Essa é a Manu City, a influenciadora que largou a faculdade de medicina para criar um negócio de 80 milhões de faturamento em 2025. E eu sou a Tai, especialista em concessão de marcas que liderou o marketing de empresas como Boca Rosa, de quatro Educação e Asulinhas Aéreas. E hoje sou fundadora e CEO da Vince Society, a empresa que tem como missão construir as marcas mais sexies e ricas dessa geração e das próximas. marcas creators como a Good e a Simple. E é por isso que eu convidei a Manu City para nesse vídeo ela ensinar pra
gente o passo a passo que fez com que ela pudesse se tornar ela uma empresária, milionária e influenciadora que começou tudo a partir do TikTok. Manu, quais são para você os principais pilares que te deram essa vida? Eu diria que são seis pilares. Primeiro, autoconhecimento profundo, visão, ser obstinada, ter uma marca pessoal forte, uma audiência comigo e um produto que tivesse tudo a ver comigo também. >> Bora ensinar isso pra galera para eles entenderem como exatamente é isso. >> Pensando aqui no num momento que a gente vive hoje social, que as pessoas estão olhando muito
para fora, estão fazendo tudo para serem entendidas da forma como elas acham que é ideal. Que práticas de autoconhecimento hoje você faz ou já fez? Tava me contando de algumas coisas aqui que te ajudaram a se conhecer e a se entender? lidar com as emoções e buscar a raiz delas e olhar para os conflitos também com um olhar diferente. Então, fugir menos, enfrentar mais e também entender o por que eu penso da forma que eu penso, porque eu tenho os medos que eu tenho para que isso não me vença, para eu dominar de fato. E
é um uma coisa que a gente faz constantemente na terapia, porque >> você faz terapia? >> Faço terapia. Faço duas terapias. Duas com >> eu faço com duas terapeutas diferentes, porque cada uma tem um um perfil de de atividade diferente e eu gosto de olhar mais pra frente com uma e olhar mais para trás com outra. Legal. >> Só que os trabalhos são muito complementares, porque quando a gente resolve o para trás, quando a gente ressignifica, quando a gente vê tudo com um outro olhar, o pra frente ele nasce de uma forma diferente. Porque supondo
aqui que antigamente eu fiz uma empresa que não deu certo. Isso pode ou me traumatizar e eu nunca mais querer fazer uma empresa porque me senti malsucedida ou isso pode me animar. Poxa, eu aprendi muito com aquela experiência, na próxima eu já tenho uma nova bagagem. E isso é uma história verídica. A minha primeira empresa não deu certo. Eu tentei fazer roupas fitness e não foi pra frente. >> Ah, foi quando que foi isso? >> Ah, foi em 2023, antes de Good. E chegando na Good nova bagagem, entendendo mais mesmo. >> E você chegou com
mais medo ou menos medo? >> Menos medo. >> Porque eu busquei aprender com aquilo e fazer melhor na Good e melhor na próxima e sempre melhorando, porque tudo vira conhecimento no final das contas. Toda a experiência ela vira conhecimento. Pode ser um conhecimento de que não gostei, não quero ser assim e não quero ser para mim. Ou pode ser um conhecimento muito bom, tipo, não é assim que eu faço, na próxima eu vou melhorar. Como que eu posso ajustar? Erros e aprendizados. >> E o que temos no nosso segundo ponto? >> O segundo ponto, na
minha opinião, é visão de mundo e esse enxergar. >> Que que que é a sua visão? Assim, >> eu acho que a gente tem muito controle sobre a forma com que a gente olha paraas circunstâncias que a vida dá pra gente. E tendo esse controle, eu quero sempre colocar o óculos da positividade. Eu quero sempre colocar o óculos do aprendizado, do enxergar as oportunidades e focar no que eu quero que se expanda. Esse óculos que eu coloquei, ele não é um único, né? Eh, a gente coloca o óculos do criador, porque eu sou criadora de
conteúdo, o óculos do vendedor, o óculos do fundador, porque quando a gente funda uma empresa, quanto mais a gente puder fazer pela nossa empresa ali no dia a dia, nem que seja colocar um quadro de goodi aqui num vídeo ou colocar um sticker na minha mala, isso já é levar a minha marca para outros lugares. Colocar um óculos do atleta, colocar um óculos de tudo aquilo que eu quero focalizar. E aí, focalizando, eu faço crescer, fez toda a diferença para mim. >> Eu acho que você teve uma visão também para além da visão super positiva
e e de como você vai levando as múltiplas características nas coisas, mas você teve uma visão de conseguir olhar oportunidades, embora você fosse muito jovem. Você falou até que o TikTok, por exemplo, ampliou muito a sua visão. Você começou a fazer conteúdo com frequência no TikTok e construir ali um ambiente muito cedo. Você tomou a decisão, mesmo sendo uma influenciadora que já fazia puble, de ter a sua marca muito cedo. Você teve uma visão diferente das outras pessoas e tomou um risco >> com essa visão. Como que você enxergou essas oportunidades? De todas as coisas
que eu fiz, nada foi original, então nenhuma ideia veio de mim, mas eu expandi mesmo as referências. Então, olhando para fora, a gente vê tantos influenciadores que são founders gigantescos. As Kardashians todas, praticamente todas as cantoras tem agora uma marca de Beauty. Então, lá fora a gente vê que realmente as marcas maiores, que mais crescem são marcas de creators. Mas isso veio depois. Como que eu virei uma creator? Veio a pandemia, eu comecei a consumir muitas redes sociais. Eu passava muitas horas no TikTok e >> o TikTok começou a bombar mais na pandemia. >> Bombou
muito. Ninguém tinha nada pr fazer. Mas eu vi muita gente que não era famosa, que não era global, virando famosa, virando realmente relevante e construindo ali uma comunidade legal. E em paralelo, enquanto eu traçava meu caminho de estudar pra medicina, comecei a criar conteúdo, porque eu vi ali uma nova oportunidade que eu já tava consumindo muito conteúdo no TikTok, que que era trocar uma uma dessas 10 horas que eu consumia por criação, principalmente no começo e na época que eu comecei, não era tão trabalhoso assim, então não ficava horas fazendo vídeo, eu fazia o vídeo
