[música] Olá e boa noite. bem-vindos eh a essa aula tão importante que é sobre esse momento que a gente tá vivendo, o momento que sempre é turbulento, um momento onde as paixões tendem a aflorar e onde as pessoas costumam tomar decisões, não de uma forma pensada, de uma forma racional, de uma forma estratégica calculada, mas sim de uma forma impulsiva. Isso nunca termina bem. A aula de hoje é uma aula que eh no começo foi pensada para ser eh um bate-papo sobre essa questão das eleições desse ano e os riscos, né, as coisas que estão
falando, se fazem sentido, não fazem, o que esperar, eh quais os melhores caminhos para seguir? Aí eu fui me aprofundando ali e falei: "Não, não, esse negócio tem que ir mais além". E aí falei o seguinte, não, pô, tem tantos outros riscos que tão pesando no cenário, né? Então você tem toda essa questão climática com super Elninho, tem a questão dos conflitos geopolíticos que estão acontecendo, tem toda a questão das eleições nos Estados Unidos. Resultado, essa aula acabou virando quase que um mapa da mina do meio do ano. Eu nunca tinha feito isso, né? uma
aula tão tão completa assim, tão aprofundada, mas quando eu falo aprofundada, não se preocupe, numa linguagem gostosa, prazerosa, para todo mundo poder acompanhar e entender. e uma aula muito necessária, muito necessária, para dar segurança para vocês, para dar para vocês uma uma referência do que tá realmente acontecendo e para não deixar vocês serem presas fáceis da turma da Faria Lima. Essa aula é para quem? é para quem quer entender o que tá acontecendo e quer entender também os riscos que estão no cenário e quer poder se orientar da melhor maneira possível para poder tomar as
melhores decisões. Eu poderia falar que tomar as melhores decisões com seu dinheiro, com os seus investimentos, mas vai muito além disso, né? eh as melhores decisões em relação à sua empresa, as melhores decisões em relação eh à área que você trabalha dentro da sua empresa e, é claro, as decisões também em relação aos seus investimentos e não somente os investimentos financeiros. Você tá pensando em comprar uma casa, comprar um terreno, você tá pensando em trocar de carro e etc. Pô, é um momento para tudo Isso. Não sei qual o tamanho, né, da bomba que tá
aí sendo armada, se é que tem uma bomba. Então, hoje essa aula é para vocês. E por que que eu falo isso? Porque essa não é uma aula política. Ela é uma aula que vai falar sobre cenário econômico e riscos que existem no cenário econômico. Então, se você, porque aqui a gente vai ser obrigado a falar de cenários para essas eleições, de expectativas das pessoas, e é muito importante para mim ser absolutamente técnico aqui e tentar prever o que vai acontecer com o mercado. Se eu deixar o Eduardo eleitor, se eu deixar o Eduardo impulsivo,
torcedor, entrar em campo aqui, é, não vale de nada essa aula de hoje. A gente tem um canal que as pessoas conhecem aqui, é um canal que tem sim um viés progressista. Eu, Eduardo, e eu já vou tirar o bod da sala e essa é uma informação importante, tanto para você que vota no Bolsonaro ou para você que vota no Lula. Eu voto no Lula, não voto no Bolsonaro. E por que que é importante eu falar isso? Para tranquilizar vocês dois, que é o seg, eu já tô dizendo isso e quando eu falar coisas aqui
que as pessoas que votam no Lula fal: "Pô, mas que absurdo, não é isso? Porque o Lula entrar no de torcedor, você tá no modo errado, porque não é nessa aula essa história. Essa aula eu tenho que pensar num cenário de Lula sendo eleito, quais os riscos que existem, quais as expectativas, que que pode acontecer com o mercado, independente do que eu torço, porque Senão torcedor nunca ganhou dinheiro e nunca conseguiu se proteger dos riscos no mercado financeiro. ao mesmo tempo, quando eu falar um cenário aqui, você que vota no Bolsonaro e etc, é, você
pode ficar tranquilo que eu tô falando que eu realmente acho que vai acontecer. Eu tenho feito isso ao longo dos últimos anos nessas aulas, nesses encontros que são sobre finanças e investimentos para todo mundo poder se beneficiar desse encontro. E nos outros momentos que eu tenho aí, é claro, entre o Eduardo que tem uma visão de mundo, que tem sim ideologia, que vota num e não vota no outro, que gosta de um e não gosta do outro, mas isso não é para ter aqui. Se você tá aqui para falar: "Não, fiquei irritado que falou isso
do Lula, fiquei irritado que falou isso do Bolsonaro, meu irmão, minha irmã, pô, sei lá, vá assistir o Jornal Nacional, pega um filme para ver que tu vai tá perdendo teu tempo aqui. Aqui a ideia é ensinar uma coisa útil para todo mundo que tá assistindo saber e para tirar vocês daquela lista dos alvos fáceis dos bancos e das corretoras. A gente vem fazendo assim e tem dado muito certo. Os bancos, as corretoras, eles sempre, a gente vai mostrar isso para vocês, eles sempre misturam esse interesse que eles têm por trás, ou de eleger alguém,
ou de vender algum tipo de produto. A gente chama isso de conflito de interesse. O interesse da Corretora é diferente do interesse da pessoa que tem o dinheiro lá na corretora. Qual o resultado prático? ao longo dos últimos anos, e isso vocês deem um Google para ver, saiu em todos os jornais um estudo que foi feito, eles erraram 95% das previsões que eles fizeram. A gente tem acertado quase todas as previsões que a gente tem feito. Por quê? Porque aqui é um espaço técnico, um espaço de estudo, um espaço de investigação e de tentar acertar
o que vai acontecer. mesmo que o que vai acontecer seja algo que a gente não goste. Essa aula, em outras palavras, ela é um serviço para todo mundo que tá aqui assistindo. É, eu diria até mais um presente para todo mundo que tá assistindo. Vamos começar aqui com três slides rápidos, só para mostrar isso que eu tô falando para vocês, porque em janeiro a gente fez o mapa da mina, que eu tô falando para vocês que hoje é meio que uma continuação do mapa da mina. Em janeiro a gente fez previsões e eu trouxe aqui
as previsões dos três mercados principais que a gente fez no começo do ano. Primeiro, a bolsa, né? O pessoal sempre que imagina no mercado financeiro, não sei o quê, pense em bolsa. Apesar da bolsa não ser o maior volume de negociações do mercado financeiro. Maior volume de negociações do mercado financeiro é a renda fixa. Mas por causa dos filmes que a gente vê de Hollywood, Wall Street, não sei o quê, a gente fica com essa ideia de que bolsa, bolsa, bolsa, Faria Lima são os Operadores de bolsa. Então vamos começar pela bolsa. A gente previu
pro começo do ano isso aqui, tá? Eu copiei e colei do nosso relatório de janeiro. A gente, eu falei o seguinte, espero, eu, Eduardo, um Bovespa, que é o índice de ações daqui do Brasil, né? Um Bovespa completando o atual ciclo de alta próximo aos 200.000 pontos, mas podendo sofrer correções ao longo do segundo semestre. Quando eu falei isso, a bolsa tava ali em torno de uns 170.000 pontos e subindo sem parar. O pessoal da Faria Lima falava: "Vai para 220, vai para 240, pode chegar a 300.000 pontos". Eu falava: "Olha, eu acho que chega
perto dos 200.000 pontos, mas depois vai realizar". Eu eu tava quase que sozinho nessa minha previsão. Vamos ver o que aconteceu. Tá aqui, ó. Então, tá aqui a bolsa, que nem eu tô falando para vocês aqui no começo de janeiro, foi antes dessa subida. Eu falei que ela viria até os 200.000 pontos e vamos ver onde é que ela bateu. Aqui são os 200.000 pontos nessa linha tracejada. Olha onde ela veio. Ela veio a 199.400 pontos. Não é que a gente acertou, a gente acertou na crava. E o que que a gente falou? Podendo sofrer
correções ao longo do segundo semestre. Não só bater, onde eu falei que ia bater, como que aconteceu em seguida foi exatamente uma Correção. Então aqui a gente acertou 100%, né, na nossa previsão, 200.000 pontos e correção depois dos 200.000 pontos. Vamos ver o que que a gente previu pro dólar no começo do ano, em janeiro. Mesma coisa. Copiei e colei e tem esse vídeo, então dá nem para eu mentir se eu quiser mentir. Mas tá aqui, ó, o que eu falei no começo do ano. Espero dólar na maior parte do ano entre o 5,10 e
5,70, podendo, porém, buscar 4,85 caso haja um colapso global do dólar. O dólar realmente ele caiu perante várias outras moedas. E aí a Faria Lima começou, vai bater 4:40, vai ali chegar perto de quatro, todo mundo ali na empolgação. E por que que eles falam isso? Para chamar as pessoas para operar. O mercado da Faria Lima vive de vender esperança, vive de vender o sonho de que você pode ganhar muito dinheiro com uma operação. E não só Faria Lima, mas os influencers de Instagram também, todos eles, né? Os ricos, os pobres, os primos, os pais,
os filhos, todos eles vivem de querer falar para você que ele sabe o que vai acontecer. Então ele sempre tem que mostrar uma coisa que pode ganhar muito dinheiro. Aqui não. A gente quer falar o que a gente acha que vai acontecer. Bem, vamos ver o que aconteceu. Falei a maior parte do ano acima de 5,10, podendo bater 4,85. Tá aqui o gráfico do dólar. Vamos ver aqui O aqui é o 5 e10 aqui, ó. A maior parte do ano acima de 5,10. E qual foi o mínimo que ele atingiu aqui? Tá o 4,85. Ele
bateu o quê? 4,87. Mais na crava que isso, só viajando pro futuro e voltando. Acertamos na crava o que ia acontecer com dólar. Ninguém da Faria Lima acertou como a gente acertou. E o que que a gente previu pros juros no início do ano? A gente previu aqui talvez uma linguagem um pouquinho mais técnica, mas não se preocupe, só para você eh eh ver os três mercados, bolsa, câmbio e juros, são os três principais mercados que existem. O que que a gente previu? A curva de juros deve, ao longo do ano voltar a ficar flat.
Que quer dizer ficar flat? O as taxas de juros pro médio e pro longo prazo elas ficarem muito parecidas, né? E a parte curtíssima vai ter que se ajustar à matemática da queda de juros. A mais longa deve se manter pressionada, quer dizer com uma taxa mais alta. Então a curta se ajustar a queda, a curta mais baixa. A longa manter pressionada mais alta e flat. Quer dizer o quê? É nos mesmos níveis. Olha como é que tá a curva de juros hoje. A parte mais curta, ela matematicamente menor por causa da queda de taxa
de juros. A parte longa pressionada, principalmente por causa do discurso que acontece no ano eleitoral. E olha aqui as taxas todas aqui, 143, 144, 145, 146, quase o mesmo nível. Acertamos na crava o que ia acontecer com juros. Então isso aqui é para mostrar para vocês que a gente tem um negócio que chama accountability. Que que é isso? A gente fala o que a gente acha que vai acontecer e depois debate para mostrar. É óbvio, tem coisas que a gente erra, tem coisas que a gente acerta, mas por acaso no começo do ano a gente
acertou quase tudo e a Faria Lima é é importante a gente dizer, errou quase tudo que previu. E aqui eu trouxe para você exatamente as frases das nossas previsões do começo do ano. Antes de investir, é um jogo de palavras, né? Mas para você guardar por isso o jogo de palavras, a gente tem que investigar. Então, investir, investigar. Que que significa investigar? Significa a gente saber fazer boas perguntas e saber onde buscar elementos que ajudem a gente a fazer essas previsões. Eu quando vou fazer aquelas previsões que eu mostrei para vocês e que eu venho
fazendo ao longo dos últimos anos, eu não pego e aponto o dedo para sempre para ver a direção do vento. Olho a posição das estrelas, não é nada disso. Eu leio um monte de relatório, faço conta, converso com um monte de pessoas, sinto ali o que que é a expectativa de mercado para poder ter uma opinião formada. E esse processo de investigação, ele exige primeiro alguma experiência sua, né, e segundo disposição para poder, pô, sentar a bunda na cadeira e ler, ler, ler, ler, ler e estudar. Então, são as duas coisas que tem que ter.
Eu eu tenho essa experiência, passei 20 anos no Mercado, mas se fosse só ela aí é tentar adivinhar uma coisa, entendeu? Dar uma de ali, pô, eu já trabalhei tantos anos no mercado, então normalmente acontece isso. Calma aí, cara. Que que tu estudou para ter sua opinião? Então tem que ter a experiência e tem que ter também a dedicação, o estudo, que é esse processo de investigação. Guarda isso. Para investir tem que investigar. Então, vamos começar a investigação. Primeiro, como é que a mídia, que que é a mídia? Mídia é TV Globo, é o o
Wall, é a Folha de São Paulo, é o Estadão, mas é também o Cell Notícias. Eh, são os principais veículos do Brasil, né, de de informação, de mídia, da direita, da esquerda e os que se vendem como isentões, que obviamente de Zentão não tem nem ninguém, né? Nem sabão é neutro. que o pessoal fala neutro, só sabão. Nem sabão eh é neutro, né? Mas como é que é? Vocês vão ver na mídia essas eleições em todos os lugares. Vocês vão ver essa eleição vendida assim, as eleições mais importantes da história do Brasil. Eu mesmo já
devo ter falado isso em alguns vídeos. Então vocês vão ver break news, a eleição que é a decisão que pode mudar tudo urgente, o Brasil nunca viu nada igual, eleições, tudo ou nada. Então vai ter uma carga de dramatização. Cada detalhezinha é tratado como se fosse uma grande crise pros dois lados, tá? E quando eu tô usando dois lados aqui, é porque essa é uma eleição, Apesar de você ter vários candidatos, que tá polarizada ali entre o candidato Lula e o candidato Bolsonaro. Você tem exageros. Então, os cenários extremos, eles são sempre explorados para poder
gerar medo e clique. E a gente vai falar sobre o clique aqui. As narrativas são alarmistas porque a intenção é chamar a tua atenção. A gente vive a economia da atenção. A atenção vale grana. Cada clique vale ali uns pedacinhos de centavos. Então você precisa ter muitos cliques para ganhar dinheiro. É assim que funciona a economia da atenção. Como é que você consegue chamar atenção? Você tem que ser mais alarmista que o outro. Você tem que ser ter um título mais impactante que o outro. E nas eleições isso vai escalando ao ponto da gente chegar
nesses absurdos assim. Brasil a beira de abismo, a mais decisiva de todos. O voto que pode salvar ou destruir o Brasil. A emoção é colocada acima dos fatos. E é esse o cuidado que eu tenho até eu comigo mesmo em casa falando, Eduardo, pô, hoje à noite não sei o quê, é o fato acima da emoção. Depois tu deixa a emoção acima do fato, mas hoje para ajudar as pessoas tem que ser o fato acima da emoção. E vocês vão ver muita opinião disfarçada de notícia, mas muito, muito, muito, muito. um negócio que parece que
é, ah, o cara ali escreveu que o Brasil tá quebrando não sei o quê. É uma opinião, né? Aí, mas qual são os dados? Não, os dados é que o Cara acha. Então, é um fato. Então, uma opinião. É muito importante nesse momento a gente saber separar isso. O que que o mercado e a mídia defendem como a expectativa paraa economia nessas eleições? Sublinho, o mercado e a mídia que estão vendendo isso, mas é isso que eles estão vendendo. Não estou falando que é certo, não estou falando que é errado, eu estou falando que é
o que vocês vão ver na grande mídia, Estadão, Folha de São Paulo, o Wall, TV Globo, SBT, Bandeira, TV Bandeirantes, etc. Vocês vão ver o seguinte, você simplificando, você tem aqui quatro cenários. O presidente Lula se reelegendo ou o Flávio Bolsonaro se elegendo. Você tendo o Senado sendo conquistado pela extrema direita, ou seja, a extrema direita passando a ter maioria no Senado, o que eh a gente já fala os impactos disso, ou o Senado com uma composição similar à atual. O, a grande mídia vende que se o Lula for eleito, é um cenário negativo. A
gente já vai ver como que eles vendem isso em relação à questão fiscal e etc. Mas se ele for reeleito e o Senado tiver uma maioria da extrema direita, você tem o problema que eles não podem não deixar o Lula governar e fazer impeachment de ministro do Supremo, aí vira uma incerteza muito grande. Então a mídia vende e o mercado, a Faria Lima, vendem esse como um Cenário muito negativo. Se Lula for eleito e o Senado com a composição atual, é só vocês abrirem o jornal. Eu trouxe várias matérias aqui para vocês verem. Eles vendem
como negativo. Eles quem? O Armínio Fraga, o Maíson da Nóbrega, o fulano de tal do do Banco Santander e Taú e BTG e não sei o quê. Vendem como negativo. Eles vendem. O Flávio Bolsonaro é claramente, né, novamente, não é um juízo de valor, é só olhar e ver o que tá sendo mostrado na principal mídia, né, nas principais mídias. vem ele com o Senado com uma composição atual como positivo e por incrível que pareça, vem ele com uma extrema direita com maioria no Senado, como um cenário neutro, porque isso aqui é muito imprevisível e
