[Música] Bom dia, queridos. Vocês estão felizes com Jesus? >> Jesus tá feliz com vocês?
Teve umas desistências aí no meio do caminho. Jesus tá feliz com você, querido? Amém.
Glória a Deus. Vamos orar para ter mais esse tempo, esse TED. 30 minutos aqui, onde a gente vai conversar sobre oito pontos entre a igreja e os LGBTs.
OK? Vamos orar por essa palavra. Pai, obrigado, Senhor, por esse tempo que o Senhor preparou para capacitar a sua igreja a alcançar aqueles que precisam ser alcançados, a alcançar aqueles que ainda não sabem que são filhos de Deus, assim como nós, que também um dia fomos alcançados.
Nós pedimos que o Senhor tome esse lugar, guarde as nossas vidas, proteja esse lugar, proteja tudo aquilo que leva o nosso nome, nos livre do mal. Levamos todo pensamento cativo ao Senhor, Pai. Levamos o nosso pensamento cativo a Cristo para que tudo aquilo que se opõe, Pai, contra o conhecimento da palavra de Deus seja anulado, seja cancelado agora no nome do Senhor Jesus.
Levamos os nossos pensamentos cativos ao Senhor, Pai. Pedimos que o Senhor guarde as nossas vidas e glorifique mais uma vez o nome do Senhor Jesus no nosso meio, Pai. Amém, Deus.
Amém. Queridos, vamos lá que agora de manhã, Ted é rapidinho, né? Um tema complexo, aonde eu quero trazer oito pontos aqui, compartilhar com vocês oito pontos acerca do relacionamento.
Qual é o legado que nós estamos deixando como igreja para esse público que precisa ser alcançado pelo Senhor? porque o Senhor ama cada um deles. Primeiro eu quero ler uma carta aqui de um rapaz, uma carta verídica, verdadeira, de um rapaz e que está na igreja servindo a Cristo e fez um desabafo.
A carta diz assim: "Sou um membro ativo da igreja. Estou servindo a uma igreja por uma década. 10 anos servindo a igreja.
A igreja, assim como Deus, reconhecem os meus dons espirituais de ensino, de liderança. Eu estou perto da minha equipe pastoral, dos meus pastores e estou profundamente envolvido com a comunidade, com o corpo de Cristo. No entanto, se eu contasse para eles o meu segredinho sujo, é assim que ele se refere ao seu desejo por outros homens.
O meu, se eu contasse para a igreja o meu segredinho sujo, eu seria despojado, seria privado de qualquer posição de liderança que ocupe. E dito isso, as pessoas, eu deixaria as pessoas desconfortáveis e me tornaria um incapaz diante das pessoas para levar o nome de Jesus. Temo que se os membros soubessem que eu tenho atração pelo mesmo sexo, ele diz: "Eles duvidariam das minhas habilidades e dos meus dons.
E para mim é difícil conviver assim, porque eu sirvo o corpo de Cristo e eu quero seguir em frente. Eu quero ser um membro ativo da igreja. Eu quero servir a Deus e acima de tudo eu quero ser amado pela igreja.
Uma carta verdadeira. Vocês estão me enxergando aí? O chequinar aqui.
Você abre aqui para mim, minha querida. Dois trabalhos para você, né? para eu tomar no copo.
Quem tava uma piada interna só para quem tava ontem à noite. Então aqui, queridos, eu quero compartilhar com vocês oito pontos. Algumas nós vamos entrar nessa carta aqui.
Mas o primeiro ponto, primeiro ponto que eu quero compartilhar é: Examine o homem a si mesmo. O que significa? O que nos dá autoridade, queridos, para discipular pessoas que estão em pecado sexual, auxiliar pessoas em conflito com a sua sexualidade, não é quantos livros de sexualidade eu li.
