Atenção, você que é servidor público autista, já pensou se você tivesse um pequeno manual de instruções para sobrevivência no estágio probatório? Olá, pessoal. Meu nome é Lucélio Lacerda.
Eu sou neurodivergente, advogado de neurodivergentes e meus contatos profissionais estão na descrição. Eu decidi fazer esse vídeo porque eu tenho percebido através dos clientes que se aproximam do escritório, que entram em contato através do nosso WhatsApp, que se consultam comigo, que existe uma verdadeira luta no estágio probatório entre os servidores públicos que são autistas. uma verdadeira luta.
É uma luta contra si mesmos e é uma luta contra as pessoas típicas que estão ali na convivência deste servidor autista no ambiente de trabalho, na repartição pública. Isso acontece em todos os lugares, gente, em todos os entes da federação, nos estados, nos municípios, eh no serviço público federal, na administração indireta, nas empresas públicas, nas fundações públicas, em todo lado tem esse problema. Todo autista, gente, tem problema de relacionamento no trabalho.
Todo autista tem problema de exposição ou sobrecarga sensorial no ambiente de trabalho. E isso também acaba afetando e agravando os problemas de relacionamento que já são normais eh do perfil da pessoa que tem transtorno do espectro do autismo. O que que nós aprendemos aqui neste canal?
Muita gente recebe diagnóstico e vem aqui maratonar esse canal, assistir as nossas centenas de vídeo e se reconhecem, se identificam com as coisas que eu digo aqui. Olha, todo autista no serviço público tende a dar problema. Eu não tô dizendo que todo tem problema, mas todos tendem a dar problema, porque o autista é um incompreendido.
O autista tem um jeito diferente de ser. Ele tem um jeito diferente de ver o mundo. Ele tem um jeito diferente de de fazer crítica, de se dirigir às pessoas.
Às vezes é sincero demais e manda na lata, manda direto uma coisa que ele pensa às vezes sobre a eficiência do outro, às vezes sobre um jeito de fazer as coisas. O autista, porque tem rigidez cognitiva, às vezes ele chega a determinadas conclusões que são rígidas demais para as pessoas típicas. Às vezes o autista pensa que só tem um jeito certo de fazer as coisas.
Ele não vê as outras formas que existem de, né, se realizar as tarefas. O que que acontece quando o autista sai com essa metralhadora de sinceridade cometendo sincerídio a todo momento? Ele acaba atraindo a antipatia do outro.
Às vezes ele tá dizendo uma coisa, por isso é que eu digo que ele é incompreendido, porque nisto não tem aquela coisa que a gente chama de dolo. Dolo, ou seja, a intenção de magoar o outro, a intenção de prejudicar o outro, a intenção de altercar com o outro, a intenção de humilhar o outro. O que ele tem é a intenção de compartilhar o seu pensamento, a sua ideia sobre a coisa.
E às vezes ele compartilha de maneira muito veemente, porque ele acha que o o as coisas vistas do ponto de vista dele estão mais certas do que a forma com que os outros vem essa mesma questão. Se você é autista e é servidor público, no decorrer desse vídeo, se não concordou até agora, vai acabar concordando, vai se identificar com algumas coisas que eu vou dizer aqui. Então, ele atrai a antipatia deste povo.
E aí, atraindo a antipatia desse povo, porque o povo não acha que ele tá sendo só sincero, ele acha que o que que o autista quando diz essas coisas, ele tá ele tá, vamos dizer assim, entre aspas, ele tá sacaneando o colega, né? E aí que que eles tentam fazer? Retaliar.
Ah, se ele me sacaneou, eu vou sacanear de volta, né? E aí acaba uma guerra em que o autista sempre vai perder, porque junta um grupo ou junta vários grupos de colegas nessa relação horizontal, né, pessoas do mesmo nível hierárquico. E às vezes isso chega nos superiores e quando chega nos superiores, aí vem consequência.
Aí costuma acontecer sabe o quê? Processo administrativo disciplinar. O camarada passa por sindicância, processo administrativo disciplinar.
