me chamosa sou gerente da qualidade do Instituto e hoje eu vou trabalhar um pouquinho com vocês aqui sobre o nosso curso de introdução a qualidade serviço de saúde e segurança do paciente com vocês aqui tá bom bom então a gente vai ver um pouquinho aqui aento do nosso curso tá pessoal a gente vai primeiro trabalhar dois modos tá eu fiz esse um sistema modular para facilitar um pouco eh a passagem do aprendizado para vocês a gente vai trabalhar principalmente no módulo um a qualidade dos serviços de saúde e aí a gente vai desdobrar em três
outros em quatro outros tópicos tá certo o histórico da qualidade e Segurança do Paciente qualidade de serviços de saúde segurança nos serviços de saúde Segurança do paciente no serviço de saúde e as legislações e normativas pertinentes a qualidade de Segurança do paciente tá bom e no módulo dois a gente já vai partir para Gestão de Risco em saúde falando um pouquinho sobre outros três temas do núcleo de Segurança do paciente do plano de Segurança do paciente do gerenciamento de riscos e notificação de eventos adversos relacionados aos cuidados em Serviços de Saúde bé Então vamos iniciar
aqui né pessoal esse nosso o nosso primeiro momento ele é para trabalhar um pouquinho o histórico né do como é que surgiu essa questão da qualidade da Segurança do Paciente na nossa sociedade eh de acordo com alguns autores desde muito tempo a qualidade a Segurança do Paciente ela vai sendo objeto de debate vi alo de constante evolução tá sobre do ponto de vista histórico a gente pode dizer que essa temática ela tá bastante relacionada aos desafios diversos profissionais da Saúde mas não só saúde uma vez que ele surgiu na indústria tá ind a prestação do
Cuidado livre né na saúde eh de qualquer evento que gerasse dano ou risco e ou de evento adverso ao paciente tá eh existe um autor muito com chamado garb que ele estratificou né a qualidade e a Segurança do paciente em quatro casos distintas bom ó olha olha como surgiu des templo né em 1900 a gente já tem o Primeiro Momento da qualidade que é a fase da inspeção tá certo o Gar ele foi um professor de Harvard e ele delimitou que a fase da inspeção que remeteu à meado de 1900 né a gente não tem
o período exato então a gente eh deixou uma uma data mais Redonda para facilitar a apreensão nesse período a qualidade ela esta muito associada somente ao contro de produtos Ou seja a conformidade né Se o produto tá conforme ou se ele tá não conforme então isso era muito muito básico né ainda era muito muito precário dizer que uma coisa é boa uma coisa é ruim uma coisa é boa outra coisa é ruim e aí a gente viu a necessidade de evoluir nessa questão do que é a qualidade e em 1930 o controle estatístico da qualidade
ele foi uma segunda fase dessa evolução contínua tá então durante os anos 30 eh inicia-se o controle do processo produtivo de redução de erros e desperdícios E aí nesse momento a gente vai usar a estatística como uma forma mais eficiente a fim de que a gente possa identificar possíveis desos de qualidade e identificar essas causas Tá certo então esse vai ser o segundo momento dessa evolução da qualidade mas aí a gente viu que também não tava marcando tudo não tava abrangendo toda a necessidade de oferecer um serviço bom no serviço de excelência E aí a
gente foi para uma outra fase a gente evoluiu lá em 1950 né 20 anos depois a gente já conseguiu trabalhar no Japão Tá certo que depois foi expandido paraas empresas norte-americanas eh a era da gestão total da qualidade e o objetivo primário ia ser eh desse momento é prevenir Tá certo eh a gestão de erros tá certo e envolver todos os grupos de colaboradores nos processos organizacionais por meio de uma visão sistêmico colaborativa Então o que antes era feita só a nível de gestão agora tava sendo desdobrado também para todos os outros níveis operacionais Só
que ainda assim a gente não tinha chegado no momento que a gente fosse a marcar a totalidade do que poderia ser oferecido como bom como adequado e em 1970 a gente chegou à gestão estratégica da qualidade que é o nosso modelo atual Tá certo nesse momento eh a gente passa a utilizar estratégias estão associadas à qualidade visando objetivos de longo prazo né Antes era só de curto prazo era só conformidade não conformidade às vezes a gente só olhava para trás e só olhava a estatística aí depois a gente passou a desdobrar com os colaboradores e
agora não agora a gente tá tendo objetivos de longo prazo e essas regras né na utilização das práticas gerenciais elas devem ser associadas Principalmente ao L institucional que é a missão visão e valores da instituição Tá certo então a gente chegou nesse nível da qualidade em que todos estão envolvidos em que não só a gestão tá mas como também todos os colaboradores e isso tá sendo desdobrado em forma estratégica isso tá sendo desdobrado Com base no que aquela instituição tem por propósito né que é esse mvv eh dentro da área da saúde a qualidade ela
