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ACABOU O PODER DO JOESLEY BATISTA NA CASA BRANCA: e agora o LULA?

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Shimon Oliveira
Paulo Henrique Araújo. O Flávio Bolsonaro está indo defender o Brasil nos Estados Unidos, meu amigo. Pois é, Shimon. Nós temos aí então atualizações em cima disso, porque temos uma audiência pública que será feita no Capitólio aqui no Congresso americano no dia 6 de julho. E nesse dia vai ser discutido questões envolvendo a sessão 301, a portaria 301, que pode ali fazer com que o Brasil seja sobretaxhado em 25%. E o que tá chamando a atenção é justamente isso, porque é uma audiência que qualquer um pode ali se inscrever, né, que tem alguma ligação com o
caso, obviamente, e falar, defender teses, expor e apresentar. E o governo brasileiro, ele não fez nada, absolutamente nada. O governo de Luís Inácio Lula da Silva. E nós tivemos então agora informação de que o Flávio Bolsonaro, senador da República, virá aqui ao Washington e fará esse trabalho, sim, né, de sustentar ali publicamente perante o Congresso americano. E as informações prévias que a gente já conseguiu levantar é de que ele vai eh defender ali a posição de que o Brasil não seja taxado. E isso já gerou ali certas certos tremores, né, dentro do Itamarati, porque eles
estão enxergando isso como uma interferência da oposição nos assuntos de relações internacionais brasileiros. Mas qual a articulação que o governo Lula está fazendo em torno disso? O que nós temos, pelo menos publicamente, é que só o presidente do Brasil, né, o Luís Inácio, ele ataca o presidente Trump o tempo inteiro, leva a questão para uma briga de soberania e a negociação, que é o que realmente importa, não tá vindo a público. Se está acontecendo, ninguém tá sabendo, Chimão. Então agora nós temos aí essa confirmação do Flávio Bolsonaro indo para esse caminho. Ô, ô, ô, ô,
Paulo. Eh, parece, e aí uma informação de bastidores ontem dos Estados Unidos que o Joesley Batista, amigo de Lula, que inclusive foi o articulador para que o Lula eh fosse recebido por Trump aí no passado, parece que ele perdeu a influência lá dentro, porque realmente o Trump derreteu as relações com o Lula e foi de propósito, porque ele disse isso numa entrevista, né? Ele falou que o Lula é volátil, né? Ele falou, aliás, ele disse que o Lula é insignificante, né? Em em trocando em miúdos assim na televisão publicamente. Então, o que que se pode
entender a partir disso? Olha a jogada, né, da oposição. Parece que a oposição tá acordando, hein? tirando as brigas internas aqui no Brasil, que a gente não pode deixar, lógico, não vamos entrar em detalhe aqui essa lavação de roupa suja da direita, mas eh tirando isso, parece que eles acordaram, porque é uma baita de uma oportunidade, visto que o Lula foi enfraquecido mediante ao governo Trump e tá enfraquecido, pessoal. É innegável. Não adianta o Lula dizer isso ou aquilo. Enfraqueceu porque o Trump virou o jogo. Vocês perceberam? antes da prisão do Bolsonaro, antes da lei
magnitsk do Morais que aconteceu no ano passado, o Trump metia o pau no Lula nas redes sociais. Disso vocês se lembram, né? Não era só o Trump, o Marco Rúbio também, a o departamento lá do tesouro americano também, a embaixada americana no Brasil também eh cutucava o Morais, cutucava o Lula. Bom, o Lula consegue um acordo com o Trump. Na mesma hora param todas as hostilidades de Trump e sua equipe contra o governo brasileiro. Parou. O Trump nunca mais tinha falado nada. Muito pelo contrário, ele tinha elogiado o Lula em público. Bom, vem o G7,
tudo muda, aliás, começa a mudança na visita do Flávio Bolsonaro. E aí nós comentamos aqui, Paulo, eh sobre essa mudança que está acontecendo nas Américas e da falta de ação do Lula em apoio a esse projeto de Donald Trump e dos Estados Unidos. A as relações ali realmente azedaram de vez. Vai o Flávio pros Estados Unidos. O Flávio tem a foto revelada, tem todo, tem tudo aquilo ali, né, vindo à tona. Vem o G7, Trump ignora o Lula, o Lula faz aquele papelão ridículo e aí vem a bomba. Trump começa a criticar o Lula, a
criticar o Brasil, a criticar as ações do STF e do governo federal. Então, definitivamente, ô Paulo, para você que tá aí diretamente nos corredores da Casa Branca, dá a impressão que azedou de vez a relação do Trump com a esquerda brasileira. Sim, e você trouxe alguns ganchos importantes. Vamos tentar ligar os pontos aqui, Shimon. Eh, eu vou começar pela declaração do Trump, né? Ele disse o seguinte, ó: "Eu vi o Brasil, o líder que eu conheço um pouco, ele é uma pessoa muito volátil". Isso daqui é fácil da gente entender, por ele chega, vai conversar
e etc, fala com o Trump. É o Trump, pô, rolou uma química legal, o cara me parece ser uma pessoa interessante. Aí ele sai da reunião, começa a falar um monte de abobrinha, xinga o Trump, xinga as pessoas da administração, ofende o Marco Rúbio. O Trump deve olhar e falar assim: "Esse cara é, ele é doido. Volate é isso? A pessoa que cada hora tá de um jeito. É isso que o Trump tá chamando o Lula de louco, né? Tipo, pô, o cara fala comigo de um jeito, depois ele vai, muda completamente. É difícil de
entender. Não sou de esquerda, nunca fui de esquerda, olha. Nunca fui de esquerda, né? E aí tem a segunda parte aqui do que o Trump disse, né? Eu não penso nele, para ser honesto com você. Eu realmente não penso nele. Eu não poderia me importar menos, mas ele é um tipo de pessoa diferente agora, muito volátil. Eu ouvi fazendo um discurso, foi muito volátil e tudo bem. Então assim, é uma coisa que todo mundo fala, os discursos que o Lula faz, ele acha que ele tá no começo dos anos 2000, que você tinha que baixar
o vídeo, ir lá num programa, o cara legendar na mão, mandar um e-mail com lá no rapid share para baixar o vídeo, não funciona mais assim, né? Para quem agora eu denunciei minha idade, né? Rapid Share. Mas enfim, mas assim, Shimon, a gente vê aqui que o o a coisa chega realmente em minutos e isso tá prejudicando rápido. O que que acontece, Paul? Do do da visita do Lula ao Washington, que ele saiu lá com aquela cara de quem comeu e não gostou. Coloca aí, produção, a cara do Lula daquela reunião. A declaração do Trump