o que vale no mercado é a previsibilidade. Repito, essa é a narrativa que o mercado e a mídia defendem. Só que tem um problema. A gente falou que hoje é aula sobre as eleições, né? Como investir nas eleições. Só que não é só o Brasil que tem eleição. Esse ano a gente tem, né, que acontecem de dois em dois anos nos Estados Unidos. A gente tem dia 4 de novembro, daqui a pouco também quase chega a coincidir ali com o segundo segundo turno aqui no Brasil. Você tem as eleições nos Estados Unidos, onde estão em
jogo todos os assentos da Câmara. nos Estados Unidos e 1/3 dos assentos do Senado. Isso pode mudar a configuração nos Estados Unidos, onde hoje a maioria no Senado, a maioria na Câmara e o presidente dos Estados Unidos são todos eh republicanos, as duas maiorias, e o presidente dos Estados Unidos. Isso pode mudar e as pesquisas até apontam para uma possibilidade grande de mudança. Então isso vai acontecer lá nos Estados Unidos. Então aquele quadrante que a mídia vendia, que são quatro possibilidades, Lula Bolsonaro, maioria da extrema direita no Senado, não tem maioria da extrema direita no
Senado, composição atual, isso passa a ter mais um eixo e vira um cubo em três dimensões, só mostrando como o negócio vai ficando complicado quando se acompanha na mídia, porque aí lembra que o Lula, a mídia vende como um cenário pior pro mercado do que o Flávio Bolsonaro. a composição do Senado paraa extrema [roncando] direita com maioria pior do que aqui o Senó que aqui o problema que é o seguinte, se os republicanos ganham lá no Senado e na Câmara, eles encaram isso como Wall Street, como positivo. Por que que eles encaram como positivo? Porque
o Trump é o cara que tira imposto das grandes corporações americanas, que defende o a ali botando um monte de tarifa a algumas indústrias, alguns setores americanos, etc. Então, se você olhar pra bolsa americana, ela Sobe muito. Quer dizer que a economia americana tá bem? Não. Quer dizer que as empresas estão lucrando muito. Bolsa alta quer dizer muito lucro das empresas. Então, ah, mas não é a mesma coisa. Lucro das empresas, economia tá bem. podem estar relacionadas e muitas vezes estão, mas não necessariamente eh estão relacionadas. Tanto é que a percepção sobre a economia dos
Estados Unidos tá muito ruim, apesar da bolsa americana ter batido recordes atrás de recordes. Então, os democratas vencerem lá é visto como pior, que é para cá no Cubo. Então, você começa a ter um monte de cenário diferente. E eu ainda poderia colocar aqui o o os republicanos ganhando na Câmara e não ganhando no Senado. ganha no Senado, não ganha na Câmara, mas aí não dá nem para representar, porque aí você passa a ter mais uma dimensão aqui na história e o negócio começa a ficar impossível de representar. Mas é só para mostrar para vocês
que essa percepção do mercado e da mídia sobre o impacto da economia, ela é vendida como se fosse um fato tanto do Lula, do Bolsonaro, dos republicanos, dos democratas. Mas isso é um fato? Não. Isso é o quê? Isso é uma opinião. Opinião pode estar certa, opinião pode estar errada. A gente tá aqui para analisar esses cenários e ver o que tem de fundamento e o que não tem de fundamento para vocês poderem ter aí uma referência. Primeira coisa que a gente faz quando a gente quer fazer essa análise, se isso faz sentido ou não,
é tentar aprender com as experiências passadas, porque o Brasil já passou por várias eleições bem polarizadas aqui. Aliás, todas as últimas foram muito polarizadas aqui. E o que que aconteceu? Como é que tava o mercado nas últimas eleições? Se a gente analisar os dados das últimas eleições, você concorda que a gente tá vendo fatos, não tá vendo opiniões? No momento que a gente projeta paraa frente, vira opinião, vira tentativa de previsão. Mas vamos tentar aprender com a experiência passada, sempre lembrando, né, que no mercado financeiro e na vida, a experiência passada não garante, né, um
acontecimento futuro, mas aponta uma direção para onde a gente deveria olhar. Então, a primeira coisa é o seguinte. Isso aqui é o resultado do segundo turno presidencial no Brasil nas últimas seis eleições, 2002, 6, 10, 14, 18 e 22. Aqui em 2002, uma alternância de poder com o Lula ganhando. Em 2006, a reeleição do Lula. 2010 uma sucessão governamental. Por que sucessão? porque era ali a candidata apoiada pelo presidente, não foi alternância de poder. Em 2014, uma reeleição, você tem em 2016 eh ali o golpe, né? O Temer assume, ele não tá Aqui, mas aí
sai o Temer e a gente tá colocando uma alternância. Poderia, porque eu acho que é o que faz sentido, tá? como alternância no sentido de que saiu a Dilma e entrou o Bolsonaro. Mas, enfim, isso você pode analisar da forma como você quiser, porque esse slide não é nem para isso, é só para falar, né, do que a gente espera para essa eleição. Em 2022, a gente tem pela primeira vez aqui um incumbente derrotado, ou seja, quem estava tentando a reeleição não se reelegendo. Aqui é a diferença em pontos percentuais, tá? Desde no resultado do
segundo turno, de 2002 até hoje. Você traçando o gráfico, vê se você nota uma coisa nesse gráfico. Acho que é fácil de notar. Você tem aqui, ó, um movimento de diminuição da margem dessa vitória de quem ganha no segundo turno. Em 2018, uma margem maior. Vamos lembrar que você tinha o Bolsonaro contra o Hadad e o PT tava vivendo o auge ali da questão de Lava-Jato com o presidente Lula na prisão e etc. Então ele tava extremamente afetado pelo noticiário negativo. Mesmo assim, tirando a eleição anterior, já era menor do que a diferença de todos
os últimos anos. E na última diferença de 1,80, 1.80%. Dos votos válidos, isso tá do total. Eh, esse negócio eh parece até menor, né? Mas enfim, vale o número de votos ali. Qual é a conclusão que a gente tira desse primeiro gráfico em relação ao que esperar dessa próxima eleição? Primeira conclusão, o resultado nessas eleições muito provavelmente vai ser apertado. Por que que é importante? Ah, Eduardo, pô, a gente tá aqui para falar o óbvio. A gente tá aqui também para falar o óbvio e para poder fazer uma cadeia lógica de raciocínio para saber o
que esperar. Então o resultado dessas eleições muito provavelmente vai ser apertado, o que em termos de investimentos inevitavelmente gera o quê? Incerteza e volatilidade. Quando você tem dois polos muito distantes em relação ao que pregam, e a gente depois vai ver se o que prega é tão diferente do que faz. Quando você tem dois polos muito diferentes se candidatando e tá muito perto um do outro ou os dois têm chances reais, você gera uma incerteza gigante, porque é quase um cenário binário na cabeça das pessoas, nas expectativas das pessoas, que é quase como se fosse
assim: "Calma, é tudo para aquele lado ou é tudo para esse?" Aí sai uma notícia que parece que vai fazer pender a balança para cá. A gente pode até usar pra esquerda. Aí vai todo mundo agora parece que vai fazer pra direita para cá. Então isso vai Gerando uma volatilidade enorme. A única instituição, pessoa, etc. que ganha com toda essa volatilidade são os bancos e corretoras onde você fica, compra isso, vende aquilo, compra isso, vende aquilo, você nunca sabe o que vai acontecer e cada dia te dizem que vai acontecer uma coisa, eles ganham em
cima da sua incerteza, né? e você perde o dinheiro. A gente brinca que é o violino, né? Você vai fazendo assim, a gente brinca que é isso aqui que é o assim, você vai quando o mercado tá voltando e volta quando o mercado tá indo, você perde em todas e o cara tá ganhando em toda a operação que você faz. Então vamos já contar com essa incerteza no mercado daqui pra frente. Vamos seguir a nossa investigação sobre o que aconteceu nos últimos nas últimas eleições, analisando as mesmas, tá? Tá. pequeno número para vocês, mas eu
vou falar o que aconteceu para vocês não terem que ler, principalmente se você tá na tela do celular que fica difícil de ler os anos 2002, 6, 10, 14, mesmas eleições que a gente falou, que que aconteceu 2 meses antes do segundo turno. Então, pega a data do segundo turno e dois meses antes, vamos ver o que aconteceu com a bolsa e com o dólar. E vamos ver também o que aconteceu um ano depois. Por que que isso é importante? Para ver o seguinte, como é que as expectativas moveram os mercados logo antes dessas eleições
e no ano seguinte das eleições. Em 2002, logo antes do presidente Lula se eleger Pela primeira vez, os mercados eles tiveram uma performance horrorosa. O dólar subiu mais de 20% nesses dois meses só. E a bolsa caiu 3,5%. Eu faço uma conta aqui pra gente poder comparar laranja com laranja. A bolsa em dólar caiu quanto? Tá aqui, ó. Não, ele não pega exatamente o mesmo fechamento porque tem negócio de petáx o dia da que tem da bolsa e do dólar. Mas como referência aqui, ó, a bolsa caiu em torno dos 21%, tá? Antes a expectativa
era que se Lula fosse eleito ia ter um caos no país. O que que aconteceu? Um ano depois, se tivesse uma foto, um ano depois do segundo turno, a bolsa tinha subido 77% e o dólar tinha caído 24%. Então, a previsão do mercado se mostrou errada nesse ano. A bolsa no primeiro ano só do mandato do presidente Lula em 2002 subiu 134%. Vem comigo, porque mesmo se você não for um uma pessoa de mercado que não sei o quê, isso é, isso é, põ um conhecimento bacana até como curiosidade, é uma coisa legal para você
ter como cultura do do que aconteceu, né? 2006, o Lula vai lá e se candidata à reeleição. Aqui o dólar já se mantém estável, já não existe aquele desespero de antes, até porque as pessoas tinham visto que tinham errado naquela primeira vez. E a bolsa sobe. Que que acontece? Por que que a bolsa sobe? a bolsa sobe porque o Pessoal começa a falar: "Não, não, da última vez a gente errou, então vamos agora já começar a comprar antes." E aí realmente no ano seguinte a bolsa sobe de novo, 65%, e o bol e o dólar
cai, ou seja, eles acertam. Aí a Dilma fica ali com na frente das pesquisas e aí o mercado ele antecipa uma melhora com a entrada da Dilma. Nos dois meses antes, o dólar cai e a bolsa sobe. Aí o que que acontece? O mercado acerta, não, o mercado erra. vem para uma queda da bolsa de 17% e e o dólar ele ele fica mais ou menos estável, não chega nem a cair 1%, mas o mercado piora. A reeleição da Dilma, aí o pessoal fala: "Eramo aqui, vamos apostar na queda agora do mercado, né? Queda bolsa
e alta do dólar. Aí o mercado acerta porque o que acontece no ano seguinte é realmente um mercado horroroso, né? Vamos lembrar que em 2014, além de todo eh ali o mandato extremamente confuso, aquela eleição que no final teve a contestação do Aécio dizendo que tinha que ter recontagem dos votos, começa aquele movimento no país de contestação, de ataque, de hostilidades e etc. Você tem uma enorme crise no setor de commodities e o Brasil muito dependente de commodity, mas fato é o mercado aqui aposta que vai piorar e Piora no ano seguinte. Aí entra o
Bolsonaro. O Bolsonaro quando entra a Faria Lima, vamos lembrar que ele tava bem na frente na nos dois últimos meses, né? E a gente sempre tá pegando os dois últimos meses, aposta na melhora do mercado. E no primeiro ano do governo Bolsonaro, o mercado realmente melhora. A bolsa sobe 26% e e o dólar cai eh 8%. Tá? Não, perdão. O dólar piora no primeiro ano. Então e eles erram em relação ao dólar e acertam em relação à bolsa. Eles achavam que o dólar ia cair, o dólar subiu, mas você tem que a bolsa subiu como
eles imaginavam no ano depois só. Não estamos falando de mandato inteiro, já vamos ver mandato inteiro. E o Lula quando ganha essa última eleição, o mercado aposta na piora, porque ele antecipa aqui o dólar subindo e mas também a bolsa sobe um pouquinho. Na verdade assim, são números pequenos, fica meio que estável. E o que que acontece no primeiro ano? a, o dólar ele acaba caindo, ou seja, uma coisa boa que aconteceu pros mercados e a bolsa fica mais ou menos estável. Então a gente viu o seguinte aqui, que que dá pra gente concluir que
não dá para concluir quase nada, porque o mercado ele algumas vezes eh dá para concluir uma coisa que quando o mercado extrapola muito para um lado, ele costuma errar, né? E ele aprende a sua lição e aprende a sua lição e se ajusta, mas rapidamente as coisas mudam. Isso é muito dinâmico. Então o seguinte, quem tá falando para vocês que sabe o que vai acontecer? Esse gráfico mostra que é muito difícil saber o que vai acontecer, porque todas essas vezes aqui eles tentaram adivinhar e acertaram metade e erraram metade, né? Assim, ordem de grandeza. Vamos
ver agora o que que aconteceu no mandato inteiro. No mandato inteiro de Lula 1, Lula 2, Dilma 1, Dilma dois até o golpe, Temer, Bolsonaro e Lula. Ah, eu não gosto que você chama de golpe, não é golpe, é impeachment. Se entrar nessa, vai ver Jornal Nacional. Aqui é pra gente ver os dados. Se eu chamei de golpe, você não acha que é golpe, faz o seguinte, fica achando o que você acha que é e presta atenção nos números, porque isso aqui é tudo número. Isso aqui não tem como ser inventado, tá? E os números,
que que a gente fez, o que que aconteceu ao longo do mandato inteiro desde do de dezembro do ano que a pessoa foi eleita, do último dia de dezembro até o último dia de dezembro do mandato dele para pegar o mandato inteiro. Que que aconteceu com dólar? Que que aconteceu com a bolsa? E que que aconteceu com a bolsa em dólar? E aí o aqui a gente consegue ver um padrão. Qual que é esse padrão? No Lula 1, a bolsa em dólar subiu 552%. Isso quer dizer que a bolsa em dólar durante o mandato inteiro
multiplicou, olha que loucura, multiplicou por seis, Né? Porque se subiu mais de 500%, se sobe 100% é porque multiplicou por 2. Subiu 500% e multiplicou por 6. No segundo mandato dele, a bolsa em dólar sobe 100%, multiplicou por 2. No mandato da Dilma 1, a bolsa em dólar cai 54%. Dilma 2 até o golpe cai 5%. Aqui Temer no período curto que ele ficou, a bolsa em dólar sobe 26%. Bolsonaro, a bolsa cai em dólar 7%. e Lula e três até agora a bolsa em dólar subiu 60%. Então, das últimas seis eleições, as três maiores
altas, assim, sem sombra de dúvida, aconteceram nos mandatos do presidente Lula. A o pior a pior performance, sem sombra de dúvida, aconteceu nos mandatos da presidenta Dilma. Isso são os dados. Ah, mas porque teve isso? tem que levar em consideração, é, tem que levar em consideração 1 milhão de coisas, mas os dados são esses. E a expectativa dos mercados, isso a gente pode saber, a expectativa do mercado vendida na mídia antes desses três governos sempre foi muito ruim e a expectativa do mercado não se confirmou em termos de preço de mercado em nenhum dos três
mandatos do presidente Lula. Ah, mas eu não vou votar no Lula, você vota o que você quiser. Eu tô mostrando para vocês, só para vocês lerem as notícias de uma Maneira diferente. Segunda conclusão, dado tudo isso que eu mostrei para vocês, o que o mercado fala é diferente do que ele aposta, porque apesar do mercado ter falado no governo um Lula e no dois do Lula, que o Lula ia ser um caos, não sei o quê, no primeiro ele apostou contra, mas no segundo apostou a favor. Nessa última eleição que o Lula ganhou, o mercado
logo antes apostou a favor também, apesar de falar que ia acontecer ali um desastre. Então, o mercado torce para uma coisa e põe o dinheiro em outra. Você só vê o que ele torce, você não vê onde ele põe o dinheiro. E aí que que a gente chega à conclusão que o que o mercado fala é diferente do que ele faz, ele aposta. E o que ele aposta também tem sido muito diferente do que acontece. Ele tem errado muito. Um bom exemplo de como ele continua errando é a indústria de multimercados, de fundos multimercados, que
vive ao longo dos últimos anos o pior momento da sua história no Brasil. Vários, várias empresas que fazem gestão de recursos multimercados, elas têm tido assim uma performance desastrosa. Não assim, por acaso, essas empresas são muito críticas ao ao ao que tá acontecendo com o país em termos econômicos, etc., mas você vê o Armínio criticando, o Armínio fechou a empresa dele lá, né? O, você vê, enfim, vários outros, não lembro o nome de todo mundo lá. Eu tava vendo hoje outra empresa eh tirou toda a locação em fundo de multimercados, acho que é a tag
que o Cara tá falando que é uma empresa de alocação de recursos de milionário e não sei o quê. Então cuidado porque os caras têm errado muito mais do que acertado. Vamos ver. Ah, Eduardo, eram mundos diferentes, não dá para comparar. Então vamos pegar algumas referências. Quanto era a taxa de juros no Brasil? quanto que era a inflação dos últimos 12 meses e quanto que era a inflação esperada pros próximos 12 meses nas últimas eleições, no período ali e das últimas eleições. A gente pega eh exatamente aqui, ó, ali no no período do segundo turno.