em meia hora e depois continuava consumindo. E isso expandiu a minha cabeça, isso expandiu as minhas referências. com novas referências, parece que abrem novas oportunidades. Então, eu comecei a enxergar novos caminhos para mim. E com day foi algo muito parecido que aconteceu depois. Eu virei influenciadora, comecei a vender muito pros outros e parei para pensar. Eu sempre quis ser empreendedora. Então, desde pequena eu vendia pulseirinha de miçanga, vendia slime, vendia limonada. Isso pra família, para pessoas conhecidas e para colegas de sala, mas nada profissional. Mas aí vieram os meus sócios da Goodi, eles me convidaram,
eles estavam falando com vários influenciadores sobre a tese deles. Eu já queria encontrar bons gestores, pessoas que iam me ajudar nas coisas que eu não sou tão capacitada. De fato, se me botar para fazer a gestão da Gooday, a gente quebra em três dias. Tipo assim, eu não vou conseguir, eu não tenho capacidade para isso, eu não sou formada em administração, eu não tenho tanto contato com gestão, principalmente agora com um goodi grande mesmo, gente, não sei mesmo. E eles são muito capacitados para isso. Então eles são muito bons naquilo que eu não sou. E
eu sou muito boa naquilo que eles não são. E >> isso vem muito do seu autoconhecimento, que é aquele ponto que a gente falou lá atrás, porque você poderia simplesmente chegar e falar: "Não, vocêou desse negócio, eu que vou tocar a operação, vou tocar também minha cara". Não vou ter sócio nenhum, vou contratar aqui uma galeria ter pensado isso, mas o seu autoconhecimento falou que não era o seu lugar de potência. Sim, mas eu acho que também isso de dividir para mim sempre foi relativamente fácil depois que eu entendi que pra gente multiplicar a divisão,
principalmente no começo, quando a gente não vai ficar só focado naquilo, ela é necessária. Você falou do The Simple, que também é um outro negócio que você tá, acho que ele também tá aqui dentro de divisão, mas a gente vai falar um pouco mais dele pra frente quando a gente for for audience fit, mas também foi uma tomada de risco, tem a ver com o seu perfil de visionária e corajosa ou já era um negócio muito mais estruturado? >> Desse já existia, tinha dois meses de operação e eu fui, acho que num olhar muito parecido
que é das pessoas. >> Dois meses de operação é muito pouco também. Eu olhei pra academia e eu vi a academia muito legal, academia muito bonita, com muito potencial. Mas quando eu olhei os sócios, eu vi pessoas obstinadas que querem fazer acontecer, que assim são, eles buscam ser os melhores no que fazem, assim, com uma academia, eu tava vendo eles, a paixão deles falando. Então foi outra questão tipo good que foram mais as pessoas e não o negócio. Só que calhou de aqui com o Day, a gente fez um produto que tem tudo a ver
e claro, eu já tava fazendo tudo junto. The Simple, eu entrei com a academia já pronta, já em operação, mas The Simple tem tudo a ver, então isso foi um a mais, mas as pessoas ali que foram para mim o ponto chave da dessa entrada. >> Então acho que aqui dentro da sua visão também tem uma capacidade de enxergar pessoas, >> enxergar potencial nas pessoas, enxergar verdade. E eu tenho uma intuição muito forte com as pessoas. >> É mesmo? Tipo, eu consigo me sentir bem com algumas pessoas, me sentir mal, ficar com um pouco de
pé atrás. Então, com as pessoas que eu vejo muita verdade e que ainda tem os valores alinhados, com essas pessoas que eu busco trabalhar, sabe? Com as pessoas que eu quero me relacionar e atrelar a minha imagem. Perfeito. Então, fechamos aqui esse segundo ponto de visão. Temos várias dicas aqui já pras pessoas trazerem pra vida delas do how to build manucity, como construir uma manite aqui é tipo professor da, acho que não é da sua época porque você tem 21 anos, mas era do das meninas super poderosas. >> Ah, não, eu vi muito. >> Você
viu? >> Sim. Vamos colocando os ingredientes e aí sai cada sai uma manusí. O terceiro ponto que a gente falou e que você até citou aqui no tipo de pessoa que você gosta e que você diz que é uma característica muito forte sua, é a obstinação. Esse é um negócio que tá em falta no mundo. A galera é meio sem vontade, né? Sem fome, eu falo que o maior fator de sucesso é a fome. A pessoa que não tem vontade, que não tem desejo, que não é obstinada pelas coisas, ela pode ser extremamente talentosa e
não dá certo. Enquanto o contrário, a pessoa pode ser bem mediana, mas se ela tem aquele desejo, aquele pulso vital de fazer quando se ela consegue. E você falou que essa é uma característica sua. >> Ela é, só que ela é muito direcionada. Hum. >> Eu largo mão quando eu não quero mais. E eu assim, eu me apego muito quando eu quero muito. Então, um exemplo recente foi o 70.3 do Rio. Eu fui primeiro lugar na minha categoria no meio Iron Man e eu queria muito. Eu treinei muito. >> Ah, você foi pro meio lugar,
né? Não, eu fui muito bem, melhor do que o meu treinador imaginava, porque não só no dia da prova eu queria muito, dia da prova queria muito, mas ali no nos três últimos meses de treinamento, eu queria tanto que eu fazia assim, realmente todos os treinos o meu melhor e eu ficava brava comigo mesma se eu não conseguia dar o meu melhor. E era uma vontade muito grande. Isso foi algo que eu vi também lá enquanto eu fazia medicina, porque eu tava com uma obstinação, eu tava muito direcionada, tava com uma disciplina absurda pro meu
trabalho, para criar conteúdo, para fazer godê acontecer. Então, apesar de às vezes eu sair numa quarta-feira à noite, passar o dia aqui em São Paulo na quinta, fazer uma coisa e depois voltar na sexta para conseguir conseguir as aulas, eu fazia muito bem a parte do trabalho e aí nas aulas eu fazia o que eu precisava fazer, mas sem tanta garra, porque eu não queria tanto. E foi assim que eu fui percebendo aonde que dentro de mim mais me palpitava a minha paixão. Eu gosto de fazer as coisas com paixão e também respeitar as fases.
