Agora sim, bom dia. Bem-vindos ao nosso novo prédio. Passo a presidência paraa breve abertura inicial. Bom dia a todos. Conseguem ouvir bem? Bom, bom dia a todos. Bom dia, professor Elivaldo, todos os membros do CAD, toda a comunidade que nos assiste eh via TV eh Unesp, toda a comunidade acadêmica da Unesp e externa Unesp. Bom dia. OK. Vamos dar sequência. Então, lembrando a vocês, principalmente aqueles que é a primeira vez que usam o espaço, quando forem fazer uso da palavra, o microfone de vocês é diferente do nosso. Vocês estão vendo que eu não preciso ficar
com as mãos nele. Vocês precisam segurar o botão durante toda a fala, tá certo? A gente já falou sobre isso, é o que tem para hoje. Então é assim que está. Aos poucos nós vamos fazer todos os ajustes necessários para melhorar e ficar mais cômodo para todos. OK? Mas hoje é isso, toda vez que forem usar tem que ficar segurando durante toda a fala, desliga só ao final. Então a verificação de presença já foi feito. Então temos o quórum necessário paraa realização da nossa reunião. Temos posse hoje. Eh, então vou fazer a leitura do termo
e assinatura. Professora Fernanda, deixa eu ver se eu tô vendo a Fernanda. Acho que não tá aí, né? Tá, ela tava ali, né? Então ela deve ter saído, mas depois eu falo. A professora Fernanda passa a ser a titular numa das duas composições, tá certo? Ela passa a ser a titular na área de ciências humanas, tá certo? E agora eu vou fazer a posse pra área de ciências exatas, OK? Então leio e ao final, Álvaro, por gentileza, vem até aqui. Termo de posse e compromisso aos 25 dias do mês de março de 2026, perante o
professor Dr. Edson Antônio Capelo Souza, pró-reitor de Planejamento estratégico e gestão da Universidade Estadual Paulista Júri de Mesquita Filho, toma posse no Conselho de Administração e Desenvolvimento CAD como representante de diretores de unidades universitárias indicado pelo Conselho Universitário CO. da área de ciências exatas, com mandato coincidente com o respectivo mandato no CO, conforme deliberação 3 de 2026 CO, o seguinte professor doutor titular Álvaro de Souza Dutra, FEG, suplente José Remo Ferreira Brega FC. Na oportunidade, o empossado assume o compromisso de bem e fielmente desempenhar as funções e atribuições que lhe competem. Para constar, foi elaborado
o presente termo, que é assinado por mim, Erivaldo Antônio da Silva, secretário geral da universidade, pelo senhor presidente deste conselho e pelo Hora Impossado. São Paulo, 25 de março de 2026. A Fernanda tá aí, voltou. Bom dia, Fernanda. Então, só já já avisei que você então passa a assumir a titularidade hoje. Seja bem-vinda a este conselho. Estamos sempre à disposição para qualquer questão. OK. Passo então agora ao expediente onde coloco em discussão, vocês vem vem aí pela pauta, três atas, duas de reunião ordinárias ocorridas em 3 de dezembro de 2025 e 19 de novembro de
2025 e uma extraordinária realizada em 25 de fevereiro de 2026. Consulto os membros desse colegiado se alguma questão em relação a qualquer uma dessas três atas. E não havendo as três atas, então, ficam aprovadas por unanimidade por este colegiado. Consulto a dos presentes aqui se alguém esqueceu de se inscrever para fazer para usar a palavra nas comunicações dos membros antes que eu proceda a peça área técnica e proceda o sorteio das falas. OK? Então, nenhum, eh, todos estão lá, então o sorteio vai ser feito com os nomes que já foram indicados na entrada. OK? Então,
passo então, professor Edson, as comunicações da presidência, por gentileza. Bom dia a todos novamente. Consegue me ouvir? fica mais distante do microfone. Tem que ser mais perto. OK. Bom dia a todos novamente todos os membros do CAD, toda a comunidade acadêmica que nos eh assiste. É, você dar boas-vindas aqui ao professora Fernanda que assume agora o CAD, do professor Marcelo, a professora Álvaro de Guará, professora Fernanda de Franca, que professor Álvaro de Guará que vem já há um tempo lá, tem experiência aí, pode nos ajudar bastante aqui nas discussões do CAD, eh registrar com grande
pesar hoje ou esta noite houve um falecimento de uma aluna nossa do campus de Assis, eh, Gabriele da Silva Rodrigues, curso de psicologia, qual a professora Renata tá dando toda a atenção possível aí para a família e desejar que que a família passe da melhor forma por esse momento difícil. OK? gostaria de fazer alguns registros na minha fala, iniciando pelos agradecimentos aqui com nosso primeiro CAD, né, nosso primeira a tarefa aqui no novo prédio da reitoria, né, depois de de 20 anos, nós tivemos aí a mudança para a nova sede, né, a UNESP, completando 50
anos de forma merecida, Né, o prédio eh à altura do que a Unespe tem sempre se proposto a fazer, né? Muita qualidade acadêmica, muito reconhecimento acadêmico, científico, né? A gente importante esse registro porque isso tem um uma história longa, se vocês lembrarem, eh, nós aprovamos a aquisição desse prédio e em 5 de outubro. O CAD aprovou a aquisição desse prédio em 5 de outubro de 2022, qual foi ratificado pelo Conselho Universitário em 20 de outubro de 2022, né, que foram etapas fundamentais pra gente ter sustentação institucional e segurança administrativa, principalmente com a aquisição do prédio.
Isso é importante, não é uma uma ação que nós fazemos com frequência. Desejo que todas as unidades também tenham essa oportunidade. Vamos fazer todo o trabalho para que as unidades tenham essa oportunidade de ter instalações eh tão boas quanto nós temos aqui, né? Os principais critérios que foram estabelecidos à época foi acesso ao transporte. eh estrategicamente está próximo da sede antiga, que nós estamos trabalhando com a sede antiga. Sédede antiga, possivelmente deve ficar como uma uma ação para eh as unidades, né, que vem fazer atividades em São Paulo. Então vai ser um suporte maior para
as unidades, As unidades que querem fazer atividades em São Paulo, né? a gente entende que pode usar o prédio para poder fazer essas atividades, cursos, treinamentos, reuniões, docentes, servidores que vêm para São Paulo. Eh, a logística aqui não é tão simples, então o prédio pode servir para isso. Eh, a ideia foi unir também planejamento, eficiência com o recurso público. É importante registrar que conseguimos conduzir todo o processo com rigor, responsabilidade e eficiência, concluindo as despesas nos valores inferiores aos aprovados dos órgãos colegiados. Foram duas coisas importantíssimas aqui que nós tivemos. Esse esse essa aquisição e
e também eh reforma face aos valores, elas foram auditadas mensalmente pelo Tribunal de Contas, né? Eles têm algumas regras, né? dependendo dos valores, el acabam sendo auditados. Então isso foi feito mensalmente. Então é importante, acho que talvez seja uma das poucas, não sei se é a única, eh licitação que em obras, particularmente que ficou abaixo do valor licitado, né? não teve absolutamente aditivo nenhum no aspecto de valores. Foram a a aquisição foi 75 milhões na compra do do prédio e a licitação do retrofite ficou na ordem de 93 milhões, Exatamente como está aqui com com
o prédio completo, com todas as as necessidades que nós tínhamos previsto no projeto, né? é uma licitação eh que a execução finalizou abaixo do valor do contrato, eh pois a obra possui uma modalidade de reforma é bastante imprevisível. Até essa questão é importante a gente registrar. Por ser uma reforma, ficar abaixo também é algo que foi bastante complexo para nós, né? A execução, para mim, particularmente, foi um grande desafio, talvez o maior da da da minha atividade aí como gestor há alguns anos na universidade. Muita responsabilidade, porque a dificuldade é muito grande você fazer gestão
ã num tempo hábil, né? Tava previsto para um ano, acabamos ficando um pouco mais em torno de 2 anos. Eh, eh, o retrofit de um prédio como com este envolve grande complexidade técnica, desafios legais, imprevistos de obra, conflitos profissionais. Então, nós tivemos aqui mais de 300 profissionais trabalhando aqui em alguns momentos, decisões difíceis, coragem, sobretudo muita resiliência, né, para poder envolver um projeto dessa envergadura, né, foram longas jornadas de trabalho aí de todos os envolvidos. Então, eu gostaria também de eh agradecer as pessoas que estiveram envolvidas aqui com esse processo, né? Primeiramente o professor Pascoal,
que foi o idealizador da da dessa desse desse processo, a professora Maissa e ao professor César, pela confiança que nos Deram para desenvolver todo esse trabalho. aos pró-reitores, assessores, coordenadores, que compreenderam aí todos os servidores técnicos que estão envolvidos aqui na reitoria, servidores técnicos da reitoria, que tiveram um trabalho imenso eh para a mudança, entender a mudança, né? Não é fácil fazer uma mudança dessa natureza, precisa também eh contar com a com a com a paciência dessas pessoas. Eh, é importante ter registros nominais. agradecer a Coordenadoria de Engenharia na pessoa do Alex e toda a
sua equipe que trabalhou nesse nesse processo, a diretoria técnica de serviço, né, o Marcelo Teixeira, incansável, né, com a Renata Ribeiro, que ficou à frente desse processo durante todo esse tempo, né, que não foi simples. a Ana Paula, que esteve envolvida também o tempo todo com esse processo, aos meus assessores, ao professor Neri, a Renata Frajácomo, ao Henrique, ao Guilherme, estiveram também com a gente durante todo esse esse processo e dizer que realmente nós estamos muito gratos, muito felizes. Existem muitos ajustes ainda a serem feitos. Peço realmente que as pessoas tenham paciência, porque é uma
mudança e não é simples. Não peço um tempo para que as coisas aconteçam naturalmente. Tem toda uma equipe que continua trabalhando conosco, que continua ajudando. Existe canais eh direto nas diretorias administrativas, Eh na própria Propeg, para que sejam acionados as pessoas para as demandas, né? Qualquer demanda que muitas vezes é feita fora da universidade não contribui absolutamente em nada para paraa gente poder colocar as coisas em funcionamento, né? Tem uns caminhos corretos. As pessoas, lembre sempre que tem muitos, muitos servidores aqui trabalhando fora do horário, dentro do horário, empenhadas em colocar o prédio para funcionar
da melhor forma possível. O prédio realmente tá à disposição de todos vocês. É um momento bastante histórico e que espero que toda a comunidade da Unesproite este momento, eh, venham conhecer e venham utilizar esse prédio. Esse prédio não é só da reitoria, ele é um prédio para toda a comunidade da Unesp. Então eu agradeço mais uma vez e parabenizo a todos pelo pelo trabalho. Eh, com relação à minha fala, no dia 18 nós tivemos uma uma reunião com a Secretaria de Gestão do Governo Digital do Estado de São Paulo, uma cerimônia de convênio com a
secretaria. Nós estamos trabalhando, o governo de estado, através da Secretaria de Governo Digital, tá trabalhando para melhorar os processos digitais dentro da universidade. E nós estamos tendo um um trabalho conjunto aí do professor Neri, o controlador geral Paulo César de Oliveira, a CTINF e GD, escritório de gestão de dados que estão trabalhando nesse processo junto com a Secretaria de Gestão de Dados. Eu nós na reunião ficou muito claro, foi com inclusive com as Outras universidades, com a USP e com a Unicamp. Ficou muito claro que nós temos condições de melhorar os nossos processos, qualificar os
nossos, a a aplicação dos nossos recursos públicos. Nós temos eh recursos para fazer algumas ações, só precisamos melhorar algumas coisas, questões um pouco mais administrativas de procedimento. Então, essa questão de gestão digital, nós temos feito muito isso aqui na Propeg, vocês sabem disso, nós eh tem ajudado muito as unidades e isso é importante pra gente eh qualificar a aplicação dos recursos. Eh, nós fizemos alguns algumas mudanças normais, no meu ponto de vista, que é para melhorar os processos. Nós, a, o Diego Augusto Barreiro, Diego está ali, levanta a mão, Diego, por favor. O Diego assume
a função no lugar da da da Marilda. Agradeço imensamente a Marilda, inclusive ela tá trabalhando na Secretaria de Gestão Digital, ela foi convidada para trabalhar lá, tem nos ajudado lá. Agradeço imensamente pelo trabalho que a Marilda fez por muitos anos aqui na reitoria e agora o Diego assume a KDM eh para nos ajudar também nesse processo. Nós também fizemos a substituição da CES da Coordenadoria de Engenharia e Sustentabilidade, a qual assume a a engenheira, arquiteta Raquel Regina Martini Paula Barros. Ah, eu entendo que boa parte da da do trabalho é feito dentro da CES na
área de engenharia, eles têm que tunto conosco, como sempre estão trabalhando em conjunto conosco. Então, a ideia que é colocar essa responsabilidade de coordenar a área para eles também, né, retomar isso dentro da própria CESA. Então, acho que eles têm todas as condições. Os nossos engenheiros são muito, muito capacitados, né? né? O que nós estamos fazendo é organizar, ajudar um pouco para que eles entreguem eh ainda de uma forma ainda melhor o trabalho que eles fazem. Então, desejo boa sorte aí ao Diego e a Raquel pelo trabalho. Agradeço também ao Alex pelo trabalho que ele
desenvolveu ao longo desses anos, né, junto da da Coordenadoria de Engenharia e Sustentabilidade. Foi um momento bastante difícil, onde nós tínhamos muito recurso eh e e tínhamos dificuldade de desenvolver esses recursos tanto na área de de projetos quanto na área administrativa. Então, eh, tivemos que avançar isso rapidamente. o Alex com muita resiliência ele conseguiu fazer esse trabalho. Então eu agradeço imensamente esse trabalho. Eh, eu pedi, convidei a professora Renata Uduluxe, que é a diretora de Assis, para nos ajudar nessa interlocução com a própria CES. Então, ela estará continuando a diretoria, né? ela continua na frente
da diretoria, mas ela estará nos ajudando aqui na PROPEG com relação a essas interlocuções que envolve a ACS, né? Para vocês terem eh uma ideia, nós temos registrado aqui eh em torno de na Propeg Regional em torno de 172 atendimentos. Então, estamos funcionando muito bem. Propeg regional foi uma coisa que tem nos ajudado muito com 130 demandas já concluídas de ações Tanto na área da KDM, quanto na área da CES, quanto na área da Coordenadoria de Orçamento e Finanças, quanto na área de de de gestão de pessoas, quanto na área de saúde. Então, tem sido
um trabalho intenso aí através das regionais. Eh, a CES tem em torno de 115 15 projetos em andamento. Quer dizer, não é pouco esse trabalho, né? As pastas técnicas desse projeto têm sido concluídas, mas eu tenho colocado paraas unidades que agora eles vão ter que ter um pouco de paciência, né? Nós tiramos a dificuldade um pouco da CESA e transferimos ela pra COF agora, que é a parte de orçamento e finanças. Mas essa é a realidade. A gente tem que saber trabalhar com isso dentro da nossa eh universidade. Eh, a COF tem feito uma uma
realizou em em em janeiro agora a distribuição dos recursos de custeio das unidades, conforme aprovado no na na no orçamento, tá? OK. Temos trabalhado muito com a questão das emendas, temos tornado esse processo mais ágil, esse processo das emendas, ele é importantíssimo para nós, não só pela questão do valor financeiro, da relação que a gente tem com os órgãos públicos, com os ministérios, com os deputados, mas ele não é um processo trivial, ele passa por um convênio, ele tem que ser muito bem delimitado, porque tem recursos que são usados eh no ano, dependendo do orçamento.
