reto. E o paciente não tá abrindo muito a boca, é pouco. Ele tá aqui.
Aí eu falo, encaixa, vai procurar o elástico. Ah, eu não falo encaixa a língua no buraco, eu falo procura o elástico. Hã, procura o elástico.
Procuro elástico. É só isso que eu falo. Vocês viram que eu tô abrindo de pouquinho a boca do paciente.
Não abra de uma vez que ele não tem tonos para isso. Aqui ele tá começando a ter uma forcinha, mas ele ainda não tem uma mega força. Então agora a gente vai fazer o seguinte, não joga fora esse material, deixa ele aí.
Você vai pegar um rachi ou canetas e vai colocar o rachim desta forma. Eu tenho que mostrar para vocês, só que eu não consigo fazer e mostrar. Então é o seguinte, aqui eu vou colocar o rachi lá naquele fundinho, porque é exatamente nessa região aqui que a língua escapa.
Então vou pôr aqui no fundão. Coloquei tanto de um lado quanto do outro. Dá para ver com o rachi aqui.
O rachi tá dos dois lados, na linha dos dentes. Então ele vem para cá e ele vai cruzar. Ele vai cruzar com o Rachi dos dois lados cruzando.
Fica com ele aí que eu vou mostrar aqui. O RXI tá aí. Aham.
Aham. Uhum. Tá cruzado.
Tá dentro da sua boca. Se for o seio lateral, o lateral ele virá daqui de trás para a frente e vai projetar a ponta de língua. Ã ã ã, mas ele vai est com rach aqui.
Aham. Se for o frontal, ele vai est com rachi também. e vai para trás.
Não quero usar o rachi no frontal, não precisa. Mas como é que eu vou saber que ele tá vindo da frente para trás? Então é para fazer sem o rachinho, mas num primeiro momento eu tenho que saber se ele está ou não utilizando de forma adequada.
Quando o meu paciente respirador oral, cceio lá frontal tiver um pouco mais de consciência deste movimento de varredura, que é 1 2 3 4 5 descansou ou mesmo o meu lateral, que é ao contrário. 1 2 3 4 5 projetou. Eu vou utilizar o afastador de arcadas e cada um deles irá fazer o exercício que lhe compete ou varrer para trás ou varrer para a frente.
Lembrem-se que o que eu tô fazendo aqui é aos poucos aumentar a o afastamento das arcadas. E isso daqui é importante para ele começar a adquirir tonos pro próximo passo, que é sugar, sustentar o material, que pode ser a pipeta, pode ser colherinha, pode ser suaves, pode ser qualquer coisa que ele consiga sustentar, porque aqui Eu já mudo a contagem aqui. Eu já quero que ele faça com primeiro com os dentes ocluídos, depois com as arcadas afastadas, mas eu prefiro nesse exercício que ele já faça a força.
Eu posso ajudar, mas ele já tem condições de fazer. Você percebe quando ele movimenta ponta de língua são pros dois teceiros. Conto de três séries de cinco, três séries de sete ou três séries de 10.
Posso mudar o material? Até pode, mas pensa assim, já tem a outra semana, ele já tá bom. Então eu vou pedir para, por exemplo, ele pegar a colher, manter a colher nessa região e ao mesmo tempo que ele afasta arcadas, não conseguiu, eu ponho o afastador e peço para eles sustentarem.
Eu não, eu aqui já prefiro que eles façam de forma estática. Tá? Não, a dinâmica eu pus aí porque é um exercício dinâmico ou estático, depende do meu comando, mas como ele já passou pelo RXI, já passou por todos esses, ele vai conseguir e não tem problema nenhum, dá para ele fazer.
Coloquei aqui algumas sugestões. Então, eu tenho a esponja, tenho a pipeta, tenho as colherzinhas, tenho O que eu quero é que você ponha algo que ele tenha que fazer uma leve força, porque você vai pôr algo que uma colher de inox. A a força é muito grande, não é por aí, né?
eu tenho que ter eh uma ideia de escalonamento dos materiais e da dificuldade para que o meu paciente consiga de fato executar o movimento. Quando você conseguiu fazer que ele mantenha a língua ali, então eu vou fazer o quê? Você mantém esse material.
Já estou sugando a minha língua. Eu posso tirar a colherinha. Ele tava aqui.
Eu tiro a colher e falo, mantém a língua no mesmo lugar. Todos vão fazer igual. escorregar a língua inteira sugada até ela fazer um cleque.
Então, escorrega e faz o barulho. Tudo que nós estamos fazendo com a língua está trabalhando a o laringe, o órgão laringe. Então, mobilidade larja existe aqui.
Beleza? Muito bem. De >> fale.
>> Desculpa. Eu tava esperando você concluir o raciocínio para não te interromper. Fale, fale.
>> E desculpa, não consegui abrir aqui, eu tô com probleminha na minha câmera. A minha dúvida sobre os atendimentos online é como seria nessa questão, se eu conseguiria fazer essa avaliação estrutural de forma online. E os exercícios que você exemplificou, a FONO, ela faz até mesmo para ver a força que tá colocando, a Fono, ela vai sentindo.
No caso online, como é que a gente consegue primeiro fazer essa avaliação estrutural e conseguir que o paciente ele faça os exercícios? >> Eu já falo aí, já é uma outra aula, né? Porque senão a gente vai cortar aqui, mas eu tenho toda uma estratégia para trabalhar no na parte do atendimento online.