Então, não é porque eu agora estou amando o triatlon, que esse é o resto das minhas vidas, da minha vida. Opa, só tem uma que eu vou fazer isso pelo resto da minha vida. Não é porque eu fiz uma prova assim com a maior garra de todas, que todas as provas vão ser assim, porque cada fase é uma fase. E eu sempre tento colocar como top um prioridade aquilo que de fato é naquele momento e não inverter. Então, a gente fechou aqui a parte dos pilares fundamentais da Manu e agora a gente vai falar um
pouco sobre como você usou tudo isso para ser a Manusite. E aí a gente começa com o próximo pilar, >> marca pessoal. >> Quatro, marca pessoal. >> E tai, marca pessoal para mim parou de ser tão intuitivo e começou a ter um pouco de teórico só agora. >> É mesmo? Porque sempre foi muito intuitivo e observativo. Eu assim facilmente consigo entender o que que as pessoas estão falando sobre algo e o porquê e olhando mesmo pra internet, pelos comentários. Então eu fui direcionando a minha marca pessoal de maneira muito intuitiva. Então por quem que eu
queria ser percebida? Primeiro eu filtrava muito o meu direcionamento com os feedbacks das pessoas que realmente importavam. E quem eram elas? >> Quando eu tava começando a criar conteúdo, ele era muito nichado pro fitness. Se uma pessoa fora do fitness dava algum pitaco em mim, por que que eu ia me importar? Ele não tinha, aquela pessoa não tinha nada a ver com o meu universo. Eu sempre me importei muito quando treinadores fam alguma coisa, tipo, ah, você tá treinando errado, porque eu passava muito treino. E eles me davam muitos toques. Eh, as pessoas elas de
fato me ajudavam. Então eu fui vendo muitos feedbacks construtivos, porque tem a crítica, né, que é a crítica vazia, que é só a crítica pela crítica, mas quando as pessoas elas queriam me ajudar e eu ouvia essas pessoas, sempre era produtivo. Isso é só um exemplo de um direcionamento estratégico da onde eu queria ir, com base nas pessoas de maneira muito intuitiva, porque hoje muito você fala de branding de maneira teórica, mas eu fui fazendo super na prática e construindo essa pessoa, essa persona na internet. >> Uhum. que é uma pessoa fora dela. E fui
entendendo o que que era legal de mostrar, o que que eu tinha que colocar um limite, quando que eu gostava do que falavam, porque se a gente tá na internet é para alguém falar da gente, para alguém assistir. Eu não tô criando conteúdo para ninguém. Então eu falar que eu não me importo seria uma mentira, mas eu tenho que me importar com as pessoas certas. Então, good day, por exemplo, a marca ela é o que as pessoas falam dela também. Eu posso falar, falar, falar, falar que eu sou alguma coisa, mas se eu não for
de fato, a minha fala não tem valor nenhum. Então eu fui fazendo isso na internet e direcionando o que que era muito desconfortável para mim que falassem, o que que era confortável, o que que tava coerente, o que que tava incoerente para de fato eu alinhar com quem eu realmente era. Então eu nunca quis ter uma máscara na internet, mas eu também nunca quis ser super exposta e que se soubessem todos os detalhes da minha vida. Então você fazia uma edição ali de partes suas que fazia sentido tá ali >> um recorte, mas um recorte
sincero. >> E aí você falou que você foi intuitiva, mas na verdade você fez o playbook sem saber, né? Basicamente porque de fato assim o primeiro passo de uma estratégia, por exemplo, de marca pessoal é o autoconhecimento. >> Uhum. >> A gente fala do momento de diagnóstico de marca pessoal, mas tem um momento de diagnóstico, você precisa entender o eu, quem eu sou, quem eu sou, quais são os meus efeitos, quais são as minhas qualidades, qual que é a minha luz, qual que é a minha sombra. E dado tudo isso, como é que eu pego
eh porque tem vários pontos que você trouxe assim da sua autoconfiança, mas da sua vulnerabilidade. Então, normalmente as pessoas mais legais que a gente conhece, pelo menos para fora, né, as pessoas famosas, elas são normalmente autoconfiantes e simultaneamente vulneráveis. Mas por quê? Porque elas são muito autoconscientes. Então, elas conhecem aquilo que elas são muito boas, elas conhecem aquilo que elas não são. Você falou que não vou ser uma uma excelente gestora, eu tenho que focar naquilo que eu sou. você deixou muito claro, isso é vulnerabilidade. Poderiam falar, então ela não se poderiam falar várias coisas
a partir desse negócio. Eu não tenho isso, essa característica. Esse é um um ponto, eu preciso de alguém que me complemente nesse sentido. Então isso é um passo fundamental. A gente pensa em marca pessoal, no diagnóstico, você olha para você, você olha pro seu público, ó, o que você fez aqui, pro seu público, pro seu mercado, né? E aí você entende de fato quais são as partes de você que cabem >> Uhum. para o teu público, dado o objetivo que você tem. Uhum. >> E nunca, nunca pode ser você inventar alguma coisa, mas também não
deve ser você, não deveria ser, não. Jamais era um conselho que fosse assim você colocar toda a sua vida ali. Por quê? Porque você talvez esteja, não esteja se autorrespeitando. E é impossível mesmo que você mostrasse tudo ali, a partir do momento que tem uma câmera te filmando em algum em algum nível, já existe uma diferença de quando não tem uma câmera te filmando. Já existe uma diferença que é, eu não sei como é a Manu conversando sobre planos de futuro com o marido dela, o futuro marido dela. Esse é um pedaço seu que só
ele conhece e ninguém nunca vai conhecer porque você tem várias manus dentro de você, né? né? Tipo, são, eu gosto de falar que, cara, cada ser humano é uma multidão. A gente é uma multidão. Existe a Manu filha, putz, como é que é a Manu quando se a mãe dela que ligou agora fosse uma coisa urgente? Como é essa Manu? >> É, >> a internet talvez nunca vá conhecer aí. E não, >> exato. E o simples fato de ter uma câmera ali faz com que isso pode não ser tão real assim. >> Aham. Tipo, se
fosse filmar uma interação minha com a minha mãe, comigo, sabendo que estão filmando, é diferente. >> É diferente. >> A gente coloca um, eu como criadora de conteúdo, eu tenho um filtro ativado. Eu não posso negar isso, porque tem coisas que são extremamente desnecessárias de eu expor. Tem coisas que realmente não não, eu tô ali no meu nicho fitness de bem-estar, coisas que eu acredito sobre outras áreas da vida que não entram nisso, que eu não quero mostrar e que tá tudo bem também. Então, sempre ter uma câmera faz com que eu ative esse filtro.
