Dr. Rogério tá por aí, seja bem-vindo. Mayane também. >> Boa tarde. >> Boa, Celma. Selma, Selma. Selma tá com grupo, né? Se eu não me engano, lá da Peliz, né? Ah, não. Selma, cadê Mayane? tá ali, abriu a câa. >> Boa tarde. >> Boa, boa, Mayani. >> E aí, me contem, alguém conseguiu aí Colocar em prática os ensinamentos das nossas últimas aulas? Consegue trazer aí uma real do quanto foi importante ali utilizar talvez o conciliar, o conectar, o construir, a linguagem não verbal, a expressão facial? Atenção, Joselen, sou todo ouvido nesses dois minutinhos iniciais. Alguém
ficou mais atento com relação à linguagem não verbal do seu Interlocutor? Alguém ficou um pouco mais atento sobre a expressão facial, a mensagem que tava transmitindo com ali os seus olhos, a sua face. Me fala aí. muito, eu acredito que muito do que pode ser mostrado na que a gente falou na última aula foi clara na apresentação do vídeo até que você viu quando a gente foi fazer o o diálogo de cultura aqui na empresa, a questão da postura, do Posicionamento da mão que você falou da da questão da atenção e também da vestimenta, né,
da linguagem overbo fala muito >> muito bom, Bianca. Excelente. E aí já falei com o Paulo Víor quando ele tava aqui já conversando. Quero parabenizar aí vocês por terem terem essa iniciativa de se posicionar na rede social de maneira bastante estratégica. Eh, ali é o Cepenge Time, não é isso? Eu tenho um Instagram agora, CPENG time, não é isso? E também tem no Instagram da CPENG ali o Paulo e o Rodrigo falando muito sobre cultura, sobre alinha. Muito bacana, velho. >> É isso aí. >> Muito bacana. E Paulo, você deve estar acompanhando bem de perto
ali a o que o Alfredo Soares vem trazendo da importância do líder do CEO, né, o Led Led Groh, né, o LED. Alguma coisa que ele tá, >> é, Já eu tô achando bem bem interessante esse programa que eles estão criando aí. até Rodrigo até mudou orçamento já aqui para pra gente lá fazer esse esse processo. Eu acho que eu acho que é muito nessa linha, né? Porque você acaba eh pegando as principais lideranças da empresa e gerando um e eh essas pessoas trazendo valor pro negócio, né, como referência, tal. Acho que é legal. Não,
não é o que a gente >> o que a gente tem feito não tá buscando isso, a gente tá realmente buscando a formatação de cultura da empresa, né? Perfeito. Eu acho que hoje é é uma coisa que a gente precisa de forma eh bem bem grande assim. Inclusive, eu tava ontem batendo papo com o meu pai eh sobre o o a obra que ele tá tocando, sobre outros processos, tal. E aí tava justamente falando sobre isso. E aí eu falei: "Ó pai, isso é cultura que a gente precisa desenvolver no time e tal". Ele mesmo
tá Reconhecendo, entendeu? >> E converge muito porque a gente tá buscando desenhar aqui, entendeu? Eu acho que isso é muito nítido hoje para todos, sabe? Examente. >> Eh, principalmente para para a gente como os principais líderes do da da empresa, eh, enxerga como é fundamental para fazer chegar na ponta, né, o comportamento que a gente almeja paraa empresa. >> Perfeito. E saiba que eh nós podemos Construir também isso juntos, tá, nesse modelo de cultura, de implementação, já alicerçado com uma comunicação oratória muito mais assertiva que vocês estão desenvolvendo. Esse pode ser um próximo passo ideal
aí para estabelecer esses fundamentos. Vamos, vamos conversar também sobre isso. E e aquilo, o trabalho que estão fazendo ali, você e o Rodrigo, é muito mais além do que eh somente fortalecer a cultura, né? Na verdade, é dar uma identidade, uma cara Para toda a organização. E é o que tem feito um diferencial hoje para as grandes empresas. Se você olhar e vive o >> o ADIB da Simed, né, e outros tambémores aí que estão frente à frente com o negócio, colocando a cara, porque isso gera uma identificação muito forte com o público. >> É
verdade. >> Parabéns, parabéns, parabéns, parabéns. >> A turma do Wagner, de passo em passo a gente vai construindo isso aí. Vamos, Vamos, vamos nos falar assim e pode contar com a gente nessa também dentro essa perspectiva de ajudar vocês nessa jornada. E aí eu quero >> perfeito >> eh fortalecer aqui ainda mais dentro do que do que nós estamos construindo aqui com vocês e e muito também eh incentivado por aquela mensagem do Dr. Rogério ali no no grupo, eu quero mostrar rapidamente para vocês como que funciona na prática o o modelo de Aprendizado, como é
que nós adultos aprendemos. E isso é importante que nós tenhamos clareza sobre isso para que a partir de agora eh todos nós aqui possamos ser mais intencionais naquilo em que nós vamos nos dedicar para poder desenvolver uma habilidade, desenvolver uma competência. E aí, é claro que existe um um visual muito conhecido, você já devem ter ouvido falar, que é sobre a pirâmide do Aprendizado. E originalmente ela nasce de uma experiência, uma pesquisa que o educador Edgarde fez em 1946. Olha só de quando vem, ou seja, em plena ali Segunda Guerra Mundial, ou seja, a contribuição
que ele traz e fica muito evidente como que o adulto aprende. E vocês vão ver também algumas fotografias, algumas imagens estabelecendo um percentual para cada camada. Eh, eu não quero entrar aqui Nesse nesse ponto porque há uma divergência com relação a isso. Só que o que fica muito evidente é quando nós entendemos que cada camada dessa aqui, ela cumpre um papel. E aí, se nós olharmos aqui uma linha de corte, eu e você vamos perceber que um modelo de aprendizagem mais passivo, ele é restrito a leitura, escuta e observação. O ponto central aqui é que
nós Precisamos adotar uma atitude proativa ou uma atitude ativa. Porque se eu entendo que eu quero desenvolver uma nova competência, quero me tornar ainda muito mais assertivo na minha comunicação, eu quero transmitir os meus pensamentos, as minhas ideias de maneira muito mais convincente e que tem um resultado, eu preciso me colocar nesse processo de aprendizado do ponto de vista da oratória com gestão emocional de maneira plena. E aí paraa nossa formação, isso é essencial, porque vocês sabem que a liderança não é meramente um cargo, ela é uma uma atitude diária que você precisa ali estabelecer
para fazer com que as pessoas que você lidera, que você coordena, construam esse resultado. E aí o seu time é exatamente aquilo que você consegue sustentar quando existe pressão, quando existe conflito, quando tem ruído na comunicação. E aí do ponto de vista andragógico, que é de a maneira como nós adultos aprendemos, é importante com que cada um de vocês assuma essa responsabilidade de cada vez mais caminhar, ó, para as camadas que efetivamente te darão um maior, uma maior sustentação nesse aprendizado. Então, se você permanecer durante a formação toda apenas como observador, como observadora, Você estará
ali, ó, no modelo de de aprendizagem passiva e isso vai ser perdido ao longo do tempo. Então, o meu convite para vocês aqui é que de maneira bastante intencional mesmo, você dê esse passo e a partir de agora, além de você estar vendo e escutando, pô, abre o microfone e pergunta, participa das discussões, eh estabelece algumas prátimulações, fomenta isso aí junto com o grupo. Eu sei que vocês são uma rotina muito Puxada, tem atividades muito e importantes, projetos para que já estão acontecendo para iniciar, mas nada impede que 15 minutos, 20 minutos, sabe, fomenta isso
internamente. E aí o grande passo para consolidar uma competência é quando você de forma espontânea, deliberada para para poder ensinar, explicar e aplicar. Então essa pirâmide do aprendizado, ela está muito conectada com a forma como cada um de nós aqui aprendemos. E isso é muito interessante, é pertinente eu trazer isso para vocês aqui hoje, porque a forma como o adulto aprende, ele precisa enxergar um significado nisso. E aqui, quando eu falo para vocês, serve para que você possa replicar esse conhecimento com a sua equipe. Talvez alguns processos ali estão parados ou não estão andando como
vocês gostariam, porque o seu liderado, você ainda não fez ele enxergar a forma que deve ser Feita e de que maneira ele aprende. Então, do ponto de vista da andragogia, o primeiro passo que nós identificamos é uma necessidade de saber por que eu tenho que aprender isso, qual que é o propósito de eu melhorar a minha oratória, qual o propósito de eu conseguir ter uma autogestão emocional? Porque se eu dou um significado, opa, a partir daí eu valorizo aquele tempo de dedicação que eu estou para poder Aprender sobre aquele assunto. Beleza? De o significado. Agora
eu vou para um outro, uma outra abordagem que é justamente a autonomia. Eu preciso ser responsável pelo meu crescimento, pelo acúmulo de conhecimento. É a partir daí é que eu vou ter esse desejo de ser tratado como alguém capaz. Beleza? Entendi desse dessa autonomia, eu parto pra base e a base tem a ver com a experiência. Por isso que eu procuro Incentivar e estimular vocês a colocarem em prática o que nós vimos aqui na aula. Por menor que seja, coloque em prática e preferencialmente nas primeiras 24 horas. E a partir daí comece a criar o
seu conceito, a sua abordagem. Eu te entrego a ferramenta, te entrego a base aqui metodológica, mas o seu papel é de que maneira eu agora reinterpreto a importância da linguagem não verbal. E aí eu preciso permanecer numa escala De numa atitude, num estado de prontidão para aprender. E aí você vai ter uma orientação, né, para essa aprendizagem e obviamente uma motivação. Então, esses impulsionadores internos tê precisam estar conectados para que eu perceba esse momento aqui de formação e os outros que nós teremos como algo que vai me ajudar a me posicionar melhor na minha empresa,
