Olá, boa tarde. Eu sou o Henrique, ele é o Celson, >> tá? Hoje a gente vai participar aqui do que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá?
Eh, vocês normalmente conhecem mais as pesquisas quantitativas, que são aquelas onde um entrevistador chega na rua, aborda vocês com uma série de perguntas objetivas, vocês vão respondendo e aí no final há um resultado quantificável, né? Números. Então, vou dando um exemplo A, qual é a cor que você prefere?
Um vai dizer azul, outro vai dizer rosa, outro vai dizer amarelo. Então no final vai se juntar tudo, vai fazer aquela regrinha de três básic e vai sair. Tantos por cento prefere azul, tantos por cento prefere amarelo, tantos.
E aí isso é o quê? Isso é uma quantitativa, porque o objetivo é quantificar alguma coisa. Aqui não, aqui é a qualitativa.
Qual o objetivo? Qualificar. Qualificar o quê?
as informações. Era a mesma coisa que se eu buscasse saber o por que você escolheu a cor azul, por que você gosta da cor rosa, por que você gosta do amarelo. Então, a qualitativa ela busca exatamente isso, é qualificar a informação, é entender o porqu uma decisão, quais são os motivos que fazem você tomar aquela escolha, que que eh eh eh objetos você eh se baseia para poder tomar suas decisões, tá?
Então, na verdade, o que a gente vai fazer aqui é uma grande conversa com que vocês vão dar as opiniões de vocês. E aí eu digo o seguinte, toda opinião é muito válida, tá? Então não fiquem acanhados ou não deixem de falar porque ah, minha opinião é diferente da da minha do rapaz ali, ó.
Ah, minha opinião não tem nada a ver com todo mundo. Divergência não tem problema. Muito, pelo contrário, tá?
A gente eh, que a gente pra gente é importante é que a gente entenda a opinião de vocês mesmo, sejam completamente distintas umas das outras, tá bom? Então, não fiquem acanhados. Outra coisa para vocês não ficarem encanhados é com o microfone, né, e nem com a câmera.
Eu já aviso lá que tem câmera porque às vezes as pessoas não percebem e quando olha no meio do negócio, vê que tem uma câmera, pronto, congela, quer entrar por debaixo da cadeira, não fala mais uma palavra. Gente, a câmera aqui e os microfones são pra gente captar exatamente o que a gente tá fazendo para depois fazer o relatório, porque antigamente a gente sentava e ficava um cara anotando tudo. Óbvio que perdi uma opção de coisas, senhor não consegue anotar tudo que todo mundo fala.
Então, na hora de montar o relatório, às vezes faltava coisa, faltavam coisas importantes. Por quê? que na hora da captação não conseguiu captar uma informação importante.
Isso aqui serve exatamente para isso, para não se perder nada, pra gente ter todas as informações. Depois que termina, automaticamente é deletado, né? Até nem em outras áreas da nossa própria empresa tem acesso a essas informações.
É só o pessoal que faz a compilação de dados. Então fiquem tranquilos, tá? que não tem que a a voz de vocês, que o áudio de vocês, que a imagem de vocês não vai para lugar nenhum e ela só utilizada exatamente para montar um relatório.
Mas quando a gente manda pro fantástico, né? >> Brincando. Então fiquem tranquilos, tá bom?
>> A nossa dinâmica é o seguinte, eu vou jogando temas aqui e a gente vai falando, vai discutindo, vai falando. As opiniões, tá? Não tem uma ordem.
Ah, primeiro você, depois você, não é? de forma espontânea as pessoas vão dando suas opiniões, tá? Se [roncando] numa necessidade eu entender que alguma coisa precisa ser mais debatida, mais esclarecida, aí eu vou perguntar individualmente, tá?
Pô, ouvir mais essa tua opinião sobre esse assunto, mas naturalmente isso vai acontecer muito pouco, tá? As coisas vão vão concorrendo eh de forma muito de uma forma muito natural, tá bom? Eu só vou pedir o primeiro nome de cada um, porque às vezes eu vou poder perguntar especificamente.
Pa César Verónica, >> Ana, Patrícia. Andre Andres, >> Tatiana, >> Luiz. Luiz, >> vamos começar, gente.
Como é viver na ilha? >> É bom. Muito bom.
Eu nome, >> eu gosto, >> eu gosto da minha personagem que assim até penso em mudar para outro lugar, mas sempre f com aquela sensação de que é falou que já me dei duas vezes e voltei. >> Foi voltou, >> já fui para Novo Sul, já fui para São Paulo e voltei. >> Não vale a pena sair dele, né?
>> Consegui ficar. >> Não vale a pena. Pode até para você tiver embora lá fora alguma mulher fica mais volta de boa.
Aqui tem muitas coisas que a gente quer. A gente vai dar sessão de segurança, porque quando a gente vai para outras localidades, a gente não sente a sessão sessão. Aí ela é um polo assim, ela é considerada de muitas comunidades em todo, mas mesmo assim a gente se sente seguro >> mesmo com essa segurança externa de repente de um turista que não entende a dinâmica da Pernambor pode se sentir inseguro.
Então que ele só vem até o Jardim Guanab. assim, outras pessoas que residem fora da língua do governador, a gente bem voltar se conhecem ele a conheitam, mas nós que somos remoradores não, a gente conhece o interior da ilha que é mais mulher, então a gente se sente segura para sair de casa qualquer horário, seja para uma baladinha ou seja para voltar do trabalho ou para ir trabalhar comigo muito cedo, porque eu já trabalhei no aeroporto, eu pegava lá 5 horas da manhã, então tinha que ser 3:30 de casa e mesmo assim eu me sentia muito segura assim. tanto para o celular quanto para caminhar mesmo na rua sozinha, sabe?