E eu acho super normal ter, porque todo mundo tem que ter, >> todo mundo. E e não tem meio jeito assim, tem um filósofo que eu gosto bastante, se chama Giles Delis, ele fala assim, é que você é uma multidão, primeiro ponto, e que você só é em relação a alguém ou alguma coisa. Então vamos lá, Manu, com a mãe dela. Se tá só você e a sua mãe, vai ter, você vai ativar um jeito, Manu. Agora, está você, a sua mãe e o Hernân, já vai ter uma diferença que existe uma outra pessoa naquela
relação. Se tiver você, sua mãe e o celular, ele é uma terceira, é uma, uma terceira coisa. >> Muda um pouco quem é a Manu naquela situação. Então, as pessoas nunca vão saber você inteira. Nenhuma delas, nem o Hernani, vai saber você integral. Ele vai saber muitas coisas de você. Mas no todas as coisas não. E aquilo que você falou do autoconhecimento, né, a gente tá sempre mudando também. Então tem um processo de atualização. A Manu provavelmente começou a internet não é a Manu que existe agora. >> Com certeza. >> Você mesmo diz: "Putz, não
sei". Eu olho para aquela mulher lá e falo: "Caraca, como que ela fazia isso?" Então aqui já tem várias coisas que você falou que foi no intuitivo, mas que no fim do dia são muito do que a gente chama de sistema de conução de marca pessoal. Clareza do objetivo. Muitas pessoas, inclusive grandes da internet, não tem clareza do objetivo e olham só para alcance, por exemplo, número. Ah, poxa, eu queria que tivesse dado 5 milhões. Mas para quem, né? Então, o público, muito importante, você queria que desse 5 milhões e que falassem e que falassem
o quê? Ah, que você é louca, que você tá fazendo uma coisa esquisita, que tipo faz sentido para você. depende do seu objetivo, depende do quanto você tem de clareza da sua visão. Você rev user de social, por exemplo, você falou para mim, que que você ficava 10 horas no TikTok, falou: "Pô, se eu botar meia horinha aqui do meu tempo para produzir". Mas você tinha um conhecimento profundo do seu mercado, que era o mercado daquela rede social. Então isso te deu muita clareza da arena que você tava jogando. >> Uhum. >> Você tinha clareza
de com quem você queria falar. Então isso aqui te fez descartar comentários e e percepções de pessoas que não eram as que você queria conversar. Você tinha clareza dos temas que você queria falar. Então, ouvir a opinião do seu público, não de todo mundo, do seu público. É a mesma coisa com a gente. Às vezes tem uma pessoa ali aleatória, não tem nada a ver com quem eu quero vender ou com quem eu me identifico de valores que fala e tipo começa a me xingar e falar várias coisas para mim. Para mim, eu literalmente tenho
nada com isso. Não conheço a pessoa, não respeito ela, não me conhece, porque ela tá falando uma visão dela, não tem nada a ver comigo e ela também não é importante para mim, então tá tudo certo. Então isso aqui você fez muito bem. E isso aqui que é uma coisa que muita gente tem muita dúvida, que é cara saber quem eu sou e qual parte de mim eu coloco na internet. >> Uhum. E eu acho que esse é um questionamento que todos os empresários, inclusive que eu converso, que tem negócio, que eventualmente querem estar nas
redes sociais, eles eles perguntam assim: "Mas eu tenho que mostrar tudo meu, eu tenho que mostrar minha família, pô, eu tenho que estar no treino e tirar minha camiseta e mostrar o o meu abdômen, eu tenho que fazer isso, aquilo, como se existisse um jeito só de fazer, né?" E não tem, eu as pessoas nunca, isso que você falou, eu não mostro quase nada da minha vida pessoal, porque eu escolhi, porque não faz parte do meu objetivo, não é pro público que eu quero falar, é cara clareza. Objetivo, público, mercado, plataforma, quem ouvir. Quais são
as partes de você que vão te ajudar a chegar no seu objetivo sempre com clareza do que que você não quer que saibam e se autorrespeitando? >> Uhum. >> Acho que você fez o o mapa certinho. >> Tem alguma outra coisa? Tem alguma outra coisa que deve que >> não para eu aprender. >> Ah, tá. Não, isso aqui você você que me ensinou. Eu só tô tô retraduzindo. Você que você que me ensinou. E tem uma outra coisa assim em em marca pessoal que é você atualizar os seus objetivos vão mudar com tempo. >> Uhum.