Então nós temos aí em torno de de 17 emendas que estão tramitando na ordem de mais de 2 milhões que estão tramitando dentro da UNESP. Quer dizer, é um recurso importante para nós, mas precisa ter algum cuidado aí, porque tem um não é não é tão simples, não é uma relação tão simples, esse esses convênios não são tão simples e tem que ser seguido rigorosamente. Ah, as STGPS receberam através da CGP, a nós tivemos aqui desde 2025 contratações de 392 técnicos administrativos, né? Então é um trabalho imenso também nós temos trabalhado com relação ao ao
diretrizes de desenvolvimento de pessoas, foi encaminhado para as unidades algumas uma regulamentação que trata questão de de treinamentos de uma forma bem objetiva, a ideia desse dessa resolução que trata os treinamentos é as unidades fazerem as prospecções das demandas, das necessidades que as unidades têm de treinamento. E a partir disso nós vamos fazer um trabalho para propor os treinamentos dentro das unidades eh universitárias. Então, é importante que os STGPs trabalhem bem nisso para que a demanda de treinamento seja realmente a demanda que as pessoas necessitam, que vai desde servidores que entram na universidade, que estão
conhecendo a universidade, Saber como que é o funcionamento, até questões mais técnicas, tá? OK. Nós fizemos os procedimentos do descongela para STGPs. Então já está implementado o pagamento com relação a ao aos quinquênios, né, das licenças prêmios os quinquênios, a lei que descongelou. Então, a partir de agora, todos os que tinham direito durante esse período que ficou congelado ao longo da da pandemia, já está implementado e e as pessoas estão recebendo normalmente. Com relação à KDM, já estou finalizando, nós fizemos uma reunião eh sobre o projeto de gestão compartilhada aqui. Eu mais uma vez agradeço
a KM, toda a equipe, toda todo o pessoal da regional, ã, em nome do do do Palomino, que tem nos ajudado muito, agradeço a toda a turma da o a equipe da regional que tem nos ajudado, que é fazer uma gestão compartilhada com as unidades, particularmente com relação aos DTS e as manutenções de prédios. Ontem foi comentado eh na comissão de orçamento sobre a dificuldade que nós temos de manutenção. Nós temos dificuldade muit vezes de identificar qual é a necessidade de manutenção. Qual é a necessidade de manutenção? Nós temos uma infinidade, nós precisamos de identificar
quais são as prioridades. Então, nós estamos trabalhando muito e aí eu agradeço toda a equipe do das DTSs, o fórum DTS que Tem nos ajudado e a essa gestão compartilhada, colaborativa de manutenções, gerando documentos eh mais objetivos, documentos fáceis de serem eh trabalhados e que agora nós vamos fazer treinamentos vias regionais para os DTS, as áreas de serviço, junto, obviamente, com as diretorias administrativas, para que a gente implemente isso de forma mais eh rápida. Eh, tem feito um dentro da KDM ainda tem sido feito um trabalho. Ontem até foi levantado esse assunto com relação a
àos Russ, um trabalho de treinamento, foi feito todo um treinamento com todos os responsáveis pelos Rus de como fazer a gestão desses contratos. É, é importantíssimo a gente aprimorar a gestão desses contratos, porque é um contrato que tem uma certa complexidade, tem uma emergência natural, não é um contrato que a gente pode parar em alguns momentos, porque você tem uma emergência de continuidade. Então é um contrato que tem que ter todo um cuidado. Quando ele tem alguma dificuldade, ele precisa ser vencido, essa dificuldade muito rapidamente. Então, foi feito um treinamento com os Russ, com todos
os Rus que envolve a as as OSCs que estão trabalhando nas unidades. Com relação às terceirizações, também a KM eh tem feito uma uma um trabalho junto com as as unidades através das regionais. foi feita aqui uma uma licitação em conjunto na regional um. Isso é importante, né? Porque a a dificuldade de fazer uma licitação diretamente aqui na reitoria é muito mais difícil para atender toda a comunidade da Unesp. Então, fazendo regionais, você consegue particularizar, especializar as licita estações, atender as demandas. uma demanda feita numa regional que tá lá em Prudente, Ilha Solteira, é diferente
aqui em São Paulo. Aqui em São Paulo, qualquer licitação que você fizer tem demanda, tem eh empresas que podem nos atender. Quando você vai mais pro interior, isso tem um pouco mais dificuldade. A KDM tá fazendo um trabalho com relação a isso. Revisão dos editais em minutas e contratos de mão de obra. Então nós estamos, eles estão trabalhando muito com a questão desses contratos que têm sido feito de mão de obra para as unidades, eh, auxiliado nas planilhas de análise de risco para fase de habilitação de empresas para ações dentro da da das unidades, dentro
das das ações administrativas, desse contrato dentro da das unidades. A KDM tem trabalhado muito em conjunto com esses contratos de terceirização, né? é uma é um um contrato complexo também, né? Por exemplo, segurança, eh limpeza. Eh, a gente são eh funcionários que eu acho que tem que ser tratados de forma digna, de forma correta, como servidores nossos trabalham conosco, né? E e nós temos que fazer ações para que a empresa atenda da melhor forma possível esses esses funcionários, tá? OK. Já estou fechando aqui mais duas. Eu eu reitero aqui a questão ah do cis transporte,
né? Essa é uma estratégia que também nós fizemos de uso compartilhado e uso conjunto do transporte. A nossa universidade é muito grande, ela é espalhada. Então essa estratégia do uso compartilhada de transporte, ela é muito importante para nós. Ela não traz só, às vezes as pessoas têm a impressão de que traz eh redução de custos, não é só redução de custos, isso traz tranquilidade para as pessoas. Pessoas viajam de forma mais adequada, né? né? Isso traz saúde pras pessoas que viajam, que vem para São Paulo, quem vem às vezes de uma distância maior. Então isso
nos ajuda muito numa logística que nós temos dentro da universidade. Então isso também é importante a gente trabalhar eh com isso. E aproveitando nessa questão de de dos sistemas, nós temos os sistemas digitais, processos digitais. Eu reintero novamente que as unidades que ainda tenham dificuldade de trabalhar com os processos digitais que façam isso. Eh, isso é também é muito importante para nós. A dinâmica dos processos ela tem sido muito rápida, né? elas mudam muito rapidamente. A gente precisa ter agilidade com relação a isso. E para fechar a minha a minha fala, parabenizar a UNESP eh
sobre hoje, agora de manhã saiu eh um um dos ranques, né, OK Subject 2026, né, que saiu agora agora pela manhã. nós somos avaliados eh em 52 áreas, das 55 áreas nós somos bem avaliados, né, Dentro da universidade. Então é é mais uma vez nós estamos aqui em quatro áreas, nós somos entre as 100 melhores do mundo. Então esse é o resultado que a gente espera, esse é o trabalho que nós aqui na atividade meio fazemos pra nossa universidade. É isso que a gente quer, é isso que a gente espera, que a gente tem a
qualidade acadêmica, ensino, pesquisa, extensão, cultura e que a gente cresça cada vez mais nos rankings. Na verdade, é isso que a comunidade eh acaba olhando e que a comunidade que tá lá na ponta acaba sentindo da nossa universidade. Então, obrigado mais uma vez. Desculpe pelo estender nesse momento histórico. Acho que vale a pena a extensão eh momentânea. Obrigado. Obrigado, professor Edson. Passamos então às comunicações dos conselheiros. Peço que, por gentileza, projetem a ordem do sorteio. Então, inicio por gentileza com o conselheiro Alexandre Santos. Bom dia a todos. Bom dia, professor Capilo, professor Erivaldo, aos conselheiros
do CAD e a todos que nos assistem pela TV Unesp. Professor, eu tenho dois assuntos. O primeiro é sobre o processo da criação das sessões das Unidades recém-consolidadas, que foi aprovado na SEAFA. A gente sabe que a SEAFA fez até um trabalho de um cronograma. Então, eu gostaria de saber quando que ele vai ser encaminhado paraa apreciação do colegiado, para apreciação desse colegiado. Eh, falo isso porque a gente é cobrado já nas unidades, as unidades já vem perguntando como estão. E a segunda, professor, é sobre terceirização. Acho que tem a comissão aí estudando contratos, mas
acho que a gente precisa ampliar esse olhar. A universidade precisa ver o que ela quer, se ela quer terceirizar e como. Acho que esse estudo precisa ser feito, talvez não só dos contratos, mas sim o estudo do que a universidade pretende, aonde a gente quer chegar com a terceirização, é o melhor caminho. Então eu gostaria, se puder, são esses dois assuntos. Obrigado. OK. Seguimos, né, professor? Final, como sempre, né, professor Edson? Faço todas as falas como sempre. Perfeito. Por gentileza, conselheiro Rafael, bom dia, eh, professor Capelo, professor Erivaldo e todas as pessoas presentes aqui hoje
que nos assistem pelo canal da UNESP. Eh, na minha fala de hoje, eu gostaria de iniciar parabenizando a atual gestão da reitoria na pessoa da professora Maissa e também a gestão do professor Pascoal e a Propeg pela Excelente qualidade do prédio que estamos ocupando aqui. Como foi mencionado, é importante registrar que essa obra foi finalizada com um valor abaixo do previsto, o que demonstra um compromisso da administração com a gestão responsável dos recursos públicos. Penso que agora todos vamos querer esse padrão reitoria de qualidade, né, como mencionado pelo pelo professor nas unidades também, né? Passando
agora aos temas que considero centrais paraa nossa atuação no CAD nesse ano de 2023, é de extrema importância que aprofundemos o debate sobre o financiamento da universidade, especialmente no contexto de incerteza trazido pela reforma tributária e pela extinção gradual do ICMS. O impacto econômico da UNESP nos municípios paulistas é innegável. Os dados demonstram, né, de forma inequívoca, a importância da UNESP pro desenvolvimento econômico dos municípios paulistas. Porém, algumas publicações reforçam que os benefícios econômicos diretos da formação acadêmica representam apenas uma parcela do valor total gerado pela formação universitária. O impacto social abrangente inclui efeitos de
transbordamento intergeracional, ou seja, a melhoria educacional para os descendentes, configurando a universidade pública como um dos mais eficientes mecanismos de equalização de oportunidades e desenvolvimento social, cultural e econômico. esse argumento deve ser central na defesa do financiamento da universidade pública. Diante desse cenário, a reforma tributária aprovada, que prevê a extinção gradual do semestre, coloca um desafio de extrema urgência para este conselho. Precisamos nos preparar técnica e politicamente para defender a manutenção do forenciamento público da UNESP, buscando um modelo que assegure os recursos atuais e a autonomia da gestão financeira. Essa defesa não pode ser feita
isoladamente. É necessário um trabalho coletivo da gestão, dos Sindicatos, do movimento estudantil e de toda a comunidade acadêmica junto aos nossos representantes eleitos para demonstrar a importância da UNESP na produção do conhecimento, no ensino, na extensão e no impacto socioeconômico e cultural que cada unidade tem em sua cidade e região. Por fim, gostaria de sugerir que possamos eh seguir uma agenda de debate sobre essa questão em reuniões presenciais, respeitando o Bom dia à mesa, bom dia a todos os conselheiros aqui presentes, à comunidade que nos assiste e a todos que contribuíram paraa realização do conselho.
É, eu gostaria de replicar uma fala minha no último CO. De modo que, entendendo que seja importante, uma vez que buscamos cada vez mais planejar o futuro da nossa universidade, é necessário iniciar essa discussão discutindo de fato o tamanho que podemos ter, uma vez que financiados, entendendo os limites financeiros, tá? uma vez que nós reconhecemos grande a manutenção do funcionamento do programa, dos programas administrativos conquistados nos últimos anos. Eh, exemplo, os o reenquadramento, que ainda faltam a serem executados, a equiparação, a carreira de nossos servidores de forma sustentável. É importante que nos planejemos entendendo que
tamanho podemos ter. Nessa mesma linha, eu acho que interessante, considerando a estabilidade do nível de repasse do ICMS, considerando a redução de nossa reserva estratégica, chamado colchão, eu acredito que seja importante olhar pro nosso tamanho e identificar em nossa área construída espaços ociosos que, porventura possam ser virados em reserva financeira e, por sua vez, receita própria, de modo a dar estabilidade de gestão e manutenção dos programas administrativos e acadêmicos conquistados ao longo dos últimos anos que eu já citei. E por e por último, eu queria fazer coro a fala do colega Alexandre com relação às
terceirizações. Terceirização chegou na universidade de modo a suprir uma necessidade concreta de repor serviços que, embora meio, garantem o funcionamento e a permanência das pessoas na unidade, nas unidades. É importante lembrar que já existe uma comissão, ela foi ampliada com membros do CAD. Acredito que junto com a análise de contratos é importante ampliar o seu papel de modo a analisar o modelo que temos, seu financiamento, a sua efetiva viabilidade. Por isso é importante que aconteçam as reuniões para se discutir os problemas que já existem, bem como traçar possíveis cenários de redução do processo, redução do
impacto desses contratos no custeio das unidades e, se for o caso, planejar a reposição, a recomposição de quadros de servidores operacionais, de modo a minimizar o risco da retirada de empresas que não cumprem seus contratos e ações de colaboradores terceiros eh que buscam receber da universidade, seus direitos Trabalhistas, uma vez que muitas vezes seus empregadores simplesmente desaparecem, tá? Era isso. Obrigado. Obrigado. Na sequência, conselheiro Samuel. Bem, eh, bom dia a todos. Eh, eu queria fazer uma fala com relação à política de permanência, né? Eh, conhecendo algumas ações fora da aqui do Brasil, a gente percebe
que as ações de permanência estudantil e de apoio, elas não são feitas da mesma forma que a gente tá fazendo aqui no Brasil. Eh, eu vou citar o exemplo que eu conheço bem do sistema da França, tá? A França ela tem mais de 950 restaurantes universitários e mais de 170.000 vagas de moradia. E isso não vem do recurso do orçamento das universidades. Tem um órgão, tá, do estado que cuida disso. Eh, eu acredito que a gente aqui no Brasil, principalmente a gente no estado de São Paulo com a USP, UNESP, Unicamp e a comunidade, a
gente tem que começar a pensar numa uma profissionalização da nossa política de permanência, tá? eh e começar a exigir e fazer uma discussão, Um debate se já não tá na hora de o estado de São Paulo, o governo do estado ter uma fundação, tá, que cuide da política de permanência, que cuide eh do alimentação, moradia, de garantias, não é? E que fosse uma política coordenada, tá? Eh, eu gosto de pensar no exemplo de pesquisa. Se a gente dependesse da pesquisa na Unesp de ponta apenas com que a gente tem de recurso dentro da UNESP, do
que tá no PDI, a gente não ia conseguir fazer pesquisa de ponta. A gente depende de agências de fomento como FAPESP e outras agências, né? E quando se criou a FAPESP, eu quero imaginar também, não sei muito assim um pouco da história, mas muita gente achou que aquilo não ia ser não era, não era viável, tá? E foi viável. Então eu eu acredito que é viável sim se criar uma fundação do estado de São Paulo que cuide da política de permanência, tá? E isso não fique simplesmente atrelado ao nosso ao nosso a ao nosso orçamento,
porque a gente não teve nenhuma contrapartida por ter feito as políticas de ações afirmativas. A gente não teve uma nenhum real mais no orçamento vindo por isso. A gente teve que tirar de outras partes, tá? Então, as unidades têm reclamado do custeio no último reunião do CO, na aprovação eh do orçamento do ano passado, teve falas nesse sentido, não é, que o bolo tá sendo, a gente tá fatiando de uma forma, não é? E mesmo assim a gente tá fazendo uma política de permanência que ainda é insuficiente, Tá? E a gente não tem como conseguir
recursos a mais. Então eu não sei, eu faço um apelo aqui para que a gente comece a discutir isso. Será que não tá na hora da gente fazer cobrar essa ação do governo do estado de ter uma fundação, de ter uma política direcionada entre USP, Unespa, Unicamp, numa secretaria, numa fundação, seja lá a forma que vai organizar com o comitê e uma política que fosse eh mais permissiva de aumentar isso, né? Essa seria a minha fala para tentar colocar uma semente pra gente começar a fazer discussões. Obrigado, conselheiro Samuel. Pedro, bom dia. Bom dia a
todos. Meu nome é Pedro. Eu sou estudante de farmácia na unidade de Araraquara. Sou suplente da Natália, que hoje nos deixa, né, feliz ou infelizmente para fazer seu mestrado na Unicamp. Bom, eu gostaria de começar a minha fala eh destacando que na semana passada eh a gente vem fazendo algumas alguns atos eh estão sendo semanas de luta contra o a alta dos juros, que eh no ano de 2025 direcionou R 1 trilhão de deais em forma de juros paraa dívida pública. Além disso, nessa semana a gente tá ampliando os debates, seguindo o calendário da União
Nacional dos Estudantes, ampliando os debates pelo orçamento das estaduais, né? Eh, os conselheiros aqui presentes sabem mais do que qualquer um como é se desdobrar para tentar aprovar uma peça orçamentária que seja do tamanho da UNESP, eh, passando por dificuldades como repasse que não que não muda há 30 Anos e também essa reforma da tributação que tá muito insegura, né? Então, vou muito de acordo com a fala do conselheiro Rafael em ampliar o debate e também gostaria de destacar aqui que é função eh das categorias em unidade em conjunto fazer as devidas pressões nesse ano
para que essa para que essa tributação resulte num repasse que seja do tamanho da nossa universidade, né, da grandeza da nossa universidade, porque a ciência e a educação são os motores pro desenvolvimento nacional. Eh, muito obrigado. OK, conselheira Júlia. Eh, bom dia a todas e todos. Eu gostaria de iniciar minha fala saudando a mesa, professor Capelo Elivaldo, a TV Unesp, aos conselheiros e todos que nos estão assistindo hoje. Bom, eh hoje eu trago na minha fala, primeiramente, uma notícia positiva para nós, né, alunos da pós-graduação. A gente teve um avanço histórico na Câmara dos Deputados
