[música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] vem chegando aqui no link VIP. Uma boa noite para você que tá chegando aqui com a gente, porque hoje é daquelas entrevistas que vocês vão se emocionar, Vão conhecer uma história muito legal, vão rir que eu tenho certeza disso, porque temos uma convidada incrível, multitalentosa, assim, milhões de seguidores nas redes sociais, é atleta, é bonita, é modelo. Olha, é tanta coisa, Gabi Ross, que eu nem sei se eu tô esquecendo alguma coisa. Com certeza.
Não. Além de ser mãe sola, ela ainda dá conta de ser mãe, né? Porque eu não sou mãe ainda, mas eu sei que o negócio é pesado, é bem complicado. Uma altura gigantesca, 1,86. E a gente fala, é, né? Tu tem quanto? Eu tenho 85. Ganhou. Ela ganhou. E a gente tá falando de uma pessoa que soma mais de 6 milhões de seguidores em suas redes sociais e não é à toa que ela é um grande sucesso. Inridoncelo. É isso. E seja bem-vindo. Prazer. Ele falou entre o cinco, mas eu fiquei na dúvida que a
gente se mediu ali, eu achei, ó, porque uma galera dá uma aumentada, né? Seis. É, mas eu só um tu acha que tinha diferença, mas tudo bem. Ah, ela gosta. Eu achei, eu achei que eu fui um pouco a mais. Eu achei, mas tudo bem, [risadas] tudo certo. Assim, já uma curiosidade só para iniciar assim mesmo. Hoje a gente entende que você é casada, mas na sua vida, a sua altura, já te impediu de conseguir um namoradinho ou você namorava pessoas mais baixas? Gabi, me impedi de namorar não, porque eu acho que, na verdade, eu
sempre gostei de um cara mais alto, porque meu meio sempre foi o esporte, sempre joguei basquete e tal, meus pais são muito Altos, eu sou menor dos irmãos da casa inteira, sabe? E daí eu sempre tive, pô, um olhar assim, podia ser o Brad Pitt que fosse, mas menor que eu olho assim, eu falei: "Gente, não sei, porque eu não sou uma pessoa delicada, eu sou muito grandona, pô, preciso alguém grandão também, sabe?" Tanto que eu tiro meu marido, eu conheço desde que ele tem 12 anos, sendo que ele era muito pequeno. Pequeno, eu conheço
assim do basquedo da vida, pô, ele é dois anos mais velho que eu. E eu via tipo: "Tá, tá tudo oi amiguinho, tudo bem?" Mas é difícil também achar o homem alto, né? É, então, e logo querendo não no nordeste, realmente a gente tem a galera um pouco mais baixa. E daí quando eu vim morar em São Paulo para jogar baixar, quando eu voltei, ele tava com 95, encontrei com ele na faculdade, deu quanto tempo? Tudo bem. [risadas] Ah, tu chegou tod f não, mas é porque eu precisava conhecer pô muito tempo quando eu falava
com você mentira. Falei óbvio, né, pô, 95 até que enfim chegamos. Aí você já olhou e já falou bem assim: "Opa, é meu". [ __ ] eu falei, eu fiz uma oração muito forte para poder crescer. Eu falei, certeza que tu me viu e tu fez uma oração boa assim para tu crescer porque não é possível. Cresceu do nada e ninguém sabe de onde, que o pai e a mãe dele são mais baixos, mas 1,95 do nada. Conta um pouquinho da sua história pra gente, pra gente conhecer melhor esse sotaque aconchegante, acolhedor. Vem da onde?
Meidin, Recife, nordestina, com muito, muito, muito orgulho. E tu falando sutaque que a gente estava falando até no começo, eu lembro que quando eu comecei na internet há muito tempo atrás, sou professor de educação física E eu lembro que a galera falou assim na pandemia, né, quando começou essa confusão toda assim de trabalho, não trabalha, comecei a fazer alguns vídeos e muita gente falou assim: "Olha, aí teus vídeos estão indo pro Brasil inteiro, diminuí teu sotaque". Ah, não. E eu, poxa, sei lá, né? Não sabia. Então, tá bom. Aí hoje em dia até vou ver
alguns stories salvos que tem lá atrás. Quando eu vejo eu falo: "Valhame Cristo". Tentando me imitar um sotaque paulista, fazer alguma coisa. Ficava um negócio, sabe, tão forçado, tão feio. Aí depois eu me entendi, falei: "Gente, eu sou nordestina e é isso. Quem quiser me seguir siga quem quiser ver eu falando assim, acabou-se". Mas é isso. Mas para tentar resumir minha vida. Fui mãe aos 18 anos de uma surpresa gigante. Eu sou atleta de basquete desde os meus 12. Joguei profissional por uns 9 anos. Fi na seleção brasileira, já fui pra Espanha, para Las Vegas,
pra China jogar basquete, pra Rússia e rodei esse mundo todo jogando. Sou apaixonada pelo esporte, sendo que daí quando eu tive meu filho, com 18 anos, eu comecei a notar que a grana, querendo ou não, no esporte no Brasil e feminino ainda por cima a gente não recebe tanto, isso é um fato. E quando eu notei que, pô, tenho um filho agora, não sou só eu, comecei a distanciar um pouquinho no basquete, foi só jogando mais pela faculdade para ganhar minha bolsa, me formar em educação física. Aí me inform educação física, atuei como professora, veio
a pandemia, comecei a gravar vídeo e do nada, gente, 1 milhão, 2 milhões, eu que isso na pandemia ainda, na pandemia e eu tá, tem muita gente me seguindo, não sei nem o que é isso, não sei o que significava essa galera seguindo. E daí começou a vir umas empresas atrás de mim perguntando, falei: "Ó, preciso dar uma gerenciada nisso aqui". E foi daí que eu fui notando, olhei pro marido e falei assim: "Ó, o que é que você acha?" Porque um videozinho meu que eu tô fazendo tá gerando muito mais do que três alunos
de personal que eu tava dando. E meu marido também é formar educação física. Ele falou assim: "Vai-te embora que isso aí não tá dando certo, eu seguro as pontas por aqui." Que legal. Aí eu, então tá bom. Aí fui, graças a Deus, deu tudo certo. Hoje estamos bem mais consolidados assim. A gente com a empresa, eu falei: "Tua vez agora largo o teu aqui, vem me ajudar que tá muito pesado." E assim a gente tá junto hoje. Eu trabalho todo mundo junto, família em casa. Meu filho já entende, meu mais velho fez 13 anos também
já sabe que, tipo assim, é um conteúdo aqui, somos uma galera que aparece, ele já gosta e se acha, né? Se acha. [risadas] É um pré-adolescente que tem um ego no céu. É. E aparece um vídeo, alguém dá um oi assim na rua, ele aí você [risadas] abaixa sua bola. Você tá achando o qu? Eu falei, deu um oi direito, abaixo a bola. Reconheceu, né? Ah, não. Eu aguento um negócio esse. Eu falei: "Fale direito com a pessoa e vai lá tirar uma foto com as meninas". Mas ele vai todo aí, abaixa a bolinha, mamãe,
por favor, baixa a bola menos. Mas é assim, o basquete no Brasil é triste até analisar, né? Mas ele é desvalorizado, como por exemplo, se a gente comparar o basquete nos Estados Unidos e temos atletas muito bons, né? Então Assim, chega a ser uma pena tudo e até questão de incentivo, porque meu marido mesmo, ele saiu de um projeto social, um projeto social e que ele é de do da periferia, eh, mais de Olinda, lá eu moro em Recife, ele é de Olinda. E ele saiu da periferia graças ao projeto social e ele fala que
falta muito isso, a questão do incentivo, porque quer ou não, o Brasil a gente é todo missigenado, né? A gente, gente, a gente tem tanta gente diferente com poder para fazer tanta coisa, mas a gente, a gente vê que tem, todo mundo fala isso, né? O Brasil tem um potencial incrível de natureza, de trabalho braçal, mas ninguém vai. Falta, né? Falta. Aí dá uma tristeza que eu lembro que minha mãe professora de baché também, meu pai também, todo mundo joga lá em casa e que eu tava no tipo assim, minha mãe que começou a me
dar aula quando eu era mais nova, a gente ia no restaurante, no supermercado, minha mãe viha alguém alto, você quer jogar basquete? Eu falei: "Mãe, para, a gente tá no meio do supermercado, pera aí, quer namorar minha filha? É um negócio bem assim, ó. Mas é tão grande. Veja só. Olha minha filha. Aí eu. [risadas] Tudo bem. Ela já tem bolsa na escola. Eu fala aí como é que é bolsa na escola. Eu ficava e as amigas da mãe. Nossa, tive vi crescer. Isso aí ela já viajou para você. Fala para você. Viajou. Eu falei
viajei para não sei aonde jogando. É como é legal. Muito legal. aquela criança que não sabe ainda, mas era muito isso, tipo, minha mãe tinha que fazer esse esforço vendo pessoas na ou porque na escola não tinha ou até os próprios pais não tinham essa Noção, porque a gente escuta muito no Brasil, vai estudar, vai estudar, a gente acha que por ser atleta a pessoa não vai estudar. E também tem cabecinha de atleta que acha que é isso. E tem até próprios técnicos, uma galera fala assim: "Ah, não, vai faltar aula hoje porque tem isso
ou a escola não entende". Falta, eu acho que é comunicação de todo mundo e saber que realmente ser atleta é importante paraa criação. Tanto que muita gente perguntou, tipo assim, meu mais velho já joga basquete? E perguntaram se meu bebezinho também vai jogar. O meu mais novo que fez 11 meses, que é lindo, inclusive. Ai, cara, é muita humilhação, inclusive, né? 11 meses. Eu tenho que malhar quanto tempo da minha vida para num dia que eu engravidar eu ter esse corpo logo depois? Olha, olhe, nem respondo. Maravilha, [risadas] ó. Vou nem responder para não ser
delicada. Mas aí muita gente perguntou, a tu mais novo, tu vai ser obrigado a jogar F. Não é que ele é obrigado a jogar basquete, mas ele é obrigado a fazer algum esporte para aprender a questão de hierarquia, de disciplina, isso ele é obrigado, ele vai fazer qualquer coisa. Não que tem uma pressãozinha pelo basquete, tem, mas algum esporte ele vai ter que fazer, que eu acho que isso faz parte do aprendizado em geral, assim do ser humano, educação, né? O esporte é totalmente envolvido com educação. Exato. E muita gente tá achando que são dois
