O Adams fez um desabafo dia 31 de dezembro de 2025. Então ele solta uma bomba ali naquele dia que eles vão fazer mudanças nos algoritmos desse desejo romântico que as pessoas têm de >> não, eu vou contratar um social media que vai fazer tudo para mim, eu não vou ter que fazer mais nada. >> Eu acho que isso daí é o maior tiro do pack. Tá matando vários dos especialistas do mercado digital aos Poucos, porque para mim é o fim do social media. >> E hoje temos aqui duas lendas. Do meu lado direito temos o
Pedro Sobral. Ele gerenciou mais de 350 milhões em anúncios online e é criador da maior comunidade de gestores de tráfego pago do Brasil. Temos aqui o Rafael Quiso. Ele é fundador e CMO da MLABS, a plataforma de gestão de mídias sociais mais usada do Brasil. As pessoas estão indo pelo caminho errado, terceirizando Tudo para Iá, automatizando 100% e a pessoa se orgulha de não ter nem olhado o post e publicado. Quando a gente fala da importância do conteúdo nos tempos de hoje, seja no pago, tanto no orgânico, não investir em conteúdo é burrice, >> não
é o que mata o seu negócio. >> Se preparem pro melhor episódio agora em que a gente esteve aqui. É isso. >> Hoy Hunters Hunters, >> o podcast de marketing growth da V4 Company. >> V4 Company. Estamos começando mais umy Hunters e hoje temos aqui duas lendas. Tô muito feliz. Vocês estão, vocês são dois convidados do Roy Hunters que já estiveram aqui, é, separadamente, mas eu não estava em um dos dois episódios, então tô muito feliz. >> A gente se juntou agora, né? Agora sim. >> Se preparem pro melhor episódio agora em que a gente
esteve aqui. É isso. >> É, vai ser a tamb já. Se esse é o melhor. >> Esse é o melhor episódio. Aí vai botar minha cara assim na TAM. Cara, eh, vocês são dois profissionais que eu conheço, admiro e eu queria fazer esse papo aqui mais para ver a visão de que vocês têm. A gente teve muitas atualizações do nos últimos meses, né? E aí tem IA no meio também. Então, se vocês puderem falar, tipo assim, brevemente o que que vocês acham e que mudou e o que que é o que que deixou de funcionar
em tráfego pago, que eram Coisas coisas que já funcionavam, que eram validadas e que hoje assim isso não existe mais. E no tráfego orgânico, só pra gente começar a balizar e aí depois a gente vai para outros caminhos. >> Aí a gente fala do que a gente tava falando antes de começar a gravar, que a gente tava num papo aqui de vamos marcar uma viagem pra China. Cara, acho que assim, a gente a gente tá em mercado, num mercado que tá mudando o tempo todo. Então, eh, eu faço aula toda Semana, né, no meu canal
do YouTube. Aí eu fiz na última terça a minha live 380 e fiz a minha live número um em espanhol na última semana. >> Caraca, eu vi, eu vi, fiquei sabendo também, né? Isso, as minhas live número um em espanhol foi um, foi um desafio legal. Foi, foi muito frio na barriga, mas deu certo. Mas aí voltando na minha, na minha primeira live em português, eu falei uma frase do Gary V, eh, que o humanos odeiam mudança. E essa é a Grande oportunidade que a gente tem. E a gente tá num mercado que tá mudando
o tempo todo. Então, se eu pegar os anúncios online, o tráfego pago lá de quando eu comecei 2015 para hoje, é um universo completamente diferente. Eu acho que o que a gente começa a ver agora é uma aceleração das mudanças. E a aceleração e que essa informação sobre a mudança chega até os ouvidos das pessoas. Então tudo muda e daqui a pouco tá todo mundo sabendo. E a gente tem Tipo picos de nossa, agora todo mundo só se fala nisso, aí daqui a pouco aquela notícia some, porque agora todo mundo só se fala nisso e
aquilo some. Mas eu acredito que o grande caminho que o tráfego pago eh tá indo e já era uma coisa que dava para prever olhando pro passado, é que a gente tem uma menor, um trabalho menor de detalhamento. Hoje fazer tráfego pago é menos meticuloso. Antes você tinha que cuidar de cada mini engrenagem, fazer 50.000 variações de Segmentações e hoje em dia você tem muito mais a plataforma trabalhando para você do que você trabalhando na plataforma. Então é você saber mais como que você faz a plataforma trabalhar a seu favor do que você ser o
especialista em apertar todas as microengrenagens dos anúncios online. E é claro que a gente tem mais competição, mais alcance, alcances orgânicos diminuindo, vamos querer ouvir sobre isso. Alcance orgânico diminuindo e aí mais gente Botando dinheiro no tráfego pago, CPM subindo, ficando mais caro, mais competitivo para anunciar. Então, no passado que você fazia seis anúncios, achava que você tava arrasando, hoje em dia não é mais o bastante. Você tem que est inteiro remando contra maré e remando cada vez mais forte. >> É, essa evolução toda é o que faz a mudança acontecer, né? Porque a gente
tinha, sei lá, um único formato que era foto e aí depois a gente ganha outros Formatos, carrossel, depois vídeo, stories, etc. Isso vai criando uma complexidade. Então não é o que funcionava lá atrás e parou de funcionar, porque na verdade a gente foi ganhando camadas de complexidade e era muito mais simples antes. Ser de alguma forma amador antes funcionava mais facilmente, tinha menos competição. Agora a gente tá na, não é nem série A do Brasileirão, agora a gente tá na Eurocopa, meu amigo, no orgânico, né? no Orgânico, você tem que estar nesse nível de jogo
de entender todos os formatos, entender do gancho dos três primeiros segundos, entender da retenção e qual é a edição que você vai fazer, se é low faz, se é R, ficou um negócio complexo, né, para se manter de alguma forma tendo uma audiência ali no orgânico. Então, há uma mudança significante, mas eu quero pontuar muito mais nos últimos 12 meses. >> Uhum. Porque nos últimos 12 meses, particularmente antes do chat APT, Depois do chat APT, antes do chat APT, as plataformas de mídias sociais cresciam em torno de 5% ao ano em número de posts. Ou
seja, cada ano o número de posts, o volume crescia 5% em torno. 5%. Depois de AT PT saltou para 20% o volume de posts por ano de 24 para 25. E 25 para 26 que a gente ainda não tem apurado, deve ter passado já de 50%. Num outro dado que eu tenho, a gente já tem mais posts feitos inteiramente por ia do que feito por humano. Já passou a curva Do X, já passou, >> já tem mais posts feitos inteiramente só por I, ele sempre traz só por humano, >> ele sempre traz os dados muito
bons assim. >> E aí acontece, a gente tem nesse momento, gente, 12 milhões de posts feitos por minuto, né? Não é pouco. >> 12 milhões de postos feitos por minuto. O que que aconteceu então nesse momento? A gente tem uma proliferação de conteúdos feitos por IA, inundando os Feeds todos, diminuindo o alcance orgânico de todo mundo, porque a competição pela atenção das mesmas pessoas, né? Não cresce o número de usuários no Instagram, etc. e tal, >> não cresce proporcionalmente o número de produtores. >> Exato. De produtores e cada um >> impostadores. >> E cada produtor
produz mais. >> Sim. três vezes mais do que produzia antes. >> Então, e >> e esse é bizarro porque esses dias eu tava procurando um review de Air Frryer no YouTube, >> tá? >> E aí eu caí num vídeo que era feito com Iá, mas tava bem feito, sabe? Tipo, porque normalmente era muito tosco, mas eu consegui notar porque eu via que repetia alguns frames e mas eu vi nos comentários >> ninguém notou. >> Ninguém notou, ninguém. Tipo, a galera elog, tipo, dando dicas assim, olha, acho que você devia falar, sei lá, mais assim, mais
engraçado. E eu falei: "Caraca, velho". Aí entra naquela teoria da da internet morta, né? Não sei se vocês já viram, de que, pô, as IAs foram eh treinadas com conteúdos feitos pela que estavam na internet disponibilizado. Só que agora, como o Kiso pontuou, a maior parte do conteúdo já tá sendo feitos pelas IA. Então, as o próximo Treinamento vai ser a IA treinando baseado com que ela mesmo fez, >> retroalimentado, né? Mas o que que a gente chega no momento 31 de dezembro de 2025, o que que você tava fazendo? 31 de dezembro de 2025.
>> 31 de dezembro de 2025. >> Pens de você devia já tá se se preparando, sei lá, para virada, tomando um vinho, né? Em algum lugar bacana. JP também. >> O Adams não. O Adams fez um desabafo dia 31 de dezembro de 2025. fez um carrossel de 20 textos, 20 cards de texto falando, >> tava reflexivo, >> ele não, pô, imagina 31 de dezembro, porque o cara vai apstar o negócio dele de 31 de dezembro, sei lá, quase na virada. Ele, o primeiro card é do tipo assim, nós não nós como Instagram não estamos mais
conseguindo acompanhar a evolução da da inteligência artificial, >> cara. tem muito mais conteúdo feito por Iá já no no Instagram >> e e existe uma urgência, basicamente foi isso, existe uma urgência pela autenticidade. Por quê? Porque as pessoas já não estão mais conseguindo perceber o que que é, o que que não é. Então as pessoas acreditam que esse é o caminho. Fazem mais conteúdos com IA, aqueles perfis inteiramente só de carrocel de a color code Figma, tudo automatizado, né? >> Total. >> E aí acontece que os próprios criadores De conteúdo, que é que de fato
ajuda a reter mais, né? que que tem essa autenticidade estão perdendo alcance. Então a galera fica frustrada, começa a dambandar do Instagram. Então ele solta uma bomba ali naquele dia que eles vão fazer mudanças nos algoritmos. E aí 15 de janeiro, no blog de engenharia da meta, eles já soltam a primeira mudança no algoritmo, principalmente do ranking do Rels, de que eles não vão só olhar para popularidade, para sinais de Popularidade, like, retenção, compartilhamento, etc. Vão começar a olhar para sinais de humanidade. E aí, [ __ ] que que é sinais de humanidade? Sabe aquela
pesquisa que aparece agora embaixo de cada post que você viu? Às vezes aparece, esse conteúdo foi interessante para você? Já viu isso aí? Sim, já apareceu. >> Isso tá aparecendo direto. E eles estão começando agora a pegar de fato amostras estatísticas de perguntas diretas pro Próprio humano. Esse conteúdo foi bom para você? Era relevante? Sabe por quê? Imagina só que apareceu no seu feed alguma coisa que aconteceu, um acidente. Você tá vendo que tá preste a acontecer um acidente ou headline meio polêmica e tal, não sei o quê. >> O cérebro humano é impossível de
pular. Você fica vendo, não fica vendo porque você quer saber o que que vai acontecer. Adora tragédia. Não. E quando tem aquele aviso de imagens fortes, você vê, eu Quero ver. Precis. >> Eu preciso apertar no imagens fortes. >> Só que que acontece? >> Às vezes você se arrepende, mas você aperta. >> Mas o que que acabou de acontecer? Você acabou de dar sinal pro algoritmo de que aquele conteúdo é o melhor conteúdo do mundo, porque a retenção foi alta, etc, etc, etc. Então eles estão começando agora a fazer um equilíbrio, pegando sinais de autenticidade,
Perguntando para as pessoas, não só inferindo via algoritmo o que é relevante, mas perguntando as pessoas. >> Umaá, tentando identificar quem é o humano, né? >> Ex. Eu fico até na dúvida agora você tá falando que nesse mesmo tempo acho que eu vi uma como usuário um aumento de IRL, de criadores de conteúdo fazendo IRL, fazendo >> que que é IRL? É aquele em real life, gente que faz live o tempo todo, o Próprio, tipo, o conteúdo do Cariani é um IRL, sabe? Ele tá sempre se filmando. Só que lá fora também a gente tem
desde o speed fazendo isso. Eh, será que é uma necessidade das pessoas querendo ver pessoas reais? Porque aí não tem como ser uma IA ainda, né? Porque ele tá interagindo com outros seres humanos. >> Aí eu trago um dado aqui para vocês, porque os os conteú os formatos, né, ou melhor dizendo, os formatos que estão rolando mais ou tendo mais engajamento No momento de vídeo, né, são os médios, não são mais os curtos. Por quê? Porque até pouco tempo atrás não dava para você fazer vídeos médios e longos com IA. >> Com IA? >> Sim.
