Olá a todos, muito, muito bom dia. uma grande alegria tá aqui com vocês para o nosso curso de SO, agente concurso de SO GIO e agentes de A para crescer organicamente. Esta é a primeira vez que a gente faz um curso desse porte totalmente ao vivo. Hoje é um sábado, 30 de maio de 2026. Eh, quero dar as boas-vindas a todos vocês que estão aqui, parabenizá-los pela dedicação de est aqui e como retribuição, eu garanto que o conteúdo que eu estou trazendo aqui é um conteúdo bastante denso e bastante novo, que tranquilamente eh tá entre
algumas das coisas mais relevantes do que tá acontecendo em todo o mundo de SO. Eh, a gente tá vivendo uma grande transformação nas buscas, como nunca se viu, né? A maior transformação dos últimos 25 anos. E por isso eu resolvi na Conversion abrir o projeto Agentico, que é um projeto experimental a parte da Conversion, justamente pra gente conseguir Ter bastante liberdade. Então o que vocês vão aprender aqui hoje não é só as técnicas e as estratégias e as coisas que sempre funcionaram. O que eu estou trazendo aqui hoje é toda a transformação que a gente
na conversion tá vivendo de tudo que a gente tá eh eh percebendo, modificando nossas metodologias, nossas algumas ferramentas, pessoal. A gente vai lançar muitas ferramentas aqui para vocês hoje. Vai ter algumas coisas na nossa plataforma, vai ter um plugin de cloud code, cara, uma inovação que eu nunca vi em nenhuma ferramenta dessa no mundo. Ela vai ter um cérebro lá para que as coisas já sejam feitas de fato para você. fico muito empolgado com eh essas essas coisas que a gente tá fazendo. E aqui o curso, a ideia é que a gente tenha uma primeira
parte bastante densa para trazer todo o conceitual do que tá mudando, do que tá acontecendo. E depois, eh, na segunda parte a gente vai paraa prática. Eu vou entrar na tela aqui, vou abrir o meu cloud code, vou abrir as ferramentas, vou mostrar para vocês como eh a gente pode fazer as coisas. Eu tô aqui com o meu celular acompanhando os comentários de vocês. Então vocês podem mandar eh comentários. Eh, vamos engajar, pessoal. É, vai ser um dia bastante longo. A gente vai até às 18 horas hoje. Então, a gente precisa que seja muito divertido
para todo mundo. A gente precisa que todo que seja prazeroso, ao mesmo tempo que vai ter bastante aprendizado. Então, vamos trocar ideia aqui nos comentários. É, ao Final de cada bloco, eu vou ler os comentários aqui, vou tirar as dúvidas. Então vocês podem ir mandando as dúvidas ao longo do do tempo que depois o time aqui da produção vai reunir as principais dúvidas e eh eu vou responder para vocês em cada bloco. Então, pessoal, pra gente aquecer, eh, vai mandando aqui no chat, fala seu nome, a sua cidade, onde você trabalha, o que você espera
aqui do curso pra gente se aquecer, pessoal, porque é muito importante colocar energia aqui pra gente ter um dia absolutamente incrível. Então, sem muito mais delongas, vou começar aqui me apresentando. Para quem não me conhece, eu sou o Diego Ivo, sou fundador e CEO da Conversion, maior agência de SEO no Brasil. No LinkedIn, o meu perfil é o número três em marketing no Brasil, é claro, segundo a Favicon, o número um em SEO. Eu sou criador da metodologia Brandled Growth, que visa a crescimento de marca como canal de aquisição e ela tá se tornando cada
vez mais importante. Vão ter vários conceitos disso que eu vou trazer aqui hoje. Eu participei da construção de grandes marcas ativamente ali na parte estratégica, como growth supplements, Gran Cursos, dentre várias outras ah marcas que a gente já atendeu Aqui na Conversion. A gente tem mais de 100 clientes ativos, atendemos, provavelmente, mais de 1000 clientes ao longo da nossa história. Conversion tem 15 anos de mercado e sempre nesse papel de vanguarda, de educar o mercado, de levar o mercado pro próximo nível. É o que a gente quer fazer aqui hoje. Eu também sou professor convidado
da SPM, também fui um dos brasileiros convidados pelo próprio Philip Cotler, uma grande honra a palestrar no evento dele global de marketing por duas edições. Eu também sou esse cara aqui, eh, né? Vai ser um dia muito longo. Eu quero aqui trazer um pouco de pessoalidade aqui também. Eu sou casado com a Laane, pai do João Pedro, pai do Francisco. Pessoal, como vocês podem ver, foi muito difícil conseguir tirar uma foto de nós quatro, eh, e ainda mais séria, né? Então, assim, a única que eh eu achei mais recente que tinha o o Francisco também,
né? porque ele nasceu agora esse ano. O João Pedro tava fazendo essa brincadeira. Mas assim, acho que no final das contas dá o tom da graça, porque é uma grande alegria eh ter uma família. Eh, e eu devo muito a eles est aqui, especialmente a minha esposa, porque sem ela nada disso daqui seria possível. Não conseguiria tá aqui, eu não conseguiria fazer o que eu estou fazendo. Dito isso, daí vamos lá. para quem é este curso, né? É, é um curso para profissionais de SEO que querem Aprender o que tá as transformações. Eu vejo o
mercado de SO tá bastante inseguro, tá eh percebendo muitas mudanças e tá sem um direcional totalmente claro. A ideia é que a gente consiga para os profissionais, para os especialistas da área trazer um caminho, tá? Ao final de toda a parte expositiva, eu vou trazer uma metodologia de como lidar com o esse novo momento do Soo, do GO e trabalhar com os agentes de A. Mas ele também é um curso, então mas ele não é um curso totalmente técnico, tá pessoal? Eu não vou aqui no Bit do Bit, eu quero ir num overview no nível
estratégico que também analistas de marketing consigam e gestores de marketing como todo consigam participar e também líderes de growth. A gente tem alguns CEOs aqui. Um amigo meu ontem mesmo falou que ia participar, tava com um desafio ali no time na na no SO dele por uma questão de perda de tráfego. Ele falou: "Não, vou participar, vou chamar meu time também". Então, empreendedores e fundadores, de modo geral, que dependam de tráfego orgânico, é, são muito bem-vindos. Os requisitos aqui, pessoal, eu não vou falar o básico do básico do básico de SU, tá? Eu não vou
entrar em, cara, no no basics, tá? Embora seja um curso para todos os profissionais de marketing, a gente espera aqui que os conceitos mais fundamentais as pessoas já tenham, tá? Eh, mas se você não tiver, como tem muitas mudanças acontecendo e a gente vai falar de search, de mecanismos de busca, de IAS, etc. Sim, você vai aproveitar também, mas eu recomendaria que depois você fizesse, digamos, um um aprofundamento dentro do SEO. No Conversion Academy, a gente tem diversos cursos, dentre eles um curso gratuito que é o Next SEO, que foi gravado, salvo engano, foi gravado
em 2021. tem acho que mais de sei lá algumas algumas dezenas de milhares de alunos ao longo do tempo. E pessoal, eu vou pedir e aqui é o principal, mente aberta, tá? A gente precisa de mente aberta. Por quê? Porque a gente vai desaprender várias coisas. Porque eu vou passar por alguns temas que são sensíveis e talvez polêmicos dentro da do da comunidade, do mercado de SEO como um todo, tá? Então eu preciso muito mente aberta. Eh, eu estou totalmente aberto a críticas, a discordâncias, a opiniões diversas, mas eu preciso que você preste atenção em
toda a argumentação, em todos os pontos para entender o que eu tô falando, tá? Porque a gente tá passando por uma transformação muito grande. E essa transformação, ela é carregada de contradições. Tem as coisas a a a o o mel e o fé, né, como se diz. Tem a a o maravilhoso e o Ruim. E a gente tem que lidar com essas contradições para chegar ao melhor. Eu sou uma pessoa muito otimista. Eh, sempre tô buscando o melhor, né? A a Carolina, minha sócia, ela fala isso daí. Diego, como você é otimista. Eu quero trazer
esse otimismo para vocês hoje também, mesmo passando por todas as contradições, mesmo passando por todos os desafios, porque, cara, é passando pelos desafios que a gente supera as coisas, né? Tem até uma frase que eu gosto muito, a Ritonena, né? Ele falava que não tem como você ultrapassar 20 carros numa corrida num dia normal, mas em um dia de chuva tem. Porque por haver mais adversidade, quem consegue eh eh superar aquelas adversidades, com certeza vai muito mais longe. E primeiro eh quero falar do projeto Agente que é SEO. Eu já comentei brevemente ali na introdução.
Eh, a ideia da gente que se é desenvolver na conversion, junto com a Conversion, todas as frentes de SEO agêntico, GO e as novas formas de otimizar para buscas. Na prática, pessoal, o a gente que ele é um grande laboratório da Conversion, onde a gente vai fazer muitos testes, onde a gente tá vai lançar ferramentas, vai lançar conteúdos, algumas coisas vão dar certo, outras coisas não vão dar certo, tá? Eh, a gente tem, por exemplo, eh, são três Pilares que a gente vai trabalhar dentro do agente que a comunidade. Ontem a comunidade foi aberta, eh,
acho que tem poucos comentários lá. Eu vi que vocês entraram porque a gente tem os views ali, mas pessoal, vamos usar essa comunidade paraa gente gerar engajamento, paraa gente juntos construir a o futuro do Soo, o futuro do EO. Então, a comunidade tá totalmente aberta para todas as pessoas quererem participar. Vou pedir naturalmente não tem autopromoção, que tenha respeito, são as regras básicas ali de tudo. E a gente também tá lançando uma série de ferramentas que hoje são todas gratuitas e muito conteúdo como esse daqui que a gente vocês estão participando agora, assim como tem
o blog que ele ainda tá um pouco parado e a gente vai trazer muitas e muitas novidades ao longo do tempo e a gente quis fazer isso separado, tá? Ele é assinado pela conversion, mas ele tem a sua independência. Esse daqui é um projeto onde eu muito sozinho tô colocando muito a mão na massa. Eh, assim, até as ferramentas eu as estou construindo e aí vão ter, cara, todos os desafios tem um pouco também do todo o meu aprendizado que tá ali. E a ideia é que a gente conseguindo validar uma série de coisas, a
gente vai consolidando essas coisas em práticas, boas práticas, metodologia. a gente vai eh educar o mercado com isso que a gente tá vendo e descobrindo e também levar para os nossos clientes o Que há de mais avançado em otimização, porque o SO ele já mudava, mas agora ele tá mudando mais do que nunca. E o que que a gente vai e a gente vai lançar um monte de coisa hoje, tá? E posso falar, ó, ó, fica tranquilo que é tudo gratuito, tá? Não, a gente não tá na fórmula de lançamento, a gente não tá eh
eh eh lançando um um um mastermind no final, tá? Eh, a gente tá lançando coisas para colocar bases e pilares na comunidade de SEO, no Brasil, no mercado de SEO, em todo o ecossistema de SEO. A gente entende que a gente tem um papel de fomentar todo o mercado. Então, pessoas de outras agências estão participando também, são bem-vindos. E a gente vai lançar todas essas coisas para contribuir com o mercado. Então, a gente já lançou ontem a comunidade. Pessoal, vamos lá. Como eu falei, participem delas. A gente vai lançar hoje uma ferramenta de share of
search. Eh, a gente já tinha uma ferramenta ano passado, a gente lançou uma nova versão, uma ferramenta de métricas de autoridade para você entender as métricas clássicas de de link building, de off page, mas também uma métrica nova que a gente criou aqui dentro. Eu vou dar um spoiler. Ela chama reputação semântica, que mede a autoridade sua perante, as LLMs. Análise de branding semântico que a gente lançou eh eh eh a gente lançou o AI Matrix há uma ou duas semanas atrás e a gente vai lançar agora oficialmente o novo módulo de branding semântico, cara,
que é fundamental. não existe de ou sem Branding semântico. E a gente tá tendo uma mudança em quem tá acessando o site e a gente vai lançar um plugin de HordPress, Open Sece, tá? eh, para vocês prepararem os sites de vocês paraas LLMs. E eu acho que eu pulei ali as skills de Cloud Code, que é um plugin opence, pessoal, assim, eh eh assim, eu discuti muito com o nosso time se a gente lançava ou não lançava Open Curce, porque tem lá, cara, muitas práticas avançadas, tudo automatizadas através de skills e de um plugin. O
que a gente vai apresentar aqui hoje é, a gente vai falar do fim do SO clássico. Eu vou conceituar bastante porque é bastante polêmico isso daqui e falar desse início oficialmente do SEO Dio. First. Não existe nada das disciplinas de otimização que resistam sem resultados de negócio. Então eu vou falar sobre crescimento orgânico, como as marcas utilizam essas técnicas estáticas e estratégicas e operações e agentes e todas as coisas para crescer, porque no final das contas é isso que importa, é isso que os nossos clientes procuram e é isso que todas as empresas querem. A
terceira parte, eu vou passar pelos fundamentos e eu vou voltar para alguns fundamentos clássicos que eu entendo que sejam importantes. Para quê? Para est todo mundo na mesma página. E quando eu trouxer esses fundamentos, é porque eu entendo que o mercado não está nivelado Como um todo. Então, talvez algumas pessoas já entendam um pouco melhor, mas eu acho que é importante passar ali porque acho que sempre vai tendo ajustes. Eu sempre gosto de conceituar o que é mais importante para que a gente pense melhor nas coisas. Depois eu vou apresentar uma metodologia nova, totalmente inédita,
que a gente tá lançando oficialmente hoje. Ela vai tá em beta. Eh, como eu falei, como eu tenho falado, tudo aqui é experimental. a gente tá vivenciando o novo, a transformação e a gente tá trazendo aqui o que a gente vai consolidando. E essa metodologia consolida especialmente o trabalho nosso do nosso time aí dos últimos 12 meses. E aí depois a gente vai eh na última parte, talvez você já tem uma parte um pouquinho mais longa para ir na prática e entender como você consegue utilizar as ferramentas e criar um projeto, um mini projeto de
SEO aí para preparado para todas essas transformações. Então, antes da gente começar, deixa eu ver se tem algum comentário aqui. É, acho que só só são só muitos comentários, mas nenhuma pergunta. É, a Claudete quer entender as novas, deixa eu colocar aqui na horizontal. Claudete quer entender as novas diretrizes para marcas aparecerem nas IAS. É isso que a gente vai vei issos aqui hoje. A Maissa quer entender melhor os passos para começar implementar as novas ações de boas práticas no mercado de hotelaria. Eu não vou falar só do mercado de hotelaria, é claro, vou falar
de todos os mercados, de todas as Indústrias, sem ir para algum especificamente, mas o curso é justamente sobre isso daqui para vocês vão ter acesso a todas essas coisas e muito mais. Então, preparados, pessoal? A gente tem que começar indo para uma coisa muito mais macro, entender o que tá acontecendo no mundo das buscas. Quando a chegar do Chad GPT, final de 2022, novembro de 2022, pensa que o SHGT ele não tem 4 anos ainda, né? Aí inteligência artificial como a gente conhece não tem 4 anos. E aí logo se começou a falar, isso ficou
muito mais forte no ano passado, que a as IA, o SHPT ia matar o Google, ia matar o SEO clássico. Mas o que a gente trouxe é que mais do que uma possível transformação e todo mundo sabe, sabia que as buscas iriam para modelos generativos, né, para modelos de inteligência que são fundamentais. Então quando você tem uma marca própria, o seu cliente é que a gente tá saindo de um mercado de que focava na operação e na engenharia. O growth ele era muito focado em alavancas de curto prazo, então causa e consequência de curtíssimo prazo.
Ó, ó, eh, eh, gastei isso em mídia, me retornou isso. Tem todos os problemas em torno disso, eu vou trazer. Então a gente sai dessa visão, mas arquitetura para uma, desculpa, dessa visão de engenharia para uma visão sobretudo de Arquitetura. Então, ah, o Growth hoje ele tem que ser muito mais sobre ter toda uma arquitetura de canais e entender como cada um deles contribui para a venda final e não aonde a venda está acontecendo. Eu vou explorar bastante a problemática disso daqui no módulo de crescimento orgânico e que eu considero absolutamente fundamental para conseguir lidar
com esse novo cenário. Porque, pessoal, a os cliques eles estão evaporando, muitos evaporaram já. muitos vão evaporar cada vez mais. Então, é importante que a gente consiga desenvolver estratégias sem depender de mensuração de cliques. E tem caminhos para isso daí, caminhos. Só um segundo, volta um pouquinho slide que deu uma uma avaliação lá no YouTube e o pessoal perdeu um pouquinho do conteúdo do começo desse slide aqui, tá? Então eu volto para volta um pouquinho desse começo desse slide aqui, tá, pessoal? Foi rápido, tá? Mas deu uma quedinha o pessoal falou, tá? A pessoal, teve
uma pequena queda, uma falha técnica, pessoal, a gente tá ao vivo, tá? A gente tá ao vivo, ao vivo. É assim, eu vou voltar para o comecinho desse slide aqui, acho que falar principalmente da parte ali de orquestração de buscas. Então, o que a gente tá eh eu tava falando que o CHGPT ele é lançado em novembro de 2022, ele não tem 4 anos ainda. Eh, e um por volta de 2024, principalmente 2025, começou a A a se falar bastante que o chat GPT ia matar o Google e que ah o GO iria matar o
SEO. A gente viu que isso era uma grande babozeira, mas o que pouca gente do mercado falou é que as buscas não é que elas estavam migrando do Google pro Chept, elas estavam, na verdade, há bastante tempo já vinham se pulverizando. Eh, a gente tem, por exemplo, o YouTube como um canal de busca muito muito muito importante há muito tempo. Quando você vai para um segmento como automobilístico, o YouTube é um buscador mais importante do que qualquer outro. há bastante tempo, tá? E as marcas elas têm que aparecer nos canais onde as pessoas estão buscando,
desde o próprio site, tá? Acho que poucas pessoas cuidam da busca interna do seu site, eh, dos marketplaces, das dos buscadores tradicionais, das IAs, das redes sociais, buscadores locais, todas as coisas você tem que orquestrar pra sua marca estar presente. Talvez essa segunda parte aqui já não tenha se perdido, mas vou repetir também. E o que eu vi nos últimos 20 anos, praticamente toda a minha carreira profissional, naturalmente eu peguei um período ali que a gente vinha do marketing tradicional pro marketing digital. E a grande promessa do marketing digital era que tudo era traqueável, tudo
era mensurável, tá? Eh, essa é uma é uma grande ilusão para assim, na minha opinião, se desenvolveu A a questão do engenheiro, tá? o engenheiro como a grande figura do marketing. Tem muitos engenheiros aqui que vieram pro marketing, sei lá, por exemplo, a a a Cristina Junqueira eh se em do no bank, é uma engenheira da Poli. Essa foi a grande figura do mercado. Eh, e assim, e e a e a e a Cris Junqueira é uma super arquiteta, tá, de marketing. É, mas o que ficou de mais, digamos, consolidado foi pensar em marketing como
pequenas alavancas de crescimento, né? O growth marketing se tornou isso, você ter mensurações em geral de muito curto prazo, com causa e consequência, olhando sempre pro micro, mas não olhando pro todo. E o trabalho do engenheiro, ele precisa ser complementado. Os dois são importantes, tá? pelo trabalho do arquiteto. O arquiteto é quem vai conectar a engenharia de cada um dos canais com o todo, entender como cada canal participa da jornada de compra, entender como vai mensurar a participação no resultado de cada um dos canais para não ficar refém de le click. E uma péssima notícia
para quem vive de left click. Cara, o left click ele tá morrendo, ele tá os cliques eles estão evaporando. O que vai sobrar, já dando spoiler, são os cliques de marca, porque nele a a o Google vende os os anúncios e consegue uma boa atribuição, mas de resto as pessoas, eu vejo que as empresas estão cada vez mais cegas em relação à atribuição. Existem várias Soluções interessantes no mercado, mas eu ainda acho que as soluções pelo a maioria delas pelo menos, ela tá estão muito focadas em canais, tá? Só que dentro dos canais a gente
tem participações diferentes, porque só para simplificar, é muito diferente eu no Google pesquisar para uma marca ou pesquisar para um produto. Então são comportamentos muito diferentes. E para ter uma atribuição correta, eu acho que a gente precisa entender esses comportamentos do usuário. E aí vem a minha grande tese, que a nova geração de SO, ela é movida por Dio. A nova geração de SEO, ela é do first, é, ela é AI first, ou seja, em pouco tempo, eh, quase toda a busca, ela vai ser intermediada por Iá. O que que eu quero dizer? O que
que que significa isso daqui? Que antes da gente ver a busca, e talvez a gente nem veja a busca, a Iá vai fazer alguma coisa lá. E isso muda tudo. Isso muda absolutamente tudo. Enfim, eu vou trazer vários dados para isso daqui. Vou contrapor, vou trazer fatos do Google, contrapor argumentos do Google em relação até o o Dio, que ele foi, o Google se posicionou contrário a Dio falando que não se deveria usar o termo, mas eu acho que é problemático não usar, mas a gente vai falar disso mais adiante. E aqui vem o grande
ponto, tá pessoal? Esse é o grande ponto da minha tese, que é que os Usuários eles não vão mais pesquisar. Não é que os usuários vão parar de buscar soluções, buscar produtos, querer informações? Não, não, isso vai continuar acontecendo, mas eles vão parar de consumir search endness como interface. Ou seja, o cara vai parar de chegar no Google e digitar termos de pesquisa, encontrar resultados, clicar nos links, navegar e fazer todas as coisas. O que vai acontecer? Isso vai continuar existindo por debaixo dos panos. E por isso o S clássico ele não deixa de ser
importante, tá pessoal? O S clássico ele não deixa de ser importante, ele é fundamental, só que ele é só o fundamento, ele é a base de todas as coisas. A gente tem uma nova camada que é a inteligência artificial, que é quem vai pilotar o search endis. E senhoras e senhores, isso muda tudo, cara. Isso muda absolutamente tudo. É uma é uma ferramenta, é uma nova camada, tá certo? A gente não pode tratar as coisas hoje como elas eram antigamente, tá? Naturalmente a gente tá falando aqui de um processo de transformação. Eu vou trazer em
que estágio a gente tá dessa transformação, mas eu não tenho dúvida nenhuma de que em pouco tempo, praticamente todas as buscas elas vão ser intermediadas por IA, tá? Eh, e aí a gente vai ter algumas coisas que são muito importantes. Primeiro, estar na LDLM pura. O que que é LLM? Tá? é large Language model, que é basicamente a o modelo da inteligência artificial que pensa e te traz a resposta. É diferente do chat dept do do do Gemini, do Cloud enquanto interface, enquanto chatbot. O chatbot ele é uma implementação da LLM. É muito importante a
gente aparecer nas duas, tá? A gente tem que aparecer nas duas. O o chatbite ele tem ele já faz esse trabalho de usar um search engine debaixo dos panos, tá? Então quando você pergunta qualquer coisa no chat GPT, ele faz consultas na web, analisa os resultados e te traz a resposta. Mas ele também eh vai sendo treinado e com a base de treinamento dele, ele vai ter preferências e percepções e opiniões sobre a sua marca, tá? Ele vai ter isso. E aí você precisa treinar o corpus, os conteúdos na internet para não só falarem bem
da sua marca, pessoal. Não é sobre falar bem, tá? É muito mais profundo do que isso. É sobre gerar atributos de marcas que são sejam favoráveis para chegar ao seu consumidor, a sua persona, tá? E por fim, como eu já falei, continuar aparecendo no search engness. continua fundamental, tá? Então, todo o SEO técnico, que a gente chama de SO page, off page, conteúdo, toda aquela coisa continua muito importante, mas não vai chegar mais pro usuário ou cada vez menos vai chegar para o usuário. Eu quero trazer aqui que eh existem duas dois movimentos no mercado
que um que fala: "Não, não, cara, nada mudou", tá? Acho que a comunidade SO acaba ficando um pouco dentro disso daqui. Eh, a opinião do Google traz um pouco disso. Eles e eh divulgaram algumas guidelines, acho que há duas, três semanas atrás, eh falando que acho que não deveriam ser termos utilizados, algo dentro dessa linha, mas assim falando, cara, o que existe o so é clássico. E por outro lado tem um pessoal falando que a tudo mudou, agora é Dio, o SEO morreu, né? Você vê assim de pessoas até importantes dentro do mercado falando disso
daí também. Mas o que eu quero trazer, pessoal, é que não é propriamente uma mudança de rota, é uma evolução, uma evolução talvez natural. Essas coisas não acontecem da noite pro dia. A gente fala de inteligência artificial no STO, no marketing. O Google fala bastante disso. Há 10 anos eu tava e em São José, na Califórnia, no no no evento do Search Engine Land. E lá atrás é muito interessante que lá atrás, ou era 2016, acho que foi 2016, 10 anos atrás, eh o pessoal do Google falando: "Ah, no futuro as o Google não vai
ser mais um buscador propriamente, ele vai ser um assistente pessoal". Então, pessoal, essa visão tava lá atrás. Então, tudo que a gente tá vivenciando aqui primeiro existiu como ideia. As coisas elas não surgem do nada. Então, o mercado como um todo, ele estava buscando esses assistentes. O que só o que não se tinha Até pouco tempo atrás era a tecnologia que viabilizasse isso e ela surge ali com o GPT, especialmente com o chat GPT. E vão ter muitas pessoas, vão falar: "Tá bom, isso até faz sentido, mas não é para agora. Não é para agora
não. O futuro já começou, já é agora". O Google soltou um dado recente de que um, o AI Mode já tem 1 bilhão de usuários ativos mensais, tá? É, é, é, é um grande número, é muito significativo e cresceu 10 vezes nos últimos 6 meses. Os AI overviews, eles já atingem 2.5 bilhões de usuários mensais e estão presentes em 98 idiomas. O E mode não tem assinatura, então tem uma uma tendência de uma grande adoção. E aqui, pessoal, vem o grande ponto, tá? Numa matemática, eu eu vou aparecer essa câmera aqui. Numa matemática simples, pessoal,
as buscas intermediadas por IA já são a maioria. O Gartner previa isso daí para 2028, é um dado de 2024 deles. E em 2026 isso daqui já aconteceu, tá? Esse é um dado que pode ser um pouco mais apurado, tá? Mas aqui a metodologia desse dado é basicamente que a gente vê a volumetria do Google comparado com outras IA. Eh, no Google a gente, eu vou Apresentar esse dado mais à frente, 48% das respostas já aparecem, AI overviews. Então, eh, somando Google de AI overview e as IAS, a gente já chega aí a 51,7%. das
sessões em buscas orgânicas, tá? E esse número pode ser maior, tá? Esse número vai crescer exponencialmente. Então, no momento, hoje, sábado, 30 de maio de 2026, quando a gente grava esse curso, as buscas acontecendo em IAS, interfaces de IA, já ultrapassaram as buscas tradicionais. Não tem mais volta, tá? Não tem mais volta. Não olhar para isso dessa forma que a gente tá propondo vai ser um negacionismo. E o Google a na terça-feira passada, ou há duas terças-feiras, agora não me recordo, ele anunciou a maior mudança do search nos últimos 25 anos, onde a caixinha de
busca tradicional ela vai cair, ela vai mudar. Claro que eles já tiveram muitas mudanças de design. Mas nunca uma mudança substancial, tá? O Google não anunciou qual de fato é essa nova caixinha, mas, né, todo mundo presume que vai ser uma caixa igual a do AI Mode. A expectativa é que o AI Mode se torne o padrão do Google muito em breve. dele até já tá aparecendo anúncios dentro do EI mode, eles estão testando e eles vão, acho que realizar testes nas nos próximos meses, semanas, com a ideia de ir operando essa mudança. Claro que
eles vão olhar para o resultado financeiro deles e vão acelerar ou desacelerar essas mudanças. E é uma grande mudança essa daí. Então ele vai ser, ele vai funcionar como shedpt. você vai conseguir colocar imagens, texto, PDFs, vídeos, eh abas do navegador do Chrome. Então, cara, a dinâmica ela vai mudar completamente. Aquilo que eu vi no evento do Search Engine Land em 2016, 10 anos depois, está se tornando realidade, tá? a busca. O Google, ele vai se tornar um assistente que vai fazer um monte de coisa por você, inclusive buscar por você. Você não vai mais
buscar. Mas é claro que a gente tem que falar muito sobre o comportamento do consumidor, o comportamento do usuário. Muitas pessoas ainda vão se adaptar, vão preferir durante algum tempo os resultados ali. Eh, os links, eles vão ter um pequeno, vão ter um espaço, na minha opinião, vão ter um pequeno espaço ainda, tá? Mas de modo geral, a gente vai caminhar e migrar todo para esse tipo de interface. E aqui a frase do Sandarpsy, o CEO do Google. Estamos entrando no próximo capítulo do Google Search. O search é muita atenção a isso, pessoal, é AI
search de ponta a ponta. Quando Google torna-se AI search, de ponta a ponta, alguma coisa profundamente mudou. E a gente tem que entender e agir sobre essa nova realidade. E esse para mim eh, né, isso isso como um todo, todos esses dados, né, junto com essa afirmação, reforçam a nossa tese do SEO GO first, do SEO das buscas intermediadas e geridas por inteligências artificiais. Pessoal, quando o AI mode se tornar padrão e se cara aqui para essa câmera, pessoal. Ah, se preparem. A minha previsão é que nos próximos meses a gente vai ter um novo
apocalipse de cliqs, tá? em no primeiro semestre do ano passado, super ruim de datas, mas acho que março ou abril, a gente teve um uma grande mudança em que o CTR das buscas caíram drasticamente porque teve a chegada do AI overview, tá? Os CTRs eles continuam caindo, tá? Eh, salvo engano, se registrou no ano passado uma queda no CTR de 32%, né, em buscas com EAI Overview. E esse ano já chegaram a 58% essa queda. Eh, mas isso só com AI overview, tá? Eh, com o AI mode, isso vai ser, cara, vai ser, entre aspas,
catastrófico. Catastrófico paraa mensuração por leste. Não catastrófico para as marcas e profissionais que entenderem como influenciar a decisão de compra dentro desse novo movimento. Cara, na última semana eu acompanho todos os as levantadas de mão, que são os leades que a gente eh eh eh como a gente chama os leads, levantadas de mão ali na conversion. E cara, na última semana a gente teve uma avalanche vindo de IAS e assim muitas do Clou que tinha tinha uma participação muito pequena de então assim tá crescendo bastante, tá? E a gente precisa de novas formas de olhar
para isso daí. esse momento tá muito próximo, vai depender de quando o Google vai virar a chave do do do da busca tradicional pro AI mode. Eles estão se preparando para isso. Eles, né, fizeram uma grande, a gente vai ver isso mais adiante, fizeram uma grande aceleração de geração de receita publicitária para ir para isso daí. Então, pessoal, assim, eh, não é alarmismo isso, tá? Eu eu não tô querendo trazer aqui um sensacionalismo. Eu tô querendo trazer a realidade nua e crua, como eu vejo com toda a minha sinceridade, tá? Tô colocando, cara, eu eu
me coloquei muito aqui dentro desse material. Eu tô estudando isso, eu tô colocando em prática há muito, muito, muito, muito tempo todas essas coisas que estão acontecendo aqui. É, e embora isso possa ter uma camada de marketing, naturalmente tem, porque eu acredito que o papel do marketing educar o cliente para comprar, aqui tem muita sinceridade e muita vontade de que os profissionais que o mercado olhem para essa verdade que eu estou enxergando e se transformem. E eu não vou trazer todas as respostas, tá? Eu acho que eu quero trazer as verdades que eu estou vendo,
As coisas que eu estou enxergando e quero que juntos a gente consiga construir esse novo momento. Então o que que a gente tem aqui? Mudanças profundas acontecendo no search ao mesmo tempo, né? desde novos canais ao próprio Google mudando. Os mecanismos de busca já não imperam sozinho. A gente tem, a gente viu ali, por exemplo, a a a orquestração de buscas, como todos os canais, as métricas antigas de SO, cara, já não bastam, já são problemáticas e quando tiver virado o EI mode, assim, vão parar de funcionar. E o modo de trabalhar SEO e de
fazer serviço de SO tá mudando bastante também, tá? Então, todo o mercado vai mudar, como eu já tinha falado, eh, quase metade das buscas já tem AI overview. Eh, aqui então 48% das buscas já tem AI overview. E a gente tem alguns setores, cara, em que o overview domina praticamente tudo, né? saúde, educação, B2B, restaurantes. Segundo o dado ali da Bright Aid, eh, quase 80% desses setores já estão com EA overview. E olha aqui no lado, na na Olha aqui na tela como que isso cresceu em um ano, tá? Então, é um crescimento absurdamente grande,
é muito insano, tá? Não, e acho até maluquece eh querer se apegar ao passado quando a transformação tá diante da gente. Aqui é um dado da H refs, que é a queda de cliques da posição um com Quando existe o AI overview, a posição clássica, né? Porque, cara, o AI overview é a nova posição um, tá? O AI overview é a nova posição um, tá? Eh, a gente tem que brigar agora para tá lá do mais do que para tá nos nos resultados de cliqus. É claro assim que vai vai ter uma transformação ao longo
do tempo, tá? Eh, a gente tem que entender dentro das nossas companhias, dentro do nosso departamento de marketing, como que a gente vai fazer essa transição, tá? porque tem que conectar com várias e várias coisas na empresa. Então, acho que o grande desafio que o que eu quero trazer para vocês aqui, todos vocês, trazer alguns ferramentais para vocês poderem operar essas transformações dentro do departamento de marketing, das empresas, das agências em que vocês trabalham ou das empresas que vocês são eh proprietários, sejam diretores. aqui a o CTR da primeira posição, então ele cai de 73%
em dezembro de 2023 para 16% em dezembro de 2025. Talvez nesse momento já tá 30 de maio de 2026 já tenha caído ainda mais. Porém não é só a busca orgânica que tá caindo. Aqui é um outro dado, tá, pessoal? Eu tô trazendo dados de várias fontes diferentes. Eles não necessariamente vão ser idênticos, mas acho que é importante a gente olhar a tendência e desse dado que foi publicado no search inand e da C Interactive e demonstra que o CTR pago com AI overview cai 68% Contra 61% do CTR orgânico. Esse 61% tá muito próximo
do que a gente viu ali no dado anterior da HFS. Então, eh, o AI overview é um problema de receita publicitária pro Google também, pelo menos no nível do CTR, no nível do CPC. Eu, a gente não tem como dizer, mas porém, contudo, todavia, entretanto, eh, se alguém acha que o Google tá mal das pernas, não tá acompanhando os balanços deles. No último quarter, a venda de publicidade no Google eh cresceu 15.5%, 5%. Ou seja, com esse CTR pago caindo, com todos os questionamentos da existência do Google no futuro, a receita publicitária deles segue crescendo.
E falo para você, eh, na minha opinião, o Google tá entre as empresas, as bigtecs melhor posicionadas nas IA. Eles estão fazendo, cara, todos os movimentos certos. Eles estão atacando em todas as frentes, ganhando mercado, ganhando importância, transformando workspace, transformando as buscas, né? Então, é uma empresa que eu não tenho ações dela, mas eu confio bastante nas nas coisas que estão sendo operadas e como eles estão fazendo, como eles estão se destacando. Naturalmente eles não são uma empresa nativamente de IA como a Open EI, como a Antropic, como A Nvidia, praticamente uma empresa de A,
apesar dela ter começado há bastante tempo lá atrás, mas ela produziu, produz os GPUs que movem boa parte da IA no mundo, mas eu coloco a Google ali entre as das empresas mais bem posicionadas e os a receita publicitária deles comprova isso. O que aconteceu também nas buscas transacionais, nas buscas que t atribuição, o Google colocou mais anúncios na página, tá? Eh, então, e no ano passado, e no ano passado eu entendo que eles tinham um problema, tá? Eh, eles modificaram o layout. Vamos, vem, vem aqui pra tela, ó. Isso aqui eu pesquisei por iPhone.
