Gênesis capítulo 3, verso 15. E eu vou ler dois textos hoje. Diz assim as escrituras: "E porém inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente, este te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar." Vamos até Êxodo, capítulo 17 verso 16. Na guerra contra Amaleque. O Senhor fará guerra contra Amaleque de geração em geração, porquanto jurou o Senhor, haverá guerra do Senhor contra Maleque de geração em geração. Nós temos em Gênesis 3:15 o que é definido como prótooevangelho, a guerra entre as duas sementes, a semente do mal, a
semente das trevas e a semente da mulher, dos justos. E Êxodo nos fala que todas as gerações Terão uma guerra contra os amalequitas. Toda toda geração que emerge, que surge, que nasce, já nasce no campo de batalha. Nós não escolhemos o conflito, ele já nos aguarda. Desde o Éden há uma guerra silenciosa e constante entre duas linhagens espirituais. a descendência da serpente e da mulher. Essa batalha é invisível, mas molda culturas, define legados e Separa filhos dos pais. O nosso desafio, então, é restaurar as pontes entre as gerações, para que aqueles que nasceram não sejam
reféns das feridas que seus pais não curaram. Pois o que não é curado em uma geração é amplificado na próxima. Dores não tratadas se transformam em grilhões e fortalezas emocionais. Um pai ferido transmite insegurança crítica e rigidez. Nós precisamos de uma geração de pais que não transmitam seus fracassos para os seus filhos. Filhos não foram feitos para sangrar as guerras mal resolvidas dos seus pais. O céu está buscando homens e mulheres que rompam ciclos, curem feridas e plantem um legado eterno. O reino de Deus não se estabelece com conquistas momentâneas, mas com gerações reconciliadas. A
Bíblia não começa com uma guerra entre Povos, mas com uma guerra entre sementes. Deus profere a sentença contra a serpente. Porém, inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a sua descendência. Deus anuncia a batalha entre duas sementes, a semente da mulher e a semente da serpente. Essa profecia não é apenas messiânica, ela define um conflito perpétuo. Cada geração encarna esse duelo. Luz contra trevas, verdade contra o engano, herança contra a ruptura. Desde então, toda a história bíblica é o desdobramento desse conflito. Analise as páginas das Escrituras. A descendência da mulher contra
a descendência da serpente. Esse conflito atinge o seu clímax espiritual. Em Apocalipse 12, quando nós vemos uma mulher prestes a dar a luz e um dragão se posiciona para devorar o Filho assim que ele nascer. O filho simboliza Cristo e todos os que guardam o seu testemunho. Veja o texto em Apocalipse 12. Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar contra os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e t o testemunho de Jesus. E se pôs em pé sobre a areia do mar. O dragão foi pelejar contra a descendência
da mulher. A mulher, figura de Israel ou da igreja, é perseguida por carregar gerações de Promessa dentro de si. O dragão persegue a descendência profética, os filhos espirituais, os herdeiros do propósito. e a sua estratégia é sempre a mesma: interromper a continuidade, causar uma ruptura entre gerações, criar um grande abismo de falta de continuidade, de herança, de legado. Veja se essa não é a grande tragédia do continente africano. Veja se essa não é a grande tragédia de um planeta órfão. A serpente está em guerra contra a semente da mulher. A guerra contra a descendência dos
justos. é um espírito que se levanta contra a geração nascente que leva consigo o plano de Deus em formação, a descendência que carrega o testemunho. Então, torna-se inevitável a associação entre Amaleque e o Dragão, já que Deus disse que haveria guerra em todas as Gerações contra os amalequitas. O tema dessa mensagem está no meu novo livro que eu vou lançar em setembro e é uma parte dele que tem muitas mensagens, mas quero deixar registrado que eu vou lançar esse livro em setembro. Hoje e dias passados, em todas as gerações, Amalque ocupou os palácios do governo
no mundo inteiro. A ferida governou Cidades e nações, a ferida, a dor, a mágoa, o ressentimento, a amargura. Maximilen Hobsespierre foi um jovem pobre, humilhado pelas elites. Ele alimentou ao longo dos anos um ressentimento profundo contra a aristocracia. Quando alcançou o poder, transformou a Revolução Francesa em uma máquina de guilhotinas, destruiu os próprios aliados, incluindo Danton e outros líderes revolucionários. Por fim, ele pereceu na mesma arma que fez muitos morrerem. Adolf Hitler foi rejeitado como artista, humilhado como soldado e marcado pelas feridas nacionais do pós-guerra da Primeira Guerra. Canalizou a dor de um povo ferido
em uma ideologia genocida. Ele usou a humilhação alemã da Primeira Guerra como combustível para o ódio. O ressentimento pessoal encontrou eco nas frustrações coletivas e sua amargura se tornou um sistema de extermínio. Joseph Stalin, oriundo de pobreza e ridicularizado pelos intelectuais bolchevics, inclusive, especialmente Trotsky, governou com paranoia, com ferro e com fogo. Quando alcançou o poder, eliminou mentores, amigos e até possíveis sucessores. Seu medo era alimentada, alimentado por lembranças do desprezo que sofreu. A ferida do passado passou a ditar suas decisões presentes. O órfão social tornou-se um pai tirano. Chegueevara Absolveu a dor do povo
como uma chama revolucionária, mas não a redimiu, radicalizou-a em nome da justiça, passou a defender o extermínio do adversário político e o uso da violência como virtude. Sua dor virou uma ideologia de vingança. A ferida não tratada se tornou espada. Ele mostrou a todos que quando a dor se organiza sem redenção, vira estratégia de destruição. Benito Mussolini foi humilhado pelas elites políticas, Transformou a frustração nacional italiana em fascismo, suprimiu opositores, exaltou a força e morreu linchado por aqueles que ele dizia libertar. Um líder movido pela revanche, pela mágoa, pelo ressentimento. Paul Pot, líder do Quimer
Vermelho no Camboja, cresceu com o sentimento de exclusão e de inferioridade em relação ao Ocidente e às elites ocidentais Intelectuais. Quando assumiu o poder, Paul Pot promoveu o maior genocídio proporcional do século XX, matando um terço da sua população, matando intelectuais, profissionais e todos os que simbolizavam a elite que o havia ferido. Fidel Castro viu na injustiça social uma justificativa para destruir todas as estruturas anteriores, perseguindo antigos aliados, reprimindo discordantes e promovendo um governo perpetuado pela dor não curada de um Povo. Seu legado carrega o peso do ressentimento transformado em regime político. O espírito de
Amaleque nasce da ferida, como nasceu de Esaú e cresceu no ressentimento e se alimenta da inveja. E quando não é vencido, devora todos aqueles que o abraçaram. É quando a dor decide destruir. Você já viu gente assim? Eu vi muita gente assim em tempo real. ao vivo e em cores nos últimos anos. O que os clássicos da literatura nos ensinam sobre a amargura? Das páginas da Bíblia aos clássicos, o espírito de Amalek está bem presente no imaginário coletivo. As suas digitais aparecem nos grandes personagens de ficção e da alma humana. Na vida e na literatura.