perante o meu time, construir um resultado mais significativo, Eh ter uma sensação de propósito muito forte. Então, quando nós olhamos tanto a escala do aprendizado quanto a maneira que o adulto aprende, isso fica muito forte de que há uma autorresponsabilidade. Então aqui vale a pena cada um refletir o quanto que efetivamente, se eu fosse dar uma nota de 1 a 10, o quanto que eu estou, que nota eu me dou esse processo de aprendizado de oratória congestão emocional que nós estamos trabalhando Num conceito da liderança, mas eu tenho certeza que você tá vendo benefício na
sua vida pessoal. Então esse investimento aqui é gigantesco, não é somente pro contexto do grupo CPEG, não, não. Vocês estão tendo aprendizados aqui que serve para casamento, serve para relacionamento com pai e filho, sabe? Então, expandam essa visão de vocês, ampliem isso, porque quando você Compreende a importância desses temas, saiba que aí você vai dar um grande passo para nós entrarmos naquilo que é o alicerce e o fundamento da persuasão da oratória. E aí são dois conceitos que eu preciso muito que vocês entendam a diferenciação deles. Muito. Por quê? Porque quando nós falamos sobre persuasão,
falamos sobre persuasão, eu estou me referindo ao ato de moldar atitudes, crenças ou comportamentos do indivíduo. Isso aqui é muito poderoso. Quando você, como líder, entende que o seu papel é fazer o seu liderado abrir a mente e passar a enxergar o que ele não está vendo ou passar, fazer com que ele passe a enxergar numa nova perspectiva, porque ele tá lá regado com paradigmas limitando ele, você está utilizando uma ferramenta de oratória que é a persuasão. E aí dentro desse processo você utiliza argumentos, apelos emocionais, Você utiliza os quatro seoss da comunicação que nós
vimos. E aí a partir daí quem está te escutando passa a adotar uma ideia. Por exemplo, nesse momento agora Rodrigo e Paulo muito forte, cultura, cultura, cultura. Tem que ter uma persuasão nessa comunicação para que o time compre a ideia. Então, se você quiser anotar, persuasão é igual comprar ideia. Persuasão é igual a comprar ideia. Então, anota isso. Eu preciso ser Persuasivo. E persuasivo não é ser manipulativo, porque persuasivo eu construo uma relação ganha ganha. Manipulativo, uma relação ganha perde. Então aqui esse diferencial é muito importante. E aí, somado a persuasão, eu entro com a
oratória, porque a oratória é essa arte de falar em público. A oratória é técnica. A oratória é o que me ajuda a sustentar a mensagem com clareza, com eficácia e com convencimento. Só que tem três elementos que são fundamentais paraa oratória que eu vou explorar com vocês aqui agora, que é etos, patos e logos. Eita! Marcelo, lá vem você agora com filosofia. Não é bem isso não, mas é quase isso. Esses três elementos, eles fundamentam e aliceçam a forma como você se expressa. Então, se você quer ser um líder que passa credibilidade na sua comunicação,
na sua oratória, tem que ter etos, porque etos é credibilidade na sua fala. Quando você utiliza Eptos, você está fazendo com que as pessoas que te escutam passem a confiar em você. O etos tem a ver com a sua integridade, com o seu conhecimento. O etos está completamente direcionado com a sua credibilidade. E eu e você sabemos que nós tendemos a dar mais atenção para as pessoas que são credíveis. Então, o líder tem que ter credibilidade, sim ou não? Um >> com certeza, >> com certeza, >> com certeza. >> Um líder sem credibilidade consegue engajar
que time? Me fala aí. Nenhum. >> Nenhum. >> Então repete comigo aí. Vá. Etos. Fala então. Vá. Etos. >> Etos. >> Etos. Etos. >> Etos. >> Boa. Etos. É. Cred. um ponto aí. >> Então, como é que eu faço para aplicar isso aqui? Você tem que comunicar seu conhecimento com clareza e seja transparente com quem tá te escutando. Toda vez que você lê aqui a audiência é quem está me escutando. Você tem conhecimento sobre determinados assuntos. Demonstre integridade através do seu conhecimento. Beleza? Mas se só a minha a minha oratória, ela tiver etos, eu fico
muito robótico, Eu fico muito monótono, eu fico muito cansativo. Se na minha comunicação tiver apenas etos, as pessoas não aguentam me escutar por muito tempo. Por isso vem um tempero. O tempero da oratória é patos, que é o poder da emoção. Por que patos, Marcelo? Porque patos ele desperta as emoções nas pessoas que estão te escutando, criando uma sincronia e uma sintonia muito forte. Um dos Especialistas em utilizar patos era o Marting. E se vocês depois puderem escutar ali, ver no YouTube, tem muito o vídeo dele. I have a dream. Patos, você precisa colocar esse
tempero na sua oratória. E Marcelo, como que eu faço isso? Nós vamos ter eh ainda uma aula sobre que é essa habilidade de contar histórias. Então, o storytelling é essa técnica de oratória que faz com que as pessoas se conectem com você, Porque nada é mais inspirador do que nós ouvimos histórias reais e de superação. Alguém aqui já tem essa habilidade de quando tá conversando ali com o liderado ou com o cliente contar histórias, trazer esse elemento. Alguém aqui já tem essa habilidade? Quem pode compartilhar comigo aqui? Alguém já tem essa habilidade de de contar
uma história, trazer uma metáfora? >> Eu faço muito isso, viu, Marcelo? Quando Eu tava em obra durante os DDS que a gente fazia, né, >> discussão de segurança, eu, Maara, a Mon, a, eu, eu tinha um momento ali que eu a gente chamava de a palavra do dia e aí eu utilizava a ilustração, eu utilizava ou a parábola ou a ilustração para poder trazer um elemento do cotidiano para simbolizar um elemento técnico de segurança para reforçar e dessa forma entrava ali na era aceitável por todo mundo que tava ouvindo. A gente Pegava tanto quem era
técnico quanto quem era o ajudante lá, o servente comum que não tinha tanto conhecimento técnico. >> Perfeito, perfeito, Roger. A, o poder das histórias, das narrativas, tem justamente esse efeito, esse impacto de fazer com que a pessoa consiga, por exemplo, entender assuntos complexos maneiras mais simples e ela fica mais atenta, ela quer, ela quer escutar um pouco mais o que que vem depois, onde Você quer chegar. E aí eu entendo que às vezes vocês que tem uma formação em engenharia, tem um um pensamento mais analítico, mais lógico, mais racional, talvez precisa agora desenvolver um pouco
mais essa habilidade e perceber o quanto que isso impacta efetivamente na construção da sua mensagem e da sua oratória. Mas obrigado por compartilhar, Roger. É sobre isso. O patos, ele tem essa prerrogativa de Trazer emoção na sua comunicação. Só que, OK, nós entendemos que o cérebro ele tem dois sistemas. Ele tem aquele lado mais emocional e que de acordo com Daniel Canema, prêmio Nobel de Economia, 95% das decisões são emocionais e 5% delas são racionais. Por isso que na oratória tem logos. Então, a parte lógica da nossa oratória, ela precisa estar conectada, porque é nesse
momento que eu, através da minha comunicação, Eu consigo trazer ali para o cérebro, pra mente, um alívio. O lado lógico alivia essa necessidade nossa de observarmos fatos e dados. Fatos e dados. Quando nós trazemos ali, e Fabíola fala muito bem na aula dela de gestão das emoções, que é sete a cada 10 pessoas estão sofrendo com ansiedade ou 70% da das pessoas no Brasil sofrem de ansiedade. Dados da OMS mostra, então isso ativa um lado lógico e racional do nosso Cérebro em busca de atender essa necessidade. E aí a minha orientação para vocês aqui é
justamente começar a pensar a partir de agora nessas três perspectivas. Quais são os dados concretos que eu estou apresentando para o meu liderado? Quais são os dados concretos que eu estou apresentando para os meus clientes? Que informações eu estou agora construindo O meu repertório, construindo a minha forma de interagir dentro desse tripé da oratória que sustenta. Ou seja, eu quero que vocês reflitam e se puderem anotar, etos cria credibilidade e confiança. Patos gera conexão emocional e logos fortalece a lógica e argumentos. Com base no que eu expliquei para vocês agora, quem é que pode abrir
o microfone e começar a construir uma mensagem Simples? simples de uma um primeiro recado ou reunião que você vai estabelecer com o seu time. Só que agora você refletindo sobre Marcelo, quero falar com o meu time amanhã na sexta-feira sobre a importância de ter atenção ali nos relatórios. Tá bom? Vamos pensar juntos agora. Quem pode se habilitar aí e trazer aqui paraa plenária pra gente poder construir juntos essa mensagem tendo etos, tendo Patos e tendo logos. No tripé da oratória. Eu quero que você pense agora numa situação real aí do seu dia a dia e
vamos construir juntos aqui uma mensagem com etos, patos e logos. Quem se habilita aí, Marcelo? Eu queria propor para que eu aplique eh a importância de da comunicação, da clareza e de se seguir um processo. Esse seria a base que eu vou levar lá pro time no campo. >> Boa. A importância da comunicação clara e >> isso >> processo >> e a obediência ao processo. É >> perfeito. Eu quero utilizar o tripé nesse tema. >> Excelente. Excelente. Eh, lá no no início da nossa da nossa formação, lá no início, nós trouxemos alguns números sobre isso.