Então, vamos lá. Em 2002, a taxa de juros bás que é básica do Brasil, que é a Selic. 2006 13,75. 2010 1075 2014 11 18 6,5 22 1375 e atualmente 14. Então essa taxa que a gente tá vivendo é uma taxa que até curiosamente já teve duas quase iguais. Duas quase iguais. E também mais curiosamente ainda aqui na que o Lula ganhou e na que o Lula ganhou e aqui no que o Lula tá disputando. Então essa situação de Lula disputando uma eleição contra uma oposição com a taxa de juros no Brasil em 14%, a
gente já viu algumas vezes. Mas como é que era a inflação nesses períodos? Nessas duas que a gente Falou do Lula era 3,70. Nessa aqui a inflação tava 717, que foi a inflação que o Bolsonaro entregou para ele e agora tá em 444. Quando você pega e tira a inflação projetada pros próximos meses da taxa de juro que a gente tem hoje, a gente tem uma coisa que é o juro real projetado ou exant. É claro que o juro vai cair, não sei o que, a gente não sabe quanto vai ser, mas só pra gente
poder fazer uma comparação. E veja que aqui a gente consegue ver uma coisa que vai ser relevante para as nossas análises. A taxa de juro real hoje no Brasil, tirando a de 2002, quando a gente teve aquele pânico do mercado antes do a a ali da eleição do Lula, a taxa de juro real hoje é a maior de todas as últimas eleições, algumas parecidas como a de 2006, né? Eh, a do da Lula contra Bolsonaro quando o Lula ganhou a última eleição, também muito alta, mas a de agora é a maior e aqui as notícias
que eu falei para vocês que ia trazer para mostrar isso aqui. Eu tirei, eu que fiz o print, tá? Da da dela da da internet de vários portais. Então, a notícia aqui, ó, inflação deve prevalecer se não tiver ajuste fiscal, sinaliza a gestora de 3B. Mercado alerta para bomba fiscal, populismo e deseducação financeira. O Brasil vai quebrar. Economistas fazem aler de contas públicas. Armínio Fraga diz que o Brasil repete erros. Crédito privado fica mais seletivo com juros Inadimplência e risco fiscal. Tem alguma palavra que vocês estão vendo ser muito repetida aqui? Tem uma, né? Qual
que é a palavra aqui, ó? Vamos ver. Fiscal sempre. Esse é o tema preferido do terror que é tocado pelos analistas, pela mídia, etc. Em todas as eleições do Brasil, onde o candidato da esquerda tem mais chance de ganhar. Eu vou explicar para vocês por que isso é é vendido assim, mas o fato é que é vendido assim. Então vocês vão abrir os jornais e não, mas é mesmo porque você não viu? Não. Vamos cá. é o que tá sendo falado. Então, nós dois a gente concorda com isso. Se é ou não é verdade. Vamos
ver o que que a gente tem aqui de real e o que que não tem de real. Eu não falei para vocês ainda que não é real, então não reaja antes do tempo. Vamos só primeiro constatar que esse é o terror que a Faria Lima sempre toca. Vamos ver então se qual é a situação, é verdade ou é mentira? que eu não tô aqui para, eu não tô aqui também para, para romantizar as coisas, para falar que não existe preocupação, que o Brasil tem uma situação fiscal maravilhosa. Eu tô aqui para ver a situação fiscal
do Brasil e compartilhar com vocês e tentar explicar alguns desses números. Isso aqui é um gráfico que a nossa querida Débora Maganha, que daqui a pouco vai estar aqui com a gente, que faz estudos espetaculares aqui. Ela pegou os dados do FMI, tá? Se não me engano, é do FMI. Qualquer coisa ela me corrige quando ela tiver aqui comigo, mas eu acho que é do FM ou do Banco Mundial. E pegou quanto que é a dívida líquida em relação ao PIB, que é a medida que as pessoas usam. Tem muita gente que gosta de usar
a dívida bruta em relação ao PIB. As duas são interessantes. Que que é dívida líquida em relação ao PIB? É quanto o país deve, né, descontado do quanto ele tem em caixa. Mas o Brasil tem dinheiro em caixa? Tem, claro. Por exemplo, as reservas cambiais, você tá falando de 400 bi, ordem de grandeza, 400 bi x 5, a gente tá falando de 2 trilhões de reais. Então você tem a dívida bruta, que é tudo que deve. Só que se você tira de tudo que deve o que tem, você fica com a dívida líquida. Por que
que os dois são interessantes? Por que que a gente não só usa a dívida líquida? Porque o que o Brasil deve, ele deve quase tudo na taxa de juro do país. O que ele tem de caixa, ele tem em dólar, que é uma taxa de juro bem baixinha. Então tem um descasamento da rentabilidade dos dois. Um cresce muito mais do que o outro. Então a dívida cresce muito mais se o câmbio se mantiver estável do que e o quanto ele tem em caixa em termos de rentabilidade. Então é importante, mas a gente pegou, escolheu pegar
divda líquida aqui, tá? já fazendo essa ressalva para, enfim, não ter, ah, tá pegando um, não tá pegando outro. Estamos explicando a diferença dos dois. A gente tá nesse ano aqui e se você olha nesse ano, o Brasil, que é aqui essa linha, né, eh, azul, para quem tiver conseguindo ver as cores e etc. E o Brasil tem 65% De dívida líquida em relação ao PIB. É grande, é muito, é, é, é muita dívida. monte de trilhão. Mas em relação a outros países, aí até entra essa discussão, mas quais países a gente vai pegar? Vamos
pegar dois países que a Débora pegou e eu acho legal a gente ter pego. Então, por exemplo, aqui a gente tem África do Sul e México. África do Sul acima, México abaixo. Ah, mas são bem comparáveis, são diferentes, mas são países emergentes. São, então você pega, por exemplo, África do Sul, tá lá no bricks, né? É o S de South Africa. O México é a segunda maior economia da América Latina, até com PIB parecido com do Brasil. Do Brasil é 2 pon, sei lá, 3, 4 trilhões de dólares. O do México é quase 2 trilhões
de dólares. Quando você olha per capta, os dois são muito parecidos. África do Sul já tem um PIB bem mais baixo. Tem um PIB que é ali entre 1/4 e 1/5 do brasileiro e um PIB per capita que é metade do Brasil e do México. Mas também é um país emergente, etc., que faz parte do Brix. Então vamos acompanhar. Você vê que o Brasil tá aqui entre eles, mas é verdade também, então tem alguma legitimidade que a projeção dessa dívida brasileira ao longo dos próximos anos é pior em termos de aumentar mais essa relação da
dívida em relação ao quanto gera de riqueza do que a África do Sul e do que o México. Então o Brasil realmente ele tá numa trajetória pior do que os dois. Por quê? Principalmente, ah, tá, porque tá gastando mal e não sei o quê, porque os juízes ganham muito. Eu sou Cmar critico que juiz ganha, penduricalo, eh, oba que tem de um monte político, etc. Mas o que faz isso ter essa trajetória horrorosa é a gente ter aquele juro real que é o mais alto de todos. Mas veja, né, que isso que eu tô mostrando
para vocês, que a trajetória do Brasil é pior. Então ele sai aqui perto do México e cola aqui na África do Sul e o México aqui embaixo. Isso. Ah, o Brasil gastou dinheiro então e pô, gastou muito mal. E não é só com juros, porque gasta também investindo e etc. E poxa, não aproveitou nada isso. Vamos ver então como é que foi o crescimento desses três países ao longo dos últimos anos. Vocês vão ver aqui 2023, 2024, 2025 e aqui projeção para 26 e 27. você vai ver que, apesar de estar gastando mais em termos
de relação quanto gasta e quanto ganha, e é o quanto sua dívida cresce, o Brasil também tem crescido mais do que esses outros países. Isso aqui é crescimento ano a ano. Eu botei no próximo gráfico ele acumulado para ficar fácil vocês verem. Então isso aqui é o crescimento tendo 2022 como base, que é o começo desse governo, entre Brasil, aqui a México e África do Sul. crescimento previsto até 2028 de 16% nesse período pro Brasil, 11% pro México e aqui 6% pra África do Sul. Então tem esse outro lado também que a gente tem que
levar em Consideração. Não é à toa que a bolsa brasileira também tem crescido e desses dois países também cresceram nesse período, tá? eh, desse mandato aqui, mas a bolsa brasileira tem crescido mais do que a média mundial, eh, por conta também eh desse desse gasto que tá tendo do estado. É sempre, gente, ali um uma balança, um cobertor curto, uma teia onde você puxa de um lado e mexe com todos os outros. Vamos continuar a nossa análise. A conclusão é o seguinte: "Pô, Eduardo, então o problema do Brasil é o juro alto". Então, por que
que a gente não cai o juro? E aí o Brasil vive um dilema. Isso aqui são, é para ser duas navalhas, né? Isso aqui é o dólar, isso aqui é os juros. E na situação que o Brasil vive hoje, que é muito parecida com a que ele vive há décadas, décadas, a gente já pode botar década no plural, o Brasil tem que fazer uma escolha. Qual que é a escolha que o Brasil tem que fazer? Ou ele morre de câmbio ou ele morre de juros. Mas ele morre. O Brasil sempre, do jeito que a economia
do Brasil tá estruturada, ela tá fadada a crescer pouco, ela tá fadada a ter os voos de galinha, que a gente chama, que é voo, eh, cresce um pouco, tem uma crise, cresce um pouco, tem um ataque especulativo. Acontece alguma coisa no mundo, a gente acaba sofrendo muito. Por que que a gente morre de câmbio ou morre de juros? Vamos entender porque que a gente morre de câmbio ou morre de juros. Primeiro, atualmente a gente tá escolhendo morrer De juros, então o Brasil tá morrendo, né? Então a a previsão civil pros próximos anos é de
uma queda desse crescimento. Essa história do fiscal realmente está piorando nos próximos anos. Não é como a mídia vende, mas realmente está piorando. E porque a gente tem o juro real, que é literalmente o maior juro real do mundo. Hoje o Brasil, se você pega a taxa básica e desconta a inflação acumulada em 12 meses, o Brasil pratica o maior juro real do mundo. Então, se ele pratica o maior juro real do mundo, ele vai se endividar mais. É tão simples quanto isso. Qualquer um pode entender isso. Hoje o Brasil escolhe morrer de juros ao
invés de morrer de câmbio, morrer de dólar. Mas explica mais isso, Eduardo. Não tô entendendo ainda. Como assim morrer de um ou morrer de outro? E de quem que é a culpa? Por que que não tem uma terceira opção? Existe uma coisa que vocês já devem ter ouvido falar e também não precisa se preocupar muito de entender no detalhe, leva naquela da curiosidade de se aculturar sobre uma sobre um assunto, né? E eu vou explicar também de uma maneira simplificada. Você tem uma coisa que a gente pratica no Brasil e que é vendida quase que
como um dogma, tá? Como uma coisa que não existe opção em relação a isso. E eu não tô falando que tem ou que não tem, eu tô falando que é vendido assim e é vendido assim, que se chama tripé macroeconômico. O que que é o tripé macroeconômico? Ele diz que pro país ter uma economia saudável, ele deve ter três condições. Primeiro, metas de inflação. Que que quer dizer Meta de inflação? Quer dizer que o Banco Central ele deve definir qual a taxa de inflação que ele persegue para esse ano, pro próximo ano, pro outro ano,
porque ao dizer isso, ele vai alinhar as expectativas e a gente chama de ancorar as expectativas. Todo mundo vai falar: "Poxa, se a inflação que o Banco Central tá trabalhando com os instrumentos que ele tem é 4%, eu vou projetar os custos da minha empresa, vou projetar o quanto eu vou subir meus presos para 4%." E aí vira quase que uma profecia autorrealizável. Se ele tem credibilidade e consegue ancorar essas expectativas. Você precisa de um câmbio flutuante para você ter um mecanismo de amortecimento da sua economia. Isso é o que defende o tripé macroeconômico, tá?
Que quer quer dizer o quê? quer dizer o seguinte, se eu intervi muito pouco no câmbio, porque o câmbio flutuante ele nunca é um câmbio totalmente flutuante, quando o país tiver vivendo, por exemplo, um ataque especulativo, todo mundo querendo tirar dinheiro do país porque tá achando que vai acontecer uma coisa muito ruim lá, todo mundo tirar dinheiro do país, o dólar sobe. Quando o dólar sobe, tudo aqui dentro fica barato para quem tá lá fora. Então, o Brasil começa a exportar muito mais, porque as coisas daqui ficam baratas. As pessoas começam a entrar aqui para
comprar empresa, as pessoas começam aqui para comprar ativo, comprar terra, comprar um monte de coisa. E aí quando as pessoas começam a comprar porque tá barato, como o câmbio é flutuante, que que acontece? Você tem o contrário, o real passa a se valorizar. Então o câmbio flutuante ele dá um amortecimento e uma proteção pra economia. E o superavid primário, porque o superavit primário, que também é uma coisa, não é só brasileira, mas é muito é muito brasileira, muito mais do que em outros lugares do mundo, superavit primário quer dizer você gastar menos do que você
arrecada antes de pagar os juros dos banqueiros. falo do juro dos banqueiros, é os juros da da dívida pública, né, que a maioria dessa dívida pública ou está na mão dos bancos ou em fundos, etc, controlados pelos bancos. Por isso que não é errado falar os juros dos banqueiros. E se você tem esse superavit, você gera para esses banqueiros, para as pessoas que comandam a economia, uma percepção de que vão conseguir atingir a meta de inflação. E se você gera uma percepção que vão atingir a meta de inflação, você tem um câmbio estável e essa
previsibilidade econômica vai ajudar o país. Em outras palavras, é o ciclo virtuoso. Qual que é o ciclo virtuoso do tripé macroeconômico? Eu vou mostrar os dois que tem, mas vamos começar pelo virtuoso. O ciclo virtuoso é o seguinte: se eu gerar superavit fiscal, se eu ganhar mais do que eu gasto, eu vou ter um risco menor. Se eu tenho um risco menor, o meu câmbio fica estável. Com meu câmbio estável, a minha inflação também fica menor, porque As coisas que eu importo de outros países, o custo das commodities no Brasil não vai impactar minha inflação.
Se eu tenho uma inflação menor e um risco menor, eu posso praticar juros menores. Se eu pratico juros menores, as pessoas, em vez de deixar o dinheiro investido, elas vão pegar e e botar o dinheiro na economia real. elas vão gerar mais investimento em empresas, abrir negócios, etc. Isso vai gerar mais receita de impostos, porque a economia vai ficar maior e isso vai aumentar ainda mais o meu superáit fiscal. E aí quando eu faço isso, as coisas vão ficar boas até o Brasil virar uma Suíça e todos nós andarmos de mãos dadas nas ruas sem
precisar esconder nossos celulares. Essa é a visão de quem defende o tripé macroeconômico. Eles também falam que é aí que é aí que se desenha o caos. Eles falam que o contrário, em vez do ciclo virtuoso, é o ciclo vicioso, onde se a deterioração fiscal acontece, que é aquilo que a gente viu nas notícias da mídia, gasta-se muito mais do que arrecada, você vai ter um risco maior, porque as pessoas vão falar: "Esse cara não vai pagar". Se tem um risco maior, você tem um câmbio volátil e o dólar subindo de preço, porque as pessoas
querem tirar o dinheiro do do Brasil. O dólar sobe, você tem mais inflação. Você tem mais inflação. Aí você escolhe o seguinte: eu vou controlar a inflação ou e para controlar a inflação no tripé macroeconômico só tem um jeito. Você tem Que subir juros, porque é isso que defende o tripé macroeconômico. Ou eu vou deixar a inflação correr? Se a inflação correr, que que acontece? você tem o a perda do poder de compra da população. As pessoas que não são bancarizadas, elas realmente vivem uma situação eh péssima. O o a indústria, o comércio passam a
vender menos porque as pessoas elas ficam mais eh avessas a risco. Você tem todo o problema que uma inflação grande gera. Então você morre, você mata tua economia com a inflação. Só que para conter inflação no ciclo vicioso, o tripé macroeconômico fala que você tem que subir o juro. Aí você sobe os juros. Só que quando você sobe os juros, o que que acontece? Você também vai ter menos investimento, porque as pessoas vão decidir botar o dinheiro no banco ao invés de abrir uma empresa delas. Vocês vão ter uma dívida cada vez maior e a
dívida maior vai incorrer em juros maiores, que vai aumentar a deterioração fiscal. E aí o Brasil vai piorar até virar o Venezuela, né, que é o o que é vendido. Então para cá, o Brasil vai melhorar até virar a Suíça. E se o candidato da mídia for eleito, é isso que vai acontecer. Nunca não aconteceu até hoje, mas vai acontecer. E se o candidato da esquerda ganhar, o Brasil vai virar uma Venezuela. Também nunca aconteceu. Quer dizer, então, que tudo isso é mentira? Não é mentira. Existe uma parcela de verdade, sim, nesses ciclos. Esses ciclos,
em certa medida, Acontecem e acontecem mais ainda se todo mundo acredita que eles acontecem, porque a economia ela é uma ciência muito espectacional. O que quer dizer? O que as pessoas acreditam acaba eh se refletindo nas decisões que elas tomam e aí acaba acontecendo o que elas acreditavam, né? é quase como a a lei quântica dos coaches, eh, aqui, né, na profecia autorrealizável, mas realmente tem uma parcela de verdade, mas é uma verdade muito conveniente, porque vamos dar um zoom nisso aqui, nesse pedaço, juros maiores gerando menor crescimento e dívida maior, porque aí quando você
tem todo mundo acreditando piamente nisso aqui, e volto a dizer que nunca aconteceu, né? O Brasil nunca virou a Venezuela com isso aqui. E o Brasil nunca virou a Suíça com isso aqui. Teve momentos de melhora, teve momentos de piora, isso sempre aconteceu. Mas nunca aconteceu nem o desastre, nem o paraíso. Mas esse pedaço do desastre que é vendido, ele é muito conveniente. E por que que é muito conveniente esse pedaço do desastre que é vendido? Porque se a gente der um zoom naquele pedacinho, vamos expandir aqueles dois passos. juros reais elevados, que é o
que o Brasil vive hoje, um juro altíssimo. Quando os juros reais ficam muito elevados, o gasto com a dívida aumenta. Isso é óbvio, né? Você tem uma dívida de 100, o juro é 10, você gasta 10 por ano. O juro é 20, você gasta 20 por ano. Os 20 você tem que fazer mais dívida. Então isso aqui é o que é o passo seguinte. Quando você tem um gasto maior com a dívida, as pessoas passam a acreditar menos que você vai conseguir ter superavit. E aí quando as pessoas passam a acreditar menos que você vai
conseguir ter superavit, elas falam: "Se você não tá conseguindo eh resolver essa questão gerando mais crescimento, só vai sobrar uma coisa que você tem que fazer. O quê? Cortar estado, cortar a máquina e vender o patrimônio público, que são as privatizações, que é isso aqui, cortes e privatizações. Quando acontecem os cortes e as privatizações, você tem menos investimentos do estado e menos serviços públicos. Que que acontece? Você tem um crescimento do país menor e uma arrecadação menor. Você tem uma dívida PIB que mesmo fazendo tudo isso acaba não cedendo. Você tem o que o prêmio
de risco continua aumentando e aí você tem que, apesar de ter feito isso, você tem que manter os juros altos. E por que que eu digo que é uma verdade? É assim, é uma teoria conveniente, porque nessa teoria a única pessoa, os únicos que ganham são a turma da Faria Lima. Por quê? Porque você tem a população com menos serviços oferecidos Em prol de um ajuste fiscal, que é aquilo que vocês viram que as pessoas defendem. Só que é o seguinte, o mercado financeiro ele ganha nas duas pontas. Ele ganha com juro real que se
mantém elevado e ele ganha nas operações de privatização, porque eles têm acesso aos ativos públicos. Quem é que comprou Eletrobras? Foi a turma lá do Jorge Paulo Lema, né? Quem é que comprou as telefônicas? Quem é que comprou, enfim, eh, várias concessões que você tem? são esses grandes empresários, são as pessoas que coincidentemente são as mesmas pessoas que defendem que essa etapa é necessária, os cortes e as privatizações. Então, tem um pedaço que é verdade, sim, desse ciclo, mas tem essa e essa conveniência que esse negócio beneficia as pessoas que tocam esse terror. E tem
um fato histórico que é o seguinte: o cenário que eles venderam nunca aconteceu. E tem também um outro fato que apesar da gente ter uma trajetória fiscal pior do que outros países similares, a gente tá longe de tá assim na beira de um abismo fiscal, mas longe longe, longe. Caramba, Eduardo. Então, o nosso maior risco nos próximos anos é essa questão fiscal, né? Aí eu vou te falar uma coisa. E aí aqui é um daqueles momentos que você se deixar o teu lado político, entrar aqui, você vai perder a o final da aula. Não deixa
a paixão vi, deixa a paixão para vir depois. Mas eu vou te dar uma Notícia que é o seguinte, essa parte de seguir o tripé macroeconômico, de privatizar empresas públicas, de fazer cortes do Estado, infelizmente isso numa dimensão ou em outra, numa magnitude ou em outra, todos os governos que passaram fizeram. É claro, quando você pega um cara tipo e o Paulo Guedes, que tem como intenção, e eu tô falando isso porque ele falou isso, a intenção dele era vender tudo que desce, ele falou isso o quanto antes. Acontece isso muito mais rápido do que
acontece num governo de centroesquerda. Mas a verdade é que o governo atual é um governo que pratica o tripé macroeconômico. Não é à toa que a gente tá com juro real alto como o que a gente tá. E a gente tem o arcabolso fiscal, tem todas essas mensagens para tentar gerar essa ancoragem das expectativas do mercado, não é, das pessoas. Então, é claro, é um governo que investe mais em políticas públicas, etc., do que o outro. Mas eh assim, nenhum dos dois governos que se elejam vão abandonar o tripé macroeconômico. Então eu tô falando para
vocês, essa preocupação do Brasil virar uma Venezuela ou a esperança dele virar uma Suíça, esquece, esquece. as coisas mudam economicamente, mas mudam menos do Que a gente imaginava e e é muito menos previsível e e muitas vezes muito mais condicionado ao que vai acontecer com o resto do mundo até do que acontece aqui. Apesar de que a gente na paixão, no impulso e etc, a gente projeta influenciado pelas opiniões, pela mídia, pelas manchetes, a gente projeta dois cenários extremamente desiguais. Economicamente, assim, são cenários diferentes, mas não são diametralmente opostos, não. Nenhum, eu posso cravar isso
para vocês, nenhum dos dois governos que se eleja, seja Lula, seja Bolsonaro, vai abandonar o tripé macroeconômico. Aí vem a parte minha da opinião, infelizmente, sabe? não de abandonar totalmente, oba oba, mas isso é tido como um dogma e isso meio que eh sequestra possibilidades pro país, nas assim, no medo de que algo muito ruim pode acontecer, a gente não testa nada que pode tirar a gente dessa prisão do voo de galinha. Mas isso aqui serve como um recado que para vários de vocês pode ser até um recado bom, que é o seguinte: esse risco
maluco, não sei o que de fiscal, isso não vai acontecer. Abandonar o tripé macroeconômico, não vai acontecer. Não vai acontecer nem com o governo, nem com outro. A agenda de privatização, etc. Pô, não tem a menor dúvida que vai ser muito mais acelerada, muito mais acelerada no governo do Bolsonaro do que o do governo do Lula. Aí você acha o que você quiser, o que que é bom, o que que é ruim, etc., né? O que eu acho, as pessoas sabem, quem me acompanha sabe, mas tudo bem. Agora, eh, o tripé macroeconômico ele tá garantido,
mas isso diz, então, que esse não é nem de perto o maior risco do mercado nos próximos meses. E é aí que a gente vai ter que abrir os nossos horizontes um pouquinho para ver quais os riscos que estão pairando no mercado. O primeiro deles é esse aqui. E eu botei, não olhe para cima, porque as pessoas elas estão assim, de uma maneira extremamente irresponsável, ignorando esse que é o maior de todos os riscos. O mundo tá vivendo agora o o o que o americano chama de tipping point, né, que é o ponto de virada
da maior catástrofe climática que se poderia imaginar. Isso aqui é dessa semana no site da BBC de Londres. É uma notícia que vem de um relatório do MT Office, que é a agência oficial, uma das mais prestigiadas do mundo sobre a questão climática, sobre o El Ninho e diz o seguinte: "O Elinho tem tudo para ser o mais forte na memória eh histórica do planeta, ou seja, do que a gente conhece de planeta. E a gente tem como estimar coisas para 100.000 anos, 200.000 anos, 500.000 1000 anos para trás, porque a gente olha lá as
geleiras, os sedimentos, as rochas, etc. Esse é o pior que já houve. E aqui tem, desde que a gente tem medições, que aí sim a gente tem medições nos oceanos, a temperatura do oceano na região do ninho 3.4, que é a região que mais afeta aqui o nosso continente, em relação a todos os outros anos, vocês estão vendo que todo ano tem algum outro ano perto? O que tá acontecendo esse ano? Nunca teve nada perto, nada. Isso, para vocês terem ideia, ele nem começou os efeitos grandes. Os efeitos grandes são para novembro, dezembro e janeiro.
