José Roberto Augusto de Campos. Nesse instante, ouve-se as palavras de boas-vindas do superintendente geral do Instituto Mauá de Tecnologia, José Carlos de Souza Júnior. Bom dia a todos.
É um enorme prazer e uma honra receber a comitiva do presidente, vice-presidente, demais colegas. Por uma questão de tempo, eu vou me permitir de não enunciar a todos. O Instituto Moral de Tecnologia é uma fundação, é uma instituição sem fins lucrativos, criada no início da década de 60.
uma instituição que se caracteriza pela formação de profissionais altamente competentes para enfrentarem os desafios que o Brasil nos entrega, não só na formação de pessoas, mas também na prestação de serviço, de ciência e de tecnologia, com duas unidades, o Centro Universitário e o Centro de Pesquisas. Nós não temos por detrás de nós uma fundação, na verdade nós somos uma instituição formada por funcionários e ex-alunos, né? Isso é uma característica muito interessante nossa e que a gente gostaria de ver replicada no país.
O Instituto hoje junto do governo tem desenvolvido uma série de ensaios, testes e desenvolvimentos em biocombustível, o que nós acreditamos seja uma alternativa única pro nosso país e um grande diferencial. E é nesse sentido que nós agradecemos o apoio de todos os presentes, sejam órgãos governamentais, sejam instituições associativas que aqui estão e que entendem que isto faz parte do avanço do país. Muito obrigado a todos.
Neste momento faz uso da palavra o diretor presidente global da JBS, Gilberto Tomazone. >> Eh, boa tarde a todos. Presidente Lula, vice-presidente Alkim, eh ministro Alexandre Silveira, eh presidente do BNDS eh Mercadante, em nome dele saúdo todas as autoridades que estão aqui.
Eh, quero dizer que, presidente, fazer três agradecimentos para começar minhas palavras. Primeiro agradecer a tá ali. Tá certo, presidente.
Eh, primeiro eu quero agradecer o presidente pelo eh voltar a focar nos bioscombustíveis, pelo aumento das misturas que aconteceu com os bioscombustíveis, a priorizar no governo os bioscbustível. O segundo, agradecer ao governo, ao seu governo, ao parlamento, a aprovação da lei do biocombustíveis do futuro, muito relevante, que dá uma visão de futuro, coloca o Brasil num outro patamar. E o terceiro, agradecer pela presença aqui hoje, que foi um ato de demonstração clara de que o governo tá focando na questão dos biosc combustíveis como um caminho para desenvolvimento do Brasil, para colocar o Brasil no mapa mundial.
Eh, eu quero falar também que eh o mundo inteiro hoje tá falando em bio em segurança energética e segurança de alimentos. São duas questões que deix passaram a ser uma questão de política nacional dos países e o Brasil pode ser o grande parceiro desse país porque nós podemos produzir as duas. nós podemos produzir as duas com eh sustentabilidade e e essas vezes até o presidente comentou na conversa que a gente tava visitando o instituto que tem um conflito entre alimentos e energia.
Eu quero dizer que nós da JBS vivemos os dois mundos e não tem conflito. Na verdade, um reforça o outro. Na maneira que nós produzimos mais, nós conseguimos elevir na tecnologia de produzir os grãons.
Na hora que a gente melhora a produção do grão, a gente melhora a produtividade e ao mesmo tempo, na hora que produz um biocombustível, na hora que faz o esmagamento do soja, nós temos o óleo para produzir o biocombustível, mas nós também temos o farelo de soja, que é vital pra produção animal. Então é uma cadeia que agrega valor. Ao invés de nós exportarmos o grão, nós estamos agregando enormemente o valor do cereal aqui dentro do Brasil.
Então, é por isso que a gente acha importante e relevante essa questão de dessa visita hoje e esse programa nacional de testes que foi que que iniciou, porque ele vai dar vai unir a ciência, a tecnologia e a inovação para nos colocar numa agenda. Presidente, eu quando vi aquele dinamômetro hoje lá no motor, eu lembrei eh do meu tempo de faculdade. Eu fiz engenharia mecânica eh na Universidade Federal.