>> E às vezes as pessoas ficam presas numa ideia de um personagem. Putz, se eu fui assim a vida inteira na internet por tanto tempo. Ah, se eu sempre fui a menina engraçada, mas agora eu não sou mais engraçada, não sou. E aí, vou ter que continuar sendo. Por que que por que que eu não posso me atualizar ali como como pessoa? Acho que a Bianca sofreu muito isso porque ela era vista como uma menininha toda de rosa, toda e de repente ela virou uma baita de uma empresária, uma mulher com filho que mudou totalmente
o jeito dela. Ela ia ter que ficar fingindo a infantilidade para ela ser a pessoa que na cabeça das pessoas ela era. Não atualizou quem ela é. Então, quem eu sou muda, óbvio, princípios e valores dificilmente muda. >> Uhum. Mas quem eu sou agora? Eu acho que é que é essa pergunta que a gente tem que sempre se fazer. Que que eu quero agora? O que que eu quero com a minha marca pessoal? E acho que você fez esse movimento muito bem feito. E qual é o nosso quinto ponto? Então, >> audiência. >> A audiência
que a sua é bem grande, você é famosa, ela vai nos lugares e todo mundo pede para tirar foto com ela. Ela tem uma baita audiência. Eu acho que me tornei realmente muito conhecida ali, principalmente por pelo pessoal da minha idade, um pouco mais para cima, um pouco mais para baixo, uma faixa de Janzi. >> Uhum. >> Então, sempre que eu vou em algum lugar de Anzi, ou me reconhecem e falam comigo, ou me reconhecem e realmente falam entre sí para m Sí. E é muita gente, é muita gente, >> é muita gente. >> Eu
me impressiono sempre em todo lugar que eu vou. Tem lugares que que realmente, por exemplo, NaturalTech, que é a maior feira de produtos naturais da América Latina, sempre que eu vou lá é todo mundo. Quando eu vou num shopping é um pouco mais um pouco mais inxuto. Então, dependendo do lugar que eu tô frequentando, tem mais e menos pessoas que me conhecem. O meu conteúdo, ele é muito intencional, ele é muito manuscite, ele >> ele é muito intencional. Um ponto é antes disso, a audiência hoje você falou, pô, muito daí, mas eu sei que você
também é conhecido, por exemplo, meio empresarial. F G Várias pessoas quiseram tirar foto com você. É outro público, é uma galera de empresa que hoje te vê também como empresária por conta da Good e admira o trabalho que vocês estão fazendo aqui. Então você também furou essa essa bolha. Você falou da Jenzia, depois você falou da galera do fitness como um todo. Naturaltec. Uma pergunta objetiva hoje, qual é o tamanho da sua audiência? Quantas pessoas te segu? Você tem também no YouTube? Agora >> eu tenho 1.6 milhões no Instagram e 1.7 no TikTok. No YouTube
quase 100.000. Só que eu acho que esses números assim eles não refletem muita coisa no final do dia, porque eu acho que seguidores é diferente de quantas pessoas de fato estão acompanhando. >> Uhum. >> Então eu gosto de olhar para engajamento e impacto. >> Uhum. Eu também. >> Então que que adianta eu fazer um vídeo vazio que vai alcançar muita gente? Para mim não tem muito sentido. Agora, se eu faço um vídeo que educa, que ensina, que mostra o outro lado da moeda, que expande e que mostra que sim, pode ser possível, que as pessoas
podem mudar, que as pessoas têm mais caminhos, isso para mim é muito mais importante do que de fato ter números. Eu acho que a audiência ela é quantas pessoas eu tô conseguindo impactar positivamente, porque eu no meu perfil tenho muito esse intuito de impactar positivamente. >> Não, mas você falou algumas coisas que são muito fundamentais em vários aspectos aqui da sua audiência, porque você poderia ter, sei lá, 100 milhões de seguidores que não nem te reconhecem na rua, que estão meio que ok, whatever works. Eh, mas você conseguiu fazer uma audiência que é super engajada
com você e que compra as suas coisas. E se ela compra as suas coisas é justamente porque você olhou para as coisas certas. Então se eu for para mim um negócio que eu concordo demais, que para mim é o mais relevante, que é não é esse número aqui, né, de quantas pessoas me seguem, mas é engajamento e impacto. Então acho que esses dois são os mais relevantes. E aí é que você trouxe várias formas de impactar, né, de educar, de motivar, de mostrar caminhos que acaba causando uma expansão na vida das pessoas. e hoje maior
parte do seu público, mas você também fala com outras pessoas, você fala com empresários, fala com pessoas do mundo fitness num todo. Aí você conseguiu no fim do dia criar de fato uma relação com as pessoas, o que é muito diferente de criar seguidores. >> Uhum. Você criar relacionamento é muito diferente de você criar seguidores. E hoje cada vez mais as plataformas, você sabe muito bem disso, elas não entregam mais tanto ainda um pouco, mas tanto com base nisso. Elas entregam de fato com base na qualidade daquilo que você tá provendo pras pessoas. E hoje
o seu engajamento está melhor do que nunca. Inclusive eu fiz essa análise. Você tá com engajamento maravilhoso do que, bom, do que nunca não, mas do que dos últimos tempos. Você tá com engajamento muito, muito bom. Sua taxa de engajamento tá muito, muito melhor do que quando eu fiz um vídeo sobre você. Eu não me lembro exatamente qual, mas acho que era três e muito. Pro seu tamanho é gigante. É muito, muito engajamento. Ou seja, de fato, você não tem simplesmente pessoas que te seguem, mas vocês tem você tem pessoas que estão com você. Eh,
e isso aqui é fundamental para você fazer o que você faz, tanto vender os produtos pros outros, quanto vender os seus produtos, >> quanto gerar um impacto positivo. >> Uhum. E eu acho que vender é para mim é consequência disso aqui. >> Uhum. >> Então a intencionalidade fica nisso aqui e isso aqui também é consequência. Eh, good day, consequência. São coisas que a gente vai plantando aqui. >> E você tem um processo racional para além desse de putz, quero, acho que isso aqui são as premissas, né? todo o meu conteúdo deve gerar um impacto positivo,
