Olá. Olá. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Tarde. Olá, boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde, tarde a todos. a tarde. Portanto, Mariana, boa noite. Boa tarde. Boa tarde. Desculpe. O e o quão? Anabela. Boa tarde, Maria Bel. Boa tarde. Osvalto Filipa Pedro. P tamb este apelido é difícil dizer o meu apelido? Sim. Só fazer rascunho. Languan kenda. Luan kenda. É isso. Não é fácil. É comprido. Mas é. Pois é. É também por não conhecer, não é? Se calhar pode ser um apelido comum. Pois. Então, quem
é que falta? Falta-me o Luís Pinto tu que confirma-se a Mónica e o Pedro Leite confirme. OK. Vamos começando a abrir o SAP. seu projeto pode me ajudar aí ouv eu no final de semana não consegui instalar não sei se podem me ajudar a instalar não, também isso tem que ser com a Bruna. Ah, ok. Eu tenho alterei o código, por acaso deu, mas só que Ah, mas não já instalaste, falta até o login, não é isso? Acho que é isso. Deixa ver isso. É consigo-te ajudar. Éitado toda a forma mais altura. Ó, ó Miguel,
vou pô mute, tá bem? Que tá aí uma televisão. Ah, peço desculpa. Não tem mal. Só que eu já sou uma pessoa idosa e estes sons já sou daquelas que baixou o som para estacionar. Tão a ver que baixou o som do rádio. Sei que estava imute por acaso não não consegui aceitar. A Érica ficou aqui já. Ah tá vou então já sabes. Eu estou aqui. Hum. Não sei se o que é que eu faço. Hã, digo que esqueci a senha para alterar outra vez, tipo, não sei. Ah, pronto, já tens. OK. Ah, deixa-me só
ativar aqui uma opção. Esta me coisa não tá além. is uma bom. Hum. Qual é que é o teu user? Hã? Endere não, endereço do e-mail, não. O user Academy. Ah, 18. Parece se puder resetar o meu também é o 15. Não tá, não tá indo. OK. Também tem o mesmo problema. Se puder. O meu é o Academy 03. OK. H, tambo. Sap. 1 2 3 4 5 tudo minúsculo. Eh, não entendi, desculpa. Eu vou pôr aqui a passe vai ser igual para os três. OK. OK. Vou pôr no chat. Eh, Paulo, qual é que
é o user? Desculpa. 15. Sim, o 15. Este é preciso desbloquear. Tá. E o Daniel é o 03, certo? Certo. És que tá os restantes conseguiram fazer login em sap. Sim. OK. Pôr isto a gravar. Ah! Ah! Pá, o meu Ah, tá aqui. É uma coisa. Ah, já estava a gravar. Ah, pois já sim. Não, não, força. Tem uma coisa. No caso do do meu SAP, aqui tem o ID, sistema, número de distância, cadeia de SAP, para outra. Sim. O que é que para onde é que eu vou aqui? Aí não vais para lado nenhum,
dás duplo clique nessa ligação. Cancelar. Sim, cancela. OK. E agora? Eh, agora deixa-me partilhar aqui o ecrã. Tu tens tu tens esta janela, certo? Ah, mais ou menos. Consegues partilhar? Acho que sim. Deixa eu ver. Compartilha que é mais fácil. Compartilhar. Pronto. Ainda não está. Ó pá, eu tinha eu tenho aqui uma opção por causa das partilhas que eu agora não a vejo. Estás a partilhar? Eu partilhei. Não, eu não consigo ver. Ah, agora sim. Ah, ok. Ok. Onde é que estavas a ver o SAP router, a instância, etc? Eu vou eu vou pronto aqui.
Não. Eh, cadê? Não estava assim. Esa aí só um instante. Olá, Pedro. Olá. Boa tarde. Está melhor? Boa tarde. Não a 100%. Estou aqui com uma vozinha, mas já estou melhor. Obrigada. Já não estou tão afónica, acho eu. Na próxima aula já vou estar a 100%. Poder compartilhar aqui. Pronto. Mas onde é que carregaste? Ah, tu ainda não adicionaste, certo? Pronto. Aí tens que pôr eh os dados que a que a que a Bruna te mandou. Eu não sei se é nesse ou no de cima. Olha, carrega só no de cima para eu ver. Seleção
de grupos servidor. Não é no de baixo. Era onde estavas. Pronto. Tens que preencher aí com os dados que a Bruna te enviou. Deixa eu dar uma olhada aqui. Ah, o que é que ID sistema? Mas is falta aí coisas. Ai, não falta nada. Vocês estão-me ouvir mal? Não, não, não, não. ID de sistema D01, Dado. D01. Sim. Certo. D maiúsculo ou minúsculo? Sim. Tá bom. Tá ótimo. Número da instância 00. Cadeia SAP router. Vou mandar para o chat. Já mandei. OK. E depois servidor de aplicação 10. 1092 9218 128 44 ponto 44 Pronto, agora
avanças. Não sei qual é o nome dos botões. OK, me apareceu uma outra coisa aqui. Não estou a ver. deixaste partilhar eh só uma só um instância. Eh, podes pôr continuar. Ah, o OK. Log on. Eu não sei o que é que estás a fazer. Não te apareceu aí a localização? Vai com o botão do lado direito do rato no lado. Isso aí faz carrega com o botão do lado direito aí do rato. Quê? Sim. Nova senha. Eu não estou a ver, não tá a aparecer. Ah, perdão. Não partilhem só a janela, partilhem o ecrã
inteiro, que só não dá. Eu não sei se terá a ver com o facto de ele ter que criar uma área de trabalho nova. Não sei que nas instruções dizia para criar. Ah, já estás. OK. Pronto. Aí agora colocas o teu utilizador, o Academy qualquer coisa e a senha que eu te dei. Filipa, fiquei sem perceber se a entrada tava ali, mas depois vê-se deixar de partilhar agora. Pronto. Pois confirma se a conexão ficou gravada. Os restantes têm SAP. OK. Então vamos lá. Portanto, eh, este, nós na última sessão eh terminamos aqui de de ver
os Conceitos de dado mestre, certo? Vimos que a nível de mm temos o dado mestre de material, de fornecedor e o de registo certo? Foi aqui que ficamos alinhados. Vou assumir que sim. Transações para materiais. Mm01. 02 e 03. E vamos aceder à mm01 para criarmos o nosso material. Tá, eu preciso que me respondam sim ou se não para eu saber se consigo avançar. Sim, sim. Pode ser com a cabeça, mas tenham uma reação, por favor. OK. Ah. Aqui se abrirem a a combo do setor industrial, por exemplo, se abrirem aqui esta caixinha, aparece-vos estes
IDs do lado esquerdo ou só vos aparece a descrição? Só aparece a descrição para mim. A mim só aparece a descrição também. Para mim também só a descrição. Para quem aparece a descrição, vamos ativar aqui os IDs. OK. Para quê? Isto são os códigos. Por exemplo, um é o comércio, não é? é o ID do campinho. Aqui até pode nem fazer muito sentido, mas noutros campos nós vamos ativar para todo o SAP é mais fácil e muitas vezes falamos pelos IDs e não pelo através dos IDs e não através das descrições. Para ativarmos então aqui
os IDs, vamos ao nosso ecrã colorido ou às rodas dentadas. E vamos a opções. Aqui na janela abrimos a pasta design interativo. Depois visualização e depois ativamos estas duas opções. exibir chave em caixas dropdown e ordenar. Tá? Carregamos em aplicar e OK. E agora se abrirem outra vez a caixinha já vos deve aparecer os códigos. Sim. Ok. Certo. Então vamos lá. Aparece. Obrigado. Então vamos lá. Nós aqui na na criação de materiais existem dois campos que nós temos que escolher à partida, portanto, numa fase inicial da criação. Um deles é o setor industrial. O mais
comum a ser utilizado é o setor industrial comércio, OK? E é este que vamos utilizar. Se houver alguma especificidade de indústria que faça sentido eh avaliar os outros setores de indústria de indústria, Podemos eh avaliar, OK? Se não utilizamos o comércio, que é o setor mais abrangente que temos. E vamos escolher aqui o comércio. Depois temos o tipo de material. Este campo tipo de material falamos na sessão passada, OK? A dizer se é uma matériapra, um produto acabado, etc. Como podem ver aqui na listagem, nós temos dezenas de tipos de material, OK? As empresas não
utilizam todos, utilizam alguns, mas eles mantêm-se aqui eh na lista para o utilizador. E podemos hh criar um R, que é uma matériaprima. Podem escrever ROH, que ele irá para h o respectivo registo. Todos os setores têm os mesmos tipos de materiais ou os materiais variam conforme o setor? Tem todos os mesmos tipos de material. Uhum. Tá aqui nós começamos a falar por códigos, OK? dizemos: "Olha, tens eh ou cria aí um R, cria aí um fert, portanto, eh já muitas vezes pouco usamos h as descrições aqui. Vamos clicar em enter. Caso vocês tenham linhas
selecionadas aqui neste ecrã, vouvos pedir para retirarem, OK? Eh, isto porquê? Eu já Vos vou explicar para que é que isto serve. Ah, mas aqui numa fase inicial atrapalha mais que o que ajuda, OK? Portanto, eu vouvos pedir para retirar. Para eliminarem as linhas que estão marcadas, vem aqui a este quinto botão, à folhinha branca, e clicam na folhinha branca e depois carregam em configuração preliminar. Tá, sim. E agora, portanto, estas não, eu acho que perdi-me. É para escolher o R e depois quear. Quando eu clico, quando eu clico em enter não aparece isso. Então
o que é que te aparece? Níveis organizacionais, centro. Já percebi depósito. Já percebi. Éca, fecha essa janela. OK. Consegues partilhar o ecrã? Consigo só um segundo porque deves ter aí um pisquinho e assim digo-te já qual é que tens que tirar. Só um segundo que isto aqui o zoom tá um bocadinho lento a minha internet. Onde é que eu tô? Quê? Estou aqui. Estou aqui. Que já tá a aparecer. Eh, ah, esa aí que eu não sei o que que fiz. Não, esa aí, mas foi culpa minha, acho eu. Para mim ainda tá a carregar
ainda. Ah, já está. Pareceu-me aqui um aviso. Sim, agora aí clica em enter, mas acho que não vou conseguir ver que só selecionaste uma janela. Enter. Tinha que selecionar duas. Não, tem que partilhar. Sim. Ah, tá bem. Pronto. Fecha. Fecha essa janela. Quer dizer, não precisas fechar, mas pronto, vai a seleção de visões em cima. Ah, mais isso. OK. OK. Pronto. Aí, olha, estás a ver esse pisco. Seleção de visão. Espera aí. Seleção de visão. Isso. Tira esse piscina. Isso. Tira o pisco. E agora vai à folhinha branca. Carrega na folhinha branca em baixo. E
agora carrega esta de desmarcar tudo. Sim. Sim. Para isto. Ah, e agora carrega configuração preliminar no botão ao lado. OK. Agora fecha só para ver se tá tudo direitinho. Podes fechar essa janela. Seleção de visões. Agora já já cliquei no enter. Já apareceu. Já apareceu direitinho. OK. Vale sim. Pronto. Portanto, aqui estas visões da nada. Aqui estas visões que vemos aqui, estas visões que vemos foram as visões que falamos na semana passada, OK? Portanto, nos processos que nós queremos que este material seja utilizado, nós vamos abrir as respectivas visões. Eh, e agora vamos abrir este
material para aquelas visões que são obrigatórias para um processo de compras. OK? Eu já vos vou explicar o objetivo de cada. Primeiro vou-vos dizer, vamos selecionar dados básicos. Eu só estou a selecionar dados básicos um. OK? Qual é que é o comportamento do S? Eu ao selecionar dados básicos um, ele vai-me abrir o dados básicos um e o dois, OK? Ele abre o pacote da de dados básicos. Eh, eu posso selecionar as duas linhas, OK? Não tenho problema nenhum. Qual é a diferença? Se eu só selecionar a primeira, só me vai aparecer esta janela quando
eu tiver a criar. Se eu selecionar as duas, vai-me aparecer as duas. Eu, na dúvida, posso selecionar as duas. OK? Eh, mas se eu não selecionar, o que é que acontece? Ou melhor, se eu sei que eh que não preciso de preencher informação que está no dados básicos dois, não preciso de abrir, OK? Porque eu não vou lá fazer nada. Se eu tiver dúvidas, pá, tenho que preencher alguma coisa, não tenho. Na dúvida posso abrir. OK. Se eu não selecionar o SAP, vai abrir na mesma o material para esta vista, porque faz parte do pacote,
mas simplesmente não aparece ao utilizador. OK? Portanto, vamos selecionar dados básicos. Compras, dados gerais, centro e armazenamento. Tambo. Sim, estou. A câmara tem de estar ligada. Tá bem. Ah, ok. Ok. E contabilidade. E, portanto, olha, eu não não consegui instalar, mas estou a acompanhar apenas. OK. Até eu instalar. Vejo no intervalos faço isso. Tá bem. Combinado. Portanto, dados básicos, um, compras, dados gerais, sem ter armazenamento e contabilidade. OK. Ah, porquê? O porquê destas vistas, dados básicos por ter informação básica do material, OK? Portanto, é quase uma vista obrigatória. Compras para permitir que o material seja
comprado. Dados gerais semente e armazenamento para permitir que seja colocado stock e depois contabilidade porque é obrigatória aqui a ligação ao módulo de FI. OK? Se eu estiver, eu estou a dizer que isto são as vistas obrigatórias para compras de materiais. Estou a falar de materiais de stock, OK? Se eu estivesse a falar de materiais que eram serviços, por exemplo, aqui esta vista não era obrigatória, OK? A de armazenamento, porque eu não armazenho serviços. Então, mas se elas são obrigatórias, porque é que elas já não vêm pré-selecionadas? Porque tu podes não querer comprar este material,
por exemplo, ou podes não querer disponibilizar que o material seja comprado hoje, mas só seja amanhã. OK? Porque o material não tem associado um set de vistas. O vistas é geral para o a ação comprado de material, o mm. O tipo de material tem as visões que tu podes usar por tipo de material. Uhum. Pronto, mas não quer dizer que tu queiras abrir as vistas todas, Mas se elas são obrigatórias, deviam abrir por default, não? Imagina que tu queres fazer primeiro um carregamento de dados e não queres disponibilizar, não queres disponibilizar logo para o material
ser comprado. Hum. Não, não é obrigatório abrir. Logo, podes querer fazer a abertura de semeris, querer uma validação e só depois é que disponibilizas, por exemplo. Então, estas vistas são obrigatórias para o 01. É o que estás a dizer? Percebi bem ou não? Estas vistas são obrigatórias para o material ser comprado. Ser comprado que é o 01. A transação criado. É ser criado. É ser criado. Não, imagina. Aqui estamos a falar de uma matériapra. Se tu estiveres a abrir um produto acabado, as vistas vão ser outras. Há há há umas sempre que coincidem, não é?