com a aprovação da PL 6894 de 2013, que avança, né, na garantia de direitos previdenciários paraa nossa classe, né, os bolsistas provenientes aí da CAP, CNPq e também de outras agências de fomento no Brasil. Além disso, também tem uma outra notícia muito positiva pra gente da Pós, é que graças aí ao movimento de padronização dos valores Das refeições no RU, a gente começou o nosso semestre letivo com a boa notícia de que agora a gente também paga R,50 e pr pra gente comer na R1. Parece uma diferença pouca assim, mas eh em cada campus a
gente tinha uma demanda diferente, né? Se tratando aí da questão do acesso ao RU e e a gente também tinha um diferentes valores, né? Agora a gente tem um acesso facilitado à refeição, assim como os alunos de graduação. E eu vejo isso como um grande avanço, porque nós da pós-graduação estamos no que a gente fala que é uma categoria híbrida. Em muitos momentos a gente é profissional demais para ser aluno, em outros momentos a gente é aluno demais para ser uma forma de trabalho reconhecida. Então, a gente ter a garantia do apoio da universidade também
faz com que ajude muito na nossa produção científica. E eu digo isso porque a produção científica ela tem uma demanda multifatorial. Então é importante que a gente tenha acesso a equipamento de qualidade, né? E a gente tá tendo esse avanço dentro da universidade, que a gente tem a garantia de uma boa estrutura, ou seja, né, que as nossas unidades também estejam eh com os seus investimentos em dia, que a gente não tem a goteira na sala de aula, que tem acesso a equipamento nos laboratórios, enfim, mas que também a gente tem a garantia da nossa
permanência estudantil, né? Porque agora, desde que a gente entrou nos colegiados centrais, a gente conseguiu garantir também que os alunos da Pós-graduação, que não são bolsistas tivessem esse acesso. E a gente tá tendo esse avanço também em relação ao restaurante universitário, porque eu acho que fica um pouco mais difícil a gente conseguir focar totalmente na produção científica, conseguir publicar artigo, que a gente sabe que é muito importante pra universidade, pras nossas carreiras, se a gente também tem que se preocupar se a gente vai conseguir fechar as contas no final do mês. Então, e eu acho
que é importante ressaltar, já vou finalizar minha fala, da gente ter a imagem do aluno como centro da nossa atividade dentro da universidade, né? Porque tudo que a gente tem na universidade é para quê? para que a gente consiga que os alunos se formem na graduação e também nos nossos cursos de pós-graduação. E a gente tem muitos alunos que vem da Permanência estudantil na graduação com potencial científico enorme e a gente não quer perder esses alunos e a gente quer que eles possam avançar na ciência, contribuindo paraa nossa sociedade de forma geral. E eu sei
que a gente tá passando por um momento delicado, né, quando a gente trata de orçamento da universidade, mas a gente tá consolidando uma política de permanência estudantil ampla e efetiva. E eu acho que a gente tem que tomar cuidado pra gente não perder essas conquistas que a gente vem avançando até agora. É isso. Obrigado, conselheiro Marco Aurélio. Eh, bom dia, professor Edson. Professor Eivaldo, bom dia a todas e todos. Eh, eu trago dois assuntos aqui na minha fala. Primeiramente, um assunto que eu já tinha abordado aqui anteriormente, eh, com relação à ação civil pública questionando
a mobilidade funcional, eh, que foi instaurada em, no final de 2024 contra 19 servidores, né? E tivemos um avanço com relação à liminar, que pedia nosso retorno às funções em 10 dias, né, que foi obtivos êxito, né, eh, para conseguir através da assessoria jurídica da UNESP, conjunto com nossas defesas, eh, suspender essa liminar. E agora estamos na eminência de do julgamento, né? Eh, falta apenas um servidor para ser citado. Isso que tá que tá impedindo o julgamento por enquanto. Portanto, nós fizemos uma reunião, os envolvidos no dia 3 de março em Bauru, né, contando com
apoio aqui também, eh, registrar aqui também o apoio que a gente vem obtendo das nossas direções e vice-direções, né, foi foram foram elas que e nos apoiaram nessa reunião. Estão aqui, inclusive na presença da professora Fernanda, diretora de Franca. Agradeço as direções, a sensibilidade que tem nos dado e com relação a esse assunto. Então nós pedimos que o Cintunespasse frente e pedisse uma Reunião com com o gabinete, com a com a com a inclusive com a com a presença da professora Maissa. Eh, agradecer também que fomos atendidos rapidamente com essa reunião, embora a professora Maía
não não vai poder estar presente, mas estaremos a chefe de gabinete, professor Edson deve estar presente também. Eh, e nós já temos 15 pessoas eh envolvidas, já confirmadas para fazer essa reunião no dia 8 do qu. Então, vai ser bastante importante eh que a gente consiga encontrar caminhos para resolver essa situação definitivamente, eh, para evitar riscos aos envolvidos e também nós também nós nos preocupamos com todos os outros servidores que também prestaram o Instituto da Mobilidade Funcional eh no âmbito da Unespa, que é um grupo maior ainda, né? Então, queremos eh uma que isso seja
resolvido definitivamente. O segundo assunto eh é também um assunto já antigo também que a gente vem cobrando e falando eh que tem relação com a comissão de reenquadramento, né? Ah, mas precisamente sobre os reenquadrados pela resolução 157, né? A comissão de reenquadramento havia indicado que deveria ser feito o resgate total da carreira desses servidores. A Propec, CGP havia um entendimento de que apenas um uma parte dessa evolução funcional deveria ser resgatada, porque uma um a grande parte anterior já havia sido resgatada em períodos anteriores. E só que nós observamos que que ainda há a a
disparidade nisso, né? Nós trouxemos um caso concreto eh no dia 5/02, aproveitando uma reunião que a gente estava aqui na pela CEPAP e eu, Alberto e Gabriel do da diretoria do Cinto NESP conseguimos uma ser atendido pelo professor Edson e pela CGP. E nós trouxemos um caso concreto de de dois servidores que entraram na ONESP no mesmo dia, obtiveram a mesma evolução funcional, porém por questão de de meses de que um servidor eh requere o ADP e o outro depois, há uma diferença de 10 de duas referências de 10% hoje no padrão de vencimento. Se
eles têm a mesma data de ingresso ou se é a mesma função, se tiveram a mesma evolução, elas deveriam estar agora na mesma no mesmo padrão. Isso demonstra porque o resgate anterior foi engolido novamente. Então, eh, e nós estamos aguardando, o professor ficou de dar uma reanalisada com esse caso concreto. Então, nós vemos vínhamos, eh, aguardando essa nova reanálise para que a gente possa dar uma resposta para esses servidores. Obrigado. OK. Na sequência, por favor, conselheiro Dijalma, bom dia a todos. Eu gostaria também de parabenizar a gestão cessante e a atual gestão pela finalização desse
prédio que realmente ficou maravilhoso, ficou bonito e hoje podemos dizer que a UNESP tem uma sede a Sua altura, né? a nossa altura, o do jeito que somos tão importante aí fora, hoje temos uma sede também maravilhosa. Senhor, eu queria tocar mais uma vez no assunto UNESP Saúde, que fazemos parte de uma comissão, eu acho que tem mais duas pessoas aqui, que chamada a comissão de acompanhamento. Então o plano tem uma história que vem de praticamente de 2003 para 2002, 2003 para cá. sempre com uma parceria muito grande entre tinha, né, com os com as
entidades, o qual atendia o plano de portas abertas, atendendo e todo mundo aqui sabe que isso é verdade, porque iam nas entidades buscar suas carteirinhas, buscar todas aquelas informações que era necessária, com uma estrutura que tinha aqui na reitoria, né, uma ótima estrutura que tínhamos aqui e com o tempo isso foi se acabando. as últimas gestão foi foi ruindo, ruindo e hoje não temos mais nada. Basicamente temos um funcionário respondendo, acho que um, dois dias por semana aí, mas na reitoria não temos mais assim diretamente alguém que possa possa nos falar alguma coisa. Ou é
0800 ou é coisa parecida. Então são duas décadas que trabalhamos junto, né, as entidades e hoje não há interesse mais por parte do gabinete que isso vem acontecer. Sabemos algumas coisas que não sobre verba que não pode ser retirada, mas na verdade Tínhamos outro caminho para para conversar e tentar chegar num acordo, mas tentamos por várias vezes falar com a nossa reitora, falar com o gabinete, mas não tivemos sucesso. E o plano ele vem agora de uma forma que eu vejo assim, é uma comissão de acompanhamento, não, nós não acompanhamos nada. Quando tem a reunião,
a planilha chega pronta. É isso, isso, isso. Quer dizer, não acompanhamos nada até ali. Montou-se planilhas, montou-se números, mas não acompanhamos nada. Então, a finalidade de acompanhar não vem existindo. Então, eu me eu me sinto, né, são três pessoas aqui que eu não sou útil para essa para essa comissão, porque eu não faço nada, não se ver os números prontos. Será que a comissão não poderia ajudar a fazer mais alguma coisa? Porque o plano não tá aí. Eu vejo assim, parece que o plano também foi terceirizado na mania de terceirização. Nosso plano também foi terceirizado,
porque não sabemos mais nada dele, só sabemos quando vem os aumentos, né? A gente vem cobrando divulgação agora, parece que vamos fazer alguma coisa para divulgar os números, para fazer aparecer o que a gente vem fazendo. Mas é triste, professor, é triste saber que lá atrás a gente tinha uma participação tão importante, né? agora tão tentando fazer contato com com as STS ou ou alguma outra sessão dentro das unidades que possa vir fazer esse papel, mas é muito difícil ver uma coisa que tínhamos lá atrás que funcionava muito bem, hoje se Acabou. Então eu vejo
o plano nosso como terceirizado. É isso, professor. Muito obrigado. OK, conselheiro Milton. É, bom dia a todos e todas, a todos que estão nos assistindo. A primeira eu queria solicitar a partir da fala do professor Capelo, é que no momento oportuno a mesa pudesse e a gente ter um minuto de silêncio pelo falecimento da aluna. Eu penso que é uma informação que vem e isso vem preocupando a comunidade pela pela perda, né? Se a gente pegar os últimos anos aí, eu penso que a gente precisava fazer uma, pelo menos uma homenagem. Não sabemos o que
aconteceu, mas eu acho que vale a pena. Eh, queria usar dois momentos, tá bom, professor? Eh, um pouco como vice e que eu não eu não pedia antes, né, a fala. Eu queria sugerir ao professor Capelo que alguns itens a gente pudesse pautar nas próximas reuniões, né? Eu penso que o financiamento já tá encaminhado, a gente já tinha feito isso e e tá em andamento nome e, né, pessoas que possam ser convidadas. Eh, mas eu penso que as comissões, né, por exemplo, a comissão de contratação docente, né, comissão de saúde do plano de saúde, por
exemplo, eh comissão de custeio. Eu acho que a gente pode escalar isso durante o primeiro semestre, porque a segunda parte da minha fala como presidente da comissão de orçamento, eu penso que a comunidade precisa ficar esclarecida, Que eh esse é um ano complexo em termos de de acompanhamento da arrecadação e que provavelmente a construção do orçamento 2027 a gente vai ter problemas, né? problemas em relação se a arrecadação não atingiu os objetivos desse ano, a diminuição das nossas reservas e a gente vai ter restos a pagar já comprometidos pro ano que vem e a gente
vai ter dificuldade eh em 2027. U uma delas também, eu penso que eh se se a questão das fundações, né, eh desculpa, as fundações que que normalmente também impactam o nosso orçamento, né, eh talvez uma apresentação do projeto que o professor Capelo e a Propeg lançou sobre a a questão dos precatórios, como é que como é que evoluiu, se não evoluiu, porque ele também tem um impacto importante. Eh, bom, acho que tem outras comissões, eu não tô lembrando de todas aqui que tá colocado, mas a gente precisava ter ah o STS, né, o pessoal da
saúde, né, eh, a SANS e a permanência estudantil, porque foi tocado dois assuntos aqui e ela vem crescendo no nosso orçamento pela demanda que a gente tem, né? E eu penso que talvez uma apresentação da da de quem tá acompanhando o processo para falar de bolsa, para falar de recursos, Né? Eh, porque vai ter que ser finito também. a gente não pode imaginar algo eh com uma crescente, uma progressão geométrica, porque senão a gente vai ter problemas também do desse financiamento. Então, queria sugerir, né, convidar esse essas pessoas para ter eh um momento de participação
aqui no CAD importante. Um outro um outro aspecto que foi apresentado no CO, mas foi e o CO a gente sabe que é é mais rápido, né, o tempo, o estudo que foi feito em Araraquara sobre o impacto da UNESP nos diferentes nas diferentes cidades, né, foi lançado um um livro, eu acho que dá para trazer para cá, porque eu acho que eh esses números podem nos sustentar num debate sobre eh o orçamento do Estado, né, que a gente vai tá vai tá sofrendo um pouco com isso. Eh, a a outra eh questão, acho que
o professor Capelo fez um resumo e algumas pessoas já elogiaram esse prédio, eu acho que é totalmente eh importante essa essa nova aquisição da Unesp, mas eu penso que a comunidade ainda que não vem à reitoria não conhece. Eu não sei ainda qual é o andar do professor Eivaldo. Se eu tiver, eu tenho que procurar lá, né? Mas a gente vai fazer uma visita à tarde lá. Eh, mas eu acho que a eu podia ter a TV Unesp e e a CI pudesse fazer uma Reportagem sobre esse novo prédio paraa comunidade que não vem à
reitoria conhecer onde tá a questão do dos valores que foi colocado, porque senão tem muito burburinho que ficou muito caro e foi isso que acabou com as reservas da universidade. Eh, eu acho que a comunidade precisava ser esclarecida e talvez com reportagem na TV e um boletim específico da importância desse dessa visibilidade pr pra universidade, né? Eh, e eu penso que que é que é importante, né? Eh, eu queria queria agora, como membro eh conselheiro do do CAD, eu fiz um eu eu queria falar com o professor Edivaldo essa eh é dos convênios, né? O
sistema dos convênios. Eh, eu fiz, eu, eu não fiz, eu não elenquei porque eu achei que eu pudesse recuperar depois, mas acho que dos últimos sete que foi na última semana, eh, a maioria deles não tinha 50% da comissão votado. E isso me preocupou. Eu eu fiz a leitura mais detalhada dos convênios. Eu acho que não teve nenhum problema, nenhum problema que pudesse ter destaque para trazer pro conselho, mas se tem a comissão e não tem pelo menos 50% mais um, vamos dizer assim, eh eu penso que Não deveria ser pautado no colegiado. ou se
vier pautar tem que ser um um pautar dizendo assim: "Olhem a documentação porque senão a gente tá acreditando, né, no parecer que não foi votado e significativamente na na comissão e a gente vai pode incorrer em risco aqui, né, eh eh em relação à aprovação dos convênios, tá certo? Então é uma sugestão, né? Eh eu vi que tava lá destacado, que não tinha, eu não sei quantos membros é da comissão, né? E aí talvez fique um grupo restrito e e aí talvez a gente tem que ter mais cuidado para aprovar nos nos colegiados quando isso
acontecer. Eh, queria também eh apresentar, né, foi informado que o 50 mais ontem no CEP foi deliberado, né? O, eu acho que precisava ser divulgado, professor, pra gente ter um impacto financeiro dos 50 mais, né? eh dos projetos que que tiveram a aprovação até para ah em algum momento vai ter que ser vai ter que ser liberado o recurso, né? Então eh enquanto comissão a gente gostaria que tivesse mais ou menos o levantamento, né? Eh tá previsto 50 milhões, mas 150 milhões em em 3 anos, né? Mas é seria importante fazer essa divulgação, pelo menos
os valores gerais, eh eh do processo. Eh, O outro item tá na pauta, eu vou fazer o destaque na pauta e eu não vou falar e eu queria eh falar da gratificação aprovada na USP. Não sei se todo mundo tá sabendo, R$ 4.500 por docente por 24 meses, com uma gratificação eh gratificação por atividades complementares e estratégicas. Talvez eles tirem os titulares da jogada. 82% de docente vai ter uma vai receber, né, 4.500 a mais por mês por nos próximos 24 meses, né, um impacto de cerca de 238 milhões, tá dentro da reserva deles. Eh,
só que isso choca as coirmãs, né? Eh, já perguntaram, não vou nem precisar falar o que que perguntaram, né, pra comissão de orçamento, né, eh, quando vem, né, algo parecido pensando na universidade, né? Eh, então, eh, eh, se a gente tá num sistema unificado, né, seria importante a gente tá conversando, né, nos bônus e nos ô, né, porque provavelmente vai ter uma pressão, né, No nos próximos meses aí, né, é um momento antes de campanha salarial e isso, né, eh mexe também com um pouco com a com os docentes. Mas é isso. e e e
teria dois outros itens, mas no momento da pauta eu faço o destaque, tá bom? OK. Muito obrigado. Só um complemento da sua fala aí como esclarecimento, duas questões que é a seguinte, eh, em relação à ACI, já tá sendo feito essa, esse compêndio das reuniões a partir do CO do dia 12, ontem do CAD, hoje do, ô, desculpe, ontem do CEP e hoje do CAD para que haja essa divulgação do espaço, principalmente desse nosso espaço de convivência. E claro que vai deve, imaginem termos de ACI que vá ter também as comentários ou alguma matéria acerca
do prédio como um todo. Tá bem? O professor que tá à frente, o Francisco não tá aqui agora, mas ele já falou comigo no começo, não sei se vocês v ele subiu aqui para dizer exatamente isso. Ele tinha um compromisso às 10, precisou sair, mas ele tava desde o começo e nas outras também, exatamente para preparar essa matéria que vai ocorrer. Tá bem? Esse é um ponto. Em relação à comissão, eu vou dar uma olhada melhor. Eu sei que eles vão ter uma reunião presencial que eu soube ontem, acho que nos próximos 15 dias eu
vou pedir para falar com o Antônio da S que preside a comissão para entender melhor e ver se dá para fazer alguma melhoria no fluxo. OK. Então, dando sequência, por gentileza. Conselheiro Álvaro. É só lembrar de um minuto de silêncio, talvez antes da pauta começar. Para seguir o correto, vamos isso ao final da das falas de vocês e depois que o professor Capelo tiver feito o fechamento disso, antes de entrar na na ordem do dia a gente faz. OK. Oli. Então, bom dia a todas as pessoas presentes. Eh, eu queria dizer que tô feliz hoje.
