[música] [música] Кришна, Bom, valeu as minhas. Tudo bem? Bom, hoje temos uma live muito especial, não é verdade, tia Itânia? Ouviu? Aí não, você tá tava mudo. Ah, nós temos um convidado para especial. É, quer que dizer, você pode ler a nossa introdução aqui, a biografia do nosso convidado e tudo tá no mudo. OK. Então, hoje nós temos a um convidado especial que é o Maharaj Chandramuca. Santidade de Andamga some. Janam é um um dos líderes, né, mundiais do movimento de Krishna e tá aqui bem do começo mesmo do movimento, né, um dos primeiros discípulos
de Cantearadeva, né? E nesse nessa série, nós vamos nós vamos uma série comemorativa, né, dos 60 anos da Isco, nós vamos receber Maharaj, que ele é membro desde 79, sanear, Mestre espiritual, iniciador e autor de diversos livros sobre filosofia védica e espiritualidade. Então, nessa conversa, o Marad vai compartilhar conosco, né, reflexões e vivências de sua trajetória, abordando a importância da consciência da ISCOM para o desenvolvimento espiritual da sociedade. Os desafios de levar a consciência de Krishna à pessoas em uma era de tantas distrações e como acompanhar as transformações do mundo sem modificar a essência do
dos ensinamentos de Chila para buuppada. Então a oportunidade de refletirmos sobre honrar e preservar o legado de Copada e continuar levando sua missão às próximas gerações. Haribandrauca Crista, eu apareci aí. [risadas] Boa noite meus grandes amigos. Tena Gochai, a Tsundara, duas pessoas que fizeram parte da minha vida, ainda fazem, mas teve momentos que fizeram parte bem intensa, né? Primeiro com a Sundara no Rio de Janeiro. Tem muitas histórias que a gente não vai contar aqui, mas foi muito legal. A época de Brama, novinho, cheio de energia, tudo era festa, o mundo era maravilhoso. [risadas] E
depois quando eu fui para Belo Horizonte também, Tiânia viajou demais comigo, muitos anos, né? Então tenho uma grande consideração essas duas grandes almas. Ofereço minhas reverências a eles e também do boa noite a todo mundo que tá presente aí, a turma que tá sempre ativa no movimento. É um prazer estar aqui com vocês nesse frio, né? Porque pelo menos aqui na Ecovila tá bem frio, inclusive tá garoando, tá um climazinho assim interessante, né? Tô à disposição de vocês, meus amigos, para tentar passar alguma coisa positiva aí, interessante para vocês, tá? Oi, Crishna, seja muito bem-vindo,
muito obrigado pela sua misericórdia e pela sua misericordiosa consideração para com essa com esse humilde servo que vos fala. Maraj, o tema de hoje é sobre a Iscon, né, os 60 anos, os próximos 60 anos, né, que nós vamos eh comemorar, né, próximamente. E poxa, nós temos muita curiosidade para ouvir do senhor sobre as coisas que lhe motivaram, Que lhe tocaram o coração, boas passagens, né, passatempos incríveis, eh, momentos em que houve uma realização espiritual intensa, coisas dessa natureza e que o senhor puder compartilhar com com conosco, né, com o público da TV Congrega. Isso
vai ser maravilhoso de grande proveito para todos nós. É, de fato, né? Acho que uma é uma boa conversa esse tema. A gente já passou por, embora seja muito pouco tempo, a gente tá comemorando 60 anos, mas no Brasil praticamente foi 50 e poucos anos, né? 60 a partir do início da ISCON em Nova York, né? Que foi em 65. Aqui um pouquinho menos, né? que começou inclusive um pouquinho mais timidamente porque não tinha presença ali de paraupada, mas eu, por exemplo, agora eu estive participei do festival Christian Jan Mas e também do Viapja de
Prupada em São Paulo e eu achei muito curioso, não o dia master, o dia mais tava muito cheio, tava chovendo mesmo assim tava lotado. Foi uma festa muito legal. Pessoal de São Paulo, vocês sabem, né? São muito animados e muito bons. Mas no dia de ver essa puja de Prupada tinham talvez umas 30 pessoas e dessas 30 pessoas deveriam ter uns 20 a 20 poucos eh Membros da congregação, né? E quando eu comecei a minha fala sobre o viaja, eu falei sobre isso, falei interessante, né? Porque eu me lembro os primeiros viçapujas que eu participei
e os primeiros gemástames. Tinha três gatos pingados no templo, né? Não tinha congregação, eram poucos devotos no templo, poucos mesmos. Isso foi no Rio de Janeiro, era uma casinha pequena. Me lembro, né, que Maratra o primeiro dia março, ele era o presidente, ele ficava lendo até da meia-noite e e os três gatos pingados sofrendo ali, tentando ouvir, mas meio dormindo, aquela coisa assim, não era uma festa, era um sofrimento. Aquilo era um baita de um sofrimento mesmo, né? Então essa foi a primeira fase. Eu vi essa puja de prova upada. As primeiras, eu pouco me
lembro também, não tinha quase nada acontecendo. A segunda fase foi a fase que o os templos eram mais cheios, né? Eu me lembro em São Paulo, por exemplo, 40, 50, 60, 70 devotos e um monte de Bramachari. Então, a gente teve viaças de Prabupada com muitos devotos que residiam no templo e era muito legal, né? E agora a terceira fase, né, que é exatamente quando também não Existem mais devotos praticamente vivendo no templo, mas tem muitas pessoas fora e muitas pessoas interessantes. Eu, francamente falando, gostaria de ouvir o pirão de vocês, né? Eu acho que
tudo isso é completamente parte do avanço do movimento. Eu agora eu eu tô assim muito esperançoso mesmo de que a gente vai ter uma congregação forte, né? Porque vocês sabem, Prabupada disse uma coisa que para mim é muito importante. Eu sempre medito nisso. Ele disse pros devotos, pro GBC, que nós teríamos um período de muito desafio, porque nós teríamos que deixar de ser um simples movimento, né, e nos tornarmos uma sociedade, que mais ou menos é o que o que Prabu Pada também falou sobre o fato dele não ter conseguido fazer 50% do serviço dele,
que é o Varnacha, né? Então eu vejo que realmente eh ter uma congregação forte, devotos bem seridos na sociedade, bem estruturados, mas ao mesmo tempo com bom standar espiritual, realmente é um grande desafio, né? [roncando] Não é o meu caso, mas muita gente eh vive assim aquela coisa do passado, achando que o movimento tá fraco, que a Congregação é fraca, eles não tiveram experiências no templo, não são pessoas assim com muita força. Não penso assim. Eu acho que tem muitas pessoas com muita maturidade material, com educação material, com experiência material, eh, e que podem se
tornar e estão se tornando bons devotos. Obviamente não devemos exigir deles o mesmo sadana que se exige de uma pessoa que tá por conta, que vive dentro do templo. Mas eu acho que nós já estamos num momento que eu acho muito interessante. Tem muitos, muitos, muitos membros que residem fora. Por exemplo, Atsundar e o Titanegosai são de é uma categoria diferente porque eles viveram no templo, né? E depois saíram. E o Titano Gai já era já era engenheiro e ele saiu e se inseriu. Eu me lembro que por muitos anos ele voltou para Montes Claros
e conseguiu trabalhar, ganhar dinheiro, alimentar suas filhas, eh mantê-las lá em Maia por manter a vida familiar e viajava paraa Índia, que também tem um custo, né? Inclusive, às vezes, eles, as filhas, vinham tudo isso com assim com a profissão que ele tinha, né? Então ele não sofreu o que talvez alguns bromaares sofreram, que ficaram anos, não eram formados em nada, não tinha uma profissão, saíram, ficaram talvez um pouco perdido até a prumar demorou. O Atsunder, eu não me lembro se ele era Formado, mas eu acho que ele quando ele decidiu sair de Nova Gokula,