pontos diferentes, não são, é uma coisa só. E isso realmente eu acho que eu vou obrigar meu mais velha, meu mais novo a fazer também. Ô Ingridinho, me conta uma coisa, porque eu vi essa história, eu falei assim: "Será que foi assim? Você descobriu a sua primeira gravidez no exame antidoping?" Uhum. E eu até vi hoje agora cedo o namorado da Juliete falando sobre exame de doping, tal. E realmente tem muito só nas competições internacionais que foi na Copa América. Eu tava no meu terceiro ano da seleção brasileira, tinha acabado de fazer 18 anos. E
quando a gente vai pra seleção, geralmente a gente fica confinado. Eu tava confinada aqui em Barueri, em São Paulo, eh, treinando já com a seleção aos três meses. Tipo assim, como estou grávida. Estou aqui com um monte de mulher há três meses. Eu tinha meu namorado na época, há mais de 3 anos. Eu cheguei em São Paulo, já comecei a namorar com ele, tava tr anos namorando. Fui pra seleção, fiquei confinada com as meninas, minha terceira seleção, já o nariz lá em cima, eu falando meu filho, mas eu tava [risadas] tend o fruto não cai
longe do É. Aí a gente treinando, a gente já tinha feito o exame, né, o exame de sangue, tudo lá. Aí eu treinando do nada, o pessoal me chamou no meio do treino, opa, já tinha selecionado as duas meninas, só viajam só 12, ou seja, o time ainda viajou com 11, desfalcado, me chamaram e falou assim: "Por que você não contou pra gente?" E eu: "Contei o quê?" "Contei o quê?" Usei nada não, gente. Usei [risadas] nada não. Aí, pessoal, você podia ter contado, ter avisado, porque a gente tá aqui para ajudar eu, Né? Aí
eu assim, tá aí o quê? Não, a gente tá sabendo tal que você tá grava. Falei tá de brincadeira, querido. Me fui semana passada. Aí tem tod Hoje em dia eu entendo que não foi menstruação. Muita gente fala: "Ah, foi escape e tal". Mas vamos lá para uma menina de 18 anos, uma menina que acabar de fazer pô, se tem um sangue descendo aqui todo mês, menstruação. Você vai achar que é menstruação. Com certeza. Jamais. Agora eu notei que realmente o fluxo tava um pouco menor do que era e mas pelo nível que a gente
tava treinando muito forte lá em basquete e eu tinha nutricionista lá e uma semana assim, uma semana não. Também tem BF envolvido não. Exatamente. A gente pegava lá o adipômetro para tirar aquela pinçazinha, a gente ficava de top short, não tinha nem como esconder, ela pegava a pinça, tirava minha dobrinha para ver tudo. Aí resumindo, fomos fazer o exame. A gente fez o beta, perdão, não tava aqui. Barrier foi minha primeira seleção, tava em Minas. Aí a gente foi lá em Minas fazer no Minas Tênis Clube a gente fez o beta, mas antes de sair
o resultado do beta, vamos fazer som, ultrassom para ver se a gente consegue ver alguma coisa. A transvaginal quando o médico colocou, tirou, ele tá muito grande. Meu Deus, eu falou: "Pera a [risadas] eu pera aí". Eu eu tava convicta, sabe? Aquela coisa tipo assim, eu não estou, Gente. Eu tô aqui há três meses. Como é que eu tô grávida? Você não sentia nada? Nada. Só para não dizer que eu não sentia nada, eu tinha muito aia porque a gente uma dieta muito regradinha e eu sempre tive realmente um peso mais abaixo e a posição
é a pessoa só fica nervosa. [risadas] Eu fiquei porque eu passei semana passada inteira quando pera, pera, pera, pera, eu eu eu tomo remédio certinho para quando eu vou eu tomava. Te jurava mulher, quando Deus me bate a mão assim, ó, te escolhe. Não. E a loucura foi quando eu voltei, quando eu voltei, as meninas todas malucas, né? Tipo assim, gente, para todo mundo meio que refaz o exame aí, mas tava tudo bem. Foi só um choque porque eu tinha acabado de fazer 18 e eu tinha, eu tava convicta que não tava. Aí eu chorei
muito, lembro, pensei muito de besteira, tipo, minha vida acabou, minha carreira, acabei de fazer 18, já tinha um contrato assim, logo depois que eu acabasse essa seleção, eu ia jogar em Boston, tal. Ai, meu Deus, lascou tudo, né? Perfeita. É. Aí logo depois já o tração por cima da barriga, escuto coração. Aí eu começo a chorar de novo. Meu Deus, eu nem nasceu, eu já sou uma péssima mãe [risadas] e agora sabe aquele já hormônio, sabe, de mãe. Aí eu falei: "Meu Deus, que loucura". Aí foi essa, descobri assim no caos, mas eu e eu
dou muito esse exemplo pro meu filho hoje. Ela fala: "Filho, você foi uma surpresa para sua mãe?" Claro. E eu acho que a gente tem que ser essa conversa Com nossos filhos. Eu falei: "Olha, vê só, você é um homem e você sabe que para você é muito simples. Isso acontece e explico bem explícita mesmo para ele. Obviamente você for presente da vida da sua mãe, você não tem ideia quanto isso, mas você sabe que tem as datas para tudo, né? Tanto que ele tem irmãozinho mais novo, ele fala: "Não, não quero agora não". Eu
falei: "Graças a Deus, não quero [risadas] mesmo". É bom que ele já tá maduro para entender como como dá trabalho, né? Exato. Eu falei, "Entenda só, veja só como querendo ou não, mamãe como ela se priva de fazer várias coisas. Imagina você entende isso tudo". Ele entende mais um pouquinho. E eu sou bem explícita mesmo, porque acho que a gente não tem que esconder tanta coisa, ele tem que entender o que é, como é que acontece, como é que faz, porque hoje em dia internet, meu amor, pegou o celular, ele não precisa nem de mim.
Eu prefiro muito mais que ele confie em mim do que ele confie no celular do que estão dizendo por aí, entende? E as coisas avançadíssimas hoje, né? Os namorinhos já devem vir antes do que vinha na nossa época. muito e por ele ser grandão, ele podia nem querer ser, mas as meninas chegam muito e eu cavei minha cola. Não, e você não v ele explicando ela ele acha aí. Qual é a questão? Eu cavei minha cola porque eu gravo muito vídeo com ele, daí as meninas já dão mais em cima porque ele é grandão, tal.
E quer, pô, ele tem um 90 anos negócio. Quem é tua sogra? Ai, minha sogra é a Ingrid, pô. [risadas] Não é um causa tipo assim, não. E eu recebo da seu filho lindo. Eu falei: "Gente, calma. Tu vai buscar na escola? Fei? Vou na reunião de escola. Não, na não. A gente não chegou aí muito. Meu marido a gente tá tipo assim, mas acontece que eu vou buscar. Oi tia, eu vou lá, tiro foto, faço. Mas no off tá bem assim, ó. Lá vem a mãe gostosa. Vai ver. [risadas] Não, não. E não. E
ele já teve vários papos assim, tá? Porque meu marido já preparou a cabecinha dele. Porque querendo mãe tirar foto de biquíni também, é professora, tal. Aí ele não, ele já sabe revidar a brincadeira, sabe? Que eu falo? Saiba revidar, saiba revidar. Não é só levar não. Ele não. Não é sua [risadas] mãe. É professora também ensinando da vida. Exato. Não, porque, pô, aí eu falei, a gente tem a sorte, querendo não tive você cedo, a gente sabe das coisas assim da vida também. A gente brinca, pô, querendo vai falar tua mãe falar da mãe dele
também, filho. Joga aí também, [risadas] vai os dois me dar brincadeira, sabe? E quando você falou que você ia para Boston, fiquei com isso na cabeça, era na WNBA, alguma coisa assim. É, então não chega a ser a W, é um rcuante, sabe? Meio que um preparatório, porque no ano anterior que eu descobri, tava grávida do Ian, a gente tinha feito uma um treinamento da seleção em Las Vegas, no Impact Basquete lá em Las Vegas. Foi massa. Foi a seleção tanto sub15 a 16 que eu tava na 16. Foi bem legal. E a gente já
começou a ter uns contatos com a galera para isso, sabe? Para jogar lá no high school e tal. E já tava meio que pré-preparado, sendo que eu tava jogando na posição como pivô, tava treinando para ser lateral, para ter mais habilidade, porque eu não queria já chegar lá não pronta, sendo que eu apareceu com dois, né? Aí não deu certo de, mas Deus sabe de tudo. O seu momento na moda, ele iniciou quando e quando assim, opa, vou parar porque você também é modelo, né? É multifunções, meu amor. A gente faz de tudo um pouco,
minha filha. Nessa vida brasileiro tem que se virar. É aqui. Eu tô perdido. Eu tô com uma uma misa aqui. Miss Rondônia e tô com inridamos esse nível. Calma. Tô bem acompanhada aqui. Ah, tá. Olhe, mas é que como a minha mãe sabia que eu ia ser muito grande, ela tinha esse receio de eu ter vergonha na minha altura, de eu andar curvada e de poxa, porque meu pai tem um 97, minha mãe tem um 81. Daí ela falou: "Não vai ser pequena essa menina, né?" E meus irmãos já são muito grandões também. Porque meu
irmão tem dois, outro tem um 95. Ela falou: "Ó, essa menina vai ser grande, os dois são mais velhos que eu. Vamos." Eh, eu sempre fui, falei muito, muito espivitada, gostava disso. Aí as vizinhas falando assim, ó, coloca ela para desfilar. Eu com dois aninhos, minha filha, eu fico treinando até com minha mãe, falei: "A senhora, pagou algum concurso que não é possível?" [risadas] Porque, tipo assim, eu vi que tinha muitas meninas, sabiam desfilar melhor, sendo que como eu era muito da brincadeira, da palhaçada, eu desfilava e eu ria. Ia mandava beijo pro jurado. Ah,
isso conquista, era, né? Isso e a pessoa levesse uma menina de dois aninhos fazendo isso e eu gostava, sabe, de aparecer do aninhos e 1,50, né? [risadas] Dois aninhos e 1,50. Sua mãe teve parto normal, cesárea? Foi, foi cesárea [ __ ] que eu acho que não dava não. [risadas] E eu brincou até hoje falando nessa brincadeira, eu lembro no dia que eu pesei mais 50 kg que meu pai falou assim: "Parabéns, você tá mais pesada que um saco de cimento". Lembrei foi o marco, minha que eu tinha uns 12 anos, já tava com mais