Também a questão de Uber, moto Uber, né? que no começo as pessoas se sentiram muito inseguras para pegar ou não. A gente pelo contrário, porque como nós são pessoas assim praticamente conhecidas, porque daí a gente tem essa questão, né, de brincar, ah, todo mundo se conhece, >> mas não, né, são muitos habitantes, mas parece que a gente se integra como se fosse uma família de verdade.
Então, mais um verdade >> é oi para lá, oi para cá, todo mundo se conhece, né? Maravilha. Eu sempre uso o parâmetro da dessa questão de segurança e insegurança em todos os lugares a gente vai eu faço uma pergunta básica.
Se você se tocar o telefone você atende? Exatamente. Exatamente.
>> E aqui todo mundo atende. >> Eu sei muito bem o que é isso, porque, por exemplo, eu eu vocês tm uma característica, né? O pessoal da ilha tem uma uma característica que é muito parecida com o meu bairro também.
também sou daquele barro que não sai. Eu viajo 400 lugares pelo trabalho, por não sei o quê, mas não adianta eu volto pro mesmo lugar. E nós somos os os únicos lugares que nós temos gentíos, né, que é que é o nome de quem mora naquele bairro.
Vocês são insulanos, né, e eu sou tijano. Então são os dois bairros que todo mundo quem mora no ar. Com todos os problemas que possam existir, a gente continua.
Vocês quer sair daqui ó, tudo jogando. Fui e voltei, vou e volto, não sei quê. Jão é a mesma coisa.
>> A gente principalmente quando a gente >> vê ali a ponte, né, do galão, a gente se sente já em casa, >> voltando, né? >> Já tá em casa, sabe? 75.
Por mais que o ônibus demore uma hora para chegar no nosso bairro, que é casados, >> a gente já se sente em casa, a gente já fica em pai assim, >> mas que essa é a única coisa ruim que é contra esse cara. >> É, o garrafamento é tremendo mesmo ali na entrada daí. >> É, eu ia perguntar, tudo bem que a gente só fez falou coisa boa até agora, mas o que que agora o que que não funciona?
>> Transporte. transporte realmente é complicado. Você tá lá fora vir para cá >> sair também >> ou até para sair >> mobilidade de uma forma geral mais >> e transporte interno também interno e externo.
>> Sim, interno também >> acredito que no metrô, né? Se graça metrô >> o próximo PT também porque a gente tem que ir até pelo menos que eu vou botar, >> né? bancários >> ajudaria melhoria da que a gente veio >> é parque horários funcionam ainda >> funciona bem complicado >> claramente casa quando ela sai 5 horas [limpando a garganta] >> já cidade >> mas não tem horário é você pegar >> a Certo.
Só cereo. >> É segurar. Tem mais segurança não precisa pegar a >> precisar pegar de manhã.
>> Problema é que não tem horário. >> Horário já tinha bastante horário. Agora não tem mais três horários.
>> N sei se é uma barca ou duas. Aí por isso que fica sem ter esse horário é casa, né? Que é aquela barra antiga, vai volta, vai volta.
É. E pra barra também o um pouco mais expresso, porque a gente para pegar o expresso tem que ir pra Penha para depois pegar. E sempre tá muito cheio da P.
>> Tem quanto tempo? >> É aí uma ele falam uma hora, mas assim 1 hora 10 1:20. muito cheio ou volta muito cheio porque antes tinha no início tinha que ia direto para alvorado >> do fundão.
Eu acho que eu parava em uma estação e direto. Poderia ter parado algumas mais, né? Mas que fosse direto do finão, a gente não quisesse fazer a integração na P, entendeu?
Porque antigamente tinha direto, agora não. >> Sim, direto. >> É, no início acho que tinha um PG.
É, parava em estações assim, entendeu? >> Não, eram 2 horas. >> Não, mas agora 2 horas quando tiver >> tirando transporte, mas que vocês acham que precisa melhorar?
>> Saúde. Saúde, né? >> Os hospitais sãoados aqui.
>> Oxe, tá sem remédio. >> Não tem. Você vai no posto de saúde ali, qualquer canto não tem remédio, tem que comprar.
>> Não tem mais baixo que é é remédio colesterol. Para quem quem precisa deste remédio, só tem de dificuldade. Só tem >> quanto tempo difícil dificuldade foto de remédio.
>> A cinco dali três dois mais ou menos. Tá muito ruim >> marcação de exame também, por exemplo, lá da coração fez um exame. Ah, fez o exame.
Aí o exame foi seis meses né, machou um lugar muito bom que mandaram ela fazer exame. Fom, mas aí quando voltou só seis meses depois. Aí acabou faz exame >> porque aí que que adiantou?
O hospital era muito bom que eu não fez esse exame, era um exame caro que aumentou mais condições de pagar, só que voltou a estar porque voltou fazer >> dentista a mesma coisa você vai lá problema no dente você daqu meses. Pô, a pessoa não tá com problema no dente, vai aumentar 5 meses só de fazer o tratamento. Complicado.
>> Outra questão aqui, eu sou mãe criançada, né? Nível dois de corte, estrutura nem humana para você, se você não tiver condições financeiras para poder sua a terapia de nada que não tem nenhum lugar que faça 30 minutos, porque algumas coisas pelo su é 30 minutos, mas aqui na ilha pelo menos eu desconheço e olha que eu já comprei meu filho hoje tem está com 9 anos não tem suporte nenhum tudo eu faço através do Eu tenho quear para poder ou então eu vou para Laranjeiras, aí eu vou para para lugar fora da só que para também pegar transporte público com ele como é uma criança, ative às vezes umas pessoas no lugar mesmo com cordão, ele fica agoniado porque é muitas pessoas muitas. Então, para mim, às vezes é preciso gastar o benefício dele todo, só com a terapia, podendo estar gastando com outras coisas, porque não tem um lugar de graça assim, pelo juiz que me atenda ou que dê o suporte necessário para ele.