ele deve causar uma expansão, acho que são suas premissas, trazer positividade. Mas tem alguma outra coisa que você faz para ter um pouco mais de análise sobre isso, de um de um processo? Acho que uma última vez que a gente conversou, você falou que você tinha uma planilha, você olhava como as coisas estavam funcionando. Ela ainda existe? >> Sim, tem. Mas eu desapeguei um pouco disso e comecei a focar realmente mais no intuitivo de novo, porque ainda que a planilha ela mostre dados, eu me sinto num lugar muito confortável de fazer aquilo que o meu
coração pede e é o que mais tem dado certo mesmo, porque o coração tem pedido coisas boas. >> Então, o primeiro passo é um conteúdo que você goste. >> Uhum. Eu gosto do que eu vejo. Eu gosto do meu perfil. Eu falo muito isso pro time. Eu falei: "Cara, às vezes eles vem mostrar uma coisa que eles fizeram, por exemplo, da Vince, tal, você gostou?" Ah, achei que ficou legal. Falei: "Não, você gostou? Ah, se você tá com não vem me mostrar para provar." Mas ou se você não gostou, eu também não quero ver. Primeiro
você gosta, aí depois você me fala aqui para dar meu pitáculo. Mas se você não gostou, eu também não vou gostar. Então assim, acho que esse é um um valor que a gente vê pouco, mas até o próprio Mr. Beast no livro dele lá, ele fala que no começo que a galera ainda não tem tanta intuição, porque você tem muita intuição de internet também, por mais que seja uma coisa totalmente intuitiva, mas a sua intuição de internet tá muito relacionada ao user que você teve para caramba, o tempo que você faz isso, o tanto que
você já ouviu de feedback, o tanto que você entende as pessoas. para uma pessoa que tá começando zero, talvez a intuição dela ainda não seja tão tão tão boa. Aí o Mr. Beast fala pra galera que tá entrando lá na na empresa dele que ele ele fala até um negócio que foi super criticado, mas ele o primeiro passo é você fazer um vídeo que eu goste. Ele fala isso, tipo, para quem tá trabalhando com isso, >> se eu não gostei do do vídeo, se você acha que eu não vou gostar do vídeo, por favor, nem
me mostre que ele para eu conseguir gravar um vídeo, eu preciso ter gostado dele. Se eu não vou gostar do vídeo, eu não vou gravar. Então ele ele traz isso e e tá certo que tipo assim, como é que ele vai gravar um vídeo criticaram, falaram que ele foi tóxico assim, como que tem que ser o vídeo que você goste, não que a audiência goste? Ele falou: "Mas eu que vou gravar, eu vou gravar o vídeo primeiro passo você escrever um vídeo que eu goste. Se eu não gostar, eu não vou gravar." >> Ai querendo
ou não, ele não precisa gravar, né? >> Precisar, ele não precisa. >> Então eu me sinto nesse lugar também. Eu realmente não preciso do Instagram. Eu faço porque eu sou apaixonada mesmo pelo que eu faço. >> E aqui uma das coisas que você mais fala é sobre saúde, sobre seus seus esportes, sobre as coisas que você gosta de fazer no seu dia a dia. E isso vai entrar no nosso sexto ponto, porque acho que a sua audiência já te vê como alguém em alta performance quando a gente fala em exercício físico, em rotina. Então daqui
é a audiência tem consciência de que a Manuite ela é uma pessoa que consegue fazer um Iron Man chegar no primeiro lugar tendo começado a treinar sonho. >> Eu, mas eu sempre deixo isso muito claro também em eh explicando porque que eu sou tão assim com as coisas e quando eu gosto de um negócio eu gosto mesmo. Aí eu dou de tudo para dar o meu melhor e ninguém precisa fazer isso porque eu tô fazendo. >> Exato. Mas as pessoas sabem que você faz. Então aí é um ponto. Se você faz isso e eu quero
fazer um démo disso. Talvez se eu pegar algumas coisinhas suas e tentar, talvez eu consiga fazer alguma coisa. >> E é isso. >> E aí vem o nosso sexto ponto da receita Manucite, que é o product audience Fit. O produto. Você poderia ter lançado qualquer produto, né? Você falou: "O primeiro foi a roupa fit que não deu tão certo e o segundo deu super certo. Estamos aqui no escritório dele inclusive que é a goodi. Por que que a good day deu certo para você com você junto? >> O Goodi tinha tudo a ver comigo porque
eu olho para mim e vejo que eu sou literalmente público alvo. Eu já não consumia creatina de maneira regular porque eu esquecia. Inclusive vir e me pensar em good day. Eu fazia campanhas para não esquecer de tomar creatina. Então, todos os dias eu precisava postar nos stories para eu não esquecer, porque eu não lembrava. Então o nosso primeiro produto, ele sanou uma dor minha e eu gostei igual o conteúdo, eu gostei muito da good e aí eu sendo apaixonada pelo produto, pela empresa, pelo que eu tô construindo e a vontade de querer fazer acontecer, de
realmente transformar Good em um braço de manucite e aí a gente tem essa via de mão dupla comi manite, confiando muito nas pessoas que estavam envolvidas também, as coisas foram caminhando. Então eu já tinha muita confiança de muitas pessoas que me assistiam. Isso fez com que elas mesmo sem ter provado e confiança no tema, né? No tema health, >> porque se você tivesse feito, sei lá, sobre canetas de escrever nesse quadro, você acha que daria certo igual? Não, não. Se fosse também eh roupas estilosas, eu não sou nada estilosa, gente. >> É, aí eu tô,
eu pego a roupa do armário da minha irmã, tento copiar ela porque é maior estiló. >> Então, mas eu não tenho esse senso. As pessoas acham que não iam levar a sério. Agora, eu sendo uma pessoa que já comunicava isso e amando o produto e de fato querendo fazer acontecer, foi um combo perfeito pra GI começar já caminhando bem. Porque se eu não quisesse muito empreender, se eu não tivesse esse teor de empreendedora, não teria dado certo, porque eu já teria na primeira crise largado mão, que as crises caem todas para cima de mim, principalmente.
