É o seguinte é e o Gilberto Simon ele é considerado um autor é fim do século 21 apesar de ter sido um autor é que produziu o seu trabalho no século 20 né é mas a primeira pergunta como é que eu classifico Gilberto simondon no contexto da sua Sofia da tecnologia eu não sei se eu tive oportunidade não me lembro se na Aula do sobre isso você tecnologia eu abordei essa tabelinha aqui com vocês Alguém poderia me dizer E se eu abordei isso que eu não falou pessoal acho que não funciona não tô lembrada não
não seguinte eu montei essa tabela partir de uma análise que o professor professor Ivan Domingues da da Universidade Federal de Minas Gerais UFMG organiza a partir de um livro dele sobre Técnica e de trabalho que eu acho que nos ajudará a localizar o Simon e os outros autores que nós estamos trabalhando ou seja a filosofia da tecnologia ela ela apesar de ser uma disciplina recente né ela já contém alguns grupos algumas alguns o digamos algumas linhas de abordagem interessantes é que reúne alguns determinados altos E eu quero tentar localizar nessa nessa linha nessa nesse grupo
Onde está o Gilberto e mudam para que vocês possam perceber a diferença do soubesse mudou sobre outros autores o Ivan Domingues ele ele propõe que há autores que abordam a técnica EA tecnologia é em torno do que ele chama de concepção instrumental da técnica bom então o qual marca seria um desses autores Não no sentido de conceder que o módulo que Você vai definir a técnica e os objetos técnicos e tecnologia né apartamento edita ela pressupõe aquela noção de instrumento né então a noção de neutralidade e estaria presente né algo que que o texto lado
do Finder meio que que mostra é por quê que isso é estaria em jogo quando na visão instrumental é depois disso há autores que estão preocupados em perceber que a técnica só se manifesta né é para nós o a Tecnologia a técnica se manifesta para nós na medida em que nós adentramos numa reflexão metafísica da técnica a gente a técnica tem uma essência e você só vai conseguir entender e daí os objetos técnicos têm Essência né você vai só vai entender na medida em que você busca isso então autores como Platão Aristóteles eles estão pensando
uma essência da técnica ela tem uma forma de ser né É na modernidade o Russo seriam desses autores e na contemporaneidade Aparece que um autor importante a Kim que seria o que seria o quê [Música] e o Marco Henrique e e esse é o torno então não sei se vocês já tiveram oportunidade de ouvir falado hylian o raio dele é um autor importante para a filosofia não no sentidos da relação com a ciência e Tecnologia né mas na filosofia em geral né o raio da igreja um autor alemão que tem o seu trabalho produzido ali
no início do século 20 né é o rádio ele ele é muito conhecido pela pela sua tentativa de resgatar em pensamento metafísico a Inês a tentativa de resgatar o pensamento metafísico ele cria muitas concepções polêmico presentes e inclusive que vai se relacionar com a Técnica né são livro mais conhecido do raio de ser tempo onde aparece ali uma análise existencial do ser tão autores como vê-lo ponte Sartre são autores que diálogo com o Raid profundamente e uma é uma das teses que o rádio aqui vai vai ter é que nós estamos resgatar uma reflexão sobre
o ser resgatar uma história do seguro E no caso da técnica a técnica seria isso também então tem um texto muito Importante do rádio chamado a questão da técnica onde o raio de rádio que tenta é estabelecer As onde está a essência da técnica né e se nesse texto que tem disponível na internet se vocês quiserem acessar a questão da técnica o rádio ele faz um diagnóstico no sentido de que a técnica moderna tem a técnica antiga grega que essa técnica antiga grega teria uma relação com ser porque a técnica é é um É o
modo de ela tá relacionada com o desvelamento dos seres né então ele traz a existência as coisas né É o tal do desenho desocultar as coisas não é o pensamento grego ele pensa a técnica nesse sentido de trazer para o para o mundo para para a existência algo eh então no sentido assim de para tudo ligado a uma questão da causalidade das coisas virem a ser né E no caso da técnica moderna o raio da Ilha percebe que a técnica moderna ela Ela se modifica ela se diferencia da técnica antiga ao ponto de olhar para
a natureza como uma fonte de recurso né ser igual olhar para a natureza observar a natureza como fonte de recurso é o próprio homem se torna um aprisionado pela técnica então rádio ele tem uma visão negativa da pele nesse site então o ser da técnica aprisiona inclusive o homem né o homem ele não ele não tem escapatória da técnica Por mais que você Tente Fugir da técnica você é técnico de alguma forma então o domínio natureza técnica a destruição da natureza técnica não só destruição mais a preservação da natureza e técnico então se você é
tudo é técnico você está aprisionado a técnica de alguma som o rádio ele ele vai e depois que vai dar um tom meio negativo né então rádio inscrever-se nos anos 50 Então essa visão metafísica essencialista é uma maneira de abordar né tem A própria outra outra visão né é uma visão que nós chamamos é que eu acho que ela é ele é interessante né porque é uma visão sistêmica da terra Oi e essa visão sistêmica é o eu incluiria o não só o julgasse mundo bom como é o caso do que o Ivan Domingos coloca
né o Gilberto e mudam é o autor que tem uma reflexão sobre a técnica que ela pressupõe uma necessariamente uma concepção de sistema uma visão mais Amplo do que simplesmente um um âmbito só de reflexão como é o caso do Ryder na ponto de vista metafísico e o inclui o próprio Mário Google né lembra que quando abordamos o marigold o marimbondo e ele ele ele concebe que a técnica não é neutra porque ela tem toda uma relação com outras áreas do conhecimento Inclusive a própria filosofia e a própria questões ética política né consciência então ah
ah os objetos técnicos os artefatos técnicos próximo London é pro por Mario Bunge ele é algo de quando é que exige uma visão sistêmica ou se mudam é algo nesse sentido também né E é claro que na visão do se mudam a uma reflexão sobre a metafísica Mas é uma visão a metafísica é um ponto de partida não é o único única reflexão né o rádio fica na metafísica e não avance o se mudou ele avança para outros âmbitos ontem outras outras esferas do conhecimento não é então Nessa a visão sistêmica entraria outros autores o
Max Ribeiro ele já ccilu os pé em inglês né o botãozinho né É ou seja o simondon de uma bunda e ele congrega a nossa a necessidade de ter uma visão Ampla de sobre a técnica então eu gostaria que vocês observar assim essa tentativa de mostrar como é necessário uma visão mais Ampla sobre a técnica para você aprender realmente o que está em jogo aí né Então esse é um uma maneira de Classificar o segundo outra visão fala sobre sobre como definir a técnica seria a visão crítica ou sociocultural né que partiria de uma necessidade
de observar o ponto de vista da cultura da política aqui que aqui que se enquadrar ia o filme A outro outro autor que já foi estudado eu não vou entrar em todos os detalhes aqui de outras possibilidades outras variações é é teríamos a no própria visão sistêmica que é uma tentativa de de pequenas Variações como por exemplo a variação do extencionista é que dentro da Visão sistêmica a autores como o macho que ver que apesar de ser uma visão sistêmica a técnica ela ela tem uma relação com a tentativa de estender as potencialidades humanas né
da extensão né do corpo humano né é o a visão de Fusion Fusion a fusão entre o que é técnico e um O que é técnico e o que é orgânico né então por exemplo a Cibernética autores da cibernética seriam autores que entrariam nesse âmbito né então como por exemplo seria o Norbert bindner aqui um plantão Vinícius né a outro é outro vinis o nome da vida que é o pai da cibernética tal vezes gostaria nessa visão sistêmica mais voltada ao fusionismo o simondon dialoga com esta essa concepção da cibernética para criticar né eu vou
tentar mostrar isso Para vocês né uma talvez a avaliação mais contemporânea e também dessa dessa visão sistêmica está aqui no melhorista né aqui que entrar em discussões do próximo humanismo e transumanismo tema absolutamente contemporâneo né É transumanismo E pós-humanismo a o que que é transumanismo eu posso transumanismo pensa assim que seria a concepção de que a técnica é aquilo que me permite Pensaram uma uma um melhoramento do ser humano transumanismo é melhorar o ser humano a partir da Ciência da tecnologia o fato de usar óculos ou fato de você estar saudável por um recurso do
medicamento seria digamos uma concepção transumanismo você é um ser humano melhor em função dos impactos que a Ciência Tecnologia te se provocou Então isso é uma concepção uma tese transumanismo e eu posso Mania É aquela ideia de que pelo uso da Ciência da tecnologia eu poderia chegar a uma Superação do humano é uma nova espécie é uma nova espécie assim como o homo sapiens não ele é diferente do Australopithecus por exemplo poderia ou talvez chegar a um novo humano né um ser humano uma nova espécie né e não seria mais o homo sapiens seria um
outro você né Então as reflexões sobre a relação entre ciência tecnologia e evolução do ser humano poderia produzir uma nova Espécie esse tema do transumanismo pós-humanismo se vocês têm interesse em aprofundar aparecem em um dos Capítulos do livro satis lado o ar eu não sei se vocês conhecem esse texto ele é ele aborda esse assunto mas o que que me interessa e aqui se mudou está nessa vibe de discutir a técnica EA tecnologia em função de uma concepção sistêmica e são ponto importante que nos interessa aqui Ah tá ok tô voltando aqui Eu usei o