Isso aqui é patrocinado. Isso daqui é patrocinado. Vem alguns resultados orgânicos e voltam os patrocinados. Google fez uma mudança de interface muito muito muito grande para eh tirar cada vez mais a percepção dos resultados patrocinados, tá? Assim, pode até ser questionável o modo como eles fizeram, porque para muitos usuários é imperceptível. Eu mesmo, às vezes, eu me pego com, eu já me peguei me confundindo onde tava cada um, porque quando você vai dando scroll, especialmente e não acho tanto desktop quanto no celular, eh Ele se confunde, tá? E e isso é um dos responsáveis pelo
crescimento publicitário. Então aqui até a gente é um pouco mais problemático entender como é que o Google vai operar essa transformação da implantação do AI mode. Indo agora para dentro dos AI overviews, a gente estava falando de CERPs que conham AI overviews. Agora a gente tá falando de dentro dos AI overviews. Os overviews, eles têm um CTR de apenas 1%. Tá? De cada 100 pessoas, uma vai clicar em algum link do AI Overview. Claro, é muito pouco, tá? Eh, é muito pouco, muito, muito, muito, muito, muito, muito pouco, mas é o mesmo padrão do chat
dept. Eh, tem outros dados ali que falam que o CTR do CHED GPT é de 1%. Então, é um pouco disso que a gente pode esperar dentro desse novo mundo. Quando a gente vai olhar de uma forma macro, o zero click, ele já representa 2/3 da busca ou 64%, praticamente 2/3, né? 2/3 precisamente seria 66,7%, mas a gente tem 2/3 ali, 64% das buscas que já não tens cliques, tá? E esse não é não é um movimento da agora, né, pessoal? Assim, eh isso começa lá em 2019, quando já era 50%. Então assim, eh eu
eu acho leviano falar da transformação do Google, de todas as coisas sem olhar o histórico, tá? Porque eh as mu todas as coisas que a gente tá Vendo vão acontecendo ao longo do tempo, não acontecem da noite pro dia, tá? Não existem coisas da noite para o dia, tá? as coisas elas vão acontecendo e vão se intensificando com todas as transformações. No Ei mode, 93% das consultas terminam sem cliques. Isso daqui é um dado da Spark Toro do Rand Fishkin. E aqui mais uma frasei falando search está evoluindo de querer individuais para conversas contínuas, ou
seja, né, muitas trocas dentro da mesma mensagem e workflows agênticos, tá? Workflows agênticos. A gente que, cara, com certeza é a palavra do do Buzz, a Buzz Word de 2026, tá? Então é o o que isso isso tá totalmente em linha com o próprio EI mode. A gente tem um problema muito grande, eu não tenho resposta para isso, já me perguntaram isso, em relação a publishers, tá? Sites de notícias, sites que vivem de conteúdo, cara, o tráfego orgânico deles tá caindo drasticamente, tá? Sites notícias caíram 26% em média nos últimos 12 meses após o AI
overview. E a gente tem alguns grandes sites como Business Insider e The Verge caindo 85%. Ah, é muito significativo. E a gente vê isso no corporativo também quando a gente vai olhar pro blog. Então o business de ser um publisher, ele tá muito prejudicado quando você mede em tráfego. Eu falo que publisher tá prejudicado. Por quê? Porque Publisher ele ainda vive de Pagevw, tá? ele também passa por esse problema de olhar o page de viw e não influência. Então, eh, aí se você vê muitos portais de notícias, sei lá, produzindo conteúdos assim que tem muita
volumetria, mas assim, baixíssima qualificação, porque faz parte do modelo de negócio. Então, cara, todos os modelos de negócio, eles vão precisar migrar da visão de clique para alguma outra visão, porque, cara, não importa um cara chegar no seu site eh, sei lá, querendo ver a tabela do Campeonato Brasileiro, se você vende uma uma chuteira, sabe? Eu acho que tá tá tá tá muito distante. Ou se você vende um iPhone, tem um um tráfego da de futebol, tá? Assim, eu tô trazendo alguns exemplos extremos, mas a gente vê bastante acontecendo isso, tá? A gente nos últimos
20 anos a gente entrou na cultura de clique, tá? E a gente vai ter que sair dessa cultura de clique porque ela não é mais sustentável. Então, não é que o SEO tenha morrido, o clique morreu. O SEO não morreu, o clique morreu. Esse daí sim a gente pode enterrar, mas eh acho que não é tão tanto bait, né? Não é tanto clickbait com perdão, trocar de falar que o click morreu. O que morreu mesmo foi o click. E a busca ela evoluiu para algo mais abrangente, algo mais estratégico. Senhoras e senhores, nós eh pessoas
normais, nós consumidores, continuamos com demandas de produtos e serviços. Isso não vai mudar. Se continuamos com demandas de produtos e serviços, alguém vai ter que gerar essa oferta. E essa oferta vai acontecer agora de uma forma diferente, em uma interface completamente diferente. Por isso, na minha opinião, é crucial a gente eh reempacotar como a o SEO é feito como SO é entendido porque vai ser muito mais sobre as respostas do que sobre os cliqus, tá? Aí a gente vai ver isso mais no módulo de crescimento orgânico. Aqui eu trago alguns dados sobre o a a
migração paraa IA. Então a gente tem uma adoção massiva ali nos Estados Unidos. Então 37% dos consumidores eh começam a busca por IA. 34% dos adultos americanos já usaram cheg. Cara, no no Brasil esse dado é muito maior e 40% da JNZ utiliza diariamente o chat GPT. E aí engana-se quem pensa que as buscas diminuíram, elas não diminuíram. E por buscas eu quero falar de interfaces tradicionais e até no nível do domínio, tá? Tinha assim uma expectativa que as Buscas no Google cairiam a e outros buscadores, mas que eles são irrelevantes e as IA iriam
comendo uma fatia dessas buscas. Mas o que a gente vê nesse dado aqui é na verdade que o search endness estão estáveis e você a gente tem um crescimento das e as generativas onde quase 50% das buscas nesse dado, principalmente vai ter vários dados assim que, né, a gente precisa confrontar, entender a metodologia de cada um deles. É já de IA generativa, eh quando a gente vai para as IAS generativas, né? E aqui os dados, pessoal, eles excluem o o AI overview. Eu acho que esse daqui acho que é é é é o grande erro,
tá? Acho que a gente tem que incluir AI overview em busca generativa. Quando a gente não inclui AI overview, a gente tá mascarando o problema, tá? Sem o AI overview, a parcela de A vai ser muito mais baixa, mas com AI overview ela é bastante alta. Até na ferramenta AIRX que a gente lançou, eh, a gente monitora a presença da marca no Chatpt, no Gemini e no AI overview. E a gente trata dentro da mesma categoria. Se a gente for pensar em volume, a volumetria do AI overview, ela talvez seja até muito maior. Talvez não,
ela é muito maior do que o do chatt. Claro que a gente teria que olhar para cada tipo de querer e tal, a gente não tem esse dado, mas no overview ela é maior. Ah, tráfego Das principais LLMs. Eh Voltamos, pessoal. Nó não vão me calar, não vão me calar do que eu tô falando aqui. A gente inventou de fazer essa transmissão usando a tecnologia do YouTube. Tivemos alguns problemas técnicos aqui, o pessoal da produção mandando muito bem, já resolveu. Mas é assim, pessoal, eventual ao vivo passa por isso. Daí vamos voltar aqui. Eh, tinha
perguntado no chat até onde a gente tinha ido, sou eu lá no chat mesmo, tá, pessoal? Eh, então a gente tinha parado nesse slide, foi aqui que travou, eu vou recapitulá-lo, mas basicamente trazer de que quando a gente olha só excluindo google.com, tá? E como eu falei, na minha opinião, a gente não deveria separar mais o Google da, Opa, pera aí, eu tô tendo retorno aqui. A gente não deveria mais separar o Google. Eu fico aqui acompanhando os comentários com vocês. Eh, d da do chat deptini, até porque 48% das buscas do Google no dado
aquela pesquisa, talvez hoje já seja mais, já tem AI overview e AI overview é uma interface generativa, tá? Mas quando a gente olha só pros players nativamente generativos, o chat GPT tem 5. O Gemini 1.1 bilhão, Clou 157 milhões e o Perplexity 45 milhões. Esses dados são de 2025, muda muito, mas acho que a Grande surpresa das IAS é o Gemini. O Google, como eu falei em outro momento, eh, tô falando bem de você também, Google, tá? Eu trago, tô trazendo as contradições, tô trazendo todos os pontos. Eh, o Google foi muito assertivo, tem sido
muito assertivo, ele tá transformando a busca, mas ele também lançou um concorrente direto do Chat GPT. E, cara, ele já tem eh e e 1/6 do tráfego do Shad GPT, tá? Eh, então o Google tem apostado em todas as possibilidades do search dele morrer e o Gemini poder ocupar esse lugar ou do do search do Google simplesmente continuar. Eh, quem me acompanha mais tempo sabe que eu falei eh há há um ano atrás eu falava isso que tinha boas chances do Chat GPT ultrapassar o Google e na época eu achava que tinha sim eh porque
tava se desenhando um cenário bastante diferente. O que aconteceu nesse período foi que o Google foi muito assertivo em relação a todas as tomadas de decisão que eles tiveram. Enquanto a Open Ei, ela meteu as mãos pelos pés, ela se confundiu muito, ela parou de evoluir enquanto assistente de IA e ela perdeu o espaço no mundo corporativo. Então a gente tem o crescimento ali, o Cloud, embora tenha uma volumetria de tráfego menor, é uma empresa que no mês atual, maio de 2026, já ultrapassou o faturamento da UPNI. Então, a Opna ela passou por muitas crises
internas, o que Num momento como esse prejudica totalmente o produto delas. Ela ela tá retomando, ela tá com foco, acredito eu, que muito mais no corporativo, embora esteja lançando plataforma de anúncios, etc., Mas ela tá olhando pro mercado corporativo, que é onde tá a maior grana da IA que a PIC tá tomando. Então é importante também a gente olhar esses bastidores ali do do mercado para entender para onde as coisas estão indo. Então vem a grande pergunta: o que muda no SEO daqui pra frente? A busca. Anotem isso, pessoal. Essa daqui é o conceito mais
importante desse curso, tá? Esse é o conceito mais importante desse curso, porque desse conceito todas as outras coisas derivam. Se isso daqui tiver errado, boa parte das coisas estão erradas. E essa daqui não é uma afirmação, ã, que seja consenso no mercado, tá? A busca deixou de ser superfície para o usuário, virou uma superfície para as LLMs. Os mecanismos de busca, tal como a gente os conhece, os humanos cada vez menos vão interagir com eles e as IAs cada vez mais vão interagir. Vai chegar em algum momento em que, cara, só uma pequena parcela das
pessoas ou das buscas, a pessoa vai digitar e pesquisar links, talvez quando a IA não funcionar, né? em em momentos assim, eu mesmo para encontrar esse estúdio que eu tô gravando aqui, eu pesquisei no Google, fui nos links orgânicos, eu fiz questão de entrar em cada um porque eu entendia que ali eu ia ter um pouco mais de agilidade, né? a gente programou esse Curso um pouco em cima da hora e eu já tinha gravado aqui no no estúdio um podcast, então eu reconheci eles e aí eh optamos aqui. Então, mas para mim mesmo essa
busca tradicional já é uma parcela muito pequena, tá? Eu, poxa, cada vez mais eu faço a busca generativa. Eu uso bastante o AI overview porque eu acho muito prático quando você faz uma pergunta lá, eh, e ele já traz a resposta sem eu ter que, cara, abrir o, sei lá, o aplicativo do Cloud, né? Eu uso muito mais o Cloud enquanto e a pura, eh, do que qualquer outra. Então, a busca deixa de ser uma superfície para o usuário e torna-se uma superfície paraas LLMs. O ser humano pesquisa cada vez menos. Quem pesquisa agora é
o agente de inteligência artificial e ele consulta os motores no seu lugar. O Google sabe disso, está reorganizando o produto inteiro deles, o ecossistema de busca todo para servir agentes. E quem otimizar para o velho usuário ou pro velho comportamento, tá otimizando para um público que está sumindo. Cara, em pouco tempo toda a busca vai se tornar agêntica, tá? Já é a maioria, tá? Eu quero reforçar isso. A maior parte das buscas já é de a generativa. Não, eu não tô falando de futurologia aqui. Tô trazendo dado, tá? Um dado até, eu estimo eu, que
bem conservador de que 52% das buscas sejam com generativa, tá? Esse número tende a ser muito maior. Isso é dado do Brasil, tá? Um dado do Brasil. Eh, e os search engends, eles vão continuar existindo, tá? Então assim, a dicotomia do mercado falando: "Não, o search engine não vai morrer. Ah, não, a IA vai matar o search engine". Cara, balela, tá? Simplesmente que a gente tem search engine continua com uma camada e agora a gente tem uma camada por cima que é LLM. É simples assim, tá? É simples. Eh, quando a gente tá no EIVW,
tem um LLM tá gerando resposta pra gente e a quando a gente tá em qualquer assistente de a tá se gerando ali. A gente poderia ir um pouco mais longe, isso não é tão oficial assim, mas cara, quem garante que nos próprios resultados de links a gente já não tem modelos generativos trabalhando ali dentro? E quando a gente tem modelos generativos trabalhando dentro, vou para esse essa câmera aqui, pessoal, quando a gente tem modelos generativos trabalhando dentro de resultados de links, a gente já passa a ter uma influência do modelo da IA na preferência das
marcas, tá? Porque a gente vai ter um, eu vou falar sobre branding semântico, para mim é um dos tópicos mais importantes dentro do GO que vão influenciar. Você quer ir mais longe? Ah, as redes sociais elas vão ser determinadas pelas IA generativas, tá? Então a gente tem que dominar a IAV. O SO eh, a gente não sabe para onde ele vai exatamente, mas uma parte dos conhecimentos, das competências que a gente tem em SEO, talvez sejam as mais importantes em todas as coisas de A, porque a IA vai estar buscando respostas O tempo todo pras
pessoas, tá? ela vai estar buscando resposta o tempo todo e a gente vai ter que fazer com que a nossa marca seja resposta. O S ele não tá diminuindo, ele tá expandindo e crescendo para uma coisa muito mais estratégica. E antes era assim, a gente tinha usuário, isso aqui é só para consolidar o que a gente viu aqui, a gente tinha um usuário que fazia uma busca, navegava no site, comprava, realizava uma ação, virava um elit. Agora a gente tem um usuário que consome um agente, esse agente busca por ele, tá? E quando ele está
muito próximo do momento de comprar, ele entra no site, às vezes passando pela busca, digitando a marca e compra, tá? Então, a gente tem uma diminuição da jornada dentro do site, tá? A gente tem uma tem uma diminuição ali dentro, tá? E a gente tem essa mudança, pessoal. Repara, eh, não é sobre a deixou de ser Ai, agora é B. Repara que, na verdade, só se torna mais complexo. Só se torna mais complexo. O mundo é cada vez mais complexo, tá? Eh, e não é sobre substituição, é sobre e eh expansão, tá? Eu eu não
quero matar o SO clássico, tá? Quero dizer que a era do SO clássico acabou e a gente agora tá na era do G do SO de first, tá? Mas o fundamento continua o mesmo porque os fundamentos, né, do search engine continua os mesmos, porque as IAS vão Continuar consumindo eles. E aqui os agentes, eles vão fazer quase tudo pelo usuário. Então isso aqui é da do comunicado do Google. Eh, vai ter information agents, você vai ter agentes, né, proprietários seus do seu jeito, que, cara, vão ficar rodando 24 horas por dia. Isso aqui um pouco
o open, né? Só que o Google, ele quer democratizar o Open Cla. Open Claver, cara, tem que comprar um VPS, comprar um Mac Mini, instalar em algum lugar. O Google vai querer entregar tudo isso aqui para você. tem um padrão do Universal Commerce Protocol que no começo do ano, por conta da NRF bombou bastante. Acho problemático isso daqui, eu vou trazer por e eh a gente vai ter o Diner e UI, onde as respostas vão sendo geradas pelo próprio pelo próprio agente, né, cara. São os artefatos que a gente já tá cansado de ver ali
no cloud, etc. Quando a gente fala de os agentes realizarem uma compra, cara, tenta convencer quem quem quem de vocês aqui daria o seu cartão de crédito pro chat GPT, pro Gemini, pro C pode falar, ó, pode comprar para mim, né? Quem garante que ele não vai comprar, eu acho que nem vai, tá, comprar uma coisa eh eh eh indevida, tá? Talvez ele compre. as pessoas não têm uma confiança dentro disso. A a há 10 anos também o Google queria parar de mandar esse pessoal, por isso que eu gosto de falar, os os movimentos eles
não são novos, tá? Há 10 anos atrás o Google tentou lançar uma interface onde a pessoa eh eh clicava e comprava dentro do próprio search engine, só que as pessoas não tinham confiança, as pessoas não queriam dar o cartão pro Google porque era estranho, Né? Eu dou o cartão para quem tá para quem eu tô vendendo, não tô de quem eu tô comprando, não tô comprando do Google, tá? E o Universal Commerce Protocol, na minha opinião, ele repete esse problema, tá? Porque, cara, pensa, os usuários mais velhos, mais conservadores, menos early adopters, cara, eles não
vão confiar, tá, em em dar o seu cartão. Eu já eu fiz essa pergunta quando eu tava palestrando no VTEX Day com early adopters, profissionais de marketing e cara, pouquíssimas pessoas levantaram a mão, tá? Então a gente tem que separar também o que é movimento real do que é hype, tá? O Universal Comics Protocol para mim nesse momento é hype, talvez daqui a 5, 10 anos possa acontecer, mas não é uma coisa que você deveria se preocupar tanto. que o Google está deixando de Solo Pessoal, estamos de volta. Depois de alguns erros técnicos, técnicos aqui,
teve um problema de energia aqui, foi derrubada uma placa de vídeo. Eh, mas estamos aqui. Eh, tenho o compromisso de passar todo o conteúdo para vocês e se aqui falhar, não, nem que eu faça pelo 5G, nem que eu faça pelo celular, vou passar tudo para vocês, porque eu tenho muita coisa para trazer para vocês ainda. Eh, aqui a gente, então vamos retomar, tá? Depois o almoço nosso vai ter que ser mais curto, pessoal. Mas voltando aqui, então o Google está deixando de ser um intermediário de tráfego e Virando um assistente para usuário, respondendo até
uma pergunta aqui no chat que uma discussão que tava tendo, tá? Mas aí como é que vai ficar? Eu já vi isso de de clientes do mercado. Acho que uma pergunta muito relevante. Ah, não, porque eu ia lá, fazia conteúdo, o Google me premiava, me pagava com um clique e agora não vai mais ter isso. E como vão ficar os publishers? Eu já trouxe dados de publishers, cara. É, é, é uma situação muito difícil. É uma situação muito difícil você apegar o passado de cliquis, tá? É, ou você assim, não considera mais esse clique genérico.
O que a gente vai ter naturalmente, porque o o search endn a Ia, ela tem a sessão. Então, você vai ter que trabalhar para gerar uma sessão direta para você. E essa sessão direta você vai ter que vender, se você é um publisher, como tendo mais valor ou você vai ter ter que encontrar novas formas de monetização, porque os cliques eles vão ficar mais escassos, vai estar mais dentro de uma interface. Então não existe uma resposta simples, talvez com grandes veículos e até já existe um acordo da Open AI com o New York Times, salvo
engano, de licenciar o conteúdo para base de treinamento. Mas assim, eh isso daí, cara, vão ser poucos que vão ter acesso a isso. Acho que também tem no Brasil uma parceria da Folha de São Paulo com a Open Ai, tá? Mas assim, esse é o modelo velho, pessoal. Clique é o modelo velho, tá? Não, não adianta mais pensar em clique. E aí vem mais um ponto que simplesmente rankear dentro Das IAs não garante ser citado nas IA, desculpas, ranquear nos mecanismos de busca não garante ser citado pelas IAS ou pelo AI overview. Só 17% das
citações do AI Overview vem de páginas no top 10 orgânico daquele próprio termo que é pesquisado. 40% das páginas top 10 não são citadas no EIV da própria query que ranqueiam. A correlação entre rankeamento e citação está caindo bastante, tá? Eh, pelo menos dentro daquela query, né? Então assim, esse é mais um movimento, esse é mais um movimento para mostrar e falar dessa mudança da interface do usuário, né, de como as coisas estão se transformando. Porque o grande ponto é que a gente tem uma nova interface, tá? A gente tem um novo comportamento do usuário
e a gente vai ter que lidar com isso daí. E, portanto, a gente precisa de algo completamente diferente. Não adianta ficar naquela, faz conteúdo, consegue backlink. Eh, e qual é a posição que a gente tá ranqueando? Conteúdo, backlink, posição. Cara, esquece isso daí. Não é mais isso daí. Talvez ainda funcione, né? Porque a gente ainda tem metade das coisas funcionando do modo antigo, tá? Mas isso daí tá se deteriorando e tá se tornando mais complexo, como eu gosto de falar. E a gente tem que se preparar pro próximo passo. Então, a gente precisa reconfigurar o
SO em torno de um sistema operacional que envolve marcas. A importância da marca é muito grande, a gente vai ver dados, agentes de A e geração de receita com foco em crescimento orgânico, tá? A gente Precisa pivotar o SO para parar de olhar cliques. A gente sabe que a maior parte do mercado mensura cliques e visitas, tá? Tem a, enfim, tem toda uma questão que leva isso daí, mas a gente tem que começar a olhar para crescimento orgânico, o que é muito mais difícil. que tinha umas perguntas aqui no no no chat sobre isso aqui.
Vou trazer alguns caminhos ali que a gente tá visualizando, que a gente tá implementando. Para resumir essa primeira parte aqui, a tendência é de cliques eh sem e e é de buscas sem cliques, né? tendência de cliques aí para zero. É claro que nunca vai chegar a zero, mas a tendência é essa. O mercado, o mecanismo de busca não vai morrer, ao contrário do que algumas pessoas, alguns profetas do apocalipse têm falado, mas os usuários vão migrar para as IAS, eles já migraram, tá? A gente tem que entender que a superfície de uma resposta de
busca com AI overview já é IA, já é generativa. E os search eng continuam fundamentais, mas eles vão ser ferramentas das IAS, tá? Aqui a gente vai terminando esse bloco introdut introdutório. Lembrando para vocês que a gente vai lançar ainda hoje a nossa ferramenta de SHF search, Authority Matrics, as skills do cloud Code, que são Open Seurce e gratuitas, a análise do branding semântico, que é fundamental NGO, e um plugin de WordPress para melhorar a indexação dos agentes. Antes de ir, deixa eu ver se tem algumas dúvidas aqui. É, deixa eu pegar aqui. Opa, vamos
lá. Eu vou ser mais suscinto aqui também, tá? Eh, ô, cadê o Ricardo pergunta: "A, a receita publicitária do Google crescendo não é sinal de que o mercado ainda está apelando para colocar mais dinheiro em mídia paga na tentativa de recuperar cliques perdidos de overview?" Cara, faz total sentido. Eu não tinha pensado nisso, mas eu acho que é é é um ótimo ponto. Eh, para mim, Ricardo ainda fala, nosso cliente, que a estratégia de GO será fundamental na jornada de descoberta e consideração do usuário. Mas e a hora do clique da compra? Vai ter mais
relevância o direct, o page search? Cara, a gente, eu acho que o Google ele não vai matar tão cedo o last click do do pago, porque é ali que ele prova valor de retorno de mídia. Mas ao mesmo tempo alguma coisa vai acontecer dentro do do mercado em que vai ter uma reconfiguração disso daí. Porque, cara, só assim, acho que as pessoas vão começar a questionar só ele tá gerando e por que ele tá gerando, né? Então assim, é uma discussão que já existe no mercado, que na minha opinião ela vai se intensificar. Eh, sendo
assim, Diego, sendo assim o design de interface morrerá também. Não sei se você tá falando da do do do da Profissão do UI designer, que acho que pelo contrário, acho que cara, eu acho que todas as grandes competências vão ficar importantes, entendeu? Pessoas boas que saibam fazer vão ficar boas. Eu tenho trabalhado muito com IA e eu vejo como às vezes faz falta um um um profissional de UI, né? Então, eh, o que a gente vai ter é que as pessoas vão continuar fazendo coisas, mas elas vão fazer coisas muito mais escaláveis. Eh, você mostrou
que aumentou a página de venda de produtos quando pesquisou por iPhone e quanto a serviço. Eh, enfim, aqui, cara, eu acho que a gente vai ter que olhar para cada um dos casos, ter dados específicos para cada um dos casos. Podemos dizer que vamos ter uma camada eh base muito bem construída de SO com uma estrutura voltada para GO. Eu acho que a gente ter que trabalhar das duas formas. Eu, assim, a gente tem uma metodologia, tá? Eu quero apresentar para vocês essa metodologia aqui, que não é sobre exclusão, mas sobre como trabalhar cada uma
das etapas, a importância de cada uma delas. Eh, a gente não vai matar as visualizações de dados. Teve uma outra pergunta ao longo do chat que perguntava como é que vão ficar os dados disso. A gente vai trazer isso tudo, pessoal. Então, a gente tem muito conteúdo até até o final do dia, tá? A gente lembrando que vai ter uma pausa ali para almoço por volta do meio-dia, quando a gente concluir alguma parte aqui. E aí a gente vai deve voltar ali em uma horinha. Tava programado 2 horas de almoço, mas pelos devido aos problemas
técnicos, vamos reduzir este tempo. E agora, pessoal, falar do que é mais Importante, tá? A gente viu a mudança do cenário e agora a gente tem que pensar como as empresas usam isso daí para crescer, tá? como se cresce, como é que é o growth dentro desse cenário, como é que é o organic growth dentro desse cenário. O grande ponto que eu já anunciei é que o proxy do SO clássico está colapsando, que são os cliques. Então, olhar relação posição, cliques, conversão, sempre foi a forma histórica de se olhar. Ainda se olha dessa forma, mas
ela tá se deteriorando, tá? Eh, a gente, né, vai olhando cada vez mais paraa conversão, vai encontrando cada vez mais microconversões no que existe de tráfego ainda, mas eh o o a exibição não garante a visita e a visita não garante atribuição, porque como o Ricardo tava falando, vai ter uma grande descoberta dentro do Dio, dentro da IA generativa. Aí o cara depois vai lá e vai pesquisar pela marca, vai clicar e geralmente vai clicar no anúncio porque o Google configura tudo para ah o anúncio levar a atribuição, tá? E mas aí vai ter essa
outra descoberta, né? E aí a gente, nós como departamento de marketing, nós como profissionais de marketing, de growth, vamos ter que reconfigurar isso. Daí se a empresa continuar acreditando só em L Click, cara, ela só vai pagar mais pro Google e vai uma hora parar de vender, porque a demanda pela marca dela vai sumir, tá? Eh, então as empresas que não moverem no médio prazo vão estar quebradas, né? Eu eu vou eu vou trazer um uma metodologia que fala de Sheriff Voice aqui é que vai ajudar bastante e São alguns caminhos. Pessoal, eu não tenho
todas essas respostas aqui, eu tenho todas as perguntas, tenho vários princípios, tenho várias coisas que já transformamos em uma metodologia, mas a gente tá no meio da transformação. Então, muitas coisas vão mudar ao longo do tempo e a gente tem que abraçar essa essa mudança. E é isso que eu quero trazer para vocês. Quando a gente fala de left click, ele sempre foi uma simplificação útil, tá? Eh, há 10 anos ele já é problemático, pessoal. Há 10 anos ele já é problemático. Ah, um dos principais cases da minha carreira da Growth Supplements, ajudei a construir
a marca lá no início, né? Ela já já tinha uma relevância ali com o Edu, com o Fernando, os fundadores da Grove. E a gente ali entendeu, eu trouxe que pra marca crescer, a gente precisava aumentar as buscas por ela, tá? Foi isso que a gente usou. como um grande proxy de todas as ações de marketing growth que eram feitas, entender como é que era o impacto nas buscas pela marca. E aí ela saiu de ter, sei lá, 20% das buscas do principal concorrente na época para hoje ter 400% mais buscas que esse mesmo player
hoje, tá? Eh, então esse e é isso que eu quero trazer. A gente não está falando de coisas novas, totalmente novas. Tem coisas que são novas, mas tem coisas que vem acontecendo ao longo do tempo, tá? Que vem acontecendo ao longo do tempo, porque a decisão de compra, a influência principal de compra e o canal de aquisição, cara, quando a gente tá no mercado corporativo, ele é muito diferente, tá? Eu vejo que anúncios às vezes funcionam bem eh e e com ofertas diretas ali no no Instagram para infoprodutos, mas quando você sai daquele universo, quando
você vai paraas empresas físicas e tal, cara, não é todo um ecossistema de coisas que fazem as pessoas escolherem uma marca, um produto que vai est muito mais baseado na reputação da marca. Então o desafio que a gente tem no mercado é transformar reputação em métrica de growth. Tá? E e esse é o desafio clássico que se tem. O Martin New Meer, um dos principais teóricos de de branding, ele tem um livro chamado, acho que é The Brand Gap, em que ele fala que o o o gap da marca, assim, todo mundo sabe que uma
marca forte vem demais, mas ninguém consegue provar. E eu acho muito interessante que no livro dele, ele tenta trazer os argumentos ali e na minha opinião isso ele não não é convincente, entendeu? No no no nos argumentos que ele traz. Então assim, é muito difícil, não tô falando que seja fácil, tá? Mas hoje eu acho que a gente em relação a quando foi escrito o The Brand Gap, a gente hoje tem muito mais ferramentas, tá? Eu vou trazer algumas dessas ferramentas para vocês, ferramentas que eu aplico na conversion, que a gente aplica com clientes e
que Vão se validando. Mas a gente sai de um cenário e onde tudo parece muito simples. Ah, quanto eu gastei em cada canal, quanto eu vendi, eu tenho ruas e pronto, né? Faço orçamento de marketing assim para um trabalho de arquitetura, tá? E isso tem que mexer em todas as estruturas da empresa. Isso não é fácil, tá? Para mim, o maior difícil, maior desafio é mudar as organizações, tá? Poxa, porque o CMO ele tá acostumado a ter uma conversa com Cfou que ele vai lá e fala: "Ó, tô gastando tanto em Google, tanto em SEO,
tanto em TV e tá retornando isso em cada um dos canais. Então, sei lá, aumenta isso, diminui aquilo, tá? Então assim, então as empresas estão organizadas, mas quando a gente vai pra realidade, tá? Quando a gente vai abrir a conta de Google Ads, eu durante muito tempo fazia isso pelo Google Analytics, eu sempre via um padrão 80 a 90%, isso tá mais próximo de 90%, eu tô falando de médias e grandes empresas, tá? Eh, essa é a amostragem que eu trabalho mais, é um pouco envesado, mas eh é o grosso assim do do do mercado.
80 90% das vendas ou das conversões mais qualificadas vinham de tráfego de marca. A volumetria de outras coisas era muito grande, mas a conversão vem de tráfego de marca. Isso era possível olhar no Google Analytics quando você ia dentro de campanhas e e via o o o os termos de pesquisa. Eh, eu comecei a falar disso em 2023. Eu, salvo engando, eu falei disso no evento do Cotler, evento global que eu palestrei. Eh, e curiosamente e esse dado ou tá escondido, tá? E tá mais difícil de ter acesso ou simplesmente o Google parou de fornecer,
tá? Porque é um dado que, cara, fala, beleza, às vezes eu preciso comprar o branded term, tá? Eu não sou eh eh eh contrário totalmente, né? Mas eu acho que você tem que dar os pesos corretos a cada uma das coisas. Às vezes eu preciso comprar para meu concorrente não comprar. No Brasil existem caminhos jurídicos para você impedir que alguém compre. Existem soluções de mercado como a a a Brandi, que monitora e impede ou tenta impedir a compra. Mas para mim acho que é uma grande questão de entender a arquitetura dos canais e como que
tá cada um tá gerando impacto, tá? Eu vou trazer alguns alguns caminhos para isso. Eh, e como eu falei, isso não é um problema novo, mas a descoberta agora sem cliques, ela torna essa camada, esse meio e topo do funil invisível. Eh, aparecendo overview, no chat EPT, em social, em indicação, em conteúdo, tudo isso produz marca. Tudo isso influencia as pessoas se você está conversando com as pessoas corretas, tá? Você tem que perguntar: "Poxa, a minha rede social, será que eu tô falando com as pessoas corretas, com as pessoas que compram de mim? Se você
não tá, a contribuição é zero, né? Será que eu estou aparecendo nos termos que influenciam decisões de compra? Eh, se eu estou tenho uma influência, mas se eu também apareço onde não é importante, cara, né? Não, não, não, não, você não tá contribuindo Em nada, tá? Eh, e todas essas coisas não aparecem no left click, né? O analytics vai mostrar a conversão veio do canal orgânico, eh, né? A gente consegue ver, cara, a gente nem consegue ver direito mais da marca, tá? Eh, aqui a gente passou, eu passei muito por isso, a partir de 2021,
mais ou menos, quando comecei a produzir conteúdo no LinkedIn, especialmente a partir de 2023, quando meu perfil efetivamente explodiu, eu olhava, falava: "Caramba, eu tô com muitos views, eh, sou perfil número três no Brasil, né, que isso é da FAV com esse dado, acredito que é medido por meio de alcance". Então eu tenho ali eh 1 milhão, 1 milhão e meio de impressões por mês. Acho que eu já chego a bater 5, 6 milhões. Hoje tá mais contido, mas ele meu meu perfil ainda continua ali no top três. E eu me perguntava, tá, mas o
que que tá gerando de resultado? Tá, o que que tá gerando de resultado? Isso tá contribuindo ou não tá? E ali no nesse mercado B2B por volta de 2022, eh, eu esqueci o nome do cara, é um, um um um cara e começou a falar muito de Dark Funnel, né? O o funil preto, o funil escuro, que é aquele funil que era invisível, aquelas coisas que aconteciam que eram invisíveis. E acho que ele conseguiu influenciar razoavelmente bem o mercado B2B em entender que ah, o que acontecia no LinkedIn, até o que acontecia insert e não
gerava atribuição de left click, não gerava conversão de left click, tá? Eh, E o que que é esse dark funnel? É tudo que influencia a venda que não aparece no Analytics, tá? E isso daí afetava principalmente redes sociais e coisas offline, um evento, ah, um boca a boca, alguém que recomendou o seu produto. Mas a a no search, eu já falava, eu já falo disso há bastante tempo, no search impactava também, porque a gente, cara, precisava gerar tráfego e para apresentar a minha marca, né, por meio de conteúdo, para gerar autoridade e depois ia gerar.
E o mercado tinha um um certo consenso assim, beleza, gera o tráfego e tal, então tem conceitualmente tem alguma importância. Eu vou medir o SEO a partir de cliques, principalmente, eh, vou penalizando porque ele não gera o L click e vou premiando o Google, até porque o Google consegue e gerar algumas alguns tipos de pressões econômicas pelos resultados das empresas, porque efetivamente pode mexer muito o ponteiro, alguns erros, tá? E então esse conceito era aplicado principalmente em redes sociais. Só que agora as as IA generativas entregam resposta sem clique, tá? Eh, só que é o
que que a gente precisa, então, tá? A gente vai precisar perguntar pras pessoas, a gente vai precisar perguntar pras pessoas como elas conheceram a sua marca, tá? Eh, eu às vezes ten um pessoal, sei lá, uma vez acho que um consultório médico, né? tava, mandei mensagem e tal, a primeira coisa que ele perguntou, como você não se conheceu? Eu Pensei: "Poxa, autoatribuição, self attribution", né? Eh, ali para ele era muito claro que ele não que as que o site não participava em quase nada da venda dele. Então, esse profissional de saúde, ele já tinha uma
metodologia, né, talvez intuitiva, que eu, né, vou vou apresentar aqui e que eu já tenho falado bastante tempo no mercado. Pessoal, quem me acompanha sabe que eu já falo há bastante tempo disso. Então, o que eu quero trazer aqui, como eu tô falando, não é não é hype, tá? trazer consistências de coisas que eu tenho falado nos últimos 10 anos e que estão se tornando cada vez mais importantes. Eh, a autoatribuição. O que que é autoatribuição? É simplesmente você perguntar pro seu cliente como ele te conheceu, tá? Você poderia ir mais fundo e perguntar porque
que ele decidiu escolher a sua marca. E aí, baseado nesses lugares de descoberta, você vai intensificar a sua presença, criando correlação entre certos indicadores e certos resultados, porque a relação causal ela fica menos óbvia, mas não quer dizer que ela deixe de existir, né? A gente basicamente tem que sair da ferramenta do Google Analytics, tá? Eu não tô falando para parar de usar o Google Analytics, tá? Usar o Google Analytics para o que ele é útil. Quando a pessoa chegou no seu site, tem que entender todo o comportamento do cara lá dentro. Então o analytics
é muito importante para isso. Na minha opinião, o Analytics é uma ferramenta operacional, não é uma ferramenta estratégica, tá? É muito importante Enquanto ferramenta operacional, mas não é uma ferramenta de tomada de decisão de budget da empresa, tá? Porque o que gera o resultado efetivamente é a marca em 90% das conversões e a gente tem que olhar para o que vai gerar, né? O que que tá gerando mais marca para mim? Na conversion, olha aqui na tela, a gente tem aqui, ah, no nosso site, a gente, como você ouviu falar sobre a conversion, a gente
pergunta isso há bastante tempo. Isso nos diz como como foi a descoberta e onde a gente tem que investir para se tornar mais conhecido. Depois a gente olha e e aí o o e esse é o topo do funil, pessoal. O meio do funil, ele é para mim, a parte mais complexa de todas, porque, cara, isso é muito fácil de você implementar, tá? Você realizar algumas pesquisas. Eh, o mais difícil não é a implementação disso aqui, porque, cara, é uma perguntinha num formulário. Ah, poxa, não quero colocar no formulário porque vai prejudicar a conversão. Beleza?
Eh, se você tem amostragem, manda para toda a sua base que converteu no período, oferece um cupom de desconto na próxima compra. Você até gera recompra perguntando como conheceu e aproveita e faz outras perguntas. Então, a gente precisa eh passar a fazer mais eh pesquisas. A a Guta do Purple Matrix durante muito tempo falava bastante dizer que eu acho que é um ponto bastante interessante, né? Então a gente tem um Analytics, mas a gente precisa fazer mais pesquisa, né, do nosso consumidor, tá? Porque mais uma vez o Analytics é o fundo do funil é só
uma ponta de todo do iceberg, tá? Eh, aí vem o ponto, o auto atribuição, ela só traz o resultado final. A gente precisa entender o como. Eu sei, beleza. Ah, o cara veio, clicou no anúncio, mas eu entendi que ele me descobriu na rede social, me descobriu no chat GPT, me descobriu pesquisando no Google, mas e ele converteu ali no anúncio, às vezes converteu no anúncio do Instagram, tá? Porque o Instagram também não é bobo, ele exibe o tráfego para quem tem mais probabilidade de comprar. Às vezes a pessoa já ia comprar e viu o
anúncio e comprou. É o o meta vai falar: "Ah, eu sou responsável pela venda". Não, cara, o cara já ia comprar. Ele, né? Ele não é bobo. Ele vai entregar o anúncio para quem ele acha que vai comprar. Às vezes ele vai gerar uma venda que não ocorreria, tá? Não tô falando que não não aconteça, é óbvio que acontece, mas você tem que pensar em lift, então você tem que pensar o que que de fato é incremental. Só que, cara, é muito difícil medir isso, tá? É muito difícil. E eu entendi que não existe um
size fitall, não existe uma resposta para todas as empresas. A gente precisa discutir com Cemol, que vai discutir com outros levels como que é a forma de mensuração, tá? E todo mundo precisa estar comprado nisso. E quando sai da atribuição L click, cara, a atribuição L Click cabe numa planilha, né? Coluna, canal, custo, venda, linha cada canal, né? E aí os canais que t pouca atribuição, por exemplo, pensa em social, né? Ah, o SEMO ele faz algum pit, né? Traz alguma coisa lá para justificar, mas vai ter uma parcela menor. Eu já vi caso em
que o YouTube era um dos principais canais de descoberta da empresa para um certo produto e não tinha um investimento Compatível com aquilo. Então é muito comum isso daí, tá? Eh, depois a empresa, né, entendeu a importância disso daí e passou a tratar diferente a partir desses dados. Eh, mas não é fácil, pessoal. Não tô querendo trazer aqui uma resposta fácil, mas eu quero trazer alguns caminhos que t mais confiança e mais probabilidade. Vocês podem fazendo perguntas, tá? Ao final do do módulo aqui, eu vou responder as perguntas. Você pode ir mandando o time aqui,
ele vai pegando as perguntas, vai colocando num documento que aí depois eu abro e vou respondendo ao final. E tem um conceito chamado Shai of Voice. Acho que todo mundo já ouviu falar sobre esse conceito. Tá presente em, cara, todas as ferramentas do sem Rush a a ferramentas de monitoramento de social e tal. É uma métrica que ela é muito interessante porque mostra a competitividade, mas é uma métrica que acabou sobre muitos aspectos se tornando uma métrica de vaidade, tá? Por exemplo, eu já vi o Sheriff Voice, por exemplo, sei lá, na época do Facebook,
ah, eu tenho tantos seguidores e, né, sou a marca com mais seguidores no Brasil. era, né, puramente tinha uma métrica de vaidade e se estimava o o a voz, o share of voice a partir dos seguidores, ou sei lá, nem que seja por impressões, mas também não tá falando das impressões eh qualificadas, né? Eh, às vezes, né, sei Lá, você faz uma comparação do Sherf Voice, do tráfego, né? Eh, aí você eh eh se compara com um cara que eventualmente tá pegando um tráfego que é desqualificado ou o seu site tem a volumetria boa, mas
tem o a parte desqualificado. Então, assim, é muito sensível conseguir chegar a as métricas que correspondam a isso daí. Só que as métricas do Sherf Voice elas vão começar a fazer sentido a partir do momento da autoattribuição, porque você entendendo, ah, beleza, entendo que as as LLM são responsáveis por 20% das minhas vendas. Elas sendo responsáveis 20% das minhas vendas, eu tenho que entender como eu vou estar presente lá. Eu já não tenho a ferramenta clique para medir. Então eu eu vou ter que olhar paraas métricas disponíveis que eu tenho ali. E é nesse momento
que eu vou eu defendo a questão da do Share of Voice, tá? Ah, o Share of Voice é uma métrica da velha publicidade, não é uma métrica nova, é uma métrica antiga, mas não antiquada, tá? Eh, ela foi criada assim, o que que é SH voice? Primeiro, ela é basicamente a participação de uma marca em uma mídia, tá? em uma mídia, ela surge nos anos 60 medindo o investimento. Então, Eh, baseado em interfaces que aparecia na época na TV, no rádio, tal, qual que é o percentual de visibilidade que essa marca tem em relação a
todo mundo e se media isso mais pelo custo estimado da mídia. Então, poxa, a a a verba para aparecer no Jornal Nacional, que sempre foi um dos espaços mais caros do Brasil, era de tanto. Então, se estimava dessa forma. E o mais interessante é que se encontrava uma correlação entre Sher of Voice de gastos de mídia com market share, tá? Eh, esse conceito inicialmente ele vai formalizado pelo James Peck da News e nos anos 60. Então, cara, a gente tá falando 60 anos atrás. E mais recentemente o Lesbnei e o Peterfield, eles retomam isso daí
e vão atualizando essa terminologia, tá? Eh, a tese ela mudou de patamar quando, né, ganhou um nome próprio. A marca com Sheri of Voice acima da sua participação de mercado cresce, marca com SOV, Sherf Voice abaixo encolhe. Então, o que que eles encontraram? Que existe uma relação entre o meu Sheriff Voice e o meu market share. Quando o meu share of voice ele cresce em algum tempo numa proporção eh equivalente, mas não a mesma, o meu market share vai crescer. E essa correlação, ela dizia que para cada 10 pontos, ou seja, eu vou trazer a
fórmula aqui, pessoal, isso é um pouco e é complexo, tá? Eh, mas então eu vou eu vou trazer Aqui, fica mais fácil. Então, eu tenho o meu share of voice, né? Aqui ele tá falando de todos os canais de comunicação, né? Talvez a gente volte para isso daqui e reconfigure todas as coisas dessa forma. Cara, é muito difícil como é que o mercado vai agir, porque vai depender das empresas, das organizações, dos indivíduos que estão lá dentro. Mas a metodologia é, eu tenho meu share of voice, eu desconto o share of market share que eu
tenho, eu vou chegar ao excess share share of voice, ou seja, um o o o share of voice acima do meu market share. E eh Bin e Peterfield falavam que a cada 10 pontos percentuais de excesso, a empresa tendia a ganhar de meio a um ponto de market share por ano, tá? Por quê? Porque as tomadas de decisões vão mudando bastante. O lesbinê, até onde eu sei, ele analisa muito marcas de consumo, tá? Eh, sei lá, pensa que ele tá falando de um carro, tá falando de um sabão em pó, tá? E são segmentos, indústrias
que mudam muito lentamente, tá? Eh, no digital, a depender do segmento, essa mudança pode ser muito mais rápida. Qual que é o problema? Não se tem exatamente estabelecido nisso daqui quando a gente sai das big corps do Mundo, tá? Esse é um desafio de métrica, pessoal. que a gente vai ter que gerar aqui dentro, né? Então você pode ter aqui uma marca que tem o share of voice acima do market share, né? Você pode ter uma marca equilibrada ou uma marca que decai, né? E a marca, né? Então o share of voice menos o market
share dão apontamento do que vai acontecer mais adiante. Eh, a o grande desafio do digital é transformar isso dentro das interfaces, das métricas que a gente tem. Tá? E aí, o que que eu recomendo, cara? Que a gente comece a introduzir essas métricas enquanto a gente vai confrontando com as métricas do passado, porque mais uma vez deixa o analytics, ele deixou de ser útil para as empresas ou totalmente útil para tomada de decisão macro de negócio, de marketing, de mix de canais, né? Ele é muito útil para avaliar comportamento do usuário lá dentro, tá? E
