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QUEM ESTÁ DESTRUINDO O BRASIL? - RICHARD RASMUSSEN - PODCAST 3 IRMÃOS #938

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Podcast 3 irmãos
Podcast Três Irmãos na área. Quem fala com vocês mais uma vez Rodrigo Chorró. Do meu lado, meu brother, meu irmão Roberto Andrade, filho Borracha, na mesa operando nosso diretor Ped Henrique. E aí, Robertinho, como é que você tá? >> Fala aí, meus irmãos. Beleza? Fala aí, meu irmão. Muitíssimo bem >> pela quarta, quinta, sexta vez na nossa casa, mas a gente gosta demais, né, mano? >> Cara, é sem dúvida. E falando do momento atual, tá? a pessoa mais importante da internet, um dos maiores criadores de conteúdos de entretenimento, pô, e de informação que a internet
tem hoje. >> Bombando, live de 80.000 pessoas ao vivo ali vendo o homem atravessando no meio do mat. >> Então, [ __ ] é só presepada, toleiro, só encrenca que é a vida dele também, né? Apocalipse. O bicho pegando. Richard Rasmusen. >> Uau! Ai ai, agora em São Paulo vocês estão chique demais. Isso que >> esse que é um que é um podcast. O podcast de vocês tá bombando, mano. Bom demais, cara. Um dos podcast mais importantes do Brasil hoje, cara. Muito bom, cara. Obrigadão, >> tizão. Mas, ó, quero falar de você, cara, assim, o
quanto eu tô feliz, porque assim, eu vou te falar, mano, Acho que da última vez que a gente teve junto assim, era [ __ ] velho. Via ser andando assim, meio que >> eu tava torto, você tava andando assim, sabe? Foi >> igual igual aqueles lutador de sumô, sabe? Andando assim, pisando lá. >> Foi lá em Uberlândia, >> lá em Araguari. >> Araguari foi no Araguari. Ah, vocês estão na no B. É. No B. Exatamente. [risadas] Falou nisso. Como é que tá a Juiz de fora, hein, mano? >> A juiz de fora é longe para
[ __ ] Longe para carro lado. Outro lado pegou, né? >> É outro lado do mundo, né? >> Vocês estão aqui. O negócio é >> é perto de BH, né? Mas que o bicho pegou ali, né, cara? Infelizmente. >> [ __ ] Nossa, impressionante. >> Ah, mas todo ano é isso, né, tizão? >> Mas é que foi [ __ ] Esse ano parece que Foi pior. O ano que vem vai ter outra [ __ ] para [ __ ] E o o ano que vem vai ter outra [ __ ] [roncando] para [ __ ]
E é isso, pô. É >> você pegar Uberlândia ali, tem uma avenida lá em Uberlândia que é Rondon, cara. Todo ano a avenida é destruída, bicho. Todo [limpando a garganta] ano, cara. E alarga, carro destrói, alguém é vítima, alguém arrastado e e no ano que vem rola de novo. É [ __ ] >> É isso. Quando você fala, você viveu isso agora poucos dias. Quando você fala igual a gente tá falando aqui, ainda vai aparecer alguém para ir lá falar que a gente não deveria estar falando isso ou vir lá e querer te criticar ou
pior, vim te ferrar de forma real mesmo, tipo assim, sabe? Falar, [ __ ] você não pode mostrar isso aqui, você não pode falar sobre isso, sabe? E é uma cruz que você tem que carregar calado, né? Com raras exceções, né? Igual você fez ali de vir Mostrar um monte de merda, jogar no ventilador e no final ainda tem gente que acha que você tava fazendo, sei lá, sensacionalismo. >> Não, o pior que eu entrei naquela estrada lá, mano, eu nem tava com essa intenção assim, eu nem as coisas foram acontecendo porque foram acontecendo, mano.
Porque a gente foi para lá, era para ser quem quem montou isso foi a CF. Você acha que a CF tá querendo algo mostrar no início, algo mais poético da Não, era um rolê dele com uma tritom e como ele sempre faz esses rolê dele. E aí ele chamou o Cariane e aí o Cariane lembrou do Richard e aí foi isso. O UTV surgiu lá também porque nem eu não tava sem carro, mano. Os caras arrumaram dois carros bonito lá pro pro pros Cari porque eu sei que eu era ali, eu era o patinho feio,
né? Aí foi [risadas] o o Caliano arrumar duas rã 3500, uma blindada e outra com uma academia. Montaram uma academia atrás do que nunca Foi utilizada, mas montar academia. >> Quebrou a roda, né? >> É. E o e o ACF foi com uma, porque foi patrocinado pela Mitsubishi, foi com uma Triton, né? >> Triton. >> E eu cheguei ali e não tinha o carro para mim. Essa é a verdade. Não tinha, não tinha porque não tinha. Ah, vai de carona com de ouro. Falei: "Cara, vou de carona com car." Aí a CF, a CF Motos,
Que é um parceiro meu antigo, né? Já ten, já tem uns anos que eu tô com ele, dois, 2, tr anos. E aí eles falam: "Pô, a gente pode colocar um, um veículo para você, um, eh, daqueles e Force, um que é o que vocês viram lá, um UTV para você". Falei: "Pô, >> ah, mas tem um problema. Foi em cima da hora, porque foi de sexta-feira para domingo, eles se arrumaram, ele falou: "Não tem para-brisa". E não tem step nem para-brisa. Eita. Aí eu falei: "Ó, >> isso não é um problema. Isso >> não,
eu eu não tinha visto o veículo. Veículo do [ __ ] cara. Impressão é bonito, né, velho? Que carro louco aquilo. >> Aí eu, aí eu falei pro Adriana, eu falei: "A gente vai se [ __ ] tá ligado? 1700 km, a gente vai se foder." >> E ele é duro. >> Nós temos duas maneiras de se [ __ ] Ou Se [ __ ] se divertindo, Uhum. >> ou se [ __ ] rindo. Então a a o rolê não era não tinha algo num momento especial. Ah, vamos encontrar, né, o cara falando, vamos encontrar
os ribeirinhos ou tribos indígenas, que nem falava o Julião, mas enfim, era aquela estrada que foi aquilo que vocês viram. E aí a gente a priori tava só só como tá ao vivo, então tudo aparecia. Esse que foi o negócio, como tá ao vivo, isso muda, porque se a gente tivesse gravando, né, a gente ia gravar Alguns melhores momentos, >> edita ou aí tem muita coisa que passa batida. Como tá ao vivo, tudo que tudo a os caras, os cara viram a hora que para caminão quebrado, tona de madeira, o não sei o quê, tudo
apareceu. >> A galera quer ir lá quem tá perto para encontrar com vocês, né? Um quer mandar comentário ali, trocar ideia, o povo no chat. pirando, né? >> Não, o povo tava pirando porque começaram a acompanhar e os caras, cara, [ __ ] os caras estão vindo paraa nossa quem que vai nessa região aí, cara, assim, e faz algo assim, né? É. Aí os car nossos caras piraram toda a cidade era assim, recebia, a gente chegava na cidade, tinha fogos de p pa pá os caras. Caramba, >> inclusive, não sei se você viu, mas eu
reparei que no chat não ter para-brisa foi um uma grande vantagem assim que o povo falava assim: "Mano, o Richar é muito louco, velho, tá sem para-brisa e O mosquito pegando [risadas] na boca dele toda hora você cuspia o mosquitinho ali, voava voava lama, tudo entrava naquele carro. A gente se fodeu. Eu falei pro Dric, falei: "Drico, mano, eh, a gente vai se [ __ ] então vamos se [ __ ] vamos cair atirando, entendeu? [risadas] >> Vamos, é, vamos se divertir, cara. Vamos levar pelo lado positivo, cara. Vamos pá, entendeu? Uh, e f e
aí pegou bem, o pessoal curtiu a forma. Porque para mim Foi, sabe o que foi estranho, meninos? Foi o seguinte, cara, que eu não tinha no eh 7 horas da manhã, era um dos primeiros a porque eu acordava assim, velho, acorda cedo, né, pai? Aí eu 5 horas da manhã acorda, não sei o quê, falava, já ligava para casa pro pro lá era uma hora antes, então já era 6 horas aqui eu ligava pro Gustavo falava: "Daqui uma hora vamos entrar na live porque já vamos começar cois, vou lavar o carro, vou preparar, Não sei
o quê, vamos entrar na live". e já entrava antes que os outros até para já embalar, porque os cara faz mais tarde, não sei o quê, eu já embalava antes. >> [ __ ] 7 horas da manhã, 15.000 pessoas, aí 20.000 pessoas >> de manhã, 7 horas da manhã, tipo, 8 horas da manhã, aí eu falei: "Caralho, nunca tinha passado por isso." Uma foi a primeira experiência live assim, diferente de um podcast, foi experiência Live, >> sem roteiro, sem nada, você só tinha um destino, a gente vai sair daqui e vai chegar lá, o resto
não tinha nada. Assim, eu passei, por exemplo, a gente teve um dia que a gente ficou 11, aí ter que derrubar porque 12 horas tem que vir o YouTube e tal. Aí tem 11 mais 3 horas, são 14 horas. >> 14 horas num dia. >> 14 >> e as pessoas acompanhando o tempo todo, Assim, não baixando 25.000 pessoas, 30.000 pessoas acompanhando. E aí eu chegar um momento que eu, pô, tava esperando consertar o carro, não tinha muito o que fazer, sabe? Quem entende o que eu quero dizer? Uhum. >> Porque eu tô acostumado assim, >>
[ __ ] agora vamosar, esse é o meu dia a dia de bastidor, mas não era o >> Aham. >> tá ligado? Não é a gente, isso não é nunca levado pra câmera, é o bastidor. Se eu tivesse gravando meu conteúdo aqui, eu tava fazendo as coisas aí, [ __ ] agora vamos sair aí gravar. Não, então gravou tudo. Ah, o carro quebrou a discussão com uma mulher ou tira foto com não sei quem faz. O pessoal acompanhou Rio ali, velho. >> A vida real. E o pessoal gosta de ver isso. >> Eles gostam muito,
muito. E eu acho que vale a pena a partir de agora você fazer em tudo isso daí, né, mano? >> É tudo. Eu não sei porque tem coisas. >> Quero ver tua vida na sua casa, bicho. >> Quero ver tu fazendo janta ali. Quero ver tu fazendo almoço, tomando uma lá. >> Fazer a casa do Osborno, né? Tipo assim, brigando com a galera. Mas, mas é o que é o seguinte também, mano. Eu vou te falar, não é qualquer vida que a galera vai querer ver. Você tá ligado? Não, a do Richard é é porque
você é um cara impressionante mesmo, você tá ligado? Tipo assim, a sua percepção, a sua Intensidade de fazer as coisas, isso aí a galera talvez só que a gente conhece pessoalmente que que tem o cara da televisão, tem o cara do YouTube e tem o cara da vida real. O Richard, ele é o cara da vida real que aparece na televisão e no YouTube. >> Então, tipo assim, a intensidade que você tem, mano, a forma que você enxerga sua percepção de muitos ambientes, talvez até pelo pela história de de viagens que você fez da sua
própria Formação, né, como biólogo, enfim, mano, é uma percepção diferente da GMoria. E poxa, a gente pegar um carro for fazer uma viagem, não é, ninguém quer ver isso, mas quando você pega para fazer uma parada, mano, você entra tão loucamente dentro da do do que você vai fazer, >> que é um diferencial, você tá ligado? É isso, mano. É o que você falou, [ __ ] eu vou tomar lama na cara, vou, >> eu vou tomar pedrada no óculos, vou Quebrar meu celular, vou, cara, eu vou fazer isso do jeito mais impressionante que eu
puder. Você quer ver? Eu vou dar cavalinho de pau. Eu vou Tem uma lama pouquinha que tem uma uma poça ali. Eu vou na poça. Vou na poça. Já é lógico. >> Ô, aquela estrada não tava tudo asfaltada, velho. >> Não, não, não, não, não, não. >> Que não sei quem asfaltou a Transamazônica que tava, >> ela tem um trecho antes de chegar em Manaus que dá uns 100 km dela, talvez que tá tá asfaltada com cheio de buraco, mas tem asfalto. E tem ali em um maitá que fica antes. Tem um trechinho também, mas
é pouca coisa. Uns 20 km. [suspirando] >> 10% dela tá asfaltado. Menos de 10. >> Menos. É. É isso aí. >> E ainda tem um pedaço que tem que pegar uma balsa. >> Mas, mano, nós estamos falando muita quilometragem e muito ruim. Muito ruim Cara. Muito ruim. Ela é terra de ninguém cara. >> Carro comum não passa ali. Impossível. >> Ah, os mil são [ __ ] É ou Uno ou caminhon [risadas] com a escada em cima passa na frente ou caminhonete ouv senão não passa. >> Que doideira, velho. A gente isolou a parte do
país. >> Difícil passar. É difícil passar. É difícil passar. É difícil passar. Então, [roncando] mas >> demora muito não. E outra coisa, cara, também tem uma coisa que a gente o o ali tem acho que é Miribitiba, tem um porto ali que é e no Pará que é o que deságua ah a produção, por exemplo, do Mato Grosso. Cara, a gente passou 30 km de fila de caminhão esperando 30 km de fila de caminhão esperando para entrar no porto e desvar sua carga. Aquilo é desumano, cara. [ __ ] >> aquilo tem que ter uma
ferrovia, tio. Pelo amor de Deus, faz uma ferrovia. Ah, mas eh passa ao lado do Mano, fizeram um sambódromo lá no Pará para poder receber o a COP 30, abrir uma [ __ ] estrada do [ __ ] lá que nem sei se vão usar mais para aquilo. Não pode pensar numa ferrovia. Onde tá o problema da ferrovia? >> Quando quer faz >> que é menos, é que é menos CO2, sabe? É menos emissão de CO2. Tem essa ferro grão que há quanto tempo estão Discutindo, ela não passa. Ela vai do lado da BR, cara.
