Scribe
Scribe

أعجبك؟ اجعل Scribe أفضل بـ ترك مراجعة

احصل على إضافة كروم

تصفح

  • فيديوهات شائعة
  • فيديوهات حديثة
  • جميع القنوات

أدوات مجانية

  • تحميل ترجمات فيديو
  • مولد الطوابع الزمنية
  • ملخص فيديو
  • عداد كلمات الفيديو
  • محلل عناوين الفيديو
  • بحث نصوص فيديو
  • تحليلات فيديو
  • منشئ فصول الفيديو
  • مولد اختبارات الفيديو
  • تحدث مع فيديو

المنتج

  • الأسعار
  • المدونة

Developers

  • Transcript API
  • API Documentation

قانوني

  • الشروط
  • الخصوصية
  • الدعم
  • خريطة الموقع

حقوق الطبع والنشر © 2026. صنع بـ ♥ بواسطة Scribe

— إذا جعل هذا حياتك أسهل (أو على الأقل أقل فوضوية)، اترك لنا مراجعة! نعدك بأنها ستسعد يومنا.

Related Videos

Mapa Conceitual Problemáticas da Educação Física PROEF

Video thumbnail
63,143 كلمات15m readGrade 17
مشاركة
Channel
Vanuska Torres
Olá, eu sou Vanuska Torres, mestranda da sexta turma do programa de mestrado profissional em educação física em rede nacional o PROF, no polo da Universidade de Pernambuco. É com muita satisfação que apresento esse mapa conceitual como parte da avaliação final da disciplina Problemáticas da educação física no contexto escolar. O material que guia essa apresentação, ele foi construído ao longo de sete semanas de intensos estudos e reflexões com base em textos acadêmicos fundamentais para a compreensão crítica da realidade escolar.
O nosso objetivo é analisar e articular de forma clara e objetiva os principais temas que emergem como problemáticas na educação física escolar, considerando os desafios estruturais, pedagógicos e socioculturais que atravessam a prática docente hoje. Os textos de Gonzales, Darido, Gincen, Barroso, Souza Júnior, entre tantos outros, forneceram base para aprofundarmos a análise dessas problemáticas, buscando caminhos possíveis para a suparação das limitações que ainda persistem na escola pública brasileira. Tema um, o abandono do trabalho docente.
O texto base para essa temática um foi o texto de Gonzales entre o rolar a bola e a renovação pedagógica. Começamos com uma problemática que toca o coração da nossa prática, o abandono do trabalho docente. Segundo Françoso Inraira, 2014, a precarização das condições de trabalho, o excesso de demandas burocráticas e a desvalorização social do professor contribui para o desencantamento profissional, afetando diretamente o compromisso pedagógico.
Gonzales nos ajuda a compreender esse fenômeno por meio da crítica, da prática do rolar a bola, que seria uma metáfora que denuncia o desinvestimento pedagógico e a ausência de intencionalidade educativa. Essa postura é o reflexo da alienação do professor frente ao seu papel de mediador do conhecimento. Mas calma, pra gente começar a falar do que seria essa prática do rolar a bola, ele contextualiza que a atuação docente ela divide os professores em três grupos, três grandes perfis docentes, seria os professores que adotam práticas tradicionais ou esportivizadas, né, que priorizam a técnica e o rendimento, os professores que adotam a prática do rolar a bola, né, com aulas desprovidas de planejamento.
E o que seria o ideal, né? Os professores que adotam práticas críticas inovadoras comprometidas com a formação humana. Nesse sentido, a gente percebe que o trabalho docente ele está, essa prática docente, né, da educação física, ela deve ser compreendida além do simples ato de ensinar, envolvendo o sentido mais profundo que promova a formação integral do aluno.
A alienação do professor é um fator que contribui para o abandono do trabalho, resultando em desmotivação e falta de comprometimento. A desvalorização profissional e essa falta de formação crítica dificultam a renovação pedagógica e a valorização da mediação docente. Vamos definir o que seria essa prática do rolar a bola.
A prática do rola bola, ela representa uma abordagem superficial e descontextualizada da educação física, reduzindo-a a uma mera atividade recreativa. Essa prática evidencia a ausência de planejamento pedagógico, que é fundamental para a construção de aulas significativas e engajadoras. O impacto na aprendizagem dos alunos, ela é muito negativa, porque ela limita o desenvolvimento e as habilidades motoras e sociais.