Ele é feito de uma forma muito mais dinâmica. você vai ter que mandar, pedir para fazer as fotos, para fazer toda, toda uma colher, né, os materiais. Agora, com relação ao tipo de exercício, você vê na tela, na hora que ele tá fazendo, você já consegue perceber se ele tá fazendo onde eu consigo essa aula.
>> Então, eu eh se quiser a gente a gente faz, eu te passo tudo, tudinho. A gente faz uma mentoria que acho que é mais fácil. Tá ótimo.
Depois eu mando uma mensagem. Obrigada. >> É porque olha, eu atendo desde 2006 online e eu trabalhava com o Skype.
Para você ter uma ideia, como já melhorou, gente, nós temos um. É muito mais fácil do que você imagina, só que tem uma coisa, não tem descanso e é paauleira, é só isso que a gente tem que >> tá ótimo. Depois eu te mando uma mensagem.
Obrigada. >> Manda que você vai gostar. Diga, >> Patrícia, com relação à criança, eh, para enviar então esses materiais para casa, eh, para eles terem Não dá, então, porque a gente precisa ter um pouco mais de controle de como tá sendo feito, se tá feito não pode mandar, >> não.
Pode mandar e deve. E é assim, eu faço vídeo e quem sai do consultório sabendo fazer os exercícios é a criança. Eu não ponho obrigação para babá, nem paraa mãe, nem para pai.
O meu negócio é com ela. Eu tô tratando ela. O meu compromisso é com ela.
Se ela não fez, ela vai ser responsável por aquilo que ela não fez. Eu não fico demandando nada para ninguém. Eu falo assim: "Qual exercício você tem que fazer?
" Esse. Por quê? Por causa disse e aquele?
Não sei o que lá. Eles explicam. Meus pacientes explicam para você o exercício.
Então vai de você não delegar. O seu paciente tem que ter a responsabilidade, a não ser quando é de 3 anos para baixo, porque 3 anos eu já começo a cobrar, entendeu? >> Eu tenho uma de 4 anos.
>> Você sabe que eles gostam, >> não sei se ela dá conta disso, mas eu vou vou tentar. >> Dá faz que assim, a eu dei aula muitos anos para tr 4 anos e a gente eh acha que essas crianças não sabem nada. Muito pelo contrário, eles entram bebê 3 anos, 4 anos, eles já são os menininhos e eles têm responsabilidade.
Gente, a coisinha mais linda. Eles vêm e se eles não fazem, eles falam a verdade e ainda falam: "Minha mãe não me deu a caixinha". Aí assim, pera aí, quem tinha que dar a caixinha era você ou era sua mãe?
Não, eu vou pedir para ela guardar agora nesse lugar, tal, entendeu? são negociações. Eh, pode até demorar um pouquinho mais de tempo, mas ganhe o teu paciente e não a família dele, porque não vai valer a pena.
A família não faz nada e a babá também não. Isso que eu tenho para te dizer. É a verdade, né?
Agora é o seguinte, pensa em sugar a língua contra o seu da boca. Suguei. Hum.
Aqui, gente, ele já tem condições de manter essa língua sugada e tem condições também de ao mesmo tempo que suga um oclui, sorri. Não pode fazer esse de boca fechada. Sorri e escorrega a língua sugando até desacoplar.
O tempo que eu demoro para desacoplar depende da altura do meu palato, mas para vocês terem uma ideia de 4 a 5 segundos. Beleza? Esse que eu vou mostrar que é a cambalhota de língua, ele nunca deverá ser feito de início.
Por que que eu falo isso? Porque eu vejo muita coisa diferente do que eu gostaria nas redes sociais. Então eu não dou, veja, esse é o penúltimo exercício para a língua, é o penúltimo.
Ele vai te ajudar nos grupos e vai te ajudar no R brando. Então cuidado para não fazer só ele, porque ele só vai conseguir se passar por todo esse processo. Eu tô prevendo aqui a musculatura da língua intrínseca e extrínseca.
O que é fazer a cambalhota? A cambalhota, ela tem tonos, isso é importante. O paciente vai fazer esse movimento com a língua e vai devagar raspar a parte de trás da língua até ela soltar.
E ela solta dura. É isso aqui. Uhum.
Pera aí. Pegar uma aguinha, né? Uhum.
Uhum. Uhum. Ó.
Hã. Humã. Hã.
Hã. Hã. Tá dura a língua.
Não pode fazer a cambalhota assim. Isso aqui não é nada. Isso aqui é brincadeira de criança, tá?
Então é raspar. Lembra o movimento preciso e contínuo e com tô. Guarda isso.
Por quê? Esse último que é a perfeição pros receios, ele vai depender de todos esses exercícios anteriores. É aquele mesmo material que a gente que nós utilizamos a 100 virado para cima.
Ele vai ficar desta forma, aonde a língua vai pegar aqui em cima dessa primeiro, desse primeiro elástico, vai puxar para trás. Aí ela entra aqui e puxa para trás. Então, coloque desta forma.
A Uhum. Então aqui eu tenho que ter força na parte anterior da língua. Não sei se vocês estão escutando aí, mas faz barulho.
Então é por isso que a gente fala que é tocando o violão. Beleza? Aqui em lábios, o que mais tem que ficar para vocês é o seguinte, que eu não eu devo evitar evitar de fato os movimentos compensatórios.
Até aí tudo bem. Mas eu tenho que entender que assim como a língua se movimenta e tem que ter tonos, quando eu falo de um bucinado, de um orbicular da boca, ele é limitado. Ele é limitado por quê?
Porque ele só tem dois movimentos. Aham. Uhum.
ou fechado. Uhum. Uhum.