A amargura não é um fenômeno marginal. Ela parece com mais frequência do que acreditamos e ela estraga mais vidas do que nós queremos reconhecer. Veja um pequeno resumo. Em o morro dos ventos uivantes de Emily Bront, temos a história de Hat Cliff. Ele foi um menino adotado que cresceu sendo desprezado, sendo humilhado, sofrendo bullying. Ao perder o amor da sua vida para outro homem, ele decidiu destruir todos ao seu redor. A sua dor se transformou em uma amargura que atravessou gerações. Ele arruinou famílias inteiras, escravizou emocionalmente descendentes inocentes e Mesmo depois da morte apareceu para
assombrar os vivos. No livro, a amargura é uma energia vingativa que contamina o futuro e corrompe a inocência. Dostoevski, em a memória do subsolo ou o homem do subterrâneo, apresenta a amargura do orgulho ferido. Na obra, um funcionário público aposentado vive recluso, escrevendo um diário no qual destilo de seu desprezo por tudo e por todos. Ele é misantrópo, ressentido, incapaz de perdoar o mundo por não reconhecê-lo. A sua dor é tão profunda que o isola completamente, como Esaú, que se isolou, como todo amorado ressentido, que vai criar o seu próprio mundo e se cercar das
piores pessoas. A sua amargura o impede de amar, de confiar, de viver. O seu isolamento é fruto de um coração adoecido por ofensas. não resolvidas. Eu vou repetir, Ofensas não resolvidas. Eu vou repetir, ofensas não resolvidas. Em o rei Lear de Shakespeare, nós temos a amargura e a desilusão de um rei que se sente traído. O velho rei decide dividir o reino entre suas filhas, esperando gratidão, apenas gratidão. No entanto, é enganado por duas delas e rejeita a única que realmente o ama. Traído e enlouquecido, o rei vagueia pela tempestade, amargo, quebrado, arrependido, mas já
é tarde Demais. Lear representa a dor de um coração que esperava honra, mas colheu desprezo. A amargura de um patriarca que foi deshonrado. Em grandes esperanças de Charles Dickens, tem uma história incrível de Miss Han que foi abandonada no altar no dia do seu casamento. Desde então, ela nunca mais tirou o vestido de noiva e deixou o bolo da festa apodrecer sobre a mesa. Viveu trancada na sua Mansão, parada no tempo. Miss Havishan criou a filha do Otiva Estela para ser fria. Criou-a para ser cruel com os homens como forma de vingança pel aquilo que
sofreu. Essa história apresenta o congelamento emocional. Vou repetir. O congelamento emocional causado pela dor. Quando a pessoa se recusa a ser curada e passa a transmitir e a ensinar as suas experiências frustrantes aos outros como verdades incontestáveis. Afinal de contas, eu me feri, eu tô machucado, eu Tô frustrado, tô decepcionado. Você tem que comprar essa dor. É isso que eu estou vendendo, decepção as pessoas, porque eu fui ferido e preciso ferir. Em Madame, Madame Bovari, Gustavo Flowbert conta a história da amargura que surge da ingratidão. Ema sonhava com uma vida romântica, luxuosa e apaixonante. E
ao se casar com o médico do interior, percebe o tédio da vida comum. Ela ingrata pela vida que Tem, envolve-se em adultérios e dívidas. Ema acaba sozinha e desesperada, morrendo envenenada. A sua amargura nasceu da ilusão e da comparação. A sua insatisfação crônica e o seu idealismo frustrado levaram-na à autodestruição. em O Estrangeiro de Albert Camos ou em Dom Casmurro de Machado de Assis e em tantas outras obras. E na vida de muita gente, a mágoa consome tudo à sua volta como um ácido corrosivo. Quantas vidas a amargura anulou? Quantas almas congeladas no tempo por
experiências reais ou experiências imaginárias que trouxeram dor e enviezar a visão a partir do sofrimento e da perda. Eu realmente espero que você não faça parte das estatísticas dos amargurados, ressentidos e vingativos que perderam a sua vida se condoendo e remoendo ofensas e frustrações na história da literatura e no cinema. Heróis feridos se transformam em vilões Ressentidos. É sempre o mesmo roteiro. Apenas mudam os personagens. O tema é recorrente. Pessoas feridas profundamente não curadas se transformam em pessoas más. Mudam de lado, se transformam em pessoas desprezíveis. Vejamos alguns exemplos. Em Harry Potter nós temos o
vold de morte. Após o abandono materna, rejeição afetiva, o estigma da sua origem mistiça em uma sociedade mágica elitista, ele se Transforma no grande inimigo. Seu alvo é o menino que carrega uma promessa, Harry Voldemort não quer apenas poder. Ele deseja destruir a semente do futuro. O que dizer do Homem-Aranha e de Venon? Ele se funde ao hospedeiro e amplifica o que há de pior. Movido pela dor não processada e rancor não curado. Venam é a amargura que não apenas habita o coração, ela veste o corpo. Ela vira raiz que se que se aprofunda e
toma conta de tudo. É Uma fusão entre identidade e veneno, malícia, maldade. Em X-Men, nós vemos o contraste entre o professor Xavier e o Magneto. Ambos são sobreviventes de traumas profundos. Magnetos judeu marcado pelo holocausto, carrega cicatrizes da brutalidade humana. Xavier transformou sua dor em inclusão, em esperança. Magneto em revanche, em vingança. Seu ressentimento se tornou uma filosofia. Ele não busca apenas proteger Os mutantes. Ele quer dominar os humanos e reescrever a história com tinta de vingança. É um exemplo clássico de como a dor não tratada pode se tornar uma ideologia destrutiva. Xavier representa a
redenção pela reconciliação. Magneto a tirania legitimada pela dor. Em Batman, o vilão Bin emerge literalmente do abismo. A melhor trilogia do cinema de Christophe Nolan. Criado em uma prisão, moldado pela dor, treinado na escuridão. Ele representa o filho das sombras que nunca conheceu a luz. Assim como Bruce Wayne, ele sofreu perdas terríveis. Mas ao contrário de Bruce, não buscou o propósito para sua dor. Vou repetir. Propósito para sua dor. Eu vou repetir de novo. Propósito para sua dor. O que os diferencia é o que cada um faz com a sua dor. >> Bruce transforma sua
perda em missão. É O Batman. Ben em punição. Em Petepan encontramos o capitão Gancho, um homem que envelheceu, mas nunca amadureceu. Conhece alguém assim? Envelheceu e não cresceu. Obsecado por Peter Pan, símbolo da juventude eterna, da leveza e da liberdade. Ganjo é consumido por uma ferida profunda. Sua raiva se torna fixação. Como um adulto amargo, ele não suporta a Inocência. representa aqueles que por terem perdido sua alegria tentam matar o sonho dos outros. Você conhece alguém assim? A miséria quer companhia. Sua guerra contra Peter é na verdade uma guerra contra tudo o que ele queria