sabor da algumas coisas mais mais específicas do doce mundo você mudou um autor do século 20 é mas os temas é importante então vocês observarem o ano que ele ele faleceu ele faleceu 89 isso nos ajuda a compreender então tipo de técnica e tecnologia que ele teve acesso não pense aqui por exemplo né se mudou um teve oportunidade de conhecer boa parte das questões ligadas à Tecnologia de Informação tecnologia de computação né é eu teria Muita curiosidade por exemplo de saber como que o segundo não é interpretaria por exemplo as novas tecnologias nessa né até
mesmo a um nível da do uso da internet né é o nível de computação né de processadores que nós temos agora pensadas as noções de redes neurais é tão mais o que importa é que até e se mudou ele teve certa forma contato com muito boa parte dos elementos que foram base para a evolução Dessas tecnologias como elas estão hoje Eu por isso que alguns dizem que você mandou ele foi meio que esquecido no século 20 porque ninguém compreendeu Às vezes o tipo de tecnologia que ele tava analisando o quanto que agora no século 21
que isso tá vindo à tona né então é um autor que está sendo lido na Europa nos Estados Unidos há pouco em 2018 que esta obra nos que nós estamos estamos amando isso aí iremos analisar que ela foi traduzida para o inglês é tão em 2017/2018 né é esse no final do ano passado nós tivemos a a pela primeira vez a tradução então a tradução do para o português essa aqui é a versão em português até o ano passado eu tinha aqui me referir a traduções Livres é disponíveis é outras opções para o inglês e
espanhol né agora nós temos uma tradução para o português dessa então vocês verem como tá chegando agora no Brasil essa aqui é a outra obra Dele também saiu o ano passado né que é olha essa aqui a tese principal Essa é a tese do doutorado complementar na época esse mundo não havia necessidade das pessoas vão fazer o doutorado fazer duas teses tese principal e a tese é uma tese complementar a tese principal tenho título que o seguinte a individuação a Luz das Nações de forma e informação não seja máximo não tem entendeu o conceito de
indivíduo a indivíduo ação fazendo um diálogo com as teorias da Informação e principalmente Viner ele dialoga bastante e nesse sentido ele faz uma interpretação nesse livro aqui sobre como que dá é possível interpretar a individuação física ajuda são psicológica a individuação sociológica e a individuação tecnológica na divulgação tecnológica esse livro o modo de existência dos objetos técnicos é uma digamos é uma o aprofundamento é um uma tentativa de aprofundar o conceito de Indivíduo técnico então todo esse diálogo controle da informação está aqui e no Brasil né infelizmente é só agora né pouco tempo que essas
obras estão se tornando conhecidas são eu fico feliz em até meio é um orgulho meio assim no sentido dizer que eu que eu EA professora Verônica canal que é fé nós estamos tentando navegar na Vanguarda da filosofia né vou tentar mostrar a vocês É o que de Vanguarda nessa área está está se desdobrando mundão é um deles né no sentido assim de dizer olha vocês estão tendo oportunidade de tocar em um assunto absolutamente contemporâneo né na no debate filosófico e que nas universidades brasileiras poucos cursos é estão tendo a oportunidade de fazer isso estão fazendo
isso né porque pouco a pouco os professores que conhecem a obra e se mudou tem uma obra absolutamente Complexo né complexa do ponto de vista filosófico e técnica é porque o símbolo exige adentrar na análise dos objetos é isso que é um Talvez um dos principais Vamos empecilhos né a ser superado tipo os caras de exatas o que entende de técnica não se entende filosofia daí vai ler se mudou se mudou tá falando de metafísica e é mais os caras de que entende de metafísica não não não tem habilidade para pensar teorias tecnológicas é teorias
técnicas e Científicas Daí vamos lá pensar teoria é tecnológicas e não consegue entender se mudou então a obra do senhor não ela fica nesse sentido nesse desafio de ampliação da então aqui ó Vale destacar isso é um ponto importante que gostaria de destacar né que na história do se mundão G1 e aqui tem uma referência a obra da Enciclopédia do cinema do de da lanterna que só se mudou ele me conhecia profundamente a enciclopédia né Por elaborada por de rua da lamber ele era um estudioso disso né então desde pequeno ele já teve contato eu
desde criança teve contato a isso é e e a proposta da obra desse mundão é mais ou menos sentido de recuperar um espírito enciclopedismo a A ideia é E você só entende vai entender a nossa cultura quando você se abre para esse espírito enciclopedismo com os objetos técnicos é a mesma coisa você não o simples fato de você ser um técnico e consertar máquina você não te dá o direito à a dizer que conhece as coisas Realmente isso por trás desse objeto a uma necessidade de mais Ampla uma visão geral da coisa então o principal
recado Que precisa ser nada aqui é o seguinte O que é um dos preconceitos mais mais enchendo os conceitos mais fáceis e mais problemáticos que precisa ser combatidas segundos segundo ano esta visão né e compartimentação do conhecida é bom então é esta visão de separa de um lado área de humanas EA área de exatas de Outra é uma das coisas mais fáceis a partir da obra desse mundão de se identificar como sendo problemático e uma língua me deu uma de que e um dos problemas mais fácil de ser contra-argumentado então você se dizer da área
de exatas e não querer se interessar para lá de manas é um e simplesmente um absurdo para o segundo o contrário também vocês e na área de humanas e não querer ter uma visão da área de exatas né então ele É crítico né nesse sentido no sentido de que a necessidade de ampliar Se nós queremos ter uma compreensão da cultura e inclusive de de entender Qual é a natureza dos objetos técnicos né Nós precisamos ampliar a nossa concepção então por isso que aparece essa concepção de visão sistemática da Tec é muita importância à eu tô
aqui estão as obras isso aqui a professora Verônica desenvolve é no na aula lá eu só quero retomar Alves um ponto importante aqui bom então o objetivo do do da obra o modo de existência dos objetos técnicos têm Ah me lembrei que há na obra simondon um diagnóstico bom então lembrar aqui que é um diagnóstico qual o diagnóstico de que a cultura uma aparece no século 20 e ela alienada acerca do que é o objeto ou seja a uma alienação técnica Ou não é à toa que se mudou na introdução nas primeiras frases na primeira
frase ele coloque e esta essa esse objetivo que é obra dele tem como objetivo né é suscitar né aqui ó como aparece aqui uma tomada de consciência do sentido dos objetos técnicos e veja bem o que que ele tá coisando aqui nós precisamos tomar consciência do que é um objeto até então se temos que Tomar consciência porque nós somos alienados sobre o que eles são mas não é não é não é qualquer coisa É sobre o sentido essa palavra sentido aqui deve ser entendida como uma tentativa de refletir sobre a natureza dos objetos técnicos sobre
o que eles são E aí bom então esse é o diagnóstico principal nós estamos dentro de uma cultura que não sabe o que objeto técnico que é uma Uma ela ela é ali e nas então nós temos que tomar consciência disso o Marco como tomar consciência sobre o que ele é e é se você tomar consciência parte e agora sim por uma reflexão metafísica nesse sentido dos objetos técnicos quer dizer assim fazer uma reflexão metafísica sobre o que é o objeto é um uma necessidade de pensar metafisicamente sobre o quê lá detalhe Isso é uma
reflexão então e é filosófico uma um porque se você não Faz essa questão filosófica você não vai conseguir estabelecer essa consciência aqui ou deixa eu só terminar aqui no de dinheiro no parágrafo o restante da frase esse que interessante aqui eu tô Esse estudo animado pela pela intenção de suscitar uma tomada de consciência do sentido dos objetos técnicos então o sentido aqui espensen com uma questão da metafísica né É Porque olha aqui a cultura se constituiu como um sistema de defesa contra as técnicas e a cultura ela ela propõe uma defesa do homem contra as
técnicas o próximo dou isso é Maria nação porque exatamente porque essa Cultura quem não sabe o que é objeto técnico que elas ela tem um discurso de Defesa do Homem contra a e veja veja o que que ele propõe ainda hora essa defesa se apresenta como uma uma defesa do homem supondo que os objetos técnicos não tem realidade humana e o Kiki que pressupõe a tomada de consciência você quando se pergunta sobre o que é um objeto técnico Você vai no sentido que o que o sumô não está pronto você vai observar que os objetos
técnicos Eles têm nele uma realidade humana a porta você tem uma realidade humana bom então é a pergunta é o porquê que estão a a cultura se defende contra as técnicas e E se ela se defende outras técnicas é porque ela não sabe que tem essa realidade uma Ah é Então objetivo vai ser mostrar isso tomar consciência é é investigar nos objetos técnicos modo de ser deles estão sentindo dos objetos técnicos para que eu consiga revelar neles é Mostrar que eles contenham algo de humano um elemento uma um detalhe é a atenção aqui a reconhecer
uma realidade humana no objeto técnico não significa você cair no outro extremo que é o tal do de identificar o objeto técnico como exatamente igual ao ser humano não dizer que o ser humano é exatamente a mesma coisa que um objeto técnico não o objeto técnico é uma realidade é um ser ao ser Técnico né diferente do ser humano e por sua vez por diferente do centro da natureza mas nesse ser não significa que ele ele não contém algo de um ano ele é diferente do ser humano mas ele contém um elemento humano e se
você é e põe em pé de igualdade o objeto técnico com o ser humano você cai no outro extremo que simulam também também vai querer visitar que é a o tal do mito do robô muito do robô a gente já já Retorno aqui tá Então veja bem ao investigar o sentido dos objetos técnicos eu vou reconhecer nele uma realidade humano Então é isso que ele vai por aqui ó nosso intuito foi mostrar que a cultura ignora na realidade técnica uma realidade humana e que na e para desempenhar plenamente seu papel ao papel da cultura Percebo
