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Conflitos Domésticos

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Centro Espírita Nosso Lar Casas André Luiz
Boa tarde a todos presentes em nosso salão de reuniões. Boa tarde a todos que nos acompanham pelas redes sociais. Sejam todos bem-vindos e bem-vindas ao Centro Espírita nosso lar, Casas André Luiz.
É com muita alegria que recebemos a todos nesta casa abençoada. E sempre que iniciamos os nossos trabalhos, começamos com uma prece. A prece nos harmoniza com o nosso criador, com a espiritualidade presente, que preparou este ambiente para nos receber.
E eu convido a todos a se sentar confortavelmente, tranquilizar os pensamentos. Quem se sentir à vontade poderá fechar os olhos para uma maior concentração. Pai de infinita bondade e sabedoria, nós te agradecemos pela dádiva da vida.
Nós te agradecemos por estarmos aqui nesta tarde reunidos em busca do aprendizado constante. Amado Mestre Jesus, nos envolva no teu amor infinito, nos fortalecendo, tranquilizando as nossas mentes, serenando os nossos corações para que possamos estar abertos e receptivos aos ensinamentos que essa tarde nos reserva. E assim, agradecidos, iremos iniciar a nossa reunião pública desta tarde.
Que assim seja. Graças a Deus. O tema da nossa palestra de hoje é conflitos domésticos do livro uma razão para viver.
Capítulos conflitos domésticos e o autor é o Richard Simonete. A nossa expositora é a Fabiana. Vamos envolvê-la com muito amor, com muito carinho e que ela seja muito feliz na sua [roncando] explanação.
Muito obrigada, Mariana. É sempre uma grande alegria ter a oportunidade de falar sobre a doutrina espírita, estar nesta casa de amor, de caridade, que sempre nos recebe de portas abertas. Então, todos aqueles que estão aqui presentes, sintam-se acolhidos.
Sejam muito bem-vindos, assim como aqueles nossos amigos que nos acompanham através das redes sociais, muito obrigada pela companhia. E neste momento vamos pedindo aqui a proteção que vem do alto a Deus, nosso pai, ao nosso amado mestre Jesus, aos benfeitores espirituais que nos acompanham, que eles estejam sempre conosco. E assim, na certeza, na confiança dessa proteção, pedimos licença para dar início ao nosso tema.
Como a nossa colega Mariana já colocou, hoje iremos falar sobre o capítulo de um livro do escritor e orador espírita Richard Simonete, [roncando] esse nosso querido irmão espírita que durante toda a sua vida contribuiu muito com a caridade e também com a divulgação da doutrina espírita. Richard Simonete nasceu em Bauru, aqui no interior de São Paulo, e ao longo de toda a sua vida, ele sempre teve muita habilidade. Ele era um palestrante, um orador excelente.
Ele fazia palestras pelo país todo e até mesmo no exterior. Chegou a fazer palestras sobre o espiritismo. E ele nos deixou em 2018 regressando à pátria espiritual, mas deixou uma grande contribuição, cerca de 65 livros que abordam temas do nosso cotidiano, temas da atualidade e sempre o quê?
Com a abordagem da doutrina espírita para ajudar-nos a esclarecer. E uma das suas características é que ele sempre falava de forma muito simples, de forma muito clara. E quem teve a oportunidade já de ler alguns dos seus livros, como entre eles Quem Tem Medo da Morte ou Quem Tem Medo da Obsessão, sabe que ele também costumava pegar assuntos difíceis, assuntos delicados, complexos.
e ele tinha a habilidade de abordar esses assuntos sempre com muita leveza e até mesmo com um bom humor. Então hoje fica aqui, né, a nossa homenagem a esse querido colega espírita que lá da espiritualidade nós sabemos que ele continua trabalhando e olhando por nós. E aqui hoje nós veremos um capítulo do de um dos seus livros que se chama uma razão para viver.
E vamos falar sobre conflitos domésticos, um tema sério, importante, mas como é tratado nesse capítulo, vamos trazer aqui com uma certa leveza para o quê? Entendermos porque acontecem os conflitos no nosso lar e como devemos lidar com esses conflitos. Porque os conflitos, se nós pensarmos, desde que foram formadas ali as primeiras famílias, sempre existiram, porque existem diversas pessoas num grupo familiar e cada um acaba pensando de uma forma diferente e ali existe um conflito de ideias que é natural, mas se os conflitos, né, esses diferenças de pensamento não são resolvidos logo no seu início, Eles podem ir se agravando e aí no lar podem ocorrer o quê?
Discussões, brigas, desentendimentos, agressões verbais ou até mesmo chegar à agressão física em alguns casos. E ele fala, o autor fala que muitas vezes nós temos essa visão, né? Nós estudamos a doutrina espírita e vivenciamos também e temos essa visão.