Todos os materiais que eu utilizei, eu vou poder utilizar aqui para acordar a musculatura. Além desses exercícios que eu vou dar para vocês, eu posso utilizar esse material que ele vai estabilizar a mandíbula, porque eu vou morder aqui a de silicone, ele se adapta à arcada. Ah, mordir.
Estabilizei a mandíbula. E aí eu vou fazer sorjo. Hum.
Eu posso fazer dinâmico ou estático. Então tudo vai ser força centrípeta e força centrífuga. Guarda isso.
Porque com os o mesmo raciocínio, mesmo raciocínio eu vou utilizar isso com folha. pegando aqui as rolhas. Só para vocês terem uma ideia, eu tenho de três tamanhos porque depende do meu paciente.
Essa aqui é carésima, mas ela me dá uma segurança muito boa. Aqui eu passo um fio dental e consigo trabalhar com o meu paciente. Então, eu posso usar a rolha a O a.
Eu posso usar o afastador, não como afastador. Ordemo. Uhum.
Uhum. E eu posso fazer o movimento de D d d. Pera aí.
Um movimento de que que eu ia falar? Um movimento de abocanhar. Abocanhar.
O abocanhar ele é muito mais difícil do que o O e o A. Então pensa no C, Z, X, X, GG. Então, Z, Z, Z.
Então, sorrisa, sorrisão, bico, bicão. Então, eu preciso de docanhar. Ó, sorri e a bocanha.
Sorri 5 segundos e a bocanha 5 segundos. Senão vocês vão ficar só nesses daqui que são os mais facinhos, né? Vamos dizer assim.
Vocês podem usar todos aqueles materiais e o objetivo é ou estático ou dinâmico. Aqui a gente não vai ter o treino resistido. Até tenho para mostrar para vocês, mas não é o objetivo desse curso.
Aham. Uhum. Hum.
Mas não é o objetivo desse curso. Eh, esse público não vai precisar desse material, ele vai precisar é dissociar o movimento da mandíbula e fazer a maior força centrípeta e a maior força centrífuga. Então, veja bem, eu vou primeiro trabalhar o sorriso, sorrisão, o bico e o bicão.
Sorriso, sorrisão. Olha o ritmo. Bico, bicão.
Depois que é mais lá pro final, meio da meio do tratamento para o final, é que eu vou associar a esses sons. Z. Z z.
Você quer chegar nesse ritmo. O bico você já treinou lá no orbicular. Então aqui eu deixo porque ele é ele é interessante trabalhar aqui, mas você tem aqueles outros materiais que eu acho que você pode utilizar e vai ter um resultado bem bom.
Lembra que o protruir e retrair os lábios, né, que é o O e o A, eu posso usar a rolha ou o afastador de arcadas ou o mordedor. Todos eles vão contemplar o mesmo exercício que vai ter ser utilizado assim, porque não vai mudar. Então eu posso mudar sim a contagem, ó.
Recanto é 3 de 10, 3 de 15, 3 de 20. E aí otimizar o meu treino. Quando eu falo o movimento de passar o batom, nós tivemos um boom aí muito bacana que foi justamente do Carmed.
Então o Carmed ele me dava a me dá a possibilidade, primeiro que ele é chanfradinho. Esse aqui não é o Carmédio porque o meu já foi. O Carmédio.
Ele aumenta a própriacepção dos lábios, né? Então ele já vai fazer aquele trabalho de próprio para acordar a musculatura. Isso aqui eu só tô acordando a musculatura, eu tô aumentando a própria sepsão.
E aí o movimento de passar o batom que eu estou querendo dizer aqui para vocês é esse aqui. Repare como meu laringe vai modificar também. Um um hum.
Ou esse eu fiz dinâmico, vou ficar 5 segundos. Hum, hum, hum, hum, hum, e faz o, ó, 5 segundos. Posso fazer 7, 10, sempre o mesmo que eu fizer pro lábio.
Umum. Eu vou fazer a contagem para o o. Pode colocar língua sugada e fazer o o pode.
Mas acho que é muita informação. Ah, tanto o CCI frontal como o CCI lateral não sabem vibrar os lábios. Então o que que acontece?
Eles não sabem fazer. E é tão tão simples que vale a pena a gente ajudá-los porque às vezes vira uma frustração, né? O que que é?
Você vai pegar os seus dedos, colocar na direção dos abaixadores, vai elevar esse músculo na linha do mental. Elevei e fico na linha do mentual. E aí eu vou vibrar.
Aqui tem cinco inscritos e mais 6 7 8 9 para você fazer exercícios para os lábios especificamente. Quando vocês forem treinar as funções, é aquilo que eu falo, primeiro a respiração, depois a sução, depois a deglutição, que vocês já entenderam que a gente vai fazer aqui. Eu não trabalho por quantidade, eu trabalho sempre pensando no seguinte: em casa ele vai fazer o treino da respiração, da sução, enfim, somente de um a 2 minutos.
Ele não pode exceder esse momento por enche balão durante 2 minutos, você vai ter uma hiperventilação, né? Fica fazendo exercício da sução durante 2 é muito tempo. Pra gente parece que não, mas é.
No entanto, dentro de terapia para ensinar, eu demoro mais tempo. E o que a gente pede é assim: você vai treinar e ensinar alguma função. Você tem no máximo 10 minutos para ensinar.
Se ele entendeu, ele entendeu. Se ele não entendeu, é porque ele não tem condições naquele momento. Então, dê aquilo que ele teve condições para executar.
para que o paciente não fique frustrado, não é porque eu vou entrar em fadiga. Então é por isso que a gente não excede. Eh, tudo que você for pensar em vel palatino, eu volto a dizer que para baixar o laringe, a gente já deixa esse vel competente no momento que nós estamos fazendo todos os exercícios de língua, você já está trabalhando mobilidade laria.