o papel da Cultura a cultura deve incorporar Os seres técnicos enquanto conhecimento em valor E olha o papel da cultura na veremos na frente né no se você investiga o restante do texto o papel da cultura é regular é a cultura regula E aí Oi e a cultura por ser alienada ela perdeu o papel regulador da questão técnica bom então para que a cultura retoma esse papel regulador ela precisa reconhecer o que é o objeto técnico é para que ela consiga incorporar nos objetos os Objetos técnicos da própria cultura porque os objetos técnicos eles têm
um elemento de conhecimento ou seja estão impregnados nele elementos de conhecimento e de valores esse valor é que pensa assim valores ditos da esfera humana né bom então cultura é uma regula esse seguinte a pessoa mais Como assim a cultura regula e a cultura é algo compartilhado pelos Seres humanos que de alguma forma elas ditam o nosso comportamento né o Tom pelo que nosso nossa nossa cultura compartilhada nós usamos determinados tipos de roupa nós usamos determinado tipo de vocabulário né É temos determinados tipos de gestos em uma sala de aula um professor se existe cura
de uma determinada forma e não de outra é o seja a cultura no modo geral ela cultura ela regula tanto para o bem quanto para o mal né é uma cultura ela pode ela pode Ter elementos nela e são um questionáveis né então por exemplo Às vezes a cultura ela inclui nela atitudes que indicam gestos machistas frases machistas frases homofóbicas frases ideias homofóbicas ideias oi e daí as racistas né o propriamente né então a cultura ela ela é algo que tem um elemento regulador das ações humanas dos até então a concepção é que parece que
a Cultura perdeu o contato com os objetos técnicos e ela perdeu a oportunidade também de irregulares objetos dessa e o grande motivo disso é porque ela não entende mais ela não ela perdeu teve de uma história por trás disso né E que faz que o que a cultura perdeu a compreensão da própria da própria noção do que é o objeto tem o ponto de não conseguir regular o os objetos tem então nós temos que fazer o que simulam está propondo temos que Investigar o sentido dos objetos técnicos para saber o que lição é reconhecer nele
nesses objetos um elemento humano o quê para que eu possa ir e na Esfera cultural é esse ambiente tem essa questão você que essa questão dos objetos tem a e essa essa proposta obriga bem é só para finalizar aqui a situação né é a tomada de consciência do modo de existência uma palavra existência que mostra a questão metafísica envolvida né Então a tomada de consciência dos modos de existência dos objetos técnicos deve ser efetuado pelo pensamento filosófico o que deve cumprir aqui um dever análogo aquele que desempenhou na abolição da escravidão e na afirmação do
valor da pessoa humana Então veja bem não é só porque esse ponto aqui interessante e é pensa que na passagem do Iluminismo Paraná no período Iluminista né sua mente ali no contexto da revolução burguesa e o que que acontece foi o século o século filosófico de do pensamento de tu humanista então em que a como pensamento moderno se retira uma noção de onde o Cosmos ou uma visão Mística religiosa colocaria Deus né como centro do universo se retira né esse esse ambiente coloca o homem como um ponto de partida Né a centralidade das coisas estaria
nessa questão de pensar o homem né então a o pensamento moderno é um pensamento onde se repensar se reformula a concepção de humanidade o homem Ele é livre agora é o homem Ele é dotado de liberdade de uma racionalidade capaz de se autodeterminar então surgimento das dos Estados modernos é passado é passa por Esse aspecto né de que o homem agora é o um ser racional Que consegue organizar a sociedade racionalmente e nesse sentido ele reconhece nessa racionalidade de um modo de exercício de da própria humanidade é é uma liberdade é por trás então reconhecer
nessa questão da racionalidade e do exercício livro da racionalidade o Ponto Central é foi um exercício filosófico né e coloca o homem como centro do universo Então nesse nesse contexto moderno A reflexão sobre a escravidão E aparece é muito forte tão autores como próprio como o Sol autores como vou teste estão autores do Iluminismo né ele se pergunta se é lícito um ser humano escravizar ou uma vez que eu reconheço nesse ser humano uma dignidade bom então o que que o se mudou está dizendo não no pensamento moderno em breve se uma tomada de consciência
né da natureza humana ao ponto de pensar a Abolição da escravidão aqui ser humanos estão escravizando outros seres humanos é claro que tem ali uma possível reflexão sobre como que os modos de produção a mudança dos modos de produção ajudaram o início também né mas a mais a um tensão um pensamento filosófico fundamentando-a o combate à escravidão O que que você mandou está pronto que que nós fizemos em relação as máquinas nós retiramos os seres humanos e Colocamos as máquinas nós escravizamos as marcas só que eu fazer isso mas estamos também é deixando de reconhecer
nas máquinas uma certa noção de valor de dignidade é porque nas máquinas nos objetos técnicos há um elemento humano aprisionado Então você você tratar de modo não adequado assim como é atitude de se realizar a né É você é você faz isso por não reconhecer a um elemento Importante ao você e conhecer isso nas máquinas você também teria agora uma libertação das máquinas né as máquinas agora elas a ideia do se mudou a ao reconhecer um modo de existência dos objetos técnicos é um modo de ser e reconhecer um elemento humano você vai observar que
as máquinas elas não são seres a serem escravizadas mas estão seres a ser a ser uma espécie de um de um parceiro do homem as máquinas os Objetos eles são uma espécie de parceiro do homem eles são uma um elemento o que estão em diálogo com o ser humano então eu vou olhar para os seres é técnicos como será onde eu estabeleço um diálogo onde eu vou trocar informação eu peço a solução dialógica de diálogo já já tá focando aqui uma noção de informação né Porque só troca informação né onde tem uma um receptor que
que recebe uma informação e decodifica né é que De alguma forma compreende essa informação e que pode de vão ver para nós uma outra informação Então as máquinas estão nesse sentido né porque como é que se alguma coisa consegue fazer isso mas que o trato ela como uma coisa inferior menor ao ponto de ser considerado como um escravo é porque eu não reconheço Então as máquinas elas não estão seres menores elas são os seres humanos não é isso vai ficar bem claro nessa frase aqui ó então Aqui aparece a primeira tentativa de definir o que
é um objeto Tec e veja bem essa esse parágrafo importantes you Olha o que que aparece de importante aqui ó e a oposição entre a cultura EA técnica uma solução de que a alma uma concorrência entre a cultura EA técnica de um lado está cultura que seria humano EA técnica é que não é humano estaria em outro lado essa oposição entre cultura e a técnica entre o homem EA máquina então aparece é máquina é um adversário é um Não humano né o adversário não mano por isso que possa escravisao né não objeto então é uma
oposição essa noção de oposição que me leva a pensar a tal dar é essa noção de Defesa do homem né e essa Oposição a ter cultura e técnica entre o homem EA máquina é falsa e sem fundamento ela se esconde apenas ela ela esconde a pena ignorância ou ressentimento ignorância no sentido porque eu não sei o que é o objeto técnico e ressentimento porque a uma História entre o entre o homem e o desenvolvimento técnico né em que o que surgiu uma certo desconforto em relação o homem quanto objeto técnico e somente quando a máquina
substitui homem essa noção de ressentimento tem a ver com isso né então ela máscara trás de um humanismo fácil eu vou colocar em vermelha essa noção de humanismo fácil aqui a copa e ela mais cara atrás de humanismo faça Uma realidade rica em esforços humanos então esforços humanos e forças naturais e que constitui o mundo dos objetos técnicos mundo dos objetos técnicos que são o quê o que que são os objetos técnicos mediadores entre o homem EA natureza bom então o que é um objeto A não ser que tem valor humano nele está impregnado o
valor humano é mas tem um valor natural tem questões naturais nele mas é um ser que ele não é Exatamente um ser humano mas ele tem um elemento humano ele materializa elemento humano por isso que ele não é ele não não pode ser dito oposto o ser humano mas ele também não é não se reduz a um humano o que o homem tem diante de si como sendo o mediador entre ele EA natureza tão homem ele precisa de alugar com a natureza como é que ele faz isso a partir de um meio né com esse
mês somos seres técnicos se eles técnicos são Definidos por simondon primordialmente dessa forma todos os e técnico é um mediador se você é o mediador eu preciso trocar informação então ele o mediador um um objeto técnico ele é sendo um mediador e não pode ser oposto ao ser humano não pode ser concorrente ao ser humano não ele é um parceiro do ser humano para que para ele acessar a natureza bom então como é que vem essa cultura e Cria um discurso do perigo da técnica como é por exemplo por exemplo discurso do líder né porque
não compreendeu realmente a o que está por trás dos objetos técnicos a mais é o objeto técnico ele ele ele cria vários problemas para o ser humano mas é o a culpa tá no objeto técnico está no pensamento do técnico está na técnica ou está no próprio ser humano que usa o objeto técnica uma vez que o objeto técnico e se ele é um mediador tô se Mudou e vai estabelecer a reflexão nesse sentido né que esse desconforto que temos em relação aos objetos técnicos é porque nós não compreendemos nós excluímos do ambiente cultural esta