Eh tive bolsa de tive bolsa de estudo do governo para poder fazer engenharia, que o senhor tava falando tanto aí. E naquele tempo tava começando proálcool e os as não tinha testes e na verdade começou se produzir a o o meta etanol e os as retíficas tinham que eh rebaixar cabeçote para mexar mexer na taxa de compressão e a universidade fazia o teste e eu era monitor da universidade de motores, na universidade na de motores e fazia esses testes de pressão. Só que de lá para cá muita coisa evoluiu, enorme e a aceleração do que tá acontecendo é enormemente.
bri combustível chegou num outro patamar. E por isso que nós achamos que nós do setor eh estamos esperançoso, porque nós acreditamos não porque somos simplesmente empresários que acreditam no negócio e acreditamos, mas porque acreditamos na tecnologia. Muito das nossas empresas, nós na JBS nós temos entre caminhões próprios e terceiro, 13.
000 1 caminhões e nós temos vários deles que já funcionam há 3 anos com com B100 100% sem nenhuma varia, sem nenhum problema, sem perda de potência, assim como nós, a Vale tá fazendo, o MAG tá fazendo, a a BIA tá fazendo e muitas outras empresas aqui estão fazendo. Então assim, tá bem, é empírico que nós estamos fazendo, mas de alguma forma foi empírico lá atrás. Então esses testes tem que acelerar.
Eu acho que a gente viu que são 300 horas por motor. 300 horas por motor dá o 100 horas por semana, 4 semanas, certo? três, três semanas nós podemos ter o teste de motor.
Então, olha, nós estamos esperançoso e otimista que antes do final desse ano a gente tem aumento da tem aumento na na mistura do biodiesel e colocar o Brasil, porque não adianta, se nós não mostrar que aqui é possível, como é que nós vamos mostrar para fora que isso é possível? Eu acho que a técnica é fundamental e o Brasil, presidente, ele é uma, ele a pode atacar os dois grandes desafios do mundo. O primeiro que é a segurança alimentar, a fome.
Nós podemos produzir produto barato. Segundo é a segurança energética e reduzindo a questão do clima. Quer dizer, o Brasil, Brasil é o protagonista, nós temos que ser o protagonista e nós temos que agir como protagonista.
Muito obrigado. >> Tem a palavra o presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, AEA, Marcos Vinícius Aguiar. Boa tarde, presidente, vice-presidente Alquim, ministro Alexandre Silveira, demais autoridades.
É um grande prazer, como representante da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, estar aqui apoiando essa visita do essa visita da equipe de ministros da equipe de ministros num lugar mais apropriado, não poderia ser Instituto Maá de Tecnologia, onde vai ser um dos institutos onde nós vamos fazer todos os testes que vão ser para calar a boca de todo mundo, que os testes vão ser feitos, vão validar os biocombustíveis no país. E eu discordo um pouco da fala do senor. Nós já somos protagonistas.
O Brasil já é protagonista no biocombustíveis. Poucos de vocês sabem lá atrás no Proalco Aá, Associação Brasileira de G Automotiva, ela pela tripartide, presidente, governo federal, universidade, iniciativa privada para fazer toda a regulamentação na época do Proalco. foi feito, essa regulamentação foi feita e o novo desafio aqui, nós estamos de novo participando junto com o governo, junto com setor privado, montadoras, fornecedores, produtores de biocombustíveis para fazer uma série de testes para que as misturas sejam validadas e que o país demonstre para os para o mundo do que nós somos capazes de colocar nos nossos motores.
motores a combustão interna. O Brasil tá indo pra hibridização, presidente, ministros, veículos híbridos, sejam a combustão interna de passageiros a etanol, sejam pesados de biodiesel. Então, o Brasil tem toda a capacidade técnica.
