Salve, camaradas. E aí, tudo bem? Eu sou Mateus Costa.
Bem-vindos ao canal Codex 95, onde nós defendemos a fé cristã, ortodoxa, tradicional diante de ataques de heresias, de pessoas que falam bastante besteira aqui na internet. Feliz ano novo, feliz 2026. É um prazer estar aqui com vocês novamente, mais cedo do que eu imaginava.
eh, muito ocupado, né, nesse início de ano, janeiro, sabe como como é corrido. Mas eu não podia ficar calado porque aquele que eu denominei de o apologista mais burro da internet fez um texto, fez vídeos e fez um texto falando mais burrices. A gente não pode deixar passar.
Jamais eu poderia ver uma burrice dessa e passar impune, né? Vamos responder, vamos mostrar a verdade bíblica, a elegante e maravilhosa doutrina tradicional bíblica sobre a trindade, que é atacada mais uma vez aqui pelo Douglas Freire, pelo Mateus Ferraz, os apologistas mais burros da internet, né? Então vamos lá.
Dessa vez não vamos reagir a um vídeo, vamos reagir a um textinho, né? Eles não querem passar vergonha somente em um formato, passam vergonha também em texto, também por escrito. Bom, qual é o contexto aqui?
Eles fizeram um vídeo, né, tentando eh disfarçar a trindade que existe eh em Mateus 28, versículo 19, né, onde Jesus ali ensina a fórmula baptismal trinitária, claramente, né, mas esse texto aqui não diz respeito especificamente a esse texto e sim a uma tentativa, né, de combater a explicação do teólogo erito Norman Geisler a respeito das suas definições da trindade, né? Bom, como já falei várias outras vezes, eu não sou um protestante assim como Gleré, mas eu concordo claramente com a enunciação da Trindade, segundo ele colocou aqui. E nossos amigos aqui do grupo historiador TJ, os apologistas mais burros da internet, acharam por bem tentar refutar a doutrina da trindade e eles se trouxeram aqui alguns argumentos para isso, né?
Vamos ver. Então, começando aqui, vocês podem ler aqui depois, mas vamos começar direto para os argumentos, né? O problema da essência e da imutabilidade divina.
Geisler define que Deus é um em essência. Bom, não é Geisler que define isso, tá? Quem define isso é todo o monoteísmo clássico das religiões abraâmicas, né?
Todos os muçulmanos, todos os judeus, todos os cristãos acreditam que Deus é apenas um em essência. Você também, Douglas, você deveria crer que Deus é uma em essência, porque os unitários também creem nisso. E aqui ele diz, teologicamente, essência ou natureza refere-se à aquilo que é intrínseco ao ser, características predominantes.
As escrituras definem essência de Deus como atributos claros. Deus é espírito. Deus é amor.
Aí que ele traz as proposições. Deus é imutável. Deus é amor.
Logo, Deus é imutavelmente amoroso. Deus é um ser imutável. Deus é um ser imaterial.
Deus é um ser imutavelmente imaterial. Ó, olha só, só pancada lógica que que ele tá dando, né? Se afirmamos que o Deus que é espírito pode deixar de ser espírito para ser homem, temos que admitir, por lógica que Deus que é amor pode deixar de ser amor em algum mundo possível.
A imutabilidade não permite exceções. É, e a sua burrice também não permite exceções. Porque quem é no mundo inteiro que afirma isso?
Qual é o trinitário que afirma que Deus que é espírito deixou de ser espírito para ser homem? Meu Deus, cara. Vai estudar em que página de qual catecismo, em que ata, de qual conselho trinitário está escrito que Jesus, a segunda pessoa da trindade, ele deixou de ser Deus, deixou de ser espírito para se tornar homem.
Simplesmente isso é uma burrice tremenda. Aqui reside o primeiro colapso lógico da tese trinitária. Não, aqui res borrícia enunciada por Douglas e por Mateus.
Porque ninguém, nenhum trinitário acredita nisso. Nós acreditamos na união hipostática que Jesus por por hora da sua encarnação, que São Paulo chamou de quenis, né, essa doutrina, ele não deixou de ter a natureza divina, ele adquiriu mais uma natureza, né? Ele até cita aqui João capítulo 1:14, né?
Você sabe ler grego, cara? O verbo se fez carne. O grego dessa passagem, Cairologeto.
Eeneto passou a ser, né, da ideia de algo que entrou numa nova condição histórica, né? Não é uma criação exnilo, né? Ele não descartou uma natureza para adquirir outra.