vai acompanhar tempos ainda mais remotos né isso aqui que eu falei foi muito do CH de fábrica Tá certo foi o que na indústria funcionou mas a gente sabe que na saúde isso vai sendo desdobrado há muito mais tempo até antes de Cristo com o pai da Medicina Hipócrates que ele escreveu na verdade que ele falou a célebre frase prima não nascerem né ou seja primeiro não causar o dano posteriormente Tá certo então o Hipócrates ele já veio com essa já surgiu né o paninho ele já surgiu observando B base da qualidade né ou seja
não vamos causar o dano primeiramente e depois a gente vai tentar tratar a gente vai tentar curar né e e demais situações pertinentes posteriormente no século X na guerra da Crimeia existe uma enfermeira chamada Florence n scale Nil perdão ela foi fundadora da enfermagem moderna Tá certo e a observar condições precárias dos Soldados feridos ela implementou o primeiro modelo de melhoria contínua em saúde que ele foi pautado na segurança na priorização da segurança dos Soldados da guerra da criméia como um fator fundamental para oferecer um cuidado com base em boas práticas né então ela observou
que eh soldados que estavam sendo de alguma forma tratados sem antes eh o o o o médico ou o Enfermeiro lavar as mãos ele estava tendo maior decorrência de infecções Então ela foi começar a trabalhar o primeiro modelo de melhoria né ou seja vamos incrementar a lavagem de mãos para que a gente diminua a quantidade de eventos relacionados aos nossos soldados aos nossos pacientes então a enfermeira Florence ela foi a primeira né dentro desse Marco da idade moderna que trabalhou esse modelo da qualidade e segurança do paciente posteriormente lá por volta de 1990 já mais
próximo né dos nossos tempos eh um outro é escritor muito conhecido né um uma pessoa que foi um Marco também na qualidade o Dona abian o a vengas dona beian ele foi um outro mestre da qualidade que propôs um modelo sistêmico pautado nessa Tríade de estrutura e gestão e processo de estrutura processo e resultado que eu vou falar um pouquinho mais na frente sobre cada um deles o donal deian gente ele também foi muito sorteiro ao definir que a qualidade ela ela é basicamente a obtenção dos maiores benefícios com os menores riscos ao paciente também
atrelando-se ao menor custo então ele trabalhou não só os benefícios e os menores riscos Mas ele também trabalhou a gestão financeira nesse conceito então ele trabalhou eh Além disso principalmente os sete pilares da qualidade Tá certo que eu vou apresentar aqui para vocês uma forma mais criteriosa gente o primeiro Pilar ele se trata da eficácia ela é o resultado do Cuidado obtido na melhor situação possível enquanto que o outro Pilar segundo a efetividade ele é o resultado do Cuidado obtido na situação real na situação fática que o paciente se encontra a eficiência por outro lado
ela inclui o conceito do custo ela tem que tá apelada a qualidade porque se trata de medidas de cuidado de saúde Igualmente eficazes e efetivas tá a acessibilidade é o quanto Cuidado se adapta aos desejos aos expectativas e aos valores do paciente né Eh o PR é a legitimidade ela é a aceitabilidade sobre o ponto de vista da sociedade a otimização é o custo relativo quanto ao custo do ponto de vista do paciente e por fim a gente também né Tem como sétimo Pilar do Dona Ban A otimização ou perdão a satisfação do usuário que
é também chamada da aceitabilidade e igualdade de distribuição do cuidado é como eu tô passando aquele pediatri paciente e se ele realmente está satisfeito com aquele serviço oferecido a nível de tratamento eh a gente também perpassa né nesse histórico da qualidade por alguns documentos muito essenciais o primeiro deles que foi um Marco muito importante foi de 1990 eh foi o relatório to is Human buing a Safe Health care System ou seja né na intrução livre Errar é humano construindo o sistema de saúde mais seguro Gente esse relatório ele teve Impacto Tão significativo no campo da
Saúde especialmente no que se refere à Segurança do paciente que ele abordou a prevalência de erros médicos de eventos adversos de mortes evitáveis no cuidado nos Estados Unidos tá ele ele tem um relatório apenas aía estad mident eh e alguns pontos Chaves desse relatório ele incluia por exemplo eh Estimativa de mortes evitáveis né então o relatório ele chocou muito ao estimar que dezenas milhares de mortos acorram anualmente nos Estados Unidos devido a erros médicos que evidenciava essa necessidade urgente de melhorar a Segurança do Paciente também o relatório tratou eh sobre a ênfase na prevenção de
erros né que destacando também a importância eh de mudanças sistêmicas para prevenir esses erros médicos sugerindo que o poco não devia est em culpar os indivíduos mas sim projetar esses sistemas mais seguros né trabalhar de uma forma gerencial e Eh ele também falou um pouco sobre as recomendações de melhoria né O que é que se recomendava para melhorar o sistema de saúde né em relação a esses erros médicos a necessidade de uma cultura de segurança aprimoramento de processo de comunicação entre Profissionais de Saúde né que é a comunicação efetiva que é uma das metas internacionais