porque o Natsund era já do Rio, ele foi morar em Nova Gokula e trabalhou com a educação, né? uma fase muito boa também com uma ranage da Vantary. Aí quando ele voltou pro Rio, eu acho que você voltou a estudar, né, Sundara? Eu vi a faculdade. Eh, o senhor tá ouvindo agora? Tô. Ah, eu então eu eu interrompi a faculdade quando quando eu entrei no movimento, eu tinha trancado a faculdade, então não cheguei a terminar a faculdade. Aí nós, como o senhor sabe, senhor acompanhou a minha vida espiritual desde o começo, eu entrei eh muito
afetado materialmente, né, por pela ilusão, até demorou um pouquinho para ir purificando. E aí depois fui trabalhar com a educação. Quando eu saí de Nova Gokula, eu tive que retomar os estudos, mas praticamente eu aproveitei muito pouco daquela daquela daquele tempo que eu tinha estudado. Então eu fui, eu entrei na faculdade, depois fiz pós-graduação, concurso, tudo. Eu praticamente recomecei do zero, né? Com quantos anos, Adundara? 4 41. 48. É, fui fazer faculdade com muito interessante seu exemplo. Realmente muito interessante, né? Se graduar, se Pós graduar, fazer concurso, passar num concurso, se inserir e agora constituir
uma família, ter uma estrutura e também essa base espiritual que você obteve, né? Muito interessante, né? Então eu eu eu acho que vocês devem se lembrar eh a ti, eu deveria falar da Maharaj, mas eu não vou conseguir, né? Porque publicamente assim é assim que se fala, né? Vou tentar às vezes. Eh, Danando da Maharaj, ele falou pra gente que olha, o movimento vai fazer uma curva, né? Vocês lembram disso, né? E não era muito claro para mim o que ele queria dizer com isso, né? Mas uma coisa era claro, a gente não podia mais
manter tudo apenas com a venda de livros, porque era um peso muito grande na vida dos meninos, né? E das meninas era um peso muito grande pagar aluguel, manter tudo, era muita austeridade e ninguém podia pensar no futuro porque não podia abandonar o barco, né? Era era um era muito difícil. Mas eu tenho muita fé que o nosso movimento tem uma proteção divina. Evidentemente Krishna já investiu tanto aqui, né? Então eu acho que as coisas estão acontecendo como realmente deveriam acontecer. O primeiro momento foi importante pra gente abrir os tempos. foi um pouco o modo
da paixão. Hoje, né, a gente já tá com uma certa idade e reconhece isso, mas naquela época, com 20 aninhos, eu entrei com 21 anos, né? [roncando] Eu achava que era isso mesmo. E quando eu ouvia dizer que o movimento ia perdurar por 10.000 anos, eu achava que ia ser 10.000 anos e todo mundo vendendo o livro na rua e todo mundo raspando a cabeça, vivendo no templo, talvez centenas, milhares de templos e milhões de devotos. Mas agora eu não vejo assim, né? Agora eu vejo que não, que é mais ou menos como as igrejas,
né? Tem um padre, tem lá um mais um coroinha lá, um pessoalzinho que tá ali apoiando, mas assim a grande maioria, né? A grande maioria dos fiéis, eles vão est vivendo fora. E aí eu pergunto para vocês, né, quando nós tivermos 10.000 devotos, como vai ser? A resposta que eu dou, eu vejo a importância do programa de células mesmo, né? Porque quando você fala em 10.000 pessoas, essas 10.000 pessoas não vão seguir os quatro princípios e cantar 16 voltas. Muitas vão e outras não vão, mas ao mesmo tempo a gente não pode ter uma instituição
ou um movimento de sanquirta no sentido mais amplo de pessoas fracas, né, desconectadas e desviadas do sidanta e cada um criando sua própria filosofia. Então, acho que a gente precisa conectar essas pessoas à instituição, fazê-las pertencer. E eu vejo que o programa de célula é a melhor maneira de se fazer isso. Pode ser bact Breaka, pode ser lapidar, pode ser qualquer coisa, pode podemos criar outras opções, mas eu acho que a gente precisa fazer isso. Nós estamos no momento de fazer isso, mas infelizmente eu penso que para fazer isso, a ISCON, os templos precisariam estar
mais bem administrados. a gente tinha que ter já uma estrutura administrativa que nós não temos ainda, nós não amadurecemos muito do ponto de vista administrativo, especialmente, eu diria no Brasil, né? Então temos algumas algumas eh alguns desafios, como eu falei, mas eu vejo, né, que como vai ser os próximos 60 anos. Esses primeiros 60 anos já aconteceu muita coisa, né? Já houveram, houve muitas mudanças, né? Como vai ser os próximos 60 anos também vai depender do mundo externo. Essa internet entrou para mudar tudo, né? Eu acho que também tudo passa pela questão do Cristo Oeste.
Acho que o Cristo Oeste é natural, é uma coisa assim, eu vejo que eu sempre falo, né, que a tia Deva tá 20, 30 anos à frente, né? Eu sinceramente vejo, vejo que a tia Deva tá entendendo com muita lucidez. Eu acho que assim, uma muita lucidez para onde a gente precisa ir mesmo. E é curioso, eu tive agora, vocês sabem, em Portugal e eu tive uma conversa com três discípulos de Praupada, inclusive um era Saneci, né? E eles não, eles têm muita dificuldade de entender, muita dificuldade entender a proposta de Atiar Deva. Eu fiquei
até impressionado com isso, porque eu mesmo tenho discípulos e discípulas novas, bons, muito bons, pessoas maduras, né, que são professores, empresários, pessoas, para eles é muito fácil entender a proposta de Atiar Deva. E e eu vejo que os devotos que residem no templo, eles têm um condicionamento adquirido na própria instituição que faz com que eles não entendam a necessidade da gente se abrir um pouco mais. Entenderam? Eu sinto isso. Vocês dão. Eu sei que vocês dão. Não é porque vocês estão aí. Eu sei que vocês dão. Entendo que muitos devotos aqui no Brasil não. Acho
que no Brasil inclusive a gente tá um passo à frente mesmo em relação a tudo isso, né? pela própria natureza do país, natureza das pessoas, pela influência de Atiara Deva, pela confiança que a gente tem nele, né? Então é isso. Eu acho que aquilo que eu mencionei, eu repito, nós temos um desafio mesmo, deixar de ser um simples movimento, como a gente participou quando éramos bramares, sair na rua, cantar, vender livro, pagar o aluguel de uma casa e fazer uma festa de domingo e convidar jovens para vir pro templo se juntar a nós, né? Esse
movimento assim, né? OK. Foi muito bom. Eu acho que precisamos manter esse movimento missionário, talvez com algumas alguns outros ajustes, mas o espírito precisa manter. Mas ao mesmo tempo a gente precisa incluir as pessoas. E hoje ainda não temos, por exemplo, se a pessoa não tem facilidade entrar numa cozinha, fazer um puja ou sei lá, ajudar no templo, limpeza, a gente não tem programas para ocupar as pessoas, tem muita pouca opção. Por isso que eu acho que as células têm muita importância, porque a partir das células pode ser criado ideias também para ajudar na expansão
do movimento, da propagação. Agora queria ouvir um pouco de vocês ou se vocês tiverem perguntas ou se alguém tá fazendo pergunta aí. Deixa eu falar então. E mar vai ter que fazer o microfone seu porque daquele eco, né? Então o o mar falou uma coisa muito bacana aí que essa experiência que ele que ele teve agora no nessa apoi de parmupada em São Paulo, né? Porque São Paulo é um exemplo típico, né? Acho é um exemplo que é totalmente mantido pela congregação, né? com o tempo de São Paulo, né? Então assim, eh, eu eu penso,
né, que essa essa essa preocupação que a gente tem, como é que vai ser, né, o futuro, né, eu acho que Cristian realmente tá comandando isso. Cristian já fez essa mudança e o movimento nos tempos estão vazios, mas a congregação tá maior do que nunca, né? Quando eu entrei pro movimento, né, eu não tinha Opção de morar fora. Ou você morava dentro ou você tava em maia, tava blupeava, né? Você desaparecia que não tinha jeito, não tinha opção. E hoje e hoje parece que é mais difícil morar, mais difícil morar no tempo do que morar