Nós estamos aqui num centro de excelência de engenharia para mostrar que o brasileiro sabe fazer e vai exportar a tecnologia pro resto do mundo. Obrigado, presidente. >> Com a palavra o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Presidente Lula, vice-presidente Alco e meus colegas ministros, setor produtivo aqui presente. Primeiro eu queria agradecer o senhor presidente pela agenda. Essa agenda tem um motivo, motivo de demonstrar a seriedade do Instituto Mauá, que tem a responsabilidade de, como disse o Tomazone, acelerar o processo, >> acelerar o processo de desses testes.
Testes esses que é importante a gente citar, foram exigidos na lei do combustível do futuro. Nós não podemos avançar sem que esses testes sejam feitos de forma segura, para que a gente garanta a estabilidade e a segurança da motorização no uso no uso, presidente desse que é um patrimônio do Brasil. E é um patrimônio do Brasil, porque em 2004, é importante rememorar, o senhor recebeu o seu ministro da agricultura, o senhor recebeu expedito, nosso saudoso expedito, que em 1980 criou a tecnologia da transestificação, que lá em 2004 o senhor enxergou e criou o Programa Nacional de Uso e Biocombustíveis.
No primeiro momento, pensando na agricultura familiar, na mamona, no peinhão manso, hoje o Brasil é o protagonista da transição energética e da descarbonização, graças àquela visão que o senhor teve. E nesse governo, no seu Lula 3, o senhor fortaleceu aprovando a lei do combustível do futuro. Nós estávamos limitados, presidente, a algo que o senhor sabe, a B15, mas do B15 que nós já estamos hoje, 10% foi nos seus governos.
10 dos 15 que nós estamos hoje foram nos governos do presidente Lula. E o senhor criou mais do que isso. O senhor criou a possibilidade do nosso etanol deixar de ter a limitação legal de 27,5% para poder chegar até 35.
E hoje nós já estamos no E30 e queremos avançar e já podemos porque o Instituto Mauá fez os testes pro E32. Nós criamos um mandato por Diesel verde. E o senhor teve conosco no nosso norte de Minas.
e pôde ver a tecnologia da criação das sementes. Só apenas 3% germinam das sementes de macaúba cai no solo. Com a com os R 300 milhões deais que foram investidos na fábrica de semente, 85% vai germinar e lá já está sendo plantado 180.
000 1000 haar de macaúba, 20% da agricultura familiar para produzir o nosso diesel verde e o nosso combustível sustentável de aviação. Também olhando o futuro, olhando a necessidade de carbonizar, conforme os compromissos dos países que estão no Corsia, a matriz aérea global. Por isso o Brasil se orgulha, presidente, de ter um líder como o senhor que vê lá na frente, que vê a importância do fortalecimento da nossa indústria, da nossa economia e da nossa inclusão social.
Por isso no biodiesel eu me lembro e a gente que trabalha muito com a memória e trabalha muito vendo o que que a gente vai fazer para fazer esse país melhor, quando o senhor disse que nós tínhamos que fortalecer o selo social e no primeiro dia e no primeiro CNPE nós passamos a obrigatoriedade dessas empresas adquirir ao invés de 10%, 20% de produtos da agricultura familiar no semiá do brasileiro. Por isso, nós estamos construindo esse país mais justo, mais solidário, mais fraterno, mais inclusivo, porque nós temos o senhor para nos dirigir, nos dar direção rumo a um país soberano, que de forma altiva defende os interesses do povo brasileiro. Muito obrigado.
Ouve-se agora o vice-presidente da República, Geraldo Alkim, >> presidente Lula, ministro Alexandre Silveira, José Carlos Souza Júnior do Instituto Mauá e Tecnologia, Ministros, amigas e amigos. Presidente, duas palavras. Primeira, estamos numa instituição que tem 65 anos, um Instituto Mauá de Tecnologia, que é da sociedade civil, não é?
governo, é sociedade civil organizada e é uma instituição de excelência e com parceria com o BNDS, MCTI, enfim, com os órgãos de pesquisa. A segunda, presidente, estamos aqui num evento importantíssimo. Seu governo, presidente, mostrou, nós tiramos 24 milhões de pessoas do mapa da fome, que tristemente tínhamos no Brasil.