Eu sou é o colegiado que eu mais gosto. Passei aqui umas quatro, mais de quatro vezes, talvez. E realmente é é um que eu gosto, que eu acho que é onde se faz uma discussão eh importante pra universidade, né? E e aproveitando, quer dizer, vindo agora numa situação diferente, sempre vim como representante docente, né? Eh, mas aí e e e também não quero chegar dizendo, ô, a melhor coisa tem que ser feita é essa e tal. Eu tô chegando e acho que a gente tem que aprender, ver como é que tá a situação do colegiado,
enfim, aprender com com quem tá aqui. Mas eu queria levantar uma questão e e a propósito que o pessoal eh puxou da questão da terceirização, agora com uma visão já na direção de uma unidade, eh eu entendo que existem determinados setores que são muito complicados a terceirização. Eu tô com uma situação concreta de troca de vigilância. A gente não, se a gente não tivesse pelo menos um mínimo que de de vigilantes que a gente já tem na no co que ainda tem porque a gente não tem contratado na nos últimos anos, eh a firma abandonou,
a gente estaria sem vigilância no campus. Então acho que assim, da mesma maneira, ano passado eu tive uma crise semelhante com a questão da limpeza. Então, assim, eu acho que eh não defendendo necessariamente o, né, que a terceirização não deva ocorrer na universidade, até porque eh nem seria o pior o momento econômico melhor para fazer isso acontecer, mas acho que a gente tem que discutir. Mas assim, algumas áreas, no meu entender, devem ter um mínimo de de servidores contratados da universidade, que são aqueles que vão dar sustentação em situações como essa. Então, uma coisa que
eu gostaria, sei lá, de sugerir que no eh nessa comissão que se discuta esse esse tipo de coisa. E por último, na eh eu só fazer uma pergunta pra mesa, é que na a receita própria das unidades ainda não votou esse ano, então eu gostaria de saber em que momento isso vai acontecer. Obrigado. OK, conselheiro Rodrigo. Bom dia. Cumprimento a todos os presentes e aos que nos assistem pela internet. Minha fala hoje é Complementando a fala do Dijalma. Como membro da comissão de acompanhamento do Unespúde. Houve um documento encaminhado pela Propeg solicitando a indicação de
um servidor, preferencialmente das STSs, para dar o apoio local ao plano de saúde. Esse prazo para indicação terminou sexta passada. Não tivemos ainda informação sobre as indicações, mas nós servidores sentimos que haverá problemas nessas indicações, pois esses servidores que já estão trabalhando acima da sua capacidade normal de trabalho devido à falta de contratações. Ontem tivemos uma reunião online que, ao meu ver, foi pouco produtiva. Esperamos que na próxima reunião mensal presencial, como já estava ocorrendo, para que possamos acompanhar realmente a situação do plano para que na próxima eh negociação podemos ter um reajuste justo e
para que possamos não só, como o nosso colega falou, eh de simplesmente olhar dados e sim participar do plano de saúde. Muito obrigado. OK. Conselheira Tânia, bom dia, professor Eriivaldo, professor Capelo, todos os conselheiros e o pessoal que nos acompanham. Eu tenho eh duas considerações, né, que se relacionam. Eh, a primeira é o seguinte, eh, desde a reforma do aparelho do estado, né, e de suas instituições a partir da década de 1990, que induziu as parcerias público e privadas, especialistas aí no campo da política educacional vem alertando sobre o agravamento dos problemas educacionais e a
precarização dos serviços públicos, né, face à lógica privada que adentra no setor público. E diferente do discurso, essas parcerias eh não parecem, ou melhor, não geram, né, mais eficiência. E na instituição, eh, já teve um estudo que foi feito, eh, que mostra que elas têm se ampliado para os diversos setores e não necessariamente elas geram e mais benefícios, né, em termos financeiros. assim, eh, eu queria, eh, dizer, eu, por exemplo, estou caminhando aí, né, para encerrar o meu primeiro mandato e desde o início aqui neste conselho, nós temos sido informados Eh e também, né, acompanhando
aí a fala dos conselheiros de inúmeros problemas que as terceirizações têm causado, né, nós não vamos aqui detalhar, entrar em detalhe Eh, mas eh em várias reuniões, os conselheiros solicitam esforços para debater e diagnosticar a situação das terceirizações na instituição. Inclusive, né, foi formada uma composição eh para esse fim, mas até o momento nós não vimos aí nenhuma movimentação, empenho em colocar de fato o tema em discussão. Eu gostaria que nas próximas pautas, nas próximas reuniões, né, que essa comissão fosse chamada, né, e que pudesse apresentar os resultados, né, do trabalho que foi feito até
o momento, do diagnóstico que foi feito sobre as terceirizações na nossa instituição e que pudéssemos eh abrir o debate e discutir o tema aí eh com toda a seriedade, né, que que se exige. E a outra questão diz respeito aos contratos, né, realizados com a FUNDUNESP. Eh, quando um professor, por exemplo, vai concorrer a um edital, né, para financiamento, seja de um livro, um evento que está se organizando, é Necessário apresentar previsão de gastos com a discriminação de cada item referente ao uso do recurso público. Mas eh nos contratos com a Fundunesp a gente tem
observado certas fragilidades, né? Eh, quando é colocado em votação paraa gente, eh, não aparece a discriminação de cada eh de determinados itens, né, ou melhor, dos itens, mas simplesmente o valor total do contrato, né, e as informações eh gerais, né, bem generalizadas sobre os gastos. Assim, eu também gostaria de solicitar que nos contratos da Fundunesp, quando for colocado para votação para esse conselho, que a discriminação dos itens fossem também apresentados. É isso. Obrigada. OK. Obrigado, professor Edson. Encerradas as comunicações dos conselheiros, passam então as suas considerações, por gentileza. Obrigado. Obrigado a todos conselheiros pelas contribuições.
Vou fazer como no na nossa sequência normal aí de tentar responder o que não consegui. Vocês me acionem novamente. Alexandre, com relação às à criação das sessões, ah, a SEAFA tá fazendo um trabalho, eu já parabenizo o Rodrigo e toda a equipe da CEA, Eh, imenso aí com relação a essa questão de estruturas, mas não tem só essa demanda, né? Essa é uma demanda que tá com prioridade um. Tem chegado demandas ainda, né, a todo momento. Então nós estamos, essas demandas vão ser encaminhadas, nós estamos só dando, dando, fazendo uma análise final, porque agora envolve
a questão de custo, embora os custos não são altos, mas o que nós conversamos muito ontem na comissão de orçamento é que eh de pouco em pouco, pequenos custos, isso se amplifica. Então, eh, nós estamos um pouquinho nesse momento, tem algo, vendo a possibilidade de fazer alguns ajustes aí, no caso, não são a demanda dessas unidades particularmente, mas daquelas que estão lá de criação de estrutura, tá? Eu vou, até conversei ontem na comissão de orçamento para que a comissão também aprecie essa demanda. Eh, eu posso falar de uma forma geral, questão da terceirização. A Tânia
também colocou isso. Eu acho que a na fala da Tânia, essa questão do das parcerias, realmente precisa ter cuidado quando se faz essas parcerias, porque ela tem que melhorar o processo, não piorar o processo. Concordo. de alguma forma, às vezes se amplifica demais essas parcerias ou ou a terceirização, ela tem que ter um certo limite. A gente não não conseguiu avançar com algumas discussões. Acho que foi feita o ano Passado uma apresentação de alguns dados para essa comissão. Ah, mas vamos retomar isso. Eu vou pedir para marcar uma reunião com a comissão. Eu mesmo vou
vou fazer isso. a KDM pode fazer uma primeira apresentação de tudo que foi feito durante esse período. A gente começa esse trabalho, né? Queria que vocês considerassem esse momento que nós passamos aí de uma transição bem grande. Por isso que no final do ano a gente não conseguiu marcar. A comissão foi ampliada, que eu acho que é bom, né? Tem mais membros, se vocês lembrarem, a gente fez isso. Então eu vou, nós vamos marcar uma reunião com a comissão, fazer um, uma apresentação e começar um trabalho um pouco mais aprofundado para melhorar o processo de
terceirização, eh, qualificar mais a ação dessas empresas, a, eh, auxiliar nos no no no nos contratos. Eh, e o que o professor Álvaro colocou, eh, eu também entendo que a gente tem que ter algumas pessoas dentro da unidade que pelo menos ajudem a fazer a gestão desses processos emergencialmente. Não, não é impossível, por exemplo, quando a gente pensa num contrato de manutenção, impossível ter pessoas para fazer o tempo todo isso, né? A universidade cresceu muito, né? Então, tem que trabalhar no meio termo com essas coisas. Então, pode ter um limite algumas pessoas para ajudar o
processo e outras fazem um trabalho um pouco mais ágil, mas precisa ter agilidade e Qualidade. Acho que isso tá dentro desse contexto. Não vamos retomar esse trabalho eh com a comissão e depois a gente traz para pro CAD uma apresentação junto com a KDM. OK. Ah, Rafael, obrigado aí pela questão do do do prédio. Ah, o prédio é de todos nós, tá? Esse trabalho é para todos. essa questão da reforma tributária. Ontem nós conversamos também na comissão de orçamento de ter uma agenda permanente de debates. Eu acho importantíssimo essa questão das cidades das quais nós
estamos eh trabalhando. E eu acho que eu não sei quem que comentou, acho que foi o Milton, comentou sobre a apresentação daquele livro que foi feito. Eu aí eu já aproveito a sugestão sua, Milton. Eu eu tava pensando, a apresentação foi feita no SEO, ela foi bastante concisa. Talvez já no próximo CAD pedir para que o professor Cláudio faça uma apresentação mais ampla sobre isso. Nós estamos porque nós estamos discutindo e trazer pessoas para qualificar essa discussão da reforma tributária. Ontem falamos muito disso, de muitos nomes, inclusive eu abro aqui se tiver sugestões. Acho que
é um trabalho técnico e político que nós temos que fazer, né, junto à comunidade, a ALESP e ao governo do estado sobre essa questão. Isso envolve as outras três universidades. a gente tem que ter esse cuidado de não avançar muito sem ter as outras, as três universidades andando junto, essa discussão da reforma tributária. Então, Talvez pode começar, né? nós estamos decidindo alguns nomes, já podia trazer para falar dessa impacto eh nas cidades, porque eu não tenho dúvida, Rafael, acho que uma das coisas que a gente deve atuar mais importante que nós podemos fazer nessa qualificação
é trazer as cidades que estão junto conosco, que nós estamos trabalhando juntos, que nós prestamos muito serviço para elas, as cidades têm muito benefício trazer elas nessa discussão. E aí eu eu sugiro que se tiver agendas nas cidades e vocês quiserem contar com a minha participação, eu fico à disposição pra gente atuar junto com os prefeitos, fazer algumas visitas, fazer alguns fóruns em conjunto dentro da agenda. Eu eu eu essa é uma agenda que eu que eu acho que é prioritária, porque nesse momento as cidades e os deputados que estão nessa cidade tm que estar
junto conosco, tá? OK, Rafael. Eh, Ademir, aí a questão do tamanho que nós queremos ser, né? Acho que isso nós estamos sempre com essa dificuldade, né? A gente eh amplia, depois tem dificuldade para acho que vai muito na questão de planejamento, a gente precisa pensar um pouco mais a longo prazo, né? talvez as unidades, os cursos, pensar em projetos mais a longo prazo do que a gente consegue fazer, porque isso impacta na contratação, isso impacta na na no no toda a infraestrutura que nós temos. Eh, nós temos um trabalho que tá sendo feito do Gortal,
identificando todas as áreas dentro das unidades pra gente melhorar o uso dessas áreas Ociosas. Tem algumas áreas dentro das unidades que a gente pode qualificar para poder ter uso e as que não tiverem uso, realmente a gente tem que disponibilizar, não pode manter porque isso tem muito custo para nós, né? Mas aí eu também reitero uma fala que eu coloco para as unidades. As unidades têm que disponibilizar essas áreas. Às vezes a gente tem as áreas e constrói do lado sabendo que tem espaço que ainda pode ser reaproveitado. Isso tem custo, isso vira custeio, isso
vira custo de servidores, isso vira demanda pros servidores de manutenção, percebe? Então, eu acho que é uma coisa que a gente precisa eh trabalhar um pouquinho com cuidado, as ampliações, particularmente. Eh, a terceirização, já falei, nós vamos retomar a questão das eh da comissão, né, pra gente trabalhar junto. A Samuel, com relação à permanência, a gente fez uma decisão na na universidade de que veio lá desde o do do governo do estado, uns quatro mandatos do governo do estado, de dar apoio à questão da permanência, né? vocês lembrar isso, isso tem um histórico aí, eh,
começou lá no no no governo do do do Geraldo Alkming, né? Tinha um projeto para atuar junto com as universidades, né? E a UNESP saiu na frente para fazer o atendimento a esses alunos, esse acolhimento. É claro que essa dimensão vai crescendo e a gente precisa fazer esse movimento no sentido agora de trazer o estado novamente para ajudar, vamos dizer, a a a auxiliar nessas despesas, né? Então, não tenho dúvida, Essa ideia de fundação, isso também já foi discutido em alguns momentos, independente do modelo, no final tudo eh impacta em questões também financeiras e manter
a qualidade do projeto, que é o projeto da permanência estudantil, né? Mas é claro que isso tem um tem um tem um tem um um trabalho precisa ser feito em conjunto do estado. Me permite uma parte e só no questão do modelo francês, né, que é o cruz, só para efeito de comparação, para esses números que eu coloquei, o orçamento de 2025 do Cruz pro estado, pro país França é 1.8 bilhões de euros. Então assim, a questão é que para fazer permanência com qualidade tem que ter dinheiro e tem que ter uma ação coordenada que