Não sei se você vai lembrar, mas nós trouxemos informações Importantes. Tô até resgatando aqui. Por exemplo, segundo a Galupe, profissionais com a comunicação avançada são 21% mais produtivos. Ponto. Aqui pode ser já, Roja, o seu logos da mensagem. >> Então, já, então, beleza. Já já temos aí agora o logos da sua mensagem. Pode ser, >> pode. Já tá fundamentado aí a a a importância. >> E então, segundo a Galope, profissionais com a comunicação avançada são 21% mais produtivos. Logo já tá aí feito. Beleza? Agora, como que você vai estruturar para ter credibilidade, que é o
etos agora dessa mensagem? Vamos pensar juntos aqui. Você tem juntamente com o etos, que é credibilidade, que é o seu conhecimento sobre o assunto, mais o patos, que é a sua história, você consegue conectar os dois. Você tem algum exemplo pessoal onde você adotou uma comunicação eficaz e foi mais produtivo? Você tem algo sobre isso? Tenho. >> Ótimo. >> Eh, eu eu passei a mesma situação por duas vezes, >> certo? que foi a orientação que eu dei para o nosso almoxarifado, como ele receberia e trataria o equipamento, o material, né, que recebeu. Na primeira vez
eu percebi que eu não fui muito assertivo, não fui muito claro para ele, porque eu não pedi feedback da da do que eu havia Comunicado. Na segunda vez eu fui pessoalmente olhando nos olhos dele, fui lá no setor dele junto com ele, ao invés de fazer por telefone, eu fiz pessoalmente. >> Perfeito. E aí depois que eu fiz isso e fiquei lá do lado dele observando como ele se comportaria na mesma situação, ele fez de forma diferente e foi assertivo, conseguiu entender, recebeu o material, entrou em contato com a engenheira explicando que o material Dela
tava lá e direcionou o material, pediu que o motorista fosse levar até ela. >> Ótimo. >> Seria essa? Não sei se >> seria essa. Então aí seria o Patos, seria a história, seria o patos. Então nós já temos aí etos, que é credibilidade, >> patos que é emoção e logos, que é aquela estatística. >> Então agora você rabisca aí onde você Estiver já construindo essa mensagem para você adotar amanhã. E aí, quem agora está aqui acompanhando e viu essa construção ao vivo com Roger, faz também esse exercício. Começa a pensar agora em reuniões que você
terá amanhã, em situações que você vai precisar comunicar e já estabelece a partir de agora essas esses três elementos como essenciais realmente para que você possa ser mais assertivo. Então, para que eu posso, para que eu Seja um líder, uma líder que seja percebido como alguém relevante, eu preciso na minha oratória ter etos, porque está ligado com a minha credibilidade. Eu preciso trazer elementos que é o tempero emocionais, então contar uma história pessoal, contextualizar e eu trago logos, que é um dado, uma estatística para mostrar para quem está me escutando que aquele fato ali é
credível. Ele não sai da minha acheologia, eu não acho que Funciona, entendeu? É fato, é dado, é comprovado. Inclusive isso serve muito, viu, Rodrigo, para negociar, né, Marcelo? >> Hã, >> aí, aí com isso eu valido, né? >> Com isso você valida. >> Com isso você valida. Com isso você valida. Eh, muitas negociações elas tendem a ser fechadas mais rápidas e com uma melhor eh margem financeira quando você traz os três elementos. Anota isso aí que eu acabei de falar. Quem é da área comercial aí, quem tá negociando com grandes clientes, coloca isso em mente
a partir de agora, porque você traz um fato, um dado lógico, você conecta ali com o storytelling muito bem feito, traz a emoção e gera credibilidade através do seu conhecimento. Só que dentro desses elementos, eu preciso ter uma atenção plena de que a oratória para ser eficaz, Ela necessariamente ela precisa respeitar ali. E você, por se tornar cada vez mais um orador com eficácia, tem que ter atenção sobre a voz, sobre a adicção, sobre o ritmo e sobre a entonação. Presta atenção nisso aqui. É importantíssimo. Eu preciso olhar para esses elementos de maneira muito estratégica
para com que a minha comunicação, a minha oratória, ela seja eficácia, ela seja eficaz. E aí eu quero saber se eu posso ser vulnerável Com vocês aqui. Posso? Posso sim ou não ser vulnerável com vocês? >> Sim, com certeza. >> Com certeza. Então, por favor, não deem risada do que eu vou mostrar para vocês aqui agora, por favor. Aqui eu trouxe três recortes de Marcelo em três momentos. Marcelo 2018, Marcelo 2023, Marcelo 2025. Três recortes. Eu vou dar um play aqui. Espero que vocês consigam escutar. Quem puder colocar um fone de ouvido aí ajuda, mas
vamos ver se vai. Marcelo em 2018. Olá, e aí tudo bem com você? Eu sou Marcelo Lacerda, faço parte da equipe de linfomas com a Simone Lima. >> Tá bem baixinho, meu? >> Trabalho em quatro estados, Bahia, Sergipe e >> Marcelo em 2023. >> Três livros que se você ler ainda este ano farão com que você tenha resultados Extraordinários na sua carreira e nos >> Marcelo em 2025. A comunicação agressiva, ela é destrutiva e ela pode estar presente nos relacionamentos mais íntimo. >> Marcelo em 2018 estratégicos. Primeiro, qual é o perfil desse médico? Ele é
guerreiro, ele é artista. >> Marcelo em 2023 negócios. Livro número um, lugar de potência do Ricardo Bazag. >> Marcelo 2025. Alguém que domina a arte de comunicar, conhece profundamente os quatro estilos. Que diferenças vocês vem? >> Postura, voz, >> entonação, >> expressão corporal. É o conjunto todo aí, o ritmo de tudo. Tá >> a voz. >> É, >> a deita é grande, hein? A diferença é grande, Paulo? >> É muito grande. >> Eu tô mostrando para vocês que é treinável quando você se propõe a fazer. >> Perfeito. >> Quando você entende o impacto que quer
gerar a partir da sua oratória, sua comunicação é treinável. O meu natural não é isso aqui com vocês que eu tô falando, isso aqui é treinado. Fabíula sabe meu natural. Os amigos mais próximos sabem meu natural. Só que é treinado isso aqui para quê? em prol de Um resultado. Por isso que esses elementos eles são muito importantes. E aí quando nós olhamos pra voz, a voz ela é uma ferramenta de impacto que você precisa ter atenção com relação a ela. E aí não tem outro caminho. Outro caminho, o o caminho essencial é autoavaliação. grave, peça
feedback, porque quando a voz é uma voz clara, é uma voz forte, bem projetada, ela transmite confiança e Autoridade. Isso serve para homem e paraa mulher. Então, exercício de respiração. Então, eu passei todos os dias pela manhã, crise deve ser muito boa também nisso, né, Cris? Assim, de respirar profundamente, ter um momento ali de calmaria, de não começar o dia atropelando as coisas. Passei a ler muito em voz alta, muito em voz alta, para melhorar inclusive essa questão da da articulação da minha fala. A voz ela se torna esse elemento sim muito forte, muito forte.
E aí quando nós quando nós olhamos dentro dessa perspectiva, não dá para negligenciar isso. Não dá para negligenciar isso. Um outro elemento que é muito importante que é a adicção. E aqui tem um vídeo bem rapidinho, não vou passar ele todo não, mas só para vocês, não sei se vocês lembram desse e não. Sim porque da lá E não porque não que podesse passar assim que fal que não esta é uma coisa que não portanto aquilo que não pode ser corte sortuda verbau que é isso tendo em conta a quantidade de lixo produzida no nosso
país, justifica-se a construção de uma incineradora de tão grandes dimensões. Ou seja, nitidamente uma adicção péssima. Então, a adicção ela garante que a mensagem seja entendida sem Esforço pela audiência. Que que eu preciso fazer? Exercício de articulação. Além de ler em voz alta, eu preciso começar a ler de forma pausada e não tenho para onde correr. Feedback. Eu preciso ouvir feedbacks. Um outro ponto é o ritmo. Lembra que nós falamos principalmente sobre o 3, eita, ficou feio aqui, pera aí. 38% Da nossa comunicação, que é o tom de voz. Nós estamos aqui trabalhando esse elemento.
O ritmo da sua voz faz com que a audiência permaneça engajada. Mas se você é monóton, se a sua comunicação ela é do início ao fim, no mesmo ritmo, da mesma forma, sem nenhuma cadência, eu estou com você aqui com a intenção. E aí, que que vocês sentiram? Sono. >> Sono, o ritmo ele traz efetivamente essa atenção plena para o que você está falando. Então, é importante que na sua comunicação, na sua oratória, tenha ritmo. a ritmo. E tão importante quanto o ritmo é a entonação da voz. Porque a entonação da voz de maneira Consciente
você dar mais ênfase e impacto para situações mais relevantes que você queira cvar aquela informação pro seu liderado. Nós temos agora um projeto que acabamos de negociar que vamos ter que começar no dia 23 de dezembro entregar até 8 de janeiro. Isso aqui é fundamental. Precisamos agora do empenho de cada um de vocês. Departamento A, a sua atuação é essa. Departamento B, sua atuação é Essa. Pegou aí, Paulo? >> Sim. >> Entendeu, meu irmão? >> Com certeza. Muito bom. >> Entonação. Entonação, porque entonação tem a ver com entusiasmo. E claro, se eu vou falar de
um assunto mais sério, mais pesado, eu modulo o tom da minha voz. Eu falo na mais pausada. Depois que esse tema ele é transmitido, eu começo a avançar e trago uma nova Abordagem roupagem para aquele assunto. É consciente. Essa minha variação tonal, ela é consciente e precisa ser consciente. O que vocês estão aqui passam a refletir a partir de agora sobre esses quatro elementos, olhando para si, pra sua comunicação agora. E aqui não tem não tem julgamento, não tem apontar dedo, não. Não, estamos num ambiente seguro, no ambiente de crescimento. Como que você reconhece agora
sua Oratória a partir dessa dessa ótica? Você tá cuidando da sua dicção? Você tá até da sua voz? Me fala um pouco sobre isso aí. Eh, eu tenho percebido, viu, Marcelo, que eu preciso melhorar a parte de entonação. Eh, e aí eu tenho trabalhado isso em mim também, quando eu vou falar, me expressar, tal. Às vezes, eh, a gente tem muito executor, né? Quem fala rápido com espirrata e eh atropela, não se Posiciona, não, não, não se prepara pro diálogo. Isso, acho que isso é importante também, né? muito. >> Eh, eu percebo assim que quando
eu tô em reunião com o cliente, eu assumo uma uma comunicação mais eh moldada do que no dia a dia o meu time, né? Então, quando eu recebo um cliente aqui no escritório, quando visitar o cliente, eu tomo mais cuidado, me posiciono, meço um pouco mais, tal. Uhum. >> Mas eu acho que como não sou de Liderança, eu preciso ter essa que você falou, treinar para já virar a corda de manhã, virar esse modo e ficar automático aí o dia todo. >> Isso. Isso. Pô, mas mas por >> sentido falta disso aí. >> É, mas
por quê? Porque você vai ter um resultado melhor ainda do que já tem. >> Com certeza. Exatamente. >> Vai ter mais engajamento, >> entendeu? >> Aham. Com certeza. Você, Marcelo, >> você tava falando em você em >> alguns anos atrás e como era você nisso aí. Essa semana, antes de ontem, foi a posse do presidente do Cindus lá lá na na FIE, >> certo? >> E aí ele foi pro palco, foi um discurso belíssimo. E depois eu perguntei, vem cá, rapaz, você tomou aula de dicção com Marcelo ou com quem foi? Ele aí disse: "Não,
eh, é a a o uso do dia a dia que tá lhe levando para isto". Porque então o cara falou da maneira que eu tô 4 anos que ele virou presidente, que eu tô acompanhando ele isso aí, >> de quando ele começou há 4 anos para hoje. >> Quer dizer, essa postura de presidente, de ter que comunicar, de ter que transmitir, de ter entrevista e tudo mais e trabalhar com o governador, ministro, tudo, levou ele para fazer uma comunicação agora que ele diz: "Não, porque eu tenho que sair desse ponto e Para aquele porque isso".