Quando nós vemos um lar em conflito, onde os seus membros ali não se entendem, nós logo pensamos que aquilo é um problema de karma, algo que aqueles espíritos que estão ali em vidas passadas, em encarnações passadas, tiveram desentendimentos ou até mesmo foram inimigos. E agora, segundo as leis divinas, quando eles são reunidos no mesmo lar, mesmo que tenha um esquecimento do passado, é como se eles guardassem uma mágoa inconsciente e ali continuassem se agredindo, continuassem se desentendendo nessa vida. E essa é uma possibilidade, é algo que pode acontecer.
Realmente podemos regressar numa mesma família com um desafeto de vidas anteriores. Mas o autor coloca aqui que muitas vezes não é isso que acontece. Existe todo um planejamento reencarnatório antes de regressarmos aqui.
Existe todo um entendimento lá no plano espiritual e que muitas vezes não são espíritos inimigos. E ele sempre gostava de ilustrar com histórias do cotidiano para explicar melhor o o tema. E aqui ele conta a história de um casal que frequentava um centro espírita.
E eles eram queridos por todos. Todos adoravam esse casal. Eles se davam muito bem com todo mundo.
E era um casal que estava casado há muitos e muitos anos. Os filhos já haviam casado, já moravam fora, só que eles se davam bem com os outros, mas entre eles existia sempre aquelas brigas, aquelas implicas, aquelas discussões, desentendimentos. E quando alguém perguntava, o marido falava: "Ai, eu não aguento mais ela".
Toda quase todos os dias ela traz uma visita para casa e serve café e serve bolo e fala que eu tenho que me vestir adequadamente para receber todas essas visitas e e me obriga a cumprimentar e a conversar. E às vezes eu tenho até que fazer um esforço, mostrar os dentes no sorriso para aquelas pessoas. Ah, não, eu não aguento mais.
Eu me aposentei. Eu queria sossego na minha casa. Na verdade, é um fardo que eu estou carregando.
Eu aturo tudo isso porque nós já estamos há muito tempo juntos, mas eu não aguento mais. Era assim que ele se referia à esposa. E a esposa que era muito comunicativa, muito alegre, muito sociável, também era um amor.
Só que quando se perguntava do marido, ela falava: "Ai, eu também não aguento mais o casamento". Toda vez se dependesse dele, eu não fazia mais nada na vida. Eu não posso nem ter amigas.
Se aparece uma amiga minha lá, ele fica resmungando, ele faz cara feia. Outro dia ele até pegou uma vassoura, colocou atrás da porta porque por superstição, dizendo que a vassoura faz com que a visita vá embora mais rápido. E a visita viu e eu passei uma vergonha danada.
E olha, eu tenho que dizer, se não fosse pelo Espiritismo, eu já teria me separado, mas eu sei que ele é a cruz que eu tenho que levar até o fim, porque se eu não aguentar ele nessa encarnação, eu vou ter que levar pra próxima e aí eu não quero mais. Eu não quero encontrar com ele na próxima encarnação. E assim eles viviam com essas implicâncias.
E alguém que olha de fora uma história dessa pode até pensar: "Nossa, mas é um problema tão simples de se resolver, não é mesmo? Não é um problema grave, é uma implicância por algo tão simples. " Mas o problema está o quê?
No comportamento deles. O marido, ao invés, né? Eles são diferentes, vamos dizer assim.
Eles não eram inimigos de vidas passadas, é claro que não. Eles pensam de forma diferente e são diferentes. O marido, que era um pouco mais restrito, poderia na convivência com a esposa aprender a ser um pouco mais sociável e ter mais amigos.
Ele poderia entender ali que talvez a sua esposa, com a saída dos filhos de casa, se sentisse sozinha, por isso que ela convidava os amigos a sua casa. E a esposa também, ela poderia entender que agora o marido está aposentado e ele quer um pouco mais de tranquilidade. Ela poderia diminuir um pouco também essas visitas, ceder um pouco nesse sentido e aí também dar ali, né, eh também ter ali uma uma certa forma de conservar a intimidade do seu lar, não exportando o lar.
Então, seria um problema, um conflito de fácil solução. Só que a mentalidade dos dois que dizem, né, que vem o outro como uma cruz carregada, um fardo pesado, eu tenho que aguentar, eu tenho que suportar. Quando nós pensamos dessa forma, ao invai ao ao invés de vermos ali um companheiro que está do nosso lado nessa jornada, que é claro, tem as suas imperfeições, tem, mas qual de nós aqui não tem?
Todos somos ainda imperfeitos, não é mesmo? Então, ao invés de ver ali um companheiro de jornada ao lado, eles tinham esse pensamento e isso deixava o quê? o relacionamento pesado, o relacionamento denso.