>> Esse assunto é bem importante. Os grupos anteriores falam trânsito, trânsito interno tá complicado. tá muito horário de p assim de colégio vai sair mais sair do lugar >> não, mas interno ele tá falando assim mais um baú lá atender na frente >> que a gente fala de bairro a ilha é um bairro mas de um subbairro para outro né assim faz obra outra >> não sei que teve uma época que tava tendo uma obra ali no mesmo Muito caros é chuva.
>> Ah, todo Red Coelho estava lá e Santos. Tu valor tá fazendo ali uma obra, mas quando chove não deixa fazer uma obra encher >> na favelinha. fazendo obra também.
É, >> no campo, >> mas vocês estão vendo as obras acontecerem, né, que tá tá >> táando. Tá acontecendo >> pelo menos aparentemente tá >> do anos, 3 anos. De repente a eleição de cima ali, de repente agiliza.
Ah, >> eu acho que alguém tá correndo, tá correndo bem, tá indo rápido assim que a gente costuma ver e aparentemente parece ser uma coisa de qualidade, sabe? Não é aquele asfalto fininho, nem que eles podem, só para acabar o buraco mesmo. E na antes da eleição acabar, né, antes da gente conseguir botar no candidato, o buraco já tá lá aberto também.
Tem a obra aqui da da estrada do Galhão também foi uma obra também legal que realmente acabou, né, com aquela coisa aquela buracada que ficava toda hora enchendo porque a gente mora numa ilha, uma ilha brítica, né? Então assim, é natural a natureza querer tomar seu território novamente, né? Então isso e e essa infraestrutura sempre tem que ser uma coisa tem que ser cíclica, sempre tem que tá eh ser rotineira, né?
Aí a questão do valão muito porque tinha algumas áreas, alguns pontos ali como a comunidade do NPS jogava do outro lado diretamente e a Seda conseguiu acabar com isso, né? No tanto que eu vi uma reportagem que ele só te de barataba também com esse projeto também que tá maravilhoso e a nossa praia da da tá própria para banho e assim é ótimo assim pra gente, né? A gente reclama muito, ah, nossa, água é feia, meio esverdeada, mas é a cor da água, a cor natural da água.
Ela estando limpa, sem poluição, a gente vai voltar a frequentar com certeza. Até a gente frequenta no verão, né? Que [limpando a garganta] lot >> não até a preta do Flamengo tá liberada pr do Flamengo no Rio de Janeiro.
Coisa que é uma paí de ela tá tá super bomelo. Ela não tá transparente do Flamengo. >> Sim, mas aí o Juan tinha ali já tá pegando essa questão também.
Freguesia também vai ficar de mais complicado porque a Bahia literalmente tá aqui no complicado de entrar. Mas o senhor fala, mas é é o mesmo Bahia, >> é mes >> a praia do Flamengo, Botafogo, é >> o mesmo Bahia, né? Então acaba que só >> é explodir, >> é isso adiantar, né?
Então, né? Foi igual a questão petrobrá, >> é muita coisa próxima própria amarelo, né? Amarelos [roncando] >> e a gente também a gente hoje na governador a gente sente privilegiado também porque nosso sistema de saneamento básico é ótimo.
Assim, a gente vai para outros lugares, nossa, é horrível. Parece que eles pararam no século XVI, porque a gente vai para essa é tudo é barco ainda. >> O pessoal de no rio que eles chamam de sabe aquele rio, um rio vivo que deveria ser na lá.
E assim é uma coisa horrorosa, né? >> E deixa eu perguntar para vocês. Fala, você fala?
Não, eu ia só pontuar aqui, por exemplo, trabalhar com evento. Aí eu fiquei uns dias trabalhando no Flamengo e eu reparei essa questão da rua do solamento e tal, porque para lá no flamengo, não sei se é quantidade deor de rua ou porque a galera muito com o cachorro, muitas pé inteiro na rua cheiro horrível e a gente não tem muito isso aqui. A gente vê assim papel tem sujeira, por exemplo, vai no corredor cultivo, tem sujeira assim de papel, copo, mas não de cocô assim.
Posso corrent muito. >> É, eu não sei o qual é, mas aí fazendo essa comparação aí tem um ponto positivo aqui na também. A gente não vê as boas tão sujas assim assim.
Não entregar você fazer uma caminhada, por exemplo, pro corredor ou aqui pelas boas aqui do capo meio do lado já não vejo assim essas sujeira >> tão grande. Acho que é uma loucura atuante porque >> é >> a gente sente isso, né? Principalmente em férias assim, ano novo, carnaval, no dia seguinte a praia rápida, também já tá ali, >> pouca gente, sabe assim?
E é impressionante a velocidade do e também da comunidade, né? Eu eu residi, eu resido na comunidade Lacia Terra, que a comunidade sem terra não meu nada, me esquecida. Eu acho que ela foi uma das últimas comunidades, hein, a ser >> é a entrar no contexto aqui do da Bernardo.
Ela é mais abandonadinha assim, bem ficou assim, hã, >> é no final de bancada perto da Marinha, né, naquela localidade ali, ela foi a única a última comunidade, creio eu, a serroada mesmo. lá no esporte é bem mesmo. >> Ela tem aquela condição das bandas que vão até final.