O que os professores devem buscar é adotar perspectivas de renovação pedagógica. Ela é essencial para reverter o quadro de desinteresse e abandono do trabalho docente. A revalorização na mediação docente é um passo importante para que os professores se sintam valorizados, né, e motivados.
a inovar em suas práticas. A formação contínua e crítica dos professores é fundamental, é um aliado importante para que possam desenvolver uma prática pedagógica mais reflexiva e contextualizada. Eh, Gonzales ainda fala em seu texto, né, sobre a questão da atuação docente, que ela é atravessada por quatro dimensões interdependentes.
São elas as transformações na área. A gente percebe que ao longo dos anos, ao longo desse processo histórico, a educação física ela tomou papéis diferentes ao longo da história. Então, ela transformou historicamente.
existe um processo histórico da importância da educação física, como ela foi vista e colocada durante esse percurso, né? As condições objetivas de trabalho que impactam diretamente na atuação do professor em sua prática pedagógica, a cultura escolar, existe a hierarquização dos saberes, né? a colocação, a posição que a educação física ela, ela é colocada perante a cultura escolar, perante os outros professores, perante a gestão escolar, eh no sentido de ser inferior, né, em relação em detrimento, né, em relação a outras disciplinas e as disposições sociais e subjetivas do professor, que é uma dimensão pessoal individual.
Compreender essas dimensões é essencial para superar a alienação e construir uma prática pedagógica reflexiva e crítica. A reflexão sobre abandono do trabalho docente nos conduz à compreensão da importância de superar dicotomias históricas que ainda persistem na área, como veremos na próxima temática sobre teoria e prática da educação física escolar. Nesse tema dois, o texto base foi o texto de Darído, né?
Ensinar a fazer e ensinar sobre o fazer. Darido lhe propõe superar dicotomias entre a teoria e a prática. Ela distingue o ensino do fazer, habilidades motoras, e o ensino sobre o fazer, reflexão crítica.
A autora ainda defende uma abordagem dialética em que o professor integra saber teórico e experiência de vida. Isso requer um planejamento didático que articula conhecimento, experiência, corporeidade e criticidade. Essa dualidade, teoria e prática, a relação entre teoria e prática na educação física, é uma questão central que deve ser abordada de forma integrada.
O ensino do fazer procedimental, ele deve ser complementado pelo ensino sobre o fazer, um ensino mais reflexivo, mais conceitual, promovendo uma aprendizagem significativa para o aluno. Essa relação, essa relação dialética entre o saber e fazer crucial para que os alunos possam compreender a importância da teoria da prática esportiva e não se limitar à prática pela prática. Ao longo da disciplina, compreendemos que a educação física não pode ser reduzida a uma mera execução de movimentos.
É preciso promover compreensão de sentidos culturais, sociais e históricos das práticas corporais. E nessa perspectiva, o papel do professor é muito importante como mediador do conhecimento, né? O professor ele deve atuar como mediador do conhecimento, facilitando essa conexão entre a teoria dos conteúdos e a prática nas aulas de educação física.
O planejamento que integra teoria e prática, ele é fundamental para que os alunos possam vivenciar e refletir sobre suas experiências. A reflexão crítica da ação docente é necessária para superar a prática repetitiva e promover o ensino imaginâmico envolvente. Se ensinar vai além da prática corporal e exige reflexão, é essencial também que o professor conheça os fundamentos legais que orientam e legitimam sua atuação.