E aí ficou a mão, eu digo aí olhando, digo, "Puta que pari". E o cara que falava que nem nem falava antes, >> nem falava. >> Quatro anos depois >> ele como você também você vê a o seu a sua entonação no >> Uhum. >> Em 2018 até de hoje mudou totalmente e você consegue muito mais. >> Mas eu trabalhando isso, né? A como esse Cara mudou em 4 anos. >> Uhum. Diz ele que não tomou nenhum curso de oratória, >> que eu conheço gente que é candidato a deputado já alguns anos, não foi, mas
que tem um cara do lado dele, vai para para uma uma convenção, alguma coisa, leva o cara para est treinando nele. O que que ele vai dizer? Eu digo que eu sei porque a pessoa é parente de minha esposa, então >> ele tá, eu perguntei que tá fazendo Aqui, não tô acompanhando. E ele é jornalista, tudo digo, eu descobri que ele tava lá >> Uhum. >> polindo o sujeito, que é uma pessoa >> Sim, sim. é sindicalista, mas quer ser, eu acho que ele quer ser até governador, mas o cara tava lá preparando ele para
isso, para falar. >> Olha só que interessante. >> Mas eu fiquei impressionado também como com esse Landin de 4 anos que é o Presidente, como mudou isso e como aí observando o que você fala, né? Como essa essa maneira de expressar >> Uhum. de chegar, eu vou chegar a um ponto, quer dizer, ele mostrava com a mão que ele chegava naquele ponto. >> Perfeito. >> E com a com o gesto digo: "Rapaz, >> então acho que isso tudo vamos ter que aprender. >> Vamos >> agora. Agora, Marcelo, uma coisa que eu Venho reclamando de alguns
aí quando eu tenho oportunidade é que não adianta a gente passar 2 horas aqui toda semana. E como você disse, nós temos que usar isso nas próximas 24 horas. >> Isso, >> todo dia. >> Até eu, até eu mesmo tem essas figuras aí que às vezes eu tô nervoso, como Paulo disse, que eu vou metralhando palavra porque eu tô ali conversando com você, Marcelo, mas Paulo W tá na sala Esperando ali já e vai paraa reunião depois e o sujeito quer saber. Eu digo: "Me largue que eu não posso mais". E o cara querendo, rapaz,
me largue. O Paulo tá me esperando lá agora. tem uma reunião, mas isso aqui vem cá para ver. Eu digo, aí vai lá me pergunta, eu digo: "Meu Deus do céu, não, não dá tempo às vezes, entendeu?" E hoje cheguei na obra antes de 7 horas, >> 6:30 já tava metralhando coisa para pra gente aí para para ganhar o dia. Mas é é Que ser usado, entendeu? Quem tá aí participando, >> não adianta só a gente ficar gastando duas horas, que isso não é >> não não é não é brincadeira, é uma coisa séria, >>
não é? >> E que realmente vai mudar tudo, entendeu? muda muito. >> Perfeito. >> É só olhar você de 2018 para hoje. >> É só olharandinha de 4 anos atrás. Então Nós vamos ter que usar isso. É só pensar que cada vez que um de vocês mandar um recado pro outro, como diz agora Roger, cobra dele. Se ele entendeu mesmo, >> você sabe para quem você vai levar, sabe para quem vai entregar. >> Uhum. E como você diz, eu também já tenho discutido com alguns, se você mandar entregar uma mercadoria de Salvador lá na Biandi
e não for para lá, eu vou perder um dia do cara que ele vai levar Depois largou lá, vem embora no outro dia ele vai buscar para entregar no lugar certo e o serviço que era para ter feito hoje vai fazer três dias depois. >> Uhum. >> Então essa comunicação e como você diz o feedback tem que acontecer mesmo >> mes o tempo todo. O tempo todo. >> Não adianta você correr, >> lembra assim, ó. Sem feedback não há comunicação efetiva. Falei isso. >> Não, não tem serviço. >> Não tem serviço. A coisa não flui.
>> Isso >> é como eu chegar dizer dar um ordem para paraa Roger e não perguntar ele. Daqui a um mês eu digo: "Pô, dei uma ordem para ele levar o material para lá, ele não levou e hoje vou aplicar. Roger, cadê?" Não, eu não vi não. >> Pois é. Pois é. >> E no material eu pensei que eu tinha que ele já tava lá e não tá. Onde é que tá? Não sei. Ou então ele comprou e não vou deixar na obra certa, deixou no Horizon. E eu vou usar agora. Se eu não usar
não vai dar certo a coisa. Mas eu não perguntei, não, não fui atrás. Quer dizer, cada um de vocês >> tem que eh dar o feedback e cobrar o feedback também. Chegou da onde veio tudo conferir >> isso. Isso. Sem feedback. Sem feedback numa comunicação. >> Pois é. Eu pedi 1800 caras. Isso dá Mesmo ou não? É mais ou menos. Pedir demais eu seguro. >> Uhum. >> E tá acontecendo agora. P aí Dr. Rogé, Dr. Rogério, com a implementação desse feedback, qual o resultado efetivo disso? Ou seja, quanto que eu reduzo de custo? Quanto que
eu aumento de lucro? Quanto que eu aumento de produtividade? Entendeu? >> Só, só o numerozinho. Foi pedido 1800 calhas. Eu já sei quantas eu preciso Porque fizeram a conta, me informaram. Eu sei que tá sobrando 200 calhas. Você mandou cancelar já essas 200, Marcelo. Não. Sabe por quê? Porque eu não conferi a informação que alguém me deu para ver se tá certo, para dar tempo de eu de eu conferir. Mas eu sei, tô deixando para chegar lá para cobrar de alguém. >> Já pedi duas vezes para me informar e não informaram. Tô perguntando aos outros
quantas casas eu pedi. >> Uhum. >> Quantas faltam eu acabar para fazer? Quantos eu tenho na estoque ainda? >> Só para 200, Marcelo. >> Uhum. Olha só, >> Roger já sabe, mas quem devia saber não sabe. Eu tô deixando até o certo ponto, mas quem quem tá com essa cara no bolso sabe o que é que tô falando. Vamos embora. >> Vamos pra frente. E aí eu peg, >> deixa eu só deixa eu, deixa eu comentar uma coisa aqui, uma mensagem pro time. Eh, essa parte de de comunicação, você saber se expressar bem, se posicionar
bem, eh você acaba gerando destaque onde você tiver. Se você tiver numa mesa de reunião, se você tiver num ciclo de amigos, se você tiver num âmbito de de pessoas novas, ah, os pais da escola, você sabe se posicionar, você sabe se comunicar, você tá ali, você domina a comunicação, você domina a mesa, isso é gera destaque para você em qualquer âmbito, pessoal, profissional que >> perfeito. Perfeito. Assina embaixo. Assina embaixo. >> E, e aí dentro dessa perspectiva tem um outro elemento que eu não posso deixar de falar para vocês. Por quê? porque vai ajudar
ainda mais na força dessa mensagem, que é justamente o quê? Os vícios de linguagem. Nós precisamos ter uma atenção muito forte sobre esses vícios e linguagem e eles surgem muitas vezes de maneira inconsciente e repetitiva e traz Efetivamente uma um desvio de atenção de quem está ali para te escutar, porque tem um tal de um né, um é, um sabe, um tipo, Um tem um amigo meu que o dele é entendeu, rapaz. Rapaz, numa frase, 2 minutos ele fala 50. Entendeu, bicho? uma muleta da pega, bicho. Ou seja, a oratória e a persuasão para ela
ser eficiente, você tem que ter consciência e eliminar esses vícios de Linguagem, porque eles acabam sendo muletas repetitivas e acaba interrompendo, trazendo um ruído cognitivo para quem tá te escutando. Por qu, Marcelo? Todas as vezes que o cérebro encontra um padrão, ele vai ficar procurando aquele próximo padrão. Então, se na sua comunicação tem muito, né, né, né, né, o cérebro de quem tá te escutando vai começar a eliminar o que tem de importante na sua fala e vai ficar buscando qual o próximo né, cadê o Próximo né, cadê o próximo né? Desvia atenção e você
perde credibilidade, você perde autoridade, você perde etos. E aí o primeiro passo para isso é consciência e autoavaliação. Não tem para onde correr turno identifique quais são seus vícios de linguagem. Se possível, se grave, peça feedback, analise suas apresentações, porque quando você adota um vício de linguagem, Você está neste momento colocando em cheque o seu posicionamento como líder, como como gestor, como gestora, como profissional de excelência. Agora, se você puder dentro até time aí do grupo, peço um apoio, tem um parceiro aí de de de de coratória, fala: "Ó, você que tá muito comigo aqui,
me observe, analise, me dá uma ideia aqui, me dá uma dica. Eu tô usando muit muito visto de linguagem. Eu estou tô sendo assertivo na minha Comunicação. Faz isso. Estabelece esses elos aí para fortalecer a sua oratória. Segundo passo, prática deliberada. Não veja outro caminho. Prática deliberada. Utilize, aproveite oportunidades para poder falar em público. Aproveite oportunidades para poder, antes de falar, dá um toque, fala: "Meu amigo, minha amiga, vou falar sobre aquele tema hoje ali. Preste Atenção se eu tô com visto de linguagem, se eu tô sendo muito prolixo, se eu tô sendo muito grosseiro,
se eu tô sendo monótono. E você me dá um feedback real sobre isso. Passo três. Esse essa é uma das mais difíceis. Só que ao mesmo tempo uma das mais efetivas quando você utiliza uma pausa estratégica. O que eu acabei de fazer com vocês agora? Essa pausa estratégica dá tempo para que quem está te escutando assimile o conhecimento e ao mesmo tempo dá tempo de você conectar uma frase com a outra e suprimir o visto de linguagem. Pausa estratégica. Esse silêncio é estratégico. Dois a 3 segundos. 2 segundos a três no máximo. 2 segundos ideal.