>> É, então os pararam de ponto em relação tráfego também das bancas, né? Porque essas bandas elas são uma umação, gente, porque assim, é porque nossa eles são tão que acho que por isso tá tão grande, >> tem muita f >> que tá desmotivando as pessoas que t carro a pegar transporte público, tanto pela Paranuana que tá chateada, que toda hora o ônibus >> e não tem outro ônibus pra gente pegar. Aí quando a gente descia do ônibus para pegar uma van, Deus me livre, ou você discutia com o cobrador ou era o motorista discutindo com outro motorista.
Ele se acha nos dona ele fecha. >> Você tem que esperar ele sair porque ele quer pegar [risadas] todos os passageiros possível. Não tem uma eles não tão >> não tem vota, >> não vota, eles não respeitam as pessoas com deficiência, os idosos, eles não respeitam assim, os idosos estadinhos, eles têm direito a duas gratuidades dentro da uma pessoa com deficiência também se enquadra e eles não aceitam.
Essa mãezinha aqui, ela tem o rio card com certeza seu filho, seu. Ela não pode pegar a van e passar o rio card dela e filho dela. Ela tem que esperar o ônibus caso ela queira transporte mais >> ou ela tem que pagar a passagem por ela aqui porque ela senão ela vai ser agenda lá dentro da >> já é >> já é normal.
Se quiser, se você for a segunda passagem, nem entra na >> espera o ônibus porque senão pode ser. Isso justamente isso desmotivou a população a pegar transporte público, eles >> então todo mundo que tá tendo uma condição um pouquinho melhor tá comprando um carrinho ou nãoé que agora es calçada, né? As calçada também todas elas tudo para cá.
Alex distribui, por favor, assim para ver só tudo que a gente falou agora. Eu só quero que vocês marquem aí disso tudo que a parte que tá ali na folha. Qual o principal problema?
Um só. Só um x. [roncando] Pode pegar uma canetinha dessa aqui.
[roncando] [roncando] >> Faltou folha. >> Faltou folha para ele. >> Só um.
>> Só um principal. >> [roncando] >> Não, você tiver uma Bom, eh, a gente [roncando] aqui identificou alguns probleminhas, né, que vocês até agora contaram paraá. Eh, mas de alguma forma eh, até para esses problemas serem resolvidos ou tratados, maioria das vezes se não na quase na sua totalidade é de uma responsabilidade planeta, né?
Óbvio que a população sempre tem sua responsabilidade também, mas o poder público opera teoricamente os grandes responsáveis. E aí eu pergunto, qual a representação? Vocês têm representantes no que a gente chama de poder público?
Quem vocês acham que são são os representantes? Vocês têm referência eh de de figuras aqui que são da ilha ou que representam vocês? O ônibus que tá fazendo algo é o Magnetav pelo menos conseguiu cobrar para ganhar os novos ônibus que tá ajudando pelo menos >> Magner Tavares >> ele é o quê você sabe >> ele éor [roncando] >> mais alguém conhece alguém >> acho que esse é o único que todo mundo ainda conhece que tá >> que é o que tá fazendo tá mais presente também comidade que falava das mães que feit >> aí conseguiu tirar também o a cobrança que tinha indevida ali no naquele estacionamento extra >> quem sabe quem é o tab levanta o braço só saber quatro pessoas aqui que sabem quem é o que tá Tem mais outros?
Tem alguma outra referência que vocês tenham? >> Nada. >> Eu eu tenho várias referências.
>> Qual? >> Oi. Fala >> assim políticas.
O que é o é deputado federal é o Pedro Paulo. >> Tá aqui. Ele é da ilha.
>> Não, >> não, não. Da ilha. Ele tá quieto ainda tornador difícil >> só vai vários e tinha o Donato também que eu acho que tentou mas saiu saiu >> candidato passado por ele não se elegeu >> ele também fazia um trabalho aqui também >> tem um rapaz também que ele é até amigo nosso, >> ele sempre posta, não sei se alguém já viu pelo Facebook o Tot acontece alguma coisa que tá acontecendo na ilha tá quebrada Ele faz uma filmagem, manda pra prefeitura, a prefeitura vai lá e resolve aquele problema.
Já ta, mas eu não sei se ele é se ele é vereador, se ele é deputado, alguma coisa, mas ele tá sempre postando alguma coisa e tá sendo resolvido. Entendi. >> Ah, Marcuro.
>> Áuro, né? Áuro, Ribeiro, né? Áuro, >> mas não é, mas não é daí.
>> Áuro, é daí. Não, vamos falar eu escuto que ele faz é falando isso, mas mais é várias acho que é o é o que tá mais presente assim todo você vai como ele tá eh [roncando] sempre tá se mostrando presente hoje em dia sem >> eu vou eu vou colocar aqui Pode, >> pode a gente analisar três vídeos nossa secretaria de transporte sacalém e a gente vem trabalhando muito pela questão dos transportes. Resolvemos usar as barcas, resolvemos usar as barcas.
A gente que mora na ilha do governador sabe que o problema das barcas não foi resolvido. As barbas que sai da praça 15 para o aterro do Cogotá ou do aterro do Cogotá que vai pra 15 é precária. Só existe três horários.
Como que o governador posta na sua rede social ao lado da secretária de transporte dizendo que resolveu o problema das barcas? Não tem nada resolvido o problema das barcas. Mas eu tive uma audiência com a secretária de transporte do estado reivindicando as melhorias.
Eu escutei a secretária que não tinha o que fazer porque não tinha dinheiro para comprar novas embarcações. Não é possível que o governador vai sair ano que vem e vai deixar esse problema das barcas da ilha do governador precário do jeito que tá, porque depois vai querer ir lá na ilha do governador na época da campanha. Mas não quer enxergar agora o que que o insulano passa todos os dias com marcas precárias, sem ar condicionado, passando sufoco.