E sim, essas duas naturezas elas passaram a conviver em união perfeita, na união impostática. Você é um cara burro. Você pode deixar de ser burro, mas você nunca poderá deixar de ter a natureza de homem, porque você é homem, você nunca pode descartar a sua natureza.
Da mesma forma, Deus, que é Deus, nunca pode deixar de ter a natureza divina. Então, nenhum trinitário acredita que Jesus deixou de ter a natureza divina para ter uma natureza humana. Então, ele diz aqui, se a segunda pessoa sofreu alteração ontológica, ele não possui a característica da imutabilidade essencial.
Burro. Ninguém acredita que a segunda pessoa sofreu alteração ontológica na sua natureza divina. E sim, ele acrescentou a sua pessoa uma natureza adicional, que é a natureza humana, que passou a existir, embora distinta, em união perfeita, na união hipostática.
Ai, ai, já vimos aqui que vai ser difícil, né? Segundo ponto, a contradição das duas naturezas, o dilema da tentação. Kler insiste que a trindade é um mistério, né?
Contudo, uma contradição ocorre quando duas proposições são afirmadas sobre o mesmo sujeito ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Mas não é isso que nós estamos afirmando quando estamos falando sobre a tentação de Cristo, né? Não são as duas naturezas que são tentadas ao mesmo tempo, o mesmo sujeito, no mesmo sentido.
Não é isso que acontece. Não acreditamos que a natureza divina do filho foi tentada pelo diabo. As escrituras afirmam que Deus é apiraços, não pode ser tentado pelo mal.
Concordamos completamente com isso e não cremos que a natureza de Jesus foi tentada lá no deserto. A natureza que foi tentada é a natureza humana de Jesus. Jesus quando esteve na Terra, na doutrina da quenesis que São Paulo ensinou, que você nunca, parece que nunca ouviu falar, ele assumiu a posição de um servo.
Ele viveu a experiência humana na sua plenitude. Ele era plenamente homem. Então, assim como você citou aqui, ó, Hebreus 4:15, para que ele pudesse ser tentado em tudo conforme a nossa semelhança, para que isso acontecesse, ele tinha que ter vivido uma natureza humana plena, assim como a nossa.
E foi isso que aconteceu. Jesus foi tentado na sua natureza humana. Aí ele já tenta aqui, ó, eh, envenenar o poço.
Dizer que Jesus foi tentado em sua natureza humana e não na divina é dividir o Cristo em dois sujeitos distintos. O que seria nestorianismo? É uma heresia.
Bom, pelo menos você sabe a heresia dos outros, né? Mas não sabe a sua própria. Se nestorianismo é heresia, arianismo é uma pior ainda, né?
E não, não estamos dividindo um Cristo em dois sujeitos distintos, porque não estamos falando de dois sujeitos. Sujeito se refere à pessoa. Estamos falando de dois predicativos distintos para o mesmo sujeito e não sujeitos distintos.
Um predicativo de natureza divina, um predicativo de natureza humana. Isso está plenamente eh de acordo com o que a Bíblia ensina. Lá em Romanos, São Paulo, Romanos capítulo 1, versículo eh 3 e 4, São Paulo afirma que Jesus é descendente de Davi segundo a carne e é filho de Deus segundo o espírito.
Duas predicações, um sujeito, a mesma pessoa que está ali, duas naturezas, união impostática, plenamente bíblica. Então não tem e contradição nenhuma, cara. Isso é, cara, isso me deixa para morrer, porque a gente sempre pergunta, né?
Eles dou lá as sete proposições que formam ali a doutrina da trindade. Pergunta: "Qual dessas sete proposições é contraditória? " E os caras ficam perdido.
Eles só sabem falar: "Não, não é lógico, não é, é contraditório. " E cadê a contradição? Ele mesmo escreveu aqui o mesmo sentido ao mesmo tempo, mas não é o mesmo sentido.
Um é a natureza humana e a outra é a natureza divina. Então, como que é o mesmo sentido? Pelo amor de Deus, ele mesmo se autorrefuta.
Caramba, dá raiva, dá raiva, cara, de ver tamanha burrice a serviço de uma heresia. Terceiro ponto, três centros de consciência, onisciência absoluta. Kaer argumenta que há três centros de consciência em um só ser, compartilhando a mesma essência divina e eh obrigatoriamente o mesmo nível de sabedoria e conhecimento.
Aí é claro que ele vai falar sobre a ignorância do filho, né? A respeito daquele dia e daquela hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem os filhos, senão o pai. Oh, quando que Jesus falou isso aqui?