A dados básicos e a contabilidade e se for estocável, dados gerais se ter armazenamento, mas por exemplo, já não vais ter a vista de compras. Mas tá tá mesmo OK ou mais ou menos? Sim, tá OK, mas é um bocado mais preciso mais contacto com a ferramenta. Pronto. E depois imagina, tu estás a abrir a vista de compras, vamos ver a seguir, mas tu vais dizer em que centro é que pode ser comprado. Não vais abrir compras para todos os centros, certo? OK. Uhum. Pronto. Eh, agora quando eu digo que isto é obrigatório para um
processo de compras, o que é que significa? que se tu abrires o material eh e não abrires, vou dizer mais óbvio, aqui a visão de compras, quando tentares comprar o material, ele vai-te dar erro. Pois, exato. Vai dizer: "Olha, não estou aberto para compras, não podes comprar." Ok, ok, ok, ok. Pronto. Eh, ya. E depois aqui, seguindo a lógica que eu estava a dizer dos dados básicos, um, por exemplo, nós ao abrir compras, ele vai abrir estas três vistas, OK? Importação e textos, OK? Portanto, isto funciona por pacote. Aqui, tanto selecionado, clicamos em enter. Dependendo
das vistas que nós escolhemos, ele vai- me perguntar aqui para que nível organizacional é que eu quero abrir. OK? Porque é que eu digo dependente das vistas? Eu vou voltar para trás. Não precisam de voltar. Eu, Se chegar aqui e se só selecionar a vista dados básicos e clicar em enter, ele não pede estrutura organizativa. OK? Porquê? Porque a informação que está em dados básicos é transversal a toda a estrutura organizativa. OK? Seja para centro 1000, 2000, 3.000, esta informação é igual. OK? Ó, meu Vamos então clicar em enter. Quem tiver aqui coisas já preenchidas,
pode apagar e carregar aqui em configuração paraeliminar. Ah, esqueci-me vos dizer o que é que era isto. Vou voltar para trás. Não precisa. Imaginem que vou selecionar aqui as vistas. Imaginem que eu utilizo sempre estas vistas, OK? Eh, e não quero estar sempre a selecioná-las. Eu posso guardá-las por defeito, que era o que alguns dos vossos utilizadores tinha. Eu agora eu se selecionar as vistas e se carregar aqui em configuração preliminar, o que acontece é que sempre que eu abrir, independentemente do tipo de material de tudo, estas vistas aparecem selecionadas por defeito. OK? Pronto, é
o que faz Aqui este botãozinho. Eu agora retirei a seleção e vou carregar em configuração preliminar para não ficar guardado. Aqui vamos então indicar para que centro de depósito vamos abrir o material. Vamos abrir para o centro 3.000. Podem escrever diretamente ou utilizar a ajuda de pesquisa ou F4. Depois vamos selecionar o depósito 1000. Vamos abri-lo para o depósito 1000. Podemos escrever diretamente ou então utilizar aqui a ajuda de pesquisa. Aqui na ajuda de pesquisa tem que só terem atenção a uma coisa que é, imaginem que estão distraídos e dizem: "OK, depósito 1000, chegou aqui,
tá aqui o depósito 1000". Selecionam esta linha, o que é que acontece? Esta linha é o depósito 1000, mas deste centro, OK? Do 020 01. Se vocês estiverem distraídos e selecionarem esta, ele trocou ali o centro, OK? Portanto, devem ir procurar os depósitos respectivos ao centro 3.000. OK? Este facto de aparecer depósitos fora ou opções extra centro que está aqui selecionado, não é uma coisa comum em SAP, OK? Por norma, o SAP filtra. Se já escolhi o centro 3000, só vou apresentar os depósitos daquele centro. Eh, mas neste caso ele ele apresenta todos. E aqui
clicamos em enter. Tá sim. Pronto. Aqui temos eh o nosso ID de material, portanto temos aqui uma numeração interna e nenhum dos nossos códigos é igual, OK? O SAP vai gerindo aqui os códigos e não pode haver códigos duplicados. Aqui vamos colocar a descrição do nosso material. Eu vou pôr, isto é uma matériapra, vou pôr, por exemplo, farinha JSI03 26. Sim. Zer, vocês colocam a descrição que quiserem. Só não coloquem, é exatamente igual à minha, OK? Porque senão depois não sei qual é que é o meu material. JCI é o meu utilizador que é para
eu identificar mais facilmente. Tá, tá. Depois temos aqui unidade de medida básica. Nós eh, a nível de materiais podemos trabalhar um único material com Diferentes unidades de medida. OK? O exemplo que vamos ver aqui, eh, que é um exemplo mais comum para perceberem melhor o conceito. Eh, por exemplo, a farinha eu posso trabalhar à unidade, a pacote, não é? À caixa e às paletes. Por exemplo, eu posso dizer que consuma a unidade, mas faço as compras em paletes, OK? Portanto, eh, dependendo das operações, posso utilizar unidades de medida diferentes. No entanto, eu tenho que definir
uma unidade de medida básica, unidade de medida, eh, não é principal, eh, mas quase aqui do nosso material. A unidade de medida básica deve ser a unidade de medida mais pequenina com a qual trabalhamos este material. OK? Se falamos unidade, caixa e palete, então a básica deve ser a unidade, OK? Que é mais pequena. E porquê? Porque todos eh os lançamentos e contabilísticos são feitos na unidade de medida básica, OK? Portanto, os lançamentos em fi. Ah, o que é que significa? Imaginem que, pá, nós não percebemos nada disto e chegávamos aqui e colocávamos a unidade
de medida básica à palete, porque a maior parte das operações eram feitas à palete. E agora imaginem que eh vendemos eh um pacote de farinha. Isto significa que ao vender um pacote de farinha para o módulo de fi o sapat que lançar eh que Vendeu 0,001 paletes. OK? Qual é a questão aqui? Se eu colocar uma unidade de medida básica que não é mais pequenina, eu posso ter problemas aqui de arredondamentos. OK? Portanto, aqui o conceito h é colocarmos a mais pequena e podemos colocar então aqui a o N. A seguir já vamos colocar ass.
Depois temos aqui este eh campo grupo de mercadorias, tal como o próprio nome indica. O grupo de mercadorias serve para agrupar, OK? Eh, basicamente, eh, o que é que eu posso ter? Imaginem que um dos grupos de mercadorias que eu podia ter aqui era, por exemplo, farinhas, OK? e todas as farinhas que eu que eu criasse ia associar a este agrupador. Este campo é muito útil em duas perspectivas, em pesquisas, porque se eu quiser ver, por exemplo, todas as farinhas que tem criadas em sistema, estou a dizer farinhas, este exemplo, eu posso pesquisar pelo grupo
de mercadorias, ele devolve-me todos os materiais e depois este campo também é muito útil para processos que são feitos em massa, OK? Estes processos feitos em massa podem ser feitos manualmente pelo utilizador ou automáticos. Vouvos dar um exemplo. Imaginem que eh o exemplo é parv, é só para perceberem aqui o conceito. Imaginem que eu às segundas-feiras faturo todas as farinhas, OK? Todos os materiais farinhas. Ah, pá, hoje é segunda-feira, vou faturar as minhas farinhas e eu tenho oito materiais farinhas, OK? Eh, na próxima segunda-feira já tenho 10 materiais farinhas. Foram criadas duas novas farinhas que
que são novos produtos da empresa. Pá, eu não tenho que ter a preocupação de ver será que foram criadas novas farinhas, porque senão eu vou-me esquecer de faturar. Deixem-me aqui ver. Foi foi criado o material 100, não sei quê, 27 e o 28. Vou adicionar para faturar. Isto não faz sentido nenhum, certo? Porque eu hoje tenho 10 materiais, amanhã tenho 20, depois de amanhã tenho 50. E não faz sentido eu ter aqui uma preocupação de não me esquecer de nenhum material. Então, com este grupo de mercadorias, eu consigo essa flexibilidade. Porquê? Porque eu não vou
dizer, não vou faturar código a código. Eu chego e digo: "Quero faturar o grupo de mercadorias farinhas." Se hoje o grupo de mercadorias farinhas tem 10 materiais, eu vou faturar os 10. Se amanhã tem 50, eu vou faturar os 50. OK? Não preciso ter esta atenção de adicionar códigos quando eles quando são criados códigos Novos. OK? Isto aqui é muito útil quando nós também temos programas a serem executados automaticamente. Nós podemos ter jovens, que é o conceito desses programas eh que são que são executados pelo sistema. Podemos ter jovens que correm automaticamente todos os dias
para fazer alguma ação em materiais. Eh, e o job adapta-se, OK? Não tenho que ir lá dizer ao Job que afinal agora tenho outro material, não. Ele pelo grupo pega nos materiais que tem no grupo e executa. OK? Aqui podemos escolher um qualquer que isto não afeta o processo. Vou vou escolher o acessórios, por exemplo. Depois temos aqui este campo, número de material antigo. O que é que é este campo? Nós até falamos dele na semana passada. Eh, nós às vezes vamos fazer implementações de sap nas empresas. Eh, e nós somos sempre uns bichos quando
lá chegamos. E o que acontece é que nas empresas temos sempre aquela senhora que já trabalha na empresa há 40 anos e que até sabe os códigos de material todos de cor. E agora vem esta malta aqui de SAP com estas modernices e vai-me dar cabo do esquema porque estes códigos são muito mais longos. Isto é uma desgraça. Então, o que é que nós podemos fazer? Se a senhora sabe que a farinha que já utiliza há 40 anos tem o código 1220, por exemplo, ela pode continuar a utilizar esse código. O que é que nós
faríamos aqui? Colocávamos o código, neste caso, o 1220, OK? E a senhora podia continuar a procurar pelo código 1220 e o SAP devolve-lhe, neste caso, este material. OK? Depois temos aqui estes campos, eh, aqui os pesos, os volumes, etc. Existem determinados campos e que eh nós temos que ter em atenção a uma coisa que é, por exemplo, eu aqui estou a pedir o peso do material. Diz-me, Armando, não precisas levantar a mão. Força. Ah, desculpa. Eh, não, que tenho uma dúvida aqui quando adicionei o grupo do da mercadorias do material enviou e este hã e
este campo grupo de mercadorias. Sim, sim, mas enviou a outra janela e não consigo. Ah, já percebi. Olha, partilha o ecrã. Deves ter clicado em enter e ele avançou. Essa então aqui eu aqui eu fiz assim, mas não quando tentou voltar a inim ainda não estás a partilhar não? Ahã. Não. Ah, agora já está. Agora sim. Pronto. Vai agora. Olha, consegues ampliar que está muito pequenino. Bora. Pronto, tens aí, tás a ver onde diz forecasting em cima, onde tens essas tabes à direita de tudo tens uma pastinha, o último botão nessa, não, em baixo. Embaixo
aí tens uma pastinha à direita. Aí, nessa nesse seguimento à direita tens uma pasta. OK. Isso. A, a à direita último. Isso aí. Carrega aí. Vai para cima e vai a basic data um. Ah, não. Foste para parching tem um Ah, não sei se não ativaste aí alguma coisa. Vai para cima. Não tem forecasting. Vai para carrega na pasta. Desculpa. Basic de data um. Ah, tá ali, tá a dar uma mensagem. Já vi. Tu ativaste aí outra opção. Faz barra nm01. Porque já estás a abrir outras vistas que não fazem sentido. Barra, tens a caixa
da transação fechada. Hum. Olha, vai para cima, para cima, para cima, para cima. Onde tens aqueles ícones todos aqui? Aí o Isso, isso. Faz aí. Barra Nm01. Isso. OK. Agora, ah, tu não ativaste. Olha, carregar ou ativaste? Olha, carrega. Não, carrega aí. Olha, não. Espa aí. Não, para. Não ativaste as coisas? Não estou em que versão do H? Eu tinha outra, mas não sei o que aconteceu hoje. Acho que fiz muito. Tu estás no sapegui. Tu doi e Ah, não, tá bem. Espa aí. Ah, tu tens o Mac. Olha aí onde vai para cima onde
estava-te a aparecer a maçar. Isso não deixa aparecer. Carrega aí. preference. OK. Agora vai aliap. Carrega no geral, não carrega no de baixo. Aí exibir sempre a chave em baixo. Em baixo não. Aí e o ordenar. OK. E agora gravar. Aplicar. Gravar. Pronto. Ah, ok. Um diz retail. OK. E aí, material type? É o R ou H. Posso escrever R se quiseres. R O. Isso. Enter. OK. Espera isso, isso. Carrega em default setting para não estar sempre a aparecer isso. Ok. E agora basic data um purchasing. Ah, já isso e entra ou verdinho. 3.000 depósito
1000. OK, entra. OK. Aí dás a descrição. Isso. E o material grupo selecionos. Ok, pronto. E agora? Ah, podes bater. Entra, quer a Ah, pronto. OK. Ah, agora passou para as compras. Agora podes ir à a à cima à pastinha. Isso. Vai para cima. Basic. Tá ok. Agora pronto. Obrigada, Dana. Desculpem. Aqui estava-vos a dizer os pesos, quando nós indicamos o peso, é com referência a uma unidade. OK? Neste caso, colocaríamos, por exemplo, 1 kg. OK? Eh, sempre que faça sentido nos campos h como como é o caso aqui do peso, do volume, etc., eh,
lembrem-se que é sempre com referência à unidade de medida básica. Não podem colocar aqui o peso de uma caixa, OK? Porque são depois isto dá eh dados eh absurdos no nos processos. Vamos agora clicar aqui em dados adicionais em cima, tá? Aqui temos a parte Não, perdinho. Dados, dados adicionais onde? Aqui, Érica, olha só ver o meu ratinho. Já vi. Obrigado. Não, não. Sim, já vi. Obrigada. Nos dados adicionais, temos aqui, no meu caso, no idioma PT, Que é o idioma que estou, e apareceu aqui a descrição, coloquei do outro lado. E aqui podemos colocar
as traduções eh da descrição, OK? Se quisesse pôr em emo colocaria aqui, não é? ou aqui, pronto, nós aqui a nível das descrições ou das traduções, temos que ter em atenção a uma coisa que é eh temos, ou melhor, temos que ter em atenção em duas perspectivas. Primeiro, eh nos nossos colegas, OK? Se nós tivermos um colega eh que entra em inglês, portanto, as traduções devem estar OK para ele conseguir ver eh a respectiva descrição, OK? Porque se ele entra no sistema e vê farinha, para uma pessoa que fala em inglês não faç a mínima
ideia o que é que é farinha. E depois temos que ter em atenção nautra perspectiva que é dos nossos parceiros. Quando eu falo em parceiros, estou a falar de fornecedores e clientes. Imaginem que eu tenho um fornecedor que digo que o meu idioma de comunicação com ele éem inglês. Se eu eh se eu comprar este material a esse fornecedor, obrigatoriamente eu tenho que ter a tradução em inglês. OK? Porquê? Porque o SAP toda a documentação que mandar para aquele fornecedor vai ser em inglês. E se eu te tá a comprar um material que não tenha
a tradução em inglês, ele vai se queixar a dizer: "Olha, não consigo comprar este material, este fornecedor, porque ele não está traduzido." OK? Neste sentido, as descrições, nem as descrições não, os idiomas, as traduções, nem oito, nem 80. Não é preciso só utilizarmos dois idiomas, mas também não convém utilizarmos 20. OK? Isto porquê? Porque isto depois dá bastante trabalho a manter, OK? A traduzir. Portanto, pá, termos ali meia dúzia, eh, fora essa meia de dúzia vai tudo em inglês, por exemplo. OK? Depois vamos aqui clicar em unidades de medida. Nas unidades de medida. Aqui podemos
colocar as unidades de medida alternativas, OK? eh, portanto, que são aquelas unidades que nós trabalhamos o material fora a unidade de medida básica, que no nosso exemplo são as caixas e as paletes. Então, vamos dizer aqui, portanto o SAP coloca aqui que uma unidade é igual a uma unidade. Fantástico. E vamos agora dizer aqui que também trabalhamos por caixas. Podemos dizer que uma caixa CX corresponde, por exemplo, a 100 unidades, Tá? clicar em enter e depois podemos pôr que uma palete corresponde, por exemplo, a 1000 unidades. Se vocês repararem, as unidades de medida alternativa são
sempre com referência à unidade de medida básica, OK? Eu aqui não digo que uma palete tem 10 caixas. digo que uma palete tem 1000 unidades. OK? Estas são as unidades que eu posso utilizar com este material. Um alerta aqui nas unidades de medida alternativas. Quando nós falamos em materiais que são geridos ao peso, apesar de em todo o mundo tonelada serem 1000 kg, por exemplo, ou 1 kg serem 1000 g, eh nós temos que indicar isso ao sistema. OK? Imaginem que tínhamos aqui o material gerido à grama e queríamos ao quilo e à tonelada. Eu
tenho que colocar aqui, OK? 1 kg só 1000 g, porque apesar de ser uma unidade de medida alternativa e não haver variação aqui, o SAP não quer saber. Para ele, ele não sabe nada. OK? Depois aqui nas unidades de medida também temos aqui a definição dos EASS, dos códigos de barras. Eh, nós aqui nós a SAP podemos ter os EANs registados. Para quê? para quando Utilizamos terminais móveis e picamos as etiquetas, que o SAP identifique eh o artigo que eu estou a picar. OK? Onde é que vocês veem isto? eh na vida normal aqui para
as meninas que não são muitas, mas quando vamos à Zara, só um quando vamos à Zara perguntar a uma menina se tem se tem stock de umas determinadas calças, ela pega na etiqueta, e vê o stock, certo? Isto porquê? Porque o código de barra está na etiqueta, está mapeado no material, OK? E por isso tive o dia todo sem tosse e agora estou a ficar assim. Já não sei se vou ficar a 100% na próxima. Eh, porquê? Porque pelo código de barras, portanto, consegue identificar o material. Eu estou a dar o exemplo da Zara, mas
a Zara não tem SAP, OK? Para grande felicidade, o grupo não tem SAP. Eh, e nós aqui então podíamos colocar o código de material para eh, portanto, o sistema reconhecer. Este código de material identificamos por unidade de medida, OK? Porque eu posso picar um código de material e que e querer que o SAP assuma que aquilo é uma caixa de pacotes de farinha. OK? Isto porquê? Imaginem que eu estou a fazer movimentações do meu armazém e piquei o código de material de uma palete. O sap sabe que tem que movimentar uma palete de material, OK?
Porque eu piquei o código de barras da palete, OK? Tem que mover 1000 unidades. Tá claro? Mas esse o exemplo das calças, desculpa, tá muito alto. Desculpa. Desculpa, não tem mal. Diz-me. Eh, eu acho que aqui o exemplo das calças não daria muito bem, não é? Porque estamos a falar de uma matériapra, umas podes faz usar a mesma matériapra para mais do do que vá uma peça de roupa. Portanto, não, mas imagina aqui é o código de barras da farinha. Imagas, um exemplo par é o código de barras dos botões que usas nas calças ou
nos fechos, certo? Depois a calça, o produto acabado tem outro código de barras. Claro. OK. Pronto, é isso. OK. Isto depois e nem todos os materiais têm códigos de barras, mas cada material tem um código de barras diferente. Hum hum. OK. mesmo que eh imagina, não sei se é o caso, mas por exemplo eh não sei, é um caso, acho eu, eh uma mesmo na Zara, a parte das calças, tens umas calças que são ganga azul e umas calças que são ganga preta tem códigos barras diferentes. Claro, identificam um único material. Uhum. Agora, o que
não identifica à partida é o tamanho. OK. Um código de barras, tanto pode ser o tamanho 30 como 36. OK? É apenas um produto. Então, já agora, tenho uma questão. Então, se uma empresa utiliza a SIMSP, ele deve tem que vai ter um código de barras, por exemplo, para as paletes, um para a caixa e um para o produto individual, certo? Pode ter. Isso mesmo. Isso mesmo. Para saberes o que é que estás a picar. Sim, sim. Imagina que queres Obrigada. Imagina naquele exemplo que estávamos a falar que queremos transferir o estoque de um depósito
para o outro, OK? De matérias primas para um depósito de armazenamento. Por exemplo, se eu quiser transferir uma palete, basta-me só picar o código da palete. Não tenho que andar a dizer estou a transferir seis unidades. OK? Ele sabe, já sabe que é uma palete e transfere a palete toda para a área de destino. OK. OK. Obrigada. Eu também tenho uma dúvida, peço desculpa. Diz-me. Eu tenho ali na parte das unidades da paleta, eu tenho 1000 sem ponto. Esse ponto faz diferença ou foi? Não, clica em enter que ele põe o ponto. OK. Obrigado. OK.