fora, né? [risadas] né? Você pode ser um devoto muito bom e e os devotos é os devotos que moram fora, mar, como eles estão fora da casinha, eles não tiveram essa experiência de sua vida monástica, eu acho que eles eles eles podem ter mais ideias do que a gente mesmo. Essa ideia você falou de fazer células, acho muito interessante porque nós vamos ouvir as ideias deles, porque tem muitos profissionais, eu tive eu tive um contato esse final de semana agora com com os profissionais, né, que não são devotos. Uma, a esposa de um é devota,
mas ele não é devota, mas pessoas pessoas formadas, pessoas de pós-graduação, pessoas empresários, né? Eles têm altas ideias. Acho que eles eles eles é que vão levar esse movimento paraa frente, né? Assim, eles têm as ideias, como você falou, em Portugal lá, o pessoal não consegue nem conceber o CR Oeste. E o CR Oeste aqui no Brasil é uma coisa orgânica, naturalmente todo mundo já entendeu isso, né? Que não tem outra opção pro Brasil, então e pro mundo também. Eu acho que é por aí mesmo. Acho que a Cristian já tá Cristando, nos usando para
essa, para essas pessoas que vão tomar a frente do movimento, né? daqui daqui 60 anos nós não tá mais aqui, mas quem vai estar aqui vai estar com outra cabeça, acho que morando fora mesmo. Os presidentes vão estar morando fora, todo mundo tá morando fora. É, eu queria abrir um parêntese eh, que esses devotos que eu conversei lá são santos, são pessoas muito boas, provavelmente vão voltar para mundo espiritual. Eles não deixam de ser Grandes almas, mas eles não entendem o que está acontecendo. E por não entenderem, eu vejo que a pregação por lá tá
muito, muito, muito, muito fraca, né? Porque quando você entende, você ganha assim uma um entusiasmo também, você um novo caminho se descortina e temos muitas possibilidades daqui paraa frente. Mas se você ainda quer eh recordar o passado, que antes viviam tanta gente, agora não tem ninguém, aí você vai cair assim num sentimento de lamentação. Isso não faz sentido, né? Então eu acho isso, em algum momento a gente vai ter que levar a sério o programa de células, porque como eu falei, existe o perigo também de criar uma congregação fraca, né, e de desconectada e que
especula demais e que não tem uma base filosófica e o movimento começa a ficar uma bagunça. Tem também uma coxa de retalho, né? Sem dúvida, Marrasara. Eu, nesse contexto aí, eu tenho uma dúvida com relação à iniciação, a segunda iniciação, né? A primeira iniciação eu acho que é natural, as pessoas se aproximam, aceitam o guro. Acho que é acho que, acho que a congregação, as pessoas são orientadas a aceitar um guro. Eu, mesmo que elas não morem no templo, acho que elas podem ser iniciadas e tal. Nós tínhamos a a ideia aí eu quero quero
entender a sua o seu ponto de vista, né, que de que uma iniciação bramínica seria Dado para pessoas que iriam cumprir ou uma adoração no altar ou que seriam realmente mestres na na sociedade, né? E só que nós temos esse hábito na Isco, nós cultivamos esse hábito, a pessoa naturalmente ficar um tempo e ela ela passa por essas iniciações como um upgrade normal. Eu sen acho que não precisa um certo ajuste nessa compreensão? O que qual o seu ponto de vista? Eu acho que a ideia de que uma pessoa toma brama na só para entrar
no altar ou fazer cerimônia de fogo é uma ideia ainda retrógrada, ligada à aquele modelo de se viver no templo. Porque de fato um bom devoto externo também pode ter um bom padrão de adoração em casa, pode ter um bom gorniti, um bom jaganata de fazer puja, pode ser um um mestre, né? Inclusive hoje mesmo nós temos guros da Isca, que são griastas que moram fora dos templos e são verdadeiros bramanas, né? Então geralmente um braana é aquela pessoa que ensina. Então a gente tá atraindo muitos professores que se aproximam já são bramaras por natureza
ou mesmo pessoas que têm a capacidade de empreender, de ter uma empresa, de liderar um pessoas são branas, né? Então eu acho que acho que o ajuste talvez também igualmente difícil até da Primeira iniciação, porque para o padre queria uma escola de branas, né? Mas eh hoje em dia a gente vê que um verdadeiro braano é muito difícil e o padrão de 16 voltas e quatro princípios, embora para upada tenha dito que os quatro princípios é o padrão de vida humana, se a gente quer incluir muita gente, a gente também vai ter que criar um
tipo de mecanismo que mesmo que uma pessoa no início tenha dificuldade de seguir um outro princípio, ela se sinta pertencente e ela fique encorajada e ela gradualmente se aproxime. Já foi comentado, né? Já foi sugerido pro J Patacam Maharage as pré-iniciações, mas o GBC caiu em cima dele e não não aprovou, né? Mas alguma coisa a gente precisa fazer, porque nós não estamos sozinhos tentando espalhar a consciência de Krishna. Tem outros grupos e podem surgir novos grupos que vão querer vender a mesma coisa, mais barato. E as pessoas que estão chegando às vezes não tem
ainda uma conexão forte com Propada, com a filosofia e podem cair em algumas armadilhas só para receber uma iniciação, né? Então também é um outro desafio que a gente vai ter. Eh, mas eu mas eu não acho que que Brama é só para quem vai entrar no altar. Eu acho que podemos ser bons pregadores, excelentes pregadores, que tem uma compreensão boa da sociedade. Agora eu não estive no Crist porque não tava no Brasil, mas eu vi muita gente ali palestrando que tão pessoas ligadas, trabalhando, né, ligadas à sociedade. E ah, tem gente que veio falar
para mim: "Ah, mas tal pessoa, ela sei lá, ela não tem sada, já tava palestrando." Falei: "Pessoal, tem que ter paciência. Nós estamos inspirando, né? Acho que o Crist Oeste, esse festival foi uma prova disso, inspirou um monte de gente que não tinham, não tinha como se ocupar dentro da ISCON. Lógico, eles podem melhorar o padrão, mas para isso tem que ter o gosto superior. E esse gosto superior de est ativamente, sentir que eu tô participando, faz a pessoa pegar a japa e cantar, faz a pessoa acordar mais cedo. E, e a e eu para
esse esse devoto que veio falar comigo, né, que veio fazer essa crítica, eu falei: "Olha, a perfeição vai ser quando quem viver no templo eh assim, achar o máximo de quem vida, quem vive fora, a gente achar que é o máximo, que que é tão difícil e a pessoa ainda assim consegue, tá servindo e cuida de uma família e sabe, tem tantos afazeres, né, e a gente bate palma para ele e o pessoal que tá fora, olha assim para quem tá dentro e fala: "Ó, esse pessoal que tá dentro é maravilhoso, né? Tão dedicando a
sua vida". A gente tem que acabar com nós e eles, né? Tem que acabar com isso, né? É um movimento, tem cabeça, tem perna, tem braço, tem estômago e a gente vai precisar de todo mundo, né? E na cultura védica, não só os bramaras canta o Gaiatre, né? O fráundar aqui colocou Alguma coisa sobre Gatre aqui. Não só os bramaras cantam Gaetre, só os chudras que não cantam gaitre. Vamos ler aqui o que vajassundar escreveu. O Gaia é necessário para adoração no lar também. Tira prupada não autorizou barra, incentivou, por exemplo, a adoração de Gardan