Vai ajudar em trânsito, emissão de CO2, mortes nas estradas. >> Por que que não faz isso? >> Ah, porque é porque tem outros interesses, tem gente que pressiona a verdade assim, a minha >> quem que ganha? Eu acho que a pergunta que a gente tem que fazer é o seguinte: quem ganha com aquilo daquele jeito? Alguém, alguém tem que ganhar, velho. >> Eu tenho que atender minha mulher. Pode ser ao vivo, não tem problema. Assim, mulher, eu tô no podcast dos irmãos aqui, ó. Os três irmãos. Aí joia. [risadas] Saudade de vocês. >> Eh, onde
você tá indo agora essa noite, essa hora da noite passear? É, >> eu eu acabei de sair da casa da mamãe. >> Ah, tá. Tá. Te amo. Depois eu falo com você, tá? >> Beijo. >> Eh, >> tá lá em Manaus já. Tá lá porque vai o Gustavo Tubarão amanhã lá. Eh, bom, enfim. Aí >> quem que ganha aqui lá daquele jeito, >> mano? Então vamos lá. É, é um assunto sensível, né? >> Quer falar? >> Não. Sim. Não, não é que falar é assim, >> eh, isso é histórico. Isso não tem a ver com
Eu não quero politizar, tá? Porque inclusive politizaram >> algo. Eu acho que não, a nunca minha intenção lá e nem dos caras era politizar nada. A gente foi fazer um rolê ao vivo, nem sabia o que ia dar, tá? Porque para mim era a primeira vez na minha vida, para o Turma do Cariane também. Quem tá acostumado a fazer isso é o é o ACF junto com o ratão, eh, o ratão borrachudo. Porque o rato borrachudo? Porque ele >> ele tem aquele sistema dele que é Ratonete. Então, enfim, ele tá é um é um produto
dele. Então, ele tá fazendo desenvolvendo com a CF e ele chamou a gente, a gente não tinha não era para politizar. Não sabia que encontrar a estrada, eu sabia que tava ruim. Eu nunca andei a estrada toda. Já conheci algum trecho dela porque eu fui para algumas cidades que onde ela passa, mas eu nunca tinha feito. Então foi novidade, não sabia. Então, eh, o é histórico que a gente descuidou dessa Estrada por diversas razões, com diversas desculpas diferentes. Ah, a grande desculpa é eh essa estrada aqui, ela não tem serventia porque eh ambiental ou ambientalmente
ela vai degradar, só que ela já existe, né? A gente não precisa nem derrubar uma árvore mais para poder, ela é larga, cara, dá para fazer pista, acostamento, fazer tudo com que já tá aberto, entendeu? Eh, mas tinha essa ah espinha de efeito espinha de peixe, né? Você tem Uma estrada, acesso fácil, você v abre as later, né, as colaterais saindo daquela. Até aí, se a gente pensar nisso, então a gente tem que voltar ao século passado, entendeu? e não abrir mais estrada. É, não tem como. >> Exatamente. E aí, eh, eu, o que eu
vejo e nessa questão ambiental de verdade, eu acho que, eh, a gente tem muito dinheiro entrando aqui para manter o Brasil do jeito que tá e não exatamente porque amam as florestas. Eu gostaria que fosse Por causa disso. Eu gostaria que em nome das florestas, em nome do macaco, em nome não sei o quê. Eu não acredito nisso. Eu tá, não tô dizendo que eu tô certo. Eu acredito que o problema gera muito recurso financeiro e aporte de dinheiro. E tem outros interesses que estão envolvidos aqui, não são os nossos do nosso país, mas são
lá de fora, com um monte de organizações que foram criadas, porque é muito mais fácil subsidiar organizações que não tão Realmente interessadas, são seletivas. Cara, a gente vê isso no nosso dia a dia, na política geopolítica. A seletividade de quem eu vou apoiar ou não. Isso existe, cara. Por que que a gente apoiou Líbano? Foi um monte de gente na rua e [ __ ] Irã, as mulheres estão tirando jientão, cadê? Cadê o povo que, cadê esse povo? Então assim, eu acho que tem muita seletividade em tudo isso e tem eh essas escolhas que nós
fizemos, porque a Verdade é que tem um influxo para manter a floresta gigantesco e volto. Eu não acho que é pela floresta puramente, não é tão puro desse jeito, sabe? Na minha opinião, é uma parada que tá acontecendo, porque as pessoas querem e o essa influência externa, quer manter a floresta do jeito que tá para quando eles precisarem, porque quando eles precisar eles vão usar. >> Então vamos pensar o que que é Amazônia Ou eles querem fazer isso para impedir o desenvolvimento do Brasil, que é uma potência e pode incomodar se se desenvolver qualquer. >>
Eu acho que tem as duas coisas. as duas coisas. >> Eh, eu acho que assim, volto minha opinião, tá? Uma leitura, porque a gente tá eh há 50 anos com a mesma nessa nesse circo e as coisas não melhoram, tá? Porque se tivessem melhorado, eu sou o cara o seguinte, quer me chamar de tutor Do cachorro, não tem problema. Eu não sou contra termos, contanto que esses termos resolvam situações. >> Uhum. Então, desde quando ser chamado, tô dando um exemplo pra gente chegar a fazer uma correlação, desde quando ser chamado de tutor, resolveu a vida,
melhorou a vida do cão e do cão? >> Nunca. >> Nunca. Então, que conversa. Então nós estamos há 50 anos com ess algumas narrativas e conversas que não Melhoraram a nossa condição. Se tivessem melhorado, se o primeiro falar: "Opa, errei opa, eu penso eu não sou um cara para mim faz esquerda, direita para cima, para baixo. Para mim o que o que funciona, eu tô dentro. O que funciona? Esse sistema. Beleza. A gente, por exemplo, olha, por exemplo, a China, que é um sistema social comunista, comunista de governo, mas de mercado os caras conseguem prosperar.
[ __ ] legal para [ __ ] Funciona ali no modo deles. Nós Não somos nem uma coisa nem outra, cara. >> É porque você tá cagando pela lei ambiental lá. Essa é verdade. Os caras constrói nas cataratas do Iguaçu lá da China >> e depois eles vão resolver o problema que >> como é no mundo todo. Como é no mundo todop, >> mas resolve o problema depois. Eles estão, eles estão, tem um monte de coisa que tá melhorando na China. Um monte de Coisa. Porque com dinheiro se faz as coisas acontecerem. >> Mas é
que lá eles fazem um negócio para ganhar o dinheiro e aí com o dinheiro que eles ganham, eles resolvem. Eles >> sabe qual o negócio lá? Que o dinheiro lá termina onde tem que terminar, porque se não terminar o cara matam o cara. >> Certo. É certo. Justiça é limpa lá, né? >> Deus lá. Se o cara roubar tá morto. >> Justiça é limpa. >> Acabou. O cara não rouba >> nunca mais. É volta pro carro com el. O dinheiro todo que é arrecadado termina no lugar certo. Então nós pegamos o pior de todos os
modelos e pusemos aqui. Essa é a minha opinião. Pusemos aqui o pior do modelo. Pegou o que tem de pior aqui. O pior de quem juntamos e votamos aqui e não tá funcionando. E faz muito tempo que não tá funcionando. Faz muito tempo. Então assim, eh, eu tô falando ambientalmente, politicamente, esquerda, não tô entrando Nesse assunto. Tô falando de como a gente tá, porque antes era um, depois era outro. E a verdade que não mudou nada. Tizão, mas assim, ó, deixa eu te perguntar. A gente conversa vem uma galera de esquerda aqui, biólogo de esquerda,
inclusive recente a gente tava conversando com um, ele virou e falou assim, falou: "Mano, tem que cuidar porque senão acaba, velho. Isso é um dos motivos". E aí ele pegou e deu exemplo Pantanal, ele virou pra gente, falou Assim: >> "Já foi no Pantanal?" Falei: "Não". Falou: "Então vai". Porque daqui 10 anos não existe mais. >> Conversa não existe mais pela mudança climática. Tá mudando pela mudança climática. Aí a grande pergunta, >> igual no Brasil, a gente perdeu o cerrado, a gente tá perdendo isso aqui, tá perdendo aquilo ali. Ótimo que a gente entrou nesse
assunto, porque cerrado aumentou fica preso só na Aventura da do jipinho pela Transamazônica. Mas assim, se o Pantanal, o Pantanal ele foi dos anos 300 anos a gente teve a presença do ser humano. Quando começou a degringolar o Pantanal, é quando a gente botou o ambientalista lá dentro. Desculpa dizer. >> Ah, >> em que sentido? Que isso, tiozão? Para com isso aí. A hora que você põe os caras proteg acaba Para >> é então só que a gente protege às vezes da maneira errada. Por quê? Porque existe um romantismo. Essa é a minha opinião. E
aí eu sei que vai, isso vai gerar um monte de conversa, mas existe um romantismo. Por exemplo, eu vou dar exemplos práticos, tá? A gente gerencia o fogo no Pantanal há 300 anos. Há 300 anos a gente gerencia o fogo. Por quê? Porque é uma savana e que pega fogo naturalmente. [roncando] E a gente Gerencia esse fogo há muito tempo. O que que a gente fez com o Pantanal? A gente tirou as pessoas e o gado. O Pantanal é um lugar para ter gado. O gado é excelente lá. O gado ele diminui a massa verde
que existe ali. Porque o Pantanal tem dois ciclos, água e seca. Então quando enche de água, cria todo umas graminhas em cima >> da da, né, verdinhas que quando seca elas caem, né, seca, ficam ali no solo >> e aquilo você olhou, você cuspiu ali, Pega fogo. >> O que que a gente tinha naquele momento? Quando baixava água, a gente punha o gado e tinha um monte de massa verde para ele comer. Agora a gente tirou o gado, aí não tem massa verde para comer. Aí o que acontece com a massa verde? Ela acumula e
aí pega fogo. Então isso é fato. Tanto é verdade que o próprio Semibio começou a botar fogo fazendo pingafogo. É coisa recente, porque sempre foi contra botar fogo. Botar Fogo. Entendeu que botar fogo preserva porque você antecipa o problema, cuida, diminui a massa verde no momento que dá você consegue controlar. Que quando vem no momento errado, seco, cheio de massa lá, você não consegue controlar. Então foi a primeira coisa, tiraram o gado lá. Aí tiram as pessoas. Isso para mim não é conservação, cara. Conservação se faz com pessoas, cara. Sabe? Nós vamos fazer o quê,
então? Ah, vamos conservar uma área. Vamos tirar todas as pessoas que Vivem ali. É isso que é assim que se faz conservação, tirando as pessoas que estão ali do local. Cara, conservação, na minha opinião, não é assim que se faz, cara. Conservação, a arte de conservar é com as pessoas lá dentro. É a diferença entre preservação e conservação. Preservar, eu quero preservar as florestas. Ninguém entra, ninguém sai. Será que ninguém entra, ninguém sai? Quem tá fiscalizando? Quem não está? Você tem um aparato para fazer Garantir que ninguém entra e ninguém sai. Quais são os interesses?