Vamos então ao próximo tema que diz respeito aos aspectos legais da educação física escolar, tendo como texto base de Gincen Barroso e de Porco Darido. A compreensão dos marcos legais, ela é essencial para a valorização da educação física como componente curricular. A gente vê que a educação física, ela é reconhecida como componente curricular obrigatório na educação básica, conforme a Constituição Federal de 88 e a LDB, a Lei 9394/96.
Os parâmetros curriculares nacionais e a base eh nacional curricular comum, a BNCC, estabelecem diretrizes para o ensino da educação física. A legislação, ela garanta o direito à aprendizagem corporal, promovendo a inclusão escolar e o papel legal do professor licenciado. As práticas corporais, elas são conteúdos escolares que devem ser ensinados, debatidos e contextualizados.
Barroso destaca que a legitimidade da disciplina, ela está diretamente relacionada ao conhecimento do seu valor formativo e a sua vinculação com os direitos de aprendizagem. Apesar da LDB, né, nessa lei 9394/96, garantir a obrigatoriedade da educação física na educação básica, ainda persiste interpretações equivocadas que fragilizam a presença da disciplina nas escolas. E aí a gente precisa eh entender, refletir sobre algumas questões sobre a dispensa, as dispensas legais da educação física, né?
Flexibilização nas aulas de educação física. Existe alguns critérios que estabelecem essa facultatividade nas aulas de educação física. são trabalhadores, pessoas com mais de 30 anos, militares, mulheres com, não apenas no ensino noturno, mas agora em todo o segmento da educação.
Porém, a gente precisa ver se essa lei é ela foi um retrocesso ou um avanço, porque interpretações, que é que é dos nossos desafios, interpretações reducionistas da legislação, né, e o cumprimento dessas leis do cotidiano escolar para que a gente não reduza a educação física a simplesmente a prática pela prática, né, se ela Será que os alunos que são dispensados por estarem doentes e por essas dispensas legais, eles são dispensados da realização da prática da educação física, não importando o conhecimento teórico e as reflexões adivinas desse desse conhecimento teórico da disciplina. Então fica essa questão das interpretações reducionistas da legislação. O papel legal do professor, ele é essencial para assegurar que todos os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade.
Então o que que a gente pode perceber? que a BNCC 2018 ela reconhece a educação física como componente curricular essencial com foco no desenvolvimento da cultura corporal e na formação integral dos estudantes. Alguns autores como Franzineira, eles trazem que esses documentos nem sempre são aplicados com coerência.
Então existe uma lacuna entre esse discurso legal e a realidade escolar, ela é grande e impacta diretamente na forma como as aulas são organizadas. Jen, por sua vez, ele salienta que os marcos legais eles não devem ser vistos como obstáculos, mas como instrumentos que asseguram direito dos estudantes à aprendizagem da cultura corporal. No entanto, mesmo com esse respaldo legal, a prática docente ainda enfrenta desafios concretos no cotidiano escolar, como a indisciplina e o afastamento dos estudantes, que nós vamos discutir no nosso próximo tema.
indisciplina e afastamento dos estudantes, que traz como base um texto de Souza Júnior, né, em disciplina e educação escolar, reflexões e possibilidades. Então, Sousa Júnior, ele aponta que essa indisciplina ela não deve ser tratada como um falha individual, mas ela deve ser compreendida a partir de diversas situações, das condições estruturais da escola, das relações pedagógicas. A indisciplina, ela é um sintoma multifatorial.
Ausência de diálogo, práticas pedagógicas descontextualizadas da realidade dos nossos alunos. a falta de pertencimento dos estudantes, exclusão e desigualdade. Então essa disciplina, essa indisciplina, ela é resultada é uma consequência de concepções equivocadas sobre a disciplina.
Metodologias pouco inclusivas e conteúdos descontextualizados contribui para a exclusão dos alunos, gerando resistência e afastamento. A relação autoritária, distante, né, entre professor e aluno, pode intensificar indisciplina, resultando também eh dificultando o processo de ensino e aprendizagem. O autor lhe propõe que essa indisciplina ela seja abordada de forma dialógica, crítica e ética, com foco na escuta ativa e na construção da da coletividade de soluções.