e às vezes precisa de ferramentas que complementem, como o hotar, etc., para coisas que o GA não faz. Então, eh, o que que vai acontecer? Eh, o conceito de reputação é muito importante. As pessoas lembram de marcas e essa memória do consumidor junto com a memória das LLMs vai se tornar o ativo mais valioso. E medir por meio de share of voice é uma forma que, Em tese, você consegue eh encontrar correlações com isso daí. E aí, pessoal? Eh, eu acho que tem que se ir se aprofundando nisso daí, tá? Eh, não, não, não vai
ter uma métrica mágica que vai responder a tudo, mas eu gosto muito do Share of Voice, então a todos os canais ali, né, de de de topo, às vezes de meio de funil, entender a participação deles, perguntar pro usuário o que que tá influenciando e fazer mais pesquisas para mapear a jornada do consumidor. Porque, cara, tem muitas vezes, sei lá, que uma televisão vai influenciar bastante. você pegar bens de consumo que valem para todo mundo, cara, o CPM da TV aberta às vezes é mais barato que o da do digital, tá? Pega uma Coca-Cola, cara,
o CPM na TV é mais barato e o nível de atenção na TV é muito mais alto, tá? Então assim, a gente tem que medir também não só a impressão, o alcance, mas o nível de atenção das pessoas. Poxa, o que que é melhor? você aparecer, sei lá, numa resposta do chat GPT ou a pessoa ficar 15 minutos com você, vê até o final um vídeo seu, né? Claro que vai depender de cada caso, da finalidade, etc. Mas o tempo gasto com você, eu considero uma das coisas mais importantes, tá? O quanto a o consumidor
gasta com você para mim tá diretamente correlacionado a a a ao que ele compra de você, tá? Porque estar presente gera influência. E aí falar, né, a gente tá cansado, careca de saber que o marketing de performance, medo de performance sem marca vira simplesmente um leilão em busca do clique eh o é o clique de marca que converte. Aí você vai pagar cada vez mais caro pelo CPC de um tráfego que já seria seu, ou você vai ter que comprar um termo genérico pagando cada vez mais caro e a gente, né, o Google tá explodindo,
a batendo recordes, né, eles estão ter todo mérito para eles disso daí eh de receita publicitária, enquanto o CAC tá insustentável, tá muito alto em todas as empresas, todas as empresas estão buscando formas de diminuir o CAC. Então, qual que é a lógica do Sheriff Voice? Uma lógica bastante simples. Eu tenho uma comunicação, eu tenho um alcance, eu falo acima da fatia de market share que eu tenho. Com isso, daí eu torno a minha marca mais lembrada. A minha busca espontânea cresce, busca que pode ser dentro do search engine, pode ser dentro de uma IA,
pode ser o interesse numa loja física e a receita cresce. Eh, essa daqui é a lógica. Quando a gente vai para marcas de médio e grande porte, medir share of search, que é o volume de buscas pela marca na na na no Google, ele é uma métrica preditiva de market share, tá? A gente a gente vai falar disso daqui mais adiante. Então, como é que você pode aplicar o Share of Voice? Cara, Eu acho que desde já a gente pode começar a medir como é que tá a nossa visibilidade e mecanismos de busca comparado com
os concorrentes. A gente pode fazer isso de duas formas. Pega, sei lá, o H refs sem rush, qual que é a estimativa de tráfego e compara com os concorrentes. Isso vai dar uma temperatura. Eh, mas vai falar: "Poxa, mas aquele concorrente ele investe naquele topic cluster, naquele tipo de conteúdo que, cara, não gera valor, né?" né? Então beleza, faz um recorte, faz uma métrica individual com os termos e os tráfegos e as URLs que fazem sentido, você chega dentro de um retrato. Isso costuma ter uma correlação boa. Eh, e eu acho muito mais interessante olhar
para isso do que olhar para tráfego. Depois olhar as menções dentro das IAS, tá? é o primeiro passo, talvez não seja o melhor, porque a gente, o mundo está aprendendo a mensurar o dio. Eu tenho uma uma hipótese que eu vou trazer no no no módulo de Diow com embasado em dados que poucas pessoas estão falando no no mundo todo. Acho que eu não vi para falar a verdade, ou se eu vi foi de relance, mas que é uma métrica que é muito interessante, que quase ninguém tá falando. Eu vou trazer disso depois. Depois você
também pode medir isso daí a partir das conversas nas redes sociais. A rede social, como é muito conteúdo, tem que tomar muito cuidado em ponderar o que é dito, né? Porque você tem que conseguir comparar maçã com maçã, banana com banana, que é o grande desafio. E aqui vem e chega o share of search, que é uma métrica gratuita e preditiva De market share. Eh, como eu falei, o Sheriff Search, ele é o percentual de buscas pela marca dentro do total da categoria, ou seja, você vai somar o volume de buscas de todas as marcas,
vai pegar a sua e vai dividir pelo total, incluindo a sua. Você pode fazer isso via Google Trends, que é gratuito. Ele foi proposto, eu eu uso isso desde 2015, 16. O lesbinet, que é um cara que eu sou super fã, ele organiza isso em sheriff search. Eu usava pontos do trend comparando, né? Então, poxa, esse mês tinha tantos pontos contra tantos pontos. O lesbinel chega em 2020 e fala: "Não, cara, trata isso aqui como share, porque o share of search, ou seja, a parcela das buscas é uma métrica preditiva de market share. Cara, medir
market share é custoso e é demorado. Ele fala: "O Google Trends fornece isso gratuitamente. Amostragem dele é de médias e grandes empresas. Então para médias e grandes empresas vai funcionar". Ele fala que tem uma precisão absurda, eh, antecipa o market share. E mais uma vez, ele tá falando de grandes marcas, ele tá medindo LG, acho que o Volkswagen, né? Então ele tá falando de marcas eh eh muito maiores para quanto menor for a marca, a gente tem que ir olhando. Mas uma marca, poxa, de um porte grande, como uma Grove Suplement custos, cara, dá Tranquilamente
para medir e isso daí quando a marca é menor, aí a gente tem que ponderar um pouquinho mais cada uma das métricas. Eh, então ele fala que eh o Lesbne fala que o share of search prevê market share eh em três a 18 meses, tá? Eh, cara, nos casos que eu que que eu trabalho às vezes é no próprio mês, tá? É no próprio mês. Eh, e ele funciona por quê? Porque é o que eu falei antes, a busca pela marca é 90% do tráf das vendas do Google Ads, né? E tende a ser no
no orgânico também. e todos os o tipo de tráfego que compra é um tráfego quente, né? Então o que vai converter no no Metaeds é provavelmente o cara que tá, né, mais propenso a comprar. Ele vai ponderar que existe uma exceção. Quando, por exemplo, uma marca entra numa polêmica, então uma companhia aérea teve um avião que caiu, cara, a busca pela marca vai explodir e nesse momento para de funcionar. Mas de modo geral, ela sempre funciona. Eh, eu não quero me aprofundar totalmente a a aqui dentro do Share Search. Daria para a gente eh se
aprofundar bastante, trazer bastante coisas. Aqui é um dado que vai mostrando que a correlação entre market share e share of search é absurdamente alta, tá? Eu já apliquei na prática em vários projetos, seja para construir o crescimento da marca ali, principalmente com growth supplements e Grand Cursos, que é líder absoluto em concursos públicos, eh uma grande EDTEC no Brasil. E a gente vê que a gente consegue gerar e medir a partir desses dados de busca pela marca. E aí, o que que a gente tem que fazer? Beleza? O que que eu faço para aumentar as
buscas pela marca? Esse é o grande ponto. O grande ponto não é qual canal está vendendo mais em Lest Click. É o que eu estou fazendo que tá aumentando as buscas pela minha marca. Só que essa relação, essa correlação, ela não é tão óbvia e simples assim, ela é complexa, tá? E então deve-se ter a os envolvidos ali comprados na ideia, porque se não tiver, cara, vai ser muito difícil funcionar. os dois casos em que eu, né, que eu vi funcionando, eu estava diretamente, né, que mais funcionou, eu estava diretamente com os founders, tá? E
eu vi founder que, cara, não faz sentido, não quero não não acredito, né? Eh, empresas geral, sei lá, às vezes é é tratado, mas como existe uma pressão do CEO, do CFO para uma apresentação simples, muitas vezes, na maioria das vezes vão ser francos e diretos, aquilo, o Analytics acaba sendo um canal mais, digamos, impactante. E medir isso, cara, sempre foi é barato, né? Porque você vai lá no Google Trends e consegue medir isso daí. a gente lançou agora e já já vai tá disponível lá no agenteco.shs o share of search. Você vai lá em
tools ou vai no no seu painel, você vai colocar uma marca aqui e vai Colocar as marcas dos concorrentes e ele vai gerar esse painel aqui com dados históricos de 12 meses, pessoal, que é sensacional. Então você consegue ir acompanhando isso daqui. Os dados eh eles não são real time, né? Depende. A gente usa aqui um dado de buscas no Google que é consolidado mensalmente e então não tem o real time, mas quando você faz isso diretamente do Google Trends, você consegue medir dia a dia, mês a mês, como é que tá ali, né? que
seria uma aplicação mais avançada, mas aqui você já consegue trazer um retrato. A gente também preferiu não medir a partir do Google Trends, porque quando você vai para marcas médias e menores, a amostragem fica problemática. Pra própria conversion é um pouquinho problemática, porque eh conversion acaba significando um universo de coisas e o Google Trends não consegue separar. Então a gente preferiu fazer aqui por meio de buscas pela marca. Aí você tem que entender o que aquilo ali está significando, mas lá dentro do agente que Sou você já t acesso a isso daí. Então no intervalo
eh a partir de amanhã, de segunda-feira, cara, analisa a marca de vocês ali e vai gerando os insightes. Aproveitando aqui, pessoal, como eu falei, a gente a gente que assinou é um projeto completamente experimental. A gente vai ter ali embaixo um um um espaço de feedback, de bugs e tal. tiver bug, reporta pra gente. Eu tô pessoalmente olhando isso Daí, respondo até as pessoas lá pra gente melhorando isso em todo dentro toda a plataforma, tá? Então a gente vai ter que colocar uma nova lente para poder gerar crescimento orgânico. Na visão antiga, tráfego, posição, taxa
de conversão, era sucesso. A visão nova, share of voice, share of search, taxa de conversão da das pessoas que chegaram no seu site, igual a sucesso, tá? E a gente poderia colocar vários ingredientes dentro dessa fórmula, pesquisas, né? Eh, eu gosto, tá? Eh, isso aqui não vai funcionar para todas as empresas, olhar os dados que eu tenho de pessoas que compram e entender quais são os principais pontos de contato que ela tem dentro do meu site. Isso pensando numa coisa mais meio fundo de funil que vai acrescentar também. Mas o grande ponto que eu quero
trazer é que beleza, sempre foi fácil medir pelo Analytics, todo o mercado media. Eh, então existia um consenso, se eu estiver errado, todo mundo tá errado. Eu acho que isso isso vai demorar ainda de mudar, tá? Não acho que vai mudar da noite pro dia, mas sabemos que já não é suficiente, tá? Há 5 anos atrás, eu conversava com se level de empresas, etc. Isso era parecia muito mais absurdo do que hoje. Há há há 5 anos, quando eu falava disso, o pessoal que ideia absurda, Diego, não faz o menor sentido isso aqui, porque o
Analytics eu consigo ver a venda, sim. Mas hoje faz sentido. Só que as dificuldades que esses levels eh trazem é é a dificuldade de mensurar e de poder Apresentar pros outros departamentos das empresas. E só isso só é possível com esforço interno, né? E a gente sabe que todos os departamentos de marketing estão sobrecarregados. Então essa transformação ali que eu acho que é o grande desafio e que ela na prática vai acontecer quando uma nova geração eh de de de marqueteiros foi chegando aos cargos de gestão, a tomada de decisão e implementando essas mudanças. dizer,
vão ter empresas onde isso vai ser muito mais rápido, vai ter empresas onde isso vai ser muito mais lento. Eu acho que as empresas que fizerem isso mais lentamente vão, cara, tendem a colapsar também por não estarem acompanhando. E por fim, a gente viu, ah, o tráfego vai continuar, ele ele vai ficar nas IA. Aí a a a os buscadores, os assistentes, whatever, como você queira chamar, isso daqui, não vão te mandar mais clique. E aí, o que que vai acontecer, cara? ou você vai criar seu próprio tráfego ou você vai ficar a mercer da
decisão deles, tá? Então, construir seu tráfego orgânico, na minha opinião, continua muito importante. Você tem que ter razões pra pessoa ir pro seu site, porque senão você vai ficar completamente dependente das. Então, tem uma parte do SEO que eu vejo que vai migrar também para essa gestão do orgânico que não é de search, tá? Eh, vou dar um exemplo para vocês. Quando eu coloco a notícias, o site da Conversion tem notícias na na página tinha, pelo menos, eu não tô lembrado Agora, mas quando a gente colocou pela primeira vez, as buscas pela nossa marca subiram,
então a gente conseguia ir trazendo mais pessoas pro nosso site. A gente tem até um, o nosso Share of Voice, ele é um pouco descomunal em relação a competidores, porque a gente tem muito conteúdo, então isso até às vezes dificulta um pouco a leitura, mas você tem que correlacionar as buscas pela marca com a receita, encontrando qual que é o prox que vai fazer sentido pro seu negócio. Eh, quando a gente publica notícias, as pessoas compartilham, vai gerando tráfego direto. Então, esse tráfego, mais uma vez, é um dark funnel porque é direto, você não sabe
exatamente da onde tá vindo, cara. a gente tem que começar a olhar para ele, tá? Esse curso, eu nem vou falar muito dessa parte, tá? Mas eu acho ela tão importante quanto tudo que eu vou falar no curso, você criar seu próprio tráfego. Cara, você não pode ser refém. Eu eu já falo isso há muito tempo, né? No se eu falava, o Google é seu maior inimigo. Por quê? Porque o Google quer pegar o usuário, manda para você, porque faz parte do business dele, faz parte do negócio, mas ele não queria mandar para você e
ele começa a aumentar o zero click search ao longo do tempo. Eh, e você tem que tratar o Google como inimigo. Beleza, vou receber a tua visita aqui, mas eu não vou deixar o cara voltar para o search engine. Agora o search engine e os assistentes de a conseguiram a forma que era beleza, ó, eu consegui satisfazer o usuário sem mandar a visita para lá. Eu mando só 1%, né? Não, o che manda só 1% do tráfego, eu fico aqui dentro. Você vai ficar refém disso. Eu acho que é super importante você extrair disso aqui,
mas Você precisa criar o seu próprio tráfego. Você precisa tornar a sua marca o principal ponto de busca da do teu segmento. Se você não fizer isso, você vai ficar refém dos das bigtechs, das big corps, etc. Então tem um uma nova crescente do tráfego orgânico, é você gerar audiência e fidelizar as pessoas dentro do seu site sem depender de outros canais. Como é que você pode fazer isso, cara? Notícias, você na conversion a gente posta notícias todo o tempo, conteúdo educacional. Então, cara, eu costumo falar, o papel do marketing não é vender, é educar
o cliente para comprar. E se você educar, naturalmente eles vão comprar. Eh, então você educar o seu mercado, criar ferramentas hoje com inteligência artificial, a barreira de entrada diminuiu bastante, apesar da competitividade ter aumentado muito também. Agentes de ar, você pode, disponibilizar agente, seja por meio de skills, como a gente vai lançar aqui hoje, seja dentro de ferramentas e cara, e qualquer coisa útil pras pessoas do seu segmento, que façam as pessoas falarem da sua marca, tá? Eh, a IA torna tudo frio, pessoal, tá? E a gente tem que ter essa frieza porque o mundo
vai ser intermediado pelas reaças. Só que a gente tem que conseguir colocar tempero nas coisas. A gente precisa se diferenciar porque marketing é diferenciação, tá? Você compra um produto em detrimento de outro. É muito difícil você ter, cara, um único produto que faça tal coisa, né? E quando acontece isso, cara, em pouco tempo aparecem os concorrentes. Então, sempre tende a ter concorrente. E aí, no final do dia, quem vai ter mais vendas são as pessoas que tiverem as marcas mais Buscadas, tá? São as pessoas que tiverem mais pessoas genuinamente chegando ao site delas ou aos
canais delas, ao app, whatever, não, não importa, tá? E e buscada que eu tô falando passa um pouco pela busca, porque a busca de marca acho que vai continuar existindo. Eh, pode ser que migre para para pra interface da IA, tá? Mas passa também por a gente falar de movimentos de pessoas interessadas na sua empresa chegando à sua empresa. E falando de marca, quando a gente vai pros fatores de menções dentro do asso é um dado até meio velho, né? A gente tá, a coisa tá tão rápida, é um dado do ano passado que a
principal correlação com menções de marca em Ei overviews, isso tende a se repetir em outras IA, é menções à marca na web, branded anchors, que são os os e links com âncoras de marca, não eh marca não não âncoras genéricas otimizadas e tal, e branded search volume. Cara, isso aqui acho que é muito interessante, tá? Hum. Tem um outro estudo do Kevin Mindig que ele mostra essa correlação, ele chama de popularidade da marca, né, da popularidade da marca com as menções que ela tem na eh nas IAS, tá? Então, eh branding e Dio vão se
tornar performance. Então, quando eu falo sempre, eu falo bastante tempo sobre brand growth, depois agora eu chamo de brand lad growth, mas o conceito é o mesmo de fazer crescimento da sua marca, tá? Então, quando a gente tiver uma Marca forte e otimizada para as LLMs, a gente vai ter performance pelo menos numa parte do mercado, né? Aí você tem que só que você só vai conseguir fazer isso no Gio se a empresa, cara, começar a olhar para como é que tá a força da marca dela em todos os lugares, como é que tá a
reputação dela, como é que tá o share of voice dela, porque o mindset precisa mudar. Ah, isso aqui não é papo de coach, de de vendedor de curso, né, que você tem que mudar o seu mindset. Mas a realidade é essa, que o modos operand departamentos de marketing estão baseados no Google Analytics. Sem mudar isso profundamente, eh, nada diz que vai ser aplicado, tá? Ah, então Diego, então se eh ninguém aplicar, então continua na mesma. É, só que agora existe um incentivo externo muito maior, porque a gente, eu falo disso assim bastante há 5 anos,
mas há 5 anos a gente vinha grandes taxas de crescimento, a pandemia cresceu muito, o digital, eh, o o o click ainda tinha ainda era proxy que funcionava e funcionava para todo mundo, mas agora vai parar de funcionar, tá? E aí a gente precisa de uma mudança, principais takeaways daqui. Então 90% das vendas de médias e grandes empresas vende buscas pela marca quando a gente faz o recorte ali dentro da busca paga, tá? Mas isso tende a se repetir em busca orgânica, isso tende a se repetir em qualquer outro canal. Então tráfego de social que
converte o tráfego quente, o tráfego direto que converte direto converte para Caramba, né? E é é o tráfego da pessoa que já tá interessada em você. O mecanismo de busca ele não vai morrer, mas o usuário vai migrar de superfície. Eh, os search engines continuam fundamentais, mas serão ferramentas das IA. Então, pessoal, a gente já lançou aqui a comunidade que lançou ontem, já lançamos aqui o a o share of search. A gente ainda tem o authority matrics, que traz métricas de autoridade de backlinks, mais reputação semântica também, que é quando a IA percebe a autoridade
da sua marca. Vamos divulgar na depois as skills de cloud code, análise branding semântico, que é fundamental para GO e também um plugin de WordPress que melhora a indexação aqui. Beleza? A gente vai, a gente termina então esse bloco de crescimento orgânico. Deixa eu abrir aqui as perguntas de vocês, tá? Vamos ver se se a gente tem perguntas aqui. Opa. E aí depois a gente abre aqui o os primeiros módulos dos fundamentos, como eu tinha falado, e posteriormente a gente para para almoço. Vai ser uma pausa mais rápida do que o previsto anteriormente e eh
aí a gente volta. Pera aí, deixa eu ver aqui. Opa. Ah, tá. Como se aplica este novo cenário nas redes sociais? Ótima pergunta. Primeira coisa, eh, você tem que entender qual que é a importância das buscas lá dentro. Quando você vai num segmento que o YouTube influencia bastante, tem muita busca lá dentro. E você pode medir, eh, tem ferramentas que tem volumes de buscas estimadas em redes sociais. Não se medir qual que é a participação ali, como é que você aparece. Só que você vai ter que medir, eh, vai ter que transcrever os vídeos, por
exemplo, do YouTube ou as imagens das redes sociais ou os vídeos de TikTok para entender o que eles falam ali dentro quando você olha para busca dentro da própria rede social. Depois, a gente tem em muitos nichos que as redes sociais vão se tornando fontes das respostas da IAC. Então a tem duas formas de olhar para isso. Daí na minha opinião, eu vou apresentar, acho que o caminho mais prático é a gente se concentrar em Dio, entender o share of voice nosso como tá ali, entendendo quais são as fontes que são citadas. E aí a
gente vai trabalhando para porque é muito difícil, pessoal, como eu falo assim, a mudança organizacional é muito difícil porque o grande ponto é tudo tá integrado. Só que cara, como é que tá integrado? Como é que gera Roy e como é que se prova a Roy? Então tem uma mudança de mercado ali. Eh, uma pergunta muito interessante, qual avanço das experiências de busca sem clique? Zero click. Como você enxerga a evolução das métricas e do monitoramento de conversão dos canais orgânicos? Quais indicadores são relevantes? Eh, as conversões tendem a continuar dentro do site. Você vai
ter que perguntar pro cara via auto atribuição, como você nos conheceu. Você Vai ter que ter bons dados qualificados para conseguir entender quais foram os caminhos que percorreu. Então, o máximo de dados internos que você tiver da sua plataforma, do seu site, seu CRM, cruzando também com dados de pesquisa, você vai chegar numa modelagem que vai fazer sentido só pra sua empresa, só pro seu mercado, tá? E aí você vai conseguir começar a encontrar alavancas de crescimento que são menos óbvias, mas são mais verdadeiras, tá? E você precisa que todo o time esteja comprado com
você. Você mostrou que aumentou a página de venda de produtos quando pesquisou por iPhone. Enquanto ah, esse aqui eu já respondi. Podemos dizer que vamos ter uma camada base muito Não, par aqui já responde agora. Tá repetido. Ah, tá. Mas se a tendência é cliqu cada vez Mas se a tendência é cliques cada vez mais baixo, como fica o tráfego orgânico? tráfego vai cair. É, o tráfego vai cair. A gente tem que ou você, sei lá, encerra tudo, vai viver da sua arte na praia, ou você encontra outro caminho para isso daqui. O pessoal de
S alguma medida já fez isso, né? Eh, Diego, faz sentido medir menções nas IA comen link e ranking que foi citado? Cara, Felipe, faz total sentido. É disso que a gente vai falar, eh, quando falar de Dio. E eu eu vou trazer uma ferramenta gratuita para vocês começarem a fazer esse tipo de análise. Vou mostrar como a análise pode ser feita, como ficará essa nova realidade para marcas pequenas que não têm recurso financeiro de pessoas para abraçar todas essas frentes que precisam ser feitas Para construir marcas. O Fábio cara com a coisa chamada prioridade. Eu
trabalho com médios e grandes empresas. É tão difícil priorizar para uma média grande quanto para uma pequena, tá? Porque são são dimensões diferentes. E eu acho até que é muito mais fácil num pequena empresa, tá? Talvez você não tenha algumas ferramentas, talvez você não tenha algumas coisas avançadas, mas pensa que eh a camada de decisão é muito mais curta. As mudanças todas que eu tô falando aqui, a maior dificuldade é a cultura organizacional, não é a ferramenta, porque todas as médias e grandes empresas têm acesso à ferramenta, só que elas cobram o gestor de marketing
naqueles indicadores. Ele vai, ele vai entregar o quê? Ele vai entregar, ó, gerei share of search, mas não gerei aquilo que você pediu, não vai funcionar, né? Então, a a a o nível da cobrança e do incentivo gerado em cima daquilo mostra onde vai tá o comprometimento. Numa empresa pequena é muito mais fácil mudar. Então assim, eu acho que tem tem muita oportunidade. Hoje eu acho às vezes, cara, eu sinto falta pessoal do do momento que eu tava começando, porque tem algumas coisas são muito mais ágeis, tá? a a a criar o agente que show
separado da Conversion como um projeto, entre aspas, independente, mas digamos patrocinado. é é um movimento que é da conversion, é justamente para conseguir ter um pouco mais de liberdade, pra gente conseguir ter mais agilidade, porque empresas grandes tá falando de corporações que tá altas hierarquias complexas, tomadas de decisões são diferentes. Então assim, se Você tá com uma pequena empresa, você não vai poder comprar algumas coisas, mas cara, tem um monte de ferramenta grátis aqui hoje, tá? Então assim, é, não tem desculpa, Diego, não irá se aprofundar nesse assunto, mas como você vê a utilização de
a para criação de conteúdo, seja para redes sociais, blogs, etc. E qual a tendência dessas frentes? Poliano, eu vou sim, cara. Eu vou sim. Eu vou trazer um inclusive um o plugin de skills do cloud code para ajudar na criação de conteúdo, para ajudar na organização do site. Então vamos vamos ter coisa sim aqui dentro sobre isso aqui. Deixa eu pegar um pouco d'água, pessoal. As perguntas estão ótimas, podem ir mandando as perguntas. A nossa produção aqui vai pegando, chat. Vou pedir aqui pra produção apaga todos esses que eu já respondi, porque a no nos
próximos eu já já vou lá de cima, tá? Eh, então, pessoal, vamos agora para os fundamentos, tá? Quem domina os fundamentos entende o que tá acontecendo, sabe aonde agir. Então, entender os fundamentos é mais importante de tudo, porque você vai ter um conceitual na sua cabeça paraa tomada de decisões difíceis, em que você não vai ter todas as informações. Às vezes a gente fica esperando ter, cara, 100% dos dados, das informações para tomar uma decisão. E o Jeff Bezos, o fundador da Amazon, já não é mais o CEO, el que falava: "Cara, você tem que
tomar uma decisão com 70% dos dados. Você vai tomar decisões ruins, só que você vai tomar decisões, vai se mover rápido. Se você esperar ter 90% dos dados, você não, você não vai se mover. Se mover muito lentamente, tá? Então, quanto mais decisões a gente for capaz de tomar com os dados disponíveis, e aí vem os fundamentos, né, de conseguir e saber olhar pelos fundamentos. Então, esse módulo aqui, um módulo bastante denso. A gente vai passar por cada um desses tópicos aqui de como funciona o search engine, LLM, o que é um agente G, o
SO clássico, né? Como que ele se insere dentro desse desse desse cenário, topic authority, topic clusters, EAT, information game, DO, branding semântico, Sheriff Voice, que a gente já viu, mas se aprofundar um pouco, comparativos de produtos em LLMs, esse aqui anota isso, é um ponto fundamental. e o agent crawl, que é como os robôs de inteligência artificial vão indexar o seu site. Isso tá mudando a cada dia, mas a gente também tem uma solução e o plugin nosso é sobre isso daí, como eu já falei. Começando aqui, como funciona um mecanismo de busca? Ah, aqui
eu vou trazer basicamente os fundamentos para est todo mundo na mesma página. Ele vai ter um craw, um crawler que ele descobre as URLs, ele eventualmente salva o o o HTML, ele geralmente ele renderiza o HTML. Eh, de fato, no JavaScript ou por estimativa, ele gera um índex estruturado, que é como se fosse a um banco de dados, né? E e ele trabalha também com chunks aqui de de de conteúdo. Ele trabalha com documento inteiro com chunks, que são os trechos de conteúdo. Ele ranqueia, tá? E depois ele entrega no AERP. O que vai acontecer
é que no caso do Google, ele vai parar De entregar tanto na CERP, passa a entregar essas novas interfaces de IA, tá? O que que o Google faz na prática? Então, ele encontra o RL via site map, link interno, link externo, feed, RSS, mensões. Ele decide se vale a pena rastrear. Então, tem o crow Budget que ele tem qual que é o frescor daquela página, recência daquela página. São dois dois termos ruins em português. Autoridade do domínio, ele, né, em tese, respeita robots e diretivas, mede o tempo de resposta. Quanto mais rápido for, mas ele
também vai eh pesquisando. O Google salva no banco de dados. os documentos de duas formas. Ele salva primeiro o documento inteiro e depois ele faz chunks de conteúdos que vão ter alguns trechos ali. A ideia é que o seu conteúdo, todo ele precisa ser citável, precisa ser buscável, tá? E é por isso que, por exemplo, uma um tipo de otimização que eu faço bastante é muitas vezes reordenar os os conteúdos, né? Então, em SEO e pro Google, um bom conteúdo, ele precisa ter trechos autônomos, né, que são mais ou menos esses chunks ali. Quando você
tem muitos trechos que, cara, não são buscáveis, não agregam valor, o Google vai te penalizando. Eh, importante a gente dizer aqui que a inteligência artificial já está presente no Google há bastante tempo, tá? Em 2015 é lançado o Rank Brain, que ele vai aprendendo a interpretar as queries. Então é uma inteligência artificial ainda dentro das queries e e tratando de forma diferente os resultados para entender a intenção do consumidor. Depois tem várias vários updates, não não quero entrar em cada um deles aqui dentro, mas quero dizer que a inteligência artificial já está presente no Google
há 10 anos, mas não é a inteligência artificial generativa que a gente conhece, tá? O Google ele assim, ele é uma frase de efeito, ele não lê páginas, obviamente ele lê as páginas, mas ele é muito mais preocupado com os trechos. Então você precisa otimizar cada trecho para que ele seja autossuficiente. Como eu falei, uma otimização que eu gosto de fazer, eu rodo um mapa de calor na página, vejo quais são os trechos que têm menor taxa de rejeição, tá? Se vocês pesquisarem, como é que e esqueci, tá? tá no nosso blog lá. Qualquer coisa,
pergunta lá na comunidade que eu encontro o artigo. Eu gero uma planilha de como aquele, qual é o mapa de calor dos tópicos daquela página e aí você vai entendendo como é que você vai otimizar aquela página para experiência do usuário. Pessoal, aqui agora são blocos mais rápidos. Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui. Opa, pera aí. Faz sent? Opa, pera aí. Então, faz, não faz mais sentido Google Ads. Depende, porque no Google Ads para converter você vai precisar de uma marca forte, né? Aí são as escolhas. Eu eu não faço a mídia paga,
né? Não tenho algo muito contra. Eu acho que o papel da mídia é ir aonde o orgânico não chega, Tá? Tem coisas que, cara, só o pago vai poder fazer. Remarketing, cara. Eu acho um ótimo investimento de de de mídia, né? quando você consegue aquecer uma comunidade, uma base de usuários e aí depois você apresentar uma oferta, vai ser melhor ano pago. Eh, faz sentido investir em social para denomir o valor do CAC em ads. O usuário já decidiu através de social, cara, se social é importante dentro do seu mix, se ele aparece muito como
menção, se é o principal canal mencionado na autoatribuição, com certeza. Afinal, o trabalho interno de SO georg orgânico é mais importante que o de Google Ads agora? Cara, eu acho que não existe trabalho mais importante propriamente. Tem trabalhos que vão impactar mais o ROY geral, tá? Eh, no mercado, o tráfego pago, ele é muito mais reconhecido porque ele consegue gerar eh eh mensurações de curto prazo. Eh, para pequenos negócios, às vezes funciona muito bem, porque, sei lá, você, sei lá, vê um anúncio de um hambúrguer você tá com fome naquela hora e o hambúrguer local,
cara, né? Talvez aquilo resolva. Eh, você precisa de um serviço na sua cidade, então talvez ali funcione, né, de de curto prazo muito bem e a marca seja menos importante. Mas quando a marca vai se tornando mais importante, a minha visão é de que o orgânico vai se tornando cada vez mais importante Também. Então, que os canais orgânicos eh são a melhor forma de construir marcas fortes, tá? Essa é essa é a minha opinião. Tem como fazer de outras formas, mas para negócios mais tradicionais. Então, tanto que você vê, cara, que hoje a pega os
bancos mais modernos, o XP e a no Bank, ambos os os founders tão nas redes sociais, tá? O Beimol tá investindo pesado no no Instagram. Por quê? Porque ele quer aparecer. Acho que não precisa, mas porque aquilo vai impactar as as pessoas. Então, todos os canais orgânicos, eu acho que ganham bastante importância. Eu acho que a a LLM, como você aparece, é mencionado na LLM, tende a ser o grande proxy disso daqui, porque aí vai começar a citar os canais. Essa live vai ficar gravada. O pessoal tinha falado ficar gravado até domingo, até segunda-feira de
manhã. Por exemplo, vou manter, mas como a gente teve algumas dificuldades, vamos vou vou vou vou estudar, estender aqui um pouquinho. A gente vai para mais um ou dois módulos aqui. Vamos respeitar o horário do almoço. Eu quero falar de um assunto bastante denso aqui, que é como funciona um LLM. Não, pessoal, não vou falar de como é o shed GPT na interface, eu quero falar do GPT. Como eu já falei, a gente tem o chatbot, né, que é que você acessa, hbpt.com, cloud.ai, gemnai.google.com e você tem ou modelo de linguagem. Modelo de linguagem ele
é basicamente ele roda basicamente em um API. que você vai lá, pergunta uma determinada coisa E ele vai analisar os prompts da mensagem que você mandou e baseado na probabilidade estatística, que é o próprio modelo de linguagem, ele vai responder para você. Os principais modelos são, como eu já falei, o GPT, o Cloud, que é da Antropic, e o Gemini, que é do Google. Aqui é a diferença para ficar bem visual. Aqui é você no cloud e aqui é você que é é uma ilustração, é você dentro da API, n que é mais ilustrativo, não
tá tão preciso assim, mas para mostrar que a LLM de fato ela funciona como uma uma um uma API, né? E você pode ter naturalmente uma interface para essa API. Quando a gente tá falando da API, que é da LLM propriamente, vamos para essa tela aqui. A primeira coisa que acontece, que os modelos vão fazer, é, eu vou falar de uma forma mais didática, pessoal, uma forma mais simples. Você tem um texto, ele vai identificar qual que é a menor parte de sentido daquele texto e vai criar um token. O token é simplesmente um pedaço,
né? Então, por exemplo, na palavra conversion, ele poderia pegar conviversion. Eh, você pode pegar a palavra bilateral, então ele pode falar: "Olha, tem um tem um token é bi, que indica duas coisas, sei lá, lateral é outro token. Eu não sei como é que ele trata, né, assim, mas só só didaticamente falando, cada modelo vai tokenizar de uma forma diferente. Então, é assim, primeiro passo é transformar as coisas em tokens. Depois tem um processo de embeding, que é ele vai criar o token, ele vira um vetor. O que que é um vetor? Pensa numa coisa
quadridimensional, pensa, sei lá, nessa Sala aqui. Então, cada token tá num lugar dentro dessa sala e eles estão mais próximos ou mais distantes de acordo com o a semântica que eles carregam. Então, sei lá, eh, gato vai est, vou fazer mais próximo da câmera, gato vai est aqui, cachorro vai est aqui, humano vai tá aqui, prédio vai tá aqui, por exemplo, né? Então ele vai e isso daí são números, tá? Então, cada token tem um identificador, tá? Eh, e aí esse processo transformou uma informação humana, uma linguagem em um número, tá? Isso já existia há
algum tempo. Em 2017, o Google lança um documento falando de Transformers, que ele passa a entender como cada token funciona dentro de um texto. Eh, porque o token antes eh ele era visto sequencialmente. Aí o esse paper do Google fala que olha, em vez de olhar sequencialmente, deveria olhar um conjunto de tokens para ver o que cada uma dessas coisas e significam ali dentro, né? Porque eh às vezes eu posso falar ontem à tarde eu fui à padaria, mas eu poderia falar eu fui à padaria ontem à tarde. A semântica é a mesma, só que
no modo antigo talvez eh a IA teria mais dificuldade. E aí depois de passar pelo transformer para entender todas as coisas, ele faz a geração que a resposta ali que a gente vê ele vai respondendo Por partes, que é mais ou menos a a a experiência que é reproduzida dentro das interfaces, tá? Eh, aqui a tokenização, os embedes, então tem essa separação e ele vai aproximando conceitos, tá? É dessa forma que, por exemplo, cara, ele entenderia eh, sei lá, você inventar uma palavra que tivesse algum sentido, né? Então, ela passa a transformar os significados linguísticos
em representações matemáticas, tá? E quando coisas e assuntos estão próximos, quando no corpus de treinamento algum conteúdo aparece próximo de outro, algum token aparece próximo de outro, ele vai começa a correlacionar aquelas coisas, pessoal. E e isso assim, a parte técnica de a eh eu nem sou especialista para falar, tô falando de uma maneira mais superficial, mas assim, a parte prática que a gente tem como marqueteiro é essa, a gente entender qual é o campo semântico que a gente quer correlacionar com a nossa marca. E por isso, a despeito de ter menos tráfego, produzir conteúdo
continua muito importante. Será que é o mesmo conteúdo de antes? Eu suspeito que não, tá? Eu suspeito que a gente tenha que fazer outros tipos de conteúdo. Eu vou falar disso adiante. Depois, PR, eh, ele vai a a a LLM quando no treinamento, vai ver quando a marca tá falando de si mesma e ajuda, tá? E quando uma outra marca tá falando dela, tá? Que mais importante, né? Então, Piar, como você vai aparecer nos outros lugares, cara, é fundamental para você treinar o modelo de linguagem. Isso não aparece. Isso não aparece tão facilmente dentro da
resposta do chat GPT, mas talvez seja uma das bases mais importantes e que essa é uma das coisas que o mercado ignora, tá? Como você treina os modelos de linguagem para serem mais favoráveis pela marca deles. Hum, isso tem que passar também pela própria evolução das IAS. Quando eu perguntava há um ano atrás pro CGPT, ah, o o que me o que é a Conversion ou me fale sobre a agência Conversion? Eh, ele falava, uma agência de performance especializada em conversão e SEO, ou seja, ele chegava mais ou menos próximo, mas não chegava totalmente. Por
quê? Porque o modelo de linguagem dele ainda era mais primitivo, tá? E aí foi ali que foi entendido que para eles funcionarem bem era preciso usar eh tools de web search, né? porque tem um um recorte ali da data do do treinamento. Ele também não era bom em trazer respostas, mas ele era bom dentro desse processo. Mas hoje ele tá muito melhor em entender conceitos perenes. Ele não vai saber uma notícia, ele não vai saber uma coisa que mudou recentemente, mas ele vai entender entidades e conceitos de tokens e bedienings que tenham significado mais um
longo tempo, ou seja, da sua marca, da sua marca ele vai saber. Depois o Transformer, como eu falei, pega por exemplo a frase, o o cachorro não foi ao parque porque ele estava cansado. Cara, ele é o quê? A gente como Humano, sabe? É o cachorro, né? não é o parque. Então a gente o o transformer ele faz chamado self attention, que ele vai entendendo o significado de cada coisa, analisando um trecho várias e várias vezes e aí entende qual que é o peso de cada uma das coisas e distribui matematicamente isso daí. Desse modo,
a IA vai sendo capaz de entender muitas vezes nuances e ironias e referências indiretas, embora não totalmente, mas é muito interessante. Eu pego, às vezes eu mando no cloud code, cara, um monte de coisa assim, né, empacotado assim, eu falo: "Pô, será que ele vai conseguir entender e processar?" Ele consegue, entendeu? Naturalmente no num num prompt relativamente pequeno, né? Mas porque ele ele vai conseguindo entender o peso e o significado de cada uma dessas coisas por meio da do do da do representação matemática. Depois a gente tem formas de recuperação da informação, que é no
treinamento. Então, quando eu pergunto diretamente pra PI, eh, o Hag, que é e e é o retrieval aumentation, que é basicamente a IA consulta fontes externas para trazer informações. E a gente chega até a resposta da IA quando ela cita a nossa marca, que é o que a gente tanto quer e o que a gente mais está aprendendo dentro desse curso. E as LLMs elas aprendem, né? Elas demoram para aprender porque elas têm um um período de treinamento do do do banco de dados delas, da da do do corpus delas, mas marcas que estão a
estão no aprendizado vão ganhando preferências. E Cara, a gente pode ver isso daí na prática, tá? a gente até tá, é uma um beta, vai lançar logo mais a métrica de reputação semântica, que vai falar, cara, exatamente como é que a sua marca tá junto com os seus concorrentes, tá? Sua marca preferida ou preterida, tá? Aqui eu vou dar um exemplo, tá? E pessoal, hum, essas coisas, se vocês forem minimamente mais técnicos, vocês podem fazer por conta também, tá? Vocês podem analisar aqui. Eu tô no playground. do da Open AI. O que que é playground?
É uma forma de usar API com interface, mas é a API pura. Você tem controle sobre todas as coisas. Ele vai ter, meu mouse aparece aqui, aparece. Então eu escolho um modelo aqui. Eu tô no GPT 5.5, que é o modelo mais avançado deles e eh eficiente, né? Ele vai ter, eu acho que ele tem algum modelo mais pago, eh, mais parrudo. Esforço médio, que é o padrão, verbosidade média, que é o padrão, sumary auto e store false. Eu nem sei direito o que que é isso aqui. Importante dizer aqui, quando você vai para qualquer
chatbot, ele tem tools, tá? Ele pode ter uma tool que joga um Python, né? Eh, cara, eu acho e astrologia é um negócio super interessante, né? você vai conseguindo ver o temperamento das pessoas, o as características. Quando você joga no cloud ou no chat GPT, eh, você pode pedir para ela usar um script em Python, né, que ela monta o mapa astral dinamicamente. Então, essas interfaces t Ferramentas como um executar um Python, fazer uma busca e aqui isso enriquece a resposta, tá? Mas já não é a LLM pura, é o que a gente vai chamar
de hardness. harness é tudo que existe para além do modelo. Então aqui, pessoal, é o modelo puro da do GPT 5.5. Aí eu eu poderia colocar um developer message que é uma o chamado system prompt também que é vai est presente em todas as chamadas, mas eu coloquei aqui só qual a melhor agência de SEO no Brasil. City apenas uma marca porque só nesse caso que não faz diferença ter ou não ter system prompt. Ó, qual a melhor agência de SEO no Brasil? City apenas uma marca. Conversjon, cara, eu acho que há algum tempo atrás
não conseguia responder, ele alucinava ali e ele tá respondendo a conversion. Cara, isso que eu fiz de primeira, tá? Não, não é que eu fiquei gerando várias vezes, não. Eu repeti e aparecia, tá? Eh, quando então por que que isso acontece? Porque em todos os conteúdos dentro e fora do nosso site vai aparecendo a palavra agência de SO melhor agência melhor fontes instas não vão falar melhor, né? Elas vão falar maior, né? porque é é um dado preciso. E esse a relação dos tokens com os embeds, com a representação do modelo de linguagem vai gerando
essas correlações e a gente tem que trabalhar para que a nossa marca vá tendo as correlações que a gente espera. Porque quando o modelo de linguagem naturalmente vê a palavra conversion, vê a palavra Nike, ela cara seja induzida a Determinadas respostas, tá? Só que a gente tem que fazer isso, não é? no macete, não é? Não é hack, é construindo relevância e reputação de marca efetivamente, tá? Porque treinar o modelo de linguagem é muito difícil, cara. Isso aqui eu lembro eh eu eu eu dou dei um dei um direcional pro nosso time de PR desde
2021 que a gente teve uma mudança de posicionamento para sempre usar o aposto da conversion, agência de SEO conversion. Então, cara, a gente tem grandes veículos mencionando a conversion como agência de SEO, tá? E aí isso daí cria um corpus dentro dos modelos de linguagem que é muito difícil de ser combatido eventualmente por um concorrente, porque para ultrapassar a gente alguém vai ter que fazer mais e melhor, né, e menos tempo, que é bastante difícil. Então, por isso que o trabalho de assessoria de imprensa, de PR, para mim é fundamental e a gente vai conseguindo
gerar essa correlação. Por isso que entender a base do funcionamento do LLM é muito importante. Eu até recomendo, cara, que tem uns um canal no YouTube, o AI Engineer. Hum. que é um dos meus preferidos hoje falando de engenharia de a, eu acho que vale a pena estudar, tá? Eu eu eu falo aqui como marqueteiro, não tô falando como um engenheiro de IA. Eu chamo isso daí de reputação semântica, né, que é como as LLMs creem na sua marca, né? Só que as LLMs elas reproduzem as pessoas, cara, né? tava vendo o teve um um
colóquio com o Papa a Respeito da encíclica dele sobre inteligência artificial. Tava um cara da Antropique que era ateu e tal e lendo um um um um um um fazendo discurso lá e ele falando que, cara, como ele surpreende que ele vê s não vou entrar em todos os detalhes, ele vê, por exemplo, sinais de introspecção dentro de um LLM. Por quê? Porque LLM ela foi vai sendo treinada para reproduzir o comportamento humano, cerebral de linguagem e vai gerando essas coisas imprevisíveis. Então, e por isso esse debate ético sobre inteligência artificial também é bastante importante.