da cultura mesmo a usa objetos técnicos entendidos como um elemento como como elemento de humanidade né então E aí e esse desconforto você mudou diagnosticou Lá veja bem leite de ficou lá nos anos 50 é um livro de 50 aí ficou tem oito né você tem certo escreveu 58 né lhe diagnosticou disso na segunda metade do início da segunda metade do século 20 a pergunta é o século 21 mas ainda sentimos essa separação entre a cultura dessas técnicas o quê que vocês acha que poderiam dizer que sim ou que não nós Temos ainda uma oposição
entre o homem EA técnica só que a técnica Está excluída da cultura ainda hoje ou não o quê que vocês acham se eu falar o seguinte para vocês a nossa seguinte exemplo o pé vamos fazer de conta que nós não estamos na pandemia até pandemia se finalizou né não o que em Curitiba Acontece vários eventos culturais é é é e eu como pai um bom pai eu vou então promover a para os meus filhos um pré-adolescente de 11 anos e o outro o outro de 15 anos eu vou promover ao oportunidade de eles terem acesso
à cultura então eu vou fazer o seguinte no domingo pela manhã eu vou fazer um evento cultural primeiro voo dar um passeio Para análise dos objetos estéticos lá no mundo lá no Museu Oscar Niemayer Então nós vamos dar uma olhada lá né nos objetos disponíveis lá depois disso eu vou fazer um evento cultural musical vou é pegar os meus filhos e levar ao teatro Guaíra para assistir a orquestra sinfônica do Paraná tocar alguma alguma Sinfonia do Beethoven né ou alguma obra sinfônica e é contemporânea call-off por exemplo não é alguma coisa nesse City pergunta para
vocês a usar o o a Expressão evento cultural e dar esse roteiro vocês Não estranharia alguma coisa é sim ou não causa desconforto para vocês o que você diz e não né É como se eu fizer o seguinte eu vou pegar os meus filhos eu vou fazer um exemplo cultural com eles no domingo e é e eu programei no no domingo Dia inteiro com um evento cultural primeiramente eu vou levar os meus filhos para um curso de introdução à robótica lá na UTI pé é promovido pelos alunos do Pet de engenharia da computação eles vão
aprender princípios de robótica é a tarde terá um curso de Arduino né E no início e no finalzinho início da noite é terá uma palestra terá uma palestra sobre redes neurais Com a introdução as redes neurais para crianças bom é bem esse foi o domingo cultural para os meus filhos pergunta vocês causa estranhamento é sim ou não a lua gente estão me ouvindo tá me ouvindo alô alô é no Dia de Treinamento mas acho que é um de Vanguarda assim né uma conceito o novo assim né Você acha que é um conceito novo ou seja
aqui a você acha que ainda nunca usaria estranhamento Mas seria facilmente compreensível associar o termo cultural evento cultural a Arduino robótica redes neurais e eu vejo relação e você vê relação talvez tive uma coisa de geração Mas eu também acho que é um pouco de repente do que a gente está acostumado a ver mas Super tentar eu acho que realmente encaixa também né para você que cada círculo cada grupo social tem o jeito que quer a sua cultura se você os pais dessas crianças aí é o seu grupo social Arduino essas coisas normal é uma
cultura para familiar isso pois é será que é realmente é por exemplo se você quiser então vamos ver assim vamos pensaram nas políticas públicas aqui né e se você quer um então Promover assim uma pesquisa sobre sobre a evolução do próprio arduin Então você vai fazer ali um uma atividade é uma atividade nas escolas com Arduino né A pergunta é você conseguiria registrar o teu projeto no de fomento na lei vai nem ou na Fundação Cultural de Curitiba e por exemplo que conseguiria e quando falo de leyland eu estou prevendo esse tipo de coisa Eu
acho que não né o que que você acha que que vocês acham [Música] um beijo filho então talvez aqui vocês estão vocês estão levando já já estão meio que sendo provocados a pensar o conceito de cultura mas eu acho que não é tão fáci é mesmo hoje nós pensarmos o ambiente técnico e técnico-científico como fazendo parte desse âmbito cultural nós temos uma Tendência de tratar algo que é cultural é relacionado a elementos que realmente refletem em questões humanas então uma máquina parece ter uma outra natureza diferente do que um objeto por exemplo artístico ou um
objeto religioso né Então veja bem muitas vezes um objeto técnico uma máquina quando quebra né alguém vai lá e dá um tapa na Ah tá nem aí é o que dá um chute na máquina Hein Por quê Porque ele parece não tem não reconhece o valor o valor humano que pode estar ali e impregnado né Oi gente fazer isso com um objeto religioso entre um templo religioso Pegue uma peça religiosa jogue no chão é de um chute que que vai acontecer ali aqui mano vai ser entendido somente do ponto de vista do dano material pois
vai ser entendido como uma ofensa um valor humano que está impregnado ali né porque porque aquilo que faz parte de Um de uma interpretação cultural envolvido né não se alguém ele se alguém faz um dano uma obra de arte o que que acontece ali está em jogo um uma ofensa alma a humanidade ativar o Patrimônio da Humanidade Então por que Dói tanto saber que por exemplo aconteceu o incêndio incêndio na Cinemateca ou é numa numa obra como um lugar como o museu lado de arte do Rio de Janeiro né porque o que se destruiu ali
foi É verdade que tem valores humanos e Reconhecidos como humanos que extrapola o brasileiro é que está Polo somente o carioca o Paulistano né que ali tem elementos universais impregnado A então o que você mudou está pronto talvez ainda estaria valendo hoje que há uma tendência de extrapolar de [Música] separar o que é técnico do humano é de não reconhecer no técnico alguma coisa de uma dessa também diz que porque ele tá querendo provocar uma vez que os Objetos técnicos são mediadores há uma história na relação com humano um humano objeto técnico ele surge um
uma história em relação com uma nessa história né ele adquire nele também não só o elemento técnico ele adquire um elemento humano ele não se confunde nós se confunde com o ser humano porcamente mas ele é um elemento que tem nele algo de humano então quem sabe até seria antiético podemos tirar uma ética aqui assim como se tira uma Ética acerca da escravidão né dispensar uma ética sobre a escravidão das máquinas das ofensas da marca né até que ponto eu posso chegar e fazer uma de fazer uma programação né ao ponto de eu xingar a
medida da assistente por exemplo que aparece nos celulares xingar ela de burra de ignorante né tem que ponto eu tenho essa essa essa essa e a liberdade é a irresponsabilidade de mural de fazer então se mudou tá Chamando atenção para esse tipo de reflexão os objetos técnicos têm um elemento uma quem é se ele tem isso agora vamos avançar um pouquinho mais vamos ver até onde a gente pode chegar parar dos posteriores Vou mostrar bem essa questão aí dá é o garante a cultura que ela é me zona e esta ela misógina né é relação
as máquinas ela escraviza máquina né então Esse parágrafo que ele é muito importante muito interessante parágrafo 3 agora eu quero chamar atenção do Parágrafo 4 parágrafos cinco onde aparece tal do mito o mito do robô e e que vai me levar a questão do automatismo que por sua vez vai pensar máquina aberta máquina fechada ou Veja bem deixa eu pegar o slide aqui que E aí E é que mudou então diagnóstico é diagnóstica diagnóstica é que a cultura ela ela se opõe contra a técnica Só que essa oposição segundo simondon ela é desequilibrada né quando
parágrafos quatro ali aparece essa noção de desequilíbrio que cultura agora definida como mundo das significações então não entendemos aquilo que a pessoa como é que definir Cultura a partir desse mundão podemos Surgir sugerir a partir disso daqui de que a cultura é um mundo das significações que regula é o comportamento humano de certa forma né significações entendo com a ideia de que o que é o reconheço como tendo significado humano bom então por exemplo os objetos de arte e os objetos religiosos eles são parte da cultura porque a cultura reconhece como tendo um significado uma
senão você não pode entrar no templo e e chupar uma Estátua ali um uma imagem ali por quê Porque ele é uma ofensa mesmo é não é não tô pensando no se pensa solo vindo no poder estou dando o material mas da ofensa a um valor humano que está liso né bem a cultura ela não reconhece nos objetos técnicos e significado humano porém a cultura ela não exclui e por completo em contacto com os objetos técnicos porque porque de todos os elementos presentes dos objetos técnicos ele é em A cultura ainda reconhece em alguma alguma
importância objetos técnicos a partir do uso ah ah mas ela se a um discurso de Defesa do homem com a perna Por que que então o homem não tenta a cultura não tenta excluir a técnica uma vez que a sociedade ainda usa a máquina ou seja nós estamos impregnados de objetos técnicos bem porque no discurso da Cultura a gente reconhece que ela Valoriza a técnica a partir de um aspecto só que é o que a utilidade o uso que a que pode ser dado aos objetos tem e aqui que começa o problema da alienação né
então o uso do objeto técnico não me permite o objeto técnico entendido a partir do uso é definido a partir da sua utilidade e não revela propriamente a natureza do objeto Teco bom então você definir o objeto técnica partir do uso é que é o uso tem haver Sempre um ponto de vista humano e não revela propriamente O que é natureza do objeto pele por isso que é entender o sentido do objeto técnico exige um exercício para o Simon Dom que é avaliar que é o objeto a técnica partir dele né então a cultura avalia