Não é ter feito o curso de sexualidade da Juliana Ferron, não é ter feito ministério, não é ser coaching em sexualidade, não é sobre quantos ministérios eu participei ou cursos de aconselhamento eu fiz. Não é isso que nos traz autoridade diante de Deus e diante dos demônios para tratar, para lidar, para ajudar pessoas em quedas sexuais. Mas é o que então, Juliana?
Primeiro ponto é ter uma vida em santidade diante de Deus. Porque não tem como, queridos, você querer ajudar uma pessoa a trilhar um caminho que você mesmo não está disposto a passar, de renúncia, de obediência e de prestação de contas. Porque a nossa ajuda pode esbarrar no nosso próprio pecado, na nossa na nossa própria história não resolvida ou mal resolvida.
E aí vai dar ruim, porque esse aconselhamento pode terminar em pecado sexual também. Estou falando aqui para pessoas maduras, queridos. Amém, né?
Você entende que esse aconselhamento ele pode terminar num lugar que não deve? Pode terminar numa dependência emocional, como nós vimos, vemos muitos líderes e liderados que se torna um relacionamento de um vínculo doentil de dependência relacional. Então, nós precisamos, em primeiro lugar resolver as nossas pendências ou ser clara, resolver as nossas pendências, ter uma vida de autorresponsabilidade e de honestidade para conseguir ajudar outros a trilhar o mesmo caminho.
O contrário, nós corremos um grande risco de cair numa desgraça dentro desse aconselhamento e cair dentro de uma vida dupla enquanto líderes, que é justamente o lugar que nós queremos tirar essas pessoas. O relato desse garoto aqui, ele não quer entrar numa vida dupla, não é isso que ele falou? Ele quer servir a Deus, ele quer ser honesto.
A carta ele continua depois, mas ele não está em pecado sexual. Ele tem desejos pelo mesmo sexo, mas ele não está em pecado sexual. Você consegue discernir a diferença?
Ou a gente acha na nossa inocência que existe alguma pessoa que está aqui no púlpito que não tem nenhum tipo de luta, que não está lutando, que está aqui em cima cantando, louvando, pregando e não está em luta, ou luta financeira, ou luta na área da sexualidade, ou luta no casamento, ou luta com uma enfermidade. É isso que a gente, a gente realmente acredita nisso? Porque existe uma grande diferença entre você está aqui administrando as suas lutas diante de Deus em temor ao Senhor, em honestidade do que você está em queda.
É uma grande diferença. E o que esse rapaz está falando é que ele não está em queda, mas ele tem desejos. Porque líderes, famílias, casais, ninguém está imune a pecados sexuais.
Isso precisa estar claro. Ninguém está imune. Se nós não vigiarmos, queridos, esses aconselhamentos eles podem acabar numa vida dupla para nós também.
Agora, como nós vamos nos colocar para aconselhar alguém que está em luta na área da sexualidade? Se aquele ídolo que a pessoa reverencia também é o nosso? O que que eu estou falando aqui?
Como você vai aconselhar uma pessoa que está entregue a pornografia se o ídolo da pornografia também é o seu? Você não vai atirar no próprio ídolo que você adora. Então, por que que a igreja não fala de pornografia?
Por que que nós não falamos em pornografia? Porque 66% dos cristãos assistem consomem pornografia. Ele não vai dar um tiro no próprio ídolo.
Como é que ele vai aqui atirar no ídolo que ele adora? E 36% desses 66 se declaram viciados. Hã?
Então, nós precisamos conhecer as nossas fraquezas, nossas fragilidades, nossos limites para não defraudarmos o outro, não defraudarmos o irmão e para que esse aconselhamento não acabe na cama. Segundo ponto, não vai dar tempo de falar os oito. Segundo ponto, idolatria.
Todo pecado sexual é uma idolatria. Por que que eu tô falando pecado sexual e não homossexualidade? Porque o maior problema da igreja dentro da área sexual não é a homossexualidade.
A homossexualidade é 2%, querido, do problema. O maior problema que a igreja tem dentro dos pecados sexuais é com relação à pornografia. Segundo lugar, adultério.