ser e não conseguiu ser. No filme Pantera Negra da Marvel Studios surge Eric Kmer. Você lembra dele? que tinha uma tatuagem ou uma marca para cada pessoa que ele matou. O filho Distante da realeza que cresceu longe de vacanda, órfão, excluído e marcado pela injustiça. Sua dor se transforma em vingança. Ele não busca o trono para construir, mas para revidar. Não quer restaurar a pátria, quer usá-la como arma contra o mundo que o feriu. No mesmo universo, nós temos Lock, o irmão adotivo de Thó, ofuscado, instável, carregado, com uma identidade ferida, vive oscilando entre aliança
e traição. Eu conheço gente assim, aliança e traição. Loque representa o ciúme do escolhido e o coração dividido entre pertencimento e rivalidade. Em Abela Adormecida, nós vemos uma lévola que, ao ser convidada para a celebração da herdeira, lança uma maldição sobre a geração vindoura. Ela não suporta que uma nova luz nasça sem ela. Sua dor se transforma em desejo de Apagar o brilho dos outros. Todas essas figuras de formas distintas revelam o mesmo padrão. O espírito de Amalque pode mudar o rosto, mas carrega sempre a mesma essência. Um coração ferido que se recusa a ser
curado e, por isso, tenta destruir tudo que ainda é puro, escolhido ou é promissor. O que dizer de scar? Escá é o ressentido em um rei leão. Scá é o irmão rejeitado, Magoado, por não ter sido escolhido. Sua amargura nasce da ferida de uma expectativa frustrada. Ele carrega uma marca no rosto, a cicatriz que simboliza uma identidade ferida. Sua figura é a personificação da manipulação, da mentira, do assassinato, da usurpação. Scar afirma alianças sombrias com as forças do caos. As hienas juntos conspiram contra a linhagem real e tramam um assassinato de Mufasa, o rei Legítimo,
e de Simba, o herdeiro da promessa. Após a morte de Mufasa, tragédia orquestrada por Scar, Simba foge ferido, confuso e distante do seu propósito. Foi Scar quem plantou a semente do engano. Ei, Simba, seu pai morreu por culpa sua. foi culpa sua. Ele acreditou e essa acusação silenciosa foi suficiente para apagá-lo, para afastá-lo da sua vocação do seu povo e da memória da sua família. Simba segue sua jornada até que em um Momento decisivo, ele ergue os olhos ao céu e ouve a voz do Pai dizendo: "Lembre-se de quem você é. Lembre-se quem você é".
Ei, eu vim essa noite te dizer, lembre-se quem você é. >> Essa frase é um despertar no seu coração. É o instante em que o filho ferido reacende a identidade adormecida. O herdeiro perdido se reconecta à origem. Ele compreende que sua fuga não anulou a sua linhagem, que sua dor não Cancelou sua vocação e que o trono ainda o aguardava. Simba se levanta, retorna e enfrenta o espírito do ressentimento encarnado em Scar e restaura a ordem rompida pelo veneno da inveja. Talvez você esteja fugindo agora como Simba e tudo que você precisa fazer é lembrar-se
de quem você é. Simba se lembra quem ele é quando ele vê o reflexo do pai na água quando vai bebê-la. Amaleque quer nos fazer esquecer disso. Ele é um espírito que atua principalmente dentro das famílias, causando ruptura das igrejas, na cultura, quebrando aliança entre pais e filhos, contaminando vocações, sabotando heranças. A sua missão é impedir que o bastão de uma geração seja passado adiante para a próxima com avanço, com aumento. Cada geração tem que passar com avanço e com Aumento para a próxima geração. Amalque trabalha então para cortar o fluxo da honra e assim
acabar com o legado. O inferno luta pela ruptura enquanto Deus quer restaurar a conexão. Céu clama por reconciliação. Esse é o tempo de discernir essa guerra invisível e se posicionar como pais espirituais que curam em vez de ferir. Como filhos herdam em vez de se rebelar. Como uma geração que não repete o trauma, mas resgata a promessa. >> O alvo de Amaléque é sempre a vulnerabilidade da transição geracional. O espírito amalequita sempre ataca a continuidade, enquanto a resposta de Deus é reconciliação geracional. Amalque trabalha para interromper o que Deus começou. Ele é um sabotador geracional
que tenta impedir a transferência do legado e se levanta sempre que é uma tentativa de sucessão, continuidade, reconciliação entre pais e filhos. O seu alvo não é Apenas destruir pessoas, mas romper linhagens espirituais. Veja a história de Absalão. A sua rebelião é o grito dos filhos feridos que se tornam inimigos dos seus próprios pais. O seu fracasso ensina a todas as gerações que quem não perdoa o Pai repete os seus erros. Amém. >> Quando Elias foi levado aos céus, Eliseu clamou: "Meu pai, meu pai". Eliseu ensina que a verdadeira sucessão começa Com honra e não
com ambição. O legado começa com o clamor certo. Honra antes da herança. Definitivamente, como algo começa determina como algo termina. Há rupturas que as pessoas fazem em igrejas, em empresas, em famílias, com o espírito de rebelião, com o espírito de Amaleque. O clamor de Eliseu é o oposto de Absalão. É o som de quem quer o legado, mas também quer a bênção de não repetir os fracassos da geração anterior. Toda geração é chamada a vencer as guerras que os pais não conseguiram concluir. A crise de hoje é que há sucessores sem essência e pais que
não confiam nos seus filhos. Mentorear é mais do que ensinar, é transferir o espírito, o caráter, a visão. >> Mas onde não há pais espirituais, surgem Órfã inseguros, ideologizados e vulneráveis a falsas paternidades. Veja, o diabo quer ser pai de todos aqueles que estão feridos com orfandade. Procure um satanista ou um esquerdista. Oh, desculpa. Essa ofandade é o maior terreno para o avanço de Amaleque. O diabo quer ser pai de todos os filhos que foram feridos pela paternidade. Ele recruta todos os machucados da sociedade, todas as vítimas que estão Lambendo as suas feridas. A Bíblia
é marcada por duplas em conflito. Vense Caim e Abel, Isaque e Ismael, Esaú e Jacó, Absalão e Davi. Cada história nos revela como a falta de reconciliação abre portas para o ódio, para o ciúme, para a violência. O ciclo precisa ser exposto. O ciclo tem que ser interrompido. A história muda quando alguém decide que um ciclo de erros termina em si mesmo, Na sua próxima própria geração. É quando o Gideão vai começar um avivamento nacional e ele decide começar destruindo o altar de Baal dentro da sua própria casa. >> Tem gente querendo conquistar o mundo