eu acho que não tem que tá dentro das universidades, tinha que tá dentro de uma secretaria ou de um órgão de uma fundação. Esse acho que seria o modelo ideal que a gente deveria discutir. Obrigado. É, no fundo, é por isso que eu falei que no no final da história manter a qualidade eh tem custo, né? Isso não não tenho dúvida que que eh é uma ação que precisa ser feita, né? Mas também é importante lembrar que é uma ação que que deve ser feita em conjunto com as outras duas universidades. OK? Eh, o Pedro
acho que colocou a questão do debate do orçamento. Estamos fazendo isso, Pedro, essas discussões da comissão de orçamento, trazer pessoas aqui para discutir de novo, é um debate técnico e político. Não pode se discutir só a questão financeira, também não pode discutir só a questão política. É um debate político. É importante que os os alunos, né, os decentes estejam envolvidos nessa nessa e demanda e seja bem-vindo aí, né? que você venha mais vezes aqui falar conosco, trabalhar no CAD. A Júlia, eu acompanhei essa questão do do da previdência, né, de de dar uma um porte
e isso ainda não tá finalizado, mas é um é um é um movimento importante. Eh, eu fui coordenador da PS por muitos anos, mais 6 anos. Eh, não tenho dúvida que após, com todo o respeito à graduação, todas as ações, após ela tem esse esse essa essa importância, né, na pesquisa. E quem já foi bolsista sabe do que você tá falando, da dificuldade que é a ser bolsista, ficar 3, 4, 5, 6 anos e não ter absolutamente nenhum benefício que previdenciário ou de apoio, etc. Eu acho que é um avanço. Reconheço que tem custos, mas
mas precisa ser trabalhado. H eu eu eu eu acho que às vezes a fala acabou perd você comentou de algum um de um apoio aos alunos que não são bolsistas para ter acesso a a a outras outras questões internas da da unidade? Só não, professor, eu falei da SANS, que agora a gente também paga R,50, independente se a gente é Sim, isso não é. Aí eu falei do atendimento dos não bolsistas pela permanência estudantil também, porque agora a gente tem uma política incipiente de permanência estudantil para alunos da pós-graduação que não tem como se manter
na universidade e não recebem em bolsa. é ampliar as ações, ampliar. É, é um trabalho importante também. A gente sabe disso em muitas, eh, pósgraduações, a gente tem pessoas que são bolsistas, outros que não são, que atuam conosco e são importantes, né, nesse processo. Obrigado. Eh, o Marco Aurélio, a questão dessa ação de alguns servidores das TI, né, que tiveram esse esse imprevisto, para não dizer outra coisa, cadê o Marco Aurélio? Ah, tá ali atrás. Eh, de fato, isso é uma coisa que angustia demais, né? Eu eu eu realmente me solidarizo com vocês, né? A
gente no Final do ano passado, né? que teve ano retrasado, conseguiu estancar um um Isso é uma ação do dos servidores que fizeram mobilidade. Foram mais de 300, 400 servidores e e alguns acabaram sendo eh ficaram sendo questionados judicialmente. Nós conseguimos a no final do ano retrasado estancar um uma ação meio um pouco intempestiva que veio, né? Eh, sobre isso aí o processo continua correndo. Agora precisa retomar. Eu acho que o mais importante disso, o gabinete conversou comigo sobre isso, Marco, e eu acho que o mais importante é nós fazermos esse trabalho em conjunto que
nós fizemos a outra vez com a assessoria jurídica da da reitoria e a assessoria jurídica de vocês, que particularmente vocês têm que fazer as suas defesas porque isso também impacta pessoalmente vocês. Então precisa fazer esse trabalho em conjunto, essa defesa em conjunto para a gente tentar eliminar isso. São 18 servidores, né? É muito pouco, mas é é não menos importante. E eu e eu sei o que angustia vocês com relação a esse processo. Vamos trabalhar junto. Provavelmente ele ficou parado um tempo e agora foi retomado de alguma forma na justiça e isso começa a andar
novamente. Tem que tem que ficar atento. Contem com a gente. Eh, você acho que se você comentou a questão da comissão. De fato, nós fizemos uma reunião, aqueles casos que você trouxe, nós não deixamos parado. nós analisamos às vezes o que parece ser exatamente igual não é não é o mesmo caso. Foi foi identificado isso. A gente tem que lembrar, eu não concordo muitas vezes Com algum que que determinadas eh a lei vem e ela pega as pessoas, né, que vem andando no processo, mas isso é natural, como as as leis de de aposentadoria, coisa
desse tipo. Então tem momentos em que você participou do processo, você tem alguns benefícios, outros não, você não tem. Então o que ocorre ali é que tem uma pequena distinção daqueles casos, mas eu vou pedir pra Regiane a gente retomar de novo, a gente olhar se cabe mais alguma ação, não tem problema. Se a gente conseguir enxergar alguma ação, eh a gente consegue eh retrabalhar isso novamente, tá? Tá OK? Dijalma sobre prédio. Obrigado aí pelo reconhecendo. Unesto saúde. Nós, eu acho que bom, né saúde, vou falar de uma forma geral, eh, mas porque acho que
teve mais de uma fala. O o que acontece é que esse processo que ocorreu o a na última gestão de fazer esse ajuste da da da do NESP saúde foi no sentido de fazer algumas adequações porque não tinha não não havia condições de manter naquele formato com com e agradeço o apoio das das associações, agradeço o apoio do sindicato que estava trabalhando conosco. É, não havia esse ele ele já mudou por vários momentos do UNESP de Saúde são aprimoramentos que eu entendo como aprimoramentos que estão sendo feitos. não havia condições de manter eh esse apoio
direto nas Associações. A gente não conseguia passar recurso, o modelo que tinha precisava ser adequado. Então esse é o entendimento que foi feito anteriormente, é o entendimento que a gente tem mantido. É, o que ocorre é que eu percebi, a gente percebeu o ano passado e o último ano da gestão também, professor Pascal, que a gente teve até um um pouco de distanciamento das unidades, porque as associações faziam essa essa proximidade. Eh, nós conversamos muito sobre isso. A comissão ela não é para ser burocrática, ela é para ser ativa, né? O professor Neri tá à
frente disso. O professor Paulo se deslocou, a gente trouxe o professor Neri para cuidar disso. É para levar isso para vocês. O que nós estamos fazendo, e aí eu peço o apoio realmente da comunidade é que nós estamos nós estamos levando o NESP saúde para dentro das unidades, porque as unidades precisam perceber o NESP saúde. As pessoas têm a impressão que é simplesmente um plano da Unimed, não é um plano da Unimed, é um plano da Unesp e entre várias discussões precisa melhorar o atendimento, né? As pessoas precisam ter acesso aonde pedir, elas elas tinham
dificuldade com isso. Onde eu peço? Porque uma coisa somos nós servidores que conhecemos a estrutura da universidade, outra coisa são os próprios familiares que não conhecem, certo? o pai, a esposa, as pessoas que estão dentro, que não conhecem a estrutura da universidade, elas sabem onde pedir, onde onde fazer esse movimento, né? Então os os agregados, todas essas pessoas têm acesso, então elas não conhecem. Alguns vinham a tratar coisas direto aqui na reitoria, Que também não é bom. Então o que que nós fizemos? Nós fizemos um movimento de pedir, eu conversei isso com os diretores, de
pedir pedir para que indiquem alguns nomes, preferencialmente que fosse dos STSs, mas que poderia ser dos STGPS também, se for o caso. Mas eu entendo que burocraticamente isso estaria dentro do STGP, mas em termos de acolhimento é melhor que esteja no STS, porque aonde as pessoas vão tratar desse tipo de assunto. Não tem. E aí o, eu não sei se alguém comentou, não vai ter nenhum trabalho excessivo. Nós queremos um ponto de referência, um ponto pra gente passar as informações, pra gente colocar um cartaz, pra gente entregar as carteirinhas. É um pouco do que vocês
faziam dentro das unidades. Não vai ter nenhum excesso de trabalho. Isso tá sendo trabalhado internamente, mas que a gente consiga fazer isso dentro das unidades. Nós vamos fazer uma reunião com com esses grupos. Já tivemos ontem, tiveram as indicações dos nomes, todos indicaram, a grande maioria dos STSs, todos, todas as unidades indicaram os nomes. Então agora nós vamos fazer uma reunião com eles. Importante que a comissão também eh participe de todo esse processo, porque o objetivo é dar um pouco mais de acolhimento paraas unidades com o né saúde, levar ele para dentro das unidades. A
gente tava, a gente acabou se distanciando realmente um pouco. Essa aí é o objetivo. E dentro de um formalismo que a gente consegue fazer, eu comentei já com com o pessoal do sindicato, a gente não consegue e usar as associações, teria que fazer Todo um um um tem questões jurídicas que impedem um pouco esse esse esse essa relação direta. Então a gente tá usando o a estrutura que nós já temos e não há nenhum e excesso ou nenhum aumento de atividades. O que nós precisamos é um ponto de referência dentro das unidades para que as
pessoas saibam. os agregados, os familiares saibam, olha, se você precisa de um ir lá na UNES, precisa de um de informação do Un saúde, não, não vá na Unimed, vá nesse ponto que nós vamos dar os contatos para poder conversar e trabalhar. Nós estamos já ampliando, colocando algumas pessoas para nos ajudar neste processo, tá? OK. E aí a gente vai vai eh socializar um pouco mais isso para vocês, tá? Eh, o Milton, a questão dos itens de pauta. Sim, Milton, acho que a gente precisa fazer, né? Então, por isso que eu já vou aproveitar sua
sugestão. Esse da cidade seria importante já no próximo CAD fazer uma apresentação mais ampla, né? uma apresentação mais completa sobre isso e depois trabalhar melhor em alguns itens eh que a gente já tem eh falado. O o resultado do Unespado, acho que essa semana, provavelmente deve estar em fase ainda de ser encaminhado para as unidades, alguns questionamentos, né? Tem esse esse período de de recurso, algumas coisas. Assim que fechar a questão do do dos itens aprovados, finalizar, aí a gente pode eh pedir para para sor César que Que tá cuidando para para que traga a
gente traga aqui o resultado aqui pro CAD e passe para vocês. Eh, a gratificação da USP. Eh, acho que é importante a gente ter clareza que assim, eh, com respeito, as três universidades têm que andar juntas. É muito importante nós andarmos juntos, USP, Unesp, Unicamp. Eh, mas nós temos realidades diferentes. Nós temos realidades diferentes. A USP é muito concentrada. A Unicamp é concentrada. A universidade faz um papel fantástico no estado, porque ela é toda capilarizada no estado todo, merece mais recurso, que me desculpe, as outras vão dizer que também merece mais recurso, mas a a
Unespa, merece mais recurso. Mas essa é uma realidade que é complicada no meu ponto de vista, entendeu? Eu não sei se isso já tá aprovado, se você colocou, então, mas é assim, tudo bem, OK? É um reconhecimento que eles têm, mas eu eu gostaria de dizer isso. Nós temos realidades diferentes, isso é importante. Mantemos a isonomia, Mantemos a a a igualdade de todos, mas são instituições eh que fazem os seus papéis de forma eh diferentes, mas que devem andar juntos. tem pautas que a gente tem, precisa andar junto com eles, tá? OK. Eu obrigado Milton.
É, tá na pauta do dia 31 do CO da USP, tá? Mas já tem, já foi divulgado com todos os pareceres favoráveis. É, eu eu entendo, eu entendo, eu entendo. Acho que faz parte, né? Eh, a Álvaro, a a com relação à receita própria, eu eu já respondi outras coisas aqui. Eh, tá previsto o estado ter um prazo eh para liberar os recursos quando ele fecha o orçamento, que é agora 31 de março, e aí libera o superáit pra gente, pra gente poder liberar para as unidades. Esperamos que isto ocorra dentro da normalidade eh histórica,
né? Mas vamos aguardar. E aí a gente, nós estamos, nós estamos inclusive com passo de espera para devolver esse recurso algumas unidades, inclusive nós já estamos fazendo algumas ações de de auxiliar algumas unidades que estão com coisas muito prementes para usar o recurso para depois fazer a reposição. Nós estamos fazendo esse trabalho para não não parar o processo, mas é claro que isso também tem limite, não dá pra gente fazer isso com todo super das unidades, tá? OK, Alv. Obrigado, viu? A Tânia, acho que eu eu eu já respondi, os contratos da Fundo Nesp, acho
que é é Importante, a gente pode mandar uma solicitação dentro da da da própria comissão de convênio que eles detalhem e todos os contratos tm que ter um plano de trabalho e esse plano de trabalho pode ser detalhado, né? Você tá dizendo os contratos que são feitos e a aplicação dos recursos e como é feito. Tem um plano de trabalho que pode ser detalhado. Para mim, não vejo problema nenhum e isso é é transparência. Acho que a gente tem que tem que trabalhar nesse sentido também. Tá bom. Obrigado, viu? Obrigado, professor Divaldo. OK. Dando sequência,
então vamos à ordem do dia e como sempre fazemos, coloco em votação a ordem do dia sem o prejuízo de destaques. Em votação, por gentileza, os contrat contrários, levantem suas placas. abstenções. Não havendo votos contrários e nem abstenções, a ordem do dia fica aprovada por unanimidade por este colegiado, sem o prejuízo de destaques. Passo à mesa para que proceda os seus destaques, lembrando que os itens 1, dois e três são automaticamente destacados por serem apresentação e duas indicações. OK. Os destaques é os que já estão 1 do e tr. OK. Obrigado. Consulto aos demais membros
do colegiado. Professor Milton. 24 minutos. Oi. Não, 24 não. Não, eu eu queria o item cinco. Pronto. Mais algum membro? O 24 agora eu fiquei curioso. Não, eu também. 23. Ah, é, pode, pode fazer o destaque pra gente conversar um pouquinho sobre isso. É a coerência, por isso que eu lhe perguntei. Mais algum outro? Queria lembrar o minuto de silêncio. Não deu desculpa. Eu queria lembrar do minuto de silêncio em relação à Gabriela. Vou fazer isso. Tá bem. Antes de entrar na ordem do dia, ficam destacados os itens 1, 2, 3, 5 e 24. OK?