Jesus falou isso aqui, estava encarnado. Ele estava falando segundo a sua natureza humana. E mais ainda é a respeito da natureza humana que está sendo dito aqui no seu papel da economia da salvação.
O pai é o único que sabe porque foi da vontade do pai que ele não revelasse a ninguém. E esse ninguém aqui na verdade significa nenhum homem, né? O grego da palavra, esse ninguém aqui é nenhum homem, sabe?
Tanto é assim que ele que significa homem, porque ele faz uma distinção entre ninguém, as pessoas, né, os homens, depois ele cita os anjos e depois ele cita o filho de Deus. Então essa palavra aqui é nenhum homem, Jesus como homem realmente não sabia. E não era o seu momento, não era o seu papel da salvação.
Dizer que Jesus não sabia de algo, de modo algum interfere com a onisciência, porque está aprendendo segundo a sua natureza humana. Jesus não aprendeu só isso aí, não. Não foi só a hora do fim que ele aprendeu, não.
Ele aprendeu a falar, aprendeu a andar, aprendeu a sua profissão de de carpinteiro. Ele era plenamente homem. Ele tinha que ter uma experiência humana completa.
E segundo essa experiência humana, assim como seus discípulos ao seu lado, nele sabia como o homem que era, não sabia. Mas assim que ascendeu aos céus, que esteve não mais numa posição, conforme São Paulo disse, a posição de escravo que ele assumiu, onde ele reprimiu, suprimiu eh temporariamente as suas prerrogativas divinas, né, para que ele tivesse essa experiência plenamente humana. Assim que essa limitação foi levantada, ele teve o pleno acesso a essa palavra, o pleno acesso a esse conhecimento.
Então, não, essa essa passagem aqui em nada atrapalha a nossa concepção trinitária. Obviamente que ele vai falar de Apocalipse, né, revelação, capítulo 1, versículo 1, por causa da revelação que Jesus recebeu. Ora, se ele recebeu, ele não sabia.
Primeiro que essa implicação lógica é falsa. Não é porque você recebeu uma revelação que você não sabia antes. Por quê?
Porque você covardemente amputou o versículo do seu contexto. Você colocou aqui três pontinhos, porque a Bíblia fala que revelação de Jesus Cristo que Deus lhe deu para alguma coisa. Qual que era a função?
Qual que era o objetivo dessa revelação? Ah, era para revelar a João, era para revelar a igreja conforme a vontade do Espírito Santo. Então, é nesse sentido.
Ele recebeu não porque ele não tinha, ele recebeu como missão do Pai para passar como intermediário que é entre Deus e o homem, sendo ele plenamente Deus, plenamente homem. Ele recebeu no sentido de receber essa missão, um propósito na economia de salvação para revelar ao serv de Deus, a São João. Caramba, cara.
Olha aqui. Não, eu vou ter que mostrar porque essas pessoas elas acham que a gente tá vendo esses textos na Bíblia pela primeira vez, que eles estão mostrando algo que a gente nunca viu. Olha aqui, eu tenho esse momento tatuado aqui.
Olha aqui, Jesus, São João, recebendo a revelação. Será que você acha que se eu pensasse que isso significa que São João e está recebendo algo que Jesus não sabia? Que isso implica que Jesus é um ser criado, que é o arcanjo Miguel?
Você acha que eu não saberia disso? que eu não me daria conta ao ler esse texto. Simplesmente você covardemente amputou o texto do seu contexto que diz qual é o sentido em que ele lhe deu, em que ele recebeu essa revelação.
E por exemplo, se um presidente de um país manda o seu representante diplomático para outro país, para falar em nome dele, para revelar algo para outro representante, significa que por ele estar revelando uma informação que foi lhe dada por um terceiro, significa que ele não tinha essa informação? É claro que não. Aqui simplesmente está falando, está mostrando a enunciação das pessoas e o papel de cada um na economia de salvação e no papel da revelação.
Apóstolo João, o receptor da revelação, Jesus como meio, o pai como origem. Não significa que Jesus era ignorante daquela mensagem, até porque em todo o livro de revelação é a é propriamente ele que fala. Se em 90% do livro é o próprio Jesus que tá falando na revelação, como que ele não sabia o que ele mesmo tava falando?
Cara, ai é difícil, é difícil. E aqui, quarto, o verdadeiro monoteísmo bíblico. O esforço de Gajle para redefinir o monoteísmo.
Ninguém está redefinido o monoteísmo porque nós acreditamos em apenas um Deus. Monoteísmo é acreditar e adorar em apenas um Deus. E nós não deixamos de crer isso por nenhum momento.