Nós em SAP, mesmo nas datas ainda não eh ainda não viram nenhum campo de data. Nem sei se vamos preencher, mas ficou aviso. Vamos preencher datas, já não me lembro. Eh, mas nos campos datas nós podemos preencher tudo aito. Clicamos em enter, ele formata. OK. Não precisamos de de nos preocupar aqui com isto. Vamos agora aqui à tab Eans. Adicionais. aqui nesta Tab, o que é que eh para que é que ela serve? Eu estava-vos a dizer, portanto, nós temos códigos de barras e por material e por unidade medida. No entanto, em determinados materiais existem
existe mais do que um código de barras para o mesmo material e mesma unidade de medida. OK? Vou-vos dar um exemplo. Vou-vos dar um exemplo. Eh, eh, é mais ou menos inventado. O conceito existe, o produto que eu estou a dizer, não sei se tem isso ou não, mas para perceber. Por exemplo, ou antes disso, volta e meia, vocês devem-se ter deparado nisso, principalmente nas redes sociais, volta e meia temos aqueles apelos que dizem eh consuma produtos eh portugueses, eh consuma produtos que o código começa por 5 6 0, tal, tal, já devem ter visto
isto para consumirmos os produtos que são nossos. O que é que isto significa? que nós a nível, isto depois depende muito dos tipos de códigos de barras, mas vamos falar num simples. Nós a nível de códigos de barras, a nível de materiais, se nós temos produtos que são produzidos em Portugal, os códigos de barras começam por 560, OK? Que tá a indicar o país de produção. Então, imaginem, no caso, até posso usar da farinha, que nós compramos farinha eh Branca de Neve. E o que é que acontece? Se a farinha Branca de Neve for produzida
em Portugal, então vai ter o código de barras 560. Se for produzida em Espanha, vai ter o código de barras. Agora vou inventar 652. OK? O que é que significa? Temos aqui dois materiais com códigos de barra diferente apenas porque tem porque foram produzidos em países diferentes. No entanto, para nós é completamente irrelevante se a farinha foi produzida em Portugal ou em Espanha. Para mim é Apenas um pacote de farinha. O que é que significa que seja um código de barras ou outro, o material é o mesmo? OK? E então o que é que eu
posso pôr para mais eh para a mesma unidade de medida? Eu posso pôr diferentes códigos de barras. Hoje pico a farinha produzida em Portugal e ele identifica o meu material. Amanhã de Espanha e ele identifica o meu material exatamente da mesma forma. OK? Tá claro? A diferenciação é é por causa da contabilidade e de finanças. Neste caso nem há diferença nenhuma, porque para mim é indiferente. A nível de de associação de material é a farinha. Material. Eh, pronto, mas a eh a diferença é mais por causa da informação que precisa contabilidade ou alguma outra coisa.
Mas a diferença o quê? Na não estou a perceber, Armando. Dev ter duas códigos eh por dois códigos de barras. Sim. Não, o a para a contabilidade não há diferença nenhuma. É só é só para se o operador picar o material, se o operador picar um código de barras ou outro, o SAP associal a este material. Hum. Ok. Ok. Porque nós não a nível de negócio não fazemos diferenciação se é uma farinha produzida em Portugal, se é uma farinha produzida em Espanha. OK? OK. Isto depois diz, se eu comprar, por exemplo, a farinha, há vários
fornecedores diferentes. Sim. Seria aqui também que eu iria introduzir esses vários códigos diferentes para depois eu conseguir identificar a que fornecedor é que eu comprei? É assim, isso a resposta não é certa, OK? Porque eh pode ser ou não. Porquê? Porque tu podes comprar a farinha. Vou dar um exemplo. Imagina que e a nossa empresa compra eh a farinha, pronto. E compras a farinha branca de neve, que era o exemplo que eu estava a dar, não é? E compras tanto ao continente como ao chã. O os fornecedores são diferentes, mas se calhar o código de
barras é o mesmo porque é o mesmo produto. Tão-me a fazer entender? Sim, sim. é o que falaste a semana passada dos dados materiais tentar manter tão simples quanto possível. Ah, mas nem é isso. E esa aí uma coisa e é tu se comprares o um produto de marca, um produto exatamente igual a fornecores diferentes, o código de barras deve ser o mesmo, porque a farinha tem aquele Código de barras. Um cenário diferente é se tu compras uma farinha a um produtor de farinhas e outra farinha a outro produtor de farinhas. Aí como imagina de
marca branca. Sim. Um exemplo melhor. Tu se comprares farinha Branca de Neve ao Continente e ao chá, o código barras vai ser o mesmo. Se comprares farinha da marca Continente e farinha da marca ao chá, o código de barras vai ser diferente. Estão a fazer entender? Sim. Portanto, o segundo é para ter restrabilidade, é o que importa. O segundo é, portanto, no primeiro não é tanto importante a restrabilidade porque eu estou a comprar o mesmo produto, simplesmente a produtores diferentes. Isso. E nesse caso o código barras vai ser o mesmo. Exatamente. Agora, se eu comprar
e por exemplo farinhas, mas forem várias varinhas, várias farinhas diferentes a vários produtores diferentes, então aí já vai ter tudo códigos diferentes. Aí depende, porque imagina isto depois depende de casos, porque imagina eh deixa-me ver eh OK, o da Branca de Neve tá claro Porque se tu comprares ao chá e ao Continente tem o mesmo código de barras falar dos dados mestre, é o mesmo produto produtores diferentes, mas como é o mesmo produto o que me interessa é manter isso sim e só tens um só terás um código de barras, mas agora imagina que tu
compras eh farinha ao quilo que vem num saco de 100 kg, por exemplo. Uhum. E tu aí aí sim tu podes comprar a produtores, não é? Não estou a falar agora nestes pacotes. Eh, como é farinha de 1 kg, é indiferente se tu compras ao fornecedor de Lisboa ou fornecedor do Algarve, é farinha de 1 kg. E aí pode ter códigos barras diferentes, não é? Porque não é um produto igual, porque são eles que produzem. Então aí sim podes ter códigos de barras diferentes para identificar esses esse saco de 100 kg de farinha. OK? E
então outra questão que agora se não te importaste de responder, como é que vocês, por exemplo, fazem restabilidade compras de cortiça, sabendo que vão comprar a vários produtores diferentes? E é importante saber, por exemplo, para conseguirem manter certos tipos de certificações, certos produtores têm que tratar a cortiça de certa forma. Se tiver tudo o mesmo código, vocês não vão conseguir fazer isso. Não vão conseguir fazer essa restrabilidade necessária para obter essas certificações. Mas aí não sei se é isso que estás a dizer, Porque não é um cenário que conheça, mas eh tu compras corti a
diferentes fornecedores e essas certificações é por compra ou é por fornecedor? Essas certificações têm a ver com a rastraabilidade da cortiça. Portanto, saber, por exemplo, que são usadas práticas de que tenham atenção a, desculpa que tá aqui o meu cão, que tenham atenção a, por exemplo, eh, tá-me a faltar agora o nome, a sustentabilidade, por exemplo. OK. Mas imagina- tu quando compras cortição de fornecedor, essa questão da sustentabilidade, tu validas uma vez para esse fornecedor ou validas ou fazes cheques todas as compras? Todas as regras geral para manter certificação, provavelmente vais ter que fazer de
X em sistemo. Não é uma coisa. Mas aí não sei se é esse o cenário, mas o que tu podes usar é a nível de lotes. Ok. Ok. pode ser um dos cenários eh que é tens este lote que tem estas eh definições, amanhã voltas a comprar e tens outras definições e metes a informação ao nível do lote. OK? Portanto, no que nós estamos agora a ver, o código seria o mesmo, mas depois dá para fazer subespecificações em que vou alterando lotes. Eh, Sim, depois cada lote tem a sua informação. Sim. Portanto, dá para fazer
subdivisões. Posso dar uma ajuda? trabalhei na indústria, na indústria da carne e a gente tinha que fazer essa essa rastreabilidade para saber se era da proveniente de bemestar animal, essas coisas. E é justamente feito pelo pelo lote. Era sempre o lote. O rastreabilidade é sempre feito pelo lote. Pronto, ainda bem. Obrigado. De nada. Nós depois temos eh portanto porque tu no lote para cada compra vais dar informação daquele lote que tás a a a como é que se diz? a comprar. Sim. Mas, por exemplo, eh, depois há outro cenário eh que até houve no CCS
que acabei agora, que havia um colega eh isto por causa do valor de stock, OK? Que havia um um colega que trabalhava numa indústria de vinhos e então imagina, tu podes depois ter comportamentos contabilísticos. Ó, ó, João, vou-te pôr mute quando quiser. Estou a ouvir a minha voz. Ela é extremamente irritante. Eh, a minha h imagina se quiseres eh diferenças contabilísticas eh para o mesmo material eh mas queres comportamentos contabilísticos diferentes, aí já não dá para ser por lote. Qual era a questão dele aqui? Só para perceberem, ele trabalhava com Vinhos e eh imaginem que
tem um material que é vinho do Porto. O vinho do Porto com 50 anos vale muito mais que o vinho do Porto de 2024. OK? E então aí tu não consegues, não geres materiais diferentes ou podes não gerir materiais diferentes, mas também não pode ser por lotes porque tens outro tens impactos contabilísticos. Então aí já é de outra forma. OK? Era por isso que estava a tentar perceber qual era o conceito. OK? Nesse exemplo que acabou de dar também é a questão do de de controle da ficha de da ficha de armazén, não é? Por
exemplo, no no caso que deu do vinho, aqueles produtos também que nós compramos dentro da própria empresa em que temos que olhar pela data de caducidade. É mesmo é mesmo produto, mas aí as datas de validade é por lotes. Is OK. Pronto. Por lotes. Isso mesmo. Cada lote, uma das coisas que nós podemos associar aos lotes são as datas de produção, datas de validade. Aí é o nível do lote. Isso mesmo. OK. OK. Aqui podemos clicar em dados principais. Voltamos atrás. Se vocês repararem aqui no cabeçalho, entre aspas do material, aqui só nos aparece mesmo
o material. OK? que agora vamos avançar e vamos ver aqui a diferença. Clicamos em enter. Nós ao clicar em enter, o SAP salta para a próxima visão que nós selecionamos. OK? Mas imaginem que digo: "E pá, esqueci-me de selecionar uma visão, tenho as aqui disponíveis ou então aqui." OK? Se eu agora quisesse ir a dados básicos dois, podia clicar aqui e aceder a dados básicos dois. OK? Simplesmente assim é mais fácil e não passamos por janelas que não nos interessam. Aqui, se vocês repararem, agora estamos na visão das compras e se virem, já temos aqui
material centro, OK? Porquê? Porque estamos a abrir a vista de compras apenas para o centro 3.000. OK? Aqui temos informação que veio do ecrã anterior. Depois temos aqui estes dois campos, unidade de medida de pedido e variável. O que é que estes dois campos fazem? Se quisermos andar aqui a jogar, nós podemos definir ou não determinado comportamento nas compras. Eu posso dizer que eh por defeito aparece uma unidade de medida a dizer: "Olha, por defeito eu compro este material em caixas, mas o utilizador pode alterar e se quiser comprar a unidade ou à palete pode
alterar ou então posso fixar." OK? Não, através deste centro eu compro sempre este material em caixas e não é possível alterar e posso bloquear isso. Eh, e o campo eh aparece eh, de forma não Editável. E posso ter esta lógica aqui com estes campos. Claro que as unidades de medida que eu posso utilizar só são as unidades de medida que eu configurei, OK? a, a caixa e a palete. Depois temos aqui este campo, administração de lotes obrigatório. Como estávamos a falar, eu posso ter materiais que são geridos por lote, OK? Portanto, se eu quiser ter
essa diferenciação com as datas de validade que estavam a falar e como o exemplo que que falamos com o João e com o Paulo, nestas situações, ter materiais geridos por lote, temos que piscar esta opção. OK? Piscando a opção, é ativada a funcionalidade dos lotes. OK? Eh, eu para um determinado tipo de material não tem que ter todos os materiais geros por lota. OK? Algumas matérias primas são e outras não. OK? É, é flexível. Diz-me Osvaldo. Ó Jona, desculpa e que nós como ficamos aqui um bocadinho de tempo a falar, o meu sa tinha ido
abaixo e agora tive a recarregar tudo outra vez e a meter todos os dados outra vez até a zona nós estávamos a falar dos dos códigos de barro. Eh, eu fiquei aqui onde tu tinhas tido as unidades de medida. Estávamos a colocar a unidade, a caixa e a palete. Sim. E depois passamos paraas e e i e adicionais. Sim, mas eu aí só falei. OK. Mas depois aí o que que aí podes aqui eh tás aqui, não é? Podes voltar aqui para dados principais, certo? E agora tás na vista dados básicos. Ah, sim. Dados básicos
zoom. Clicas em enter e ele vai-te saltar aqui para a compra. Ok. Pronto. Desculpa que isto foi abaixo e sim, abaixo carregar outra vez. Já agora, nestes casos que o SAP, ou seja, neste momento eu estava a fazer, tava estava a trabalhar aqui nesta, nesta na aba onde nós estamos agora e o SAP foi abaixo e não me gravou nada. Como é que nós recuperamos a informação? Não se recuper as fases de novo. What? Sim, isso mesmo. Só um à parte. Se houver algum de vocês que eu sa de X em X minutos vá abaixo
que diga: "Ok, isso é um problema das operadoras". OK? Por norma quem tem Vodafone, mas isso depois resolve-se, tá Bem? Se depois alguém tiver essa questão, eu depois eu posso vos ajudar. Ah, depois temos aqui este pisco, pedido automático. Para que é que é este pisco? Nós muitas vezes temos processos de compra automáticos, OK? Que a interação humana acrescenta zero valor. E nestas situações, eh, nós podemos para nós, eh, dizermos ao SAP para criar as compras automaticamente, temos de ter o pisco piscado no material e no fornecedor. OK? Só se houver, só se houver um
metes nos dois é que o SAP faz compras de forma automática. Isto para quê? Para nos dar flexibilidade. OK. Porquê? Porque eu posso querer comprar automaticamente este material a um fornecedor, mas a outro já não quero que seja automático, por exemplo. Da mesma forma, de uma perspectiva contrária, para um determinado fornecedor, pá, existem materiais que as compras podem ser feitas sem validação. Existem outros materiais que quero que haja aqui uma interação humana para se proceder às compras. Neste sentido, o que é que é compras automáticas? Nós o que é que é compras automáticas? Nós configuramos
para que num determinado, pronto, quando a a mercadoria, o stock chegar num determinado número, ela faz a encomenda. O esse é um dos cenários, nós já vamos falar nos documentos a seguir, mas imagina nós em SAP, sem entrar em Detalhes que depois falo, mas nós podemos ter necessidades de compra, OK? que é esse exemplo que estavas a dizer, garantir estoques mínimos e depois temos outros exemplos que eu falo e só que são essas necessidades de compra são necessidades internas, OK? Não vai para lado nenhum. O que nós podemos fazer é que automaticamente o SAP converta
essas necessidades de compra em pedidos de compra ao fornecedor, em encomendas. OK? Com base nessas necessidades, encomenda automaticamente ao fornecedor. OK? OK, eu depois dou-vos mais exemplos, mas sim, mas esse é um dos exemplos, tá bom? É verdade. Depois temos aqui este campo LOF obrigatória. O que é que é isto das LOFs? Eu disse-vos na aula anterior que os registos info não são impeditivos do utilizador comprar um material ou outro fornecedor que não tenha registo info. OK? Para haver eh esta esta limitação tem que se usar as lofs, que que são as listas de fornecimento.