às vezes sofre um, dois e três. Advertência é suspensão e demissão, né? Acontece o tempo todo.
E você sabe que é mais fácil de acontecer isso, mas bem mais fácil de acontecer logo no estágio probatório, porque no estágio probatório o servidor ele ainda não conquistou aquela estabilidade, ele não tem ainda aquela segurança, né? E ali a situação dele é meio precária no estágio probatório. Uma série de coisas podem acontecer no estágio probatório.
Agora eu queria fazer uma uma ressalva aqui que este vídeo eu estou fazendo principalmente para o autista que ingressou no serviço público através da ampla concorrência, tá? E eu vou lhe dizer porque que eu estou eh elegendo este perfil que passou na ampla concorrência. É por, primeiro, a maioria dos servidores públicos que são autistas são recém diagnosticados.
A maioria deles ingressaram no serviço público na ampla concorrência e não nas cotas PCD. Eu tô excluindo da apreciação desse vídeo os que passaram na cota PCD, porque os que passaram na cota PCD já entraram no serviço público com o conhecimento dos seus chefes sobre a sua condição. Então, eh, as repercussões são bem diferentes daquilo que eu vou tratar aqui nesse vídeo de hoje.
Eu vou te dar umas dicas para você que tá no estágio probatório [roncando] sobreviver a esses 3 anos e passar por eles em cume, sem ter que enfrentar PAD, sem ter que eh se dispor com os colegas, sem ter que passar os problemas que eu vejo dezenas de autistas passarem. E eu vejo através de relatos que me fazem todos os dias nas meia dúzia de consultas diários diárias que eu faço com meus clientes, que são autistas e muitos deles servidores públicos. Aqui no escritório, 80% dos nossos clientes são eh servidores públicos e empregados públicos.
Então, só a partir daí dá para você ter uma ideia que eu estou falando de uma coisa que eu tenho experiência nela. Além disso, para quem não sabe, eu também tenho o transtorno do espectro do autismo, tenho três filhos com diagnóstico de te irmão que vocês devem conhecer, o Lucielmo Lacerda, que também tem teia e sobrinho com transtorno do espectro do autismo. Então, vamos lá para as dicas de sobrevivência do autista no estágio probatório do serviço público.
A primeira coisa, a primeira dica que eu vou dar para você que tá no serviço público, que entrou na ampla concorrência, que agora tem o diagnóstico, descobriu o que é autista, porque eu tô falando para autistas. Autistas é quem tem diagnóstico. Então, se você tem o diagnóstico, por mais recente que ele seja, preste atenção nessas dicas.
A primeira coisa que você deve fazer é procurar acompanhamento psicológico e terapêutico. Aí muitos vai falar: "Ah, não preciso". É claro que precisa.
Se você não precisasse, você não tinha recebido diagnóstico, porque só recebe diagnóstico de TEIA se o diagnóstico tiver correto, se tiver prejuízo significativo, tão significativo que causa barreiras. Barreiras que te impedem de evoluir e competir na vida em igualdade de condições com as outras pessoas. Então, se você teve diagnóstico, você tem prejuízo.
Se você tem um prejuízo, você precisa de suporte. Não existe autista sem suporte, sem necessidade de suporte. Os autistas são diagnosticados com nível de suporte 1, 2 e 3.
Se o seu nível de suporte for zero, você não é autista. Você pode estar no fenótipo estendido do auto, do autismo, mas autista não será. Então você autista precisa de suporte.
Amparo psicológico e terapêutico é suporte. E é o primeiro que você deve procurar com profissionais especializados. E aí que que você vai fazer?
No que que esse pessoal vai te ajudar? Sabe aquele sofrimento que você tem no trabalho que só você sabe como é que é? Você vai contar para essas pessoas.
Terapeuta ocupacional, a psicóloga, né? As pessoas com quem que que oferecem terapias especializadas. você receber um diagnóstico, naturalmente tem um psiquiatra, tem um neuropsicológico, um neuropsicólogo que que que ajudou a construir esse diagnóstico.