E aí vinham esses conflitos, essas brigas, implicâncias que não tinham fim. E na verdade, Richard Simonete nos coloca que a maioria dos problemas que nós temos no lar, na família, não vem de vidas passadas. Um ou outro pode até vir, mas a maioria dos conflitos vem da nossa imperfeição aqui ainda no presente.
A nossa falta de tolerância, de paciência, a nossa falta de entendimento ali às vezes do outro e do problema, não é? Porque ele fala que Deus nos reuniu em um lar, não para brigarmos, para nos magoarmos, mas sim para nos desenvolvermos, evoluirmos e crescermos através do amor múlto. Essa é a intenção do lar.
Então, ficamos ali bem próximos para exercermos esse amor e essa afeição. [roncando] Buscando na doutrina espírita, nas obras espíritas, no Evangelho Segundo Espiritismo tem um capítulo que fala honrar pai e mãe e tem uma mensagem muito bonita de Santo Agostinho que ele fala como é a formação das famílias. Então ele fala que lá no plano espiritual existem as famílias espirituais que são bem maiores do que as famílias terrenas que nós temos aqui.
Então ele fala: "Formam famílias os espíritos que a semelhança dos gostos, a identidade do progresso moral e a afeição e induzem a reunir-se. esses mesmos espíritos em suas migrações terrenas, ou seja, quando reencarnam aqui na Terra, se buscam para se gruparem, como fazem no espaço, originando-se daí as famílias unidas e homogêneas. Se nas suas peregrinações, ou seja, durante essas encarnações, acontecem de ficar temporariamente separados, ou seja, alguns ficam no plano espiritual, outros encarnam na Terra, mais tarde tornam a reencontrar-se, venturosos pelos novos progressos, mas como não lhes cumpre trabalhar apenas para si, permite Deus que espíritos menos adiantados encarnem entre eles.
E aqui vem, né, esses espíritos que talvez não pertençam à aquela família e que talvez não se encaixem muito bem naquela família, a fim de receberem conselhos e bons exemplos a bem do seu progresso. Esses espíritos se tornam, por vezes, causa de perturbação no meio daqueles outros, o que constitui para esses a prova e a tarefa desempenhar? Acolhei-os, portanto, como irmãos, auxiliai-os e depois, no mundo dos espíritos, a família se felicitará por haver salvo alguns náufragos que a seu turno poderão salvar outros.
Santo Agostinho, Paris, 1862. Então, a grande parte da nossa família é de espíritos afins. Pode ser que venha ali um espírito um pouco mais que não está tão adiantado, mas a providência divina o colocou ali para o quê?
Para crescermos e desenvolvermos todos juntos. O livro dos espíritos também nos traz algumas questões quando eles fala do retorno à vida corporal, que os espíritos eh quando Kardec faz várias perguntas sobre por existem os espíritos antipáticos uns aos outros, em algumas questões ele pergunta se são inimigos de vidas anteriores, desafetos. Em outra, ele pergunta, será que um espírito seria bom e o outro seria mau?
Então, né, existe a santipatia porque um é bom e o outro é mau. E a resposta dos espíritos é muito simples, dizendo que pode sim ser um desafeto de uma vida anterior, mas que a maioria dos desentendimentos é pela diferença de ideias, pela diferença na no entendimento daqueles espíritos que estão ali reunidos por pensarem diferentes que existem tantos conflitos e que no na atual condição em que estamos, mundo de provas expiações. Não existe essa coisa de um espírito ser bom e estar sempre certo e um ser mau estar sempre errado.
Somos todos ainda imperfeitos. Então, não existe essa coisa de não ter afinidade porque um é bom e o outro é mau, mas sim porque eles ainda não tem, não participam das mesmas ideias, se refere às diferentes formas de pensar, mas a notícia boa é que conforme esses espíritos se elevam, as divergências se apagam e a antipatia desaparece. Ou seja, a nossa família espiritual vai se ampliando e aumentando cada vez mais nesse sentido.
Então, o autor coloca que devemos levar em consideração que esses conflitos são decorrentes mais do nosso presente do que do nosso passado, que nós somos ainda, como Jesus disse, tão duros de coração ainda. Porque quando Jesus veio há milhares de anos atrás, o povo judaico esperava um guerreiro que os libertasse do domínio de Roma. E [roncando] Jesus veio falando do quê?
Do amor ao próximo, do amor ao inimigo. Então, naquela época não tinha essa compreensão. Era um era um ensinamento muito difícil.
A lei do olho por olho, dente por dente, a lei de Talião da vingança, era algo comum. E Jesus veio falando o quê? Do perdão.
Em perdoar 70 x 7, quantas vezes fossem necessárias. Também não tinham entendimento. Naquela época, as pessoas consideradas pecadoras eram apedrejadas na via pública até a morte.