de Segurança do Paciente investimento em tecnologia educação para Segurança do Paciente enfim né ele trou vários pontos que foram desdobrados né tanto a nível estadunidense como também teve um impacto muito Global desse relatório influenciando até políticas de saúde em diversos países incluindo o Brasil né onde a gente trabalhou iniciativas e políticas para melhorar a segurança do paciente em relação a essas recomendações eh em 2008 a gente teve o relatório né de cuidados de saúde primária agora mais que nunca tá esse relatório ele foi um relatório publicado pelo Ministério da Saúde e pela OMS com essa
temática e além de de apontar perdão a importância da atenção primária à saúde no sistema de saúde ele também sinalizava a falta de Segurança do Paciente nesse nível de atenção com uma limitação à prestação desses cuidados a Segurança do paciente amplia seu escopo na APS mais fortemente em 2012 tá eh não não foi exatamente posteriormente ao relatório da da ons mas lá por volta de 2012 um pouquinho antes do programa nacional de segurança paciente eh foi ampliado esse escopo mas aí vem um dos Marcos mais importantes na história do Brasil em relação à Segurança do
paciente que é o relatório o relatório não o programa nacional de Segurança do paciente que foi utilizado para qualificar os cuidados em todos estabelecimento de saúde e fomentar eh a formação de Recursos Humanos tá eh a própria criação também das agências reguladoras né Eh por exemplo a MS a Anvisa ela também V vão se confundindo um pouco nesse desdobramento da Segurança do Paciente nesse amadurecimento da da nossa sociedade né do Brasil no que diz respeito a essa qualificação desses serviços essenciais que vai acetar uma segunda menção de estado em que a gente vai ter o
compromisso de disponibilizar de forma equitativa as garantias de qualidade de vida respeitando os princípios jurídicos de medido existencial e a reserva do possível então tudo isso também vai est acelado até essa questão eh legal a essa questão eh do próprio direito que ele traz como essencial como um serviço essencial mas não só essencial como também de qualidade e seguro tá E aí né já que a gente tá falando um pouquinho sobre essa questão da legalidade a gente tem que também tem que entender também pessoal Quais são as legislações e as normativas mais pertinentes a essa
temática que a gente tá tratando hoje eh O que que o que que a gente pode trazer assim como como Marcos prioritários no Brasil perdão a nossa legislação ela tá muito relacionada à qualidade de Segurança do Paciente Principalmente quando do início do SUS Tá certo Um dos uma das principais regulamentações que a gente tem é a lei 880 né 880 de 1990 que vai estabelecer as diretrizes do sistema único de saúde no Brasil essa lei vai assegurar o acesso Universal o acesso igualitário né Eh incluindo ações de promoção proteção e recuperação da saúde além de
prevenir a organização e o funcionamento eh com base nas responsabilidades da instituições das instituições de saúde para com o paciente posteriormente já no ano seguinte eh a lei 8159 eh a política nacional de arquivos públicos e privados tá eh essa lei surgiu ela não traz um marca bolsa apenas para o SUS mas ela também traz para diversos diversas outras frentes eh da indústria do Comércio por quê Porque ela fala um pouco sobre a questão da gestão documental e a gestão documental pessoal ela acaba sendo um dos desdobramentos que o Dona abedian que falei no início
da nossa aula traz como interface da qualidade e considerando que a gestão de documentos é um conjunto de documentos e operações técnicas referentes à produção tramitação uso avaliação e o arquivamento em fase corrente intermediária eh a gente tem alguns pontos Chaves dessa lei que eu apontei aqui no Nossa na nossa no nosso slide para que vocês possam ter mais ou menos eh Quais são esses pontos Chaves que a gente precisa trabalhar na nossa instituição por exemplo a definição de arquivo Tá certo ou seja a gente vai estabelecer o que são considerados arquivos públicos ou privados
e a importância da Preservação a gente precisa ter essa essa observância esse olhar essa Ótica mais acurada dos nossos arquivos doos que estão atualizados que precisam estar atualizados os que estão em revisão os que não estão mais em ordo né como é fo feito por exemplo eh a questão do descarte do do do arquivo eh também a questão quando acesso a informação ela é muito importante uma vez que vai determinar o acesso aos documentos de arquivos públicos eh para o cidadão ou para o colaborador Tá certo preservação também né Ela é uma das diretrizes eh
da questão do patrimônio documental que informma S de proteger conservar e divulgar os documentos as responsabilidades dos órgãos né vai definir as responsabilidades dos órgãos eh eh em relação à preservação e o acesso dos documentos enfim essa lei ela vai trazer uma um dos pilares né que o Dona V havia falado Em outro momento que é a questão da gestão documental tá v v orientar que essa lei ela é fundamenta para garantir a memória documental tá eu tô falando da lei da lei de de arquivos eh uma vez que é essencial a gente trabalhar essa