Então, antes de entrar na discussão, só vou aqui no meu cronômetro. Vamos fazer então um minuto de silêncio em função da do falecimento da aluna no campus de Assis. Você disse o nome, eu não tinha o nome. É Gabriela que você falou. É, acho que é isto. Se você tiver aí, por gentileza, Gabriele da Silva. Gabriele da Silva Rodrigues. Então, então do curso de psicologia, então de Assis do Campus de Assis, um minuto de silêncio. Retomamos então nossa reunião. Coloque então a apresentação do Rogério, por gentileza. Bom dia a todos. Essa apresentação eu fiz no
Conselho Universitário, mas na hora que aparecer alguma coisa diferente, eu vou eh indicar para vocês, mesmo porque o mês de março, do ponto de vista financeiro e orçamentário, ainda não se encerrou. Então, tá dividido exatamente nesses quatro grandes itens. Arrecadação, o relatório econômico do boletim Focus, a planilha Cruesp. Aqui vai ter a novidade porque o mês de fevereiro já tá fechado. E a execução orçamentária, arrecadação do ICMS. Na apresentação feita no Conselho Universitário, eu já tinha apontado esse valor de 14.123, falando que era ainda uma previsão, mas ele se confirmou. Então, o arrecadado em fevereiro,
dá para vocês perceberem que ele tá muito próximo de janeiro, o que significa que janeiro foi péssimo, Porque deveria ter uma distância entre um mês e outro, já que fevereiro são apenas 18 dias úteis, né? Então, nós estamos falando de uma arrecadação que não tem tido nesses dois meses força suficiente para chegar a gente estimar os 187.1 bilhões. Mas como eu falei no Conselho Universitário, ainda é muito cedo pra gente eh fincar que o 187 não vai acontecer. Normalmente a partir do mês de abril, com a arrecadação de abril já dá pra gente saber se
o valor de 187.1 bilhões, que é o que tá previsto de ICMS na lei, é um valor superestimado ou não? O fato é que eu faço aqui um pequeno raciocínio do que deveria acontecer a partir do mês de março e sabendo que o segundo semestre ele é melhor que o primeiro, o que deveria acontecer pra gente chegar em 187? Deveria ser a partir do mês de março até o mês de junho muito próximo de 15 bilhões e o segundo semestre de 16,5. Veja que nós estamos falando de uma distância de quase 2 bilhões daquilo que
já aconteceu para aquilo que precisa acontecer. Aqui vocês têm a evolução em valores correntes do ICMS desde 2011, mas eu tô Apontando exatamente a diferença em termos percentuais daquilo que aconteceu o ano passado paraa previsão que tá na lei. 7% de variação. 7% de variação. Se a gente considerar uma inflação de 4% ou por conta de tudo que vem acontecendo de 5 pontos percentuais, eh hoje a previsão é de menos de 4%. Nós vamos trabalhar com um número super otimista para essa conta. A inflação não não tem nada de otimismo, mas para essa conta vamos
trabalhar com uma inflação de 5% no ano. Nós estamos falando de dois pontos de crescimento do PIB. Ou seja, falar em crescimento do PIB de dois pontos para mim é otimismo demais. Então, sabendo que o ICMS tem essa composição, variação de preço mais crescimento da atividade econômica, esse 7% que é exatamente essa composição, se a inflação começar a crescer, com certeza a taxa de juros não vai diminuir. e a taxa de juros não diminuindo. Falar em 2% de crescimento do PIB fica cada vez mais distante. Mas volto a dizer, vamos esperar para ver exatamente se
isso se confirma. Essa é a previsão, portanto, da Lua. Aqui vocês têm em valores deflacionados, portanto, aquela série histórica tudo a mesmo preço pelo IPCA. E eu queria apontar aqui que 178 820, que foi em valores deflacionados, o resultado de 2025 foi o resultado de 2021. Ou seja, se se a gente colocar tudo no mesmo preço, que é mais ou menos dizer o seguinte: se a inflação nesse período fosse igual a zero, o que aconteceu em 2025 já tinha acontecido em 2021. 2021 eu mostrei no Conselho Universitário, foi exatamente o melhor ano a ponto de
todas os entes eh eh da federação, município, estado e as universidades foram beneficiadas por isso a ponto de a UNESP ter uma reserva financeira de mais de 1 bilhão. a partir de 2022 e em 2023, por conta da redução de alíquota, a gente começa a ver, né, que só voltou a se recuperar em 2025. Ou seja, nós voltamos a um patamar de 178.8 De arrecadação de CMS. Espero que em 2026 a gente ultrapasse em termos reais 178.8. Quando a gente olha a avaliação, nós estamos olhando em termos reais. Eu vou pegar essa coluna aqui em
termos reais. 2,8% fevereiro contra janeiro, 2,76 fevereiro contra fevereiro do ano passado, tudo negativo, acumulado no ano 2,65, em 12 meses 0,16. Eh, não podemos assumir que isso é uma tendência, tá? exatamente por conta de estar comparando com o fevereiro que foi muito bom e com um período de apenas 12 meses. Aqui mostra esse slide eu não mostrei no conselho universitário. que é o resultado, é, é o mesmo resultado, mas através de uma outra conta, mas quem faz é a Secretaria da Fazenda, mostrando exatamente os números negativos e a queda nos últimos 12 meses em
termos reais. Ou seja, eu eu quero reforçar que o ICMS não tem tido força desde o ano passado. E aqui fica muito claro quando a gente olha esse período de abril até fevereiro. O que que significa essa curva? Cada ponto nessa curva é igual a 12 meses. Cada ponto nessa curva vem mostrando a tendência. E desde abril o ICMS não sai de 178 bilhões. Ou seja, precisa acontecer para chegar em 187. Se a gente deflacionar significa falar em 185. precisa acontecer um crescimento e essa tendência tem que parar de existir. Ou seja, nós estamos falando
de um período muito longo de 178. O que que está acontecendo em termos econômicos, na conjuntura econômica, que possa essa tendência ter um crescimento? Respondo, tudo que está acontecendo vai na tendência ao contrário, de caiu esse mês, a não ser que a gente aposte numa inflação, mas só que eu estou falando em termos reais. Se for a inflação que fizer crescer o ICMS em termos nominais, na hora que eu deflaciono pelo PCA, a única coisa que vai sobrar é o crescimento da atividade Econômica. É disso que eu tô falando. Eu tô falando de crescimento da
atividade econômica. Há alguma perspectiva de crescimento da atividade econômica em 2025, em 2026, para que a gente possa eh acreditar numa ascensão dessa curva? Acredito que não. Relatório Focus. O relatório Focus. Vou direto a esses pontos que tão tão com círculo. 4,17 é a previsão do IPCA. Portanto, é a segunda semana consecutiva que o relatório aponta para cima a inflação, exatamente por conta do efeito da guerra. 1,84. Tem gente que fica otimista, né? De 1,83 para 1,84. Isso não não importa. O que importa é que o o relatório Fox está falando o seguinte: há uma
tendência de crescimento do PIB pela segunda semana consecutiva e a taxa Selic. A taxa SELIC ela diminuiu, tá? Mas há uma perspectiva de crescimento pelo relatório Focus para 12,50. Ela ela diminuiu 0,25. Banco Central diminuiu. Ou seja, por aqui a conclusão que eu chego é que quem trabalha no mercado financeiro tá apostando no crescimento da inflação e não está apostando na queda da taxa Selicat conta do crescimento da inflação. Consequentemente, não dá para falar em um PIB que seja maior do que 2%. Por que 2%? Porque é a conta que eu fiz para chegar naquele
sete. Se a inflação for cinco, né? Na verdade não é uma soma, é uma multiplicação. Se a inflação for cinco, a gente tem que ter um PIB maior do que dois. Vamos lá. IPCA 070. O IPCA 15 vai sair se não hoje, amanhã. Há uma tendência da inflação desse período do para o IPCA diminuir, porque o que fez o IPCA ser 070 foi material escolar. Portanto, há uma tendência de IPCA em março ser menor. Nos últimos 12 meses, o IPCA do IBGE 3,81. Aqui vocês têm o gráfico, vem caindo o IPCA 12 meses, já chegou
a ser 5:17, agora tá em 3,81. Aqui eu coloco como se mede PCA. E o que tem de grande diferença é que é exatamente para quem ganha de 1 a 40 salários mínimos. é um índice que é composto em termos nacionais. Outros indicadores, o IPCA 15, que é uma prévia Do IPCA cheio, o IPCA quinzenal 0,84 com 4.1 em 12 meses e o IPC FIP 0,25 e 3,5 3,54 em 12 meses. o IPC FIP eh saiu ontem, ele vem, ele aumentou na terceira semana. Há uma tendência do IPC FIP eh também ser eh maior do
que 0,25. Aqui eu queria apontar o que constantemente constantemente eu quero dizer e todo dia isso se altera por conta da guerra. Seja, hoje, especificamente hoje, a taxa de câmbio caiu, tá? E a perspectiva de taxa de juros no mercado chamado mercado futuro também caiu simplesmente pelo fato de acreditarem que vai ocorrer uma negociação com relação à guerra no Oriente Médio. Amanhã eu já não sei. Então nós estamos desde o início desse conflito vivendo isso dia após dia. A taxa de câmbio tá em 5,24. A taxa Selic tá projetada para 14,75. Foi a queda de
0.25. Tinha gente que acreditava que ia ser 0,5, O que mostra que o Banco Central está mais do que cauteloso. E por incrível que pareça, nós continuamos com uma taxa de desemprego de 5.4. aumentou um pouquinho, mas é a menor taxa de desocupação ao longo desse período. Alguns economistas acham que isso nada mais é do que motivo de uma política fiscal expansionista, mas não vamos entrar, não vamos entrar nesse detalhe. Planilha CRUESP, fevereiro já tá fechado, março ainda não por conta da Folha da USP. Mas provavelmente nessa semana vocês podem ver que tá churiado aqui,
que a gente repete, só falta a folha da USP, mas da Unesp e da Unicamp já fechou. Então nós recebemos, o NESP recebeu 336.900.000 e uma folha de 305. Portanto, nós estamos falando de 90,69 no mês. O ano passado era 85,7 no mesmo mês e no acumulado 90,35 e o ano passado era 90,96. Isso daqui nada mais é do que a demonstração de que ter 90% de comprometimento com aquilo que a gente recebe, que representa 90% da nossa receita, isso já projeta a enorme Dificuldade para fazer eh eh para fazer com ICMS outras despesas. Ou
seja, I CMS é mais do que 90% da receita e essa receita, uma única despesa é responsável por 90%. É insustentável esse essa performance. a execução orçamentária. Aqui eu só tô reforçando o que aconteceu o ano passado, o saldo financeiro de R$ 914 milhões deais. A parte mais importante é aquela, R 892, com receita própria. De janeiro a dezembro nós pagamos R.914. Dos 275, 41 foi sentenças, investimento foi 234.4 4 e a receita própria, um pouco mais na metade, foi por conta de crédito por superávit financeiro. restos a pagar, restos a pagar, que era o
que a gente chamava de colchão orçamentário, ou seja, para quem não se recorda ou para quem tá eh ingressando pela primeira vez nessa seara econômica orçamentária, restos apagar, a gente tinha um valor eh suficiente para usar durante 4 meses, 5 meses, que foi Exatamente naquele período do que vai de 21 22, ou seja, uma dotação orçamentária que a gente só usava o orçamento do ano seguinte por conta desse restos a pagar. Agora 470 milhões para quem tem uma folha de 300 praticamente que estamos empatados. Aqui tem a composição. 2025 foi inscrito 470 milhões sem a
insuficiência financeira. Por quê? Porque a inscrição em restos a pagar da nossa insuficiência financeira, quem inscreve é o SPPREF, a gente simplesmente paga. Então tá dividido da seguinte forma: 383 dos 470 é recurso do tesouro, 82.6 é receita própria e tem um valor pequeno de 3 milhões de convênios. É assim que está a composição pelo lado da fonte de recurso, o restos a pagar. Agora 220.8 milhões é pessoal e reflexo. 29% ou 137 é custeio, 58 milhões é sentenças e 53.8 É investimento. Isso já foi empenhado. Foi empenhado no final do ano, por isso que
chama restos a pagar. E isso em fevereiro já foi pago mais da metade disso. Em março com certeza se encerra. Se não se encerrar o que vai sobrar, provavelmente vai ser essa parte verde de sentenças judiciais. Portanto, não há sobra aqui. Não existe mais colchão orçamentário. Colchão orçamentário, esse termo usado era exatamente por conta daquilo que a gente empenhava além daquilo que por lei é exigível. Ou seja, não há mais o que falar de colchão orçamentário a partir desse ano. Então, nós temos aqui, eu vou eh me ater a esses dois a esses dois conceitos.
Nós não temos mais colchão orçamentário e nós temos uma reserva financeira de R$ 800 milhões deais. Como resolver o nosso problema orçamentário? pedindo crédito por superhábit financeiro. Essa é a única forma. E quando o crédito por superá financeiro não for suficiente, a gente vai ter um problema que já tivemos no passado. Não se empenha a folha de dezembro que é paga em janeiro. Começa o orçamento do ano seguinte com 14 folhas. Tem gente que passou por isso nesse conselho, tá? quando a gente fazia orçamento com 14 folhas ou com 13 Folhas, sendo uma do ano
anterior e 12 do ano seguinte. Isso é uma tendência. Não há, não há como reverter, a não ser que o ICMS ultrapasse os 187 bilhões. Gostaria de deixar claro isso. Eu não tô fazendo nenhum prognóstico. Isso tá dado. Apesar de estarmos em março, isso tá dado. Esse é o nosso orçamento. Aqui vocês têm 4.798. A insuficiência tá aqui dentro. Eu coloco a aqui dentro para vocês terem uma noção do todo, sabendo que mais de 1 bilhão, 1.hão272 é a nota de rodapé, está a dotação no SP PreVE, mas esse é o nosso orçamento. Recurso do
tesouro 4391. só é 4391 porque o ICMS é 187. Nossa receita própria 394.2 2 milhões. Com certeza nós não vamos arrecadar isso. Vai ser menos de 300 milhões. Portanto, nós temos um problema de alguma coisa próxima de 94 milhões, porque foi alocado 394 milhões. Ou seja, nas distribuição, na distribuição das despesas existe mais de 100 milhões em pessoal. E se você não consegue ter receita própria dessa monta, vai ser exatamente em pessoal que vai faltar dotação. Aqui outra vez eu vou falar, não é um eu não sou eh eh uma projeção de futuro, não vai
faltar dotação em pessoal, vai faltar mesmo com 187 bit de ICMS, vai faltar a dotação. Esse órgão colegiado estará discutindo em outubro uma peça orçamentária, aonde nós não vamos ter condições de empenhar a folha de dezembro. Nós vamos colocar a folha de dezembro no orçamento de 27 e a receita de convênios. Não vou entrar no detalhe do que já foi empenhado, mesmo porque é até fevereiro, 2 meses, é irrelevante. Veja, 25%, 23% é irrelevante. Ou seja, o que que aconteceu em janeiro e fevereiro? O pagamento de restos. Primeiro bimestre, 862 milhões em fevereiro. Começamos março
com esse valor, sendo que 841 é tesouro. Veja que vem caindo porque estamos pagando além daquilo que recebemos. 782.9 é o valor total pago, sentenças 85 milhões e investimento 25 milhões também de restos a pagar. Esse é aquele gráfico que mesmo caindo a a disponibilidade em caixa, a gente tem que reservar o recurso pro 13º. Isso eu falei no CO, eu acho importante dizer aqui, eh, nós não estamos conseguindo há muito tempo fazer provisionamento do 13º salário, mas a gente reserva, ou seja, a gente tira da conta, mesmo ela caindo, e reserva para pagar o
13º salário. O certo seria ter saldo suficiente para provisionar. Há muito tempo a gente não consegue provisionar. Esse é um dos motivos que vem caindo, vem caindo significativamente a a reserva. E aqui já tô terminando entradas e saídas, né? Dá para perceber que desde 2023 só é negativo. Veja o que aconteceu em 21. Veja o que aconteceu no ano do ápice do crescimento do ICMS. Nós tivemos em um ano um superá financeiro de R22 milhões de reais. A partir daí de somado a a a 2022, chegamos a um B700. Ou seja, de 23 até agora,
só negativo. Estamos pagando despesas e a maior parte de caráter continuado, a maior parte de caráter continuado mais do que o ingresso de receita. Não precisa ser economista para saber o que é a tendência. Conclusão. Primeira conclusão. Vou trabalhar aqui com essa suposição. Vamos trabalhar com a ideia de que de março até dezembro as receitas, o que entra é exatamente o que tem que ser pago. Quando chegar ao 13º, a gente vai ter que desembolsar R 300 milhõesais. Outubro, novembro. Ou seja, se daqui até outubro, novembro, tudo que entra de receita foi exatamente igual a
tudo que se paga, o 13º vai diminuir 300 milhões. Nós vamos começar o ano com 500 milhões. Não vou voltar todos os slides para mostrar qual é a necessidade de receita própria, mas quem tem 500 milhões Em fundo de renda fixa não consegue gerar nem R$ 100 milhões deais de receita financeira e a gente precisa de receita própria. Segundo, há uma tendência, mesmo com ICMS de 187 B, que é aquele dos primeiros gráficos, de a gente não conseguir ter um restos a pagar que seja exatamente o valor necessário de contratos e de folha por falta
de dotação. Falta de dotação orçamentária não é falta de recurso financeiro. Trabalhando com a hipótese que esse orçamento que tá lá baseado no 187 B vai acontecer. Não esqueçam que nosso orçamento não consta uma série de coisas, uma delas que já aconteceu que foi o descongelo, R milhõesais a mais no ano na Folha. O que não consta é o disídio. Se for 5%, mais de R$ 100 milhões deais não consta. Então, o que eu o que eu quero mostrar, o que eu tô tentando explicar para vocês é que neste ano A nossa preocupação deveria ser
como empenhar as despesas. E eu estou apontando que o 13º a gente empenha porque paga no ano, mas a folha de dezembro que é pago em janeiro de 202, essa com certeza vai honerar o orçamento de 27, mas a gente vai pagar tudo. Qual é o próximo momento? O próximo momento é o seguinte. Se tudo continuar exatamente com aquela tendência de ICMS, se em 27 virar o que aconteceu em 21, esqueçam que eu falei, vamos comemorar, mas não há cenário nenhum que a gente possa acreditar num pico de crescimento. Então vamos ser realistas. Se em
27 as coisas forem iguais a 26, nós estaremos aprovando um orçamento que não vai caber não só o sídio, como as 13,33 folhas. E vamos ter que dos R$ 500 milhões deais sacar R milhões deais para pagar o 13º em 27. precisa ser economista para saber para onde que a gente tá indo? Não, não precisa. Só que no término do mandato da professora Maissa, ela tem que ter em caixa o valor equivalente aos restos da pagar. Lei de responsabilidade fiscal. Isso aconteceu na gestão do professor Sandro. Eu não preciso dizer mais nada. Era isso. Obrigado,
enquanto o professor Capiro sobe, eh, para verificar se ele quer fazer algum comentário. Alguém, os inscritos, quem quiser usar a palavra, por favor, faça, levante a placa. OK. Milton, vai algum comentário, professor? Vamos direto a ao aos conselheiros, tá? OK. Obrigado. Obrigado, Rogério. Obrigado, Milton, por gentileza. Eh, a gente já vem vem acompanhando isso desde do fechamento de 25, né? Eh, o ICMS não atingiu 181 pon, não lembro agora. 181, 181, né? 181. sete sete, né? Fechou em 175. Então, eh, a tendência A tendência é que nós estaríamos enfrentando, né, situações problemáticas já em 26
e quando a gente aprovou o orçamento, a gente aprovou o orçamento deficitário. Então, o acompanhamento mês a mês é fundamental. Então, tô indicando aqui que a Comissão de Orçamento no dia 10 de abril deve se reunir para fazer o primeiro primeira avaliação e já trazer provavelmente pro mês da da próxima reunião de abril ou maio, alguns indicativos eh pensando naquilo que foi aprovado também de se fazer um um readequamento e assim o nome, né? eh revisão orçamentária. Ponto importante que o Rogério coloca ali é que não é só o 13º que diminui as nossas reservas.