inteiro. Sugura a você que comece dentro do seu lar. >> Amém. A história somente será mudada por essa gente que honra o passado. Isso é a Máxima de ser um conservador. Você conserva para construir em cima daquilo que eles fizeram. A máxima de ser um conservador é não é ser um retrógrado que está querendo manter as coisas, é simplesmente dizer: "Nós honramos o passado, estamos assentados sobre os ombros dos gigantes e por isso conseguimos ver mais longe e vamos construir a partir do que eles fizeram". Um progressista Quer fazer tábula rasa da sociedade e recomeçar
é o espírito amalequita. Essa gente que cura as feridas e que constrói novas pontes para os que estão chegando. Por isso o jejum dos filhos. Esses não são apenas filhos, eles serão pais de multidões. Serão herdeiros do céu, carregando o manto e a espada para vencerem e estabelecerem um reino. Quando o elo entre pais e filhos é curado, o ciclo de Sabotagem é interrompido e o legado volta a fluir. E Malaquias 4:6 é a profecia de que o fim da maldição está na cura do vínculo familiar. Vejamos o texto. E ele converterá o coração dos
pais aos filhos e o coração dos filhos aos seus pais, para que eu não venha e fira a terra com extermínio, com aniquilação. É o que o texto diz. É a cura do vínculo familiar, é a restauração entre as gerações. E há tantos exemplos disso. Jacó carregava Marcas profundas de rejeição, conflito e manipulação. Isaque preferia Esaú. Ele, assim como Abraão e Isaque aprendeu a mentir sobre pressão. Veja comente, Isaque mentiu. Abraão também. Ele teve favoritismos e falhas graves com seus filhos. Preferiu José, por isso ele foi jogado lá na cisterna. Mas José surge como um
filho que não repete o padrão do pai. Ele redime. José perdoa seus irmãos, honra o legado de Jacó e reconcilia-se com a família. Mesmo sendo Traído, ele reconecta as gerações. E é o que Paulo diz a Timóteo. Quero, portanto, que os varões orem em todo lugar, levantando mãos santas. sem ira e sem animosidade. >> Mãos santas, sem ira nem animosidade. >> Por que isso? Porque nós estamos entre Amaleque e a cruz. É preciso vencer sem se tornar o inimigo. Eu vou repetir isso. É preciso vencer sem se tornar o inimigo. É preciso vencer sem se
tornar o inimigo. >> Há uma batalha acontecendo, mas ela não é apenas cultural, política ou ideológica, ela é espiritual. E toda guerra espiritual exige que os soldados não apenas reconheçam o seu inimigo, mas conheçam o seu próprio coração. Você pode vencer um debate e você pode perder as pessoas. Pode ganhar uma causa e perder sua essência. Pode até estar do lado certo e ainda lutar do jeito errado. A espada de Pedro no Getsêmane cortando A orelha de Malco nos faz lembrar de que muitos de nós estamos lutando na carne, >> lutando com ofensa, com brava,
com ódio. Eu quero que os varões levantem mãos santas, sem ira nem animosidade, porque o tipo de oração amargurada e raivosa não chega no trono da graça. >> Muitos hoje agem impulsionados pela hostilidade, pela beligerância. Ora, não dá para vencer o inimigo com as mesmas armas que ele usa. O ódio não vence o ódio, dizia Martin Luther King. Muitos Hoje confundem raiva justa com justiça verdadeira. Não basta estar do lado certo, é preciso estar com o espírito correto. >> As armas da nossa milícia são poderosas em Deus e elas são feitas de honra, de nobreza
e perdão. Sem esse material, elas são ineficientes para derrubar as fortalezas do inimigo. É como malhar em ferro frio ou cuspir contra o vento. Experimente. Durante a guerra do Oriente Médio, do Golf, alguns soldados americanos foram capturados e brutalmente torturados até a morte. Em resposta, setores do exército americano começaram a adotar práticas semelhantes, humilhando e torturando prisioneiros de guerra. Foi então que alguém se lembrou: "Ei, isso não é o que nós somos. Lembre-se quem você é. Você não é o inimigo. Mesmo em tempo de guerras, há limites, há regras. É isso que Dunan fez com
a cruz Vermelha, tá no livro, leia depois. Se Amaleque não respeita as regras, não podemos nos tornar uma malequita. Sinto-lhe dizer que muitos de nós está se tornando o inimigo. Satanás queria que Jesus se prostrasse diante dele para obter os reinos do mundo. Jesus os conquistou pelo caminho da cruz. Hoje há os que defendem a agenda do bem e estão comprometidos pelo mal. Em nome De estarmos certos, nós ofendemos e vencemos com o custo da nobreza. Vencemos com o custo da nobreza. Mesmo em meio ao caos do campo de batalha, existem regras. E essa foi
a razão de Deus reprovar radicalmente a Amaleque. A guerra não era apenas estratégica, era moral. Amalque feria os cansados, os atrasados, os fracos e pelas costas. E Deus condenou Amaleque não apenas pela Violência, mas pela maneira como ele lutava. Não tinha regras. Amalec é o símbolo de todos aqueles que não respeitam regras e operam sem nenhuma compaixão. Amalé que não tem honra, não respeita alianças, não se curva a princípios. Se nós usarmos as armas dele, nós nos tornamos amalequitas disfaçados de libertadores. Hoje a política, os debates culturais, as redes sociais e até mesmo o ativismo
Religioso está infestado desse espírito. Muitos de nós, em nome da fé, da família e da verdade, temos agido como aqueles que combatemos. Se as pessoas falem mal da gente e a gente começar a falar mal deles, a gente vai se tornar igual a eles. >> Quantos hoje estão encruzadas por justiça, mas sem compaixão? A forma como lutamos importa tanto quanto a verdade pela qual lutamos. Se a vitória exige que eu me torne Cruel, então eu prefiro morrer como Cristo e vencer com ele na ressurreição. >> O verdadeiro triunfo não é apenas ter razão, é manter
a pureza enquanto se luta por ela. A cruz não é apenas um símbolo de salvação, é um modelo de vitória. Jesus venceu morrendo. Os mansos herdarão a terra e não os raivosos. Quando jogamos o jogo do inimigo com as regras dele, nós já perdemos. Jesus disse a Pedro, está dizendo alguns aqui, guarde a tua Espada, Pedro. Quem com ferro fere, com ferro será ferido. Não, não é. É agora sim. Então, este é um chamado à reconciliação. Nós somos todos crianças de Deus. E é uma hora de se reconectar, de se abrir para cura, paraa restauração.