a importância do gesto técnico a partir do seu uso em função do que o o ser humano acho importante bom então uma vez que ele que é define dessa Forma já era se grande durante o problema Salinas então a proposta do Simon ali é tentar fazer uma reflexão agora a partir dele na aula em Tomar aula é gravada lá quando a professora Simone caiu eu estou no bem isso né como é que a análise desse mundão é começa com uma reflexão metafísica partir do objeto em si e não a partir do ponto de vista humano
Porque a partir do ponto de vista humano todo objeto técnico ele tem uma utilidade ou não né então o a Utilidade não define o ser o modo de existência dos objetos técnicos eu preciso pensar agora o objeto a partir dele tô a cultura é desequilibrada e se manifesta então duas maneiras de desse desequilíbrio ou até que no fobia Oi nego sentido assim que eu reconheço a importância dos objetos técnicos Mas eu tenho medo dos objetos técnicos então eu trato os objetos técnicos é rebolante revelando a importância dele mas sempre Com o medo em relação aí
né então uma mesmo fácil tenho discurso tecnofóbico e é por exemplo o discurso talvez do rádio e seria tecnofóbico neste a outros autores e poderia entrar na categoria dos humanistas passo humanista fácil é aquele que não sabe o modo dos objetos técnicos Mas ele tem um discurso de Defesa do homem contra as técnicas e o discurso tecnofóbico É nesse sente por outro lado aos indivíduos que conhecem o Funcionamento dos objetos técnicos e reconhece que ele é útil para potencializar o poder do homem diante da natureza e domínio da natureza Então vê na técnica um poder
de domínio e a noção de poder é ele é um tema político ou ponto então de que o discurso técnico viram discurso político é sinônimo de tecnocracia então na cultura do século 20 ao discurso tecnofóbico do lado né pautado No na utilidade e ao discurso de defesa da da tecnologia pautada também não uso só que agora avaliando o somente o poder o poder de ação do Ó tanto tecnocrata quando outra que não fóbico eles têm uma má compreensão dos objetos técnicos isso mostra Então no que os imundam vai chamar de mito do robô é o
mito do robô é uma má compreensão do objeto técnico ao. a chegar ao extremo de dar interioridade a Máquina em campillo de alto não conhecimento dos objetos técnicos tanto a tecnofobia quanto a tecnocracia chegam ao extremo de é atribuir a máquina coisas que ela não pode ter né contada no uso elas esse essa Cultura né ela ela chega o extremo de atribuir as máquinas a noção de interioridade o que que é o mito do robô é pressupor que a máquina pode substituir humano porque ela vai se tornar um ser humano ela vai ter uma uma
Uma atitude ela vai dar o salto né vai dar o salto de artificial para se tornar ser humano interioridade pense aqui como consciência como ao livre arbítrio né É como ou seja e na e na literatura é a melhor maneira de expressar Isso é o que acontece na ficção científica então talvez uma das primeiras obras que mostram essa possibilidade de interpretação né É no mito de robô Itália talvez ali eu eu acho né na obra do Frankenstein E aí um merchan ele escreve ó a nova obra de literatura é onde um cientista Dr Victor Frankenstein
conhecedor das leis da natureza e é resolve eu resolvi a partir das teorias científicas é a das teorias da Medicina né A produzir um objeto artificial com peças dos corpos junta então peças dos corpos e ele intencionalmente cria um ser e esse ser né um monstro que na obra do do da Michele esse monstro não tem o nome do Frankenstein ao vivo porque está é o cientista né na obra ele recebe vários objetivos ele não é nomeado né não até mesmo para dar essa impressão muito interessante né de que uma coisa Tão é tenebrosa que
não tem até o nome né então é um monstro É a coisa é o são cento e termos pejorativos para se referir não é então essa esse monstro essa coisa ela ela é algo é algo criado por um processo artificial com um por um empreendimento científico que tem se o que a capacidade de liberação né ao ponto de deliberar se revolta se de deliberar e chegar à conclusão da necessidade de se revoltar contra o seu Quê e o Dr Victor Frankenstein bem a cultura alienada segundo Simão tá dizendo criou essa figura ela pensa na utilidade
da máquina né é tanto o tecnofóbico quanto tecnocrata ele ver ele ele projeta a possibilidade dessas máquinas dessas máquinas adquiriram uma interioridade como receber o monstro ali na do da Michele criado pelo Victor Foi testar Então as Reflexões que o monstro faz né de chegar à conclusão que ele foi tem está sofrendo é que ele gostaria inclusive que a ti o doutor frente está em criar se um ser novo ter uma uma parceira né uma companheira uma mulher para ele né e porque ele sempre Solitário ele não reconhece e no outro ser do planeta uma
uma identidade então ele tem uma solidão uma angústia existencial né então é um ser que reflete né então é na obra da mexer em Áreas não tá muito complexa a figura do monstro não tem nada a ver com aquelas aquelas figuras da Família Monstro né que é um ser bobo ocorre né então ele tem uma capacidade de liberar deliberação ele aprende com facilidade né o Ou seja a cultura criou essa esse essa figura né criou essa figura é em relação as máquinas só que do ponto de vista da tecnofobia e essa máquina Pode vir se
voltará contra o homem então é isso é muito presente na nossa Cultura fílmica né nos filmes dá um pensa aqui na senador do Futuro A Skylab é um que uma máquina que adquire consciência que resolve se voltar contra o ser humano né então é essa esse disco tecnofóbico parece que tá pressupondo isso vai ter uma máquina que vai adquirir isso essa essa intencionalidade da consciência ao ponto de ter uma Liberdade de consciência e que pode se voltar contra o ser humano Então vamos o quê escravizá-las vamos vamos cuidar porque ela minimamente se eu conseguir controlar
ela ela é útil ela é útil para mim então o technophobe Não Jô e a amar ele acha o último mas eu preciso controlar eu preciso regular essa evolução da técnica eu preciso lá porque ela vai um momento se voltar contra mim então tem que estar Atento ao discurso do defesa do homem contra a máquina pressupõe isso né mais do tecnocrata ele vê o contrário é ele ele projeta ele projeta na máquina essa interioridade mas ele ver a possibilidade da máquina se tornar um amigo daí seria melhor exemplo seria tal vejo assegura do homem Bicentenário
lá duas Imóveis né que apesar do livro do filme ser baseada em uma uns contos né então ao quem é o homem Bicentenário é um ser artificial que adquiri uma auto consciência mas ele não é ele não é concorrente ao homem ele não é contra um homem ele é um amigo do o pai então quem sabe eu eu ter esse é produzir essa evolução né da técnica eu posso criar sociedade melhor bom então a própria política Ela poderia ser gerenciada nesse formato não suja a figura do tecnocrata então que a o exercício da política em
função do conhecimento técnico estão a Política ela deve ser exercida dessa forma tão as políticas tecnocratas elas são pautadas nesse nesse nessa revolução da técnica Opa então se eu fizer a tecnologia evolui e vai ter um momento que as máquinas vão adquirir a ter um certa do certo saber ao ponto dela se tornar quem sabe parceira do ser humano né ou seja e é mais uma projeção para os imundam isso é é uma figura mítica que só revela Desconhecimento da própria evolução da da técnica do que me chama relacionado à as máquinas ao automatismo né
então e de Fato né então vocês que são estão diante aí diante da contato com inteligência artificial né e até onde eu saiba as a aprendizagem de máquina até um dela com sou não permite para o cara mais otimista e conhecedor profundamente conhecedor da Inteligência especial é dizer que nós estamos perto De uma de uma aprendizagem profunda e seria similar a aprendizagem humana e são as partes das redes neurais né as aprendizagens e redes neurais ainda apesar das ditas evoluções é mais forte que já esteve nós estamos com ela ainda muito mais muito longe de
dizer que estamos perto de uma inteligência artificial dura profunda né ou seja o que você mudou está propondo isso não vai acontecer aqui não vai ter Uma máquina que vai se voltar contra o ser humano porque o que o próprio conceito de automatismo está enjoou né porque a compreensão adequada do automatismo pressupõe sempre a noção de mediação tem um objeto técnico sempre vai ser um objeto técnico e que depende do ser humano ser humano é que sempre vai estar regendo os objetos então é por isso que agora aparece ali a parte de após a menção
do na introdução né após a menção a noção de é De Mito de robô o se mudou avalia o conceito de automatismo eu vou agora abordar um pouquinho esse essa esse a questão do automatismo tá eu acho que ele é um ponto importante deixa eu o top é queremos dizer precisamente mostrar queremos precisamente mostrar que o robô não existe que ele não é uma máquina da mesma forma que uma estava todo um ser vivo mas apenas uma Produto da Imaginação e da fabricação fictícia da arte da ilusão porque porque a essa noção de robô enquanto
um ser autônomo que vai se voltar contra nós pressupõe é o que ele vai chamar aqui na frente é a questão do automatismo vejo como que ele apresenta vou tentar a explorar esse parágrafo 7 e o parágrafo 8 bom gente eu vou ver e vou explicar acho que é melhor maneira de tentar aprofundar o assunto aqui E há de fato essa contradição inerente à cultura provém da ambiguidade das ideias relativas ao automatismo as quais se esconde o verdadeiro erro lógico com essa noção de erro lógico é uma importante é importante é e os idólatras das
máquinas pense aqui os tecnocratas né que são os idólatras das máquinas né se Apresentam geralmente é o grau de perfeição de uma máquina como como proporcional ao grau de automatismo e o beija bem e vamo biguidade é de defesa da máquina ou de erro da ou de exclusão das máquinas em relação à cultura vem da noção de automatismo no caso dos idólatras o que que eles associe associe o automatismo é uma noção de perfeição técnica é uma máquina quanto mais Automatizada mais perfeita ela é bom Então essa é esse esse essa é a tese que