E aqui, obviamente, cara, é sempre a mesma coisa. Por isso que eu sempre desafio lá testemunha de Jeová eh no no Pod Play, lá no TikTok, porque eu sei exatamente os textos que eles vão usar. Primeira Coríntios 8:6, vão usar João 17:3, porque eles vão pegar os textos que tem no livrinho raciocínios, que eu conheço de cabo a rabo para poder citar os mesmos argumentos velhos.
Cara, isso não é de agora. Isso é heresia mais velha do que andar paraa frente. A igreja tem refutado isso.
Não é décadas, não é séculos, é milênios atrás, cara, que nós estamos refatando isso. Então, nós sabemos exatamente esses argumentos. Você acha que ninguém nunca leu, nenhum trinitário leu esses textos na Bíblia?
E aqui ele vai dizer que em já que Primeira Coríntios 8:6 diz que para nós há só um Deus, o Pai, e um só Senhor Jesus Cristo. Logo, Jesus Cristo não é o Pai. Será?
Que bonito, né? Mas que lógica burra. Por quê?
Se esse um só Deus, o Pai, exclui Jesus de seu Deus, logo um só senhor, Jesus exclui o Pai de ser Senhor. Mas o próprio São Paulo lá em segunda Coríntios, capítulo 6, ele diz: "Nosso pai chama", eh, diz o Senhor, nosso pai. Caramba.
Então, o pai é senhor. Segundo o próprio São Paulo, que escreveu essa mesma carta lá, quando ele manda a segunda carta para essa mesma congregação, ele chama o pai de Senhor, sendo que ele disse que o Senhor é só Jesus. Caramba, né?
Então, pela sua lógica, você tá chamando São Paulo de maluco. Muito bem. Muito bem.
em todas as passadas, então, onde o pai, né, é chamado de senhor, elas foram invalidadas por a sua lógica mais burra que existe aqui. E outra, se você entender corretamente essa passagem aqui, ela se torna uma das passagens mais poderosas do do velho do Novo Testamento para se provar a trindade. Porque São Paulo não tirou isso aqui da cabeça dele.
Ele está fazendo uma citação aqui. Sabe que que texto ele tá citando? Deuteronômio 6:4.
Esse texto é o texto mais sagrado da Torá judaica, que todo judeu até hoje ele recita antes de dormir. É aemar Israel. Jeová, nosso Deus, é um só Deus, né?
É isso que eles estão eh fazendo referência aqui. Só que ele está escrevendo isso em Corinto. Corinto é uma cidade da Grécia.
Esse texto que ele está referindo-se aqui foi escrito em grego. E no grego está escrito Krios. Deus é um só Deus.
Então, Krios é a palavra que é remetida aqui para Deus. E ele está pegando essa mesma palavra, que é essa palavra aqui, ó, que você só lê em um idioma, mas no idioma original, essa palavra aqui é Krius. Então, tá chamando de Krius lá da Chemar Israel.
Está dizendo que esse Krius é Jesus Cristo. Caramba. Então, São Paulo, o que que ele está fazendo?
Ele está pegando o texto mais sagrado do judaísmo, onde não tem Jesus. está pegando esse mesmo texto, está colocando Jesus lá no meio e usando a mesma palavra para descrever que ele usa para descrever o pai que usa para descrever Jeová ou tetragrama lá em Deuteronômio. E usando a mesma palavra que um judeu ia ler lá na sinagoga, na Septoaginta, né, que era o livro que eles tinham disponível lá para poder ler.
Estava escrito em grego, né, na cidade, na Grécia, que é o pessoal que recebeu essa carta. Estava escrito lá Krius. E ele diz que esse Krius é Jesus Cristo.
E você quer dizer para mim que isso significa que Jesus Cristo não é Deus? Caramba, cara. É um festival de burrice tremendo, cara.
Não é impressionante. É impressionante. E por fim, ele vai falar aqui de João 17:3.
Ah, o único Deus verdadeiro. Então ele acha que esse único Deus verdadeiro aqui é alguma forma nos refuta. Pelo amor de Deus, refuta a posição das Testemunhas de Jeová.
Porque para testemunha de Jeová não existe só um único Deus verdadeiro. Existe um deusão, único Deus verdadeiro. E existe um deusinho, o outro Deus verdadeiro, ou é um Deus falso.
O eh arcanjo Miguel, que para vocês é o cabeça da igreja de vocês, é o arcanjo Miguel. Então o arcanjo Miguel, que é Jesus Cristo, ele é um Deus verdadeiro ou é um Deus falso? Ah, não, mas é um Deus em outro sentido.