Aleluia! >> Porque como disse Paulo, se nós quando inimigos fomos reconciliados com Deus Mediante a morte do seu filho, muito mais estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. E não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos agora. a reconciliação e esse texto deveria estar lá atrás. Tem alguém com um gap horrível que não tá conseguindo acompanhar a mensagem e nós nem estamos lendo tanto texto assim hoje, mas eu não vou ficar Ressentido com você, acredite. A cruz foi a ponte lançada entre o céu
e a terra. A Bíblia descreve a reconciliação não como uma questão para consertar o antigo relacionamento com as mesmas pessoas, mas para construir um novo relacionamento com as mesmas pessoas. Porque alianças quebradas precisam de uma nova aliança feita. Amigos que romperam precisam de um novo Relacionamento. É a reconciliação que permite as coisas serem feitas novas. Como disse Paulo aos Coríntios, e se alguém está em Cristo, >> é nova criatura. As coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas. >> Mas veja o contexto, ora. Tudo provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por meio
de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber que Deus estava em Cristo Reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões e nos confiou a palavra da reconciliação de sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois rogamos que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus. >> A reconciliação é mais do que uma Doutrina, é o pulsar do coração de Deus. Ela atravessa as eras,
cicatriza feridas, reconstrói nações e revela o evangelho na prática. No Éden, nós temos a primeira busca. Adão, onde é que você está? Ele é o Deus que não desiste nos buscar. Na restauração de Pedro, após a negação, ele diz: "Manda dizer a Pedro que eu encontro ele na Galileia. Ele não apenas perdoa o que fizemos, mas nos chama de novo. Paulo diz que nós somos ministros da reconciliação e se o Trabalho do inimigo é se colocar entre nós para nos dividir, diabolos, diabo, quer dizer aquele que se põe no meio para dividir, o nosso trabalho
é reconectar as pessoas a Deus, a si mesmas e aos outros. É por isso que Deus disse que abomina quem coloca um irmão contra o outro. É um agente de Satanás, é um diabo encarnado, uma amalequita que tem que ser liberto. >> O perdão é um fio invisível que costura corações partidos em todas as gerações. Perdoar é como usar uma chave que abre duas prisões, ao mesmo tempo, a do ofensor e a do ofendido. Muitas vezes nós pensamos que o perdão liberta o outro, mas ele também abre a cela emocional em que nós mesmos estamos
presos. A seguir, eu quero contar para você cinco rápidas histórias sobre o poder da reconciliação. Vocês estão comigo? >> Amém. Corbom nasceu na Holanda em uma família cristã que acreditava que o amor de Deus se expressa no cuidado com o próximo. Sua história virou um filme, um incrível filme chamado Refúgio Secreto. Durante a Segunda Guerra Mundial, Cory e sua família tomaram a sua casa e usaram como refúgio para os judeus que estavam sendo mortos, perseguidos pelos nazistas. Ela, seu pai E sua irmã Bets foram presos por esconder aquelas vidas inocentes e foram enviados para os
campos de concentração. Cory viu o seu pai morrer dias após a prisão e a sua irmã morreu morrer em Havenbursk, um dos piores campos de concentração femininos. O horror, o frio, a fome, os abusos, tudo isso poderia ter feito dela uma mulher amargurada, uma mulher ressentida. Era um campo minado de dor e de vingança, mas Cory escolheu um caminho mais difícil, o perdão. Anos após a guerra, enquanto pregava sobre o amor de Cristo em uma igreja na Alemanha, um homem se aproximou dela ao final da mensagem. Ela o reconheceu na hora. Eram dos guardas do
campo de concentração. Eram dos homens responsáveis pela dor que ela passara. Ele estendeu a mão e disse a ela: "Que mensagem maravilhosa Sua! É bom saber que em Cristo todos os pecados são perdoados, inclusive os meus." Ela olhou estática para ele, congelou. O ódio e o trauma a invadiram. O passado queimou dentro dela, tudo dentro dela queria recusar aquela mão, mas ela orou: "Jesus, eu não consigo perdoá-lo. Dá-me a tua força". Então, com lágrimas nos olhos, ela estendeu sua mão e disse: "Sim, meu irmão, eu perdoo você com todo meu coração". Cory venceu o campo
de concentração duas vezes, quando sobreviveu e quando perdoou. Naquele momento, ela virou a chave da sua alma, sua decisão desarmou o inferno. Corbum passou o restante da sua vida pregando sobre o amor que liberta e o perdão que cura. Aleluia. A sua vida se tornou uma semente plantada no solo da dor, que floresceu como um legado de restauração para o mundo, um testemunho. Ela nos lembra de que o perdão é dizer não ao Ciclo do ressentimento, é interromper a repetição do ódio, é apagar as pegadas de Amalque em nossos corações, é reafirmar a sua decisão
de amar quando tudo em você quer ferir de volta. E esse tipo de perdão é o que transforma vítimas em percursores de avivamentos. >> Abram Lincoln durante esse período, o período mais sombrio da história dos Estados Unidos, a guerra civil, a guerra da secessão. Lincoln carregava sobre os ombros não Apenas o peso da união fragmentada, mas também o dilema moral de como tratar os inimigos ao final da guerra. Os seus generais queriam punição. Nós vencemos e queremos a destruição dos inimigos. Os seus aliados políticos exigiam vingança. Os abolicionistas radicais clamavam por justiça severa contra os
estados confederados. Lincoln respondeu com algo inesperado, algo quase inconcebível. Ele disse: "Eu venço os meus inimigos, destruo os meus Inimigos, os tornando meus amigos. Lincoln sabia que a vingança poderia satisfazer o orgulho, mas só o perdão poderia curar uma nação. O fim da guerra não foi o fim do conflito. Havia ódio nas ruas, cicatrizes nas almas, milhares de sepulturas abertas nos campos, gente que perdeu seus pais, seus irmãos, sua família. Lincoln, no entanto, escolheu o caminho da nobreza no seu segundo discurso de posse em 1865, Com a vitória da União praticamente garantida, ele não exultou,
não celebrou a conquista com ofanismo. Em vez disso, com os olhos voltados para o céu e ao coração do povo declarou: "Com malícia para com ninguém, com caridade para todos, liguemos, saremos as feridas da nação." Essas palavras foram um bálsamo derramado sobre o corpo ferido dos Estados Unidos da América. O seu coração preferiu a cura, A revanche. Ele morreu logo depois, mas a sua escolha vive até hoje como um lembrete. A nobreza é a escolha de agir com grandeza, mesmo quando você tem o poder para esmagar. Foi isso que ele fez? Foi isso que Davi
fez, foi isso que José fez. O que dizer de Ruanda? Imagine um país onde em apenas 100 dias, pouco mais de 3 meses, 800.000 pessoas foram assassinadas pelos seus próprios Vizinhos, colegas de trabalho e até mesmo mesmo amigos de infância. É a história real de Ruanda em 1994. Tutses eus moderados foram mortos com facões, martelos, porretes, espancamentos e tiros. Não era uma guerra, era genocídio planejado, brutal e selvagem. Era o inferno na terra. O inferno se abriu em Ruanda. Quando o último golpe foi desferido e os corpos finalmente silenciaram, a alma da nação estava despedaçada.