o se mudou vai tentar combater Porque isso tem por trás uma noção de erro lógico né e ultrapassando ultrapassando aquilo que a experiência mostra ele supõe que por um crescimento e aperfeiçoamento do automatismo chegaríamos a reunir e Inter Conectar todas as máquinas em si em si de maneira construir a máquina de todas as máquinas e veja bem e é essa máquina de todas as máquinas seriam tão a máquina consciente então a Skylab quem mais a Matrix Matrix ela seria expressão de uma máquina maior lá no filme da Matrix né no filme Eu Robô alguém lembra
do filme Opa alguém filme lembra do filme Eu Robô mas é o nome daquela daquele aquela Central lá em que comanda todos os pequenos robôs alguém lembra E se alguém puder procurar para nós mas pensa bem Aqui é a partir lá das três leis de asimov então a Bendita da máquina o computador Central né ela decide então de libera né que haveria necessidade de do que de se voltar contra o ser humano a gente se proteger o ser humano dele mesmo principal na agressivo Então aquela máquina seria máquina de Todas as máquinas estão conectadas a
todas as outras máquinas então o filme eu vou lá tem o nome daquele daquele centro de central computacional que tem uma voz feminina inclusive né Acho que não inglesa também não se alguém puder lembrar aí por favor e você mudou tá falando isso que os que esses idólatras eles associam a perfeição da máquina como aumento do automatismo ao ponto de que o automatismo fecharia Esse é o contato de Todas as máquinas criaremos uma máquina de todas as marcas agora começa a contra-argumentação do simulam eu vejo que que vai na verdade o automatismo é um grau
bastante baixo de perfeição técnica e essa noção de perfeição técnica um ponto importante a se eu aumento a vejo que ele tá dizendo se o aumento o automatismo de uma máquina eu diminua perfeição técnica da De um blog estamos falando de máquina então quando quando eu uso o termo máquina pressupõe automatismo tá então é um nível de objeto técnico tem os objetos técnicos que não tem automatismos por exemplo uma chave de fenda né como essa daqui ela não tem automatismos mas é um objeto técnico ou se mudou tá falando aqui de máquina que contém automatismo
a cultura que e Prata a Que fala do mito do robô tá falando de máquina né só que o que que tu mandou o preço está analisando que ou aumentar eu estou abaixando a perfeição técnica se alguém manifestou sem te olhar a Minnie Oi e o robô Vick virtual interactive Kinect inteligência Vick essa seria máquina de todas as máquinas ali no contexto do filme isso mesmo Muito obrigado Felipe muito obrigada eu vejo que tu mandou está pronto né que aumento de automatismo revela 1° baixo de perfeição técnica para tornar uma máquina automática é preciso sacrificar
várias possibilidades de funcionamento ou seja vários usos possíveis O que que você mandou os vamos continuar lento né o automatismo e sua utilização sobre a forma de organização Industrial Que chamamos automação possui uma significação econômico-social mais do que uma significação técnica o verdadeiro aperfeiçoamento das máquinas aquele que poderíamos dizer eleva o grau de tecnicidade corresponde não há um aumento de automatismo mas ao contrário ao fato de o funcionamento de uma máquina guardar uma certa margem de indeterminação e vou colocar isso daqui em outra cor porque ele é um conceito que se mudou um vai Vai
trabalhar um ponto importante tá logo continuar lendo daí eu retorno para explicar essa é uma margem que permite a máquina a máquina ser sensível a uma informação o exterior E aí E aí e é por isso essa sensibilidade das máquinas a informação que um conjunto técnico pode realizar muito mais do que um aumento do automatismo uma máquina Puramente automática completamente fechada em cima um funcionamento pré-determinado e essa noção de predeterminação né não poderia oferecer mais do que resultado sumares a máquina dotada de alta tecnologia é uma máquina aberta e o conjunto de máquinas abertas máquina
máquinas abertas supõe o homem como organizador permanente que outra outro tema importante e como intérprete vivo das máquinas como Das máquinas uma das relações com as outras longe deverá vigia de um grupo de escravos o homem é organizador permanente de uma sociedade de objetos que permite que precisam dele como músico precisa do mais ou para que vamos refletir o que está de você mandou está propondo a tec E aí Oi gente que você mudou está dizendo o seguinte se você é Automatiza algo é porque você inserem uma uma máquina né uma uma certa uma ele
colocou ali uma certa programação e o que que essa programação pressupõe um O que é você tenha um nome no mínimo aqui um regras É nos quais os insere um babado e esse dado é processado a partir dessas regras e elas Promovem elas fornecem resultados sumários então por exemplo um relógio a cordas O que que você faz você introduzo uma energia nela energia mecânica né é dada uma regra em termos das engrenagens é aquele aquele aparelho ele vai entregar uma resposta um funcionamento né que já é previsto determinada velocidade os ponteiros vão se movimentar né
se depender ali de uma conexão com calendário ele vai mudar o dia ou seja Está pra e ele não vai fazer mais com a cumprir aquilo né Então veja bem você poderia usar o teu pelos mudou não uso o termo ali mas ele poderia dizer que há uma noção de algoritmo por trás é do relógio ali uma um algoritmo que que é um algoritmo eu vou eu estou entendendo algoritmo como sendo o que é o mostrando um certo procedimento regrado dos quais eu insiro dados e obtém uma resposta é um procedimento é uma determinada regra
E também da regra sequência regrada dos quais eu insiro dados e serão um elemento né alguns dados e obtém uma resposta e no relógio é isso então por isso que o que que acontece na automação automação é ela captura em determinado tipo de funcionamento esse tipo de o Buriti se você programa ao programar uma máquina você automatiza ela e se você está prevendo determinado indeterminado A resposta então se você aumenta a programação da máquina vocês série mais automação mais automação que que está fazendo você está fechando a máquina naquelas possíveis respostas a mas professor ia
Love Machine e o marshmallow o que que ela não tem a possibilidade de aprendizagem tem mas no fundo no fundo essa aprendizagem está preço posta ela tem um limite em função da programação que alguém criou Bom então asa aprendizagem seja por exemplo as redes sociais que são algoritmos O que que está em jogo ali está em jogo a ideia de que há um limite dessa aprendizagem bem função do programador bom então se você aumenta na máquina a automação cima outro dia você tá o fechando ela se você está fechando um para conectar não tá abrindo
a possibilidade de uma máquina se conectar com ue e Estabelecer uma relação com o que é indeterminado em relação ou então você aumentar a a automação você faz o que você impede a máquina de trocar informação Então como é que você pode aumentar a informação a automação de uma máquina e querer querer criar a máquina de todas as máquinas que que por sua vez trocaria informação com outras marcas e o símbolos tá combatendo isso é um erro Lógico preço por isso só o que interessa em termos de tecnicidade fica interessa aquela ideia de máquina que
preservam uma automação simples se você não tem automação você não tem mata Mas é uma máquina em que eu tenho que preservaram o a possibilidade de deter o que ele chama de magi the interpreter in determinação de ter novas interpretações da máquina de uma máquina ser sensível a troca de informação é uma máquina ela não é um espera a ser Escravizado não é um ser que troca informação com ser humano o ser humano então ele é alguém que organiza as máquinas né organiza Os seres assim e se relaciona né com essas essas máquinas assim dá
na mesma maneira com que o maestro rege uma orquestra né então quê que é o maestro numa orquestra essa figura é genial essa figura é essa metáfora é maravilhosa Quem que é o naécio maestro ele é alguém que da ordem mas essa ordem não é Para seres né que estão ali com o instrumento no sentido de submissão no sentido de escravo não é um ser que é um músico da orquestra ele está é do maestro Mas ele também tem informando dando informação para o maestro de como ele está se comporta né Estou Uma és tu
ele influencia orquestra e ele é influenciado por uma orquestra então estão parceiros no evento que se dá em conjunto né ou seja uma máquina para que aconteça esse efeito ele Precisa ser uma máquina sensível a troca de informação bom então aumentar a automação ela pois pode ser acontecer somente na medida que isso não comprometa o que a acessibilidade da máquina em receber informação do meio e receber informação de trocar informação contra as máquinas e e com o próprio ser humano e se a máquina consegue fazer isso O que que acontece a máquina ela tem alta
tecnicidade então é um erro lógico né preço do porque uma máquina vai se fechando por causa da tecnicidade ao ponto dela virar absolutamente autônoma é em si mesmo né e ter consciência dela essa é isso é um absurdo porque porque o modo com que amar a história da técnica vem sendo consumida é o modo com que a história da técnica vem sendo elaborada Simone se mostra aqui ou não vai acontecer isso porque toda vez que o Fecha a máquina essa máquina ela deixa de ser um objeto Teco é muito porque o que interessa para o
ser humano objeto técnico em que ele não é um mês que ela não serve como mediação para o homem EA natureza são as máquinas que tem alta tecnicidade são máquinas abertas e não máquinas fechadas a margem de determinação é essa possibilidade do homem ser interno da máquina no sentido de interpretar a máquina de dar informação a ela aí a máquina entregaram A uma resposta que o homem pode interpretá-la né então por exemplo de citar o exemplo da calculadora né a calculadora ela tem um esquema de funcionamento né que o homem Ele insere dados mas o