agora foi o que, Paulo? Eh, dois meses, talvez. Nem isso. Um mês e meio. Um mês. Um mês e mês, um mês e 20 dias. Mês e meio. E aí o que foi? Um mês e meio. Exatamente isso. E aí o que que acontece, Shimon? Tem outros fatores aí que você comentou sobre o Joesley Batista. Vamos lá. Esse é um ponto que eu acompanho muito de perto aqui nos Estados Unidos. Eh, existe um uma preocupação muito grande no meioeste americano quanto os criadores de gado, né? é o pessoal do cattle, como eles chamam aqui. E
o que que acontece? A a JBS e a National Beef são duas empresas brasileiras que têm um lobby gigantesco dentro dos Estados Unidos da América. Só que dentro da própria administração Trump existem as suas divisões também. Eu sempre falo muito sobre isso. E tem alguns setores que estão mais atentos de quem é a JBS. E a informação que eu pude apurar aqui nos corredores é o seguinte, que a JBS tava meio que blindada com os temas junto ao presidente Donald Trump. E depois da visita do Flávio Bolsonaro, o o Trump ele começou a receber mais
informações sobre a JBS e principalmente vindo ali da do departamento de Agricultura dos Estados Unidos. E aí ele começou a ter mais informações, não somente sobre a disputa da questão do gado aqui nos Estados Unidos, porque querendo ou não, é uma situação complicada. A JBS dentro dos Estados Unidos é responsável por gerar em torno de 30.000 empregos. Isso é substancial. Isso é muito substancial. E o, a família Batista fez aqui várias contribuições volumosas para o presidente Trump, como no passado fez para os democratas, porque é o jogo, é o lobby. OK? Só que eles também
eh já pagaram multas assim milionárias assim, quando a gente pega o total de multa que eles pagaram aqui, chega na casa de quase 1 bilhão de dólares. Caramba, é muita, perdão, 1 bilhão deais, perdão, Chimão, R 1 bilhão deais são é muita coisa de qualquer jeito. E isso por na justiça americana é o seguinte: "Ah, você tá sendo processado, se você aceita pagar a multa é porque você quer encerrar o assunto, você declarou culpa." tá aqui, ó. Pronto, paguei, resolvi, vamos economizar tempo do tribunal, tá tudo certo. E isso vem acontecendo já há 10 anos
aqui dentro dos Estados Unidos. E mais do que isso, o presidente Trump teria sido brifado de que a JBS é uma espécie de gaza no Brasil. Para quem sabe, a Ga é a empresa ligada ao Partido Comunista Cubano que controla vários setores da sociedade. E de fato é uma coisa que a gente precisa ter uma atenção grande no que tá acontecendo em relação à JBS, esse poder deles que vai aumentando em várias áreas dentro do Brasil com o aparato estatal, com o dinheiro público. Então isso fez com que o Joesley Batista começasse a perder uma
certa influência direta que ele tinha com o presidente Donald Trump. Mas as ações do Lula em várias em vários aspectos, não somente, né, ali na relação direta entre os dois presidentes, mas na relação bilateral entre os dois países. Isso fez com que fragmentasse, diminuísse muito esse poder, né, de acesso que o Lula tinha conseguido construir. Isso significa que não possa mudar necessariamente não significa. A gente sabe como funciona, né? Geopolítica não é linear, é um dos meus lemas. Porém, meu caro, quando, como você bem apontou, o presidente dos Estados Unidos vem na televisão e eu
vou colocar aqui novamente, ó, eu não penso nele, para ser honesto com você. Eu realmente não penso nele. Eu não poderia me importar menos. Essa é a pior. Isso é ruim. Essa é a pior, porque é ruim para o Brasil. O Brasil, às vezes, a gente fica preso, né? E é normal nessa questão, ah, o Lula é um canalha e etc. Ele tá se lascando, eu tô feliz. Mas o Brasil perde muito com isso, porque o Brasil é o segundo maior país da América. Nós só estamos atrás dos Estados Unidos. Estamos na frente do Canadá,
do México, da Argentina. Mas qual que é o problema? A gente tá atrás por muito e estamos perdendo relevância e vamos perder esse posto se a coisa continuar desse jeito. A gente entra no escudo das Américas. Ô Paulo, pra gente manter esse segundo lugar, nós temos que ter uma aliança forte com os Estados Unidos, porque a China não dá conta de suprir essa diferença. A China não, a China não consegue bater no peito hoje e falar: "Não, rompa com os Estados Unidos que tudo que vocês perderem dos americanos, nós vamos suprir." Que nada, pessoal. A
China não, primeiro, não tem culhões econômicos, não tem estrutura para consumir o que o Brasil eh produz, que os americanos consomem. e não tem eh a mínima condição de manter uma estabilidade aqui regional. A China é só um um um parasita que suga o que ela puder para levar lá para alimentar. Ela tem 1 milhão de boc, 1 bilhão de bocas para alimentar. Você acha que ela tá preocupada com brasileiro, né? Não que os americanos tenham uma preocupação maior também, mas eh a nossa relação já está estabilizada. Mas voltando aqui, ô Paulo, ó, não, deixa
eu comentar esse ponto que você falou, Chimão, é muito importante. Não, deixa eu falar. Isso aqui que você trouxe é importantíssimo, porque é o seguinte, você abriu a porta, Shimão. Deixa eu entrar, pelo amor de Deus. Olha só o que que a gente tem aqui. Não é que a a preocupação é é igual ou não. A forma de que ambos os países entendem uma parceria são completamente diferentes. E aqui é o ponto interessante que muitas pessoas não percebem. Qual que é a questão, como que a China trabalha? É extrativismo. A China é o imperialismo extrativista,
tá? é muito parecido com o que, por exemplo, eh, países como a Bélgica, como o próprio, eh, império britânico fez eh na África. E é diferente, por exemplo, de como os portugueses fizeram em relação ao Brasil. Muitas pessoas acham que é extrativismo e não não é dessa forma que funciona. Eu vou explicar. A China, você vai pegar tudo que ela vai fazer, vai ser pensando única e exclusivamente nos descontos que os chineses vão ter, os benefícios que eles vão ter. Eles não fazem investimento nos outros países e quando eles fazem o controle total tem que
ser deles. A gente tá vendo a questão da BID lá em Camaçarina Bahia, da Mideia que tá acontecendo agora em Minas Gerais. Eles são ontem, hein? Não. Um exemplo prático do que você tá falando agora da China. Ontem sai um vídeo de um de uns sindicalistas do PT lá na BID, lá no canteiro de obes estão se chicoteando. Os chineses estão chicoteando os baianos, cara. Mas isso é um problema sério. E eu vou te falar, Shimon, porque lá na China é assim, lá na China o cara apanha se ele é vagabundo, se ele não trabalha.