questão da Transparência do contabilit das instituições públicas e privadas então ela vai servir também como base de criação das políticas e práticas de gestão de documentos nas diferentes esferas do governo mas também em organizações privadas aqui no Brasil tá Então essa é a importância para que a gente possa reriz manuais políticas procedimentos operacionais padrão de forma que esses processos devem ser seguidos de forma eh a garantir esse atendimento seguro né tratamento esse atendimento eficaz eficiente ao nosso eh usuário de serviço de saúde eh a portaria posteriormente em 2009 eh surgiu a portaria que instituiu eh
a o sistema de notificação de investigação em vigilância sanitária tá que é o v deic a portaria 1660 no âmbito do do snvs com parte integrante do SUS foi criado devido à necessidade de promover a identificação precoce de problemas relacionados a serviços e produos sobre vigilância sanitária né que são comercializados ou não a fim de eliminar ou Minimizar os riscos decorrentes do uso desses produtos desses insumos em 2001 aí vem um Marco mais important não o marco mais importante mas fo um dos Marcos mais importantes né que é a questão da resolução da Diretoria colegiada
da Anvisa 63 né a 63 que dispôs sobre as boas práticas de funcionamento para os serviços de saúde tá eh posteriormente em 2016 você estão vendo que é um encadeamento de leis que foram sendo trabalhadas no Brasil para que a gente chegasse hoje nesse sistema mais seguro nesse sistema de maior qualidade né em 2013 o ministero da Saúde ele instituiu a portaria 529 tá 529 que instituiu o programa nacional de Segurança do paciente que eu vou chamar a partir de agora e pns e ele tem por objetivo qualificar né o cuidado em saúde de todos
os estabelecimentos eh do território brasileiro Tá eu vou depois trabalhar um pouquinho mais a fundo o pnsp mas a gente eh já pode ter ele como um dos documentos mais fundamentais para trabalhar nas nossas unidades Tá certo eh a portaria 1377 também do mesmo ano do do pnsp aprovou os protocolos básicos de Segurança do paciente tá essa Portal também é muito importante por pessoal os Os Protocolos de segurança paciente eles muitas vezes são desdobrados com maior força em unidades de saúde secundárias e terciárias entretanto na né na atenção primária à saúde é essencial que a
gente Observe de alguma forma essas metas internacionais de Segurança do Paciente eh essas metas ou protocolos básicos né da Organização Mundial de Saúde eles devem ser elaborados e implantados na prática Tá certo então não basta dizer que ela tem um documento a gente precisa que isso vire cultura organizacional e fando quais são né esses esses protocolos né Essas metas internacionais de segurança é a prática da higiene das mãos é a questão da cirurgia segura e se não se trabalha eh questões de pequenos procedimentos cirúrgicos na TS às vezes também a questão eh do tratamento odontológico
que envolve algum tipo de método mais invasivo eh a segurança na prescrição e administração de medicamentos a identificação correta de pacientes que mais na frente eu vou também trabalhar um caso concreto fo a nível hospitalar mas que também pode ter desdobramentos a nível de atenção primária a comunid efetiva né que eu já tinha falado também nos estabelecimentos de saúde e por fim a prevenção de quedas e de lesões por pressão a gente sabe que lesão por pressão ela ela geralmente é em serviços com com internação Mas a gente pode também também perdão trabalhar na questão
da Saúde eh no atendimento domiciliar Tá certo Maso aí a gente também vai ter uma outra aula só para falar sobre os protocolos de segurança por fim pessoal Seguindo aqui nessa Organização das nossas eh leis e documentos legais que estão relacionados à Segurança do Paciente eh vem o nosso Marco que é a RDC 36 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária a resolução da Anvisa ela vai dispor sobre boas práticas em Serviços de Saúde e vai abordar questões relacionadas à prevenção de infecções hospitalares cuidar com a higienização dos equipamentos de saúde entre outros aspectos relacionados questa
Segurança do Paciente a rc36 ela vai estabelecer requisitos de para implantação e funcionamento do Serviços de Saúde ela abrange desde hospitais até clínicas ambulatoriais Laboratórios e de Patologia eh estabelecimentos de saúde de atenção primária e vai focar principalmente na prevenção e controle de infecções Mas não é por isso que a gente vai deixar de trabalhar pelo contrário aí que a gente vai trabalhar de uma forma mais L Quais são os principais aspectos né que eu coloquei aí que foram abordados pela r é o núcleo de Segurança do Paciente o plano de Segurança do paciente e