Se eu quiser trabalhar especificamente o vel palatino, que que eu posso trabalhar para de fato dar resultado? O falar grave que eu não posso imitar, senão não chego até o final do curso. Nos casos de CCIos, mas também pode fazer no CCI frontal, mas é mais no CCI lateral, fazer bastante o gargarejo, né?
No caso eh de cceio frontal e lateral, inflar o bucinador e bombear, ó. Uhum. Uhum.
Uhum. Hum. Uhum.
Pensa você fazer isso tudo eh durante 10 minutos. Gente, eu vario quando é função, eu dou às vezes três exercícios da mesma função para ele variando. Então eu dou uma língua de sogra, dou um balão, eu dou vários materiais para ele fazer exatamente a mesma coisa, para não ficar monótono o sono, o o treino.
E eu posso, quando o paciente tiver condições em questão de velatino, quando eu vejo uma diferença entre um e outro lado, hemisfério dire ou a m ã o m para lá direito e m palato esquerdo inflar. Uhum. Uhum.
Só um lado. O bombeamento é do lado contrário. Uhum.
Uhum. Hum. É aqui que vai dar o bombeamento, o mesmo do lado contrário.
Então vou trabalhar especificamente uma M língua e um M palato, tudo bem? Eh, eu falo que tudo que vocês fizerem aqui, vocês já estão trabalhando lá na língua. Então não precisa se preocupar muito com isso, porque vai entrar respiração, sopro e sucção e aí já vai dar.
Eu vou colocar esse meu vídeo lá no nosso grupo, que eu acho que no curso ele é muito pouco, né, para vocês poderem visualizar. É exatamente isso, para vocês poderem mostrar para os seus pacientes como se faz. >> Vai ficar feio, né?
>> A hidratação. >> Tô aqui nas tá totalmente virada para trás, senão vai pro ouvido isso daqui vai doer, tá? Então, o olho em diagonal, >> ó.
Vamos lá. Eu não tô falando de propósito aí porque senão engasgo. >> A gente não tá conseguindo ver o vídeo.
>> Ah, meu Deus. Obrigada. Quem tá falando para mim?
Obrigada, minha santa. >> Gabriele. >> Gabriele, graças a Deus, né?
Porque eu não tô dividindo, eu tô sendo egoísta e vocês me deixando falar sozinha aqui. Que vergonha, né? E eu aqui toda tem achando que eu tô o máximo, tô ridícula.
Muito bem. Vamos lá. Parã par.
Ah, é porque eu tava grande ali, né? Aí agora tão vendo? Vai passar aqui bonitinho, hein?
Tão vendo, Gabriele? >> Posso falar? Porque senão engraço, né?
>> Pronto. Vamos lá. >> Sim.
Agora sim. E minha cabeça não tá totalmente virada para trás, senão vai pro ouvido. Isso daqui vai doer, tá?
Então eu olho em diagonal. Agora vem aqui. É todo um processo só que eu faço um vídeo pequeno para poder mostrar para vocês.
Eu tô, tá vendo a mobilidade larinja ali acontecendo direto. Agora presta atenção no finalzinho, porque eu faço tanto numa narina como na outra. Eu tô alisando o quê?
Os seios da face. E aí essa secreção >> cinco vezes aqui. Essa secreção que vai ficando nessa região, ela vai cada vez saindo mais dessa região e é assim que a gente consegue um padrão.
Não é só isso, né, gente? A gente vai trabalhar a língua, vucinador, orbicular, tal. Todos esses vão ajudar a melhorar o padrão vocal do seu cin vai ficar feio.
>> Então, vejam bem, eu posso utilizar aí para a parte de respiração os materiais sensoriais em termos de cheiro. Algo azedo, cítrico, doce, forte. Que que eu faço?
Limão aqui eu ponho não, azedo não. Azido eu ponho vinagre, cítrico eu ponho limão, sabe o que eu ponho? Erva doce e forte.
Ou eu coloco cravo da índia ou eu coloco gengibre esmagadinho, que daí dá um resultado super legal. A respiração dos nossos pacientes, ela é mais superior. Então, o que que a gente faz?
Eu posso e devo trabalhar com expansão, expansão toráxica, expansão das intercostais. Tudo que eu tenho aqui, eu tô mexendo com diafragma, intercostais e expansão dessa respiração. Quanto tempo?
De 1 a 2 minutos para casa. conosco até 10. Então, eu vou fazer primeiro essa instalação da respiração mais inferior, depois os movimentos com o braço e depois a gente faz essa respiração quadrada.
Eh, eu vou parar de compartilhar para que vocês vejam. Então, aqui, ó, eu tenho as minhas costelas. Aqui está o diafragma.
Então, eu vou pôr a minha mão aqui e vou inspirar e soltar o ar. Ó, inspirei, vou soltar com S. Inspira, solta com o Z.
Z. Não dá para soltar com nada, que o paciente não sabe nada. Então, só inspira e solta o ar.
Eu falo que é passando a manteiga no pão. Passando a manteiga no pão. Guarda isso.
Que que a gente quer? A expansão dessas intercostais. Então eu vou fazer o seguinte.
Aqui eu tenho uma prateleira imaginária. O paciente tá sentado nos aumentar essa distância. Tenta pegar algo nessa prateleira alta sem tirar o bumbum da cadeira.
Então vai, vai. Eu conto até cinco. 5 segundos devagar, porque eu tô com o braço aqui.