Eu tenho material aqui de africanos também que sofrem castigos físicos de chineses, só que lá os africanos não estão fazendo nada. Isso é um problema muito sério, porque aqui a gente, é o que eu tô falando, a China é um imperialismo extrativista. É o que eles vão fazer, tem que produzir, tem que ser para eles e os benefícios têm que ser para eles. E quando você tem uma parceria desse tipo, o que que acontece? Eles vão jogar muito dinheiro na mão de diversos setores, como por exemplo o agro. Mas para onde que o problema vai
depois? Porque isso depois sempre vai escravizar o Brasil. E a gente tem a diplomacia de endividamento chinesa, que é uma estratégia geopolítica chinesa, que você faz essa estratégia de longo alcance, ou seja, eles trazem muito dinheiro, molham a mão de certas elites, mas depois eles amarram a administração. O governo troca, os contratos ficam. E é exatamente o que o Lula tá fazendo agora, por exemplo, vendendo títulos da dívida pública eman. Essa pior não existe. Qual que é a diferença? Qual que é a diferença dos Estados Unidos nesse ponto? E aqui a gente tem que ver
qual que é o melhor parceiro pra gente ter. Esse é o ponto, não é essa? Porque existe um sentimento anti-americano muito grande projetado no Brasil que venda dessa dessa doutrinação educacional comunista que a gente tem desde os anos 70 no Brasil, que vai incutindo esse esse esse sentimento anti-americano, esse ódio anti-americano. Só que como é que os americanos trabalham? Pô, você é meu parceiro, beleza? Então eu vou levar você para cima junto comigo. E aí o que a gente vê isso no escudo das Américas. Eu vou pegar, por exemplo, o Paraguai. Eu acho que eu
já citei aqui com você em outra oportunidade, mas vale a pena pra gente deixar de exemplo. Ó, o Paraguai fez um acordo bilateral muito bom dentro do escudo das Américas com os Estados Unidos. Que que eles estão fazendo? Os Estados Unidos vão comprar a energia sobressalente de Taipu. Pediram desconto? Não vão pagar o que o Paraguai pediu. Ponto. Segundo ponto. Olha, você deixa, a gente tem uma questão do crime organizado muito grande no Paraguai e para eu fazer investimento no seu país, eu preciso ter segurança de que esse investimento não vai escorrer pelo ralo. Depois
vamos trabalhar para limpar o terreno aí, tirar o crime organizado e ser um ambiente próspero. Vamos. Então, ó, PCC, você vai colocar aí como terrorista, beleza? Comando Vermelho, resbolar, todo mundo que tá operando aí na sua fronteira, vamos, posso mandar minhas tropas para ajudar para aí? Vamos estabelecer um acordo bilateral para isso. Vamos. Veio tropas, eh, foi, foram tropas, né, americanas lá pro Paraguai. Que mais que o os Estados Unidos vai fazer? Vai investir em data centers locais para aproveitar essa energia de taipol iniciativa privada. diferença, não é dinheiro estatal americano como os chineses fazem.
Iniciativa privada, OK? Que mais que vocês vão fazer? Vamos desenvolver competências no povo paraguaio. O que que a China faz? Importa trabalhador para dar chibatada em brasileiro. Não dá. E os Estados Unidos estão fazendo o quê? Vão fazer investimentos de longo prazo para 10, 20 anos e os paraguaios vão virar um elite de tecnologia. meu amigo, nós teremos programadores, engenheiros de software, engenheiros da parte eh eh de hardware, etc. Tudo isso acontecendo dentro do Paraguai, não é impressionante a E a diferença, gente, a diferença é, veja, são os interesses dos Estados Unidos. A diferença estão
nos interesses, porque os interesses americanos, por mais que sejam para suprir lá, as empresas americanas, acabam beneficiando quem participa, certo? Não é só no Paraguai, né? Você tem ali a Costa Rica, você tem vários países latinos que eh fazem parte aí de uma aliança muito maior com os Estados Unidos, que você o o a a qualidade de vida é totalmente diferente, porque a sociedade local acaba sendo beneficiada com essas relações eh comerciais. E mais importante, gente, o Paulo disse bem, né, a diferença que são empresas privadas dos Estados Unidos que precisam de segurança jurídica no
país, ou seja, tem que combater o crime, tem que combater corrupção e tudo mais, né? Eh, a China é dinheiro de estatal. A China montou agora no Mato Grosso a maior processadora de soja do Brasil, talvez até da América Latina, no Mato Grosso. Aí você fala empresa privada chinesa, não, empresa estatal chinesa. Como que um país, presta atenção, como que um país controla a maior processadora de soja dentro do nosso Brasil? Como? Entendeu? Não é uma empresa privada que pode ser processada, que pode ser até enchotada do país sem ter que fazer uma guerra, caso
ela tenha práticas de escravizar os trabalhadores, né, entre outras coisas. Não, cara, você tá lidando com um governo, você tá lidando com um estado chinês. E quando eh você vai tratar com um estado predador, como a China, a conversa não é nos tribunais, gente, entendeu? Os chineses, eles aprenderam a lidar na força, na marreta. O que eles estão fazendo no Pacífico? roubando. Eles roubam peixe. Você, ô, ô, ô, ô, ô, ô, ô, Paulo, você lidar com ladrão de peixe é o mais baixo nível que um ser humano roubar peixe. É o que a China faz,
gente. Em escala global, eles são ladrões de peixe. Ô Paulo, mas pra gente não, pra gente não mudar, deixa eu só complementar isso da central de grãos. É um tweet rápido, Shimon. É um tweet rápido, meu caro. E o que que eles fizeram antes? pegaram o controle de boa parte dos principais portos brasileiros, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, lá no Maranhão. A central de processamento de grãos do Porto de Santos hoje tá na mão de quem? Dos chineses. Chineses. Sem contar que em torno de 20% da energia no Brasil também, tá? 20% da energia hoje