a obrigatoriedade de notificação de eventos adversos a RDC 36 ela foi crucial pra gente garantir a Segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde porque a gente estabeleceu padrões e diretrizes que devem ser seguidos por todas as instituição de saúde do Brasil visando a prevenção desses problemas relacionados a Sá e também a promoção de um ambiente mais seguro para pacientes profissionais da saúde tá bom eh a a gente vai pro próximo ponto né que é a qualidade no serviço de saúde gente eh a busca da qualidade no serviço de saúde ela vai decorrer
da necessidade de redução dos riscos do avanço das tecnologias aplicadas Nesse contexto tá assim como a ampliação do acesso à aos diversos níveis de complexidade do sistema questão nas últimas décadas mas aí até o presente momento não existe um conceito uma definição da qualidade que seja de ampla divulgação mas o que que a gente pode dizer a qualidade é e assegurança paciente é a forma de instrumentalizar a a de instrumentalizar a organização de saúde de tal forma que seja assegurada ao paciente que toda a organização seja voltada para a maximização dos cuidados e benefícios bem
como a minimização dos riscos relacionados à assistência à saúde tá certo eh a gente apesar de não ser um conceito que é fechado né digamos assim a gente tem vários autores que trabalham vários conceitos eh é importante a gente tentar trabalhar pelo menos esse conceito que eu trouxe aqui a fim de implementar uma cultura de qualidade Tá certo para que a gente queja uma qualidade organizacional e não só pessoal né de eu trabalhar isso com os meus colaboradores Mas eu também desdobrar isso a nível organizacional a nível institucional eh uma vez que eh a relação
da qualidade o risco ela acaba sendo inversamente proporcional tá então quanto mais qualidade a gente tem menores são os riscos na prestação do serviço tá a gente sabe que os riscos eles não Nunca Serão zero né Por mais que a gente coloque diversas e diversas Barreiras sempre vai haver a possibilidade de ocorrer o risco mas de ocorrer o risco e o evento né que eu vou um Pou mais na frente falar um pouquinho sobre a diferença de risco e evento de risco e perí mas a gente tem que tentar sempre trabalhar para otimizar a qualidade
e reduzir a possibilidade de riscos Tá certo eh trazer a a qualidade em uma instituição vai formalizar esse compromisso de todos os colaboradores para com os usuários para com os pacientes os familiares em relação à questão da Excelência tanto na disponibilidade dos recursos como também na disponibilidade dos nossos serviços eh a qualidade deixa eu passar próximo a qualidade ela foi trazida principalmente pelo Dona abedian como eu falei né naquele no no modelo atual que a gente tem que que é da gestão estratégica eh mas a ideia de mensurar eh serviço de saúde ela começou a
ser desenvolvida eh antes daquele período Tá certo então o Dona Be já tentava trabalhar isso não era amplamente difundido como é hoje mas era ele tentava trabalhar isso nas suas instituições então lá em 1990 Don na abian ele tentava nos Estados Unidos trabalhar essa abordagem e essa abordagem ela era pautada nessa Tríade que eu citei no início da nossa aula e é a Tríade dona besiana de estrutura processo e resultado Tá certo eu botei a estrutura como base porque ela acaba sendo eh os meios né materiais e sociais que são empregados para proporcionar a prestação
de cuidados em Serviços de Saúde eh são os equipamentos eh capacitação o ambiente a organização gestão de pessoas tudo isso é estrutura é base lá é Alice tá o processo ele tá naquele meio Tá certo ele é ele vai ter os métodos de diagnóstico e tratamento os os utilizados na prestação de cuidados os métodos né também os métodos destinados a obter por exemplo uma cirurgia segura né o checklist de cirurgia segura ele é um método então ele é parte do processo eh isso são os procedimentos administrativos e de comunicação com o paciente para a continuidade
do Cuidado entre os níveis de atenção né então isso faz parte do processo então ele tá na aquele digamos perdão pelo pelo termo miolo né ele tá dentro entre o resultado e o e a estrutura Tá e por o resultado eles vão est os resultados eles podem ser diversos Mas eles vão est principalmente pautados na promoção de uma boa qualidade de intervenção no serviço de saúde e o objetivo da essência é estar livre de eventos adversos a gente sempre vai estar livre não vai mas a gente a vai trabalhar para que esse ambiente de saúde
esteja livre tá em o o iom é o institute of medicine dos Estados Unidos ele definiu os seguintes componentes fundamentais para a qualidade do serviço de saúde segurança por que segurança evitar danos ao paciente acesso a tempo evitar demoras e atender aquele paciente em tempo oportuno principalmente se a gente estiver trabalhando com alguma urgência ou emergência efetividade lembra que a gente falou de efetividade do danian o Instituto aqui de Medicina dos Estados Unidos né ele também trouxe a efetividade no que Na prestação de serviços baseados em conhecimento científico a todos os que podem se beneficiar
