[música] No jardim das palavras [música] vive alguém especial. Coelinda, a coelhinha de amor essencial. [música] Respira fundo, pensa leve, fala com o coração.
[música] Transforma cada frase numa flor em botão. Palavra que acolhe, palavra que [música] acalma, deixa um brilho quentinho dentro da alma. Se a vida aperta, ela diz devagar.
Vamos tentar de novo. Dá para recomeçar. [música] Palavra que acolhe, palavra que acalma.
Deixa um brilho quentinho dentro da se aperta, ela diz devagar. Vamos tentar de novo. Dá [música] para recomeçar.
Sarar sarar sarará. Tartarugo, resmunga forte, cheio de irritação. Isso nunca [música] dá certo.
Que situação? Mas corinda escuta e [música] diz com doçura. Talvez hoje não deu, mas a gente procura cura.
Borbolena, [música] lamenta. Eu sou um desastre total. Coelinda, sorri.
Você é única, é especial. E até [música] caracolo, num dia de tensão. Ouve dela, diga, me entristece.
Não odeio o meu irmão. Irmão, palavra que acolhe, palavra [música] que acalma, deixa um brilho quentinho dentro da alma. Se a vida aperta, ela diz devagar.
Vamos tentar [música] de novo. Dá para recomeçar. Sera.
Sararã sararã sararã. Hum. E [música] o jardim foi aprendendo outro jeito de falar.
Menos espinho, mais flor para compartilhar. Quando a tarde caiu, coelinda [música] explicou. As palavras são sementes [música] do que o coração plantou.
Palavra que acolhe, [música] palavra que acalma, deixa um brilho quentinho dentro da alma. Quando a [música] gente fala com amor e atenção, o jardim floresce dentro do coração.