Porque quando ninguém entra, ninguém sai, ninguém vê o que tá acontecendo. Verdade. Aula transa amazônica que eu fiz. Tó de madeira. Por quê? Cadê o poder público? Polícia federal tava em Manaus, o Maitá. E onde mais? Não tava. Nenhuma crítica à Polícia Federal não tem condições. A polícia federal não tem condições de atravessar. Eu desafio a polícia federal atravessar a Transamazônica nessa época. >> Não, o Saraiva falou que resolve aquilo lá, viu? Boa sorte. >> O Saraiva me falou: "Eu resolvo o problema lá da Amazônia". ficou lá por um bom tempo. >> E aí tirara
da superintendência lá da Polícia Federal da Amazônia. >> E que que ele queria resolver? Como? >> E ele falou que ele tem ele ele falou que quem faz aquele tráfico de madeira lá é o crime organizado, é o PCC, ele Tem todas as provas, todas as ligações, que é o crime organizado que tá faturando com desmatamento na Amazônia ali >> e que ele tem, eles conseguem mapear todos os lugares aonde eles estão e que hora, tudo eles conseguem chegar lá e abafar. E quem paga essa conta hoje? Sabe quem paga a conta do desmatamento da
Amazônia? >> O agro >> produtor. É o agro. Você acha que o Agro, bom agro, o cara que tem CPF, que tem empresa, que tá realmente sério, ele é um cara que vai desmatar, vai pôr o nome dele, o CPF dele na jogada? Você sabe que se você tiver um problema numa área sua, automaticamente todas suas áreas pelo teu CPF e hoje pega o CPF até de filho, de mãe, tá [ __ ] Você faz merda hoje no agro, a tua família inteira paga pá, teu irmão, teu não sei o que, que às vezes não
tem nada a ver com você. Então assim, o agro bom não Faz esse tipo de coisa, cara. O agro bom não nos mata. >> É, o povo pega no pé do agro, não é por conta disso, não. Mas o falso também é por outras coisas, né? Porque de uma forma ou de outra as pessoas falam que o agra acaba prejudicando o desenvolvimento do país, que os caras não quer investir em indústria, né? Não quer ficar só ali e tal, só na exportação de commodity, não quer transformar o produto no país, não quer Desenvolver o país
e aí fica nisso. Esse é o problema. O pessoal bate no agro. É o que eu >> não entendi. O problema do agro é que o cara que tem dinheiro para fazer água por indústria. Muda de ram. >> Quer que muda de ramo? Por que que vai mudar de ramo? A gente tem que desenvolver o produto. Não pode ser outra melhor. É muito melhor. Mas a gente tá desenvolvendo. Pera aí, peraí perra o quê? O milho vira o quê? Papaiã. >> Que que é o milho? Você acha que a gente vende milho que para comer
sabugo? >> Que que é feito com milho aqui? >> Etanol. Principalmente etanol. É o grande negócio hoje. Você sabia que hoje a gente tá chegando no etanol, que é um biocombustível? A gente tá chegando no nível da cana de açúcar, o milho. Então no teu carro que você tá bastendo, você abastece o carro de vez quando? faz o Etanol e o milho também faz. >> E o milho também. E o milho tá chegando nos números do etanol. Nós a primeira coisa, a coisa mais importante se faz com o milho hoje que dá mais dinheiro é
etanol. Número um. Número dois, DDG. Que é o resto que é alimentação pagado. Número três, óleo de milho. Número quatro, cinco, tem outras coisas, cara. >> Hum. >> O que se ganha dinheiro no etanol, no Cucumilho, é o etanol. Então assim, que é uma um combustível importantíssimo para >> mil representa qual por percentar da safra do país hoje? >> Putz aí se me [ __ ] Prepar, mas eu acho que a maioria, maioria no país é soja hoje. Não é >> não. Milho não. >> Não. >> O mesmo campo que tem o a soja entra
milho ou algodão. É porque é a safrinha, Que eles chamam de safrinha. Então, por exemplo, você tô falando do Centro-Oeste do país que hoje é o grande >> celeiro brasileiro, tá? Setembro você planta, setembro, outubro planta soja, vai colher em fevereiro. Em fevereiro você já faz plantilho direto do milho, que é as que eles chamam de safrinha. E ainda às vezes com irrigado você ainda tem mais uma. Aí eu pergunto como é que aí tem tudo a ver com o que a gente falou do do da pressão que tem lá Para fora. Se você não
consegue competir com o agro brasileiro, quem é dono da comida é dono do planeta. >> Exato. >> Você pode viver com qualquer mais, sem comer você não vai viver. Não tem como. Nós temos três safras. Nós não temos furacão. Ah, tem uma chuva aqui, outra ali. Mas tô dizendo, nós não temos, não temos neve, não temos hurricanes, nós não temos todas as dificuldades que tem Os caras do hemisfério. Nótico. >> E é esse agro que alimenta, que alimenta o Brasil. É esse daí. >> Não, o o agro >> eles falam que é agricultura familiar. >>
Não. Então, mas a principal agricultura é familiar no Brasil, tá? Grande parte. E o agro >> não tá soja, não tá milho. Na agricultura. >> Mas na soja o milho faz. Não tem, tem também. Tem também. O que? Porque assim, O negócio de tamanho depende muito da região que você está também, entendeu? Então, por exemplo, no sul do país, a maioria da são pequenas propriedades, né? Só que às vezes pequena propriedade lá já é uma grande propriedade, né? Porque >> até porque foi feita uma mini reforma agrária quando quando distribuiu as terras ali no Sul,
né? É, eu sei que você defende essa tipo de linha aqui, mas é, eu sei, eu conheço Assim, conçudo que você levar vai fazer contrapontou uma divisão ali, >> sabe? O que acontece lá no sul é que o pessoal tem vontade de trabalhar, tá? Isso faz muita diferença. >> Tem muita vontade de trabalhar lá no Sul. O pessoal tem vontade de trabalhar. Tanto é verdade que você vai no norte do país, olha quem prosperou lá. São os caras que vieram do Sul, porque eles têm vontade de trabalhar, mano. É um fato. É Um fato. Você
não pode dizer que é o contrário. Você tem o Brasil hoje, o Norte, o Nordeste, que tem tem cidades que tão 70% das pessoas estão em plano de de assistência social, cara. O cara não quer trabalhar. Você vai para Eu fui lá agora visitar Frutal, região de Frutal. >> Uhum. >> Porque eu tenho um cliente lá que é de de biológicos. Lá é fruta, lá tem, é lá é manga, lá é uva, lá [ __ ] lá no Pernambuco os caras descobriram um solo do [ __ ] um terroá maravilhoso e tá dando fruta para
[ __ ] O povo lá tudo, olha a situação que o que o produtor está, ele precisa da mão de obra, só que o cara não quer ser registrado. Por quê? Porque ele tá no plano social. Ele não tá casado com a mulher para quê? Para ter dois planos social ali, ele e ela juntos. E ele não quer ser registrado porque ele não quer perder. Aí você tem que contratar, Porque você precisa contratar essa mão de obra. Aí você acaba contratando o cara sem a formalidade, porque você precisa trabalhar. Ou seja, o cara tá se
fodeu. O empresário de lá, o agricultor de lá, >> porque o cara não vive com 1800 conto, né, tiozão? É, você sabe que não dá para viver >> não. Mas pera aí, pera aí. Isso não é o problema do agro, cara. >> Hum. >> Isso não é o problema do agro. Quanto ganha o porteiro desse prédio que você tem dessa casa aqui? Paga mais o teu porteiro aqui, então pagar mais. >> Você não paga mais no teu segmento. Quer que o agro pague? >> Pera aí, deixa eu te falar. O pode pagar qualquer quantidade também
não vai deixar de ganhar. >> O cara não larga do assistencialismo porque ele precisa do assistencialismo para viver. V >> porque se ele pegar, se ele pegar o salário e abrir mão do assistencialismo, ele vai ter dificuldade. Ele quer os dois. O assistencialismo vida ganhar, você ganhar 3000, você prefere. Eu tô ganhando 3.000, então agora eu não quero mais esses 800. É isso que o cara pensa, >> mas tá errado. >> Eu não vou mais pegar esses 800 para mim, não. >> Não, ele ele precisa do que tem que pagar a conta da casa dele
e infelizmente ele tem que pegar os dois. Tem que pegar os dois hoje. Hoje o cara quer pegar os dois. Hoje o que acontece é que o cara quer pegar os dois. O cara quer trabalhar sem registrar ele. Ó, não me registra porque eu quero continuar ganhando. Isso é oportuno. Isso é oportunismo. Isso é ilegal. E oportunismo. Isso é ilegal. Mas isso é legal. Não importa. É ilegal isso. Você Não pode. Você não pode. E isso bloqueia o cara completamente. Porque eu lembro, a minha mulher, quando eu ainda não era minha mulher, é uma mulher
simples, cara. Minha mulher era uma mulher pobre. Minha mulher vivia na cidade de Deus em Manaus, cara. Faca na caveira. E ela e eu paguei uma passagem para ela, no nome dela para ela vir me visitar em São Paulo e ela tava tinha ingressado com com e ela tem todo o direito de naquela época tinha todo o direito de pedir. >> Uhum. >> Ela perdeu [limpando a garganta] por conta dessa passagem. Isso quer dizer o quê? Que que eu quero dizer com isso? Quando você coloca um cara nesse sistema, você impede o progresso do cara,
porque o cara não pode fazer mais nada na vida, mano. Porque tudo que ele fizer pode ele pode perder esse coisa. Então você você põe o cara numa condição de não fazer nada. É isso, tá? Então você coloca ele numa Inatividade, ele não consegue progredir porque é dentro do processo de trabalho que você tem a chance de destacar, porque entre nós, a vida não foi feita para todos nós, tá? Tem gente que vai pra frente, tem gente que fica para trás. Nem todos que começaram na escola comigo, nem todos que fizeram faculdade comigo estão onde
eu estou. Mas eu tenho certeza que eu trabalhei para [ __ ] para est onde tá onde eu tô hoje. >> OK. Não tive e regalia, tive Oportunidade, sorte. e tive lá trabalhando para [ __ ] para poder chegar lá. E tem muita gente que não tá a fim de trabalhar para [ __ ] É uma realidade. A gente tem uma geração que, meu, tem uma geração que ganha dinheiro no computador sem sair de casa. Tem uma e cada um ganha dinheiro do jeito que quiser. Não há problema. O que eu quero dizer é que
você quando você hoje, por exemplo, eu não consigo encontrar gente para trabalhar para, por exemplo, cuidar Dos meus bichos, limpar merda do do cavalo e lá dar um banho no cavalo, cuidado nas coisas do cavalo. É assim, aí você vai falar: "Ah, então você paga mal, tá? Sou eu, então todo segmento paga mal". Porque a gente tem uma lei no Brasil com salário mínimo. Se eu não pago o salário mínimo para nenhum funcionário meu, mínimo um cara lá tem dois salários para receber no mínimo. E tem cara que ganha mais que isso também. Então assim,
não é o problema. Aí a Mesma coisa no segmento do agro, cara. Eu acho que assim, você tem que pensar que é um negócio como qualquer outro, cara. Como você quando você quando você vai fazer um negócio de uma sala de aluguel, você quer ser generoso, paga o dobro. Não, você vai negociar para pagar o que o que é o que vale o imóvel, o que não sei, não vai pagar mais do que aquilo, que é a lei do país. Agora, o que nós temos hoje é uma uma uma um turbilhão. Metade do país hoje
está se Utilizando de uma de uma de uma eh de um pagamento de uma de uma de um benefício social [suspirando] eh que deveria ser usado e tem que ser usado e é ótimo que exista para quando você realmente precise. E as pessoas hoje não não é que precisam, você fala: "Ah, mas ele precisa". Então você tá justificando então o cara roubar um celular então >> metade do país >> porque tá precisando de dinheiro. Então Isso é desses caras hoje. Metade metade do país tá hoje. Metade do país. Metade da força produtiva do país hoje
está nos planos sociais. >> Parece tem um lugar que tem 80%. >> Tá. Metade do país tá inscrito em planos sociais, mas não quer dizer que metade do país recebe desses planos sociais. >> Como assim? Aliás, hoje, se não me engano, 10% do país tá cadastado no Bolsa Família. Os planos sociais são vários outros. >> Bom, eu não vim preparado para falar sobre percentuais disso. Eu acho que o número que você falar para mim tá boa. Hoje a gente sabe que porque isso é noticiado, qualquer que der um Google vai aparecer que metade do país
tá no coisa. Esse número saiu de chatão aqui. >> Não, mas não é porque sabe que o grande problema é que a gente começa e é bom porque essa discussão tem a ver com que eu inclusive com essa viagem com tudo que a gente fez. A gente sai hoje, eu Não sou um negacionista, eu só não vejo números reais. Qualquer um fala o número qualquer e tá tudo certo. E a gente tem que engolir esses números, entendeu? >> Quem, de onde saíram esses números? Então o cara fala 90% não sei o quê, 80% não sei
o quê, >> 300, 3 milhões, 10 milhões, meu, não sei. É, então, mas metade eu quero que você fa, tem algumas coisas que são consenso >> e são dados que apareceram na televisão, Que apareceram, não são lugares que eu eu fiz uma na internet. Se você fizer uma pesquisa sobre, quer dar uma pesquisa aí, pesquisa aí. >> Falei, eu tô tentando ver quantas pessoas aqui, >> pô, você vai ver que esses são os números que apare hoje são dados que aparecem na televisão. Que >> ó, aqui saiu o seguinte, eu só bati número de pessoas,
eu acho que tá inscrito no CAD, no CAD, >> ó, em 2025, início de 2026, mais de 94 milhões de brasileiros, dependem de algum forma de de tipo de programa social do governo federal, o que representa 44% da população. >> Sim, sim, sim. Eu concordo. >> Bolsa, Bolsa Família são 18,9 milhões. >> Já começou a diminuir já. >> É. É. Tá. Mas aí são outros, porque aí você tem auxílio gás, auxílio gás, auxílio contra o direito de não pagar Vestibular, o direito de não pagar vestibular, o direito de não precisar pagar uma consulta médica, tá
tudo inscrito aí nesses 45%. Mas aí a hora que você pega o Bolsa Família mesmo é 10%. Mas aí tem uma galera que fala, pô, metade do país no bolsa famíl Bolsa Família aqui já vai dar mais de 10% porque são 90, são 20 milhões recebendo Bolsa Família. De 90 milhões 20 recebe Bolsa Família. >> 10% do país. >> Não, >> 18 milhões. Você acabou de falar qual que é porcentagem de quantos habitantes tem no país. Quantos habitantes tem no país? >> 200 e poucos. >> Mas não são todos trabalhamos todos trabalham, né? 10%. Teu
filho tá na no no na na tu trabalha? Não, não >> é? Então ele tá Mas você tá contando com ele então para fazer teu percentual, [ __ ] Então você é tendencioso. Você Tendencioso. Você tendo. >> Você é tendencioso. Não, você que gosta de números. Você é o cara que addequa os números pra sua pro seu narrativa. Eu adoro isso, cara. Adoro. Vamos melhorar o o estudo no país. Sabe o que fizeram para melhorar o estudo no país? Pegaram o pré-primário. Porque muitas crianças saem do pré-primário pro primeiro, abandonava a escola do pré-primário pro
primeiro. Por quê? tinham que cuidar, porque a mulher já tem tem um filho no No pé, um filho na mão, um filho na barriga e já pensando em fazer o próximo, né? É, é, é a a como funciona. Aí o o menino que sai do pré-primarário pro primeiro já vai para cuidar dos irmãos, certo? Então, abandona. Sabe o que fizeram para melhorar os índios? Agora estão os melhores na educação. Pegaram o pré-primário, colocaram como primeiro ano. Então, o ensino fundamental agregou o pré-primário e com isso a deu um número, melhorou. Isso é Matemática, papai. Isso
não é realidade. >> Mexeu ali no >> Então é, então esse esses ajustes matemáticos que muitas vezes a gente chama de ciência, na verdade são às vezes são ajustes. Eu sou um cara da ciência, eu acredito na ciência, só que eu quero quando alguém fala algo para mim, eu só quero que a gente esteja na mesma, então esteja na mesma discussão, né? Eu sou muitas vezes que fala: "Ah, você é negacionista". Eu não sou Negacionista, eu só quero números reais pra gente trabalhar com números reais e não números que favoreçam um ou outro lado. Eu
quero a verdade, porque com a verdade a gente consegue traçar um rumo. Seu, por exemplo, a gente tá falando hoje, é indiscutível que existe uma mudança climática. >> Sim, >> é indiscutível. Ah, 97% dos cientistas e não, que eu acho que assim, como que não vai ter? Nós somos uma bola de ferro com lava flutuando no meio do cosmos com o sol. Eu nem sei como é que essa [ __ ] funciona, cara, porque a gente ainda tá vivo nessa merda, não, [ __ ] Entendeu? E aí você quer que todo dia seja igual? Vai
tomar no cu, mano. >> Vai tomar no cu. Todo dia. Você todo dia vai ser igual. Nossa, ontem não igual amanhã fez mais calor. Ah, vai se [ __ ] Uma bola de fogo. Mas o que eles falam é que a terra tá Aquecendo, tá? e tá aquecendo 3 4 graus e a acabar com agent agora vamos descobrir. Pode e pode ser que nada que a gente fizer nada. Se você tirar o ser humano, essa questão que eu pergun eu não sei, eu tô questionando, tira o ser humano e talvez a terra aqueça mais 10º
sem o ser humano. Entende o que eu quero dizer? Então, que tem mudança climática, tem o que, a pergunta que eu sempre fiz e por não ser negacionista, eu agradeço a oportunidade que vocês são caras Grandes aqui para falar sobre isso, porque os caras falam, às vezes eu tive com Sérgio, com e com o Henrique, os caras fal o Serjão dos foguetes, o Henrique no último podcast e os car não, ele é negacionista porque ele não não acredito, eu faço parte dos 97%, eu não sou cientista, mas tô junto dos 97% que acreditam que tem
mudança climática. OK, acredito. Até porque não podia ser diferente. Mas eu pergunto, qual o percentual? É uma pergunta, me Respondam. Não é negacionismo. Você tem dados? Traga. Qual o percentual de influência do ser humano nesse aquecimento global? >> Qual o percentual? Eu queria saber por quê? Porque se alguém falar não, então, irmão, quem falou isso é o ser humano que causa o aquecimento global. Tio, >> não tá. Não tô, não. Gente, >> você chutou esse número? Mostra esse número. Não, não, não, não, não. Eu vou, [risadas] Eu vou ser o chato. Não, não, não, não,
não, não, não. Eu ten certeza que punhadinho vai porque você igual os cara fala qualquer merda. É, fala merda. Você tem boca e fala. Fala porque você acredita nisso e para você, para você um discurso que cai bem. >> Não, não cai não, tio. Não cai não. Eu tô te falando que cai porque se adequa ao que você acredita. E hoje nós estamos num jogo de flaflu e não interessa. Você é direita, você é esquerda. Nós estamos Num jogo, nós estamos jogando futebol em algo que é são vidas humanas e o futuro da humanidade. Eu
acho errado isso. Eu acho errado você falar o que você acha, sendo que você não tem certeza que tá falando. Tenho certeza que não sabe. É 100%. Prova. Se for 100% eu te dou.000 agora. Afirmei. Então falou merda. Não afirmou. Afirmou. Eu falei sim. Eles falam eles falam que é 100%. Mas eles falam, já terceirizou para alguém, nem sabe para quem os biólogos, os >> cientistos biólogos dá os números falam que é 100%. Eu concordo porque você falou assim, quem não sabe não tem que ficar afirmando as coisas não. Eu concordo. Eu não afirmei isso.