Batemos o recorde, o recorde de desmatamento é o menor nível de desmatamento da última década na Amazônia. Recorde de exportação de alimentos. O Brasil é o maior exportador de alimentos do mundo e de energia limpa.
Nenhum país do mundo tem 32% de etanol na gasolina. Ninguém tem 15% de bio no diesel. Então, o Brasil dando um exemplo para o mundo e com os testes aqui, nós vamos poder avançar ainda mais agregando o valor.
Se nós somos campeão na agricultura, vamos ser campeão na indústria, agroindústria. A soja virá combustível, virar indústria, virar farelo, virar carne, alimentar a população, despoluir. Um fato interessante, presidente.
São Paulo tem rodízio de carros para todo dia num determinado horário, 20% da frota. Por que que nasceu o rodízio? Porque no inverno, há 25 anos atrás, a poluição chegou num ponto, a qualidade do ar tem que parar 20% da frota.
Aí ajudou tanto o trânsito que virou o ano inteiro, mas nasceu por isso. Aí o que que nós fizemos a 25 anos atrás como governador? O ICMS da gasolina era 25, o álcool 25, o etanol.
Nós mantivemos a gasolina em 25 e reduzimos o etanol para 12%. Então, em São Paulo, todo mundo põe etanol, ajudou a despoluir, melhorar a qualidade de vida da população e estimulou a indústria do biocombustível. O senhor pegou o etanol com 27,5, já tá em 32, o senhor criou o biodiesel, o Brasil não tinha.
O senhor começou lá atrás com B3, foi para B5, B10, chegou a B13. Governo anterior retrocedeu, baixou para B10, fechou um monte de planta industrial, o senhor levou de novo para B15 e na lei nova do biocombustível do futuro, nós vamos poder avançar ainda mais. Emprego e renda, saúde da população, despoluição, agregação de valor.
Parabéns pelo trabalho. >> Agora acho que a >> Senhoras e senhores, com a palavra o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. Eu não vou querer o, eu queria, gente, primeiro dizer para vocês da alegria de amanhecer uma segunda-feira, onde me parece que definitivamente o inverno tá chegando.
aqui na cidade de São Caetano e no Instituto Mauá. Você veja, eu moro em São Bernardo desde 1965. É a primeira vez que eu entro no Instituto Bauá.
Primeira vez. Precisei ganhar um terceiro mandato para poder vir aqui em Mauá. Não é fraco, não é fraco.
>> Não é fraco. E fiquei feliz porque é o seguinte, o Instituto Mauá, que aqui dirigido pelo nossointendente, superintendente de tecnologia José Carlos Souza e pelo José Roberto Augusto de Campo, que é o superintendente administrativo, eu fiquei muito feliz porque não pertence à prefeitura, não pertence ao estado e não pertence à União, pertence à sociedade civil. e aos colaboradores, seja empresários, seja o BNDS, seja o Ministério de Ciência e Tecnologia, que aporta recursos para o desenvolvimento de pesquisa.
é um exemplo de um instituto tecnológico de muita de muito, de muita representatividade para o nosso país. Se você tá fazendo ela, é porque você chama-se Lourdes e eu Então, então deixa. Então, a minha a minha alegria de estar aqui é o seguinte, é porque o Brasil há muitos anos depende da sua criatividade e da sua coragem para se transformar numa nação representativamente de verdade.
Ou seja, tá certo que nós fomos colonizado. E como país colonizado, nós só fomos ter a primeira universidade federal do Brasil 420 anos depois da descoberta do Brasil. O que é uma vergonha, porque Colombo chegou em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1492.
Em 1932, 40 anos depois, já tinha uma universidade em Santo Domingo. Cabral chegou aqui em 1500 e a nossa primeira universidade só foi ser feita em 1920. E foi feito a Universidade Brasil porque o rei da Bélgica vinha pro Brasil e ele só poderia visitar o Brasil se ele tivesse um título de Dr Aurores Causa.