>> Tinha que fazer uma, sei lá, concatenar um monte de curto, né? >> Sim. Podia ficar inconsistente. >> Então, invariavelmente o médio é o talking head. É você que pegou o celular Tá falando, é a live, é alguma coisa assim, >> interagindo com outro com outras pessoas, né? >> Então esse é um sinal, né? É um sinal do tipo, a galera tá muito mais preocupada. E aí o outro dado que eu tenho é 77% das pessoas preferem esse conteúdo mais genuíno, mais autêntico das próprias marcas, inclusive, não só dos creators, do que esses com banco
de imagens, esses de banco de imagens ou alguma coisa Assim e tal, né? >> É, eventual eles tiveram um boom ali, eu acho que no início, mas acho que eventualmente é aquilo, né? A gente tem uma tendência e surge a contratendência depois do outro lado. >> É, é sempre assim, né? E aí acontece esse volume pasteuizado de conteúdo, onde praticamente assim tudo tem o mesmo formato viral, tudo tem o mesmo tom. Você sente, né, quando >> você sente, né? O cheiro de a cheiro de A. >> Nossa, vem muito assim. A outro dia o meu
time me mandou um roteiro, eu falei assim do anúncio, eu falei: "Isso aqui foi aquela é muito assim, ó. Não é isso, é isso. Travessão, o travessão aí mata tudo. >> Muita frase curtinha assim, tipo, ele começa a ficar muito cadenciado. >> E aí aconteceu sei lá o quê, silencioso. >> Então é isso. Acho que o a grande mudança, né, para fechar esse ponto é a Gente tem a necessidade agora da autenticidade mesmo. E isso significa aparecer alguém e esse alguém obviamente tem alguma coisa, alguma experiência para contar. Vou dar um exemplo. O que a
gente mais viu de posts nos últimos tempos, tipo cinco aplicativos de A para aumentar sua produtividade. Aí fala dá 1 2 3 4 5. Vamos supor que esse vídeo foi bem, bombou. Alguém viu e falou vou modelar que é a palavra boa para copiar, né? É a palavra chique para copiar roube Como artista. >> Aí ele vai lá, monta i para pegar o script inteiro, faz reversa, copia. E ele fala, outro interlocutor, cinco aplicativos já para aumentar sua produtividade. Ou o filha da mãe nem testou os aplicativos, ele tá repetindo literalmente o que deu certo
no outro. >> Agora, numa era de autenticidade, seria muito mais interessante. Eu testei cinco aplicativos e esse aqui, meu amigo, foi o melhor. Como faz, é como eu fiz, né? >> Então, e essa é a grande mudança que tá rolando agora. Quanto mais a sua experiência tá no conteúdo, quanto mais a sua história tá no seu conteúdo, melhor. >> Aí eu vejo sinal de humanidade >> o Gary V é um filho da [ __ ] né? Porque >> filha da [ __ ] >> porque ele falava isso, não funcionava tão bem 2020, mas é o
que funciona hoje, tipo assim, ele visualizou tipo esse conteúdo dele de documentos a jornada Que que algumas pessoas tentaram fazer e aí pararam, mas hoje essa novela é isso do eu fazendo versus eu falar o que eu fiz. É o que eu vejo assim, é o que o Toguro faz, é o que o Cariane tá fazendo, o Thiago Negro tá fazendo agora. E a gente vê lá fora, tipo, clavícula faz, é um é um filiador gringo que tá crescendo muito na DNZ, aí tem os streamers. E a gente foi pra era de que na prática
os criadores de conteúdo de sucesso estão Fazendo o que a Kim Kardashian fazia há tipo 20 anos atrás. Reality, né? É reality. >> É o reality da vida real, né? >> É reality da vida real. É. E aí também tem uma, eu, eu sinto que muitas vezes no nosso mercado existe uma urgência para você ser o primeiro a falar alguma coisa. Então assim, sei lá, a meta de criou a manos aí, ai aí você entra no Instagram, era tipo assim, 67 posts, a meta de criar manos, a meta de criar Manos, a meta de criar
manos. Aí eu >> olhei para aquilo, eu falei, aí alguém do meu time falou assim: "A gente tem que postar alguma coisa sobre isso". Eu falei: "Não, a gente não tem, a gente tem que ir e testar para ver como é que funciona." >> E aí a gente vai fazer um vídeo falando, cara, metas adquiriu a manos e eu testei e tá uma bosta ainda, não serve para nada. Era o era o desfecho que tinham que ter falado no vídeo, tipo assim, tá Horrível, ela não pega os dados de maneira consistente, talvez daqui alguns meses
fique bom, se ficar bom a gente conta para vocês. Então, tipo, falta essa humanidade, essa praticidade ali no no conteú bom você ter falado isso, porque eu eu literalmente não faço mais nenhum tipo de notícia >> de É Instagram de você viu no Instagram de notícia, né? >> Porque eu porque eu já sei que todo mundo já viu. >> Eu falo: "Não adianta você querer tentar ser o primeiro mais rápido, >> não vale a pena, né? O que vale a pena é você testar primeiro e validar e você seu porta-vozador, >> trazer trazer a sua
perspectiva em cima do negócio, né? Até tipo >> tem a gente tava um tempo assim tentando achar uma linha editorial para falar de gosto muito de ler livros completamente aleatórios >> percebiant >> nos seus últimos posts >> é fantasia e tal. Aí eu falei assim: "Cara, eu vou fazer um uma uma linha editorial de de livros". Aí falaram assim: "Ah, mas vai vai falar do livro". Eu falei assim: "Não, pô, eu vou fazer o meu takeaway sobre os meus destaques." Tipo, comecei a pegar meus destaques do livro e falou assim: "Cara, a pergunta que eu
respondo, eu sou muito bom de fazer conteúdo não digitando. Eu gravo um áudio do que do que que tá ali." Eu Leio o destaque e falo assim: "Cara, por que que eu destaquei isso daqui? Por que que isso aqui me chama atenção? Por que que isso aqui me lembra? Qual que é a minha meu olhar que eu tenho do por que eu, que que que isso daqui toca dentro de mim?" E aí trazer isso à tona assim. É tipo, eu peguei muita inspiração de conteúdo de book talk, sabe? Tem uma uma trend no no TikTok
que é a galera falando dos livros, >> só que você vê os bookks e aí tem muito Booktk de livro de fantasia e sim, às vezes eu me sinto uma menina de 16 anos com os livros que eu leio. Eh, mas eu pego os bookks de fantasia e você vê os vídeos dos influenciadores falando do livro, só que eles não dão nenhum spoiler. Aí eu comecei a perceber, cara, como é que eu tô vendo? E todo vídeo que tem spoiler, que são poucos, eles falam: "Alerta de spoiler do livro tal no início do vídeo, porque
senão a pessoa tipo brutalmente cancelada". Mas aí a Maioria dos vídeos não tem. Aí, aí uma hora eu percebi assim, cara, como é que eu tô vendo um monte de livro de vídeo sobre os livros que eu tô lendo? Eu não tô tendo spoiler, eles não estão falando sobre o livro, sobre o que que eles estão falando. Aí você começa a perceber que eles estavam falando sobre como que eles se sentiram ao ler o livro. Então é tipo assim, é muito uma coisa interna assim, você não quer saber sobre o livro, você não quer o
spoiler do livro, Você quer saber como que a pessoa reagiu à aquele determinado personagem, aquela determinada situação que tem no meio do livro. é é um outro tipo de sentimento que as pessoas colocam no conteúdo assim. E aí eu, eu consigo enxergar essa mudança na minha própria produção de conteúdo. Outro dia a gente tava fizemos o exercício de voltar todo o meu feed pelo pro primeiro post e aí a gente percebeu assim, cara, como que as coisas que a gente postava atrás e que dava Muita visualização. Se a gente postasse isso daqui hoje, assim, eu
tenho certeza que não ia ter visualização nenhuma. É uma mudança completamente desde o começo da minha produção de conteúdo de 2018 para hoje 2026. Que assim, a gente poderia copiar e colar o mesmo post que deu 300.000 visualizações na época que eu tinha 300.000 seguidores e agora com 2 milhões eu ia ter 7.000 1000 visualizações no máximo assim com aquele tipo de conteúdo. >> É por conta do comportamento das pessoas, né, que vai mudando conforme a tecnologia vai evoluindo. Não sei se vocês já perceberam isso, né, que a a tecnologia é quem o comportamento das
pessoas e não o contrário. Então, por que que as pessoas hoje são imediatistas? Porque elas têm um em um clique, elas têm o iFood, elas têm o Uber, elas têm o Netflix. Antigamente você tinha que esperar a carta, você tinha que esperar O telefone. Então a tecnologia ela vai mudando o comportamento da sociedade. Então hoje, por isso que os vídeos curtos, em tese, acabaram a dopamina mais rápida, mais curta, pegou por causa da tecnologia, não é porque as pessoas estavam querendo aquilo de alguma maneira e pedindo essa urgência. Eu acho que isso vai dar uma
mudança. Nossa, que você falou uma coisa que eu penso todos os dias, tendo filho em casa, Isso mudou muita forma como eu penso que olha que doideira. O Artur, ele tem 5 anos e ele assiste Netflix, ele nunca viu TV aberta. >> Uhum. >> Aí teve um dia que a gente tava tipo na casa da avó da da avó dele e lá era uma TV a cabo, entendeu? Uhum. >> E ele, eu lembro que ele na época ele tinha uns dois ou três anos e ele bugou assim, tipo, >> como assim? Eu não, >> eu
quero ver, eu quero ver Patrulha Canina, entendeu? Tipo, eu não quero ver isso, tipo assim, que eu >> não quero ver o Jordal Nacional. >> E aí, tipo assim, não, só dá para mudar de canal, não tem como escolher a Patrulha Canina. E aí eu fui percebendo que dentro da escola dele, por exemplo, tem várias crianças lá que são fãs de Pokémon, mas eles assistem Pokémons diferentes, >> tá? Porque dentro, tipo, do algoritmo da ETBX ou da Netflix, cada um foi recomendado por para caminhos completamente diferentes e únicos. Então, desde da primeira vez que ele
assistiu um conteúdo, já foi o algoritmo entendendo que ele tinha mais propensão a clicar >> naquele Pokémon. E não só isso, porque, tipo, um B 10 tem várias versões do B 10, tem vários, tipo assim, o Pokémon tem várias versões do do do anime Pokémon e aí fora todos os Outros conteúdos que cada um assiste 100% diferente. >> Nossa, quando eu tiver filho eu vou obrigar ele a ver o Pokémon original. >> Então, mas mas olha que doideira, porque assim, isso é uma coisa que eu me peguei pensando que >> quando eu tava na escola
tava todo mundo >> vendo a mesma coisa. >> Vendo a mesma coisa, porque a gente tava lá vendo TV Globinho, >> TV Globinho, Dragon Ball Z. Hoje até os Assuntos é difícil você ver eles terem porque cada um tá assistindo, >> tá vendo o seu, tem o controle sobre o seu próprio mundo ali, né? >> E aí foi, foi aí que eu comecei a ver inclusive a importância de o que que eu vou apresentar para ele, né? Porque se eu esperar que for só tipo que que você gosta aí, vamos ver na Netflix, fodeu. Então
é o algoritmo desde o primeiro dia >> moldando ele. >> Exato. E eu acho que dá para conectar Isso com a história do TikTok, do livro para falar um pouco de orgânico, porque assim, o TikTok ele tá moldando basicamente o que as outras plataformas estão fazendo de atualização agora. >> Ele ele manda, né, em todo mundo assim. É tipo, >> é, a galera tod até o LinkedIn tá se atualizando em relação ao que aconteceu no TikTok, né, que é essa coisa de ser uma rede de interesse e não uma rede social, né? usando as coisas,
né? Exatamente. Então assim, que acontece no TikTok? TikTok, você falou da da trend, na verdade não é trend o bookk. Bookt é uma microcomunidade. Não é nem mais micro, né? É uma comunidade. O que para pro sei lá, pra estatística é um cluster, né? >> Então você tem aquele cluster que tá falando daquele livro, só que dentro desse cluster do Book Talk, você tem subclusters que é só tá falando do sentimento ao ler o livro >> e do Não. E e e o mais louco, ele vai falando do mesmo livro. É, >> então, tipo assim,
não é que eu tava eu estava lendo uma série de um livro e eu só aparecia para mim vídeo daquela série daquele livro. Aí eu troquei. Aí eu falei assim: "Cara, vou preciso ver conteúdo agora aqui desse outro livro". Aí eu fui lá e pesquisei Mist Born, que é o nome do livro que eu tô lendo aí, pesquisei Mist Born. Aí entrei em três, quatro vídeos. Falei: >> "Só deixar, botei o Brasil para trás assim, só deixar a mágica acontecer. >> É tipo colocar um produto no carrinho e não comprar. Agora deixa esperar o vi.