Shilas em templos, mas autorizou em casa, por exemplo. Eu não sabia que Prupada não autorizou a adoração de Govardana em templos, né? Mas interessante. E sim, se você vai adorar uma chala grrã, você tem que cantar Gatre, né? Mesmo se você adorar bem uma deidade, tem os Gaiates também, né? Então eu acho que não. Acho que a gente tem que ter brama nas fortes vivendo fora. Como a gente vai chegar lá, talvez tenhamos uma certa dificuldade sundar. Mas eu acho que temos que ter bramas, pessoas que acordam, cantam gaem um puja, nem que seja de
5 minutos, tudo bem. Não é como no templo. O templo demora 20, 25 minutos, não precisa ser assim, né? Mas que antes de comer oferece o alimento no altar. faz um pujazinho, sabe? Não é tão difícil ah oferecer o alimento para CR fazer um puja 15 minutos, né? Então, o senhor acredita que deveria haver padrões diferentes? Assim, por exemplo, em outras religiões é comum você ter padrões para os padres, sacerdotes, Monges, né? E padrões para o público geral. E no final acho que todos se beneficiam. É uma jornada coletiva, né? O público geral não vai
viver recluso e tal. O monge vai viver a vida monástica e tal, mas eles formam tipo um ecossistema e há um há um benefício eh material e espiritual para todos, né? Porque há um intercâmbio ali, né? Porque aal a congregação eh vai manter, né? o os mosteiros, monastero, nós vimos outras religiões que cresceram assim e os monges têm aqueles padrões, aquela purificação e trazem aquela mensagem eh mais influenciados pelo modo da bondade, né? Porque eu acho que a pessoa que trabalha, por mais santo, eu eu tive eh como o senhor mencionou, né? Eu tenho aquela
eu eitânia gochá tenho aquela posição meio híbrida que a gente experimentou bem aquela vida deana, né? Total. É. E depois eu falei [risadas] quando quando eu quando eu fui trabalhar e eu tinha eu passava o dia inteiro com os car, né? São 9 horas por dia e você só ouve para dial, você só tá ali. Mas o seu exemplo e tudo, você você consegue até influenciar algumas pessoas. Adsunda Adsonda, a gente passava 12 horas da rua só com carne, vendendo livro também. É isso. É, é um fato também. Mas então, o que que tu acha
dessa divisão? essa divisão de de Eu vou tentar responder. Eu te pergunto primeiro se você tá querendo dizer diferença de padrão, diminuir o número de japa e o número de princípios. Essa é a sua pergunta se prática. Mas, por exemplo, por exemplo, eu acredito que um padre ele tenha, eu não conheço profundamente, mas vamos dizer que ele cante sei quantos padre nosso, quantas ave Maria, mas o público geral que tem toda aquela vida, que tem que pegar uma condução cedo e tal, ele reza em algum momento do dia, mas ele de alguma forma tá caminhando,
né, para Deus, vamos dizer assim. Isso que que tu acha? É, eu acho, eu acho que no final das contas, né, quem vai estabelecer o padrão é a própria pessoa. A gente pode oferecer o melhor padrão possível e não ter nenhum preconceito e confiar nas pessoas, né? Porque também tem muita gente que segue os quatro princípios e canta 16 voltas de uma forma também artificial. A gente viu isso, daitânia, pessoas que viveram eh cantando 16 voltas, seguindo os quatro princípios, mas de uma forma completamente artificial, tanto é que não produziu o resultado, né? E às
vezes você encontra uma pessoa que tá tantos anos cantando poucas voltas, nem foi iniciado, mas tá firme e depois um belo dia ela pode decolar, né? Então é um desafio, né? Eu acho que hoje a gente não pode chegar pro GBC e propor uma iniciação com menos princípios e menas voltas, menos voltas de japa. A gente não pode. Vamos ter que esperar algumas gerações saírem do Planeta para discutir esse tema, mas eu acho que a gente vai chegar a esse ponto. Eu acho que a gente vai chegar a esse ponto, né? Porque entendido, porque eu
acho que pra ele, por exemplo, quando o Prapada falou em amor e confiança, né? [limpando a garganta] Quando você fala em amor e confiança, trabalhar em amor e confiança, você tá falando em monges. Quando você fala em grirraças que t compromisso, a gente hoje em dia tem grirraças que cuidam das deidais, tem salário. Então não pode. A gente agora vai ter que botar tudo no papel, documentar, fazer contrato. Não é só mais amor e confiança, que agora mudou, né? Não são só bramarezinhos que vivem nos templos. Mas eu acho, eu acho mesmo aqui. Eu vi
que a, cadê? Aqui eu vi uma mensagem. Deixa eu, deixa eu achar aqui, ó, da Satama. É que meu mouse aqui ele tá ruim agora. Funcionou. Sandra Mara Pereira, para quem não sabe, ela é Sátama, lá é de João Pessoa. Ela tá dizendo que a Charadeva trouxe o conceito da segunda iniciação com grande objetivo de pregar. entrar no altar, adorar asidades para se nutrir e seguir pregando, levando a consciência de Krishna. É perfeito, né? Porque paraupada disse isso, né? Que de fato adoração à deidade tem a ver com a pureza. E a pureza é necessária
pra Gente cumprir com a essência que é a pregação, né? Porque também uma pessoa ser bramana, ter um monte de chila, ficar adorando e não pregar também. Será que ele é um bramana mesmo? Um brama ele ensina, né? Um brahna gosta de ensinar, ele tem esse ímpeto. É natural isso. A gente vê em outras outras igrejas, né, Igreja Católica, outras igrejas, o que acontece? Eles acabam eh fazendo, estabelecendo universidades, os padres se tornam professores, porque o Brahman ele ele vai ensinar, não tem não tem jeito, né? Ou ele vai ensinar numa universidade, ou ele vai
palestrar, ou ele vai cuidar de uma célula. ele vai participar ativamente do templo. Então eu acho que também nesse sentido a gente pode desmistificar a ideia de varnacha. Varnas é isso, tá todo mundo inserido na sociedade, fazendo o que pode, cuidando bem da sua família, mas conectado a isso, com tendo um bom standar espiritual e praticando aquilo que para pada chama de utilidade ao princípio, né? Não acho que é tão, às vezes a gente quer criar um assim um conceito de varnasta muito complexo, né? Eu acho que na Caliuga é isso, cada um tem que
se encontrar e e é natural, né, que uma pessoa que tem uma certa inteligência, ele vai se encontrar, ele vai ter o trabalho dele, ele vai ter uma estrutura, né? Eu penso assim, tem muito De mensagem legal aqui. Obrigado aí pela colaboração do Vraj Sundar e também da Sátama. Eu compactuo completamente com a ideia de a tiar Deva. Assim, o movimento é um movimento de pregação, é um movimento de sabe, nós estamos aí para isso e tudo que a gente faz é para isso. Por isso eu falo tanto de células, né? Padre Sérgio tá aqui
também. Deixa eu ver. Fiz uma pergunta. Qual seria a qualidade, o padrão de um devoto tão rendido quanto os precursores do movimento para nossos dias de hoje? Eu acho que assim o bom standar participar ativamente do movimento no sentido de colocar energia dentro da Isco, né? Então, uma pessoa que entende bem a filosofia, ela sabe que o corpo dela não é dela, que a energia dela não é dela, que a habilidade dela não é dela e que até o dinheiro dela não é dela e que o tempo dela não é dela, é tudo de Krishna,
né? Então ele vai querer de alguma forma colocar isso a serviço de prupada, né? Então eu vejo que não dá pra gente ser pesado, querer isso hoje, porque a gente não trabalhou para isso. Então hoje as pessoas já estão começando a colocar alguma energia no movimento, mas com o tempo isso vai acontecer. Eu não acho que a gente agora tenha que dizer que todo mundo tá em Maia, que tinha que dar mais tempo, mais dinheiro, mais energia. Acho que não. Acho que Gradualmente está acontecendo agora. Eu acho, acho que acima de tudo tem que partir