Continuitamente 1 2. Pausa estratégica. Suprime o visto de linguagem. O né vai embora, o entendeu vai embora, o tipo Vai embora. E aí o passo quatro, que eu até já reforcei antes, peça feedback e monitore sua evolução. Marcelo, por que que eu preciso ter uma atenção e eliminar os vícios de linguagem? Tá aqui, ó, mais transparente que isso, só dois disso. Uma mensagem que realmente influencia, ela não tem visto de linguagem. As pessoas te ouvem te e compreendem melhor o que você fala. E você é Lembrado pelo que você fala quando não tem visto de
linguagem. A sua fala sai mais natural, sai mais agradável e transmite confiança e preparo. Mais uma vez, se eu não falei isso com vocês antes, eu vou Se eu falei, vou repetir. Se eu não falei, vou falar agora. Essencialmente, todo um bom orador, todo bom comunicador é um bom leitor. Essencialmente. Essencialmente. Não tenho tempo para Ler, Marcelo. Pera aí. 15 minutos por dia. 15 minutos 15 minutos por dia de leitura. Você lê um livro de 200 páginas por mês, 15 minutos de leitura por dia. Se você não tem 15 minutos, meu amigo, minha amiga, me
perdoe. Você tá mal. Essencialmente, todo bom comunicador e bom orador é um bom leitor. E aí, quando você tem repertório, você suprime o visto de linguagem. Você usa a pausa e você está ajudando o seu Cérebro aqui a pensar antes de falar, construir o seu racional. Alguém já percebeu que tem um visto de linguagem agora com essa nossa fala aqui? Se identificou ou agora eu percebi, Marcelo, que eu aquele visto de linguagem, aquela forma tá alguém se identificou aqui? Acho aquele ezinho, né? Eh, veja bem, é o Ezinho rola. >> O Ezinho rola E e
ele vem inconsciente, né? Né, Paulo? Ele vem inconsciente. >> É, é. Ó, até da afirmação ele vem aí também. Ele veio no lugar da pausa. Quem falou aí? Quem falou? >> Tem a gente eh AC. Isso aí, AC. Mas exato. A gente tá organizando nossas ideias ali >> e não não esquece de tá sonorizando, né? E fica eh >> eh a gente tem que suprimir isso aí. Mas É verdade. >> Deu um clarão na minha mente agora, meu amigo. É isso mesmo. >> Gostei. >> Então esse clarão, esse clarão, essa essa necessidade de pensar, de
construir, de construir o pensamento, ela tem que ficar só para você. Não precisa analisar isso. Estou pensando. Eh, eh, veja bem, ã, quem já viu aquele ã ã hã? >> É quase um pensamento em voz alta >> e suja a comunicação. Traz ruído na sua fala. Fala, Jverson. >> Então, Marcelo, eu já tava observando, né? Inclusive minha esposa também às vezes ela pontua, né? Esse né que eu falei agora. >> É, observo também quando eu mando um áudio. Eh, às vezes querendo mandar um áudio para ser breve, curto, então naquele momento de pensar, de não
deixar vazio, acaba saindo o né. Então você falando dessa pausa aí já tá ficando Mais claro ali na consciência para poder eliminar ele. >> Perfeito. Você deu uma pausa agora. >> Essa essa pausa, esse silêncio que >> você abordou que tem que manter. Acho que é isso aí que é o ponto para eliminar mesmo. >> Perfeito. É o pulo do gato. Essa pausa tem que ser proposital para limpar a sua fala. Talvez no primeiro momento você vai se sentir um pouco, ah, tô sendo cansativo, tô sendo E chato, mas é só é é uma fase
de transição agora. Depois você vai entender que vai suprimir essa pausa, que é o tempo que o seu cérebro tá processando a informação e trazendo a mensagem. Por isso que eu reforço, leiam, estudem, criem um grupo de de leitura de livro aí em grupo, sabe? que se estimulem um ao outro, porque isso gera repertório. Se gera repertório, eu elimino meu visto de linguagem, porque eu vou construindo aqui uma uma frase, Um pensamento, vou buscando as palavras que eu quero conectar para que essa mensagem seja transmitinda, transmitida de maneira mais assertiva. Acabou dis linguagem, acabou, foi
embora. Pausa estratégica. feedback. Esse feedback da sua esposa é sensacional. Agora tem um ponto importante que eu tenho que reforçar. O processo de mudança só acontece quando há aceitação. E se você aceitou que precisa mudar, excelente. Mas se ficou resistente, eu vou mudar nada. Deixa como tá aí. Não tem quem faça. O portal da mudança chama-se aceitação. Aí avança com segurança, entendeu? Beleza. >> E aí quando nós passamos por esses tópicos onde nós avaliamos ali etos, patos, logos e vimos agora os elementos Da oratória, nós chegamos naquele ponto em que nós conversamos rapidamente ali na
nossa imersão de liderança, que são os quatro estilos de comunicação. Quem lembra desse tema que nós falamos? Quem lembra? Comunicação agressiva, comunicação passiva, comunicação assertiva. >> Lembram desse tema? >> Uhum. >> Sim, >> lembro sim. >> Ótimo. Agora nós vamos entrar um pouco mais nessa perspectiva, porque a forma como você comunica revela seu estado emocional. Hum. Isso aí é muito sério. E aí todo líder, seja ele de maneira consciente ou não, ele vai comunicar a partir de um estilo que é predominante. E aí, como consequência disso, esse estilo ele molda o comportamento da Equipe. Olha
só, olha só que interessante. Então, a forma como nós nos expressamos e vocês como líderes se expressam vai estar conectado diretamente com a reação do seu grupo, do seu time. E aí, nesse momento, é que vai uma capacidade de você entender a responsabilidade que tem sobre cada um deles para reforçar aquele conceito. já falamos, eu sou 100% responsável pela Minha comunicação. Aqui vai uma virada de chave muito forte. E aí do ponto de vista cronológico, se você for olhar a história que traz a base eh científica desse conceito, os primeiros estudos do comportamento humano surgiram
dentro dessa área da comunicação da oratória, desses padrões ali por volta de 1950, 1960. Houve um avanço passando ali por 1970, trazendo ali uma abordagem um pouco mais humanista. Aí vem dois pesquisadores e trazem os primeiros estudos sobre assertividade, estudos de comunicação. Na década de 80 e 90 começa a adentrar nas organizações o modelo de comunicação corporativa. Aí vem Marshall Rosenberg, que vamos ver daqui a pouco, sobre a abordagem da comunicação não violenta. E nós estamos nesse momento agora olhando um pouco mais para a neurociência. Inclusive Fabíola tá fazendo uma pós agora em Neurociência e
vai contribuir bastante pra nossa capacitação presencial ali no aqui no Wall Street, tá? Então isso é muito, então essa cronologia aqui, ela traz obviamente uma um framework de como foi essa construção até hoje para que pudéssemos ter a condição de chegar aqui e falar um pouco mais sobre o primeiro tipo de o estilo de comunicação, que é a comunicação passiva. E é interessante começar por ela, porque se você agora a partir a partir desse Momento começar a observar de maneira geral a sociedade, você vai ver que ela é mais comum do que parece. A comunicação
passiva, ainda mais dentro do aspecto da liderança, você vai perceber isso. Ela acontece quando esse líder ele evita o confronto. O líder ele fica constantemente buscando evitar se posicionar com clareza. Muitas vezes ele se cala naquele ambiente, ele prefere às vezes o silêncio ao desconforto de uma conversa Mais séria, uma conversa mais dura, um confronto. Qual que é o impacto disso? Se você parar para analisar agora de maneira fria, um líder que que está postergando conversas difíceis, um líder que fica diluindo decisões, um líder que fica transferindo responsabilidade, qual que é o impacto real disso?
E aí do ponto de vista operacional traz um estrago também muito grande, porque você acaba construindo liderados ou Colaboradores muito permissivos. muito omissos. E aqui vai um ponto que eu preciso reforçar com vocês, onde há uma confusão às vezes sobre esse tema. Líderes que são que t o estilo de comunicação passiva, eles acabam confundindo três coisas. A primeira delas é respeito com missão. A segunda delas é empatia com silêncio. E a terceira delas é humildade com insegurança. Um líder que tem a comunicação passiva, ele acaba confundindo respeito com a omissão. Então muitos falam: "Não, não
tô respeitando, né, aquela pessoa, então por isso que eu não vou falar sobre o tema". Não, não. Você tá sendo omisso no processo. Ah, não, não. Eu tô sendo empático com aquele comportamento do liderado, por isso eu vou ficar aqui calado. Não, não tem nada a ver. está em silêncio, você não tá sendo empático. E essa humildade, ela está sendo velada, está sendo eh abafada por uma insegurança. Aqui vai um ponto central desse estilo de comunicação e que obviamente quando você vê isso de maneira mais e impactante do ponto de vista da liderança, você percebe
o quanto que isso deixa um estrago, um rastro de muitos problemas da organização, principalmente um clima de muita procrastinação, De muita má gestão. Então, quando essa comunicação do líder ela é passiva, não tem para onde correr. As decisões ficam soltas, ficam amigué, como diz aqui na nossa Bahia, né? Amigué, as prioridades, ninguém sabe quem é que vai que vai assumir ali a partir de agora. Fica confusa, não tem limite no time. E aí, sabe o que acontece como consequência disso? Não sei se vocês já Viram isso eh acontecer em algum algumas situações, mas é o
time começa a testar até onde eu posso ir. Opa, pera aí. Eu fiz esse comportamento inadequado, não tive uma instrução clara, tive uma empatia com silêncio. Pera aí, então vou testar algo mais. E aí vai testando, vai testando, vai testando. Alguém quer falar? Ah, e aí vai testando. Com isso, gera falta de clareza, enfraquece a Autoridade. Se você está se identificando e aqui mais uma vez estamos num ambiente seguro para crescimento, comece a partir de agora a ver que é importante você fazer pequenas afirmações diárias. Chama alguém de sua confiança, bate um papo. Olha, reconheci
agora que eu tô sendo muito omisso nas decisões. Reconheci, reconheci e eu percebi agora depois da Aula do Marcelo ali, deu uma luz, deu uma luz. Eu eu comecei a entender que de maneira eh costumeira o o meu tom de voz fica muito exitante. E ou eu estou com excesso de justificativas. Tudo comigo é justificativa. Eu nunca assumo a responsabilidade. A minha comunicação, ela fica cheia de talvez, eu acho, quem sabe reconheço agora que a meu estilo de Comunicação tá sendo passivo. Eu tenho certeza que aqui no grupo CPENG nós teremos um acolhimento para essa
pessoa, porque estamos aqui para isso. Estamos aqui para ir para trazer esse modelo de acolhimento, de correção, de instrução para avançar. Para avançar. E aí eu preciso encorajar vocês e reforçar que liderança exige coragem. Quando você evita uma conversa difícil, isso não é neutralidade. Isso você tá Escolhendo um lado, um lado da passividade e toda escolha você tá comunicando algo. A comunicação passiva, ela traz sim perdas que podem se tornar irreparáveis pra operação. >> Ela pode parecer confortável no curto prazo, só que no médio e no longo, meu amigo, minha amigo, o preço é lá
em cima. Aí nós olhamos, demos uma luz sobre Comunicação passiva. Aí nós vamos agora olhar sobre comunicação agressiva, que é um outro espectro. Se a comunicação passiva ela evita conflito, a agressiva ela tenta dominar a pessoa. Aqui nesse momento, o líder não se omite, pelo contrário, ele se impõe. Só que ele se impõe de uma forma onde ele se expressa utilizando muita força, muito controle, muita pressão emocional. Na cabeça desse líder com comunicação agressiva, ele acha que a autoridade se constrói pelo tom, pela imposição ou pelo medo. E na prática não é assim. Quem adota
uma comunicação agressiva acaba fazendo com que o foco deixe de ser a mensagem e passa a ser o poder. E aí esse poder gera rupturas. muito muito ruins e como normalmente aparece, ou seja, aquele líder que fala mais do que escuta É aquele líder que interrompe o tempo todo, é aquele líder que transforma uma divergência em um confronto pessoal. E aí eu preciso trazer para vocês um entendimento mais amplo sobre esse estilo de comunicação, que comunicação agressiva não é uma comunicação firme. Comunicação firme, ela é assertiva, que a gente vai ver daqui a pouco sobre