>> Às vezes eu faço isso. Eu falo assim: "Ah, tô sem meu cara, estamos aqui agora no carrinho. Se o gestor de tráfego for bom, eu >> mas ó, mas vamos conectar a história com o orgânico, porque assim, esses clusters eles podem numa estratégia de conteúdo orgânico se tornarem territórios de Marca. Como assim? Por exemplo, vou dar um exemplo da MLBS. Pô, qual é o quais são os territórios de marca da MLBS? Obviamente não é falar do próprio produto, né? É falar daquilo que gira em torno dos interesses do meu ICP. Se o meu perfil
do público ideal é, por exemplo, um social media, quais são os interesses desse? >> O que que essa pessoa gosta que não é só social media? É isso que não é obviamente ferramentas, que não é Software, que não é nada disso. Então assim, falar de saúde mental faz sentido pro social mídia, porque o social mídia, >> tipo assim, esse é o essa essa é uma microcomunidade onde ele tá inserido. É isso que tu tá dizendo? >> É porque essa é a história do cluster ou a bolha, né, que tem os os clusters dentro, né? Então
assim, se eu tenho o social media, que é o meu ICP, e esse esse ICP ele tem como interesse saúde mental, saúde mental pode ser um Território de marca da MLBS. Então eu posso entrar numa conversa >> sobre esse assunto >> falando de saúde mental sobre produtividade no no dia a dia do social mídia, na produtividade de um uma urgência, >> porque a galera trabalha muito, é muito operacional e não tem tempo para nada. Isso tudo vai levando a pessoa a chegar a uma conclusão de que ela precisa de uma ferramenta. Mas o fato é,
eu entrei Numa conversa existente por territórios de interesse do meu público. >> Você tá jogando war >> e não para falar da minha do meu produto, entendeu? Para falar daquilo que interessa a elas. Só que para eu entrar nesses territórios, eu tenho que ter lugar de fala. Eu não posso simplesmente entrar para fazer propaganda, entrar como intruso, né? Como uma marca intrusa. Eu tenho que ser muito mais a tal da marca endêmica. Eu Ten que parecer e suar nativa naquele grupo, naquela tribo. >> Então assim, por exemplo, MLBS, a gente estrategicamente a gente fez o
maior pesquisa do mercado pra profissão social media e agências. A gente fez o panorama das agências e profissionais de mídias sociais. Por quê? Porque agora eu tenho lugar de fala. Eu tenho mais de 4.000 respondentes. Eu tenho dado para caramba para falar de salário, de quanto cobrar, de saúde mental e de não sei o quê. Então eu consigo entrar em territórios que antes eu não conseguia porque eu tenho dados. Então, estrategicamente no orgânico, se você entender quais são os seus territórios de marca, você pode mapear quais são os clusters no TikTok que corresponde aos seus
territórios de marca, ver o que que tá acontecendo lá, quais são qual quais são os códigos que tem, como você falou, né, o código, se for spoiler, já coloca no começo, né? Quais são os códigos que tem naquela Microcomunidade para que você possa entrar como nativo e não como intruso, entendeu? Fala Roy Hunter. Seu marketing tá gerando mais prejuízo do que lucro e você não sabe onde tá o problema? Se sua empresa fatura acima de R$ 100.000 por mês e você quer sair desse ciclo frustrante de gastar dinheiro sem ver resultado, eu tenho um presente
para você. Eu vou te dar um diagnóstico gratuito. Você vai escanear o QR Code Que tá aqui na tela, ou clicar no link aqui embaixo e vai preencher o nosso formulário. O especialista da V4 vai entrar em contato para agendar a sua primeira consultoria gratuita. Ele vai analisar toda a sua estratégia de marketing vendas e você vai receber um diagnóstico completo com os gargalos que estão literalmente sugando o dinheiro da sua empresa. Não só isso, eu também vou te dar todas as estratégias personalizadas para atrair mais clientes E escalar o seu faturamento. São mais de
12 anos de mercado, mais de 20.000 empresas que a gente já transformou pela metodologia da V4. E a gente pode ajudar a mesma coisa na sua empresa. Escaneia o QRcode aqui ou clica no link aqui embaixo e garante o seu diagnóstico gratuito. E dando uma guinada para tráfego pago aqui, eu queria até ver sua opinião. Você tem anunciado muito no TikTok como tem sido? Porque ele é uma baita Plataforma de orgânico, mas ele tem sido uma boa plataforma na sua visão de pago também. Cara, é até o pessoal, eu tenho o pessoal do TikTok Brasil,
da parte que do time que cuida de EDS, eles são muito abertos, assim. Então, a gente tem iniciado boas conversas com a própria plataforma do TikTok. Eu acho que eles são umas das poucas plataformas que entendem a importância do papel que o gestor de tráfego, a comunidade, nossa microcomunidade de gestores de tráfego Desempenha no mercado de anúncios online. Eles têm começado essa conversa e eles têm defendido muito que, pô, existe mais possibilidade de gerar resultado lá dentro do que a gente de fato consegue gerar. O que eu faço é, eu tô, tô num nível de
negócio que para mim o custo de não tá anunciando é muito grande. Então eu tô sempre anunciando um pouquinho em todos os lugares e lá eu ainda noto assim, cara, um volume muito grande de gente, então menos gente Anunciando, então acabo tendo um custo por 1000 impressões mais barato. Aparecer é barato, meu lead lá é mais barato, mas ele é mais desqualificado do que das outras plataformas. Talvez porque eu não seja um produtor muito assido ali, muito dizer que eu não sou muito é um elogio até. Eu sou zero as na produção de conteúdo do
TikTok. Então eu acho que eu falhei como marca, estou falhando, não é que eu falei ponto, estou falhando em desenvolver e criar Essa comunidade de pessoas que tá ali dentro do TikTok me assistindo. Eu não tenho uma comunidade que tá tipo aguardando meu meu vídeo toda vez que eu posto, tipo, tem produtores de conteúdo que vão postar um vídeo ruim e todo vídeo ruim dele vai bater 10.000 views, porque por mais que o vídeo seja ruim, ele tem uma comunidade de pessoas que, pô, sempre o algoritmo do TikTok vai acabar levando aquele conteúdo pra pessoa,
assim, raramente ela vai ter um Vídeo que vai ficar ali na naquela primeira casinha das 200 visualizações. Eu não, eu começo na casinha, eu começo no zero a zer com todo mundo. Claro, existe o potencial de, pô, tem muitas visualizações, etc. Mas eu acho que esse resultado da plataforma vai vir muito devido a essa construção de audiência. Assim, claro que a gente consegue pescar em público frio, mas ainda mais no meu mercado de infoprodutos, o público frio é cada vez mais é um é um é cada vez Mais difícil de você extrair ruas de um
público frio com produtos ali num ticket de R$ 1.500, 2000, R$ 2.500, que é os os principais produtos que a gente vende ali. Acho que com tickets menores a galera consegue fazer isso. E aí tem uma tendência grande do mercado de ter muitos produtos low ticket. Acho que a galera joga o jogo do low ticket um pouco errado, algumas vezes, canibalizando esses produtos mais caros, mas é difícil assim você só depender de Putz, igual no passado que eu conseguiria ter um ROY absurdo dentro do público frio, porque eu tinha pouca competição ali dentro. Aí hoje
em dia a gente tá jogando um jogo cada vez mais de cara, eu tenho que criar a audiência para a qual eu vou anunciar no futuro. E aí a gente tem que criar e aí o tráfego pago, pode me dar sua mãozinha aqui? Tráfego pago, tráfego orgânico estão cada vez mais de mãos mãos dadas nesse nesse processo. >> Aqui não é guerra civil, né? Do Homem de Ferro versus Capitão América. >> Deixa eu conectar também. >> Eu quero comentar um ponto do TikTok que você colocou assim: "Ah, eu não consegui como marca, né, construir uma
audiência e e as pessoas esperarem que eu vou fazer um post lá". >> Mas a a lógica do TikTok não é essa. A lógica do TikTok para você vender mais, principalmente olhando pelo ponto de vista orgânico e também do pago, tá? é Você fazer as pessoas falarem de você e não você falando de si. >> Porque se você fizer posts no seu próprio perfil, é você falando de si. >> Claro. >> E no TikTok o que mais faz vender é quando tem um monte de gente falando de você. >> É quando eu viro assunto. >>
Quando você vira um assunto. E esse assunto ele pode ser estimulado, obviamente, com mídia paga, porque o TikTok tem formatos de anúncio onde você pega os tiktokers e faz os tiktokers falar do seu produto, testar o seu produto, validar, etc. Não necessariamente precisa ser TikTok Shop, produto físico, dá para fazer isso com outro jogo. O grande lance é que a gente sempre pensa em estratégias de comunidade centralizada, onde a comunidade é aquela comunidade que gira em torno ali do meu próprio perfil, né? As pessoas estão ali. >> É, meu ego é muito grande. >> Não,
mas acho que o seu ego ficaria até maior numa estratégia descentralizada. seu ego. Obrigado. Eu acho >> ele ficaria maior ainda numa estratégia descentralizada, que é quando você vira >> a ele, ele ele já vai, ele já vai mandar aqui e falar assim, ó, galera, manda aí. Comprei o curso do Pedro Sobral e olha o que que eu achei. Mas é tipo isso que é a lógica que foi feita. é os conteúdos que ele consome Dos livros, ele tá lá procurando as é assim, é o que é o que a gente vê, né, de de
uma certa forma na mesma lógica, mas é o que a gente vê com esses, sei lá, centenas e milhares de perfis, Cari, Cari 2, Cari 3 e assim vai. >> O Brasil faz pouco isso dessa tem poucos brasileiros que fazem essa estratégia de múltiplos perfis assim >> e custa, né, também, né? Ele tem mais de 1500, né? A última vez que ele ele soltou aqui, ele tá com 1500 clipadores. >> Então assim, cara, é um exército fazendo posts. Por quê? Porque você tem um monte de gente falando dele, cortando com o rosto dele. Então ele
tá manipulando o algoritmo literalmente. >> E isso é uma baita um baita truque do algoritmo, né? Porque o o algoritmo, assim como ele entende que você quer o livro, quando um clipador posta um vídeo do Cariane, ele ele não entende que você gosta do clipador. Ele entende que naquele conteúdo tem o rosto Do Cariane e você gosta do Cariane. >> E quem é o maior produtor sobre o Cariane? o Cariani. Então, tipo, ele tem o boost de entrega quando isso acontece, né? Por isso que clipagem é uma uma baita oportunidade. Mas eu não acho que
vai ser assim para sempre, né? >> Mas eu também não acho que é para todo mundo. Eu acho que são para pessoas que tm assuntos minimamente interessantes, assim. Acho que se eu botasse um clipador para clipar todos os meus Conteúdos, eles iam, tipo, não sei se ia dar muito certo assim, acho que meu conteúdo é mais técnico, mais >> é, mas o que dá para fazer é pegar os subidos, né, e fazer um programa dos subidos para eles criarem conteúdo daquilo que eles aprenderam na sua live, etc. Tá valendo alguma coisa, porque é eles que
estão criando conteúdo e não você. >> Aí você tem um exército criando conteúdo, >> mas criando conteúdo falando de mim, >> falando de você, falando da comunidade, falando do curso, >> por exemplo, toda live você ensinou alguma coisa, certo? >> Toda live. >> Aí o cara vai lá e fala: "Acabei de assistir a live do Pedro Sobral hoje eu aprendi que tá isso deu mind blow na minha cabeça." Mas aí ele vai entender que tipo >> é aí ele vai linkar que, tipo assim, aí Vai ter lá assunto Pedro Sobral, sabe? >> O que que
ele vai fazer? Ele vai fazer uma tela dividida, vai colocar o Pedro em cima e ele falando embaixo, entendeu? Gostei disso. Gostei. >> Basicamente, não é o clipe que você mesmo mandou lá como bruto pra galera clipar, mas é uma forma de vocêar incentivar dos seus próprios subidos fazerem conteúdo para você. É você ter o tal do exército peer to peer. Essa galera tá criando por você. Porque Gente, se a gente parar para pensar, o brasileiro falando de consumidor, 77% dessa turma já usa as plataformas de mídias sociais para buscar informações, produtos, serviços, tal, antes
de tomar uma decisão, >> tá? >> Que que eles estão buscando? Eles não estão buscando seu perfil oficial, eles estão buscando ver a avaliação dos outros alunos, avaliação dos outros consumidores. Eles querem ver o que que Os outros estão falando daquele produto, daquela marca, daquele serviço, tá? >> Então, se você tiver um exército de pessoas criando conteúdo, a sua probabilidade de aparecer no resultado de uma busca dessa é muito maior, né? Do que a gente fala de é aquela história, né? Eu falar que eu sou bonito não vale, né? Os outros têm que falar. E
é isso que é a lógica da ideia da comunidade descentralizada, entendeu? >> Eu queria uma ter uma visão aqui também. No se de respeito a time, queria que vocês falassem o que que é um um bom time hoje que eu preciso ter e gestor de tráfego vai existir ainda. Esse cara vai mudar e vai fazer mais coisas. Pessoas de E aí vamos falar um pouco do um time de estratégia de estratégias pagas e um time de conteúdo orgânico. O que que é esse time? Porque eu tenho visto mudar um pouco dessas funções. Eu tenho Visto
alguma, por exemplo, eh, eu tenho visto algumas empresas considerarem que antes o cara que fazia tráfego, ele deixou de ser um cara que faz tráfego e ele virou tipo um cara que opera ferramentas que também opera tráfego. Então, alguém que tem uma inteligência, já que Mas eu queria ver a sua visão, tipo assim, o que que você tem visto. Eu acho que o gestor de tráfego pago, esse cara, em alguma medida, ele ele começa por el, ele começa sendo o cara que é Especialista em anúncios, principalmente falando de pequenas e médias empresas, elas ainda precisam
dessa pessoa que opera a ferramenta ali, porque a gente vive na nossa super bolha, onde todo mundo sabe de tudo, mas existe um universo de empresas que não não anunciam ainda. Então ele precisa ter alguém que foi lá e desenvolveu essa competência, por mais fácil que seja, né? Outro dia o cara falou para mim assim: "Não, mas pô, você vai se todo, Se é tão fácil assim, por que que não tá todo mundo fazendo?" Né? Eu falei: "Pô, por essa lógica aí os restaurantes deixariam de existir porque todo mundo tem fogão em casa. Então, se
eu sei, eu sei pegar uma vassoura e limpar o chão, mas mesmo assim eu contrato alguém para fazer a limpeza do meu estabelecimento, porque eu vou fazer aquilo que coloca mais dinheiro no meu bolso." Então, eu acredito que o gestor de tráfego pago, ele nasce gestor de tráfego pago, mas Depois ele vira um gestor de tráfego ponto. >> Então, ele começa a ser um profissional que tá muito mais preocupado em toda a parte de aquisição e conversão de demanda. Então, hoje os meus gestores de tráfego dentro da minha empresa, falando especificamente do meu negócio, eles
são conectados com todas as outras áreas da empresa. Eles são os xerifes da performance. Então eles são a ponte entre o time de COP, o time de CRM, o Time comercial. Eles são uma engrenagem que tá antes a gente sabia que ela tava encostando em outras engrenagens, só que agora a gente fala para eles: "Cara, o seu papel, a sua missão é fazer com que essas alimentasse as outras engrenagens de informações, de dados, de insites para que essas outras engrenagens girem melhor, para que você gire melhor e para que a máquina fique se retroalimentando." Mostra