da pessoa isso, né? Porque a gratidão a gente teve agora via essa puja de pra padre e com certeza o um dos sentimentos que mais permeou o planeta inteiro os devotos é a gratidão, né? Né? Nós nós estamos recebendo algo tão maravilhoso. Então é natural que a gente reciproque, faça alguma coisa. E como eu tô dizendo, colocar energia, os tempos precisam de ajuda de diferentes maneiras, né, da participação. Então acho que é isso também, né, e ter o padrão ideal. Eu vejo hoje em dia, vocês sabem, né, Goxá e todo mundo que tá assistindo, muita
gente que mora fora assiste Mangalar, eh, [limpando a garganta] nosso Mangalar aqui da Ecovila, Mangalara de São Paulo, não sei mais de onde, assiste a aula de manhã, 5 horas da manhã, por exemplo, ontem eu dei uma aula 5 horas da manhã, tinha gente. Depois eu dei uma aula 6 horas para uma pessoa específica, né? Aí foi para ela. 7 horas eu fiz uma live, tinha gente. À noite eu fiz um lapidar pro pessoal de Cataguases, tinha gente. Eu acho que o pessoal tá tendo inclusive uma oportunidade que nós que vivemos no nos templos não
tivemos. Vocês se lembram muito bem, as Aulas nossas durava meia hora e a gente pegava o verso mais filosófico que existia e dava um jeito de transformar ele numa linguagem que olha, o verso tá falando para todo mundo sair na rua e vender livro. [risadas] A gente tinha essa habilidade, né? E e era assim, hoje em dia tem retirão, tem bactra, tem curso de bactoga, tem bactivaibava. Au! E tem aula, tem Maiap TV, tem o Vedanta sem Fula, tem tanta grupos virtuais, tem grupos virtuais de encontro virtual com Diapa, né? E tão legal, né? Tão
legal assim. E como eu falei, eu me lembrei, né? Os primeiras diamas também era um sofrimento, não tinha ninguém. Três gatos pingados sofrendo no templo, sofrendo para não dormir, uma austeridade, um negócio sem nenhum gosto superior. Agora não, né? Então acho muito legal e acho que a gente tem que aprender com a igreja, né? Com a igreja anglicana, do padre Sérgio, do Sanata, com a igreja eh católica e aprender também. Por exemplo, o Sanata tem uma paróquia lá em Campinas, ele cuida de um grupo, né? Não sei. Eu acho que a gente vai ser um
pouco assim também, né? Só que se a paróquia é muito grande, com certeza tem divisões, tem pessoas que que fazem alguma função ali, mas precisam ser cuidados, precisam ser inspirados. Quando uma pessoa se torna um devoto ou uma devota, ele tem muitas necessidades. Às vezes são casados e o cônjuge não acompanha ou tem um problema com a família onde ele trabalha e tem alimentação e e tem detalhes do seu sadana, dos seus próprios hábitos. Então a gente precisa ter mais gente para poder ser assim mentores aí, dar atenção [limpando a garganta] mais personalizada para as
pessoas. Então eu acho que o movimento não tá crescendo tanto, porque a gente não tem estrutura. Se crescer muito sem estrutura, eu acho que vai diluir demais e a gente vai ter problemas, né? Muito bem. Tinha uma pergunta aqui da Krishna Maria, se eu puder responder, eh, sobre a adoração, como fica as deidades no templo? Qual é o futuro que o Senhor vê para adoração às deidades dos templos? Tendo em vista que cada vez menos pessoas querem residir nos templos, eu acho que no futuro as idades vão ser maravilhosamente adoradas. Vamos ter templos enormes, super
opulentos e sempre vão ter pessoas que vão, né, eh, apoiar intensamente e ajudar. Eu vejo que que vai acontecer à medida que a congregação se fortalece, eu acho que vai acontecer mais apoio. Eu acho que quanto mais a gente puder dar para eles, Mais eles vão dar para nós também. E acho que a gente não tá dando ainda tanto para eles. Acho que a gente poderia dar mais. Podemos tentar dar mais. Por enquanto é o que tá dando também. Não tô dizendo, eu vejo que vejo lá no tempo de São Paulo e do Rio, tem
também três gatos pingados. tem que manter tudo e cuidar de tudo é difícil. Por isso que eu digo, tem muitos bons devotos com natureza de liderança e de professor que precisam cuidar cuidar da de pessoas, cuidar de grupos e e inspirar as pessoas a se conectarem ao templo e praticarem serviço. Hoje em dia, além das lives, né, também tem os retiros que são muito importantes, né? Tem retiros, tem carnaval, tem reveon. Aqui a gente faz guruçanga e tem finais de semana incríveis. O retirão é uma coisa incrível. Watsundar já participou, Titânia também uma semana ali,
todo mundo feliz da vida, né? Então acho que a gente, uma coisa muito boa que acontece no Brasil, nós temos Vajad, nós temos Cora Vrindábana, nós temos Vlad Bumi, nós temos a Ecovila Govardana, que mais? Acho que é só, né, por enquanto, mas já são é bastante legal isso, né? Então o movimento já tem uma uma assim uma cara, Uma força, né, aqui no Brasil. Então vejo isso, Cristão aí, que sim, que pra gente ter apoio da congregação em relação adorar as deidades, a gente vai precisar ter células fortes. Eu tenho essa impressão. Tem outra
pergunta aqui da Fabrícia sobre princípios inegociáveis e relativação. Sim, Fabrícia, não corremos o risco de relativizar demais os princípios inegociáveis, confundindo-os com os detalhes. Flexibilizar a base fundamental. Não podemos permitir que isso aconteça, mas ao mesmo tempo nós podemos eh ter uma relação muito compassiva e de amizade com pessoas que não conseguem seguir os princípios. Porque também se a gente coloca assim a um padrão que só esse padrão serve, caso contrário você pode procurar outro grupo, eu acho que a gente não vai crescer, né? Então eu acho que é isso. Acho que a gente não
pode, como você falou, né? Eh, não pode iniciar pessoas que não sigam os quatro princípios e cantem as 16 voltas, pelo menos hoje em dia. É assim. Se tiver um programa de pré-iniciação, eu acho que eu não gosto desse nome de pré-iniciação, mas a gente tem que entender o seguinte. Eu não sei se paravo Pada tinha uma compreensão tão clara do que iria acontecer no sentido de ter essa ser um vidente total, né? Porque a impressão que eu tenho, você vê depois de Prupado, alguns outros guros vieram pregar. Eh, Govind Maharaj, tem o grupo dele,
né, que é dear Maharaj, né, que tem uma representação em Campo do Jordão, depois veio na Aralia Marage, depois veio a missão grinda. Então todos eles seguem um padrão que é o que era o padrão, a meu ver que foiidanta que instituiu que dá o harinama e dá o nome espiritual harinama sem a necessidade de a pessoa seguir estritamente os quatro princípios a 16 voltas, que é uma iniciação. O próprio nome diz isso, né? E depois tem a segunda iniciação, que aí sim a pessoa tem que seguir os quatro princípios e cantar as 16 voltas.
Então na Índia é assim, né, Dixa? Não é que você tem que estar um ano seguindo quatro princípios e cantando 16 voltas. Você dá uma jaa como não entendi. Eu eu acho que até Pataca Suami tinha uma proposta assim, né, para o Mercado dos Santos nomes que ele queria uma graduação. Eu me lembro disso. É verdade. Nós temos que lembrar, meus amigos, todos vocês, que a gente tem que ter muita paciência e muita fé na consciência de Cristo. Por quê? Porque estilabxidanta é que começou esse formato de templo. Vocês sabem que antes bactakura o movimento
tinha implodido, né? Bur que quando leu titânitamita, a ficha caiu é um passatempo porque ele é uma bagavata e começou a criar esse essa esse início do movimento que foi solidificado por Baxidanta em 1847, foi quandoidanta nasceu, né? E ele, eu acho que iniciou Galdeam em 1910, mais ou menos. Ele já tinha seus 30 anos de idade. E aí ele pregou muito, fez muitos bramares, mas aquelas pessoas não seguiam estritamente 16 voltas de japa. Eu acho que até os princípios seguiam, porque isso na Índia é meio fácil de se de não é tão difícil encontrar.