Solta o ar. Aí vai pro outro lado. O lado que ele tem mais dificuldade em expandir, eu não faço 10, eu faço de novo o lado que ele tem mais dificuldade.
Então vamos supor cinco vezes para esse lado, cinco para esse e mais cinco para esse. O que você tem que falar o tempo inteiro. Vai que você consegue mais um pouquinho.
Mais você tá quase lá, olha. tá quase pegando mais um pouquinho, mais um pouquinho. Você, você tem que pedir para ele fazer o máximo que ele conseguir.
Beleza? Comece por aí, porque agora a gente vai começar a trabalhar a expansão. Eu trabalhei essa, trabalhei a que abre aqui e agora eu tenho que trabalhar essa daqui também.
Qual que é a respiração? Chama-se quadrada porque ela tem quatro etapas e não porque é para fazer em 4 segundos. Eu vou pôr a mão no abdômen, inspiro e posso ficar até 8 segundos.
Na hora que eu vou inspirar em oito, eu paro de respirar em 8 segundos. E agora eu vou murchar em 8 segundos. Quando terminar eu solto tudo.
Então é isso aqui que é o quadrado. Inspirou em oito, fica sem respirar. Aí vai fazendo mchar devagar.
Terminou, solta. A gente pega toda essa região do paciente. Tranquilo.
Muito bem. Fica aí que eu vou pegar mais aqui que Ah, não, não. Cadê vocês?
Cadê vocês? Pera aí que eu quero mostrar minhas pacientes fazendo para bem. Muito bem.
Eu não tô achando. Achei aqui bonitinha. Vocês estão aí?
Achei vocês muito bem. Dá uma aflição quando perde. Ó, vou colocar uns pacientes fazendo os exercícios que daí eu acho que fica mais viável para vocês, né?
A Celina e ela era é filha de uma fona. Então, olha o que a gente tá falando aqui. O ceceio frontal, eu vou usar dois materiais de sopro, um para cada lado.
No ceceio, que é lateral, eu vou usar um só. Então, só para mostrar para vocês as diferentes idades. Ela tá sentada num banquinho, ela tem a bola, ela não segurou com a mão porque ela não quis, mas não fui eu que falei, foi ela que fez.
Essa daqui tá sentada com uma bola. Esse aqui é um atendimento online e ela tá, ó, na postura certinha fazendo exercício. Então, ó, idades diferentes, condições de execução muito parecidas.
A mesma coisa aqui com a a não, essa aqui é a sução, né? Eu quero mostrar a sução do óculos. Ele faz maior sucesso, ele dá muito resultado.
O próprio paciente faz tudo, só ajuda um pouquinho, gente. Olha, as crianças são pequenininhas aqui. >> Ah, que legal.
>> Então tá, né? Ela tá sugando. Não vai aparecer porque veio do WhatsApp.
Vamos ver ela. >> Vai lá. >> Ah, que sacanagem.
Mas deixa eu mostrar aqui. >> Vamos voltar para lá. É isso que ela vai fazer, moçada.
Fica bonitinho aí. Aguenta firme que eu quero mostrar. Esse tubo é um tubo flexível.
Ele é utilizado tanto para sopro como para sucção. O que eu gosto de falar para vocês é que canudos eles só eficientes na sucção se você utilizar três canudos para sugar na mesma sessão ou usar canudos de calibres maiores. você tem que dificultar a sução do seu paciente e não facilitar.
Então aqui a gente tem um fácil, que é esse aqui do do óculos. Esse tubo flexível, ele já é mais difícil, ele substitui três canudos ao mesmo tempo. Para esse público de ceios, só para este público de ceceios, única e exclusivamente, primeiro eu utilizo líquido e depois eu dificulto com o pastoso, um iogurte.
Se não for ceios, eu só uso líquido para vocês terem ideias aí. Beleza? Eu uso a sucção de seringa, que pode ser a >> seringa, uma sucção bem longa.
>> Sobre inteligente, longa, longa, longa, longa, longa. Uma só, não vai dando mamadinha. Uma só.
Chupifica. Chupifica. Fica, fica, fica, fica, fica, fica, fica, fica, fica, fica, fica.
Não me mate. >> Tadinho. Judiação.
Você vai mandar ele fazer durante 10 minutos isso, você mata o cara. Ele ficou engasgado 2 minutos e ele não queria mais se alimentar. Então ele veio por conta disso.
A Celina, eu quero que vocês vejam o pezinho dela, tá? Ela tinha 2 anos e meio na época. Pera aí que eu quero.
Ela tá muito bonitinha aqui. E ela vai mostrar o que que é um cceio mesmo. Olha o receio, mas é esperado paraa faixa etária.
>> Legal. >> Tá vendo? Ela segura direitinho, gente.
Tá perfeito dela assim como do Rodrigo. A seringa de 10 ou a de 20? >> Ó o pezinho.
>> Vocês viram o pezinho para dentro? Tem que ficar os dois aqui, ó, retinho. Mas ela tá sentada na cadeirinha.
Eu tô fazendo a seringa. >> Esse é um cceio esperado, gente. É um cceio da faixa etária, porque o lar tá mais alto.
Ela não teria necessidade nenhuma de fazer a terapia. Como eu utilizo, eu utilizo no bico e no corpo da seringa. Então você pode utilizar a sução dessas formas que você vai ter sucesso aí nas suas terapias.
Com relação à degludição, o que eu mais gosto agora? Tô até nervosa para ver, será que passou, vai passar ou não? >> Quatro, cinco.