de uns 70. Aí foi um marco assim para mim. Aí com comecei a falar com dois anos de idade e por aí foi muito mundo da moda. Sendo que como eu fui chegando lá pelos 14, 15, eu cheguei até de lá num São Paulo Fest que eu lembro que foi todo um rolê porque eu era menor de idade. Que chique. E daí sendo que quando eu chegava nos desfiles era aquela questão, eu já tava com mais de 80 e na minha época tinha que tipo o quê? Se manter um padrão de manequim. Era o padrão
de manequim. Quadril tamanho de pé. Acabou-se, sendo que meu quadrinho hoje em dia eu, essa calça aqui é 46 e é pras pessoas, ela é mais larga, eu visto 44 e ninguém entende sendo que vamos lá, vamos pensar no prédio, uma estrutura alta, eu tenho que ser mais larga, gente. Eu não vou entrar. Tanto que eu falo muitos na internet também que muitas meninas altas não entendem. Ah, eu queria pesar 60, eu peso 80, meu amor. É, eu peso 80 kg. Eu tenho que ter esse peso porque eu vou para onde? Eu tenho quase 1,90,
eu tenho que pesar 80 kg, sabe? É que é muito bem distribuído e você assim é alta e é super slim, então assusta mesmo o número, né? É quando alguma marca me via na foto do book e tal, quando chegava lá na hora não, mas não era um p a el assim, eu falei não, longe de entrar no pí regredindo assim que eu fui notando estrutural, né? Exato. Não tem como. E muita mina hoje se prega número, poxa, eu visto, meu Deus, eu quia tanto entrar no 38, eu acho que não entrou no 38 desde
que eu tinha 13 anos e olha lá. E isso não é nada para mim, porque é minha minha altura, é meu tamanho. Você nunca vai entrar num trinco. Exato. E muita gente se liga ao número, fi, gente, não é questão de número, é o que é para você, o que veste você. E eu tenho isso muito convicto e muitas eh seguidoras minhas que são altas falam: "Ai, você tirou esse paradigma da minha cabeça". Eu falei: "Gente, mas esse tem que entender o que é paraa outra, não é o seu." Meu pé 42, meu amor. Vou
vestir O quê? 42. Eu chegava num desfile, eu levava jornal, minha mãe falava: "Jornal molhado". E a gente chega super cedo, né? para poder ensaiar, comer tudo. E era muito engraçado que eu era novinha, eu não tinha essa noção ainda de dieta, de fazer uma nutrição. A gente chegava no desfile, depois entregavam lá os almocinhos pra gente. Depois do ensaio eu saia para comer biscoito. E as meninas olhavam assim: "Ingrido, pô, acabei de voltar de um treino de basquete, eu fazia tudo junto e eu morrendo de fome." Meu gente, acaba que nem contabiliza porque é
tanta energia gasta para lá e para cá que aí foi chegando uma época que eu lembro muito também marcante que eu voltei de um dia e falaram para mim que queria me mandar pr para fora pra China para fazer uns desfiles, sendo que eu tinha que diminuir o quadril. Aí eu voltava do treino de basquete para tomar uma sopa que nordestin gosta de sopa. Nunca vi um lugar quente a gente gosta de tomar sopa. Adoro tomar uma sopinha. Aí daí eu fui tomar uma sopa, minha mãe foi dormir e tal, minha mãe acorda de madrugada
com barulho, eu comendo pão mortadela. Aí mãe, o que é isso? Eu falei pô mã tava com uma fome danada. Aí ela, ô minha filha, eu falei homem, pô, acabei de voltar de um treino, corri que só passei o dia correndo, brincando, criança, eu queria comer. Ela, ela foi entendendo que, tipo assim, é, vai ser muito sacrificante entrar num padrão que não era o meu. Eu mesmo sendo muito magra, não abaixava de 90, não tem como. Aí a gente foi entendendo isso e fui chegando num num divisor de águas, Assim, o basquete foi aumentando, né,
o meu nível e no modelo só tava tipo assim limitando, porque eu chegava no desfile, me dava um sapato 37, 38, aí eu colocava jornal molhado para poder aumentar o pé. Aí era menos mal, porque só era andar e voltar, beleza? E o perfume é pior, é melhor do que perfolgado. Aí eu desfilava, voltava, mas sempre era limitador para mim, sabe? Algumas coisas. Eu falei: "O basquete não, o a a moda eh eu vou entrar num assunto aqui que eu nunca abri abri isso, mas assim, eu por eu ter sido miss, eh, meio que naquela
época eu não tinha um equilíbrio emocional muito bom e eu tive uma conturbação enorme na minha cabeça, então eu tive bulimia, né? E na época eu também tenho só 140.000 seguidores, mas na época eu também dividia com a galera e tudo mais. Então eu passei por uma transição para que eu pudesse entender a comida sem um sem ser uma vilã, porque esse mundo ele faz com que a gente meio que se enquadre. Você algum dia já teve algum distúrbio alimentar ou como é que você lida com a comida hoje? Como é que você passa isso
pros seus seguidores? É, então eu acho que a minha sorte foi que por eu ter dois pais também que são atletas, eu vi que a refeição lá em casa sempre era muito, era era saudável. Lá em casa nunca foi lhe entrar besteiras. Eu lembro que eu ia para aniversário de criança e eu pedia permissão para minha mãe para comer os salgadinhos e as outras mã que coisa linda. Porque minha mãe já tinha passado problemas com outras atletas que comeram besteira, viajaram pro campeonato, passaram mal, vomitaram e acabou perdendo até campeonato por conta disso. Eu sempre
levei a comida como realmente fosse sustância, até por ter dois irmãos mais velhos. E quando chegou essa época de Modelo e que mesmo assim eu não, eu acho que era muito novinha, eu era muito novinha, não sabia nem a, sabe, a dimensão que isso podia ser. E eu levava como brincadeira, que nem eu fui comer meu ponto mortado, ela sem saber que poderia causar, meu Deus, é um carboidrato gigante, nada. E minha mãe entendeu na época, falou assim: "É, não acho que vai ser complicado você perder um peso, perder a sua estrutura não vai dar".
Eu acho que eu não cheguei a, vamos dizer assim, a entrar muito na minha cabeça, porque eu levava como não vai ser uma profissão, que nem você tava no concurso de Mist, que a gente sabe que é algo tipo é pesado, muita gente acha, né, mas mexe muito com a cabeça e hoje em dia a gente sabe que a cabeça é o que comanda tudo, né? A gente entendeu isso. Na época não tinha estabilidade emocional nenhuma, tinha 21 anos, hoje eu tenho 31, foi há 10 anos atrás, mas eu reconheci a situação ali, eu vi,
opa, tem algo errado aqui, não tá certo. Eu sei que ainda bem que você chegou nesse ponto, é de de se ver. Eu acho que eu era muito nova, que eu nem vi que podia dar problema. Eu só tava me divertindo. Eu só tava brincando, sabe? Ainda até chegar no lugar, tava brincando. E como eu te falei, eram dois polos extremamente diferentes. Eu fui pro que era que eu achei que era mais fácil, fui pro basquete que eu falar: "Cara, o bachete é muito mais legal para mim. Eu me divirto porque quando acabo o desfil
é tudo igual. Calbou palminha, né? Acabou o desfil. O fato de não se encaixar no padrão da moda, isso te entristeceu? Te magoou em algum momento? Olha, chegou numa época que sim, que eu até jogo muito pro meu filho também, que ele também já não cabe alguns padrões, que eu lembro que, pô, queria uma sandalinha da Xuxa, gente, uma sandalinha da Xuxa. E sabe que numeração de criança vai até o 36, 37, né? Mas meu pai já era 39 para cima desde novinha. Quantos anos, Cara? Eu acho que uns 12 já é, meu pé foi
o primeiro a crescer, né? Então falar a base cresce primeiro. E eu lembro que minha tia avó, ela comprava a sanelinha da Xuxa, a gente tinha uma senhora andando com a bota da Xuxa só para eu ganhar o relógio. Ela faz isso por mim e eu notava que, tipo assim, e eu para eu poder entender que meu não entrava meu pé ali e para eu poder entender que o meu tamanho não era de criança e para eu poder entender que eu não podia ser só uma criancinha porque minha estrutura já não era isso. Sabe quando
a criancinha tá andando em casa só de shortinho e eu era menino, meu pai falava vai colocar uma blusa e eu sem entender. E é muito que eu também falo sobre isso, que até o Felca falou sobre a adutização. Não é que eu eu tô fazendo o contrário com o meu filho, que as pessoas sem querer adotizam ele sem saber. Que eh, por exemplo, uma vez ele foi na pandemia de máscarazinha, grandãozão, já tinha uns 9 anos, a ele tava de máscara, enfermeira, eu não vi o rostinho dele, tava dodói. Eh, pode ir para lá
tomar se eu sou não. Ei, ei, ei, tem 9 anos, eu vou junto a enfermeira, meu Deus, maior que eu. Ah, eu é, a mãe vai junto, tem 9 anos. Aí eu fui junto com ele. Aí depois eu voltei pra médica. Qual o peso dele? Mã 50. A médica, tá? 59 anos. Aí eu falei: "Pois é, ele já tem mais de uns 60, ele é bem alto". E eu tendo que explicar. E muitas vezes, tanto que viralizou super um vídeo que eu falei assim, ele é 9 an e todo ano que ele faz aniversário, o
nome dele muda, que é primeiro a idade, depois o nome, pras pessoas entenderem, estão falando com a criança. Porque hoje em dia eu entendo muito meus pais que eu pedi pro meu pai para ir no supermercadinho do lado da minha casa, meu pai não deixava que tinha medo. Falei: "Mas poxa, pai, por quê?" "Mas é porque eu já era uma mulher". Mas eu era criança ainda, só queria comprar balinha aqui na esquina rapidinho e voltar. E eu falei: "Pô, hoje em dia eu entendo muito e eu acho menos mal porque eu tenho homem, né? Eu
tenho dois meninos. É menos mal, mas o mundo com mulher é muito mais complicado. Quando a gente amadurece, tal e tem corpo de mulher mais cedo e mas a cabecinha não tá pronta ainda para corpo de menina. Eu não via maldade em ninguém. E hoje em dia, quando eu vejo meu marido, eu tenho uma sobrinha, ele fala: "Olha, a roupinha, é bom colocar um shortinho". Eu falo: "Meu Deus, uma preocupação diferente, né?" É, eu falo: "Meu pai, minha mãe". E meu marido tem essa preocupação com meu filho mais velho, até pela questão de namorada mesmo.