Homossexualidade tá lá embaixo. Mas por que que a gente não fala de pornografia? Por que que eu tô falando de homossexualidade?
Porque me mandaram falar de homossexualidade e eu obedeço. Porque se fosse por mim, eu ficava aqui uma hora dando tiro só na pornografia. Mas vamos lá, né?
Espiritualmente, o problema de todo pecador sexual é o mesmo. Qual é o mesmo? Idolatria.
Ele está servindo a criatura. Ele está servindo a si mesmo ao invés do criador. Ele está no centro servindo a si mesmo.
É o que eu sinto, o que eu tinto, o que eu quero, o que eu gosto, o que eu preciso. Quando nós ajudarmos essa pessoa a sair do trono da sua própria vida, se tornar o segundo, porque esse foi o convite, né? Quando você aceitou a Cristo, agora não sou eu, mas quem vivo, mas é Cristo que vive em mim.
Porque a vida que eu vivo agora, eu vivo pela fé no filho de Deus que me amou e se entregou por mim. Então, quando isso se tornar uma realidade, essa criatura deixar de ser o primeiro na sua própria vida e se tornar o secundário, o próprio pecado abandona ele. Que você conhece pelo discurso a vida de uma pessoa que serve a si mesmo.
Não é porque eu quero, é porque eu gosto, é porque eu acho, é porque eu sinto. É um discurso muito cheio de eu. E onde tá Jesus?
Jesus, eu Ah, Jesus não, eu eu eu preciso, eu eu sinto, eu quero, eu eu gosto, eu eu estou no centro. E onde está Jesus? Terceiro ponto, não reduza as pessoas a sua luta.
E aqui tem a ver com a carta que nós lemos aqui. Isso é o que a cultura está fazendo, reduzindo as pessoas a um rótulo de identidade. Não é isso?
A gente vai fazer o mesmo. Não reduz as pessoas a uma identidade sexual e nem uma luta. Na carta nós temos um dilema.
frequente nas nossas igrejas. Alguém que ama o Senhor Jesus, mas que tem lutas. Quem é que não tem luta, levanta a mão para depois vir orar por mim.
Quem não tem nenhuma luta, depois põe a mão na minha cabeça em nome de Jesus. Que bom, né? Cada um na sua área.
Ah, Juliana, mas eu não eu não tenho lutas na área sexual. Glória a Deus. Mas os nossos pecados não são mais cheirosos que dos homossexuais.
Porque não é a heterossexualidade que cobre uma multidão de pecados, é o sangue de Jesus. Nós não podemos simplesmente ignorar a fé, os dons, a luta, a perseverança de uma pessoa nivelando ela por baixo. Não, aquele precisa ficar de olho porque é um pecador sexual.
Não, queridos, o que nos nivela é a graça, não os pecados. Jesus sempre agiu com graça e com verdade todo pecador que se achegava a ele, mas ele sabia dividir os públicos. Então, para Nicodemos, que era um um cara cheio de teologia, um mestre da lei, um fariseu, o Senhor Jesus primeiro ele chega com a verdade.
E ele fala em João 3:3, eu te digo a verdade. Jesus fala assim: "Eu te digo a verdade. " Falou para Nicodemos: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo.
" Aí depois lá no capítulo 16 Jesus apresenta graça para Nicodemos. Mas Deus amou tanto mundo que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha vida eterna. E aí na continuação aí depois no para um outro público, para a samaritana, o Senhor Jesus chega primeiro com quê?
Com a graça. Porque a a samaritana não tá cheia de teologia que nem Nicodemos. Então, primeiro ele chega com a graça, ele não chega metralhando a verdade.
Ele olha para ela e fala: "Se você soubesse quem te pede água, você me pediria e eu te daria água viva e você não viria aqui mais no poço, porque a sua sede seria saciada. " Mas depois, lá embaixo, ele apresenta o quê? A verdade.