E Jesus veio pedindo para não julgarmos se não quisermos ser julgados. Então, o tempo passou e precisamos deixar essa dureza de coração para trás. Precisamos colocar isso em prática, esse amor, o perdão, o não julgar.
E muitas vezes isso é difícil na nossa família. Por quê? No nosso lar.
[roncando] Porque quando nós estamos em sociedade, num trabalho ou em algum lugar que nem aquele casal que no centro espírita era adorado por todos, se entendiam com todo mundo, quando nós estamos na nossa residência, nós não temos mais esse verniz social quando nós estamos com a nossa família. Então nós muitas vezes deixamos um pouco isso de lado e as nossas imperfeições vêm mais à tona e ali nós damos livre curso aquilo que nós realmente somos. E é preciso exercitar o quê?
Mais ainda a tolerância com essas pessoas. Porque se um conflito que começa pequeno, um problema pequeno, ele vai crescendo, vai se avolumando, virando discussões, virando brigas numa casa, é como se nós tivéssemos abrindo as portas das nossas casas para influências inferiores, para a influência de espíritos inferiores que se identificam com aquela atitude de agressiva, aquela atitude eh de violência. E a influência desses espíritos vai somente o quê?
Agravando essas discussões, aumentando essas brigas e tornando o ambiente no lar muito difícil de se conviver. E aqui é claro que o autor coloca o problema, mas ele traz também as soluções. Ele traz sugestões de como podemos lidar com esses conflitos para que eles não cresçam.
dessa forma, dizendo que geralmente nós cobramos muito daqueles que estão próximos de nós. Nós cobramos atenção, respeito, compreensão, tolerância e tudo isso é muito bom. Mas se nós não recebemos isso no momento desses familiares, nós devemos fazer o quê?
dar o exemplo. E nós devemos tratar eles com respeito, com tolerância, com amor, com afeto. Porque se nós fizermos assim, nós come teremos dado o primeiro passo para harmonizar o nosso lar.
E ele fala que a nossa eh harmonia íntima, ou seja, a nossa paz interior, ela não depende de recebermos atenção, eh recebermos eh essas essa do outro. A nossa paz interior depende muito mais daquilo que nós damos ao outro. Quando nós exercitamos o amor, a caridade, a tolerância, é, nós adquirimos essa paz interior e nos modificando, nós estamos dando o exemplo, seja para um companheiro, uma companheira, seja para os filhos, os adolescentes, as crianças, que eles costumam seguir muito os exemplos que nós damos.
Então, é importante nós termos, primeiramente a vigilância verbal que ele coloca aqui, prestarmos atenção naquilo que nós falamos para o outro, porque se o outro fala algo que eu não gosto e eu já irritada, nervosa, respondo de uma maneira atravessada também da mesma forma para aquela pessoa. aquilo vira uma briga, uma discussão e vai só crescendo. Então nós precisamos vigiar essa parte verbal.
Se acontece de alguém falar algo que não nos nós não gostamos, nós precisamos o quê? Colocar calmamente ali a situação. Se não for no momento, respiramos, nos retiramos e depois conversamos sobre o assunto para evitar o quê?
as brigas, as discussões. Na atualidade, muitas eh pessoas que tiveram um lar onde existiam muitos conflitos, muitas brigas, elas se tornam adultos com dificuldades, né, psíquicas, dificuldades de relacionamento, dificuldades sociais. Então, é importante que crianças e adolescentes tenham um ambiente harmonioso de convívio.
E a segunda recomendação que ele nos coloca são sobre os familiares difíceis de nós olharmos, né? Muitas vezes nós precisamos ter muita paciência, tem familiares que realmente vem para nos testar e não enxergarmos esse familiar como uma cruz ou um fardo a ser carregado, como foi colocado na história. Por quê?
Porque aquilo cria se fosse uma barreira. Então, se eu tenho que carregar ele como se fosse uma cruz, então eu vou carregar o resto da minha vida. E aquilo não abre pro entendimento, pro afeto e pro amor.
Então ele diz que o único peso que carregamos capaz de esmagar a alegria e o bom ânimo, é a nossa rebeldia ante os sábios desígnios de Deus. Ou seja, se voltamos juntos com esses familiares, é porque temos plena capacidade de vivermos com harmonia e nos desenvolvermos com eles. Então, tenhamos isso em mente, sem, né, carregar esse peso em nós.
Outra recomendação que ele dá, que eu sei que é muito difícil, elogie ao invés de criticar. Porque muitas vezes na convivência tinha tinha até um desafio da internet que era em família um final de semana sem fazer nenhuma crítica. Eu tentei, juro que tentei, mas como é difícil, porque quando você vê algo errado, espontaneamente já vem ali a crítica.
Olha, olha o que você tá fazendo. Você não faz nada direito. E muitas vezes essas frases acabam, né, menosprezando aquela pessoa.