na prática então o que que ele faz que não fazia Antes, por exemplo, >> cara, ele ele vai ele é a pessoa que vai ajudar a ele antes ele ficava dentro do silo dele de gestor de tráfego pago e agora eu tenho a visão de performance, eu recebo os meus anúncios e eu entrego o resultado e eu preciso de mais anúncios. Agora ele é a pessoa que entende os anúncios que estão mais funcionando. Ele vai comunicar isso pro time de COP para criar as novas variações a partir daquilo que tá Funcionando. Ele vai pro pessoal
de CRM, ele vai entender o que que tá funcionando bem nos disparos de e-mail. Ele vai pegar aquilo ali que tá funcionando bem, ele vai replicar aquilo dentro dos anúncios. Ele vai levantar os principais comentários, os sinais sociais, os principais anúncios que estão funcionando. Vai levar isso pro time comercial, vai discutir com o time comercial quais são as principais objeções, vai entender as objeções que a Gente não tá conseguindo mapear e não mapeou previamente pelos anúncios, vai transformar isso em anúncio. Então é um trabalho que a gente tá sempre entendendo o que que tá. Antes
era assim, cara, era uma visão gerenciador. Tá com lead barato, tá bom, tá com lead caro, tá ruim. Tá vendendo, tá bom. Não tá vendendo, tá ruim. E agora não é mais assim, a gente precisa ter um contexto geral para que a gente faça as alterações dentro do gerenciador, não só Olhando pro gerenciador de anúncios, mas a gente otimiza o gerenciador com base em tudo aquilo que tá acontecendo fora e a gente leva as informações do gerenciador para alimentar esses times que estão por fora, mas que afetam o gerenciador de anúncios. Então ele é um
grande xerife da performance. Ele tá cuidando de todos os pontos e não mais de subir só somente subir a campanha e pausar a campanha quando não tá funcionando. >> E se você puder pontuar rapidinho o que que foi a atualização Andrômeda e que que isso realmente impactou. Eu falo que assim, tem muita gente que tá ouvindo a gente que não acompanha tanto todas as notícias das últimas. >> Tudo bem. E basicamente a meta falou que eles iam mudar a maneira com a qual botaram bem para qualquer lego conseguir entender. A gente vai, estamos no Roy
Hunter, se quiser falar assim: "Se você não entendeu, você é burro, procura aí". Não é não. Falando sério, >> cara. Eu acho que assim, tem controvérsias, tá? Teve gente que pintou como se fosse assim: "Nossa, agora essa mudança mudou completamente o Metaeds e agora é por causa da Andrômedra que o seu lead tá mais caro e Márcio foi o pior mesmo dos anúncios online. >> Cara, tem uma coisa meio viés de confirmação nas notícias assim. Então assim, março, eu vi um monte de gente falando: "Márcio foi o pior mês da Meta." Márcio foi o pior
mês da meta. E cara, sei lá, eu tenho um e-commerce de mel, né? Meu pai é apicultor, Márcio foi o meu melhor mesto. Então assim, eu acho que se a gente tenta um pouco apaziguar os nossos resultados baixos, olhando para fora e pensando assim: "Pô, não sou só eu, realmente foi o pior mesmo da meta, não é que eu fui incompetente nas minhas otimizações." Tudo bem, para algumas pessoas, realmente o nicho, mercado acabou sendo Ruim. Mas enfim, voltando ao assunto Andrômedra, a Andrômedra ela ela muda a maneira com a qual a meta enxerga os anúncios
na plataforma. Então, a maneira que a inteligência artificial da meta interpreta o anúncio para entender eh o que que é um anúncio muda. Então, antes eu poderia fazer 50 anúncios iguais. Eu fazia isso nos meus lançamentos. Eu tinha um anúncio que era: você vai passar 10 horas assistindo esse curso gratuito para não ter que aturar mais 8 Horas por dia o seu chefe chato. E o que que você vai aprender nesse curso gratuito? O que são e como funcionam os anúncios? que eu posso repetir esse anúncio para você. Juro, >> igualzinho, não erro uma palavra,
porque eu gravava ele 50 vezes em 50 lugares diferentes, com 50 camisetas diferentes, em 50 cenários diferentes, em 50 variações diferentes. A meta no passado, ela entendia isso como anúncios completamente diferentes, peças Completamente diferentes. Então, ela ia pegar cada um desses anúncios, ela ia analisar esses anúncios para uma base estatística, ia ver o que funcionava, o que funcionasse, ela ia começar a rodar mais paraa frente, etc, etc. Mudou o quê? Agora, ela tem um poder maior de interpretação desses anúncios e ela consegue juntar esses anúncios em grandes blocos. Então ela fala assim: "Cara, esses 50
anúncios, eles são todos a mesma coisa. Isso daqui não são coisas Diferentes, isso aqui é um único anúncio. Então o que a meta solicita pra gente com a Andrômedra é você precisa entregar muito mais ângulos diferentes, perspectivas diferentes, conversar com microssegmentações diferentes que você tem dentro do seu ICP de clientes e criar mais variações. Quando eu li todo o paper, eu falei assim: "Tá, então é a meta dizendo que a gente tem que fazer mais anúncios, conversando com dores diferentes, objeções diferentes, de Maneiras diferentes, formatos diferentes." É isso. É isso. Só que isso foi uma
algo que eu acho que mesmo sem a Andrômeda ter implementado e ter feito esse a notícia dessa mudança de engenharia ali, de como que a meta enxerga os anúncios, é algo que todo mundo já deveria estar fazendo. Então para algumas pessoas a mudança foi zero. Para mim foi zero, para mim não mudou nada assim, tipo, ah, nossa, você sentiu grande diferença com andromeda? Não, Porque eu já fazia isso. Agora, pra pessoa que esperou essa notícia para deixar de otimizar a cor do botão, se era laranja ou azul ou roxo ou verde, para essa pessoa a
mudança é grande, porque isso daí a tendência é que não funcione mais tão bem. Mas eu já vi casos de anúncios exatamente iguais. Um performa, outro não performa. A pessoa pausa o que não performa e fica com o que tá dando bom. Então não acho que é assim, nossa, a mudança mais alarmante De todos os tempos. Tipo, eh, com todos respeitos aos meus colegas de profissão, eu vi gente, tipo, vendendo cursos de, não, agora é o tráfego pago é Andrômeda, não é? O tráfego pago é muito mais parecido do do com o passado do que
do que tá diferente. Ele tá mudando o tempo inteiro, mas não foi essa a atualização que nossa agora guinou. Estamos num novo novo caminho aqui de de do que que das melhores práticas, do que que você tem que fazer para ter resultado com tráfego Pago. >> Uma coisa que eu percebo que acho que realmente tá melhor é a capacidade de quantos criativos eu coloco num conjunto que antes existia esse mesmo. >> Não, antes tem uma era uma limitação. Antes o o a central de ajuda falava que o ideal era você rodar seis anúncios por conjunto
de anúncio. Agora você consegue botar mais volume, ela tem mais poder de Teste. Então a gente consegue, gera mais volume e variação de anúncios. A própria ferramenta te incentiva a fazer isso quando você sobe a sua imagem lá e agora ela gera um pack de imagens de inteligência artificial para você. >> Como você tá fazendo anúncio hoje? Eu falo isso assim, eu me lembro de ter assistido várias aulas lá na plataforma e era meio, pô, vamos lá, faz, sei lá, três, quatro conjuntos de anúncio e aí você vai fazendo todas aquelas regrinhas De exclusão de
público de uma para outra para garantir que você tá >> aparecendo para aquele Isso daí eu acho que é a meticulosidade que a gente não tem mais tanto como existia no passado. Eu acho >> também fala como é hoje assim, como soa as suas melhores campanhas? Elas são, você tem um conjunto de anúncios, tem 12, tem três, quantos criativos tem? Eu boto volumes grandes de investimento, então eu já tenho estruturas Pré-validadas. Eu sei que tem algumas estruturas de campanha que vão funcionar bem com uma campanha, cinco, seis conjuntos de anúncio lá dentro, mas no paralelo
eu tenho uma campanha, um conjunto de anúncio. Então eu não me limito a ter apenas um tipo de campanha e defender, não. O melhor é a campanha, uma campanha, um conjunto de anúncio, um anúncio. E aí você vê muito gestor de tráfego vendendo isso. Não, para perpétuo para vender low ticket é essa Estrutura. Eu gosto de ter o mix de diferentes estruturas e explorar o que que tá funcionando nesse mix de diferentes estruturas. O que eu vejo para mim que é assim é o o grande fator de, isso não é novidade para ninguém, mas que
é o grande fator de escala ou não escala, é o anúncio que eu tô utilizando. Porque antes eu tinha que ser muito preciso nas minhas segmentações. Então, sei lá, eu cheguei a testar campanhas com 30 públicos Lookalike de porcentagens diferentes dentro da mesma campanha. Hoje em dia isso não serve para quase nada. Eu prefiro muito mais botar um público maior ali dentro e buscar essa segmentação através daquilo que é falado e dito no meu anún, porque a meta tem um poder de interpretação daquilo que tá sendo falado muito maior do que no passado. Então, o
que tá sendo falado ali no meio do meu anúncio, eu chamo isso de fator de segmentação, o que tá Sendo falado ali com a meta consegue identificar com quem que eu tô falando. E eu não necessariamente tenho que fazer só aquela coisa óbvia, né? Sei lá, eu quero falar com >> arquitetos, né? Você que é arquiteto >> é donos de delivery de Curitiba. Você que é dono de delivery de Curitiba. Não, mas eu posso falar, por exemplo, sexta-feira, 7 horas da noite, você tá rezando para chover, começa a chuva, o motoboy cancela com você. A
culpa vai Ser de novo de quem? E aí eu eu tô criando uma uma narrativa que conversa com a rotina que o cara tem. Ele tá desejando para chover porque o cara do delivery sabe que vende mais quando chove. O motoboy cancelar é uma situação que pode acontecer no negócio dele. Então assim, eu posso ter outras maneiras de segmentar essa pessoa, outras maneiras de chamar atenção do que no passado. E aí eu tenho que me adequar ao que tá funcionando no orgânico, Testar pelo menos o que tá funcionando no orgânico, que é aquela coisa, né?
Meu, todo mundo que quer parecer muito inteligente no marketing fala: "Seu anúncio não pode parecer um anúncio". Isso é verdade por um lado, mentira por outro. Ele pode, ele, você tem que fazer anúncios que não se parecem com anúncios que pegam uma pessoa meio que de surpresa. Então, aproveitar os formatos que estão sendo validados no orgânico e replicar isso nos anúncios. Eu acho isso Absolutamente inteligente. Você sempre tem que fazer isso. Mas você pode ter anúncios que se parecem com anúncios, porque tem pessoas que estão prontas para comprar e ele não quer o anúncio que
não se parece com anúncio. >> Ele quer o cuponzão na cara dele. Compre agora. >> É, eu e eu vejo como essa estratégia funciona também na Insider, entendeu? Tipo, para mim é um dos maiores cases de marketing do Brasil e é a coisa mais Tipo tech que tinha, cara. E funciona tipo assim, cara, toma aí é é a camiseta te jant, sei lá o que cupom tal, pronto, fim. Se você quiser comprar, você vai comprar. Quando você quiser comprar camiseta preto, você vai lembrar disso. Não precisa. >> É porque ele, é porque eles já fizeram
as etapas anteriores. Muito bem, né? Consciência de marca. >> É, você é muito bom de falar disso, dessas diferentes etapas. E aí você tem Que ter diferentes anúncios que conversam com cada uma dessas etapas. Eu acho que no passado a gente conseguia se virar muito bem no tráfego pago, só falando com as últimas etapas. >> Hoje em dia a gente e a gente é meio pobre >> como marqueteiro intelectualmente de como que eu faço anúncios que conversem com essas etapas iniciais ali de dentro da minha jornada. E a gente é um pouco imediatista com tráfego
pago, né? O Tráfego pago sempre foi uma coisa que foi e chutar pro gol. O tráfego pago de chutar pro gol, mas a gente pode fazer um tráfego pago de levar >> distribuição de conteúdo, >> distribuição de conteúdo, levar a bola até o meio de campo e ter esses conteúdos que criam awareness, criam a consciência sobre o seu produto, sobre aquilo que você vende, sem nem sem necessariamente tá ali chutando pro gol. E aí volume é rei na produção de Anúncios assim. Então como que eu >> Mas quantos assim, só para eu entender, tipo assim,
quantos criativos você tá falando o quê do cara ter 100 criativos, 200 criativos? Eu não sei, tipo assim, só para >> eu tô é 100, 200 criativos. Eu acho que é um, eu, eu acho que é um dos trabalhos que um, um dos meus, e aí eu, mais uma vez, muito do meu viés aqui de infoprodutor, esse é um, uma das partes do meu trabalho que mais coloca dinheiro No meu bolso é ter uma produção massiva de anúncios. Então, assim, >> e aí dentro de uma campanha, de um conjunto, você tem quantos criativos? de 8
a 10, de se de 6 a 10 anúncios ativos ali num conjunto de anúncio. E aí falando bem do detalhinho da performance, é aquilo assim, você não pode, a meta ela tá todo o tempo olhando pro seu anúncio e entendendo quantas oportunidades ela consegue. Isso aqui é uma coisa muito comum. O cara tá lá Anunciando, aí ele vai lá, ele tem uma campanha, ele tem, é, vamos pegar um exemplo bem tosco, ele tem cinco anúncios lá dentro, cada um tá convertendo a R$ 10, só que aí ele tem um que tá convertendo a 12. Aí
ele pega e pausa isso que tá convertendo a 12. Aí ele fala assim: "Cara, amanhã vai est melhor, porque amanhã essa conversão que veio a 12, ela vai ser redistribuída nesses outros que estão convertendo a cinco e aí eu vou converter mais. Eu vou Fazer duas conversões com esses R$ 12, ainda vai sobrar R$ 2 aqui. Então vai sair, vai sair R$ 6 cada conversão. Aí o que que ele faz? Ele pausa aquele anúncio que tá convertendo a 12 e aí ele chega no dia seguinte e o custo tá mais caro. Ele fala assim: "Ué,
como é que converteu mais caro se ontem eu tinha se convertendo a 12? Eu pausei". a meta, ela consegue encontrar um determinado número de oportunidades com cada anúncio. Então, ela tá distribuindo Essas oportunidades da maneira mais barata que ela consegue, porque a estratégia de lance que a maior parte das pessoas usam é maior volume, em que eu consigo o maior volume de resultados com o meu orçamento que foi estipulado. E aí ela conseguiu encontrar aquelas determinadas oportunidades ali. Aí você tirou aquele que estava convertendo a 12 e ela não conseguiu encontrar nenhuma oportunidade mais barata
do que R$ 12 nos outros conjuntos de anúncio, nos Outros anúncios. Então, muitas vezes ela já tá trabalhando no máximo da performance. Por isso que muita gente pausa o anúncio e acaba tendo um resultado pior. Então, não é só pausar e falar assim: "Ah, ela vai redistribuir meu dinheiro para esses outros aqui". Você tem que pausar, você tem que substituir, tem uma campanha que tá testando anúncios no paralelo ou dentro da sua própria campanha de escala para usar um anúncio que não tá legal subir Um anúncio novo. Dificilmente a meta tá rodando ali os anúncios.