Onde está teu marido? Ah, você não tem, né? que o que você tem não é seu.
Eu aprendi, queridos, trabalhando com o público dentro da área da sexualidade, que muitas vezes quando a gente apresenta só a verdade é falta de compaixão. E muitas pessoas que agem sem compaixão para com o outro é porque elas não têm compaixão com elas mesmas, sabe? Elas são duras com elas mesmas.
Quando eu não consigo ter compaixão pelo outro, geralmente eu não tenho compaixão comigo também. Jesus falou com graça e com verdade. Porque quando eu falo só com a verdade, é o retorno à lei.
Porque a palavra de Deus diz que Moisés trouxe a verdade, trouxe a lei. Moisés trouxe a lei, melhor dizendo, e Jesus trouxe a graça e a verdade. Quando eu falo a verdade sem a graça, é o retorno à lei.
Mas quando eu apresento a graça do Senhor Jesus, a palavra de Deus fala em Tito dois, que a graça do Senhor se manifestou salvadora e ela nos ensina a renunciar às paixões e às impiedades do mundo e viver de maneira santa e justa diante de Deus. O que que a palavra está dizendo? A graça me ensina.
A lei não. A lei me cobra. A lei me julga e me aponta.
Mas quem me educa, me ensina o caminho é a graça. A graça me conduz a um aprendizado que eu não sei andar sozinho. Então, para cada público, o Senhor Jesus apresentava a graça e a verdade.
Porque a graça ela traz uma resolução, ela mostra o caminho, ela ensina o caminho que a pessoa deve andar. E muitas vezes, queridos, nós estamos matando a esperança nas pessoas, porque nós falamos a verdade, só a verdade, só apontamos o erro, mas não mostramos o caminho. João 1 vai dizer: "Porquanto a lei foi dada por Moisés, a lei é a verdade, mas a graça e a verdade vieram através de Cristo Jesus".
Então, independente da estratégia que a gente vai usar, a graça e a verdade, elas precisam estar presentes, porque o objetivo é levar a pessoa à maturidade para que ela possa decidir uma vida em Cristo, porque não tem como impor, não tem como imporidade sobre a vida de ninguém. Então, a gente precisa aprender a permitir que as pessoas pertençam antes da gente despejar sobre elas tudo aquilo que a gente acha que é a verdade. Permita que as pessoas pertençam ao corpo, se acheguem a Cristo, experimentem de Jesus, experimentem da graça, sejam constrangidas por Jesus antes da gente despejar tudo aquilo que a gente acha que é verdade, que talvez a gente também não vive.
O nome disso é legalismo. O nome disso é religiosidade. E religiosos não gostam de pessoas, gostam de regras.
E muitas vezes nós estamos querendo impor regras às pessoas que nem nós praticamos. Tô sendo muito dura. Que bom, porque eu vou continuar.
Obrigado pelo seu amém, querido. Quarto ponto recém, eu só tenho 10 minutos. Misericórdia.
Quatro pontos. Vou correr aqui. Homossexualidade, pecados sexuais, identidades de gênero, são comportamentos, são sintomas.
Não adianta a gente querer combater comportamento, querido. A gente precisa compreender as causas, as raízes, de onde vem os comportamentos. Mas a gente precisa ter disposição para conhecer a história.
Porque para conhecer o para saber o adulto que a pessoa é hoje, eu preciso conhecer a criança que ele foi ontem. Eu preciso conhecer a história, conhecer a sua vida, porque a pessoa ela não tem consciência de onde veio aquele desejo. Pessoas que têm atração pelo mesmo sexo.
O desejo não foi escolhido, queridos. O desejo está ali por algum motivo. Você escolhe o que vai fazer com o desejo.
Isso sim, isso é uma escolha. Mas você não escolhe ter o desejo. Isso precisa estar claro.