tá na mão dos chineses. É um é uma bomba relógio, meus caros. Chineses e Joesley Batista, hein? Chineses e Joesley Batista lá no norte do Brasil comprando usinas termoelétricas e hidrelétricas. Comprou não, né? Entrou ali numa uma certa licitação e levou tudo e com o e com o subsídio do governo federal que nós vamos pagar a conta, tá, pessoal? O Brasil inteiro vai pagar conta dessas usinas lá no norte do Brasil. Mas como um cara no Paraná tem que pagar essa conta? É o governo Lula. Ô, ô, ô, ô. Eu tinha pego um gancho, eu
não perdi o gancho, tá? Eu não perdi o gancho da fala do Trump, tá? Porque o Trump fala que o Brasil nunca foi ali mais insignificante. A produção vai colocar aqui para nós essa essa fala traduzida. Eh, e aí, nesse momento que o Trump faz essa declaração, ou seja, rompendo laços com o Lula, entrou Flávio Bolsonaro lá. Bom, o governo Lula não tem interesse, né, em defender o Brasil, eh, justificar ali o porqu essas taxas não devem ser aplicadas no Brasil. Bom, eu vou lá. E o Flávio Bolsonaro então vai se apresentar mediante o Congresso
dos Estados Unidos, mediante essa comissão eh que trata ali das taxas eh a outros países e vai tentar salvar o Brasil dessas taxas. literalmente aí o o o baita propaganda. Se ele porventura conseguir e aí como brasileiro, eu espero que consiga mesmo, porque já tá difícil a para nós a economia eh sem essa taxa, imagina com a taxa, né? Se ele consegue isso, olha, é um baita de um presente que ele recebe para as eleições, porque realmente mostra uma relevância e uma capacidade de articulação. Não é que o Lula não tem, gente, que o Lula
não quer ter, porque ele quer romper de uma vez por todas com os Estados Unidos. Ô, ô, ô, ô, Paulo, essa é a minha impressão. Eu tenho a impressão, e aí é uma impressão minha, tá, pessoal, que o Lula, o PT, eles querem, eles precisam romper de vez com os Estados Unidos para que eles consigam se consolidar aqui nas Américas, porque isso acabou se tornando o último reduto até do PT, né? Daqui a pouco nós vamos falar da eleição da Colômbia. Eu quero que o Paulo comente também a respeito da eleição na Colômbia. No Peru
parece que já não tem mais reversão, né? Os últimos dados mostraram isso. Mas eh só pra gente escalar a nossa pauta aqui, Paulo, o Trump fez essa declaração, falou isso, teve mais alguma coisa a respeito das eleições. O Trump vai se meter nas eleições no Brasil? Ô, ô, ô, Paulo, eu tenho a impressão que tudo isso que tá acontecendo já é uma forma de se meter nas eleições do Brasil. Eu tenho essa impressão. Bom, e aqui a gente tem que entender, Shimon, o qual que é a situação de interferência, né? Existe aquela coisa que é
a propaganda eleitoral, como, por exemplo, o que o Lula vem fazendo e ele prega a coisa de interferência eleitoral como se os Estados Unidos da América viesse manipular as eleições no Brasil e coisas do tipo. Eu não vejo a coisa indo por esse caminho, até pelo que eu estou acompanhando do que os Estados Unidos vêm fazendo já. Eh, desde que a administração Trump foi retomada, diferente do que a administração Biden fez no Brasil, eh, com a questão envolvendo a instrumentalização da USA. E aqui não vou me aprofundar muito, mas para quem quiser entender mais, é
somente a utilização de uma estrutura externa que eles já tinham, que é a do Partido das Sombras do George Soros. Eu tenho um livro escrito sobre esse tema, tá, Shimon? Inclusive, foi meu primeiro livro, os Estados Unidos e o Partido das Sombras. Quando a gente olha aí o eles só trouxeram para dentro de um aparato do governo e mudaram o que era o a o objetivo claro da Ice com a estrutura de manipulação da de infraestrutura, vamos colocar assim, eleitoral para que a opinião pública fosse movida a um objetivo que eles tinham. Foi assim que
o Obama foi eleito, Biden, etc. nesse livro dou esses detalhes. Então, não é esse o caminho que a gente vai assistir nesse momento. Mas o que que o presidente Trump tem feito? Ele tem utilizado a influência de ser o presidente da dos Estados Unidos e promessas ali de estreitamentos de relações. E boa parte da população da América Latina quer é o quê? O sonho americano. O que que é o sonho americano? Pô, eu ter um bom emprego, eu conseguir ter uma liberdade, eu consegui empreender, quando eu quiser, eu viajar lá pros Estados Unidos, sabe? Esse
é o sonho americano, né? E eu coloco aqui o sonho americano no sentido do até do continente, né? Pra gente ampliar. E o presidente Trump, ele publica então uma matéria no Truf Social da News Max, que é uma espécie de Globo News aqui dos Estados Unidos. É um canal de jornalismo, não é que a pauta seja igual, eles são mais à direita. E ali essa publicação, ela fala sobre as vitórias eleitorais que o presidente Trump apoiou. De oito candidatos que ele apoiou no continente, sete venceram. E tem um ponto interessante que fala ali justamente justamente
sobre o Brasil e fala que o grande próximo desafio que ele tem é o Brasil e que o Brasil vai ser ali uma prova de fogo para o presidente Trump e fala sobre o enfraquecimento que o Lula vem sofrendo. Bom, o Trump ele publicou isso daí, óbvio, a chamada é muito interessante, é muito interessante. vitórias de Trump na América Latina. Porém, ele com certeza viu ali que uma parte significativa da matéria fala sobre os embates que ele vem tendo junto com o Luís Inácio Lula da Silva. E mais do que isso, pegando um gancho da