Então, eh, eu considero o meu esforço de tentar ter tentado fazer, não consegui. Mas assim, só o fato de ter prestado atenção, eu acho que já é um passo à frente, porque eu estou prestando atenção, falando: "Nossa, como eu também eu tô criticando demais, né? Eu estou fazendo muitas críticas à outra pessoa, então vamos procurar vigiar isso.
E o elogio ele é muito bom porque ele reforça o lado positivo da pessoa. Quando você começa a elogiar, mesmo pequenas atitudes, mesmo algo que seja bem singelo, você incentiva a pessoa e você muda aquilo com um reforço positivo e isso vai modificando aos poucos. O respeito aqui ele coloca que a chave da harmonia doméstica é o respeito.
Um lugar onde as pessoas não se respeitam não existe harmonia e aí existe essa influência dos espíritos inferiores. Um lugar onde as pessoas se tratam com educação e se respeitam, que aí podemos até incluir aqui o evangelho no lar da família fazendo toda junto, né? Aí sim nós abrimos as portas para quem?
para os benfeitores espirituais estarem ao nosso lado, nos auxiliando, ajudando a harmonizar o nosso ambiente familiar. Isso é muito importante. E por último, ele diz: "Cultive o diálogo".
Hoje em dia, com a modernidade, as famílias estão mais voltadas para as telas, computador, notebook, celular. Às vezes cada um numa tela diferente e as pessoas têm aquela conversa superficial e não se aprofunda mais, não perguntam mais como foi o dia do outro, não percebem mais que o outro não parece que não está bem, pergunta se aconteceu alguma coisa. Então, a família deve reservar esses movimentos para o diálogo.
Como diria André Luiz em um dos seus livros, quando os componentes do lar perdem o gosto pela conversa, a afetividade logo deixa a família. Então vamos procurar cultivar o diálogo. E aqui, né, é claro que não é fácil, porque na teoria tudo parece muito bonito, mas quando estamos lá na prática, na convivência com as pessoas familiares e quando, né, talvez recebemos ali, né, uma crítica, uma ingratidão, isso tudo nos afeta, é lógico que nos afeta, mas precisamos nos esforçar no sentido de fazermos essas mudanças em nossas vidas.
E apenas para servir aqui de inspiração para nós, gostaria de trazer uma história que demonstra como superar conflitos eh familiares através do amor, da atenção e da afeição. E nós vamos trazer a história de Agostinho de Ipona, que nós conhecemos mais como Santo Agostinho. [suspirando] Agostinho nasceu no norte da África.
O seu pai era pagão e a sua mãe era muito católica. Ela se chamava Mônica, era muito cristã. E desde cedo ele se mostrou um menino muito inteligente.
Ele era realmente acima da média. Ele aprendia as coisas muito fáceis. Ele tinha uma inteligência acima da média.
era muito elogiado, só que ao mesmo tempo ele era um menino muito travesso. Ele aprontava muitas coisas no bairro, ele roubava frutas, ele sempre trazia problemas. E a sua mãe Mônica sempre tentava colocar ele ali no eixo, né, nas virtudes, na parte moral, sempre, né, tentando direcioná-la.
Quando ele tinha 16 anos, ele acaba, devido a sua inteligência, acaba sendo enviado para Milão para estudar. E lá, depois de alguns de algum tempo, seus pais recebem a notícia de que ele tá tá se desempenhando, tem um desempenho muito bom na escola. Ele se destaca, tem notas altíssimas e se destaca principalmente em oratória e em retórica, né, que é aquela prática de debater a ideia, as ideias.
Ele é muito bom. Só que algum tempo depois a sua mãe Mônica começa a receber notícias do comportamento de Augustinho, que estava morando sozinho. E ela fica sabendo que ele estava se envolvendo com jogos de azar, com vícios de todo tipo.
E até na no campo do sexo ele tava vivendo uma vida de libertinagem. E ela fica muito preocupada, só que o seu marido está doente e ela tem dois filhos menores para cuidar. Então ela através de cartas, através de pessoas que vão até Milão, ela tenta ficar, né, eh, aconselhando Augustinho em relação às coisas da vida.
E isso vai se avolumando, ela vai ouvindo cada vez coisas piores sobre ele. Até o até depois de alguns anos, o seu marido morre, ela acaba ficando viúva e ela recebe a notícia de que Agostinho tinha tido até um filho e não queria assumir nem a moça, nem a criança. E ela fica desesperada, mas ela fala que a distância a única coisa que ela pode fazer é chorar e rezar.
E assim, todos os dias ela começa a orar por Agostinho, pedindo a Deus, ela vai na igreja e pede que o seu filho não se perca na vida, que ele possa ser novamente redirecionado. E Agostinho, ele tinha tido essa base, essa base cristã com a mãe. Só que ele, como ele desenvolveu muita parte intelectual, ele se questionava, ele dizia: "Bom, no mundo existe o bem e o mal.