Mas as pessoas não têm o discernimento e o conhecimento de como aquele desejo parou ali e por estão em crise de identidade. Então a ideia é expor que existem motivos pelo qual o desejo está presente, o desejo está ali. Você vai arrumar esse cronômetro aí, vai dar um Vai, vocês estão me gastando, hein?
Tá tudo bem, queridos. Eles não têm perguntas. Vocês não têm perguntas, né?
A ideia é expor os motivos pelo qual ele está agindo assim. É expor que existem motivos pelo qual ele está agindo assim. Então, a ajuda eficiente, ela começa compreendendo a pessoa integral e não só tentando combater um pecado, eliminar um pecado.
Nós falamos isso ontem à tarde, né? Qualquer coisa pode ser dita na nossa casa ou na nossa igreja sem que a pessoa se sinta envergonhada ou sem que haja punição. Qualquer coisa pode ser dita.
Ou a gente vai despejar um monte de versículos sobre moralidade sexual, porque nós estamos milpes achando que a revolução sexual é sobre sexo. Não é sobre sexo, queridos, é sobre desautorizar Deus. Mas nós paramos na moralidade e é muito mais profundo do que isso.
Escute as pessoas, ouça suas dores, elas estão na base, no fundamento, influenciando as decisões, as escolhas. E quando você leva alguém a compreender a sua própria história, a ter compaixão da sua própria história, a enxergar as suas próprias dores, a fazer as pazes, a com a sua própria história, você cria uma conexão com ela para ela entender que existem motivos pelo qual ela está agindo dessa maneira, abrindo espaço para as pessoas falarem, serem acolhidas nas suas dores, nas suas mentiras. Mas Juliana, é uma mentira.
Exatamente. Como que nós vamos saber o quanto de bagunça e o quanto de engano há dentro da pessoa se a gente não para para ouvir, queridos? Se a pessoa não tem espaço para falar, ouvir sem julgamentos, ouvir acolhendo as suas dores.
Eu lembro que quando eu me converti há 12, 13 anos atrás, para quem não sabe, eu vivi na homossexualidade por 12 anos. E quando eu me converti, eu fui para uma fui para uma igreja e as pessoas também não sabiam o que fazer comigo. Então algumas passavam por mim, diziam assim: "Juliana, eu vou te dar um estojo de maquiagem".
A minha irmã tá aqui, eu não sei se ela chegou a ouvir alguma coisa assim do tipo, "Juliana, eu vou te dar um vestido. " E eu ficava pensando, mas colocar na OLX, vou fazer o que com esse negócio? Se eu tô há 30 anos tentando ser um homem, a gente acha que a conversão do coração vai vir por coisas externas.
É uma ajuda, mas é uma ajuda ineficaz. Queridos, nós precisamos de espaço para as pessoas falarem, porque quando elas falam, por que que a gente vai no psicólogo? Eu sou psicanalista.
Porque quando a gente fala, a gente elabora a nossa confusão aqui dentro. A gente elabora os nossos pensamentos. Mas nós estamos mais acostumados a despejar um monte de versículos sobre imoralidades sexuais do que praticar a escuta.
E quando nós sentamos para ouvir, nós já estamos demonstrando empatia. E nós podemos o quê? capturar as mentiras, farejar as dores.
Estão sustentando uma vida, no engano, capturar as suas faltas, as suas experiências, que provavelmente são os pilares de uma vida toda em crise. Essas emoções, elas estão na base, influenciando as decisões. Talvez três pilares principais aqui que sustentam a vida no pecado sexual.
feridas, faltas e excessos que não dá pra gente abrir muito aqui porque é muita coisa, mas quando a gente ajuda uma pessoa a olhar pra própria história e compreender que existem coisas influenciando diretamente nos seus desejos, a gente já começa a criar uma ruptura nessa estrutura de engano que sustenta a vida dessa pessoa. Por isso, nós precisamos ter conversas que alcancem o coração e não conversas de comportamento. Acho que não adiantaria muito me ter me dado um vestido que até hoje eu não uso.