Mas Prabupada estabeleceu isso. Então vacidanta dizia: "Não, tem que cantar 64, cantar o máximo". Mas não tinha essa coisa de olha seu nome é e os votos 16 votos. Isso foi paraupada que instituiu. E eu não sei se paraupada instituiu isso só para quem vive no templo. Porque para quem vive no templo entre o Mangalar e o Govinda, esse tempo você canta 16 voltas a lei meia hora do Bárbata. Então acho que paraada criou assim um assim um um sana Pensando nisso, né? Agora, quem mora a gente tem que pensar numa outra maneira, porque é
diferente, né? As pessoas tem outras obrigações que também são importantes. Por muito tempo a gente não achou, por incrível que pareça, éramos tão jovenzinhos que era importante cuidar bem de uma família, ganhar dinheiro, ter umas a gente não valorizava isso, mas isso tem valor e precisa ser feito também. E para fazer isso, você precisa de um tempo que você vai deixar de estar totalmente engajado, né? Então esse equilíbrio a gente vai obter só com o tempo. Mas eu diria paraa Fabrícia que sim, a preocupação dela faz sentido. A gente não pode, hoje, como eu falei,
algumas gerações vão ter que partir desse mundo e o movimento vai crescendo, vai se estruturando e eu acho que vai chegar um momento que a gente vai criar um jeito de eh incluir todo mundo de uma maneira assim diferente, né? Caliuga, pessoal. Caliuga não dá para exigir tanto não. Eu conheço e acho que vocês também pessoas muito incríveis que não seguem, não cantam 16 voltas e que seguem talvez três princípios, né? Eu conheço devotos antigos que cantavam 16 voltas, ficaram um tempão sem cantar, mas são grandes Almas e continuam servindo intensamente, mas tem dificuldade de
cantar assim como alguém tem dificuldade de ler os livros. Os anartas estão aí, pessoal. Não é, não é que a gente aperta um botão, segue os princípios e começa a cantar 16 voltas. Acabaram-se os anartas. A batalha continua. Não é, pessoal? Deixa eu falar. Verdade. Verdade. Interromper vocês aí para fechar o microfone. Eh, então, e o o senhor falou aí de que Sil Baxidanta CX não exigia tudo isso. Eu lembrei agora do de Parmupada, né? Nas primeiras iniciações, os devotos nem sabia que existiam princípios, né? Isso. Seu pai tava iniciando, tá iniciando os devotos, né?
Então acho que pode essa mentalidade mesmo, né, de iniciar iniciar o começo da vida espiritual e e as pessoas elas vão dando o melhor delas. Como você fala uma coisa interessante, se a gente investir mesmo na na congregação, é delas que vão aparecer pessoas que é pouquinho que tem essa natureza monástica de ser uminho que morando no tempo. Se se a congregação tá bem atendida, eles vão ter o prazer de mandar um mandar um filho que é bramaninho, monástico morar no tempo, porque ele sabe que que as quem tá no tempo são pessoas que de
boa cabeça que vão incentivar jovem precisar estudar, estudar, não é assim? ter confiança. Inclusive, inclusive eu diria isso. Obrigado. Inclusive, eu diria o seguinte, hoje no Brasil que tem uma dimensão eh enorme, né, continental, que a gente deveria ter um lugar, vamos supor, Brasília, que é central, que todos os devotos que quiserem ser bramaares, eles vão para lá e lá vai ter um treinamento intensivo, porque se um bramar entra aqui, outro entra lá, eles não têm nem associação e nem treinamento. E a gente não tá formando os futuros pudiares, os futuros bons griraças. Eu digo
mais, na minha concepção, o treinamento de Bramaar é treiná-los para serem grirrastas. Porque se eles não quiserem ser grirrastas, ótimo, mas eles vão saber lidar com as mulheres, com os outros griastas, vão ter essa maturidade, não vão ser fanáticos, né? E vão entender também a importância dos griastas. Então eu acho que num país como o Brasil, se a gente pudesse formar um lugar, olha aqui ficam os bramares, é aqui que vai vai ser e vai durar o quê? 9 meses, 6 meses, 1 ano. Aí eu já não sei, né? É uma coisa mais ou menos
o Dan Vanter faz algo parecido, mas não é exatamente assim. Eu tô falando já de pessoas que querem ingressar e permanecer talvez no movimento, né? E outra coisa que a gente tem que entender, a gente não deve pensar que os futuros bramas necessariamente vão aparecer com 20 aninhos de idade. Você Vai encontrar pessoas de 30, 40 anos que se tornam devotos e tem essa natureza de brama e rapidamente essas pessoas vão avançar também e eles já têm uma base, por exemplo, eu particularmente, é uma coisa minha, não é uma regra, nem quero pregar isso, mas
eu não gosto de quando falam em curso de etiqueta va, eu não gosto disso porque eu vejo pessoas educadas materialmente mente, elas têm etiqueta, elas sabem, elas talvez não coloquem a cabeça no chão, não caem dando vate, não fazem certas coisas, né, que a gente faz, mas são pessoas genuínas e muito educadas, né? Se você tem que ensinar uma pessoa os detalhes todos, é meio complicado. A gente tá lidando com criança e não é o caso, né? Então a gente vê isso. Tem muitas pessoas que são muito inteligentes, são muito educadas e são maduras. E
quando percebem algum problema que o movimento apresenta, eu tenho lido, eu tô fazendo live eh de um livrinho que eu lancei agora, que esse aqui eu vou fazer propaganda, A arte de não julgar, que são sete instruções de Chilabxidanta, né? E ele fala: "Esse mundo é isso mesmo, né? esse mundo, os problemas vão existir. O que a gente precisa é saber lidar com isso, né? Então, as pessoas maduras, elas entendem, elas já viveram, elas sabe que tem problema no trabalho, problema com a família, problema em qualquer lugar e elas sabem lidar com isso, não se
alimentam disso. E às vezes uma pessoa Meio ingenuazinha quando vê um probleminha se alimenta disso, fica confusa, né? Então eu acho que maturidade material é quase vida espiritual, é quase autorrealização. A pessoa que tá madura materialmente, ela tá se aproximando da maneira certa e a gente precisa atrair pessoas maduras pro nosso movimento e sendo educadas vão colaborar, vão ajudar, vão participar. Muito bom, muito bom. Nós estamos no nos aproximando do final, né? Final. Final. Ô, tem mais perguntas e comentura pouco. Eh, mas tem algumas perguntas ainda e aí não sei se o senhor vai ter
tempo, vai conseguir. Por exemplo, a Madria, gostaria de o senhor compartilhasse algum momento assim inesquecível, além de todos. [risadas] Olha, talvez um especial. A Marlene é a madúria, madúria discípula de Amonatiria Maharaj de São Paulo, né? Sinceramente falando, eu acho que assim, eh, todas as fases deram tantas experiências, né? O Atsundar e o Titânia conviveram com Sáncreta, né? Tem tanta história de Sâncta maravilhosa, porque o Sânta tinha aquela bênção de você sair na rua e você tinha que rezar o dia inteiro, né? Porque senão Maia era muito Forte, né? Você era testado o tempo todo,
tinha que ser muito humilde, muito tolerante e tinha que fazer resultado também. Não é só humilde, tolerante e voltar sem resultado, né? Então é uma coisa muito, foi uma coisa muito forte, mas ainda continua sendo, né? Eu acho que o gosto superior é é você sentir que olha, eu tô participando desse movimento de probupada, né? Apesar de meus anatas, apesar de alguma dificuldade, eu tô tomando remédio, né? Eu tô cantando japa, eu tô seguindo. Então eu sei que eu vou me curar. Essa aquilo que o padam fala, você tem que ter confiança, entusiasmo e tem
que ter paciência, né? O doente tem que ter paciência, mas confiar no tratamento, né? E ter entusiasmo. Então eu acho que que que Cristian não é limitado, né? Não é ele. O prazer da vida espiritual não se limita também. Só aquelas aquela época que a gente vendia livro na rua e fazia resultados que vocês não podem nem imaginar. E somando todo mundo e tinha que chegar no 10.000 pontos do Brasil. Coisas loucas que a gente já viveu. Mas que isto não é limitado. A pessoa pode sentir assim também um grande prazer eh cuidando da sua