A gente vem falando há um certo tempo que não dá para manter os investimentos no patamar que foi nos últimos anos. Você pegar o fechamento de 2025, tá lá o investimento em 230 235 milhões, eh, que era necessário por tudo aquilo que a gente discutiu, né? Eh, tínhamos um uma folga lá e precisava investir na universidade. Isso vai ter que ter um um freamento e talvez um cavalo de pau para quem gosta de de carro, quer dizer, reverter, quer dizer, não vamos ter que segurar um pouquinho. É, eu falei na na reunião online de fevereiro
que me preocupava a mês de janeiro e e começo de fevereiro, Que a gente estava indo muito eh eh muito à frente também com o investimento. Era 10 milhões. Se a gente imaginar 10 milhões mês, a gente passa de 100 milhões de novo esse ano. Então, a a comissão vem falando da importância de de ter uma uma cautela e um cuidado no desenvolvimento desse ano. Eh, para não ser tão negativista, a proporção do vermelhinho vem diminuindo, né? E a gente espera que volte para azulzinho a partir do mês de março, né? eh, que a gente,
o que a gente arrecadar, a gente consiga pagar as contas, mas isso indica o 187 e o problema continua para 27, né? Há uma concordância com o Rogério, né? Eh, que talvez a gente não extrapole o 187 do jeito que seria necessário para que a gente entra entre 27 com mais tranquilidade, né? Mas o acompanhamento é fundamental. Ah, ponto que que a gente tem que tomar um certo cuidado, né, é que essas oscilações do PIB e também da inflação, elas vão ter outra outros fatores externos, né, nesse ano. Além da guerra que pode demorar um
pouco mais, eh, nós vamos ter um uma campanha eleitoral, né, que isso pode também impactar. a gente teve uma conversa, né, eh, Eh, com a USP, com o pessoal da USP e da Unicamp, que parece que no mês de março o Tarciso tá sendo mais rigoroso com a arrecadação do ICMS, né? Então, não tá tendo tanta renúncia e isso pode impactar na arrecadação de março. Nós estamos aqui com uma tendência que eh a comissão de orçamento tinha previsto para março os 15 bi, né? O repasse foi feito em 14400, não é isso? Se chegar perto
de 15 B, talvez a gente tenha um plus aí para pro mês de abril e já volta aquela tendência de dar o 187, né? Então, nos nas quatro semanas que a gente vem acompanhando eh da do repasse pros municípios, ele tá dando superior em março e a gente espera que essa tendência se consolide, né? Porque ainda nós temos essa semana mais dois dias na semana que vem pro fechamento da arrecadação. A, além disso, esse mês foi um mês cheio, né? Eh, de semana cheia, sem feriados, né? Então, eh, essa é uma tendência que a gente
mais vai ter que acompanhar pros próximos meses, tá certo? Eh, mas eu acho que a comissão tá tá bem cautelosa para esse ano, tem que acompanhar mês a mês, né? Eh, e o que o Rogério aponta paraa construção do orçamento de 27, se a gente conseguir não passar a folha inteira, só parte dela já ajudaria, né? Eh, e a gente vai querer a parte de dezembro pro ano que vem, né? Eh, mas a gente vai ter que ter Dois momentos importantes aqui. Um acompanhamento mais rigoroso, principalmente no segundo semestre que estão previstas a a maior
parte do do gasto, né, que a gente deixou a partir de junho para para ser planejado pro pro pros investimentos em relação aos 180 milhões de déficit que a gente tinha colocado. e vai ter que esperar a a negociação salarial para ver qual que é o impacto que a gente vai ter e em termos de orçamento, né? Bom, é isso, professor Capelo. Eh, tô aqui, eh, num mês que ainda a gente não tem o fechamento, mas que a gente precisa do primeiro quadrimestre para tá planejando e talvez nas próximas reuniões do CAD a gente já
indique algum algumas diretrizes aí para a a possível revisão orçamentária que que talvez seja necessária. Obrigado. É só só uma coisa, gente vai comentar primeiro, não é só uma coisa, tá? Só uma coisa que me preocupa. Posso só terminar? Claro. Eh, no relatório que veio hoje da PROPEG, né, do fechamento de 25, é uma coisa pra gente eh e eh é começar a Prestar atenção, né? Eh, nós contratamos 102 professores, mas nós perdemos 49 professores em 2025. E se vocês estão lembrados que a comissão insistentemente vem falando de manter a possível reposição, se a gente
volta patamares anterior, mas a gente vai ter que ter cuidado porque a contratação hoje aumenta a folha, né? Eh, então, olha o o problema que a gente tem à frente, né? A reposição de servidores técnicos tinham 392 contratados e nós perdemos praticamente 100, né? Então, eh, esse saldo tem que ser positivo, porque senão a gente volta ao patamar de, né, de de não contratar mais. Então, reverter a terceirização, qualquer qualquer proposta à frente vai ter que ser muito bem pensada, né? E e aí, professor Capelo, por mais que a gente apresente a questão do do
estudo sobre o impacto nas cidades, eu acho quanto antes a gente precisa pensar no financiamento. Nós vamos estar no momento eleitoral, vai ter a discussão dos orçamentos nas cidades, né? E a gente vai ter que garantir, né, que não mexam, não mexam nas três paulistas, porque senão é eh é um cenário caótico. Se a gente tiver qualquer oscilação na hora que o o repasse do IBS começar paraa universidade, aí sim complica muito mais as nossas condições. Eh, eu espero estar reeleito para est discutindo isso no segundo semestre aqui com vocês, né? né? Porque a gente
vai ter eleição do colegiado e talvez tenha um colegiado novo para discutir o Orçamento de 27 que vai ser bastante problemático. OK. Conselheiro Glauco, bom dia, eh, professor Capelo, bom dia, professor Eriivaldo. Bom dia, demais membros do CAD. Eh, na última reunião do CAD, que teve de forma online, o Rogério já mostrou essa parte econômica, né, da situação que tá aqui da universidade, da parte geopolítica. Isso foi repetido no Conselho Universitário também há duas semanas atrás e agora ele mais uma vez repete nesse mesmo sentido da da situação econômica atual da faculdade, né, da universidade.
E a gente vê que não tá tendo muitas mudanças, um caminho não é muito não é muito bom. E assim, eu gostaria de perguntar para soro, com relação à parte da dos investimentos aqui na universidade, sempre o senhor vem respondendo, né, que a parte das contratações, dos investimentos regionais e investimentos que são feitos nas unidades, eles estão sendo mantido, apesar de de toda a situação atual, né? Parece redundante, mas na verdade se o senhor já respondeu, Isso tá continuando, vai continuar desse mesmo, né, nesse mesmo ritmo, mas com o apresentar das, né, da situação, a
gente ficou um pouco apreensivo para saber se vai ter alguma mudança. Enfim, o senhor já respondeu que não, mas a princípio eu só queria saber se eh se vai ocorrer alguma mudança, porque cada vez a gente vê que a situação tá um pouco pior, né? Entendeu? Então era basicamente isso, né? Acho que inclusive foi a professora Clélia que comentou da última vez e e a resposta foi essa, né? Então, só para reforçar e se tiver alguma atualização, né? Obrigado. Eh, Rogério vai falar, então. Eh, só dar um retorno pro pro Milton. Aproveitar a fala do
do sor Glaucco. Eu até trouxe aqui, Milton, vocês pediram, boa parte do recurso que aparece lá dos dos pagamentos são de restos ou contratos que vinham desde 2023, 24, inclusive. De fato, se a gente somar já foram 17 milhões desse resto. É um pouco que o Rogério colocou, né? Isso vai se reduzir ao longo dos anos. É, é basicamente eh reforma no complexo aquático no IB de de Rio Claro, moradia estanti Araraquara, Botucatu, FCA, bloco de central de aulas, registro, cobertura, GCE, constiução do centro de vivência. Então são os itens que tão normalmente que tá
aparecendo como pagamentos que estão associados aos restos. O que nós estamos pensando, a ideia é assim, eu eu tenho, nós temos priorizado muito eh finalizar as coisas que estavam iniciadas. Eu sei que com toda a dificuldade que nós temos, mas é muito complicado a gente parar às vezes determinadas e uma obra e deixar aquilo interditado, por exemplo, não pode, não, não tem cavimento. A gente vai ter que fazer esse esse esforço. Nós estamos procurando todos os meios aí, todos os os saldos que podem surgir para poder fechar essas coisas, né, e ao longo dos anos
manter eh possíveis investimentos, investimentos de maior ordem do plano de investimento. É claro que nós não vamos parar o plano de investimento, mas a ideia é que a gente planeje isso por um tempo mais longo, que eu tenho feito e que as conversado com as unidades, porque que as unidades eh estabeleçam algumas prioridades e a gente desenvolva os projetos, obviamente agora com um pouco mais de calma do que aconteceu da outra vez para não chegar em algum momento quando tem recurso e depois não tem os projetos. Então, a gente precisa que as unidades defines investimentos.
Isso é uma das coisas mais importantes, porque a gente eh otimiza os investimentos e deixa os projetos mais ou menos organizados. Então, nós estamos eh com essa lógica de trabalho, é manter algumas ações já tinham sido feitas. Eh, a gente tá trabalhando com isso, né, tentando terminar essas ações. Ah, as fotovoltaicas, nós temos um programa das fotovoltaicas que tá sendo reinvestido no próprio programa de planejamento energético. Então, nós estamos reaplicando, ah, porque elas entraram, estão entrando em ação, então nós estamos reaplicando esse recurso para toda a comunidade. Então, um pouco é trabalhar um pouco de
planejamento a longo prazo. bloco, né? A ideia é dar continuidade, mas é claro, olhando que isso tem que ser feito com um pouco mais de de tempo, OK? De contratação também, né? A parte de contratação, com certeza a gente tem que lembrar que as contratações que nós estamos fazendo esse ano, na verdade, são aquelas que é que seriam feitas no ano passado. Já já estamos nessa condição de que não tá repondo todos os que estão saindo. Lembrando que no caso de docentes, particularmente os mais antigos, os que saem, muitos são eh são estatutários e ficam
na folha, ou seja, aí a reposição fica quase que dificultada. porque não são CLTs que saem da folha e dá um poucão de folga. Então, percebe que que É um um um equação que a gente tem que ir trabalhando, mas eu acho que o mais importante é a gente pensar essas coisas a longo prazo. Eu eu reitero o que eu tenho falado sempre. a gente não pode parar nenhumas das ações, nem que mantendo isso, só que a gente precisa estender um pouco mais isso, não precisa parar totalmente as contratações, mas contratar de forma estratégica, contratar
de forma eh qualificada para que a gente continue mantendo o sistema funcionando, tá? OK. Obrigado, Groco. OK. Então, obrigado, Rogério. Não há mais nenhuma colocação. Então, vamos passar a adiante na nossa ordem do dia. Vamos para o item dois da ordem do dia, que é a indicação de um representante docente para recomposição da Comissão de Estruturas e de Funções Administrativas, CEAFA, em substituição ao professor Renivaldo José dos Santos de Rosana. Pois não, Milton. Eh, a gente tinha discutido eh há uns se meses atrás, né, a recomposição da CEAFA e a gente eu defendi o nome
do Renivaldo porque tava encerrando o mandato. Então, hoje a a minha proposta é que seja o professor César Rogério Pusse em substituição, que ele já tinha se colocado naquela época eh com interesse, Tá? Então, tô indicando o nome do professor César. Bem, boa tarde a todos. É, bom dia ainda, né? Eh, professor Eriivaldo, professor Capelo, eu me coloco a disposição, então, para continuar no local do, né, onde o professor Renivaldo estava e, eh, reitero aí a condição da indicação do do Milton. OK. Mais alguma indicação? Então, temos a indicação do professor Sérgio Rogério Pus de
São José dos Campos como indicação única, então fazemos por aclamação. Fica indicado, então, professor César, bom trabalho participando dessa comissão. Vamos então ao item três da ordem do dia, que é a indicação de um representante docente para integrar a comissão permanente de orçamento do CAD em substituição também ao professor Renivaldo José dos Santos, que encerrou seu mandato de diretor. Pois não, Milton. Eh, como a gente também tinha conversado na comissão de sempre ter um diretor colocado na comissão de orçamento, eh, embora não goste muito, né, da pessoa, Porque a gente já trabalhou junto e ele
e ele puxa a orelha, o trabalho dele é constante em algumas comissões. A gente tá sugerindo pro professor Álvaro, professor Alvo de Souza Dutra. é isso mesmo. OK. Quer falar alguma coisa? Não, eu vou agradecer. Se não me indicar. Perfeito. Algum outra indicação? Então, da mesma forma, então fica indicado pra comissão de orçamento o professor Dr. Álvaro de Souza Dudra da FEG Guaratinguetá. Então, por aclamação também. Bom trabalho na comissão, professor. Então, com isso, opa, pera aí, deixa eu só. É o item cinco na sequência, né? Então, destacado pelo Milton, o item cinco, que é
uma manifestação sobre doação, que é a incorporação ao patrimônio da universidade por doação de usina solar fotovoltaica, por meio do Instituto de Pesquisa em Bioenergia da UNESP, o IPBEN, em razão do Programa de Eficiência Energética, PE, promovido pela concessionária Electro Rede Sociedade Anônima. Por gentileza, Milton. Bom, eu não quero ser contra a doação, Não, né? É, mas o meu destaque tem a ver com o processo, né? Eh, na cláusula quatro do processo, não sei se o pessoal teve acesso, coloca que a empresa, né, ela doa todos os equipamentos e tudo mais, mas que a manutenção
fica por nossa conta, né, pela conta da instituição. Eh, não sei se é por Rio Claro ou se fica dentro da PROPEG. a gente gostaria de de entender um pouquinho. Eh, e aí eu queria, professor, se for possível, não só o destaque tá colocado aqui da manutenção para eh mas para explicação mesmo, pra gente entender entender essa questão, porque participando da comissão de custeio, a gente teve um uma conversa, né, com o professor Mário de Botucatu, né, quando ele veio, ele solicitou vir a à comissão para falar sobre a a é indústria, eu não sei
como é que a usina, a usina fotovoltaica de lá, eh apontando para nós que seria importante no primeiro momento o retorno dos valores que diminuiu, né, eh, com a energia elétrica para investir na própria na própria usina, porque, eh, foi colocado as placas num campo e tava com mato alto, tinha que cortar, tinha que, sei lá, fazer a manutenção. eh, não só do equipamento, mas da infra que tava do lado, né? Acho que o professor tava faz parte da comissão de Custeio, né, professor aí Fábio. E isso nos preocupou porque a a ideia inicial, né,
é que essas usinas viesse, né, deixar de eh diminuir o custo da energia, que é muito impactante na em muitas unidades, e que pudesse ter um fundo revertido pra gente eh eh administrar os o custeio principalmente da da unidade. E quando veio aqui a manutenção, isso isso me chamou atenção, né? Eh, porque não veio com valores, não veio com essa perspectiva. Eu acho que é fundamental a gente incorporar, foi doado o equipamento, o equipamento é mais caro que a manutenção, né? Mas a gente tem que planejar isso, né? Pensando no orçamento meio restrito, eh, como
é que vai ficar essas questões, né? e até se puder aproveitar, professor, eh, em algum momento talvez chamar o pessoal da da desse projeto, né, para falar, né, dessa implementação, eh, diminuiu mesmo o custo com energia, quanto é que a gente pôde eh direcionar ou para ou para eh revitalizar o próprio programa, né, que teria que colocar em outros lugares, que que era um projeto maior, ou mesmo para eh dar uma diminuída aí no custeio das unidades. que era uma das demandas, né, que se tinha com essa questão das da das usinas fotovoltaicas na Unesp.