esse tema. Quando eu tenho uma comunicação com firmeza, eu tenho controle emocional. Eu Falo o que precisa ser dito de forma respeitosa. Eu falo o que precisa ser dito de forma impactante, que gera resultado, porque no curto prazo essa comunicação agressiva gera uma obediência. Mas se você parar para analisar, no médio prazo, vai construir medo, vai construir um silêncio estratégico, vai construir uma reação emocional, vai construir burnout, resistência, vai cria um caos na organização, Cria um verdadeiro caos na organização e começa a limitar a isso aqui. Isso, isso aqui precisamos dar uma atenção sobre esse
ponto. A comunicação essencialmente agressiva, ela acaba também limitando o compartilhar de ideias, limitando o o o como é que o brainstorm. A pessoa tinha até ideia, mas eu vou falar nada para tomar uma porrada aqui. Essa liderança, ela base no medo, ela Ela produz uma conformidade, mas não produz um compromisso. Então, para quem tem e se identifica agora com essa comunicação mais agressiva, é importante começar a ter um entendimento do que precisa ser feito a partir de agora, porque ela vai aparecer num tom elevado e mais ríspido. Ela aparece no ritmo mais acelerado. O olhar
que nós falamos na nossa aula passada, o olhar do da comunicação agressiva, ele é mais fixo, ele é mais Inquisitivo, mais invasivo. A pergunta que todo líder, talvez, ele precisa fazer é: eu estou sendo firme ou eu estou descarregando atenção emocional na minha comunicação? essa pergunta. É essa pergunta. E aí, claro, eu preciso eh reforçar também com vocês um ponto de que muitos líderes que têm uma comunicação agressiva não são maus líderes. Eles só estão sobrecarregados, eles só estão Precisando de uma ajuda, de uma lapidação, até pegando aqui a a fala do Dr. Rogério, uma
lapidação para transmitir melhor a sua mensagem. A comunicação agressiva, ela não constrói autoridade, não constrói. Ela constrói distância, ela constrói afastamento. Isso não é positivo. E isso não é positivo. Aí nós vamos para um outro estilo de comunicação que é o estilo passivo agressivo. E aí na nossa pesquisa e no nosso campo observacional, nas organizações também em outros eh ambientes que nós participamos, essa se torna talvez o estilo de comunicação mais exrutivo paraa liderança, porque ela é perigosa, ela não é tão explícita, ela não grita, ela não se impõe. ruim. Mas também ela não é
clara. Não é clara, não é você não, viu, Clara? Ela não é clara, >> não. >> É aquele tipo de comunicação que parece calma por fora, mas ela tá cheia, tá carregada de tensão por dentro. Se a pessoa tá falando e eh aquilo que is tem que levar a sério ou se é mais uma piadinha. Essa comunicação acontece quando o líder ele não consegue expressar de forma direta a sua satisfação. Só que também ele não concorda de verdade. Ele não concorda de verdade. E aí você fica sem saber, tá? Mas e agora? É para agir
ou não é para agir? Você eh tá chateado ou não tá chateado? Você tá me instruindo ou tá fazendo uma piada? O que que tá acontecendo aqui? Então, é muito séria esse tipo de comunicação, porque ela não se sustenta. Essa comunicação passiva agressiva, ela não é uma cautela. Tô sendo cauteloso. É Por isso eu trago aqui um pouco de sarcasmo, de ironia. Não, não, não, não, nada disso. Tá sendo inconveniente, tá sendo imaturo, não tá tendo coragem para comunicar o que tem que ser tem que ser comunicado. Então, a comunicação passiva agressiva não é diplomacia
nenhuma. Nada disso. Na verdade, é como se essa pessoa estivesse empurrando o problema para debaixo do tapete. Só que é que acontece? ele vai voltar Muito maior, muito maior. Então, dentro dessa perspectiva, quem já está aí percebendo e se identificando precisa ter um olhar mais forte, assumindo a responsabilidade, porque tá escrito, a comunicação passiva agressiva é o veneno da indireta. E eu trouxe alguns exemplos aqui pra gente poder passear sobre eles. Tipo de comunicação passiva, tanto faz, vocês decidem o que acharem melhor. Talvez eu esteja errado, mas acho que poderíamos tentar algo diferente. Não sei
se é o melhor momento para falar sobre isso. Se ninguém tiver objeção, a gente segue assim. Desculpa incomodar, mas eu precisava comentar uma coisa. Acho que posso estar exagerando, mas Fiquei um pouco preocupado. Vocês conseguem perceber o impacto de uma comunicação passiva? pode trazer para uma equipe. Tão começando a perceber já, turma? Ou eu ou eu tô sendo eh não muito didático com vocês aqui. Comunicação passiva, >> comunicação agressiva. Isso errado e ponto final. Já falei isso várias vezes, vocês não escutam? Se não fizerem do meu jeito, não vai dar Certo. Isso é básico. Não
deveria nem estar sendo discutido. Você sempre faz tudo errado. Não me interessa a justificativa. Quero o resultado. E a comunicação passiva agressiva. Tudo bem, faz como quiser. Depois não diga que eu não avisei. Claro, pode decidir sozinho, como você sempre faz. Eu imagino que minha opinião não seja Tão relevante assim. Engraçado, né? Como ninguém aqui lembra do que eu falei, não tem problema, eu me viro de novo. Não, não, fica tranquilo, eu já estou acostumado com isso. Fala para mim sobre uma organização que tem esse esses três estilos predominantes de comunicação. Qual que é o
impacto disso, tanto emocional quanto de resultado? fala para mim aí, Fala para mim. >> Quem tá falando aí? >> Marcelo, você poderia repetir, por favor, a pergunta? Desculpa, eu não consegui entender. >> Olhando, imagina uma organização que predominantemente tem esses três estilos de comunicação. Qual que é o impacto disso? Alô. >> Oi, Ramon. Para mim é não engajada. >> Não estou ouvindo. Alguém tá ouvindo, Ramon? >> Não, tá ruim o áudio. Tá bom. Ver se ele conecta aí. Ah, Ramon tá ali riscando a tela. Alguém, alguém quer trazer uma uma Opa, >> pode falar, Ramon.
>> Tá muito longe, tá bem abafado. Depois eu então. >> Beleza. Quiser colocar no chat, fica à vontade também. Olha Só que interessante isso aqui. Mas tem um antídoto para isso. O antídoto é a comunicação assertiva. O antídoto para isso é ser assertivo. E aqui eu preciso também reforçar assertividade. Não é suavidade excessiva, não é. A comunicação assertiva é equilíbrio. É essa capacidade que detende se posicionar com clareza, firmeza e respeito. Senhor, sem ser omisso, sem ser Agressivo, ele consegue expressar suas ideias, ele consegue mostrar qual o próximo passo, ele consegue determinar quem são os
responsáveis de maneira consciente sobre aquele assunto. Ele consegue ter escuta com a comunicação assertiva. Ele tem muita empatia na sua fala, ele se posiciona. E aí não tem nada a ver assertividade com personalidade, tem a ver a assertividade com competência. A comunicação assertiva, você não nasce com ela, você desenvolve ela. Então, um líder que é mais introvertido, ele pode ser extremamente assertivo. Um líder que também é extrovertido pode também ser assertivo. Daí a importância de você se conhecer, de você passar por uma formação como essa e entender o impacto que você gera na vida do
outro quando tem uma comunicação ainda mais assertiva. Por quê? Porque ela vai fortalecer a Confiança que as pessoas têm em você. Ela vai gerar segurança psicológica em quem tá te escutando. Ela tem um impacto na redução de conflitos e o resultado é muito melhor. Por que, Marcelo? Porque a qualidade da decisão aumenta, o ambiente não fica instável, já basta a pressão que vocês sofrem por natureza do negócio de vocês. Então, a comunicação assertiva, ela traz e reúne alguns benefícios que é Essencial com que você observe e comece a adotar ela como um modelo padrão a
partir de agora. Com a comunicação assertiva, eu conecto, eu construo, eu conduzo, eu concilio. Lembra dos 46 da comunicação que a gente falou semana passada? A assertividade, ela tem esse poder de fazer com que os conflitos sejam tratados de forma adulta, de forma madura, de forma consciente. É, é isso que vai fazer a diferença a Partir de agora do ponto de vista uma liderança cada vez mais pujante, com uma alta performance, com foco no resultado. Não tô dizendo que você vai evitar o desconforto, não tô dizendo isso. Só que você vai assumir a partir de
agora a responsabilidade pela clareza comunicacional. Esse o o modelo assertivo ele traz obviamente uma prerrogativa que eu preciso reforçar com vocês, que é a capacidade Que você tem de expressar os seus sentimentos, você trazer um propósito na sua fala e, obviamente, você já estabelecer um próximo passo definido. na comunicação assertiva. É interessante nós ponderarmos isso aqui, porque traz a responsabilidade total e absoluta pelo seu controle emocional. Não tem essa de, ah, eu ajo assim, eu sou assim, quem quiser que me aceite assim. Isso é um modo reativo, um modo maduro, um método, uma maneira De
atuar de forma madura. consciente. É, pera aí, a responsabilidade é minha. Eu vou ser firme com empatia. Eu vou expressar minhas ideias sem agressão. Eu vou respeitar quem tá ali me escutando. Eu vou construir relacionamentos mais saudáveis e com maior credibilidade sobre as pessoas. Fala, Paulo Víor. >> Eh, Marcelo, um queria contribuir um Pouquinho essa parte de equilíbrio aí, por onde começa a comunicação assertiva, eu acho que a base dela é justamente o controle emocional. Acho que você não consegue. Eu digo, digo até que é impossível você ser um um comunicador assertivo se você não
tiver autocontrole, porque o você como resolvedor de problemas, você tá ali diante de uma situação de crise, se você não tiver autocontrole, como é que você vai dar o o comando frio, direcionado, Acertado? Então, eu acho que tem que, o começo de tudo é você ter o autocontrole perante as dificuldades, entendeu? Uhum. >> Acho que nasce ou entendeu. Eu também falo, às vezes, tô tô me me tratando aqui. >> Mas eh é muito muito forte isso, muito importante mesmo. >> Muito importante. >> Acho pelo menos se tiver se tiver equivocado, você me corrige. >> E
é e é por isso que nós unimos os as Duas habilidades, oratória com gestão emocional. oratória congestão emocional, >> que é o que nós vamos aprofundar no retorno, né, da desse período nosso que vai ter de recesso aí, né, da da aula aqui. Retornamos dia 8 de janeiro. Então, a a segunda rodada e o presencial vai ser muito forte nisso aí, que é a parte da gestão das emoções >> e muita técnica, muita ferramenta, muita prática, porque senão, Paulo, é, vamos lá, é natural para muitas pessoas ir pro Modo reativo. modo reativo, modo que eu
já tô acostumado a agir, mas eu eu tô chamando você agora para uma próxima fase, para um próximo nível >> de maturidade, de consciência, de liderança. >> Tem que tem que saber segurar o coice, né, Marcelo? >> Tem >> na hora do alguém fala uma coisa errada, uma besteira, saber segurar o coice, >> tentar controlar para dizer, olha, não é Bem assim, siga por esse caminho, vamos atentar para aquilo, tal. Vai você dar o curso, o cara fica até na próxima vez até não vai nem expor a dificuldade para você, né? >> Vai nem expor.
>> E e um bom líder, uma boa líder são é também essencialmente um bom perguntador, >> perguntas abertas, porque você consegue extrair o melhor do mapa mental daquele Colaborador. Por que que ele age assim? Por que que ele pensa assim? Por que que ele reage também? A a pergunta às vezes vem de você também saber ler um pouco as pessoas, né? Você tá vendo, você tá falando, tá vendo que a reação tá boa, você faz as perguntas certas para extrair ali o o contexto que o cara tá entendendo da da comunicação, tal. importante. >> Exatamente.
