cortisol veja o que diz essa publicação a concentração média de testosterona no plasma foi 30% maior durante a dieta rica em carboidratos ou seja mais uma vez a importância nos carboidratos no da composição corporal nós vimos em relação ao hormônio sexuais Estamos vendo aqui em relação à testosterona aos hormônios hipofisiários ao sistema imunológico Ou seja a alma relevância muito grande dos carboidratos quando Nós pensamos nesse ajuste da composição corporal veja então esse outro estudo que correlaciona a dieta é o perfil de macronutrientes a oferta de macronutrientes e hormônios anabólicos muito bem então nós olhamos aqui no eixo X aqui embaixo a concentração de gordura né gramas de gordura por quilograma de peso e aqui no eixo Y nós temos aqui a concentração a testosterona sérica nós observamos uma curva ascendente uma relação diretamente proporcional quanto consumo de gorduras e testosterona Mas é uma informação que eu tenho que salientar pontualmente né senão fica aparecendo que quanto mais gordura melhor e a gente já viu que não é bem assim porque eu preciso equilibrar esse consumo de gorduras em relação aos carboidratos então fato quando nós olhamos aqui esse Range a faixa que é mais interessante No que diz respeito a relação da testosterona e gordura dietética Nós estamos vendo aí essa parte de 0. 9 até um ponto dois um ponto três então o fato é que quando nós começarmos a destrinchar os cálculos de diatéticos ao longo do nosso curso nós vamos perceber que nós temos condições de trabalhar com essa faixa em dietas cujo objetivo é modificar a composição corporal claro que sal às vezes nós vamos trabalhar com valores até menores que 0. 9 gramas de gordura por quilogramas de peso mas o fato é que nessa faixa 0.
9 um grama de gordura por quilograma de peso desde que você tem o ajuste proteico correto e o ajuste energético e carboidratos adequados a gente vai conseguir bons resultados na composição corporal veja que se olhou nesse estudo a gordura e aqui o consumo proteico uma relação onde quantidades maiores de proteína na dieta são correlacionados com menor níveis de testosterona mais uma vez é uma informação também muito a generalista falar que quanto mais proteína piora testosterona nós temos que entender que o consumo proteico é fundamental no processo de sustentação da massa magra no seu processo de mitigar os processos de perda de massa magra e restrição calórico e Óbvio também a massa muscular em processos de ganho de massa muscular uma vez que a gente tem que ajustar esse consumo proteg Então veja que nessa faixa de 1. 5 aos famosos dois gramas de proteína por quilograma de peso nós vamos ter níveis também satisfatórios de hormônio então mais uma vez né a importância da dieta no perfil dos hormônios sexuais importância de carboidratos nós já vimos isso nós vemos o equilíbrio também na importância proteica a gente vai discutir bastante na nossa formação e composição corporal e também nesse equilíbrio e gordura vimos lá atrás eu gosto sempre de relembrar que quando se tem um alto consumo de gorduras na dieta nós vamos impactar bioquimicamente uma cascata de postula relação que diz respeito a síntese proteica né Nós precisamos ali de possibilidades estimulatórias inibitórias né vamos lembrar isso lá no início do nosso curso então uma dessas possibilidades acaba ficando inibida quando tem um consumo excessivo de Aços graxos Então eu preciso ter esse equilíbrio eu acredito que essa publicação ela vai trazer Na verdade uma base né de evidência uma base de um dado para que nós possamos então traduzir isso nos aspectos práticos na hora de calcular a nossa dieta eu acho que é isso que nós estamos buscando aqui nós vamos salientar todos os aspectos do que diz respeito à Ciência para que nós possamos então direcionar o nosso raciocínio para criar então uma estratégia nutricional que favorecem então a otimização da composição corporal bom então sem sombra de dúvida nós percebemos que o aporte energético ele é algo extremamente importante para o gerenciamento da minha composição corporal sobretudo é na Ótica dos hormônios mais que é o que nós estamos focando aqui agora e quando você abre mão do consumo energético né O que que qual é a resposta que nós vamos ter em relação aos hormônios isso é um