família, trabalhando. Eu tenho muitas experiências. Eu acho que quando eu entrei no movimento, exatamente uma semana depois, a Tiara Deva veio e a experiência com ele foi muito marcante desde o início, né? Então Tem várias experiências com ele. Eu eu talvez vocês queiram uma coisa mais assim mística, né? Eu não sou tão místico assim, não. Eu acho que e às vezes as experiências mais místicas a gente guarda pra gente também, né? Algo assim que não pega muito bem você apresentar. Mas sinceramente falando, sinceramente falando mesmo, eu tô a 47 anos do movimento e não teve
nenhum segundo assim que eu tenha pensado, poxa, não valeu a pena. Tá valendo a pena tudo mesmo os momentos difíceis, vale super a pena, né? Eu tava lendo aqui para nessa nessas lives que eu tô fazendo de manhã e tem aqui a sexta instrução, porque o que acontece, né? Eh, China [limpando a garganta] Bag Sidanta, teve um momento que o a Galdinha Mata tava com muita fofoca, muita política, muitos problemas. Então ele ele escreveu as instruções. [limpando a garganta] E a quarta aqui ele fala o seguinte: o Sor Gora Sundara coloca seus devotos em várias
dificuldades e associações para testar sua paciência e força mental. O sucesso depende de sua boa fortuna. É isso, né? Nós temos que, a meta nossa é ser humildes, tolerantes, eh ser igual com amigos e inimigos, Querer o bem de todo mundo, dos nossos inimigos. Então, para isso, você tem que passar por coisas, senão você não vai chegar lá nunca, né? Então, o movimento é perfeito, Cristo é perfeito e a pedagogia de Cristo é perfeita, né? Então eu posso dizer que é sempre um grande prazer estar na Associação com os Devotos e sentir, poxa, eu tô
participando de alguma forma tô dentro do barco e esse barco aí eu eu tenho que me agarrar nesse barco e vou até o fim. Aconteça o que acontecer, né? Lógico, vamos trabalhar internamente, vamos tomar os devidos cuidados, mas sempre com uma atitude assim positiva e com muita fé na consciência de Krishna, né? Eu prefiro dizer assim meio em termos gerais. Muito bom. Uma última pergunta e da Bactinha Andreia, se o senhor puder responder. Bact Andreia T, minha discípula lá de, como chama o lugar que ela mora? Areal, relativamente próximo a Teresópolis, né? Uma pessoa pode
cantar 16 voltas, seguir os quatro princípios, oferecer as refeições, estudar textos, ler livros e para o padre dos guros, frequentar lapar templo, ser devota, mas não ser iniciada. Pode, com certeza pode, né? Mas se ela ler os livros de Prupada, ela vai entender que é muito importante ter uma iniciação espiritual, mas tem o momento certo também. A pessoa tem que sentir que é o momento dela. Ela pode, entre aspas, curtir a sua relação comupada, mas vai chegar uma Hora que ela precisa. É como, por exemplo, você pode perguntar: "Ah, duas pessoas podem namorar, podem se
amar e não casar?" Podem, né? Mas o casamento tem um compromisso. Fala, eu me casei com você, você é minha prioridade. Então, uma forma de se casar com a Iscon, se casar com o vaso navímo, né? Ah, eu a minha prioridade é isso. Por isso eu vou me casar com você. Porque quando a pessoa se casa, a esposa o esposo é prioridade, os filhos são prioridades, é a família, né? Enquanto ela só tá namorando, ela pode dizer que ama, mas tudo pode acontecer, né? Então, é importante a gente também dar esse passo no momento certo.
Tá bem. Muito bom. Titânia, você tem alguma coisa, uma questão, alguma algo para dizer aí, perguntar ao S? Sim, eu gostaria de falar, gostaria de agradecer o Mahar Anamka, eh, pela sua experiência, né? Compartilhar a experiência. E Marrade exemplificou muito bem, né? Porque eu também penso assim, eu eu a gente fica muito preocupado e você pode pensar naquele aquele exemplo que o Mar dá, né? O copo tá copo com metade da água, né? Tá meio cheio, tá tá meio vazio, né? Quando você tá um pouco pessimista, você fala assim: "Bexa vida, não tem ninguém". Mas
se você pensa diferente que a congregação tá ficando forte, Mar lembrou muito bem aí que antigamente os tempos era cheio de devotos, mas via uma ou duas pessoas, né? Então, e hoje em dia tem um ou dois devotos e vem 30 Pessoas. Então, inverteu e e acho que vai ser essa mesmo, né? Não tem muito mais do que 30. 30. É, olha só, eu fui eu, eu eu dei aula no templo de Porto num domingo e dei aula no templo de Lisboa no domingo. E eu perguntei, não tinha um visitante novo e praticamente os poucos
visitantes que tinham eram indianas. No Brasil não é assim. Você vai em São Paulo, tem sempre muita gente, né? Eu queria fazer um comentário. Tô vendo aqui um uma pessoa, não sei se é homem ou mulher, devota devota, vivendo avançado 26. Tá aqui, ó. Todos sabemos que tem treinamento de Brama no Brasil, por mais que tentem invisibilizar. Eu acho que ele tá se referindo ao sul, de fato, né? No Sul temos alguns bromachades, eles vendem livros, mas eu acho que é mais do que isso, né? Eu acho que sim, foi bom lembrar que eles fazem
um trabalho legal. É um modelo, o estilo mais antigo, que é um modelo também que para o padre estabelecer, eu acho perfeito. Eu acho que o modelo de você ter devotos que saem na rua vendem livros, fazem ralinama, distribuem para Sada, eu acho que é muito bom também. Tem outros modelos também, né? Mas eu particularmente participei dessa fase, fui bramar por muito tempo e saía na rua e vendia livro, mas eu não me sinto uma pessoa que fui treinada para ser um monge. Eu não fui treinado para ser um monge, eu fui treinado para vender
livro e tentar fazer devotos. Então eu acho que queria dizer para essa pessoa, Obrigado por ela fazer esse comentário, mas é mais do que isso, né? Eu acho que tem que ter uma proteção diferenciada, né? Eu vejo que às vezes bramcha ficam no barzinhos vendendo livros à noite. Sinceramente, eu não acho que isso é assim o ideal para um pro treinamento de um bramchari, né? Mas aí também se alguém pensa diferente eu eu respeito. [limpando a garganta] Já passou de uma hora, né? É, já passou. Tô na hora extra. Isso. Nós vamos ter que partir
para o encerramento. Então eu vou rodar aqui a programação da semana e a gente volta para as últimas considerações do Maraj. Tá bom? Então vamos ver a nossa programação. [música] Então nós teremos o festival das cores Rolle na fazenda Nova Gocula. Tem B som com Maramantra, tem a tropa do car tropa e carana, Flávio Itajubá, o Vindávana também. Então quem puder estar ali no festival de RE em Nova Gocula, vai ter uma programação top, com certeza. Também temos eh Radastam no templo do Rio de Janeiro, 18 de setembro. temos o programa Alimentos para Vida e
o Lapdar lá do Itanhangá. Então, como foi dito, né, são programas que nós podemos ter aí a evidência da integração, né, do programa Lapdar com o templo, né, que convivem muito bem numa em perfeita harmonia, né, e alimento para vida também. E alimentos para vida. Deixa eu falar uma coisa. Bom, eu vou dar minha consideração no final, então continua. [risadas] Se quiser dar uma consideração parcial, fique à vontade, viu, Mar? Não vou deixar a live, a live é sua. Eh, na Ecovila, Vardana, né, temos o circuito de primavera, eh, para crianças de 6 a 9
anos. Também tem, né, o período de 13 de setembro a 29 de novembro. Então, anotem aí. Temos também Atelier de balé, vagas limitadas, né? entra em contato com o pessoal de lá da Ecovila Govardana. O valor é grátis, então é imbatível nesse preço, né? Eh, também temos em Brasília, a data da aceitação da ordem de vida renunciada, SENC de Prabupado, né? E temos na sexta-feira, no dia 30, eh, a distribuição de alimentos. Então, seja voluntário, ajude e podem entrar em contato com o pessoal de Brasília. Alguém pode ajudar mesmo a distância, com algum valor, com