>> Quem além do homem contribui pra mudança climática? >> O própria [ __ ] do planeta. Quando tinha o triácico na época da era mesozóica, tinha muito mais carbono no no planeta, por isso que tinham árvores. Então depois do no no depois do triáco, não, Na na era mesozóica, o cambriano tinha muito mais carbono. Tanto que mais carbono significa o quê? Mais desculpa, mais plantas, né? Porque carbono é planta. Isso aqui, que que é isso aqui? >> Carbono. Carbono. >> Oxe, que coisa linda. Que que é isso aqui? Sequestro de carbono imobilizado. Imobilizado. Esse aqui
é chama-se sequestro de carbono imobilizado. Salvar uma floresta não é abraçar uma árvore. Muitas vezes é cortar uma árvore. Pronto. Falei para o corte. Aí eu vou te explicar por quê. [roncando] >> Quando você vai numa floresta que respira oxigênio e gás carbônico, certo? E tem o seu ciclo natural. A gente não deveria existir aqui em ser humano. Concordo. Vamos erradicar o ser humano aí. Vamos saber se realmente o aquecimento global vai acontecer ou não, porque [risadas] >> ninguém vai saber, >> ninguém vai, é, ninguém vai saber. É, Então assim, o ser humano tá aqui.
Então o que que nós temos que fazer? O uso a o problema da Amazônia não é as árvores, cara. Tu não quer abraçar a árvore. A árvore é um recurso. Corta a árvore, nasce outra no local. É lindo. Isso chama sequestro de carbono. É maravilhoso. Isso é um processo natural. Corta a árvore, faz uma mesa como essa, faz taco, cria riqueza. Como é que esse cara quer que os caras viva na Amazônia, papai? Não. Que que é que você tá Oferecendo? Nesse estúdio maravilhoso, com essa, aliás, com essa mesa de madeira maravilhosa. De onde saiu
essa mesa? >> Chupa meu ovo. De onde saiu essa mesa? >> Lá do Pará. Veio lá do Pará. >> É, veio lá do Pará. Você nem quer saber. Cadê a nota fiscal dela? Quero ver se a origem para ver rastreamento. Eu quero saber o rastreamento dela. Rastreamento dela. >> Não, não faz isso não. >> Não. Você entende o que eu quero dizer? É o rastreamento dela. >> A nota fiscal da loja. Comprou na entrou não sei o quê. O que eu quero exatamente? Não tô, eu tô jogando a conversa para cima porque já que você
é o cara que gosta de falar de coisa, então vamos falar direito. [risadas] O cara senta numa mesa de madeira, tá com ar condicionado, 3 kg de luz aqui e tá vindo falar aqui do aquecimento global. Chupa meu ovo, mano. Vai viver Numa caverna, então, filha da [ __ ] >> Crescimento global. Energia limpa isso aqui, tio. Tem onde? Onde tem onde tá a energia limpa disso aqui? >> Fotovoltaica, [ __ ] Fotovoltaica. >> Aonde tá a fotovoltaica >> do sol. Essa parada aqui, ó. Energia verde, >> onde tem? Tá aonde? Quero fazer. Vamos ver
quanto que você tá devolvendo ou entregando, cara. Auditoria. >> Muita placa aí. Muita placa. >> Ah, muita placa. É placa também é um negócio legal. É mineração, mano. >> Não existe nada limpo, [limpando a garganta] sabe? É, [ __ ] Aí o cara carro elétrico. Legal para [ __ ] cara. Eu, meu papel, tiozão, é provocar. E os caras acham que eu sou negacionista. Não, o meu papel é fazer com que as Eu não vou entrar como você entra numa conversa só porque me agrada um lado ou outro. Eu não faço isso. >> Eu sou
um cara de direito. [ __ ] você tem que tirar o Lion lá da bateria lá. Agora você pensa na Europa, um cara que tem carro elétrico. Eu te pergunto, serve para quê? >> Fora o consumismo que você tá, né? >> Para qu a Europa tá dizendo que nós não somos caras que a nossa agricultura, a nossa Você acha que eles estão preocupados com a nossa agricultura aqui? Você acha que eles estão preocupados, desculpa, com nossas florestas aqui? Você acha que o o Macron veio aqui pular a cachoeira e falar salvem as florestas, os macaquinhos
que são tão importantes? Ele quer que se [ __ ] o macaco, quer que se [ __ ] da floresta, quer que se [ __ ] as pessoas que estão vivendo ali, 30 milhões de pessoas na Amazônia, ele quer que se [ __ ] isso. Sabe o que ele tá preocupado com a próxima eleição? Ele ser eleito e os caras pressionar ele, porque a lei precisa subsidiar o agricultura, tem como competir. É só lá O cara que é da capitão da União Europeia fala, tem uma frase só para fazer uma pesquisa lá. É, não temos
como competir com o agro brasileiro. Ah, você é um defensor do agro? Não, não sou. Eu sou defensor do nosso agro por uma razão. Eu fui fazer o, fui lá no corn belt americano, os caras da prossója me convidaram. >> Cara, é o seguinte, os caras plantam, se tem uma área, um talhão desse aqui, o cara comprou uma terra como essa, não Tem reserva legal não, mano. Não tem app. App é aquela área que você tem que manter. Esquece, os caras plantam >> até a beira do rio, cara. Aí você vai olhar os rios dos
caras, que acontece tudo o NPK, porque é tudo denso, o milho deles é muito mais denso que o nosso. Taca NPK. [roncando] Aí o que acontece MPK? O termina o o o nitrogênio dentro da água, nitrato, alimenta o quê? >> Os peixes lá. >> Não, os peixes queria que fosse, Alimenta as algas, porque é uma o que o que fortalece planta fora da terra fortalece dentro da água também. São os mesmos elementos. Então o que acontece com as águas? Vum. Se aumenta o número de alga dentro de uma de um rio, acontece o que com
a vida? >> A vida >> acaba. >> Acaba, [ __ ] >> Acaba. Claro. Aquela massa verde ali morrendo, tira, tira todo o oxigênio da Água. Você tira o oxigênio da água, então os rios lá são mortos, cara. Então nós estamos muito além do que esses caras. A gente hoje com Código Florestal nosso, eu não defendo o agro, eu nunca defendi. Eu sou, eu não, eu eu não vivo do agro. Hoje tudo bem, hoje eu dou palestra no agro tudo, porque faz 5 anos que eu falo a mesma coisa e os caras falam: "Porra, o
cara é biólogo e fala algo assim". Aí os biólogos me odeiam porque acham que eu tenho Agro, >> mano. >> E eles se venderam o quê? Para uma agenda que eles nem sabem qual é. Porque a hoje nós estamos vivendo problemas ambientais aqui que a gente criou e tem muita gente vivendo desse desses problemas ambientais porque tem muito dinheiro vind de fora para manter esses problemas aqui. Agora você já pensou por que que esse dinheiro entra? Será que é simplesmente porque realmente ama as Florestas? Amo os indígenas? >> É que é só botar a competitividade,
né? >> Por que que a gente tem essas ongas cuidando dos indígenas há tanto tempo e a maioria dos indígenas que eu visitei, a grande maioria quer sair dessa situação que eles estão, desse status qu? Porque eles querem falar, eles querem evoluir. Por quê? Eles querem dignidade. E por e por que que não resolveu? Tantos anos que a gente tá com Esse mundo de dinheiro entrando, essas ongas cuidando, por que que não melhorou a vida desses indígenas? Porque se tivesse melhorado, barbão, eu seria o primeiro, estaria do teu lado, braço a braço, na paulista, levantando
uma bandeira da cor que fosse, rosa, [ __ ] entendeu? Caguei. Eu quero só que resolva o problema. Não tá resolvendo. Não tá resolvendo. Desculpa. Não tá. Nós estamos ainda jogando um jogo. Eh, que por quê? Porque tem Interesses de tudo quanto é lado. Dinheiro vindo para rodo, muito dinheiro. O se nutrindo, político se nutrin. >> Que que o povo fala lá de fora lá, igual você falou aí, os cara acabou com a vida no Rio. É como é que rola essa parada lá? Eles aceitam na boa assim. >> Ah, você falou que teve lá
fora lá, né? A vida do Rio tá acabando tudo. E aí? Ninguém fala nada do tô rolando lá. Não Sei por que você não fala com teus amigos do da imprensa para comentar esse tipo de coisa. A gente não vê isso na imprensa, né? [roncando] Farms here force there. Essa é a propaganda dos gringos. >> Fazendas aqui, florestas lá. >> Isso é propaganda. te mando depois um e a galera da que o Richard, você que anda lá na Amazônia, igual você falou, o indígena lá fica esquecido, fica quando Você vai lá e leva, sei lá,
o igual você faz um turismo bacana lá, leva forma dos caras ganha uma grana. Não, o que eu faço não atinge, não melhora nada. Eu levo gente pra Amazônia, que eu acho importante porque movimento economia, mano. Você você movimenta um negócio, >> sim, movimento economia, movimento economia, mas eu não resolvo o problema. Tá tudo bem, você vai falar mais gente lá, mais não sei o quê. >> Não, a sua ideia, por que que não pode Eh tipo assim, não só você fazer, sei lá, o governo criar um projeto para que as pessoas façam um turismo
ecológico ali, >> não acho que já >> facilitar, por exemplo, >> já tem esses roteiros, já tem esses roteiros, mas aí aí tem várias outras coisas que atrapalham o turismo, né? Porque eh nós temos às vezes eh legislações que são nacionais e que não podem ser o grande problema nosso que Nós vivemos num país. São dois países em um país só. Não dá para você aplicar as leis aqui na Amazônia, mano. Não tem como, cara. É outro mundo, cara. As estradas lá são rios. Pronto, já isso já muda completamente a qualquer perspectiva de você tentar
aplicar lá é diferente. O cara tem um papagaio como pet na casa dele, é indígena, meio indígena, meio ribeirinho, meio não sei o quê. É difícil você aplicar a lei aqui da que acontece lá. Então você pega a Marinha do Brasil, que tem todas leis para búzios, aí vai lá e vai exigir a mesma coisa dos caras lá. Não vai, não vai funcionar. Não vai funcionar. Aí você impede o cara de se tocar as coisas lá, porque tem tantos burocracia lá que não anda, certos segmentos não andam, porque a gente acha que isso aqui, ah,
o que é feito pro Sul é igual ao norte. Não vai, não é, é outro, é outro país, cara. É outro país, outra realidade, né? >> Ô, Tizão, mas você como biólogo assim, se a gente Ah, [ __ ] então essas ONGs, vamos fazer o que é feito na Europa, vamos fazer o que é feito nos Estados Unidos, vamos fazer aqui no Brasil. Não, não precisamos. A gente faz, a gente, a gente aprendeu lições de como não fazer com eles. Eles estão há 100 anos já cultivando milho. Nós estamos a 50. >> O que aconteceu
lá não vai acontecer aqui, >> não vai acontecer aqui. Hoje a gente tem Código Florestal que é maravilhoso. Ele obriga o produtor a manter de 20 em 80%. Agora, isso é excelente. Agora, se eu tenho uma área na Amazônia >> e eu sigo o Código Florestal e corto porque tem deflorestamento proibido e ilegal, ilegal, tá? Se se tem um código florestal e diz que você compra uma área e pode usar 20% dela, tá no Código Florestal e eu tô na Amazônia e tá escrito isso, eu compro uma área, eu posso cortar 20% para fazer o
que Quer que seja, plantar ou enfim, é o meu direito, não é? Ou tô errado. >> Não tem um código florestal. Pode usar margem equatorial, você pode usar o minério que tem ali. Problema. Qual o problema de eu de eu de tô seguindo o código florestal? Tem um código florestal, tá na lei, [ __ ] Eu tô seguindo a lei. >> Uhum. O que acontece? As empresas internacionais que compram grãos, por exemplo, soja, não compram de De fazendas que t que foram deflorestadas, vamos dizer de acho que sei lá de quanto tempo para cá para
para cá. Ué, mas não tá o Código Florestal nosso não permite isso. Então isso é um boicote internacional para um direito que é brasileiro. Se quiserem mudar a lei, mude. Espanha faz assim, zero, cota zero pra Amazônia. Mas enquanto estiver no Código Florestal e na lei 20%, eu tenho esse direito. Eu não tô aqui discutindo se eu concordo ou não Concordo. Eu tô discutindo o que a lei me permite. E nós estamos permitindo que caras de fora digam como a gente tem que fazer, já que nós temos uma lei aqui, o que pode, que não
pode, isso tá errado. Então, nós estamos servindo interesses internacionais e não nacionais. >> [ __ ] velho. >> Tá errado isso, >> [ __ ] Então, além da nossa lei que já é rígida, os caras, se a gente não for melhor ainda, eles não compram. >> Nossa lei é maravilhosa. Nossa lei não existe nenhum país no mundo. A Paraguai tem que manter 20%, mas nem nenhum país no mundo que tem um código florestal como o nosso, ele é maravilhoso. Ele é maravilhoso. Mas nós não podemos abrir mão da nossa soberania, cara, por interesses que a
gente não sabe qual é, porque o cara não tá preocupado com com a floresta, ele tá preocupado com a concorrência que nós vamos ter, porque nós somos imparáveis. O Brasil é um país imparável e a e a floresta da Amazônia ela não é madeira, tá? A floresta da Amazônia não é espaço para soja. A floresta da Amazônia é minerais. É esse o valor da Amazônia. >> Esse é o valor. É o que tá no subsolo. Amazôia >> árvore cresce de novo. >> O mineral tá lá para ser arrancado. Por isso que hoje tem tantas unidades
de conservação, tem área indígena. E o que acontece dentro das áreas indígenas? que Acontece dentro. A gente não sabe, cara. A gente não sabe >> não. Não é verdade que você sabe, você não pode falar então >> porque tem gente que tá ind lá e tá extraindo isso. >> É, eu tenho. >> Você filmou algumas coisas nesse sentido? >> Não, filmei coisa, não filmei coisa da madeira, por exemplo, que foi uma coincidência passando ali. E já vi Muito, já vi muita madeira saindo ali. Garimpe foi legal. Eu gravei garimpo ilegal, entendeu? Eu sei que quando
você fala de coisas na terra hoje, o que a gente tem mais de de pessoa são as terras raras. Mas >> Brasil número dois do mundo, cara. >> É, mas você tem ouro saindo ali, sei lá, um monte de coisa que sa >> pega um avião num lugar que não tem ninguém, você pega um avião, vai embora e leva um monte de coisa. Cara, você Acha que não acontece no Brasil? A gente tá privilegiando que a gente tá sendo saqueado faz muito tempo, cara. E desde o momento que nós levantamos a espada coisa ao morte