Exatamente. Aí, então, dentro dessa perspectiva, nós vimos os Quatro estilos de comunicação. Só que tem um elemento que eu preciso reforçar com vocês e que ele meio que surge dentro de uma perspectiva que reforça a importância de nós também olharmos para esse conceito, porque um líder que desenvolve a sua oratória, sua comunicação, ele domina também essencialmente o modelo do que nós chamamos, né, da comunicação não violenta, que ele vem dentro de um estudo Tudo muito aprofundado do Marshall Rosenberg. E aí o mais uma vez, comunicação não violenta não é ser frágil, não é passar a
mão na cabeça. Comunicação não violenta não é evitar também decisões difíceis. Então ali, por volta de 1960, o Marshall ele traz esse conceito para o mercado e aí o ambiente corporativo rapidamente abraça, até porque naquele momento eh tem-se uma tensão muito forte nas relações Comerciais e aí vem para o mercado a comunicação não violenta, muito forte em negociações, em mediação de conflitos, em relações interp pessoais. É interessante trazer essa abordagem aqui na formação de vocês, porque ela traz um princípio simples, só que muito profundo. Toda comunicação viol, ó, toda comunicação violenta é, na verdade, uma
expressão mal Formulada de uma necessidade não atendida. Toda comunicação violenta, na sua essência, é uma expressão mal formulada de uma necessidade não atendida. Então, por trás de crítica, de agressividade, de ironia, sempre existe uma necessidade humana não reconhecida. Faz sentido o que eu falei agora aqui Para vocês? toda essa comunicação não violenta, reativa, agressiva, por trás, por trás ali tem uma uma necessidade não atendida. E aí o Marshall Rosenberg, ele traz de maneira muito estruturada como é que isso é é definido e vale muito a pena você como líder, você como a líder dominar também
esse conceito, porque a sua comunicação e oratória vai para um outro patamar. A liderança moderna, ela vive sobre constante pressão por resultado. Tô falando bobagem. conflitos, diversidade de perfis e culturais na organização, mudanças rápidas e expectativas altas. Tô falando besteira, >> não. >> Em ambientes como esse, qual que é o natural, Marcelo? é reagir, é não Pensar, é não refletir. É por isso que a comunicação não violenta entra nesse contexto, porque ela vai criar um espaço entre o estímulo, ou seja, o gatilho, a situação, o problema que surgiu e a resposta. E aí é nessa
lacuna, nesse espaço entre estímulo e resposta que mora a liderança madura. Então, quando você lider aplica a comunicação não violenta, automaticamente aparecem alguns Benefícios. redução de conflitos improdutivos, aumento da confiança, melhora na qualidade do feedback, fortalece a escutativa, mais responsabilidade emocional, ambientes mais seguros, tudo isso acontece quase que eh eh imediatamente. E aqui eu já preciso quebrar um mito que talvez alguns de vocês possam ter escutado nessa jornada. E é um mito muito perigoso De que quando você tem empatia, você enfraquece sua autoridade. Isso é mentira. Exatamente. O oposto efeito. A comunicação não violenta não
vai tirar sua autoridade, ela vai tirar o ruído da sua comunicação. E aí a comunicação não violenta, ela está alicada em quatro grandes pilares, que é que eu quero reforçar com vocês aqui. Então, o primeiro componente da Comunicação não violenta é essa capacidade que você como líder tem de observar sem julgar. Aí, meu amigo e minha amiga, é difícil para caramba. É nesse momento que você tem que separar o que aconteceu, o fato em si, a fotografia em si, do que eu interpretei sobre o que aconteceu. Aí é onde mora o perigo. Por que que
é tão difícil? Porque num ambiente de muita pressão, de muita tensão, O cérebro acaba buscando atalhos. E aí esse atalho tem a ver automaticamente com o julgamento. E esse julgamento vem logo como rótulos. Ah, fulano fez porque não é comprometido. Ah, fulana porque é desorganizada. Ah, porque esse time não quer crescer. Ah, porque não sabe. Aí começa a ter o >> Lê meu pensamento aí. Falou do rótul. Eu tava pensando exatamente isso. >> É o quê? Ah, o Rot é o cara que ó pega No primeiro evento, a primeira posição e já >> traça, rotula
e não enxerga as outras possibilidades que tá gerando aqui, né? >> É, é isso mesmo. Então, essa observação sem julgamento é um elemento, um componente da comunicação não violenta. Então, por exemplo, quando o líder fala assim, ah, você irresponsável com prazos. Pô, isso não é uma observação, isso é um julgamento. É >> só que quando o líder muda essa comunicação, olha só, tem tem algum João aí? Se tiver me perdoe, tá? João, nos últimos três relatórios, os prazos não foram cumpridos. Olha a diferença. Você é responsável com prazos. Não, não, João. Nos últimos três relatórios,
os prazos não foram cumpridos. Então, você traz um fato determinante, Crucial e você tá trazendo uma observação. É essa a diferença que vai impactar na sua liderança. Quando você observa, acontecem algumas questões quase que imediatas. A resistência do seu liderado diminui, a defensividade dele praticamente cai e a escuta dele aumenta. Então esse é o primeiro componente que é importante demais você ter um olhar Sobre isso aqui. É dentro dessa perspectiva que você começa a se diferenciar e se destacar, sendo um líder cada vez mais eficaz. O segundo componente que é quando você consegue expressar os
sentimentos com clareza. E aqui não é balela, aqui não é mimimi, é você entender que não é fragilidade, pelo contrário, isso aqui é força. Não é você expor emocionalmente, é você ser vulnerável com intencionalidade. E essa vulnerabilidade conecta quando você consegue explicar seus sentimentos. Então são é a capacidade que o líder tem de expressar sua frustração, expressar sua preocupação sem obviamente ignorar os fatos. A pergunta que vai nortear aqui é: o que eu estou sentindo nessa situação antes de reagir? Então, esse é o segundo componente. O terceiro componente da comunicação não violenta é reconhecer a
necessidade. E esse pilar aqui, ele é transformador. Porque quando você fala sobre necessidade, você tá reforçando os valores que a pessoa tem, você tá reforçando as condições que você espera para que aquilo seja cumprido. É muito importante o líder ter clareza e consciência sobre o impacto efetivo do que representa esse terceiro componente e fazer essa pergunta: qual necessidade minha ou da minha equipe não está sendo atendida aqui? Isso é maturidade Profissional. E aí quando você aprende a nomear as necessidades, você se torna mais assertivo. Então quando o colaborador tá resistindo a uma mudança, muitas vezes
não é falta de comprometimento, ele só precisa de segurança para agir. Olha só que interessante. Ele só precisa de saber quais são os próximos passos e qual que é o propósito disso para ele se sentir seguro e comprometido com aquela tarefa. E o quarto elemento dessa comunicação não violenta é o pedido. É você fazer uma solicitação de maneira clara, de maneira transparente. E aqui que muitos líderes acabam também errando, porque o pedido não sai claro, pelo contrário, sai muito confuso, sai vago, o pedido sai completamente desconexo com que o cara com que a pessoa precisa.
E aí pedido não é ordem, pedido não é cobrança disfarçada, não. Não é um pedido claro de uma necessidade. E aí esse pedido ele traz a direção efetiva para que seja feito com maior ainda intencionalidade. Então qual que é o erro? Alguns líderes fazem não aqui no grupo, fora daqui. Isso precisa melhorar. Eu quero mais comprometimento. Vamos ser mais organizados. Aqui não acontece isso não. Aqui não. Que pedido claro é esse aqui? Isso aqui não é pedido. Isso aqui são abstrações. Quem aqui sabe o que precisa ser feito a partir desse pedido? Me diz aí.
Isso precisa melhorar. Sim. Isso o quê? E melhorar quanto? Melhorar o quê? Vamos ser mais organizados onde? Em que momento, em que tarefa, em que cliente? Em que projeto? Então, o pedido claro, ele responde essencialmente no mínimo, sei lá, quatro perguntas. O que exatamente precisa ser feito? Por quem tem que ser feito? até quando tem que ser feito? Em qual padrão ou critério tem que ser executado? Marcelo, mas por que que eu tenho que ter tanto cuidado com a minha comunicação e ter um pedido que seja feito de forma clara e direta? A resposta, eu
sei que você já sabe. A execução melhora, diminui retrabalho, os conflitos caem, a responsabilidade aumenta e o resultado aparece com menos esforço. Quando nós olhamos pra comunicação não violenta, nós vemos esse framework aqui muito bem estabelecido. Ele promove a comunicação eficaz, tem que ter uma escuta ativa, vai fortalecer os relacionamentos, vai Reduzir conflitos, as conexões ficam mais profundas e evita mal entendido. Eu quero trazer para vocês aqui agora alguns exemplos para que nessa nesse nossa plenária aqui possamos construir algumas frases utilizando os quatro elementos da CNV e também a comunicação assertiva que nós vimos. E
vamos fazer isso aqui juntos. Não tem certo, errado. Vamos construir juntos aqui. Mas o que eu preciso que você tenha em mente a partir de agora é como se fosse um um padrão mental de atuação. Então, toda frase assertiva com comunicação não violenta, ela vai responder esses quatro pontos aqui nessa ordem. Primeiro, o que aconteceu? Observação. O que sugere em mim? sentimento, o que é importante aqui, que é justamente ali a necessidade e o pedido tem que ser feito. Posso contar com vocês aqui? Eu vou trazer uma situação hipotética e vocês vão construir a frase.
Aí depois eu trago um pequeno gabarito pra gente poder refinar. Podemos seguir? Tão comigo aqui ainda? >> Sim. >> Tão ou não? Então, >> sim, sim, sim. >> Vamos participar, vamos participar. >> Tá aqui. >> Vamosora. >> Primeiro cenário. >> Um colaborador não entregou uma atividade no prazo combinado. Como que você, de maneira assertiva e que comunicação não violenta falaria com ele? Vamos lá, vamos pensar juntos aqui. Como que você fala, como que seria a sua abordagem com esse colaborador? >> É a primeira vez que ele não entregou no prazo? >> É, é isso, só
um colaborador não entregou uma atividade no prazo combinado. Como é que você >> pod fazer para poder resolver esse problema e concluir isso no prazo mais curto possível aí, >> certo? Quem mais pode contribuir aí com o Dr. Rogério? Acho que el que não foi entregue no prazo. >> E ó, lembra observação, sentimento, necessidade e pedido. Na sua frase tem Que ter esses quatro elementos. Fala aí. Observação. O fato em si. Qual que é o fato em si? >> Não entregou no prazo. >> Isso. Boa. Então, observou isso aqui. Qual que é o sentimento agora
que você sente com relação a isso? Qual que é a sua sensação de necessidade de concluir a o que foi eh recomendado a ele, >> o que foi recomendado. >> Então necessidade de de melhora de Performance, né, da atividade ali. >> Isso. >> Olha só como seria essa frase. Na data combinada, a atividade não foi entregue. Observação. Fico preocupado, ó, meu sentimento, fico preocupado com o impacto disso no fluxo do time. Não é só para mim, não. Todo time. Preciso de previsibilidade e responsabilidade nas entregas. Necessidade. Agora vem um pedido claro. Você pode me explicar
o que aconteceu e me dizer como garantimos os próximos prazos? Conseguiram pegar aqui o CNE da questão? Hum. >> Percebeu, Paula? Percebeu, Paula? Roger, Dr. Rogélio, Rodrigo, a turma ali na Peli, perceberam que tem diferença? Mayane, Débora, Bianca, Clara, Marcelão, Ramon. Vamos pro próximo exemplo aqui. Um líder ou um colaborador fala com um tom Ríspido em momentos de pressão. Como que você vai lidar com essa situação utilizando a comunicação assertiva com comunicação não violenta? Lembrando dos quatro elementos. Então, primeiro observação, segundo sentimento. Terceiro, necessidade, quarto, um pedido claro. Como é que seria isso na prática?