O que é que eu quero com isto dizer? Imaginem que este material é um computador, por exemplo, e eu quero que os computadores só sejam comprados ou um Fornecedor que tenha um contrato com ele, o que seja. Para isso eu tinha que ativar as lofs e depois noutra transação dizer este material através deste centro só pode ser comprado ao fornecedor X ou ao fornecedor X e Y. OK? Depois tenho uma listagem de fornecedores h a quem eu posso comprar. OK? Mas o registro info não impede que eu compre outros fornecedores. O que impede são estas
lofs. OK? E aqui podemos clicar em enter e avançamos aqui para dados centro e armazenamento. Aqui nos dados centro e armazenamento já estamos a falar de informação por centro e por depósito. Porque se bem se lembram, eu na última aula disse-vos que o depósito é o nível mais elementar que eu tenho para gerir o stock, OK? Portanto, o estoque fica alocado um depósito. E aqui estamos a abrir, portanto, para centro e depósito. Aqui, à semelhança do que vimos nas compras, também temos uma unidade de medida de saída que podemos definir. Eu só peço, isto é
uma matériapra, não é? Só peçam determinado material às caixas ou às paletes, não vendo à unidade, por exemplo. Eh, também podemos ter isto aqui. Depois esta parte aqui, piquins, etc. Isto é para vendas. Depois devem ver com o colega de vendas. Temos, por exemplo, aqui este campo, tempo de validade restante. O que é que este campo faz? Imaginem que nós temos acordado com o fornecedor que compramos-lhe a farinha. Mas dizemos, olha, eu só aceito farinha que tenham pel que tenha pelo menos 2 anos de validade, por exemplo. E eu posso colocar aqui, OK? Imagina, tem
aqui o código de período, está em dias, mas se vocês virem, pode ser anos, meses, e eu podia chegar aqui e colocar 2 anos. O que é que o SP me ia fazer? quando eu fizesse a receção do material e o fornecedor era um chico esperto e a dizer: "Olha, vou mandar com 1 ano e 9 meses, pode ser que isto passe." Quando eu fosse a fazer a receção de mercadorias, o sapo não ia deixar. OK? Porquê? Porque aquela receção que eu estou a fazer não respeita os dois anos de validade. OK? Este campo faz
mais sentido quando temos materiais geridos por lote, mas não é obrigatório. OK? Eu posso não ter materiais geridos por loto e ter esta validação no sistema. Aqui avançamos, entra e estamos aqui na contabilidade. Temos aqui este campo classe de avaliação. Fazer aqui F4. As opções que aparecem aqui neste campo, classe de avaliação, dependem do tipo de material, OK? Eh, era uma das configurações que vimos na na aula Passada, que tínhamos a determinação contabilística por tipo de material. Isto aqui, supostamente, como tem uma matériapra, só me devia aparecer aqui as opções de 3000 e tal. Eh,
estão aqui estas de equipamentos que está errado. E aqui vamos selecionar a opção 3000. Este campo faz-nos a ligação ao módulo de OK? Isto porquê? Como é que o SAP trabalha? Assim, em termos muito genéricos, o SAP diz: "OK, este material tá a fazer esta operação e tem a classe de avaliação 3.000, então vai movimentar a conta X. Este material tá a fazer, eu vou dar um uma receção de material. Material tá a fazer uma receção de material, tem classe de avaliação, eh, 3.000 contas X. Outro material tá a fazer uma receção de material, tem
classe de avaliação 3500 conta Y. Portanto, dependendo da operação que o material está a fazer e a classe de avaliação associada, ele vai determinar a conta contabilística que vai movimentar. OK? Eu para matérias primas ou outros tipos de material tenho diferentes opções porque nem todas as matérias primas têm O mesmo impacto contabilístico. OK? Depois temos aqui este campo. Só, só uma coisa, quando tento, quando tento abrir aí na classe de avaliação, aparece-me valores não encontrados e quando e quando escrevo manualmente diz-me que não é permitido. Olha, partilha o ecrã. Deves deves ter escolhido um tipo
de material errado. Hum. Segundo. Ah, só um segundo que tem o Mac. Tenho que autorizar aqui no Mac. Ah, eu acho que que para mim também acontece o mesmo erro. Eu posso partilhar? Ah, aparece-me que tem que sair vol e voltar a abrir a chamada para poder partilhar o ecrã. Então podes eh se quiseres sais e entras. OK. Eu acho que aconteceu a mesma coisa comigo. Olha partilha Armando aqui. Eu dis Não, o teu tá ah não, o teu tá certo. Tá a dar outro aviso. Não, mas aqui não, não mostra. A não, olha a
fecha. Carrega ali naquele i, naquele i em cima à frente da descrição do material. Mater aqui. Sim. Abriu alguma coisa? Ah, clica em enter. Tá a dar um aviso em baixo. Clica em enter. Cancela. Carrega agora no I. Não, em cima. Em cima. Onde estavas? No i enter. OK. Não. Ah, já percebi. Tu estás em inglês. Mas mesmo assim devia. Não, não, não faz sentido. Olha, fecha. Olha, carrega em, olha, carrega em F4 no valation class. Ah, aqui em cima. Não. Aí, aí faz a F4. Abre isso. Não. Ah, já percebi. Ai. Hã. Olha, carrega
no Olha, passa o ratinho no terceiro botão em baixo. No terceiro. Sim. O que é que não aparece nada? Olha, Tu tens aí agora com o Mac. Ah, olha, carrega aí. Sim. Ah, já tá. O que é que tinhas? Tinhas uma lista pessoal que só te aparecia um. Carrega aí no 3000. Hum. Imagina o que é que o que é que estava a acontecer. Agora tá-te a dar um aviso. Já vamos lá. No ecrá do Armando, nas opções F4, vocês podem criar listas para filtrar as opções que vê. Também não h nenhuma essa configuração, mas
pronto. Hã, porque depois deixam de ver as outras opções e tava filtrado. OK, então inativamos. Mariana, consegues? Ah, não, porque eu perdi essa parte. Que parte? Deinar a lista. Ah, não. Partilha o ecrã. Ah, ok. Ok. Ah, olha, faz F4 para ver se é o mesmo. Olha, a unidade de medida básica. Escolheste outra. Unidade enzima. Ai, não era esta. Eu eu o E e a o N n. Ok. E como é que eu altero isso? Altera aí. Tenta alterar aí para ver se dá. Sim, o N. Sim, é só que depois não sei se essa
vai dar problema, mas pelo nome não me desperta muita confiança. O N. Ok. Ok. Olha a fase F4 é na classe da Valeza aparece valores encontrados. Olha, carrega ali no Y à frente do material e a queda 11. A descrição aqui. Isso aí. Sim. Enter. Enter. Tens que apagar a classe da baleça. OK. Carrega agora no Y, no I. Enter. Enter. Pois, tu escolheste outro tipo de material. Estás a ver? ZR07. Não é esse. É o RAW. Aonde? Desculpa, não estou a ver aqui. Aí, olha à esquerda. Aí. Ah, OK. Ah, ok. Olha, fecha, faz
barra n mm01. Enter. Aí escolhe o R. Pode. Ah, tá aí. Olha o terceiro. Enter. Dados básicos, compras. Dados gerais sem ter armazenamento. Ah, em baixo. Isso. Contabilidade. Enter. Enter. Pronto, aí podes dar um espaço que vai-te aparecer o ai não tá ativo. Ah, Tá aí. Tá a unidade de básica. OK. Grupo de mercadorias. Coloca aí. Dá um espaço para ver. É o histórico. Tá faz escolhido o acessórios. Isso. Enter. Pões as alternativas se quiseres. Põis. Entra. Eh, entra. OK, pronto. E aí, olha, vê agora aí a 3000. Ah, OK. Pronto. E partilhar. OK, estou
a partilhar o certo, não estou estão. Ah, portanto, agora temos aqui este campo controle de preço. E este campo controle de preço tem a ver com a valorização do stock. Portanto, eu quando comprar eh a farinha vou rececionar e o meu estoque vai ter uma valorização, vai ter valor monetário. OK? Este controle de preço pode ser de duas formas. Ou médio móvel, que é o caso do V que está aqui, ou standard, que é a opção S. Qual é que é a diferença? Se estivermos a falar eh de valorização média móvel, eu hoje compra 10,
amanhã Compro 15, depois amanhã compra 12. O SAP vai fazendo a média e vai dizer: "Cada unidade vale-te 70 cro outra vez, agora vale e 80 ctim, OK? E vai fazendo a média para a valorização do meu stock. Quando falamos em standard, nós definimos um valor e é esse valor que fica, OK? Se é 70 cêntimos, é 70 cêntimos. O que dizem os consultores de FI é se o material, as regras, pois existem exceções, se o material eh for comprado, então deve ser médio móvel. OK? Portanto, hoje compra 10, amanhã à 15, o SAP faz
as contas. Se for um material produzido dentro de portas, então deve ser standar. Se eu produzir bolos, independentemente do preço das minhas matérias primas, este vol tem uma uma valorização de 20 € a unidade, por exemplo. OK? Já acho que só viu uma vez uma empresa a contrariar aqui este conceito, portanto, mas existe, esta é a regra, mas depois existem as exceções. Aqui estamos a dizer que é médio móvel e depois o SAP com as compras vai então eh atualizando o preço da valorização. Depois temos aqui, era nesta valorização que havia a questão do vinho,
OK? Porque Lá está, um vinho do Porto de 20 anos tem mais valor de stock do que um que foi produzido o ano passado. Depois temos aqui este campo unidade de preço. Este campo unidade de preço vocês vão ver em imensos sítios em Sap. O que é que é isto? A unidade de preço ou melhor, para que é que serve? Dizem as más línguas que o sabe tem um defeito. Isto depois depende da perspectiva. Há quem diga que é um erro, há quem defenda que não é. O qual é a questão? O SAPO, a nível
de valores de montantes monetários, só tem duas casas decimais. OK? Depois existem soluções específicas para algumas áreas, mas pronto, de uma forma geral só tem duas casas decimais. O que a nível de conceito faz sentido, OK? Porquê? As nossas faturas, os nossos pagamentos são sempre a duas casas decimais, certo? Nós não pagamos uma fatura de 20,013, não é? não existe. HH, no entanto, existe aqui uma questão que traz problemas, que é a nível de valorização, por exemplo, unitária, eu posso ter eh determinados produtos que Têm três casas decimais. Dou-vos, por exemplo, o exemplo da dos
combustíveis. O combustível, o preço unitário do gasóleo, tem três casas decimais, certo? Apesar de nós quando abastecermos só pagarmos depois a duas casas. Para contornar esta situação, o que é que nós fazemos? Eh, imaginem aqui na valorização de stock que cada pacote de farinha vale eh 0,234. OK? H, e nós aqui não conseguiríamos ter esta valorização com três casas decimais. Então, o que é que nós podemos fazer? Nós vou agora dar números redondos só para explicar o conceito. Nós não vamos dizer que eh um pacote de farinha vale 1 €. Vamos dizer que 1000 pacotes
de farinha valem 1000 €. Tão-me a fazer entender isto? A cara do Armando lindo. Isto porquê? Como eu só tenho duas casas decimais, o que é que este campo unidade de preço faz? Nós depois dividimos, OK? Fazemos 1000 e a dividir por 1000 unidades. Então é 1 € a unidade. Estão a fazer entender isto? Eh, nós não precisamos de usar isto sempre, só para estes materiais que Têm esta necessidade. E então nós aqui na unidade de preço, em vez de ser por uma unidade, podemos pôr por 10, por 100, por 1000. OK? Isto depois o
que é que acontece? Imaginem mesmo o preço de compra. Imaginem que nós compramos a farinha e custa 1,234 o pacote. E o que eu posso fazer é que 1000 pacotes custam 1234 €. Eu não consigo comprar um pacote de farinha e dizer que o valor da compra é 1,234, OK? Porque eu só tenho duas casas decimais. Então, nesta situação, eu uso a unidade de preço, OK? Ponho então que as 1000 unidades vou comprar eh vou comprar pacotes de farinha em que as 1000 unidades valem 1234. Depois, fazendo a conta, o SAP já sabe que o
valor unitário é tem três casas decimais. Este campo unidade de preço existe em todo o lado que tenha preços, OK? Nas compras, nas vendas, etc. aqui nas valorizações de stock e só faz sentido quando nós queremos então usar mais de duas casas decimais. Tá claro? Depois e aqui está. Depois nós ao fazermos compras eh o SAP vai atualizar aqui o campo de preço médio móvel e este stock total e valor total do estoque, Ele também vai atualizar isto automaticamente. OK? Clicamos em enter, ele vai dar um aviso a dizer: "Olha, tens o preço, tens o
controle de preço V, indica aí um preço médio móvel, mas nós não queremos. Enter. Ele diz que isto vai ser encerrado se pretendemos guardar o material e dizemos que sim." Ao dizermos que sim, deu-nos aqui, ele não gravou, certo? O o que é que diz? Não, não, continua. O que é que ele está a fazer? Portanto, nós como nós como selecionamos a vista dado dos cent armazenamento um, eu estava-vos a dizer que ele abre por pacote, certo? Portanto, ele também tentou abrir a dois. E bem, no entanto, a vista dois tem um campo obrigatório. Então,
o que é que ele diz? Olha, calma lá. tens de preencher este campo obrigatório antes de gravar o material. OK? E aqui temos o centro de lucro. Estes conceitos, pois devem dar em FI. E ah, podemos usar o centro de lucro Dami, que é um um saco roto. Escrevemos aqui Dami, Claro que os consultores defi nos proíbem de utilizar um centro de lucro Dami, porque depois estragamos-lhes tudo, não é? Mas aqui é é só uma formação e tentamos gravar na disquete e à partida já conseguem gravar o material. Depois de gravarem o material, aparece aqui
no canto inferior esquerdo a dizer material tal é criado. Podem carregar aqui na mensagem. vai abrir um popup e se quiserem copiam aqui o código, OK? Se quiserem gravar o código é desculpa, o meu zoom veio abaixo aqui, eu perdi uns minutos, não sei nem onde estás. Tava aqui na parte contabilidade um. Eh, OK. Tens a classe de avaliação preenchida? Já tenho, tenho. OK. Podes tentar gravar o material ou enters ou clicar na disquete. Entrar preço médio móvel e enter. Isso é um aviso. Gravou. Gravou não. O campo centro de lucro. Ah, é obrigatório. Aí
podes preencher com o centro de lucro DAM. Du, mmy. Aí du Mmy já tá. E agora tenta gravar novamente. Agora acho que deixou o material criado. OK. Tava a dizer, Paulo, o material é criado. Podes carregar na mensagem, abre este popup e se quiseres podes copiar aqui o código. Toda a gente criou o material? Não. Então vou de novo. Vais partilhar? É isso? Sim. Esa já parei. Sim. Aí agora ah, carrega em enter. Em enter, em enter. Entra. Tá a dar erro aqui. Abaixou. disse: "Não estou a perceber." Olha, tenta-te a gravar na disquete. Diz
que precisa tudo o campo, mas mas ele não se está a queixar. Olha para Gal. Ok. Faz aí F4. Usa aí a lupinha. Ah, já não sei qual é que é a empresa. Olha, vai aí à à pastinha do lado direito. Não, ou não, não precisas. Desculpe. Desculp. Pode ser aí. É igual. Ah, porque tu estás em inglês. OK. Ou faz F4. Deixa-me ver qual é que é a empresa. Só um bocadinho. Ah, empreendo. É 1000, acho que é 3.000. Vai. E seja estar coloca aí 3.000. Enter. Olha, seleciona o dami que tá aí. Enter.
Ah, ok. Já tá grav. Não sei o que é que está a passar. Enter. Ok. OK. Pronto. OK. Agora se viermos a MM02, Ele por defeito deve ter colocado o material que acabaram de criar, certo? e vamos clicar em enter. Estas foram as vistas que o SAP criou, OK? Portanto, como eu vos tinha dito, por pacote, dados básicos, compras até aqui. Portanto, temos aqui algumas vistas. Agora, imaginem eh que eu para este material queria abrir as vistas de SD, as vistas de vendas. As vistas não me aparecem aqui, certo? Na mm02. Isto porquê? Não sei
se se referi na sessão passada, acho que não. Caso eu queira expandir o meu material para novas vistas ou para nova estrutura organizativa, a transação é mm e não é MM02. OK? Mesmo porque é que eu digo vistas e estrutura organizativa? Portanto, se vocês virem, as vistas de vendas não aparecem aqui para eu selecionar. E agora imaginem que eu queria abrir as vistas de compras para o outro centro. Eu selecionar aqui compras e se fizer F4 aqui no centro, só me aparece o centro 3.000, OK? Que foi o Centro que eu abri. Portanto, eu se
quisesse abrir então a nova vista ou então abrir para o outro centro, eu tinha que pegar no meu código de material, ir a MM01. OK. Colocar aqui o código que queria expandir, clicar em enter e agora sim, já tenho aqui todas as vistas, já me permite fazer a expansão. MM02 é para modificar dados de vistas e estruturas organizativas que já estejam abertas. OK? MM01 serve para criar e expandir materiais. Tá claro? Sim. E 03 para mostrar. E 03 para mostrar. Nova transação MM60. MM60 é uma transação para listagem de materiais. Aqui, como estamos a falar
de listagens de reports, já não existe a um, ai, desculpem, a 1, dois e 3, OK? Porque é um report. Como é que funcionam estas transações? Nestas transações, se eu clicar em enter, o SAP não avança, OK? E vocês, Como é que conseguem validar isso? Através aqui deste símbolo. Quando existe este símbolo, significa que o SAP só avança ou clicando nele ou então utilizar a tecla F8, OK? para executar transações. Então, vamos agora aqui ver os materiais criados pelo nosso utilizador. Aqui no campo autor podemos colocar aqui o nosso utilizador. Vocês colocam academy qualquer coisa.