Você pausou uma um anúncio ali dentro e ela vai pegar toda a verba e vai colocar num anúncio que não funciona e vai torrar o seu dinheiro. Tem relatos, mas assim, não é o comum que vai acontecer. Ela sempre vai tentar te entregar o máximo de resultado possível. Acho que tem um ponto, né, Pedro, que talvez você possa discorrer também, que é sobre diminuir o custo da Campanha por ter um bom orgânico. >> Então assim, é, se a gente consegue emplacar bons orgânicos, mais pessoas passam a ver aquilo, quando aparecer o anúncio, vai sair mais
barato >> sempre. É, >> não é verdade? O o meu grande trabalho agora de gestor de tráfego pago, que não sou eu que estô ali no meu próprio lançamento apertando todos os botões, >> é trabalhar muito bem esse orgânico para conseguir deixar o meu tráfego orgânico Mais barato, sem necessariamente gravar o anúncio. Justamente por isso. A pessoa me viu, ela viu meu vídeo no YouTube, sei lá, por que que o Cariani, se ele vai fazer tráfego pago, é muito mais barato para ele do que para outra pessoa, porque ele tem um gestor de tráfego melhor,
porque ele sabe fazer criativos melhor? Não, porque ele já foi visto por todas as pessoas e aquilo ali é muito mais fácil dele gerar aquele resultado do que se ele não foi visto. >> É, é, é a velha máxima, né, que marcas fortes vendem mais. Então, se você quanto o rosto é uma marca pessoal, >> mais barata, paga mais barato, >> é frequência, consistência, lembrança de marca que gera intenção de compra. Então, na hora que aparece o anúncio tá mais na cara do gol, né? mais barato. >> E quiso, tipo, quando eu olho assim para
tráfego pago, eu sinto que tem um playbook muito mais claro de >> ah, é muito mais bem definido >> de de Earroy do que no conteúdo orgânico. Assim, eu falo muito pra empresa, porque pra empresa falar assim, cara, quem é o contrato para fazer conteúdo bom? E o que que você tem visto e o que que tem sido e você que também fez, rodou a pesquisa, o que que é o, não vou dizer a regra de ouro, porque não existe bala de prata, a gente sabe disso, mas cara, quem é o cara de conteúdo nas
empresas? Porque é diferente quando você é o próprio Criador de conteúdo, você tá gastando seu tempo, pô. Mas na empresa o cara precisa contratar alguém que vai pensar que vai est fazendo ali o trabalho. >> É o dono da empresa que tem que pensar isso. >> A a verdade é que tá todo mundo procurando essa pessoa que você tá dizendo. >> Agora a pergunta de mais a pergunta de mais tensão. Tem tem um evento acontecendo aqui na nossa todo mundo tá Olhando pro piso assim. Essa essa é a pergunta de milhões no momento, porque o
que eu mais acepo todo dia, falo quiso, você tem alguém para me indicar que seja mais estratégico, que saiba fazer um conteúdo e não sei o quê? Daí eu pergunto de volta: "Mas você tá procurando porque você não tem tipo um social media ou você já teve tá frustrado?" A segunda resposta é sempre a a a verdadeira. Todo mundo já teve uma experiência anterior com algum social, Com alguém e tal, e não deu resultado. Por quê? Porque para mim é o fim do social media. >> Caraca. Essa é a tamb. Essa é a tamb. Não
me deixa no váco. Não me deixa no váco. Eu não percebi que era para bater. >> Eu pensei sai a tamb. >> Acabou. End game. Mudou agora. Avengers Endgame agora. >> Tá. Fechou. Já era. >> Ah, vamos matar o gestor de tráfego Também. >> É que o Sobral não falou disso, né? Ele falou assim: "Não, porque n tá evoluiu, né, e tal, >> evoluiu, evoluiu, >> mas, mas basicamente é isso. Que quem que quem de quem que eu tô falando que é o fim, né? É o fim desse social media fazedor de post, porque ele
não cria conteúdo, certo? >> E qual que é o novo trabalhador >> na etimologia mesmo do criação, ele não Cria conteúdo. Ele pede pro chat apt hoje 310 par mês inteiro e faz no Canva. Isso não é criação. A criação, ela parte do princípio de que você conhece muito bem as variáveis do negócio do seu cliente. Quem é o ICP? Não estamos falando de persona, estamos falando de ICP de fato, né? >> Quem é o perfil que >> melhor aula de CP que eu já vi na minha vida? >> Já falei várias vezes, sempre vendo
essa Aula. >> Então, cara, as pessoas não sabem fazer isso por quê? Porque elas não tm os fundamentos de marketing. Basicamente isso. A galera no mínimo, ou melhor, no máximo, sabe um pouco de comunicação. >> É, é muito mais difícil. Não, >> eu acho que é muito mais difícil formar um social mídia bom do que um gestor de tráfego. >> Eu concordo por quê? Porque aparentemente, né, o social media ele é Um faz tudo. Não tem na primeiro que não tem CBO. Criar a CBO de profissional multimídia. Em vez de ajudar a piorar, porque profissional
multimídia é o quê? Multimídia, tipo, faz tudo. CBO, >> CBO. É, é, >> eu já assim campe optimization. >> Tava pensando, eu tava pensando no >> Não, não é o CBO de tráfeg, >> não tem CBO. Eu falei que que >> eu pensando no Burger King também, tá ligado? Mentira. >> Cada um, cada um com as suas referências. >> Você vê que ninguém tem CLT aqui, né? Você basicamente é a carteira de trabalho. É, se você tem de fato o número da profissão para colocar na carteira de trabalho. Não tem social mídia. E por >>
eu pensei que você ia falar tipo o Knai e era CLT. Não é, é tipo o Kai de empresa, mas é o de de CLT, né? O fato é que não existe. E e se não existe Qualquer um pode ser, não é verdade? Total. A barreira de entrada para ser um social basta ter um Instagram e falar: "Sou o social media" e coloca na biategista, profissional de marketing digital. >> Isso é [ __ ] né? Porque na na prática ele vai ser literalmente a pessoa que coloca frases na boca da empresa e a galera enxerga
isso como a forma de entrada no marketing. Tipo assim, eu vou colocar a pessoa menos qualificada da Sala, o estagiário, e ele vai ser o responsável por falar em nome da empresa inteira perante toda a sociedade, clientes e >> ele vai ser o defensor da do branding, né? Então aí você pega lá, cara, tem 22 milhões de CNPJ no Brasil, a grande maioria pequena empresa. Essa pequena empresa, o empreendedor, ele não, ele não empreendeu porque ele estudou, ele empreendeu por necessidade. >> Então ele também não entende. >> E aí ele vai contratar um social que
ele pode pagar em tese, porque ele é um pequeno e vai depositar toda a responsabilidade de marketing e vendas na mão do Soho. É isso que tá acontecendo hoje. do tipo, cara, pensa aí para mim, eu quero est ter que est no Instagram, porque Instagram é uma vitrine, >> eu tenho que estar lá. >> A expectativa desse empreendedor é Vendas, leades e a expectativa do social é engajamento, viralização. >> Sim, eu tive até tive uma dicotomia aí, né? >> Eu tive poucas reuniões com social media que me perguntaram na reunião assim de de entrevista da
pessoa me perguntar: "Ah, qual que é o sua sua meta de Mqes que você quer pelo seu do seu perfil?" >> É esse cara que precisa contratar. E é uma pergunta simples, mas as pessoas não fazem na reunião. Aí o cara me pergunta Isso aí na reunião, ele já ativa assim: "Tá, esse cara tá olhando pro lugar onde eu quero olhar." >> É, esse é o ponto. É o fim do social media fazedor de posts, porém pode ser o começo de um social media estratégico de fato, só que precisa estudar. E essa galera tá estudando
como? Num reals de 30 segundos. >> [ __ ] >> Então assim, não dá, não tem profundidade. >> É muito, eu eu acho assim um desafio formar esse profissional assim. Tem um lado meu que às vezes chega a pensar se não, agora vou vou fazer uma pergunta provocativa, se não existe um pouco de talento envolvido assim, se esse cara ele tem que ter talento ou você acha assim, não, pô, esse é um cara, ele é treinável, assim, eu dá para treinar o social mídia, só que ele precisa de mais tempo de formação. Porque assim, eu
sei que eu treino um gestor de tráfego que Atende qualquer empresa. Tem gente que pode falar assim: "Não, não atende." É que às vezes o tráfego pago, ele é um potencializador de tudo que tá sendo feito. Se o resto tá ruim, >> cara, não adianta. Você pode botar, não pode botar eu para fazer o tráfego pago que não vai. Nossa, o Sobral veio aqui, botou a mão e foi a bala de prata. Algumas empresas já me contrataram e eu falo assim: "Cara, olha o trabalho do gestor de tráfego antigo e falou assim: "Não, ele tá
fazendo exatamente o que eu faria". Aí a pessoa fala assim para mim: "Não, mas a gente mesmo assim quer contratar você". Eu falo assim: "Cara, eu custo mais caro do que ele. Você quer me contratar?" Mas assim, não, quero contratar você. Eu falou assim: "Tá, mas vou fazer a mesma coisa que ele tá fazendo, um pouquinho, um pouquinho diferente, tal, o meu temperinho ali, uma coisinha e outra." Mas eu não acho que nossa, isso aqui vai revolucionar, Vai mudar todos os seus resultados. Aí a pessoa fala assim: "Não, eu sei que não vai". Ela me
dá uma uma piscadinha assim. É uma coisa que acontece muito. É que às vezes é aquele cliente que ele vende um produto cometizado, então tipo assim, vários competidores t mesma coisa, ele vende mais caro, sem diferencial nenhum. E aí ele acha assim: "Não, meu gestor de tráfico é ruim". Não, cara, >> é tipo o mercado, sei lá, de semijoia, Que a a o fornecimento de semijoia, todo mundo vai compra do mesmo lugar, então o produto é basicamente o mesmo, difícil de você ter diferencial. Aí é um mercado assim que o gestor de tráfego, muitas vezes
alguém chega e fala assim: "Ah, tá tocando tráfego do e-commerce, não tá dando resultado." Fala: "Do que que é?" O cara fala: "Se me joia". Fala: "Hum, >> mas você acha que dá para treinar esse cara assim, que ele é treinável assim, quanto tempo você acha que dá para Formar um social mídia, alguém que quer ter essa profissão, que quer prestar serviço na internet como sendo esse profissional? Eu acredito que seja treinável, assim como praticamente todas as profissões, elas são treináveis. Todo o esporte, inclusive, quando você começa, você começa sem saber nada, mas depois de
treino, né, depois de 10 anos, você vira faixa preta no negócio, >> tá? >> Você faz aquilo com mais naturalidade, Sem pensar muito e dar mais resultados, né? O fato é esse. Eu eu sempre faço essa analogia com o esporte porque muita gente acha que tem que ter o talento, tem que ter nascido com talento, né, para fazer. É claro que a gente não tá aqui na discussão, por exemplo, de quem tem certos problemas ou certas doenças ou, por exemplo, TDH. Por quê? Porque o TTH ele é muito seletivo. >> Se ele não gosta de
fazer aquilo, não é treinável. Tipo, é é uma outra parada, é Uma outra situação, >> é uma limitação mesmo. >> É, meu filho tem TDH, então eu sei bem. Então assim, aquilo que ele gosta, ele vai ser super, ele vai ser o gênio daquele negócio. É o hiper foco. >> Então, tirando isso da mesa, né? Sim, é treinável. Agora, quanto tempo vai depender da dedicação de cada um, naturalmente, né? Se a pessoa quiser mesmo, cara, em um ano dá para essa pessoa já ter pelo menos conhecimento, Conhecimento, e começar a colocar em prática sem precisar
tentar vender isso muito caro antes pro cliente, porque existe o o paradoxo do ovo à galinha, né? Eu tive essa discussão esses dias nos meus posts porque eu falei sobre o fim do social media lá e aí é claro que teve muitas, >> o chororô, né? Teve muitos empresários que falaram: "É isso mesmo, porque eu já tô frustrado, nunca deram resultado. Ninguém fala a língua do Roy." E tem o Social media que fala: "É, mas eu não sou valorizado, meu cliente não me valoriza." Eu falo: "Putz, mas não, >> que os dois são verdades, né?"