Então, do processo seria mais sobre a manutenção, Né, para tentar entender como é que vai ficar e e se possível, senão hoje, em outro momento, discutir um pouco sobre sobre esse programa e como é que tá sendo a perspectiva dele. OK. É, aproveitar para esclarecer, acho que vale a pena a oportunidade, Milton. Eu até comentei ontem na comissão de de orçamento que a gente às vezes eh foi falado a questão, às vezes tem algumas infraestrutura que nós fazemos e tem outras que a gente precisa fazer manutenção, tá? essa essa manutenção permanente, eu tô de alguma
forma tentando criar programas para essas ações, para que isso fique com pequenos recursos para fazer ações de manutenção de de de infraestrutura de uma forma geral. Aqui já é um bom exemplo. No caso das usinas fotovoltaicas, nós criamos um programa de sustentabilidade energética que tá dentro lá do PEG, que a gente tá trabalhando o tempo todo. Então, qual que é a ideia? Todo o recurso que está nesse programa, ele tem que ser reaplicado para isso. As usinas já entraram em ação, uma delas, a de a de Botucatu lá já já entrou em ação, já está
tendo redução de de de custos da a maior parte do da redução tá ocorrendo lá em Botatu e um pouquinho Araraquara por conta que a CPFL é a mesma, o CNPJ, ela ela ela acabou reduzindo a conta de energia. Eh, já já tem uma redução da ordem de de 1 milhão e pouco. Nós não quis mexer com isso nesse momento, exatamente por conta de algumas toda a parte de manutenção. Tô falando das usinas que nós instalamos agora vai entrar em operação a de Lageada e vai entrar operação a de Rio Claro. Eh, todo esse recurso
nós vamos fazer a gestão desse recurso dentro do programa e aí nós vamos reinvestir mantendo, dando manutenção. Então, uma parte do recurso fica para fazer manutenção e uma parte do recurso a gente reinveste nas outras unidades. Nós temos várias unidades que têm pedido usinas e aí nós estamos elencando, pedindo que as unidades encaminhem projetos, projetos que eu digo um plano de ação para essa questão de de de da energia, para que encaminhe quais são os itens que ela entende que são importantes na economia de energia, equipamentos muito antigos, instalar uma fotovoltaica menor. Ah, a legislação
não tá permitindo mais fazer instalação de fotovoltaica, jogando energia na rede. Então você tem que fazer instalações de fotovoltaica que você mesmo consome. Então a ideia é que as unidades, nós estamos, nós acabamos de de fechar isso, esperamos eh esses meses pra gente começar a fazer essa ação. Eh, já tem algumas demandas de fotovoltaicas que que a gente estava prevendo e ver a possibilidade de de Implementação ou equipamentos, coisas dessa natureza dentro desse recurso e guardando uma reserva para manutenção também, tá? Então isso é o que a gente tá fazendo dentro do programa. esses esse
item, quando a gente recebe as usinas, o custo é muito baixo e a e o impacto energia elétrica é direto. Então nós já tivemos algumas unidades, eu posso citar aqui eh Marília já foi instalado com com o com o convênio que foi feito com a com a operadora, eh, e já tá tendo redução. Nesses casos, a redução acaba ficando pra própria o espaço que que recebeu a doação e obviamente vai ter que compor essa questão da manutenção, porque o impacto na redução de energia ele é imediato quando ela entra em ação. O o as usinas
que que a reitoria se disponibilizou a instalar, que foi da ordem de mais de 40 milhões, quase 50 milhões já, né? que que nós estamos finalizando essas usinas, eh, algumas, né, de reclado tem um pouquinho de mais de tempo, eh, é para sustentar o programa. Então, nós estamos trabalhando com essa com essa lógica e à medida que vão chegando as demandas, nós vamos tentando atender sempre demandas voltadas para sustentabilidade energética. Não pode ser demanda de custeio normal, porque senão vira custeio para todo mundo. E não é essa a ideia dessa desse programa. O programa é
atender demanda, eh, Equipamentos, não é só a usina que faz a sustentabilidade energética, o consumo também melhora. Então, quando você melhora a rede, as cabines de entrada, então nós levantamos levantando todas as cabines de entrada que estão com com problemas e aí vamos começar a fazer manutenção. Redes elétricas muito antigas, equipamentos muito antigos, né? Equipamentos, por exemplo, em algumas unidades que tem laboratórios de grande porte na área de biologia tem equipamentos de de altíssimo consumo, de refrigeração. Então, esses equipamentos é muito antigo, consum muita energia. Se você troca um equipamento desse, eh, você reduz bastante
o impacto, eh, na energia elétrica, tá? OK. Então, aí aí depois a gente pode ir detalhando mais conforme a gente for executando isso ao longo do ano, tá bom? Obrigado. Eh, nesse caso de doação, então fica para Rio Claro a manutenção. Nesse caso de doação, o IPB particularmente ele tá ligado aqui à reitoria, certo? Então, certamente a manutenção vai tá lá, mas com certeza nós vamos observar a energia elétrica e isso vai tá dentro do contexto da economia que for feita, tem que entrar manutenção. Sim, não tem como. É um valor pequeno, sim, é um
valor pequeno, mas tem que ser mantido um valor para manutenção. É baixo hoje. É baixo. De fato, essas usinas dão pouquíssima manutenção, mas a longo prazo isso pode precisar de mais manutenção. Então, eh, a ideia é que, Eh, o, o reinvestimento dá dessustentabilidade financeira pro, projeto. Percebe? Essa é a ideia. Tá bom. Obrigado, Milton. OK, Milton. Mais algum apontamento sobre esse destaque? OK. Não havendo, coloque então em votação o item cinco, que é sobre a doação. Por gentileza, os contrários à doação se manifestem com suas placas. abstenções e não havendo votos contrários e nem abstenções,
a doação fica aprovada por unanimidade por estes colegiados. Passamos então para o destaque do item 24, que é relatório final de atividades do acordo de cooperação técnica entre a UNESP, por meio da Faculdade de Filosofia e Ciências do Campus de Marília e a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Maranhão, a Universidade Federal do Maranhão e a Universidade Estadual do Maranhão. Também pelo Milton. É, depois eu fui entrar aqui e ver o o nada contra o relatório aqui, né? Mas era o sistema de de convênio, né? Que eu tinha destacado na minha fala
inicial, eh, o cuidado só, né, para para e aqui no no parecerzinho, né, no link aqui, não dá para ver se ele passou completamente aprovado na comissão ou não. Não tinha não tinha o link ali, né? Eh, mas eu o o o meu destaque aqui seria simplesmente para que a gente tome cuidado. E aí eu tô falando para todos os membros do colegiado na hora de Avaliar e aprovar o convênio lá na tramitação eletrônica, que facilita muito de a gente só não seguir, ah, o parecer tá favorável e e aplica, mas olhar se se passou
com a maioria na comissão, né, e e mais detalhadamente pra gente evitar qualquer problema eh de aprovação no colegiado e algum e algum problema que possa tá passando. Foi nesse sentido que eu coloquei, né, a acredito que vai ter uma reunião presencial da comissão, poderia passar para para eles cuidarem dessa dessa tramitação e nós aqui no colegiado ter cuidado na hora de de avaliar a tramitação eletrônica. É isso. Deixa eu só fazer um eh obrigado, Milton. Eh, bom, primeiro até agradecer o professor Antônio, ele tá como presidente da comissão de de convênios, né? eh, pelo
trabalho aí que ele tem feito conosco. A gente, nós acho que podemos conversar com a comissão, porque eu até depois eu fui identificar esses processos que vocês tinham levantado. No próprio parecer, ele ele identifica que o que o relatório poderia ser complementado, ser melhorado, mas que a caberia a aprovação. Eu acho que é sempre, talvez a gente fazer um ajuste de que quando faltar informações, pedir as informações. Acho que é legítimo. O convênio não é um processo trivial. Eu acho que é importante vocês entenderem, por exemplo, nós estamos fazendo um convênio com o Universidade do
Maranhão, Que tem uma realidade diferente da nossa, uma dificuldade até de interlocução, mas enfim, mas ele é importante. Então, eh, a gente vai ter uma reunião com a comissão, a gente aprimora mais esse processo, inclusive no processo de votação que, que você acabou trazendo. Obrigado, viu? Eh, até até aproveitando a sua fala, né, professor, é que o parecerista muitas vezes ele aponta vários itens que faltou, mas indica a aprovação, né? E aí esse é o cuidado, porque se se for algum documento, alguma, né, por exemplo, a parte financeira, eu eu acho que teria que realmente
solicitar, incorporar para depois aprovar, né? Eu acho que esse é o ponto principal. OK. Só em relação específica a isso, eu tô com a documentação aqui, meu, só para deixar bem claro. Então, a questão da votação que você fala tá aqui direitinho. De acordo com o parecer do relator, a comissão foi 70% da votação, tá aqui nesse aqui, que é o que nós estamos dizendo. Então, costuma ser desta forma o parecer. E em relação à manifestação eh do parecerista, tá certo? Ele dise aqui que o entendimento entendimento dado à análise que as informações contidas no
relatório são as mínimas necessárias para a sua aprovação. Ou seja, cumpriu todos os requisitos em termos legais para que isso acontecesse. E fica a sugestão que os eventos em parceria, de forma geral, não só específico a esse, tenc robusta, O que não está previsto em teoria na resolução 104. Perfeito. Então, o que eu tô querendo dizer, a resolução 104 não aborda o que é robusto, qual é a documentação mais completa. É isso que eu tô querendo deixar claro, tanto para vocês conselheiros da parte técnica, quanto pros ouvintes. Então, ou seja, quando passa pela comissão e
depois pelo colegiado na votação antes, quando não há necessidade de vir aqui, quando tem o resultado de 50%, mais um voto pelos membros do CAD ou do CEP, é entendido por todo o processo que cumpriu toda a parte legal. É isso que eu tô querendo dizer. Entendo disso, como o professor Capilo já comentou com o presidente do CAD, que ele também vai conversar com a comissão. Eu já acertei enquanto tava aqui na reunião com o professor Antônio também, que vai tem uma reunião prevista pro começo de abril, também já pedi uma fala com ele para
esclarecer não só essa parte que que ficaria mais docado da presidência da PROPEC em relação à parte documental e etc. eu quis tratar com ele quais são alguns problemas que podem estar ocorrendo para melhorar o andamento das análises, bem como se precisa algum ajuste no sistema. Essa é a minha parte de secretaria geral e o professor Capelo vai fazer a parte, digamos aí, de análise mais técnica de robustez para vocês conselheiros, OK? Então, só isso que eu queria deixar claro. A gente já tá fazendo esses encaminhamentos. Alguma outra questão? Então, não havendo, coloco em votação
o item 24 da ordem do dia, que trata do Convêno, da prestação de contas desse convênio já relatado aqui. Então, é em votação. Contrários à aprovação da prestação, abstenções. Não havendo votos contrários e nem abstenções, o item 24 da ordem do dia fica aprovado por unanimidade por este colegiado. Dessa forma, prof Edson, procedemos toda a ordem do dia, concluímos a ordem do dia com todas as questões pertinentes. Ah, antes de passar para o encerramento da reunião, desejo a todos bom retorno à suas unidades. Prazer teros recebido aqui pela primeira vez nesse espaço novo das nossas
reuniões a partir de agora. E até o próximo CAD. Bom, encerrando aí, eu gostaria de agradecer a todos pela essa essa primeira reunião no nosso prédio novo aqui. Convidá-los para conhecer o prédio, né? Podem ir até lá o gabinete da da Propeg para conhecer. Eles são são todos tem um padrão aí das dos dos andares com as próreitorias, né? você conhecer a Propeg, conhece todos eles. Eh, tem o piso intermediário lá, que é um ambiente muito interessante que ficou aqui pros servidores, né, para fazer algumas atividades, aonde eles acabam eh almoçando, ficando ficando descansando um
pouco naquela área, o saguão. Então, todos convidados aí para para conhecer melhor o prédio. Então, Bom retorno a todos. Obrigado e bom trabalho mais uma vez. Um abraço. Ah, professor, posso, eu esqueci de falar. Eh, eu acho que os membros aqui do colegiado, para todos eles, seria importante regulamentar logo a possibilidade da gente colocar o carro aqui no prédio. Isso aumenta a nossa segurança. Eu acho que isso é um dado importante e local para deixar nossas malas que no outro lá tinha lá. E aqui não tem. Por enquanto não tem. É, tem tem muitos ajustes
aí para ajustar para ajustar aí pro pro prédio aí. É só uma sugestão. É essa questão do do dos veículos. a gente tá trabalhando nisso também. Existe uma questão de segurança nesse prédio aqui que é um pouco mais complicada, até porque uma coisa é entrar entrar 10, 15, 20 pessoas, outra coisa você ter uma quantidade maior que a gente tem condição de de acolher mais gente aqui. Então tem uma questão de segurança, por isso que a gente ainda não abriu totalmente, né? Eh, é bom saber essas demandas. Tem um service DEC que da Propeg na
na diretoria administrativa da da reitoria, que as pessoas podem colocar essas demandas se precisarem e mas a gente é bom encaminhar pra gente no próprio e-mail da Propeg, a gente recebe e vai e vai fazendo os ajustes necessários. Tá bom? Pode falar. Não. Eh, por exemplo, nós fizemos o reconhecimento facial, né? Então, se a gente vende carro para, por exemplo, Paraa reunião, né? Acho que tem a entrada o reconhecimento também. Então poderia agilizar, né, principalmente os membros do colegiado ou que vem para uma reunião na reitoria, facilitaria muito para as pessoas estarem mantendo caro. Sim.
É, mas aí a responsabilidade do veículo também fica para nós, né? Então precisa combinar direitinho como é que funciona essas coisas, né? Não é só a responsabilidade de quem entra, é de quem tá aqui dentro do patrimônio. A partir do momento que entrou aqui, patrimônio passa a ser responsabilidade nossa, né? Circulação passa a ser maior. Acho que é uma coisa que precisa ser ajustada. Eu acho que a gente vai procurar atender ou tentar atender, mas assim, é algo que a gente precisa ajustar para ter um porque não adianta a gente abrir um serviço que começa
a gerar outros tipos de de problema que às vezes não tá nem no nosso radar, tá bom? Então, um pouquinho de paciência aí, nós vamos resolver essas coisas. Obrigado. Obrigado a todos e agradeço a toda a comunidade da Unesp aí via TV Unesp. Obrigado. Um abraço. Tá, professor Renata, só uma pergunta. Me parece que a questão das malas havia um espaço disponibilizado, não sei se era na sessão de comunicações, é isso, que fica a esquerda, à direita quando entra pela Praça da República e à esquerda centrar pela rua Aurora, não é isto? Isso. Então, a
questão das malas é na sessão de comunicações que há lá já estão instruídos de como receber e onde Colocá-las. Perfeito. E a questão do carro, o professor já comentou. Então, então tá bem. Peço por gentileza aqui o encerramento da transmissão pela TV Unesp. Obrigado a todos que estavam com a gente ouvindo e participando dessa transmissão, tá bem? E mais uma vez, bom retorno a todos.