>> Vai. Ufa, tava nervosa já. Meus vídeos não querem ver.
Eu tô com um borrifador e eu quero que vocês prestem atenção no tamanho dele. Ele é para ficar no bolso do paciente, é para ele levar e quando ele tiver sede, pum, eu vou tomar a água com o meu borrifador. Beleza?
Que que eu quero? Eu tenho duas propostas aqui. Nessa daqui eu tô enchendo ainda vai aparecer, mas eu vou mostrar.
Caramba, é tudo que é dela. Piscinão. >> Ó, eu tô enchendo o piscinão.
Que que é isso? Eu quero que o meu >> não, eu quero que o meu paciente ponha a língua para trás. Concorda?
baixar o laringe. Então eu ponho inúmeras espreiadas aqui com o borrifador, que sem ele saber ele vai proteger para não engasgar. Com esse simples exercício eu minimizo praticamente, vai elimino a ânsia, porque ele está fazendo sem perceber.
E com esse exercício de encher o piscinão que eu falo, mas só dá para fazer com criança, eu vou até 30 ou 40 sprays. Aqui eu já vou fazendo com que o io de baixe e o laringe baixe. Se eu quiser fazer de forma mais direcionada para a deglutição propriamente dita, eu vou fazer como ela tá fazendo aqui, que são, eu posso fazer cinco sprays ele de glúte ou cinco sprays de glúteo com sorriso.
Então, vamos ver aqui. >> Quatro, cinco fechadente, quem engole é um >> ela tá no do sorriso. Ela tá aqui, ó.
Então, ao invés de só espalhar >> qu cinco fechadente quem >> elas podia só elas é uma paciente de cirurgia ortognática com uma um crescimento eh corporal diferente. Ela teve problema no quadril e colocou prótese. Então é só para vocês verem que na hora que ela sorrir, ela tem um sorriso diferente.
Pode ver por causa da cirurgia ortognática que ela vai colocar essa mandíbula mais lá para trás. Que que eu posso fazer? Eu posso fazer com os lábios ocluídos.
1 2 3 4 5 occlui os lábios e deglúe. O que é mais interessante na minha opinião? Esse e sempre que você for fazer um trabalho de deglutição com o seu paciente, fique do lado dele.
É mais fácil de você pegar os erros, ou seja, as compensações de mandíbula, né? >> Quatro, cinco, fechadente, quem engole é a língua. Muito.
>> Essa paciente tinha 21 anos, a mãe vinha junto e ficava na terapia. É interessante, né? Mas vamos lá.
Veja a forma como eu falo isso aqui. Você tem que tem que virar uma verborragia pro seu paciente guardar tua voz ali. >> Cinco fechadente, quem engole é a língua.
Muito >> 1 2 3 4 5. Quem engole é a língua. Quem engole é a língua.
Quem engole é a língua. Isso eu fico direto com os meus pacientes, eh, falando e fazendo o tempo inteiro com que eles percebam. Eh, toda vez que a gente, lembra que a gente falou de tomar a água e dizer para onde que ela vai?
Então, o paciente já tem mais ou menos essa ideia, porque a gente trabalha com eles para fazer a avaliação. Aqui o que a gente quer, na verdade, é fazer com que o paciente eh desenvolva o ponto certo da deglutição. Então eu posso utilizar aqui um mini disquete, uma argola da escovinha de canudo, um elástico ortodôntico ou até mesmo um botão de camisa.
Todos eles, seja o o CCI frontal, o CCI lateral, eles vão pressionar sempre na região que eu quero do ponto da deglutição. Eles pressionam. Então eu tenho que dar aqui, eu dou um tempo.
O tempo que eu dou são 20 segundos. pressionou, descansou, repete, pressiona, porque na verdade o que a gente quer com qualquer um desses materiais é formar tipo um carimbo, uma depressão aqui e uma depressão aqui que no momento da deglutição irá facilitar que ele perceba a degl produção feita com a língua nas papilas. Então aqui o seu objetivo não é que ele tome a água direto, gut gut gut guti não.
Ele dá um gole e aí eu falo: "Quem engole é a língua". Dá um gole, quem engole é a língua. Esse treino praticamente esse eu faço com os olhos fechados, tanto para apertar o material como para deglutir.
Isso facilita bastante o meu trabalho. Eu não posso mostrar agora porque não vai dar tempo, né, de desfazer o tictaque. É só por isso.
O tictac ele é doce, ele aumenta a salivação e ele vai faz, vai dificultar a organização do meu paciente para deglutir a saliva. Por isso que ele está lá no finalzinho. Ele vai ficar com o tictac na entre a língua e o palato.
Então aqui tá o tictac. Ele coloca entre a língua e o palato. A língua vai se movimentar da seguinte forma.
A hora que ele colocou. Uhum. Ela vai fazer isso aqui, ó.
Mas ele não pode tirar daqui. Uhum. É.
Até ela se desfazer e ele não pode fazer esse movimento. Hum. Uhum.
Eu não falei, mas o que eu queria mostrar é que quem tava engolindo era a língua e não a musculatura perioral. É, não demora muito, viu? As pessoas falam assim, ai vai demorar, tá?
Não demora 2 minutos, isso aqui não demora. Então, dá pra gente passar com tranquilidade. Quando a gente chega na mastigação, eu sei que eu passei ali o tranco, mas aguenta firme só pra gente fechar o raciocínio.
Eu tenho utilizado muito, ao invés do garrote, esse material que as crianças estão na mão, que é esse T. Depois eu passo para vocês também. E a gente tem, se alguém tiver interesse e tal, pode usar o garrote, pode, mas eu acho ele muito, o gosto dele é ruim.