questão do Flávio Bolsonaro vir para cá no dia 6, isso demonstra o quê? que ele também está olhando uma opção à frente. E nós vemos esse choque acontecendo, porque o Lula ele está deixando algumas algumas bombas plantadas. Se o Lula continuar a partir de outubro, né? Vamos lá que isso não aconteça, meu caro. Isso é uma coisa muito complicada da do da perspectiva que nós temos para o futuro das relações internacionais brasileiras. Mas caso o Lula saia, tem alguns pontos que ele deixou que não vai ser simples de desfazer. Dependências energéticas, eh eh títulos da
dívida pública vendido pro estado chinês praticamente em Yan. Então, ah, mas ele vendeu não é necessariamente pro estado chinês, mais ou menos, porque quem controla o IAN é a China. E de acordo com a desvalorização que a moeda tiver, isso pode impactar diretamente a economia brasileira. diferente de você vender títulos de dívida em euros, como já foi feito, ou dólar, porque o euro ele sempre foi uma moeda mais forte que o dólar, né, do ponto de vista do poder de compra. Então isso não coloca em risco. Agora o Ian é de uma economia volátil, igual
o Lula, segundo Trump. E mais do que isso, além de ser uma economia volátil, é de uma economia artificial, que nós não temos indicadores reais. E a desconfiança é que a China está caminhando para uma recessão econômica muito séria, que talvez já esteja acontecendo, mas como o governo sempre tá maquiando os índices econômicos, a gente não tem ali uma visão clara do que tá acontecendo, Chimon. Então é uma situação complexa que nós temos nisso. Existem regras, né? na China, eles não têm a as regras, quem faz é o partido. Até aqui no Brasil que é
uma bagunça, você tem um sistema de regras, você tem uma certa transparência de mercado, né? Por mais que eles tentem maquiar lá a o IBGE, dados importantíssimos, existe uma existe uma certa oposição, existe ainda um pouquinho de jornalismo, né? E a gente tem esses dados. Só que veja, quanto mais o Lula se aprofunda no país, menos segurança jurídica nós temos. Percebam que o dinheiro internacional tá saindo do Brasil, pessoal. O o brasileiro comum, o brasileiro médio, o Paulo, não tem muito essa tá aumentando um pouquinho essa consciência, mas não tem muita consciência porque não mexe
com dólar, não tem investimentos, né? O cara mal consegue fechar a conta do mês para fazer a compra dele, quanto menos ele vai ter lá uma reserva em dólar, vai ter o investimento. Mas quem tem começa a perceber, pessoal, que o dinheiro tá saindo, as indústrias estão fechando. Olha, mais uma fábrica de carros fechou no Brasil. Mais uma. Ora, se o Brasil fosse um paraíso, as fábricas queriam estar se instalando no Brasil e não saindo do Brasil. Olha quem veio pro Brasil, a Bia. Mas por que que a Bid consegue se instalar no Brasil enquanto
a Ford, né, enquanto outras marcas BMW, Mercedes estão fechando, né? Eh, Chevrolet, né, Renault? Por quê? Porque, cara, aqui um lugar inóspo. A Bia, a Bia consegue porque ela tem dinheiro do partido, tem dinheiro do estado colocado nela. E e justamente com esse objetivo, eu coloco um carro mais barato, eu coloco um carro mais barato que todos os outros do mercado que estão sendo engolidos pelos impostos, certo? Eu fecho um acordo com o governo de subsídio, ou seja, eu entro com melhores condições, eu recebo a porte de dinheiro do governo chinês para produzir. Eu entrego
um carro mais barato, pago com o nosso próprio dinheiro que eles tiram daqui. Só que como o meu carro é mais barato, eu vou quebrar a concorrência. Eu quebro a concorrência, eu domino, domino o setor, eu controlo a sociedade inteira e eu controlo os preços. E aí passou a existir o monopólio. Esse é o modos operante que a China tem aplicado inclusive na Europa, né, que perdeu. A Europa perdeu, né? as grandes montadoras europeias estão derretendo por conta da concorrência com os carros chineses. Paulo, eu senti que você quer que você vai que você vai
trazer uma bomba. É, exatamente. Não, e tem um e tem um outro fator nisso daí que é importantíssimo, como o Brasil ele fica atrasado em tudo, né? Eh, no sentido de de se atualizar do que tá acontecendo no mundo. Por quê? Além de tudo que você falou que tá certíssimo em relação ao Brasil, Shimon, nós temos uma situação preocupante que é que a China não desenvolve o ambiente local. Eles trazem os trabalhadores deles e mais do que isso, esses trabalhadores eles vão operar dentro do Brasil segundo as normas trabalhistas chineses. Chinesas, qual que são? Nenhuma.
É 7 por0. Enquanto o aqui no Brasil o o as indústrias, as fábricas ti. Ah, não, agora acabou a 6 por1, é é 5x2. Eh, um monte de regra. Nós vimos o que aconteceu com a ortobom agora, né? Aquela coisa bizarra, bizarra. Enquanto isso, os chineses fazem o que querem, até dão chibatadas nos trabalhadores brasileiros. Então, assim, é uma coisa extremamente preocupante. E o que que a gente viu aí? A gente pode até levar pro lado, né? Ah, não, o sindicalista, né, que tomou ali uma chibatada. A gente pode rir 10 segundos disso, mas para
para pensar do ponto de vista social, o que que vai acontecer. O cara que é sindicalista da CUT, da Central Única dos Trabalhadores, etc. vai falar: "Pera aí, vai chegar um ponto que ele vai falar: "Quem tá colocando esses caras aqui é o homem que fala que era sindicalista igual a gente. Esse cara é um traidor." É. Então assim, essa e quando essa bomba estourar, né? Eh, aqui que nós brasileiros precisamos ter a maturidade, porque muitos vão pensar assim: "Ah, mas é isso aí, que eles se lasquem agora, que paguem o que fizeram e etc."