Esses profissionais você deve procurá-los não só para obter o diagnóstico, mas para obter tratamento e eles vão te prescrever terapias. De tempos em tempo você tem que estar no psicólogo, de tempos em tempo você tem que estar no terapeutas, você tem que estar no no médico psiquiatra se consultando, se tratando, talvez se medicando. A primeira dica que eu dou é procurar suporte psicológico e terapêutico.
Precisa, ah, mas custa muito caro. Custa mais caro ainda você não utilizar desse suporte, não lançar a mão dessa ferramenta, conversar com alguém sobre o que acontece com você, vê uma ver as coisas de outra perspectiva. Porque quando você conta pro seu psicólogo ou pro terapeuta o que que acontece no trabalho, olha, porque fulano faz isso comigo, fulano tá me perseguindo, fulano falou tal coisa comigo, eu vi eles coxixando a meu respeito, eu eu sinto que eles estão fazendo bullying comigo e tal, e aí essa pessoa que tá te dando acompanhamento terapêutico, ela vai se aprofundar, ela vai te fazer mais perguntas para poder entender melhor o entorno, o contexto, porque às vezes o autista não vê o contexto, ele vê o mundo ele com o mundo conversando, mas ele não vê o entorno, né?
Ele não vê o antes, o que que aconteceu, como é que a pessoa pode ter interpretado uma coisa. E aí, às vezes, ele não consegue lincar uma atitude hostil de um colega de trabalho com um fato pretérito, que pro autista pode não ter significância nenhuma, mas para aquela pessoa tem. Então, a primeira dica, a mãe de todas as dicas é essa.
Descobriu que é autista, não se contente com diagnóstico, vai buscar suporte terapêutico. Segunda coisa, você agora sabe que é autista, está procurando suporte terapêutico, você já entendeu que você é diferente das outras pessoas porque você recebeu esse diagnóstico. Como eu disse, só recebe o diagnóstico se tiver prejuízo.
Então agora você tem que olhar para trás no retrovisor em perspectiva e em retrospectiva e entender os como e o os porquês. Por que minha vida foi assim, por que eu fiz tais escolhas? Por que que meus eu tive dois casamentos antes, eles só duraram dois anos cada um?
Por que que fulano nunca mais falou comigo? Por que que eu não sinto falta de tais e tais e tais pessoas? Por que que eu saio pouco?
Por que que eu sou isolado? Por que que eu não tenho disposição para sair paraa balada no fim de semana? Por que que eu não gosto muito de conviver com as pessoas?
Se analisar, refletir. E aí quando você começa a se entender, você vai chegar à conclusão de que deve seguir a minha próxima dica. Evite se expressar com veemência as suas opiniões sobre os outros ou sobre as ações dos outros ou sobre o trabalho dos outros.
Ou seja, você pode, claro que você pode convivendo com outro, pode e deve convivendo com outras pessoas trocar experiências, o que inclui compartilhar a sua visão de mundo. Mas isso é muito diferente de impor a sua visão de mundo. Não tô aqui para dar sermão, até porque eu também sou autista, mas depois do meu diagnóstico, eu entendi muita coisa e tenho ganhado muitas habilidades.
Depois disso, eu quero que você também ganhe muitas habilidades. Então, segunda coisa, primeiro se tratar suporte terapêutico e psicológico. Segundo, evitar impor a sua visão de mundo aos outros.
Pense, abra a cabeça, admita que o outro pode ter outras soluções diferentes, ainda que você ache menos eficiente, ainda que você ache que a sua ideia de mundo, de trabalho, de soluções é melhor que a dos outros, mas tem que entender que os outros têm direito de adotar as soluções que bem entenderem, ou seja, cada um no seu quadrado. Isso vai te ajudar a evitar muitos problemas no relacionamento de trabalho, especialmente nesse período vulnerável, que é o período do estágio probatório. Terceira dica, identifique quais são as principais situações que te causam sofrimento no trabalho.