Então eu subo nessa tribuna aqui hoje para rebater essa postagem que foi resolvido o problema das barcas. Não, o problema das barcas não foi resolvido. Eu gostaria muito que até o dia que o governador sair do carro, gostaria muito de ver isso resolvido.
>> Magner Tavares não para. Magner Tavares. >> Isso aqui, ó.
Acabou. Só tem carros. Então também não para mais daqui por diante.
Tá vendo isso aqui, ó? Ó, não tem mais, ó. Será que a gente consegue isso agora?
Tá louco. Pessoa que queira desembarcar aqui no estacionamento também pode desembarcar. Se ela não for estacionar aqui, ela pode desembarcar os moradores para fazer uma consulta ou só para deixar aqui.
Se for us, se for táxi, pode passar por aqui. Não pode ter o direito de alguém chegar aqui, querer passar o vago [risadas] não paga mais. Fica a tá dizendo agora o taxista pode entrar, deixar aqui para ganar nada e ir embora.
É isso aí. Valeu. Então galera, a gente já interligou todos os três estacionamentos, já láou junto com a sua prefeitura junto com a baunpal, com apoio da PR, da Polícia.
A partir de agora esse acesso está livre. Então se você for passar daqui tem que ter o rio rotativo agora com talão. Você paga só aquilo que você ficar com o tempo que você for permanecer.
também não seu direito está garantido. Graças a Deus >> você que é o sulano, pode ter certeza que o teu vereador da ilha de Vereador está atento a tudo que o vereador Wagner Cavares é trabalho trabalho. >> É isso aí.
O descaso da Paranã com a ilha do governador. Chama ele chama ele. Ele só tá preso ali.
E aqui isso aqui já tá assim, ó. Ó como é que tá aqui. Se ele se desilotar aqui.
Ah, soltou. Se ele quebraron a base dele tá solta. Tem um dano que é até tolerar.
Tipo ferrugem ou desgaste. Mas tem situação que é inaceitável e põe em risco a saúde física, principalmente de idosos, gestantes e crianças. Pessoa com deficiência, então nem se fala, não dá para mandar não.
Porta quebrada, elevador quebrado, esses ferros aqui tudo quebrado, meu irmão e sem eu vou chamar o pessoal para testar ele, tá assim ozinho. Beleza, tá quebrado, né? Tá muita coisa.
Eu sei que não é fácil cabelo melhor. Tá falando barulho? Não, não.
Mas se você parar no ponto, se eu tiver um cabelete, >> toda semana chega a denúncia de ônibus da param quebrada parado no meio das linhas, da ilha do governador. Olha, olha a sujeira que tem isso aqui, cara. Olha aí disso que é isso aqui.
A falta de responsabilidade da empresa para maquia. Tem ônibus que não podia nem tá rodando e eu vou trazer os órgãos competentes para poder me ajudar a fiscalizar essa empresa que trata mal a população da ilha do governador. Verdade.
>> Aquele met ali eu pegava, mas não estavam [limpando a garganta] daquele várias vezes. >> Eu fiquei várias vezes a fiqueio. É um monte de turismo.
Pos saí lá da da da Tijuca 1 hora e meia para chegar no fundão. Era melhor para ler um podinho e pegar o 485. Aí depois não pegava mais.
Mas eh [roncando] esse é o >> o Wagner Tavares que vocês falaram ele ele é presente mesmo assim. >> É >> tá sendo tá sendo presente. Táendo realmente.
>> E parece um cara que é na ilha, mora na ilha, sabe os problemas da ilha? E até dentro das porque eu moro em comunidade dentro da comunidade festividade assim sempre tá sendo Ah, ele ele vai >> isso vai >> não é um não é um cara elitista entre aspas >> é aparentemente. Não.
>> Sim. Até por causa do senhor até perguntar para vocês, vocês acham que ele se apresentou bem ali no vídeo? [limpando a garganta] Tá tá tá condizente assim roupa tem uma boa apresentação?
Sim. Sim. Só que aquele >> tá mostrando aquele estacionamento lá do do que ele tirou e tal, eles estão cobrando de novo, >> não é?
R$ 2 >> eu voltar a cobrar, tá? >> Aí eu fico vocês falaram aqui 2 horas 2 >> é o vaga certa >> é isso mesmo. Vaga certa cobrando R$ 10 isso.
R$ 10 para dar 5 minutos. Se for passar de 2 horas era R$ 5, se eu não me engano. >> Exato.
Mas é porque tem >> que agora é é o oficial. >> Aí é o justo. Cobrando injustamente.
>> Mas eu tava falando da postura o seguinte, antigamente sempre se você se procurava um cara de pessoa tá normal. Pessoa normal. Pessoas tinham essa referência que o polío tinha que est de terra na vadoão.
Tanto >> eles estão ali. É o povão que tá entre nós. >> É isso aí.
>> E a e a e falou exatamente vocês que você tinha falado o negócio da tá acabando, tá caindo, tá as barcas também. E as vagas também, né, dos horários da o comentário que saiu aqui realmente ele que é transporte, né, o transporte é o [roncando] que realmente a gente tá precisando. >> Perguntar para você, ele ele é vereador, não tem outro vereador eleito pela ilha >> na eleição?
Parece >> não. Candidato. Se tôando.
>> Eu conheço o outro >> vereador. Vereador mesmo. O mandato.
Ele é >> ele é parece Rosa. >> Eu acho que o >> não tem a ela >> vereador. Vereador.
>> Ela vereadora. Vereador não é >> irmanda, né? Não, aula candidatura [roncando] >> ela éadora da ilha.