Se Deus é justo e bom, por que que Deus criou o mal? Não faz sentido. Como que Deus, sendo bom, criou o mal?
Então aquilo paraa intelectualidade dele não funcionava. Então ele se afastou cada vez mais dessa parte espiritual. E aí o tempo vai passando e Agostinho depois de um tempo vai visitar a mãe e ela, né, fala que ela visitou a igreja e que e aí tem trechos do livro Confissões, que é do próprio Santo Agostinho que ele escreveu.
E o padre havia falado para ela: "Minha filha, vá em paz, continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas. Deus não deixará que ele se perca. E aquilo para ela foi um consolo.
E ao mesmo tempo ela saiu com a ideia de que ela tinha que ter fé em Deus, que ele ia retomar o bom caminho. E ela conta isso para ele. Mas Agostinho põe essas questões que ele não acredita muito, se afastou um pouco de Deus.
E logo depois ela fala que os dois filhos mais novos tinham casado e já estavam encaminhados. Então ela compra duas passagens e ela fala que vai retornar junto com ele para Milão para morar um tempo com ele. Só que no dia anterior da da viagem, Augustinho vai lá, troca as duas passagens para a mesma noite e viaja com um amigo, deixando a mãe.
E [roncando] é claro que ela fica muito magoada, muito triste, mas ela não desiste filho. Ela se ela se programa novamente, ela compra uma passagem e vai atrás de Augustinho morando com ele. E numa dessas desses dias ela consegue levar Augustinho para assistir o sermão do padre Ambrósio.
E o padre Ambrósio justamente começa a falar sobre o bem e o mal, dizendo que Deus criou sim o bem e todos estamos destinado ao bem e que o mal é um reflexo da ausência do bem. Para combatermos o mal em nós mesmos, basta a nossa força de vontade e precisamos usar o nosso livre arbítrio com boas atitudes para permanecermos no bem. E aquilo cai para ele como fazendo muito sentido.
Ele fala assim: "Agora eu ouvi uma explicação que realmente faz sentido". E ele começa ali a partir daí a sua modificação. Um dia ele está muito angustiado, muito triste.
Ele sai pelas ruas porque ele sabe que depende da vontade dele, mas ele ainda continua em alguns vícios e ele sente uma angústia muito forte. E uma criança para ele, dá para ele um livro na rua, ele abre ao acaso e a Bíblia. E ele lê ali um trecho que faz com que ele realmente se modifique.
Então, é como se fosse como nós chamamos o despertar do espírito. Ele recebeu ali o seu chamado, porque na verdade Augostinho era, como Jesus costumava falar de umas ah uma das ovelhas perdidas que muitas vezes Deus vem buscar, não é mesmo? E aí ele passa a escrever, ele diz da mãe, ele fala muito da mãe.
Ela me gerou, seja na sua carne para que eu visse a luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse a luz da eternidade. Se referindo a essa insistência dela, né? essa atenção que ela continua dando.
E falando de Deus, ele escreve: "Estavas dentro de mim, mas eu estava fora de mim mesmo. Eu te procurava do lado de fora, precipitando-me sobre as coisas belas que criaste. estavas comigo, mas eu não estava contigo.
E ele fala que agora ele era, antes ele era um homem que buscava a felicidade nas criaturas até entender que só no criador encontraria a passas. Então, é claro que Mônica fica muito feliz de ver que realmente ele despertou essa espiritualidade dentro dele. E antes de morrer, Mônica fala: "Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te uma pessoa virtuosa, um verdadeiro cristão.
" Então aqui fica essa história de o exemplo de uma mãe que não desistiu do seu filho e que fez o seu melhor e que insistiu. É claro que ela não passava a mão na cabeça dele, ela não concordava com as coisas erradas que ele fazia, mas ela insistiu e através do seu amor, do seu afeto, ela conseguiu resgatar o seu filho. E com esse belo exemplo, eu agradeço a atenção e fico à disposição.
Muito obrigada. E agora abriremos para as perguntas, para as colocações relacionadas ao nosso tema exposto. Caso alguém tenha alguma dúvida, alguma colocação, é só levantar a mão que a Helene levará o microfone até você.
Boa tarde. Boa tarde. É, como possível equilibrar a nossa calma numa numa casa que as três pessoas são orgulhosas e não dão braço a torcer.
No caso, a o lar tem três pessoas orgulhosas que não dão braço a torcer. Como não entrar em conflito? Como não entrar em conflito?
É, realmente são os desafios que o lar nos traz. Quando nós estamos lá no plano espiritual, existe esse planejamento reencarnatório em que eh fica definido no lar com as pessoas que nós vamos voltar. eh, pai e mãe, os filhos que irão receber, as famílias, os parentes.