>> É, e ninguém, exatamente. Ninguém tá mentindo pro outro, só que um vende pacote de posts e o outro paga aquilo que em tese cabe no bolso. Ambos chamam isso de estratégia, né? Ou seja, ninguém tá mentindo pro outro. Um quer pagar as contas, o boleto, eu preciso pagar boleto, vou Pegar cliente. >> Os dois querem pagar as contas e os boletos. >> Mas eu fico pensando que teve uma mudança fundamental aí o que a gente chama antisocial mídia, porque você mesmo falou assim, o cara vende pacote de posting. Isso dava muito certo porque era
possível na rede social de 3 anos atrás você só fazer carrossel post e hoje >> ter presença, né? >> Eu não consigo ver alguém tendo uma estratégia em que não é, sei lá, 90% vídeo, tipo, ou uma parte substancial. Eu eu vejo eu vejo pessoas tendo uma estratégia que não que que usa bastante carrossel, assim, eu acho que tem que ter um entendimento muito bem de com quem que aquilo ali vai conversar assim. >> É que não é sobre formato, né? Quando a gente tá falando desse social media, dessa nova versão, vamos falar da nova
versão de social media, >> não é sobre o formato, ele sabe usar todos os formatos. Ele vai orquestrar o melhor formato para passar aquela mensagem naquela etapa da jornada. Mas mas o que que ele faz na prática? Eu falo assim, porque quando o cara ele só entrega os posts, eu consigo ver ele muito mais independente, conseguindo inclusive atender outros clientes. Agora quando ele tem que pensar vídeo também é difícil ele entregar porque ele vira, tô uma dúvida mesmo, ele vira também uma Espécie de filmer, ele filma, grava e posta ou ou ele é um roteirista
ou ele manda um roteiro. >> Então vamos voltar para esse assunto, né, do time que você falou, né? >> O fato é que social media não é profissão. >> Uhum. É uma atividade, assim como lá em 99, a gente falava assim: "Pô, você não tem um cara de internet aí para me indicar?" >> Tá, >> o cara de internet não é uma profissão, era uma área, uma atividade. Que que ela, que que a pessoa tava querendo dizer naquele momento? Você não tem um cara que faz um site, um blog, um aplicativo, um e-commerce, né? eram
faz tudo. A gente tá vivendo exatamente esse momento. Social mídia não é profissão, ela é uma atividade. Mídias sociais é uma atividade. É uma área. Então, dentro dessa área, a gente tá no momento agora da na história de começar a criar as Profissões que vão atuar na área de social mídia. É o filmmaker, é o roteirista, é o estrategista, é o analista de dados. Ou seja, a gente vai voltar pra época que existia antes dessa [ __ ] de mídias sociais, que era nas agências. Você tinha o COP, você tinha a dupla de o redator
publicitário, você tinha o designer, você tinha o diretor de á. Eu lembro que tin eu lembro que tinha até o tráfego. >> O tráfego >> que era um cara que só levava papel de um lado pro outro, tipo assim, é sério, tipo, >> mas era era o tráfego interno de gestão de projetos, né? >> Ah, tipo assim, o o >> o gestor de projetos é o gestor de projet. >> Não, mas mas ele garantia, tipo, sério, o papel do cara era garantir que, tipo, algo que o fulano pediu vai ser entregue e muitas vezes isso
era tipo assim, Colocar o papel na sua mão, assina aqui. Exato. >> Eu quero ver. Exato. Então assim, a a gente tá vivendo esse momento, a gente tá vivendo esse momento de novo, né, dos ciclos, né, que se repetem da gente agora começar a ter as profissões mais definidas. Por quê? Porque chegou o momento de você ter as especialidades. >> E aí com essa história de a >> os júniors estão muito mais preocupados do que os seniors, porque o júnior Literalmente ou o estagiário literalmente sim é substituível por uma hoje. >> E como é o
seu time? E o seu time lá lá pode. Não sei se você tem dois times separados, se é o time do Kiso e o time da MLB. Precis falar um pouco dos dois, que se for dois deve ser diferentes. >> Temos lá dentro do marketing, né? A gente tem o time que opera muito porque assim, a IMLABS ela é uma empresa eh marketing LED growth, basicamente. >> Muitos por muito tempo falou que era product, mas nem tanto. >> Uhum. Porque quando há muita competição no mercado, obviamente você vai ter que fazer uma marca forte e
essa marca acaba levando mais, né? Então a gente não é uma empresa de vendas, né? Culturalmente falando, é uma empresa de marketing. Então o que a gente faz? É muito conteúdo, é muita ação, etc. Marca, marca, marca, marca. Então a gente tem um time de marketing mais voltado para a Criação de conteúdo. Então a gente já tem essa estrutura do inbound. Uhum. Desde, né, épocas de RD lá atrás, né, de inbound, a gente tem a galera, ó, tem o coordenador de de mídias sociais, ou seja, o cabeça pensante, não é quem executa, só faz o
post, né? >> Então, esse esse é o cara que fica pensando no MKL, etc. Esse cara pensa nas etapas todas da jornada em como usar as plataformas de mídias sociais para ajudar a gente em resultado de negócio. >> Ele é tipo Artur, tá V4, provavelmente, >> e que não tem divisão assim entre brand e performance. >> Uhum. Brand é performance, basicamente pra turma lá, brand é performance e ponto, né? Tudo que a gente faz de construção de marca vai dar retorno em algum momento no tempo. Ou vai diminuir o custo de aquisição do cliente, ou
vai diminuir o custo do lead, ou vai aumentar a nossa comunidade, enfim, tudo é medido ao longo do tempo e a gente vai Vendo isso na nas cohorts depois, etc., né? Então eles é um cabeça pensante, que é o nosso coordenador, que é o Márcio, e depois a gente tem duas pessoas embaixo dele, que criam efetivamente o conteúdo que foi pensado nessa estratégia. >> Mas o que vamos lá, o você falou duas pessoas, o que que ela é, eles são designer, eles são eles são o quê? >> El eles eles são social mídias, ainda temos
esse esse papel de fato, não tem como remar contra maré ainda, mas são Social mídias que literalmente fazem o quê? O texto, a legenda, a imagem, pensam e também gravam os vídeos. Ah, eles o próprio social aparece no contato. Perfeito, perfeito. Mas no caso é porque você é uma marca institucional, né? Na sua marca Kiso não é assim. >> Aí eu que apareço. >> Mas eu tenho não. Aí eu tenho dentro da minha estrutura como aí como como é que a minha estrutura ela é como expert influenciador do próprio negócio MLBS, Né? Então, tem um
social que faz a legenda inicial usando um assistente de a que eu criei >> com a minha, vamos dizer, com a minha lógica, com a minha linguagem e tal, mas a curadoria do conteúdo eu que faço. Então, a cabeça pensante sou eu no meu perfil, tá? >> Tudo que sai lá eu pensei, eu estruturei, >> mas você que grava, você mesmo se grava ou alguém te grava >> vídeo vídeo tirando o YouTube eu faço, eu gravo e tal e mando bruto, eles editam. Eu vi que teve uma mudança nisso assim no eu estava no mercado
desde antes, talvez talvez antes de vocês. Eu eu vi social mídias de conheço social mídias de grandes marcas pré-25 também e era uma lógica meio diferente porque tinha lá tinha separação muito clara nas antigas agências do esse é o redator, esse aqui é o designer, esse aqui >> as duplas de criação, >> as e tinha um cara do vídeo ou então preciso de uma produtora. Eu já vi isso, tipo assim, >> mas eu tenho, tá, no time são dois editores de vídeo, não tem no time também. Dois >> não, eu sei, mas eu falo que
tá tendo uma virou uma nébula isso aqui, porque, por exemplo, o que a gente chama de filmmaker na nossa bolha, diferente do que é um filmmaker, tipo, para uma Produtora ou para uma agência, entendeu? A a galera, tipo assim, quando fala assim, eu quero um filmmaker ele não quer um filmmaker, ele quer um cara que é tipo Mauricião do Cariani, que tipo assim que consegue desde ser a sombra editar, gravar, postar, tipo seu, >> um faz tudo do vídeo, >> um faz tudo, um faz tudo que grava por um acaso ou tem >> ele capta,
edita, sabe montar o storyt, >> ele pensa o que vai gravar, ele é um Estrategista, >> monta, é, ele é meio roteirista também dentro do processo. E eu tenho visto que tá surgindo esse profissional que antes não existia, mas agora tá vindo caras que fala que fala assim: "Não, beleza, ah, eu vou gravar também, porque é muito mais ágil eu gravar, eu pensar, eu tô aqui com a pessoa, a gente vai lá, vai, eu edito." >> É, mas eu acho que é difícil assim. Outro dia eu tava até, a gente tava num Evento ali, aí
a gente, como é que é meu time? Eu tenho uma uma uma pessoa que é a cabeça do do branding, então branding e performance são divididos lá. Então eu tenho uma pessoa que ela é a guardia do branding, ela é a pessoa que vai olhar para tudo que tá sendo produzido nas redes sociais, ela tem a visão do que de como que a gente quer que Pedro Sobral seja como marca. Isso é algo que é assim, não é algo que foi empiricamente decidido, não. A gente sentou, a gente Fez reuniões de horas e horas e
horas pensando, tá, quem que é o Pedro Sobral, como que a gente quer que o Pedro Sobral seja visto pelas pessoas. a gente tem essa visão do branding, então essa pessoa é a guardiã do branding em absolutamente todas as áreas da empresa. Então eu tenho essa pessoa do branding, só que aí abaixo dessa pessoa do branding, eu tenho os squads específicos de cada uma das redes sociais. Então eu tenho um time do YouTube, eu tenho uma Pessoa do LinkedIn, eu tenho uma pessoa do blog, aí eu tenho uma pessoa nova agora de Instagram e e
TikTok. Então >> você ainda tá fazendo blog? >> Eu faço blog. Eu sou, eu sou o 01 do indicações do chatt de tráfego pago. Eu eu tenho então, então você faz o blog, então basicamente não é, eu não faço basicamente para para ser indicado no chat GPT, eu faço porque, mais uma vez, eu acho que é custo de não tá fazendo. Chega um momento ali que começa A ficar caro você não tá aproveitando aquela oportunidade. E eu sou, eu produzo muito conteúdo, então eu faço muita live, eu gravo muito vídeo e eu sou a pessoa
que tô muito envolvida na ideação do conteúdo. Eu sou muito bom em preencher a página em branco. Então até hoje, sei lá, eu vou criar um, eu vou entrar agora numa numa campanha, vai vão ser 25 dias e aí cada vídeo, cada dia eu vou postar um vídeo de YouTube. Como é que é meu processo? Eu tentei de tudo. Eu tentei pegar uma live que eu fiz, colar aquela live que eu fiz lá no Cloud, dar umas instruções baseadas em vídeos do YouTube que funcionaram e faz para mim aí o roteiro do YouTube fica uma
bosta. Por mais que tenha vindo da minha própria live, porque ele tá tentando pegar um contexto de 2 horas e talvez eu não seja um engenheiro de prompts bom bastante para fazer isso, mas ele tenta pegar um conteúdo que foi feito para um formato que é a live e Adequar o outro formato e ele se atrapalha no meio do caminho. Aí o que que eu tenho feito? Eu pego o meu celular, eu tenho um aplicativo que chama Whisper, que ele transcreve tudo. >> Melhor aplicativo, cara. Eu peguei que você indicou, eu tô usando para caramba.