Ao explorar algumas questões fundamentais da vida, da história dessa pessoa, nós vamos trazer à tona de alguma maneira algumas coisas que aconteceram. E John Piper, ele fala que os prazeres eles não mentem. Os prazeres sempre vão trazer à tona algumas coisas escondidas do nosso coração.
É como algo batendo a porta, querendo nos ensinar algo. Por que que a compreensão de tentar ver o quadro todo ajuda? Talvez a gente não vai enxergar o quadro todo, mas o que liberta é o conhecimento da verdade.
A verdade liberta. Então, a pessoa passa a ter escolhas acerca dos seus desejos. Existem os desejos?
Sim, mas eu não preciso mais obedecer. Por quê? Porque agora eu tenho uma compreensão da minha própria história.
Nós precisamos levar as pessoas a um nível de que agora o que ela sente não é mais importante do que agora ela sabe a respeito da própria vida. Dá para entender? Porque não é suficiente falar para as pessoas, dizer não para um pecado, não para homossexualidade, não para.
Isso não sustenta a vida de ninguém, queridos. É preciso refletir o porquê ela se entrega, o por ela diz sim. E aqui tem uma grande diferença.
Quinto ponto, pessoas silenciadas para continuar pertencendo. Como na carta que nós lemos, silenciado se privando de ser ajudado. Para quê?
para pertencer, para fazer parte do corpo. Então ele não abre, fica sofrendo sozinho porque não pode contar, não pode abrir, porque vai ser marginalizado dentro da igreja. O que é marginalizado?
Vai ser descartado como homem de Deus. Não vai ser mais visto como uma pessoa cheia de dons, cheia de Deus, cheia de potencial. Por quê?
Porque agora essa pessoa abriu que tem lutas na área da sexualidade. Ora, tem lutas, mas não está em queda. Mas aí nós removemos essa pessoa que antes nós víamos como uma pessoa cheia de unção, cheia de Deus, e agora ela passa a ser uma pessoa que precisa ser resgatada pelo evangelho, que precisa ser monitorada.
Ela já foi resgatada pelo evangelho, querido. Já teve encontro com Jesus. Ela só precisa de um ambiente saudável para poder partilhar das suas dores, dos seus momentos de angústia e administrar a sua vida.
Mas parece que muitas vezes a igreja não é um lugar que a gente possa abrir para esse tipo de problema. Então o que acontece? Acontece que essa pessoa ela vai abrir os seus problemas, mas vai abrir com grupos políticos que vão se conectar às ideias.
E aí o que que acontece? A gente perde uma pessoa porque a gente não dialoga com problemas que a gente não compreende, que a gente acostumou por séculos a colocar na conta do demônio tudo aquilo que a gente não compreende. E o demônio tá lá ganhando fama de coisa que nem é dele.
Porque se tudo que a gente não compreende é demônio, queridos, [Música] para mim é preguiça ministerial. A gente não compreende, então é culpa do capeta. A gente não sabe lidar, então é culpa do capeta.
A gente não sabe para onde vai, então é culpa do capeta. Ei, chega, queridos. A gente precisa ter coragem de encarar.
Bom, a gente não sabe, mas vamos trilhar um caminho junto. A gente não sabe tudo, a gente não sabe, mas vamos trilhar um caminho juntos. É muito mais honesto da nossa parte.
E quando você abre que tem lutas na área sexual, parece que o olhar para você dentro da igreja muda e o cara cai de uma condição que antes ele era visto como homem de Deus para uma condição de ter sido resgatado. Mas ele já teve encontro com Jesus. Queridos, ter lutas na área da sexualidade não significa que ele não se converteu, que ele não teve encontro com Jesus, mas nós colocamos a pessoa na mira, né?
Não. Então, se se a Juliana mudar os três jeitos, daí eu vou acreditar que ela teve um encontro com Jesus. Ah, então vai morrer descrente, querido.