lá no Ipiranga, Dom Pedro, já foi o primeiro acordo que tinha entre pai e filho ali, cara. Faz tempo que esse esse sistema está aqui. Isso não tem nada a ver com esquerda e direita, só veio com pilhar uma nação, cara. Nós estamos, o Brasil tá sendo pilhado, na minha opinião, há muito Tempo já, cara. Isso não tem nada a ver com política, hein? Quero deixar claro, nada a ver com política. Tem a ver com interesses de quem tá [ __ ] o país, cara. E [ __ ] o pobre. e [ __ ] não
sei o quê. O pobre não percebe isso, cara. Acha que é uma guerra do rico contra o pobre. Aí colocam outras para quê? Para é uma cortina de fumaça, entendeu? >> Direita contra esquerda, >> direita contra esquerda, flaflu, virou Um flaflu. Eu acho que um pensamento de esquerda, direita, eu já fui mais centro esquerda. Sabe por que eu saí do centro esquerda? Por causa desse dessa, dessa, desse ranço que eu criei com a esquerda que defende a esquerda a qualquer custa. Cara, >> eu acho que você é de esquerda, sim. >> Não, eu sou centro
de esquerda. >> Não, você é de esquerda. Não sou mais, não sou mais não. Eu partir para outro lado porque >> no fundo, no fundo você é no fundo eu sei que você é, pô. Eu sei que você é, eu sei que você é, porque eu já vi várias coisas sua. Eu sei, eu sei que, eu sei que você se preocupa com as pessoas >> pr [ __ ] >> Eu sei que você se preocupa com o ser humano >> muito. >> Eu sei que a desigualdade é uma parada que >> é me incomoda. >>
Eu, eu já vi você, como que você interage com o meio ambiente. Quando a gente tava lá em Manaus lá, eu vi você lá no meio lá do I lá nadando com Boto lá. Aquilo ali, mano, é uma pessoa que se preocupa com o mundo. Eu sei que você tem essa interação com >> É, mas o problema é que eu peguei ranço. Por quê? Porque eu vi que a a gente passa pano e isso vale para todos os Lados. Por isso que eu falei: "Ah, você é esquerda, você é direita, não sei o quê". Eu
hoje, hoje me considero mais de direita, porque eu acredito na livre iniciativa, eu acredito em democracia, eu acredito em meritocracia. Eu acho que, sabe, tem cara que é vagabundo e não quer trabalhar e esse cara não tem que prosperar. [ __ ] ele, meu. Você não quer trabalhar, não quero coisa. Aí eu tenho que eu trabalhar, pagar meu imposto para sustentar você, cara. É Isso que eu a minha questão é que eu acredito no trabalho, acredito no progresso, acredito em uma nação que Agora você tem, >> mas de esquerda, acredita no trabalho também. >> Você
você é de esquerda, velho. É tipo, cara, é não assim, você se preocupa com as Eu entendo assim, cara. Mas parece que o cara de direita não se preocupa eu ia falar isso agora. O problema direita com se você falar assim, é, eu sou Direita, eles já olham para você e eu, e é um problema, tá? É >> porque talvez a galera de esquerda tá te olhando e quando você fala isso, você fala assim: "Esse cara nem é de direito, ele é um fascista". Isso é o que mais me incomoda. Você entendeu? É como se
se você não fosse de esquerda, se fosse um cara terrível que você quer mal, a direita se preocupa com pessoas. O cara da direita, ele olha um cara que tá [ __ ] ali e fala: "Ó, tá [ __ ] Por Que que isso? >> Como é que você faz um podcast com um cara desse mano? Nunca é assim não mudou, não mudou a vida dele. Não mudou a vida dele. O problema é dele. Problema é dele. Melhorou a vida dele. >> Você não, você quer que as pessoas melhorem de vida. >> Você quer e
não pode. E não pode ter um ser de direita e pensar assim. >> Não, o cara de direita [risadas] tá se [ __ ] É. Como é que você faz um Podcast com um cara desse? >> Que isso, tio? Não fala isso daqui não. O povo já tá querendo me tirar aqui desse canal. Você ainda fala isso aqui, velho. >> Não, não. Eu deixei ele. Tadinho. É porque ele, essa frase não é dele. Quase tudo que ele fala, ele ele só replicou alguma coisa que ele ouviu alguém falando. >> Não, porque ele é porque porque
é muito emoção. Na minha área, que aí é, vamos para minha área, esse o que eu chamo essa essa conservação emocional, essa coisa de que o amor venceu, essa coisa de que eh as boas intenções, o politicamente correto ou coisa que a gente tá vivendo que eh tudo se aceitou, a gente tem que aceitar tudo do jeito que não sei que beleza, cara. Você isso não não faz, a gente não leva para lugar nenhum, cara. Isso não leva, essa conservação emocional não levou, não leva e não vai Levar a lugar nenhum, cara. [suspirando] O cara
da biologia da conservação. E aí onde a gente bate, eu vejo que tem muita gente que vai para uma faculdade. A biologia, a a faculdade de biologia é uma faculdade barata, R$ 250 você vai para faz biologia. E biologia é uma coisa aspiracional muito bonita, porque biologia é gostoso de estudar. >> Você estuda a obra de Deus, cara. É, e esse planeta é um planeta maravilhoso, é um planeta lindo. Eu não sei como é que Um planeta desse surgiu no meio desse vácuo todo, mas e quem assim tem que acreditar num engenheiro porque é um
planeta bonito, mano. Ele é perfeito. Ele é lindo. Esse planeta >> é engenharia da vida, pô. >> Hã? >> Engenharia da vida. >> Mas mas, mas quantos planetas tem aí? Onde tá a engenharia da vida nesses outros planetas? Vai [roncando] pra Marte, papai. Entende o que eu quero Dizer? A gente é muito privilegiada. é muito privilegiado. E eu tenho visto nesses nesses últimos nesses anos que eu tô nessa militância e eu já mudei de opiniões 10 vezes e a gente acho que tem o direito mudar. Só o problema que as pessoas assim às vezes pegam
uma ideia e ficam ali batendo naquilo, parece que não querem sair daquilo porque acha que vai perder. se eu acho que eu vou perder alguma coisa aqui ou ali, porque se eu posi eu mudo De posição de alguma um pensamento meu e assim a gente vai aprendendo e mudando. Eu tenho visto que a gente não melhorou o nosso planeta com todas essas questões eh de conservação, por exemplo, no Brasil, a não é que as espécies estão melhor ou não. Você sabe onde eu vi uma melhoria de espécies? >> Aonde? >> No Centro-Oeste brasileiro. Sabe por
quê? >> Por causa da agricultura. O que que você viu de melhor? >> Explodiu a população de vários animais que hoje comem, usam o mosaico. >> Ah, o javali não conta não, mano. >> Não, o javali não. Javali ele tem que ser car >> não. Javali, >> mas não é só o javali, né? Você o javali é exógeno, né? Mas tô falando de das espécies nacionais. Por exemplo, você você vai no você vai viaja aí pelo Mato Grosso, você olha pros campos ali, o que que você vai ver? grupos de ema se alimentando. Você vai
ver curicaca, você vai ver tatu dentro do dentro do talhão de da do da plantação, você vai ver anta, >> você vai ver eh cateto, você vai ver queixada para [ __ ] dentro do campo produtivo. Por quê? Porque tem comida, papai. O o bicho não fica ali. A na matata, vou ficar aqui na mata. O bicho vai onde tem comida, onde tem comida, [ __ ] tem milho, soja, eu vou ficar na mata rebuscando. Não tem uma grande oferta de alimento, eu vou onde tem a grande oferta de alimento. Então, no Centro-este Brasileiro, como
a cultura da caça diminuiu, porque evoluiu as pessoas, o agro leva muito dinheirú. Tem cidades ali que só existem por causa do agro. O agro traz progresso, papai. O agro e o agro não é só do grande, o agro ele é do assentado. Isso é agro. o Assentado para o grande é que a gente faz com que, como o nosso país é o país que quer criar o problema para tirar soluções políticas disso e é uma tristeza. Isso vale para um vale esquerda, direita. Tanto faz, mano. Tanto faz. Eu eu não, eu eu falei, eu
eu vou aonde resolve o problema. Tem e onde não defende o seu ponto de vista. De qualquer maneira, ah, tô aqui porque eu acred sou [ __ ] o cara Por ou às vezes de esquerda ou de direita morre com aquelas opiniões só porque ele tá naquela posição de esquerda ou de direita. Cara, eu não entendo isso. Faz sentido, né? Então assim, a gente tem que pensar na sua, o que é melhor. Você não abandonaria alguns pensamentos seus de esquerda se você vê se a que >> Claro, se for bom, sim. >> Se for bom,
sim. Exatamente. Qual o problema? >> [suspirando] >> E e eu e eu e essa conservação que eu tenho visto que é emocional, é romântica, ela não tem resolvido problemas. Por exemplo, conserva e eh o biólogo da conservação, tem já não sei se eu falei para vocês qual a diferença entre um biólogo da conservação e um veterinário. >> Não, o que que é >> o veterinário tá preocupado com o animal que tá em cima da mesa, com o indivíduo. O biólogo da conservação não tá preocupado. Eu posso ter preocupações pessoais como ser humano, falar: "Porra, tô
torcendo para aquele bicho ali para ele melhorar". Mas eu tô preocupado, não tô com aquele cara que tá na mesa, eu tô preocupado com a população daquele cara, daquela espécie. Isso é um vácuo gigante. Por quê? Porque as minhas ações vão ser completamente diferentes de de ações emocionais. Então eu vejo muita gente que tá indo pra biologia voltada e Muitos, inclusive quem ensina biologia, que tá atrás de uma carteira e que não vai pro campo, muitas vezes é é ligado só ao coração, sabe? Só a coisa emocional. Vamos salvar, vamos fazer. E às vezes salvar
doutor. [suspirando] >> É. E nó a biologia não pode permitir isso. A biologia ela é pragmática. Às vezes para salvar uma espécie tem que tirar um bicho da natureza, colocar numa gaiola, reproduzir para voltar. >> Ararinha azul, aquela. >> Você acha que esse biólogo tinha que ter um trabalho de campo? Ele tinha que experimentar um pouco de doses de realidade >> no currículo dele? É, tem que tirar um pouco daquele amor todo que tá na na academia, talvez aquela e e às vezes quando você tem um problema ambiental, uma solução ambiental, às vezes às vezes
você o porque uma espécie quando tem a menos é ruim, mas quando tem a mais também é Ruim, tá? >> Uhum. >> Ela tem que ter o ideal, né? >> O equilíbrio. >> O equilíbrio, né? Então a mais não significa, a mais falou: "Porra, ainda bem que é melhor que a men". É, mas não significa que você não tenha que fazer algo a respeito por ter a mais, porque a mais pode criar um desequilíbrio, sabe? Mais bicho numa região e é é mais floresta sendo usada, É mais nascente d'água sendo destruída, é mais tem uma
série de coisas um predador, >> pode competir com outros que podem diminuir. Exatamente. Então assim, não significa que tem mais que tá bom. O problema é que quando tem a eh menos, todo mundo vai lá, chora, não pode isso, não pode aquilo. Quando tem mais, aí você vê o pessoal que é do do meio ambiente virar as coisas, falar: "Opa, fazendo conta de nada." >> Isso é ruim. Por quê? Porque às vezes e ter mais, como ter mais é o pode se tornar e é normalmente torna-se um problema. E se você que é da conservação
não atua nesse problema, você relega alguém fazer e talvez não vão fazer do jeito certo. Então, por exemplo, no agro, se você tem uma espécie que tá trabalhando, tá atrapalhando o agro, e aí não atrapalha só o agro, porque atrapalha, como eu falei, é mais uso da floresta, mais uso das destrói mais Nacindag, se você não interfere, trabalha junto com agro e não reconhece o problema do mais, você tá fazendo com que o cara do agro vá resolver o problema do jeito dele. Isso pode não ser bom. Então, se você for inteligente, é da conservação,
o que que você faz? Você vai tocar a campanha do cara e fala assim: "Reconheço que tem aqui um problema. Vamos trabalhar em conjunto sobre esse problema pra gente". Aí a Gente faz uma solução técnica solução >> e não uma solução emergencial que o cara >> que não tem conhecimento e vai falar vai eliminar. >> Além do jabali, você tem outro exemplo que aconteceu isso daí? >> Não tem exemplo de animais silvestres mesmo, cara, que pode acontecer. Pode acontecer. Quando você coloca, o grande problema nosso no Brasil, um dos grandes problemas, na verdade, é é
pegar uma Espécie e colocar essa espécie como uma a nível nacional. Você você não tem que ter estudo regional. Então, por exemplo, você pega uma espécie qualquer, um queixada. Eu vou usar o queixada, mas podia ser outra. No sul do país tá extinto, no Sudeste tá ameaçado, no Centro-Oeste, tá abundante, não tá mais ameaçado. Isso é ótimo. Só que agora temos que entender o que isso significa. Às vezes você o o onde eu estou, onde eu Eu acredito que eh a gente tem que sair da conservação emocional. Claro que eu tenho emoção, [ __ ]
eu quero salvar uma espécie ou uma floresta. Significa me importar. e importar envolve coração, mas a partir dali envolve usa a cabeça e dinheiro, porque conservação se faz com dinheiro, não se faz com sonho de noite verão. Então, eh eh aí perdió assim eh >> quando você pega, por exemplo, eu só tava falando que a chada tá extinto no sul em cima tem muito, né? pego uma Espécie e falo, está ameaçada essa espécie Brasil todo >> e em alguma região não está, tá abundante, você ali tá dando tiro no pé, você tem que fazer isso
regionalmente. E por quê? Porque naquela região onde ela tá abundante, como uma espécie ameaçada não pode ser manejada, se tá ameaçada, não pode manejar, você inessou uma uma região toda que tá com problema real e dizendo: "Não, não pode fazer nada a esse respeito". Ah, não pode Fazer nada porque está ameaçada. Não, naquela região não está ameaçada. Tem que atualizar o teu estudo aí e ver o que tá acontecendo para poder tomar as medidas que têm que ser tomadas, porque o o problema de todos >> é o que você falou, o excesso dele aqui faz
o mesmo tanto de mal da falta do outro lado da outra ponta. O manejo seria uma solução inteligente para é manejo. Manejo é o que é o é o modos operante que a gente tem Que ter. Se nós temos essa riqueza toda, nós temos que usar essa riqueza. Hoje essas espécies não pode ser um problema. Uma floresta não pode ser um problema. Ela tem que ser uma fonte de Se ela realmente vale, como estão dizendo, então eu quero ver o valor dela. Quanto vale uma floresta em pé? Quanto vale uma unça pintada? Vale 5 paus.