>> Cara, esse aplicativo é absurdo, velho. Ele é muito bom. Ele ele transcreve perfeitamente tudo que você tá falando. Aí, que que eu faço? Eu falo muito bem em pé. Aí eu conecto no meu computador Aquele o o sabe o microfone da bolinha que todo mundo tem. Eu conecto ele no meu Mac. Eu descobri que dá para conectar ele no Mac. Aí eu conecto ele no Mac, cara, eu fico no meu escritório andando de um lado pro outro. Aí eu eu pego, penso no tema do vídeo, que é a coisa mais importante do YouTube, e
aí eu começo a falar e todo o meu áudio começa assim com então vamos lá, que que eu quero falar sobre, sei lá, eu tava fazendo ali tipo assim, cara, tô Quebrado, como é que eu ganho dinheiro com a internet? Aí eu falo assim: "Ah, não sei que que eu falaria sobre isso. Se um amigo meu, cara, eu começo a viajar na maionese brainstormando. Então eu faço um brainstorm gigante sobre aquilo ali. Eu tiro as minhas ideias da minha cabeça, um download mental que fica, sei lá, com seis páginas de um documento de Word, de
texto. Aí a partir disso, eu uso, aí eu uso inteligência artificial, uso um cloud da vida para me Ajudar a estruturar, lapidar, organizar aquele conteúdo de forma mais cadenciada em blocos sequenciais de conteúdo. Então eu tenho muito essa veia de ser o as ideias vê da minha cabeça e aí esse time aproveita todas essas ideias que eu produzi e eles adequam essas ideias aos formatos específicos das redes. Então eles são mais especialistas em formatos das redes sociais do que do que sou um grande especialista em conteúdo. Eu sou especialista em conteúdo. Eles são os Especialistas
em >> formatar aquele conteúdo de uma maneira sexy e envolvente para as outras pessoas. no mundo de marcas pessoais, que é o mundo que eu que eu opero. Eu acho que a a essa eh essa coisa, essa essa vontade, esse desejo romântico que as pessoas têm de não, eu vou contratar um social media que vai fazer tudo para mim, eu não vou ter que fazer mais nada. Eu acho que isso daí é o maior tiro do pack tá Matando vários dos especialistas do mercado digital aos poucos. Então, >> que é o que eu falei da
autenticidade, >> é quanto mais eu >> tá perdendo autenticidade, >> quanto mais eu me envolvo de maneira autêntica e mais original e mais crua, normalmente são melhores os conteúdos. Então, sei lá, a gente vai lançar a linha editorial agora que é entrevistando pessoas na rua. A gente fez ontem a primeira vez, sabe aqueles Vídeos assim, tipo, cara, e é muito, é impossível você não ser você ali naquele momento, sabe, entrevistando as pessoas. Então, ontem a gente fez um que foi muito legal, assim, eu tava perguntando pras pessoas, a gente fala muito que o gestor de
tráfego pode ganhar R$ 10.000 por mês. Aí eu chegava pras pessoas aleatórias, falava assim: "Cara, que que mudaria na sua vida com R$ 10.000 por mês?" Cara, você escuta cada resposta que é tipo uma facada no coração assim, Sabe? as pessoas contando umas histórias e é muito a realidade assim. E aí o especialista eu tô envolvido no conteúdo, mas aí eu tenho três editores de vídeo, tem um time que tá por trás ajudando nessa nessa produção. Claro que a gente já tem uma uma estrutura maior hoje em dia com eu acho que é o grande
segredo é você usar essas ferramentas que estão disponíveis para fazer mais com uma estrutura menor e não cair na armadilha de >> agora eu tenho inteligência artificial e eu sou tem muita gente que cai nisso, né? Agora eu uso inteligência artificial para acelerar o meu trabalho. E aí tudo o que eu faço agora é trabalhar cinco vezes mais do que eu trabalhava antes, porque eu tô num fomo constante de >> continuar não tendo tempo. >> É o fomo constante de usar para fazer as coisas para mim. >> Mas quando você fala um time, você tem
uma estrutura maior, é quantas pessoas Aí? Eu tenho uma coordenadora, então uma pessoa que ela ela garante que tá tudo vai sair. Ela é o tráfego, >> é o tráfego. Eu tenho eu tenho uma coordenadora, eu tenho a pessoa que cuida de branding, eu tenho três editores de vídeo, eu tenho uma dupla, né, de de pessoas que é prestador de serviço de TikTok, Instagram, tem um um de YouTube, tem um de LinkedIn, oito pessoas, uma de blog, nove. E designers, quantos designers a gente tem? mais Três. Então eu tenho 12 pessoas do meu time de
conteúdo. >> Ó lá, eu tava contando aqui também, né? Nosso vai dar acho que 11 pessoas, >> cara. Mas eu não acho absurdo, tá? Porque quando a gente fala da importância do conteúdo nos tempos de hoje, na estratégia de marketing, seja no pago, tanto no orgânico, não investir em conteúdo é burrice, inclusive >> não é o que mato seu negócio no o se eu coloco 10.000 1000 leads a mais orgânicos num meu é papo de milhões a mais de faturamento, assim, então é e o lead orgânico. E aí esse lead orgânico ele tem todo esse
respingo que traz dentro do tráfego pago. >> E só tem um ponto que é legal porque assim, a gente tá falando de uma estrutura de 12, de 11, etc. Mas você percebeu que o Pedro tá em todas as plataformas, incluindo blog. >> Namelabs é a mesma coisa. Agora, se quem quem só tá no Instagram, tipo assim, eu só vou focar no Instagram, certamente não precisa de uma estrutura como essa. >> Claro. >> Aí, ao invés de 12, pode fazer com com nove aquela, né? >> Mas mas o mas o ponto é quem só tá no
Instagram, >> muito bom, >> já é amador, na minha opinião. >> Não, com certeza. >> Entendeu? >> É, hoje é fácil de você multiplicar os form. Cara, eu lembro que no passado você citou o Gary V, tinha um, se você procurar na internet, nesses sites de slides, de documentos compartilhados. >> Ah, eu tô, é, tô ligado. Eu, >> Sabe o que eu vou falar? É um slide que tinha, tipo assim, como variar um conteúdo em 64 formatos diferentes, só que tipo assim, era uma treta fazer. Hoje em dia você consegue com, eu teve Uma época
que era eu eu, e eu me virava bem para fazer as coisas, pô. Se eu tivesse a, eu conseguiria estar ali em duas, três, quatro plataformas ao mesmo tempo. E se o cara vai produzir conteúdo meio tipo conteúdo brand persona produzindo, para mim o segredo é sempre produzir conteúdos maiores, mais densos e depois variar isso daí em conteúdo menor. E variar não é só corte, é meu meu time assiste os conteúdos e fala assim: "Cara, essa frase que ele falou, Isso aqui formatado num post de Twitter printado, publicado no Instagram, vai funcionar muito bem". É
ou minerar mesmo e tal ou que seja falar assim, ó, Pedro, grava aí mais isso aí de novo, em 30 segundos esse seu pal. >> Exatamente. E me entregar. E é isso que o meu time faz, que para mim é, cara, esse daqui é o roteiro. Você, você falou isso, tá com o seu tom de voz, porque você que disse, a gente só quer que você formate, sei lá, sentado gravando no seu Carro. >> Aconteceu isso essa semana e eu fiz exatamente igual a você. Eu peguei, porque eu aprendi com ele, né? Eu coloquei lá
o microfone lá, >> o Holly, não, o Hollyland no Mac, cara, ninguém teve essa sacada. Só o Pedro, essa casa colocar no Mac, não no celular. E aí eu fiz o uso doisper guia de sobrevivência do social mídia para ele não morrer e com meu tom de voz E tudo mais, né? Esse nome é muito bom. >> E exatamente é o que é o fim do mundo, né? O fim do seu aí só que eu fiz com o meu tom e aí cara ficou incrível. Ficou incrível. Ficou incrível que essa história, o material rico. >>
Eu que tenho ego grande, né? Meu tom é incrível. Ficou, ficou incrível, cara. Porque sabe, sabe, no final da história eu falei: "Cara, trocando essa ideia e tal, depois formatando e tal, ficou um negócio legal com meu tom, só que ficou 47 páginas. >> É um pouco mais exagerado do que eu. Aí você jogou na Ia para depois ela lapidar ou não? Não, aí eu mandei pro time >> e aí o time jogou para ele. Aí, aí eu mandei pro time. É. >> Aí o texto voltou com 63 travessões. Aí eu mandei pro time, eu
falei, todo mundo precisa ler isso aqui. E mudou completamente, tipo, a campanha que a gente tava fazendo. Porque na hora que a galera leu, eu falou: "Meu, vamos mudar Agora, vou te mandar um roteiro assim, o roteiro assado". E aí veio o desdobramento do negócio >> aqui. Fica muito bom. Esses downloads mentais do povo >> subestima muito. Assim, as pessoas elas têm uma dá menos, dá menos trabalho do que as pessoas imaginam fazer um download mental para uma marca sobre aquilo que você acredita sobre o conteúdo. Tipo, se eu tenho o tema ali, cara, é
papo de meia hora, uma reunião De 20, 30 minutos, você com você mesmo falando aquilo ali e encontrar o melhor formato. Acho que tem gente que é muito boa digitando, então a pessoa, sei lá, talvez se a gente pegar o Icar de Carvalho, talvez ele funcione melhor. Digit, se bem que o Iker fala pelas orelhas também, mas enfim. é encontrar o encontrar o melhor formato que você tem para fazer o download daquele conteúdo. E aí hoje em dia usar, eu prefiro muito mais usar IA para organizar uma ideia Que eu já fiz do que eu
eu acho que é meio que uma armadilha você, ah, eu vou primeiro pegar uma ideia aqui com o GPT, com o Cloud, depois eu vou botar o meu tom. Você não vai conseguir, já tá, você já tá preso naquele formato assim. E você lê e você acha bom, mas você sabe que tá com cara de a. >> Mas sabe qual que é o ponto? É que a galera tá usando a IA como o primeiro cérebro e não o segundo. É, >> o Iá tinha que ser o segundo cérebro, Não o primeiro. O primeiro tem que
ser você, [ __ ] Sei que tem que estar no comando na direção do negócio, né? >> Principalmente na produção de conteúdo. >> Principalmente. >> Então, deixa eu ver se eu entendi. Na briga entre o tráfego pago e o tráfego orgânico, então o orgânico ganhou, né? Destruiu. Aí, então temos que todos ser Não, eu acho que ele é, eu acho que para mais, pra grande parte, eu tô, tô gaguejando, né? Perder isso brincadeira >> não, eu acho perder eu acho que para muitos negócios ele é pré-requisito. Eu acho que se você não tem ali o
orgânico minimamente bem feito, vai ficar mais difícil. Vai chegar uma hora que você vai bater num teto. Mas eu acho que, mais uma vez, a gente olha muito pra nossa bolha. Eu acho que para alguns pequenos e médios negócios, se você plugar o tráfego pago ali como primeira Ação pro negócio vender mais, ele vai vender mais. Não, não, eu não falo perdendo estilo excludente, porque só um idiota pararia de fazer uma das coisas. Eu falo mais no sentido de, >> cara, tráfego pago você tem que fazer porque não somos idiotas. Se se eu tenho uma
máquina que eu coloco R$ 1 e sai cinco, eu vou colocar todo o dinheiro que eu tenho naquela máquina. >> É, mas uma das principais coisas que Lubrifica essa máquina é o orgânico. >> Ex. E e que e esse é uma coisa que muitas vezes o cara tá gastando 100, 200, R$ 300.000 R de mídia por mês, mas ele tem um time de merda de conteúdo. E aí ele tipo que faz conteúdos muito ruins, que faz criativos ruins e >> é um e é um time que dá muito Ry. Se você for olhar puramente pra
métrica assim, ele dá muito Ry um time de conteúdo, porque é uma coisa que eu vejo Nas empresas diariamente a área de conteúdo dele, pessoas, pô, são pessoas ganhando, sei lá, velho, R$ 2, R$ 3.000. >> E tem uma parada que é se a sua área de conteúdo é bom, é muito fácil de você ter uma área de anúncios muito boa também. >> Uma coisa alimenta outra, né? Uma coisa alimenta outra. falando já em outros outras conversas, né? O quanto que um orgânico bom potencializa o tráfego pago. É muito mais fácil, né, você já Testar.