Tá sim. Depois de colocarem o utilizador, vamos executar, portanto, F8 ou aqui o relógio com o visto. Tá, Armando. Sim, quase. Eu não consegui, peço desculpa. Então, Pedro, onde é que ficaste? Academy ponho o meu autor e a seguir não percebi. Carregas aqui, olha. No relógio com o visto e vamos para uma listagem. Agora sim. A mim só me deu um resultado, que foi o que eu criei. Filipa, vai para trás. Deves ter aqui este campo preenchido, o material. Ah. Como é que eu volto para trás? Na setinha verde? Ok. E sim, tá preenchido. OK.
Podes apagar. Uhum. Estes são os filtros, OK? Que nós utilizamos para executar reports, OK? Se estamos aqui a filtrar por material, só vai aparecer aquele material. Se tirarmos, vai aparecer todos os materiais criados, neste caso, por este utilizador. E executamos. Tá. Sim. Estas estas listagens são as listagens comuns em sap, OK? Que são as ALVs. Nós aqui ela é toda e configurada, OK? Não sei se a vossa está assim. H E nós aqui o que é que podemos fazer? A vossa está assim com estas coisas amarelas? Não, não, não. Eu vou tirar. Ah, pronto. Ah,
falta-me tirar só para ficar igualado. OK. A vossa deve estar mais ou menos com este aspecto, não é? Sim. Sim. Pronto. Então nós aqui nestas listagens nós podemos configurá-las, OK? Podemos andar aqui, imaginem arrastar colunas, tão a ver? Estou a pegar numa coluna e arrastá-la e andar com elas para aqui. Posso utilizar estes campos, por exemplo, para ordenar. Como é que eu uso estes campos? Quero ordenar por eh no código de material. Seleciono aqui a coluna material e coloca aqui a ordenação. Ele ordena. Ordenação crescente, decrescente. Posso utilizar filtros? OK. Imaginem que, por exemplo, quero
ver as linhas só para o centro 3.000. Chegava aqui, selecionava o centro, carrego aqui no funil e podia, já tem aqui o filtro, e podia pôr aqui para o centro 3.000, por exemplo. OK. Pronto, ele seleciona. Depois temos aqui estes. Ah, antes disso, outra das coisas que podemos fazer é usar os totalizadores, OK? Que era aquilo que eu Alô. Hã, eu tinha imaginem que eu quero a expresso. Alguém falou, desculpa. Ã, não, você cortou, você ficou sem, eu pelo menos não escutava nada. É, Tá aqui a dizer que a minha conexão está instável. Até onde
é que ouviram? De colocar a somas, o sío da somas. Eu escutei para Ah, a soma. Ok. Era que OK. Então, estamos quase online. Para colocar o totalizador aqui na coluna preço, seleciono a coluna preço e carrego aqui neste símbolo de total. Clicando aqui, o que é que o SAP faz? Chega aqui, estão a ver? E pôs-me esta linha, amarelinha com a soma dos valores aqui desta coluna. OK? E agora imaginem que eu quero ver o preço, mas por grupo de mercadorias, OK? Quero ter um subtotal. Então posso selecionar a coluna grupo de mercadorias e
utilizar aqui este símbolo de subtotal que apareceu depois de eu usar o total. OK? Selecionando grupo de mercadorias, clicando aqui em subtotal. Ele pôs-me aqui a soma por grupo de mercadorias, OK? E venho aqui para baixo e tenho na mesma aqui eh o total. OK? Tá? Depois temos aqui estes três botõezinhos. Estes três botões permite-me modificar layouts, guardar para eu não estar sempre a fazer as mesmas modificações. E como é que funciona aqui esta tabela colorida? Se clicar aqui, o que é que nos dá? Primeiro, nós temos aqui eh do lado esquerdo as colunas que
estão a ser exibidas, OK? E do lado direito as que não estão a ser. Tenho aqui esta coluna, por exemplo, que vocês não devem estar a vazio. Tem aqui esta coluna que é o criado por. Se eu quisesse torná-la visível, bastava passá-la para este lado. OK? Passar para aqui e ela veio para aqui. Imaginem que, por exemplo, não me interessa a data de última modificação. Podia chegar aqui a este campo e passá-lo para aqui para a direita e ele vai desaparecer dali. OK. Depois aqui tem o totalizador que acho que é mais fácil colocar aqui.
Ordenações também acho que é mais fácil ali. E está. Vou carregar aqui no verdinho. E pronto. O que é que o SAP fez? Tirou uma outra coluna que eu quis esconder e adicionou-me esta. OK? Portanto, eu posso ter aqui os meus layouts e depois imaginem todas as vezes que eu entrar nesta transação, não quero estar sempre a modificar a tabela, OK? Quero que ela apareça e já configuradinha. O que é que eu posso fazer? Posso chegar aqui e dizer gravar layout e ele grava-me. Eu dou aqui eh um ID, OK? E depois e ah, ao
gravar, se eu colocar específico do usuário, os meus colegas não conseguem ver o layout que eu acabei acabei de gravar. E se piscar aqui esta opção de configuração preliminar, sempre que eu entro na transação, por defeito aparece-me este layout. OK? tirar isto. Depois, eh, se eu quiser, se eu tiver vários layouts e quiser selecionar outro layout, tenho aqui esta opção de selecionar layout, que, como estão a ver, tenho aqui vários, podia chegar aqui e agora imaginem, pegava neste e abria e tem outros layouts diferentes. OK? Sim, isto é válido em todo o SAP. Dá para
fazer isto todos os layouts. Estas tabelas também dão para exportar para Excel. Existem várias opções para exportar. Eu não vos aconselho a utilizar estes botões, OK? porque isto não é 100% certo. Duas opções certas com o botão do lado direito do rato em qualquer lado. Tem aqui a opção Planilha eletrónica. Podem selecionar e fazer a exportação. Ou então, mas aqui dou mais cliques, tem aqui opção lista exportar e planilha eletrónica. A mais fácil é com o botão do lado direito do rato na tabela. OK? Por fim, imaginem que nós estamos aqui eh e eu agora
quero selecionar aqui esta descrição. Se eu carregar na linha e fizer contrl C, o SAP copiou uma linha toda, OK? E não é isto que eu quero. Imaginem que eu só queria mesmo descrição. Que é que eu posso usar? Posso usar o control y. Control Y é muito utilizado em SAP. OK? Se eu usar o Ctrl Y, ele selecionou-me esta célula e agora sim já posso fazer control copy e ele só me selecionou o conteúdo desta célula. OK? Ele depois acaba por perder. OK? Já tá a selecionar a linha toda outra vez. O control y
é possível com uma célula ou permite-me selecionar as que eu quero? OK. Dá-me flexibilidade. Chegava aqui, queria selecionar isto. Control copy. Ele copiou este conteúdo. Pronto. E agora estão a ver? Já perdeu o contrl Y outra vez. OK. Dúvidas? Tá. Olha, eu queria perguntar só uma coisa, ou seja, já acabamos. É só para perceber um bocadinho aqui o contexto dess estes exercícios que a gente fez. Ou seja, nós teoricamente somos um utilizador, né, de mm tá numa empresa de, sei lá, SAP alimentar e que quer e fazer a criação de um produto que a empresa
necessita. Sim. Aí utilizas MM01, não é? Certo. Crias o produto, fazes os crias, metes os dados todos que tu tens ali no produto e envias para o próximo para o próximo, ou seja, para as compras, né, para eles darem seguimento ao produto que nós criamos, não? Imagina nós no produto que acabamos de criar as compras já tá tratado, já ficou. Agora, se o utilizador quiser comprar, já consegue comprar, tá? OK. Agora imagina que, pá, criar, estavas a criar um produto e há ali informação das compras que tu não sabes. Ah, e tens de confirmar. Tu
podes criar o material, não abres a vista de compras Para confirmares ou para outro colega depois preencher a vista de compras. Também é possível. OK. Fazer fasear, mas nesta fase o material já pode ser usado. OK. Obrigado. Obrigado. De nada. Mais dúvidas? Quando aqui nós já temos mastera ou ainda não? Aqui já nós já criamos o dado mestre. Quando se tu fores para baixo, tenho que tirar aqui filtros. Ah, o teu material. Eh, o teu material deve deve estar aí na listagem. OK. OK. Mas OK mesmo ou OK? Mais ou menos. OK, mais ou menos.
Então porque aqui temos que eh Materdara é vendor com matéria, material, certo? Então, nós fizemos eh material, certo? Nós ainda só criamos o material. É isso mesmo. Eh, mas a parte do vendor não não percebi isso do fornecedor. Sim, ainda vamos criar. Tá pronto. Nós ainda só criamos o dado mestre de material. OK. Ainda nos falta o fornecedor e o registro info, mas em em terminologia já temos parte da masterdada. Temos o material. OK. Pronto, temos o dado mestre de material. Ok. Ok. Nem todos os, não te esqueças, nem todos os materiais precisam de fornecedor.
Há materiais que não são. A pergunta é porque no meu trabalho eh quando eu tenho que fazer alguma interação com na equipa da da SAP, eles eventualmente falam: "Ah, alguma coisa aconteceu com Masterdara". Então eu só quero perceber quando uma coisa tem que ver com a estrutura do material, alguma coisa. Pronto, mas com prazeres. Pronto, o master data pode, temos vários master datas, não é? Temos o material, o fornecedor, registor, etc. Eles quando Dizem isso, imagina alguma coisa falhou no processo e é algum campo que está mal ou não está preenchido no material, no fornecedor,
etc. O mais comum é ser no material, porque é o material que tem mais informação. OK? Eh, pode não ser, mas é muito comum ser no material. Isto era o que eu vos dizia na outra aula, os dados mestre têm que estar muito bem registados porque senão depois traz problemas no resto do processo. Pronto. OK. OK. Agora, dependendo do erro, pode ser ou no material, ou no fornecedor ou noutro qualquer. OK. OK. Mais questões? H nível de materiais, estamos próximo dado mestre, fornecedor. Os dados mestre de fornecedor é um dos dados que alterou no S4
Ana, OK? Eh, há a no S4 é utilizado outra transação que já existe nesta máquina, OK? Portanto, antigamente já se podia utilizar a transação do S4. Em S4, eh, é que passou a ser obrigatório utilizar a nova. Antes era opcional, agora é obrigatório. Vou-vos dar a transação de S4 para o caso depois vocês que se Quiserem andar aqui a procurar. A transação é a VP de business partner. Eu sei aqui na transação BP consigo aceder. Antes desse for, nós a nível de dados mestre, nós tínhamos o conceito de fornecedor e o dado mestre de cliente.
Eram dois dados mestres separados. Em SFOR nós já não temos este conceito, OK? O que é que nós temos? Temos o conceito de BP, parceiro de negócios e este BP pode ser cliente e ou fornecedor. OK? Vou-vos abrir aqui um só para verem a lógica. Vou abrir um qualquer, por exemplo, este BP, este King e Kim, está aberto como cliente. OK. Depois, pá, não sei o que é que tem aqui. Este também tá como cliente. A ver se tem algum como só pode ver a a Bruno Freitas. Só estás a ver o Bruno Freitas? Olha,
partiu o ecrã para eu ver o que é. Pá, tem aqui um cliente fornecedor. Vou-vos mostrar. Ah, tá ali seleccionado. Estás a ver? Em em cima tens number. Em baixo tens um. Não, onde estavas? Lado esquerdo. Em cima. Estás a filtrar por esse. Apaga esse número. Enter. Ah, pronto. Ok. Ok. tava a filtrar. Pronto, para verem aqui encontrei um que é cliente e fornecedor. Se vocês repararem, este 183, se eu olhar aqui, ele está aberto como cliente e como fornecedor, OK? Portanto, antes desse for tínhamos dados mestres separados, um de clientes, outro de fornecedor. Aqui
temos o conceito de BP que pode estar expandido para cliente e para fornecedor. OK? Dúvidas? Fazemos agora a pausa, voltamos às 9 e avançamos com os fornecedores. OK. Pronto. Bom jantar e até já. Já. Obrigada. Partilhar aqui o ecrã. Ah, de ver antes as faltas, desculpem. Portanto, Diogo, João, Diogo, João, Mariana, o Armando, a Filipa, o Luís, olá. A Maria, olá. Tambo, a Érica, o Osvalto, Anabela, Paulo, Miguel, Paul Daniel Pedro par e tá OK. Então vamos lá. Vamos então criar o fornecedor. Transações XK01, 02 e 03. E vamos aceder à XK01. Ah, eu já
me perdi, desculpa. Então, Filipa, conta. Hã, eu tava no ecrã anterior e acho que não tinha, não sei se tinha ideas antes. Não, o no ecrã anterior, nos BPs, Estava-vos só a mostrar como é que funciona o fornecedor cliente numa versão de S forana. Certo. Certo. Pronto. E aí só vos mostrar o funcionamento se depois vocês quiserem andar a investigar. OK. Ah, agora estávamos numa nova novo Isso mesmo. Transação XK 01, 02 e 03. Entrei na XK01. Ok. Ok. Desculpa. Obrigado. Ok. Não tem mal. Tá. OK. Portanto, nós aqui escolhemos à cabeça para que estrutura
organizativa é que queremos criar o nosso fornecedor. OK. E vamos criar para a empresa 3.000. Organização de compras 3.000, tá? E aqui temos o campo grupo de contas. Este campo é semelhante ao tipo de material, OK? é como se fosse o tipo de fornecedor. Também podemos configurar o intervalo de numeração, campos obrigatórios, etc. funcionamento é idêntico e podemos escolher a opção 001, que é para um fornecedor genérico. E clicamos em enter. João, nota-se quando é que tiveste erro completamente. Eh, tá-me a dar igual. Tá-me a dar igual. Eu percebi que tipo clicamos em enter e
foi tipo, está-me a dar erro. Deixa ver aqui. Portanto, ao clicar em enter, temos um erro. O que é que o erro está a dizer? que o grupo de contas 001 ali o tipo de fornecedor tem uma numeração externa, OK? Portanto, o intervalo da numeração é externo, significa que somos nós que temos que dar o código do fornecedor. OK? para para códigos. Só um bocado. Ai para códigos h isto seja sa por noutro sistema qualquer. Não há espaços, não há carates especiais, não há cedilhas, etc. OK? Portanto, colocamos aqui um código limpo. Hum, eu vou
colocar, podem seguir a mesma lógica, eu vou colocar JS, as iniciais do meu nome, vou pôr 03 206. Podem usar, por exemplo, o João JT0326. E depois de colocarem o nome, o ID, podem clicar em enter. Ó Tambo, conseguiste Tambo Tambegiste instalar o SAP no intervalo ou ou não? Ah, não consegui ainda porque afinal tinha alguns passos que eu tinha que fazer. Então comecei a fazer tudo que eu tinha para trás. Estou a fazer até agora para depoisar o o balanço para pronto chegar até onde vocês estão. Pronto. Então, OK. Depois, entretanto, a próxima aula
é para a semana, não é? Que eu tive que diar de sexta. Hum. Se entretanto conseguirem instalar, não é, e seguirem as aulas, tiverem alguma dúvida, mandem e-mail. Tá bem. Tá bem. Tá bem. Eu ajudo-vos para terem as coisas prontas. A mim tá-me a dar erro no fornecedor. A mim também tá-me a dar erro. Então contem. A conta N na N está sendo atualmente processada pelo usuário. Não sei quê. O que é que Olha a parte do ec? Não, não podes escolher o mesmo código do que eu. Tens que pôr o teu. Mas eu meto
um qualquer. Sim. E tu és Carvalho. Podes pôr, por exemplo, aí vai isso. FC Zer, tás a aí a a ou fazer o override FC0326, por exemplo. OK. Eu tinha percebido também. Eu eu percebi que tínhamos que usar o mesmo código, por isso é que também não. O fornecedor só pode ter um ID, mas perceberam porque é que não podem usar? Sim, sim, sim. Ele dizia que já estava a ser utilizado aquele forneço. Sim, Érica, mas a nível de conceito, percebeste o porquê de não poderes usar? Sim, sim. OK, percebi. Então, já estamos todos fortes
neste ecrã, não? Então, tenho aqui que Ah, pera aí, pera aí, é que se não me avisares eu não consigo ver. Diz aí. Falta-te um zero. O account grupo é 001. Por norma, os campos têm de estar nesses códigos. O campo tem estar todo preenchido, que se vist que falta ali um carater a partir isso. Mas na dúvida podes usar o F4 para ver as opções. OK. OK. Então aqui temos este campo, não é assim muito utilizado, mas podem ver que é a forma de tratamento. Se estamos a falar com uma empresa, se alguém particular,
isto depois pode ser utilizado, imaginem nas encomendas que manda o fornecedor, colocar lá senhor não sei o quê, mas podemos aqui selecionar a empresa, mas já não é um campo muito utilizado. Temos aqui o campo do nome para indicar-vos o nome do nosso fornecedor. Vocês colocam o nome do vosso. Convém que eh o nome, se depois não souberem o código ou se não quiserem usar o código, seja o nome que vos faça sentido para depois procurar. Depois temos aqui este campo termo de pesquisa. Este campo termo de pesquisa permite eh procurar de uma forma mais
fácil o fornecedor. Das duas uma, ou colocamos aqui o nome mais curto ou então o nome comercial. OK? Imaginem, vou-vos dar um exemplo. Eh, a Valantica antes chamava-se chamava-se Áconsultores. Eh, a Áaco tinha um nome fiscal, não é, que seria o que aparecia aqui, que era a VAR 3F. Mas eu no termo de pesquisa podia colocar ábua e procurar por á e chegar aqui a este fornecedor. OK. Aqui colocam qualquer coisa. Eu pus o nome mais curto. Depois temos aqui a morada do fornecedor. Como campo obrigatório, só temos o país, vamos preencher. Peço-vos Para colocar
em Portugal, OK? Isto porquê? Porque senão entramos aqui em importações no SAP e a máquina pode não estar configurada para esse cenário. Tá num cenário e alguém falar? Ah, era num cenário real. Este campo, rua, código postal e cidades estão de preenchimento obrigatório. OK? Depois temos aqui o idioma de comunicação que está em português. Aqui nós definimos de forma genérica, depois podemos ter exceções, mas com que idioma é que falamos com este fornecedor? OK? Portanto, o que aqui estamos a dizer é que a comunicação, não havendo indicação em contrário, a comunicação que vai sair para
este fornecedor será feita em português. OK? Imaginem que eu tinha aqui a comunicação em francês. Se o meu dado mestre de material não tivesse a descrição em francês, que não tem, ia dar erro ao tentar fazer a compra do material para este fornecedor. Aqui neste ecrã temos aqui estas caixinhas. Estas caixas têm mais campos lá dentro. Se eu carregar aqui, ele expande. Tão a ver? Então aqui no endereço temos imensos campos que podemos preencher. OK? Esta informação é transversal a toda a estrutura organizativa. Aqui podemos avançar clicando em enter ou aqui neste botãozinho, nesta folha
com a seta para a direita, Tá? aqui. Eh, ah, se imaginem se nós tivermos um dado mestre de cliente, eh, ou melhor, se o nosso fornecedor também for cliente, nós podemos fazer a associação entre os dois dados mestre, poder chegar aqui e associar o dado mestre de cliente a este fornecedor. Eles ficam ligados. OK. Aqui podemos avançar esta parte depois acho que vem melhor com que tem aqui os IV, os IV, os Nifs, etc. Aqui temos uma parte de pagamentos que também é ligada à parte financeira. Avançamos. Aqui temos uma configuração de pessoa de contacto.