Então, a aceitação que a gente tem pelos pacientes menores, ele é muito pequeno. Então, veja bem, eu posso usar qualquer um desses garrotes aqui, não é proibido, tá? Mas o que eu tenho que pensar é o seguinte, o que que eu quero com cada um desses pacientes?
Eu coloquei o tic-tacque na boca. Agora vai falar, né, filha, com tictac. Eu quero desenvolver uma força mastigatória.
Então, veja bem, no cceio lateral, eu começo mastigando. Olha o quê? Uhum, ele não pode apertar a pipeta.
Eh, eu enxergo. Olha aqui, eu tô aqui. Aham.
Aham. Eu tô enxergando. O branquinho que vocês estão vendo é o tictac.
Já no Ceceio, que é o frontal, eu não tenho que ter força para fechar. Eles não têm essa força, gente. É ruim lá atrás.
Um, dois. Um, dois. E não necessariamente a língua deles fica aqui, por exemplo, aqui no Pedro.
Ué, vamos ver se sabe que aqui tem um marcador aqui em cima. >> Cinco. Seis, soltou.
Um, dois, trinho. Sentar na cadeirinha. Tudo certinho.
>> Qu c se soltou de novo. 1 2 3 4 5 6 Soltou. Quarta vez.
1 2 3 4. >> Viram que ele segurou do jeitinho que ele conseguia. Muito bem.
Agora vamos ver. Morde fica um. >> Consigo.
>> Aperta dois segundos. >> Eu quero mostrar aqui o outro. >> Dois.
Solta um. Espacinho a espacinho modifica. Um.
>> Sabe o que ele tá fazendo? >> Aperta 2 segundos. Um, dois.
Solta. Um, dois. Muda de dente.
Um. Cadê a força? Um, dois.
Muda de dente. Um, dois, muda de dente. Um, dois, muda de dente.
Um, cresce o corpo. Dois, muda de dente. Um.
Esse é o Bruno que falou assim: "Nossa, eu falo muito com a língua entre os dentes. Ele tem mordida aberta". Eu simplesmente pedi para ele morder 2 segundos ao longo da mordida aberta, que eu trabalho junto com a ortodontista dele, que a gente vai conseguindo dar estímulo para além do aparelho ajudar a fechar a mordida, os exercícios miofuncionais também utilizam de materiais para ajudar a intercuspidar os dentes.
Então, tanto com garrote como esse T, eu posso utilizar para morder de fato forte, para morder mais fraco e para estimular não só a mordida aberta a fechar, como descruzar, ajudar a descruzar. Eu sozinha não descruzo, eu preciso de ajuda. Tudo que eu uso paraas outras funções, veja bem, eu eu o ar eu pego, né?
Pera aí. O ar eu pego, >> OK? Eh, a água eu degluto.
Muito bem. Mas quando chega na função mastigatória, eu vou utilizar materiais que eu não como. Então, dentro do processo, do raciocínio que a gente tem que ter, é assim, tudo que eu for utilizar de materiais que não são comestíveis, terminou o exercício, come alimento que seja duro para o paciente.
Por isso que a gente faz uma pesquisa do que é duro para ele. Beleza? Então isso tem que ficar bem claro para vocês, gente, porque é diferente de você falar assim: "Ah, não, não pode trabalhar materiais.
Pode. O que não pode é finalizar com materiais. Tem que finalizar com dando um contexto para aquilo que ele fez.
Aqui a gente pode utilizar a bala belo, a uva, pode utilizar dadinho, pode utilizar azeitona, tudo que eu consiga passar de um lado para o outro. Muito bem. Se eu tenho um cceio que ele é frontal, eu tenho que desenvolver força e percepção.
Então, no frontal, um, eu vou fazer de boca aberta. 2 barra eu fiz com a bala sete bel, então eu faço 5 por 10. Esse meu lado seria o melhor, esse meu lado seria o pior.
O movimento vocês viram que a minha língua que manda, a minha bochecha devolve a minha língua. Manda a minha bochecha. Devolve.
Muito bem. Se é o seio lateral, eu tenho que soltar essa mordida. Então eu tenho que fazer algo assim.
Uhum. Eu fiz uma bola, desculpa, mas é só para vocês entenderem. Ó, eu fiz mais ou menos uma bola e ele vai passar direto.
Aham. Aham. Uhum.
Uhum. Aham. Aham.
Sem abrir a boca. Eu abro para vocês verem. Uhum.
Uhum. Uhum. Uhum.
Uhum. Uhum. Uhum.
E é pauleira. Obrigada a vocês que estão ficando comigo mais um tempinho, mas eu preciso terminar meu raciocínio, né? Então vamos que vamos que pera aí que eu vou pegar.
Nossa, tô toda melado. A ideia é justamente você desorganizar o seu paciente. O que eu quero aqui com sucrilhos, o cereal crunch e o amendoim.
Pensa num punhado de alimento. Então eu pego porque essa é a vida. Você vai pegar um punhado, pôs na boca, aquilo vai desorganizar o paciente, ele porque a criança faz muito isso, né?
E aí ele vai ter que organizar tudo só para um lado ou só pro outro. Então, trabalhar com punhados de alimentos, sejam eles eh pequenos ou um pouquinho maiores, ele faz essa desorganização virar uma organização, desde que você coloque a verdade para ele, que ele vai mastigar tudo só de um lado. Pôis na boca, organizou, tal, que a língua e o bucinador estão trabalhando aqui para vir para esse lado.