E aí a consequência dura durante 1 2 anos. Só o que já aconteceu até agora, que é o começo, na Europa, notícia dessa semana, calor derrete PIB da Europa. Olha o que que tá escrito aqui. Algumas das projeções alertam que o crescimento de todo o ano da Europa, ou seja, o crescimento do PIB, o crescimento econômico do ano inteiro na Europa, quem trouxe essa notícia pra gente foi o nosso querido Jamil Chad, ele pode vir a zero. Significa que essa onda de calor gigante que já matou quase 50.000 pessoas na Europa, que é só o
começo disso que tá vindo por aí, ela, essa onda de calor pode eliminar o crescimento inteiro do continente europeu esse ano. Isso aqui, gente, é primeiro a gente devia estar preocupado por causa das nossas vidas, dos nossos filhos, dos nossos netos, das pessoas que dividem esse planeta com a gente. Mas se você não quer se preocupar com nada disso, você tá nessa aula só para investimento. Isso aqui é 10 vezes, Mas 10 vezes mais preocupante do que para o tripé, a bomba fiscal. Bomba fiscal é clique de internet, é oba oba, elege um, elege o
outro. Isso aqui é real. Tô falando PIB da Europa inteiro. Só que tem mais várias outras coisas. A gente tá vivendo um risco do estouro dessa bolha de ar. Isso aqui são notícias que eu tirei também. Tá? Então assim, ó, 440 bilhões de euros em risco. Banco Central Europeu, os especialistas do Banco Central Europeu a eh alertam sobre o risco do estouro da bolha de A. Ah, de quando é isso, Eduardo? 24 de agosto. Agora, poucos dias atrás. Aqui, ó. Se uma bolha de A estourar, qual são os conselhos do Warren Buffett? A gente vai
ver um negócio bem legal sobre isso. E aqui, ó, eh, especialistas estão suando o alarme sobre o estouro da bolha de ar. Aqui, ó, a bolha de arco, apesar da da do estouro inevitável e horroroso que vai acontecer. Eh, devemos nos preocupar com o estouro da bolha de ar. Ah, aqui, ó, o será que a bolha de ar está finalmente estourando? os maiores especialistas do mundo eh eh a dão o seu maior alerta até hoje. Então isso é um risco gigantesco. E por que não, Eduardo, mas essa tecnologia ainda vai crescer muito. Pode ser que
a tecnologia cresça, mas o problema é que você pode ter várias Empresas que hoje valem e assim centenas de bilhões de dólares passando a valer quase nada. Esse é um mercado onde o vencedor leva tudo. É a famosa frase lá que eles usam no nos Estados Unidos, The Winner takes all. Por quê? Porque e pega, por exemplo, a época da internet, das buscas, quando você tinha um navegador que buscava muito melhor que os outros, que era o Google, por que que as pessoas iam buscar nos outros se não tinha limitação do quanto podia buscar ali
no Google? E aí o Google tinha 97% das buscas. Os outros que valiam muito dinheiro antigamente, o Netscape, o Safari, não sei, passaram a valer quase que nada. O Safari ainda vale algum aí cada um pega um nicho, né? Então tem um que os desenvolvedores gostam mais, outro que tem mais proteção, o Safari tem ali a o negócio de de vir instalado nos aparelhos da Apple, mas o Google é isso, tem hoje mais de 90%. Só que com o estouro da bolha de IA, eh, você pode ter uma IA que vale muito que nem um
Google, mas várias outras que valem centenas de bilhões perderem todo o seu mercado. Por isso que tem uma frase do Buffett, do Warren Buffett, que ele diz o seguinte: "A chave pra gente investir não é avaliar o quanto uma indústria vai impactar a sociedade ou quanto ela vai crescer, porque eu não tenho dúvida, a IA não vai impactar a sociedade. Ela tá transformando completamente o mundo como a gente conhece. Você pode achar que é Para bem, pro mal, mas você não pode negar que tá transformando o planeta. E se ela vai crescer, vai crescer. A
Iá só vai crescer. Ela não vai diminuir o uso de a, ela vai ficar cada vez maior. Mas o que determina se essa bolha vai estourar ou não e se essas empresas vão valer muito, é a gente saber a vantagem competitiva que as empresas de A elas têm em relação às outras e se elas vão conseguir manter essa vantagem durante muito tempo. Porque se, por exemplo, a Open AI, né, que é do chat GPT, ou a Deepsik, ou a Quen, que é do grupo do Alibaba, ou se o Antropic com Cloud, não sei o quê,
se uma delas avança muito, a as outras passam a valer nada, ou muito menos do que vale hoje, porque elas valem muito hoje na expectativa do que vão gerar. Então isso é um risco real e pode representar uma queda de 30, 50% do valor de mercado americano. Isso impacta o mundo inteiro porque você tem uma cadeia de empresas que são muito conectadas lá. Outro risco que tá acontecendo no mundo, o mundo vive o seu maior número de conflitos armados envolvendo estado. Isso aqui é o seguinte, pelo menos um dos dois lados é um estado armado
com um número de mortes acima de de 25 mortes em combate. Isso aqui é desde ali do final da Segunda Guerra Mundial até hoje. Mundo vive a maior quantidade de conflitos armados desde o final da Segunda Guerra Mundial, sendo que desde 2010 mais do que dobraram os números, né, de conflitos. Olha que loucura. É, é, é essa, esse índice mais do que dobrou em pouco mais de 10 anos. Isso aqui o impacto é total, porque dependendo do conflito, dependendo do conflito acaba o planeta. Mas tem um conflito que faz o o petróleo subir, tem um
conflito que impacta eh o o preço dos grãos e das commodities, que gera inflação, que gera juros, que diminuem o investimento. Isso aqui é um risco gigante. E aqui um outro dado que faz muita diferença para quem quer investir, porque o mercado americano dito tom dos mercados no mundo, muitas vezes, na maioria das vezes, mais até do que a realidade dos países. Governo do Barack Obama, o Obama ele manteve, ele tinha investimento, claro, em fundo e em ações, etc. Mas ele não mexeu nos investimentos dele durante o mandato dele, os mandatos dele, tá? Os 8
anos. O Trump no primeiro mandato dele inteiro, ele fez 517 operações. Operações eh que para ele na pessoa física do Trump, comprando e vendendo fundos, ativos financeiros e etc. O Biden, ele fez 13 durante o mandato inteiro dele, tá? O Trump nesse mandato, vão lembrar que a gente assim não chegou na metade do mandato aqui, ó. Só no ano passado, no primeiro dos 4 anos, ele faz, ele fez mais de 22.000 operações. Isso é um dado oficial, tá? Fez mais de 22.000 operações. Por que que isso é importante para vocês? Vocês têm como adivinhar o
que o Trump vai fazer? Vocês não t como adivinhar. Vocês têm como adivinhar se ele vai mandar atacar o país tal, sequestrar o presidente do outro país. Se ele vai imporfa na China, tirar a tarifa da China, impor tarifa no Brasil, tirar a tarifa do Brasil. Você não tem como adivinhar. Tá na mão dele. Esse é o jogo que ele é o dono do jogo, não é você. Só que ele é o dono do jogo que você tá tentando jogar e adivinhar. E aí eu preciso para vocês, dado que a gente mostrou a questão climática,
a questão dos conflitos armados, a questão da bolha de ar, essa questão são coisas que a gente a gente não tem muito controle, eh não tem muito como adivinhar. A gente tem como saber que isso impacta demais o mercado aqui. E isso isso traz pra gente uma orientação de como a gente deve eh operar um mercado assim. E aí eu vou trazer uma coisa para vocês que vocês Vão achar bem legal, que é o seguinte, eu vou contar uma história para vocês que pode dizer muito sobre o momento atual do mercado. Isso aqui é um
livro que eu resgatei lá em casa. É um livro, quando eu estudei economia lá na Universidade da Califórnia em San Diego, na UCSD, o professor de financial accounting, né, que foi lá no primeiro período que eu estudei, ele deu pra gente ler esse livro da Janet Lowy, que se chama Benjamin Grahan, on Value Investing. Então, tá aqui, ó, é até legal ver os livros antigo, né, tudo amarelado aqui, ó, 30 anos, né, foi em 1996 que eu que eu fiz essa matéria. E nesse livro ele conta uma história de 1968, nesse livro que eu mostrei
para vocês. Em 1968 o mercado estava extremamente confuso até um ano antes de acontecerem várias coisas, né, icônicas, marcantes nos Estados Unidos. 1969 você tem desde o festival de Wood Stock até eh a Arpanet, né, que é a primeira versão da internet do mundo. Olha que interessante, né? Ali várias coisas acontecendo marcantes nos Estados Unidos, etc. e os mercados extremamente confusos, difíceis e os maiores investidores americanos, entre eles o Warren Buffett, completamente perdidos ali, sem conseguir operar bem, mais ou menos como os gestores de multimercado estão hoje aqui no Brasil. Aí o Warren Buffett era
discípulo do Benjamin Grahan, que é considerado o pai desse negócio que a gente chama de velho investe. Quer dizer investir em valor, quer dizer você não ser um especulador, você buscar negócios que t um potencial de valorização grande e investir nesses negócios. Ele foi o mestre, o professor de vários, né, dos grandes investidores americanos, o mais famoso Warren Buffett, do Charles Munder também, que é o eh ali o o vice-presidente é da Berkshire Hway, né? Acho até que morreu há pouco, não sei se morreu, mas eu acho que morreu há pouco tempo atrás, o Charles
Munger, não sei, né? Eh, tô com isso na cabeça agora, mas enfim, esse grupo de investidores, 1968, perdendo muito dinheiro, liga pro Benjamin Grahan, que tinha sido professor deles, e fala o seguinte: "Olha, a gente queria fazer um uma reciclagem com você. Você pode dar uma aula pra gente e ensinar pra gente algumas coisas, relembrar coisas pra gente ver se consegue navegar melhor esse mercado difícil que a gente está vivendo. Aí que que o Benjamin Grahan fez? Ele aceitou, topou. Foram os, acho que eram 11 ou 12, né? Porque no livro ele fala 11, mas
eu não sei se ele considera o Warren Buffett, né? Então, vamos supor, 12 deles foram ali para essa reunião num hotel, né, num retreat ali num retiro junto com o Benjamin Graham. sentaram com Benjamin Graham e o Benjamin Graham falou o seguinte: "Olha, eu vou dar um teste Aqui para vocês. O teste tem 20 questões. Dessas 20 questões, as respostas são verdadeiro ou falso. Então, só tem duas opções, verdadeiro ou falso. E eu garanto para vocês o seguinte, porque eu que fiz o gabarito. Metade das respostas, ou seja, 10 respostas são verdadeiro e 10 respostas
são falso. Mas as perguntas eram cheias de pegadinha, cheias de truques ali, difíceis para caramba. Tinha que fazer um monte de conta, cheia de casca de banana ali. E deu as questões. Os 12 pegaram pá, quebrando a cabeça, tentando acertar tudo, não sei o quê. ficaram horas tentando resolver e depois de horas tentando resolver, entregaram ali o teste e a maior parte deles acertou menos de 10 questões. Olha que loucura. Por que que é uma loucura? Vocês têm um palpite? Porque que é uma loucura? A maior parte deles, depois de horas tentando responder essas perguntas
super difíceis, acertou menos de 10 questões. É uma loucura, porque se eles tivessem colocado tudo verdadeiro ou tudo falso, quanto eles iam garantir que iam acertar? Iam acertar 10 questões, né? Então ele diz, o Benjamin Grahan, ele fala o seguinte: "Isso que eu tô fazendo aqui para vocês é uma uma anedota, é uma É uma alegoria, uma metáfora do que vocês estão vivendo no mercado. E as lições que eu queria que vocês tirassem é o seguinte: a maior parte de vocês acertou menos de 20, menos de 10 das 20. Só que é o seguinte, se
vocês tivessem colocado tudo verdadeiro, tudo falso, vocês tinham garantido que iam acertar 10. Então, a primeira coisa é o seguinte. Se você não tá entendendo o mercado, porque quem tá definindo as coisas que estão movendo o mercado para cima e para baixo, são entidades, pessoas, eventos sobre os quais você não tem controle, é o seguinte, não joga, porque você não pode jogar segundo as regras dos outros. Num jogo manipulado, por isso que eu coloquei o negócio do Trump, né? Num jogo manipulado, inteligência não garante vantagem. Você pode estudar o quanto você quiser. Você não tem
como saber o que vai passar na cabeça dele, se o o jogo é dele. Segunda coisa, você num momento muito difícil evitar erro pode valer muito mais do que buscar ser genial. A simplicidade protege quando a complexidade confunde. É importantíssimo você no mercado eh não querer ser o sabichão e às vezes falar o seguinte: "Olha, eu vou me manter vivo". Às vezes, e essa frase é uma frase que eu levo para mim, às vezes a maior vitória é não ser derrotado. Às vezes a maior vitória é não ser derrotado. Isso vale pra vida e vale
muito pro mercado. Então o seguinte, evita. Se tá difícil, não precisa acertar, mas tenta não errar. Não jogar também é uma decisão. O teu corretor, o teu assessor de investimento, ele vai o tempo inteiro querer trazer uma ideia para você, porque ele só ganha quando você faz uma operação. Só que você tem que lembrar que além de comprar e de vender, você tem uma terceira opção, que é não fazer nada. E às vezes é a melhor opção quando as coisas estão difíceis. E por fim, conheça o seu jogo. Saiba quando você tem vantagem. Saiba quando
o momento tá propício. E qual o investimento propício para você investir? Olha lá, você tem que saber aonde você tem vantagem. E aí a gente vem pra pergunta. Se a gente tem que saber onde a gente tem vantagem nesse momento de mundo. Então veja, Brasil, eleição super polarizada e apertada. Estados Unidos, uma eleição que pode mudar completamente o cenário político nos Estados Unidos. O Trump operando loucamente, com interesses pessoais, um mundo com vários conflitos que podem escalar de uma maneira que a gente nunca viu desde que terminou a Segunda Guerra Mundial. O clima com a
maior catástrofe climática já imaginada batendo a nossa porta. Uma tecnologia nova que a gente entende muito pouco, gerando uma bolha que pode estourar. Com tudo isso, você tem alguma dúvida de qual o melhor investimento nesse momento de mercado? E eu vou te Falar. E aí é o seguinte, aqui é a gente ter a firmeza de saber que a gente investigou tudo, que a gente entende como funcionam os investimentos mais complexos, mas às vezes no mais simples pode est a solução, dependendo do momento que a gente tá passando. E nesse momento não tenham dúvida. O melhor
investimento, sem a menor sombra de dúvida, é o a CELIC, que é a taxa de juros do Brasil que você tem ali investindo no título público ou através de fundos, eu já vou mostrar para vocês, com liquidez diária. Você vai est investindo na maior taxa de juro real, que é juro menos inflação. Que quer dizer juro real? É o ganho de poder de compra do planeta. sem risco você investir no no tesouro Selic ou eu vou mostrar para vocês num fundo referenciado de com liquidez diária, você o o principalmente no tesouro sel não tem risco
nenhum de crédito, porque o risco de capital é muito pequenininho, quase nada e é muito ganho, né? O que é o problema do país para você que tá investindo? É o melhor. Eu, e eu falo isso com tristeza, porque esse é um problema pro país, mas você tem que investir o seu dinheiro num lugar. Tem uma coisa que é aqui mais tá rendendo, rendendo mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Não tem risco nenhum de crédito, porque o Brasil ele ele tem uma moeda eh que é fiduciária, ele emite a sua própria moeda.