A gente vem para propostas para essa ressignificação das aulas. É necessário desenvolver propostas pedagógicas que promovam a ressignificação dessas aulas de educação física, tornando-as mais inclusivas e significativas para os alunos. Essa escutativa dos dos estudantes, ela é essencial para entender suas necessidades e interesses, promovendo o ambiente de aprendizado mais colaborativo.
Essa indisciplina, ela pode ser vista como uma forma de resistência e é importante abordá-la de maneira construtiva, buscando soluções que envolvam todos os alunos. Esse esse desinteresse dos alunos também pode estar relacionado ao quê? a repetição dos conteúdos, a desconsideração das diferenças, a não valorização da cultura juvenil.
Então, essa superação da indisciplina e desse afastamento exige uma postura docente crítica e além de crítica acolhedora e comprometida com a construção de vínculos e com a escuta das experiências estudantis. Isso fortalece o sentido da educação física como espaço de educação, é como espaço de convivência, expressão e emancipação. E quando nós falamos, né, em práticas homogêneas, chegamos a outro ponto sensível, a centralidade do esporte nas aulas e os problemas associados ao seu ensino.
E aí a gente chega a nossa próxima temática, que é dificuldades relacionadas ao ensino dos esportes. Barroso, né, um autor, um autor eh estudado nessa temática, ele traz uma crítica contundente ao modelo tradicional de ensino dos esportes, centrado na lógica do rendimento, da seleção e da exclusão. E muitas vezes o que a gente vê na escola é o esporte.
sendo conteúdo hegemônico em detrimento dos outros conteúdos da ginástica, da dança, das lutas, das práticas corporais de aventura. O ensino do esporte na educação física, muitas vezes, ele é pautado por uma visão tecnicista e padronizada que prioriza o rendimento em detrimento da inclusão. Então, se enfatiza o esporte como autor rendimento como se o esporte, né, ele fosse eh de autorimento a incorporação das equipes, como se isso fosse primordial na educação física.
O esporte de rendimento é uma coisa, as equipes, as escolinhas esportivas na escola é uma coisa, o esporte tratado na educação física escolar, ele tem outra vertente, outro caminho a seguir, né? Então, a exclusão de alunos com menor desempenho é uma consequência da repetição de práticas descontextualizadas que não consideram a diversidade dos estudantes. A falta de articulação entre a cultura corporal e a realidade dos alunos limita a efetividade do ensino de esportes como conteúdo da educação física escolar.
Nesse modelo, né, o que a gente percebe é que ele é importado do esporte de autorimento. Ele afasta os estudantes menos habilidosos, reforçando ainda mais as desigualdades e frustrando expectativas. Então, esse mapa a gente propõe o quê?
Um ensino esportivo escolar orientado pela lógica da ludicidade do jogo, da cooperação e da cultura corporal. Deve existir uma necessidade para a ressignificação pedagógica do esporte. É fundamental que haja essa ressignificação do ensino do esporte nas escolas, valorizando como uma linguagem e uma construção cultural e não apenas como uma prática competitiva.
A valorização do jogo e da ludicidade no ensino do esporte pode promover um ambiente mais acolhedor e motivador para os alunos. Deve haver uma reflexão crítica sobre as práticas esportivas, sendo essencial para que os professores eles possam adaptar suas abordagens. as necessidades dos alunos.
Não se trata de negar o esporte, mas de resgatá-lo como a linguagem e expressão em diálogo com a realidade dos alunos e com o compromisso pedagógico. Essa exclusão do ensino do esporte se cruza com outra forma de invisibilidade, a das questões de gênero nas aulas de educação física, que é nossa nossa próxima temática. Questões de gênero na educação física escolar.