destes e evitar prestar serviços aqueles que provavelmente não vão se beneficiar tá então e um pouco diferente do nesse caso mas ele também foi um dos pilares um dos componentes para qualidade de saúde que o Instituto de Medicina dos Estados Unidos trouxe em 2011 a Equidade de não discriminar pacientes né o próprio nome tá dizendo a gente vai tratar todos pacientes de forma igual todos os pacientes que são iguais vai tratar de forma igual e os desiguais vão vão ser tratados desiguais na medida de suas desigualdades Tá certo então eu vou oferecer situações específicas para
pacientes específicos e pacientes que são que tem essa possibilidade mais Ampla eles vão ser tratados de forma igual também e a eficiência né que é a questão da prevenção do desperdício de equipamentos suprimentos eh energia Enfim tudo isso eh tá muito relacionado à gestão financeira né que a gente não tem tanto contrato mas é importante a gente ter esse conhecimento atrelado a da qualidade e também por fim não menos importante Pelo contrário né o mais importante eh a qualidade ela tem como componente fundamental a centralização do do paciente né ela tem que estar centrada no
paciente ou seja deve responder às necessidades do paciente e também até da sua família tá eh a fim de oferecer aessa assistência mais centrada no paciente devem ser envolvidos pelo menos eh cinco princípios básicos a questão eh do respeito tá respeito à preferências do paciente as peculiaridades do paciente o poder de decisão tá certo o paciente ele vai ter direito de tomar decisões eh referentes tanto ao Cuidado que ele vai receber como também a tudo aquilo vai afetar a sua vida por isso que muitas vezes a gente bate muito eh na tecla da necess e
até no respaldo do colaborador eh oferecer para determinados procedimentos o termo de consentimento do paciente porque é um direito do paciente né o poder de decisão dele como também é um dever do profissional informar sobre isso tá sobre o procedimento sobre po Enfim tudo isso eh acaba sendo essencial para que a gente respeite a a questão eh do cuidado centrado no paciente envolvimento dos pacientes na política de saúde a gente sabe que apesar de de a nossa sociedade ela não ter esse conhecimento muuito profundidade qualidade Segurança do paciente mas mesmo assim a gente tem que
trazê-los para se envolver nessa questão das políticas de saúde tá Mesmo mesmo que a gente saiba que nem sempre há eh essa questão eh do esclare ento a gente tem que tentar trabalhar isso diariamente o acesso e o apoio né então o paciente ele deve ter também o eh a questão do acesso e apoio em relação aos tratamentos os cuidados preventivos as atividades de Promoção e a informação né que também tá muito atrelada a questão do Poder de decisão eh né a disponibilização de informações ela tem que est precisa tem que tá claro tem que
estar eh tá disponível né também ao paciente e se esse paciente For Capaz dos seus cuidadores para que eles possam tomar as decisões com base nesses dados Tá certo então a gente eh tem que que bater muito nessa nessa tecla justamente por conta eh da necessidade desse cuidado centrado no paciente então Eh esses pontos são os pontos mais chav para que a gente possa alcançar esses resultados gente a questão da avaliação da qualidade e Serviços de Saúde tá eh na América Latina e eh a gente tem diversas formas de avaliar a qualidade do Serviços de
Saúde tá a gente uma das que a gente trabalha mais é a questão da acreditação Uno mas também a gente tem a questão do licenciamento tá que é referente a autorização para o funcionamento mediante verificações verificação de padrão mínimo de Segurança do paciente e proteção a saúde de pessoas pela vigilância sanitária que é o que a gente chama de alvará sanitária né Eh a certificação né ela vai eh por exemplo a certificação ISO né que se estabelece eh que a organização cumpra esses requisitos normativos estabelecidos por normas que são eleitas em marcas normativas tá então
a gente tem a ISO né como eu falei tem também a eh OAS né Ox 18001 Se não me engano é esse número então são certificações também que vão acabar avaliando serviços de qualidade tá e a acreditação tá A acreditação ona ela eh é um termo na verdade é acreditação né acreditação ela significa uma avaliação periódica voluntária e reservada para que a gente reconheça padrões de excelência de resultados e processos para estimular uma cultura de melhoria contínua de qualidade tá então eh a gente tem várias formas de acreditação mas a que a gente tem mais
fortemente no Brasil é a questão da tá certo é un hospital e ambulatorial tá eh e no Brasil a gente também tem em 2011 veio o programa nacional de melhoria do acesso da qualidade da atenção básica que é o pmac né pmac final AB tá o pmac que é o programa de melhoria do acesso à qualidade ela Visa incentivar gestores e as equipes a melhorar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos aos territó ao cidadão do território por meio de um conjunto de estratégias de qualificação acompanhamento e avaliação do trabalho das equipes de saúde tá