Se nós tivermos, por exemplo, um comercial neste fornecedor, podemos aqui definir o nome do comercial, a frequência com que falamos com ele, se é mensal, etc. Temos aqui a a configuração para isso. Avançamos. Agora já estamos a ver dados por empresa, OK? Tá aqui a aparecer por empresa. O que é que temos aqui? Temos um campo obrigatório que é a conta de conciliação. Esta conta que associamos aos fornecedores tem que ser o consultor da FI a dizer-nos qual é que é a conta. OK? Vamos aqui fazer F4 e vamos selecionar aqui a conta que acaba
em sete a 2 1007. Esta conta que acaba em sete, depois vamos vê-la a aparecer mais à frente do nosso processo. OK, avançamos. Aqui nesta parte pagamentos contabilidade temos um campo obrigatório obrigatório suas condições de pagamento. Se pagamos a pronta, 30 dias, etc. Podemos selecionar condições de pagamento pronta 001. Se vocês repararem para um detalhe mais à frente, estamos a escolher as condições de pagamento para uma determinada empresa. OK? Depois aqui nesta parte também existe eh aqui uma configuração de verificação de fatura duplicada. A meu ver, isto devia estar por defeito. Não sei porque é
que é um pisco no fornecedor, mas basicamente é de acordo com alguns critérios, o número da fatura, a data, o montante, h, se tentarmos introduzir duas vezes a mesma fatura no sistema, o SAP vai se queixar. Depois aqui por empresa também podemos definir as formas de pagamento que temos com este fornecedor, se é por transferência, se é por dinheiro, etc. E, por exemplo, o banco de empresa que trabalhamos, eh, o nosso banco de empresa que trabalhamos, h, com este fornecedor. Avançamos. Aqui temos avisos que podemos configurar para o fornecedor. Isto não é muito utilizado, às
vezes por atrasos que o fornecedor tenha, mas avançamos. Aqui já estamos a ver dados por organização de compras, OK? Temos aqui o campo moeda de pedido. Vamos dizer através desta organização de compras, eu faço pedidos ao meu fornecedor em euro. OK? Peço-vos para colocar euro para não entrar não entrarmos também aqui em câmbios. Pela 3.000 pode ser em euros. Pela organização de compras 4.000, por exemplo, podia ser em dólares. OK. Depois, lá está, é, são dados que dependem da estrutura organizativa. Depois, se vocês repararem, temos aqui outra vez o campo condições de pagamento e ele
não está preenchido, não copiou o valor que estava eh na outra janela. Porquê? Porque nós podemos ter diferentes condições de pagamento ao nível da empresa e ao nível da organização de compras. Qual é que é a diferença eh quando falamos de um fornecedor ao nível da empresa e ao nível da organização de compras? Ao nível da empresa é para operações financeiras, OK? Eh, nós podemos ter faturas financeiras, etc., não fazer nada pela logística, por organização de compras, é para os processos que são feitos pela logística. O que é que é isto? fazer os processos pela
logística ou não. Ainda não entramos aqui nos documentos, mas imaginem se nós fazemos uma encomenda a fornecedor, se rececionamos a mercadoria, etc. Isto é feito pelo processo logístico, OK? Pedido de comprar fornecessor, etc. É logística. Se for uma coisa meramente financeira, que é, imaginem, eh, eu pago despesas aos colaboradores do bilhete de comboio que ele comprou, h, que ele comprou na na estação. O fornecedor tem o talão da máquina, o bilhete do metro, eh, e eu faço uma operação meramente financeira, OK? Eh, crio a fatura de de fornecedor do talão, OK? Não há aqui uma
encomenda a fornecedor, etc. Portanto, temos aqui que é o comum nas empresas, processos financeiros e processos logísticos. Aqui podemos preencher com a mesma condição de pagamento, a 001. Perceberam a diferença entre fazer coisas ao nível da empresa e ao nível da organização de compras? Não há questões? Hum, não, não. OK. Depois temos aqui estes piscos. Vamos piscar o primeiro pisco. Primeiro pisco é revisão de fatura baseada em entrada de mercadoria. O que é que é este pisco? Nós eh já vamos ver em mais detalhe. Agora, fora SAP, o que é que acontece normalmente o o
o padrão nas compras? Eu faço uma encomenda a fornecedor, o fornecedor envia-me o material que eu encomendei e eu receciono esse material, certo? Faço a receção de mercadorias. Depois o meu fornecedor envia-me uma fatura para eu pagar, certo? Processo normal. O que eu estou com este pisco a dizer é e em sistema, ou melhor, o sistema vai estar à espera de uma fatura de acordo com o que eu recei. O que é que eu quero dizer com isto? Se eu encomendei ao meu fornecedor 10 unidades, se o meu fornecedor só me enviou nove, o sistema
está à espera que a fatura seja de nove unidades, certo? Porque foi as unidades que ele me enviou. O que ele diz é: "A fatura deve ser baseada com a entrada de mercadoria que foi dada". A mesma coisa que se eu encomendei 10 unidades, o fornecedor enviou-me 200, pá, e não me disse que aquilo era uma uma oferta, o SAP está à espera de receber uma fatura de 200 unidades. OK? tanto tá para cima como para baixo. Depois temos aqui estes piscos de faturação automática. Isto é uma coisa que se vê eh bastante. Faturação automática,
não, autofaturação. Isto é uma coisa que se vê bastante. O que é que é isto? Eh, imaginem que eh eu tenho uma loja, pá, em tempos comprei uma loja, aquilo correu mal e eu agora estou a alugar a loja a uma empresa. Pá, mas eu não sou uma empresa, sou uma pessoa particular, portanto não tenho estrutura nenhuma, nem para contabilidades, nem nada. Então, o que é que eu posso acordar com a empresa a quem eu estou a alugar a loja? A empresa pode-me dizer: "Olha, Joana, tu não precisas de me enviar a fatura da renda
todos os meses, não tens que ter essa preocupação. Eu emito a autofatura por ti." OK? Portanto, a empresa automaticamente todos os meses emite uma autofatura de 1000 €. OK? Ele emitindo autofatura, fantástico, ela fica disponível para pagar e eles só me fazem o pagamento. OK? nestas situações eh em Portugal eh não sei se estão a par, mas as empresas têm de enviar mensalmente o SAFT, OK? Nestas e E o que é que é isto do SAFT? Portanto, todas as faturas eh faturas, créditos, etc, emitidos, mensalmente têm que ser comunicados às finanças. OK? E é o
SAFT vem com essa informação. Neste caso, como não fui eu que eh emiti? O que é que a empresa tem de fazer? Como foi a empresa a emitir autofatura, é ela que tem eh a fatura para o SAFT. Então, a empresa tem de extrair o SAFT, enviar para mim para eu colocar o Saft na Autoridade Tributária, OK? porque eu não tenho forma de gerar um saft porque não fui eu que emiti a fatura. OK? Hum. Isto depois quando se emita autofaturas, este processo também pode ser todo automático. Depois temos aqui o campo pedido automático, como
eu vos falei. Portanto, este campo existe tanto ao nível do material como ao nível do fornecedor. E ao nível do fornecedor está aqui. Lembrem-se só que a junção dos dois é que ele cria então as compras automáticas. Aqui está. Clicamos em enter. Aqui temos a definição das funções de parceiro, que também já falamos na na última sessão. Se eu quisesse chegar aqui e colocar outro fornecedor para ser o emissor da fatura, chegava aqui e colocava o ID eh do outro dado mestre do fornecedor e ele depois fazia a respectiva associação no processo. Clicamos em enter
e gravamos. Apesar da mensagem dizer cliente, o que criamos foi o fornecedor, tá? Aqui a nível de fornecedor, a mesma lógica dos materiais. Se nós quisermos expandir o fornecedor, por exemplo, para outra empresa ou para outra organização de compras, utilizamos a XK01. OK? Mais uma vez, XK01, criar e expandir fornecedores. OK. Dúvidas? Fornecedores, Estamos. Vamos então para o terceiro dado. Mestre. Este terceiro dado mestre, tal como tínhamos falado, é de criação opcional, OK? Que é o registo info transações ME 11, 12 e 13. E vamos aceder à ME1. Tá. Sim. Aqui o comportamento pode não
ser igual para todos. No meu caso, ele preencheu o fornecedor e não preencheu o material. Não quer dizer que no vosso tenha tido o mesmo comportamento. OK? Vamos. Eh, se o se vocês tiverem os dois campos preenchidos com a vossa informação boa, eh, quem não tem, procura a informação que está em falta. No meu caso, eu vou procurar aqui o material. Ele não preenche. O que é que é suposto se preenchermos? O meu não tá nada preenchido. O fornecedor e o material. Nós agora vamos criar um registo info para um determinado fornecedor e determinado material.
Desculpa, João, tu tinhas dito que a transação era MN01. M me m me m Ég. Ah, ok. Ok. Desculpa, Ja, podes explicar outra vez o que é que é o registro info? O registro info é um dado mestre que tem a informação de duas perspectivas. Eh, de um material para um determinado fornecedor. Existe informação que não faz sentido estar só ao nível do material, nem só ao nível do fornecedor. Faz sentido nesta junção dos dois. OK. Ya. Ao vermos, ao entrarmos e vermos agora algum alguma informação, vai vos fazer mais sentido o porquê de estar
ao nível do registo. Isso. Eric, encontraste os teus dados mestre? Encontrei, mas não sei o que que o que é que eu ponho no material. Não aparece. Tem que ser o teu material que tu não tiveste na Ah, foi o esqueçam tudo tudo nesta o material que criaste no início Da aula querescer não tá a aparecer o material esa aí qual é que é o teu user5 05 não aparece. Ele diz que diz nenhum valor para esta seleção. Pronto, o teu é farinha de milho, não é? Olha, partilha o ecrã. Só para usares aí a
ajuda de pesquisa, pode dizer o código. Onde é que eu estou? Acho que estás aqui, estás no mundo. Não estou. Em que página é que eu estou? Não sei. Não sei se já tá a aparecer. Espera aí. Pronto, eu copio. Quando dá. Ah, pronto. Depois aparece. Olha, mas espera aí, estás a ver nesse ecratos? Estás a procurar pelo material por número antigo. Clica na opção à esquerda. à esquerda onde diz número texto ah, tu já estás a pôr o código. OK. Pronto, olha, clica aí. Agora já te vai dar. Não, continua a dar a mesma
coisa. Ah, porque que eu tenho que pôr duas vezes aqui. Ah, estavas a procurar na descrição. Apaga o de baixo, o de cima. Desculpa. Não, a tua descrição não é essa. Apaga. Enter. Sim, entra. Ah, agora já digo. Tá pronto. Tu como sabes o código não precisavas de usar o F, podias escrever diretamente. Sim. Aqui. Mas quando eu estava a escrever, ele não estava a aparecer. Tava aqui podias escrever diretamente, não precisavas de usar aqui. Hum. Escrevias aqui aqui o código. OK. Obrigada. De nada. Joana, conta-me. Eu quando abro aqui o material, não sei porque
eu não decorei o número do meu. Sim. Eh, depois isto abre aqui procurar objetos em classe. Ah, já sei. A partir do ecrã. Sim. OK. Aí, eh, carrega. Ah, estou em dúvida. Olha, ou carrega no verde o quê? Trás. Sim, é isso. Carrega agora na primeira opção. Isso. Pronto, já tá. Porque a pesquisa agora podes procurar aí. Porque a pesquisa por lá se abre isso. O teu material só se chama mesmo ovos? Era ovos galinha. Ai, fechei. Ah, como é que era? Aí é carregas na lupa ou F4. Hum. Ovos asterisco. Ah, pode ser. Podes
ver isso. Ah, era isto. OK. Obrigada, Dan. Já temos farinha e ovos. Já não falta tudo para o bolo. Alguém queria o açúcar? Eu queria, por acaso. É, olha. Ah, temos que ver agora. É bolo de quê? Cenoura. Pode ser. O dia iogurte. Alguém tem iogurte? Um fubá. Já tem farinha. Farinha de milho. Ah, pois é. Isso é bom, Érica. Esse vou fumar. Sim, sim. Nunca comi. Sim. Eu vem fazer. Tenho que ver. Fubá, né? Sim. Fubá. Ok. Depois vou procurar. Portanto, aqui vamos criar um registro info para o nosso fornecedor e nosso material. Organização
de compras é o 3.000. Nós criamos um registro info para uma organização de compras. Depois pode ser ou não específico de centro. OK. Aqui podemos deixar eh limpo e fica e transversal para todos os centros. todos os centros afetos à organização de compras 3000. Depois temos aqui esta opção, nós temos quatro tipos de registro info. Temos o registo info normal, que é o mais comum de ser utilizado e para quase todas as situações. Depois temos as três exceções. Podemos ter o registro para processos de subcontratação. O que é que é isto a subcontratação? Imaginem que
eh nós fazemos e por exemplo o caso dos bolos, eh nós produzimos bolos, OK? Mas depois eh não temos não pomos a cobertura de chocolate, por exemplo, hratar, não pomos a cobertura porque não temos essa máquina, não temos conhecimento, o que seja. E o que nós fazemos é subcontratar esse serviço, OK? Portanto, nós enviamos os bolos, o fornecedor põe a cobertura e envia-nos o bolo já com a cobertura. Isso é um serviço, o uma compra de subcontratação, OK? Subcontratamos ao que não que não fazemos, ou de forma permanente ou temporária. Depois temos compras por pipeline.
O que é que é isto? As compras por pipeline é por pelos tubos como a água, não é? Para as casas, etc. Eh, portanto, não há aqui uma um uma entrega de mercadoria, etc. Depois temos o último caso de processos de consignação. O que é que é o processo de consignação? Sim, um exemplo. Imaginem que eu faço brincos em casa, OK? Eh, e agora quero pôr os meus brincos à venda numa loja. Esta parte da consignação é, eu posso pôr os meus brincos à consignação na loja, OK? Estão lá disponíveis para venda. Eh, mas os
brincos pertencem-me, OK? O stock é meu, não é da loja. Se os vendi, fantástico, depois a loja faço contas com a loja. Se não os vendi a qualquer altura, posso ir lá e ir buscar o stock. OK? Aqui vamos escolher o registo info normal e clicamos em enter. Um dos campos importantes aqui no registo info é este material do fornecedor. O que é que é isto? Este código, no meu caso, o 100 18325, é o código material interno. Eu aqui posso dizer qual é o código de deste material neste fornecedor. OK? Este é um dos
campos que só faz sentido estar nesta perspectiva, certo? Eu não posso Ter este campo ao nível do material porque o código depende do fornecedor a quem eu o compro. Certo? Sim. Não, talvez. Tá claro? Portanto, diz não. Sim, sim. Claro. Sim. Portanto, eu aqui nesta neste contexto digo este material para o meu fornecedor tem o código 453. OK? Isto é útil porquê? dois cenários comuns. Eu posso ter um fornecedor que me diz: "Olha, OK, eh, pá, eu forneço o material, mas sempre que tu me fizeres encomendas, eu não preciso de saber o teu código. O
meu código tem de vir nas vossas encomendas." Isto porquê? para eu facilmente identificar a que produto é que vocês se estão a referir. Outra situação muito comum tem a ver com as comunicações via EDI. O que é que é isto? Eh, EDI são comunicações eletrónicas, OK? É exchange, data, interfaces qualquer coisa. Ah, eu não é exchange. Electronic data. Não sei se é interface, posso ver aqui. Portanto, são comunicações eh eletrónicas. Agora, Deixa-me ver o que é que é o que me esqueci. Ele data, interchange. Hum, estas comunicações eletrónicas, o que é que significa? Eu posso
criar uma encomenda ao meu fornecedor e ela automaticamente gerar uma venda do lado do fornecedor. OK? Portanto, os os sistemas falam-se entre si. Esta comunicação é daí, não. O o fornecedor não tem que ter obrigatoriamente SAP, OK? Pode ter outro sistema completamente diferente e mesmo assim eu ter esta comunicação com ele. O que é que acontece? Tem que haver aqui um broker no meio que faça o mapeamento das coisas. OK? Se do nosso lado sai uma encomenda num determinado formato, alguém tem de trabalhar nesses dados para depois conseguir entregar essa informação ao fornecedor. Para estas
comunicações via, eu tenho de ter um mapeamento de materiais. Porquê? Porque eu se lhe mandar uma encomenda com o meu código material, quando entrar no sistema de fornecedor, aquele não entra porque diz: "Não faço a mínima ideia que material é que é este". OK? Portanto, este mapeamento entre materiais do nosso código e do fornecedor tem de estar em algum lado, ou do nosso lado e ou do lado do fornecedor, OK? Podemos ter ambos por uma questão de segurança, OK? Aqui depois temos estas unidades medida de pedido. Eh, isto veio do dado mestre de material, OK?