Então, você tem que eh pensar na sua marca como ela vai ser lida pelas LLMs, porque eh a LLM vai est presente em todos os lugares, tá? vai est presente nas buscas, nas redes sociais, cara, em todos os lugares. Então, a sua marca precisa ter essa reputação semântica, precisa ter esse branding semântico, tá? Reputação semântica e branding semântico são assim, praticamente irmãos siameses. E aqui a gente lança agora a ferramenta authority matrix. Deixa eu ver que horas são próximos do meio-dia. A gente terminando aqui, pessoal, não entra agora, tá? vai tá lá no site, aí
vocês consomem lá e depois eh a gente volta eh para cá, pode tirar alguma dúvida. Essa ferramenta de authority matrics, ela primeiro ela vai trazer as métricas de SEO clássicas, tá? De off page. Então a gente tem o authority score aqui, análise do domínio da conversion que é authority score, que é equivalente ao domain rating do H refs. Eu esqueci como É que a Sen Rush chama. A M chamava de dominator, etc. Uma métrica de 0 a 100. O Google chamava lá atrás, né, quando ele abria o dado de page rank, tá? Então o page
rank era 0 a 10, aqui é 0 a 100, tá? Então é muito interessante. O interessante é claro assim, você pegar, sei lá, um G1, facebook.com, vai tá a próximo de 100. Então assim, é uma nota bastante boa. Isso aqui não tem inovação, tá? Isso aqui é é bastante consolidado no mercado, não tem segredo, né? Aqui é tudo baseado em backlinks e eh eh aquela coisa clássica que eu não vou entrar no detalhe aqui agora. Hum. Mas a reputação semântica é uma coisa nova, tá? Eh, que que a gente fez aqui? A gente criou um
agente de A que mede qual a probabilidade de ele citar a sua marca quando perguntarem, né, por coisas dentro do seu nicho ou da sua coisa. né? Eh, e aí a gente tem uma subconfiguração dentro desse agente que a gente também mede qual é o índice de confiança que ele tem naquela resposta. Porque se, por exemplo, ele falar, ah, falar da Nike versus Adidas versus Misuno, ele tem muito corpos disso. Daí ele tem uma confiança muito alta, tá? Quando ele vai medir uma marca menor, eh, ele vai ter muito menos confiança, né? Imagina você tá
pedindo, sei lá, sobre perguntando sobre uma padaria local, né, sobre um restaurante, o grau de confiança dele ser muito mais baixo, tá? E aí a gente Multiplica isso aqui também, a gente gera dois fatores. Então, a conversion tem 74, tá? Eh, que é uma nota bastante interessante. E o que que você tem que fazer? Você tem que comparar com os concorrentes. Então, pessoal, isso aqui tá em beta, certo? Terminando aqui, né? Você pode ir fazer isso e almoçar ou almoçar e fazer isso. Eu vou primeiro almoçar e testar a sua marca e outras marcas para
ver a resposta. Como eu falei, a gente tem um um um um ícone de bugs aqui, feedbacks. Qualquer feedback ou bug, proposta de melhoria, você pode fazer. Mas já abrindo a metodologia, cara, é basicamente probabilidade da marca se tá da LLM se tá na sua marca ao comparar com concorrentes. E também qual é o índice de confiança que ela tem naquela resposta que ela tá dando. Isso gera uma equação e a gente tem toda a nossa mecânica para isso daqui. Então pessoal, a gente lançou já a comunidade, o share, a ferramenta de share search. Acabamos
de disponibilizar a ferramenta de autority matrics. E na parte da tarde a gente ainda tem muito conteúdo, tem muita coisa para se aprofundar aqui. Eh, tem essa parte de fundamentos ainda que é uma parte mais teórica. A gente vai ter as skills de cloud code, análise branding semântico, que como eu falei, é um próximo passo da reputação semântica e um plugin de WordPress e uma parte prática ali, onde eu vou usar principalmente essa skill de cloud code que, cara, tá sensacional, eh, pra gente fazer algumas coisas de SO aqui dentro. Então, depois do almoço, a
gente volta. Vamos lá, vamos retomar aqui às 13:30 a gente volta. Eh, vamos ser pontuais, pessoal. a gente teve talvez uns 30 minutos ali de atraso pelas falhas técnicas agora, graças a Deus, tá tudo eh perfeito. É, e a gente volta, pessoal. vai ter muito conteúdo interessante, ainda temos bastante lançamento e vamos ter no final uma parte prática onde eu vou mostrar como eu consigo fazer, como eu consigo operar e trazer um caminho naturalmente e eh eh from the basics para que vocês consigam operar e com um agente de, acho que esqueci o nome da
da da pessoa, ela tinha perguntado se ia falar de conteúdo. Vou mostrar como usar a inteligência artificial ali, inclusive para produzir conteúdo com IAT. A gente vai falar primeiro de fundamentos de Eiti, mais tarde a gente fala disso. Então, pessoal, ó, às 13:30 estamos de volta. Obrigado pela Ah, deixa eu ver se tem alguma dúvida aqui, né? Eh, eh, eh, poxa, uma parte tão densa aqui, né? Tava esquecendo das perguntas. Vamos ver. Eh, a pausa o almoço vai até corar 13:30. Eh, vai ser na mesma live, tá? A gente vai colocar um timer aqui. Eh,
o que podemos fazer na prática para ensinar isso paraas LLMs? Eh, basicamente tá no corpo de treinamento delas, é ter conteúdo no seu site, fora do seu site, nas redes sociais, que se correlacionem com a sua marca, tá? Eh, é isso, mas isso é tem muitas profundidades, tem muitos níveis e a gente vai também se aprofundar nisso daqui na parte da tarde, tá? E até Interessante, vocês vão ver que tem conceitos de SEO que, cara, a gente já fala bastante tempo, fal falar de topic autority, information game, topic cluster, que continua muito relevante, né? Talvez
não seja mais para gerar clique e tráfego pro seu site, mas seja para influenciar. Ó, a Cláudia falou que o MRX não funcionou. Eh, mandem lá feedbacks, né? Pode ser que tenha algum bug. A gente pode estar com uma uma sobrecarga agora que não foi treinada, mas a gente a gente vai vendo aí e eventualmente tiver algum bug. Existem alguns bugs reportados, mas ontem mesmo eu testei a ferramenta, vejo que tem muitas pessoas usando, tá funcionando, mas tem alguns casos pessoal em que dá bug. Quando você for reportar o bug, fala qual foi o domínio
que você analisou, tá? quais foram as informações que você analisou, porque isso nos ajuda a entender onde tá o problema, porque de modo geral a ferramenta funciona, mas ela em 1% das vezes ela de fato tá falhando ali. A gente vai corrigindo esses bugs ao longo do tempo, tá? Então 13:30, 1:30 da tarde a gente tá de volta com o nosso curso de SEO, GO e agentes de inteligência artificial. Até mais. Olá, seja bem-vindo de volta ao curso de SEO agêntico. Estamos falando de SEO e agentes já especialmente nessa segunda parte. A gente teve um
break ali para almoço. Estamos voltando às 13:33. Às 13:30 era o combinado. Estamos bem dentro do tempo. E pessoal, eu tenho muito conteúdo ainda pela frente. Algumas pessoas falaram ali que estão com dificuldade na em acessar algumas ferramentas. O EI Matrix ele tá funcionando. Eu testei aqui durante o o intervalo. Pode ser que tenha bug alguma coisa, então você reporta falando sempre qual o domínio que você tá analisando e compartilhando a URL de análise. O Sharef Search ele tá no menu tools do site e de fato o Authority Matrix a gente tá com um problema
de limitação pras pras contas gratuitas que vocês tm acesso, mas espero normalizar até o final do dia, senão entre amanhã e segunda-feira a gente dá esses acessos. Mas é importante também aqui ficar concentrado. Agora a gente vai falar sobre agentes de inteligência artificial. a gente com toda certeza, é uma das palavras mais faladas do ano. E aí a gente tem que entender o que é um agente. Antes de entrar dentro do agente, eh, propriamente dito, vamos comparar o um chatbot com o chamado agente de A. A gente entendeu que é LLM pura, ela é o
motor, tá? Eh, mas o chatbot, o assistente, ele tem uma série de tools, assim como os Agentes de A também tem tools. O que vai diferir o chatbot, chattou, J de um agente, pelo menos na definição atual e mais corrente, pessoal, isso muda a cada tempos, tá? porque o próprio assistente de a vai ficando mais poderoso. Mas é basicamente a capacidade do agente de trabalhar continuamente durante o longo período de tempo, tá? Eh, porque todas as outras coisas um assistente de A também tem. É uma diferença muito sutil, mas um agente ele é capaz de
executar uma tarefa durante um longo período de tempo, né? Hum, o Sandar Shai, o CEO do Google, ele fala também que dentro do Google do buscador, tudo vai ser agêntico, né? Então a gente tem uma uma fronteira muito uma linha muito tênue entre o que é e o que não é um agente. Mas vamos pensar quando falar de agente de algo que substitua um trabalho humano, tá? Acho que poderia ser uma definição que a gente daria. E aí eu vou entrar dentro de todos os elementos que a gente tem dentro de um agente. Vamos aqui
paraa tela. Vamos começar então pela anatomia de um agente. Eh, todo agente vai ter obviamente uma LLM que vai ser o motor Dela. Depois ele tem o harness, que é uma palavra que tá muito em voga hoje na comunidade de AI. O que que é harness? é quando você tira a LLM tudo o que resta. Então, por exemplo, são as ferramentas que você tem acesso, como a memória construída, os loops, as skills, a capacidade de planejar, ou seja, todas as coisas existentes, exceto o modelo de a. Por que que isso é importante? Porque eu posso
criar um agente de A e posso rodar ele no com cloud, posso rodar ele com GPT, posso rodar ele com Gemini, posso rodar ele eh onde eu quiser, tá? Eh, o Cloud Code, por exemplo, que é uma das ferramentas mais populares da atualidade, ele tem um harness que é muito muito bom, muito competente, mas ele também só roda com a a a o LLM de proprietário deles, né? Parece até que tem alguma forma de rodar com outro LLM, mas assim eu consideraria uma forma alternativa ou no mínimo não usual, tá? Eh, vamos entrar então em
cada um dos dos pontos aqui da LLM, começando pela memória. A LLM ela não se lembra de nada, tá? Ela não se lembra de nada. Se você for lá na nela e falar: "Olá, me chamo Diego Ivo". E se você começar outra sessão e perguntar quem eu me chamo, ela vai falar: "Desculpa, eu não sei quem é você". Tá? Ao mesmo tempo, se naquela conversa em que eu mandei um: "Olá, eu sou o Diego Ivo, eh, o que que acontece?" Existe uma técnica que quando você vai trocando mensagens, você manda para LLM todas as mensagens
anteriores. É claro que quanto mais mensagens você manda, mais caro vai ficando, tá? Porque na LLM tudo meio que é processado pela primeira e pela última vez, então não existe um um contexto fora aquela mensagem. Então pensa, cara, você fala: "Poxa, mas o chat GPT sabe quem sou eu, né? Se eu abrir o chat GPT agora, o Cloud perguntar: "Cara, quem sou eu?" Ele vai falar: "Quem é você". Por quê? Porque ele construiu um sistema de memória, tá? E esse sistema de memória é o que faz a LLM ter a o usuário ter a impressão
de que a LLM sabe alguma coisa. assim, ela só sabe o que tá na base de treinamento dela, mas ela não tem nenhum contexto. A memória injeta dentro das mensagens da LLM contextos que sejam importantes. Eh, e você pode até injetar, por exemplo, dentro do do do system prompt, dentro da chamada da LLM. Olha, você quando o usuário falar alguma coisa que seja um um dado pessoal, alguma coisa, por favor, consulte a memória. Você tem acesso a essa ferramenta de memória e lá você vai poder consultar. Eh, a memória curta de chamada de contexto é
aquela que você vai encavalando as mensagens. Mais uma vez, ela só terá a lembrança da mensagem anterior se ela tiver a mensagem anterior, se você enviar e pagar mais por isso na API. Eh, e a gente v outros contextos eh de memória longa, na verdade, outros contextos e eh outras memórias a memória longa que a gente vai poder trabalhar com eh históricos de arquivos que a gente vai criando, Haug, banco vetorial, etc, etc, etc. Eu gostaria de destacar dois tipos de memória. Um deles é o de é é é é o vetorial. Então, você vai
salvar em um banco vetorial. vetorial é aquele banco que é quadridimensional, tá? Ele eh salva em formato de embedes. Então você vai salvar todas as memórias lá dentro. Até 2025, esse era tido como a melhor memória que existia, porque era um banco vetorial. E o banco vetorial ele funciona como LLM. Então você pergunta alguma coisa, ele vai direto no ponto onde tá as coisas. Mas o mercado ele foi descobrindo e entendendo que o banco vetorial ele é útil para algumas coisas, mas ele não é tão bom em termos de precisão de memória, porque ele vai,
digamos, onde tá aquela informação e nem sempre ele é tão bom em dar contexto e passar o contexto da melhor forma. Um dos caras mais importantes de IA do mundo é o Carpat foi fundador da Open e ele inventou um modelo chamado LLM Wick ele faz o quê? Ele faz com que O cloud, o Gemini, o GPT criem uma wik interna automaticamente que vai dando toda a memória para si e vai salvando tudo isso em arquivos markdown. O arquivo Markd é aquele arquivo com eh qualquer coisa pesquisa aí porque eu não vou entrar nisso, mas
é é é é muito importante porque a a LLM basicamente fala em markdown. Então, por exemplo, quando você tiver um H1 é #espaçotulo, né? Quando você tiver bullet points, asterisco, espaço, bem-vindo de volta. Pera aí t deu retorno aqui ao curso de agêntico. Pera aí tô eu fico aqui com para depois ver as as mensagens de vocês aqui. Mas eh, então tá tava falando do Carpate em que ele eh então fala que usar os arquivos Markd é uma melhor forma de você construir a memória. E cara, eu tô tendo resultados excelentes com isso daí. Inclusive
o plugin de skills de cloud code que eu vou apresentar aqui no final. A gente usa esse cérebro, esse segundo cérebro em formato de markd e eu vou explicar para vocês como fazer isso daí. Depois os agentes costumam ter um módulo de planejamento. Então você vai lá e fala para ele: "Cara, escreve um artigo sobre tal coisa, né? Você pedir pro Chat de Preto, ele vai lá e vai escrever um artigo e te manda um negócio tipo bem tosco, né? Mas quando se pede para escrever um artigo, né, ou fazer qualquer atividade, o esperado é
que um agente saiba quebrar esse pedido em múltiplas etapas diferentes. Essas múltiplas etapas diferentes devem ter critérios de sucesso para ser bem-sucedida, devem ter testes, etc. e você vai e eh enfim e tarefas muito claras e muito específicas em cada uma dessas partes. Então, quando você pedir para o agente criar um conteúdo, o agente que é de fato um agente, ele vai falar: "Beleza, olha, eu preciso pesquisar sobre essa marca, eu preciso pesquisar sobre o tema, eu preciso fazer tais e tais coisas." Depois gera um planejamento e ele vai acompanhando. Esse acompanhamento já é o
próprio loop, tá? O que que é o loop? É quando você coloca o agente para de forma semiautôna, não vamos falar autônoma porque seria acho que uma palavra muito forte, quando você coloca o agente para de forma semiautôn trabalhar até atingir numa determinada condição. E é isso basicamente o que separa um agente de um assistente, tá? é um pouco qualitativo, porque assim, o harness muitas vezes vai ser mais ou menos parecido, mas o agente ele é capaz de trabalhar durante longos períodos de tempo. Eu sei lá, eu já meu que eu produzi, eu já acho
que agente meu já rodou durante 8, 12 horas mais ou menos Para fazer uma única atividade ou um único conjunto de atividades de forma autônoma. Mas por que que ele faz isso? Porque no meu agente eu falo, cara, eh, vamos supor que eu queira e eh eh eh tem tem uma metodologia do Carpate também que eu recomendo muito vocês estudarem, acho que é uma forma mais simples de explicar o loop e até mais avançada e mais prática, tá? nem tava no script, mas quero trazer para vocês. O Carpate, ele fala que a a você precisa
colocar a LLM para trabalhar de forma autônoma até atingir um determinado resultado. E aí ele tem uma metodologia que eu não vou entrar tanto no detalhe aqui chamada auto research, tá? Eh, seria numa tradução livre uma autopesquisa. Então, como é que ela funciona? você define condições é determinísticas de sucesso. Então, por exemplo, cara, é deve acontecer tais condições para est bem-sucedido, tal coisa, tá? E aí você pode definir o que são critérios de qualidade para você. Imagina que você passou isso daí para uma pessoa do seu time, ó, você precisa fazer tal coisa. E, cara,
esses são os critérios de sucesso. Você pode colocar alguns critérios de qualidades subjetivas e você tem que transformar preferencialmente em métricas ou eh critérios bem determinísticos mesmo, cara. Precisa atingir, vamos supor, ó, eh otimize esse site até você atingir a nota 100 no page speed, tá? E você vai colocar isso dentro de uma configuração de auto research, que eu não vou adentrar aqui, mas se você tiver um Cloud code da vida, uma coisa que eu falo, cara, fala o seguinte, e pesquise sobre o auto research e aplique a metodologia do auto research para fazer tal
coisa, para essa página chegar no page speed 100, para você gerar os dados com tais qualidades, tá? E aí você vai deixar ele rodando ali de forma autônoma. Vou trazer dois exemplos bem bem bem bem simples. Eu precisava, minha esposa me pediu, né, para eu montar chamado de bits, eh, tipo uma apostila para meu filho de 2 anos, em que tem que ter um desenho e tem que ter um texto embaixo. Então, por exemplo, caminhão. Em cima tem uma foto do caminão e embaixo tem a o texto. Eu precisava gerar, sei lá, 30. Aí eu
apliquei o auto search, né, com o critério de que tivesse um agente que criasse a imagem baseado num texto tal e outro agente que verificasse e desse uma nota do quanto aquela imagem relevante para aquele texto, né, e que deveria gerar 30 coisas e que a entrega final deveria ser um PDF, né? Então eu você tem uma série de condições. A LLM deve ter trabalhado nisso daí para ter gerado umas 30, 40, 50 páginas, umas duas, 3 horas, tá? E quando chegou ao final, o cara tava perfeito, tá? Tava perfeito, né? Eu poderia no chat
dept criar uma imagem para cada uma das coisas, mas cara, imagina o tempo que ia gerar, imagina ter que gerenciar a os limites de plano, todas as coisas. Então ali eu coloquei para dentro o codex que é a a a Como se fosse o cloud code da da Open AI para fazer isso. Ele fez de forma autônoma, ou seja, ele foi trabalhando em loop. Depois a gente tem as skills. As skills são, eu tô já acho que antecipando vários slides da frente, mas tá tá tá tá indo bem aqui. Eh, o que que são skills?
São documentos markdown que descrevem como fazer uma determinada coisa. Porque quando você pede para Ia fazer IA, escreva um artigo, ela primeiro vai ser mais preguiçosa possível. Ela vai tentar economizar tokens, porque token é caro, token, tokens money. Ela vai tentar economizar. Segundo, ela não é especialista nisso, então ela não vai saber quais são os passos que tem para escrever. Depois, se ela souber fazer mais ou menos bem uma coisa e se ela fizer igual para todo mundo, não tem diferenciação, tá? E e como eu falo, marketing é diferenciação. Então o para posicionar a nossa
marca, para criar uma marca forte, a gente precisa se diferenciar. Então a gente precisa ter processos e procedimentos únicos e eles vão dentro das skills. Então a skill instrui um agente a fazer uma determinada atividade, tá? Pode ser, cara, dentro do próprio projeto, pode ser atividades em geral. Na final desse curso, eu vou compartilhar com vocês um conjunto de skills que eu criei para SEO. Eu vou explicar um pouco o funcionamento delas. Depois a gente tem as ferramentas, tá? Quando a gente fala de memória, muitas vezes a memória é uma ferramenta também, tá? A ferramenta
é basicamente um script Ou uma API externa que a gente usa para fazer uma determinada atividade por meio do agente. Então, o que que quais são as ferramentas mais comuns? Web search, que é para pesquisar na internet, e o web fet, que é para extrair uma URL. Mas você pode usar, cara, uma ferramenta para tirar um print screen de uma página. Você pode usar uma ferramenta que conecta no seu banco de dados e extrai determinadas informações. Assim, o céu é o limite. Qualquer coisa que você possa programar, criar um workflow, você pode, eu não gosto
particularmente, você pode criar um workflow dentro do nhn e chamar pela a pela LLM. Isso é perfeitamente possível. E isso daqui tudo é o que define o que é um agente. E quando você tira todas essas coisas aqui em volta que definem e eh desculpa, quando você tira o modelo de linguagem, o que sobra é o harness. O harness é a arquitetura que você vai trabalhar. E o harness é a coisa mais importante, pessoal, tá? Hum. Um bom modelo de linguagem faz muita diferença, mas o que o mercado tem entendido é que uma boa configuração
de harness é capaz de gerar resultados muito mais evolutivos do que somente as evoluções que a gente tem hoje das LLMs. É até difícil de dizer 2026 a gente tem muitos avanços de a É difícil dizer se foi o modelo ou se foi o harness, tá? Então isso na verdade tá muito dividido. Então o modelo parou de evoluir tanto, mas o harness evoluiu bastante. O harness é a palavra mais Trend da da da Califórnia no momento junto com a gentico, né? Então essas duas coisas andam bastante juntas, né? Porque harness é o que torna a
LLM agêntica, tá? Pois, pessoal, pode ir fazendo perguntas aqui. Eh, ao final do módulo eu respondo. Então, eh, o que que define um agente? Então ele tem prom tem objetivo, não só promp. Então todo agente tem que ter o objetivo de fazer alguma coisa, né? Até e para isso ele vai poder trabalhar com algum grau de autonomia em fazer aquela coisa. Ele tem ferramentas que executam ações no mundo, ou seja, fora do agente. Ele tem loop de avaliação e correção. E se precisa de aprovação humana a cada passo, não é agente, né? Seria uma interface,
mas isso não impede que o seu agente tenha o famoso humanop. Então, em um determinado momento, ele para, pede o seu feedback, ele continua, não deixa de ser agente. Mas o que não pode ser a gente é aquela interface onde você tá aprovando todas as coisas e no fundo ele tá te apoiando e não agindo de forma autônoma ou semiautônoma. Ah, o motor, como eu falei, a própria LLM. A memória a gente pode ter de diversos tipos, wiks internas, que é o que eu tenho mais gostado, Hag, que você pode consultar bancos eh e SQL
ou vetoriais, tá? Os dois são aceitáveis. E tem ferramentas que fazem a uma memória mais out of box, como por exemplo Main Zero, que eu eu testei um tempo na Época, eu achei legal, mas assim, com o conhecimento que eu tenho hoje, eu não sei se eu se eu gostaria tanto dela. É, e vão ter várias várias outras, mas assim, o mercado tá indo bastante em direção à wiks é na quando você vai pra OpenCall, a Hermês, a gente herm da vida, eles estão muito baseados em e eh em em MarkD, em modelo praticamente de
wik, mas um banco vetorial para algumas coisas vai ser útil também. Então você tem que entender, mas assim, eh eu mesmo, cara, uso muito pouco o vetorial, acabo usando mais ai, que eu entendo que é mais produtivo, tá? Depois a gente vai ter um módulo de planejamento que ele vai criar arquivos em Mark tarefa de longa duração. Então ele vai lá, especifica, cara, nessa etapa a gente tem que fazer isso, isso, isso e precisa verificar dessa forma. Para vocês entenderem até como harness ele é muito importante, eh, isso aqui é chamado spec driven, né? Quando
você especifica cada uma das etapas do que fazer e como revisar e como testar. Então o mercado começou a aplicar o spec driven, especialmente no desenvolvimento, mas isso pode para marketing também. Percebeu, cara, a gente tem muitos resultados assim. E aí um paper da da Antropic fala que alguém teve uma ideia e cara, olha que interessante isso. Não é uma mudança de alelia, é uma mudança de harness. O que que acontecia? Você pedia para um agente, fala: "Ó, faça isso, isso, isso, verifique dessa forma". Uma pessoa percebeu que quando você pedia pro agente fazer e
verificar, ele era muito complacente consigo mesmo. Opa, bati aqui. Ele era muito complacente consigo mesmo e ele tolerava os próprios erros. Em vez disso, eh, essa, nesse teste passaram a pedir para que um agente executasse e outro agente fizesse a verificação, a validação. E a qualidade saltou drasticamente, tá? E olha só, o verdadeiro uso da IA, pessoal, é no fundo uma inteligência, porque se a gente for pensar bem, a gente já usa isso nas organizações, nas empresas, de eh delegar tarefas específicas para pessoas específicas. E, cara, em qualquer lugar você nunca vai delegar a quem
executa a auditoria, né? E e era o que todo mundo tava fazendo nas IAS. E alguém foi lá que teve a ideia genialmente simples de falar: "Cara, agentes diferentes fazem coisas diferentes e isso aumentou muito a qualidade. Isso daí entra dentro de um planejamento. Qualquer agente de a hoje dos dos principais cloud code, codex, etc., eles conseguem criar suagentes para executar tarefas específicas. Isso é muito legal. Hum. Isso é muito poderoso, tá? Aqui também já eu já falei sobre já falei sobre as principais ferramentas, já falei sobre as skills. Eh, as skills foram lançadas ou
popularizadas pelo menos no final de 2025. Na época todo mundo tava só falando de multiagentes, orquestração de agentes. Eu também falei, eu fiz um um um baita conteúdo no dezembro do ano passado falando sobre orquestrar com multiagentes, mas o ponto é que as skills elas são muito mais eficientes do que agentes. Agentes são muito bem-vindos, tá? Mas você precisa saber delegar muito bem para os agentes. Os cloud codes da vida, Cloud Code Codex, eles delegam para subir agentes, eles conseguem passar o contexto muito bem. Então, a skill pro usuário parece que ela vai ser usada
só ali dentro, mas na prática ela é usada em subagentes, mesmo que você não saiba e exatamente o que tá acontecendo aquilo. E aqui é o loop de um agente. Então, ele vai começar no planejamento, ele vai fazer execução, ele faz a avaliação, ele conclui ou ele, ah, poxa, a avaliação não tá certa, ele volta pra execução. E o loop acontece principalmente nessa execução avaliação aqui que cara pode levar tem relatos de levar mais de dias para executar uma determinada coisa. Aukem e aqui, pessoal, a gente termina nosso módulo de agentes. Deixa eu pegar uma
água aqui, vou eh perguntar, vou vou ver as perguntas de vocês, tá? Pera aí só um segundo. Eu já vi uma pergunta no chat aqui que tava aberto, achei muito boa. Deixa eu ver se é essa mesma. A do Marcelo Costa. Ó, nas últimas semanas temse falado em substituir Markdown por HTML para LLMs. Você enxerga que isso é um caminho natural ou um markdoso? Cara, excelente pergunta. Esse é mais um caso de uso de harness. O Tarik da da da Trop Peque, ele foi lá e fez um tweet que, cara, sei lá, talvez tenha sido
o tweet mais popular dos Últimos 15, 20 dias. Ele falou: "Cara, parei de usar Markdown, que são arquivos só de marcação ali. ão tem hashtag asteriscos e tal. É muito hashtag asterisco, né? Tipo H1, H2, bullet points e tal. e passei a usar HTMLs, tá? Por eh, o Markdown é muito ruim do ser humano ler e faz total sentido, né? Não é humano, aquilo é uma linguagem de máquina. E aí uma objeção que se tem é o HTML que vai e renderizar melhor pro usuário comum é que ele vai gastar muito mais tokens. E aí
o Tarik fala: "Cara, é verdade, isso daí gasta muito mais tokens, mas vai me ajudar a ganhar tempo, tá?" Então ele simplesmente aboliu 100% o markd, tá? Eh, cara, eu acho que vai depender de cada um, tá? Eh, um caso de uso que ele traz do HTML é quando você quando a LLM fizer alguma coisa, você pedir para ela gerar um HTML visual para apresentar todas aquelas informações. Isso é muito útil porque você consegue visualizar. Então ele como e aí na prática o que ele também tá falando, Tari, é que em vez de eh eh
eh ver um output dentro do chat, ele também tá direcionando esse output para gerar na HTML. Isso é muito legal. Quando você tá no no cloud, por exemplo, ele vai lá e muitas vezes gera um artefato visual. O princípio é mais ou menos o mesmo. Eu, particularmente, eu não uso muito esse recurso. Eu entendo a validade, mas eu Não uso muito o recurso. O que eu fiz, eu vou apresentar na nossa skill, as nossas skills, elas têm uma interface visual, tá? Então ela tem um front end que em partes tá resolvendo o mesmo problema do
que o Tari tá falando. Sim, a LLM é um é um é um mau front end, né? Ele é muito útil para agilidade, mas ele não é um bom front end. Então o HTML é um front end com certeza melhor do que o MarkD. Mas o que eu fiz e e vou compartilhar com vocês é uma interface no front end para acessar os arquivos Markd, tá? E o Obsidian ele faz isso também. Você tem os arquivos Markd e o Obsidian, uma ótima forma de gerar memória da LLM. Eh, e ele fica um aplicativo no computador
que você consegue acessar os arquivos do Markdown, tá? Então eu particularmente eu tô muito mais por aqui, entendeu, de você criar um front end, mas tá se resolvendo as mesmas coisas. E cara, eventualmente eu peço para ele gerar um HTML e tudo que você pedir para LLM fazer visual, com toda certeza é melhor, tá? Mas ótima pergunta, cara. E o FBM Educação. Estou preparando conteúdo dos cursos para acesso de um agente de atendimento de WhatsApp. Alguma dica de como preparar esses conteúdos? Cara, eu acho que você tá falando que você tem cursos e quer que
um chatbote, um agente consiga ler os conteúdos e eh se informar, né, ter a informação correta para eventualmente tirar dúvidas dos seus alunos. Hum. Eh, vão ter vários modelos, tá? Eh, eu acho que é que vai depender muito do seu harness, onde ele estiver, tá? Então, é uma decisão que tem que ser tomada, eh, enfim, olhando pro caso, mas no seu caso, a forma mais simples talvez seja um banco vetorial, porque ele vai buscar a informação lá dentro. Ou você pode ter ainda um um híbrido, né, do do de uma busca. Você vai ter que,
né, transcrever os conteúdos dos cursos e permitir uma busca para achar nessas informações para vetorial e SQL. Talvez seja mais difícil você colocar em arquivos markdown isso daí, mas se você conseguir ter bem estruturado em formato de wiek, talvez seja muito poderoso também, mas aí vai funcionar acho que melhor no cloud code, não, uma coisa deploiada. Existem MCPs mais notórias relevantes novo contexto de cara. A gente tem MCPs ah de todos os principais providers de dados, Data for SEO, sem Rush, sem rush eu uso mais API, HRFs, então todos eles fornecem esses dados que eu
acho que são muito relevantes, tá? E e ajudam bastante. Na skill que eu vou trazer aqui, a gente usa um dos providers para gerar os dados, né, que a gente naturalmente não tem. Eh, o DN bem então criar agentes de execução e verificação usando o mesmo modelo, cara. O mesmo modelo, sim. Aí Você vai ter que ver qual que é o custo que cada uma dessas coisas vai ter, tá? O que aquele Hness fala é para você separar quem faz de quem verifica, tá? Então é é um quem faz não pode auditar a si mesmo.
OK? Vamos então pro nosso próximo módulo, clássico 2.0. Pessoal, o título dessa aula é praticamente uma contradição em termos, mas é totalmente intencional, tá? Eu quero falar do S clássico aqui pra gente eh eh conseguir fechar um pouquinho, mas o próprio S clássico, ele já não é mais o mesmo depois das LLMs. O SEO, o próprio SEO clássico, só fazer SO como se fazia antigamente já não dá mais certo, já não é mais o suficiente, tá? E eu tô falando ainda para ranquear insert engines. Eu tô chamando de S clássico, aquilo que você usa para
rankear insert engines em resultados de links, resultado de listas, tá? A gente já falou que as buscas continuam acontecendo, mas agora são feitas por agentes. E o S clássico, ele não morreu, mas ele sozinho não é mais suficiente, né? Essa é a tese central do nosso curso. As buscas vão migrar da superfície do usuário pra superfície das LLMs. E mas o o o os conceitos clássicos De SEO, pensando em otimização para motores de buscas tradicionais, eles continuam existindo porque motores de buscas continuam existindo. Pessoal, não deixem ninguém te convencer do contrário. A não ser que
tenha bons argumentos. Se alguém tiver algum bom argumento, eu me convenço do do contrário. Aqui estão os pilares clássicos do do so e eh clássico, tá? Então a gente vai ter tem muitas formas de separar, tá? Geralmente são três ou quatro pilares. Aqui tem até uma redundância ali, é um pequeno erro de revisão, mas a gente tem um homepage que é tudo que tá dentro do site, tá dentro de uma página, exceto conteúdo. Depois a gente vai ter o conteúdo em si, porque o conteúdo ele tem impactos muito grandes. A gente vai ter o off
page, que é tudo que acontece fora do seu site, fora da sua URL, e o SO técnico, que vai garantir a velocidade, vai garantir a indexabilidade, tá? Eu não quero, pessoal, passar, né, ensinar, como fazer o SEO, como fazer page. Então, eu quero passar aqui pelos principais conceitos, como eu já falei, se você tiver alguma falha de conhecimento ali, precisa aprofundar. No Conversion Academy tem vários cursos e tem o Next SEO que é gratuito, mas tem vários outros cursos que fazem parte da assinatura que eh são pagos e que aprofundam. E eu vou deixar esse
primeiro ponto por último, user experience, porque para mim ele é o mais problemático de todos nesse novo momento. Então a gente tem um page Title, description, heading tags, links internos, vai melhorar o esquema markup, né? Isso convergindo um pouco com o se técnico, técnico vai olhar mais pr pra pr pra estrutura do esquema e o page pro conteúdo, né? Cada parágrafo ou cada bloco precisa ser um um chunk auto contido, naquela coisa de de ser autossuficiente, né? estrutura de eh eh Q&A explícita para mecânismos de busca, aquelas perguntas e respostas no final e ter conteúdo
citável, estatísticas, frameworks, dados, tá? que é mais ou menos o que, né, tá todo mundo falando aqui. Mas cara, uma coisa que eu sempre defendi muito era a o user experience como principal fator de ranqueamento e eh acho que não sei quando começou um processo, teve um processo da Corte Americana contra o Google em que o Google teve que falar e abrir quais eram os algoritmos que eles tinham, né? E o duel time, o tempo no site era uma das coisas mais importantes. O pessoal falava: "Olha, a gente sabe que uma que uma página é
boa porque o usuário permanece tempo lá dentro, tá? Isso tá prescrito, pessoal, tá? Isso aqui é eh eh eh não tem nem muito como discordar disso. Antes, né? Todo mundo falava que era teoria da conspiração, mas eh o Google, né? Falou isso em juízo e lá nos Estados Unidos se ele falar uma coisa em juízo e mentir, a consequência é muito grande. Então, né? É, são depoimentos bastante confiáveis. Só que, pessoal, é muito doido isso, porque o search engine tradicional, ele usava dados de comportamento do usuário. E se a gente eliminar todos esses dados, o
que que o search engine vai ter como sinal pra qualidade do ranqueamento, tá? Será que vai ser a pequena parcela de usuários que ainda restam e talvez não estejam representando o interesse da maioria? Será que eles vão encontrar alguma outra coisa? Mas assim, grosso modo, apesar de tudo, para gerar cliques, o a experiência do usuário continua importante. Isso, né, ainda vai ter alguma sobrevida durante algum tempo, mas como eu falo, tende a zero. Depois no off page sempre se falou muito de backlinks. Aqui na conversion a gente fala bastante tempo, dimensões de marca e cara,
eu falo isso antes da chegada do chatt, tá? Por isso a importância de fazer digital PR LLMs. Cara, isso já existia antes da LLM, tá? Porque o Google ele lia a página e conseguia entender o que tava lá por outros tipos de inteligência artificial, tá? E aí o digitopiar virou, na nossa visão, a produção de dado proprietário que vira fonte. Então, eh, toda empresa deveria se tornar um instituto de pesquisa do seu setor, produzir dados do seu setor. Quando ela produz dados do seu setor, ela vai sendo citada, tá? Eh, também eh tem uma forma
de você fazer cocitação, que é citar sua marca e concorrente na mesma página para você dentro do seu site ou fora do seu site para você criar associação semântica. O se técnico, pessoal, a despeito de alguém falar que morreu, para mim é o que talvez mais tenha ganhado poder com A chegada das Lelinhas. O S técnico que era deixado de lado, ele vai fazer toda a diferença agora. Por quê? Porque um assistente de a quando ele pesquisa, ele faz e chamado query fun, ele faz muitas pesquisas em paralelo, muitas buscas fantasmas que não tem clique,
mas que consomem o resultado. e conteúdos, sites bem estruturados, especialmente aqueles que tenham dados, quando eles conseguem uma boa arquitetura dentro do site, conseguem gerar, fazer um ótimo show programático, eles aumentam muito a probabilidade dele de rankear em buscas diferentes. E a gente tá vendo que as LLMs estão muito de olho em longes, então longes cada vez mais específicas. Então, ter dados eh bem estruturados e otimizados tecnicamente vão te ajudar a isso daí. E aqui uma afirmação polêmica, tá? Mas achei o clássico sozinho ele morreu, tá? Ou ele está em um declínio que aponta pra
morte dele, tá? É uma questão de tempo das coisas mudarem. Como a gente já viu, 52% das buscas já são generativas, tá? a gente tá as vésperas do Google lançar, fazer a grande virada de chave dele. Acho que, né, vai, vai, ele vai fazer no timing, vai testar e tal, de colocar o AI mode como padrão, mas isso já é consenso dentro do Google. E aí o restante dos cliques, ele vai derretendo ao longo dos próximos meses, sei lá, máximo, sei lá, uns 2, 3 anos, vai ficar, vão ficar bastante diminutos, tá? Então esse é
o clássico sozinho, ele morreu, mas ele é pré-requisito para toda essa busca por Então ele ele não morreu. Obviamente ele não morreu, né? Mas ele não pode ser tratado como antes. A dinâmica toda mudou e a gente tem que entender como lidar com essa mudança. Eh, como eu, como eu tenho falado, pessoal, é ganho de complexidade. A nossa sociedade é cada vez mais complexa. Cara, pensa como é que era previsível a vida do seu tataravô, dos seus tataravósos que, cara, nasceram numa cidadezinha numa roça, é, não sei que você seja, né, filho de nobre, herdeiro
de nobre. Eh, nasci numa roça que ficava muito longe da capital, ficava, sei lá, 300 km da capital. Eles nunca foram à capital, no máximo ia numa cidadezinha um pouquinho maior, numa charrete, numa carroça, num domingo para ir à missa para fazer umas compras, né? E a vida toda acontecia ali dentro. Eh, a vida era a cultura local, a família, agricultura, nascer, viver e morrer. Era era tudo muito mais previsível. Cara, hoje a nossa vida moderna é extremamente complexa e as tecnologias acompanham essa complexidade. Cara, se você pegar, não quero pegar o celular porque seria
muito absurdo. Se você pegar um lápis, cara, já parou para pensar o que que é preciso para fazer o lápis? A madeira vem de um lugar. O que trata madeira vem de outro lugar. Você tem o verniz, você tem o grafite. Um lápis ele vem de cara de quatro cantos do mundo só para construir um lápis. E um lápis é um Produto de um século atrás, tá? Hoje a inteligência artificial, a tecnologia é muito mais complexa do que um lápis. E é tudo isso que a gente vive. Então, muitas vezes as pessoas tentam eh eh
pegar os paradigmas antigos e aplicar nos novos. fala, então, ah, cara, se se o sto ele já não é mais como antigamente, logo ele morreu e agora é GO, mas aí o cara olha e entende que, cara, para fazer GO você precisa de Sou e e a pessoa não sabe como lidar com isso daí. Por quê? Porque falta um ferramental conceitual e teórico. Por isso eu gosto de trazer que a gente tá vivendo e vive um mundo cada vez mais complexo. Então, não é sobre uma coisa ou outra coisa. Não é branding ou performance, não
é orgânico ou pago, não é se clássico ou, é tudo junto ao mesmo tempo. E as empresas até teve uma pergunta sobre isso, cara, mas como lidar com tanta complexidade? É, esse é o desafio, até porque os recursos disponíveis, o dinheiro, os salários, os fins não vão mudar, mas as pessoas vão ter que conseguir resolver isso daí. E a inteligência artificial vai ajudar bastante a resolver esses problemas. a inteligência artificial vai começar a resolver os problemas que ela própria está criando. E diante disso tudo, por isso que eu digo que estamos na era do Soo
Goo first, tá? A gente teve muitos momentos já, cara, ele começou muito com uma disciplina muito técnica, Tá? Depois ele foi muito para uma disciplina de conteúdo, depois para o X. Eh, depois ele conseguiu ir, que era o estágio atual, para uma coisa bem holística assim, né, considerando todas as coisas. A marca já importava bastante. Mas agora a gente entrou na era da inteligência artificial, que vai est presente em todas as coisas e já é a maior quantidade de querer pessoal. Dúvidas sobre o SEO clássico. Eu vou abrir aqui, vamos ver. A dúvida do Marcelo.
Vamos lá. Sobre a questão de performance e plataformas para gerir sites. Vi que vocês estão migrando do WordPress para NextJS com payload Neon Shed CN. Você comentou que ao final do dia você vai compartilhar um plugin para WordPress para uso com IA. A minha questão é, se formos pensar em tecnologias para a próxima década, faz sentido para empresas B2B migrarem para stacks semelhantes ou WordPress? Ainda é uma boa opção neste cenário novo? de Dio, quais tradeoffice que você vê, cara, que ótima pergunta, Marcelo. Vamos lá, dar contexto pro pessoal. A gente lançou em janeiro de
2026 o novo site do Conversion Academy. Eu o programei em uma semana, criei todas as páginas, criei todos os conteúdos. Eh, o Conversion Academy eh cresceu 250% o tráfego, gera alguns milhares de leads Eh por meio dos dos cursos, fora as vendas como um todo. E ele roda dentro de payload que roda em NextJS. E aí depois neon é o banco Postgers e o SH CN, tá? É menos importante. E o que que eu falei? Falei várias vezes que o com as LLMs as IAS vão eh eh as as Ias elas são melhores em programar
em cima de linguagem tipada, que é o Typecript, por exemplo, tá? E ela é muito ruim. A minha experiência em tentar fazer dentro do WordPress, eu tentei, foi muito ruim, tá? Talvez tenha melhorado um pouco, mas eu entendo que a linguagem tipada é muito superior para as LLMs. Então, a minha recomendação é que se você quer começar do zero, você pode, cara, eu começaria dentro do nexts, tá? E e usaria o payload. O próprio agente que ele roda em payload, tá? E inclusive todas as ferramentas dele, tá, pessoal? Então, o payload eu vejo como uma
ferramenta muito versátil. Por que que a gente lançou um plugin de WordPress? Porque, cara, a mudança de tecnologia, ela muitas vezes depende menos da tecnologia, mas da adoção. Então, a adoção do payload ela é muito baixa. Se eu fizer um plugin, e outra coisa, eu queria depois eu eu vou entrar no detalhe disso, mas eu queria resolver o problema do site atual da conversion que tá em Uredinda. A gente tá desenvolvendo um novo site que vai ser em payload, tá um pouco despriorizado, mas o site atual é WordPress. E como WordPress, a maioria dos sites
ainda falando, vamos criar esse plugin em WordPress, porque resolve o nosso problema, resolve o problema das pessoas, certo? Vamos agora falar de topical authority ou autoridade tópica. Ela fica quase a autoridade utópica, né? em partes e e às vezes é o tópico conseguir tudo isso que essa disciplina pede, porque a autoridade tópica pede a completude total de de de um de um tema, tá? Em poucas palavras, a autoridade tópica é ser referência absoluta no seu tema, tá? Absoluta, cara. Que palavra abrangente? O Google quer trazer as referências absolutas dos nichos delas para responder as coisas.