certo o o f Ele é bem assim bem simples bem objetivo tá por isso que eu não vou me adentar muito a ele eu vou falar um pouquinho mais sobre A ona porque ela é um pouco mais complexa tá eh a organização Nacional de acreditação ela ela acredita né acreditar é você dar credibilidade tá ela acredita instituições de saúde primárias secundárias e terciárias por meio de avaliações e manutenções periódicas e certificação né nessa nessa imagem que eu coloquei aí você estão vendo os três níveis né de certificação a gente tem o nível um que é
o acreditado o nível dois que é o acreditado pleno e o nível TRS que é o acreditado em com excelência tá então desde 1999 né a gente acha que é uma co muito recente mas a on ela já vem trabalhando há algum tempo a organização Nacional de acreditação ela trabalha para que essas instituições brasileiras adotem práticas de gestão e assistência que leve a melhoria do Cuidado ao paciente eh aqui eh eu tô falando um pouquinho sobre como é o cálculo tá eu não vou aprofundar muito eu vou explicar bem por cima mas é um cculo
um pouquinho complexo que eu vou tentar trabalhar aqui com vocês mas não se preocupem porque isso aí fica com os eh certificadores da ONU tá isso fica com os avaliadores deles não fica com a instituição essa avaliação Para uma instituição ser acreditada gente o estabelecimento ele vai precisar cumprir uma série de exigências e normas impostas pela instituição acreditadora vocês lembram dos três níveis o pleno acreditado e acreditado com excelência pronto o acreditado pleno para ele ser o nível um ele vai ter os requisitos totais e os requisitos Có tá os requisitos totais que são aqueles
aquela totalidades requisitos ele vai ter que atingir conformidade entre o 80% e 84% tá ele tem que ser maior de 80% ou menor ou igual a 8 84% Por que maior ou igual ou menor ou igual porque se ele for menos que isso ele não acredita se ele for mais que isso ele vai para o nível do de acreditado Tá e vai ter também não só dos requisitos totais mas existem requisitos cores que são requisitos essenciais são requisitos básicos que a unidade ela deve ser conforma e dos requisitos são os que a puxa mais ele
vai ter que ter 90% ou mais de conformidade para conseguir acreditação plena para ser acreditado em nível dois né que é o nível superior ainda a nível ele vai ter que ter por de 85% ou mais tá de requisitos totais conformes e do Core a mesma coisa do acreditado Pleno 90% ou mais tá e o nível TR acreditado com excelência qual a diferença é porque nos requisitos totais além de ser maior ou igual a 85% e no maior ou igual a 90% para nível 1 e nível do existe também a aplicação de uma gradação de
um checklist nível três e nesse checklist de nível três vai ter que ter conformidade de pelo menos 80% dos requisitos totais 80% ou mais e do Core 90% ou mais dos requisitos eh de nível três então além de aplicar os list nível um e nível dois vai aplicar também o de nível três Tá certo se a figura que eu coloquei aqui ele é um manual ele é parte do manual de brasileiro de acreditação tá se a gente pegar esse manual e tirar só subseção das APS né de atenção primária à saúde a 2.19 se a
gente tem uma uaps que pode ser certificada a gente só pode certificar ela em nível um ou dois por que S moda porque numa Brasileira de acreditação a gente só tem nível pleno e nível acreditado para atuan a gente não tem nível com excelência isso impossibilita que a gente busquem em novos manuais fazer essas atualizações para conseguir níveis mais eh de maior qualidade não mas nesse momento o manual Bras de aplicação at ele só conta para ats com nível um e dois para ser acreditado de acordo com a Ona tá o padrão nível 1 Ele
conta com 40 requisitos totais lembra que a gente precisava ter 85% Deixa eu voltar para vocês verem 85% ou mais de requisitos totais para ser certificado para ser acreditado então 40 % ou 85% desses 40 requisitos ele vai dar um total de 32 requisitos tá Para Ser acreditado nível um totais Então a gente tem se a gente for acreditar uma unidade de atenção primária Nossa a gente vai ter que atingir 32 requisitos conformes e cor a gente tem seis 90% de seis é feito então vai ter que ter agem todo mesma coisa também no padrão
nível dois acreditado pleno o acreditado pleno ou acreditado né o acreditado ele é 85% ou mais de 90% do có então 85% desses 15 requisitos dá desses 15 não desses 45 perdão dá um total de 34 conformidades Tá certo porque eu vou somar para nível 1 e nível dois e desses requisitos quatro são coros 90% de quatro é quat então eu vou ter que ter conformidade em todos os requisitos Core da minha avaliação pela on o tema Segurança do Paciente ele vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Anvisa desde a sua criação cooperando com a missão da
vigilância sanitári de proteger a saúde da população e intervir nos Riscos advindos do uso de produtos e dos serviços a elas sujeitos por meio de práticas de vigilância de eh contrle monitoramento de serviços de saúde regulação né também que a gente tá que uma via regula e uso de tecnologias que são disponíveis pro cuidado podemos dizer nesse caso que a Segurança do Paciente ela vai ser definida com a redução a um mínimo aceitável Lembra que eu falei que não tem como a gente eh mitigar 100% a gente tem como só reduzir então é a redução