Aqui é um sentido relativo, um sentido absoluto. Ué, mas é verdadeiro? A pergunta não é se é absoluta, é verdadeira.
Pergunta se é verdadeiro ou falso, se só há um Deus. Para nós realmente só há um Deus. Que essa distinção aqui pai e Jesus não é uma distinção de ontologia, uma distinção de ser, de essência, é uma distinção de pessoas.
Então para nós não é nenhum problema dizer que o pai é o único Deus verdadeiro, porque esse esse único aqui não exclui Jesus, porque esse único aqui é único referente à essência, ao ser. E Jesus e o Pai não se referem ao ser, se referem a pessoas. Ó, ó, meu Deus, que refutação simples, tranquila.
E quem poderia imaginar que eles iam citar esse texto, né? Nossa, ninguém imaginou que eles iam citar João 17:3. Realmente é uma surpresa, né?
E aqui ele ainda fecha, né? É o único deixo que faltou citar. João 14:28.
Ah, o pai é maior do que eu. Nossa, essa realmente eu não tava esperando, né? Nenhum trinitário nunca leu essa passagem aqui na Bíblia, eh, para saber que o Jesus falou que o pai era maior do que ele.
Quando que ele falou isso aqui? Falou isso aqui em carne. O pai Jesus estava falando que o pai era maior do que ele, não em natureza, e sim em autoridade, e sim em hierarquia, e não em essência.
Meu Deus, o general é maior do que o soldado em essência. Ele é mais humano do que um soldado em essência. ou ele tem uma posição superior a do soldado.
Aí vai falar: "Não, mas a não existe posição superior do que Deus. " Mas Deus não é uma posição. Deus é uma natureza.
Deus não é uma função, é uma natureza. Então, a função aqui é do que é enviado e do que envia. É nesse sentido que o filho está sujeito ao pai.
É nesse sentido que existe uma hierarquia. O filho procede do pai, o pai não procede do filho. E não uma extinção de natureza, não uma extinção de essência.
Duas pessoas que têm a mesma essência, elas podem ter hierarquias diferentes e terem igualdade em um sentido e diferença em outro. Nós estamos falando de sentidos diferentes, não é o mesmo sentido. Então isso para nós não representa nenhuma ameaça.
E vocês trazerem esse texto achando que vão nos surpreender, que vão mostrar para nós algo que a gente nunca viu na Bíblia, que a gente não sabe explicar, meu Deus, cara. Aí ele diz, ele dá a entender aqui categorias gregas ao texto hebraico cristão. Que anacronismo burro, cara.
Porque o hebraico, a cultura hebraica daquela época, ela era plenamente helenizada. A septoaginta, ela exige existe num contexto justamente onde os hebreus daquela época eles viram a necessidade de traduzir para o grego aquilo que eles queriam trazer. E essas palavras elas estão na Bíblia.
Ninguém um trinitário inventou as palavras gregas que nós estamos usando. Hipóstases é uma palavra que está na Bíblia. Ousia é uma palavra grega que tá na Bíblia.
Eu não vou te mostrar não. Joga na concordância de Strong. É só ir lá.
Entra aí no Bible Hub, escreve lá concordância de Strong. Coloca hipóstase. Vamos.
Será que vai dar algum resultado dentro da Bíblia? Ousia, será que vai dar algum resultado dentro da Bíblia? Se der, então você tá refutado, porque você tá dizendo que essa categoria é estranha ao texto.
Não é estranha, está no texto. Foram os próprios Hebreus aqui que você citou. O próprio São Paulo utilizou essas palavras.
Então, mais uma vez, é um atestado de burrice do grupo mais burro dessa internet, defendendo as testemunhas de Jeová. Bom, esse era um textinho, foi rápido, primeiro do ano. Aí deu pra fazer rapidamente essa refutação, é a primeira de muitas.
Por favor, deixa o seu like aí, se inscreve no canal. Vai ter muito, é refutação, muita porrada ao longo de desse ano de 2026. Estaremos sempre aqui prontos para fazer uma apologia sincera, tradicional, porque temos a verdade.
A verdade não tem exame. A verdade não tem a que temer diante de heresias modernas. Roma, Atenas, Jerusalém não tem o que temer a Filadélfia, a Nova York, o século não tem nada a que dever do século XIX.
São Paulo não tem nada a que temer a Charles Sta Russell, porque nós temos a verdade e a verdade nem precisa de defesa, mas estaremos aqui porque as hereas sempre se insurgem e nós estaremos combatendo como sempre combatemos. Por favor, deixe o seu like, siga o canal. Um abraço.
Feliz 2026 para nós.