A educação física como espaço de intensa eh exposição corporal muitas vezes reproduz estereótipos de gênero, reforçando a masculinidade hegemônica e invisibilizando as meninas, pessoas LGBTQI a+ e corpos de incidentes. Sousa Júnior, ele analisa como o currículo oculto e a organização das atividades esportivas e reforçam o machismo e exclusão. A gente precisa ter essa ideia de que o gênero é uma construção social.
A educação física escolar, ela deve ser um espaço de reflexão sobre essas questões de gênero, reconhecendo que gênero é uma construção social. Estereótipos de masculinidade e feminilidade muitas vezes são reforçados nas aulas, perpetuando a discriminação por orientação sexual e expressão de gênero. A invisibilização das meninas e dos corpos incidentes nas aulas é uma realidade que precisa ser enfrentada por meio de práticas pedagógicas inclusivas.
O mapa destaca que é papel do professor, desconstruir esses padrões, garantindo o acesso à participação de todos os sujeitos. É necessário um combate a essa violência simbólica nas aulas de educação física escolar. A educação física deve ser um espaço para se trabalhar essa superação do machismo e dependendo eh das práticas pedagógicas adotadas, né?
Essas propostas pedagógicas críticas e inclusivas, elas são necessárias para garantir que todos os alunos se sintam respeitados e valorizados. E aí o professor ele deve atuar como mediador da diversidade, promovendo um ambiente de aprendizado que combata essa violência simbólica e a exclusão. Trata-se de promover uma educação física inclusiva que reconheça as diferenças como potência pedagógica e que contribua para a formação cidadã com base no respeito e na equidade.
Essas transformações, elas exigem mais do que novas metodologias, elas precisam partir de temas geradores que dialoguem com o contexto dos estudantes e com os conflitos reais da escola. Vamos agora pro nosso último tema, que são as problemáticas emergentes nos contextos pedagógicos e o conceito de situações limite. Nessa temática, a gente traz a pedagogia do oprimido, né, de Paulo Freire e fazendo algumas reflexões sobre esse texto, né, ele apresenta esses temas geradores como ponto de partida para a prática pedagógica.
Esses temas eles emergem da própria realidade dos estudantes e orientam a construção de conhecimentos de forma crítica, dialógica e emancipadora. E aí ele traz conceitos, Paulo Freire, importantes pra gente debater isso dentro da educação física escolar, a gente pensar e refletir sobre nossa conduta e como as situações limites, o ato limite e os inéditos viáveis. O que seria isso, né?
situações, são as barreiras que os oprimidos encontram e que devem ser superadas para alcançar a emancipação. Ao reconhecer e problematizar essas situações, os oprimidos, eles podem desenvolver o ato limite, que é ação de romper com essa opressão, e encontrar os inéditos viáveis, que são as soluções possíveis e transformadoras da realidade. Esses temas eles emergem da realidade dos estudantes e ele orientam a construção do conhecimento de forma crítica, dialógica e emancipadora.
A educação, ela deve ser vista como uma prática política e ética que busca a transformação social e a conscientização crítica. O planejamento pedagógico, ele deve partir da realidade vivida pelos alunos, respeitando suas culturas e experiências. Nesse ponto, a escutativa e o respeito à cultura dos oprimidos são essenciais para promover uma educação mais justa e equitativa.
E aí a gente tem eh o diálogo como base da educação libertadora. O diálogo, ele é fundamental para a construção de uma educação libertadora que respeite a voz e a experiência dos alunos. A superação da educação bancária é necessária para que os estudantes se tornem sujeitos ativos do processo educativo.