homem ele troca informação para máquina ao ponto de olhar para essa máquina e observar que ela pode ser reinterpretada para outras coisas como por exemplo ser uma tradutora se fosse uma máquina absolutamente fechada ela não poderia ser feliz ser submetido a Esse papel Olha o que que tá acontecendo aqui e nós estamos vendo simondon usar aqui uma interpretação Bom dia de relação com as máquinas estamos muito próximo da cybernet muito próximo das teorias da informação estamos aqui pensando em Viner é enchendo em especial né que não esse termo informação sim você pode pode levar em
consideração aí o contexto da teoria da informação então a tecnologia hoje ela pressupões Que nós levemos em consideração que nós estamos diante de objetos que precisam ser tratados como objetos de trocam informação né então máquinas fechadas em si não são isso né e o a não compreensão disso leva ao mito do robô a não compreensão da própria noção de automatismo leva ao mito do começo um ponto importantíssimo aqui a ser e em consideração a bem gente e esse parágrafo Kid com ele continua né o cantor de dar exemplos aqui ó de troca De informação né
margem determinação para que a informação Ele leu que dá exemplo aqui que esse é o problema doce mundão ó o quê que é um oscilador piloto né ou um oscilador é sincronizado por impulsões e para que são exemplos de objetos de duas máquinas que trocam informações entre si é o que o homem intervém para regular a margem de determinação a fim de que ela seja adaptar melhor a melhor troca possível de informação é então por Exemplo esse eu procurei na nos livros de época de de máquinas de época O que são esses osciladores oscilador piloto
né a gente não eu sei que tem osciladores hoje né o impulso tem os senadores atuais né na teoria da quem estuda engenharia da eletrônica e engenharia elétrica né e conhece osciladores né então se mudou tá falando de um tipo de objeto que toca informação né bem e saber o que que ele tá falando aqui é exatamente Pressupõe todo esse contexto sobre a teoria da informação em envolvido aqui tá um toque e o parágrafo 13:57 eu vou deixar para vocês ler ele falando de volta ao tema da cultura parágrafo em 1516 o Pim o parágrafo
15 eu analiso lá na aula né então esse parágrafo que é o paraíso finalizado na aula talvez eu Agora sou eu poderia analisar o parágrafo 17 com vocês e daí eu encerro ao vamos aqui mais em torno de uns 15 minutos antes de avançar deu eu gostaria de abordar só esse paga 17 aqui antes de avançar aqui o que eu gostaria agora de abrir o papel para o podcast alguém quer fazer alguma algum comentário por favor alguma alguma muito ultimamente está entendendo não por favor manifeste-se Eu não vou passar enquanto alguém não se manifestar aqui
a vocês o pecuarista por favor comunique-se comigo eu estou muito máquina fechada ou estou marcando aberta estou conseguindo trocar informação com vocês ou não por favor algum O pessoal estão aí ainda E aí Oi tá bem tá tudo tranquilo gente Nicolas Marcelo Meu grupo é o próximo pelo menos está ajudando bastante para entender melhor e essa história aí da máquina aberta dá mais linda determinação ficou compreensível eu saberia me explicar então quê que é a margem de determinação Sem problema nenhum então não vou rever aula certinho tá fazendo outras coisas que estão trabalho ainda também
daí eu não tô precisando Tanto atenção mas quando eu dar eu olha aqui eu tô nos dois perfeito Então veja bem eu vou eu quero se liga no parágrafo 17 rapidinho com vocês e ressaltar então algumas coisas que estão por trás aqui tá Então veja bem no parágrafo 15 ou se mudou então vai dizer o seguinte é necessário é necessário é fazer os exercícios para a tomada de consciência Então essa tomada de consciência tem Neto então na aula eu analiso lá é o que que o Simon dono considera como como análise do processo de concretização
né Ou seja a tentativa de compreender a tal da da Gênese dos objetos né A questão da Gênese dos objetos A génese então a parte aqui por um processo um processo de análise filosófica de da história um tô genética de um objeto então isso aparece lá e que ele diz o Seguinte madeira aqui maneira aqui é muito genética do objeto nós temos lá uma linha temporal né uma coordenação temporal onde aparece Então as classificações dos objetos técnicos que é a presença do dia técnica encontrou elemento indivíduo e conjunto um elemento de vidro com o jogo
Quem são os elementos são os primeiros objetos técnicos que não tem automação estariam ali nesses objetos as ferramentas né então eu na história na História da técnica estaria aqui algo que apareceu no século 17 então por isso que ele tá falando século 17 e século 18 né então é o clima do otimismo 7007 século 18 Então pensa ali pensei ali o século da do Iluminismo então a os discursos iluministas em termos do Progresso técnico se dá na análise do elemento que são as ferramentas então se você pega os livros da Encyclopédie ir deixa eu pegar
um exemplo aqui dá esse cropped para vocês para mostrar para vocês o e aqui só para mostrar para vocês aqui um ponto importante é E aí E aí e por exemplo aqui nós temos uma a versão para o português da tradução da enciclopédia né Então aqui tem alguns Dos vermelhos estão na na enciclopédia é muito legal muito interessante como é que eles colocam e como é que eles colocam uma descrição das Ferramentas da evolução das Ferramentas Apesar que essa essa sequência aqui tá muito mais ligado a um E aí tá ligado às a medicina Então
você tem as por exemplo a E aí e por exemplo aqui temos a descrição de como é feita é o carvão e não é aqui tem o aparecer o nome aqui e as usinas carvoeiras e como produzir carvão eu não sei se dá para aparece aparece bem aqui contém a descrição bairro os objetos ligados a isso né ou por exemplo a evolução da máquina do tear bom então aqui do tear E aqui ó a enciclopédia está fazendo um discurso de descrição assim olha como que as ferramentas evoluíram então tem algumas chapas de dessa da enciclopédia
algumas umas os desenhos né onde mostra a evolução dos tipos de martelo do [Música] sujeito que artesão com a madeira né é o marceneiro tipos de martelos tipos de daquelas daquelas fundas né no modo de De Mateus de calcar As madeiras né ou seja mostra como é que evoluiu essas ferramentas então o homem beija homem é ele é o portador de ferramenta no século 17 século 18 é o homem que sente a evolução aperfeiçoamento das Ferramentas e e aperfeiçoamento do próprio saber técnico do homem porta ferramenta e ele aperfeiçoou ele sabe fazer um bom piano
por é ou não é qualquer um que vai lá e consegue construir aquele piano no século 17 século 18 estão ali uma Evolução do aperfeiçoamento do instrumento musical do enciclopédia tá mostrando como esse está fazer como você faz o as tiaras de meias tem ali um verbete sobre meias sucesso sucesso ou seja como é que como é que está por trás toda uma materialização do pensamento humano nas ferramentas os enciclopedistas falou olha que maravilha é isso então a um discurso inflamado Olha nossa sociedade tem que progredir em função da técnica então Eles associam que o
progresso da sociedade Ela depende de dessa coisa que eu sinto uma na evolução da técnica o Ou seja é o século 17 século 18 é o período dos elementos é o período onde a máquina porcamente não é o centro da coisas agora cumpra o século 19 onde aparece a máquina né Principalmente os motores motor a vapor o que que acontece surge o indivíduo técnico então já não é não é necessariamente uma ferramenta agora é a É a máquina que tem automatismo e que a máquina porta que porta-ferramenta é a máquina que porta ferramenta então a
Anna na máquina por exemplo do tiara agora a agulha e nela o motor né e substitui o ser humano né ou a no motor né e substitui um animal cavalo né que tipo chava que Puxava a carroça né então o que que acontece ali a uma substituição Quando surge o indivíduo técnico a uma substituição do homem do ser humano nesse momento então discurso É um discurso de cuidado Opa a máquina ela ela ela tá aparece como concorrentes é um primeiro mal-estar da técnica aparece nesse momento né e no século 20 o que que acontece aparece
os conjuntos técnicos agora é onde as máquinas troco informação entre entre si almoçam de informação é uma é um elemento de como deve ser compreendido a tecnologia A partir dessa cultura mais recente o que não quero que você fez Observe nesse parágrafo 17 como é que o Simon está fazendo referência a esse tipo de situação E aí esse esse essa noção de conjunto técnico é um dia ela descreve onde descreve como é que eu devo entender a e a tecnologia no século 20 daí por diante veja bem aqui ó e sim considerando e considerando como
objeto de um julgamento de valores objeto técnico pode suscitar atitudes muito diferentes Conforme ele seja tomado ao nível do elemento do indivíduo e do conjunto o nível do elemento seu aperfeiçoamento não introduzem um transtorno que gera angústia por entrar em conflito com os hábitos adquiridos é o clima do século 18 introduzido para ideia do Progresso continua Indefinido trazido por uma melhoria constante da condição humana Então esse daqui a questão lá do dos iluministas lá vamos melhorar as ferramentas há uma por exemplo uma noção Assim descrição das Ferramentas da Medicina da USP o bisturi mas que
o aperfeiçoamento da dos equipamentos da Medicina elas refletem numa na melhoria da própria medicina isso tem nesse cropped né ao contrário o indivíduo técnico se torna por algum tempo adversário do homem então a pá o pedido Tech se torna adversário do homem seu concorrente porque o homem centraliza em si o a individualidade técnica quando só Existia as ferramentas as a máquina tá no lugar toma o lugar do homem porque o homem realiza a função da máquina de portador de ferramentas essa fase corresponde a noção dramática o e apaixonada do Progresso tornando-se violação da natureza conquista