Como a gente não tinha universidade, se criou a Universidade Brasil, juntou-se um monte de faculdade que a gente tinha e criou uma universidade para dar o título de Dr Honor Descal da Rede da Bélgica. Essa é a triste história. Porque que o Brasil muitas vezes é menos evoluído do que outros países, como o Chile e a Argentina, menor do que o Brasil.
É porque se demorou demais para fazer aquilo que era obrigação do Estado cuidar da educação do seu povo. E por que que não se cuidou? Porque durante muito século a gente teve os indígenas para ser escravizado e trabalhar de graça.
E depois a gente teve 350 anos de escravidão também para trabalhar de graça. Então não precisava estudar. Esse é o motivo do atrasado desse país e a gente está tentando em pouco tempo recuperar esse atraso, fazendo com que a formação do nosso povo seja uma coisa obrigatoriedade do Estado.
O estado tem como obrigação garantir que todas as pessoas, independentemente da religião, da cor, do berço em que nasceu, do time que torce, tenha direito a disputar uma vaga numa universidade para fazer um curso, partindo do pressuposto de que ninguém é melhor do que ninguém. O dinheiro não faz ninguém rico. O que faz a pessoa sem, ou seja, dinheiro não faz ninguém inteligente.
Rico faz. Dinheiro não faz ninguém inteligente. O que faz inteligência é a pessoa comer bem, tomar café bem, almoçar bem, comer as proteínas necessárias, as calorias necessárias.
Porque quando a gente vai paraa universidade, a gente não fica inteligente, a gente adquire conhecimento. A nossa inteligência é medida pela aplicação de como nós fazemos esse conhecimento que a gente aprendeu na universidade. Eu tô dizendo isso porque aqui é um centro de excelência.
Aqui é um centro em que os jovens, as meninas, os meninos podem colocar para fora o seu conhecimento em forma de inteligência, ou seja, fazer mais do que aquilo que eles aprenderam por você, doutor. Aplicar. E uma coisa importante é combinar a teoria com a prática.
Porque toda vez que você tiver conversando com uma pessoa e essa pessoa for muito teórico e essa pessoa pode ser aqueles que sabe tudo, sabe aquele cara que você pergunta, você fala bom dia, aí vai responder bom dia, ele explica como é que tá o dia. Então quando você vai conversar com uma pessoa muito muito inteligente, muito sabida, professor, muito sabida, você tem que perguntar se o conhecimento teórico dele já foi colocado em prática em algum lugar. Se já foi colocado em prática, significa que aquela teoria é exequível, significa que ela pode produzir um produto.
E no Brasil a gente teve um outro erro também na educação. No Brasil durante muito tempo, os nossos professores universitários, os nossos acadêmicos produziam muita teses, mas essas teses iam para uma gaveta. havia um certo preconceito de transformar a tese num produto.
Ou seja, você elabora uma tese, você cria uma ideia, você dá imagem teórica, aí você tem que tentar transformar aquela imagem teórica num produto. Para quê? para gerar desenvolvimento industrial, para gerar emprego, para gerar progresso, para gerar produtividade, para gerar competitividade.
Se você não transforma a sua tese num produto, fica na gaveta vale pouco. Também nós evoluímos hoje. Hoje nossos pesquisadores sabem da importância de transformar cada tese num produto, seja ele industrial, seja alimentício, seja remédio, porque assim, aquela tese vale muito.
E o que nós estamos vendo aqui é isso. São meninas e meninos, sabe, que estão aprendendo engenharia, estão tentando transformar aquilo que eles aprenderam num produto mais sofisticado, sobretudo nos carros para ser utilizado a biodiesel e a etanol. Essa é a novidade fantástica que tá acontecendo.
E por que isso é importante? Hoje tem um Twitter do presidente Trump, tem um Twitter dele dizendo que ele vai desobstruir o estreito de Olmus. O texto de música é aquele canal entre o Irã e o resto do mundo que o Irã não deixa passar navio com petróleo.
Ele fez um tweet a Luís Mercadante dizendo que ele vai desobstruir, mas cada navio que ele desobstruir, que ele tirar do estreito, o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. Isso antigamente chamava pirataria, não é isso? Antigamente se chamava pirataria.