Então você não vai ter o o governo não pagar a dívida que ele tem, principalmente a a dívida ali do dia a dia. E e assim, você tem liquidez, você tem o dinheiro para quando precisar. Então você tem duas Opções para poder investir na SELIC com liquidez diária. Uma é comprar o título público do tesouro Selic. Como é que você faz isso? Você tem que acessar o tesouro direto através de um banco ou de uma corretora. Você tem que eh o bom é que você quando você compra ou quando você vende no mesmo dia a
operação liquida, então se você tá investido e precisa do dinheiro, se você vender até 1 hora da tarde, o dinheiro cai na sua conta no mesmo dia. Você deve buscar uma corretagem muito baixa. Várias corretoras oferecem 0% de corretagem. É óbvio que é um truque que é para você levar o dinheiro para lá e depois que você levar o dinheiro para lá, ele vai tentar te enfiar um monte de produto lá para ganhar dinheiro em cima de você. E você tem o custo que é o da custódia, é quem guarda os títulos para você, que
no caso é a B3, que cobra 0.20% ao ano, só acima de R$ 10.000 por CPF. Até R$ 10.000 você tá isento, você não tem esse custo, que é um incentivo pro pequeno investidor poder investir nisso. Então você é um pequeno investidor, então você não tem nem o que pensar, tá? O retorno acompanha muito de perto a Selic varia um pouquinho porque é Selica, bem pequenininha pré, bem pequenininha mesmo, 0 ponto, não sei o que por. Essa taxa pode oscilar um pouquinho para cima ou para baixo. E quando oscila você tem uma microvariação ali na
na sua na sua aplicação. Ah, mas ele não tem FGC, que é o Fundo Garantidor de Crédito. É muito mais seguro dos que tem do que os que tm FGC. FGC é uma proteção de um sistema Privado que agora, por exemplo, com o máster, as pessoas achavam que o FGC podia quebrar, né? Durante a pandemia, as pessoas achavam que o FGC podia quebrar. Em nenhum momento, as pessoas achavam que o governo não ia pagar o título público federal pós-fixado, né, indexado na na Selic. Então, é muito mais seguro do que qualquer título que tem a
FGC. Esse é o título mais seguro do Brasil. E hoje em dia o que mais rende juro real do planeta. E a outra maneira é você investir num fundo referenciado de são fundos, né, que eh compram esses títulos e alguns outros títulos públicos e buscam ali uma rentabilidade perto de 100% de CDI. E aí você tem que buscar uma gestora que tenha assim uma boa reputação no mercado, que tem uma baixa taxa de administração, que tem um histórico de rentabilidade perto de 100% do CDI. Tudo isso tá parecendo difícil, mas não é difícil. Ainda mais
se se acompanhar um pouco mais de perto isso, que é até o que a gente faz aqui com a nossa comunidade de investimento. E por que que é tão importante tá nesses títulos agora? Porque o seguinte, tem um monte de bomba com pavio aceso e vai estourar, infelizmente isso é uma certeza, vai estourar um monte de bomba ao longo dos próximos meses e anos e bombas muito grandes, seja literais e infelizmente, mas outras bombas, como a gente tá falando de bolhas financeiras e etc. A gente não sabe quando elas vão estourar, mas elas vão estourar.
E se você tiver Num título seguro, você vai conseguir aproveitar as oportunidades que vão aparecer no mercado. Então o seguinte, os próximos meses vão exigir preparo. Tenham uma certeza, a incerteza vai continuar. Vocês podem ter essa certeza, vocês vão conviver com Não tenta tirar a incerteza, porque é besteira. Você vai gastar massa cinzenta, vai se estressar à toa. A incerteza vai continuar. Agora você tem que tá bem informado, tem que tá acompanhando e tem que tá líquido, tem que tá com dinheiro disponível. Só que você tem a vantagem de tá com dinheiro disponível, sem risco,
rendendo muito. Porque aí se você tiver acompanhando de perto o mercado e com liquidez, você vai ter grandes oportunidades. Em momentos como esse que a gente vive de mercado, paciência e prudência sempre se pagam. E a gente tem uma aqui uma possibilidade de você tá junto com a gente participando disso e deixar a gente tá do teu lado acompanhando tudo isso para você, para quando surgir, surgirem esses momentos, a gente tá aqui para mostrar para vocês que essas coisas estão acontecendo. E assim, eh, é literalmente simbólico o quanto custa est dentro dessa comunidade com a
gente. simbólico mesmo. Se você comparar com o quanto a turminha de Instagram e etc, que nunca teve experiência de mercado, aliás, assim, eh, puxando a brasa pra nossa sardinha, eu duvido, eu duvido que vocês assistam uma aula como essa de hoje, né, em qualquer, qualquer canal ou em qualquer banco ou em qualquer relatório. Eu duvido, eu duvido, duvido. Mas a gente existe aqui sem patrocínio. a gente não trabalha para banco, a gente não tem propaganda e a gente tem o cuidado de nessa parte financeira não misturar política com nossas previsões. Então o seguinte, a gente
tem acertado para caramba e já ajudou milhares e milhares de pessoas, milhares e milhares. São mais de 70.000 1 pessoas dentro dessa nossa comunidade que se chama Investidor Mestre, onde a nossa [roncando] super Débora Comando Show ali, né, e tá sempre com literalmente semanalmente com vocês ao vivo, tirando dúvida, escrevendo relatórios diariamente para vocês. E eu também dou várias das aulas com essa [roncando] didática, onde eu tento fazer as coisas de uma maneira divertida, curiosa e acessível para todo mundo. E ele é 3.0 zero, porque ele tem várias novas ferramentas que vão ajudar vocês a
poder fazer tudo isso também a qualquer momento que vocês precisem. É uma educação financeira 100% independente, com mais de 70.000 alunos ativos. Quer dizer assim, né, que já passaram, já passaram mais de, sei lá, 150, 200.000 alunos ativos, mais de 70.000 alunos. E para você que eh tem medo do mercado, quer aprender e não quer cair nessa nessa pilha, nesse impulso que a galera tenta vender para vocês. Então é para todo mundo. E aqui de uma maneira super coloquial, ele é para quem tem medo de perder o que já conseguiu construir, porque eu ouço muito
isso das pessoas. Pô, Eduardo, olha, eu tenho eu tenho pouquinho, cara, mas foi difícil para caramba construir isso. Eu morro de medo de perder isso, porque é tudo que eu tenho. E é e e eu entendo perfeitamente e é isso mesmo. A gente tem que preservar o que a gente tem. Ele é para quem acha que já passou da idade de aprender. O número de alunas e de alunos com mais de 80 anos que a gente tem é gigante. É na casa dos milhares, milhares. para pessoas que estão cansadas e até, poxa, de saco cheio
de fazer o que o gerente do banco manda, né? Porque isso realmente deixa incomodado. Fala: "Cara, que como assim eu tenho que, eu sei que esse cara não quer o meu melhor, mas eu não eu não sei opinar". Então, é para as pessoas não terem mais que viver assim. Para quem precisa organizar as dívidas antes de começar a investir, tem toda uma sessão voltada pra questão das dívidas e de reorganização. Para quem nunca investiu e quer sair do zero, quer que a gente dê a mão para poder construir isso tudo, essa história toda e aprender,
vocês viram hoje em 1 hora 20 minutos, 1 hora meia aqui, pô, o quanto de coisa a gente falou e que é óbvio que você não guarda tudo e nem a não ser que você seja o, né, o Einstein, né, mas olha quanta coisa que você sabe agora que você não sabia antes. E e é e é super gostoso aprender assim, acompanhado com uma pessoa que tá com interesse de você aprender e não de vender, é, ali o fundo de investimento, a ação e etc. E tem muita gente que já tentou aprender com Essas histórias
dos bancos, dos influencers, não sei o quê. Não aprendeu, só perdeu dinheiro, achou que ia ficar milionário, que não existe fórmula para ficar milionário e não ficou. E aí fala: "Não, desisti de aprender não. A gente já acolheu tantos desses assim e essas pessoas se encontraram aqui com a gente. A gente ensina desde a parte de educação financeira, economia comportamental, não sei se, ou seja, para quem quer começar do zero, como a parte prática de como investir o dinheiro. Ah, legal, você falou do tesouro, você liga, como é que faz? Ligo para quem? Escolho qual
corretora? Então, a gente diz a parte prática e a gente pega o caso brasileiro específico, porque tem gente várias pessoas fora do país que fazem o curso, que muitas coisas são universais, né? Serv no no mundo inteiro, vários conceitos, renda fixa, renda variável, os cálculos que você faz, o desconto do fluxo de caixa, etc. Mas tem coisas muito específicas do mercado brasileiro. Então a gente ensina vocês a fazer aqui no mercado brasileiro. É muito material. É muito material, né? Você estudar tudo e aprender tudo que tem no investidor mestre, você vai saber mais do que
99%, não da população brasileira. Você vai saber mais do que 99% da Faria Lima, mas você não precisa estudar tudo do investidor mestre, porque agora a gente tem uma coisa muito legal que é nova. Tô lançando hoje isso aqui que a gente a gente desenvolveu em casa uma ferramenta De inteligência artificial que é super bacana porque ela ela não tem alucinação, ela só busca dentro do nosso conteúdo, ela consegue fazer busca dentro dos vídeos das aulas, ela sempre traz a autoria das coisas, então preserva a autoria em vez de esconder autoria, ela usa é 90%
a menos de energia, porque ela, como só usa o que tem aqui dentro, e a gente guarda as coisas em cache, né, o cachê, eh, a gente consegue reaproveitar várias respostas e só adaptando para cada negócio. Então, é ambientalmente 10 vezes mais eficiente que todas as outras. E com essa nova IA, a gente permite que você que entre agora no investidor mestre, você possa responder umas perguntas e ela cria, dependendo do que você quer, né, do da ali do investidor mestre, do seu momento de vida, do que você sabe, um plano de estudos para ficar
o tempo inteiro para você, como se tivesse uma pessoa aqui que preparou exatamente pra Maria das Dores, pra Eline, pro João, pro Carlos, pro Eu Uripípedes, para dona Josefa, para você exatamente o caminho que você tem que seguir. Isso faz outra ser outra experiência. Todos os dias a gente tem vários relatórios escritos numa linguagem que as pessoas entendem. Tem até relatório em áudio que a Débora faz curtinho para vocês poderem acompanhar Se quiserem diariamente todas essas notícias. Toda semana, as terças-feiras, a Débora encontra com vocês às 7 horas da noite ao vivo para tirar dúvidas
que vocês tenham sobre seus investimentos, sobre o mercado. E o mais legal, fica gravado. Então vocês podem, ah, não posso participar nesse horário. Vocês podem mandar as perguntas, ela pega várias perguntas que são enviadas, responde para todo mundo, todo mundo aprende junto e e ali vai se reforçando a comunidade e vai criando também uma biblioteca de conhecimento. E o Yuri, que é um planejador financeiro que vai ajudar vocês a planejar como é que vocês vão fazer. Ah, eu quero comprar um carro, trocar de casa, quero me programar para para minha velice, para eu tô começando
a me preparar pra minha velice, né? E eu falo velice sem menor medo. Fal, eu fiz 50 anos, eu entrei na na segunda metade e eu quero ter uma velice boa, gostosa. Eu quero ter uma velice aprendendo coisas. Eu quero ter uma velice podendo viajar. Eu quero ter uma velice podendo ensinar, que é o que eu mais gosto de fazer na vida. Perguntar: "Que que você mais gosta de fazer?" Ensinar. Eu gosto mais de ensinar do que de conversar. Conversar não gosto muito não, mas de ensinar eu adoro, entendeu? E eu tenho que me programar
para isso. Então o Yúrio é um planejador financeiro que vai ensinar vocês todos a conseguir se planejar da melhor maneira possível. A gente tem essa inteligência artificial que eu falei para vocês, que se vocês estão na, ah, o meu gerente me ligou falando uma Coisa, eu tenho que não sei o quê, eu não sei o que que é esse produto. Ele vai ensinar para vocês o que é e vai botar os links para você ir na aula, no minuto ou no parágrafo que tem aquilo para poder estudar e reforçar aquilo. É, é, é maravilhosa. É
como se tivesse um consultor financeiro que você pode confiar do teu lado o tempo inteiro e à disposição para vocês que t o investidor mestre. Isso a gente criou e a gente criou principalmente depois desses golpes todos que aconteceram, né, da crise do master, crise do digima o golpe das criptomoedas, do não sei o quê, do faraó de não sei quê. A gente criou o radar mestre, que é uma ferramenta onde você pode botar o que você tá querendo investir e ele vai checar lá e te alertar se você tem que ficar atento, porque esse
negócio é uma coisa que tem um risco grande de ou de ser fraude, de ser alguma coisa onde você tem que ficar com pé atrás ou se é uma coisa, não que vá render bem, com certeza porque é impossível saber, mas se o instrumento é um instrumento confiável ou não, né? Isso é assim é um salvaavidas no mercado financeiro. E a gente tem também a ferramenta do simulador de aposentadoria para quem tá assim começando, né, ou no meio do processo de montar ali essa sua poupança pra terceira etapa da vida, ela poder se programar. Tudo
isso ferramentas de última geração. A gente também vai disponibilizar três encontros ao vivo com a Débora Maganha durante esse período até as eleições, para poder Ir reciclando tudo isso que eu tô falando hoje, para vocês poderem ir tirando as dúvidas e poder ir tirando também esse medo, essas esses mitos que vão colocando com uma pessoa que entende que vai querer o melhor de vocês. E o mais legal, eu falei para você, o preço é simbólico. Simbólico, simbólico, simbólico para estudar numa numa faculdade. Imagina, gente, aqui preço das faculdades de economia. Peguei aqui a as cinco
mais assim eh reputadas de São Paulo. Mais de R$ 9.000 a mais cara e a mais barata mais de R$ 6.500 por mês. Por mês. E são coisas que não são muito práticas. Os cursos dessa galera de, eu não quero falar nome de ninguém aqui, mas vocês sabem de quem eu tô falando, é tudo R.000, R$ 15.000, R$ 20.000, porque E eles vendem cara assim, porque eles dizem que vão te ensinar a ficar milionário. Você não fica milionário, você gasta aquele dinheiro todo que você podia ter investido no tesouro direto, por exemplo, e você não
aprende nada. Até porque esses caras, eles não ganharam dinheiro no mercado financeiro. A maioria deles nunca nem teve nenhuma posição de destaque no mercado financeiro. Eles ganharam dinheiro como influencer. Entendeu? Então assim, esquece tudo isso. A gente fez um negócio para as pessoas aprenderem e poderem pagar um valor simbólico mesmo. E que que é o valor simbólico? Antes de falar o valor simbólico, eu vou falar que quem entrar hoje ainda vai ganhar de presente um box. tá em algum lugar aqui. Eu não sei onde é que eu coloquei, mas eu já pego para vocês. Dos
três livros que eu escrevi sobre a história eh do dos Conceitos do capitalismo. Esses três livros já ficaram em primeiro lugar dos mais vendidos do Brasil. Então, quem entrar hoje no investidor mestre, além de fazer parte dessa comunidade, ter acesso a tudo isso que eu tava falando, a todas essas ferramentas de inteligência artificial, aos relatórios todos, a tudo que a gente faz, vai ganhar esses três livros físicos em casa, entregues nesse box. especial que a gente fez e isso custa R$ 97 por mês. É literalmente simbólico. Você entra agora aí no seu aplicativo de pedir
comida de delivery e vê quanto que custa você pedir uma pizza. Uma pizza vai ser isso. Uma pizza de aquela grande de oito pedaços vai ser isso aqui. Ah, eu tenho um cara aqui que vende mais barata a pizza. É R$ 75. A bever com a entrega não sei o que, etc. vai dar os R$ 97 para você ter acesso a tudo isso e reorganizar sua vida inteira financeira. Mas hoje a gente resolveu fazer um negócio mais legal ainda. Você pode entrar, ganhar esses brindes todos, ter acesso a tudo, mas hoje e como tem 15
dias de garantia para testar tudo, testar as inteligências artificiais, ler os relatórios, assistir as aulas, participar do encontro com a Débora, tudo isso pode fazer e durante 15 dias, se você não gostar, você entra em contato com a turma. É super simples. Você pega 100% do seu investimento de volta, do seu dinheiro de volta. Tem zero zer zer zero de risco. Já que tem esses 15 dias, eu te aconselho a entrar nisso que a gente criou para hoje. Aqui eu vou te mostrar o que que é. Olha que Especial. Eu vou começar de novo pelos
presentes. Primeiro presente nessa condição especial que eu vou mostrar para vocês para entrar aqui e vocês vão entender porque que é muito especial. Primeiro presente, os três livros no box, igualzinho tinha no outro, os mesmos três livros. Segundo presente, esse livro que é espetacular do Joseph Stiglitz, que foi o economista chefe do Banco Mundial, foi prêmio Nobel de economia e chama Povo Poder e Lucro, o capitalismo progressista para uma era de descontentamento, ou seja, o mundo inteiro eh frustrado com que o capitalismo trouxe em termos de melhorias. Só que esse cara é um cara que
viveu dentro do coração do capitalismo, prêmio Nobel de Economia, né? a gente sabe como funciona a história. Foi o Economista chefe do Banco Mundial. Esse livro é espetacular e super acessível para se ler. É um livro que a gente dá de presente também na casa de vocês. Além disso, a apostila impressa, que eh você tem acesso a ela por e-book também, mas a gente manda essa impressa numa edição especial, atualizada com todas as últimas coisas que a gente colocou no investidor mestre, na sua casa entregue, cheia de figuras. Tem ali análise gráfica, análise técnica, análise
fundamentalista, análise de crédito, economia comportamental. É tipo um vai um não é um manual, uma enciclopédia, sei lá, não é que é que tinha um nome assim, né? Um almanac era a palavra que eu queria lembrar, tá vendo? Então é como se fosse um almanque Muito bacana para vocês terem sobre mercado financeiro, mas tem mais presente, tem o kit de estudos e a gente antes colocava cada um desses como um presente diferente. Eu já tô que é tanto presente hoje, senão não paro de falar. Então, tem o suporte de celular para você poder ter o
celular enquanto você tá estudando, a garrafa térmica aqui para vocês, o bloco de anotações, a caneta do investidor mestre, tudo isso para vocês poderem estudar cercados ali, né, dos nossos mimos do investidor mestre e alguns marcadores de livro para vocês lerem esse livro com frases que a gente gostaria que vocês sempre lembrassem, quase como mantras pros investimentos. antes de investir e investigar, construindo hoje o amanhã, o que a gente faz hoje, que vai definir, né, o resultado dos nossos investimentos amanhã, só o conhecimento liberta, o medo é o pior conselheiro, enfim, para você tá lembrando
dessas coisas. E agora a parte mais especial. Eu tô bem aqui na frente porque vai ser uma surpresa, porque você vai ter acesso a todas as inteligências artificiais, a todos os relatórios, aos quatro livros entregues na casa de vocês, a todos esses bônus que a gente falou aqui do caderno, bloco, não sei o quê, e poder ter acesso ao investidor mestre, não durante um ano e ter que renovar todo ano, para sempre. E pagar um ano só, sabe quanto? R$ 146. Então é o seguinte, gente, só você só é isso mesmo que vocês entenderam, tá?