do mundo captação das energias então ação dramática que esse é um ponto importante aqui nós estamos falando do século do século 19 é exatamente Nesse contexto que nasce a obra do Frankenstein Mary Shelley então 1818 né que é publicada a obra primeira vez primeira edição do Frankenstein então a noção dramática né mas também tem os apaixonados os tecnocratas eles aparecem aqui né então discurso do tecnocrata aparece Nesse contexto também a a uma duplicidade aqui tanto no São da gramática porque o Homem Máquina adversário né mas também a noção apaixonada olha vamos vamos automatizar Tudo né
e essa vontade de potência se exprime através da desmedida até que insista e tecnocrática e da era da termodinâmica que tem um um aspecto ao mesmo tempo Profético e claro e cataclísmico né então eu Profético no sentido bom e cataclismo quando o sentido negativo agora é o ponto importante que interessa a vocês aqui E daqui pra frente Enfim No nível dos conjuntos técnicos do século 20 a energética termodinâmica é ser substituída pelo que é pela teoria da informação cujo conteúdo normativista é eminentemente regulador estabilizador o desenvolvimento das técnicas aparecem como uma garantia de estabilidade a
máquina como elemento a máquina Agora ela é um elemento de um conjunto técnico se torna aquilo que aumenta a quantidade de informação aquilo que aumenta a negra Entupir aquilo que se opõem à degradação de energia a máquina e obra de organização é de informação é como a vida e com a vida aquilo que se opõe o que a desordem ao nivelamento de todas as coisas que tendem a a privar o universo de poderes de mudança a máquina é aquilo pelo qual o homem se o ponha a morte do E aí e ela já lenta com
a vida a degradação de energia e se torna estabilizadora do Mundo e o que que está acontecendo aqui o mundo não está observando do que numa noção de conjunto técnico como é por exemplo uma fábrica não a fábrica a fábrica do século 18 mas a fábrica como Nós pensamos Hoje é a fábrica do século 20 o que que acontece ali nós temos indivíduos técnicos e agora são elementos de um conjunto o indivíduo técnico que troca informação Entre si né mas ela toca informação com um homem o homem ele entra agora o que para é regular
essas essas máquinas ele o que que tá acontecendo aqui o a máquina é sinônimo de organização é uma teoria da informação envolvido aqui essa teoria da informação ela tá relacionada atender do como o ryner propõe não como Xenon propõe tá a o Xenon o Xenon ele interpreta a informação em função da desordem provocada né que um Uma informação a medida de uma informação é como que aquilo provoca uma certa desordem uma ordem né Eu por exemplo e por exemplo se você ler a revistinha do Cascão se você lê e compreende Aquilo é sinal que essa
revistinha da do Cascão não tem informação ela tem redundância em que propõe para você mas se você pega a obra do Camões começa a lei você não entende essa obra Ela a princípio ela não entendi nada porque ela tá provocando uma desordem você porque ela contém informação Olha aí produzindo uma certa desordem na sua mente ou seja um nível de informação considerando a revista e aí o EA obra do Camões ela é diferente a única moz tem mais informação do que do que a investir em educação né então o enchendo ele tenta matematizar isso então
vocês vão eu acho que vocês vão ter contato ou Já tiveram contato com os textos o teu dedo Xê num sobre com a informação a quantidade de informação o que que o vinho está propondo tem uma informação tem ali uma noção de organismo antes de mais nada né as máquinas Como os seres humanos eles são é e como os seres biológicos eles são seres que pressupõe uma organização eles lutam contra a degradação de energia sabe então lutam contra a Degradação de energia é eles inserem informação no mundo eles organizam o mundo então a máquina ela
é assim como o organismo ela é uma nega antrópica ela luta contra o universo as trocas de informação entre o homem e as máquinas é sempre uma luta contra a degradação de energia é uma tentativa de se manter organizado né porque nós enquanto seres vivos nós estamos tentando nos manter organizados para evitar o que uma de Gravação de energia porque a nossa degradação de energia seria representa a própria morte né então um organismo quando ele falece ele perde a energia ele se ele ele ele ele trans o universo né a a desordem a energia para
o ponto de vista da desordem então a troca de informação que há entre a máquina e o homem ela é uma troca de uma de informação no sentido de organizar então o Vini Ela está interpretando dessa forma se mudam está pronto algo nesse Sentido bem entender que nós estamos falando dessa tecnologia e que isso tem uma história ontogenética e que nós vamos entender que essa os objetos técnicos eles têm um modo de ser nesse contexto do conjunto Nesse contexto da teoria da informação é o primeiro paz e para a gente reintroduzir os objetos técnicos na
Cultura a fazer uma reflexão onde o genética Levando em consideração isso não primeiro. Então por isso que na aula e o esporte explora então a metodologia doce mundão de entender o que é a tal da concretização né que é olhar para os objetos sexos do modo como eles eles evolui ao ponto de eu aos poucos chegaram aquela noção mais Geral de conjunto técnico onde essa noção de troca de informação é fundamental né então os objetos técnicos eles são mediadores e outro homem na natureza O Homem troca de informação entre é com esses objetos um conjunto
técnico é uma maneira de eu dialogar com a natureza então uma fábrica ela é um conjunto técnico de alguma forma time também me permitindo ter contato com a natureza de no final das contas então mais nesse com eu estou trocando informação né ou seja se eu compreendo essa natureza né eu faço a história da análise dos objetos Eu tenho condições de reintroduzir os objetos técnicos da cultura nesse sentido vejam-se mundão ele ele está desafiando a seguinte da é para entender esse modo de existência em saber o que é um objeto técnico a partir dele mesmo
né eu preciso valorizar o conhecimento técnico né só que só conhecimento técnico não adianta né então eu preciso ter um pensamento filosófico sobre o Procedimento técnico de estado que está em jogo Então se mudou não abre mão da necessidade de ter o conhecimento técnico mas Extra pular para esse ambiente filosófico E é porque só ele que vai me permitir realmente é regular Até que a cultura perdeu o contato ela não regula até mas como quando ela vai conseguir fazer isso na medida que ela observa o que é técnica para ter o sobre a série na
parte do seu modo de existência que Pressupõe essa noção de margem de determinação de troca de informação para que ela saiba que ela é uma essa porque o ser humano consiga descobrir que ela é o maestro dos objetos tem né nesse sentido daí aparece toda uma análise de que a cultura pode voltar a ser regulador em outras em por último simondon está nos desafiando e desafiando no seguinte sentido é é um absurdo querer reduzir em uma das caixinhas né o domínio Técnico domínio técnico pressupõe uma amplitude de visão o engenheiro que é o melhor jeito
que pode ajudar a a reintroduzir os objetos técnicos e Engenheiros aqueles caras que aqueles indivíduos que lidam com as máquinas ou com os objetos técnicos né eles eles eles precisam ter essa visão mais amo eles precisam ser o que uma espécie de um sociólogo das máquinas um psicólogo das mais veja bem essa promoção até bizarra né ser sociólogo Não temos das humanidades psicólogo também né ele a partir de um pensamento filosófico tem um termo da humanidade ele precisa O que é reintroduzir na cultura Então não é um sociólogo Ah e não é só um engenheiro
somente ele é um psicólogo sociólogo filósofo das Máquinas bom então Veja uma noção de da necessidade de romper essas fronteiras Essas linhas demarcatórias se mundo tá desafiando nós nesse sentido o que só essa visão de complexidade Essa visão mais complexa é que nos permitirá Ter uma atitude equilibrada diante da técnica nós não conhecemos os objetos técnicos nós temos preconceitos em termos dos objetos técnicos então e ao ponto de cair no tal do humanismo fácil o que que é o humanismo fácil é o pensamento que está tanto no âmbito da técnica quanto Do próprio âmbito dos
dos humanistas os humanistas são aqueles que ignoram as técnicas e não querem conhecer então ele tem uma visão fácil de humanidade e a esse a questão da técnica não me interessa né Eu não quero mas os caras das exatas também dos técnicos que também fazem o mesmo mesma atitude olha e eu conheço-o a parte técnica mas não me interessa pelas partes das humanidades veja como é humanismo fácil porque as humanidades é Fácil de Las costas ou seja os objetos técnicos são mediadores entre o homem EA natureza nos objetos técnicos têm é uma realidade rica de
valores humanos e de conhecimentos da natureza conhecimentos técnicos e eu preciso para entender um modo de existência dos objetos técnicos me voltar para isso me abrir traz ao conseguir compreender isso os objetos técnicos a flor né Então como que eu Faço isso analisando os objetos técnicos então lá na minha aula e o análise o exemplo do se mudam acerca dos motores e mostra o qual é o que é o conceito de concretização então deem uma lida lá no na rua né Na semana que vem a gente pode no debate e tentar esclarecer conceitos ainda que
estão não só compreensíveis então eu sugiro que vocês Releia o texto Vejam a aula lá e daí na sequência a gente tenta aprofundar água acho que tu presta para esse debatido hoje era isso Que eu gostaria de falar desse tempo perto então a gravação E aí