Não não vamos nem falar orgânico, né? Tipo assim, conteúdo bom, como eu preciso de conteúdo bom e aí eu preciso de conteúdo bom para anúncios e eu preciso de conteúdo bom para conteúdo orgânico. >> Sim. É que tem momentos assim, acho que o que o Pedro tava tava falando, são momentos de empresa. Vamos supor que você não tem nada, você é um negócio pequeno. >> Se você colocar lá o tráfego pago, você Vai pegar as frutas baixas. É, >> não seria, >> é o primeiro sprint, né? Não é não é borrícia, >> não é burrice,
não seria idiota fazer isso. Só que essa fruta baixa acabaim você não plantar uma nova árvore. É, aí você tem que ter uma estratégia de produção, distribuição de conteúdo, não. Tráfego pago. Antigamente as pessoas se baseavam numa muito numa estratégia de um único passo, né? Então era só uma Estratégia de conversão. Aí hoje em dia pessoa. Eu falo: "É coitado de você, tem que fazer uma campanha de envolvimento antes da conversão". Muito difícil. Ô, >> um papo muito bom. Espero muito que vocês venham aqui de novo. Por favor, vamos trocar mais ideias, fazer um Roy
Runters de viagem. >> Roy Runters de viagem, viagens, livros. >> E a gente tem um um grupo no WhatsApp Que inclusive é gratuito, tem na descrição aí o link, podem entrar, a gente troca ideia. E o pessoal do grupo mandou algumas perguntas >> que aí eu vou vou fazer aqui para vocês. >> Então, bora lá. Qual é a decisão que vocês mais adiaram na carreira e da qual se arrependem de não ter tomado antes? O que que aprenderam com isso? >> O meu foi não ter contratado alguém sior que manjasse mais do que eu de
algumas Coisas, porque eu quando era dono de agência, né? E aí eu sei que vocês trabalham muito com esse público de urgências, agências, etc., Eu era centralizador. Afinal de contas, eu achava que eu que entendia de tudo, a qualidade tinha que passar pela minha qualidade, acabava centralizando, me afogando, ficando até mais tarde na empresa, etc, etc. E eu não pagava alguém mais caro, porque eu, afinal de contas, eu ficava assim, cara, preciso Economizar. Aí você vai contratar o estagiário, você vai tentar treinar, só que você gasta mais tempo treinando do que >> falando mais com
o seu time do que falando com o cliente, né? Então eu comecei, cara, em algum momento a gente virou essa chave, eu comecei a contratar gente que inclusive ganhava mais do que eu. Na MLEBS aconteceu isso no começo, na Lebs startup até mais comum, né? Falar cara, o Founder >> captou dinheiro. Founder captou dinheiro. Falou, o founder não ganha [ __ ] nenhuma. Contrata o sior lá do engenheiro de dados, né? >> Isso foi muito gratificante porque deu uma liberdade de tempo absurda. Pô, o cara faz melhor do que eu, é sior, tá sendo bem
pago, só que agora eu ganho tempo para fazer aquilo que é de fato a minha zona de talento, aonde que cada um, uma hora minha, vai trazer 10 vezes mais resultado pro negócio, né, do que Ficar olhando aqui, escovando o conteúdo lá da pessoa, entendeu? >> Claro. >> No meu caso, tem acho que tem tem duas duas coisas. A primeira foi demorar para começar a colocar a cara e mostrar essa minha jornada de gestor de tráfego. Eu tenho muito arrependimento, tenho poucos arrependimentos, mas eu me arrependo muito de não ter esses meus primeiros contatos documentados,
assim, produzir conteúdo lá sem saber como é que eu ia Vender no futuro. A gente começa muito tipo: "Não, agora eu tenho um plano de vender um curso, aí por isso que eu vou começar a produzir conteúdo. Eu já teria começado essa jornada anteriormente. E ultimamente eu acho que foi essa questão da internacionalização, que até citei que eu fiz a live em espanhol, então eu já tava uns dois, tr anos falando que eu ia fazer esse movimento, só que aí eu sempre ficava deixando para depois. Ah, tem o idioma, a barreira linguística e Tal. Aí
eu falei: "Cara, quer saber? Esse ano isso acaba, eu vou marcar a data da live". Aí no dia que eu marquei a data, chegou a data, eu não tava pronto ainda para fazer, mas eu eu fiz do jeito que deu e aí agora é manter essa essa produção de conteúdo aí do menino. >> Agora destravou. Destravei, destravamos. Inclusive, se vocês quiserem que chama ele depois, só para falar sobre internacionalização, que acho que é um Baito episódio, né? >> É, me dá mais uns meses para eu ter resultado, aí a gente vem. Fechou? >> Bora. E
qual que foi o melhor conselho que vocês já receberam e como ele mudou suas carreiras ou negócios? >> Pô, a comunidade tá profunda, né? >> Não, eles estão filosóficos, né? Caraca. É, >> olha, eu recebi um conselho que foi sobre foco, ã, e foi na época que a gente tava Dentro da Endavor. A gente recebeu muitos conselhos na Endeveror de grandes empreendedores que já eram já eram da Endever também e tal. E assim, o o Edson Rigonat foi o conselho foi do Edson Rigonat, que é um dos pioneiros no Brasil, investidor e tal, né? tem
o fundo e o cara falou assim: "Cara, foco porque a gente sempre tem um sonho grande e a gente tem um roadmap muito grande. A gente fala assim: "Não, porque vai ser isso, vai Ser aquilo, olha, eu quero fazer isso aqui". Aí ele falou: "Cara, foco, vamos fazer uma coisa primeiro, dar muito certo e dominar e virar líder nesse negócio para depois expandir pros lados, né? senão a gente tem muita dispersão de foco. Então, para mim, esse foi o melhor conselho, porque isso ajudou muito a gente a decidir onde a gente ia colocar nossas fichas.
A gente tinha, quando falar falando como né, a gente tinha eh uma uma ideia de fazer vários produtos e Não sei o quê, ao mesmo tempo, praticamente, né? >> E não, foco, vamos fazer o melhor agendador de post do mundo. Quando virou melhor agendador de post, agora vamos fazer o melhor relatório, agora vamos fazer o melhor. >> Cara, mandaram eu casar, eu casei, cara. que para mim funcionou muito também esse conceito. >> Foi foi foi mandaram eu casar. E aí eu casei, casei bem assim, tipo, quem me Falou isso foi o meu irmão mais velho.
Ele falou que, pô, que a mulher que você escolhe para estar na sua vida, ela tem muito poder sobre a sua vida. Assim, eu tava num relacionamento que não me levava tanto pra frente, aí depois que eu achei a Priscila, minha vida foi tipo só ladeira acima. E aí de negócio mesmo, eu acho que foi, acho que tive bons conselhos assim na carreira, mas acho que foi uma pergunta que quase funciona como um conselho, que foi do Antônio Napoli que ele perguntou, ele é >> quem que você serve, quem saber com clareza quem que você
serve, sabe essa história do do ICP, saber essa definição bem de quem que você serve e o que que você tá levando pra mesa dessa pessoa, sabe? nosso meu negócio, eu falo que eu ensino prestadores de serviço, no caso hoje mais focado em gestores de tráfego pago, ganharem dinheiro. Meu negócio é fazer o cara ganhar mais dinheiro do que ele bota no meu bolso. Então essa é a Pessoa que eu tô servindo, o cara que tá buscando uma profissão, uma carreira, ou a pessoa dono de negócio que quer anunciar e cansou de passar pela mão
das agências. Mas quem você serve talvez seja o conselho mais empresarial, mas se você não tá casado, escolhe bem que você vai casar e >> e que ajuda a determinar o modelo de negócios, né? Essa pergunta do Napoli é essa, porque você consegue moldar o modelo de negócio para quem você serve, Porque >> o mesmo negócio pode ter, ou seja, uma agência pode ter n modelos de negócio, né? >> Sim. >> Aí agora tem uma pro Kiso e uma pro Sobralvo. Kiso, você é um pesquisador aprofundado e aponta tendências com grande assertividade. Das situações em
que você identificou uma tendência, qual mais te surpreendeu e que lições você tirou dessa situação? Olha, foi, eu fiz Eh eu faço sempre, né, o o workshop de tendências todos os anos e tal e e eu já tinha cantado essa bola da autenticidade há bastante tempo. >> E aí chegou a hora. Chegou a hora. Sim. Assim, esse é o que vai mais mudar, que a gente discutiu aqui já nesse episódio, o que vai mais mudar a forma como a gente precisa criar conteúdo. As pessoas estão indo pelo caminho errado, terceirizando tudo para Iá, automatizando 100%
e a pessoa se orgulha De não ter nem olhado o post e publicado >> do tipo assim, >> fiz tudo lá com N8N, open closi lá o caramba, com >> postou enquanto estava dormindo, né? ou tudo, puxou lá a notícia, fez e tal, postou e eu não tô nem meio tá crescendo e se orgulha disso. Na verdade, ela só tá contribuindo para escalar o caos dentro das mídias sociais e não para escalar a humanidade, né? As redes sociais são sociais sobre pessoas, Diálogos, né? >> As redes sociais são sociais, o tráfego pago é pago. A
gente fala verdades aqui nesse podcast, entendeu? Difíceis de você engolir elas, inclusive faz parte. Então assim, essa essa tendência da autenticidade, ela ela é ela pode parecer meio vaga, né? Quando a gente fala autenticidade, pode parecer uma palavra bonita, mas ela para mim é a mais preocupante no momento. Quem não entender esse jogo da autenticidade vai Começar a ficar para trás. Por quê? Porque as próprias plataformas estão reduzindo já o alcance de conteúdos feitos por IA. >> O nosso colega Fábio Ricota inclusive mandou esses dias aí no WhatsApp falando, Kiso, olha esses prints. Ele fez
alguns conteúdos feitos inteiramente por IA e não rotulou como IA. E ele viu um certo padrão de alcance orgânico baixo e aí ele fez posts feitos com IA, só que ele rotulou que foi feito com IA E o padrão foi melhor de alcance orgânico, porque ele foi transparente, honesto com a plataforma que ele fez >> ser verdadeiro compensa. >> Mas obviamente um conteúdo original que é o que o Thiago Nigro tem feito, que é o que o lowf, né, mais raiz e tal, ele tem performado ainda melhor. Por quê? Porque é sinal de humanidade total
e é o que a galera quer, né? A galera quer ver sua opinião sobre o assunto, né? a sua experiência sobre o negócio. Então isso Vai começar a pegar cada vez mais. >> É, prove que você é humano sem só clicar nos semáforos e bicicletas, capta. >> O capta >> e especificamente para o Sobral, a comunidade que você criou foi uma visão ou uma descoberta? Você a construiu já sabendo no que ela poderia se tornar ou em algum momento do caminho você olhou para o que estava crescendo e percebeu isso daqui é maior do que
eu imaginei? >> Ah, não. Foi completamente na cagada. Eu Não não tinha ideia assim. Eu acho que eu eu fazia as lives ali, aí eu lembro que na primeira vez na minha live número dois eu falo, tava muito nervoso, aí eu falo assim: "Ah, e aí esse anúncio aqui que você vai subir, esse o primeiro que você vai subir, você tem que chamar ele de subido." Aí as pessoas no chat, subido, subido, subido, subido, subido. Aí eu lembro de pensar assim: "Cara, as pessoas elas são meio idiota igual eu, entendeu? Tipo assim, as pessoas tem
um Senso de humor, tipo, meio bobão assim, sabe? Eh, gente feliz, ri de qualquer coisa". Eu falei, gostei disso daqui. Eu gostei de Tem gente batendo palma para quem eu sou e não pra mascarazinha que eu criei ali na internet, não autêntica. E aí ali eu falei, foi a primeira vez que eu pensei, pô, uma uma comunidade tá se formando aqui em torno desse meu conteúdo, vou seguir fazendo isso daqui com mais afinco. Aí foi ali que eu decidi fazer um produto de comunidade. Mas pouca gente sabe, uma das principais decisões para fazer o produto
de comunidade é porque eu não queria empreender. Eu tinha medo de não conseguir liderar, de não conseguir formar a equipe. Aí eu falei assim, eu tenho que encontrar um modelo de negócio que traga o estilo de vida que eu quero ter. Eu não quero ter suporte. Então os próprios alunos vão se responder. E eu sempre fui alguém que gostei de participar de comunidades. Então assim, Se me botar num grupo de WhatsApp sobre um assunto que eu gosto, eu vou ser a pessoa que vou comentar, vou querer falar, eu sou essa pessoa extorvertida. Então, eu era
esse participante da minha própria comunidade. Isso foi gerando um efeito bola de neve zero estratégico das pessoas irem se ajudando. E essa bola de neve, ela rola até hoje. Então assim, a comunidade ali que a gente criou é um lugar de muita generosidade, assim, essa é a principal característica das pessoas Que estão dentro da comunidade, que estão tendo resultados ali dentro, que estão participando ali dentro. é um negócio genuíno e generoso. A gente até bota uma competição ou outra para as pessoas participarem, mas tem muito menos estratégia e muito mais esse eh essa herança do
passado do Pedro que começou lá nessa participação. E aí tem um corte de podcast que em 2018 que eu falo assim: "Ah, se daqui a 5 anos, cara, a comunidade tiver 5.000 pessoas, Tipo assim, nossa, vai ser o é o ápice, é onde eu sonhei chegar". Aí eu lembro que quando foi bater 10.000 pessoas, eu falei: "Não, 10, eu nunca vou vou ter 10.000 pessoas na comunidade". Aí eu falei: "Não, quando chegar em 10.000 eu vou fechar". Aí chegou em 10.000. Aí eu falei: "Ferrou porque eu vou quero vender mais agora". Aí eu falei: "Erei,
mudei de ideia, vamos fazer, nós vamos abrir de novo." E aí se tornou muito maior do que do que Eu esperava assim, eu nunca nunca imaginei que ia ser que ia ser tão grande, mas hoje eu faço os movimentos muito mais estratégicos. Até esse movimento da internacionalização é tem gente que pergunta, né, se os subidos vão ser os acendidos, mas não, eles vão ser os subidos. Só vou internacionalizar a a produção de conteúdo e o ensino do da gestão de tráfego. >> Baita papo, meus amigos. E você que tá ouvindo, não esquece de deixar o
like, Se inscrever no canal. 80% das pessoas que vem isso aqui não se inscrevem no canal. Pelo amor de Deus, pô, dá o like. Todo mundo assiste, fala que é massa, mas não esquece, mas esquece de dar o like. Então, deixa o like aí. >> Não vai cair o dedo. Não vai cair o dedo, cara. Só apertar agora nesses momentos que nós estamos aqui. Faça isso, por favor. Olha, eu sou um dos inscritos, sempre tô aqui escutando e vendo o podcast. Então, pô, quem tá Vendo não apertou, >> é super prazer conversando e podem deixar
aí a publ final aí, >> a, >> o que vocês quiserem falar. >> Publicidade, cara, postem sobre mim no TikTok. >> É isso. >> Fala, fala de mim no TikTok. Fala, é, fala de mim no TikTok. Isso aí. Falem bem ou falem mal, mas falem de mim. >> Aquela falem bem, mas se você falar mal, Eu vou derrubar o conteúdo. É Pedro Sobral em todas as redes sociais. Se você não me encontrar, eu te acho com os anúncios. >> Muito bom. Muito bom. Bom, o meu é Rafael Kiso. Quiso K SO. Rafael com F normal
em qualquer rede social também. E quem tiver interesse desse guia de sobrevivência aí do social mídia para mudar a diversão, me manda um direct que eu te mando de volta. >> Muito bom. >> E me segue lá também @joedro. E eu consegui JoãoPedro no TikTok, no Instagram e no Twitter. >> Cara, sabe que as pessoas referenciam a você nisso? Alguém falou assim: "Ah, sabe o João Pedro? Aquele que tem o o @ JoãoPedro e toda vez que eu tô numa sala que tem outro João Pedro, eu sei que ele fica tipo filha da [ __
] >> Valeu, gente. Valeu,