Depois desse mar de sangue, então, como seguir em frente? Como viver ao lado de quem matou seus filhos? Como reconstruir um país destruído. Diante da impossibilidade de julgar todos os envolvidos nos moldes convencionais, eram mais de 100.000 acusados. Acredite, 100.000 acusados. O novo governo instaurou algo radical, os tribunais Gacara. Esses tribunais comunitários eram Montados nas vilas. Os acusados se sentavam frente à frente com as famílias de suas vítimas. Eles confessavam seus crimes, choravam, pediam perdão e, em muitos casos foram perdoados. Não foi fácil, não foi rápido, mas foi real. Foi um dos maiores exercícios de
justiça restaurativa da história moderna. E é um caso especial. Há muitos casos especiais, mas o mais conhecido é de Ioland Muca Gazana. Uma mulher tutti que perdeu o marido e os seus filhos Pequenos assassinados por um vizinho que a conhecia desde a infância. Ela fez algo que o mundo não entendeu. Ela não somente perdoou o seu algós, ela visitou o seu algóz, ela o alimentou, levando comida até a prisão, orou com ele e o chamou pelo seu nome. Ela disse: "Se eu não o perdoasse, estaria acorrentada ao mesmo ódio que matou minha família". E olande
sobreviveu escondida por semanas e após o genocídio, dedicou-se a testemunhar Publicamente sobre perdão, reconciliação e memória. Ela escreveu um livro A morte não me quis, no qual relata com coragem e detalhes a sua dor, a sua fuga e o seu processo de cura. Ela não perdoou imediatamente. A sua trajetória foi longa, mas é um retrato vivo de quem do do que significa lembrar com compaixão em vez de vingança. Ruanda nos ensina que há dois caminhos depois de uma tragédia. Construir um abismo de ressentimento ou Uma ponte de reconciliação. Enquanto o mundo dizia nunca mais Ruanda
dizia vamos além. Não porque esqueceram, mas porque escolheram não repetir. O evangelho não suspende o sofrimento, ele apenas o redime. Hoje, Ruanda é uma das nações mais estáveis, mais limpas e mais seguras da África. Fala-se sobre o milagre econômico de Ruanda. A sua economia cresceu, a educação Avançou, a violência caiu drasticamente e o mais surpreendente, comunidades mistas de vítimas e agressores vivem juntas. Como isso é possível? O perdão coletivo se tornou política nacional e a vingança não virou sistêmica. Ruanda nos confronta e nos obriga a perguntar se um povo traumatizado pode perdoar genocidas, se uma
viúva pode alimentar o assassino dos seus filhos. Porque nós ainda nos prendemos por ofensas pequenas, rancores antigos e Mágoas secretas. Jesus nos ensinou que o perdão é o caminho do reino. Não é um sentimento, é uma decisão, não é um alívio emocional, é uma arma espiritual. Juanda se recusou a ser uma cicatriz permanente no mapa da história. Preferiu ser um exemplo vivo do que a graça pode fazer. O que o nosso mundo precisa hoje não é apenas de sobreviventes, mas de reconstrutores. Não apenas de justiça, Mas de cura. Não se esquecer da memória, mas escolher
se lembrar com compaixão. Um sobrevivente de uma dessas tragédias disse certa vez: "O perdão não muda o passado, mas muda a maneira como eu vivo com ele". Você conhece a história? Sabe, eu aprendi que a vida não é perfeita, mas que na vida existem momentos perfeitos. Na noite do Natal de 1914, durante a Primeira Guerra Mundial, houve um momento assim: Soldados alemães e britânicos estavam nas trincheiras opostas quando um soldado do lado alemão começou a cantar Noite feliz. Os britânicos do outro lado responderam: "Silence Night". Pouco a pouco, ambos saíram das trincheiras, se encontraram, trocaram
cigarros, aperto de mão, jogaram futebol e enterraram juntos os seus mortos. Foi uma trégua espontânea, sem comando Oficial. Por uma um breve e milagroso momento, a humanidade venceu a guerra. O Natal em meio à guerra foi como uma fogueira em meio da neve, algo que aqueceu o coração de jovens cansados, cansados pela guerra. A luz do evangelho brilhou nas trincheiras mais escuras e por uma noite os soldados se lembraram de que eles eram homens e não inimigos. Mesmo em meio ao caos, há pausas que nos lembram que o céu ainda toca a terra. Foi uma
noite feliz mesmo na guerra. E Por último, nós temos a história de Luís Jamperini. Jamperini nasceu em 1917, nos Estados Unidos, filho de imigrantes italianos. Durante a sua juventude era conhecido por sua rebeldia e impulsividade, até que descobriu o atletismo. Aos 19 anos, correu da na equipe olímpica americana nos Jogos de Berlim, competindo diante de Adolf Hitler em 1936. Ele era um atleta indomável e foi Considerado um dos maiores corredores do seu tempo. Contudo, a sua corrida mais significativa ainda estava para vir e não seria numa pista. Ele foi levado à Segunda Guerra Mundial e
serviu como piloto da Força Aérea Americana. E em 1943 o seu avião caiu no Oceano Pacífico. Ele e dois colegas ficaram 47 dias a deriva em um bote salvavidas enfrentando tubarões, fome e bombardeios. Foram finalmente capturados pelos Japoneses e levados a um campo de prisioneiros. Ali Luiz enfrentou anos de tortura física e psicológica, especialmente na mão de um guarda conhecido como pássaro Mutishiro Ratanabe, um sádico que o espancava todos os dias. Zamperini sobreviveu. Entretanto, sobreviver não é o mesmo que estar livre. Após a guerra, ele voltou aos Estados Unidos como herói. Contudo, Por dentro, ele
estava destruído. Sofria com pesadelos. Ele tinha crises de raiva, alcoolismo e ódio profundo por seus captores, especialmente por Ratanabe. Certa vez ele disse: "Eu dormia sonhando que o matava, acordava ainda desejando matá-lo. O seu casamento estava prestes a desmoronar e a sua alma estava em pedaços. Foi então que a sua esposa o convidou para um culto evangelístico com Billy Gran. Naquela noite, ouvindo a mensagem do evangelho, ele ouviu algo que o confrontou. Você precisa perdoar, assim como Cristo perdoou você. Senhoras e senhores, você precisa perdoar, assim como Cristo perdoou você. >> Amém. Ele lutou contra