Um até é a multa não vale 5 pau. O valor ecológico de uma sustentada é muito maior. Então nós temos que dar o valor, nós temos que Começar a dar valor real para essa fauna. E nós não fazemos isso aqui na América Latina porque nós somos emocionais. Porque, ó, como é que eu vou dar valor na vida? Nossa, que discurso é esse? Vai se [ __ ] Tem que dar valor. É isso que vai fazer. É isso que faz com que a África, quando o cara tem ali um cero ali, um um um empala, ele
sabe o valor daquele empala. Então ele não mata, porque se ele matar até ter outro fala: "Ei, você tirou o que é meu aqui? Isso aqui vale não sei quanto, tem que sair disso." Um exemplo clássico aqui pra gente dar aqui é o Pilhaucu. O Pilarhau até 3 anos atrás estava ameaçado de extinção, saiu da lista de extinção >> e por quê? >> Colocou valor nele. >> Todo mundo tá comendo agora que com tá todo mundo comendo, tem valor econômico. Agora nunca mais vai faltar pirar do culpa. Papai, a gente saiu da Conservação. Ah, que
peixe lindo, que não sei o quê. Para o quê? Para algo efetivo. A gente criou valor naquele naquele >> e foi feito esse trabalho de pegar o pirarucu e colocar ele na mesa da pessoa. >> Foi feito. Foi feito primeiro com alguns grupos, acho que o Pianguaçu, por exemplo, que eu acompanhei lá, não. Foi um trabalho muito legal onde eu vi que eles foram dentro das comunidades e Ensinaram quando a ciência trabalha junto com o conhecimento empírico, com o conhecimento dos caras que estão lá. que são que vivem ali, cara, é maravilhoso. Por quê? Porque
o cara que vem da da com conhecimento científico, ele não conhece a realidade do local. >> É verdade. >> Ele tem que conversar com o cara ali local. Ele não não adianta vir com a sua seus três diplomas que você tem e tentar fazer mudar uma realidade de um local Que você não conhece. você tem que entender, respeitar o conhecimento local e aí tentar ajudar ele com o seu conhecimento científico. Então o que eu vi lá com Pirarucu, os caras chegaram na em algum numa lagoa lá que tinha quatro pirarucus e não sei quantos bodecos,
porque é que são pirarucus menores, eles sabem diferenciar pela forma que respira e contar numa lagoa que é o estoque pesqueiro de uma comunidade. E aí os caras ficaram 13 anos trabalhando lá. É 12 anos mais um trabalhando ali no [risadas] Não, brincadeira, [risadas] brincadeira. Eh, ficaram 13 anos ali, 13 anos trabalhando ali na região. Que que eles fizeram? Eles eles coordenaram aquele estoque e ensinaram os caras a trabalhar. Eu fui numa numa operação lá anos depois para ver aquela mesma comunidade. Os caras tiraram R$ 500.000 de peixe lá. >> [ __ ] >> Por
quê? e deixando, sei lá, não lembro quanto era, 20, 30% estoque ainda lá. Nunca vai acabar o Pal lá, porque agora eles sabem gerenciar e usar. Tem que usar o Palcu, tem que usar o jacaré, tem que usar a [ __ ] da floresta, tem que fazer manejo que é jardinagem, tem que usar essa esse recurso, transformar isso aqui em riqueza, dar emprego. [ __ ] a a Amazônia é rica e tem muito de gente Pobre. O menor IDH do Brasil tá lá. Então, por que que num lugar rico só tem gente [ __ ]
Tem algo errado, tio. Não funcionou a técnica. Aí nós temos que mudar o plano. E se isso você chama de esquerda, direita, de cima, de baixo, eu quero que se [ __ ] Como você chama? Nós temos que mudar o sistema. Não deu certo. Esse modo que nós estamos trabalhando tá lá [ __ ] o norte do país, as pessoas que vivem lá. E conservação se faz com gente de barriga Cheia. Ah, vamos conservar coisa. Se você tá com um cara passando fome, ele vai usar a floresta. Mano, >> eu eu notei que nessa viagem
sua assim, o Manauara, tu tava te parando e tipo, ô Richard, mostra isso aqui, mostra isso daqui. Eles estavam usando você assim como um holofote para vários problemas que aquele cara tem lá e não encontra solução. Era um cara que tava sem sinal de internet, era um cara que tava Mostrando, ô, sempre quebra carro aqui, isso aqui não funciona, ó, essa balsa é uma porcaria, >> deu preciso de remédio. >> E e realmente é geral assim. >> Você chegou a assistir um pouco das nossas palhaçada lá? >> Assisti boa parte, >> tá? Para nós foi
uma aventura de cruzar e desafio de cruzar um lugar que é o dia a dia de Brasileiros, que a gente só passou lá, fez aventura e foi embora. E agora eu tô aqui. E [ __ ] Enquanto eu tô aqui agora, tem outro caminhão tentando passar lá. Tem gente que tá mora ali na beira de estrada tentando colocar um uma pessoa no hospital e não consegue, entendeu? Para nós é uma aventura, para esses caras é o dia a dia, é só isso. Então assim, onde erramos? Onde foi que nós erramos? Nós erramos. É isso aí.
>> Você comprou uma briga grande com a Marina? Não, >> foi uma das primeiras. >> Nem falei nome dela, nem os caras começar. Aliás, existe isso é uma uma coisa muito ruim que é num ano político >> os caras pegar um cara como eu >> e usar como não é justo, porque eu nunca falei nada. >> Não é que eu não tenha minhas opiniões, tá? Eu tenho minhas opiniões, mas nunca Expressei. Acha em algum lugar eu falo alguma o nome, por exemplo, Marina. Não vai achar. Não vai achar. Pode procurar. Não vai achar. Outros caras
falaram. Passei ali, o cara não tem internet, o cara fala: "Ah, lá, velho, tô bem ele, eu tô ali no ao vivo, não dá para não é editado." Então é isso. Não fui eu que falei, falou, >> então realmente você não tem porque era ao vivo. >> Nunca nunca, nunca em momento algum eu Falei, volto a dizer, não é que eu não tenha minhas opiniões, mas eu não acho, eu não quis transformar isso num palanque político. >> Nem pode. >> Poderia, até porque tô pensando em ser político, >> tá? Essa você levou a sua primeira
agora porrada que você não acredita com isso. Tá doido. Segura agora foi nada. >> A mamba negra no meio da savana não é nada. O jacaré comer seu dedo não é Nada. >> Você vai, você vai entrar nessa, Richard. Você, você não tem jeito. Quando você fala assim, eu já me fodi de todo jeito, você fala assim, eu vou me [ __ ] mais gostoso. Jogar cocô na sua história. Isso quer fazer isso. Então, todo político é cocô. >> É cocô. Todo político é cocô. Todo político é minoria, velho. >> Sabe por só tem político
cocô? Porque não tem >> caras sérios tentando entrar na política. Eu já tô com a minha vida formada, tio. >> Onde? O que que eu vou fazer agora? O que que eu vou conseguir mudar? Vou continuar fazendo. Eu já saí dos filminhos da Nedil. Ai, que lindo. Vou ver o Renoceronte. Olha o que faz. Eu fiz todos os filmes possíveis falando sobre Renaçante que continuam matando rinoceronte na na lá. Eu, a única coisa mais importante que eu Fiz na minha vida, que foi o boto, foi a mais importante que eu fiz, que eu filmei o
boto, ainda me acusaram que eu devia ter, sei lá, eu tava lá para filmar a morte dele, tinha que ter salvado ele. Não, eu fui lá para filmar a morte dele mesmo escancarar. Querem ver essa [ __ ] que nem a Transamazônica, entendeu? >> Vai mudar, vai mudar a Transamazônica. O Boto ainda mudou, né? Eu eu tenho esse meu tenho minha assinatura lá nessa [ __ ] e [ __ ] o que acham os biólogos que acham não sei o quê. Façam igual ao meu para depois você fazer a tu marca a tua história aí.
Eu marquei a minha com todos eu que eu não sou perfeito. Posso não ser o biólogo que esperava porque ele toca no bicho, ele não sei o quê. Ah, vamos tomar no cu. Eu mudei a lei hoje. Graças à minhas imagens. Hoje a Piracatinga tá proibida no Brasil. Graças à minha interferência. Podem falar o que quiser. E eu paguei um preço Alto para [ __ ] Perdi meu emprego. Você já falou disso? Perdi meu emprego, não sei o quê, na Nedil, não sei o quê. Tudo bem. Como é que vamos mudar esse país, tio? >>
Pela política. >> Pela política. Não dá mais pra gente viver num país que tem tudo e não tem nada. Não dá. Chega. Eu já que que eu vou fazer agora? Então vou para 60, tio. O velhote do vinhote, onde vai o velhote Do vinhote? Que que eu vou fazer agora? Vou continuar, vamos fazer umas live mais? Podemos fazer, mas para onde eu vou? Ou simplesmente eu desisto, né? Eu tenho um barco em Manaus lá, ponho três plantas de cannabis e sigo a minha vida. Ou senão eu vou fazer algo. Ou e não sou eu, são
pessoas que tem que fazer. Você que tá aí e fala assim: "Porra, eu tenho que fazer". Talvez Tenha muita gente na minha situação que fala assim: "Pô, cheguei num ponto que eu tenho que fazer algo diferente, realmente mudar e só se muda o Brasil". E não tô dizendo que eu tô pensando, tô pensando, mas não dizendo que eu vou não, mas que eu não vou dizer para você que eu não pensei no assunto. Já tô pensando há muito tempo, mas eu sempre faço assim: "Não, não, esse ano não, esse ano não, esse ano não sei."
>> Eu eu acho que você é um cara importante Demais assim para desenvolver. Não, eu eu mais uma vez eu acho que você é um cara importante para desenvolver o país. O [roncando] Brasil precisa desenvolver o o seu discurso. Ele é importante. É importante a gente debater issos car do meio ambiente me odeia, cara. Eu >> eu sei. E é por isso. É importante a gente debater isso. >> É, é importante você falar, é importante ser estimulado. A gente tá falando aqui Nos bastidor, a gente voltou lá da China, cara. Lá na China os caras
pegam eh um rio, muda o rio de lugar. Lá os caras constrói um usina e depois vamos ver que que vai virar. Lá os caras faz um, pega uma montanha, vou fazer uma ponte do pico da bandeira até o pico da neblina e faz a ponte depois. [ __ ] Ah, vou pegar essa montanha aqui, vou vou acertar ela aqui, vou fazer um aeroporto aqui e depois [ __ ] tá gerando emprego, tá levando tecnologia. >> Mas isso é um pensamento de direita, tá? >> Não é o pensamento do Partido Comunista Chinês, pô. Então isso
é um chinês. Eu >> concordo com isso daí, sabe? economia da China é de direita. >> Não, não, não. Isso aí é outra conversa, outro episódio. Mas eu acho que você é importante para estimular esse tipo de debate, entendeu? A sua ideia tem que ser colocada, mas nada acontece, eu só me fodo. >> Mas eu acho que talvez se você chegar em Brasília aí tira credibilidade de tudo que você fala, porque o Brasil tá assim hoje. >> Se eu for coerente com aquilo que eu >> você acha que é impossível? Você acha que é impossível?
>> Você sempre vai ser coerente para as pessoas que concordam com você, para as pessoas gostam de você. Mas eu vejo que o seu discurso é importante para mexer com a cabeça de quem não concorda com você, para estimular essas pessoas, Porque a gente precisa desenvolver o país e a gente só vai desenvolver o país com discursos igual o seu, pra gente debater sobre esses temas, colocar na mesa, vamos enfrentar isso aqui, vamos ser adulto, vamos dialogar e vamos chegar num ponto aqui. Mas sei lá, eu acho que talvez se você vira, ah, você vai
ter um poder de deputado, tudo. Se você entrar pro deputado, você ganha. Eu acho que hoje no hype que você tá, velho, tu vai ser o deputado mais votado De São Paulo. Aí vai tá entre os mais votados. Você passa de 500.000 voto fácil aqui em São Paulo hoje você entra. Mas eu acho que aí já não vai ter essa credibilidade. >> Acho que vou perder aquilo que você acha que perde credibilidade porque o cara é político >> para conversar com com a esquerda. Sim, porque ah, você vai ser o cara da direita percebe como
percebe? Não, eu não vou ser o cara da direita, não. Eu Vou ser um cara de centro no Brasil hoje, centro direita. E por quê? Porque a esquerda perdeu muito daquilo que era o que motivava a gente, que motiva você ainda hoje e que eu perdi aquela esperança porque eu vejo um atraio, eu vejo outros inter a esquerda tradicional que era aquela linda poética, perdeu-se, tio. Perdeu-se no meio do caminho. É o que eu acho. >> Você acha que é fácil? Ela se vendeu. >> O Richard tá falando isso porque ele é Biólogo e porque
ele tem o direito de falar. Ele tem ele tem coerência no que ele tá falando. Ou você acha que as pessoas vão falar assim: "Ó, o Rich é um político, por isso que ele tá falando isso". >> Então isso significa que no ponto que nós chegamos no Brasil, >> ser político não presta. >> Richard, eu vou te falar assim, eu não concordo com quase nada que ele fala. >> Quem? >> Com o cabeleiro. Eu não concordo com quase nada do que ele fala. >> Sério? Você concordou com isso que eu falei agora? Concordo. Porque é
o seguinte, esse você vai você não, o que você faz é muito [ __ ] muito [ __ ] mesmo. E quando você entrar lá dentro, você é só um voto. Você vai ter menos força lá dentro do que talvez você tenha aqui de fora estimulando, entendeu? Eu não duvido, eu nem acho, às vezes eu não sei o que ele tá pensando, mas eu tenho Certeza que não é sobre se vender, sobre se perder ali dentro, é sobre ser vencido ali dentro, entendeu? O ecossistema e disso você entende, ele é feito para vencer. Sabe? Os
os os invasores lá dentro você vai ser visto como uma bactéria e eles vão tentar te te espeler ou te matar, entendeu? >> Isso vai ser só um voto lá dentro. Eles não vão te deixar fazer nada. Nisso Também. >> Isso. Isso vai ser frustrante pela força que eu o que eu te falei no tentando arrastar outros caras junto para pensar nisso, entendeu? formar uma coalizão. >> Teria que ser talvez com um time fora se conseguir entrar todo mundo. >> Leva o Robertinho. Não, eu trabalho para você. Não, eu trabalho para você. Eu faço o
que você precisar, mas eu não vou. >> Robertinho é forte. Não, não, cara. O Cara tá. >> Então vamos sair, deputado federal. Eu já tenho mais o biólogo Henrique no Rio de Janeiro. >> O Henrique é muito bom. >> Bom, >> muito bom. >> E ó que o Henrique tem >> o Henrique vai ser da sua colisão assim, vai. >> Não, não, não. Eu, cara, não, polícia muito calma. Estou falando por falar. Henrique, mas o Henrique é um cara que que também é a favor do cara terrível. >> Não, o Henrique vai fazer o certo.