>> Eu conheço um que faz alguma coisa pela comunidade, mas não é na ilha, é o lá não direto. Tô perguntando isso, porque a ilha, querendo ou não, lá tem uma população grande, grande, >> bem grande. >> E só ter um vereador eleito é acho que é pouco, né?
>> Mas aí Ah, tá. Mas vocês não votam na própria ilha do tem candidatos da própria ilha. O >> voto eu vou acho que tem pessoas pra gente votar, porém a ilha é tão grande que a gente vai dispensando, né?
E aí essas pessoas falam com menos como Andrea que faz pela préda rosa, como outros que fazem outras comunidades da ilha, mas como um povo vai não voltando em um, volta em outro grupinho, acaba que só um ganha. >> Eu acho que porque ele não tem um projeto assim eh grande para saltar nossos olhos, sabe? Eu acho que o povo daí ele gosta de um político mais profissional.
Um cara tem uma postura profissional mesmo, que é só profissão, >> sabe? Ele não tá ali de passagem, [limpando a garganta] ele não tá ali porque ele conhece um monte de gente. >> Mas isso não também, >> teoricamente isso não >> coloca a ilha com pouca representatividade, >> tem pouco qualidade.
>> Não, tem poucos políticos que são >> que são daqui que >> que não são daqui, que pessoal que é daqui vota em quem não é daqui. É justamente por isso, porque eles têm essa bagagem, eles já têm esses projetos, eles já têm essa. >> Então, mas isso isso aí não é não é ruim, >> porque a a deveria ter mais fazendo, né?
E é evidente também daqui, né? conhecem mais problemas aqui. >> É justamente isso que eu tô falando, porque o o os da Ilha do governador, os que se candidatam, que são moradores também da ilha do governador, eles não têm projetos assim a saltar os olhos, eles não têm propósito, a saltar os olhos, eles não estão presentes pra gente, sabe?
Não tão e a gente não vê aquele profissionalismo, a gente vê que é o pessoal que conhece um monte de gente. Uhum. A gente conhece, você conhece o irmão Cacau, ele se elegia pro vereador.
Ele é aquele cara que conhece um monte de gente e que voto. >> Ele conseguiu praticamente o mesmo número da levandressa. E a levandressa, ela é botou muito mais gente para trabalhar para ela.
É, parecia muito mais pra gente, mas mesmo assim não convenceu a gente a votar nela porque por conta disso, não parecia ser uma pessoa profissional, não parecia ter uma postura de política com projeto, com presença política, sabe? E eu vejo isso hoje no Bad. >> Quem tem essa presença política >> sabe pra gente aqui nas nossas comunidades como eu de contagem, não sei ter onde eu e em outras comunidades dos eventos e ele tá disposto, é um cara que realmente trabalhador presente, >> ele tá presente >> e assim fazendo, né?
>> Exatamente. Eu acho que ele não foi eleito ainda, eh, foi eleito pela gente, né? Mas acho que ele é suplente, não é isso?
Não, ali é vereador. >> Ele é vereador. >> É, >> então, mas eu acho que ele não era tão conhecido assim como ele tá sendo agora, até por conta de tiro, né, de máquina, porque tem que ter, porque tudo isso também é dinheiro que movimenta.
Paraa pessoa tá apresentando um projeto, tá aparecendo, tem que ter equipe, tem que ter giro de dinheiro. Justamente por isso que a gente vota nos candidatos de fora, porque eles têm essa apresentação. Eu lembrei de um nome agora, não sei se ele é daqui da ilha, que é o Luizinho, que também faz de voltada paraa saúde, que ele também é médico e tal, tava envolvido na UPA na época da imputação da UPA pediátrica aqui.
E ele ficou bem presente na ilha, mas de >> Sim, acho acho que ele é ainda no caso, mas depois não não ouvi falar. Realmente quem está em evidência ao meu ponto de vista é o V trabalho atualmente. >> Tanto que você todas as comunidades, todo mundo sabe quem é, >> sabe.
>> Exato. Ah, geral, realmente. Ele tá bem presente.
>> O >> a pessoa responsável pela comunidade, seu nome que da associação de moradores presidente >> isso. Presidente lá, ele é o Ven fica falando, né? Quando vaiuma coisa, gente, a gente tá fechado com vários cavalos.
A gente fica brincando, que a gente tá fechado com vários cavares. Nem é isso. É tesouro mesmo.
Assim de que tem alguma coisa. Ah, distribuição é de festa de bombó, festa de >> ele tá. Aí o presidente fica porque o papel do presidente também é chamar o pessoal para encher e tal.
E o bordão [limpando a garganta] do presidente é esse. Gente, a gente tá fechada com a gente >> Alex, passa então essa folha. Essa folha a gente vai passar em cima desses vídeos aí.
a análise desses vídeos, por favor. >> [roncando] >> Essa última aqui, como é o passado dele? Eu não sei.
>> Não quer falar? Coloca um risco, tá? Isso.
[roncando] aqui. >> [limpando a garganta] [roncando] >> Assim fez. Ah.
aqui. Fala bem fala bem 0 a 10 >> não é simpático. 0 10 passou 0 a 10 >> ele falou de important 10 passado dele esperando.
perguntar [roncando] um negócio para você. Eh, nesses últimos anos, eh, a gente tem observado uma uma coisa assim que não era normal, pelo menos pouco antes desses últimos anos, que é essa divisão que o Brasil hoje tá meio aí de direita esquerda, né, de bolsonarismo e lulismo, né? [limpando a garganta][roncando] Eh, vocês acham que isso hoje vai influenciar no voto de candidatos que vão disputar deputado estadual, deputado federal?