Primeiro criança não namora, a gente prejudicou, ele entendeu isso e a gente tem esse receio de ele 1,90, 13 anos e a menina com 15 desse tamanho. Alguém vem namor imagina o pai da menina falando: "Minha filha tá namorando um cara de 25 anos." Daí isso, o pai chega: "Quem é você?" Imagina [risadas] o meu filho assim, ó. Aí eu fico, vai ter que ir junto para pedir a permissão. Não é isso? Eu fico, meu Deus, imagina meu filho, sabe? E aí eu faço essa questão de falar assim, ele tem onde eu chego segia ser
chato. 13 anos acabou, fez agora em novembro. 13. É 13. Não, o nome, eu falei, não, anotei. 13, pronto, o nome agora é Ian. Pronto, 13. Eu faço a questão dele curtir a brincar. Você é uma criança, brinque. E muitas vezes a gente tava até num de férias agora e brincando com os meninos de 14, 15, Queimado. Aí eu fiz até um vídeo ele jogando devagarzinho. Ele não tô com medo de machucar alguém. A força, né? Aí, ai me quebrou na hora o coraçãozinho, tipo assim. Eu falei: "Pois é, tanto que o esporte é bom
para ele por conta disso, para ele ser ele. Aí, filho, pode bater, brincar que jogue, faça, seja você, se é o momento de você crescer, em vez de só ficar puxando, sabe? Eu acho muito importante, tipo assim, eu acho, na época eu não entendia que meus pais faziam isso comigo e hoje eu entendo, falo para ele e eu até explico para ele. Você sabe se é uma criança, né? Eu falo, ele entende que não é criança, adora brincar de carta Pokémon. Ah, isso que eu não entendo. Tem as meninas dando em cima ele brincando de
carta Pokémon aqui, ó. É, mas assim, [risadas] deixa eu falar um negócio. Não sei se se a pessoa ela realmente gosta, seja de videogame, seja o que for. Meu namorado tem 35 anos, mas ele tem o tempo da nerdagem dele. Ele é nerdo. Não, homem. Ah, meu Deus do céu. Aí eu já desisti. Esse mundinho gamer aí, fia. Não, eu desisti. Chega um momento que ele só pega, vira para mim e fala bem assim: "Amor, tô entrando no campo da nerdagem, tá? Eu sei que esquece. Quando eu tô na casa dele, ele mora no Rio,
aí ele pega e fala bem assim: "Pode assistir sua sériezinha chata?" Porque tem as que a gente assiste juntos em conjunto e tem a séries de mulher, né? Tem as séries confortos. Então daí eu libero ele e fico assistindo a minha série conforto. É, não é? Ex. Eu acho que a única vez que eu sou com meu marido assim, ele passou 8 horas na pandemia jogando. Ah, um jogo 8 horas. Fiquei em choque. A minha f quando era na pandemia assim horas, né? É isso. E hoje, Luig? Ah, não. Hoje é umas duas horinhas, três
horinhas, de semana, um pouquinho mais. Aí quando chega com as olheiras aqui nó trabal trabalhou aqui, ó, jogando, [risadas] pô. Vai mata logo. Como é que relaxa assim? Não relaxa, meu amor. Não relaxa. V no besteirol. Mas exatamente isso. Eu falo assim, não vou dar uma relaxada, tá, amor? De repente eu tô mais tenso do que eu tava antes. Eu acho que precisa disso. Não é possível. Que [risadas] que relaxamento é esse para se estressar? Tenho condição. Não. Agora, uma coisa que eu queria te perguntar. 18 anos. Mãe solo não é uma coisa normal mentalmente
para se dizer. Não. Como que foi isso para você? Eu tô muito sentimental. Vi que meu meu bebê nasceu em janeiro, tem [risadas] meses já, mas eu acho que eu tô no pós-parto eterno aqui, viu? Porque é menina muito sentimental. Fica muito, muito, muito. E principalmente agora que eu tenho dois, duas disparidades muito grandes, eu vejo assim, esse bebê amanhã vai est do tamanho do 13. Gente, passou Assim, eu não consegui dar parabéns p na internet do meu filho de 13 anos, porque eu fui pegar uns vídeos dele, eu tive uma crise de choro, minha
mar falou assim: "Se acalme". E eu não conseguia parar de chorar porque eu vi que o tempo passou muito rápido e eu vi assim, é, quando a gente é mãe de primeira viagem, a gente perde muito momentos, porque a gente tá muito cansada, é tudo muito novo, não tem como. E eu com 18 anos, hum, que lindo. Nossa, ele é um galã, minha filha. E esse ainda ainda é mais antiguinho. Ele tá margatinho agora. Não. E olha, olha o olhinho claro. É. Ah, o olho é um azulzão do bebezão. Eu fico bestinha, não tenho condição
não. O hotel colocou umas fotos dele aí. Eu falei: "Ot quer me ganhar, né, rapaz?" [risadas] Colocou umas fotos lá. Daí com 18 anos foi complicado. Não neg porque meus pais tinham uma expectativa para mim. Tive essa problema com meus pais que a gente passou 10 anos sem se falar ter falar que meus pais no nascimento. É. ou quando eles ficaram sabendo. Eh, assim que eles ficaram sabendo, a gente já teve essa bronca muito grande. Eh, muito problema da família inteira de que meu pai colocou culpa da minha mãe, aí minha mãe jogou a culpa
para mim, Aquela questão tipo assim: "Ah, você devia ter conversado". E aí são outra geração, por isso que eu faço questão de conversar com meu filho hoje em dia. A gente voltou a se falar com meus pais, tipo assim, estamos melhores, conversando mais, mas foram tipo assim, eh, foi muito complicado porque eu tenho 18, eh, perdi meu emprego principal, voltei a jogar logo depois do Yan, mas foi tudo muito difícil e eu fazia questão de, tipo assim, não quero que ninguém me ajude, porque não é meu, não é que eu tenho que carregar, é meu
e acabou-se. Tanto que eu lembro que dá de mamar na época você via muitos vídeos e fotos. A mãe, coisa mais linda, dando de mamar. E quando eu comecei a dar de mamar fil, uma romantização, né? Muito, doia muito, doia muito e eu não sabia o que era. E eu ouvia assim: "Tá doendo porque você é nova". Aí eu falei: "Então tá bom". E foram três meses e meu filho mamando, eu não olhava para ele. Era olhando para cima, a lágrima caindo assim, ó. Doí, doí, doía do trincar o dente assim. Eu falava: "Mas ele
tem que mamar?" Vai mamar. Tipo assim, eu levava como se fosse, é, vamos dizer, um jogo assim, eu tenho que ir até o final e eu vou até o final. força da mulher nordestina, né? É tipo, eu não aproveitava meu filho, sabe? E porque eu eu e eu não eu tentava entender, mas eu era muito nova, não tinha essa toda internet, muitas mães para lhe ajudar e eu ficava tipo assim, levava como tipo assim, eu que causei esse problema e eu que vou resolver. Ninguém precisa me ajudar, não, deixa que eu resolvo. E mesmo assim,
opa, aí tá vendo que eu tô nessa condição? [risadas] Não dá. E mesmo assim eu amei muito minha maternidade, que meu filho foi o parceiro da minha vida, tá? que não. Ela, meu filho foi o parceiro da minha vida, tipo assim, muito parceirão. Tanto que eu olho hoje em dia, falei: "Gente, olha onde a gente chegou e você sabe, gente, vamos parar com isso aí." Daí eu olho muito, eu falei: "Olha só que coisa". E mesmo assim meu segundo filho foi muito planejado. E quando ele nasceu, foi quando eu notei assim, quando eu notei que
eu falei: "Caramba, muita coisa eu não aproveitei porque eu tava cansada, porque eu me culpava. Em vez de só aproveitar, a gente dormia agarrada." Eu falava: "Não, não pode dormir agarrado porque ele depois tem que aprender a dormir sozinho". E eu me culpava de muito. E e essa segunda maternidade é tipo assim, ai como tudo é mais leve e ao mesmo tempo eu me culpo, falo: "Poxa, devo ter aproveitado mais que meu mais velho". E fica nessa. Mas depois eu descobri que é normal, tá? De toda mãe. A gente vai se culpar 24 horas. A
gente se culpa mesmo tendo filho depois de 30 anos ou tendo filho nova, toda mãe se culpa. E ai obrigada. E é muito normal isso. Aí hoje em dia eu tenho essa leveza e eu fico, poxa, e eu até falo pras outras mães, você mãe de primeira viagem que tá tipo assim, passa, amiga, passa. Daqui a pouco você vai estendo essa crise chor que eu tô tendo, porque seu filho tá com 13 anos já querendo ir pra primeira festinha de 15 sozinho, passa aquela noite mal dormida. Saudade dessa época, inclusive, né? Ah, não é o
o peito dolorido. Ai, você não sabe qual é que vai acontecer, tudo passa. Só falo para todas as minhas amigas assim que tá tendo uma filho Agora, passa. Você tá cansado? Vai passar. E e sabe o que é o pior? passa e o melhor passa. Você não sabe o que que faz. A melhor coisa para um pai e paraa mãe é ver seu filho crescer e a pior é ver seu filho crescer. Sabe que a gente sabe que deve dar um medo, né, de não acompanhar um crescimento depois de acontecer muito. É uma questão que
a gente tem que soltar, soltar pro mundo e você fica assim, será que eu fiz certo? É, minha mãe fala que cria filho pro mundo, né? É. E você fica naquela tipo assim, eh, até aqui eu consigo controlar. Quando ele cai, bate a cabeça, fala: "É só o bracinho de mamãe, eu consigo controlar". Mas quando é na rua, se ele tiver tipo assim uma namoradinha, machucar ou num jogo, cara, num jogo uma vez levou uma pancada que eu falei: "Meu Deus, tem até um vídeo que meu amigo gravou assim: "Posso postar?" Eu falei: "Posto, eu
não tenho condição, quando é comigo desça o [ __ ] em mim, eu aguento à vontade." Mas quando eu vi cara batendo no meu filho em quadro, eu fiquei: "Meu Deus, meu marido: "Calma, mo de jogo". Eu falei: "Calma, não". E eu ficava assim, ó, jogo nada. E eu jogo e e ao mesmo tempo, tipo assim, eu sou mãe, eu não posso gritar com uma criança de outra mãe. Eu ficava me contendo assim, eu, meu Deus, eu, gente, meu filho, calma. E eu fazia assim, ele faz o qu? Eu faço o que com esse sentimento,
sabe? É muito louco, minha gente. Só sendo assim para você ver, ó pai, tô suando. Não, e assim, você lida com muitas coisas, né? maternidade muito nova, 6 milhões de seguidores, querendo ou não, isso é brilhanta os olhos de muitas pessoas, mas por trás também carrega uma responsabilidade gigantesca nisso. Então, assim, quais foram, eu eu quero saber de de fato, o que que você acha que é o mais chato da internet hoje em dia na sua vida e o que que a internet mais te proporcionou de bom? O mais, vou começar logo pelo mais chato,
que eu acho que hoje em dia todo mundo tem uma uma regra se seguir, um livro, uma receita. Alguém parece parece todo mundo sabe de tudo hoje em dia. Eu li um texto hoje que até água tô bebendo errado, gente. Fala que água. Tu acredita? Vira fala da água porque não se bebe água gelada, se bebe água quente. Bom dia. Tu acredita? [risadas] Lá no Recife. 40º no coco não vai beber, não vai beber água gelada não. Para não, bicho. Bebe chá. Não, só se for em 24 horas. Gente, água quente. Mas o pior que
realmente eu viajei pra China e lá eles bebem água quente. Eu falei: "Tá minha gente, mas na China é, mas não". E a proporção assim de mal que vai fazer quase nada, mas a questão que hoje em dia a internet tem tanto tipo assim o perfeito a se seguir e hoje o wellness ele cresceu muito, né? O bem-estar, você tá bem esteticamente você tá bem e você vai enlouquecer, você fala assim: "Meu Deus, eu devo estar muito podre por dentro que eu não faço Nada disso, eu não acordo, não tomo 30 chás, não tomo meu
colagem, não tomo isso, não tomo aquilo, não tomo aquilo, não tomo aquilo." Meu Deus, será que você fica? Tô errada. Não é possível. Eu entendo se tem um limite da saúde, tanto física quanto mental, que a galera tá extrapolando hoje em dia, que você vai andando assim, todo mundo se mete na vida todo mundo, na sua criação. Eu acho que, tipo assim, eu sei que eu tô postando e estou dando direito de algumas pessoas comentarem, né? Direito entre aspas assim, até a página dois, né? É que eu comento tipo, tá? Vocês falam e eu respondo
muito, tá? Eu falo mesmo, gente, vê só, nem não é tudo assim. Eu eu sou de responder, eu sou de mostrar e eu sou muito sincerona com tudo mesmo, porque vocês têm que entender que vocês não podem chegar a se meter na vida dos outros e não tem um padrão que, por exemplo, o povo pergunta muito se eu tenho babá, se eu tenho funcionária. Falei: "Não tenho, lá em casa sou eu, meu marido e meus dois filhos. Uma casa de 250 m. Palpitam muito na tua criação do teu filho?" Muito. Tipo assim, meu filho mais