ao mínimo aceitável do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde a segurança ela é uma das dimensões da qualidade do Centro de Saúde eh sendo que a qualidade e a segurança são atributos indissociáveis tá então el sempre vão estar Unidas portanto elas devem ser trabal trabalhadas em consonante uma com a outra por exemplo eu como gerente da qualidade eu não consigo dissociar a qualidade da segurança Então para mim qualidade e Segurança do Paciente elas vão caminhar juntas sempre o sistema de saúde Ele eles diminuem eh um risco a um mínimo aceitável de dano
para que eles este sejam irremediavelmente aumentando a qualidade dos serviços então quando eu diminuo o risco e eu diminua a questão eh dos perigos e dos eventos relacionados à assistência eu vou est eh de uma forma de outra impactando na qualidade da prestação dos meus serviços Por isso que eu digo que eles são intimamente relacionados não tem como de social eh em 2002 eh ocorreu a 55ª assembleia Mundial tá ela especialmente teve um alto custo eh porque ela ela trabalhou principalmente a questão do alto custo dos eventos adversos que certo que foram provocados eh e
em 2004 a aliança Mundial pela Segurança do paciente tá certo em 2004 aconteceu Essa aliança eh para que a segurança paciente tivesse definições suas diretrizes e estratégias tá para que a gente pudesse sen vai divulgar práticas promotoras da Segurança do Paciente tanto a UMS quanto o o fórum fórum Nacional de qualidade o National quity Forum eles consideraram a cultura de segurança como indicador básico que vai favorecer a implantação das boas práticas em Serviços de Saúde além de uma utilização efetiva de outras estratégias tá tais como por exemplo a notificação de eventos ou de incidentes e
a aprendizagem com os problemas de segurança que eu vou falar também um pouquinho mais na frente sobre a questão da notificação a promoção da cultura de segurança ela deve possuir ênfase no aprendizado e aprimoramento or acional tá é o engajamento dos profissionais dos pacientes da Preservação na prevenção de incidentes eh desta sistemas mais seguros evitando processos de responsabilização individual Então essa cultura ela vai ter que est ali cercada em três pilares né esses três pilares é o de Cultura justa a cultura de relato de modificação e a cultura da aprendizagem contínua O que significa cada
um desse tipos de cultura que alicerça a Segurança do Paciente a promoção dessa cultura de Segurança do Paciente a cultura justa pessoal ela tá muito relacionada à questão da não punição pessoal tá então a gente não vai punir as pessoas de forma pessoal a gente vai tentar identificar as falhas de processo e não punir por erros ou falhos mas a gente tem obviamente violação não vai ser tolerada mas aí a gente vai tentar trabalhar os processos que de alguma forma eles não estão Seguros então a gente não vai punir a pessoa que errou que teve
alguma falha ou um quase erro a gente vai tentar trabalhar os nossos processos a cultura né do relato eção ela tá muito relacionada à questão da necessidade da da consciência de notificar eles sem ter medos de culpa punição já com base na questão da cultura justa se eu notifico um erro e eu sei que a pessoa vai ser punida eu não vou querer mais notificar erro nenhum mas se eu tiver uma cultura justa que não é pautada no indivíduo mas nos processos e eu fizer o o relato ou a notificação do evento eu tenho eu
tenho possibilidade de me resguardar de e de saber que de fato o erro ele ele não foi eh uma violação né uma violação ética ou uma violação de Conduta Mas ele foi realmente um erro que poderia ter sido evitado e que aí a gente tem que ver os nossos processos para tentar melhorar e a cultura de aprendizagem contínua né Eh os erros eh eles tem que ser conhecidos tá eles devem ser conhecidos E além disso a gente tem que investigar a gente tem que buscar as melhores soluções e implementar planos de ação para que esses
erros não aconteçam novamente sendo posteriormente controlados os seus efeitos né então a gente vai est eh tendo que ter essa observação de de uma forma histórica né a gente tem que observar ele com o passar do tempo para saber se aquelas ações elas ainda estão tendo impacto no na na nossa vida atual eh e a melhoria e a manutenção da cultura de segurança ela também pode ser alcançada por meio eh do desenvolvimento do cistos de liderança né onde os nossos líderes eles vão acabar sendo engajados envolvidos no processo a realização periódica de Cultura de segurança
tá existem avaliações periódicas que são feitas a nível Nacional tá então dentro do Brasil existe já eh Existem várias pesquisas de Cultura de segurança Eh esses resultados da pesquisa eles têm que ser informados né para que a gente consiga trabalhar fragilidades promover trabalho em equipe com info trativo sistemático né Eh e também a identificação e a redução dos riscos e perigos relacionados à Segurança do Paciente por meio desse Enoque contínuo da prevenção eh dos danos Tá certo h