E depois a língua e o bucinador estão trabalhando para o outro lado. Como que eu faço? Mesmo raciocínio?
O lado que ele é bom, ele vai fazer três vezes. O lado que ele é ruim, ele vai fazer seis ou 5 por 10. sempre igual pros dois lados e o dobro pro lado que tiver mais comprometido.
Nesse último que são os ovinhos de amendo pode escrever aí para vocês que vale aqui também azeitona, vale cereja, vale mm de amendoim. Que que qual é o objetivo aqui? Eu quero que você consiga quebrar o invólucro.
Pense em invólucro, algo que esteja cobrindo alguma coisa que tá lá no meio, porque senão vocês vão ficar presos ao material. Pensa em algo que tá envolvendo. Muito bem.
Pode ser aquele amendoim japonês também. É mais difícil, pelo amor de Deus. Então, eu vou pensar no seguinte.
Eu vou ter que quebrar sem pegar no caroços, no caso de azeitona ou de cereja, e sem quebrar o amendoim, caso seja o ovinho de amendoim, o mm de amendoim ou até o amendoim japonês. É que muitos pacientes às vezes têm alergia por amendoim, né? Então, por castanhas.
Então, por isso que eu tô falando da cereja e do eh da cereja e da azeitona. Só um detalhe, eu já tentei fazer com mxirica, não dá. A tangerina, a mxirica tem um caroço que ele é escorregadil.
Então, a gente não vai atingir o objetivo. O seu objetivo é a partir do momento que eu estou trabalhando para tirar, eu tô aumentando a minha própria seps quebrar o amendoim ou mesmo trincar o caroço. OK?
Nisso eu estou desestabilizando o meu maceter, aumentando a amplitude mastigatória e no final, quando tiver tudo limpo, aquilo que ele separou dentro da boca, então próprio sepsão, o que é polpa, né? No caso de azeitona e cereja, ele mastiga, mas o caroço não, ele tá guardado aqui, não pode pôr a mão. Muito bem.
No caso do amendoim, guardou o amendoim e o invólo, ele mastigou. Quando finalizar o que ele tem que mastigar, ele vai apresentar o que estava na boca. Pera aí que eu quero pegar um o que for ou o caroço ou o amendoim da seguinte forma.
A mandíbula ela abre para trás. Então eu abri a mandíbula. Aha.
E eu vou mostrar o amendoim ou o caroço sobre a língua dura e fina. Aham. Aham.
Aham. Que que não pode? É a mandíbula que tá ajudando.
É, abriu a boca. A, estabilizou. Aham.
à ã. Vai ficar até 10 ou até 20. Esse último exercício é o que você tem como objetivo chegar na mastigação.
Não eh você não vai conseguir dar alta sem antes chegar nesse último exercício. Então, procure dentro do possível não pular etapas, porque eu garanto a vocês de coração que vocês terão sucesso nos cceios, porque aqui eu abri todas as caixinhas que eu podia eh para passar a verdade para vocês. Eu só tô no mercado aí há muitos anos porque aquilo que eu eu atendo meus pacientes até hoje, né?
Então, eu tenho a realidade da prática e eu quero que vocês tenham essa mesma realidade chegando no sucesso aí com os seus pacientes. Primeira coisa, não tente fazer tudo de uma vez. Vá por partes e faça tudo com muita responsabilidade, porque você representa uma classe profissional e não só você.
E lembre-se que tudo que acontece na vida tem um momento e um destino. Então a gente tinha que se encontrar, né, Gabriele, e tinha como objetivo trazer esses ensinamentos para vocês. Então, de coração, eu espero ter ajudado vocês.
Sei que tem muito estudo aí pela frente e aqui a gente fala um até breve, né, e não um tchau. E eu quero só agradecer porque eu vi carinhas nesse nesse curso e isso me deixou muito feliz. Eu não vi uma tela preta e isso me deixou extremamente feliz.
Então pessoal, muito obrigada, Gabriele. O que você tiver para falar, eu estou por aqui. Vamos fazer uma foto final para mostrar.
>> Queria agradecer, professora. Eh, muita gente aqui no chat falando bem. agradecendo, dizendo que a aula foi maravilhosa, foi sensacional, que é incrível, todo mundo amou.
Gostaria de agradecer também a participação de todos. Eu espero a gente ter outra oportunidade de outros cursos com a professora Patrícia, né? Sempre um prazer estar com ela.
Eh, vamos fazer uma foto. >> Vamos. Faça a sua melhor pose.
E qual é? Eu não sei. Assim, talvez, né?
Final do final do curso. Ninguém tá bem, gente. Vocês foram demais.
Eu gostei. Gostei. Ó, Gabriel, eu quero mais mais curso com esse povo, mais janelinha aberta.
Ai, que linda a oca. Ah, tá tá. Fica aí que eu quero tirar uma foto também.
1 2 3 e quem quer aparecer. Ai, que danado. Ele apareceu no final, né?
Você tava comigo até agora, veio? Só no finalzinho. Aparece, aparece, aparece.
1 2 3 e já. Pessoal, eu sei que tem muito conteúdo, eu tenho noção disso. Eu tenho noção.
Então, guarda ansiedade, estuda e a gente tem lá o grupo. Eu vou agora, eu vou sair para um aniversário. Eu me comprometo até o final do dia colocar tudo o que eu prometi para vocês, beleza?
E talvez eu ganhar coisas a mais. Ah, mas não tem problema. Tá bom, beijo.
Obrigada e até as próximas. Tchau, tchau. Obrigada.
Obrigada, Gabriele. Obrigada a todos. Tchau.
Tchau.