A investigação do universo temático dos estudantes pode enriquecer o ensino, tornando mais relevante e significativo. Na educação física, isso significa partir das vivências corporais concretas dos alunos, identificar esses sentidos atribuídos a essas práticas e a partir daí propor conteúdos que dialoguem com seus contextos sociais e culturais. Essa pedagogia crítica existe do professor um olhar investigativo, sensível e comprometido com a transformação da realidade.
Não há uma metodologia pronta, mas uma postura ética, política e pedagógica. Chegamos ao final do nosso mapa conceitual. Esse mapa conceitual, ele sintetiza essas sete grandes problemáticas que atravessam a educação física escolar.
e aponta caminhos para enfrentá-las a partir de uma perspectiva crítica e transformadora. Ao as problemáticas da educação física escolar, elas são múltiplas, complexas e interligadas, mas não nos imobilizam, ao contrário, nos convocam a ação crítica, a escutativa e a reinvenção da prática pedagógica. Reafirmo como educadora o meu compromisso com uma educação física socialmente referenciada, inclusiva, legalmente embasada e eticamente comprometida com a formação humana.
Agradeço pela escuta e pela oportunidade de compartilhar esse percurso formativo. Muito obrigada. Yeah.
فيديوهات ذات صلة
AMADEUS REMASTERED HD - MOZART INSULTS SALIERI - PLAYS HIS OWN PIECE BETTER THAN HE DID-1
9:38
AMADEUS REMASTERED HD - MOZART INSULTS SAL...
Miles Fish
829,347 views
Mapa Conceitual das Problemáticas da Educação Fisica Escolar - PROEF
19:47
Mapa Conceitual das Problemáticas da Educa...
Araceli Nascimento
131 views
« L’école est malade, l’Éducation nationale impose la bêtise et la nullité générale » – Aude Denizot
1:29:49
« L’école est malade, l’Éducation national...
Epoch Times France
343,191 views
The Most Misunderstood Concept in Physics
27:15
The Most Misunderstood Concept in Physics
Veritasium
21,617,844 views
Emmanuel Todd - APOCALYPSE NOW : Des États-Unis à l'Europe
1:59:58
Emmanuel Todd - APOCALYPSE NOW : Des États...
Fréquence Populaire Média
99,332 views
Interlocução 51 - Equidade racial no Judiciário
27:19
Interlocução 51 - Equidade racial no Judic...
TJMG Oficial
53 views
Grammar rules you can stop sticking to
23:50
Grammar rules you can stop sticking to
RobWords
753,804 views
4 Hours Chopin for Studying, Concentration & Relaxation
4:00:37
4 Hours Chopin for Studying, Concentration...
HALIDONMUSIC
18,716,200 views
Deep & Melodic House 24/7: Relaxing Music • Chill Study Music
Deep & Melodic House 24/7: Relaxing Music ...
Monstercat Silk
Mediação de Conflitos - Técnicas em negociação
21:45
Mediação de Conflitos - Técnicas em negoci...
Êxito Educacional
1,478 views
📚 Pierre Bourdieu propose l’enseignement du futur à Bernard Pivot | INA Culture
32:41
📚 Pierre Bourdieu propose l’enseignement ...
Ina Culture
126,374 views
🎻 24/7 Classical Music Heaven | Relaxing, Focus & Sleep | Beethoven, Mozart, Bach LIVE
🎻 24/7 Classical Music Heaven | Relaxing,...
ClássicaMente
O MAIOR AULÃO DE REVISÃO DE PEDAGOGIA PARA CONCURSOS QUE VOCÊ JÁ VIU!
4:36:11
O MAIOR AULÃO DE REVISÃO DE PEDAGOGIA PARA...
PEDAGOFLIX
44,032 views
Emmanuel Macron, spectateur de la colère des Français ?
10:54
Emmanuel Macron, spectateur de la colère d...
Charlotte d'Ornellas
73,821 views
Quantum and the unknowable universe | FULL DEBATE | Roger Penrose, Sabine Hossenfelder, Slavoj Žižek
45:43
Quantum and the unknowable universe | FULL...
The Institute of Art and Ideas
351,673 views
MAPA CONCEITUAL - PROBLEMÁTICAS DA EDUCAÇÃO FÍSICA - PROEF UFMT 2025 - Larissa Resende
22:25
MAPA CONCEITUAL - PROBLEMÁTICAS DA EDUCAÇÃ...
Larissa Resende Mendonça
65 views
Bossa Nova Melodies That Melt Away Stress: Wake Up to a Perfectly Peaceful Morning Jazz
Bossa Nova Melodies That Melt Away Stress:...
Sunny Jazz Oasis
He Learned 24 Languages—Then They Scanned His Brain
18:38
He Learned 24 Languages—Then They Scanned ...
Olly Richards
629,081 views
Mozart - Concerto no 23 in A major k 488 - Daniil Trifonov and the Israel Camerata Orchestra
29:36
Mozart - Concerto no 23 in A major k 488 -...
Arthur Rubinstein
6,212,121 views
Calculus Made EASY! Finally Understand It in Minutes!
20:42
Calculus Made EASY! Finally Understand It ...
TabletClass Math
717,045 views