Do lado do revanchismo, eu não tiro a razão das pessoas de pensarem assim, é natural, mas quando a gente olha em profundidade, a gente vai ver que isso vai se tornar um movimento de que vai demonstrar o grande problema que é a esquerda, o discurso do trabalhismo e a hipocrisia na prática. Porque uma coisa é o cara prometer picanha e não ter. Outra coisa é o sindicalista que chegou lá trazendo quem dá chibatada nos trabalhadores. E aí que eu acredito que a população brasileira tem uma chance de se reorganizar, os formadores de opinião, a classe
política e de falar assim: "Tá vendo? Esses caras nunca tiveram do seu lado, né? Quem tá do seu lado é quem quer promover a iniciativa privada, quer que você tenha mais liberdade, quer que as suas blusinhas lá da Chen venham sem tributação para você ter o seu pequeno negócio, não quer fazer sindicato de eh entregadores nem do motorista de Uber, quem tá fazendo isso é à direita. Então agora é a hora, né, ainda mais no ano eleitoral, de tirar proveito disso, Shimon não de ficar de revanchismo, né, e falar: "Ah, agora que vocês que se
lasquem, etc." Não, essa é a hora de ser inteligente. E é assim que a esquerda cresceu ao longo dos últimos 150 anos no mundo, aproveitando esses momentos de singularidades. Que nós brasileiros tenhamos aí a inteligência para isso. Para fechar sobre a Europa, Shimão, a esse movimento que eu falei que o Brasil sempre tá atrasado, né? Quando a gente vê que os países europeus estão começando a afastar a influência chinesa, começando a colocar regras rígidas de mercado, colocando ali limites em empresas de tecnologia, o que também entra os carros elétricos e tudo mais, quanto questão de
roubo de tecnologia, né, espionagem industrial, que seria o termo correto. O Brasil está se abrindo, a Europa está começando a se afastar. Aí o Brasil agora, depois de muito tempo, os chineses viam que a coisa tá fechando na Europa. Vamos lá pro Brasil então. Aí a gente tem o Lula assim, parecendo um caranguejo virado pro sol, esperando os chineses virem, meu caro. E eles chegam e levam tudo, pessoal. Eles não deixam nada. Mas voltando ali, ó, a nós falávamos das eleições, então, né? O Trump, o papel de Trump, a influência de Trump na nas Américas,
né? Eh, oito candidatos, sete acabaram se elegendo. Eu eu eu não sei dizer, ô Paulo, eu não sei se você tem o nome aí de quem foi o que não conseguiu, qual país o Trump não conseguiu emplacar o candidato dele. Mas é é aqui próximo, inclusive, né? Sim. Eh, foi na no América Central, mas é que agora a minha memória vai me trair, viu, Chimon? Qual foi? Mas e foi na América Central. Então, e aí agora o Brasil e aí sai o comentário, aquela manchete que eu falei para você, Paulo, que eu não tava lembrando
qual era que o Trump tinha falado, é agora a nossa atenção vai se voltar para as eleições do Brasil. Essa é a manchete que saiu aí essa semana, né? Não sei da onde e confesso que eu não sei da onde, porque eu não achei a fala exata do Trump falando, né, exatamente isso, mas as outras declarações, o que foi falado no G7, o que foi falado nessa entrevista levam exatamente a esse momento. Agora as atenções dos Estados Unidos se voltam para as eleições brasileiras. Eh, e o que tá ali, obviamente, já meio que consolidado em
Cuba, né? eh que também já tá captando aquele formato eh de regime. E aí eh corroborando com essa entrada do Trump aqui na na na América Latina, a Colômbia perdeu, acabou de perder, né? Domingo nós tivemos um segundo turno onde a direita venceu e o Petro desesperado, acusa Israel de manipular as as caixinhas mágicas. Interessante, Paulo, porque eh elas são infalíveis, não são? As caixas mágicas de sistema eleitoral são infalíveis. Mas aí agora ali a Colômbia perdeu. Ah, Israel entrou na caixinha mágica e fez o cara da direita do Trump vencer as eleições, mas perdeu.
E é mais um sinal pro Lula, é mais um sinal de tendência, porque o o modus operante da esquerda, não só no Brasil, mas em toda a América Latina, é exatamente o mesmo, eh, inclusive econômico, Paulo, que é enfraquecer a indústria, é enfraquecer o poder de compra da classe média do do trabalhador brasileiro. E a reclamação na Colômbia é igual a do Brasil. Olha, a gente vai no supermercado, não tem e eh como levar os produtos para casa, não é? E então, eh, a economia também tá derrotando, tem toda essa perseguição à oposição, toda a
cassação de liberdades, certo? Mas também a economia é péssima. Olha só, Shimon, eh a gente tem aqui um ponto muito importante no que você tá falando. Por quê? Vamos lá. São vários os fatores que a gente tem para comentar e do que a Colômbia traz de perspectiva para nós. No ano passado, já ali no final do ano passado, eu sempre faço um planejamento futuro eleitoral, né? Lá no PHVX a gente sempre tá cobrindo eleições pelo mundo. E eu já vim alertando, dando um bizu, como nós dizemos em português pro público, que é o seguinte: o
futuro da América Latina vai passar por três, quatro eleições muito importantes que nós teremos, a Bolívia, o Peru, a Colômbia e o Brasil. E o traçado dessas eleições seriam muito interessantes para nós brasileiros, porque o Brasil tem a sua última eleição, né, nesse nesse ciclo. E o resultado que nós teríos desses outros países iria indicar muita dinâmica da onde o Brasil vai. Mas as pessoas podem pensar: "Ah, não, mas calma aí, PH. O brasileiro não tá olhando o que acontece na Bolívia. O brasileiro não tá olhando o que acontece no Peru. Mas não se trata
do brasileiro. Se trata que uma eleição, ela é vencida por diversas amarrações. E essas diversas amarrações passam pro por grupos de poderes dentro do Brasil. E esses grupos de poderes, eles vão olhar o rumo que a América Latina tá indo para poder defender o quê? Os seus capitais, para poder defender o quê? os seus interesses econômicos. Exemplo que a gente tava comentando aqui das indústrias e etc. Então, nós tivemos a Bolívia, a no a o centro, né, o centro venceu, mas está fortemente alinhado com a centro direita, o que nós temos ali dentro da Bolívia,