Então estado importante como os Estados Unidos, que eu acho que durante muito tempo combateu a pirataria, não bote agora virar pirata. Ou seja, ele não tem que cobrar, porque o estreito do é da responsabilidade deles. Ele não tava fechado.
Não foi o Brasil que inventou a guerra com o Irã. Foi o Brasil. deu algum tiro?
Não. O Brasil matou alguém? Não.
Foi ele que inventou essa guerra. Olha, e nós não podemos aceitar que a guerra provocada pelos Estados Unidos dizendo que o Irã queria fazer arma nuclear, o que eu posso dizer que é mentira, porque eu estive em 2010 no Irã. Eu estive lá com Celto, com a Armadine Nejade, junto com o presidente da Turquia, assinando um documento de que o Irã não iria produzir arma nuclear, ele iria enriquecer o urânio para fins científico, como o Brasil.
Da mesma forma que inventaram que o Sadão sente arma química e foram lá destruir Iraque. Cadê as armas químicas? Isso foi em 2004.
Cadê as armas químicas que já fazem 22 anos? Agora o Irã não tinha nuclear, nem tinha competência para fazer e nem ia fazer. Aí fez a guerra.
O que que tá acontecendo com essa guerra? O preço da guerra tá chegando no preço do feijão aqui no Brasil. Tá chegando no preço do arroz, tá chegando no preço do tomate, no preço da cebola, porque tornou o combustível mais caro.
O óleo do diesel tá mais caro, a gasolina vai ficar mais cara. Sabe por que não tá mais caro no Brasil? Porque nós tomamos a decisão de cobrar imposto sobre o petróleo que nós exportamos.
O Brasil exporta quase 1 milhão de barris por dia de petróleo e do petróleo brente entre que fica mais caro e que vale mais. Então nós estamos cobrando de todas as empresas da Petrobráas e das empresas multinacionais 12% de imposto que o Dr concordou junto comigo, que o seu bolo concordou, que você concordou, que os ministros concordaram, o Marinho concordou. Então nós aumentamos 12% no imposto para subsidiar os brasileiros para que o preço do feijão não suba por causa da guerra do seu Trump.
Então isso que tá acontecendo aqui é um estímulo, porque o Brasil não precisa morrer por conta do petróleo. O petróleo é importante para nós. Nós vamos continuar pesquisando, nós vamos continuar usando, mas ao longo do tempo a gente vai preparando o Brasil e a humanidade de que a gente pode viver sem combustível fóssil.
A gente pode viver combustível fósfil. E o Brasil é a mais importante lição e a mais importante promessa. A gente pode produzir biocombustível de muitos produtos, de macaúba, de dendê, de mamona, de peão manso, de soja e de muitas outras originosas que tem espalhada aí por fora.
A gente pode. Então o que a gente tá fazendo é dizendo ao mundo: "Não se preocupem que o mundo pode viver sem petróleo. Você vai poder andar num carro que não vai consumir petróleo e o Brasil pode mais ainda, porque tá se falando muito em carro elétrico.
E eu quero que vocês saibam que o carro elétrico é muito importante. Eu dou graças a Deus que os chineses vieram produzir carro elétrico na Bahia, mas nós temos algo mais importante ainda do que carro elétrico. É o carro híbrido.
É elétrico e a etanol, porque aí ele vai ter muito mais autonomia. Você não vai andar 400 km, 500 km ou tem que carregar o monte de bateria. Não.
Você vai poder utilizar um carro elétrico e etanol. Esse carro vai te dar mais autonomia. Esse carro vai ser mais confortável.
esse carro vai te dar mais segurança. É por isso que eu vim aqui fazer esse teste, para ver a nossa meninada fazer isso, fazer a animada aprovar daqui 300 horas, daqui 300 horas, que vai ser duas semanas e meia, segundo o doutor me disse, o Dr o Dr José Carlos. Vocês são irmãos, pô.
O cara, quase que o cara coloca José Roberto da Silva e José Roberto de Souza aqui. Então nós viemos aqui para agradecer a vocês essa demonstração. Se daqui 300 horas, quando for testado o motor a etanol e depois o motor B15, B20, daqui a pouco vai ser 100%.