Você paga só durante 12 meses e para sempre vai ter acesso a todos os relatórios. Você vai ter acesso a a tudo que a gente faz, né? Tudo que a gente faz. E é um monte de coisa. Por isso aí é vai a uma pizza grande, uma brotinho por mês só durante o ano, porque a partir dos outros anos não é pizza, não, é de graça, né? Vai poder ter tudo isso de graça. Só o que a gente tá dando de bônus a mais, só o que a gente tá dando de bônus a mais já
justificaria pagar os R$ 146. Mas aí no ano que vem você teria que renovar. E o que a gente tá falando é o seguinte: você tá levando os bônus todos e depois do primeiro ano nunca mais tem que pagar nada. Minha dica, esse negócio é simbólico. É simbólico. Tem mais de 70.000 pessoas e tem 15 dias de garantia incondicional total. Zero de risco para você testar, brincar, se divertir, vê que é para você, vê que te ajuda, né? A gente tem aqui o prêmio de melhor atendimento do Brasil em cursos online e EAD do Reclame
aqui, que é o principal prêmio do Brasil. Então o seguinte, não tem motivo, não tem, ainda mais no momento que a gente tá vivendo para ter junto com vocês, né, companheiros como nós que querem o bem de vocês e não Vender um produto e que são pessoas qualificadas. A Débora, eh, eu tô ali também com várias aulas para vocês, vários professores com aulas gravadas aqui. Por exemplo, o Gabriel Galipulo, presidente do Banco Central, é professor. A aula que ele gravou antes de ir pro Banco Central. É esse o nível dos professores que a gente tem
aqui, professores da PUC de São Paulo, de Unicamp, etc. Então assim, é absolutamente especial. E eu, minha dica, você pode fazer aquele de R$ 97 por mês, ganhar um presente super legal, que são os três livros, e todo ano renovar, mas podendo pagar isso aqui, ganhando tudo isso de presente e ficando para sempre, eu acho que realmente é o que a gente fala, no brainer, não tem nem o que pensar. Então é só apontar para esse QR code o seu celular, tá? Apontar. E aí você pode tirar até as dúvidas que você quiser, que tem
uma equipe aqui para tirar todas as dúvidas que vocês quiserem. Ou vocês podem entrar em e perdão, edu1.com.br e o link tá aqui no chat. Se você tá no YouTube, é só clicar no link, tá? que tá no chat aqui do YouTube ou vocês entrarem em contato com o nosso WhatsApp que tá aqui 941728439. As duas maneiras mais rápidas, é claro, é apontar o QR code ou entrar em edu1.com.br. Per não, numa boa, não perde essa chance de ganhar esse caminhão de presente por ter ali o pizza grande, um abrotinho por mês paraa casa inteira
poder estudar, para ter um consultor financeiro ali com a IA, eh, o Tempo inteiro te ensinando as coisas, ter uma equipe maravilhosa e centenas de horas de aulas gravadas e milhares de de parágrafos e páginas para você poder consultar, mas não de uma maneira perdida, orientada, preparada para você que tem 80 anos ou que tem 16 anos, para você que entende bastante de mercado ou que não entende nada de mercado. E eu repito, esse é o momento, talvez desde que a gente começou, porque a gente começou em 2018, essa comunidade é o momento mais importante
de ter esse acompanhamento. Nunca vivemos uma uma conjunção de fatores que representam tanto risco pro mercado como a gente está vivendo agora. Então, tá aqui o QR Code. Eu realmente espero recebê-los e recebê-las nessa nossa comunidade. E a certeza que eu tenho é que a gente vai ajudar muito vocês. E eu deixo o meu agradecimento para todo mundo que tá aqui acompanhando até agora. E como um presente para quem ficou até agora, eu vou chamar Débora Maganha pra gente conversar sobre assuntos que a gente fez aqui. Enquanto vocês vão se inscrevendo, eu tenho certeza que
vários já estão se inscrevendo aqui. Tudo bem, Débora? Tudo bom? Ó, vou até ter que tomar um gole d'água aqui porque hoje deixa eu pegar uma aguinha dessa aqui. Posso ficar com uma para mim e outra para você aqui? Claro. Obrigado, viu, cara? E aí, dona Débora? Falei muita besteira na aula de hoje. Ih, tava aqui o livro que eu tentei achar aqui, ó. Forma alguma. Aqui o livro aqui, ó. Mostra pra galera aqui. Cadê o Aqui, ó. Esse aqui é o box especial. Tá com os três, ó. Quanto presente legal. Vou até mostrar aqui,
ó, os três livros. O livro é livraço mesmo, esse do Stiglit. Livro aqui de livro de como minha filha que fala, papai, tem 400 páginas. Esse livro aqui é minha filha só lê livro de 400, 500 páginas. Tem 12 anos. E aí, aqui os presentes, ó, a apostila altíssimo nível, como eu falei para vocês, ó, é nível mesmo, de figuras, não sei o quê. O bloquinho, a caneta, a garrafa térmica. Não tem uma música que é a caneca e eu não sei, não tem um negócio que é assim. Eu só não sei como é que
é a música, mas tá aqui o negócio. Mas diga, Débora, que que você achou dos pontos que a gente trouxe aqui? É coisa para caramba que tá no cenário aí em termos de risco, né? Exatamente. É um cenário complexo e a apresentação foi super completa em abordar todos eles, porque a gente tem tanto questões eleitorais esse ano, então a gente tem toda essa volatilidade que vem das eleições, mas tem também as catástrofes climáticas. Então assim, é um empilhamento de de efeitos que vão acontecer e de causas também desses efeitos que vão Acontecer nesse segundo semestre.
Então, é importantíssimo a gente rever e até repassar alguns pontos ali, reforçar alguns pontos que a gente falou no começo do ano. Achei super legal aquele quadro comparativo ali, mostrando como é que foram as eleições anteriores, porque esse clima alarmista, esse clima de alerta, ele sempre pinta e na maioria das vezes o mercado acaba, ou eu poderia falar quase todas as vezes, o mercado acaba jogando esse risco, esse alarde todo muito para cima, porque também quer fazer suas pressões, tem as suas agendas que quer colocar em pauta. Então, tudo isso é importantíssimo de ser falado
nesse momento. E desses riscos nesse momento, qual você daria mais peso desses que eu falei? Porque é impressionante porque todos, se a gente resolver levar pro limite, todos eles podem significar uma catástrofe. A bolha de ar pode significar uma catástrofe. Essa questão climática, pô, a gente tá falando que na Europa pode comer o crescimento do ano inteiro, só que nem começou ainda a a história, né? Eh, o negócio do Trump é uma coisa que a gente nunca sabe o que vai acontecer. Só dar boas-vindas, várias pessoas entrando aqui, ó. O Thiago Gelamo, a Raina Ramos,
o Luís Carlos Biazeto, a Larissa Martins, a Maria Noem. Bem-vindos e bem-vindos, bem-vindas ao investidor Mestre. Vocês vão amar. Eu vou falando o nome de algumas pessoas aqui para pra gente poder desenvolver. Se falar de todo mundo, não dá. Mas qual que você acha que hoje em dia é o que tá mais pesando aí? Olha, eu arrisco assim que eu acho que vai acabar impactando muito Níveis globais, assim, eu colocaria numa escala Donald Trump e efeitos climáticos. Eu acho que esses dois são mais assim, vão causar eh mais problemas em termos globais. da eleição, ela
tá sendo precificada, como a gente fala. Então isso já tá sendo dado preço, mas eu acho que é muito mais eh falatório do que realmente é eh impacto, porque o mercado, como eu falei, gosta de jogar nesse momento as suas agendas, os seus interesses na pauta. Ele vai tentar colocar essa agenda e vai eh pôr as suas expectativas também nesse preço, inclusive do cumprimento ou não dessa agenda eh colocada em pauta. Mas Trump e catástrofes climáticas vão deixar aí um rastro de destruição e não é pouco. E todos eles com muito potencial inflacionário, né, que
é um uma preocupação global hoje e os juros não vão resolver. Fala um pouco sobre isso, que isso é importante. Essa questão inflacionária é bem importante. Por que que eles todos têm impacto inflacionário? Se a gente for pegar Donald Trump hoje com conflitos no Oriente Médio, no Irã, e é uma não só uma região produtora importantíssima do petróleo, mas também uma região importante pra logística, não só do petróleo, mas também de outros produtos que passam pelo estreito de Ormus. E quando você tem uma guerra acontecendo ali, um conflito ou até só a eminência desse conflito,
o que que Começa acontecer? antes mesmo até do estreito ser fechado, os navios já começam a deslocar essa rota, já começam a desviar do estreito de Ormouso e isso deixa os fretes mais caros, porque eles precisam fazer um caminho mais longo. Esse caminho mais longo vai encarecer o frete e de tudo que passa naquele local, então vai desencadeando um processo de aumento de preço, porque o frete aumentou. Quando você fecha o estreito por conta do conflito, aí piora ainda mais, porque não é só desviar, ninguém passa por lá e ainda tem todo o risco de
se tentar passar, ter algum ataque. Então o petróleo, que 20% da produção de petróleo passa pelo estreito de Ormus, vai ficar mais caro, porque também vai ter que ter desvio. Os fretes vão ficar eh maiores e e mais caros. E o petróleo mais caro, não só pela produção, mas também pelo frete, vai desencadear uma inflação em cadeia, né? Ficou meio redundante aqui, mas é justamente isso. Vai ter um aumento de preços em cadeia. Então, tudo que depender, por exemplo, de barril de petróleo, se a gente for falar de combustíveis diesel, aqui no nosso caso, a
gente tem uma dependência enorme de malha rodoviária e, de certa forma dos combustíveis e do diesel. Se você encarece o preço do diesel, todos os produtos em cadeia que dependem da malha rodoviária vão sofrer alteração. Então não é só ali o petróleo e os derivados, mas também os produtos que dependem do transporte. Se a gente for falar de catástrofe climática, aí a gente não tá só falando, né? Eu acho que muitas vezes a gente puxa pra economia aqui para falar do processo inflacionário que pode ter eh por conta de preço de alimentos e tudo mais,
mas tem toda a consequência também. na vida das pessoas. Eh, é uma catástrofe que deixa rastros muito destrutivos, como a gente viu acontecer em 2024. Mas pensando aqui do lado econômico, se você tem seca num lugar e enchente no outro, o que que vai acontecer? O que se produz, onde tem enchente vai ficar com quebra de safra. Onde tem seca, você também vai ter quebra de safra. Isso já implica em preços de alimentos mais caros, porque a oferta fica diminuída. E ainda a gente tem outros efeitos também em cadeia. Se não chove num lugar que
precisa ali numa num reservatório, algo que forneça energia elétrica, por exemplo, a gente vai ter que acionar as termoelétricas, que são mais caras, não só mais caras, mas mais poluentes, o que deixa a conta de luz mais cara. Se você tem ali o encarecimento do preço dos alimentos, isso pesa no bolso do trabalhador. Então, uma série de eventos ali que vão se empilhando. Por isso que esse ano é tão complexo, ainda tem a eleição, toda a especulação em cima disso. Então, tudo isso pode desencadear sim um efeito no nosso bolso. Aqui falando mais de preço,
né? Mas a gente pode pensar em outros também, tá? Deixa eu só falar, tá entrando aqui um monte de gente aqui. Então, eu queria Eh novamente agradecer e falar que, pô, é isso que vocês estão fazendo, eu não tenho a menor dúvida, que é o que tem de bom para se fazer hoje à noite, porque vocês têm os 15 dias para experimentar tudo aqui, para se divertir de verdade, eh, brincando com ele, porque eu falo brincando, as pessoas não levam, eh, assim a sério. Eu acredito muito em aprender assim, sabe? testando, fuçando o negócio, fazendo
testes. O, às vezes a IA é até legal quando é, como a gente fez, que que preserva a autoria, que tem todos esses cuidados e etc, porque você perde a vergonha que você teria para perguntar para uma pessoa. Você sabia que tem muito isso no mercado financeiro. Eu já até contei essa história. É, antigamente a a arquitetura das agências bancárias era feita de uma maneira pra pessoa se sentir intimidada e com medo de questionar o que o gerente falava para ela. Então, era aquela mesa grande, o gerente ficava até num nível acima, um degrau mesmo
acima da pessoa que tava ali embaixo. Vestia aquele terno, tinha aquele mesão grande e a pessoa chegava e falava: "Caraca, eh, o que ele falava, eu vou aceitar. Tô até com medo desse cara aqui". E isso existe muito no mercado financeiro, sabe? E com SA você pode perguntar o que você quiser e falar assim: "Não entendi, tô perdida. Caramba, me explica de outro jeito. Você fala, fala com gíria para eu poder entender." É o legal que é assim, ó. Você pode pedir o que você quiser, mas deixa eu só dar boas-vindas. Eu tô falando, tá
entrando um monte de gente aqui. Boas-vindas pro Paulo José Inácio, Para Bigail Batista, para Márcia Olívia, pro Zé Carlos Rodriguez, pro Andrei Rakovsk, pro Sávio Costa, pro Milton Rocha, pra Maria Cecília, pro Mário do Nascimento, Tânia Pereira, Paula Zanosade, Rafael Bernardes, Beatriz Cober, Marcos Vinícius, Ciro Martins para todos vocês que estão entrando hoje e e novamente para ganhar esse garantir porque ganha o presente obviamente se você resolver ficar, né? Mas se não ficar, você não tem custo nenhum. Então, por isso que eu digo que é um negócio meio que não tem nem que pensar com
uma chance como essa que a gente tem e num momento tão necessário como esse que a gente tá vivendo. Agora, uma coisa que eu quis provocar muito, Débora, é o seguinte. É impressionante como as pessoas projetam assim a um e depende, dependendo de quem para quem elas torcem, né? Porque dependendo se torce pro Lula ou pro Flávio Bolsonaro, elas projetam o diametralmente oposto. Mas elas projetam que não, se o que eu torço ganhar, caraca, vai tudo ficar uma maravilha na parte econômica. Se o que eu torço perder, vai ser um caos econômico. Mas a verdade
é que assim, esse tripé econômico, por exemplo, todos eles são reféns desse tripé econômico. E historicamente olhando assim, a lógica econômica estrutural não muda tanto como as pessoas imaginam em termos de impacto eh do mercado, né? Muda muito o que acontece em relação às expectativas. Mas o que acontece de verdade feito não muda Tanto. E o que acaba gerando as grandes crises ou movimentos foi o quê? 2008, quando você teve eh nos Estados Unidos a crise do subprime. Aí você tem lá 2011, 2013 a crise que a gente teve na Europa, 2001 o World Trade
Center, né? São coisas que acontecem 2019 a pandemia, né? que você que você ter. Então, é impressionante como a gente fica achando que vai vir daqui o caos e quase todos os últimos grandes movimentos que a gente teve não aconteceram vindo daqui. Então, é um cuidado que as pessoas têm que ter agora nas eleições. Se você olhar o jornal e o que o Armínio, o fulano e não sei o que tá falando, você nem vai olhar a questão do super Elinho, dos conflitos. Você vai falar assim: "Não, não, não tenho que me preocupar com isso.