Você vai identificar situações de desconforto e estresse. Você tem que parar e refletir muito sobre isso. Quando você tiver chateado, não tiver aguentando o ambiente de trabalho, você vai pensar: "Por que que eu tô assim, hein?
Será que essa luz aqui que tá muito forte, eu tenho hipersensibilidade à luz? Será que eu tenho um problema sensorial com ruído? Esse lugar é muito barulhento?
Será que eu fico esgotado? Eu fico cansado, rápido, porque eu tô interagindo com muita gente? Será que eu tô entrando em crise aqui no trabalho?
" E aí tem vários tipos de crise, tá? As principais crises dos autistas são melt e shutdown. Shutdown.
Eu vou tentar exemplificar aqui. Shutdown é quando você implode. Sabe o que que é implodir, né?
Explodir para dentro. A coisa toda acontece dentro de você. Você se fecha igual aqueles igual um tatu.
Você se fecha igual uma ostra, né? E você às vezes demora muito para se regular, né? vem a ameaça, o o o conflito externo, você se fecha e aí você se tranca dentro de si mesmo e não consegue interagir, realizar tarefas, fica paralisado.
Tem alguns que vão até pro banheiro, que choram no banheiro, ficam horas eh esperando para se autorregular, para se recompor. E tem o meltdão, é de dentro para fora. pessoa fica agressiva, pode ficar agressiva, inclusive com agressões físicas, né, em relação à outra pessoa.
É colocar o dedo em riste, é gritar, é falar com veemência, né, às vezes insultar e também demanda um tempo considerável pra pessoa se autorregular. Geralmente depois de uma crise de meltdown, a pessoa de de meltdown, a pessoa não consegue eh se recompor no mesmo dia, inclusive. Então você tem que identificar o que é que te causa, porque quando você identifica o que é que causa o problema, você pode atuar nele.
E atuar como atuar com seus suportes terapêuticos, com seu psicólogo e também juridicamente. Eu vou já vou te explicar como que isso pode ser feito. Quarta coisa que você não deve fazer.
A quarta dica, tem muitos clientes que relatam que estão sofrendo assédio moral, que estão sofrendo bullying no trabalho e tal e a maioria deles não fizeram esse link ainda. Cara, por que que esse pessoal tá me perseguindo? Geralmente a maioria desses clientes receberam diagnósticos recentes e que não foram compartilhados.
Então, geralmente o ambiente de trabalho nem sabe que a pessoa é autista ainda. Então, não dá para dizer que essas pessoas estão discriminando, praticando assédio moral, porque aquela pessoa é uma pessoa com deficiência, é um autista. O ambiente de trabalho pode até ter indivíduos que achem aquele aquele servidor esquisito, embora não saiba que ele seja autista, vê que tem alguma coisa diferente, mas também é forçar demais dizer que esse assédio moral e esse bullying tá acontecendo porque a pessoa é deficiente, porque ela tem autismo, porque as pessoas ainda não sabem, porque esse diagnóstico ainda não foi compartilhado, porque é recente.
Então, se não é isso, o que será? Provavelmente pode ser uma situação dessas que eu acabei de dizer aqui, ó. O cara falou alguma coisa diretamente, o outro ficou ofendido, guardou aquilo no coração e fica se vingando a miúde dia a dia com assédio moral, com provocações, com bullying, com piadinhas de mau gosto, né?
com criando situações simbólicas ali que o autista não entende direito, mas que ele sabe que se refere a ele. E aí muitos, gente, não são poucos não, por isso que eu tô dando essa dica, porque eu acho ela importante. Muitos começam a se movimentar nas instâncias internas, vão na ouvidoria, vão na corregedoria.
Tem alguns que vão até na polícia abrir BO ou no Ministério Público fazer denúncia. Quando você faz isso, você piora exponencialmente a situação, porque aí é que eles vão se vingar mesmo. Aí é que a situação, o conflito vai se agravar.