Se eu quisesse contrariar aqui o que está no dado mestre de material, podia contrariar e seria este que prevalecia. Podemos alterar aqui, por exemplo, eh, houve uma colega que não pôs depois as unidades de medida. Já não lembro quem é que foi. Podemos alterar aqui, por exemplo, não aparece aqui a caixa. Ah, tá aqui. Tava a ver. Podemos alterar aqui a unidade de medida para caixa. Por exemplo, ele fez a conversão. Cliquei em enter para outro ecrã. Querem que vá para o ecrã anterior? Posso ir? Esperem aí. Deixa-me só preencher isto e já volto. O
aqui o que é que eu fiz? Contrariei o que tá no dado mestre de material e disse que este material para este fornecedor eu faço a compra em caixas. OK. Põe aqui a caixa. Diz-me Armando. Não, não. Ai, não. Ah. Eh, põe aqui as caixas e avançamos. Clicamos em enter e entramos em dados de organizações de compras. Tá aqui. O que é que temos? E quando eu ponho caixa, a discussão, quando eu ponho caixa, dá deve dar um aviso, não é, Marlinho. Sim. A minim aparece-me a des verificar unidades de fatic unidad é enter e
são avisos agora já avançou ah já foi. Tá obrigada. O que que ele tá a dizer é olha fiz a conversão. Estou a dizer que uma caixa é 100 unidades. Valida se isto está OK. OK. Tá sim. Aqui temos este campo obrigatório, quantidade normal. Este é um dos campos que costumamos retirar. obrigatoriedade, que é a quantidade que normalmente encomendo ao fornecedor. Aqui podemos colocar um. Depois temos aqui esta parte das tolerâncias. O que é que nós aqui podemos definir? Podemos definir que, pá, se eu encomendo 10 unidades ao meu fornecedor, e se eu, se ele
me enviar 15, eu não vou aceitar, OK? Ou se ele me enviar 11, eu não aceito. Nós podemos definir se se ficar assim estes três campos sem preenchimento, se eu encomendei 10, ele tem que me enviar 10. Senão, o que é que eu posso fazer? Posso pôr aqui um limite percentual, pá, faça o que eu encomendei. Mais 10% ou menos 10% eu aceito. Mais do que isso não, por exemplo. Ou então posso ter aqui este pisco de ilimitado e eu posso encomendar 10. Se ele me enviar 10.000, o sistema vai deixar. OK. Aqui nas tolerâncias,
eh, tem que ser em atenção a uma coisa. Muitas vezes quando as empresas eh implementam SAP querem ser muito rígidos, né, querem melhorar processo, etc. Só que nós há há determinados cenários que temos que ter em atenção. Vouvos dar um exemplo simples. Imaginem que nós temos um determinado material que compramos ao peso. Eh, encomendamos ao nosso mat ao nosso material, encomendamos ao nosso fornecedor 50 kg de batatas. Quando o fornecedor me envia as batatas, eu vou, apesar e que Ele não pesa 50 kg e pesa 50,200 g. Não faz sentido o sistema me bloquear, OK?
Porquê? Eu não vou tirar 200 g de batata para dar ao fornecedor para aquilo bater certo. OK? E então nestes nestes materiais, por exemplo, que são ao peso, convém dar aqui uma tolerância. para não ser eh impeditivo de eu fazer estas receções. Depois temos aqui este pisco piscado porque veio do fornecedor, que é o tal revisão das faturas baseada em entradas. Temos aqui este campo, código de imposto. Este campo nós pomos como obrigatório, OK? de preenchimento obrigatório, que é para indicarmos qual a taxa de IVA eh neste contexto. Isto porquê? Porque h a taxa de
IVA depende de duas coisas. A quem eu estou a comprar, se é um fornecedor português, se é um fornecedor chinês, que seja. E também depende do tipo de material, certo? porque há materiais em taxa de 23%, outros que são isentos, etc. Portanto, aqui mais uma vez é o cenário perfeito para eu colocar a taxa de imposto. OK? E vamos aqui F4 e selecionamos a opção 10. Compramos nacional e tem uma taxa de 23%. Isto do facto do imposto estar ao nível do registo info, faz-vos sentido? Perceberam a lógica? OK. Depois temos aqui o preço, portanto,
a quanto é que compramos hh este material a este fornecedor. OK. Nós o preço, ele aqui por defeito pôs a caixa porque nós alteramos a unidade de medida, mas podíamos ter o preço noutra referência qualquer. OK? Até podemos pôr aqui, por exemplo, 0,70 cêntimos. Está cara a farinha por uma unidade, por exemplo. Pois o sap vai fazer a conversar. Tá. Se eu quisesse, lá está, agora eh, pus isto. Se eu quisesse pôr o preço por uma unidade e tivesse três casas decimais ou quatro, eu podia pôr 0,725 por 100 unidades. OK? Não é zer, desculpem.
725 por X unidades. OK? Clicando em enter, eh, ele está, apesar de não ter aqui o pisquinho de campo obrigatório, ele está-se a queixar e a dizer que este é Um campo obrigatório. OK? Este grupo de compras é o grupo de compradores que também falamos na estrutura organizativa. Se fizermos F4, podemos escolher, é irrelevante aqui para o processo, o grupo de compradores 001 de compras gerais, tá? E agora vamos aqui ao botãozinho condições aqui em cima. Aqui os avisos e está. Estamos aqui fortes neste ecrã. Sim. OK. Agora aqui a nível de preços, nós em
sap temos uma figura que é o Não, não, peço desculpa, Joana, como é que chegaste a esse menu que eu não percebi? Desculpa. Tava aqui. Sim, sim. E agora aqui condições. Ele dá um aviso. Não, não é magia. Partil ec fácil. Como é que eu faço para partilhar a tela toda? Desculpa. Quando fazes share, Aham. Em cima tem ecrã inteiro e a e em baixo tem Windows application. Escolhes a do ecrã inteiro, as opções de cima. conteúdo. Olha, não percebi, mas eu vamos ver o que é que Olha, mas está fantástico. Pronto, aí carrega em
condições. Enter, então é muito chato. OK. Enter. Ok. Vê se este pelo cansaço. É, não é? É, às vezes é que funciona. Obrigado, não aqui, portanto, nós h o que eu vos vou explicar não é uma cena específica da M, OK? Também vou ver em ST. Nós a nível de de preços, portanto, nós temos um objeto em SAP que é o esquema de pricing. E este esquema de pricing, o que é que é? Ele é constituído por tipos de condição. Quando eu falo em tipos de condição, falo em preços, descontos, impostos, etc. E este esquema
de pricing o que faz é fazer as contas eh destes tipos de condição, soma, subtrai, táo ao fim e temos o valor final, neste caso da compra. Estes tipos de condição, como eu vos estava a dizer, podem ser preços, descontos, etc. Nós vemos aqui, por exemplo, que temos este tipo de condição, que é o P00, que é um tipo de condição de preço, OK? E estes tipos de condição podem ser, passa a redundância de diferentes tipos. Por exemplo, eu posso ter um tipo que é montante por quantidade, que é o caso do preço, que é
um preço por, neste caso, uma unidade. Posso ter eh outro tipo de condição, que é, por exemplo, o montante absoluto. Independentemente da da quantidade que eu estou a comprar, tem ali um montante definido. OK? Imaginem, por exemplo, descontos. Se eu tiver um desconto de 10 € e é um montante fixo, OK? Absoluto, porque não, eu não tenho um desconto 10 € por unidade naquela compra tenho um desconto de 10 €. E depois outro tipo de condição muito comum é o tipo de condição percentual, que também é muito utilizado nos descontos, eh, em impostos, etc. OK?
Isto depois a nível tipos de condição temos imenso, estou-vos a falar do do dos três principais, mas temos eh outros cenários possíveis. Nós ao criar aqui o preço, o SAP a nível de preços funciona sempre com datas, OK? Ele por defeito o que é que coloca que o preço é válido desde o dia que estamos a criar até ao final da vida. Preço vitalíssimo. Quando vocês veem em SAP 31/12 9999 é uma coisa vitalíssima. E nós aqui eh, portanto, podemos definir preços em intervalos de tempo. OK? Imaginem, não é boa prática mantermos os preços com
esta validade, OK? Porquê? Porque depois cai em esquecimento. Então, imaginem, eu podia chegar aqui e definir o preço para o ano inteiro, OK? E depois imaginem que eu sei que em agosto o fornecedor me faz um preço especial. Eu posso também dizer que no mês de agosto tenho, não é 70 cêntimos, é 65 cêntimos. E posso registrar isso tudo em sistema, por exemplo, no registo info e depois automatic automaticamente o SAP vai buscar o preço correspondente a uma determinada data. OK? O que é que eu quero com isto dizer? Eu em janeiro posso carregar, se
eu já souber, todas as variações de preço até ao final do ano. OK? Hum, aqui eh estamos a registrar o preço, mas se houvesse outro tipo de condição que é sempre igual neste Cenário, também podia registrar aqui no registo IV. A nível de preços, o que é que nós também podemos definir? Preços por escalas. Temos aqui, depois se quiserem explorar é aqui este botãozinho eh azul. O que é que é este preço por escalas? Eu posso ter, por exemplo, se eu comprar até 5000 unidades é 70 cêntimos. De 5.000 a 50.000 já é 60 e
a partir dos 50.000 já é 50. Posso definir os preços por escalas e o SAP automaticamente vai-me buscar o preço respectivo. OK? Mas atenção, é este preço por escalas, não é em diferentes pedidos de compra, OK? É isso já é outro outro cenário. É, imaginem numa compra eu fazer eu comprar 50.000 unidades. OK? E aqui podemos gravar. a nível de preços e de esquema de pricing. Depois vamos ver com mais detalhe no documento de compra. OK. Dúvidas? Hum. Diz o Armando. Não, não. Ok. Se depois também quiserem procurar, posso abrir aqui a transação das lofs
para indicar a que fornecedores é que eu Posso comprar um determinado material. É a transação ME01. Vou colocar aqui para ficar registado. Pronto. Aqui para um determinado material centro vocês podem colocar aqui quais são os fornecedores. OK. Mas ali na não tem que ver o o perí como eu posso ver a a relação que tem um material com um fornecedor a nível de registro info? Uhum. Podes vir aqui. M03. M13 13. Podes procurar aqui no Tu queres, por exemplo, o material. Espera aqui o material. Aqui no campo registo info. Se eu fizer F4, posso ver
aqui. Deixa ver se tem por material. Registo info por material. Coloco aqui o número de material. para ver todos os registros info que tenho. Ele aparece-me aqui. Só tenho um neste caso. Ah, ok. Ok. Ok. Mas podia pôr, por exemplo, vou pôr, vou tirar só aqui este para ver de baixo. Por exemplo, aqui são materiais diferentes, mas imagina que era o mesmo aparecia assim. OK. OK. Os números do registro info ninguém os decora. Ele sabe dá, atribui. Nós nem olhamos mais para ele. Dúvidas? Não havendo questões a nível de dados mestre, estamos. Vamos agora para
o processo de compras. Deixa-me só abrir isto. Abre aqui o PowerPoint. Toca tocca já vemos. OK. Então aqui a nível de processo de compras, o que é que nós temos? Existem eh existem alguns documentos no processo de compras que nós podemos utilizar, OK? Em Sap, quando nós montamos processos de compras, eles não têm que funcionar todos da mesma forma, OK? Imaginem que Eu compro materiais corte da minha empresa, portanto nós produzimos bolos, eh compramos as farinhas, os ovos, etc. e são materiais do meu negócio. Mas imaginem que eu também compro as folhas, as canetas, etc.
Quando eu compro canetas e quando eu compro farinha, e estes dois materiais não têm de ter o mesmo processo de compras, OK? não é obrigatório. Eu posso ter diferentes processos de compras eh montados eh na na nossa empresa. Estas, portanto, estes processos de compras implicam documentos diferentes. No entanto, existe um documento que, salvo uma exceção, está sempre presente aqui nos processos de compra, que são as PO. As PO de parch order são as encomendas que nós fazemos ao nosso fornecedor. Eh, nós nós sem sabe costumamos chamar-lhe a as PO ou pedido de compra. E este
documento é aquele documento que efetiva a encomenda ao fornecedor, OK? é aquilo que quando eu registo em sistema, envio ao fornecedor para ele me h me me entregar a a mercadoria que eu pedi. E estas PO podem ser criadas com ou sem referência. O que é que é isto? A referência é ter um documento antecedente. OK? Portanto, eu posso ir a Sistema, eu já vamos ver quais são os documentos antecedentes que que a PO pode ter, mas eu posso ir a sistema e chamar um documento antecedente para fazer a criação da PO ou então posso
ir diretamente ao sistema e criar o pedido de compra sem haver e documento nenhum h para usar. Quando falamos em criar o pedido de compra com referência, nós temos quatro tipos de documentos eh que podem ser usados. Podem posso criar pedidos de compra com referência a outros pedidos de compra, para me facilitar ali o preenchimento, se aquilo for tudo igual. Depois posso criar pedidos de compra. com referência a requisições de compra. O que é que é isto? Ó Filipa, estás a escrever? Senão, talvez era só para ver se se haverá andado. Acho que perdemos a
Filipa. Podemos criar os pedidos. Portanto, Filipa, se ela está a ouvir. Podemos criar com referência a requisições. O que é que são as requisições de compra? São as necessidades internas registadas do nosso sistema que falávamos há bocadinho, OK? Estas requisições de compra não saem para o fornecedor. Muitas vezes elas nem têm a identificação de quem é o fornecedor. OK? E estas requisições podem ser criadas de diferentes formas. Eu vou-vos explicar eh vou-vos mencionar eh três formas comuns de haver a criação destas requisições. Uma das formas é a criação manual. Imaginem que nós trabalhamos eh numa
empresa eh que tem departamento de compras eh e por exemplo o meu rato avariou-se e eu agora preciso de um rato. Que é que eu posso fazer? Posso criar, posso ir a sistema e criar uma requisição de compra de forma manual para o departamento de compras saber que eu tenho a necessidade de comprar um rato. Depois temos eh dois cenários muito comuns para a criação destas destes documentos. Um deles é pelo por uma funcionalidade que é o MRP. O que é que é o MRP? O MRP é uma coisa que não é de SAP, OK?
É da vida. O MRP é uma funcionalidade que faz o planeamento das necessidades. Um dos exemplos para usar o MRP era aquele que o Tambo falava há bocadinho, Que é h imaginem que eu tenho um material que tenho um estoque mínimo que quero garantir. OK? Pá, eu deste material tenho que ter sempre 1000 unidades. Então, o que é que o sap faz? Pá, vai ver todas as necessidades que eu tenho para usar esse material, seja em vendas, em produções, etc. e vai dizer alto que eu vou andar aqui a produzir e quando eu lançar esta
produção, o meu material vai ficar com stockque inferior a 1000 unidades. Isto não pode acontecer, então vou gerar uma necessidade de compra, vou gerar uma requisição. OK? H, quem e este MRP pode ser para garantir então os estoques mínimos, pode ser para garantir estoques para produções que eu vou fazer, para vendas que eu também vou ter despedir, etc. OK? Portanto, ele vê as necessidades que existe de diferentes perspectivas e vai sugerir então essas compras. Outro cenário muito comum para criar requisições de compra é aqui com o módulo de SD, o módulo de vendas. Imaginem, isto
é um exemplo de vários cenários que podem existir. Imaginem que nós eh temos uma loja online, OK? Eh, e a nossa loja online vende capas de telemóveis. Ah, só que, pá, nós não fazemos estoque das capas telemóveis. O que nós vendermos, vamos comprar ao fornecedor Para satisfazer aquelas vendas. Neste caso, o que é que nós podemos fazer? Pá, temos o nosso site. O nosso site tem lá as vendas, não é? Integra as vendas para SAP. Eh, e sempre que é vendida uma capa de telemóvel, pode gerar uma necessidade de compra. OK? Porquê? Porque eu vou
comprar para satisfazer aquela venda. Então, o que é que nós podemos ter aqui? Podemos ter a venda a gerar uma requisição de compra. OK? Até, por exemplo, neste caso das capas de telemóveis, o que é que o SAP pode fazer? Pode gerar a requisição de compra. Imaginem, chega ao final do dia e a nossa empresa vendeu 70 capas de telemóveis. O SAP tem requisição de compra para essa quantidade, consoante as vendas que fez. E depois até podemos pôr o SAP a comprar automaticamente essas 70 essas 70 capas ao fornecedor. OK? Portanto, eu neste processo posso
nem ter interação humana nenhuma, porque eu sei que obrigatoriamente tenho que comprar as capas para satisfazer as vendas online que fiz. OK? Depois sim. Ah, depois outro eh outro documento que temos para utilizar como referência, que não é comum ser utilizado são os pedidos de cotação. O que é que é isto? Imaginem que nós agora precisamos de um fornecedor para nos vender os portáteis. E nós queremos pedir h queremos pedir orçamento a quatro fornecedores, por exemplo. O que é que nós podemos fazer? Introduzimos os pedidos de cotação em sistema, eles são enviados para o para
os fornecedores. Os fornecedores enviam-nos a cotação, preços, prazos de entrega, etc. Nós colocamos a cotação em sistema. Depois o SAP tem ali uma funcionalidade modesta, não é uma coisa fantástica, que nos diz: "Olha, de acordo com estas condições, tu deves escolher o fornecedor X." Nesta neste cenário, o que é que o SAP faz? o fornecedor escolhido. Avançamos com o pedido de compra, os outros três enviamos uma carta de rejeição eh da da cotação. Porque é que este cenário não é muito utilizado? Porque estas negociações, etc., por norma são feitas por e-mail ou por telefone, OK?