Você acha que que essa que essa divisão hoje vai influenciar na escolha desses candidatos? Eu acredito que sim. >> Vocês acham [roncando] que vai?
>> Eu acredito que sim. Se um candidato, por exemplo, eh, usar o exemplo do do Wagner, que eu não sei qual é o partido e ali é bom que ele não diz, até porque ele só fala sobre coisas de trabalho, né? Nino tá falando de direita, de esquerda, de ideologia, não tá falando nada.
Só tá ali como como vereador. Então, vamos pegar ele como exemplo, porque é bom que dá para falar dos anos. Eh, se ele fosse apoiado ou se ele apoiar um dos lados, vocês acham que eh ele vai ele vai perder o outro lado?
digamos, se acha se for, eu acredito que sim, porque a grande maioria realmente tá nessa queda de braço de porque hoje em dia, se até você for assaltado, né, você nem abriu a boca para nada, a pessoa fala assim: "Ah, isso aí já sabe quem votou". Gente, a pessoa tá assaltada, entendeu? é tão, tá tão entrenhado isso.
Então eu acredito que vai influenciar porque as pessoas estão levando a sério essa essa disputa mesmo. >> Eu acho que as pessoas viraram muito fãs >> o Bolsonaro quando ele veio passar um bolsonarista ele trouxe uma fãs que as pessoas >> fãs são fãs as pessoas que votam nos filhos dele nele porque são fãs dele. O trabalho dele pouco se fala direção e direção.
>> Por exemplo, o Wagner aí, né? Vamos botar, a gente tá falando dele, ele tá tá apresentando coisas que são legais para ele, que teoricamente te vendo tá trazendo, tanto que ninguém aqui sabia um outro nome, mas por exemplo, na hora do Vamos ver se alguém te falou, vamos lá, tem a minha família grande parte da igreja e pessoal da igreja não adianta, não adianta que é bolsonarista. Então, se falar que ele tava tá junto com o Lula, provavelmente a grande maioria da minha família não vai querer botar nele, porque ela tá apoiando o Lula.
E é isso, entendeu? Coisa importante, >> independente, não tem falando, >> não tá valendo. O que você tá fazendo, parece que não tá valendo.
Se você falar que você tá de um lado, do outro outro. >> É, infelizmente isso tornou como se fosse um turismo, né? E as pessoas não conseguem diferenciar.
Exemplo, o político tá fazendo um trabalho positivo, mas ele tem ideias que às vezes diverte do que você pensa. As pessoas não sabem pegar e separar, mas tá dando certo independente do que aquilo ali a gente tá achando errado. Acaba pegando talvez um um político que tem um projeto legal e jogando fora.
>> Acho que isso anda com medo porque antes da eleição são várias promessas, né? são eles fazem bastante coisa e depois eh eles acabam deixando de lado. Então a gente vive nessa nesse cara também foi falado que a tem muita gente, então é um bairro com muito potencial para tipo assim pra política e precisa de muitas coisas, lazer, esporte, a eh pr para adolescente, um cursinho, um negócio, tudo a gente precisa fora, entendeu?
E a gente tem estrutura, entendeu? para poder fazer que a gente tem ali a arena, que é um espaço bom para botar uns cursos para adolescente, para adolescente fazer capacitação, alguma coisa, não tem nada. >> Eu sou organizando cultural aqui na ilha, né?
parte de sua ter assim apoio realmente de político você não passar na pista >> é muito mais tipo assim as pessoas que fazem parte do movimento que precisa de uma revitalização e me a mão do que um político chegando dando suporte até mesmo para ouvir as ideias, sabe? Então é bem complicado. Uhum.
E vocês acham que essa essa questão eh mudando? Se hoje eu perguntasse para vocês, a ilha de uma hormona geral, ela é mais de direita, ela é mais de esquerda ou é mais de centro? Assim, ela não vai muito pra direita, nem muito pra esquerda.
Aí o o aí o insulano de uma forma geral, >> meio inteiro. Acho que é meio para meia meio. >> Eu acho que a galera que é de ah os padrão tipo já dear essas áreas assim são da direita.
>> A da comunidade é da esquerda. Então é o resto que fica no centro. >> Então você acha que é dividido?
Vocês acham isso? Uma coisa acho que além disso, desse lance de ser direita, esquerda ou centro, é importante saber se as pessoas que ouvitam por um lado entendem. Exatamente.
>> Eu acho que que assim até o a o benefício próprio político, principalmente nessa época da das eleições, teria que sair na retaguarda até como uma um projeto de conscientização política, entendeu? para para eles mesmos terem conseguirem puxar alguém, porque tá muito dividido e como meu colega falou, é porque as pessoas não têm ideia, por exemplo, como eu falo, vi a minha família toda vez, então se o quar falar que tá apoiando fano de tal, não adianta, você vai falar, não entendeu? aqui não.
Esse aqui não. >> Ó, minha filha tem anos. Minha filha tem anos.
Fui no culto com a minha mãe e ficou falando que não é capeta. Aí eu falei: "Cara, para de assunto aqui em casa não tem isso e tal, não sei o quê". É porque eu não quero quero Mas aí você vê, então aquelas crianças lá já estão ouvindo e já vão crescendo ali, ouvindo aquilo, vendo aqui que a educação tá muito precária, né?
E aí tornando um saber, então que se eu não tivesse assim um saber, né, você falar para mim que o céu é azul, eu vou ter que o céu azul. Eu não sei. Foi mais sobre isso, eu acho.
>> Apesar de ser a era da informação, muita desinformação, pessoas não procuram [roncando] saber, escutam, >> ele não sabe nem dialogar, estudar. Mas por que que você acredita nisso? Porque não sabe para sabe o negócio precário.