E existem eh a necessidade do nosso crescimento nesse sentido, de nós exercitarmos a tolerância, a paciência, a resignação. São virtudes que são realmente muito difíceis, porque quando você está com pessoas que pensam igual a você, que te tratam bem, que, né, que tem ali o respeito, que tem e que não são tão orgulhosas aí, que não dão braço torcer, imagino que elas são muito teimosas, né? São pessoas muito teimosas.
É difícil a convivência, mas nós temos que viver aqui cada dia. Então, como Richard Simonete colocou, a nossa paz interior muitas vezes depende do quê? da nossa atitude também, do nosso entendimento, de entendermos que talvez aqueles eles têm aquelas imperfeições ali que não foi por acaso que voltamos juntos, mas que precisamos lidar da melhor forma possível, não alimentar discussões, né?
Não eh elevar o tom, não virar para que aquilo não vire briga. Então, ter eh essa tendência a uma melhor convivência na prática é bem difícil. Nós estamos cada dia eh evoluindo um pouco mais, mas precisamos ter isso em mente, que se nós dermos o exemplo, se nós tratarmos aquelas pessoas com mais respeito, com mais educação, com o tempo, Richard Simonete que fala que não existe nenhum coração duro bastante que resista ao amor e ao afeto, é isso que ele coloca para nós.
Mas nós sabemos que somos espíritos, estamos na nossa caminhada e tudo que temos que pensar essa, né, que Deus nos coloca nessa caminhada para a nossa evolução. E talvez seja a passos lentos, talvez essas pessoas demorem um pouco mais, mas um dia elas vão chegar lá. Então, a recomendação é paciência, tolerância cada dia.
Muito obrigada pela pergunta. Temos tempo para mais uma pergunta. Obrigada pela palestra, Fabiana, muito boa.
E assim, né, eh, você estava falando em relação à mudança, né, de comportamentos e atitudes, né, e o quanto isso é importante, né, vigiar os comportamentos, as atitudes e ter um outro olhar também pelo outro, né? Porque muitas vezes acabamos direcionando eh os olhares somente para os defeitos e o quanto é importante olharmos para a qualidade das pessoas, né? E às vezes no dia a dia, no correcorre, na cobrança um com o outro, né?
até mesmo com as crianças, eh, o olhar às vezes vai mais para os defeitos do que para as qualidades. E o quanto é importante, né, termos este olhar para ver aquilo que a pessoa tem de bom, aquilo que ela pode apresentar de melhor, né, e sempre ali estar eh colocando e enfatizando este melhor, esta qualidade, né? Então isso é é um fator assim que muitas vezes eh as famílias, né, acabam às vezes até eh se desfazendo por conta disso, pela falta deste olhar na qualidade do outro.
Sim, é verdade. Ótima colocação da sua parte [roncando] e realmente nós temos, né, essa essa tendência a olhar mais aquilo que está errado do que aquilo que a pessoa, as qualidades que a pessoa tem, né? Criticar mais do que elogiar e talvez reforçar de forma positiva essas tendências.
Muito obrigada pela colocação. Muito obrigada, Fabiana, pela excelente palestra. Obrigada a todos que participaram com as perguntas, com as colocações.
A casa tem um tempo a cumprir. Caso alguém tenha ficado com alguma dúvida, a nossa expositora permanecerá alguns instantes à disposição ao término da reunião pública. e dando continuidade aos nossos trabalhos de hoje, chegou o momento das nossas vibrações.
Vibrar e doar aquilo que há de melhor em nós através da força dos nossos pensamentos. Vamos vibrar pelo nosso planeta Terra, nosso planeta azul, que é a nossa casa nessa existência que nos acolheu. Vamos envolver o nosso planeta em paz, equilíbrio, harmonia.
Vibremos. [música] Vamos vibrar por todos os doentes, seja nos hospitais, nas casas de repouso ou em seus ambientes domésticos. Vamos envolvê-los em amor, acolhimento, harmonia.
Saúde. Vibremos e vamos vibrar por todos os lares em desarmonia. Vamos envolver esses lares, os seus habitantes em amor, acolhimento, harmonia, respeito e paz.
Vibremos. [música] Pai amado, nós te agradecemos por tudo que aprendemos nessa tarde, por tudo que recebemos da espiritualidade. Nós agradecemos também aos amigos espirituais que caminham conosco nessa jornada evolutiva.
que o respeito se faça presente todos os dias, para que possamos ser os pilares de sustentação, de paz, harmonia e exemplo em nossos lares. Que possamos aprender com todos os desafios dessa existência e situações indesejadas. que possamos aprender e crescer espiritualmente com todos esses desafios.
Que assim seja. Graças a Deus. E agora chegou o momento do nosso passe coletivo.