É óbvio que uma referência absoluta não existe, tá? Não existe uma referência absoluta, mas a grande questão é como você se aproxima mais de uma totalidade das respostas possíveis sobre aquele tema de encerrar todo o assunto, tá? Eh, então a autoridade tópica, cara, nada mais é do que você ser a maior referência naquele assunto e você poder demonstrar isso por meio de conteúdos. A gente pode pensar em conteúdos dentro do seu site, que são os conteúdos mais indexáveis, mais óbvios, mas, cara, a gente pode pensar, cara, em qualquer tipo de conteúdo, tá? Esse conteúdo, eh,
sei lá, se ele estivesse no YouTube, que vai est indexável, eh, que que seria Indexável, se se a gente fosse deixá-lo aberto, eh, ele seria uma fonte, tá? Eh, e aí vão ter duas camadas, que é onde o search engine alcança, mas também onde as pessoas alcançam, porque as pessoas que você, cada um de vocês que estão aqui, a gente tá, sei lá, umas 100, 150 pessoas agora 131 pessoas. Cara, vocês sabem que a Conversion proporcionou, tá proporcionando isso aqui para vocês, né, que a conversion tá fazendo esse movimento. Então, ela está inclusive neste momento
fazendo uma construção de autoridade tópica, tá? Mesmo que isso não seja indexável. Mas quando a gente fala de topic authority, geralmente a gente tá falando daquilo que é indexável. Mas para ser indexável, tudo que a gente faz, ela reverbera, tá? Então, uma coisa que eu faço aqui agora, pode ter alguns de vocês que estão assistindo, que vão comentar, que vão que que vai aumentar a nossa reputação, que vai gerar algum tipo de buz, algum tipo de e consequência, isso em algum momento vai ser indexado. Então, cara, todas as coisas estão muito conectadas, tá? Traduzindo mais
para o conceito mais clássico ali do dentro do SO clássico ainda, que é não é escrever sobre tudo, é sobre escrever sobre o tema. A autoridade tópica ela é cumulativa, cara. você não consegue da noite pro dia se tornar líder, tá? Acho que para você eh consolidar um princípio de autoridade leva de 6 a 18 meses. E é quanto mais quanto mais forte o seu concorrente, cara, mais difícil é você consolidar isso daí. E pode levar uma década para ser líder. E como eu falei, a autoridade Tópica no fundo é posicionar sua marca como referência
no assunto por meio do conteúdo, para você ter o conteúdo como suporte para isso. Aqui a gente tem o ciclo da autoridade tópica. A gente vai mapear o universo do tópico, vai entender quais são, né, as queries, as perguntas, as dúvidas que as pessoas têm, vai cobrir todas as queries, vai conectar tudo isso daí para gerar uma experiência pr as pessoas. a gente vai usar muito a técnica de topic clusters e vai garantir que todos esses conteúdos tenham recência, estejam atualizados, etc. Coisinha fácil de fazer, né? Muito, muito fácil. Aqui vai um mapa de subtemas,
né? Então, que você pode fazer? Lista entidades relacionadas ao tópico principal, lixas perguntas mais frequentes. Eh, eh, as pessoas também perguntam, Reddits, fórums, veja as intenções, né? informacional, comparativa, transacional, eh lista de personas dentro iniciante, um intermediário, as personas diferentes que você tem. Você vai cruzar entidades, intenções e personas e você consegue chegar a um mapa total de conteúdo para produzir. A inteligência artificial pode ajudar muito nisso daqui, tá? Às vezes, eh, para muitas coisas, eu nem uso, eh, eh, eh, pesquisa de palavra-chave mais, tá? Eu vou lá e falo: "Cara, eh, vamos mapear todos
os temas em em torno, todos os tópicos em torno desse tema aqui. E aí a inteligência mapeia e a gente consegue executar isso daí. Acho que, eh, tem sido mais produtivo do que o próprio volume de busca, tá? Até porque O volume de busca, cara, às vezes um termo menos buscado, entre aspas, tem muito mais buscas oficialmente do que outros, tá? Depois a recência e atualização. Não adianta você ter sido bom há 10 anos atrás. Você tem que continuar sendo bom. Hoje você precisa continuar a produzir, deixa eu pegar uma água aqui. Você precisa continuar
produzindo conteúdo de qualidade. Você precisa continuar atualizando seus conteúdos. E aí datas visíveis de última atualização, por exemplo, aumentam a confiança. Opa, pera aí. Beleza, pessoal. Eh, esse eu eu vou seguir numa atacada só, depois a gente fala de atualidade tópica e topic cluster, porque os dois andam muito muito muito juntos. Se tiverem dúvidas podem ir mandando nos comentários. Eh, então, opa, então topic clusters eh, topic clusters é autoridade, é arquitetura para gerar autoridade tópica. Nada mais é as duas coisas, uma não anda sem a outra. Vamos voltar aqui pra tela. Olha só. Como funciona
a estrutura de um topic cluster? Ela tem três camadas principais. Tem três camadas, né? O pilar ou pilor, que é o guia do tópico, é o artigo definitivo sobre aquele tema, eh, vai ser o mais buscado principal. Então, por exemplo, na conversion, o quando a gente fala de SO, cara, SO é o principal tópico, né? Depois a gente vai ter a o cluster, né, que são que vai aprofundar. Então poderia ter s page, técnico, eh, se off page, etc. E depois a gente vai tendo, eh, conteúdos de suporte que vão se aprofundando, trazendo faques, glossários,
né, definições, cases, comparações, que a gente vai conectando todas essas coisas, né? Aqui a gente tá falando de na ilustração só didático isso, pessoal, de quatro páginas no nível dois, mas poderiam ser, sei lá, 20 páginas no nível dois, 50 páginas no nível dois. Uma coisa muito interessante também é que isso não é algo absoluto para usar uma terminologia que a gente tá usando. Por exemplo, eh eu posso criar o meu topic cluster de SEO. Eu tenho uma página de SO técnico e eu posso também criar um topic cluster de S técnico, que o que
antes era um cluster para Soo, dentro do topic cluster de SEO técnico, ela vira o piloter page, tá? Ela torna-se a página principal e as outras vão linkar. E tem a grande arte de você conseguir e correlacionar e estruturar todas essas páginas para elas conversarem e estarem semanticamente conectadas. Isso daqui continua muito importante para search eng, tá? A gente tava falando que talvez a experiência do usuário caia em termos de qualidade. Vai sobrar isso daqui, vai sobrar como os conteúdos estão estruturados, né? E aí vem a pergunta que o colega nos fez ali, tá? Mas
se eu não vou receber mais tráfego, para que eu vou criar conteúdo? Uma boa pergunta, uma pergunta muito válida. Você vai criar conteúdo? Bem, porque pessoas podem entrar no seu site e elas vão consumir e vão se informar e você vai poder treinar as LLMs, tá? O payment, o pagamento do rankeamento e do clique, né? O ranqueamento ele vai continuar existindo, mas o clique quando ele diminuir, quando ele sumir, de fato ele não vai pagar mais com clique, mas ele vai pagar com influência. Se o corpos de conteúdo que você criar, se os seus topic
clusters são muito relevantes e são primários, você pode usar ele para treinar LM pela sua marca. Eh, o seu topic cluster, ele vai est recheado da sua marca, tá? Tem que fazer de um, tem que fazer de uma forma inteligente, né? Mas você vai treinar as LLMs para conhecerem a sua marca também. E aí tem que fazer isso de um modo sutil. Então, tô falando muito mais sobre a questão do tráfego, né? Mas poxa, por que que eu vou investir tempo e dinheiro nisso daqui se eu não não vou ter mais o clique? Cara, justamente
para isso, para você ter dentro do seu nicho você ser autoridade máxima. Cara, o que vai acabar é que as empresas para gerar mais tráfego, a conversion ia lá e poxa, fazia na dominou tudo de SEO, falava, cara, vamos começar a escrever sobre marketing, aí beleza, né, faz sentido e tal. Aí dominou tudo de marketing, começava a falar, cara, sobre negócios, aí começava a escrever conteúdo sobre OKR, NPS, eh, etc, etc, etc. Cara, já já saiu da da autoridade utópica, tá? Por mais que possa ranquear, já saiu. Então, o que eu vejo é que, cara,
toda essa, esse cosmético a gente tem que cortar e focar no core nosso. Qual que é o core da empresa, tá? E e o Sheriff Voice vai ajudar muito a entender isso, tá? Porque a forma antiga a gente era recompensado pelo clique e não pela influência que a gente estava gerando. Agora a gente vai ter que olhar para métricas de influência de reputação. O trabalho de SO e de PR eles estão, cara, cada vez mais convergindo. Muitas vezes eu eu começo a pensar nisso, eu falo: "Cara, esse eu tá virando PR, tá? Eu também olho
para PR, né? todo o mercado de PR, vi que tem um pessoal aqui de uma agência de PR que comentou, eh, também tá todo olhando para show, olhando para GO. Então, cara, todas as coisas estão convergindo. O que a gente está vendo na prática é que as fronteiras das disciplinas elas vão, cara, ficar cada vez mais frágeis, as coisas vão ficar cada vez mais fluidas. SO ficava lá com time de SO, mídia ficava com míia, social com social, branding com branding, cara, agora é todo mundo junto e misturado, tá? Os times de marketing eles vão
ser mais inxutos, tá? Eu não acho que o emprego vai acabar, tá? Se a preocupação de vocês, mas os times serão mais inxutos para fazer a mesma coisa e mais empresas terão mais pessoas. Então você vai ter, eu vejo que vai ter uma grande redistribuição ali e a capacidade de Dialogar e construir em parceria e estratégias, cross channel, múltiplos canais, múltiplas disciplinas, é o que vai fazer um grande profissional se destacar. Voltando ao nosso slide, tá? Eh, regras, regrinhas básicas, tá? Como linkar o pilar linca todos os clusters. os clusters linca horizontalmente para outros clusters
relacionados, ou seja, horizontalmente, e também linkam o conteúdo principal. Depois os ele pode linkar também os conteúdos de suporte, mas os conteúdos de suporte sempre que possível linkam o cluster, né? A ideia é que a gente nunca tenha um cluster orfan, ou seja, sem links entre eles para não ser uma página cega. O segredo é a gente conectar todas as páginas de forma semântica. Cara, o melhor exemplo disso é a Wikipedia, tá? O melhor exemplo disso é Wikipedia. E lembra do que eu falei do Carpat que ele sugeriu a criação de memória por meio de
LLM wick? Cara, no fundo ele tá falando de criação de topic cluster, entendeu? Porque quando você vai para um obsidian da vida, você vai arquitetar os arquivos. Obsidian é uma ferramenta pessoal para criar um cérebro prasi, tá? Ele basicamente ele é um arquivo markd, né? você visualiza, eh, edita visualmente, ele vai conectando com outros. Então, a Ia vai lá e consome ele Conteúdo e fala: "Um, para eu obter mais informações sobre essa parte específica, deixa eu ir neste documento aqui." Aí chega lá e aí ele vai lá e explica todas as coisas. É, talvez ele
quera uma coisa mais aprofundada ainda, vai pro próximo nível, tá? Então, topic cluster, pessoal, tá presente em todas as coisas. Você dominar a criação dele, é você dominar também como uma LLM funciona, tá? Essa, mas esse aqui acho que é um um baita de um do insight, tá? Aqui só para exemplificar, então é um um top cluster de marketing B2B. Então o pilar seria um guia completo de marketing B2B. Os clusters seriam ABM, leadin, main, sales enable, ICP. Aí depois os suportes seriam facks, cases, glossários, ferramentas, né? Então teriam mais ou menos esses três níveis
e, né? Você pode customizar ali para para funcionar. O importante é que você crie essa rede semântica em que a partir de uma página, uma pessoa ou um robô ou uma IA, um agente consiga ir navegando e obtendo todas as informações. Aí você vai não vai receber mais cliques, mas talvez você receber algo mais valioso que clique, que é a recomendação das IAS, a preferência do consumidor. Eu acho que isso é muito mais importante que clique. Pessoal, um conteúdo isolado é só mais um conteúdo. Cluster ele é estrutura e autoridade é estrutura. A autoridade se
faz com a arquitetura de todas as coisas, tá? Top cluster é isso, construção de marca é isso. A gente vai adiante falar do EAT, mas deixa eu ver Se a gente tem dúvidas aqui. Deixa eu abrir minha meu celular. Bárbara PN, existe uma ferramenta para mapeamentos de temas? Cara, as LLM são boas, boas boas ferramentas para isso daí, tá? Eh, a gente na na na skill nossa, ela é beta ainda, mas a gente constrói um um topic cluster ali, mas sempre o que você tem que pensar é que a ferramenta todo mundo tem acesso, tá?
A ferramenta é legal. Mas o grande valor de um profissional, de uma agência, vai estar em ser consultivo. Então, como você faz uma coisa que a ferramenta não faz, tá? A ferramenta é importante demais, tá? ela vai acelerar. Mas assim, você, eu vou passar as ferramentas, mas o mais importante é você conseguir pensar fora da caixa, fazer coisas que outras pessoas não fizeram e se antecipar, porque a maioria das ferramentas e a própria inteligência artificial, lembra que a LLM, ela é treinada num corpus antigo e ela é a média de tudo que aconteceu. Então, quando
você usa a LLM pura ou de forma simplificada, você tá fazendo só o mediano, tá? E o mediano, quando todo mundo faz o mediano na mesma média, é medíocre, tá? Então a gente tem que pensar em como ter saltos de qualidade. É como a gente colocar coisas que a IA não coloca sozinha, como a gente colocar ingrediente, como a gente dá Personalidade, tá? É isso que assim os os profissionais vão ter que fazer. Mas sim, eu usaria a própria LLM para isso. Usaria a nossa skill para isso ou uma skill personalizada para vocês fazerem, né?
Até depois eu falo de skill. Ah, o pessoal da Interct, que é uma essa pessoal de piar ali, com conteúdo relevante, publicado com frequência em mídia de relevância e de nicho, pode elevar autoridade em 3 meses e não em anos. Consistência e frequência vão manter essa autoridade. Depende, né? Acho que se você tiver num terreno virgem ali, você consegue fazer em pouco tempo, né? Se a concorrência não tiver feito, mas tiver um bom trabalho de competidores ali, pode levar bastante tempo, né? Porque o grande ponto é que quem está na frente está na frente, tá?
Quem está na frente tem vantagem. Eh, mas um pouco da frase que eu usei na abertura do vídeo, eu n é impossível ultrapassar 20 carros em uma corrida em um dia normal, mas em dia de chuva é possível. E a gente tá em dias de chuva. Então, aproveitem. Talvez tenha essas oportunidades, sim. Eh, acho que não vai ser em todos os nichos, mas em muitos nichos vai ter com toda certeza. Deixa eu pegar água aqui e a gente vai agora, pessoal, para mais um tópico que tá totalmente relacionado, tá? E todas essas coisas vão continuar
importantes paraas LLMs também. É por isso que muitas pessoas falam: "Ah, mas cara, se A gente vai vai mexer com topic cluster, se a gente vai mexer com topic, se a gente vai mexer com IAT, não mudou. Vai show não mudou, tá? Mudou, cara. Mudou porque a superfície, a interface e a ferramenta tá mudando completamente. O que o tipo de resposta que é gerada tá mudando completamente. Então a gente tem uma mudança profunda, tá? Eh, eu não digo que a gente está em outra disciplina, só que a gente tá totalmente a partir de agora no
era do Force. Mas vamos voltar pro fundamento do EAT. O que que é o IAT? É basicamente experience, que é a sua vivência sobre um tema, a sua expertise, que é a profundidade, a sua autoridade, que é o reconhecimento. E tudo isso converge para o elemento de trust, de confiança. O que que o Google quer quando traz um resultado? É basicamente trazer confiança. Trazer com confiança qual que é a resposta, tá? Sei lá, na época da pandemia, a confiança dizia que não se deveria eh eh oferecer nenhum tipo de tratamento alternativo ao COVID. Então, o
IAT ele ia por dentro de um consenso que tinha uma confiança. Isso vale para um assunto médico, tá? Que continua válido, né? Os problemas de medicina hoje são outros, mas isso vale também para recomendação de uma marca, porque no fundo o search engine ele tá recomendando alguma coisa, tá? E aí a gente precisa trabalhar para que a nossa marca seja confiável. E aqui dentro do IT, a inteligência artificial já funciona bastante tempo, tá? A gente tem o search search quality evaluators, que são pessoas que avaliam páginas de acordo com os critérios do EAT. Tem até
uma pessoa do nosso time que chegou a trabalhar dentro disso daí. E o que muitas pessoas achavam era que era essas pessoas davam notas e as e e e o Google usava essas notas, mas a prática disse que na verdade o Google via essas notas e usava essas informações para validar o que seu algoritmo fazia. Cara, se é um é outro, não faz diferença. Mas o grande ponto, pessoal, a inteligência artificial já existe, né? Já tá popular há 10 anos, que a inteligência artificial já era capaz de identificar muitas coisas. o SG semântico, né, conectando
entidade, já existe há bastante tempo. Eh, e o que a gente vai ter que fazer aqui é gerar toda essa e eh essa relevância, tá? Durante muito tempo a gente tinha só I e que virava comer em inglês. Eh, quando foi, acho que ano passado foi 2022, que em dezembro de 2022 o Google introduz o Experience. Então, que o que que o Google percebeu? Tinha muita gente com gerava cara profundidade no conteúdo, demonstrava expertise, gerava autoridade, tinha menções externas, as pessoas aplaudiam de outros lugares, parecia que tinha confiança, mas tinha uma perna faltando nessa confiança.
Não era uma confiança totalmente confiável. Então, o Google introduz, que eu acho muito acertado e muito relevante, o pilar do Experience. É claro que isso já deveria estar presente, tá? Mas na prática, muitas pessoas acabavam burlando o algoritmo, escrevendo sobre coisas que elas não tinham experiência em primeira mão. Então o Google quer que, cara, as pessoas falem sobre aquilo que elas fazem. Elas, cara, não quer que o Diego fale de futebol porque, sei lá, embora ele possa ser torcedor de um time, ele não tem competência nenhuma, né? Ele pode falar de SEO bastante, pode falar
bastante de marketing, eh, alguma coisa de empreendedorismo, de gestão de empresa, mas cara, ele talvez não possa falar sobre várias outras coisas no mundo dos negócios, entendeu? Por quê? Porque pro Google tem que demonstrar experiência de primeira mão, sabe? Assim, o que o Google tá combatendo eh no no mercado de infoprodutos, né? O pessoal fala: "Ah, o guru, assim, todo guru chama o outro de guru". Vocês já perceberam isso, mas as pessoas falam dos gurus que, né, vendem alguma coisa sem nunca ter feito isso. E, cara, não existe na na indústria da da da de
infoproduto, cara, existe em todas as indústrias, né? O mercado todo produzia conteúdo de SEO sem ter a a experiência na própria mão. O Google percebeu isso e começou a cortar, tá? Depois a gente vai ter algumas variações ali. Um ponto interessante que eu gosto e defendo muito a presença do autor dentro do conteúdo. Tem casos como ranqueassem isso daí, tá? Então, SEO, o SEO clássico, menos a LLM, nunca é uma ciência tão exata, tão regras, né, Totalmente absolutas, mas são um conjunto de regras que no conjunto elas funcionam. E o Google, a partir desse ano,
adicionou os autors, os autores na se central para valorizar essa questão de autoria. Como demonstrar IT na prática? Tem a página sobre a sua empresa, eh, sobre os autores detalhadas, tá? Cara, a página de quem somos é a página mais importante. Perfil de autor em cada artigo com foto, LinkedIn, rede social, tópicos de expertise, reviews com fotos próprias e opinião contraditória, né? Se você tiver, hum, você tiver um e-commerce e mostrar que o existem avaliações negativas do seu produto, cara, isso te ajuda a ranquear, tá? Por quê? Porque quando tem contradição tem confiança, tá? Se
você só fala bem de si, cara, não tem confiança, tá? E é o que a maioria das empresas tenta fazer, tá? Eh, então, no que que a sua empresa é melhor? Em tudo. Não existe isso, né? Você tem que destacar, cara, onde você é bom. N você não vai falar onde você é ruim, especialmente em um COP, né? Mas quando você só fala do que você é bom, eh, isso passa, tá? E depois citações externas em mídia confiável que volta pro digital PR. Cara, a melhor forma de ter IT na prática com seria uma marca
forte e semântica. EIT é sobre branding, IAT é sobre construção de marca, IAT é sobre autoridade. É no fundo você ter todas as coisas para merecer aquela posição para além de ficar aplicando hacks de SO. Então, quando a gente tem a marca e tem o search engine e as LLMs e elas se aproximam, o IAT é o ponto de intersecção entre elas, tá? Você só vai, cara, conseguir ter um quem somos com ótimos atributos. Cara, sua market isso, tá? Eh, e fica muito fácil mentir, eh, perceber certas mentiras ou você vai ter que mentir muito
feio, talvez correr o risco de ser preso, tá? Eh, então você tem que, cara, pensar primeiro em marca. Não existe e sem pensar em marca. Se a gente for pegar, cara, o segundo substrato do curso todo é que marca é fundamental. Então assim, ó, acho que o primeiro é a busca orgânica mudou de lugar, a busca mudou de lugar, deixou, o mecanismo de busca deixou de ser uma interface do usuário, passa a ser uma interface da LLM. E cara, você tem que construir marca para vencer esse jogo, tá? Deixa eu ver se temos dúvidas aqui.
Acho que estão as mesmas perguntas de antes aqui. Acho que sem dúvidas, né, pessoal? Se tiver dúvidas, pode eh mandando aí. Eh, só um segundo, tá? Acho que acho que o produção falhou aqui em trazer eh tem acho que tem uma pergunta aqui do Felipe sobre a construção de autoridade tópica. O quanto a indexação de vídeos do YouTube web podcast webinar impacta neste item? Felipe cara, é difícil de determinar, né? Eh, onde começa e onde termina uma coisa. O que eu recomendo é que você mapee quais são todos os canais que são importantes paraa sua
marca e veja o que está sendo relevante. O grande problema é que vão ter muitas coisas, cara. O princípio que eu estou recomendando e e eu vou apresentar a metodologia daqui a pouco, eh a gente olhar para as LLMs e ver o que que as LLMs estão usando como respostas, tá? Talvez não seja sempre o mais preciso de tudo, mas se eu perceber que a LLM está usando o reclame aqui para trazer informações, cara, eu vou olhar pro reclame aqui. Se eu perceber que tá usando o YouTube, eu vou olhar pro YouTube. Eh, se eu
perceber que tá usando o blog, eu vou olhar pro blog. Então, assim, eu nesse momento, eu tô pensando muito em entender o que que a LLM está usando de fonte. Ela cita isso, o próprio EIRX dá esse dado para vocês e tem um relatório gratuito ali para todo mundo. E aí ela vai e eh a partir dali você vai entender onde você deveria atacar, porque cara, claro, não dá para atacar tudo isso que eu tô falando de uma vez, a gente tem que priorizar. É uma boa forma de priorização para mim é olhar o que
que a LLM está nos dizendo, tá? Era a dúvida também da de outra pessoa aqui, outra outro colega. A gente vai falar agora de information. ou ganho de informação. Information gain é um conceito antigo de inteligência artificial, tá? Que fala basicamente Compara dois documentos, entende quais documentos trazem informações que são incrementais em relação àquele tema. São informações únicas. Claro, não é só você encher linguiça com o conteúdo, não é só você cuspir informação, mas elas terem um sentido. Mas de modo geral, a gente sabe disso, um conteúdo mais completo, ele tende a ranquear melhor do
que um conteúdo não tão completo, tá? Mas é claro que um conteúdo eh eh completo, mas com muitos trechos de conteúdo inúteis, eles vão ser penalizados, tá? Depois a gente também tem a experiência do usuário, né? De repente, muitas vezes, cara, o conteúdo curto vai gerar uma experiência melhor, mas eu entendo que seja exceção. Então, uma página e um domínio com mais quantidade de informações únicas, ele tende a ser vencedor, tá? Eu vou explicar um pouquinho aqui como é que funciona o information game, como é que o Google mede isso daí. O Google, ele cria
uma linha base do consenso da web sobre um determinado tópico. Ele avalia a nova página sobre esse baseline. Então, cara, a ideia de consenso em produção de conteúdo, ela ela é muito importante, tá? Porque ele parte do consenso, tá? Se você, cara, sei lá, tá falando do planeta Terra, né? Aí você vai lá e fala: "Pô, a Terra é plana, né, cara? Isso é uma informação contraditória, né? Poderia ser um Information game, mas ela vai contra o consenso. E o Google vai fazer o quê?" Não, vamos mapear o consenso e excluir o que não é
consenso, tá? Então, o que não é consenso nem entra aqui, tá? Isso é muito importante, tá? Então ele vai ter o consenso, beleza? Entre as pessoas que estão falando de dessas coisas aqui e são fontes confiáveis. O que que eu posso obter que é uma média das respostas, né? O que todas as respostas dizem? Lembrando que toda a média é burra, tá? E aí depois ele vai medir quanto que uma página acrescenta aquela página de entidades, ângulos, dados, exemplos, tá? Tem que tomar muito cuidado que fica parecendo que, cara, se eu expandir essa página ao
máximo, eu vou ter cada vez mais information gain. Mas se as informações que você está incrementando saírem muito da do do consenso central, você é penalizado também, tá? E aí depois o Google vai atribuir esse consenso. Então você vai ter o consenso da web, o que todos repetem, cara, para rankear é obrigatório falar o que todo mundo fala, tá? É muito difícil você ranquear sem falar do que todo mundo fala. Aí você vai ter sua página, beleza? O que que a minha página acrescenta de único? É por isso que você pedir para um chatt escrever
um conteúdo pro próprio cloud escrever seu conteúdo que é tecnicamente superior, é uma furada, porque ele vai fazer o quê? Ele vai só vai reproduzir essa primeira camada. Ele só vai reproduzir a primeira camada porque a LLM, pessoal, eh ela é o consenso das coisas. Eu tava, saiu esses dias uma discussão, eu só vi um trecho do carnal, o professor conversando com o Clou, né? E acho que ele perguntava por que não vai ter eh eh não a LLM vai produzir escritores tão grandes quanto o Dostoevsk, né? E e o Cláudio tem uma resposta muito
boa. Ele fala: "Olha, eu, LLM, eu não pretendo ser um grande escritor, não pretendo ter a profundidade, não tenho todas as experiências de vida que o fazem o Dostoevski, ser o Dostoevsk". Porque ele fala assim: "Ach, achei muito legal. Eu sou, eu sou o, a média eu sou a média elegante de tudo que já foi dito sobre o tema e que todo mundo sabe sobre o tema". Eu achei incrível isso, a maneira que o próprio cloud colocou a si mesmo. Então, quando você tá mexendo só na LLM, você vai trabalhar com esse consenso aqui, tá?
E aí você, então você tem que colocar o seu tempero, você tem que colocar a sua informação, né? Vamos supor que ah, eu estou trazendo aqui, cara, uma provocação de que o SO entrou na era do dia do first. Isso não faz parte do consenso, tá? Não faz parte do consenso. Se eu colocar isso hoje, pode ser até prejudicial. Tá? Eh, então eu tenho que encontrar a forma de levar isso daí para não assustar o search endn. Mas se todo mundo ou uma parte relevante das fontes passarem a citar isso daí, cara, isso passa ser
um consenso, né? E meio que torna-se Obrigatório para todo mundo. E cara, então é esse balanço ali entre o que você acrescenta, de que forma você acrescenta, mas você tem que trazer um consenso geral. Se você tá num conteúdo de medicina e a resposta da medicina é um tratamento alternativo e não o consensual, cara, você não, você vai ser penalizado, tá? Porque o Google quer o consenso das autoridades daquele nicho, tá? Eh, e como gerar information game, tá? Aqui vem um grande ponto que é crucial paraas para para essa era da inteligência artificial. você precisa
produzir coisas únicas. Então, a LLM, cara, ela vai te, os agentes de a que a gente vai ver, vão te ajudar pra caceta a fazer uma série de coisas. O que vai mudar é que as coisas que você faz, que o marqueteiro faz, que o S faz, elas vão mudar de lugar. Então, eu vejo totalmente nos próximos anos a LLM assumindo a maior parte do trabalho operacional de SO. Não chegou esse dia ainda, tá? Ah, não chegou esse dia, a gente tá caminhando para ele, tem várias coisas dá para fazer, tá? Vai fazer boa parte
do trabalho operacional, mas é todo mundo meio que vai ter acesso a agentes piores ou melhores, mas mais ou menos com as mesmas capacidades. E a gente volta pra necessidade desse information gain, de criação de coisas únicas. Como é que vai fazer isso? Com pesquisas originais, gerando dados proprietários da sua marca, frameworks autorais com nome reconhecível. Então, Por exemplo, ao final daqui eu vou, a gente vai lançar a nova versão da nossa metodologia, apresentar para vocês, isso ajuda information game, entrevistas com especialistas, estado, estudos de casos reais com números. Eh, você pode ter uma contrarrativa
desde que seja embasado, né? Você não tem que ser pensar igual a todo mundo, mas se você pensar muito diferente, você vai ser penalizado. Sociedade é assim, né? Eh, então, cara, esses aqui são os princípios para gerar o information gain, cara. Um exemplo que eu, cara, para mim, o melhor caminho é gerar dados, tá? Acho que todas as empresas deveriam investir na geração de dados do seu nicho. A Conversion faz isso sistematicamente. A gente tá o tempo todo produzindo dados pro mercado, utilizando esses dados. Isso gera uma autoridade pra gente. A gente é muito citado
nas LLMs por conta dos estudos que a gente faz. A gente é muito mencionado na web, a gente recebe muitos backlinks e a gente leva isso para os nossos clientes, para diversos clientes que investem em dados. Não são todos que t esse investimento, mas cara, eu recomendo totalmente para todo mundo investir em criação de dados. Porque, cara, opinião todo mundo tem, tá? Opinião todo mundo tem, mas dados poucos tem, tá? E dados de qualidade respeitados com metodologia, cara, te diferenciam no mercado, né? O o colega tinha perguntado: "Ah, mas isso vale para empresas pequenas também?"
Cara, por que não? Você tá uma pizzaria local de uma pequena cidade. Se você entrevistar a sua a sua clientela, entrevistar a sua cidade, falar: "Cara, quais são as pizzas preferidas da cidade tal?" Tá? Eh, cara, tudo é muito mais a criatividade, porque a gente tem ferramentas muito baratas. Hoje em dia, a gente tem acesso a todas as coisas. Então, às vezes é muito mais a criatividade e a proatividade o protagonismo do que o custo e a ferramenta, entendeu? Então, recomendo muito bastante. O Google não premia quem repete o que todo mundo diz, né? Mas
ele pede que tenha um consenso. Ele premia quem traz consenso mais do que ninguém trouxe. Então você precisa ter esse algo a mais, sabe? Sabe aquele tchan? Sabe aquela aquela coisa única, sabe? Você precisa ter isso, né? E quem vai ser o feedback dessas coisas únicas? Cara, teu usuário, tá? Teu usuário vai ser: "Ah, Diego, mas eu trabalho com, sei lá, métodos alternativos de saúde, cara. Talvez o Google simplesmente não queira você. Você vai procurar teu caminho, entendeu? Porque o Google, ele vai trazer o consenso, ele tá organizando a informação do mundo e esse é
o modo que ele trabalha. Mas se você só reproduzir o que todo mundo já disse, você não acrescenta nada, tá? naqueles posts de LinkedIn que o cara tá, cara, tá gerou as coisas com a IA e a IA é medíocre ou como diz o próprio Cláudio de si mesmo, é a média elegante de tudo que já foi dito sobre o tema, tá? Mas e nem sempre ela é tão elegante, né? Mas é essa média, a gente tem que fugir dessa média, tá? A gente não pode ser medíocre, pessoal, isso vale paraa nossa vida, tá? A
gente não pode ser uma uma simples resposta a tudo que vai acontecendo diante da gente. Uma marca não pode ser uma resposta a tudo que vai acontecendo Diante dela. Ela precisa se posicionar, ela precisa ser única, ela precisa ter personalidade. E o information gain passa por isso daqui também. Vamos ver se temos algumas dúvidas aqui. Vou, deixa eu já pegar a água aqui. Opá, vamos lá. É, como diria um professor do MBA, eu acredito em Deus, todos os outros me tragam dados. Exatamente. Tô vendo aqui a pergunta do Felipe, né? Tem um tem um caso
curioso, Felipe, ou Felipe, não sei. Você tinha perguntado já, eu já respondi, mas tinha perguntado sobre o YouTube. Cara, durante eu gravei um podcast no no ano passado na no pessoal da da Falcon, da Míia Falcone, aquela consultoria. E aí a capa do podcast, o título do podcast era mais ou menos assim, como ele construiu a maior agência de SO no Brasil, né? E o CHED GPT, um dado momento, tava usando esse conteúdo, hoje ele não usa mais, como fonte quando se perguntava qual a melhor agência de SO no Brasil. Então por isso que, cara,
para mim, a gente tem que e eh olhar o que que a LLM tá usando. A gente tem que fazer as coisas que são certas. A gente tem que testar, tem que, né, buscar novas coisas, mas sempre olhar e partir de dados, porque senão, cara, a gente vai ficar cego. Porque, cara, o que assim, SO ele já era complexo, cara. Soo, eu acho a disciplina mais complexa que tem do marketing digital, tá? Não necessariamente é mais difícil, tá? Porque difícil é relativo, mas ela é a mais complexa, ela tem, cara, muitas muitas variáveis, sabe? Então,
para você ser fraquinho na, você tem que ser bom. Para você ser fraquinho, sei lá, num área de dados, você tem que ser muito bom naquela coisa específica, né, em tratar os dados e tal, fazer algum tipo de análise, mas se você precisa ter uma abrangência muito grande. Isso tá aumentando, né? Isso tá aumentando, tá ficando mais complexo e a gente vai ter que saber priorizar. E por isso uma metodologia é tão importante, a gente vai trazer uma metodologia ali. E agora, pessoal, que você vê que os fundamentos são muito importantes. A gente passou por
todas as coisas. E agora vou falar sobre dio, como ser citado, mencionado e recomendado pelos motores generativos. Primeiro vamos começar definindo o que é Dio, que é o Generative ending Optimization. É otimizar uma marca para aparecer nas respostas generativas, tanto nas LLMs quanto nos chatbots. Pessoal, isso aqui é muito, muito, muito, muito importante, tá? Para tudo para prestar atenção aqui, tá? Talvez tenha passado batido, eu vou reforçar. é otimizar uma marca para aparecer nas respostas generativas. Isso é o que todo mundo fala, tanto na LLM quanto no chatbots. O que que tem de information gain
aqui para vocês ficarem atentos que o que o mercado todo fala é como aparecer nos Chatbots, né? Ou cara, vou chamar de assistentes ou, né, das buscas generativas, whatever, não importa. Mas o que eu tô falando aqui, que para mim faz, é central na minha tese, é que a gente tem que pensar também nas LLMs, nos Large Language Models. E é por isso que esse curso eu tô trazendo tanto essas informações de LLMs para vocês entenderem, tá? Isso tem uma mudança bastante grande, porque como eu já mostrei na parte da manhã, ah, se você perguntar
para um LLM qual a melhor marca daquele nicho, pedir para ela responder só uma, ela vai ter que responder uma marca só. Vai ser a sua? Não vai ser a sua? Aqui eu tô falando da LLM sem harness, tá? Ah, Diego, mas o LLM sempre tá com hardness? Sim, mas ela vai ter viés e se ela tiver uma marca que seja soi preferido para ela, estatisticamente ela vai ter chances maiores já de responder com aquela marca, ainda mais se tiver fizer parte das fontes que Web search consultou, tá? Eh, e aqui tem um reforço que
é importante também. O Google há umas duas semanas ele ou três semanas, eu tô tudo tudo eu tô falando duas, três semanas porque as últimas semanas estão muito intensas até para preparar esse material para vocês. O Google soltou um documento falando de indexação em IA e falou: "Cara, que esquece esse negócio de AO de DO, cara, tudo é STO." E uma parte do mercado, cara, ficou empovorosa, falou: "Pô, tá falando isso, isso, isso e tal". Mas, cara, isso é uma meia verdade, tá? O Google tá querendo trazer, tá puxando para si o o o esse
lugar, né? Tá se tá se posicionando ali, tá combatendo Algumas narrativas eh contrárias. E eu acho a terminologia de Diamente fundamental, tá? Porque descreve um novo momento. A gente também tem que pensar, pessoal, que o Google tá falando uma coisa para bilhões de pessoas. Então eu entendo quando o Google fala: "Cara, esquece esse negócio de de é só o SO que sempre existiu." Eh, comunicação, pessoal, é você produzir o efeito que você quer. Na comunicação, nem sempre você vai comunicar a verdade descrita filosoficamente, tá? E o que eu entendo que o Google tá fazendo ali
e faz muito bem, ele está comunicando uma coisa muito importante que é para aparecer nas LLMs você continua precisando de SEO, tá? E o fato dele dizer que tem uma nova forma e novas coisas para mexer ali, embora o que ele disse possa ser questionável, ele já induz que tem um novo momento, tá? Então, eh, tudo que o Google disser, a gente tem que ler por camadas, tá? Tudo que o Google diz, qualquer empresa tem que ler por várias camadas. E tudo que o Google comunica, cara, imagina, tem 1 bilhão de pessoas tentando manipular o
resultado dele. Ele é muito defensivo no que ele comunica, né? Então, toma cuidado com essa narrativa. Ah, não existe o que existe é so. Eu falei: "Cara, se mais de 50% da interface é generativa, isso não existia há 3 anos atrás, temos uma mudança muito grande. Para mim, por si só, isso justifica dizer que estamos no SEO, Continuamos em SEO, mas na era do Diog First, tá? Então isso é muito importante porque descreve o momento em que estamos vivendo e sem a descrição correta, você não resolve nenhum problema. Cara, se você tiver um, sei lá,
um problema de inveja que você sente na sua vida, um problema de preguiça, se você não descrever que aquilo que você tem é aquilo que você tem, você não vai conseguir resolver, tá? Então, o primeiro passo para resolver qualquer problema é descrever corretamente as coisas, tá? E a gente tem grandes desafios para resolver e vamos procurar descrever da maneira mais precisa, sem ser tão acadêmico. Eu não sou acadêmico, mas eu acho importante que as palavras tenham os pesos corretos. tem os significados corretos, tá? Então, a gente vai ter quatro grandes pilares de de que vão
ser a estrutura, né? Então, a a recência do conteúdo, os chunks, o quanto responde diretamente, hierarquia, o branding, tá? Eu acho que onde eu mais contribuo, onde eu tenho trago alguma inovação, cara, né? Sim, já já já já já já conversei com profissionais do mundo essa parte do branding relacionado no SO. Em partes, alguém vai falar: "Poxa, mas isso sempre existiu dentro do seu semântico". Sim, mas acho que tem tem uma forma única original de de que eu contribua aqui pr pr pra disciplina de S mesmo, tá? com toda humildade. Depois a gente tem o
EAT, os backlinks, as menções e a gente tem as fontes que é você ser está nos lugares que as IA consultam para trazer uma resposta, tá? E aí vem a pergunta: o que faz uma marca ser citada? Cara, a gente poderia citar aqui, né, tudo que eu falei até agora, né? Então assim, mas assim, se a gente for tentar simplificar, é o quê? ela, né, ter citabilidade, ela puder ser citada, ela ter estrutura, ou seja, ela puder ser indexável, né, TC Pars friendly, ela ser recente, cara, em IA, os resultados que vão ficando desatualizados vão
sendo cancelados de modo geral, tá? Ela tem uma entidade, então poxa, você vai mencionar uma marca, a LLM, ela precisa saber que aquela marca é aquela marca, ela precisa saber que conversion é conversion e conversion não é qualquer outra coisa, tá? Ela, se você perguntar, cara, sei lá, quem é Diego Ivo, tá? Existe um jogador de futebol chamado Diego Ivo. Se você perguntar, a Eline vai falar: "Olha, tem dois jogos vivos, tem um jogador de futebol e tem um cara que trabalha com marketing, de qual você quer saber, né? E para contribuir com isso, você
precisa ter multipresença em ter um uma eh eh eh aquilo que eu falo da orquestração de buscas, se você tem onipresença em múltiplos canais." Então a pergunta, acho do Philip ali, cara, todos os canais são importantes, né? Quanto mais você puder tá, melhor. Só que nem sempre você vai ter recursos para isso. E por fim, você ter autoridade, você ser confiável. E aí vem o ponto, o primeiro, o grande segredo para mim, tá? Eu não estou falando aqui com quem que é hacks, né? Porque vão ter hacks ali para ranquear no curto prazo. A LLM
ela é muito suscetível A black hat, tá? O shedip não sabe lidar totalmente. Então, nas respostas de LLM que mudam com mais frequências que do search engines, muitas vezes aparecem muitas bizarríces lá, tá? Primeiro porque ela é não determinística, ou seja, quando você faz uma busca no Google, de modo geral, se não tiver uma coisa local, né? Se eu fizer uma busca, todos nós vamos ver os mesmos resultados nas mesmas posições com muito pouca diferença. Mas se a gente pesquisar no chat dept, cara, vem resultados muito diferentes, tá? Então esse também é um dos desafios
ali dentro. Quanto mais forte é semanticamente a sua marca, maior chance do Google, desculpa, do Google e da do Chatt, do Cloud entenderem você, te citarem da melhor forma. Então a gente tem que trabalhar a nossa marca para ter os atributos. O segundo passo é construir fontes citáveis. A gente pode criar fontes citáveis dentro e fora do nosso site para mencionar a nossa marca. Quando a sua marca aparece na imprensa ou na Wikipedia, cara, é um ótimo sece paraas LLMs. Elas consultam isso daí, mas elas também consultam suas páginas internas. Cara, como e como saber
quais elas citam? O AI Matrix vai te trazer isso no no relatório one shot gratuito. Então, digital PR é bastante importante. Eh, cara, para mim é fundamental, todo mundo deveria estar fazendo. Não é fazer gest, não é troca de link, esquece isso daí. social indexável com conteúdo, cara, muito interessante, né? Tem nichos ali que social tá aparece na CERP, já que o Instagram aparece. Reclame aqui também costuma ser especialmente para e-commerce, um lugar muito importante para aparecer, tá? Aí aqui agora, pessoal, a gente vai para vou apresentar a nossa ferramenta aqui. Eu durante o intervalo,
eu testei, ela está funcionando. Eh, o o módulo de branding semântico. E a gente vai ter um intervalo daqui a por volta das 4 horas. Eu espero que na volta esteja funcionando, mas não qualquer coisa ao longo da semana vocês testam. Colocando, cara, se cadastrando gratuitamente, vocês vão gerar um relatório, tá? que vai falar como é que a sua marca tá em relação aos concorrentes. Você vai escolher os prompts que você vai monitorar. Você pode fazer usar até três, né, Diego? É pouco, é pouco, cara. Isso aqui, né, isso é é de graça, né? Eh,
e aí você vai ver como é que tá a sua presença e vai ver quais são as principais fontes e aí você vai entender, cara, o que que a LLM está considerando para gerar aquela resposta, tá? Já tá lá no nosso site, é só clicar em matrix. Tá aqui na tela, ó, o relatório, por exemplo, que ela traz, né? Principais conteúdos citados e consultados. A gente vai ter dois conceitos ali, o que é citado, que é, ou seja, nominalmente tá na resposta, e o que ela consultou, eventualmente não citou, né? Porque ela vai consultar várias,
vai ler vários documentos e vai escolher quais ela quer e quais ela não quer mencionar. Aqui a gente tem uma tabela comparando o SEO clássico e o tradicional, tá? que é acho que mais Didático ali. Então o o output tradicional são listas de links. No di é uma resposta sintetizada. No so é uma métrica muito comum era posição strão men tradicional o fator era backlinks autoridade agora clareza, entidade estabilidade. Um tradicional conteúdo era otimizado para scan, agora ele é conversacional, extraível, né? Isso aqui é mais uma coisa mais ilustrativa e didática. Para mim, os dois
maiores fatores de ranqueamento nas LLMs, ou os três, na verdade, são a reputação semântica. Então, como as LLMs reconhecem a sua marca, depois o conteúdo que tá lá, então ele tem que ser eh claro, tem que ser citável, tem que ter uma estrutura que a LLM vá aproveitar e a popularidade da marca, o quanto a marca é buscada pelos usuários, tá? Isso não é um fator direto, mas tá muito correlacionado. Então a gente volta lá pro crescimento orgânico. Ah, você quer ser citado no ZAS? Cara, cria uma marca forte, tá? Cria uma marca forte semântica,
tá? Eh, cara, SEO é sobre ter um branding indexável, é sobre ter um branding semântico, é isso, entendeu? Só que, cara, leva muito tempo para construir uma grande marca. a gente sabe disso daí. Hoje ranquear não basta, tem que ser citado pelas IA. Vamos para as perguntas aqui. Depois desse módulo aqui, a gente faz uma pequena pausa, Tá? Para um lanche, um café, um pit stop. Deixa eu ver se temos perguntas aqui. Eh, deixa eu ver. Tem uma brincadeira ali de que o Google não conseguiria ganhar um bom information game para esse documento, já que
está longe do consenso. Será? Tá, tem um um consenso ali que ele reproduz, né? Certo, pessoal. Vamos lá agora falar esse daqui, pessoal. Acho que eh eh eh branding semântico. Deixa eu contar a história dele. Eu tava dando uma entrevista, tava dando uma entrevista pro Gustavo Passete da Forbs. Ele tava querendo, deve ter quase um ano isso daí mais ou menos. Ele tava querendo saber, cara, o que que muda dentro do Dio. E no na entrevista me veio assim um estáulo, eu falei: "Cara, além de todas as coisas que a gente já sabe, a gente
precisa de um branding semântico, né?" E saiu a entrevista, cara. assim, não é comum assim várias pessoas do mercado de comunicação, né, eu tô muito mais no mercado de growth do que de comunicação, falar comigo, cara, que esse negócio de brand semântico é sensacional e tal, né, pessoal de agências de PR, cara, vieram falar, né? E e aí depois eu eu eu falei por falar assim, entendeu? Eu queria expressar uma ideia. Eu falei: "Cara, é interessante Isso, né?" Eu eu teve um feedback muito positivo. Falei: "Cara, deixa eu explorar um pouco mais esse conceito de
branding semântico, tá? E aqui e é disso que a gente vai falar nessa aula. Então, o que que é branding semântico? É um conjunto de ações e estratégias para relacionar marcas, atributos, dores do cliente e questionamentos para aparecer nos resultados gerados com IA. Tecnicamente, é otimização de entidades para aumentar a probabilidade de ser citada. No brain semântico, a gente vai, deixa eu ver se tá aqui, cara. Essa ilustração aqui, eu acho que ela torna bastante clara. Eu peguei aqui quatro grandes montadoras, cinco tecnicamente, né? Cinco, e mapei, comparei essas marcas em diversos atributos. Então, inovação
e tecnologia, custo benefício, design, acabamento, segurança, desempenho, consumo de combustível, conforto, espaço interno, custos de manutenção, redes concessionárias e valores de revenda. Isso daqui é o que a LLM diz sobre a nossa sobre essas marcas, tá? Especialmente sobre esses atributos. Então, se a gente pegar a Toyota ali, valor de revenda principal, cara, é o que a gente mais ouve nas ruas. Deixa eu pegar ali. Rede de concessionárias, Chevrolet se destaca, né? Custo de manutenção. Parece que a Toyota se Destacando de novo. Conforto e espaço interno. Falam da Honda, né? Eu tive um HRV, parte o
banco traseiro é muito bom mesmo. Eh, consumo de combustível Toyotaá ali na frente, desempenho deibilidade Volkswagen, que investe mais emoção e segurança, acho que a Toyota, design, acabamento, a Honda se destaca. Então, olha que interessante, pessoal. A gente tem aqui o a opinião geral das pessoas em um dado que a LLM traz. Então, a LLM, quando ela for gerar uma resposta, quando você perguntar qualquer coisa sobre um carro, ela vai ter mais probabilidade, se perguntar sobre um valor de revenda, ela vai ter mais probabilidade de citar a Toyota do que citar a Volkswagen, né? Deixa
eu ver se tá certo ali, né? do que citar a Volkswagen. E esse essa reputação semântica de como as entidades da marca são percebidas e correlacionadas vai influenciar diretamente as aqui tem uma coisa cara incrível e terrível que é o quê? Eu posso chegar lá, poxa, eu tô trabalhando na na na Volkswagen e cara, eu quero gerar mais valor de revenda, não quero ser percebido por isso, mas se eu não tiver isso, não vai adiantar. Uma vez eu tava conversando, apresentei um relatório desse para diretor de uma grande indústria no Brasil, né? E ele olhou
assim, olhou, falou: "Interessante e tal". Ele bateu o olho e falou: "Tá errado o relatório". Eu falei: "Por que Tá errado?" Porque ali em qualidade do produto, nossa qualidade do produto é muito melhor do que a do concorrente. Tá errado esse relatório. Eu posso te provar isso. Eu falei: "Cara, você já parou para e e e eu não posso citar essa marca. Mas essa é uma marca que investe muito em questões ecológicas, né, que geram a percepção de um produto superior, de um produto natural, né? Eh, mas será que fulano, não é a LLM não
tá percebendo isso mesmo? Porque mesmo sem ter um produto superior, a percepção às vezes pode dizer isso. E no marketing, pessoal, a regra é que não basta você ser, você tem que parecer. Tá? Não basta você ter um atributo, você, esse atributo tem que ser percebido, tá? Você pode muito bem ter um excelente atributo e ele não ser percebido pelas pessoas. Você tem que fazer o quê? Você tem que comunicar esse atributo, tá? Eh, muitas empresas comunicam atributo que não tem, tá? E isso muitas vezes quebra com a reputação delas, tá? Então você tem que
saber medir ali o que você vai valorizar, o que você vai transmitir. Mas pessoal, o branding semântico, ele é uma leitura de mercado, cara. Quando você coloca os concorrentes aqui dentro, você consegue, tem sites de mercado, tá? Eu consultando com as LLMs, eh, eu não vou entrar no detalhe, eu pedi a lista de concorrentes meus, ela trouxe uma empresa que, cara, Né, uma multinacional. Falei: "Cara, é, talvez esse seja mais concorrente meu do que aqueles outros players". Então, a LLM ela reproduz todas as coisas. A gente tem acesso a uma pesquisa de mercado de graça
praticamente ou a um custo muito baixo e isso vai ser usado pelas LLMs. É por isso que eu digo que as LLMs, que o Dio, ele vai e eh intermediar tudo que acontece no mundo, porque você consegue ler a partir daqui, tá? Se você for pegar qualquer outro dado, cara, vai tá confiável. O legal do dado que a gente gera aqui, ele é o quê? Uma média do que eh SHPT, Gemini e E Overview dizem sobre aquela empresa. Então isso é, cara, é muito interessante, tá? Aqui fala um pouco como a sua marca vai virar
uma entidade. Ela precisa ter um nome canônico, uma descrição clara. Converge é a maior agência de SEO no Brasil. Assim, ela não vai declarar maior, ela vai falar, muitas vezes ela declara, mas assim, é uma agência de SEO. E essa descrição clara, você tem que, eu já falei isso, você tem que trabalhar em apostos do PR. Então, quando você trabalha um release, quando você é citado em um lugar, você tem que procurar falar: "Ah, segundo a conversion, não é? Você consegui falar: "Poxa, um grande veículo falar, a maior agência de ação no Brasil, cara, é
sensacional". Mas eles não vão falar isso na maioria das vezes. Eh, então você vai falar, segundo a conversion, segundo a agência de SEO conversion, cara, isso já é muito bom, tá? Depois você vai trabalhar o esquema. eh, com organização, personands, Que aí você cita fontes externas, essas menções confiáveis, cara, Wikipedia, imprensa são muito bons e relacionando a sua marca com pessoas, Diego, Ivo, no caso da Conversion, temas SEO, localização, Brasil. Então, isso tem que tá muito bem estruturado ali, tem que tá muito semântico, tem que tá no seu site, tem que estar em outras fontes
para LLM perceber isso. E quando ela perceber isso, você perguntar: "Poxa, qual a maior agência de ação do Brasil?" Se você pudesse estar só uma, ela vai lá responde conversion. Você pode analisar gratuitamente. A gente tá com pequeno problema aqui. Esse problema tá conhecido. Não sei se a gente vai conseguir liberar hoje ainda ou a gente libera ah entre amanhã e segunda, terça-feira essa análise do branding semântico, que é muito legal. Ele traz a nota do score e ele vai trazer também a justificativa, cara, de por ele deu essa nota. Isso é o mais interessante,
né? Porque sua nota você não vai saber. você vai conseguir ver fontes que ele usou para dar aquela nota daquele atributo. Eh, e e e o conteúdo, todas as coisas. Então, eles geram corpos ali de análise e e um insumo de análise, né? Mais insumo do que corpos. Muito interessante para vocês analisarem. Então pessoal, marcas fortes são novo fator de rankeamento nas IA e no SO na era do Di first. Vamos ver se a gente tem dúvidas aqui. Eh, deixa eu ver. Chegou no WhatsApp? Não fechei o WhatsApp aqui. Eh, deixa eu ver, ó. Usei
agora o EI Matrix. Fantástico resumo. Excelente. Que bom, que bom que deu certo. Tá, pessoal, agora a gente vai para um breve intervalo. Eh, vamos voltar em 10 minutos, 5 minutos. É, é, é, é muito rápido. Então, a gente volta às 15:26. Eu vou colocar aqui um timer de 10 minutos, tá? Em 10 minutos mesmo a gente volta. Só fazer um pit stop, pegar, comer alguma coisinha, pegar um café, quem quiser, pegar uma água. Vou encher a minha água aqui porque eu bebo bastante água. Em 10 minutos a gente volta. Vamos falar na volta demais
sobre Share of Voice. A gente começa adentrar um pouco em métricas. A gente já tá entrando em métricas, né, desse novo modelo. Vou concluir apresentando para vocês a metodologia de trabalho, detalhando cada um dos pontos aqui que a gente visualiza. Depois a gente vai para uma parte prática usando as ferramentas que a gente tá te trazendo aqui, tá? Então, a gente volta eh daqui a pouco. Ah. Estamos de volta, pessoal. Eh, estamos de volta. Acho que tá com um pequeno retorno aqui, mas eh vamos recomeçar, recomeçar, recomeçar. Bem, pessoal, estamos de volta, tomamos o nosso
cafezinho, fizemos o nosso pit stop e aproveitei aqui para ver umas coisas para vocês. Ah, o Authority Matrix já tá liberado na plataforma, mas espera, depois a gente vai ver isso daí junto. Eu já testei aqui, já funcionou. O branding semântico, ele já está funcionando na plataforma. Se você já tentou fazer alguma análise, vai ter uma trave, eu vou te ensinar depois Como você pode eh fazer isso daí, tá? E mas vamos aqui, vamos terminar os nossos fundamentos, falar agora de share of voice, share of model. No, quando eu falei de crescimento orgânico, eu falei
bastante SH of voice no sentido bastante amplo. É que eu quero falar principalmente dentro do contexto da SO do dos do do dos trabalhos que a gente vai fazer, tá? Especialmente dentro de GIO, existe uma duas linhas ali que falam se a gente deveria usar Shai of Voice ou Sherf Morel, tá? Eu particularmente eu acho Sheriff Morel, pô, muito mais elegante, né? tipo coisa de marqueteiro e tal, uma métrica diferente. Só que qual que é o problema? Quando a gente começou a apresentar isso pro mercado, pros nossos clientes, havia uma grande dificuldade em entender, tá?