>> Bom, vou passar mais uma folhinha ainda. É o finalzinho ali do do vídeo do do bagner, né? E e fez essa questão da ideologia.
>> É a justamente esse ponto de agora foi importante porque se você fala assim: "Ah, o Lula é feio, o Lula fez tal coisa ruim". Não, tá faltando para ela. >> Não pode ficar chega.
>> Tá faltando tal coisa. Você vai mexer com >> isso você nem abriu a boca. Não, você falou, você falou, você chegou e falou: "Não, eu sou contra isso que que o Ra fez, você é automaticamente bolsonarista".
Se você fala alguma coisa assim, mas mulheres, né? Nós temos uma multa feminina grande. O voto feminino só foi em 1932.
Então assim, nós votamos há pouco tempo e você pode ver que a maioria votando são mulheres e assim nós somos presentes, nós somos presentes >> e assim e a gente falar sobre qualquer causa feminista, qualquer causa de feminino, >> é luz, a ti é a dinheiro de fora, né? Pois é, aidade tá muito grande. Se você se você expressar o que você quer, você tá errado.
Pode até ser agredido, xingamento. Aí >> falta o entendimento das pessoas que funcionário público são servidores, entende? Eles assim como eles são sujeitos a errar, eles estão ali para prestar serviço que você não fez saí para exato.
>> Entendeu? Briga tudo e tal. As pessoas [roncando] estão essa dificuldade de pegar desse desse uma pessoa deveria ter lá >> e a gente tá precisando de realmente >> é >> o cara ideias novas e que trata mais segurança pra gente.
amente só em casas pequenas até com a presidência ninguém assim para credibilidade debessa, sabe? Cabo a gente faz muita coisa. Então se um assunto que não foi sério, tratar como sério, é complicado.
>> É bem difícil. >> [roncando] >> Bom, eh, o Wagner vindo candidato a deputado estadual. Aí vocês devem já ter reparado isso.
Tem uma coisa que eles fazem muito na época de eleição que a gente que chamam de dobrada. Que que é dobrada? Eu sou deputado, eu sou candidato deputado estadual, vou me juntar com um candidato deputado federal, que aí vem no santinho, sempre dois, né?
Um do ladinho do outro, não sei o que, que é a tal da dobrada. É, isso influencia o voto de vocês ou candidato? Não sou, eu tenho um candidato, dá um exemplo.
Então, a gente tá usando o Wagner direto, meu, eu gosto do Wagner, eu vou votar no Wagner para deputado estadual, mas eu não pensei em ninguém ainda. Não tenho candidato a deputado federal. Jogo Wagner tá vindo a dobradinha, mas isso influencia vocês a votar no outro no candidato aí.
Se eu não tiver uma opção na mente, eu >> se você não tem ninguém pensando, >> não deixar aquele votar no Wag, né? Por contar disso no outro candidato. Ah, >> sim.
Se eu não tivesse outro candidato, outra opção, eu acho que >> depende se vocês têm outra opção ou não. É isso. >> Eu vai depender muito das propostas muito assim.
Eu vou comparar porque eu já não tenho indicação mesmo. Vou comparar com as propostas. Porque proposta não que tu fez, né?
Não adianta só falar. Acho que vai ensino também. >> É isso.
Isso. Eu tô tentando usar exatamente conseguir. Eu não consegui >> pesquisar >> achar ninguém até próximo da eleição, >> né?
Eu, mas eu vou votar no Wagner, por exemplo, que é da ilha, eu vou votar nele. Pô, mas ele me vê com uma folhinha e com outro candidato que eu não conheço, [limpando a garganta] mas também não tem ninguém. Isso foi influenciar.
>> Foi eu vou se eu não tivesse ninguém assim, eu vou ter outro. >> Uhum. >> Porque [limpando a garganta] como eu já confio nele, eu >> é um processo natural.
>> É um processo natural que seria. >> É, é consequência, eu acho. >> Sim.
>> Se eu não tivesse >> não. Sim, sim. É, não tendo, >> não tendo.
Eu já fiz isso. Já botei no Zé Beral que ele ia lá pra escola para portar da nossa escola. 33 característic personagem político.
Aí é político. >> Todo mundo conhece uma coisa grande. Eu nunca ouvi falar que não fez alguma coisa nacional.
A música era tão chiclete. >> Chegou lá na hora. Sabia o número que tava na cabeça?
>> Por essa número na cabeça fazer asança tirar o título ali >> a última. Mas em termo de fazer alguma coisa ele nunca fez. Não, >> não.
Pelo contrário, ele se queimou. Tá uma situação de um carro aí que eles tinham direito a receber um carro, né? tem direito.
Aí todo mundo saiu mão. Aí ele falou: "Não, não vou ouvir nunca. " Eu acredito que até porque ele tinha um fuscado, mas ele não sou per >> é nos outros argumentos corretos.
>> Não usou os argumentos corretos. >> Aí essa primeira é em relação a vocês mesmos, tá? E a segunda em relação essa nota em relação a como se enxerga ele em relação a todos os outros, as outras pessoas.
Tem chance? Não tem chance. De0 a 10.
Qual a chance? Foi, meus amigos. Obrigado.
Passou rapidinho, né? Já tem mais de uma hora que a gente tá aqui. Quer >> agradecer a presença de vocês.
A hora passa rápido. Queria agradecer a presença de vocês. Eh, torcer para que todas as os anseios de vocês se tornem realidade, né?
que aí continue prosperar, melhorar cada vez mais e que vocês elejam aquelas pessoas que estão comprometidas com isso, tá bom?