A gente vai poder andar com aquela diploma que medalhista olímpico anda no mundo, com a medalidade no pescoço. Eu fui agora para Alemanha na feira de >> Hannover, a maior feira empresarial do mundo. Eu fui lá e fui lá para desafiar os alemães e desafiar a tecnologia alemão.
Eu fui lá com o biocombustível brasileiro para mostrar que o nosso biocombustível é menos poluente do que o mix tecnológico que eles colocam no motor, que cada vez que ele inventa 1 euro 5, 1 euro 6, 1 euro 7, 1 euro 8, 1 euro9, aumenta o caminão 15% aqui no Brasil e vai ficando mais difícil o motorista comprar caminhão. Eu fui lá para provar que o nosso biodiesel é menos poluento do que o dele. E lá nós exigimos que fosse um técnico alemão, que falasse em alemão.
E chegamos lá, fomos testar. Depois de andar 100 km, o combustível brasileiro é 67% menos emissor de gás defeito estufa do que o deles. >> Então é só se render a nossa competência para eles saberem de que a gente pode se livrar do combustível fóssil com o tempo.
a gente não vai jogar fora porque é uma riqueza desse país, mas a gente pode preparando, sabe, a sociedade para ir viver com combustível renovável. Por isso que eu vim ao Instituto Mauá, porque na hora que a gente tiver essa prova, doutor, o Instituto Mauá vai ficar muito mais famoso, porque eu vou andar com aquele colar no pescoço. Vou andar com aquele colar no pescoço do Instituto Mauá.
provando que o nosso combustível é o melhor. E quem quiser se safar da poluição que venha conosco, >> que venha conosco, >> que venha conosco, >> que conosco, >> porque nós temos conhecimento científico, tecnológico, temos terra, temos sol, temos água, temos gente para produzir e capacidade de transformar tudo que a gente fizer no que a gente quiser e alguma coisa para render pro nosso povo. Por isso eu quero agradecer aos diretores do Instituto Mobá.
Quero agradecer, quero agradecer Alexandro do convite de vir tomar essa aula que eu tomei hoje da meninada. E uma coisa importante que eu aprendi, nós precisamos formar mais engenheiros e mais engenheira. Engenheiro não é profissão de homem.
>> Hoje, hoje a mulher estuda o que ela quiser, >> sabe? Então, engenharia, engenharia é uma coisa muito importante, porque nós precisamos de muito engenheiro nesse país, muito engenheiro e engenheira, porque a engenharia é que faz a gente transformar o nosso conhecimento e riqueza. Por isso é importante a gente, eu não quero que não forme mais advogado, mais sociólogo, mais psicólogo, tem que formar tudo, mas nós temos que formar mais engenheiro, sobretudo nesse loucura digital, com essa tal de inteligência artificial.
É, não é brincadeira. Então, o gente, eu vim aqui para agradecer. Obrigado, querido José Carlos e José Roberto.
Obrigado aos estudantes e um aviso para vocês. Amanhã começa a inscrição dos fiéis. Se alguém tiver matriculado numa escola particular e aqui eu sei que custa R$ 5.
000 um curso que vocês vão fazer aí cinco ou cinco, não é isso? uns 5. 000 por mês.
Então, quem for estudar aqui, não tiver dinheiro, se inscreva no fiéis, que o avalista de vocês nem precisa mais avalista, nem precisa mais. O que nós não podemos é deixar ninguém fora da escola. A gente tem que acreditar.
Somente a educação pode fazer a revolução que o país precisa, porque não existe lugar nenhum do mundo que tenha progredido e se desenvolvido sem antes investir em educação. Por isso, gente, parabéns ao Instituto Mauá. Parabéns, parabéns ao Alexandre que me convidou, aos empresários do Etanol, aos empresários do Biodiesel, aos ministros, ao presidente do BNDF.