isso, mas algo dentro dele cedeu. Zamperina entregou a sua vida a Jesus e ali começou a sua verdadeira libertação. Logo depois ele testemunhou, ele disse: "Quando perdoei Meus captores, eu me vi livre na prisão onde minha alma ainda morava". Anos depois, viajou para o Japão, visitou os campos onde havia sido torturado, procurou os soldados que o agrediram, abraçou-os, olhou nos olhos dos homens que o destruíram e perdoou-lhes um por um. Alguns choraram, outros pediram perdão e outros não disseram nada. Mas luz estava livre, mesmo que eles não estivessem. Ele escreveu uma carta para O pássaro
que se recusou a encontrá-lo, a olhar nos seus olhos. Entregou as autoridades japonesas, dizendo: "Eu perdoo sinceramente e espero que você também encontre." Zamperini dizia que quando perdoou, sentiu como se ondas tivessem lavado os rastros do trauma na areia da sua alma. A sua história também virou um livro Unbroken de Laura Hillbrand. E no filme Invencível, dirigido por Angelina Julie, O mar da graça não apagou a sua memória, mas sim o domínio que a dor exerceu sobre ele. Apenas mais uma história. Você está comigo? >> Sim. >> Algumas pessoas saíram. Acho que elas foram chamar
mais gente. Há muitas pessoas presas numa guerra que já terminou. Irô Onoda, meu japonês está perfeito. Era um oficial da inteligência do exército imperial japonês durante a Segunda Guerra Mundial. Em dezembro de 1944, então com 22 anos, ele foi enviado para a ilha de Lubeng, nas Filipinas, com uma ordem clara: "Nunca se renda, nunca abandone seu posto, mesmo se o Japão for derrotado." Quando a guerra terminou, em 1945, ele simplesmente não acreditou. recebeu panfletos lançados ao ar, ouviu mensagens em rádios de campanha, mas Pensava ser propaganda inimiga. Estava convencido de que a guerra ainda estava
em curso e que Resistir fazia parte do seu dever como um soldado leal, onoda. E mais três soldados se esconderam nas florestas montanhosas na ilha, praticando guerrilha, sobrevivendo com bananas, arroz roubado e vacas abatidas secretamente. Ele vivia em constante estado de alerta e durante esse tempo ele e seus amigos, seus soldados mataram mais de 30 moradores locais, acreditando Que eram espiões inimigos. Com o tempo, os seus companheiros foram morrendo. O último foi morto em um confronto com a Polícia Filipina em 1972. Onoda permaneceu sozinho por mais uma década, fiel à missão que achava que ainda
estava em vigor. Em 1974, um jovem japonês chamado Norus Suzuki partiu em uma missão pessoal para encontrar Onoda. Ele conseguiu localizá-lo dias após na selva. Suzuki explicou a Honoda que a guerra havia terminado há quase 30 anos, Mas Onoda ainda se recusava a acreditar. a menos que recebesse ordens diretas do seu comandante original, ele não sairia do posto. Então, o governo japonês localizou o ex-comandante, agora um velho civil, que voou até a ilha com uniforme militar e deu a Onoda a ordem oficial de cessar fogo. Realmente naquele momento, com lágrimas nos olhos, o Noda entregou
sua espada, o seu rifle e as suas granadas e voltou ao Japão. Ao retornar, pediu perdão ao Público, ao povo filipino. Ele havia tirado vidas, embora acreditasse está cumprido ordens, cumprindo ordens legítimas. O então presidente filipino Ferdinando Marcos perdoou formalmente e libertou de qualquer responsabilidade criminal. O gesto foi mais do que jurídico, foi simbólico. O inimigo agora era um ser humano e a reconciliação era mais importante do que a punição. Onoda não era mau, era fiel a uma verdade ultrapassada. Seu coração leal Estava preso a um mundo que não existia mais. Um mundo que não
existia mais. Um mundo que não existia mais. Porém, mesmo depois de 29 anos, a reconciliação era possível. O povo que ele feriu escolheu perdoá-lo e depois de décadas de isolamento, finalmente encontrou o caminho de volta à paz. De volta à paz. A história de Iru Onoda é uma poderosa metáfora da condição humana. Quantos de nós lutamos guerras que já Terminaram? Quantos de nós estamos presos em trincheiras emocionais que não existem mais? Quantos continuam reagindo com ódio por ordens antigas, ressentimentos passados ou feridas que poderiam ter sido curadas? Hoje há tanta gente lutando guerras que Deus
já encerrou e que a rendição mais honrada seria admitir que a batalha acabou, depor as armas e voltar para casa. E eu quero terminar dizendo a você, fazendo a você três perguntas. Primeiro, você está vencendo a que custo? Você manteve a nobreza na vitória ou se tornou mais parecido com o inimigo? Segundo, que lutas você tem que encerrar essa noite? Quais as guerras que você tem que depor as armas? E terceiro, a partir dessa mensagem, Quais reconciliações você sairá daqui para fazer? Feche seus olhos. uma batalha acontecendo em todas as gerações. Há uma guerra contra
o dragão, a antiga serpente que fere o calcanhar. Mas aquele calcanhar, apesar de ferido, se tornou apenas uma chaga pela qual nós Somos sarados. Entenda isso. Essa é uma revelação. São as chagas de Jesus que nos curam. É a ferida de Jesus que sara os nossos corações. Com suas chagas fosse sarados. E hoje, essa noite, é o dia de você se conectar a essa frequência. Como Paulo disse, eu rogo que vocês se reconciliem com Deus. E ao se reconciliar com Deus, um fenômeno acontece. Seu coração se abre para outras reconciliações. Ao se reconciliar com Deus,
você entende que foi perdoado e está pronto também para perdoar. Ao se reconciliar com Deus, você recebe o antídoto. Feche seus olhos se você consegue. do antídoto Para lidar com todo sofrimento, [Música] com toda angústia, com todo peso, com toda perda, com toda dor, com toda mágoa. Essa é uma noite de reconciliação, [Música] de se reconectar e lidar com seu amalequita interior, que quer lançar raízes transformando a sua Essência, a sua natureza em maldade, em malícia, em veneno. Você sabe que alguém está contaminado quando dos seus lábios sai veneno de áspede, malícia, maldade, ácido corrosivo.