com alguma contribuição, sempre é muito bem-vindo no nosso movimento. E as pessoas que estão eh na vida familiar podem cumprir o dharma de ajudar, né, a pregação, não é? também no centro de BH, né? Temos o Não, são São Paulo. São Paulo. Ah, São Paulo. É verdade. Eh, em São Paulo temos o néctar, a venda do do livro dos do Maratraia. Eh, o néta do senhor Titan. Eu tenho um exemplar. O livro tá muito bom, recomendo. Eu consegui um exemplar autografado pelo SUAM, que é excelente. Pode deixar aí paraa posteridade, pros filhos dos filhos dos
meu filhos, né, de verdade. Temos a também tem o livro também. Eu procuro ler os livros. Tem o do Titan Gossai também. Acho que é importante ler os livros dos nossos devotos, né? Além, é claro, do preocupado que são a base, né? O pilar. Em quartas de reflexão e bem-estar também em São Paulo. A gente tem contato com o pessoal de lá para mais informações, né? E na Iscon de BH, agora sim, o Vegano Oriental, né? Um festival incrível. Esse devoto cozinha muito bem, eh, muito famoso aí quando ele quando tem os festivais, ele tá
cozinhando, a alegria dos devotos aumenta. Isso. E o nosso TV Congrega comemora 1000 inscritos. Então, nossa gratidão que não cabem palavras a todos vocês que estão aqui contribuindo, assistindo as lives, também assistem a a aos vídeos, né, que ficam gravados no YouTube. Então conseguimos uma marca que para nós é muito importante, né? 1000 inscritos, então nós temos 1000 pessoas que de alguma forma entram em contato com uma certa irregularidade aqui com o nosso programa e que fazem parte da congregação e vocês são a Iscom, vocês são o movimento de prupada. Tem. Muito obrigado. Nós estamos
muito felizes eh com todos vocês. E e se você se tem alguém aqui que não tá inscrito, aproveita agora, já se inscreve, deixa o curtir, isso sempre é legal. E nós estamos também querendo atingir cada vez mais pessoas, embora o foco, né, sejam devotos da congregação, né, outras pessoas podem ouvir, se interessar e achar interessante e querer conhecer Krishna também. Então, a Marang pode então nos brindar com suas considerações finais para para hoje, pelo menos. Olha, eu tenho, eu nem sabia que vocês colocavam essa programação toda. Eu tenho um monte de programa marcado, Monte mesmo,
inclusive na Unicamp aqui em Campinas que eu vou participar lá de um evento de legal. Vou a Vinhedo, vou no Yoga Fest Paranapiacaba. São José dos Campos. Tô indo pro Nordeste, vários programas, mas o que eu queria falar mesmo não era sobre isso, não. Tem vários lapidagens São Paulo também acontecendo em bairros, né? O que eu queria falar é o seguinte, para quem acompanha a biografia de Proada e sabe um pouco do movimento, os primeiros presidentes do templo, eles eram quirtanias, porque o movimento teve a fase que ele não se mantinha com venda de livros,
ele ele ele se mantinha com as as devotas ofereciam uma rosa para as pessoas e pegavam doação. Era era diferente, né, a primeira fase, né? Até no Brasil os devotos iam com uma latinha dentro dos ônibus. Teve coisas em assim que hoje a gente vê não acredita, né? Mas o que eu quero dizer é que como era um momento de sair na rua e cantar, quem cantava bem era o presidente de templo. Depois, quando entrou a distribuição de livros, quem era bom de distribuir livros e de organizar distribuição de livros se tornava o presidente de
templo. Titanio lembra muito bem disso. Hoje eu acho o seguinte, eu acho que o presidente do templo, ele ele tem que ser uma pessoa com capacidade de Trabalhar com a congregação, a minha opinião, porque o que acontece? Se você trabalha bem com a congregação, você vai encontrar pessoas que vão ser bons administradores, porque é um problema que a gente tem. A gente ainda tá numa situação muito amadora em termos administrativos. Então, tem pessoas que sabem administrar. A gente não dentro da Iscomendo, né? Eu, por exemplo, eu fui líder de santo, a primeira função, entre aspas,
administrativa como presidente. Então, tinha muitos devotos no Rio e eles tinham que comer para poder fazer santa. Então, tinha que alguém cozinhar, então alguém tinha que comprar e alguém tinha que limpar a cozinha e tinha que ter dinheiro para isso e tinha que separar um bebê. Então você administrava só para vender livro, não é que a gente criou uma estrutura de administração, né? Nós nunca fomos administradores, sempre fomos vendedores de livro, pregadores, depois a gente foi se virando, né? Então eu acho, na minha opinião, que se nós temos líderes locais que cuidam bem da congregação,
quando os líderes fizerem isso, entenderem a importância disso, vai ser muito mais fácil administrar. você vai ter na mão pessoas muito qualificadas, né? E até aquela pergunta que a Crista Maí fez sobre adorar as deidades ser muito mais fácil resolver. Se você conhece as pessoas, imagina se você tem 20, 30 células numa cidade como São Paulo, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte, seja lá onde for, e cada uma Tem, nem que seja oito pessoas, você vai ter uma uma força muito grande de apoio, né? Se nós não tivermos isso e um belo dia nosso movimento for
atacado por algum motivo, sem uma congregação é difícil você se defender, né? Você tem uma congregação é muito mais fácil. Então eu acho isso também que é muito bom que o líder tenha essa eh cumpra com essa função e porque o ideal é que líder não é ideal que o líder fique entrando no altar, entrando na cozinha e tem que fazer esse monte de coisa, porque ele nesse se ele agir dessa maneira, ele vai estar fazendo coisas que as pessoas que você que ele não tá dando atenção poderia fazer. Então você deixa de dar atenção
para as pessoas que podiam fazer isso e você faz isso e as pessoas ficam sem atenção. Então eu acho que a gente tem que começar a pensar seriamente em criar uma congregação forte, participativa e muito inspirada a contribuir e colocar a sua energia nesse maravilhoso movimento de estila paraupada. Então é isso que eu tenho a dizer. Bom, então estamos chegando ao fim. Titânia, você quer também dar alguma consideração? Ah, é isso mesmo. Maarai falou disso. É, é o, acho que o o futuro é congregação mesmo. A congregação que vai manter esse movimento e eles que
vão levar esse movimento pra frente e a congregação bem cuidada vai ter pessoas que da congregação que são monges vão querer sear. É isso mesmo. Animou. A a Ananda Lila fez um comentário de fato, né? A Vishn Pria e o o Citânia, eles entusiasmam a turma. A Vistupria, então tem uma natureza assim que ela envolve bem todo mundo, né? É um exemplo legal mesmo. Eu disse que aqui no Rio também temos um casal maravilhoso, né? Temos. Ora Cristian Cristianmaí. E então, eh, é isso. Muito obrigado a todos e muito obrigado, obrigado de coração mesmo ao
Tianduca Suami por tá aqui, eh, prestigiando o nosso nosso humilde serviço, a Chila Preocupada na forma da TV congrega, tá? Muito obrigado, muito obrigado mesmo. Mas esperamos ver o senhor ainda esse ano aqui em outra live falando mais sobre outros assuntos, né? É só chamar, é só chamar. Tem um monte de livro novo que a gente pode falar sobre isso. Agora convido a todos 7 horas da manhã. Amanhã estarei fazendo uma live sobre esse esse esse assunto aqui bem interessante. A Divina Arte não julgar baseado nas instruções de estilidanta Saraçote. Obrigado Adsunda. Obrigado Titânia. Obrigado
a todos que participaram. Vamos trabalhar juntos para levar esse movimento pra frente. Crish. Crish. Obrigado,