>> Não, e o Henrique eu tenho muita coisa que eu não concordo com o Henrique, tá? Mas eu respeito o Henrique. O Henrique me respeita, cara. Esqueci muito que nem a gente. >> Eu não concordo com quase 97%. >> Concordo com coisa para [ __ ] do Henrique, velho. >> É, concordo. Eu eu eu a gente tem coisa Pontual. >> Se hoje eu dei essa guinada esquerda é por causa do Henrique. >> Não foi não foi por causa do esquerda não. >> Se hoje eu dei essa guinada pra esquerda foi por causa do Henrique. É.
Tá dizendo por conta do Henrique. >> Sim. >> Foi. Não foi não. Mentira. Henrique o Henrique é um desenvolvimentista [ __ ] velho. [ __ ] >> Não, isso ele é, >> eu concordo para [ __ ] O Henrique é pró estado. O Henrique é estado forte. >> Não, ele quer o estado do tamanho que ele tem ser. Ele quer o estado do tamanho. Você não entendeu ele? Ele quer o estado forte.Ceu >> nunca. Nunca não põe palavra na boca do H. Não, forte, grande, pesado. É só um óbice paraa nação, cara. A gente não
precisa disso. É esse cabide de emprego que a gente tá vendo, >> mano. O estado aqui já é gigante. O estado aqui já é gigante, >> entendeu? E ele não tá resolvendo nada. O problema é esse. Se ele tivesse aqui, tivesse resolvendo, [ __ ] eu eu quero uma estas umas cadeiras pichal aqui, mano. >> A hora que você quiser >> falar com o João, [ __ ] João, cadê >> João? Palu, o Pixal, o Pixau tá patrocinando várias lives de IRL, não tá? >> A nossa inclusive de vocês também parceiro meu, cara. >> É
mesmo, cara. Ele é [ __ ] >> Pô, tem um moleque lá em Balneário Camburiu, que faz Uber lá com live ao vivo também. Põe 10.000 na live e tá com essa [ __ ] tá usando ali. >> Não, botar um equipamento. É. É. Não, não. Então nós vamos fazer essa ponte com pichu aí. Botar esse. Vocês merecem aqui um negócio. Depois depois fala: "Você é muito puxar saco do Richard". Eu Falo: "Não, mano, ele é do caramba mesmo." >> É, ué. Eu sou [risadas] político. Eu sou eu sou um cara que quero ver todo
mundo bem. Político, como eu vou cara, >> eu quero ver todo mundo bem, cara. Eu quero ver o progresso. Eu quero ver debater lá num congresso lá. >> Ô, você já tá tratando isso como se fosse. Eu nem posso ser nada. >> Pré, pré-candidato. >> Não, eu não sou nada. Eu só comentei que Eu pensei, tá vendo como os caras são? Mas só comentei que eu pensei sobre as >> Você já falou com isso sobre o primeira >> sobre isso com a Luc. É. >> E aí, que que ela falou? A primeira dama tem orgulho
dela, que ela vai ser a mulher do povo. Cara, eu sou acusado com uma mulher do povo, mano. Você não tem ideia. A minha mulher, ela ela ela tem quatro mãos, cara, porque os pés dela são como mãos. Ela consegue pegar coisas com o pé, cara. Ela é ela é uma Sobrevivente, cara. Ela é ela é faca na caveira. Ela é cidade de Deus, cara. Vocês não estão entendendo. Mas Luci é [ __ ] Eu à noite durmo com olho assim, ó. [risadas] >> Você tá dormindo melhor? >> Tô, tô. Você lembra que você tava
dormindo malzão, né, cara? Não, tava. >> Foi a cirurgia que tu fez aí no no quadril aí, né? Olha só, olha a mobilidade, ó. >> Que loucura esse negócio, né, velho? >> Você saiu de lá andando, saiu de lá zero. >> É, de certa forma é uma operação que muita gente tem medo de fazer. Tem [ __ ] Para [ __ ] Tem. >> Então, o que que você fez? Tirou, você tirou a cabeça do do >> Tira a cabeça do fêor, coloca uma bola de cerâmica >> com um coisa de de como chama isso?
É >> titânio. >> Titânio. Para dentro do osso. Pá, pá, Pá. Os caras é bruto, >> mas calç. Só que colocado pela frente porque a gente colocar por trás aí falhão pode ficar de cocaras, não pode. Eu posso fazer o que eu quiser, cara. Você queria que colocasse por trás [risadas] o Belim? O Madonna, >> o Belinho precisava fazer essa cirurgia. O Belinho não anda. Um amigo nosso lá da região, ele não anda. Dele, dele é Joelho de Madona que fez. >> Não anda essa parada sua aí, cara. Você tá anda normal. Quando a gente
foi pr pra pro passeio que a gente foi lá, nadou com boto e tudo mais, >> quando a gente tava voltando, pra lembro de você subindo ali tudo custando andar mesmo, arrastado. Arrastado. E cara, era triste ver aquilo lá, sabe, seu sofrimento. >> Oxa, mãe, eu vi uma entrevista aqui, o João, como chama aquele cara que crise comigo, deu milhões de visualização para eles lá. O João, ele não é um canal grande, mas ele tem umas entrevistas boas, cara. Eu olhei essa entrevista minha, cara, parece um cara 10 anos mais velho, cara. >> Não, você
tinha mesmo. >> Tinha perdido brilho no olhar, cara. Verdade. Tinha, tinha. >> E tava afetando já o psí tava físico, né, cara? Um negócio inexplicável, mano. Se eu te explicar, >> John Curry. >> John Curry. Isso. >> Curry. É, tu tá, tu tá tá mais viril assim, tô vçoso. >> Você tá mais viril. Viçoso. Fala viçoso. >> Tá cheirando, cheirando testosterona. >> Nossa, que agora, >> pô. E essa mudança sua foi tudo foi tudo o Julião, cara. >> Não, o eles deram esse impulso da Cirurgia. Eles me puseram uma mesa de cirurgia, um negócio que
>> arrumaram o médico, tal. >> Não, o negócio, o cara, o cara que operou, o Cristiano Ronaldo me operou mesmo. Me operei com robô. Foi o a primeira operação que roubou no estado de São Paulo, cara. [suspirando] Tinha 20 pessoas. >> Você foi o boi de piranha. Então, primeiro, pô. Primeiro tem [risadas] brincar, né? A maior tecnologia você fez Com o cara mais [ __ ] >> Teoria de 120 pau, mano. >> E por que que o Julião fez isso? >> Foi, foi tipo, foi empate. Eles eles me deram esse presente, cara. Eu devo muito
a eles. Eles me tiraram de de do que eu tava, porque eu já tava num pinga pinga de médico aqui, médico ali. Aí o seguro saúde não >> não paga. que o saúde não paga, man. >> Mas como assim não paga? O se não é estético, não é nada. >> Bradesco. Eu tenho Bradesco. E o que eles iam? O que eles deram que eles iam? Vou falar porque é a real cara e [ __ ] É isso. Porque eu tenho ainda continua a pagar. Eu pago uma nota. Eu para minha idade acho que são uns
três, quatro pau que eu pago por mês. >> E aí a cirur é uma cirurgia cara e assim o reembolso que os cara andar era ridículo, cara. Eu comecei a ver. Eh, e uma operação dessa, você não pega um médico do plano, você vai num médico Que você confia, né, cara? [limpando a garganta] [ __ ] >> sabe? Não vou pegar um médico. Às vezes, coincidentemente, o médico plano é o médico fia, mas às vezes não. E eu tenho direito de escolher, por isso que eu pago o plano uma [ __ ] nota. Aí eu
quero saber quando você vai me dar de reembolso. Não, [ __ ] dificuldade, desde quando começa querendo não pagar. Quanto tempo que você tá com esse problema? Já Sabia que tava com esse problema. Falei, mano. Nossa, [ __ ] saco, né, meu? Você paga uma nota dessa para quê? Sabe? Então >> você perdeu quantos quilos depois que você fez? Você nem p >> acho que três ou 14. >> 14. Eita. >> Mas eu ganhei mais massa, né, cara? >> Sim. Agora eu comecei a tomar suco também. >> Não tá tomando remédio nenhum assim para emagrecer.
>> Suquinho. Suquinho. Suquinho. >> Essa injeçãozinha do mjad. >> Su cúrcuma. Eu tô tomando >> cúrcuma aqui, ó. [risadas] >> Testosterona. Androu, não sei o quê. Ah, >> comecei agora comecei a fazer um cicl só para >> só pro Bilal ficar reforço. Não, na Verdade não, não tava, eu tava com 500, falei, tava com 500, mas para dar uma, na verdade, tô mandando para ficar para treinar melhor. Eu aumentei o meu peso, comecei lá, cara fazendo 10 kg, cara, lugar. Agora já tô metendo 25 kg em cada no supinão da cada lado, botando. Bom, hein,
mano, você vai competir? Não, não vou competir, mas tô com força, tô nervoso, cara. Quero queimar essa [ __ ] toda. >> E foi uma dificuldade para você assim Porque tipo para mim é, sabe? Eu não consigo sair da um gordo preguiçoso da zona de É, eu sou um gordo preguiçoso. >> Exato. Não pode. Ó, mas não é só isso, não é uma só coisa de gordo. Tem aquele lá, por exemplo, que ele é um magro preguiçoso, tá todo [ __ ] Ele não consegue levantar mais o filho dele para coisa, para dar um beijo.