Eu convido a nossa dirigente do passe, a Silmara, para que se posicione. A espiritualidade conhecedora de nossas necessidades nos amparam individualmente num momento em que direcionamos à emissão de fluídos espiritual magnético. O passe coletivo deste momento estará beneficiando os nossos internautas que nos acompanham pelo Facebook e pelo YouTube.
e assim e os nossos companheiros aqui presentes no salão de reuniões. Por favor, acompanhe o direcionamento da nossa dirigente do Passe. Muito obrigada, Mariana.
Eu convido os trabalhadores passistas que se posicionem. Boa tarde aos aqui presentes e os que nos acompanham também pelas redes sociais. Chegou então o momento da aplicação do passe coletivo, primeiramente, e em seguida a aplicação do passe à distância.
Vamos então neste ambiente bastante harmonizado, trazendo a figura meiga do nosso mestre Jesus em nossos pensamentos e vamos mentalizando saúde, equilíbrio físico, mental, moral, espiritual, perseverança. fé e confiança em Deus. Que estejamos receptivos e de corações abertos aos benefícios que vamos receber através da espiritualidade e de acordo com a nossa necessidade.
Vamos a Jesus. Que assim seja. Graças a Deus.
E agora o passe à distância. Pedimos quem tiver mais de um ente querido para receber o passe e a distância, que pensem alternadamente. Ora em um, ora em outro.
Vamos então mentalizando saúde, equilíbrio físico, mental. moral, espiritual, fé em Deus, serenidade, muita paz e amor. Que os nossos entes queridos estejam receptivos aos benefícios que vão receber através da espiritualidade e de acordo com a necessidade.
Vamos a Jesus. [música] Que assim seja. Graças a Deus.
E assim agradecidos estamos a Deus, nosso Pai, a Jesus nosso mestre e a espiritualidade que nos acompanha por estes benefícios e que possamos dar continuidade a este tratamento na próxima semana. Que assim seja, graças a Deus. Agradeço aos trabalhadores.
Muito obrigada. podem retornar aos seus lugares. Muito obrigada, Mariana.
Obrigada, Silmara. Obrigada aos trabalhadores. E para quem gosta de se preparar para o tema da próxima semana, ele será Anjos e Demônios do Livro dos Espíritos, questões 128 a 131.
Autor Allan Kardec. Antes do encerramento da nossa reunião pública, eu tenho alguns recados da casa. Primeiro encontro com a cultura espírita.
Pinga fogo no Encontro com a cultura espírita com Hildo Rosa e Dijalma Santos. Dia 30 de maio às 17 horas na Unidade Santana. E dia 31 de maio às 10 horas na unidade da Vila Galvão, eh, com mudança de horário, com mudança de horário, o mesmo horário da reunião pública com o passe aplicado no final do encontro.
Não percam este momento e venha tirar suas dúvidas sobre sexualidade e gênero. O segundo recado é a campanha de inverno, o inverno se aproximando e mais uma vez precisamos do apoio para garantir moletons novinhos para nossos pacientes em atendimento especializado na nossa unidade de longa permanência. São mais de 520 pessoas com deficiência e a campanha visa arrecadar moletons novos, calção ou blusão nos tamanhos GG ou extra GG.
A solicitação por tamanhos grandes é para garantir o conforto da vestimenta de nossos pacientes nas cores cinza, bege e azul, cores padrão da nossa unidade. Se desejar, sua doação em peças podem ser encaminhadas para as nossas unidades doutrinárias, que pode ser realizada um depósito bancário ou via PIC de qualquer valor para a compra dos moletons. Junte os amigos, a família e os conhecidos.
e vamos deixar o coração dos nossos pacientes quentinhos neste inverno. Mais informações no nosso site www. nosolar.
org. br ou nos cartazes no nosso centro. Agradecemos de coração toda a colaboração possível.
E último recado da casa é a primeira jornada de espiritualidade e saúde. Veja quem vai participar dessa espiritualidade ciência. Participações de Alexandre Moreira Almeida, Caio Almeida e João Lourenço.
Prepare-se para adquirir conhecimentos que podem transformar a sua vida. A primeira jornada de espiritualidade e saúde com nomes importantes da pesquisa científica e divulgação do espiritismo. Será no dia 20 de junho de 2026, das 8 da manhã às 17 horas aqui na Unidade de Santana.
O ingresso social é uma doação de 1 L de leite. Mais informações e inscrições no nosso site ou escaneio o Qcode espalhados nos cartazes no nosso centro. Eu agradeço a presença de todos.
Eh, aqueles que desejarem receber o passe, que permaneçam em silêncio, aguardando a orientação da Eline. E nós agradecemos a presença de todos aqui no salão de reuniões. A todos aqueles que nos acompanharam pelas redes sociais, uma ótima semana de paz, tranquilidade e harmonia e bom retorno aos seus lares.
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