Que que é sheriff model? O que que é isso? A gente fala é um share of voice aplicado à menões das ah tá. É um share of voice, então vamos usar share of voice. E o mercado ele anda um pouco dividido entre essas duas coisas. Eu sempre prefiro trabalhar com, desde que conceitualmente não esteja errado, obviamente, com o que é mais popular. E lá atrás eu achava AO n mais bonito do que deo. Mas, cara, de ele fazia mais sentido pro mercado. E a gente passou a adotar isso daí no ano passado, né? Acho que
a gente acertou porque é o termo que mais pegou, embora e ainda tenha reverbere de alguma forma. Um dos dois termos vai pegar. Qual vai pegar? Eu não sei, eu acho que vai ser Shif voice, mas Em tese eles estão dizendo as mesmas coisas. Como medir o share of model e o share of voice, né? É o que a ferramenta do eh EIRX faz ou várias outras. Eu assim, eu tô aqui para ensinar a vocês, tá? E e eu vou mostrar outras ferramentas aqui. Você vai definir prompt, então, poxa, qual a melhor marca de suplementos,
qual o melhor prótem do Brasil? Você vai rodar em LLMs, SH GPT, Gemini, Perplex, Cloud. A gente roda no SHPT, Gemini e A EIV. Acho que boa parte do mercado não olha para EIV. Para mim deve ser o centro das LLMs, tá? Porque ele é tem mais alcance do que o Chat GPT, por exemplo, né? Ele se tem 25 bilhões de acessos eh mensais, não, trimestrais, naquele dado que eu eu trouxe ali no começo. E qual que é a metodologia? Todas as, a maioria das ferramentas, o que que ela faz? Ela consulta na API do
Chat GPT, na API do GMNI, na API de cada uma das ferramentas e traz. A metodologia que a gente usa, que a gente prefere hoje é fazer o scrape da página do SH GPT. Então, ã, uma conta não logada, pergunta lá pr pra Chat GPT, pro GMI, tal coisa, ele vai lá e extrai a resposta. A gente coleta snapshots, a gente coleta as respostas, né? Trata, tem toda uma tratativa ali de mapear os quais são as marcas que aparecem, Eh, se elas são citadas positiva ou negativamente e a gente calcula o share of moral ou
share of voice, tá? Eh, eu não vou detalhar aqui a a métrica, mas pessoal tem uma sofisticação em calcular essa métrica, tá? A gente vai ter métricas secundárias. Eu acho que eu vou deixar essa parte quando eu for abrir na ferramenta, que eu acho que é bem importante, eu explico cada uma das métricas, porque senão vai ficar abstrato agora. A gente vai ter a ferramenta, a gente tem um momento para ir pra prática. Ferramentas para monitorar, você vai ter a Erix, que ela ainda é uma ferramenta mais focada em snapshot pontual, tá? a gente tá
estudando, expandir essa ferramenta. Então, se você tem interesse, cara, manda mensagem pra gente, poxa, faça uma ferramenta, faça um um software assim, porque eu tenho interesse. Você vai ter Profound, a Atena, HQ e terly, PKI, tá? No no no Brasil você tem a Fensor, você tem todo um um existe muitos fornecedores disso daí, tá? Existem tá tá tá uma oferta muito grande de ferramentas disso daí. Naturalmente o mercado vai se consolidar, mas no momento tem bastante oferta e você tem que conhecer bastante a metodologia nossa tá em fase de testes, acho que já traz alguns
insightes bem interessantes e tá, a gente tá construindo com a metodologia que a gente mais acredita. O Sherf Voice como um todo, você pode medir, eu recomendo medir em tráfego e Diego, o tráfego está caindo. É, mas pega aquele retrato que o HFS, o S Rush ou for SEO geram de seu tráfego estimado E compara com o dos concorrentes. Se tiver alguma aberração, poxa, ah, o cara está rankeando pra tabela da Copa do Mundo e é um SAS. Vamos então fazer um recorte aqui. A gente pega o o topic cluster e ou ou as páginas
mais importante dentro da nossa rede de autoridade e faz uma atribuição e compara com cada um, tá? Baseado no estimativo de CTR, tá? Eh, o Sen faz isso, ó, meio que automaticamente, tá? E depois nas IASA, como eu já mencionei, então a gente tem que olhar paraa Share of Voice, a gente vai entender como as marcas, como os canais participam do seu processo de aquisição. Aí você vai descobrir: "Cara, as pessoas pesquisam no Google e me acham. As pessoas eh pesquisam nas LLMs e me acham, né?" E importante notar que o usuário quando a gente
te encontra na overview, talvez ele fale que te encontrou pesquisando na internet, né? Você vai mapear onde eles estão e aí você vai ter que fazer uma engenharia reversa de entender quais são as o que que essa pessoa tá buscando e que compra. Você pode entrevistar as pessoas, você pode partir de dados que você tem e aí você vai criando share of voice. E esse share of voice ele tem que ir refletindo em receita, né? É um trabalho árduo, né? Não vou falar que seja simples, é muito mais simples você olhar um relatório fake de
em termos de negócio do analytics e falar: "Cara, pago contribui com tanto, orgânico com tanto, social com tanto, display com tanto, etc." Mas é um dado mais simples, mas é um dado falacioso, tá? Limitado. Não é um dado falacioso, tá? Mas é um dado limitado que tá apresentando um recorte ali que não deveria ser usado para tomada de decisão de negócio, em Minha opinião. E aqui com Sher of Voice, por outro lado, você precisa reorganizar como o marketing funciona. O que que eu recomendo, cara? Faz as duas coisas em paralelo, tá? Porque se você reportava
tráfego, reportava conversão, reportava receita e da noite pro dia você passa a trazer Sher of Voice, o pessoal na empresa vai falar: "Cara, que aconteceu com ele? que que ele tá usando? Ah, eu quero saber de receita. Então você tem que falar: "Olha, a gente acompanha isso, isso daqui tá acontecendo tal coisa". Ah, a gente tá introduzindo essas duas métricas aqui para conseguir medir e o racional é esse. Aí você tem que fazer todo o trabalho de evangelização aí dentro da sua companhia para que as pessoas entendam, fal: "Beleza, cara, realmente eu tô, né, vendo
na notícia que o Google, né, vai mudar, não vai ter mais cliques, né, não vai ter mais isso porque tá no ar para todo mundo, né, tá tá tá todo mundo tá ouvindo um pouco dizer, mas as pessoas as empresas não sabem como colocar em prática". E aí você vai trazer, olha, então a gente vai continuar olhando as métricas antigas com a ideia de migrar para Share of Voice. Eu colocaria o Shaff Search também com a métrica de negócio, né? Se a gente for olhar paraa métrica de negócio, eu gosto de olhar para sheriff search,
CAC, LTV e a relação LTV sobre CAC. Click era métrica de 2015, Share of Voice é a de 2026 e adiante, tá? E a gente vai ter que construir arquitetura para medir CAC, para medir corhortte. Então, cara, tem muitas mudanças acontecendo aqui. E a gente vai Ter que colocar tudo isso aqui a prova, tanto a conceitual quanto de aplicabilidade, tá? Porque para mim o maior desafio é aplicabilidade. Assim, muitas dessas coisas que eu estou trazendo aqui, eu já vejo funcionar, mas vejo que tem muita dificuldade em funcionar dentro das organizações, porque as organizações precisam mudar.
Então você precisa liderar dentro da sua organização essa transformação, tá? As empresas que não fizeram a transformação digital lá atrás, cara, muitas ficaram para trás. E agora a gente tem a transformação da inteligência artificial, que é sim operar com agentes de a, mas também operar o marketing em um mundo gerido pelas IA. Vamos ver se a gente tem dúvidas aqui, cara. O próximo módulo é, cara, muito interessante. Fizeram a transformação? Opa, fizeram. Tava com áudio aqui. Eh, sem dúvidas. Beleza, pessoal. Vocês estão mais tímidos à tarde, né? Eh, beleza? Se tiver dúvida, pode ir mandando,
tá? Eu vou falar agora sobre comparativos de produtos em LLMs. Esse é um dos temas mais importantes e mais relevantes e que, cara, literalmente ninguém ou praticamente ninguém está falando sobre isso daí. Todas as ferramentas de LLM ou praticamente todas, cara, sequer falam e pesquisam como seus Produtos estão aparecendo nas LLMs. Mas eu tenho um dado, opa, eh, o dado tá aqui. Eu tenho um dado que é muito interessante. Ah, diz aqui a pesquisa da MLBS, que é uma conversion do ano passado. Então, ela é do final de 2025, tá? Ah, então tem a coisa
tá mudando tanto naquele final de 2025, já é muito tempo atrás, já tem um dado com pelo menos 6 meses, mas esse dado ele traz aqui, v olho pra tela, né, como a pessoa, quando você usa um IA como SH deptes pesquisar sobre produtos, que tipos de pergunta você costuma fazer? Cara, isso aqui diz muito sobre os prompts que são importantes, tá? Eh, ele vai ter uma margem de erro, né? Então, tá dividindo tecnicamente a primeira posição. Então, uso para tirar dúvidas técnicas, ou seja, você ter muitos conteúdos sobre o seu produto, é super importante,
tá? Eh, e quando falo de dúvidas técnicas, eu entendo também que tá falando de casos de uso, então você tem que ensinar as pessoas a usarem o seu produto. Dois, pergunto sobre vantagens e desvantagens daquele produto, tá? Então, você precisa conseguir treinar a LLM para isso, tá? E aí vai ter uma arte em fazer isso da forma mais favorável pra tua empresa e comparar marcas e produtos. Foco aqui, pessoal, tá? Esses dois primeiros pontos as pessoas falam e todo mundo sabe, mas os promptes comparativos, cara, são os mais importantes, entendeu? são dos mais importantes. Deixa
eu, olha só, a gente fala bastante sobre, né, qual o melhor produto para uma determinada categoria. Esses são os promptes mais comuns que todas as ferramentas de trazem. Eles são importantes, mas eles são um pouco menos importantes do que comparação entre marcas, tá? Então, o mercado não está respondendo isso, tá? Nem o EIRX no dia de hoje, de 30 de maio de 2025, tá respondendo a isso, tá? talvez seja mais importante, porque a gente vai ter que pegar eh como as marcas são citadas e eh eh aí ranking funciona bem, mas depois a gente vai
ter que ir para uma batalha de produtos, então um produto contra outro produto, tá? Eh, então, por exemplo, ah, qual o melhor tênis de corrida, esse, esse ou esse? Qual que é LLM vai responder, tá? Porque é muito disso que as pessoas estão decidindo, tá? e e tá nessa camada o Di cara, ninguém tá falando sobre isso, tá? E faltam práticas para isso, né? Então assim, como eu prometi, pessoal, eu tô trazendo tudo que eu tô vendo no mercado, tá? Esse para mim é um ponto fundamental, certo? Mas que ainda não, ainda falta tecnologia para
isso daí, tá? Acho que talvez em algum tempo as as ferramentas implementem. Eu espero que a gente seguindo implementando no EItrix, a gente traga esses dados também. Eh, e aqui a forma de aparecer, ela é um pouco semelhante, né? Então você quando pesquisar, por exemplo, qual melhor tênis de corrida esse ou esse? Os reviews positivos, reclame aqui, G2, Capter Terra, First Pilot, a a estrutura Da sua página, clara, comunicando todas as coisas muito bem, né? Então, tenta dentro da sua página, você não precisa se comparar com o seu concorrente na sua página, tá? Mas você
precisa trazer insumos que demonstrem porque comparando com alguém que tenha isso, porque que é melhor? Às vezes pode, você não precisa fazer a comparação em cima, você pode trazer a informação para que a própria LLM faça a comparação. E aí tudo vai se repetir, cara. Menções e mídias, cases públicos, eh comparativos. A gente fora do Brasil é muito comum, no Brasil tá crescendo um pouco os famosos listos, que são artigos com listas, né? Então, cara, basicamente o que acontece é uma empresa vai lá, ela é um CRM, ela vai lá e cria um artigo, qual
é o melhor CRM, tá? E ela vai lá, fala: "Número um, sou eu", né? Por eh melhor é subjetivo, ela fala porque que ela é melhor e ela cita os concorrentes dela. E vão ter outros sites que fazem também comparativos, alguns mais independentes, alguns veladamente independentes. E as IAS e o search engines vão usando isso daí para tomar essa essa decisão. Existe uma camada também dentro do do próprio branding semântico de como é que a tua marca tá relacionada e a gente vai ter que conectar tudo isso daqui. Então tudo que eu falei, tudo que
o mercado fala de di hoje, ele tende a se resumir, cara, qual a melhor solução para tal problema, né? Eh, a gente precisa descer um nível, tá? E começar a trazer, cara, eu tive esse insight há pouco tempo, e começar a trazer também comparando esse contra esse produto, tá? Você vai pegar o seu produto e vai comparar com todos os seus Concorrentes e você vai ver onde você perde, onde você ganha, tá? E isso além de aparecer na resposta da LLM, vai te trazer quais são os pontos de melhoria. Tá, eu não posso falar, mas
quando, por exemplo, a gente analisa em um determinado cliente, fala: "Poxa, ó, tem a tua marca tem esse problema aqui percebido pelos usuários. A empresa vai lá e faz o quê? Cria uma solução para aquilo, tá? Então, os dados de LLM eles além da citação, na minha opinião, precisam e vão se tornar dados de tomada de decisão, porque as LLMs estão respondendo isso. As LLMs vão intermediar todas as coisas. Bem, a gente precisa otimizar para LLM. E se essa minha hipótese estiver correta, o Dio, ele vai, cara, ganhar uma importância tão grande, cara, tão grande,
sabe? Eh, a gente não sabe o que vai acontecer lá na frente, né? Porque assim, eu acho que em termos conceituais de como deveria ser, esse é o caminho. Mas eu não sei se o mercado, as organizações vão dar essa importância. Tá todo mundo falando muito de acho que tá na hora da gente levar essas essas soluções, a gente como comunidade de SEO, como ecossistema de SEO levar isso daí, né? Mas assim como eu trago também faltam alguns ferramentais. Deixa eu ver se tem dúvidas. Eh, a pessoa aqui, né? Estou mais reflexiva, conteúdo muito denso,
pessoal. Que bom, cara. Que bom. Assim, é, eu, eh, me dediquei muito a a produzir esse conteúdo, cara, especialmente a última Semana foi bem puxado para conseguir trazer isso daqui pro mercado, porque eu acho que é muito importante e acho que, né, vocês são heróis de estarem aqui num sábado como esse, né? poderia estar no churrasco, talvez tendo uma partida de futebol, fazendo qualquer outra coisa e a gente tá aqui atento e se aprofundando numa grande transformação, tá? Como eu já falei, não quero trazer todas as respostas aqui, mas eu quero trazer as principais reflexões,
trazer direcionamentos, porque acho que é importante, é o meu papel aqui, e que sabendo que a gente tem que ter muita humildade de estar aprendendo todos os dias, porque as coisas estão mudando muito rápido, tá? E mas assim, acho que as bases já estão consolidadas também, tá? Acho que a gente já tem as bases consolidadas e que agora conseguir e aplicar isso nas empresas. Vamos falar agora de uma coisa mais técnica do agent craw. Ah, meu Deus, o que que é o agent craw, né? Tudo, quando a gente coloca agent, tudo dá uma, ganha uma
dimensão assim quase transcendental, né? Com perdão do mau uso da palavra transcendental, né? Tudo ganha um cade magnífico quando a gente coloca agent na coisa, porque se só falar crawl vai aparecer, poxa, a coisa é velho e tal, mas agent craw fica uma coisa muito cool, muito sexy de se falar, tá? Eh, tem um dado aqui, segundo a Cloud FLIR, a Cloud Flir, para quem não conhece, é Uma empresa que roda em cima da CDN dela 20% da web do mundo. Então, uma de cada cinco e sessões na internet aberta passa por ela. Então, ela
tem muitos muitos, muitos dados. E o CEO da companhia diz recentemente que o tráfego de botes vai ultrapassar o Mano em 2027, tá? Cara, talvez seja antes, entendeu? Porque eu tenho quando eu eu vou olhar logs de servidor, às vezes eu vejo muito mais acesso de botes de inteligência artificial, cara. É absurdo. Eu fiz um site de teste ali e, sei lá, bateu, sei lá, 30.000 eh acessos de do de botes de inteligência artificial. Isso daí dos conhecidos. E quanto do Google bot, sei lá, bateu lá 2.000, entendeu? Então assim, e de um anos, né?
Era o site começando, então também não tinha acesso nenhum praticamente, né? Mas eh esse é um movimento interessante. Então não é só, pessoal, olha isso. Não é só o search engine que vai ser consumido por um agente de inteligência artificial. Isso a gente já viu, já já eu já consegui demonstrar para vocês. Mas talvez o site de vocês já não seja tão importante, tá? Pelo menos para ser consumido pelas pessoas. Por quê? Porque os botes não consumiu o seu site. E aí a gente passa a ter um novo usuário que não é mais humano, não
é mais o search engine, mas é o bote de inteligência artificial que vai olhar coisas diferentes. Então as coisas mudam, tá? O bote de inteligência artificial quer, cara, markd. Você tá Entregando markdown para ele, um bote de inteligência artificial eventualmente pode querer interagir MCP com você. O seu site tá preparado para MCP? Eh, e como eu já falei, eu nem acredito tanto, eh, um bote eventualmente pode querer comprar do seu site pelo Universal Commerce Protocol. Ah, eu acho que não vai acontecer, tá? Ou não vai acontecer tão cedo. Seu site tá preparado para isso? Então,
o rastreamento do seu site, a interação com o seu site chega em um outro momento, um momento em que os crawlers eles estão evoluindo absurdamente. Antes o crawler lia o seu site. Agora o crawler ele vai interagir com o seu site, tá? E aí essa base do se técnico, cara, vai mudar absurdamente, tá? que a gente tem uma uma grande mudança pela frente. Eu tenho um plugin para resolver isso daí ou pelo menos uma parte desses problemas. Eh, então o que vai crescer bastante é isso daqui. E aí, pessoal, a gente tem que falar, quando
se fala disso, daí a pessoa vira e fala: "Ah, mas eu já implementei o lls.txt. Deixa eu te falar. O Google já falou que não vai olhar para isso daí. Eh, sei lá, é interessante, mas assim, é brincadeira de criança. Llum seja útil para algumas coisas. você vai fazer, cara? Claro que faz, né? Porque assim, entre discutir se faz ou não faz, é uma horinha de trabalho, foi lá e fez, tá beleza, tá? Mas a gente tem que pensar agora numa infraestrutura de indexação que vai ser muito mais parruda, tá? Então a gente vai ter,
né, vai manter as coisas antigas, robots, Site map, link headers, o conteúdo, além do conteúdo que a gente, como a gente já apresenta, né, o markd, poxa, a sua página entrega o markdown tyeta H1, beleza? Canônico, beleza, cara? Fornecer o seu site em Jzon, ter um texto extraível, né? você vai trabalhar com diversos botes, vai criar regras para eles, eh vai ter diversos protocolos que vão se desenvolver, que vão se consolidar, né? O mundo tá em ebulição, a gente não sabe se, cara, assim, é muito difícil que daqui a 6 meses o MCP não permaneça
porque ele se consolidou, mas ele tá caindo um pouco, né? Quando a gente pensa em agentes para produção, a skill ganhou muito mais importância frente ao MCP. Então assim, tem muitas coisas acontecendo, a gente tem que estar atento, mas o que a gente já sabe que a gente precisa é olhar para como os botes de IA estão consumindo no nosso site, não só os botes de search engines. Aqui tem um funcionamento do UCP, que é Universal Commerce Protocol, que foi o tema mais falado na NRF. Quem não conhece NRF, é a maior feira de varejo
do mundo que acontece em janeiro, em Nova York, que é basicamente as pessoas interagindo com a um assistente de a realizar uma compra, tá? Eh, se vai pegar ou não vai, a cara, a minha aposta aqui é muito difícil, porque como eu já falei, você convencer uma pessoa a deixar o o o chat de PT comprar ou não comprar, né? Sei lá, cara. Eu f penso em umas pessoas que se eu falar isso, a Pessoa fala: "Ah, nem pensar, não sou maluco de não dou meu cartão de crédito para ninguém, vou dar por um bote
pro chat de PT, né?" Então assim, tem uma mudança cultural para eles aqui pegar que é muito grande. Então o pessoal colocou isso como uma tendência de 2026. Beleza, acho que é é pode ser a inovação de 2026, mas tá muito longe de ser efetivamente a tendência o que vai fazer. E como vocês podem testar se o site de vocês está ou não está preparado para scrollers de IA, para os agentes de A? Tem uma ferramenta que se popularizou bastante recentemente chamada E is your site agent rat da da própria Cloud Flare que eu acabei
de mencionar, você coloca lá e ela gera um score inspirado. Pessoal fala tranquilamente, abertamente isso. Inspirado nesse Eas Your site Agent Ready. E a gente criou uma versão nossa também que dá um score, tá? a base, a lógica é mais ou menos a mesma, mas são feitas de formas diferentes. E aí ele vai dar um score sobre todas as coisas que são necessárias, né? O Google, acho que essa semana lançou eh no Lighthouse também uma métrica disso daí. Eu, né, quero estudar um pouco mais, de repente que a gente implemente dentro do agent. Mas se
você, o grande ponto é, a gente precisa agora ter mensuração de como as LLMs mensuram o nosso indexam o nosso site. E aqui vem um ponto, tá, cara? Isso vai passar de você ter um, né, responder a uma chamada de MCP, de Você responder a uma chamada de markdown, você ter o llms.txt. E quando eu rodei o site da Conversion, nosso site tá em WordPress hoje, o, né, o conversion www.conversion.com.br. Ele tá em em em WordPress. Eu rodei e falei: "Cara, a nota deu 36 pontos, não é?" Aí eu falei: "Cara, tá muito ruim. Eu
vou fazer um curso de de que vou falar de Dio, vou falar disso. Precisava resolver isso daqui. Tá em WordPress, né? Alguém perguntou sobre o payload, tal? Assim, eu eu recomendo que as pessoas migrem pro payload, para next, se puderem". É uma decisão que é difícil porque muitas vezes organizacional. Falei: "Cara, eu preciso resolver esse problema aqui". Falei: "Pô, vai ter que mexer no WordPress, vai ter que fazer um plugin". Falei: "Vou logo fazer um plugin e disponibilizar pra galera". né? Aí eu subi esse plugin, cara, com o plugin, tanto no na nossa ferramenta quanto
na da Cloud Flir, subiu na lead de 36 para 78 pontos, né? Na na da Cloud FL acho que foi para 67 e tal, mas saiu dos 30 e poucos que tava na nossa tá saiu de 36 para 78, tá? E aí pessoal, a gente está disponibilizando gratuitamente para todo mundo, tá? Depois de criar o plugin, nós tivemos, cara, tive um grande trabalho de torná-lo, de de publicar no diretório do WordPress. Ele é um plugin, digamos, oficial do WordPress. Assim, oficial não No sentido de ser produzido pela WordPress, mas de estar na busca de plugins
do WordPress, tá? Eu vim aguardando com muita ansiedade poder trazer isso daqui para vocês. A gente tá lançando hoje em primeira mão para vocês que estão aqui nesse sábado, para cada um de vocês que tá aqui para instalar ele, cara, é só chegar no seu WordPress e pesquisar conversion agent discovery, né? A palavra tá aqui. Eh, e vocês vão, cara, vão ativar, escolhe as opções e vou lá. A mágica acontece, tá? Por isso que, cara, o WordPress sempre foi muito bom ali para SO. Ele vai continuar sendo importante, tá? Eles saiu o WordPress 7.0. Agora
eu quero até estudar um pouco mais sobre ele, é uma resposta às mudanças das LLMs, mas com o WordPress você vai conseguir ter isso muito plugin play, porque de fato ele tem um ecossistema muito poderoso e pessoal, é opence, tá? Não tem custo nenhum, tá? Ele, o WordPress, o pessoal é muito criterioso assim, eh, até interessante isso, né? Porque eles exige um monte de coisa de de de segurança. A gente teve que trocar o nome do plugin porque eles não querem que e eu acho que cheguei a colocar como e eh WP Discovery WP não
pode ter WP, eh não pode ser um nome genérico, tem que ter um nome único, né, preferencialmente da marca. Então, por isso ele sai com Conversion Agent Discovery. Eh, e cara, foi um processo bem, foi rápido, mas cara, bem chatinho assim, tá? E naturalmente estão certos em ser chatos, né? A única coisa que tá faltando aqui ainda é que ele tá só em inglês, pessoal, assim, né? Eu também quis lançar ele em inglês para testar como que a gente consegue levar as coisas para fora do Brasil. Inteligência artificial facilita bastante, mas faltou a versão em
português, mas assim, não tem segredo, é muito simples. Instalou, ativou, vai na página de configurações dele, ativa todos os módulos, mas por padrão ele já vai ativar e pronto. E aí você vai ter o seu site muito mais bem preparado pras lls. É claro que só instale isso daqui se você quiser que todas as IAS do mundo tenham acesso ao seu conteúdo, né? Tem gente que não quer, mas eh publisher eu entendo o desafio, mas para as marcas elas precisam fazer isso daí. Então pessoal, quem tiver marca, conteúdo e tecnologia somado aos melhores agentes dirigidos
pela melhor estratégia, vai liderar o futuro, tá? E o futuro tá bem diante da gente. Eh, antes de chegar na metodologia, deixa eu ver aqui se a gente tem perguntas. Acho que tem várias perguntas aqui agora. Esses posts de comparação e list codes bem feitos são oportunidade de criação de conteúdo para gerar autoridade, sermos citados pelas IA. Denis, sim. Tá. Eu o que eu vejo é que os listics, que são esses artigos, geralmente quem faz são as empresas menores. Elas fazem, elas se colocam na primeira posição, as LLMs não são bobas. Eh, ele vai falar:
"Beleza, esse na primeira posição tá legislando em causa própria, mas ele cita esses outros." E o ecossistema de citação vai tornando uma marca mais relevante, tá? Eu eu acho que dentro do chat GPT tem marcas de agentes menores que estão ganhando muita importância. Eu acho que estão fazendo fazendo um bom trabalho e estão surfando essa onda. Mas eu acho que pro líder a conver um uma coisa, quais são as melhores agências de SEO? A gente tem um artigo nosso, qual a melhor agência de SEO? A gente fala porque que a Conversion é a melhor agência
de SEO, tá? Eh, então você tem que ser estratégico, né? Porque passa por comunicação de marca, seos force não vai ter, cara, qual o melhor CRM, né? ela é líder, né? O listical ele é para os competidores, para quem quer tirar mercado das empresas. Eh, vamos lá. Sobre a questão de comparativo de produtos na busca, ainda bem que vocês estão perguntando disso, né, pessoal? Porque é um dos assim, essa é um dos temas que pouco você falou no mundo. Imagino que seja difícil mensurar em função da janela de contexto do cliente. Exemplo, o melhor tênis
de corrida é esse. Você já sabe que você está começando a correr hoje ou o melhor de tênis de corrida é esse. Caso você seja um corredor experiente e a IA saiba disso. É isso mesmo. Eh, Renata, mais ou menos. Essa coisa de qual o melhor tênis de corrida é o que o mercado faz hoje, que são as menões. Qual o melhor tênis de corrida? Ele vai lá e traz três opções que são produtos de determinadas marcas. A proposta do comparativo de produtos é você pegar o produto A versus o produto B, tá? Então, por
exemplo, esse tênis da Nike versus esse tênis da Adidas, qual é melhor? Você provavelmente vai falar de tênis pros mesmos casos de uso, tá? Eu tive uma experiência recente, eu comprei uma impressora. Qual impressora é melhor? Essa, essa ou essa? E aí a IA vai trazer os o comparativo de todas as coisas. Você trouxe um ponto muito relevante que é em relação às aos casos de uso, tá? Eu não, eu eu não quis trazer aqui porque eu acho que isso é mais experimental ainda, mas só dar uma palhinha para vocês. Todas as os promptes dimensões,
todos os prompts de comparativos de produto, eles vão precisar dar um próximo passo, que é o quê? A gente introduzir personas sintéticas. Então, a gente vai ter o as personas da nossa empresa, eh, da nossa empresa, não, os personas que representam os clientes da nossa empresa fazendo esses comparativos. né? Então assim, existe uma arquitetura de dados que vai vai surgir nos próximos tempos que é bastante complexa, tá? Mas assim, eu eu não quis entrar dentro disso daí porque, cara, se você matou uma parte do problema ali, existe um problema, existe uma limitação ainda, pessoal, a
gente tá construindo isso, né? Isso aqui é tudo experimental e work in progress, tá? Então, ótima pergunta. Na sua visão, qual o critério para decidir se uma query vai para o cluster page ou para Uma supporting page? Porque na prática ali entre os dois pode ser bem tên, é verdade, é bastante tênue. Eh, eu trato mais como cluster o que tá dentro do blog e partes institucionais de apoio, assim, eu vou tratar como supporting page. Então, no caso da conversion, cara, ah, um um os cases nossos são no support page, tá? né? Então a gente
vai ter as ferramentas nossas, né? Então vai vai um pouco dentro dessa linha, mas assim é um pouco mais conceitual, né, cara? Assim, porque como eu falei, um um em algum momento um cluster ele pode ser o piler, né? E então assim, acho que é é mais você conceitual que faz sentido pro teu negócio e ter a linkagem gerando a semântica corretamente. Testei o meu agora e deu 36 também. Instala o plugin. Espero que não seja com plugin, né? Porque com plugin é para ir para 67, 78 no Nossa, o plugin vale só para WordPress?
Sim, só para Word Price por enquanto. É um experimento nosso, pessoal. Todas as coisas que a gente tá lançando aqui são muito experimentais. A gente vai pegar, né, o que funcionar, o que tiver interesse, tração e vai potencializar mais. Mas a gente entendo que o WordPress é a principal plataforma do mundo, assim, não é porque eu eu estou migrando do WordPress, cara, que o mundo tá migrando do WordPress, né? Quem sou eu na fila do pão? Ã, vi que o EItrix tem opção para pesquisa global, mas para América Latina tem intenção de implementar? Cara, a
gente vai ouvir muitos feedbacks de Vocês. Eh, eu quero evoluir EItrix. Qual que é a minha visão, pessoal? Eh, minha visão não necessariamente implementação, tá? Eu quero oferecer para todo o mercado uma forma dela, deles acompanharem as marcas deles nas IA, tá? Eu tenho, eu tenho até um uma projeção de custo aqui, como é que funciona e tal. Eu quero dar três prompts por semana com três IAS ou talvez intercalando um pouco os créditos disso daí. Isso daí faz o que a maioria das empresas precisam no nível um, tá? Eu, sei lá, às vezes sem
ferramenta eu, cara, fazia faço isso manualmente e tal, né? E e poucas pessoas fazem isso. Eu quero dar acesso a tudo isso daí, tá? eh, sei lá, ter alguns milhares de usuários ativos com isso daí grátis. Aí, a depender da demanda de vocês, se tiver demanda, a gente vai investir em features pagas, né? Eh, aí, poxa, a a quantidade maior de prompt, é claro, cara, dinheiro é caro scrape, tá, cara? É, é muito mais caro scrape de Ia do que posição do Google, tá? E aí a gente vai evoluindo, tá? Eh, mas ao mesmo tempo,
eh, a gente também tá postando muito no Open Sece, tá? Então, a skill que a gente vai lançar é Open Curce e dentro dela não tá disponível ainda, mas a gente vai ter um módulo de Dio. Então, assim, eu não Quero travar as pessoas no no básico, né? Eu quero que seja justo e dá o máximo de oportunidade. Então, dentro do nosso plugin, cara, vai ser tudo opence, tá? Você vai ter que só pagar pelo cloud code e tal, pela LM que você queira usar. E dentro da nossa plataforma, a gente tem uma uma curiosidade
de entender se tem espaço ali, se tiver a gente vai investir, senão a gente não vai investir. Eh, Rodrigo pergunta: "Qual o nome do plugin?" Tá aqui na tela, cara. Conversion agency discovery. Ó, ó, deixa eu passar o mouse aqui, ó. Tá aqui, ó. Você pesquisar dessa forma, vai aparecer ali. É esse o nome, conversion agent discover. É, tem o Y no final, mas talvez apareça, tá? É, eu tenho uma pergunta ali sobre a América Latina que eu já respondi. Então, pessoal, agora a gente chega a parte que eu acho que é o ponto alto
desse curso, tá? Porque a gente, e cara, isso é muito recente. A gente acabou de oficializar esse evento, a gente poderia dizer que até um evento de lançamento da dessa metodologia nossa que a gente tá levando ao mercado, que a gente vai começar a transformar toda a nossa consultoria de SEO para est totalmente direcionada para esse modelo AI first. Eh, como eu falei, não é sobre matar o passado, mas É sobre ter muito mais camadas, é sobre ter muito mais complexidade. E neste novo mundo, neste novo cenário, a gente precisa de uma nova metodologia, tá?
A ciclo de SO, a primeira versão dela eu lancei por volta de 2012, tá? E ao longo do tempo a gente foi evoluindo, né? em 2012, cara, e eu lembro era muito o o básico do SEO com viés estratégico, né, que que a gente colocava ali. Então, tinha uma etapa de planejamento estratégico que permanece. Eh, e aí foi a gente foi evoluindo, né, na última versão a gente focava muito no EAT, né, para ter toda a completude do que o Google precisa, conectando com marca, conectando com todas as coisas, né? A gente tá na versão
4.0 e aqui agora o ciclo de show, que é o nome da nossa metodologia, vai pra versão 5.0. Vamos aqui pra tela. Essa daqui são as etapas do nosso trabalho, tá? Sementic branding, customer intelligence, sece and craw, cement content, data PR, strategic planning. Tá? Seção, um monte de nome em inglês aqui, mas marqueteiro gosta de nome em inglês. E aí, pessoal, o ponto de partida aqui é o quê? É o branding semantic ou semantic branding, tá? E eu tava guardando, eu tenho, a gente tem a ferramenta do semic brand há bastante tempo, tá? A a
a gente disponibilizou gratuitamente durante pouco tempo, a Gente falou: "Cara, era tão valiosa, vamos usar aqui pros nossos clientes." Então, os nossos clientes estão usando semic branding há bastante tempo. E a gente entendeu que o sementic branding tem que ser o ponto de partida, porque ele é o verdadeiro diagnóstico da marca. Quando a gente analisa como a marca é percebida pelos atributos que eu quero que ela seja percebida, que vai ser usado depois paraa citação, eu começo, eu parto de um problema real que eu estou resolvendo, de um problema de negócio, não de problema técnico.