Aí diz para mim. Vou trazer o exemplo pra gente refletir juntos. Em alguns momentos de pressão, percebi que o tom utilizado foi mais ríspido. Tá ali observação, sentimento. Fico desconfortável porque isso afeta o clima da empresa. Necessidade. Preciso de respeito e segurança psicológica na comunicação. Pedido claro. Você pode ajustar o tom nas próximas interações mesmo em situações de pressão? Vocês estão estão entendendo a estrutura espinha dorsal do que é uma comunicação Não violenta com assertividade? Eu sei que foge do natural, porque o natural não é isso aqui. E por isso que vocês estão numa formação
de oratória e comunicação para poder aprender isso aqui, ó, e exercitar. A minha fala estruturada, ela precisa ter observação, sentimento, necessidade e um pedido claro. Porque quando eu observo, eu estou desvinculando a pessoa da situação. Eu Não estou dizendo você é ríspida, você não. Não. Olha, em alguns momentos de pressão observando, percebi que o tom utilizado foi mal, foi mais ríspido. Vamos para um outro exemplo. Um membro da equipe pratica, participa pouco das reuniões, não se posiciona. Vamos lá. aqui. Então agora tem um bocado de gente aqui que não tá participando. >> Como é que
seria então a sua condução aí para poder chamar esse membro, esse esse Colaborador para participar? Vamos lá, usando os quatro elementos. Boa. Vamos nessa. E aí? >> Tá. Primeiro, percebi que existe uma falta de participaridade >> eh nas reuniões >> e que existe também uma falta de posicionamento e eh eu tenho a sensação que isso pode afetar a equipe. >> Opa. Opa. >> E Hum mais >> agora o pedido claro. O pedido claro agora. >> Tá bom. Eh, eu vejo que existe uma necessidade de uma comunicação clara para poder a gente conseguir se entender melhor.
E eu gostaria que a partir dessa observação você tivesse uma participação melhor, conseguisse contribuir mais com a equipe, se sentisse mais interado. Existe alguma coisa que esteja te Incomodando, que você não esteja conseguindo >> participar, agregar em determinadas coisas? O que que tá acontecendo? >> Boa. Ufa. >> Boa, Paulinha. Ufa, Paula, salvou o dia. >> Boa, Paulinha, >> até que você não tem conseguido passar das últimas reuniões. Isso pode afetar o entendimento >> da nossa equipe, nosso time. Aí o resto do Fin já disse aí. >> Boa, >> dá uma faixa azul para ela aí.
>> Legal. Ó, um exemplo aqui que eu trouxe. Então, nas últimas três reuniões, observei que você percebi que você participou poucas discussões. Então, traz ali a observação. Aí o seu sentimento fica o apreensivo porque sua contribuição é importante para o time. >> Hum. >> Qual a necessidade? Preciso de Engajamento e troca de ideias nas reuniões. Você pode me dizer o que está dificultando sua participação e como podemos ajustar isso? Então, eu fiz questão de trazer para vocês aqui esses cenários que ele vai ajudando a uma nova forma de pensamento e estruturação da mensagem com base
nesses quatro pilares da comunicação não violenta. E aí eu quero ouvir de vocês qual foi ou Quais foram os maiores aprendizados nessa nossa quarta aula, que depois vocês só vão só vão encontrar dia 8 de janeiro. É isso mesmo? É, é clara, hein, Rodrigo, >> hein, pai? >> É, >> quais são? >> Bem, claro, estão no futur aí, viu? >> É boa. Quais foram os aprendizados de hoje? >> Se teve também, né? Se não teve, me fala Aí, por favor, que a gente aí vai resolver isso. Vai ficar até meia-noite aqui agora. Teve a pirâmide
ali das ordens de de como a gente os melhores meios de comunicação para aprendizado, né? Que é legal a gente ter esse entendimento bem no início. Você falou também da do repassou do que a gente teve no curso lá de trás dos dos tipos de comunicação. A gente reforçou que foi bem bacana. Assertiva >> Uhum. >> Agressiva. >> Uhum. >> Eh, passiva e passiva-gressiva. >> Uhum. >> Né? E aí, AC? Manda, faça um um exato entonação, isso dicção e pausada. >> Rogeda aí torando. >> Boa, Rogão. >> E o Papos e logos como elementos para
boa persuasão e a comunicação. >> É isso aí. Eu tenho uma pergunta a fazer também, Marcelo, se a gente vai permear aí pelos pelas pelos temperamentos durante esse nosso estudo dessa jornada aí. >> A nossa jornada é baseada no disc, naquela ferramenta que nós fizemos, perfil comportamental. A gente não entra em temperamento, apesar de ter uma sinergia, mas nós Usamos a metodologia do disc, que é mais corporativa. >> Entendi. >> Eu acho, Marcel, foi muito importante retornar um pouco, né, principalmente para pros estilos de comunicação, para cada um fazer uma autorreflexão, né? Era autorreflexão que
a gente tinha lá na tinha tinha um termo que teve na no primeiro curso nosso que você falou, >> gestão da ignorância, não foi isso? >> É a gestão da ignorância GI. É. GI, >> a gente fazer o auto GI, ver aonde estamos e pelo que você falou, a gente só melhora se se reconhecer. E eu acho que o que é muito válido aí, não sei se é até um feedback, essa questão de você trazer exemplos, né, de como se comunicar, porque quando você traz o exemplo, principalmente aqui pro CNV, acho que a gente é
mais fácil da gente internalizar isso, sabe? você começa a ver o passo a passo de como construir essa comunicação um pouco Melhor. >> Perfeito. >> Foi a parte mais impactante essas duas aí. Voltar um pouquinho no nos estilos de comunicação. >> Uhum. >> A questão de como o seu exemplo mesmo de como utilizar a voz, adicção, o ritmo e a entonação. Foi muito bacana. >> Uhum. >> E foi bem evolutivo de novo aí. Com certeza. >> Excelente. E você consegue ver a aplicação no dia a dia de vocês? consegue já assim enumerar e falar: "Pô,
já sei que amanhã vou ter reunião tal e vou utilizar esse elemento, vou utilizar a entonação, vocês conseguem já visualizar a aplicabilidade? >> Tem que treinar, né, doutor? Tem que treinar, >> principalmente que vocês me vê aí para construir essa comunicação tem que ter um pouquinho de treinamento e empenho de Cada um de nós, né? Perfeito, perfeito. >> É, foi muito importante, eu acho, voltar àquela comunicação assertiva e passiva e agressiva, né? Eu preciso melhorar isso. Mas eu volto a dizer de novo, Rodrigo falou e também aí que temos que treinar, né? Nós temos que
usar isso todo dia nas próximas 24 horas, na próxima, agora é mais de uma semana, né? >> Uhum. Eu não adianta ele passar duas horas, como eu disse, sem antes ter consciência do que precisamos melhorar e tentar. >> Uhum. >> Vou fazer força para melhorar a minha chegar no meu assertivo. >> Excelente. >> Vamos nos cobrar, né? Vamos nos cobrar também de tá em constante treinamento, porque isso mexe não só com com se colocar numa situação de melhora, Mas também buscar uma um aperfeiçoamento até mental, porque eu eu numa das das situações que o Marcelo
trouxe, eh, voltando um pouco as a até a questão da entonação, eu sou uma pessoa um pouco ansiosa também. Nossa, nosso meio de trabalho é um, é um ambiente muito estressante, >> então demanda resolução de problema assim constante a todo momento. Então, se manter calmo, como Paulo trouxe naquele momento ali, você tem que, né, Procurar internalizar aquele aquele sentimento de de frustração ou de revolta ou de raiva, >> qualquer coisa que seja, para >> se manter, né, no mais calmo possível, senão você realmente atropela os pensamentos, as palavras, fala de forma, né, eh, não assertiva
e é o que a gente tá buscando aqui, não vai melhorar, não vai ajudar nada, né? Então acho que se a gente se cobrar eh >> e se ajudar mais ainda morador e se Ajudar, exatamente, entendeu? Acho que vai ser bem bastante benéfico. >> Boa. Excelente. >> Eu acredito também, Marcelo, que está aberto, né? Eh, principalmente para que os colegas que convivem com a gente o tempo inteiro possa também nos dar umas dicas. Ó, sua comunicação não foi bacana? Uhum. >> Ó, você agiu dessa forma. Eu acho que isso é importante também, né? Que como
a gente convive muito aqui dentro, quem Mais nos percebe, nos conhece são os nossos colegas, né? >> Perfeito. Quem tá falando é >> Cade >> Glade ou Cleade? Eu sempre atrapalho. >> Glade. >> Gade com G, né? Leide e a >> Ah, le tá leid. E isso que você iso é muito importante. E é onde entde a CNV, que é o sentimento. Então, olha, eu me sinto, né? Eu me sinto um pouco dessa forma, com esse estilo de Comunicação, entendeu? Eu me sinto aí a necessidade. Eu gostaria que você falasse um pouco mais pausado, gostaria,
sabe como é? Aí vem e aí vem o pedido claro, entendeu? Tudo isso, tudo isso ajuda. Bora pra foto oficial. >> Vamos nessa. >> Vamos nessa. Foto oficial. Débora Alberto, Marcelo. >> Cadê Risadinha? Cadê Clara? Clara. Clara vai para onde? Clara vai entrar com que galera aí? aqui. >> Ah, claro. Boa, boa, boa, boa, boa. Tá na área. Dá um sorrisão. Não sei se Paula vai conseguir. Carlos, Mateus e Guilherme. >> Cadê? >> Cadê >> Paulinha? Tá junto com Tai ali. >> Ah, ah, beleza, beleza. Show, show, show, show, show. Dá um sorrisão agora. Um,
dois, três e valendo. Beleza, show de bola. Em uma palavra, como é que essa de hoje? Uma palavra. Fecha a cara. >> Como é que foi essa palavra de hoje? Essa aula de hoje é uma palavra. >> Auto conhecimento de novo, né? Já estão da ignorância. Eu vou voltar para ela. Esquecido. Voltar ela. >> Maravilha, turma. Vamos falando, falando no grupo. Eh, dia 8 de janeiro estaremos de volta, né? Isso, Clara. Depois Clara confirma a Nossa agenda ali e teremos aí, >> isso confirmar >> muito assunto para podermos tratar ainda e destravar essa oratória. Vamos
nessa. Um abraço para vocês. Bola. >> Abraço. Boa noite, >> valeu pessoal. Deus abençoe. Um abraço. Tchau. Tchau.