Ah, então não, não devo fazer nada. Eu devo deixar para lá o assédio moral, o bullying, a discriminação. Não.
Você vai agir de maneira correta para se respaldar. O que que você vai fazer? O que que você tem que fazer em primeiro lugar antes de tentar sair denunciando todo mundo que tá se dispondo com você no trabalho?
A primeira coisa que você deve fazer é o requerimento de reconhecimento da caracterização da deficiência com assentamento na ficha funcional. E por que você deve fazer isso? É porque depois que a sua deficiência é reconhecida, com assentamento na ficha funcional, aí no seu órgão empregador, o próprio empregador fica obrigado a prestar atenção em você.
O próprio empregador fica obrigado a te observar e a remover as barreiras que por acaso se apresentem durante a execução do seu trabalho. Porque isso é inclusão, é dever de todos, é dever do empregador, é dever do poder público. Então, uma coisa é o seguinte, é você ir no Ministério Público, da corregedoria, na ouvidoria e dizer que tão fazendo assédio moral, que não sei o quê, que tão te discriminando.
A outra coisa é você ter a deficiência reconhecida pelo seu empregador. Aí todo mundo já tá sabendo que você é deficiente, né? Tem alguns até que vão com um cordãozinho de girassol ou de quebra-cabeça para se identificar.
A empresa tá sabendo que você tem deficiência e tá permitindo ou se omitindo diante de situações abusivas. E aí sim você vai na corregedoria, fulano de tal, servidor, matrícula tal, pessoa com deficiência reconhecida, com assentamento na ficha funcional, vem informar que vem acontecendo esse tipo de situação aqui e tal. Aí o tipo de providência é diferente, o tipo de proteção é diferente, o tipo de presunção com relação ao que você está falando é diferente, eles vão partir de outro lugar.
Então, gente, a solução é essa, é você procurar primeiro obter o reconhecimento da da caracterização da deficiência para depois tomar alguma providência com relação a isso. E por fim, tem outra coisa que você pode fazer. Quando você identifica o que é que te causa sofrimento no trabalho, talvez você seja capaz também de formular uma maneira melhor de executar esse trabalho, mesmo tendo deficiência.
Talvez a sua deficiência, na forma como ela se manifesta em você exija alguns ajustes na execução desta jornada de trabalho. E aí você pode fazer um requerimento de adaptação. Já, já que você já tem o reconhecimento garantido na ficha funcional, é claro que eles vão observar e apreciar com atenção o pedido que você fizer de adaptação laboral, que pode ser uma redução de jornada, que pode ser um trabalho em home office ou em regime híbrido, pode ser uma jornada flexível ou pode ser outros ajustes.
Aí vai depender de cada servidor e de cada autismo, porque tem autista que se você dá uma ordem eh de trabalho, uma tarefa para ele de maneira muito aberta, ele acaba não conseguindo compreender exatamente o que tá sendo pedido e e paralisa na execução da tarefa. Então, talvez aquele autista precisa que você dê as ordens por escrito, muito objetivamente e muito delimitadamente. Ó, você tem que realizar tal tarefa desta e desta, desta e desta maneira.
Só assim ele consegue executar. Se você der um comando muito aberto, ele não consegue fazer, ele paralisa porque ele não entende direito. Então, tem várias adaptações.
As adaptações laborais, elas não são inúmeros clausos enclausurados. Elas são tantas quantas possam ser vislumbradas, desde que a situação de saúde do indivíduo naquele autismo em concreto, naquele indivíduo em concreto, exija esta ou aquela providência. Então, gente, eu espero que tenha sido útil essas dicas.
Espero que você se identifique. Comenta aí se algum de vocês se identificou com as situações que eu narrei aqui. Eu agradeço muito por você ter escolhido esse canal para se informar depois que você recebeu o diagnóstico.
Eu peço a você que se achou o vídeo útil que clique no sininho, que dê um like e que compartilhe esse vídeo com outras pessoas que, assim como você possam ter interesse nesse assunto. Muito obrigado e até o nosso próximo encontro.