Por quê? Tem músculo num >> por não treina. Tem que treinar, mano. Tem que treinar. Expressão. Você vai Ficando idade. Musculação é tudo, cara. Difícil você inserir isso na rotina assim, sabe? É difícil. >> Aí como que você faz? Você nem rotina você tem, mano. >> Então imagina a minha dificuldade. >> Então, mas como que você faz? [roncando] >> Eu faço, eu vou de madrugada, >> entendeu? >> Mas você vai na academia? >> Vou, já fui na 2 horas da manhã, 1 hora da manhã. >> Mas na madrugada é melhor ficar dormindo. Não, >> tá
vendo como você é um gordo pré? >> É, é isso. Como que É isso que eu quero entender. Como que você muda >> melhor >> essa cabeça? Tipo, >> mindset. Mind setting. >> Fala com o Marçal que vai te ensinar a virar instalar o Maral vai ensinar mindsetting. >> É, a noite eu quero ficar dormindo. Você muda a tua cabeça. Você muda a tua cabeça. >> Você impõe para você certas coisas e quando você começa a ter o resultado, papai, fica tudo maravilhoso. Aí vem. Eu acho que o Monjar ajuda nisso, né? Posso porque Monjaram
me por qu Monjaro, [ __ ] já me ajudou perder aquele começo que aí eu comecei a falar [ __ ] mais >> o [ __ ] é você tá ali, ali, al ali nada acontece. >> Não te deu uma tristeza não, manjar só peso, ele não te mudou nada na minha vida >> na primeira semana assim não, >> nada. >> Eu tomei Monjar >> uma vez, >> não tomei um mês, mas eu parei. >> Com quantos mls? tomava >> de cinco. Eh, mas eu parei porque >> Mas não deu restrado para você. >> É
porque eu perdi a fome e aí eu fiquei Triste e aí eu falei: "Eu vou voltar a comer e parei de [risadas] >> Ô, eu tô rindo, velho. Mas objetivo é esse, [ __ ] Mas se [ __ ] >> Isso é verdade. Eu cheguei lá um dia, ele tava numa depressão, eu quase falei para ele, não, mano, para de tomar isso, volta a comer. >> Ele deu depressão mesmo, porque ele parou de comer. Ele ficou muito triste, muito triste, porque o dele é o que ele come é compulsivo, sabe? Ele não tá Fazendo nada,
ele vai lá e come. É tipo isso, entendeu? Para ele é um vício de comer. E aí ele tava na abstinência, ele ficou sem comer, ele tava na abstinência, velho. Ele tava desmadão. Qual que é a próxima viagem? Então, não, não, só só para mim concluir que que a gente sair dessa, desse assunto da dieta, de tudo mais, o Julião, ele é melhor amigo ou ele é melhor treinador >> para mim? >> Isso, >> amigo. >> Ai, velho, tá num obsessão com esse Julião, velho. Você vai ter que chamar porque eu não tenho tempo para
estar mais com ele como treinador. É isso, >> tá? Mas e por isso ele é mais amigo, porque eu não tenho tempo de estar com ele como Então o os momentos que eu tô com ele é mais como amigo do que como treinador. Isso. >> Mas ele é mas ele é [ __ ] Ele é [ __ ] Mano, velho. >> E pirou nos bichos, hein. >> É. [limpando a garganta] >> Ali tinha um potencial de ser Richer Rasmus ali também, viu? >> Juli é um cara sensacional, mano. Eu gosto muito dele. Já veio, já
viam car os meninos doido para trazer ele aqui, né? >> Ah, não. Podia fazer agora. Cara, assim, eles todos são, né? Com certeza. Ninguém, eu falo, ninguém que tá ali é Por acaso. Não, mas ele parece que ele tem um lance de de ser mais bacana sem. >> Eu queria ver você fazendo as suas experiências com ele assim, sabe? >> Tipo, pô aasca nele, pô, ele aquela parada do do do >> Nós estamos planejando isso. >> É, isso é muito forte. >> Nós vamos fazer uma uma dessas spí vai fazer, vai fazer, ele faz. >>
Levar ele para pororoca, ó. É ali, fica Ali. E a hora que tu corre a hora que, sabe, pô o jacaré para morder o dedo dele para ver se >> se vai perder um pedaço do dedo. >> Não, jacaré vai quebrar o dente ali, velho. Ele é corajoso. Ele vai, pô, eu levei ele pra África >> e tinha uma naja [ __ ] perigosíssima dessa grossura. E um cara levou uma luva e eu mandei esse esse cara trazer umas serpentes para mostrar pro povo. Era só serpente ruim, só filha da [ __ ] mesmo, Venenosa,
naja, >> só sogra, >> só sogra. E aí o cara falou: "Ó, eu tô com essa luva aqui que é uma luva que ela, a serpente não consegue furar a luva". Mas assim, era uma naja, né, meu? Aí eu falei pro pro negão, né, pro pro Julião, falei: "Mano, tem essa luva aqui para e pegar, não sei, pegar e vazer". Ele falou: "Quero fazer". Nem pensou duas vezes, ele nem Sabia se funcionava ou não a luva. >> E aí eu peguei a serpente com gancho, não sei o quê, e ele foi lá e pá com
a luva, né? A serpente mordia a mão dele. Mordia a mão dele. >> É. >> A luva funcionou. >> Funcionou. O Julião é doido, mano. O Julião não liga para nada não, cara. >> É, confio. Eu não confiaria numa parada dessa não. Tá é louco. [roncando] >> É muito [ __ ] Muito [ __ ] >> Ele tem que vir aqui. >> Eu não vou sabe porque a Naj nem é esse lance da mordida. E se ela te espirrar o veneno? >> Ah, tem a cuspideira também. Essa é única. >> Ah, essa não era. >>
Tá ligado? >> Mas tem a cuspideira. Tem que saber qual que é uma e qualquer outra. >> A próxima sua da África você vai fazer Ao vivo. >> Vou. Eu vou levar agora em maio por enquanto. Aliás, gente, posso falar? Olha aqui. Fala aqui. >> Nós temos já 19 pessoas fechadas em maio. 19, mas eu posso levar 24. Então tem cinco vagas ainda abertas de verdade. Tem 19 fechados para maio. Capetown e Joesburgo. Vamos dar banho elefante. Aquelas coisas que eu gosto. Banho elefante. Dá de mamar para renoceronte. Vamos andar no Meio de leões. Andar
no meio dos leões. >> Ah. Aham. Só coisa tipo Richard mesmo, entendeu? E é uma baita viagem, cara. >> Como é que faz pr essa vai no seu Instagram, chama lá? Como é que faz para >> Tem no site richarasmus.com.br. >> Ah, Richard Rasmus. >> E essa você vai fazer ao vivo. Essa agora >> essa eu quero fazer ao vivo. Essa eu vou fazer ao vivo, >> cara. Vai >> não, ao vivo eu vou vai demais. >> Nove dias. Nove dias ao vivo. >> Nove dias dá. Eu consigo nove dias de dispensa, [roncando] cabeleira. Eu
eu curto a África, hein. Eu curto a África, mano. Eu f >> bora. Eu acho >> esse gordo aí, cara, que fala merda. >> Não, eu curto pr [ __ ] mesmo assim. E é estranho, é a única oportunidade que eu tenho. Sabe por quê? Eu já virei pra mulher e falei assim: "Não, eu queria na África, mano. Tipo assim, vamos viajar. Eu queria na África. >> Vocês nunca foram na África? >> Não, é assim, não. Eu não vou, eu não vou. E se eu fal assim, >> só só se for com você, entendeu? Que
ela vai liberar. Se não for >> não, África é top. >> Dá para levar um teevido aqui que você levou para lá? Não, [limpando a garganta] não, não. Mais fácil comprar lá. >> Que lá recuperou. >> Sim, >> eles conseguiu ti, foi preido e depois foi lá e tirou. >> Eh, a Polícia Federal tinha que tomar uma atitude. Tinha >> não. A polícia tá certo. A polícia >> tinha, não tinha como >> lá fazer. É, vamos lá fazer. Tem que fazer. Isso virou um negócio muito Grande. O, se vocês forem ver essa, essa semana o
a essa coisa da Trans da Transamazônica, meu nome, tá, meu, mais pesquisado, pode pesquisar lá, mais pesquisado. Por quê? O Brasil inteiro seguiu essa merda, cara. Aí o que acontece? O cara, se ele não toma uma atitude, a polícia feri, vamos falar que é prevaricação. É >> sim. Se ele toma uma atitude, mesmo que que eles possam até, não sei se concordar ou Não concordar, mas eles tinham que tomar. Eles estão certos, cara. Eu fiquei chateado, lógico, tava nervoso porque sabia, nem sei por, porque nem era meu TV. Quer levar, leva essa [ __ ]
cara. [ __ ] Mas, >> mas fiquei, [ __ ] é chato. [ __ ] é, eu cheguei porque eu cheguei na balsa de Manaus, acabou. Eu já tinha um caminhão esperando do outro lado para é ir embora. tinha acabado, não ia continuar a seguir. >> Chegou, chegou. Então >> já tinha chegado. E aí eles, enfim, aconteceu o que aconteceu. >> Foi denúncia mesmo. Falou, >> precisava denúncia. Precisava. >> O negócio ali que eu fico com dó do policial. Todo mundo acompanha ao vivo. Eles estavam acompanhando ao vivo. >> Tá. Mas se tem um número
de denúncias ligando pra polícia falar, ó, tem um Veículo irregular que tem que ser preido, aí eles vão ter que tomar uma atitude. Do contrário, se não tivesse denúncia, eu acho que eles podiam ter ido lá. Ah, não vou lá. Passa por trás de um caminão que você passa pelo irmão. Outra coisa é passa na frente. Passa na frente >> para embarcar na balsa. Passa na frente dos cara. Tá, tá, tem um posto da polícia. >> E na estrada inteira não tem nenhum posto da polícia, nenhum. >> Tem uma IT que tá, sei lá, 500
km, 700 km, 500 km, acho que é 700 km. >> Uma tá, eu acho, se não me engano, é isso. De 500 700 é o último posto que tem, >> [ __ ] >> Nesse meio não tem nada. No outro meio anterior, que é o Maitá até Itaituba, não tem polícia nenhuma, não tem nada. Não tem nada. Não tem poder público, não Tem nada. Que cidades é nesse nesse trajeto tem cidades pequenas? >> Tem vilas, distritos, tem Uhum. >> Poço de gasolina você também tem um outro tem >> difícil de achar, mas tem. Tipo, >>
cada 300 km você acha um posto ali. >> Aham. >> [ __ ] velho. Tá fora. Vamos liberar. Vamos, vamos, vamos. >> Eu sei que você fica explorando ele, mas Ele >> o qu >> não só agradecer você ter vindo aqui. Eu sei que você saiu do live. tá indo para outra. Eu nem sei que horas são aí, >> mas obrigado, Tizão. Obrigado. Eu gosto de conversar com você. >> Tu vai voltar para eu >> para guarir daqui um dia, não vai? A gente vai lá visitar os bois. >> Vai >> os bois que chamam
pelos nomes. >> Vou levar, vou levar um cara lá, um assunto pra gente discutir. Você viu que agora eh permitiram transporte de cachorros até 50 kg dentro da cabine do avião. >> [ __ ] mano. Para de >> querer, eu quero levar essa discussão lá. Esse cara que eu quero levar lá é para discutir esse assunto >> dentro da cabine e do avião. Isso não dá certo, pô. >> Então é é o que eles chamam de cachorro De apoio emocional, entendeu? >> É, >> é cão guia no caso. Isso daí >> cachorro 50 dias é
um 50 kg é um canicoro, mano. >> Pois é. Você vai sentar no avião, >> o cara pode pôr um pitbull dentro do avião agora >> ficar dentro da cabine, >> não. Aí tem toda uma política que a mala tem que colocar em cima, tem que colocar embaixo. Quem tá na saída de emergência Não pode ter nada na mão, aí tem um cachorro >> e a cabine fica fechada, você não entra. >> [ __ ] velho. Que doideira. Esse negócio é Brasil, né, mano? Sei, tô se é certo ou errado. Eu quero quero discutir o
assunto. Quais são os problemas de disso acontecer? >> Será que todo cachorro que tá entrando realmente é é problema nacional ou agora? Simplesmente eu tenho um cachorro Que é isso hoje. Se hoje você pode ter um cara que é um homem e fala que é mulher e eu tenho que aceitar e uma mulher que fala que é homem e eu tenho que aceitar e tudo bem, a gente aceita, eu viro e falo: "Esse cachorro meu apoio emocional. Você vai dizer que não >> leva seu fila". >> Hã? Fila. Pode levar um fil. >> [ __
] meu filho. É meu p emocional. Pau no cu. Aguenta aí agora. Entende o que eu quero dizer? Então assim, ficou Um negócio que eu eu se eu tenho um filho dentro do espectro, cara. E às vezes eu vejo algum, sabe aquele colar >> que você tem de margarida e tem o colar que tem o os quebra o quebra cabeça. >> Cara, cada vez mais eu tenho visto isso no pescoço de pessoas, desculpa falar, que eu tenho um filho que tá no espectro. Acho um desrespeito a quem está no espectro. Tem gente que se compra
essa [ __ ] desse biccolar, coloca o colar e sai por aí dizendo: "Eu sou Isso ou aquilo". Entendeu? E ninguém tem coragem de falar: "Ei, pera aí, cadê o teu documento que afirma que você é isso?" Eu, por exemplo, eu tenho uma carteira e tenho um documento que eu posso estacionar. Eu sou PCD. >> Uhum. >> Eu posso passar na frente de todo mundo, eu posso fazer. Por quê? Porque eu sou PCD. Tá lá. Eu tenho um documento para isso, mas eu não tenho coragem de usar isso porque eu tô andando, mas eu tenho
Um documento que legalmente me permite. Entendeu? [roncando] O que eu questiono é que ninguém pergunta para um cara que tá que diz: "Eu sou tal coisa". Você precisa de um laudo para isso, cara. E e não é uma pergunta ofensiva. Desculpa, você tá num privilégio e é isso que é o nosso Brasil hoje. É isso que eu discuto, cara. >> Então, a gente tem, a gente é muito mal educado nisso, cara. Eh, a gente conversou com um especialista e ele Falou que realmente hoje várias pessoas estão buscando o diagnóstico e aí por isso tá aumentando
o número de pessoas que todos são th Você não pode ir ali comprar um colar e pôr no pescoço e falar que é que pô >> se todos são, então normal é ser isso. Então não é não pode ter mais esse privilégio. Se todos são, porque hoje todo mundo é, tdh TDH, todo mundo é TDH. Eu sou, você é, ele é. Ele é, ele é, então o normal é ser TDH. Então nós Temos que mudar a legislação e dizer, não, quem é TDH vai ter que pegar fele igual. Agora só quem tem tal coisa que
pode. Entende o que eu quero dizer? Se esse é o normal, a gente banalizou um problema que que é verdadeiro e nós estamos banalizando porque agora todo mundo se sente nessa [ __ ] cara. E aí tem direito a sei lá o quê. Então nós temos que tomar muito cuidado nisso, n? >> Mas eu acho que é um problema causado pela minoria, né? Um grupo de pessoas Estão aproveitando dessas situaçõ benefício. Esse é o problema. para >> Mas se você é, você tem esse direito. O problema é quando você não é. >> Sim, sim, sim,
sim. >> E acha que você uso do benefício já falou no comecei já falou >> desde aquele começo até do benefício família. mal uso de um direito de gente que realmente precisa e tem outros usando isso. E por isso que eu acho que tá errado. >> Se você acha que você ganha pouco, eu não sei o quê, o cara, meu, não é essa questão, irmão. Acho que merece mais 2.000 ou não. Então aumenta o salário mínimo, bicho. [ __ ] Aumenta a lei no país, faz que todo mundo tenha, ganhe mínimo 5 pau. Eu quero
que você [ __ ] Põe a lei para isso, porque o trabalho é demanda e oferta, cara. Você não é obrigado a trabalhar. Agora quando você tem um um estado que sustenta 50% do país em benefício, o cara tem algo Errado, mano. Tem algo errado, tio. Errado. >> Thank you. [roncando] [risadas] Thank you. Po, tá cansado, já é tardão aqui. >> É, tá gostando, tá gostando do bate boca aqui? A gente é quente. A gente põe >> põe para ferver. >> Eu adoro estar aqui. Me convidem sempre. Fiz questão de tá aqui. A gente sabe
que tá gravando isso aqui. Não sei se ela tá ao vivo. Tá ao vivo ou não >> tá gravando. >> Tá ok. Só queria saber só para tá no mesmo Mas eh não deixaria de de vir cumprir aqui porque eu acho vocês sensacionais, apesar das diferenças que nós temos, daquelas ofensas que a gente faz. Isso é lindo, cara. Isso eu adoro. Porque só com as diferenças a gente consegue discutir. Se o mundo for pensar tudo igual, tem algo errado. Tá louco. >> Tá algo errado, cara. Tem que ter essa a gente constrói uma sociedade com
Diferença de opinião e obrigado aqui para serem um canal maravilhoso para discutir isso. >> Vamos fazer uma viagem com três irmãos. >> Uhum. >> Eu vou vou vou bolar o roteiro e te mando. Se você topar, a gente vai fazer, a gente comprou os equipamentos de IRL, comprou uma parada igual do rato. >> Ah, é mesmo? >> É. Agora a gente tá indo pro Paraguai ao vivo. >> A gente vai pro Paraguai ao vivo e tal, >> você vai fazer aqui no Cariani, vai ver os perfumes, o [ __ ] Vai fazer coisa. >> Não
vou lá. Ah, e >> a gente vai trazer mo vai trazer de bomba. [risadas] >> A gente vai ser igual a sua história lá ao vivo. A hora que a gente passar na barreira mo assim, a gente já tava vendo o ao vivo. Vem cá, por favor. [risadas] >> É isso. Vou agradecer >> o parceiro desse canal que é a Goruja Concurso. Se você não conhece, acessem agora. A Goruja é quem mais aprova no Brasil para Receita Federal, Receita Estadual, área de Controladoria, Procuradoria. Então acessem agora, vocês vão se deparar com os melhores professores do
Brasil, traçando planos de estudo com você e acompanhando passo a passo até você passar guru concurso. >> E tem cupom de desconto aí da Alfa C. Você quer usar uma roupa bacana, começa a treinar, fazer, mudar sua vida igual o Richard tá fazendo com a dele, pôra, é importante que você se sinta bem e às vezes você nem tá treinando, quer usar uma roupa legal e pagar bem pouquinho, Alfac vai te ajudar nesse ponto também. Comentem aí o que vocês acharam do episódio. Até a próxima. Valeu. >> Quem ganhou o debate? Não foi debate.
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