novo começou a andar com 9 meses. Aí ele já anda muito bem, já corre e tal. Ah, porque ele tá descalço. Eu falei, mas é porque criança assim era descalço para ele aprender a pisar no Eu sou professor de educação física, eu sei disso que a pisada dele tem que ser perfeita e além disso a vitamina S que todos os médicos falam que é a sujeira, mas muita gente não por conta da friagem e de não sei de que. Eu falei: "Ai, Deus". Aí eu só Restrinjo ali aquela DM, fingo que nunca vi e vou
beijo, cheiro. Hoje em dia eu tenho essa maturidade, só restringe o tchau, fingo que nunca vi. Alguns eu printo, levo como informação paraos meus seguidores entenderem e falei: "Gente, não é isso? Vou lá, explico. Se eu não tenho, vamos dizer assim, argumentos para falar, eu chamo algum médico, alguma pessoa para falar sobre isso. O que eu consigo, eu vou lá e falo. Mas é isso. Muita gente hoje em dia acha que se tem um correto para viver, gente, é a vida de cada um, sabe? Todo mundo acha que tem, ó, se você não fizer isso,
você está errado, você é isso. Não, minha gente, pelo amor de Deus, siga a sua vida. Você vai no máximo, pô, se espelhar em alguém, ver o que seria bom e vai ponderar de acordo com sua vida. Que muita gente fala assim: "Poxa, mas eu tenho um babá. Será que o certo não é não ter babá que nem você?" Eu falei, gente, vê só, eu não tenho babá graças a um privilégio gigantesco que é de trabalhar em casa. Eu trabalho na minha casa, não se compara comigo. Eu tenho, ah, porque seu filho andou muito cedo,
mas eu não anda. Eu falei, eu tenho o privilégio de estar com o meu filho 24 horas. Uhum. E muita gente não tem, porque a mãe teve que trabalhar. Aqui no Brasil são quatro meses de licença só. E olha lá, aí a mãe ter que desmamar uma criança para poder ir trabalhar. Vi a diferença e eu podar de mamar pro meu filho a hora que eu quero, quando eu quero. Falei: "Gente, Não compara". Aí eu falo muito sobre isso. E o lado positivo da internet que eu não posso negar é esse de eu conseguir trabalhar
em casa, tá? tá com minha família e principalmente de eu mostrar a minha família, tipo assim, a gente 24 horas e eh a gente eu falo que a gente é uma rede de amigos, tanto que quando chega algum seguidor, alguma coisa, eu gosto muito de a gente tirar foto, tirar gosto, porque se a pessoa me segue, a gente tem alguma coisa em comum. Não é nem que eu vou ser simpática só por ser simpática, porque é o meu seguidor, não é? Porque se você me segue, a gente tem alguma vibe igual, meu amor. A gente
tem realmente alguma conversa aqui e a gente desembesta a conversar aqui. A gente nem minha amiga fala, a gente mata um frango, senta aqui, vamos comer [risadas] e fazer um churrasco e vamos conversar. E eu gosto da internet tem relações porque a gente troca muito a figurinha. Quando eu tenho algum bel, a gente me ajuda, não sei o que faço. Faço o qu, o que que vocês acham? A gente conversa mesmo. Eu super converso. É como se fosse um daily, mas sem ser um dailing. Você realmente abre tudo. E eu não sou aquela pessoa que,
tipo assim, ai, eu não sei, eu não vou dizer que eu não sei, gente, eu não sei, não. Faz o que aqui agora? Tipo assim, a qual é a fórmula do seu sucesso? Ai, eu acho que é que eu não tenho frescura, eu acho, porque quando lá no começo, quando mandaram eu tirar meu sotaque, tirar minhas coisas, muita gente falava assim no começo, eh, para seguir um padrão, para você ser que nem jornalista, tal, sendo que eu não tô passando informações de outras pessoas. Eu tô falando da minha família, da minha vida, do meu cotidiano,
da realidade, que muita gente fala assim: "Ah, posso tirar foto com você?" Tipo no meio da padaria de manhã com cabelo só dos sábados, do jeito que acordou? Aí eu, claro que pode, porque eu apareço no meu story 24 horas de touca, minha gente, com bob na cabeça, eu tire, meu amor, minha realidade é essa. E as minhas ai vai querer maquiador, falei: "Não, meu amor, faço aqui no no cardão aplicativo, faço agora aqui a make, porque me vê só em condições deploráveis na rua, né, que a gente já passou em várias assim pósfesta, cansada
no pós-parto, me viram assim de blusa manchada, de leite, oi meu amor". É a vida, todo mundo tem uma realidade que eu acho lindo se aparecer linda, beleza 24 horas, eu até queria não mostrar tanto minha vida, mas como foi acontecer esse jeito, mostrando minha vida. Eu queria muito ter uma privacidadezinha, algumas coisas eu consigo privar, mas eu mostro mesmo. É tipo assim, aqui quem não gostou, desculpa, é minha vida, somos nós, isso é realidade. A internet eu acho que eu consigo mostrar o real, tipo, ó minha gente, assim, ó, não faço unha do pé
tem 5 anos, não gosto de fazer do pé, eu uso tênis e é isso. Eu falo mesmo, o que é que a gente tá vendo povo? Ai, obrigada, porque eu achava que isso, gente, relaxa, a vida é isso. A gente tem uma realidade por trás das câmeras aqui, ó. Teve uma época que a o Instagram falou que ia tirar os filtros, não foi? Fiquei traumatizada. Falou filtro [risadas] que eu falei, me lascou porque pós parto a pessoa vai me pegar pós parto já vou estar deplorável sem filtro. Aí eu comecei a me gravar sem filtro.
Eu acho que todo mundo passou por essa transição de eu não quero gravar sem filtro, eu preciso e hoje eu não aguento filtro. Não é. Aí depois eu peguei e falei: "Aí tem dia que eu coloco um outro. Ficou mais legal sem filtro. Eu acho até porque você leva um choque, né? Quando vê a pessoa pessoalmente acontece. Tem gente que você vai olhar assim: "Meu Deus, é essa, assustei". E eu acho que o meu elogio para mim falar assim: "Você é igual na internet". Eu falei: "Ai, o elogio da vida para mim é esse. Obrigada,
Deus". Mas é verdade, não é igual na internet. Para mim é igualade. Olha aí, na verdade eu achei mais bonita do que na internet de verdade, gente. E aqui, ó, ela tá com a maquiagem bem fraquinha. Exatamente. Ela tá natural aqui pr mim. Ela tá parece que ela saiu de casa, só veio e falava: "Vamos com sabe, né? O homem não sabe ver a não. Não, [risadas] mas isso aí, isso aí tá zero. Tá, tá sem, sem deixar ele. Acordei." É, não foi? Aí, ó. Para mim tá sim. Para mim tá isso. Ô, Ingrid, você
tem hater, Ingrid? Porque não é possível. Homem, todo mundo tem, mas graças a Deus eu nego não. Muito pouco, muito pouco. Graças a Deus assim quando aparece eu lembro que o único que me levou em choque assim mesmo foi que mexer no meu filho, né? Tinha que mexer para me levar em choque, porque os que aparece só restringe fica vi. Não sou obrigado a responder porque o rate ele quer isso, Ele quer atenção. Aí eu restringo, ele nem sabe nem que ele comentou, tá? Ele iludido lá, querendo atenção, se matando e eu tchau. Um só
que me pegou muito foi o quê? que assim que eu engravidei, falaram muito que eu não queria voltar a jogar basquete, que eu não queria voltar pro meu corpo. Falaram, falaram, falaram e realmente eu peguei isso para mim, falei: "Meu Deus, é verdade". Aí eu peguei, postei um vídeo correndo com o meu mais novo na praia ano, o meu mais velho na praia anos atrás e eu correndo a barriga trincada, pá, tava jogando ainda, né? Aí eu fiz um vídeo desse falando que eu não quer voltar, eu correndo. Aí o pessoal comentou o quê? Porque
só veio hoje em dia a minha vida, né? Eu com minha casinha, graças a Deus, enfim, tá morando no beiramar, bem casada, com a casa grande, mas ninguém sabe que eu já entreguei pelo Fel em festa e fiz evento sexta, sábado e domingo para ganhar lá meus R$ 70 na noite com meu marido no carro, com meu filho no bebê conforto. Enquanto os dois dormiam, eu tava de festa em festa entregando panflete por aí ia para até conseguir me formar para fazer um e por aí vai, mas ninguém sabe disso, né? Aí comentaram no vídeo
falou assim: "Ah, é muito fácil só com a barriguinha trincada, sendo que com certeza ela nem cuida do filho dela, tá aí cheia de procedimento, deve o filho dela, o filho dela não deve nem saber o nome dela. Ai, povo é muito grande." Aí quando falaram isso, eu falei: "Aí me pegou". Logo, eu que levei a maternidade como assim como uma obrigação, sabe, de que eu tenho que fazer tudo. Aí eu fiz um vídeo e no meio do vídeo eu acabei chorando, né? Aí meu marido, para que você foi chorar e tá dando paco para
essa galera? Nesse dia eu falei: "Poxa, não tá certo, ó". Aí eu peguei, apaguei, eu falei: "Pois vai cagar, quem comentar agora, eu apago e acabou-se". Mas hoje em dia é muito pouco que a gente se conversa muito, a gente tem uma uma vibe mais legal. Ah, ô Ingrid, uma coisa que eu queria saber agora, eh, qual foi o quando você falou que foi na pandemia, né, que você começou na questão de vídeos Eh qual foi o primeiro vídeo que viralizou, podemos dizer assim, que você falou assim: "Opa, eu acho que isso aqui vai dar
certo para mim". Que qual foi o primeiro que você lembra? Talvez você não lembre o primeiro, mas assim, o que você mais lembra assim que você falou: "Ó, eu fiz esse vídeo aqui, deu certo, gente. Acho que t assim, a fórmula do vídeo que deu certo, você continuou fazendo depois." Eu lembro de alguns querí por um tempo, até depois ir mudando o algoritmo, a galera entendendo. Eu lembro que o primeiro que foi foi falando na minha altura que era muito na época no TikTok fazia uma dancinha, apontar seu nome, sua altura cidade, pronto. Que apontava
aqui, aqui, aqui, aqui. É música favorita, comida preferida. E eu faço uma dancinha, pronto. Aí eu falei, meu altura meu Deus, desse tamanho que o pessoal não tinha noção, né? Eu é 186, eu é sou atleta. E na pandemia mostrava alguns treinos assim, né? Porque como eu comecei a dar aula online para meus alunos que não podia ter mais esse contato, eu comecei a gravar alguns vídeos tanto eu eu treinando, sendo que esses estavam indo tanto, mas foi mais a relação em casa de eu fazer um treino pro meu mais novo, para gastar energia dele,
pro meu mais velho, perdão, para gastar energia dele, brincando, brincando, brincando em casa e falando altura do meu marido, a altura dele com seis aninhos que tem esse vídeo vai vir lanciando até hoje que eu falei assim, 1,95, 1,86, qual é a altura? Aí ele aparecendo no meio já com quase 1,70 e o pessoal, meu Deus, que mentira. Eu falei, gente, não é, Mas digo assim, os seus conteúdos eh em algum momento que existem pessoas hoje que elas fazem o conteúdo, ele fica viral, mas até então a pessoa ela não sabe que esse conteúdo ele
vai dar bom. Deu bom e esse conteúdo e você continuou replicando alguma fórmula? Tem algum conteúdo assim? Sempre foi muito tipo assim, sempre quando eu toco muito no no quesito altura, sempre a galera f ou fica muito ajustada ou as mulheres se sentem aidas muito muito. Eu falei tanto que quando eu vejo alguma menina na alta eu abraço ela. Eu falei: "É, venha acolha mã cá, [risadas] eu abraço você por cima, se sinta aqui em casa. o super que rola hoje em dia. E cada rede tem um pouquinho mais, mas sempre quando eu falo sobre
minha altura é um conteúdo que bate. Hoje em dia muito sobre adolescência do meu do meu mais velho que eu vou falando sobre isso, bate muito. E da questão de eu jogar basquete e que o pessoal acha que ai que atleta era muito, eu falei sobre o tona mesmo, mas quando a gente se veste, né, a gente tenta ficar um pouco mais feminina, aí eu faço vídeo assim, tipo assim, eu jogando basquete é nada transição para uma mulher alta de salto, mais arrumada, que a gente consegue ser os dois, é um que sempre dá certo.