Eu tenho que me preocupar com quem vai ganhar essa eleição". E a história mostra que não é tão assim, né? Exatamente. Até quando eu tava elencando ali, eu falei: "Ah, me preocupa mais o superninho, as questões climáticas, as catástrofes climáticas e o Donald Trump do que o processo eleitoral aqui, porque o mercado ele acaba dando um peso muito grande pro eleitoral e os veículos de comunicação também. Afinal, o os veículos de comunicação, na maioria das vezes, pertencem ao mercado financeiro. Então, se você tem ali um noticiário econômico, normalmente tem um banco por trás e isso
deixa aquela informação também enviezada pro mesmo pensamento do mercado financeiro. E eles estão dando um peso muito grande. eu que leio várias Notícias, eu começo meu dia lendo uma série de notícias eh ali para atualizar o que aconteceu na madrugada, enfim, desde a última notícia que eu li. E aí você vai vendo que, claro, que o radar eleitoral é importante, que a corrida presidencial é importante pro país, é importante pra economia, são discussões que t, mas o peso dado principalmente ao fiscal é enorme. É como se a gente tivesse caminhando para uma catástrofe fiscal sem
precedentes e sem reversão. Só que isso tem um propósito, né? O propósito disso é também fazer as pessoas primeiro comprarem esse discurso que é muito palatável, mas ao mesmo tempo impor as vontades daqueles veículos do mercado financeiro, que é justamente um fiscal que eh tem ali os cortes de gastos não feitos na magnitude, que se espera mais da forma, que se espera normalmente com cortes eh no pro que acabam afetando o trabalhador, o aposentado, eh o o brasileiro de forma geral, a saúde e educação. Isso também tem um porquê. Se você começa a sucatear muito
saúde, educação, fica mais fácil para privatizar depois ou para oferecer uma alternativa privada que interessa ao mercado financeiro, que normalmente tá imbricado ali, vira profecia autorrealizável. Exatamente. E aí você tem essa essa torcida também que acontece o tempo todo. Mas realmente se a gente pegar estruturalmente mesmo trajetória de dívida que fala: "Ah, a trajetória da dívida tá explosiva". A gente pega ali o gráfico Da dívida líquida, que normalmente é o que o FMI divulga, que foi o que a gente usou, a nossa dívida não tá explosiva se a gente tirar ali os custos financeiros e
tudo mais. Então vira um discurso muito fácil de comprar, mas muitas vezes quando você compra e reproduz, você não vê que você tá reproduzindo até contra você mesmo, aposentado, trabalhador, alguém que depende ali dos benefícios sociais, acabam repetindo esse discurso sem perceber que afeta a elas mesmas. Mas tem um porquê disso, né, de criar todo esse caos, porque quando você coloca as suas a sua agenda, a sua vontade, o seu interesse, você começa a mexer com as expectativas. Então, se seu interesse, se sua agenda privatista, se seu interesse ali de enxugar um fiscal pelo lado
eh dos benefícios, o trabalhador do aposentado, não vai ser cumprido com o governo X ou com o governo Y, eles começam a a jogar justamente contra aquilo. Então, vou apostar contra o Brasil, vou vender os ativos da bolsa, vou comprar dólar, vou apostar no dólar, então o dólar vai subir, vou jogar os juros futuros para cima, porque não acredito que esse esse vou ficar cético em relação à condução do fiscal, a condução da política monetária para controlar a inflação. Vou jogar os juros futuros lá para cima. E tudo isso impacta, de certa forma, a nossa
vida por expectativas que talvez nem aconteçam, que foi o que a gente viu acontecer. quando o mercado fez todo Aquele alarde em relação ao pacote de ajuste de gastos do Hadad, quando ele era ministro da Fazenda e que na verdade não aconteceu. Então no três meses depois tudo voltou ao normal, mas até aí já tinha mexido com dólar, com bolsa, com juros e afetou a vida de todo mundo. Maravilha. Deixa aqui dar mais boas-vindas pro José Odir, pro Lineu Mafezoli, paraa Marilene Plivo, paraa Juliana Mota, pro Jonatas Costa, para Mônica Barros, Mamoru, eh Carlos, eh
Patrícia, Rafaela, Marcos, Fernando. E para vocês que estão assistindo também no Instagram, a gente tá com um número muito grande de pessoas nos assistindo no Instagram agora. Tem quase 6.000 1000 pessoas ao vivo no Instagram. Eh, você não vai ter o link que tem ali no YouTube, mas é só você entrar em Edu um, o número um mesmo, né? Tá até aqui embaixo aqui, ó. É que tá bem pequenininho, então no celular às vezes fica pequeno, mas é edueduardo1.com.br. edu1.com.br. br. E aqui vocês que já entraram, eu tô falando o nome de vários, já preparam
um espaço na prateleira de vocês que vai chegar um monte de livro, né? Não é mentira dizer que só os presentes dão quase o valor da mensalidade. Além disso, vocês ganham todas essas ferramentas, né, que são absolutamente incríveis e a possibilidade de aprender Uma coisa que vocês carregam pro resto da vida e mais a casa inteira, entendeu? Porque vocês vão comprar um acesso e todo mundo na casa vai poder usar. Isso, cara, assim, é realmente eu não tenho dúvidas para falar, ainda mais sabendo que a turma vende e que é um monte de fórmula, um
monte de furada, roubada, que estraga a vida de um monte de gente na nas redes sociais, é simbólico o que a gente cobra para ter acesso a tudo isso. Fala um pouquinho como é que são esses seus encontros, Débora, pro pessoal. E o primeiro vai ser quando? Na semana que vem, já terça-feira, tá? Toda toda terça-feira a gente se encontra durante uma hora. às vezes passa um pouquinho, dependendo ali da aula, às vezes tá uma dúvida ali mais complexa, pega ela mais pro final. Então, mas vamos pôr aqui uma hora de encontro e todas as
terças a gente tá junto ao vivo, então vocês podem interagir comigo no chat. Algumas pessoas até deixam as perguntas antes, porque enquanto o pessoal vai entrando, aquecendo os motores, pensando no que vai perguntar, eu já começo com as perguntas que vocês deixam anteriormente para mim. Mas a gente tem quatro normalmente encontros no mês e eu tento dividir esses quatro encontros em temas pra gente poder abordar tudo que tá acontecendo e as dúvidas eh até mais ali setorizadas de cada grupo de alunos. Então, a gente tem um encontro que a gente acaba falando mais de cenário
e investimentos. Então a gente fala do que tá acontecendo no mundão, no Brasil, o que que se uma atitude do Donald Trump que ele tomar vai ou não impactar ali a sua renda fixa. Então é uma aula que a gente traça um pouco mais de cenário, atualiza esse cenário, mas sempre puxando as dúvidas de vocês que acontecem ali no chat, que muitas vezes podem ser uma dúvida de renda fixa, mas para eu explicar aquela dúvida de renda fixa, eu preciso explicar a situação do agronegócio. E aí eu preciso explicar, por exemplo, as catástrofes climáticas. Isso
é uma aula que a gente mistura as dúvidas de vocês com uma abordagem mais de cenário. Numa outra semana a gente faz um tira dúvidas mais amplo, que é um uma aula ali para vocês perguntarem coisas de economia, de eh de cenário econômico também, dos investimentos, dúvidas mais amplas que vocês possam ter. às vezes até de ali mais do planejamento da carteira, a gente vai responder, claro, com a nossa isenção, sem recomendação sempre e dentro ali do das dúvidas de vocês. Aí a gente vota uma vez por mês, eu abro agora eu acho que eu
até vou abrir uma enquete porque a aula tá tão movimentada ali que fica até difícil ver a votação de vocês. Mas a gente sugere temas, na verdade quem sugere são vocês. Não sugiro temas, a não ser que eu perceba que tenha uma dúvida ali que tá pipocando muito, mas eu peço para vocês sugerirem temas e no final a gente vota nesses temas. E essa aula é uma aula temática por um um tema escolhido por vocês. Já teve aposentadoria, já teve Outros investimentos de renda fixa. Na semana, nessa última semana, a gente já falou de fundos
imobiliários também. Eh, essa última semana foi muito legal porque alguém tinha uma dúvida de utilits, que são as ações ali ligadas às utilidades. Então, a gente tá falando de fornecimento de energia, saneamento, era uma dúvida sobre esse setor e essa dúvida foi uma dúvida ali mais aprofundada. Eu falei: "Ah, deixa de tema pro pra nossa aula temática". Ela ganhou depois na votação, tinha uns três temas em votação, ela ganhou e a aula foi super legal. a gente foi de utilities na bolsa até privatizações, então foi uma aula super completa e depois no fim do mês
a gente faz mais uma aula ali de fechamento meio de planejamento também para tirar esse tipo de dúvida também com as dúvidas dos alunos, mas é sempre com essa troca porque a troca é o que faz a aula ao vivo se o que é, né? E e vou te falar uma coisa, provocando, tem que ter coragem, né, para chegar e no final recomendar deixar o dinheiro na Selic, na liquidez diária, né? Porque é impressionante. E é bem legal. Você conhecia essa história do do Buffet com o Benjamin Graha? Não, não. É, é bacana a história,
né? E é uma ótima lição que o que ele fala pros caras é o seguinte, ó. vocês tivessem feito isso, vocês tinham poupado uma energia enorme. E se tá difícil agora, poupa a energia, deixa para gastar energia quando você tem vantagem, quando Você tem alguma coisa que pode fazer a diferença, né? E e é muito mais fácil você vender num Instagram ou não sei o quê, que tem ali uma oportunidade do cara dobrar o valor, que a sei lá, o Magazine Luía, Casas Bahia, [roncando] que a gafiza, que a ação que caiu 99% vai multiplicar
por tanto. Só que é o seguinte, eh, esse negócio é maior roubada quando tu entra nessa. E se você tem uma possibilidade aqui de esperar as coisas ficarem mais claras, pô, esperando a 9% de taxa de juro real, não tem que pensar, né? Pois é. Inclusive essa foi uma dúvida que a gente comentou na terça-feira, porque era uma dúvida bastante completa, tinham três praticamente dúvidas ali. Eu falei: "Eu vou passar por todas essas dúvidas são recorrentes e podem ser as dúvidas dos outros alunos. Uma delas era colocar reserva de emergência em crédito privado. Eram várias
dúvidas ali de títulos de crédito privado. Uma delas era essa, não vou entrar muito em detalhes, mas a outra era a pessoa tentando ganhar alguma coisa com ou ações ou títulos do agro que estão ali com um risco bastante grande por tudo que a gente tá enfrentando e vai enfrentar ainda por questões climáticas. Vai ter muita quebra de safra. O agro não tá nos melhores momentos, tá muito na implant. A gente viu um fundo de agronegócio derreter de um dia pro outro, né, que era o vigia 11, né, um fundo ali que tinha títulos do
agronegócio que tavam com inadimplência. Então, para deixar bem assim no popular para vocês, quase dando calote e se d calote, ninguém quer ficar com mico na mão, começa a vender a qualquer preço. E aí a dúvida era essa. Aí entro por eu acho que E aí eu eu falei, talvez nesse momento, já que a gente tá falando de reserva de emergência, vamos pensar também no caixa de oportunidade. Talvez seja melhor deixar rendendo em 14 numaic para quando tiver oportunidade aí sim que é o que você tava falando, gastar essa energia, porque agora você vai correr
um risco enorme de entrar num papel que pode ter inadimplência, tomar calote e nem se recuperar e ainda mais diante de tudo que vem pela frente, quando você pode estar ali, né, sentadinho num título mais tranquilo, esperando a oportunidade de vir para aí, sim, entrar. E a gente discutiu muito na aula, foi super legal, uma dúvida completa que era dúvida de muita gente que tava lá também. Isso é legal, né? Porque a dúvida de um às vezes abarca ali, dúvida de outras pessoas. Deixa eu dar boas-vindas aqui pra Maria de Fátima Martins, pro Eric Romário,
pra Marina de Azevedo, pro Gabriel Henrique, pro Ari Ferreira, pra Célia Moreira, ó o mesmo sobrenome que o meu, pra Lúcia Marta, bem-vindos, bem-vindas aqui ao investidor Mestre e divirtam-se. Não só vocês, como todo mundo na casa de vocês, levem esse conhecimento para trazer equilíbrio, para equilibrar as dívidas, para poder fazer uma construção de patrimônio planejada, para poder organizar. Realmente assim, eh, uma vida Financeira organizada não garante uma vida feliz, mas uma vida financeira desorganizada dificilmente permite uma vida feliz, ainda mais num país que tem, né, as maiores taxas de juros do mundo quando você
tá devendo. A gente vai conversar aqui mais um pouquinho. Eu tenho mais algumas coisas que eu quero falar com a Débora, mas só avisando para vocês, a gente já tá caminhando aqui para, sei lá, mais uns 15, 20 minutos de aula. Então, se não quiserem perder essa chance de poder entrar nessa condição que a gente fez hoje com um monte de presente para vocês. E aí, lembrando, vocês podem escolher fazer eh o plano anual, onde vocês pagam R$ 97 por mês, que é novamente é é nada pro que a gente oferece. E só tem um
jeito de você ver se o que eu tô falando é ou não é. É entrando sem medo. Tem 15 dias de garantia. total e a gente te dá um presente nesse plano e que é anual que você paga por mês, R$ 97. São esses três livros nesse box de colecionador, uma edição limitada, esses três livros que já foram eh já figuraram em primeiro lugar na lista de mais vendidos do Brasil. Agora, o que a gente fez hoje muito especial, que é onde quase todo mundo que tá entrando hoje tá entrando nesse plano, eh, é permitir
que vocês paguem só um ano e fiquem para sempre com acesso a isso. Depois do 12º mês, vocês não tm que pagar mais nada e tem acesso, enquanto existir investidor mestre, vocês vão enquanto existir Mundo, né? Porque o negócio tá complicado, infelizmente. Tô rindo, que que tem o que fazer, né? Obviamente a gente faz a nossa paz, mas em relação a essas maluquí de clima aí tem que torcer para para as previsões estarem erradas, né? Mas eh essa oportunidade que a gente fez hoje é de vocês pagarem só R$ 146 por mês durante 12 meses.
Ganhar um caminhão de presente. Esse aqui é porta celular que eu tô usando. bloco de notas, caneta, garrafa térmica, esse livro do Stiglit, a a apostila em formato de almanac, os três livros que eu falei, eh os marcadores de livro, tudo isso por R$ 146. E você tem os mesmos 15 dias de, como é que se diz, de garantia total, sem o menor medo. Nem taxa fica ali, eh, tarifa de cartão, nada disso. Você tem 100% de volta. É só apontar para esse QR code que tá bem aqui debaixo de mim. Não, agora se vocês
tirar debaixo de mim, a hora que eu ia mostrar aqui, ó. Tá aqui bem debaixo de mim. Então só apontar o celular para esse QR code que já vai abrir exatamente as pessoas tiram. Ah, pode ser no boleto, posso dividir em dois cartões porque eu não tenho limite. Posso, pô, a turma aqui tira todas as mais de 70.000 pessoas na comunidade. Todas as perguntas que você imaginar já foram feitas. Difícil arranjar uma pergunta nova, tá? Ou entrar no edu1.com.br. Pbr. Garanto que vocês vão gostar, mas se vocês não gostarem, vocês têm 100% aí do do
dinheiro de vocês eh de volta. Como é Que você acha que vai ser? A gente agora eh até muitas pessoas começaram a assistir a aula depois porque teve entrevista do Lula no Jornal Nacional e agora. Então tão acompanhando a aula até um pouco para trás. O negócio tá começando a a esquentar num ritmo muito rápido. O que que você tá esperando em termos de impacto no mercado pros próximos meses e em termos da pressão que a mídia vai colocar? Eu espero que esse negócio ainda vai piorar muito em termos de de temperatura. Ah, eu também
acho que a temperatura sobe, viu? Porque já não tá muito amena e e a gente ainda nem começou a ter ali propaganda. eleitoral na TV, que muda muito a configuração também eh do jogo. Eh, tem uma uma parcela, principalmente quando a gente olha pros estados ali, uma parcela de indecisos bem grande quando a gente olha, principalmente também senado, que é super importante, né? A gente fala tanto a corrida presidencial, corrida presidencial, mas a gente tem duas vagas para Senado, tem governador também, tem deputados. É uma eleição importantíssima essa desse ano, não só pelo pela magnitude
de cargos e tudo mais, mas por tudo que a gente tá passando também em relação aos Estados Unidos. E a coisa vai sim acelerar, ela vai aumentar de temperatura, porque conforme o período eleitoral vai chegando ao fim ou conforme a gente vai se aproximando do Primeiro turno, as manchetes vão se intensificar também. A gente vai começar a ver. Eu falo que dia assim, dia assim, e eu venho escutando, venho procé de manhã escutando notícia, eu vou embora escutando notícia e eu leio notícia praticamente o dia inteiro. E eu vejo que dia assim, dia assim, pelo
menos boa parte do veículo, por dos veículos, por exemplo, batem no fiscal. Isso praticamente todo dia aparece, mas a gente vai começar a ver outros aspectos justamente aparecendo conforme o o período eleitoral vai chegando ao final e essa intensidade vai começar a bater nos mercados. Toda vez que sai pesquisa, o mercado reage e essa reação vai começar a ficar cada vez maior, porque vai chegando perto ali daquela expectativa se realizar. boa parte vai est precificada, vai est precificada, mas aí a gente pode ter ali os ajustes finais que vão eh dar esse tom. Então vai
ter ainda muito barulho para acontecer. Eu acho que a temperatura sim aumenta e isso vai até o final do segundo turno. Sem dúvida a gente vai ver muita água ainda rolando. E aí entra aquilo que eu comecei a aula falando, né? O mais difícil nesses períodos é a gente separar o que a gente torce do que a gente do que os dados nos levam a crer que vai acontecer. E eu vi, cara, e isso é impressionante. Eu lembro quando eu entrei lá no no Pactual, não vou falar o nome da pessoa, até porque é uma
pessoa bem dentro do mercado, bem Conhecida, mas eh eu entrei lá no no mercado, entrei pra mesa de operações, isso era em 1998. E aí a gente teve uma série de crises. 97 teve a crise da Ásia, 98 teve Rússia, 99 teve Brasil e Argentina. Eh, ali no em 2000 teve LTCM, 2001 Torres Gêmeas, ou seja, uma série de crises enorme. E aí era 98 ou 99, uma das crises enormes, tinham dois casos, um dos caras que era mais sabichão e não sei o quê e etc arrogante até para caramba, falando que ia acontecer com
o mercado, que isso e que aquilo. Aí ele montou uma posição, aí o mercado começou a ir contra, o mercado começou a ir contra, o mercado começou a ir contra. Aí quando o negócio tava caótico, o cara pegou assim o cordãozinho que ele tinha da da religião dele, né? Ele pegou o cordãozinho da religião, começou [risadas] a fal: "Eu tô rindo". Mas assim, porque é engraçado, né? O cara cheio de teoria, cheio de arrogância, cheio de não sei o quê. Quando o bicho pegou, ele começou a rezar ali na mesa. Então, no final, ele virou
um torcedor 100%. Ele esqueceu toda a teoria. E a outra do que também é muito boa, que era um cara que além de todos os conhecimentos era formado em história, já tocou uma das maiores fortunas do país, um cara até bacana Para caramba. Então, todo toda a operação que ele fazia, toda coisa, ação que ele comprava, título, etc., Ele dava uma explicação assim que começava há 100 anos atrás, né? Aí vinha não sei o quê. Aí ele falava do do dos demographics, né? Do aumento populacional, da direção dos países, dos baby boomers, fazia história inteira.