Então, o que a gente tá fazendo aqui com ciclos GSO é levar o negócio para o programa central e fazer a leitura a partir do Dio, tá? Eh, antes, cara, historicamente, o que a gente fazia, cara, a gente olhava para tráfego, essa metodologia nova, tá? partindo da semântica da marca, não é mais sobre tráfego, tá? a gente parte da semântica da marca sempre com análise competitiva. Então, poxa, a qualidade do seu produto, da sua marca versus os seus concorrentes é tanto, porque você olhar só paraa sua marca não faz sentido, tem que ter análise eh
competitiva. Depois, na segunda etapa, a gente vai introduzir o comparativo de produtos que não tá em produção ainda. Como eu falei, um insite recente isso daqui, mas eu a gente entende que ele entra dentro dessa semântica da marca e a gente vai conseguir mapear aqui como é que as marcas são levadas em contas na tomada de decisão. Isso daqui vai ser um retrato não só da LLM, mas da presença da marca, cara, no mundo real, na realidade, tá? Então, a gente parte disso, a gente sabe o que que essa marca é no mundo e nas
LLMs. E a gente vai agora pra inteligência. eh, de cliente, né? A gente entender, beleza, a gente tem como essa marca está no mundo e agora a gente entender como é que o usuário está se relacionando com essa marca. A gente começa com share of voice, tá? Eh, e aí fazer um share of voice de as e de search eng. Ele é um novo KPI, um KPI que não existe ainda, tá? Eh, ele tem o share of search, que é o comparativo de buscas pela marca, que é a métrica preditiva de market share, né? Porque,
por exemplo, cara, se um canal cair em um mês em que a marca caiu, talvez o canal até tenha subido, mas tenha caído porque a queda da marca foi maior, a queda do mercado foi e maior. Eh, desculpa, queda do mercado não, a queda da marca, porque o share of search ele sensibiliza a como cada marca está dentro daquele mês, tá? E e cara, é um dado muito estável, é muito interessante olhar para isso. Daí depois a gente traz o Social Intelligence, que eu eu falei muito pouco aqui por cima, mas que é entender como
a marca está presente em todas as redes sociais, tá? Como que ela é em relação aos concorrentes, quais são os conteúdos que ela produz, porque isso vai sendo fonte também das IA, né? Respondendo ali, acho que a pergunta do Philip, tá? Depois a gente vai para UI e CRO, que é conversão dentro do site Canal, tá? Eh, o site ele vai continuar existindo, como eu falei, o Universal Currency Protocol ele não vai pegar, as pessoas vão continuar convertendo no seu site ou no marketplace, vão continuar convertendo no seu site. Você tem que ter um bom
CRO ali, tá? Essa é uma das coisas dentro de SEO que mais vai crescer agora, tá? a gente tá fazendo as nossas todas as nossas movimentações em torno de CRO também, tá? Então vai se tornar mais importante como aproveitar cada tráfego, cada visita, não só da busca orgânica, mas de todos os canais para vender mais. Depois a gente vai ter que ir para modelos de atribuição. Isso daqui eu considero uma coisa mais avançada, mais de longo prazo, que é rever os modelos de atribuição. E pessoal, é claro que isso aqui é o que a metodologia
nova traz. a gente vai contrapor tudo isso daqui com cara, métricas que as empresas avaliam, é contrapor, discutir, tá? Porque existe uma uma mudança bem grande que a gente traz aqui, tá? Mas eu tenho bastante confiança dentro desse modelo que a gente tá conectando o específico com o business, tá? Então a grande intenção aqui é conectar o DIO a LLM com o negócio. Depois a gente vai pra se and. Por que se and? Porque eu preciso nas LLMs, especialmente nas menções quando é consultado dentro do chatt, eh, eu preciso ser uma fonte. A minha marca
precisa ser uma fonte. Essa fonte ela pode ser interna do meu próprio domínio ou externa de outros Domínios, tá? Então, a gente colocou empacotado aqui o que seria o SH técnico, né, junto com essas fontes que muitas vezes são geradas por PR, por exemplo, né? Mas para gerar essa inteligência de cara, aonde está o problema que eu tenho que resolver, tá? Porque eu preciso que existam os documentos que vão mencionar minha marca para ela ser a preferida além do próprio modelo da linguagem. Então, a gente tem essa análise de fontes e tem a gente tem
o crawlability, que é a indexabilidade que vai olhar pro search engines. O ST técnico, ele mora aqui dentro, tá? Ganha muita importância, tá ali dentro de search engine a gente tem as IS, o MCP, o IUCP, etc., que são como as IAS e mensuram, né, Diego, mas como é que eu vou priorizar isso, cara? Você vai priorizar, priorizar, não entender o que que é importante, né? Você tem um site WordPress, cara, uma boa parte do cl e cl do crawlability você vai conseguir com plugin nosso, né? Ah, mas não sou. Então, poxa, você vai ter
que entender aí qual é a importância, é o velho problema do SO. Agora a gente vai pro semantic content. Cara, conteúdo semântico. E o que que difere esse conteúdo de todos os outros conteúdos? Porque são conteúdos que vão treinar os modelos e vão ser citados pelos. Não é só um conteúdo para ranquear no Google, tá? A gente não quer mais fazer o conteúdo pensando simplesmente em ranquear. A gente quer fazer um conteúdo pensando no topic cluster e beleza, vamos mensurar se ele está rankeando, tá? Mas o grande ponto aqui é construir a semântica através do
conteúdo e aqui dentro do nosso site, tá? Então, quando a gente fala das fontes internas, a gente vai mapear que são fontes internas possíveis e vai fazer conteúdos aqui dentro. Então, topic clusters, conteúdos de marca, pessoal. Muito importante falar da sua marca, trazer conteúdo informativo de notícias, informações sobre produtos, eventualmente comparativos. Você pode até fazer comparativos da sua própria marca de duas soluções. Aqui a gente no na etapa do data PR, nada mais é do que criar dados proprietários, né? desenvolveru relacionamento com a imprensa, reputação institucional, ganções, backlinks, news jacking, tá? Basicamente cuidar da reputação
externa em outras fontes, gerando dados proprietários. Tipo, esses dados proprietários vão se conectar muito com o conteúdo que é criado, porque você tem que explorar esses dados também dentro do seu conteúdo. Por fim, a gente vai pro planejamento estratégico, onde a gente vai ver tudo que a gente tem para fazer, vai priorizar, segundo o ACE, que é uma metodologia bem simples assim para mostrar o que é prioridade de fato, vai construir metas e smart e vai fazer para isso análise de mercado e análise de negócio. Então pessoal, essa é a forma de aplicar esse novo
SEO, SEO de first. Você começa pela pelo branding semântico. Inclusive por isso, pessoal, eu resolvi colocar na na versão gratuita, tá? Do EItrix e o branding semântico, porque eu não quero falar uma coisa, poxa, ah, tem que fazer assim, mas você só pode fazer se for, né, a dentro da minha ferramenta, né? Eu falei: "Cara, então assim, já vai ter uma ferramenta grátis, vamos disponibilizar o brand semântico para as pessoas conseguirem fazer". Eu acho que, né, com o passar do tempo, talvez outras ferramentas adotem eh isso daí também, tá? Eh, e depois a gente vai
pra inteligência do usuário, do consumidor, para, né, entender a relação dele, onde tá gerando receita, onde tá não tá gerando. A gente vai entender as fontes e a indexabilidade das coisas. A gente passa pelo conteúdo semântico, passa pelo pi semântico, pelo pi orientado a dados e aí volta para um planejamento estratégico onde a gente reconstrói todas as coisas. Isso daqui em forma cíclica, porque o trabalho de SEO não é um projeto que tem início, meio e fim. Ele tem um começo e ele nunca tem um fim. Tá certo, pessoal? É isso. Deixa eu ver se
tem alguma dúvida aqui. Ah, deixa eu ver. Acho que não. Eh, achei, achei o plugin instalado. Conversion. Os slides serão disponibilizados. Cara, princípio não, né? A gente não, enfim, não vai compartilhar, a gente vai divulgar alguma parte desses materiais ali, tá? O curso, os vídeos vão estar disponíveis pelo menos até segunda-feira, como havia Prometido, tá? Mas eh o PPT a gente não vai disponibilizar. Então, pessoal, olha só, eh, lançamento de hoje. A comunidade já foi lançada, né? Tá meio parada ali, né? Se, ó, se se continuar parada, a gente vai fechar ela, tá? Não tem
problema nenhum, né? Se não for útil, a gente não, pô, não quer nada, mas a ideia é que a gente consiga gerar movimentação lá dentro. Share off search vocês já conseguem acessar, tava com bug, já foi corrigido. Authority Matrix também tava com bug de acesso. Eu testei numa conta grátis que eu tenho, já tá disponível. O plugin de WordPress já foi lançado e agora a gente tem a skills de cloud code, análise de branding semântico, que é fundamental para eh para para para para toda essa análise que a gente vai fazer, pessoal. A gente vai
para um break de 5 minutos, tá? Eh, eu vou eu vou trocar algumas posições aqui da minha tela, tá? Eh, vou sair do PPT agora, vou para o meu computador, tá? e vou compartilhar a tela e vou mostrar com vocês na prática, né? E a gente conseguir sair daqui com análise de branding semântico ali. Eh, já vou pegar uma análise pronta, tá? Eu vou vou ensinar para vocês um macete do AI Matrix para, né, vocês conseguirem corrigir um projeto que vocês já abriram lá dentro. Depois que eu acho que eu, cara, o grande momento é
a gente mostrar o nosso plugin de cloud code, tá? Porque, cara, assim, tem umas coisas muito interessantes aqui. Ele vai tá em beta, tá? Porque eh a gente tá colocando ele à prova no mundo agora. Ele não é o mesmo plugin que a gente usa internamente, tá? Eh, porque ele foi pensado para ir para fora e dar bastante flexibilidade. Vocês vão ver. É muito muito muito legal. Então, pessoal, 5 minutos. Eu vou cronometrar aqui. Deixa eu aqui. Aí, em 5 minutos a gente volta, tá certo? Até mais. Bem, pessoal, estamos de volta aqui num rápido
break para ajustar algumas coisas aqui. A gente terminou a nossa parte eh mais teórica, vamos chamar assim. Deixa eu ver se tem mais alguma pergunta. novo WordPress 7.0 vem com integrações com as IA. Você acredita que isso vai impulsionar ainda mais esse MS? Cara, eu não sei. Eu não testei o PR 7.0, não tive tempo. Eh, e respondendo o plugin é só para WordPress, tá? Então, pessoal, agora a gente vai pra prática aqui. Eh, vou para o o meu computador aqui analisar os dados com vocês. Eu tenho algumas janelas aqui, algumas pode até fechar. Deixa
eu fechar aqui, tá? Mas minha tela tá aparecendo para vocês aí? Creio que sim. Tá. Opa, isso aqui é um spoiler. Mas tá, pessoal, vamos começar pelo Opa, deixa eu ver, deixa eu ver aqui. Esse daqui é o AI Matrix, tá? que vocês têm acesso todo mundo, ele dá direito a um projeto com análise pontual. A gente quer mais para frente, nas próximas semanas, né, cara, teve teve um uma receptividade muito boa, foi muito interessante mesmo. A gente quer fazer sérias melhorias, então todos os feedbacks que vocês tiverem, eu eu falei, mas deixa eu até
dar um maior aqui, né, para vocês, acho que fica melhor. Se tiver qualquer feedback, ó, inclui uma cópia da tela. Se quiser, grava um vídeo e explica todas as coisas. Até agora do que a gente tem documentado, tem às vezes alguns domínios, tem algumas dificuldades de análises e o sistema ele mata a análise para não entregar um dado incompleto, tá? Então são mais exceções. Eh, eu testei aqui, eh, eu tô, é que eu tô sem a projeto. Deixa eu ver aqui, cara. Se você tiver com um projeto, quiser fazer análise do branding semântico, vem aqui
e exclui, tá? O que que acontece? O sistema, a gente, eu criei um dispositivo dentro dele para poder excluir o projeto uma vez e você criar o teu projeto, porque você foi lá, fez na press, falz, mas eu queria ver promps diferentes, eu queria, né, analisar algumas coisas diferentes. Então, permite excluir durante um período de Algum tempo, né? Acho que depois de uma semana, sei lá, você pode excluir de novo e criar outro. Nesse momento você só pode fazer múltiplas análises excluindo, tá? Eu sei que é uma limitação, pelo menos, cara, isso é 30 de
maio de 2026. Se por algum acaso você está vendo esse vídeo em outro outro momento, talvez já seja possível o contrário. Ele tem um Wizard bem eh didático aqui. Eu não vou, deixa eu fazer a configuração aqui, então, ó. Vou analisar a Netflix. Ele tem um macetezinho aqui, você pode colocar nomes alternativos. Então, cara, vamos, sei lá, a pessoa fala Net Netflix, né? Fala separado, tem algumas pronúncias erradas que eventualmente apareçam. Seu domínio é netflix.com, tá? Eh, assim, a gente recebeu um feedback do pessoal de Portugal que queria acessar também, né? Então, a gente foi
lá e colocou. Então, assim, eh, acho que perguntaram agora também, cara, a gente já tá com vários outros países aqui, vários outros idiomas. Você deixa aqui marcado essa opção de gerar os prompts, tá? Ele vai mapear os concorrentes aqui. Olha só, rapidinhum, ele já traz, né? Dizer que são os principais concorrentes. Eh, eu sempre reviso porque às vezes no seu segmento ele pode não acertar, você pode editar aqui, sei lá, não é Disney Plus, é, sei lá, disneypl.com.br, né? E ele já já pega o favi com aqui do site, Né, para ficar mais bonitinho. Então,
cara, acho que tá. De tirar esse crunch row. Nem sei o que que é isso, né? Pode ser uma limitação minha, mas não sei o que é. Vou analisar esses caras aqui, tá? Agora, automaticamente ele já vai me gerar quais são os atributos de marca recomendados, tá? Eu recomendo você editar aqui só o nome do atributo. Aqui essa descrição não tá boa. Eu tô, a gente tá ciente disso daí. a gente vai melhorar isso daqui. Então, a inovação e conteúdo original, falei: "Cara, não, prefiro conteúdo original, tá? Porque, pessoal, isso aqui é gerado para LLM,
a gente tem que tá no controle, né? A é a gente que sabe da nossa marca, né? Em em última análise, né? Desde que tenha dados a qualidade da produção, custob benefício, eh, interface de experiência do usuário de uso, cara, experiência do usuário, não é? Acho que é diversidade de catálogo, beleza? Personalização, recomendação, beleza. Confiabilidade da plataforma, beleza. Eh, velocidade de carregamento, beleza. Atendimento ao cliente, exclusividade de contrário, são atributos bastante interessantes. Depois ele vem aqui, sugere a três prompts para vocês. Você pode editar isso aqui. Qual o melhor serviço de streaming de filmes e
séries? Eh, qual serviço de streaming com melhor custob benefícios? Quais? Eu vou fazer aqui um negócio, os porque no análise que eu fiz, ele tava trazendo poucos resultados, tá? Então, quais os 10 melhores para quê? que eu quero ter diversidade aqui. Quais as 10 melhores plataformas de streaming com o maior maior biblioteca de conteúdo de conteúdos? Beleza, editei aqui, pessoal. Isso aqui é é é três prompt, para falar a verdade é pouco, tá? Eh, a gente tem uma próxima melhoria para subir que a gente vai criar tópicos de conteúdo. Então, a ideia é que tenha
um tópico e tenha tipo 10, 20, 30 promptes por tópico para conseguir gerar uma amostragem e a gente passar a fazer a leitura muito mais no nível do tópico do que do prompt, tá? Mas o princípio é o mesmo, pessoal. A gente tá começando aqui, a gente tá construindo, a gente vai melhorar isso aqui com os feedbacks, né, cara? Não tem por não analisar todas as LLM. Você falar: "Não quero analisar o, beleza, tira, né? Mas vou deixar aqui avançar. Você faz uma revisão e aí cria o projeto AI Matrix. Ele vai processar aqui. Ele
leva de 5 a 15 minutos para fazer análise. A gente tá trabalhando para que essa análise ocorra mais rapidamente, tá? Eu vou deixar aqui, eh, ele tá tá processando aqui e vou para uma análise que eu já tinha feito aqui, né, dentro desse outro, desse outro login. Essa aqui é a conta grátis, tá, pessoal? Aqui eu tô tô logado no Firefox com a conta grátis. Deixa eu ver se tem algum comentário, alguma dúvida aqui. Eh, tem eu vou vou vou entender isso daqui que foi falado que seria compartilhado, tá? Eh, vamos resolver isso daí, tá?
Exportar esse material em PDF seria ótimo, né? Aqui o pessoal vai mandando os feedbacks por aqui, ó. Ó por aqui. Eh, fala: "Poxa, um relatório em PDF seria ótimo." A gente vai pegar, vai pensar na viabilidade, vai entender o que faz sentido pro produto e implementa algumas coisas. são caras relativamente fáceis de implementar com nosso pipeline de desenvolvimento. Então, a primeira coisa que ele vai gerar aqui é um EI Matrix Score, que ele é basicamente a composição da visibilidade que você tem, do share of voice que você tem, do sentimento da sua marca e da
posição média. Pessoal, assim, a gente teve muito cuidado na hora de definir essas métricas, tá? Muito, muito, muito, muito, muito cuidado. Por quê? Porque eh muitas ferramentas quando fala, por exemplo, de Shai of Voice, você tá falando da presença da da marca nas respostas. Só que, cara, é diferente você aparecer na primeira posição e na 10ma posição, certo? Só que muitas ferramentas fala: "Cara, se tá aparecendo, tá aparecendo, tá beleza, né?" Então, a gente até explica aqui, né? Eh, ele dá mais pontos pra primeira Posição, depois menos pra segunda, menos pra terceira e vai decaindo
até a última posição existente, tá? E a partir da 10ª ele simplesmente não contabiliza, né? Então o máximo aqui é a 10ª posição, né? E mesmo aqui na quinta posição já tem um peso muito e muito mais baixo, tá? Depois o sentimento, eh, ela ela é mais simples, a gente analisa como é que a marca tá sendo mencionada ali e a posição média. Eh, você concorda comigo que se a gente tiver uma posi, se a gente aparecer uma vez numa resposta de LLMs? Aqui no projeto a gente tem, a gente faz nove análises, tá? Três
prompts 3 LLMs, 3 x 3, 9. Se o um resultado aparecer uma vez na primeira posição, você concorda que a posição média dele é zero porque as outras são ignoradas, né? Essa é a forma mais simples de calcular. Só que eu falei: "Cara, isso tá errado". A gente então fez uma forma que a gente explica aqui de que quando a marca não é citada em alguma resposta, ela é penalizada, né? Então isso aqui é uma posição média ajustada. Se fosse na matemática crystal clear, né? né? Posição média seria um, mas a gente vai penalizando. Então
até fala aqui, quem aparece sempre em primeiro, primeira posição, quem aparece em primeiro, mas só em 33% das vezes, teria tenderia ali uma posição média de três, tá? Então tem tem essa penalização por não aparecer. Então a métrica ajustada de posição que eu acho mais justa possível. No caso da Netflix ela aparece para 100% das, né? Não, não teria como não aparecer. Bem, eh, aqui, eh, as marcas que são citadas, lembra que eu falei que trouxe poucas respostas? É que, cara, todas as respostas estavam trazendo só esses três players, né? Então, por isso eu forcei
10 ali no na outra análise que tá rodando aqui, ó, não acabou ainda, tá? Então, assim, aqui ficou pouco a amostragem e a gente pode ver o SHF voice, pode ver a visibilidade, o sentimento de cada uma das marcas e comparando que é, poxa, legal para caramba, tá? Aqui depois vem reputação de marca. Ah, o top cinco marcas é baseado nas respostas das IAS. A reputação de marca é baseado naquelas marcas que eu selecionei como concorrentes, tá? As duas podem corresponder ou podem não corresponder, né? E a gente vai pr pra análise aqui. Então, Netflix
aparece na primeira posição para a conteúdo original. Deixa eu ver aqui. Custo benefício. Custo benefício. A Prime Vídeo aparece, né? De fato, até onde eu sei, é o player mais barato. Netflix tem, cara, é o quarto de, é o terceiro de quatro players. Eu como, cara, só que a Netflix, ela tem uma assinatura acho que de R$ 25 com anúncios, né? O que eu faria, cara, eu faria muita comunicação para vender o custo benefício da Netflix, tá? Talvez ele nunca vai bater o da a da da da Prime Vídeo que salvo engana R$ 10 alguma
coisa assim, inclui um monte de coisa. Talvez seja imbatível, talvez ele seja ali, mas cara, eu poderia subir da terceira para segunda posição, né? E eu eu iria trabalhando melhor a minha marca, tá? Você clicando aqui, você vai ver o relatório completo, tá? Aqui, como eu falei, só apareceram três marcas nessa análise. O sistema ele já traz, agora ele vai analisar as fontes, pessoal. A fonte é o core do dio, tá? A fonte é o core do di. É dentro das fontes que a gente tem percebe a maior influência nas respostas. Então a gente tem
aqui os tipos de fontes que são sites, então sei lá, rede social, editorial, agregador, review e os tipos de páginas que as IAS preferem. Então o os lists, como a gente comentou, teve uma pergunta ali, são um dos formatos favoritos das IA. Nesse caso específico, ele corresponde 54% das fontes, tá? E aqui a gente tem todas as fontes que a IA está citando e todas as fontes que estão consultadas. Citar e consultar são duas coisas diferentes, tá? Como que a gente sabe que a fonte ela foi consultada? Porque ele apresenta um relatório e no scrape
a gente extrai essa informação. A gente vai ordenar aqui pelas citadas porque a gente entende que são as mais relevantes, tá? E aqui a fonte é um domínio, tá? Você pode depois até entrar aqui, né? Se tiver mais. Eh, aqui aqui tem os principais vídeos do YouTube que foram. Então, a gente tem um uma granularidade, a gente, cara, trabalhou muito para ter bastante granularidade, tá? É um relatório one shot, mas é um relatório, cara, muito equivalente a de muitas ferramentas pagas e mais avançado que algumas ferramentas pagas, né? Eh, opa, per aqui. Então, ele pega
as principais fontes aqui, você vai entender. Depois os principais conteúdos mostrando as IAs que está citando. E cara, aqui você pode aplicar filtros, entendeu? Poxa, qu as IAS que você quer ver? Quero ver só no chat GPT. Pronto, ele listou aqui as fontes citadas pelo chat GPT, tá? Então é um relatório, cara bem bem bem granular e bem avançado. Ele traz muitos dados aqui. E todos esses relatórios você pode se aprofundar e ir para o detalhe de cada uma das coisas. Depois ele traz aqui o que cada IA respondeu para você ter um resumo. Você
pode também ver o prompt, o relatório por prompt, tá? Ele traz o o o report aqui. Você pode ver qual foi o prompt que apareceu, né? Eh, eventualmente se tiver algum bug que alguma coisa que não identificou, reporta pra gente, tá no no no feedback, mas pelo que a gente tá avaliando, tá bastante assertivo aqui. Eh, e aí a gente vai ter uma análise, vou aqui tela tela dos prompts aqui não tem muito o que fazer, a não ser você clicar e detalhar o prompt, tá? Eh, dentro do branding semântico, a gente tem um relatório
agora bem mais avançado, tá? Então, pessoal, cara, esse relatório, pessoal, falar para vocês aqui é ouro, tá? Assim, é ouro. As ferramentas pagas não têm ele, tá? Isso é uma criação nossa da Conver falava com bastante orgulho, tá? E a gente tá disponibilizando para todo mundo, tá? Eh, a gente ia fazer isso no passado, falou: "Nó, vamos levar pros nossos clientes primeiro." Eh, tava só pros nossos clientes. Ele até teve um bug para sair aqui porque tava só na na na conta proprietária nossa, nas contas dos nossos usuários. E aí falou: "Não, cara, vamos disponibilizar
para todo mundo porque a gente vai ensinar a trabalhar isso daqui". E eh, cara, pessoas precisam ter o dado, precisa ter a ferramenta, né? Deixa eu ver se tem algum alguma pergunta aqui. Eh, tá. No link que acessei não tinham todas essas variáveis, só o domínio. Sim, é verdade. Ah, tinha tinha um bug que em acho que agora de tarde ele foi corrigido, tá? Então, que que você faz? Você apaga o projeto que você tem e cria outro. Assim, o sistema permite criar, apagar e criar um projeto uma vez, tá? Para você conseguir rodar. Essa
é a versão paga. Cara, eu eu eu tô na versão do meu usuário, tá? Mas eu tô usando o mesmo relatório que vocês aqui, tá? Esse aqui é o mesmo relatório que vocês. Deixa eu ver se o outro concluiu. Pronto. Tá aqui, né? Tem tem amostragens um pouco diferentes. Ele já trouxe mais players aqui, tá? Esse aqui é a conta grátis que eu uso, tá? Então assim, vocês têm acesso isso daqui, né? Todas essas coisas. Só que subiu há pouco tempo, tá? A a há sei lá, talvez uma hora atrás. É, pessoal, talvez se vocês
fizeram análise antes, não está carregando. O que que vocês têm que fazer? Ó, eu vou vou até mostrar para vocês, tá? Deixa eu abrir aqui uma nova janela, ó. Você vem aqui, vai excluir, eh, ele vai pedir confirmação, ele vai me falar, eh, tá, todos os dados vão ser movidos em contas gratuitas, a primeira exclusão libera uma recação imediata uma única vez. Depois disso, excluir não antecipa o prazo de criação que é acho que de 7 dias, tá? Então, assim, eu já excluí, recriei aqui, porque eu tava com esse problema também. Então, faz isso, vem
aqui, exclui, tá? E aí vem e faz um novo projeto, tende a funcionar, tá? Se não não funcionar, manda aqui no feedback, manda print, manda as evidências, explica o que aconteceu pra gente conseguir reproduzir o bug, tá? E e gerar, porque, cara, pessoal, vai ter bug, entendeu? A gente, né, a gente tá aqui, a nossa filosofia é feita melhor do que perfeita, então a gente prefere colocar no a, cara, são muitas coisas que estão aqui dentro, assim, vão ter bugs e a gente vai ajustando e melhorando. Aqui tem um mapa completo, cara, senão você tirar
um print, mandar no relatório, poxa, vai ficar show de bola, tá? Eh, e aqui a gente vai tendo análise de cada atributo de marketing. Então, conteúdo original, cara, né? Quem tá na frente, né? Qu, qual é a ordem dos players, ó, vai ter até o 10mo. Então, assim, ele gera uma nota até de 60, né? Então, que o YouTube tem menos. Aí você fala: "Poxa, mas por que que o YouTube tem menos?" É uma pergunta válida. Depois você vai responder lá embaixo. Aqui a gente tem um comparativo, né? E a gente colocou, né? onde os
players estão. A gente vê que Netflix domina tudo, que é muito correspondente a todas as coisas. A Amazon Prime também tem um um score muito bom. São os dois líderes, até onde eu sei. Depois você vai tendo uma distribuição aqui, né? Você pega MUB, por exemplo, a variedade do catálogo dela é 37. Ela vira e fala: "Cara, mas eu não quero ter variedade de catálogo", tá? Então assim, se você a marca a MUB é só de filme cult e tal, eh se você não quer ter variedade do catálogo, você vai analisar por outras formas, né?
ou vai ter esse dado falar, beleza, porque é um problema que a gente tem, a gente não vai resolver e a gente vai ter ciência disso aí. São decisões estratégicas de negócio. Depois, pessoal, o mais interessante aqui é são as evidências da nota, tá? Ele traz a justificativa, né, do que aconteceu, mas que análise cara, pessoal, tá, de de de se fazer, né? eh, traz as evidências aqui, ó, para cada uma das IAS e traz as fontes que são citadas, né, ó, o Reddit aqui, né, e traz evidência para cada um dos caras. Então, assim,
cara, é muito rico isso. Só, cara, só pegar isso daqui dá para, ó, fazer muitas coisas. Por isso que na nossa metodologia a gente colocou partindo do branding semântico. Então, esse aqui é o core desse novo SEO Dio, first, tá? E é por isso que eu, cara, vamos colocar no na conta gratuita, porque a gente quer que todo o mercado evolua, tá? Eh, deixa eu ver se tem. Vai estar disponibilizado pra gente por quanto tempo, Maisa? Acho que eu não pretendo parar de disponibilizar, tá? Eh, tem custo, tem muitos custos envolvidos aqui, mas a minha
visão é sempre manter uma conta grátis, tá? que vai permitir três prompts em três e assim uma análise de branding semântico, provavelmente mensal na conta grátis, tá? Para quê? pra gente democratizar isso daqui e levar esse novo SEO de Firsto. Então assim, eh, a gente tem um o o Brian Chess, eu falar nesse nesse plano aqui, o Brian Chess, ele fala uma coisa que é muito interessante, que ah, as pessoas que trabalham no Airbnb são missionários e não mercenários, tá? É claro que toda empresa quer ganhar dinheiro, né? É claro que toda empresa quer ser
mais lucrativa, é claro que toda empresa quer faturar mais. Só que tem um tem um papel que a gente exerce na conversion como a líder de mercado, cara, que é desenvolver um mercado. E quando a gente coloca, e a gente sabe que o mercado de SO é carente de ferramentas e gosta muito de ferramentas grátis e precisa disso, uma série de configurações que não vem ao caso. E agora a gente sabe que vocês vão precisar de uma ferramenta como essa, acessível, tá? A gente poderia cobrar pouco, a gente quero ter um plano justo Ali no
no nos pagos, né? Eh, não definimos ainda, a gente não defini nem se vai ter um plano pago, tá? Talvez continue como fremium, talvez eu tenha um plano pago, mas enquanto a ferramenta existir, eu quero manter um uma versão grátis, tá? Com atualização, tá? O nosso próximo grande passo aqui é mexer no nosso pipeline de dados para gerar as gerar essa essa evolução, tá? Então, respondi aqui, né? Depois eh, vai estar disponibilizado pra gente até quando eu respondi. OK, pode ser isso. O branding tá zerado. É, o branding semântico, ele tava zerado para todas as
análises, mais ou menos, talvez por volta de 3 horas da tarde. Então, eh, vai lá e refaz, faz aquele macete, apaga o projeto e cria outro, porque vocês têm direito a um acesso, senão só daqui a 7 dias, tá? Então, pessoal, isso aqui é poxa, muito muito muito rico isso aqui, cara. Não tô falando porque é nosso, não, porque é muito rico mesmo, tá? Todo mundo que eu eu apresento se impressiona. E nesse momento a gente, né, resolveu dar o acesso a isso daqui, tem mais o acesso do das skills, cara, assim, eh eh eu
tô me lembrando muito da época do Open SO, tá? Eh, você era da época do Open So? Talvez tem uma outra pessoa aqui da época do Open SEO que foi como a conversion cresceu. A gente era pequeno para caramba, sei lá, tinha três, quatro, cinco pessoas no time. E eu resolvi fazer um curso online gratuito com a comun. Então assim, eu me inspiro nesse momento muito lá atrás e Eu quis fazer uma coisa opence para toda a comunidade. Na época não tinha ferramenta, não tinha nem meios para fazer isso daí. E a gente fez um
grande movimento ali no mercado de SO. A gente cresceu bastante com isso daí. né? A gente entregou gratuitamente o que o mercado cobrava caro pela mesmo pelo mesmo padrão de qualidade, né? Acho que tinham produtos bons de cursos ali na época, mas o nosso era grátis e era, né? Tão bom quanto ou para muitas pessoas melhor do que os os pagos. E a gente tá querendo fazer a mesma coisa aqui, né? A gente tá entende que é é um momento de novo momento do mercado que lembra cara lá 15 anos atrás, cara. Eh, então eu
tô me sentindo muito lá no começo que a gente tá fazendo esse momento, assim, a pessoa não acredita, né, que tá, não, mas vai ser de graça mesmo, não vai acabar quando cara, se eu conseguir, eu não vou acabar com isso daqui, não, entendeu? Se, cara, se e e se chegar a conta alta também não não contribu com nada, vai ter que pagar, infelizmente, né? Eh, deixa eu ver aqui. Diego e convergon são diferenciados. Pensa nos outros também, além só do negócio. Obrigado. Ainda bem que a marca de trabalho é cliente da Conversion, porque o
relatório foi feio e foi feio na da Netflix. Tá bom. Eu eu não entendi. A KT que trabalha lá com a gente sempre pioneira na educação de para o mercado. Onde de acesso brand semântico. Não encontrei essa opção. Eh, vamos lá. você, ó, pessoal, opa, vocês vão estar aqui no site, tá? Ó, clica em Ei Matrix, tá? O branding semântico faz parte do AI Matrix, né? Todos esses feedbacks são importantes porque tem que pensar muito na experiência do usuário. Estou logado aqui, tá? Estou logado, vou clicar em gerar um novo relatório. Eu não vou Poder
fazer porque o meu, eu tô no plano grátis mesmo, tá? O limite foi atingido. Se você não tiver logado, ele vai te pedir para logar ou criar uma conta e você cria. Se ah, mas o meu projeto, meu brain semântico não tá aparecendo aqui ou quando eu clico não aparece nada. Vem aqui. Cara, tem até um problema de usabilidade aqui. Você vai no barrapainel/ei matrix, tá? Que ele vai carregar a lista de projetos. Você vem e clica em excluir. Aí excluindo você, se você não excluiu outro projeto hoje, você vai conseguir criar um. senão daqui
a uma semana aí não tem nada que eu possa fazer, né? Eh, gente, já tá sustentando bastante isso daqui. Depois você consegue, voltando para cá, listar todas as fontes. Fontes basicamente são domínios mencionados nas IA. E depois a gente tem aqui cada uma das URLs, né? Como um colega destacou ali, você consegue exportar então pra CSV e você consegue, cara, analisar em profundidade isso daí. Então, pessoal, essa daqui é a nossa a nossa contribuição, tá? É, já Olha aqui, cara, tem vontade de fazer um monte de coisa, sabe? Mas essa daqui, pessoal, é uma ferramenta
base para vocês começarem, tá? Maior limitação dela de curto prazo é que ela não tem dados históricos, tá? Então fica velho em uma semana, ele traz um snapshot ali. E eu quero resolver isso quanto antes. Eu não sei quando vai Resolver, não posso prometer, mas espero eu que nas próximas semanas a gente já possa disponibilizar ah os dados históricos. Então, depois da primeira análise, uma semana, nas contas grátis, tá? Uma semana depois gera a próxima análise e aí vai gerando acumulativo histórico, tá? E aí sim, isso aqui em tese, se nada mudar, free forever. Se
ainda assim a gente perceber que tem uma demanda, poxa, quero colocar mais promptes, quero tal, tal coisa, né? A precificação seria muito mais em cima de promptes, né? Quero colocar mais prompits, a gente vai estudar se, né? Entender que faz sentido, a gente trabalha com um plano pago. A gente tá um cara muito experimental. Isso aqui tá MVP, é startup, tá? Pode funcionar, pode não funcionar. A gente tá muito testando aqui. Eh, dúvida depois de aplicar as melhorias que estão sugeridas na plataforma, quanto tempo leva para começarmos a ser mencionados na resposta? Depende. Às vezes,
cara, em um dia, às vezes em seis meses. É o famoso assim, ó. Vai, vai depender do cara da concorrência, do impacto que tá tendo. Dúvida, o que pesa mais? A qualidade do conteúdo, a autoridade dos portais que citam a marca ou o esquema estrutura de dados do site? É, é, é, é. Acho que o que pesa mais é o branding semântico, tá? que é o mais difícil de construir, que é você ir construindo a reputação da sua marca, porque a reputação de uma marca leva 10 anos para ser construída e um dia para ser
destruída. Então essa construção é o mais complexo. Quando a gente pensa em menções, cara, é você entender o que tá sendo mencionado aqui E você tentar criar algum um conteúdo que seja melhor, né? Acho que uma melhoria que a gente pode tentar fazer aqui, tentar trazer um pouco do do query fun também, que são as buscas que são realizadas ali dentro para, né, vocês pesquisarem e verem, poxa, como é que cada conteúdo tá ranqueando ali dentro. Mas vocês veem, pessoal, que o Dio é uma coisa bastante complexa, mas eu olharia para essas fontes aqui, entendeu?
Eu tentaria criar outras fontes. É claro que isso aqui é da Netflix é uma coisa muito grande, mas cara, cada um de vocês vai poder olhar para por vocês. Então, se eu estivesse dentro do, sei lá, do pi de uma dessas marcas, cara, eu ia apresentar isso daqui. Poxa, que tipo de conteúdo a gente consegue gerar dentro desse padrão, eh, que vai ranquear, né? Provavelmente a a IA tá pesquisando aqui quais são os melhores eh serviços de streaming e tal. Eh, e aí vem, tem mais uma pergunta aqui. Tem como alterar o prompio só excluindo
o projeto? Por enquanto, só excluindo o projeto, tá? são limitações que a gente que a gente conhece e que a gente vai eh trabalhando ao longo do tempo. Pessoal, eu acho que é isso. A gente tem a nossa hora final agora, a nossa hora derradeira e eu quero apresentar para vocês o nosso plugin. Deixa eu ver, tem mais uma dúvida que a maioria dos sites das empresas são feitos em RP com SEO levando muito mais para requisito técnico. Agora terá alta na migração para Nex GS ou é cedo para falar, né, dessa suposição? Cara, eu
acho que as pessoas demoram de mudar, acho que as pessoas vão continuar dentro do WordPress. O pipeline, ele não é tão simples assim, mas ele já é possível, né? Eu tenho até um um amigo que é desenvolvedor, que eh trabalha com A gente, eh, né, externo. Cara, eu mostrei para ele o nosso pipeline, ele migrou completamente do do Red Press pro payload com Next, tá? Mas mas não é tão simples assim. E isso não, não sei se vai chegar todo o mercado, mas cara, com toda certeza, eu acho que vai ter uma parte que vai
migrar, mas cara, a mudança é a coisa mais difícil pro ser humano, tá? Então assim, coloca isso na cabeça. As mudanças só acontecem quando as pessoas mudam e as pessoas mudarem, especialmente hábitos, é muito difícil, tá? Show, pessoal. A gente vou, deixa eu voltar, vamos voltar aqui pra tela, voltar pra apresentação e falar para vocês do nosso plugin. Esse, cara, esse plugin ele deu um trabalho, tá? E a gente tá lançando aqui a versão do agente que assou skills 0.2. Tecnicamente é 0.2.1, porque hoje de manhã eu fiz uma correção nela. Então assim, para vocês
entenderem o grau de intensidade do que a gente disso tudo, tá? Então a o agente SO skills 0.2 é ela é opence, tá? Então isso aqui vai ser para sempre grátis, tá? Para sempre grátis. Ela tá licenciada, salvo engano, no MIT. Então cara, se você copiar agora e salvar na tua máquina, né? Isso diz que você pode manter para sempre. ter algumas regrinhas lá, tá? Mas era totalmente opence. Essa foi uma discussão muito grande que a gente que eu tive aqui dentro com meus sócios e tal. Cara, a gente tá tendo ótimos resultados com algumas
skills. A gente cria uns skills, a gente falou: "Cara, vamos criar, tá? Mais uma vez reforçando esse esse movimento de mercado em que eu acho que a gente o mercado ele precisa de meios para executar todas as coisas, né? a comunidade precisa. E eu vejo o pessoal, cara, eu eu entro muito site, eu olho falo: "Putz, cara, esse conteúdo é muito ruim, cara. Assim, é um um simples pipeline seria muito melhor. Tá muito com cara de chat GPT e tal, provavelmente a pessoa tá usando chat GPT. Eh, a gente surfa esse momento, esse movimento do
cloud Code, tá? E aqui tem até um desafio porque o Cloud Code ele é bastante técnico, tá? Eh, a gente vai lançar, acho que semana que vem ou na outra um curso de como configurar o Cloud Code, especialmente no Windows, que é um pouquinho mais chato, eh, para vocês conseguirem usar. E aqui hoje eu vou falar de como ele funciona. Eu vou fazer dois movimentos aqui, porque a IA ela demora para fazer algumas coisas. Então, eh, ó, vocês a lendo aqui esse QR code, eh, deixa eu ver aqui, deixa eu mandar pelo pelo chat. Deixa
eu ver se ele vai colar aqui, tá? Colei o plugin ali no chat, tá? Ele vai levar para esta página do GitHub, tá? Do ITCO Skills. Eh, ó, foi uma versão, na verdade, 3 horas atrás. Acho que no intervalo eu só fiz um ajuste aqui. Na verdade, o que tinha feito de manhã, eu e eu publiquei agora a pouco num num dos intervalos, tá? E tá tudo aqui, tá? Eh, o que eu vou pedir para vocês, vocês vão criar uma conta no GitHub, cara, dá um star aqui, tá? Você e retribui marcando com estrela aqui
para esse repositório ele ficar mais eh popular. Deixa eu deixa me ver aqui. Eu vou entrar aqui. Deixa eu ver se dê. Deixa, deixa não dar um zoom, né? Porque é muito pequeno. Deixa eu colocar um tamanho mais generoso aqui, porque senão é sacanagem. CD Cloud Code. Eu vou criar make dear teste curso, CD teste curso. Eu sei que alguns de vocês vão assustar e tal, mas assim, depois pega jeito, tá? Com isso aqui. Eh, e tem como usar tipo no VS Code um pouquinho menos técnico e tal. Eh, espera, se você não for tão
técnico, espera esse curso que a gente vai lançar. Eu a primeira coisa que eu vou fazer aqui, eu vou apagar agora. Eu tenho que voltar como tava aqui. Deixa eu ver. Ele é chatinho nessas nossas horas, né? Aqui. Tá. Eh, deixa aqui estão os plugins que eu tenho. Poxa, ele tá pulando ali. Que sacanagem. Eh, ah, ele tá pulando de um para outro. Que que é isso, cara? Deixa eu ver. Será que assim ele vai? Não, assim. Caramba. Pera aí. Ah, não dá para entender. Deixa eu ver. Vou só porque eu eu quero mostrar para
vocês como instalar, né? Deixa eu eu vou sair e vou abrir de novo aqui. Eh, deixa eu abrir plugins marketplace. Opa, agora eu que cliquei errado. Ó, is aqui é o agente show skills. Eu vou remover ele do da máquina aqui, tá? Então, yes. E aí ele tá tá remove. Eu vou sair do cloud code. Eu vou voltar agora. Deixa eu limpar a tela aqui. Clear. Pessoal, eu sei que parece complicado, mas depois pega o jeito, tá? Fica aí porque a coisa é interessante demais. Então, vou vou abrir aqui. Eu sempre abro o cloud com
dangers keep permissions e Chrome para ele conseguir acessar o meu Chrome, tá? Eh, o ele também lançou, deixa eu pegar uma água aqui, uma interface do code, só que eu não testei, eu uso mais pelo Terminal, talvez esteja muito mais fácil, especialmente no Windows, tá? E aí, o que que vocês vão fazer dentro do próprio dentro do próprio agente SEO? Eh, clica aqui em skills e copia isso daqui, esse esse esse texto aqui. Cola no cloud code. Tem um pequeno bug aqui. Acho que não sei se vai funcionar, mas vamos ver que não era para
ter esse reload plugins que ele executar os comandos plugin. Os dois primeiros são comandos de terminal do cloud. Os dois últimos são slash comand que depende do plugin já instalado, tá? que ele tá executando ali, tá? Então ele vai acrescentar esse repositório aqui do GitHub. Ele tá instalando aí, né? Ele tá testando algumas coisas que ele dá umas erradas assim, mas tá tá tudo bem. Ó, o marketplace foi adicionado. Agora instala o plugin. Então ele tem o nível do marketplace do plugin. Eh, vai instalando aqui. E cara, é muito legal isso aqui. Deixa eu ver
enquanto se tem alguma pergunta aqui. Eh, Cloud Code é um caminho sem volta para nós que não somos programadores, cara, pros programadores também, tá? Eh, cara, mas vi as skills, já tô falando aqui, entendeu? É só instalar, tá? Deixa eu ver então. Marketplace instalado, configuração pendente. Aí ele tá falando aqui para eh, ó, recomendado Fazer antes do start, configurar o plugin. É inicial, a gente queou. Daí ele tá falando plugin configure marketplace, recarregar os plugins, tá? Vamos, ó, por via das segue que ele tá falando. Cola aqui. Colou. Ah, tá. Ele não, eu vou eu
eu vou eu, eu eu vou configurar paraos outros lugares. Cara, para garantir que o plugin tá vai aparecer, sai e entra, que aí ele vai carregar. A gente vem aqui em plugins, eh, marketplaces. Só confirma, ó. Tá aqui. Então, tá, tá beleza. Tá. Deixa eu só vou aumentar um pouquinho aqui a tela para vocês, tá? Aqui é uma demonstração para vocês conhecerem, tá? O uso do plugin, cara, vai ser bastante demorado, né? Porque vai ter muita coisa para fazer. Eu vou fazer aqui muito mais uma demonstração de start e de mostrar quais são as features
que ele traz, tá bom? Eh, você começa ele com barra start, tá? E com barra start ele vai configurar o primeiro projeto. O primeiro projeto ele é basicamente isso aqui, pessoal. A gente vai ter um quase um noion do nosso projeto integrado com o cloud code, tá? E quem já usou Obsidian, esse aqui ele tá é compatível como voltan, tá? Então isso aqui é um, cara, um verdadeiro cérebro, porque para mim o cérebro de um projeto é o que faz a diferença nos outputs que você vai ter, Tá? Porque como eu falei, a LLM puramente
ela ela é a média elegante de tudo que foi dito. E a média elegante não tem valor, né? Porque você não tem information game, porque você não tem personalidade, porque você não tem nada. Então, a gente cria um cérebro para a nossa LLM consumir. Então, se muitos trabalhos de Soles vão ser operacionalizados por essa skill, outras skills, o cérebro ele vai precisar muito de você, tá? Porque o que for dito aqui, o que estiver colado aqui, vai determinar todas as coisas. Deixa eu voltar aqui. Ele, beleza. Bem-vindo ao agentico. Vi que sua passa ainda tá
vazia, então ele vai criar um projeto, blá blá blá, né? Sim. Eh, qual eu eu vou usar da conversion? Opa, conversion. Eh, ele pede o domínio ou a marca, tá? Eh, assim ele ele vai poder pesquisar todas as coisas. Perfeito. Mais algumas escolhas rápidas e já começo a montar o projeto, tá? É, qual mercado país principal da Conversion Brasil e qual idioma que é os relatórios conteúdos Brasil? Posso pesquisar o site pré-preencher o cérebro do projeto? Sim, eu recomendo isso, tá? Quer colar alguma informação extra agora? Não, pode seguir. Então, poxa, tem alguma coisa que
seja sensível para você, você coloca aqui dentro, tá? Eh, submitwers. ele vai ter a uma certa morosidade ali. Eu me lembrei aqui que eu tenho uma dificuldade de configurar pay do data for para não expor minhas credenciais. Deixa eu pensar que ele tá assessando o site agora, ele tá pesquisando, ó, ó, que a gente fala do EIT, ele já tá pesquisando a página de sobre da da empresa, tá? Ele vai fazer todas as leituras. Deixa eu ver se tem algum caminho aqui. Eh, o o uma vila animada para usar. O cursor faz o mesmo que
o Cloud C. Eles são concorrentes, cara. Mas para plugins como um todo, o Cloud Code é melhor. E a minha experiência com cursor, eu usei ele muito em janeiro, só que, cara, o que ele cobra, o cloud, a cloud, ela sustenta os os tokens do cloud Code. Então assim, é é é sei lá, o que custa 200 por mês, você tá tipo seria 1000, 2, 3.000 se você fosse comprar os tokens direto e o Cursor não pode combater isso. Então, na minha opinião, o Cloud Code é melhor. Mas eu tenho muita curiosidade de entender porque
que as pessoas pagam pelo cursor, né? Se ele tem alguma alguma grande vantagem, mas eu particularmente não vi. Quem tem Mac, o app desktop do cloud é muito bom, mas fácil de usar. Sim, o app é muito bom, mas ele não vai ter todos os recursos. Eu não testei aqui o Cloud Code dentro do app, tá? Então se nosso colega aqui tiver, ele ele ele fala. E aqui, pessoal, olha só, eh, ele tá pesquisando todas as informações da marca. Olha só, da nossa página inicial sobre quais são os blogs publicados. Cara, eu não tenho certeza.