Acho querendo ou não vai um pouquinho na altura também, né? Que eu faço vídeo pegando no teto. Aí o pessoal, meu Deus, ela toca no teto. O negócio é altura mesmo. O pessoal se identifica, né? E fala bem assim: "Putz, eu não tô tão é tipo um sapinho fora da áu, sabe? Um peixe fora da água". É a família girafinha. [risadas] Que legal. Lembro que a galera falou assim: "Você achou foi o bullying?" Eu falei, gente, Vê só. Eh, não falando sobre bullying em geral, que tem vários bulins péssimos aí, sendo que quando a galera
na escola me chamava girafa, falava: "Mas eu sou uma girafa". Ah, parece um avatar. Eu falei: "Pareço um avatar". Tu já viu esse tamanho? Ele avatar lindo da [ __ ] né? Tamanho de avatar danado, grandona, né? Eu falei: "Tu queria ser grande também, né? Eu falo de falei: "Não abaixe para tirar foto com seu ninguém". Quem quiser que pule, por favor, obrigada. A professora na escola mandava, tem que sentar mais atrás. Falei, acompanha mé menor. É estratégia do buling. A estratégia do bullying. Você veste a camisa, acabou. Isso. Porque quando a pessoa que nem
o hater, né, ele vai falando até você sentir fal girafa. Eu falei: "Pois é, minha seguidor é girafa". Falei: "Pois eu sou girafa meu amor. Meu filho já sabe." Ele fala que não tem graça você fazer bol. Sou girafa. Minha perna é do seu tamanho. Você fal isso. [risadas] Falei: "Sou meu vi que já [ __ ] né?" Aí eu falei: "Tu tu acredita que eu chegar atenção". Eu falei: "Tu faz como?" A pessoa fica [risadas] aí eu falei: "Pois é meu amor, fico assim mesmo. Ingrid, pega um negócio aqui para mim aqui. Certeza não
muito faço p fazer exploração de maiores. [risadas] Vou lá tudo bem zero, bor. Faço mesmo." Eu falei: "Gente, porque é uma coisa que eu até falei para minha seguidora, falei: "Você não vai conseguir mudar, meu amor, não tenho uma cirurgia para isso. Ou você se aceita e vê a beleza nisso, ou você vai enlouquecer. Que eu lembro para ver como como é você se aceitar, que loucura é. Meu olho é meio amarelado. Aí meu pai tem um olho azul, minha mãe tem um olho verde e meus dois irmãos olho verde. Agora é bem claro mesmo.
Aia mat olho amarelo de gato, né? Não, mas sendo que daí eu lembro que meus primos chamavam v nordestino, olho de melda que é mel com [risadas] e eu novinha eu chorava saí o olho de melda. Eu não quero acredita. [risadas] E eu ficava tipo assim, por que você fez isso comigo, pai? Mãe, porque é melc. Aí eu, gente, eu ficava, meu Deus, que aí eu chorava porque meu olho era amarelo, que era olho de melda. olho de melda. Aí depois que eu fiquei mais velha, eu falei: "Ingrid sério [risadas] que conceito, né, da criança
como você não tem uma estrutura boa quando você Ah, falou gente aí a mesma coisa da altura. Muita mina não se gosta não. Ó, falei gente quando você vestia a camisa do Bul, falei eu sou mesmo fala sobre isso e acabou-se". A pessoa no instante desiste. Aí eu acho que quando você pega assim para você não tem que segure. Agora você sabia, Gabi? Essa mulher aqui, ela tá se colocando numa sinuca de bico. Sabe por quê? É porque ela tá querendo voltar a jogar Basquete agora. Foi campeã seleção brasileira. Aí ela fala de master 30
mais. O master 30 mais. Mas aí vamos lá também já entrando nesse assunto, como é vestir a camisa do Brasil e representar o Brasil e ser boa no que faz? Cara, é muito bom. Eu lembro que acho um momento sempre marcante assim, né? A primeira seleção, óbvio, foi extremamente marcante para mim. com 15 aninhos, peg minha primeira seleção, mas um que foi quando a gente foi fazer esse treinamento lá em Las Vegas e eu lembro que os americanos eles são muito assim, eles são muito patriotas, isso é um fato muito. Um deles é assim. E
a gente treinando lá, é no final do treino a gente faz nesse chama de suicídio, corre do fundo da linha da quadra, lance livre, volta, meio da quadra volta e vai assim. É literalmente um suicídio. Você chega arrebentada, sabe, de cansada. E antes de começar esse último exercício, o que é que ele explica? Ele fala que isso aqui não é para, eles falavam assim pra gente, né, novinha, que não é para lhe jogar no chão, não é para carrasco, não é castigo, é porque no final do jogo você tem que ter mais pique do que
outro time, porque no final do jogo quando você tá cansada, a mão já não vai fazer mais movimento, você não vai correr mais tanto, quando você tá cansada, você não vai do mesmo jeito, o corpo já vai cansando, você não faz o mesmo movimento começar a errar mais, ele fala no final do jogo que você tem que aguentar mais do que os outros. Ah, gente cansada no final do treino jogavam assim na cabeça. Você é de onde? Isso tudo em inglês, né? Brasil. E a gente gritava al e aí vai ser o melhor do seu
país ou não? Olha o arrepiada. Aí vai a gente vamos. Ele então vá correndo e gritando Brasil e a gente corria gritando. Falei: "Porra que massa você arrepiada assim, tipo assim: "Eu sou meu país, eu vou representar, eu vou fazer o que for". Eu acho isso muito massa. Eu sou uma pessoa que eu sou, faço questão de pô e viajar e quando eu viajava com ação camisa do Brasil. As menina não vamos sair com roupinha bonita. Eu falei: "Não, menina, Brasil. Vou andar e perguntar de onde a gente é. Eu acho massa. Já faz o
marketing?" Não, não, total, porque o povo já vai ver de onde a gente é. E eu acho isso muito incrível e como eu falei no começo, eu acho que a gente tem um poder gigantesco. E quando a gente vê os atletas da gente, por exemplo, Isaquias, a Raíça Leal, eu acho muito mais punk ainda atleta de esporte individual, porque é só você, tipo assim, é você por você no basquete, quando você tá tipo assim, pô, não tô tão bem hoje, minha bolinha não tá caindo, eu conto com amiguinha aqui para me ajudar, passo mais um
pouco, ajudo na defesa e tu no box ali, amigo, tu no teu skate lá, faz como se tu não tiver bom no dia perdeu e acabou, como é que faz com essa cabeça no remo não é isso? as meninas do judô falam gente se você não tiver bem no dia faz como eu falo ó esporte individual acho assim absurdamente e quando eu vejo, por exemplo, mais essa galera que é pô campeão olímpico, que eu Acho que é o auge de qualquer atleta da vida, que sai do Brasil, tipo assim, eu sei que é sem investimento,
qualquer outro esporte que não seja no futebol, a gente sabe que não tem tanto investimento. Eu também já sobrevivi de bolsa atleta por muito tempo, foi o que me salvou bastante, minha família todinha. E quando eu vejo um atleta desse, falo: "Caramba, tá vendo como a gente é punk?" A gente é muito bom nisso, sabe? Que a gente tem um poder abraçar, um poder mental muito bom, porque até tem tem uma cabeça muito grande e a gente não saber usar isso, eu fico em choque. Eu fico, não é possível, sabe? A gente tem um produto
tão bom, só falta um pouquinho de investimento pra galera confiar mais nisso aqui, porque quando sai um atleta desse, minha gente, olha, eu choro de emoção, eu fico numa condição lá em casa, eu grito. Acho que ter vários vídeos, eu vendo no judô lá, eu não tava nem entendendo direito se tinha sido ponto. Ah, mas o que ele fez não serviu? Falei: "Não, mas o juiz ladrão". Eu começava a gritar maluca, sabe? Porque eu faço questão até de exaltar outros esportes também que querendo ou não, vamos lá. Raíça foi tetra campeã de skate, poxa, a
gente vai continuar sendo um país só de futebol. Raíça é tetra tem o quê? 17 anos 18 agora. Isso. Vai tirar CNH que ela tava falando. Falei: "Loucura Raíça. Meu Deus! Vê que absurdo hoje é Raíça n acompanhando ela crescendo. É tipo quase são de junho que acompanho crescendo. A menina [risadas] tá aí. Não sei se isso é bom ou se isso é ruim, gente, assim, né? Porque você já se sente, né? Master. Foi o que ele disse. Somos master. [risadas] É o podcast master. Eu me achava uma fadinha até agora. [risadas] Exato. Não. E
a a Ingrid foi campeã agora. Uhum. E tá sendo convidada para jogar pro Pan. Fui convocada pela seleção pro Pan. Pois é. Irei. Eu tô nessa, né? Treinando agora. Foi o que eu tava falando com ele mais cedo. Falei: "Gente, voltar a treinar porque eu me cobro muito e eu não quero só treinar um fazer uma representar que eu quero ir, eu quero ganhar, eu não sei nem como é que vai est l campeonato, tal. Tanto que eu me preparei super para esse campeonato que a gente foi agora, o brasileiro que eu ganhei, eu meu
filho bebezão, ele pegou, acho que foi, tava naovus, tal, que ele ficou bem mal, muito catarro, tal, peguei no dia antes da competição que eu fui do jogo, tive que tomar uma bezeta. Hum. Aí eu cheguei lá no campeonato no outro dia, muito catarro, muito mal ainda. Falei: "Ó, não vou poder jogar, tô no primeiro jogo". Não, não, tranquilo. É um jogo, acho que até a gente vai ganhar com mais facilidade, tal. Falei: "Não, beleza". E eu fui por um time que eu não conhecia o time aenda, eu treinei, é que nem aquela história, eh,
trabalho em grupo, né? Cada um faz depois junta. Aconteceu o quê? O nosso jogo não tava indo bem. Hum. Não tava encaixando. E eu tava no banco, eu falei que eu não ia jogar. Aí até falei com meu marido, falei: "Mã, o que é que você acha?" Tal. Aí falou: "Porra, tu vir para cá não jogar é complicado, né?" Aí pronto, era era o que ela precisava. Aí eu, pô, foi isso aqui. Eu falei, [risadas] eu est aí tu bem assim, uma cesta, uma limpada, uma sétima. Tava em condições que eu começava a jogar, sabe?