Aí ele pegava e comprava o negócio com essa visão da transformação do mundo paraas próximas décadas. O mercado subia 3% no dia, ele vendia aquilo que ele tinha comprado. Ou seja, cara, se você comprou, pô, com uma visão de longo prazo, subiu cair 3%, agora não foi a menor diferença no teu cenário. Mas é isso assim, é é o anedotal, né? mas mostra como é difícil a gente se manter assim racional numa coisa onde é a gente é chamado por emocional o tempo inteiro. Então, por isso que eu acho que é é tão importante a
gente ter uma comunidade que acompanha isso e que talvez seja menos sedutora do que essas que prometem ganhos mirabolantes, mas eu tenho certeza que a gente tem um um índice de satisfação infinitamente maior e um de reclamação infinitamente menor. Porque eu sempre digo, a gente deve ter feito pouquíssimas pessoas ultramárias, como eles também fizeram, pouquíssimas Pessoas ultramárias, mas talvez quase 100% pessoas que entraram no investidor mestre, se não ficaram melhores depois do que estavam antes. E esse é o número que importa para mim, se a gente consegue impactar de uma maneira positiva todo mundo. E
quem promete fórmula milagrosa não impacta positivamente, né? estraga a vida, a poupança, o patrimônio de um monte de gente. E é importante a gente ter na cabeça que muitas vezes assim, o patrimônio da pessoa não é um número só, é uma história de vida que precisou ser vivida para aquela pessoa poder chegar naquilo, poder acumular aquilo. Então eu acho que é é muito importante a gente saber separar a nossa torcida do que do que realmente os dados nos levam a crer, né? Exatamente. Você trabalhou no mercado muito tempo, você deve ter visto muito isso, né?
Vi, vi muita coisa, não tanto porque aí eu entrei um pouquinho depois, mas vi muita coisa acontecer. tava ali 2011, 2012 eu já tava no mercado. Então também peguei ação virando pó, peguei a o o que que é ação virando pó? Explica pro Pessoal que é leigo, que tá entrando aqui hoje. Uma ação virando pó, é ela perdendo o valor, assim, pessoas que estavam também nessa nessa crença, eh, as ações do Arque Batista, né, das empresas X todas, né? É, todas as X eram eram várias com X no final e eram ações ali que todo
mundo acreditava que era promissor, né? Um mercado promissor que ia trazer ali frutos com todas as análises também. E muita gente entrou e entrou ali com posições grandes, então comprou bastante, colocou muito dinheiro naquilo e quando veio à tona tudo que não era, né, aquelas ações elas passaram a valer centavos. E eu tava no dia e eu trabalhava numa operação de uma corretora grande aqui do Brasil e era uma operação das assim mais diferentes que tinham na corretora, que eram as pessoas que operavam o dia inteiro. Eu atendia, imagina, na época eu era estagiária, tava
aprendendo, aprendi muito também, porque era um mercado completamente diferente, mas com gente que tava naquilo há mais de 30 anos. Então, foi uma excelente escola, inclusive para saber o que não fazer. Mas eu tava ali naquele dia que as ações passaram a valer centavos e o telefone na época as pessoas ligavam ainda, os telefones não paravam de tocar, era o risco tendo que parar todo mundo, porque o patrimônio da pessoa ficou reduzido Ali, né, pensando que uma ação podia ter chegado ali a um centavo e foi um dia eh bem conturbado. Então, esse dia eu
tava, fui, eu tava, teve também a questão quando teve o golpe, né? Então, a instituição da presidenta Dilma ali levou os títulos públicos para patamares enormes e a gente viu também esse movimento acontecer e todos os os demais aí pandemia, né, já tava tava no no banco ainda. E as pessoas têm essa coisa, né, de ter a torcida. E hoje eu tava falando com o Panzi porque eu tava de manhã no Desperta e ele me perguntou: "Débora, por que que o mercado erra tanto as projeções? E a de vocês lá no investidor mestre é o
Eduardo acerta. Qual que é a diferença? Eu acho que vem um pouco, eu falei para ele, vem essa racionalidade que a gente tava falando de olhar os dados como dados e não como uma expectativa sua, porque o mercado acaba colocando sim as suas expectativas e as suas torcidas em cima dos dados. Além de tudo, tem o o top down que a gente fala, né? As coisas que vem de cima para baixo, que a gente não pode deixar eh de lado também, mas eu acho que tem a leitura do contexto de outra forma, de uma forma
mais ampla, como uma imagem maior, pegando outros aspectos que podem ali ser deixados um pouco mais de lado nessa torcida do mercado. Eu achei legal essa pergunta porque o mercado errou 95% das projeções, né? Teve um levantamento que contou isso pra gente. Então, por que que eles erram tanto? Eu acho que esse componente de torcida junto a uma visão um pouco mais limitada ali do que tá acontecendo em termos de Brasil, de mundo, de dar o Peso às coisas também, que faz com que eles acabam acabem seguindo ali um caminho que cai na torcida. E
tem uma coisa interessante, né? Eu eu hoje tava dando uma entrevista de manhã pro Bob Fernandes, que vai sair ainda, e a gente falava sobre essa questão do noticiário. Tem uma, você com certeza deve lembrar uma reportagem da Piauí, que deve fazer mais de ano já, onde eles fizeram um levantamento e viram que 79% das notícias econômicas que são lidas na mídia, né, das visualizações de notícias econômicas da mídia, são de notícias de veículos cujo dono é uma instituição financeira, né? Então é da Infomaney, é da Folha que o dono é também, né? É bom
negócio dele é no financeiro, né? O Pague Seguro lá, não sei o quê. Eh, inclusive a Piauí e até eu adoro a Piauí, tá? Mas até uma coisa curiosa que os donos também, né, são do mercado financeiro, né, do do mundo dos bancos. É uma é uma vertente da família que foi mais até pro campo progressista, etc., mas também são dos bancos. Então é inevitável, né, que que exista essa influência. Eu sempre digo, né, os economistas ouvidos no Jornal Nacional, no Jornal da Bandeirante, no SBT, são sempre os economistas do Santander do Itaú, da BTG,
né, da corretora, essa, aquela, não sei o quê. E e não tem como essas pessoas que ouvem a mesma coisa, eu trabalhei 20 anos no mercado financeiro, você trabalhou um tempão também. É a mesma coisa martelado o dia inteiro. Esses caras não vão falar nada diferente do que a gente já sabe. É só você olhar também as últimas eleições. Eh, eu não peguei porque isso é difícil de pesquisar por período, não sei o quê, mas eu eu garanto para vocês, se você for pegar as últimas eleições, o período antes das últimas eleições, as notícias são
iguaizinhas de que a bomba fiscal vai estourar. Até as manchetes são quase iguais. É o famoso copy paste, copia cola, entendeu? Então é, a gente tem que tá, enfim, a gente tem que tá sabendo o terreno que a gente tá navegando aqui nessa história. Estamos chegando aqui, né, eh, ao final. Eu queria que você falasse um pouquinho só, tá? Eh, vou falar os últimos boas-vindas pros nomes. Vocês que estão ali se inscrevendo, que estão no meio do processo, podem fazer com calma que vai dar, todo mundo que tá aqui participando vai conseguir fazer nessa condição
que a gente tá mostrando hoje, tá? Eh, mas eu queria que você falasse um pouco dessas novas novas ferramentas que a gente criou para as pessoas. Tem até uma nova que eu conheci hoje, que é essa do plano de estudos com a nossa. explica um pouquinho paraas pessoas como elas vão poder usar essas ferramentas e porque que elas são uma mão na roda aí pro pessoal. É, são ferramentas que vê para ajudar vocês a navegarem no curso também. Eh, eu acho muito legal, tava falando aí de Passar momentos turbulentos. É muito melhor você passar momentos,
né, que podem ter essa turbulência, marés eh, mais eh revoltas aí, não só com uma comunidade que estuda com você, mas aprendendo, né, sabendo onde você tá entrando, porque você tá aprendendo, não porque alguém falou, porque você leu ali uma notícia, enfim, você tá aprendendo aquilo e você tá eh passando com o seu conhecimento e com uma comunidade que que tá ali também passando por aquilo com você. Então eu sinto muito isso na aula ao vivo, eu acho muito legal. Mas falando de das ferramentas, elas também são um braço ali para ajudar vocês nesse dia
a dia de como encarar a plataforma, por onde eu começo, eh tenho uma dúvida. Então, a mestra, por exemplo, ela é fantástica nisso, porque ela não só traz ali o as aulas que você às vezes tem uma dúvida, então, ah, tem uma dúvida de título do tesouro, ela vai responder e ela vai indicar as aulas que ela usou como fonte, inclusive aulas para você assistir, para se aprofundar mais. Ela até traz às vezes uma sugestão, ah, você quer e conversar mais sobre esse assunto? porque também tem aula disso. Então ela é um já um norte
também dessa bússola pra gente passar nessa maré, mas ela já traz esse panorama do curso e às vezes o aluno chega ali, não sabe, né? A gente tem a nossa trilha, tem a trilha a básica, mais fundamental, tem todos os nossos cursos, mas o aluno às vezes chega e quer conversar mesmo, né? Ter uma dúvida ali mais pontual, quer conseguir sanar. E a mestra vem eh Ajudando muito nisso. E agora ela tá ali, né, fazendo plano de estudos, trazendo até já ali depois que você faz o seu quiz, né, que tem um quiz ali de
nivelamento mesmo para você saber onde é que você tá, que ponto de partida é o seu. E aí também tem toda esse esse plano mais quase que personalizado ali de acordo com o que você responde, com o que você pergunta. Isso é muito legal porque a gente tem um conteúdo muito extenso, né? São muitas horas de aula, então tem assun vários assuntos para aprofundar e isso pode trazer ali um um uma trilha para você seguir para até ser mais legal e mais fácil. Aí tem o radar que é para você fugir da cilada. Então é
isso. Recebi uma uma indicação do gerente do banco. Pô, não sei se essa indicação é boa ou ruim. Não sei se tem risco, se não tem. Ele não deixou ali muito claro. Você coloca as informações. Se for fundo, dá para puxar pelo CNPJ do fundo, que normalmente tem ali indicado no material que chegar a vocês. Dá para procurar pelo nome também, ele vai encontrar. Dá para procurar título de renda fixa. Então, é um CDB pagando 105% do CDI para esse vencimento. Me passaram isso no e-mail. Eu quero saber como é que é, quanto, quão alerta
eu preciso tá. que nível de atenção eu preciso ter para isso? E aí você joga ali as informações que você tem, ele vai falar: "Olha, para esse investimento ponto de atenção é esse, o ponto forte é esse aqui, ele é mais complexo, ele é menos complexo, precisa de atenção ao crédito, Então pode ali ter a inadimplência o calote que a gente tava falando." Ele vai trazer um também um mapa ali daquele investimento que mostra, né? Se você ir no risco ali na na dúvida, se precisar de muita atenção e a coisa ficar ali, né, vermelha
demais, porque ali é um é tipo um termômetro, né? Então ele vai ficando mostrando o o risco para vocês. Não é nenhum risco, né? o nível de atenção que precisa ter com aquilo. E aí se ficar muita atenção, 98 ele vai até falar para você: "Olha, isso aqui vai ver na CVM se existe mesmo, porque pode, né, ser um golpe." Então é uma ferramenta bem completa para trazer essa atenção necessária para não entrar em nenhuma cilada. E aí tem simulador de aposentadoria que você consegue ver ali quanto você vai juntar durante, né, o período que
você tiver com simulações mesmo. Ah, quero juntar tanto por tantos anos para atingir o meu objetivo tal. Ele traça três cenários para você e ainda tem todas as nossas planilhas. Inclusive na última aula tinha uma dúvida ótima. A gente abriu a planilha, botou na tela, fez com os alunos. Então é super legal porque as ferramentas elas ajudam vocês a tomarem as próprias decisões. A mestra dentro ali da navegação do curso e na trilha de vocês o radar para não deixar vocês caírem esse lado. Então trazer essa atenção, o simulador de aposentadoria para medir ali as
poupanças, quanto coloco em tal coisa, será que se eu juntar isso eu atingjo o meu objetivo? E as ferramentas Ainda de planilha e tudo mais ajudam vocês a se organizar financeiramente, comparar diversos títulos que podem ser ofertados também. Então vocês começam a tomar decisões com base não só no que vocês aprendem, mas nas ferramentas que a gente também traz para não cair em silada ou ter uma melhor decisão se coloco eh no título A ou no título B. Então tudo isso são ferramentas mesmo para vocês ficarem independentes e cada vez ali mais atentos e alertas
às as ofertas, né? Porque hoje tem que tá atento a tudo, pô. Maravilha. Aqui ó, gente, um monte de gente entrou hoje. Sigam se vocês estavam esperando terminar o papo para poder entrar, porque o papo é é um é uma outra aula aqui esse bate-papo, eu acho, sabe? Até porque a gente aproveita todo esse conhecimento, essa experiência da Débora, não só com o mercado financeiro, mas com o acompanhamento desse grupo, né? Ao longo já de tanto tempo que a Débora tá aí à frente de todo esse processo no no dia a dia, nas semanas. Mérito
seja dado. SA que a gente fez, que é sensacional. Vocês que estão entrando hoje já vão ter acesso hoje mesmo, vão poder ver como é incrível, né? Cada vez mais utilizada. A Débora é assim uma, porque é sempre uma equipe que faz, mas a Débora é uma foi uma peça fundamental na criação da SA. Ela trouxe todo o conhecimento dela de mercado e assim trabalhou para ela ficar muito útil para as pessoas e não alucinar, né? Porque o grande problema das é alucinar e alucinar com o dinheiro dos outros, começar a dar opinião é um
perigo. Então ela fez um trabalho maravilhoso em Relação a essa a essa IA. Eh, vocês encontraram a Débora na terça-feira, mas a partir de hoje vocês já podem usar tudo que tá ali disponível para vocês. E eu tenho certeza que vai ser para vocês uma uma ajuda muito grande ter esse nosso acompanhamento, principalmente nesse momento conturbado. E gravem aquele último slide, né? ter liquidez. E no Brasil, infelizmente, pensando como país, a gente tem o privilégio de poder esperar ganhando tanto, né, dinheiro. Isso é um problema pro nosso país. Talvez seja o maior problema do nosso
país, mas é um fato. O investidor tem que saber que ele tem essa opção, que é muito melhor do que o cara tá investindo em ação, fundo imobiliário, não sei o que, no meio desse caos, porque é muito risco. Não quer dizer que vai com certeza render mais que o outro, quer dizer que não compensa num momento como esse assumir o outro risco se você tem esse retorno todo. Você tá esperando, né, ganhando esse poder de compra que é o juro real e tá acompanhado para no momento que as coisas ali ficarem mais claras ou
até darem derem uma azedada e todo mundo tiver correndo, tá? todo mundo tiver correndo para se livrar do problema e você sem problema nenhum podendo olhar as oportunidades que vão surgir, sabe? Pô, eh, eu tenho certeza, vocês vão ficar encantados com a gente vai poder ajudar vocês nesse processo todo, tá bom? Um grande abraço para vocês. Espero que vocês tenham gostado da aula de hoje. Espero que vocês tenham gostado desse nosso bate-papo. E eu deixo a Débora finalizar mandando o seu abraço para todo mundo, já que a partir de agora quem vai estar no ao
vivo toda semana com eles e diariamente nas mensagens e tudo vai ser você. Então, eu quero agradecer quem ficou, né, aqui com a gente, dar as boas-vindas para quem vai est com a gente daqui paraa frente. Amanhã já tem áudio, já vão receber um monte de coisa minha, então de manhã cedinho vocês já esperem que vocês vão me ouvir falar e aí terça-feira a gente se encontra. Tragam as dúvidas de vocês dessa aula também, de dessa dessa nossa troca e de tudo que vocês tiverem pra gente falar na terça. Vai ser um prazer estar com
vocês ali e bem-vindos. Para quem ainda tá na dúvida, ó, 15 dias, o risco aqui, a gente estava falando de risco, o risco é vocês gostarem demais, não querer sair depois. Então, [risadas] é um risco bom de se correr, porque ainda vocês vão aprender. Então, quem tá na dúvida aí conhece o investidor mestre, porque ele é super completo, eu sou super fã e nem é porque eu tô ali, é porque realmente eu já vi de tudo no mercado e é muito difícil. No Brasil a gente, eu acho que não tem um curso tão completo como
a gente, como a gente tem o investidor mestre com as análises, tudo que vocês recebem. Então, dá uma espiadinha lá que eu tenho certeza que vocês vão gostar. Maravilha. Um abraço para vocês. Não posso esquecer meu livro. Várias vezes eu já trouxe livros meus para contar histórias pras pessoas. Eu esqueço aqui. Hoje eu não vou esquecer porque esse livro é muito especial e se vocês encontrarem ele para vender, vale a pena. Não, acho que não tem em português, mas eh chama Benjamin Grahan on Value Investing. É um livro bem fácil de ler, assim, contado como
pequenos causos assim e e tem muito ensinamento bacana aqui. Um abraço para vocês. Boa noite, turma. Eu não sabia nada, era zero de conhecimento, zero. Meu nome é Antônio Carlos da Silva, eu tenho 58 anos, eu sou professor de tradução de inglês, português, e eu não sabia nada, era zero de conhecimento, zero, porque eu sempre fui minha vida inteira, professora de inglês e aquela coisa de português também. Então, a gente vive naquele momento de escola, era um mundo meio fora da realidade às vezes. Ah, eu gosto muito. Fantásticas. São simples, são aulinhas curtas assim, mas
tem muito conteúdo. Quando você vê é uma aula de 8, 10 minutos, um pouco mais, você vê as notas, olha quanta informação que tem, né? E fora que você tem também dentro do do curso, como parte do curso, aqueles relatórios que você recebe, né, as as sessões de dúvidas de é muito interessante isso. E eu indicaria justamente por causa dessa certeza de que é um trabalho sério, bem orientado, é um trabalho em que eu acredito muito. E eu não sabia nada, era zero de conhecimento, zero. Meu nome é Antônio Carlos da Silva, eu tenho 58
anos, eu Sou professor de tradução de inglês, português, e eu não sabia nada, era zero de conhecimento, zero porque eu sempre fui minha vida inteira, professora de inglês e aquela coisa de português também. Então a gente vive naquele momento de escola, era um mundo meio fora da realidade às vezes. Ah, eu gosto muito. Fantásticas. São simples, são aulinhas curtas assim, mas tem muito conteúdo quando você vê. É uma aula de 8, 10 minutos, um pouco mais, mas você vê as notas, olha quanta informação que tem, né? E fora que você tem também dentro do do
curso, como parte do curso, aqueles relatórios que você recebe, né, as as sessões de dúvidas de é muito interessante isso. E eu indicaria justamente por causa dessa certeza de que é um trabalho sério, bem orientado, é um trabalho [música] em que eu acredito muito. เฮ [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] เ [música] [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música]
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