Porque você pode ver que eu não me tornei uma perigóspel depois da conversão e eu tenho 13 anos de conversão. Você vai morrer esperando. Eu todo dia lá os os enviados do capeta lá no meu Instagram, mas Juliana, olha a sua voz.
Eu falei: "Mas reclama com Deus porque eu nasci com essa voz grossa". Mas Juliana, você não usa vestido? Eu falei: "Pois é, não gosto".
Então é, é essa régua que a gente mede a santidade, é a voz. Então, eu tô lascada. Tá cheio de de mulher dentro da igreja com vestido.
Nem sei se eu posso falar o que eu vou falar aqui. Acho que nunca mais vão me chamar. Que que você acha?
Não vão, né? Obrigado pela sua fé. Ah, não vou falar.
Vocês estão dormindo aí? Nem amém falaram hoje. Combinamos ontem.
Glória a Deus. Ó, vou dizer, falar um negócio para vocês. Tá cheio de mulher aí que debaixo da da saia não tá santificado o que tem lá.
Cheio de homem, cheio de mulher, com aparência de piedade, mas debaixo das calças e debaixo daquele vestido glamoroso, rosa pink, não estão glorificando a Deus. Eu posso ter três jeitos. Eu tenho.
São marcas de 30 anos no pecado, marcas no corpo, mas debaixo das minhas calças largas, eu não estou deshonrando ao Senhor com a minha vida. Esse é o sexto ponto. Estereótipos.
Nós temos que parar de excluir pessoas que não t aparência de piedade. Não significa que um menino efeminado é sinônimo de pecado, queridos. Porque tem muitas pessoas lutando contra pecados sexuais, com uma vida diante de Deus, com temor do Senhor.
Eu não sou uma menina feminina, eu sei disso. E eu estou num lugar de contentamento. Eu já alcancei.
Eu acho que o que eu conseguiria alcançar e eu já entrei no lugar de contentamento. Agora, três jeitos não são sinônimos de pecado. A gente não pode medir o nível de intimidade que uma pessoa tem com o Senhor Jesus pelo estereótipo.
Isso é muito raso, queridos. O meu estereótipo masculinizado, ele ele foi construído durante 30 anos desde o ventre, aonde verbalizavam que eu era um garoto. Com 10 anos eu já era um menino.
Se você acha que eu sou mal masculinizada agora, você precisa ver minhas fotos 12 anos atrás que não me deixavam entrar nos banheiros femininos. Eu tô uma leide. Ai, ai, vou até tomar no Não tomo mais no bico agora.
Desde ontem não tomo mais água no bico, só nos bastidores. Nós precisamos entender que quando o homossexual chega na igreja, ele quer pertencer, queridos. Naquele momento tudo que ele dá conta de ser é o que ele tá ali apresentando.
É aquela calça embalada vácuo. É falar daquele jeito. É isso, queridos.
Você não mudou da noite pro dia. Todos os domingos a gente vem aqui, Deus pincela uma mentira que a gente estava acreditando. Não é assim?
Todos os domingos quando nós vamos aos cultos, o Senhor traz uma verdade nova para nós. Não é assim? E não é maravilhoso?
E por que que a gente acha que com homossexual ele tem que vir no culto num dia, no outro dia ele tem que virar um macho alfa, falar grosso, arrumar uma namorada, casar e tem que ter um casal de filhos, não pode ser só um. Aí a gente vai acreditar que houve uma conversão, não é isso? Não é a pressão que a gente faz sobre as pessoas.
Os cinco primeiros anos de ministério, as pessoas me pressionavam. Girando, você não vai casar, você não vai casar, você não Eu não tava nem aí para casamento, queridas, queridos, eu tinha tantas feridas emocionais para tratar que eu pensei comigo mesmo e com Deus, se eu casar agora, eu estrago a vida da pessoa, porque eu tenho muita tralha para resolver dentro de mim. E a igreja querendo me casar, querendo me casar.