porque do outro lado é o Foro de São Paulo que tá já tentando derrubar o governo da Bolívia. Então, assim, querendo ou não, por mais que o Rodrigo Pass seja um governo centrista, ele caiu nos braços da direita porque para eles poder sobreviver. Então, a Bolívia foi pro pro lado da direita. Peru queik Fujimore venceu, vai assumir logo logo. E a família dela, só pra gente ter uma ideia, teve vários problemas com o Alberto Fujimori. Teve, mas o Fujimore tirou o Peru de um estado falido, igual a Somália, que era nos anos 80 para nos
anos 90, para ser um estado que tem condição de sobreviver, um país que sobrevive. Tem imagens, inclusive, o que que o Fujimore fez? Ele distribuiu armas paraa população se defender das guerrilhas comunistas, tá? Tem vídeos dele nos anos 90 dando armas pro povo se defender da esquerda. É disso que a gente tá falando, a família Fujimore, tá? Então, espera-se aí que a gente tenha, tá, um governo bem contundente, com força no Peru. Abelardo de Las Priedia, ele subiu como meteoro, né, nessas eleições, prometendo o quê? Ah, rapidinho. A a Keiko Fujimore falou muito sobre capitalismo
para todos, tá? Isso aqui é importante na campanha dela. O Abelardo Adelas Priedia, ele subiu falando sobre o quê? combate ao crime organizado, combate ao tráfico internacional de drogas, combate à destruição econômica que a esquerda fez dentro do país e restaurar as boas relações com os aliados históricos da da Colômbia. E aqui são dois países muito importantes, Shimon, Estados Unidos da América e Israel. Coincidência ou não, olha como a situação política da Colômbia é semelhante com as pautas que estão sendo discutidas dentro do Brasil. Segurança pública, crime organizado, destruição da economia, mas relações internacionais com
Estados Unidos e Israel. Parecido, não? Pois é. E aqui é o convite que eu sempre faço para sempre que eu vou em um canal assim, pessoal, entendam que política externa ela não é igual política interna, ela não é um jogo de esquerda e direita. A geopolítica ela não é linear, mas a gente consegue observar os rumos para onde tudo isso tá indo. E a eleição da Colômbia, da Bolívia e do Peru está demonstrando para quem tem poder de influenciar muita coisa dentro do Brasil para onde está indo o continente. E o Brasil ele não tá
isolado do mundo. E nós temos essa percepção até pela barreira do idioma. O Brasil ele é mais costeiro, né? A grande população do Brasil tá na costa do Atlântico. A grande massa do Brasil, a gente não fala tanto dos estados que estão mais conectados com a América Latina, mas isso não significa que lá não tenha empresas, que não tenha investimentos, que nós não tenhamos uma estrutura que eh caminha ali para dentro, o pessoal do agro, tudo isso vai influenciar essa visão eleitoralmente dentro do Brasil também. Então essa eleição que nós tivemos na Colômbia, ela era
a mais importante do continente nesse ano, Chimon. E o que que nós vimos além disso, outros parceiros de Luís Inácio Lula da Silva, do foro de São Paulo perdendo eleições no Caribe, na América Central. E aqui eu dou um exemplo muito claro de Honduras. A Kiomara Castro, ela era esposa do Zelaia, tá? Zelaia foi um presidente deposto em 20090 em Honduras que o Lula deu guarida para ele dentro da embaixada brasileira. Ele influenciou a política interna de Honduras na época. Aqui Omara Castro volta, né, como um puppet do marido à presidência em 2022. E qual
foi o primeiro ato que ela fez assim que o Lula foi eleito, tá? Assim que terminou a eleição, no mesmo dia, ela falou: "Amanhã estou indo para o Brasil para buscar investimentos para Honduras com o novo presidente do Brasil." No dia seguinte da eleição, o que que nós vimos? Nós vimos aqui o Alberto Fernandes da Argentina e aqui Omara Castro com Pires na mão buscando dinheiro dos nossos impostos. E agora não vai ter esse movimento, Chimão. A gente não tem esse movimento para acontecer. E isso envolve o mercado. Isso e e como é que o
Brasil vai ficar no meio de tudo isso? A gente precisa entender isso além do campo do debate político eleitoral de rede social. como as indústrias brasileiras vão olhar para as colaborações em todo o continente, o as empresas que têm negócios na América Latina, olha, nós estamos falando de Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, Equador, quase todos os nossos vizinhos estão à direita. E ainda tem países como a Guiana, por exemplo, né, e o Surinami, que são governos mais à esquerda, mas que estão alinhados à direita, principalmente aos Estados Unidos. Por quê? porque estavam com a
faca no pescoço com a ditadura de Nicolás Maduro. Entender esse movimento do continente, ele é muito importante para que o Brasil, o Brasil que produz, possa olhar o seu caminho daqui paraa frente. Essa essa eleição da Colômbia foi importantíssima para nós, Shimão. E aí a atuação e a pressão e eu e eu e eu digo que é uma pressão bem grande que os Estados Unidos estão fazendo no Lula agora. Ô ô ô ô Paulo, eu consigo vislumbrar isso. É grande, não é pequena, dada a dada até o posicionamento atual dos dos Estados Unidos que eh
gostem ou não, tomou um protagonismo global. Você tem a Europa eh se ajoelhando, né? Nós tivemos ontem a visita do do chefe da UTAN lá, o É como se fosse um ministro, né? H, é, exatamente. É, é o secretário geral da UTAN, né? secretário geral da UTAN foi implorar, literalmente, pessoal, foi implorar pro Trump não tirar os Estados Unidos da aliança do do tratado do Atlântico Norte, né? Eh, e parece que é meio que inevitável que em um momento ou outro, o Trump pode não sair agora, mas os Estados Unidos uma hora acabem saindo dessa
dessa aliança aí que ela meio que, né, ela é é igual a ONU. Ô ô, ô, Paulo, a, a, alianças que foram firmadas lá atrás na Guerra Fria, a ONU, logo no pós Segunda Guerra, elas meio que perderam a sua eficiência, né, os seus objetivos hoje, eh, no mundo e se enfraqueceram muito. Mas queira ou não queira, pessoal, eu eu até saí aqui. O Trump ele acabou trazendo de novo esse protagonismo que os americanos haviam perdido. E hoje tá todo mundo olhando pro Trump, tá todo mundo olhando pros Estados Unidos para decidir o que vai
acontecer no mundo. E com o Lula não é diferente. agora bota toda essa pressão em cima do Lula, obrigando o Lula a se a a tomar uma decisão em relação ao crime organizado, em relação a estas empresas que estão eh até, né, sendo acusadas pelo governo norte-americano de trabalho análogo à escravidão. E aí, essa semana, essa reportagem que saiu lá, essa denúncia que saiu na Bahia, comprovou exatamente o que os Estados Unidos estão eh acusando. Então, a a a pressão tá ficando além, obviamente, né, não menos importante, do posicionamento político, ideológico, que também conta, não