>> Pois é, esse é um ponto, viu? Fundamental, porque muito influenciador começa a fazer negócio e para por causa desse ponto você vai falar. >> É, não, não existe empresa perfeita. Assim, empresas são feitas de pessoas, não existem pessoas perfeitas, as pessoas cometem erros, as empresas elas tentam cometer o mínimo de erros possíveis, mas não tem como não cometer, porque são várias pessoas, vários fornecedores, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Então sempre tem alguma coisa que pode dar errado e às vezes dá dá errado. A maioria das vezes dá certo, só que ninguém fica. O
meu pedido foi entregue no na data certa, não, mas quando é entregue na data errada, é reclamação, é xingamento e caem muito para cima de mim. Eu sabia que isso ia acontecer, mas na hora que tá acontecendo de verdade, quando começou a acontecer, é outra história. Então eu aguentei e ainda aguento muito bem. E isso não me abala de fato, porque quanto mais a gente vai fazendo uma coisa, melhor a gente se torna em fazer aquilo. Então as primeiras crises me assustaram. Mas fui sendo resiliente e as outras crises me assustaram um pouco menos. E
eu continuei aparecendo, botando a cara tapa, sendo transparente, falando: "Olha, gente, erramos, vamos melhorar". Então eu assumi mesmo essa posição que eu me coloquei. >> Uhum. >> Então, o tempo todo eu falo de eu falo praticamente todos os dias nos meus stories, posto muito, uso muito Good day por onde eu vou. Meu computador é só sticker de good day. Eu realmente visto a camisa da minha marca, ainda que eu não trabalhe só com isso. Os meus ganhos financeiros não são, principalmente gooday. Na verdade, gooday eu acho que hoje representa, eu ganho um salário na Gooday,
que é um salário bem mais baixo do que qualquer publicidade que eu faço. Então todos os meus contratos de publicidade são maiores do que o meu salário na Good. Então, não é relevante para ganho financeiro, mas é muito relevante com o meu propósito de vida, com o legado que eu quero deixar, com o que eu quero construir e com o meu perfil. Eu amo empreender, então eu amo ver que eu fui capaz de tirar uma empresa do zero e levar a esse ano a gente tá meando 80 milhões. Então realmente para mim é um feito
que eu me sinto muito bem-sucedida, eu me sinto muito capaz, isso aumenta a minha autoestima mesmo, porque eu acreditava que eu era capaz e a gente vai fazendo para se mostrar e a gente se mostra. Isso dá uma sensação muito boa. É muito legal se sentir bem suceducedido >> demais, cara. E e esse ponto aqui que eu queria entender, porque assim, a gente teve várias empresas de influenciadores, várias empresas de creators, assim como de não creators, que não deram certo. Mas os creators, eu e aí eu quero ouvir sua visão, eu imagino que grande parte
delas não deu certo por três pontos. ou não tinha um product audience fit, esse é um dos pontos, ou a pessoa não estava amando e querendo tanto. Ou isso aqui principal quando a gente olha pro influenciador, né, por exemplo, o influenciador o que ele tem para vender o produto dele é a é a própria imagem, o canal que ele construiu. Então, uma crise numa empresa comum, ela é diferente de uma crise de um influenciador. Até porque sendo um influenciador e a gente vê na sociedade do espetáculo, que é o que a gente vive hoje, as
pessoas tendem a criticar muito mais um produto de um influenciador do que de um não influenciador, né? Teve a crise da Bianca lá, o percentual de embalagem quebrada era o mesmo percentual natural da Natura de embalagem quebrada. Eu nunca vi uma enchurrada de vídeos criticando a embalagem da Natura, mas a Bianca sim. Por quê? Porque dá visibilidade para quem criticou. Então, para as pessoas que querem ganhar fama, e muitas querem criticar, inclusive criticar, infelizmente dá mais sucesso para as pessoas do que falar bem. Uhum. >> Criticar faz a pessoa crescer. Então, a probabilidade de existir
uma crise numa empresa que tem um rosto e esse rosto é extremamente conhecido é muito maior. E eu imagino que isso pra maior parte dos influenciadores é um limitador. Então, olhando aqui para esses três pontos, né? um produto que esteja alinhado com o que a sua audiência tem de confiança com você no tema, que você mesma consome, que soluciona uma dor que você também vive. Pô, tudo isso aqui é muito importante e muita gente às vezes não faz esse trabalho. Não tem nada a ver com a Manu, essa é a minha visão. Mas eu vou
dar um opinião um pouquinho polêmica. Por exemplo, o perfume do Gustavo Lima, eu não sei o cheiro que ele tem, não tem nada a ver comigo. Eu nunca vi ele ficar falando o tempo todo de perfume. A roupa dele me chama muito atenção. É uma roupa bem específica que ele usa. Talvez se ele tivesse lançado uma marca de roupa, teria feito muito mais sucesso do que o de um perfume. Porque quem já sentiu o perfume do Gustavo Lima, foram poucas as pessoas que tiveram esse privé. Ele deve ser muito cheiroso. Mas eu nunca tive, eu
nunca associei ele. Ele nunca ficou, o cara que ficou falando sobre questão de odor, não tinha nada a ver. é um cantor que se veste de um jeito muito diferente, que tem uma família séria, uma uma casa diferente. Então, o que ele fez não tinha nada a ver com ele. Então, esse foi o primeiro ponto. Se ele tava amando e querendo, eu não sei, mas muitos influenciadores imaginam que, putz, eu vou fazer um produto ali numa empresa e é só eu fazer um post, dois posts e que eu vou ganhar um monte de dinheiro com
isso. Se for mais que isso, não vale a pena, porque no curto prazo compensa muito mais eu fazer público. Empresa é construir valor de longo prazo. >> Uhum. Então tem que ter, porque se você pensar botar na conta o tanto que você faz para good, se você fizesse para um monte de outras marcas que não são >> Nossa, nossa minha conta tá bem mais recheada porque criativo que mais vende, porque é o que mais comprovado, que as pessoas mais tomam e é o nosso principal produto. Então, a curto prazo deixei de ganhar muito dinheiro, não
é pouco, é muito dinheiro. >> Mas você sabe que você tá criando valor a longo prazo. >> Nossa, completamente. E se for parar para ver também, ah, eu nem uso dinheiro que eu ganho. Então, seria assim extremamente eh desalinhado com o meu propósito, porque eu amo construir, eu amo agregar, eu amo eh fazer acontecer e e tipo, eu ia pegar, se eu não tivesse lançado queratina olhando para dinheiro a curto prazo, simplesmente por ser dinheiro, eu ia acumular aquilo na minha conta, porque eu tudo que eu ganho praticamente, gente, eu invisto 9%. às vezes dava