ponto importante que em meio as ferramentas nutricionais que são colocadas para nós no dia a dia ou mesmo pela ciência ou mesmo pela demanda dos pacientes nós precisamos entender o que isso reflete em termos hormonais bom eu gosto de fazer essa brincadeira quando a gente vai entrar nesse assunto né eu digo o seguinte a pergunta vocês se vocês acreditam por exemplo é em Lobisomem encontros né de uma maneira geral Conde Drcula Frankenstein eu acho que a gente sabe que existe toda essa cultura mas é algo difícil de se acreditar Assim como nós olhamos ali os quadrinhos Eu particularmente gosto bastante dos quadrinhos mas quando a gente olha aqui né Superman eu fiz DC Comics Marvel que a gente olha indivíduos como super-homem ok a gente sabe que existe isso né mas não é uma realidade Ok então são coisas que são colocadas para nós mas que nós temos discernimento discernimento dizer não eu acredito ou não acredito nisso E aí nessa mesma perspectiva nós podemos então fazer essa pergunta é colocada por esse atleta e aqui eu não tô desconsiderando os feitos do Rich from com uma atleta de CrossFit um indivíduo realmente tem aí uma história uma criou um legado No que diz respeito ao CrossFit mas ele apresentou um tempo atrás alguns anos atrás essa informação de que o jejum intermitente Aumentou a minha testosterona isso é um ponto que a gente precisa discutir e sinceramente a ciência Não evidencia essa informação de dizer que jejum aumenta a testosterona eu vou explicar isso e nós vamos fazer algumas considerações práticas para chegar à conclusões quanto ao paciente que vai estar diante de nós ali no consultório então fica difícil acreditar nisso então eu sempre digo da mesma forma que você não acredita nas extremidades aqui do slide também fica difícil de acreditar numa informação dessa porque eu vou mostrar para vocês que adiantes a ciência não suporta essa informação que o jejum aumenta a testosterona salve em uma situação e é por isso que eu coloco essa imagem né que eu digo o seguinte em Deus a gente confia nas informações de mim a gente confia qualquer outra informação nós precisamos de dados para dizer que se de fato aquilo existe Aquele é possível ou não isso aqui é uma frase justamente desse estatístico Eduardo Cunha né um professor e de estatística e que de fato é algo que nós temos que constantemente está nos perguntando né se de fato a ciência suporta ou não todavia nós vamos entender que em ciência claro que muitas vezes você vai ter estudos que mostram determinados resultados estudos que mostram outros resultados o que a gente precisa entender é extrair aquilo para nossa prática Clínica e entender Qual é o público que está sendo analisado naquela naquela evidência naquela proposta de estudo para que nós não extrapolemos digamos assim dados clínicos para indivíduos submetidos a esportes de longa duração por exemplo ou dados que são feitos construídos com esportistas de exercícios de longa duração e querer transferir isso para indivíduos que não se exercitam daquela forma ou mesmo para situações clínicas Então esse é o grande ponto que a gente tem que ter esse discernimento na hora de ler e trazer aquilo para a prática Clínica muito bem vejo que diz esse estudo em relação a jejum intermitente e testosterona quanto aqui é uma intervenção de oito semanas fazendo um jejum de 16 horas de jejum por 8 horas no estado alimentar nós estamos no estado alimentado 16 por 8 dietas eram ISO calóricas nós estamos falando que nós somos Comparar as mesmas dietas só que uma dieta os indivíduos foram submetidos aí ao 16 por 8 isso foi feito durante 11 semanas e o que eles verificaram é uma redução de 20% da testosterona ou seja o jejum aumenta a minha sinalização glicorregulatória existe no jejum a dominância glicorregulatória para que eu possa manter a minha glicemia por meio daqueles mecanismos que nós discutimos frente ao pâncreas via ali glucagon glucagon se comunicando com o fígado e também aquela relação do eixo hipotalâmico pituitário adrenal que diz respeito ao cortisol Então é só uma evidência que mostra que existe uma relação onde o jejum leva a redução da testosterona um outro estudo mostrando também a redução da testosterona total em 40% a testosterona livre em menos 44% e o aumento do cortisol em 40%.