é a primeira coisa a ser analisada pelo Trump, não é, mas conta eh no final das contas, né, isso também acaba sendo eh um um pequeno peso na balança. Paulo, parece que vamos ter mudanças aí, né? Parece que vamos ter mudanças. Vamos aguardar a atuação do Flávio Bolsonaro aí nos Estados Unidos. Pois é, meu caro. Olha só, o que o Flávio mais vai ter que trabalhar é o seguinte: tenham calma. Se eu me tornar o presidente, né, ele é um pré-candidato à eleição, a gente vai mudar as coisas internamente dentro do Brasil. Esse é o
ponto que o Flávio vai ter que trabalhar com muita força, meu caro. Muito bem. Ô Paulo, você tem os teus livros que eu vou deixar aqui todos eh listados aqui para o pessoal poder adquirir, seja no Amazon, no Mercado Livre, vai tá aqui, pessoal. São os três principais, tem, ele tem vários livros, mas ele tem lá eh dois, três principais livros muito bons, pessoal, que é para elevar o teu nível de consciência. Fala para nós deles, Paulo, por gentileza. Perfeito, Chimão. Agradeço muito. E sim, né, eu tenho cinco livros publicados. Eu separei três aqui, né,
para até comentamos de alguns pontos interessantes. O primeiro é esse daqui, né? Os Estados Unidos e o Partido das Sombras, que falei sobre se você quer entender ao a USAID, né? O pessoal fala tanto da USAID, mas só ver que o que a ISAID foi instrumentalizada por dentro e corromperam algo que era bom, que era a ISID. Leia esse livro, você vai compreender com muito mais profundidade, inclusive como Obama foi alçado ao poder e a mão de George Soros por trás de tudo isso. Eu escrevi esse livro com meu amigo Ivan Cléber. Você é pesado
em Obama? Obama é coisa pesada, né? Como é que esse cara chegou no poder esse esse livro ele ele vai abrir a mente assim de muitas pessoas, inclusive pra eleição de 2020 aqui nos Estados Unidos, viu? O outro chimon é esse daqui. É um livro que eu tenho assim um um carinho muito grande, A queda da democracia no Brasil, né? A revolução que adoeceu o nosso país e o mundo. Ele é prefaciado pelo Flávio Gordon, né? Tive aqui a honra de ser prefaciado pelo Flávio Gordon e traz várias vários pensamentos profundos que a gente tem
do que foi acontecendo dentro do Brasil nos últimos anos, principalmente a partir de 2019. E tem algumas correlações também com o que nós temos com o mundo. Esse livro especificamente tem ele em inglês também, né? Se alguém tiver assistindo de fora do Brasil aí tem ele a versão em inglês The Fall of Democracy in Brasil também encontra por lá. E esse daqui, que é a minha principal obra, né? Esse já é bem maiorzão. A gente tá vendo aqui Foro de São Paulo e a Pátria Grande, tá? Foro de São Paulo e a Pátria Grande. Esse
livro aqui você vai compreender muito além mesmo do Foro de São Paulo as bases ideológicas da revolução de esquerda na América Latina, né, que remontam até a um período pré-comunista. e a gente consegue eh olhar em profundidade aonde está a esquerda no Brasil, porque muitas vezes as pessoas pegam somente a pauta, ah, eles são ali a favor do aborto, tal, mas qual que é a origem de tudo isso e como que esse jogo é jogado na América Latina e como nós brasileiros não prestamos atenção no que acontece na América Latina, mas o que acontece no
continente dita o futuro do Brasil? Eu recomendo muito esse livro também. Tá no card, pessoal, tá na descrição, tá na na no card que aparece aqui. Você clica e adquire o livro para enriquecer. Ô Paulo, olha, você tem que ter uma academia, depois nós vamos falar mais sobre isso. Você tem que ter uma academia para você ensinar. E pessoal, que que vocês acham, né, de aprender com o Paulo, né, sobre essas coisas? Comentem aqui. Aí nós vamos tendo ideias. Agora, preste muita atenção nisso aqui que eu vou te falar. Todo santo dia vocês me perguntam
como eu faço para dominar a comunicação, enfrentar o sistema e falar com milhões de pessoas e com pessoas relevantes como o Paulo, que nós acabamos de conversar. Como, como, Shimon, que você consegue esses contatos? Como romper a barreira do milhão de visualizações sem depender de tráfego pago ou da boa vontade do algoritmo? Por isso, eu resolvi tomar uma decisão que vai mudar a sua compreensão do que é as redes sociais. Eu vou abrir a caixa preta do meu método. Eu vou abrir as portas do meu próprio estúdio em Curitiba para uma imersão presencial exclusiva. Não
é cursinho gravado, não é palestra para um monte de gente, são apenas 10 pessoas, que é o número que a gente consegue tirar todas as dúvidas, atender um por um e realmente passar o meu conhecimento pessoalmente. Não é através de vídeo, não. pessoalmente para você performar nas redes sociais e monetizar o que você faz, inclusive em dólar. 10 vagas para quem vai sentar nesta mesma mesa comigo para aprender sobre roteiro, retenção, gravação e como se posicionar como uma autoridade inabalável. São 10 vagas para quem vai sentar nesta mesma mesa comigo para aprender na prática roteiro,
retenção, gravação e como se posicionar com uma autoridade inabalável no YouTube, no Instagram, TikTok, seja qual for a rede social. Se você quer parar de ser invisível no digital e transformar a sua voz em uma arma de influência, o QR Code para nossa imersão está pulsando na sua tela agora mesmo ou no link que está no primeiro comentário e na descrição do vídeo. Essa pode ser a sua grande virada. E para você que tá cansado de perder tempo na Netflix, no Amazon, buscando um bom filme, uma boa série para assistir, eu resolvi esse problema para
você. Nós criamos um canal com dicas de séries e bons filmes para você simplesmente sentar e curtir, sem ter que ficar lá procurando horas e no final uma grande porcaria. Ó, link na descrição, no comentário fixado e no card. Agora se inscreva no canal, ative o sininho das notificações, deixe o like no vídeo. Dá trabalho trazer o Paulo Henrique Araújo aqui. Então eu espero que você deixe o joinha, ó. Blinde a sua mente. Eu sou Shimon Oliveira e te espero no próximo vídeo.
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