Eu falou: "Pelo amor de Deus, eu acho que quando eu passo na vida, na frente de um homem que tá orando, buscando uma mulher, eu acho que Deus tapa os olhos dele, porque pensa uma pessoa tretada, com coisa para resolver". E aí Deus me escondia no estoque por amor à pessoa, mas não se converte. Você tá lá cheio de ferida para resolver, abuso para resolver, dependência emocional para resolver.
Tem que perdoar o pai que já morreu, tem que perdoar a mãe, tem que perdoar os abusadores. A criatura tá estragada. A igreja quer casar.
Aí estraga a vida do outro que tá lá, que não não me merece. Agora já merece. [Risadas] [Aplausos] Agora já merece currículos em por e-mail.
Pode ser o no direct, currículos por direct. Como é que traduz isso aí? Traduz também que estamos não estamos negando nada.
Essa, essa escapou, mas escapou, se escapou, queridos. Vamos lá, vocês ficam me distraindo aí. Sétimo, santidade não deve ser uma imposição.
Como assim, Juliana? A santidade, queridos, não deve ser uma imposição nossa enquanto igreja. Você não pode, você não deve, você não deve ser.
Por quê? Porque uma santidade imposta, ela tem prazo de validade. As pessoas não aguentam.
E é por isso que a gente vê muitas pessoas dentro da igreja falando: "Ah, eu dei conta por se meses e caí de novo. Ah, eu aguentei 3 meses e não aguentei mais. " Porque santidade, sem relacionamento com Deus tem prazo de validade.
Porque ele vai obedecer a quem? Se ele não sabe quem que ele tá obedecendo? Se ele não tem intimidade com quem ele tá obedecendo, ele tá obedecendo por causa da igreja.
Não dura, queridos, não sustenta permitir que as pessoas pertençam ao corpo enquanto elas não alcançaram o nível hard de santidade que nós temos. Só Jesus na nossa causa. Que tal entender que Deus é o melhor e restaurador de vidas do que nós?
Porque o que quebra o julgo na vida das pessoas é o perdão, queridos. Não é a nossa acusação, não é a nossa proibição, não é a nossa pressão. Que tal suportar a humanidade do outro até que Deus conceda o arrependimento, como diz segundo Timóteo 4, para que Deus conceda o arrependimento e ele volte à sobriedade, escape das armadilhas do diabo para que Deus conceda o arrependimento.
Porque restauração tem a ver com andar na verdade, tem a ver com andar com uma vida de honestidade diante de Deus. Porque para o líder ele pode dizer que não está fazendo nada, mas quando ele chegar a um nível de constrangimento diante de Deus, de não querer mais deshonrar Deus com seu corpo, aí sim ele entendeu que é santidade. E você não vai mais precisar pedir santidade para ninguém, porque ele vai ficar desconfortável com o próprio pecado, de deshonrar o Senhor Jesus com a vida dele, com o corpo dele.
Nós estamos pedindo só obediência e nós precisamos ter uma coragem um pouco maior, porque a obediência sem o relacionamento, ela não ela não perdura. Queridos, a santidade vai acontecer quando ele desenvolver um relacionamento íntimo e um amor pelo Senhor Jesus. Não vai precisar que ninguém pression ele a nada.
Oitavo e último ponto. Romanos 2:4. Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que é a bondade de Deus que conduz a um arrependimento?
Para alguém chegar a um verdadeiro arrependimento de todo pecado, essa pessoa precisa ser visitada pela bondade de Deus. É a bondade de Deus que conduz a um arrependimento. Essa pessoa precisa ser precedida, visitada pelo amor, pela graça, pela bondade de Deus.
Não pela acusação, não pelo medo, não pela culpa, mas pela bondade de Deus. Porque é a bondade de Deus que conduz ao arrependimento. Amém.
Queridos, encerramos por aqui.