Quando a saliva seca, fica só espuma ali, cola no céu da boca, eu pegava água e cuspia. E foi muito sensacional porque eu falei pro técnico quando começar hoje, eu falei: "Ó, não vou jogar hoje". Ele não, tranquilo. Primeiro jogo, tá em paz. Tava aqui tranquila. Se você pegar o vídeo depois do YouTube, tu assim, eu me coloco, ó, por favor. Quando eu falei, eu juro que eu eu vou, eu vou, eu vou. Eu gaguejava assim, ele vou, ele falei, não durou nada. E ele calma, [risadas] calma, calma, calma. Aí eu lembro o primeiro jogo,
a minha bar tava assim, calma, não tem para que isso no primeiro jogo e a gente ganhou, graças a Deus. Mas foi o que aconteceu, porque foi o primeiro jogo, cada um tava treinando na sua casa quando se juntou o time não foi, mas eu fui lá, ol foi uma pancada danada, a gente ganhou o primeiro jogo, foi melhorando, meu time foi se unindo e a gente ganhou bem os últimos jogos, mas nesse dia que eu notei, eu falei: "Tá vendo que eu não tenho maturidade". Como é que é a preparação agora? Como é que
vai ser a preparação pro Pan? É, então essa é a questão que eu tô agora, maluca, porque o time que eu vou, tem, como foi uma seleção, tem várias meninas de outro time. Tu não conhece ainda? É, algumas não. Essa questão, esse time que eu fui jogar agora, eu joguei por pelo Ceará. Eu sou de Pernambuco, mas eu fui represando do Ceará porque o Pernambuco não fez o time para jogar. Eu fui campeã pelo time do Ceará 30 mais e eu não conhecia muitas meninas dali. Ah, e agora e como a seleção não vai exatamente
esse time, como a seleção tem outras meninas de outros, ah, falo: "Meu Deus!" Aí, ou seja, cada um vai treinar a sua casa e é diferente quando é master porque eh não é mais a profissão que a gente não tá recebendo para isso, que a gente pode largar nosso trabalhinho e ir para lá. Pelo contrário, a gente tem que conciliar o trabalho e o treino. É muito complicado. E como eu falei, eu fico muito complexada de responder bem, de tá bem, de fazer o que me mandarem. Ah, eu tô nessa questão, tava falando aqui agora,
não sei como é que vai ser. Eu vou já. E como vocês fazem para encaixar isso a porque não sei, tô imaginando aqui, vocês criam um grupo antes para todo mundo meio que se conhecer já no WhatsApp, tal, a gente só fala ali como querendo todo mundo já é adulto, a gente já sabe que temos as jogadas, tal, e no primeiro jogo a gente faz um mais basicão. A gente tenta chegar pelo menos uns dois dias antes da competição para passar uma jogada. Graças a Deus, como todo mundo já foi atleta, já passou por aqui,
a gente pega muito rápido. Agora acontece no primeiro jogo de, tipo assim, a gente sabe o que tá fazendo, Mas é aquela questão quando a gente joga com alguém que já sabe, por exemplo, você tá aqui filmando, pô, a o cameraman já sabe se você gosta mais desse lado, se você gosta daquele e quando a gente tá jogando é tipo assim, eu dou bola pra minha amiga sem nem olhar, dou um passe sem nem olhar, porque eu sei que ela vai estar aqui. E isso não acontece no primeiro jogo, porque o time acabou de se
encaixar, sabe? A gente acaba perdendo bola fácil. É chatinho o primeiro jogo, montando a química, né? É, exatamente. A gente precisa desse grupinho que nem quando as meninas do vôlei de praia ganharam, tem essa química das duas que ela fala: "Pô, a gente treina junta desde criança". E realmente tem essa química quando é um time, sabe? E é isso que eu a gente sabe que o primeiro jogo vai ser mais complicado. É quem puder, a ver que confusão quando vai ser mais velha. Quem puder viaja mais cedo, aí paga mais diária de hotel, não sei
quê. Vai ser aonde vai ser? Ai meu Deus, boa pergunta. Salvador. Olha que coisa linda. Tá vendo? Eu sou estudada, pô. E [risadas] nem sei eu sei para onde é que eu vou. Entendeu? A gente solta aqui a pergunta. Se falhou a informação, já vem. Que coisa linda. Exatamente. É o Salvador. E agora a dona dona Ingrid também tá concorrendo a premiações como influenciadora, né? E aí ai era era algo que você a gente vai almejava, imaginava? Pô, não, eu já tive uns anos atrás. Eu a não imagina nunca, né? Não imagina nunca que isso
vai acontecer nem nada. Porque tem uma frase que você fala que eu acho que é muito legal que quase ninguém fala, que é assim, não se não compare a sua vida com a minha. Sim. E para mim isso que é influenciado. A pessoa gosta de você porque é você. Mas não queira se espelhar para ter uma vida igual a sua. Porque você fala, você é privilegiado, você trabalha em casa, entendeu? Tanto que as muitas mães vem se comparar, pô, depois da tastão bem, já voltaste a treinar. Eu falei: "Gente, eu sou atleta desde 2 anos
de idade, eu sou filha de dois professores de educação física. Eu nasci no meio do esporte. Eu adoro fazer isso aqui. Se eu não fizer esse esporte, só Deus sabe o que eu quero tá fazendo. Eu não tenho condição. E já diferente de pessoas que cresceram a vida inteira sem praticar nenhum esporte, tem que trabalhar em algum lugar que você tá sentado por muito tempo. Não, meu trabalho era o basquete. Eu vim trabalhar depois de uma velha com personal trainer. Minha vida é essa. E a comparação ela existe, mas ela acaba não sendo saudável, né?
Porque, por exemplo, você só vê o primeiro lugar, mas o caminho até chegar o percurso no primeiro lugar, ninguém calçou a sua sandália. Será que essa pessoa que um dia almeja ter a vida da Ingrid calçaria teu sapato e percorreria o mesmo caminho? Aí é que tá. Então realmente a frase ela cai muito bem. Total. Total. Que nem que eu não falei a questão. Muita gente não sabe, muita gente vê. Graças a Deus hoje eu na casa que eu tô, que era a casa dos meus sonhos. Eu era de Recife, mas meu sonho era sempre
morar em frente à praia. Quando eu cheguei lá, tava muita gente, ai casa linda, tal. meu sonho. Falei, Você consegue também? Porque muitas quase ninguém sabe, gente. Quando eu decidi largar o basquete e me informar que eu notei, que o dinheiro tava tipo assim, só abaixando e a pessoa sai do de um padrão, era basquete e tal, aí já com filho, já diminui o dinheiro, aí fui ser estagiária, tipo, o dinheiro só foi caindo e a despesa só aumentando da escola do menino, tudo, né? E eu, meu Deus do céu, o que é que vamos
fazer? Aí eu fui, comecei a fazer eventos e ações de entregar panflete. Vergonha zero de falar isso. E era tipo assim, meu marido ele tinha medo porque era uma mulher num isso com quantos anos? Isso com 22. 22 anos. Já tinha um Ian, já a gente já tava morando junto a meu marido. É. E ele ficava com medo que ele falou assim: "Não vou lhe deixar sozinho na porta de uma festa com vários caras chegando mais alterados, já bêbados, você entregando um panfleto e tendo que ser simpática, né?" E muita gente confunde isso. O cara
quando já chega no grau, ela falei: "Não, mas relaxa, eu me resolvo." Fui criada com dois irmãos, eu sou, eu sei me manter, mas ele não queria isso, né? Aí ele ficava dentro do nosso carro bem pequenininho, com bebê conforto do meu filho dormindo. Os dois ficavam aqui, o bebê, o meu filho dormindo, não sabia nem o que tava acontecendo. Meu marido no carro esperava cambar, o panfletão aqui, eu ia para outra festa. Panfleto nessa. Ah, essa entrega CD. Panfleto nessa. E vocês sabem, hoje em dia quando eu vejo muito alguém entregando o sinal, falou:
"Faço questão de pegar". E e é muito massa. Eu falei assim, eu não sei se nem a pessoa sabe, mas eu tô aqui, meu Deus, que o meu carro luxuoso hoje. Ai, falei, sei, nem a pessoa sabe que eu também tava entregando um panfleto desse e que, tipo assim, foi, eu fui sabendo aproveitar a oportunidade, sabe? Eu fui sabendo pescar e cada coisa que vinha e me esforçando e também tive muita sorte, não vou negar. Óbvio, quando vou ser maluca, dizer que não tive sorte, tive oportunidade, a porta foi se abrindo para mim, graças a
Deus, e fui indo atrás. E que nem você falou, muita gente fala assim: "Ah, tá tudo lindo hoje". Falei: "Minha filha, você não sabe que a gente passou, não tá?" É, mas nada cai do céu, né? A porta ela abre, mas se você não souber aproveitar a porta, você perde. É uma porta vão. Então mérito. E uma coisa que eu jogo muito pro meu filho, que tipo assim, ele já é 13 anos, 1,90, ele já é muito grandãozão. Falei: "Filha, veja só, você já tem muito privilégio. Você tem dois pais que jogam basquete, dois avós
que jogam basquete, você tem uma galera toda." Mas entenda que tudo que você tem, porque querendo ou não, acho que é um pouco dessa geração de hoje, n? Eles já tdo muito na mão, sabe? Eles não precisam correr atrás. Eu explico para meu filho, você tem que correr, gato. Não é só isso não. Corra atrás. sendo que é tão difícil ao mesmo tempo você criar ele. Eu acho que eu vi até a Galistu falando sobre isso de que alguém falou assim: "Ah, como é que é? Ele sabendo, teu filho sabendo que tem tudo". Ela falou
assim: "Não, mas ele entende". Eu falei: "O meu não entendo, como é que eu faço?" Tipo assim, eu quero dar tudo para ele, mas ao mesmo tempo eu sei que eu não posso, mas eu dou, será que ele vai ter noção de que quanto isso aqui vale? Sabe o que é que eu faço? Porque eu sei que meus pais tentaram dar o máximo que pude. Eu estudei de bolsa minha vida inteira na escola porque meus pais eram professores na minha escola. Uhum. Mas meu filho, ele tem muita coisa. Eu falou: "Gente, como é que eu