Porque senão obriga-nos a ter os fornecedores criados em sistema, etc. Isto está muito trabalho para o que vale. Então, tudo é feito fora de sistema. OK, já tenho aqui uma um acordo com o meu fornecedor. Agora sim, vou avançar com o processo no nosso sistema. OK? Quarto documento que podemos utilizar como referência são os contratos. Eu posso ter contratos com o com os nossos fornecedores. Estes contratos eh têm limite temporal, OK? Portanto, eu faço contrato a 1 ano, a 3 anos, o que seja com o fornecedor. E estes contratos podem ser de dois tipos. Podem
ser contratos de valor ou contratos de quantidade. Funciona igual para a quantidade. Vouvos dar o exemplo do valor que acho que é mais fácil de perceber. Eu posso ter um contrato, portanto, anual para 2026 com o meu fornecedor para determinados materiais e eu tenho um contrato de valor que é até 1 milhão de euros, por exemplo. Então, o que é que vai acontecer? que nós vamos depois fazendo encomendas com base nesse contrato quando chegar a 1 milhão de euros, contrato caduca. OK? Pode podemos até ter chegado ao 1 milhão de euros em outubro ainda não
termos eh não termos acabado, não estarmos em dezembro, ainda não ter acabado o limite temporal, mas atingiu aquele valor máximo e o contrato terminou. H, aqui os dois cenários muito comuns a ser utilizados são as requisições e os contratos, OK? São dois cenários que existem quase sempre. Aqui a nível de contratos, nós no nos contratos também colocamos preços, taxas de IVA, etc. OK? E agora temos aqui um cenário que é, pá, eu coloco o preço no registo info, eu ou melhor eu posso colocar um preço de compra no registro info para o material 10 fornecedor
A, mas também posso ter um contrato para o material 10 e fornecedor A. OK? Nada me impede. Nestes casos, o que é que prevalece? O que prevalece é o contrato. Porquê? Porque o contrato é um documento oficial que eu tenho acordado com o meu fornecedor. OK? Há aqui um alinhamento entre as partes. Enquanto que o registo info é apenas um dado mestre que serve para eh me ajudar nos processos. OK? Portanto, a informação do contrato deve prevalecer face à do registo EV. OK. Pergunta. Conta como é o o caso quando eu sou como é? Hum.
Quando eu preciso uma coisa que eu também faço, eh, exemplo, hum, não sei se é o caso, mas imagina é Pingo 12, ele tem comida, mas tem um restaurante. Então, eh, Pingo 12 faz um contrato com Pingo 12 dentro de SAP. Estás a Quando o preço estás a dizer o restaurante do Pingo Doce faz um contrato com o Pingo Doce supermercado. Aham. Depende se são empresas diferentes ou não. Ok. Não. Então melhor outro exemplo e uma empresa de hum informática, imagina tem assim aluga a servidores, então também precisa servidores para alugar o sistema que que
ele precisa. Eh, é há uma empresa que aluga servidores a outra. Humum. Mas também precisa para ela mesma. Ah, mas aluga servidor que é clientes. Sim. Infraestrutura. Sim. Imagina, tens uma uma Amazon. Aham. Que aluga servidores e empresas, mas também para consumo próprio. É isso. Exatamente. Sim. E qual é a questão? que como é o processo quando quando é para para assim é sim, há aqui duas coisas e nós aqui estamos a falar em contratos de compras com o fornecedor. Por exemplo, no caso da Amazon, os servidores são deles, eles não vão eh não tá
não vão pedir servidores ao fornecedor. diferente. Diz, quando é serviço é diferente. Não podes ter contratos de serviço. Então imagina, então espa aí noutra perspectiva que é a nossa empresa Aluga servidores da Amazon. Eu posso ter um contrato com a Amazon, posso fazer um contrato. Eu não sei como é que são pagos os servidores, por acaso, mas eu posso fazer um contrato com a Amazon para um serviço que é lugar de servidores e ter lá o preço acordado. OK. OK. Mas agora imagina que nós trabalhamos na Amazon, os servidores são nossos. Não é? Eu não
compro nada ao fornecedor. Os não compro, não alugo servidores ao fornecedor porque eles são nossos. Depois eu posso é ter contratos com o cliente a quem eu alugo, às empresas. OK. Eu tenho contratos, seja na vertente de compras, seja na vertente de vendas. Eu acho que não sei se posso pesso não sei se certo. Acho que aqui estamos a falar em termos de nós temos h estamos a falar de imobilizados ativo fixos tangíveis da própria empresa nesse contexto se calhar A gestão disto seria no âmbito dos imobilizados que não é não é chamado aqui se
calhar como estamos a falar de imobilizados não era nesse sentido, Armando, eu acho que é isso. Pronto, o que eu percebi mais ou menos a a ideia, não sei se se é isso a falar duas coisas não acho que que que que que percebi eh falar da gestão do porque o Armando estava a tentar explicar do do equipamento que é que é um equipamento que é para os clientes, não é? Aí como gerimosção e a outra é nós mesmos usarmos. Pronto, estamos ver aqui o queizar vai ser gerido a nível do dos imobilizados para a
própria empresa nesse nesse contexto, acho eu. Prontos, vou vou vou dar um exemplo. Eh, meu trabalho e eles têm uma negócio como Amazon, ele faz e aluguel de infraestrutura, servidor e toda a coisa. Aluga a Amazona, a Amazon é forno? Não, não, não, não, não, não. Ele tem própria infraestrutura. Elas alug, desculpa. infraestrutura, servidores, data center. Sim, e eles alugam a customers. Sim. Então, ah, já percebi. OK, já percebi. Também tem coisas internas. Então, por exemplo, eu Uma vez precisei fazer uma ordem para eh remover um servidor, uma coisa ali, mas fiz uma ordem para
a própria empresa. Então, deixa ver se eu percebi. Imagina a nossa empresa aluga servidores à Amazon e vende aos clientes. Ah, queres Amazon? Queres da Amazon? Ah, queres Amazon? Então, ou seja, o core business da empresa, o core business da empresa é aluguel dos servidores, é o core business da empresa, aluguer de de de dos servidores, né? Nesse contexto, os servidores estão como mercadorias nossas da empresa para vendermos aos os servidores são nossos? Sim. Não são são pronto, são não são da empresa, mas são mercadorias para serem vendidos ou alugados a clientes. Sim, mas são
nossos. tentar explicar num outro contexto é a mesma empresa possui equipamentos que são os alguns servidores nesse nesse contexto que são para o uso na própria empresa. Não sei se isso ah isso eu já percebi mas os servidores são nossos são nossos que estão a fingir que trabalhar os perceber qual é a pergunta do Armando. Quero saber se fizer a pergunta se calhar dá para explicar. É assim como o TOR está a falar. Então, eh, quando precisar fazer uma alteração do servidor da Ah, Eu acho que o Armando quer saber é como gerir isso em
termos de aqui que estamos a falar, não é, Armando? Ah, como é a relação do contrato quando a empresa precisa fazer uma coisa com a própria empresa? Acho que é sempre não. Mas se tu imagina se tu precisas de um serviço da própria empresa, tu não vais fazer uma compra a ninguém. Mas eu fiz. Mas fizeste a quem? À tua própria empresa. Uma ordem que precisava ser feita para fazer a Isso. Isso deve ser transferência entre depósitos. Ah, mas isso não é uma compra. Eu acho que ele fez uma ordem de compra e não um
pedido de compra, que são coisas diferentes. É ordem de compra e pedido de compra e sap é igual. pode acontecer, mas eu não sei como explicar isso, mas tem uma coisa em contabilidade que se chama trabalhos para eu eu vou a pesquisar melhor e vou pr a boa. É sim aqui a nível de SAP, tu fazes pedidos de compra em dois contextos ou a um fornecedor e esse fornecedor pode ser um fornecedor externo. Ah, ou melhor, fazes pedidos de compra em empresas eh diferentes da tua. Essa empresa pode ser um fornecedor externo ou pode ser
uma empresa dentro do grupo. OK? Imagina, tu trabalhas no grupo de empresas e podes pedir um serviço a outra empresa do do teu grupo de empresas. Pronto. E depois tens outro cenário que é tu podes fazer pedido de descobro, mas não é esse o cenário pelo que eu percebi. Tu podes fazer, não é pedido de compra, quer dizer, podes fazer um pedido de compra que é um pedido de transferência de stock, que é um pedido de compra entre centros de custas. Sim. Não, centros logísticos. Logísticos. Estou a falar na área logística. OK. Portanto, ou compras
a um fornecedor externo ou compras a um fornecedor do ou a outra empresa do teu grupo que é teu fornecedor, ou podes fazer um que é é na mesma um pedido de compra, mas é uma pedida, um pedido de transferência entre centros, porque aqui não há uma compra, como é entre centros. OK. OK. Então, o que eu percebo agora é que ainda que eu tenho uma só empresa, se precisar fazer alguma coisa assim, é melhor ter uma hum separação lógica, uma empresa para uma coisa e outra assim. Depende. Tu só tens empresas diferentes em SAP
se tiveres contabilisticamente isso. Se as empresas estiverem registadas, tiverem, vou dar um exemplo. Imagina, eu já há muitos anos trabalhei na Valtic, não é? Como consultora de SAP. Nós na, ainda era Áco, nós na Áaco e fazíamos implementações de SAP eh para clientes, mas também fazíamos a implementação do próprio SAP da Áco. OK. Pronto. Quando eu faço para clientes, é uma venda a cliente e vendo-se o projeto. Quando é implementação interna, não vou cobrar nada a ninguém. interno. Trabalhos para a própria empresa, chama-se isso. Sim. Não fazia nada. OK. OK. OK. Pronto. Acho que é
melhor é sempre assim. No limite. Imagina e depois sabe que precisa de licenças por utilizador. HH Mas também não é um bom cenário que as licenças são adquiridas. Hah. Sim. Porque vai acontecer a mesma coisa quando você usa uma licença, tem que deixar o documento que Mas ah, pronto, imagina as licenças, eh, Vou dar um exemplo, as licenças são compradas à SAP. Imagina que eu fazia stockque de licenças. Uhum. OK. Se fosse para consumir pela própria Áco, eu aí tinha que dar baixa, tinha que fazer um consumo das licenças na própria empresa. Mas ali não
precisam contrato, não. Não. Da de quê? Da de de eu estar a implementar o sap da ábaco, por exemplo. Uhum. Aí não deixar um reisto do de porquê? Não, não, porque eu não vou, imagina, eh, eu não vou receber nenhum pagamento, ninguém vai pagar à empresa, percebes? E se eu estou na Abac a implementar, ninguém vai pagar a Áaco por eu estar a implementar, sabe? É um custo da água. Eu acho que e eh pronto, como explicou, se calhar é uma vai uma coisa de de transferência, não é? Porque aqui é assim, por exemplo, eu
tenho, eu vendo computadores e eu depois tenho 10 computadores, depois digo, eh, vou usar dois computadores para colocar na secretaria da minha da Minha própria empresa. Existe uma relação de transferência dentro da própria empresa em termos contabilísticos. Nesse contexto que se calhar aqui tem que ser tratado, não sei como é que vai ser tratado isso aqui no SAP, não é? que é uma transferência da nesse caso nós estamos a falar de de mercadorias vai ser vai ser alterado, ou seja, abolido como como mercadoria e transferido automaticamente como imobilizado. É tratado em termos de a contabilidade
nesse contexto, já que vai anessa a situação. Nesse nesse caso, podes fazer compras para imobilizar, que é uma coisa que depois vamos ver. Ou seja, esses dois computadores deixam de ser eh stock mercadorias, os dois passam a ser imobilizados. E aí não há dinheiro ser envolvido nem nada. Isso é assim, depois vamos ver aqui assim de uma forma geral esta parte das compras para mobilizada, etc. Pode ser que depois te faça mais sentido. Olha, eu acho que sim. Obrigado. Tá, tá. Pronto, aqui a nível de documentos estamos, tem aqui o que eu acabei de explicar.
Isto, Isto aqui depois vemos em sistema, que é mais fácil. Isto também. Pronto, aqui temos um exemplo. Portanto, ah, nós desde nós em todos estes documentos, a, por exemplo, a requisição de compras é o documento mais pobrezinho que nós temos em sistema, OK? Mas mesmo esse nós já estamos e ou já precisamos de dados mestre, OK? por causa do material, o fornecedor pode pode não estar preenchido, mas pelo menos o material eh já temos essa informação. Portanto, os dados médicos já têm estar preparados. Aqui tá um exemplo do que eu falei. As requisições podem ser
criadas de diferentes tipos. Tem aqui os três que falei, depois podem ser convertidas também nestes tipos de documento. Aqui temos uma requisição com aspecto fiorizado. Depois vamos ver isto em sistema. Aprovação de requisição. Nós nos documentos, o que é que podemos ter? Podemos ter e temos na sempre nas empresas sempre é uma palavra muito forte. A maior parte das vezes temos aprovação das requisições, quem sabe nós chamamos liberação, OK? Basicamente, uma requisição, pedido de compra ou contrato, eh, podem ser sujeitos a aprovação, OK? E só depois deles serem aprovados é que se pode dar continuidade
ao processo. Aqui nas aprovações também não convém eu ter aprovações em todos os processos ou em todas as etapas dos do Processo, OK? porque senão depois o um processo de compras demora-me imenso tempo, desde que eu comecei a pedir até que foi ao fornecedor. Pronto. Eh, isto aqui também já falei das cartas de rejeição. Isto também aqui no nosso processo que nós vamos ver na próxima aula, vamos começar com a criação de uma requisição de compra, OK? Depois vamos converter em pedido de compra, portanto vamos criar uma PO com referência à requisição. Depois de termos
a PO criada, fazemos a receção da mercadoria. OK? Portanto, o fornecedor enviou-nos a mercadoria. Depois fazemos o registo da fatura do fornecedor. Fornecedor enviou-nos a faturinha e nós registramos em sistema. Depois da fatura estar registada em sistema, fica pronta para pagamento. Pagamentos é módulo de FI. OK. Eh, nós aqui neste processo vamos ver também estratégia de liberação que está configurada aqui na requisição. Só por curiosidade, eh, aqui na parte da fatura, eh, tecnicamente faz parte de mm, OK? a o registro da fatura do fornecedor é do módulo de mm. O que é que acontece em
muitas empresas? Essas operações estão em equipas mais financeiras. OK? Portanto, às vezes há aqui um, mas isto é financeiro, porque é que eu tenho que falar com a pessoa das compras? Existe aqui esta diferenciação. E este exemplo que nós estamos a ver aqui é o mais comum que é faço encomenda, o fornecedor envia uma mercadoria, depois envia a fatura. Também é possível ter em SAP outro cenário que é faça a encomenda, o fornecedor envia-me uma fatura e só depois é que me envia a encomenda. Vocês veem esse caso nas compras online, certo? vocês encomendam quando
pagam, aliás, fazem o pagamento, recebem depois a a fatura e só depois é que recebem a encomenda. OK? Portanto, todos estes e cenários são possíveis montar em SAP. No mundo empresarial, o mais comum é termos primeiro a receão, depois a fatura. OK? Dúvidas? Tudas? Não, não tem. Tá, tá, dá. Pronto, não havendo mais questões, ficamos por aqui. Voltamos na segunda-feira. Segunda-feira temos dado a perna, OK? HH, voltamos na segunda-feira, eh, e vamos processo de compras, OK? Para os colegas que não têm SAP, eh, convém fazerem, instalarem o SAP e fazerem as aulas, OK? Se tiverem
alguma questão até a próxima aula, podemme mandar e-mail que eu respondo OK? Boa, bom descanso e uma boa semana. Descansa. Descanso para todos.