96 assim quando a fatura tá um pouco mais cara, mas nunca foi menos de 90% que eu não investi. Então eu não gasto meu dinheiro, eu só investo. E aí eu ia pegar e colocar ali na que realmente se for comparar o que o CDI tá dando e o valor gerado de gooday, o que a gente conseguiu gerar, que a gente não realizou, mas que o valor gerado de good é muito maior do que qualquer rendimento. Então aquilo seria além de uma decisão não inteligente da minha parte, seria completamente inútil. >> Uhum. >> Perfeito. E
aí e aí é esse ponto que você falou que eu acho que é muito importante do putz, seria um um muito mais giro no curto prazo, mas hoje o que o que a Bay tem que equity de valuation já é muito maior do que o que você teria ganhado no curto prazo. E essa lógica eu acho que pouco pouco influenciador tem. E um ponto, você diversificou ainda mais o seu o seu eh as suas formas de de recebimento. Você saiu por antes a maior parte dos influenciadores, o que que eles têm só a única forma
é a imagem deles. Se eles quiserem parar não entra mais nada. >> Uhum. >> Acabou. Agora você construiu um valor e principalmente você também diferente, Morpaz influenciadores gastam quase tudo que ganham. Você tá falando que você é 90%, você guarda. Então tem uma visão muito diferente sua aqui, que é você tem naquela parte da visão que a gente falou uma visão de construção de valor de longo prazo e 21 anos isso é muito raro. Maior parte das pessoas estariam gastando tudo e não estariam aqui na Day porque a good te paga um salário que é
menor do que uma do que puble. Então, pô, velho, por que que eu não vou pegar e fazer cinco publes e em vez de tanto de coisa que você possa na você fizesse para qualquer outra marca, você ganharia muito mais vendendo coisa dos outros. Então, construir valor de longo prazo e aqui lidar com crise, que eu acho que pega muito o influenciador, que é onde mais dói, mais machuca, porque a imagem é o central, >> é maior ativo que a gente tem, né? E acaba que dá muito medo daí de você perder as publicidades, de
perder o prestígio, de parar de vender bem. Então isso aí por um tempo me deixou um pouco nervosa, mas eu sabia que de fato é algo normal. Então, vamos pegar no pé mesmo. É o ônus de ter um rosto na marca. >> E o que que você diria hoje pra gente finalizar essa etapa aqui para um influenciador, uma influenciadora, um artista, uma pessoa pública que quer abrir um negócio como você fez. O que que que você gostaria de ter ficado sabendo antes para não ou não sofrer tanto ou aproveitar mais? O que que você queria
ter ficado sabendo antes? Acho que primeiro a gente tem que dar um passo para trás e entender o por que quer. Porque se for também só pensando nesse ROI que tem a longo prazo também não sei se sustenta, porque tem que amar empreender. Empreender é muito diferente de fazer outras coisas é super instável, é super incerto, você nem sabe se vai dar certo. Então minha primeira empresa foi só prejuízo. Por que que você tá empreendendo? Aí tô aprendendo porque sou apaixonada, porque eu amo construir, porque eu quero eh fazer uma empresa sair do chão e
agregar na vida das pessoas com o que eu faço. Então, depois de você entender que de fato você quer empreender e você vai colocar o seu rosto num negócio, tem que entender que você vai ser alvo de muita crítica. E isso pro ser humano é muito difícil. Então, receber rate pro ser humano é muito difícil. Por isso que muita gente para de criar conteúdo, que sa quando for eh um rate que as pessoas ameaçam realmente processo. Quanto de pessoas fala: "Eu vou te processar porque a minha GAM, enfim, não entregou hoje no dia que eu
queria". >> E até processa e é normal de empresas serem processadas, inclusive faz parte do jogo. A empresa é processada normal. São novos problemas, são novas responsabilidades e eu não acho que ninguém faz nada sozinho. Então, se desenvolver com pessoas e estar com boas pessoas para mim sempre foi o melhor dos caminhos. E ainda que eu passasse por uma crise, eu nunca tava sozinha. Meus sócios sempre estavam ali de mãos dadas comigo. Ainda que eles não fossem alvos, eles estavam ali tentando resolver como se eles fossem um alvo. Então, com tanta responsabilidade quanto eu. >>
Perfeito. Pô, foi muito bom. Espero que todos vocês tenham gostado. Eu aprendi muito com essa menina hoje aqui. Ela me deu uma aula, com certeza também deu uma aula para vocês. Manou muito obrigada pela generosidade de compartilhar um pouquinho de você e de dar essa aula e dividir esse conhecimento com as pessoas. Ceza vai criar impacto positivo em muita gente. >> Amém. >> Ó, por esse papo da Manu, deu para entender que construir uma empresa Creator é uma chave fundamental se você quer ter uma escala rápida e gerar resultado acima da média de mercado, mesmo
com custo muito baixo. Para para pensar, uma menina super jovem, que em poucos anos se tornou sócia de duas empresas, ambas com faturamentos expressivos. E essas duas empresas, além de ter uma atitude de marca Super Creator, tiveram como canal inicial, principalmente a Gooday, a própria marca pessoal da fundadora. E mais do que isso, a empresa como um todo se comunica de maneira social first, o que permitiu a Goodi se tornar um fenômeno, mesmo investindo muito pouco, quase nada, em mídias tradicionais. Então, o custo de aquisição da Good foi muito mais baixo, porque a mentalidade creator
da Manu foi incutida no negócio desde o início. E é exatamente isso que eu estudei durante toda a minha vida, como construir uma marca que se torna extremamente relevante, desejada e geradora de receita muito rápida. E a partir disso, eu desenvolvi um método proprietário aqui da Vince, que é o método Negócios Creator, onde a gente transforma empresas em verdadeiros influenciadores capazes de construir marcas altamente desejadas, símbolos culturais e capazes de gerar receita de forma acelerada e eficiente. E se você quer todo o nosso conhecimento, trabalhando para fazer do seu negócio essa grande máquina de crescimento
ético, sustentável e altamente gerador de dinheiro e orgulho, então eu tenho uma ótima notícia, a gente pode trabalhar pro seu negócio. É só você clicar no link da descrição, marcar uma call um dos nossos especialistas e a gente vai entender quais das nossas três linhas de produto melhor servirão aos objetivos do seu negócio. Te espero.