ensino para ele que o que que não é assim, que não vem fácil?" É, entendeu? Se tá sendo fácil para ele. Eu falo, falo, falo, mas falar é diferente de experiência. E o adolescente também tem realmente essa questão cerebral que não tá fechada 100% ainda, que ele não tem essa empatia ao adolescente, sem contar que o homem demora mais para entender as coisas na vida, amadurecer. Isso. E eu fico, meu Deus, quando é que ele vai entender que realmente ele precisa dormir cedo, que ele precisa comer bem? Se ele quiser ser atleta, é isso, não
é só ter 1,90, só chegar aqui e fazer o que eu quiser, sabe? É complicado. Ó, mãe, mãe é loucura, viu? Ó, mas sabe, você falou uma frase, Gabi, que as coisas não caem do céu, mas aqui no Link Podcast, no link VIP, tem uma promoção que tá rolando que não cai do céu, mas é fácil de ganhar R$ 50.000 R$ 1000 neste final de ano. Sim, é a nossa promoção aqui do bigpremioscasanova.com, que é só se inscrever. Ou então ali do lado da Gabi, ó, tem o QR Code. Você vai lá com seu celular,
já se cadastra ali, gente, é simples, fácil, não paga nada, não paga um centavo. Você se cadastra lá ou entra no Big Premios Casa Noova que você já está concorrendo a R$ 50.000 em prêmio. Ó, a Ingrid já tá até pegando ali, ó. Tá querendo ganhar também dinheiro. Acabou de falar oportunidade aparece, né? [risadas] Tem que pegar. Tá vendo? Por isso que ela tá com apartamento na frente da praia, meu amor. Tá querendo se cadastrar ali. E você pode fazer igualzinho e pode renovar. Se ganhar R.000, renova a casa, reforma, compra televisão, compra carro. É,
não é aquela coisa que é atrelada a alguma loja, não é R$ 50.000 em tal loja, não. É R$ 50.000 para você. E não perca tempo. E se você gosta de A Fazenda, sabe quem vai anunciar o seu nomezinho aí? Sim. O campeão campeã de A Fazenda 17 vai falar o seu nome se você ganhar essa promoção, mas tem que se inscrever, tem que tá inscrito aqui no link VIP e também no link podcast. Então, ó, não perca tempo, se inscreva agora. O sorteio é dia 19 ou dia 22 ainda, estamos vendo. Vai ser, é
dia 22, mas pode se inscrever até dia 16 de dezembro. Então, ó, tá terminando o tempo de se inscrever e você pode ganhar R$ 50.000. É muita coisa, né, Gabi? É muita coisa. E dupla sorte, né? Ainda encostar no campeão da Fazenda e multiplica o valor. Vai, [risadas] vai aqui, né? Final de ano, minha filha, começa. Só pra gente dar uma finalizadinha, né? Porque eu vi que a nossa diretora já tá aqui, ó. Eu disse que eu falava muito que esse negócio ia demorar, mas eu eu eu já quero assim. Ela é interessante, Né? Ela
é uma figura interessante. Ia ser interessante te acompanhar no reality show. Você iria? Eu iria, mas meu marido fala, mas meu marido fica com medo, sabia? Porque meu problema é que eu não fico calada, rapaz. Mas isso é que é bom. Eu, mas o povo gosta de Mas isso pode ser não bom para mim. É bom pro reality. Não pode ser não bom para mim, mas eu iria porque eu entendesse é porque eu fico calada fazendo acho que aconteceu. Tu parece ter um termômetro de saber o que falar ou não. É, conseg. Minha mãe fala
mais uma história aqui rapidinho. Meu Deus, perdão. Minha mãe fala que eu sempre fui muito de não ficar, me ajuda aí. Perdão. Minha mãe fala que eu sempre fui muito de não ficar quieta. Meu marido fala, ó, para ter aguentado, tem que tem amar muito, vio. Eu falei, deixa eu quando era mais novinha, eu lembro que eu tenho um senso assim de que você tem que fazer o certo e a obrigação sua. Sempre tive isso. Aí ela falava direto que tinha uma moça comendo amendoim na praia. Recebendo amendoinzinho cozido, né, com a casquinha, tal. A
mulher tava comendo amenduinha, jogando a casquinha no chão, na areia da praia. Ia pra minha mãe, quero amendoim. Ah, mãe não. E eu comecei a pentelhar, que eu quero medoin. Minha mãex, essa menina nunca apetelhou. Quero amendoim, quero amendim, quero amendoim, quero amendim. Mãe, tome, tome amendoim deu. Aí eu peguei meu amendoinzinho, saí da minha cadeirinha da praia, eu com uns três aninhos, tentei do lado da moça, a gente estava comendo amendoim e eu fazia assim com amendoim, jogava a casca no saquinho de lixo, olhava pra cara dela. Não é possível. E minha mãe ficou
em choque. Ela falou: "A mulher vai achar que fui eu que mandei a cria, ou seja, afrontosa." Alô, Carelli. Rodrigo Carelli, diretor de família. Mais uma para você. Alô, Carelli. Aí ó, como minha olhou isso falou inride, pelo amor de Deus, voltei aqui. Ela foi lá pedir chou pra moça, eu falei e eu olhava assim, sabe? E eu olhando, eu, mas ela tava jogando no chão a minha mãe para explicar para uma criança que não é assim, mas eu Mas é assim, ela tava fazendo errado e é para fazer como isso não é para dizer,
sabe? Aí eu falei: "Não, eu sou, eu tenho fã de kit até hoje eu já fiz coisa errada de vi gente estacionando no lugar errado. Tirei o pit do carro, tirei, tirei na academia que eu trabalho, você sabe a academia que eu malho, zona norte, aquele estacionamento, [risadas] a zona que fica enfeitou a farmácia, o estacionamento azul ali de cadeirante era um carro caro." Aí eu falei, "Ah, eu já fico na hora aquele povo se achando porque é um carro caro, não quer que ninguém goste". Deixou. Eu falei minha vontade, juro, perdão, minha vontade era
de furar de furar, não tinha nada para furar, só tirei ali, ó, Colocou um palitinho só para Oxe, na hora eu deixa aí, fui embora. Ela fez só Deus sabe porque ele veio e furou do desceu do nada do pneu. Detalhe que a Ingrid, ela entra no perfil influenciador que também adoram dentro de reality, é atleta que também adoram em reality. Ou seja, ela tem o pacote completo e ainda é afrontosa que é o que Exato. E ainda tem aquele sotaque aconchegante, daí tu vai ficar na dúvida, entendeu? Quando ela tiver só tiro, eu só
eu só não bebo. Calma, minha gente. Só não bebêo porque Deus sabe o que faz. [risadas] Deus sabe o que faz. É a única coisa. Eu acho que só nunca for nada porque eu não bebo. Eu tenho medo danado. Deus me livre e guarda. Imagina que não [risadas] se eu tô fazendo sob não Deus me livre. Deus sabe. Deixa eu aqui. Ingrid queria te agradecer demais. Sério de verdade pelo seu tempo, porque você é atleta, influenciadora, é faz tanta coisa, mãe que é o mais principal e aí você conseguiu arranjar um tempinho para conversar, para
todo mundo te conhecer mais, quem já não te conhece das redes sociais, dos mais de 6 milhões de seguidores que vocês têm em todas as redes sociais, poôde te conhecer mais um pouquinho aqui no link. Então agradeço de verdade por você ter arranjado esse tempinho para vir aqui, tá bom? Conversar comigo. Foi muito legal. Adorei te conhecer mais que eu já conheço ali pelas redes sociais. É, eu também, né? A gente sempre vê os vídeos e quando a o vídeo não cai na nossa mão, o explorar ele entrega. Então você sempre tá no explorar, tá
vendo? O número está ao seu favor, mas dá para entender um pouquinho de onde vem esse Sucesso, do seu carisma. Você é uma pessoa extremamente carismática, autêntica, né? Não tem medo de falar, fala mesmo. E é isso. Você honra da onde você vem, a gente espera que você atingja aí voos maiores. Amém. Gente, muito obrigado. Se quiser estaremos aqui algum outro dia. Me vamos marcar uma jantar já para conversar mais um pouquinho, porque eu só falei de mim, né? Falar dos vocês dois agora. Para focar mais um pouquinho. Foi um prazer. Vamos sim. Festa de
1 milhão do do link, a gente manda o convite, né? Com certeza. Ela ela tem que tá aqui. Ela tem que tá aqui. E onde o pessoal caso, né, não te conheça, ainda tá te conhecendo agora, onde o pessoal pode te encontrar? Deixa seu gente. É Ingrid de Vasconcelados em todas as redes sociais. Eu acho que só no Instagram é Ingrid Vasconcelos um, mas só colocar Ingrid com demudo que já vai aparecer dois L vasconcelos ou normal não com L só Ingrid e Vasconcelos com L tudo aparece e feliz assim e é aquela, se você
gosta de fitness segue ela. Se você gosta de maternidade segue ela. Se você gosta de basquete segue ela. Se você gosta de influenciado arena, segue ela. Tá bom. Temos um nicho. Temos um nicho lá pra [risadas] gente. Exatamente. Daqui daqui a pouco vai ficar até difícil. Ela já pegou todos os nichos. A Ingrid. A Ingrid. A Ingrid faz tudo. É tipo Rodrigo Rio das Mulheres. [risadas] Olha aí, tá vendo, ó? É isso, gente. Obrigado, viu? Obrigado pela audiência de hoje. Um beijo. Amanhã também voltamos eu e Gabi Ross aqui, tá bom? Um beijo. Mesmo horário
mesmo do canal esperando vocês. Exatamente. Fique com Deus, aproveitem a quinta-feira e tchau. Beijo. Promoção Relâmpago da Joy. Olha que maravilha. Você vai levar para casa o magnésio, vai cuidar da sua saúde, saúde mental, saúde física, vai aliviar sua dor, tratar sua inflamação. Na compra do magnésio, 70% de desconto e ganha o seca barriga. Só começa a pagar daqui 45 dias no Carnezino fiado. 0800 5914564. [música] [música]