Você sabe que alguém está machucado e ferido, como disse o autor a Hebreus, não haja em vós nenhuma raiz de amargura que brotando vos perturbe e contamine os Demais. Ninguém vos prive da graça de Deus. Essa é uma noite de perdão. Essa é uma noite de cura. Essa é uma noite de não querendo dizer: "Eu perdoo". Está nas mãos de Deus. Deus vai cuidar disso. Eu perdoo. Está nas suas mãos. O Senhor vai resolver isso para mim. Como José, estou porventura eu no lugar de Deus? Porque o mal que vocês intentaram contra mim, Deus o
tornou em bem, como hoje o verdes. Sim, o perdão é a troca de mãos. A revanche, a vingança não está mais com você. Deus vai lidar com isso. É a fé de que ele vai resolver isso. É confiar de que essa situação está nas suas mãos e ele tem a sabedoria e o tempo Para resolvê-la. [Música] Pai, essa noite nós oramos por corações aqui que estão sangrando, por pessoas que foram violadas nos seus direitos, machucadas, abusadas, feridas de maneira cruel. Amalque as atacou. [Música] Elas sofreram perdas. Inimigos raivos se levantaram. Calúnias foram inventadas. Mentiras foram
ditas. Mutins foram armados. Pessoas tentaram prejudicá-las. Pessoas se levantaram como inimigos gratuitos. traições, amizades quebradas, relacionamentos que deram errado. Hoje, Senhor, Nós vamos até a cruz e nós não vamos receber o veneno, aceitar que Amaleque nos transforme em nossa natureza. [Música] Ninguém entre vós seja como Esaú, um profano, que por um prato de lentilhas vendeu seu direito de promogenitura e transformou a sua descendência em uma descendência maligna, perversa, Edom E Amaleque. A amargura, ela não somente opera de maneira geográfica espacial, ela não somente é transferida por uma ligação telefônica ou por uma conversa numa mesa
de fofoca. A amargura é a atemporal e ela pode ser transmitida à família, onde pais e mães deixam um legado de ressentimento aos filhos, De vitimismo, gente ferridenta, gente hipersensibilizada a qualquer palavra, gente com facas prontas, armas prepar paradas, espadas nas mãos prontas na autodefensiva para o ataque. Gente que vive na defensiva. Hoje nós queremos jogar as armas no chão e escolher que o Senhor vai nos defender. Hoje nós queremos dizer: Deus, dá uma Resposta. Nós vamos confiar em ti para proteger-nos. Nós não prometemos intimidade com quem nos fere. Nós só prometemos ter corações limpos,
sem o agravo, sem a ofensa, sem o aguilhão da mágoa, da amargura. Hoje estamos arrancando esse aguilhão, arrancando essa espada que te feriu, arrancando essa dor que perturba você, que vai compor os seus sonhos. Você que Foi deixada abandonada, você que foi ferido e traído, você que foi de alguma maneira abusado, esse inimigo visita você nas noites enquanto está dormindo, durante o dia com perturbações, com dardos inflamados que alteram o seu humor. Hoje é dia de lutar contra Maleque. Hoje é dia de levantarmos as mãos uns dos outros. Hoje é dia de buscar parcerias. Hoje
é o dia de vencer a batalha de todas as gerações. Hoje é um dia de Reconciliação. É um dia de conectar, de criar pontes, derrubar muros, de fazer alianças, de refazer alianças, de se reconectar aos seus filhos, de se reconectar aos seus pais. Eu enviarei o espírito de Elias. para restaurar o coração do Pai ou seu filho, do Filho ao seu pai, para que eu não venha e fira a terra com maldição. Hoje nós ministramos cura ao seu coração e esse lugar agora é uma enfermaria. O Espírito Santo está trabalhando em você, lidando com seus
pensamentos, lidando com seus sentimentos, lidando com o âmago do seu ser, trazendo a memória coisas para resolvê-las. Nós estão sendo desatados, há coisas sendo desamarradas. Há grilhões que estão caindo por terra. Hoje é dia de escolher. Hoje é o dia de decidir. [Música] Quando você aceita a ferida, a ofensa, isso se torna uma inflamação, uma infecção e isso pode se tornar generalizado, tomando a sua alma, o seu corpo, a sua vida, comprometendo a sua saúde. Mas você pode dizer: "Eu perdoo". ainda não querendo manter essa escolha, essa decisão e viver sob a graça de Deus
que vai sustentá-lo E fazê-lo firme. Então, abrace a pessoa que tá do seu lado e ore com ela essa noite. Ministra ela uma palavra. Se você quiser levantar, se levante. Mas ore por essa pessoa hoje. Ministre a ela uma palavra de restauração, uma palavra de transformação, uma palavra de redenção, de reconciliação, uma palavra de perdão, uma palavra de resgate, de restituição. Hoje nós abençoamos os filhos, abençoamos os pais, abençoamos a Família, abençoamos em nome de Jesus. Abençoamos, abençoamos, abençoamos em nome de Jesus. E que o amor de Deus, a graça de Jesus e a comunhão
do Espírito Santo seja sobre todos, tenha um incrível mês de agosto. [Música]