O, ó, o presidente do BNDS já assumiu o compromisso de financiar o campeonato robótico que vai ter aqui, sabe, no final do ano. >> Já subiu, não é? >> É, eu vi um robô, cara.
Ô meninas, eu vi um robô ali, até mandei o recado pro Ancelote. Você está lembrado de quem é o Ancelote? É o técnico da seleção brasileira.
Aquela que foi com um monte de gente, voltou sozinho. Quase que não tinha ninguém para voltar no avião da seleção, gente. Que vergonha.
Só voltou um jogador no avião. Tava tudo para lá. Se tivesse ganho tava todo mundo dançando aqui.
Mas de qualquer forma eu mostrei o espetáculo robótico por serote, porque o menino fez um robô agressivo, parecia o Mbappé, cara. Parecia o Rala. O robô manda a bola lá para cima.
E eu então mandei um recado pro Ancelote. Se quiser contratar, contrata esse robô que ele vai fazer o Brasil ganhar a Copa do Mundo. Por isso, gente, bate essa foto aqui.
Esturquia, >> foi ele que bateu essa h 23 anos. >> Foi você que bateu essa há 23 anos atrás de estuca. Tem vez que eu e ele estamos melhor agora, hein?
>> A gente tava meio estragada h 20 anos, 3 anos. Então gente, olha, eu quero agradecer a vocês. Quem for se inscrever no CS começa amanhã para fazer a universidade com alguém pagando para vocês.
Tá bem. Tá aqui, ó. Tá fazendo o quê?
>> Não, eu sou técnica aqui. >> Técnica? >> Três vezes.
>> Muito bem. >> Muito bem, gente. Gente, ninguém.
Deixa eu lhe falar uma coisa. >> Olha como é que eu tô conservado aqui, ó. Natureza.
que tá conservando a natureza. Eu quero que você fala muito, >> gente. Olha, um abraço.
Eu queria que a imprensa registrasse o seguinte. Essa coisa do Brasil, essa coisa do estreito de Ormus, é muito delicado a gente perceber, sabe, que os Estados Unidos provocam uma guerra e agora começa a cobrar, sabe, pelo navio que atravessar sobre a segurança dele. Não é, não é comum, não é normal, não é democrático, não é civilizatório, mas é uma coisa normal alguém aproveitar a desgraça para ganhar dinheiro.
custas da de graça. Quem quiser comprar biodiesel pode vir aqui que a gente não vai cobrar nada, vai cobrar só o preço justo daquilo que a gente tá produzindo. Um abraço e até outro dia, se Deus quiser.
Agora, ó, presta atenção que é o Brasil. Eu vou agora para São José dos Campos, eu vou visitar o Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Em 2008, eu fui lá, a gente tava começando a produzir uma turbina a etanol.
Se o Brasil produz aquela turbina, o Brasil seria o quinto país do mundo a produzir turbina. Eu fui fazer uma visita oficial lá. Foi bem, deixei a presidência, fui embora, votei 15 anos depois eu voltei ao Ita.
A turbina que eu pensava que tava pronta, não tava pronta. Pararam de fazer. Eu votei junto com a ministra Luciana, Centro e Tecnologia e mandei colocar R$ 30 milhões deais pra gente acabar com a turbina.
E hoje eu vou lá porque a turbina tá pronta, eu vou ver ela em funcionamento, tá? O que é uma proeza de uma turbina produzida em etanol nesse país, tá? Então vou lá ver, porque não é fácil produzir turbina.
E se o Brasil produz de verdade e essa turbina funcionar de verdade, a gente pode começar a resolver alguns problemas no combustível de avião e pode também na questão de programas de energia para as comunidades mais longínquas que precisa também de energia, tá? Tudo isso por conta de uma coisa só. Investimento em pesquisa.
investimento e pesquisa. Então, Instituto Maá, parabéns a vocês pela existência de vocês, parabéns pela credibilidade que vocês conquistaram e parabéns por vocês sobreviverem sem precisar do estado. Um beijo no coração de vocês e um beijo para todo mundo.
Está encerrado este ato. Pede-se a todas e a todos que aguardem a saída do presidente da República. C.