Eu acho que isso daqui receber em 8 KB já é por causa da nossa otimização, porque senão seria muito mais pesado, tá? Então, el acho que ele já tá a a o plugin nosso já tá me ajudando até economizar tokens, tá? Ele tá pesquisando serviço de Dio, estudos e guias. Ah, ótimo material. Agora eu vou criar a estrutura do projeto e preencher o cérebro com base no que eu pesquisei, tá? Eh, deixa eu ver aqui qual. Deixa eu eh deixa eu pera aí para ter tem ter um usar o TL draw aqui usar no no
no no Firefox para não influenciar, tá? Tem tem uma parte que é conceitual aqui. Deixa eu ver. Não, eh, pera circle. Quero colocar um círculo aqui. Esse para mim é é é o conceito central aqui do nosso plugin, né? Deixa eu eu quero vou ficar entre eu vou fazer assim, eu vou dividir a tela. Não é tão produtivo aqui. Ah, não, mas aqui eu já eu consigo ver se alguma coisa chegar ali. E vou enquanto isso explicando para vocês. A gente tem o cérebro. O cérebro ele tem todas as Informações do projeto. Ele é a
memória do projeto. Dentro do cérebro, eu vou ter um índex que eu tenho um grande resumo e eu vou criando eh subpáginas. Então, eu posso ter os meus topic clusters aqui. Eh, eu posso ter qual é o meu tom de voz, tá? E o tom de voz que a gente tem é uma das coisas que vai dar personalidade ao conteúdo que a gente publica. Eh, a gente pode ter aqui revisão, como é que deve ser revisado. Eu eu não vou entrar em todos os detalhes, tá? Então vou deixar aqui porque eu quero explicar aqui aqui
pra gente agora o conceitual ele é muito mais importante. Opa, ele tá indo. O problema, né, que a IA ela é demorada, cara, assim, ainda mais quando você tá com alguma pressa. Vou vendo aqui se tem comentários também. Graça usar tela preta sentido programador. Eu eu não gosto de tela preta, não consigo. Eh, quando você contrata o Cloud Code, ele vem com a quantidade de tokens para serem usados ou paga por token além da assinatura? Cara, as duas coisas. Você pode pegar um plano de 20, acho que Outra é de $, outro de 200. Ele
tem um limite de tokens. Eu tô no de 200 aqui dentro, tá? pela minha quantidade de uso. Eu acho que só a partir de $ ele te permite efetivamente usar o cloud code, você vai conseguir fazer alguma coisa, senão não vai conseguir fazer muita coisa porque, cara, consome muito token, tá? O problema da IA é que a brincadeira é cara, tá? Ou ela é cara, então você precisa conseguir gerar ROY com isso daí, porque não é fácil, né? Então, e aí, pessoal? Vai até uma uma uma uma dica aí em relação a ferramentas de mercado
que geram conteúdo. Cara, não tem como gerar conteúdo tão barato, sabe? Porque o que consome de tokens minimamente para um bom conteúdo é muito mais, cara. Enfim, eu de eu ter centenas de ferramentas de conteúdo, tá? Não gostei de nenhuma. E hoje eu gosto muito do output que eu consigo por meio do cloud code e é muito do que eu tô compartilhando com vocês. É claro que eu não vou compartilhar o cérebro da conversion nem dos nossos clientes, porque ali tem um grande valor. Ali é onde tá o nosso julgamento, ali onde tá a nossa
capacidade estratégica. Mas a base é essa que eu tô trazendo aqui para vocês. A gente tem o cérebro, tá? A gente tem o cloud Code, que ele de fábrica, vamos colocar assim, ele é um agente muito poderoso, não só para código, tá? Eh, plugou aqui, ele ele faz, cara, todas as coisas, tá? Porque o harness dele é muito bom, tá? O grande ponto, ele tem um harness muito bom. O que que é harness? Como eu falei na aula de LLM, é tudo de um agente quando você exclui LLM. Então o o modo como ele opera
de fábrica, ele é muito bom, tá? Então e a gente tem aqui eh as skills nossas. Então, o que que são as skills? Ah, cara, eh, tem um toque, fazer as coisas bonitinhas. Eh, vou, vou colocar três só, tá? Lembrando. Então, a gente tem uma skill, vai de análise de CERP. Poxa, como fazer uma análise de CERP? Como fazer uma pesquisa de keyword? Eh, como criar um conteúdo, né? São skills. Se você pedir pro Cloud Code fazer cada uma dessas coisas, ele vai fazer, cara. Tá? Eh, e talvez ainda cada vez ele faça de um
modo diferente, porque ele é determinístico, tá? E aí você tem um certo problema ali porque falta eh eh padronização, tá? Imagina se, cara, a gente tem que comparar a LLM a um funcionário, a uma pessoa que trabalha no nosso time, tá? Se uma pessoa entregar cada dia de uma forma diferente, vai ter inconsistência. E a LLM é, como eu já falei, cada vez que você chama ela, ela é diferente, ela não memoriza as outras coisas. Então a gente precisa dar ferramentas para ela. Ah, Diego, eu uso chat GPT, ele tem minha memória, cara. Ele não
tem isso, tá? A Upnei tem o Codex, que é um Excelente produto para código. Estou até preferindo em relação ao cloud code, mas você não vai conseguir fazer isso diretamente lá, tá? E todas as ferramentas de mercado, elas não vão trazer a cara, o custo de tokens é muito alto, entendeu? Assim, eu eu até penso, uma possibilidade nossa seria, por exemplo, disponibilizar o plugin numa interface web para que, né, porque eu sei que ninguém, as pessoas não querem usar o cloud code, né? é uma possibilidade que eu tenho e cara, vou ter que colocar um
marcap, vai ficar mais caro. A depender do caso de uso, talvez faça sentido. Eh, deixa, eu vou voltar para cá, já que ele concluiu. Então, olha só, ele rodou, ó. Ele usou 60 ferramentas, tá? Consumiu 108.000 tokens, levou 6 minutos e trouxe seu projeto conversion criado e o cérebro já vem pré-preenchido a partir do seu site. Pessoal, olha que incrível, pessoó. A gente só deu um comando. Agora ele já pesquisou todas as coisas para mim. Tá? Eh, ele fez o trabalho braçal, tá? E eu não dei tanta orientação para ele aqui. Eu poderia ter dado
quando tivesse aberto a sessão, né? Você pode ir calibrando o output, dando mais orientações, né? Esse aqui é um out of box para ser bastante didático. Ele construiu a identidade, então a maior agência de SO no Brasil, Fenroy KQLTV para empresas médias e grandes com portfólio de serviço. Olha só, tá tá tá aqui a a conversion, tá? Ele já gera alguns clusters de sugestão. Ele traz as provas, né? Eh, e traz as lacunas honestas. Eh, tá, tem algumas coisas ficaram pendentes aqui, pessoal. Eh, assim, aí ele traz, cara, isso daqui é sensacional, né? Porque, cara,
eu sei que vocês não são totalmente técnicos, tá? Eh, editar Markdown, cara, é chato para caceta, tá? Então, o que que a gente fez aqui? Ele tem o web companion. que é um aplicativo interno, tá? Ele é uma interface, ele é um noion, ele é um obsidian interno, ele vai pedir autorização sua para abrir, tá? Eh, ele vai abrir aqui e tcharã, a mágica tá pronta, pessoal. Olha só. Eh, ele já gerou aqui automaticamente todos os principais pontos de um cérebro, tá? Todos os principais pontos. Então, esse documento aqui, todas as skills, deixa eu voltar
para cá, elas vão consumindo esse cérebro, tá? Eh, deixa eu colocar em outra cor aqui, colocar azul. Quando você vai passando aqui, tanto o cloud code já tá conectado, né? Mas ele vai consumindo ali. Então quando eu pedir para criar um conteúdo, ele vai olhar pro cérebro, né? E eventualmente aí o sabe que precisa olhar também pro tom de voz, tá? E isso daqui vai ser a base de todas as coisas. Errar aqui também significa errar feio, tá? Porque se isso daqui não estiver adequado, o output vai ser inadequado. Se isso daqui tiver problemas, os
seus outputs vão potencializar problemas. E o que que eu recomendo é você criar, você revisar todas as coisas, entender como que você quer que a sua marca seja reconhecida. Eu não gostei tanto dessa redação, tá? Conversion agência de Sou para médias e grandes empresas no Brasil. Não é assim que a gente se comunica. Eh, vamos lá. A Conversion é a maior agência de SEO no Brasil. Vê, eu sempre repito, maior, vou treinando semanticamente, porque maior é melhor, é a maior agência de SO no Brasil, isso é uma verdade, tá? e lidera a transformação do setor
com as as mudanças de busca Ra de consumo. Sua tese central é de que o se entrou na era do di first, ou seja, que as otimizações e estratégias devem estar voltadas para eh LLMs e assistentes. X de I a. Eh, Aqui a aqui você tem que documentar bem assim, pessoal. Não tá bom isso daqui, tá? Porque dizer que é uma coisa que você tem que parar para pensar e fazer estrategicamente, cara, quais são as frases que você quer celebrar, tá? Que a primeira coisa que a LLM, que o plugin, que o Cloud Code vai
ter da tua marca. Isso aqui tiver errado, cara, assim, eh, assim, são sábados 5 da tarde, tá? Não vou fazer isso tão bem. E é isso, por isso que eu falo que exige mexer bem na inteligência artificial, exige documentação. Você precisa documentar todas as coisas. A gente sabe que todas as empresas são péssimas em documentação, a maioria delas, né? Eh, eu sou péssimo em documentação, mas se eu não documento, eu não tenho o output superado. Eu vou ter um output aleatório, tá? Inconsistente, tá? aqui é até bom, bacana ser feito por uma agência de PR,
né? Talvez eu possa até tentar melhorar aqui para colocar essa escrita em cima de uma uma agência de PR, mas aí você vai colocar um assim, a ideia aqui a gente trazer o macro, tá? Porque que eu tô explicando o conceitual, ele gera automaticamente. Eh, então ele traz os principais pontos de cada uma das páginas. Quando eu clico em identidade, ele tem a conversion uma linha agência de assist para médias e grandes empresas que buscam crescimento orgânico. A conversion ele traz o aposto. Eh, então, por alguma razão ele pegou lá que é muito focado em
médias e grandes e o Cloud Code decidiu isso. Eu não quero ficar comunicando, cara, médias e grandes empresas, tá? Eu quero quero só falar que a agência de se eu Posicionar a minha marca assim, gerar tópico authority assim. Aí a pessoa que vai chegar depois vai entender que o nosso serviço está focado em médios e grandes empresas, mas tem conteúdo para quem eh pequenas empresas, eh profissionais liberais, autônomos. A gente tem o agente que é uma baita de uma iniciativa para para todo mundo, tá? Então você vai descrever em uma linha como você quer ser
conhecido, cara. Ó, a maior agência de SEO do Brasil que está liderando as transformações da busca com o Dio. Acho que aqui tá um pouquinho mais próximo do que do optimization, tá? O aposto eh, cara, a maior agência de SO no Brasil, né? Aonde é que depois vai ter todas as descrições, a qualidade e o tom que você colocar aqui vai e influenciar o output, tá? A gente não tem como, né, passar por todas as coisas aqui. Deixa eu ver se tem alguma dúvida, porque eu avancei bastante. Eh, tá do cloud code, tela preta. Ã,
para criar o cérebro, se empresa tem dois sites institucional e blog, tem como ele escanear essas duas URLs no start, Marcelo? Hã, ele não foi feito pensando nessa coisa Porque é uma exceção, mas você pode abrir com start. Por favor, quando for fazer análise, considere essa URL e esta URL. Ou então quando ele pedir para você colocar o URL, olha, preciso que você olhe as duas URLs. Como a LLM é não determinística, ela vai entender o que você tá falando, ela tem as skills, tem um conhecimento e vai construir para você, tá? Eh, e aí
ele vai detalhar todas as coisas, qual que é o tom de voz, quais são, né, vocabulário a evitar, né, eh, todas as coisas. Deixa eu ver aqui, ó. Eh, um, um teste aqui. Deixa eu vou criar aqui. Ah, pessoal, isso aqui é assim, o editor a parte, ó, se eu colocar duas hashtags aqui, ele já vira um H2. Eu vou colocar aqui formato de conteúdo. Na conversion a gente tem um negócio que a gente sempre começa um parágrafo com um H3, o conteúdo com H3, porque ele funciona como subtítulo. Então, todo conteúdo deve começar com
um H3 que vem imediatamente após o título. Ele serve como um lead do conteúdo e deve resumir todo o conteúdo. Se for uma notícia, resumir a notícia, se for um conteúdo, Evergrain deve trazer a definição do principal termo da página. Eh, esse H3 deve estar limitado a 200 caracteres, tá? Então, olha toda a quantidade de coisas que tem aqui, né? Cada detalhe deste vai ser muito importante. Se você também fizer esse documento muito longo, você vai deixar a a a LLM confusa. Então, você precisa conseguir ser suscinto e preciso em todas as coisas. Ele documenta
aqui, dá espaço para documentar a tecnologia. Então, Marcelo perguntou sobre os domínios. Então, ele trouxe dois domínios aqui, tá? Eh, o plugin ele não tá tão bom identificar tecnologia ou enfim, é uma questão técnica. E ele também traz aqui o stopic clut. Atenção, isso aqui, esse aqui é legal para caramba. Ó, ó, ó, ó. Deixa, deixa. Você pode até e aumentar aqui, ó. aumentar a largura. Então ele traz todo o topic cluster aqui. Então ele gerou para mim, ó, um top cluster de conteúdo, autoridade de marca. Eu não faria assim, tá? Mas eu deixei ele
configurar lá, mas eu, né, não faria assim. Eu poderia pedir para ele, ó, cara, refaz os topic clusters, considerando que deva ser conteúdos dio, SO e XPTO, tá? a arquitetura que eu montei aqui e eu trabalhei nisso aqui, pessoal. Deixa eu ver se eu consigo abrir para vocês, tá? Mas aqui é é opa, é uma outra instância. Ela vai ficar um pouco pequena aqui, mas esse aqui é uma estrutura do projeto. Então repara que tem o index.md, ele tem tudo isso daqui, tá? Então quando você o cloud code ele precisa do index.md. Poderia ser o
index.jtml, só que ele perderia compatibilidade com obsidian e tal. Eu preferi manter a compatibilidade com Obsidian. Então, e cara, aqui você vai conseguir editar todas as coisas. Acho que tem um pequeno bug aqui. Ah, e pessoal, aqui também vocês podem reportar bugs, tá? Ah, tá pedindo https required. Ah, vou depois vou ter que, não sei se funciona ou não. Colocar aqui digo evo@ conversion teste user back. Depois eu vejo se recebeu ou não recebeu, tá? Talvez ele tenha o alarme ali. Aparece que deu certo e ele tá rodando na sua máquina, tá? Mas aqui só
roda eh localmente. Você pode chegar aqui e criar um conteúdo. Então a gente tá no growth, a gente chamou de growth content, conteúdo e autoridade de marca. Cara, o que é um press release? Vai. Eh, eu conteúdo é esse daqui. Ah, keyword press release. Posso determinar na intenção informacional e tá. eu clico aqui e, eh, né, posso começar a escrever o conteúdo. Eu vou voltar aqui para demonstrar para vocês. Crie um conteúdo Completo para otimizando para press relas. Duas coisas, eu posso falar aqui, tá? E ele vai identificar a skill. Ou eu também posso usar
o, deixa eu copiar aqui, deixa eu apagar o slash, tá? Que ele vai ter o comando que ele vai ser mais específico. O comando desse acho que é contento, tá? E aí você vai ter que estudar um pouquinho da documentação para entender quais são esses comandos. Eu aperto tab, tenho aqui. Então, cria um conteúdo completo otimizado para press release. Sem colocar isso, ele vai funcionar, tá? Porque o Cláudio a enquanto e eh eu falo eh ele ele vai processando todas as coisas. Mas o cloud sabe que existem as skills, mas pode ter contradição. Se você,
exemplo, tiver alguma outra skill, ele pode se confundir. Então, quanto mais preciso você for no seu pedido, mais ele vai ser assertivo. A metodologia nossa de criação de conteúdo, ela é baseada em tudo que eu falei ali atrás, tá? ela vai olhar para information gain e o o o a técnica central dela é de, ah, meu Deus, fugiu o nome agora, Skyscraper Soo, que é basicamente a gente olhar para todos os conteúdos existentes e criar um conteúdo melhor e que se diferencie dos outros caras. A qualidade, ó, pera, deixa eu Voltar aqui, é um artigo
guia de show sobre o tema, né? Então ele ele tira algumas dúvidas porque ele tem que ser eh eh eh preciso e ele vai olhar pro seu cérebro e vai trazer as coisas que te fazem único sobre isso daqui. Então quanto maior for o seu cérebro, quanto mais coisas você tiver, cara, mais rico vai vai ter, porque ele vai pesquisar o cérebro e vai entender todas as coisas. Ou seja, um cérebro bom vai, cara, te fazer outputs excelentes, um cérebro ruim vai te fazer outputs ruins. Então, é ali que você tem que dar uma grande
atenção. Eh, cara, essa skill, pô, Modéstia Park tá muito legal, cara. Tá, tá, tá, tá, tá bem completa. Eh, o que eu acho que a gente tá fazendo aqui, uma coisa de padrão mundial, assim, em termos de qualidade, skill, eu quero, né, testar no Brasil primeiro, dando certo, levar para fora. Ó, ele dois pontos e resolver o arquivo, ó. Então, ele já ele tá trabalhando, ó. Lembra que o que é um press release MD? Já existe. Eh, tá, ele tá pesquisando aqui o volume de busca da palavra-chave, mas trouxe inglês, né? né? Então ele vai
se ajustando ali porque, né, o o Cloud Code ele consegue fazer isso tudo aí, tá? E vamos deixando ele trabalhar aqui dentro. Vamos voltar para o nosso desenho. Deixa eu ver se tem alguma dúvida aqui dentro. Eh, incrível. Obrigado por compartilhar, cara. Estamos, estamos aqui contribuindo com a mercado. Então, ó, dados reais de Brasil PTBR coletados. Keyword foco, press release. Cara, tem um problema aqui, deixa eu mostrar para vocês, tá? Eh, o cérebro é uma coisa muito importante. A outra parte muito importante é você ter dados de SO confiáveis, tá? De backlinks, de LLMs, de
todas as coisas. E da onde vem esses dados? Como é que o Cloud Code ele vai saber quantas buscas por mês tem uma determinada palavra-chave? ele não sabe, tá? Senão ele vai alucinar e vai inventar alguma coisa. Então, um outro ponto aqui, ele tem como tool, deixa eu, opa, deixa eu pegar aqui o data for SEO. V ver o pretinho aqui. Essa daqui é ver azul, né? É, é, é, é. Cadê? Data for SEO. Tá. que o Data for SEO, imagino que muitos de vocês conheçam, essa empresa aqui que disponibiliza dados, deixa eu pegar água
aqui, dados de SEO para vocês usarem na vontade, tá? Eh, se tiver demanda, cara, a gente integra com Rush, H refs, não sei, né, o que o que mais e tiverem aí, mas eu acho que essa daqui é mais simples porque ela não exige eh compromisso mensal, né? Então Você o pring acho que você tem que pagar ou é 50 ou $ uma vez e o crédito ele é ilimitado durante um certo tempo. A gente, eu não tenho filiação com esses caras, tá? Eh, tô, a gente colocou aqui porque a gente entende que é uma
e é uma fonte de dados útil, com bom custo benefício, tá? Mas a gente não tem nenhuma afiliação com eles, a gente não ganha nenhuma comissão com eles, é mais porque realmente é útil. Então, olha só que interessante, o Cláudio que tava vazio, agora ele tem um cérebro, ele tem as skills, ele sabe fazer as coisas, né? Fui eu que fiz essas skills. Eh, e ele tem o Data for show e ele tem o interface web, que é chamado de web companion para você conseguir editar. Pessoal, isso aqui é praticamente um SAS, entendeu? É um
SAS que você não vai pagar pelo SAS, você vai ter que pagar pela pelo cloud code e pelo data for show, mas o o crédito que você compra, ele tende a durar bastante e você consegue operar boa parte das coisas aqui dentro, tá? E é engraçado, você vê no LinkedIn o cara, esse plugin vai matar as agências de SEO de 10.000, né? Eu penso na conversão, falou, cara, 50, né? a vai matar a agência que cobra R$ 50.000 aqui no no Brasil. E cara, na prática, o que a gente vai ver, eu e a gente
tá divulgando isso daqui, né, também a gente a gente tem que medir os impactos, né, econômicos, porque a gente, cara, quer que os nossos clientes também Implementem isso, cara. Tem uma pessoa lá dentro que vai operar isso daqui do SO. Então, essa parte mais operacional, ela vai ter menos valor, tá? Porque vai ser escalável. Mas eh o cérebro vai fazer toda a diferença, tá? O modo de usar e depois as próprias evoluções das skills. Eh, cara, como é que você, beleza, essa skill ela, cara, funciona bem pra maioria dos casos, tá? Mas quando pensa que
supondo que todo mundo utilize essa mesma skill, qual que vai ser a diferença? Qual que vai ser o ganho que se tem sobre os outros? Vai tá no cérebro, tá? no cérebro e outras coisas que você possa vir a conectar como fonte. O o cérebro não é uma verdade absoluta, tá? Não é só ele ou nada, mas é que eu entendo que ele é a melhor opção, tá? Eh, olha só, ele, ó, lembra que eu falo de consenso, então ele tá pesquisando o consenso do mercado sobre o tema, tá pesquisando o ponto de vista sobre
o tema, tá? Da própria marca, do que ela própria fala, tá? Eh, eu até penso, pessoal, em em esconder todo esse processo aqui, porque ele assusta um pouquinho. Eu tô em dúvida se eu escondo ou não escondo, porque poderia ficar e sem mostrar por debaixo dos panos como funciona, né? Eu até tinha tentado colocar nessa nessa versão aqui, mas não tinha dado certo, tá? Eh, a gente pode também enquanto isso, eu vou abrir outra janela, tá? Vou iniciar aqui o cloud code. Eh, por favor, faça uma análise de SEO técnico de www.conversion.com.br. Abrir outra janela
aqui. Deixa eu ver. Faça uma análise competitiva. Deixa eu ver. E não quero citar concorrente nosso aqui. Eh, da netflix.com não tem a ver com o projeto atual, tá? Eh, não, não, não quero. A ideia não é fazer polêmicas aqui, gerar nenhum nenhum tipo de coisa, porque eu quero mostrar a ferramenta, como é que ela funciona, tá? Ia perguntar isso. Vale G4 para ter esses clusters mais desenhados também? Cara, é uma possibilidade. Então assim, o mundo é infinito. E, cara, o Denis é cliente nosso, melhor existe. Seguinte, eh, ele é opence. Tá? É claro que
aí é um pouco mais técnico, mas vocês podem fazer uma contribuição lá, né? Olha, criei essa skill que conecta o G4. Eu já tenho, já fiz em algum momento uma skill de search console para extrair todos os dados. Deixa eu voltar para cá. Eh, qual análise, ó? Ó, cara, eu me surpreendo, entendeu? Ó, e eu não sei se isso veio da skill, se é do Cloud Code, a mistura das duas coisas, mas olha que legal, cara. Sei lá, vou vou vou vou viajar aqui, vou dar todas as opções. Vai foco no Brasil, submitwers. E ele
vai aqui executar. Deixa eu ver aqui, tá, cara? Tô colocando três cloud codes para trabalharem em paralelo. Diego, posso fazer isso? Cara, você pode fazer tudo. É recomendável. Aí vamos lá. O que você Não é recomendável, tá? Não é recomendável, mas o que você pode fazer é, se você tiver certeza de que os agentes em paralelo, as instâncias do Cloud Code em paralelo não vão mexer nos mesmos arquivos, é mais tranquilo, tá? Aí tem poucas possibilidades de dar algum tipo de problema, tá? Se mexer tudo, mexer em tudo, aí o bicho pega, né? Aí aí
fica complexo, tá? Eh, a gente volta aqui para Ó, cara, ele tá fazendo eh assim, isso vai demorar para car não deveria ter feito isso, cara. A coisa da inteligência artificial é que a sua capacidade de pedir, de querer coisas só Aumenta e ela te dá a um uma um feedback de relativo curto prazo. Você começa a pedir as coisas, tem que ser muito consciente do que você vai pedir ou não vai pedir. Eu eu me empolicio bastante em relação a isso aqui, cara. Não tinha por eu pedir uma análise de mercado. Agora vai demorar
muito mais porque, cara, um clique a mais, você consegue, uma uma análise muito mais complexa, né? né? Então tem que tomar cuidado com isso, né? Tem um, você vê, eu eu acabei de cometer esse erro, né? Mas eu, né, querendo, eu não afan de querer demonstrar todas as coisas. Ó, então ele rodou aqui, tá? Tá, tá vendo todas as coisas, tá? Tem as evidências, cara. Ele tá trabalhando aqui, tá? Tá, tá, tá vendo todas as coisas aqui. Essas esses, o plugin, pessoal, é opence, tá? Se você vai saber, você pode, você pode, cara, nem olhar,
mas aqui dentro do próprio GitHub, então tem, ó, tem todos os plugins aqui, tá? Eu eu eu mantive o plugin do Auto Research do Carpate, que eu falei em algum momento, se quiser, fazer alguma coisa experimental, cara, usa ele e tal. Eh, mas assim, ele é para coisa mais avançada. Então, ó, ele tem o brainkeeper, é quem vai manter o cérebro. Ele tem análise competitiva, eh, importação de conteúdo, né, da do da web. Você pode até pedir para ele importar todo o seu blog post. Eu não testei isso daí, tá, pessoal? Essa é a versão
0.2, tá? Vai ter bugs, tá? Você só usa isso aqui se você tiver aar bugs e se você for revisar cada vírgula do Que sair. E aí a cada bug que você for encontrando, o cara vai reportando pra gente, pra gente entender o que a gente prioriza, o que não prioriza. Então o plugin ele tem todas essas skills aqui dentro, tá? Ó, technical, topic cluster, tá? Então ele consegue seguir algumas boas práticas, tá? Eh, então, cara, é é é completo. Tava falando sobre, vamos ver o contento, ó. Você vem na skill dele, ele tem na
descrição e ele fala, né? Tá tudo em inglês aqui, como eu falei, eu tenho a pretensão de de levar para fora, porque acho que o que a gente faz aqui é muito legal, ó. O framework, né? Eu tem as etapas, né? Ah, a questão de evidências. Ah, enfim, tem toda a metodologia aqui, ó. Para criar o briefing, memorizar o briefing. Você para falar: "Poxa, ah, Diego, eu queria revisar o briefing, né? Quando você for pedir alguma coisa, pede para ele, ó, escreva os outlines do conteúdo e me passe para provar", tá? É simples, tá? É
linguagem natural, cara. você tem que saber pedir. Aí você, eu não recomendo você alterar o seu eh esse plugin aqui, porque ele vai sendo atualizado. Isso é uma coisa muito importante que eu esqueci de falar. Deixa eu abrir outra janela aqui. CD cloud code teste curso. Cara, uma coisinha chata do cloud Code é que ele não coloca auto update nos plugins, tá? Então você vem aqui em plugins, marketplaces, ã, vamos ver se ele desce aqui. Pronto, desceu. Enable. Deixa eu colocar aqui agora que eu cheguei no lugar. Então você vai em barra plugins, enable outdate.
Pronto, cara. fez isso. Cada vez que a o plugin for atualizado ali no GitHub, ele tá vai ser atualizado automaticamente. Você vai precisar rein vai ter que sair, entrar o cláudio, ele vai atualizar. Então eu não recomendo que você, cara, crie, altere isso daqui, porque você vai perder uma série de coisas. O que você pode fazer é, por exemplo, criar uma skill, falar, ó, cria uma skill para usar a outra skill. pode fazer isso, né? Porque você, poxa, aquela skill, ela faz de um jeito que eu não gosto tanto. Eu sempre mando esse prompt. Então,
você pode criar skills para interagir com outras skills e você se beneficia do das evoluções que a gente vai gerando aqui, tá? Eh, pronto, ele terminou, foi análise a seu técnico. Posso abrir o web companion? Sim, pode abrir, cara. Eh, deixa eu ver qual profundo ângulo. Tá, eu pedi uma coisa muito complexa aqui, né? Mas, ó, já, já, já, já, já trouxe aqui um share, cara. Preciso entender qual que é a metodologia. Eh, tá. Opa. Tá. Tem um tem um erro aqui. Análise. Ó, as análises, pessoal, ficam dentro de eh análise, tá? Aí ele analisou
todas as coisas aqui, ó. Pegou o title description, ó. Ele tirou um score do seu técnico, pontos, né, conquistados, pontos perdidos. É praticamente um screen frog aqui de uma URL única, tá? Que usa a PI do data for show, diga-se de passagem. Ele traz aqui o que seriam as principais correções, tá? Eh, imagem sem out, né, dessas imagens todas, você consegue mapear aqui. Ele traz a memória de cálculo, que é, cara, todos os dados que ele analisou aqui para você, né, conseguir visualizar, né, a a a estrutura, né, o os esquemas que tem. É um
cara bastante completo aqui. Tem, né, uma análise assim que, né, ele faz assim de uma forma bastante natural, né? Aí você fala: "Puta, Diego, mas eu não quero, né? Como é que eu faço para colocar num PPT, né? O cara falou ali, ah, queria um PDF, uma coisa mais bonita". Você vai lá e cria um skill para fazer o PowerPoint PDF com a sua cara, tá? Porque isso daqui são dados que estão no markdown, facilita a visualização. Isso aqui é para você trabalhar, mas você pode usar de outras formas. Então, o legal do cloud code
é que ele dá toda essa flexibilidade de trabalho. Qual que é o contra disso? São 1.000 por mês no plano que eu vou recomendar. Ele tem algumas Limitações e ele é técnico, tá? Ele é difícil, tem uma curva de aprendizado, mas eu acho que vale bastante a pena investir nisso daí, tá? Eu confio bastante no produto, tá? Eu eu sou eu sou um usuário mais avançado, então eu tô no Codex, eu testo de eu testo várias coisas, mas você que é marketo, cara, se você só conseguir se aprofundar no cloud code, você, cara, você pode
ir com bastante confiança que vai dar certo. Então, cara, ele tá perguntando um monte de coisa aqui, tá? Eu eu eu vou ignorar isso daqui. A gente vai tá se aproximando do fim ali, ó. Então ele gerou análise técnico. Ela tava no lugar errado, tá? Mas aí você sabe agora que tem as análises aqui. Ele deveria trazer no próprio cloud code a a mensagem da análise. Eu vou anotar um feedback aqui. Eu ele eh não trouxe não eh vou gerar uma análise, não apontou. a URL do web campan eh completa da análise. Análise prejudicando usuários
le, tá? Eh, então aqui a gente tem o cérebro. Ah, uma funcionalidade importante aqui é aqui a gente cria os topic clusters e aí a gente pode gerenciar esses topic clusters. Cara, isso aqui é é sensacional, tá? Então a gente tem a Mais uma vez ele criou sozinho, né? Esse aqui é o esforço que você tem que colocar, tá? Então você tem um resumo do topic cluster, você tem eh direcionais editoriais aqui e você tem todos os conteúdos aqui dentro, tá? Isso aqui tá com um pequeno bug aqui para para ser corrigido, mas eu posso
chegar e criar um novo con aqui eu já mostrei para vocês. Eu posso, cara, quero editar, eu quero que o top cluster se chame só conteúdo. Beleza, alterei aqui, já alterou aqui e olha só, já alterou aqui também. Então eu venho aqui e aparecem todos os conteúdos, tá? Eh, isso aqui é um bug conhecido. Deixa eu ver. não vai conseguir, mas aí você pede, por exemplo, você explica o que tá acontecendo na tela e pede para ele corrigir, tá? Pessoal, isso aqui a versão 0.2, vão ter pequenos bugs, assim, a gente tem conhecimento de alguns
novos bugs vão surgindo, mas a funcionalidade dele tá bastante boa. Então ele, ah, nossa, cara, tem muita coisa legal ainda. Então, ele tem o cérebro, ele tem os conteúdos, ele tem as análises aqui dentro e ele gera o workbench, que são, cara, arquivos que ele vai usando para fazer análise, etc. É, cara, é um pouco inútil aqui, mas é pro cloud code é útil, pro usuário é menos útil. Então, dizer que você não deveria se preocupar tanto com isso daqui. E aqui, cara, olha que legal, você pode ver um mapa semântico do seu agente que
assistou, tá? Vai trazendo todas as coisas aqui. É claro que quando tiver, ó, então, por exemplo, ó, o conteúdo tá aqui, entendeu? Eh, deixa eu ver aqui. Esse, ah, tá. Então, ó, tem o topic cluster, aí tem o conteúdo e aí você vai começar a ver todas as ramificações aqui dentro. Você pode filtrar. Eh, acho que esse filtro não tá funcionando. É, tá. Ó, pessoal, vai reportando o feedback, tá? O filtro do grafo não está no grafo, tráfo, não, do grafo está funcionando. Eh, colocar um print aqui, cara. Manda print. Ele não tá aceitando. Vou
ter corrigir isso aqui também, tá? Eh, estamos nos aproximando dos nossos minutos finais. Deixa eu ver se tem mais alguma coisa. Então, tem o gráfo, tem as configurações, você consegue configurar as credenciais suas do data for aqui dentro, tá? Eh, né, ele ele ele não expõe ela, ele tenta proteger da melhor forma, né? E pessoal, eu acho que é isso daqui. Ah, vamos ver se o o conteúdo ficou pronto. Pode abrir, sim. Abra Webion. Enquanto ele abre, deixa eu ver aqui se tem mais alguma pergunta. Eu acho interessante ver todo o processo. Obrigado pelo feedback.
A C tá falando aqui com o Denis, eh, tá ali sobre o GA. Parabéns pela aula, pelo material. Obrigado. Eh, tem um podcast bem interessante sobre o pipeline que ref está usando. Acho que o do Diego superou o deles. Poxa, Obrigado. Eh, assim, modéstia parte, pessoal, eu acho que o que a gente tá fazendo aqui tá, cara, tá muito legal. Tá, tá muito legal mesmo. Vamos lá. Ele criou aqui o conteúdo e ele não tá mandando pra página. Bem lá mais um bug que a gente conhece, tá? Ele criou duplicado aqui, pelo visto. E aqui,
pessoal, uma coisa que eu quero queria mostrar, lembra que eu falei que eu escrevi no meu tom de voz, no tom de voz da conversion, que todo conteúdo deveria começar com um H3, que se fosse um evergreen content deveria ter a descrição e até 200 caracteres. Tá aqui, deixa eu ver quantos caracteres. 204. Tá aqui então o agente que o o o as skills do agente que assou quando você configura bem o cérebro você consegue alguns outputs assim e você não precisa tanto editar as as skills, você pode ir editando o cérebro. Cara, olha a
robustez desse conteúdo aqui, tá? É, deixa eu ver, ó. É um conteúdo longo, tá? De 2.200 palavras. Ele produz conteúdos até muito maiores. Ele ele vai olhar os concorrentes e entender como que ele tem uma coisa um pouco mais completa. Agora, Diego, que ótimo. Muito Obrigado. Vou sair publicando todos os artigos. Calma, cara, calma. Isso aqui é beta, tá? Versão 0.2. Ainda tem bugs. Você precisa revisar todas as coisas. Eu vou até mostrar um problema aqui. Eu não gosto, tá? É até aceitável, tá? O uso de bullet points aqui tá tá tá tá tá meio
que demais, entendeu? Eu colocaria no meu tom de voz, ó, evite usar bullet points, tá? Ou use bullet points apenas uma vez, ou use bullet points quando a aquele conteúdo necessariamente precisar de bullet points, tá? Porque a IA ela tende a bullet point, porque ela quer ser mais econômica, mais eficiente. Deixa eu ver se tem. Tá faltando mais alguma coisa. está terminando com uma pontualidade quase britânica, pessoal. Vai lá no no GitHub, deixa eu ver quantas estrelas tem. A gente tá nesse momento, 72 pessoas aqui acompanhando ainda, eh, heroicamente, porque é um sábado à tarde,
né? Eu vi falar que tem final da Champions, cara, subiu só seis estrelas, entra lá. Vai precisar criar uma conta do do GitHub. Eu sei que nem todo mundo que tá aqui é técnico, mas não deixa de dar esse esse esse feedback e compartilhar com as pessoas. Além disso, a gente tem a nossa comunidade. Vocês podem levar dúvidas, ideias e reflexões sobre isso daqui, tá? Deixa eu ver como é que tá lá, se alguém mais eh engajou. Ó, sem comentários, pessoal. A gente perguntou pro mercado se queria uma comunidade, tá aqui, tá? Se não utilizar
A gente, né, vai inativá-la, tá? Tá, tá tudo bem, tá? A gente tá testando, tem muitas coisas. Você tiver alguns bugs, alguns problemas, fala pra gente, tá? E aqui a gente vou agora para esse plano aqui. O que que a gente lançou hoje, né? A comunidade tecnicamente saiu ontem, as skills de cloud code, análise de branding semântico, que é fundamental para Go. E cara, disponibilizando para todo o mercado isso daqui, o Authority Matrix, cara, Authority Matrix acabou que eu de fato eh não passei, mas esqueci deste ponto. É, deixa eu ver aqui. Aqui, ó, já
tá tinha um bug, tá, pessoal? Mas tá aqui. Agora você clica aqui, você consegue ver a reputação semântica, as métricas de IA, tá? As fontes de domínios e tal. É um overview aqui bastante útil. Então, tá disponível. Lembrando que no Firefox eu tô na minha conta eh grátis aqui. Eh, então a gente lançou tudo isso aqui hoje e, cara, os resumos finais a que das teses que eu desenvolvi aqui hoje, que eu estou trazendo, isso daqui mais do que o dia de hoje, vai influenciar muito a conversion próximos meses, nos próximos anos, eh entendo que
vai também influenciar e reverberar no mercado como todo. A busca migrou de da interface, de ser uma interface, uma superfície do Usuário para um uma superfície da Ll, né? Naturalmente tá vivendo isso daí, mas a gente já viu que pelo menos 52% das buscas já são generativas. Aparecer nas buscas é a mesma coisa que criar marcas semanticamente fortes. Então a gente tem ah o trabalho de PR no sentido de construção, de reputação, de branding muito aqui dentro. O SO clássico, ele evoluiu e se tornou a base de todas as coisas. Ele sozinho já não é
mais suficiente. Investir em conteúdo, PR, conteúdo institucional, PR, dados de proprietários é fundamental para essa nova etapa. Vocês vão usar agentes de IA para eh escalar o trabalho de vocês. E a Conversion que é seu parceiro de vocês nisso daí. Sejam vocês uma médias e grandes empresas, sejam profissionais do mercado, a gente tá criando soluções para todo mundo. Soluções opence, como as nossas skills, tá, cara? É muito boa essa skill, tá? Ela tem, deu muito trabalho de ser construída, tá? A modéstia parte tá muito boa. Dentro do EItrix, a gente tem ferramentas gratuitas e possivelmente
a gente tenha versões pagas e a gente tem aí sim para médias e grandes empresas a consultoria que vai levar e conduzir as marcas por toda essa transformação de um modo extremamente consultivo, de um modo extremamente personalizado para ajudar Todas as empresas a crescerem cada uma da forma que a gente puder. Então isso dizer, a gente vivencia o propósito da conversion, que é moldar o futuro do marketing. A gente entende e eu entendo muito que a gente tá aqui, não só eu, mas todo o nosso time moldando o futuro marketing. É por isso que a
gente tá fazendo todas essas coisas para vocês. Naturalmente a gente quer crescer como empresa, a gente é ambicioso, mas a gente é mais missionário do que mercenário. Então, quero agradecer muito a presença de cada um de vocês nesse sábado, 30 de maio de 2026, que eu espero que seja um grande marco na carreira de vocês no S no Brasil e paraa Conversion. Tudo que a gente colocou aqui, mais do que um sábado em si, ele é um marco de próximos passos que vão acontecer, de coisas que a gente tá levando pro mercado, que a gente
vai divulgar e dessa transformação que a gente quer e eh ajudar a levar todo o ecossistema de STO, de marketing no Brasil pro próximo nível e também, se possível, a gente deixar a nossa marquinha no mundo ali de contribuir para todas as coisas. Pessoal, quero agradecer cada um de vocês que estão aqui. Eh, deixa eu só ver se antes dos agradecimentos finais, só ver se tem alguma pergunta aqui. Eh, para apresentar vou eu acho que eu vou liberar na na comunidade, tá? Eh, fantástico. Conteúdo para três dias de curso. Verdade. Realmente riquíssimo, cara. Minha ideia
era acabar na parte da manhã. Conteúdo teórico, né? Foi até 4 da tarde. J conversion sempre fazendo muito pela no Brasil. Obrigado pelas palavras. Eh, falam em mim do nosso time. Muito bom. Parabéns por tudo. Valeu, Conversion, obrigado pelo conteúdo. Muito obrigado. Mais missionário do que missionário. Muito bom. Conteúdo riquíssimo. Obrigado, Diego. Parabéns pela baita aula e parabéns todos os colegas que ficaram até o final. Obrigado, Seral Marco. Foi simplesmente incrível, enriquecedor. Com certeza o melhor workshop que já participei. Pessoal, cara, muito obrigado, tá, pela presença de vocês aqui. Mais do que a quantidade, é
a qualidade do que a gente tá construindo aqui. Cara, levem esse conhecimento paraas outros lugares, assim como a gente tá compartilhando aqui com vocês. Compartilhe com os colegas, com os outros lugares, cara. compartilha as coisas que a gente tá lançando, as skills, a as ferramentas nos grupos, em todas as coisas, pra gente de fato moldar o futuro do marketing. Quero também, além de agradecer vocês, agradecer os meus sócios que me apoiam muito em todas essas coisas, agradecer a minha família, a minha esposa, que sem ela ela não teria eh capacidade de de fazer tudo isso
daqui. é agradecer todo o nosso time na Conversion que é muito engajado em todas as transformações, engajado elevar o melhor pros nossos clientes. Então, máximo de inovação, é, muitos estão, alguns estão assistindo aqui, outros vão consumir. Esse conteúdo, depois a gente Vai levar para todo mundo. Por fim, quero agradecer aqui a produção do estúdio, a o empenho deles nos nos desafios, em todas as coisas para fazer da melhor forma para vocês esse conteúdo. Então, quero agradecer todo mundo, desejar um ótimo final de tarde de sábado aqui em São Paulo, friozinho para todos vocês e até
mais.