Ok. Alô, pessoal, divirtam-se. >> Obrigado, gente. Bom dia. Tudo bem? Bom dia. >> Ele é dia, né? 11 11:15 ainda. Eu sou o Henrique, ele é o Celson. Tard a gente aqui vai participar de uma pesquisa que a gente chama de pesquisa qualitativa, tá? Só explicando para vocês mais ou menos o que, do que que vocês estão metidos, no que que vocês vão participar. A maioria de vocês já falou assim: "Ah, eu não acredito em pesquisa". Nunca ninguém me parou na rua para me perguntar nada. Esses resultados, essas pesquisas tudos, tudo mentira. Então, existe pesquisas
sim, né? Elas elas são realizadas, mas imagina numa população em campos, por exemplo, né? você às vezes ser abordado na rua num horário específico. Quer dizer, é muito é muito aleatório, um sorteio praticamente, né? Então, por isso que a grande maioria das pessoas nunca foi entrevistada. Essas pesquisas existem. Só que agora eu vou dizer o seguinte, essa aqui é 10 vezes mais difícil você ser chamada do que essa da rua. Então, se você nunca foi chamado para uma pesquisa na rua, você for chamado para essa aqui, é muito mais difícil. chamado por essa aqui. Você
alguém perguntar, ah, você já participaram de uma pesquisa qualitativa? Acho que ninguém que vocês conhecem ou muito pouca gente vocês conhecem vão dizer que vão participar onde eu participei. É muito difícil porque é um número reduzido, né? Eh, e acontece muito especificamente. Qual é a diferença? A a quantitativa, que é aquela da rua, vai chegar um pesquisador, vai fazer uma série de perguntas objetivas para você. você vai responder, ele vai anotar ali e depois vai levar para um lugar para compilar e aí vai sair um resultado, né? Um resultado quantificável, por isso que é a
quantitativa. Então, por exemplo, ah, você, qual a cor que você mais gosta? Você vai falar um vão falar azul, outros vermelho, outros amarelo. No final vai juntar aquilo tudo, vai codificar e aí vai ser um resultado. 20% gostam de azul, 30% gostam de verde, 40% gostam de amarelo. Então você tá quantificando aqui. Aqui não, aqui é a qualitativa. A qualitativa ela se propõe a entender o porquez coisas. Por que você gosta de azul? Por que que você gosta de amarelo? Por que que você gosta de verde? Por que que você não gosta de vermelho? Não
sai números. A gente não tá preocupado com quantificação, a gente tá preocupado com qualificação, que é entender os porquês. Então, por isso que se dá dessa forma, com um grupo ao mesmo tempo, conversando sobre um assunto e falando sobre esse assunto. Cada um vai ter uma opinião sobre esse assunto. E é isso que é importante, a gente entender a opinião de vocês. como é que vocês formam essa opinião? O que que vocês levam em consideração para ter uma opinião sobre um assunto? Quais são as motivações? Se se são coisas eh eh da formação individual de
cada um, se são atos do dia a dia que vai fazendo que a gente tome eh ideias sobre determinado assunto. Então, como é que eu escolho, como eu faço as minhas escolhas, quais são os referenciais? Isso é pesquisa qualitativa. Então aqui eu vou trazer temas, vou trazer situações e vocês vão dar a opinião de vocês. Não existe opinião errada, todas são certas. Por quê? Porque estão nas opiniões de vocês. Vocês podem divergir, ter opiniões diferentes, tem problema nenhum. Posso ter opiniões diferentes de um, de outro, do terceiro, o terceiro ter diferente do um, de outro.
Não tem problema nenhum. Importante pra gente é entender como é que vocês tomam essas decisões, como é que vocês, no que que vocês se baseiam, quais são as ideias, por que vocês falam as coisas que vocês vão falar, as opiniões que vocês vão dar. Então, que o que que é importante pra gente que vocês falem, falem, dê dê as opiniões, tá? Eh, eu vou sempre jogar uma questão outra questão e a gente vai falando de forma espontânea. Se eu sentir que alguém tá falando pô, eu vou e pergunto especificamente, mas a tendência natural é vai
deixar o tema aberto e as pessoas irem falando espontaneamente, tá? Então fiquem tranquilos. A gente tem esses dois captadores aqui, tá? E a gente tem essa câmera aqui. Eu aviso logo porque às vezes as pessoas não prestam atenção. Eles só vão olhar que tem uma câmera no na metade. Tá bom, né? Quando olha que tem uma câmera quer entrar até debaixo da mesa, se esconde, não dá mais uma palavra. Então a gente já fala logo. Relaxem, tem uma câmera aqui. A gente faz a gravação de áudio e vídeo. Para quê? Para depois na hora de
montar o relatório, não se perder nada. Antigamente, quando não existia essa tecnologia, ficava uma pessoa aqui com a uma canetinha notando tudo que falava. Um falava junto com o outro e o cara perdi isso. Então a gente perdia perdia muita coisa. Hoje em dia não, a tecnologia veio para nos ajudar. Então a gente consegue gravar tudo e não perde nada. Toda informação importante tá ali registrada para ser feita na relatório. Acabou o relatório, deletado áudio e vídeo. Então vocês não fiquem tranquilos, vocês não vão ter eh nada divulgado sobre vocês. De vez em quando a
gente passa por fantástico, né? Brincando. Então fiquem tranquilos que é deletado. Acabou o processo, tudo é deletado e vocês não ficam expostos em nada. Tá bom? Vou começar assim. Primeiro, eu vou eh até para facilitar, como eu falei, eu vou colocar sempre temas e as pessoas vão falando de forma natural, mas tem vezes que uma pessoa fala menos, não sei que, aí a gente precisa dar uma estimulada. Então por isso que eu queria essa surpresa o primeiro nome de cada um, que às vezes eu posso perguntar, tá? >> Daniela. >> Daniela. >> Stepan >> Stepan.
>> Nelma. >> Nelma. Eric Anderson >> Ariana >> Ariana >> Ta >> Rafael >> Rafael >> Laira Laira >> Laira. Então vamos começar, como é que viver em campos? >> Particularmente terrível. Terrível, >> sim. Um lugar sem oportunidades, >> um lugar que não te valoriza. Eu sou exemplo de morar 13 anos fora. Morei 13 anos fora para busca de oportunidades. Que em Campos ou você é concursado da prefeitura ou você é babaovo de político para você ter um RPA, entendeu? E assim vai sucessivamente. Oportunidades nenhuma. Aí fala: "Ai, Campus tá uma cidade muito perigosa." Óbvio,
investe em cursos profissionalizantes, investe no futuro de um jovem, não. Quando é ano de política, chega dentro das comunidades, oferece um chequinho, né? um cartãozinho boitacai para todo mundo ficar feliz e se encher de filho pro governo sustentar aquela família o benefício. >> Então eu acho horrível uma cidade que tem estrutura, >> que tem polos para ter indústrias, >> vive de routes de petróleo, abriu lá no Porto do Açu, né? Tem lá uma empresa onde precisa qualificação para tá trabalhando, mas eles dão oportunidade das pessoas de campus do Goita CAS daqui do município ter qualificação
para trabalho? Não. >> Eu sou um exemplo desse. Eu me formei em radiologia, me especializei tá um ano e não consigo serviço. >> Pois é. É, é a famosa técnica. Porque não tenho que ir com alguém. Seu currículo em campos é quem indica. Você pode ser a melhor profissional, você pode ter uma experiência curricular extra maravilhosa, mas se você não tiver o seu Q, você não entra. >> Verdade. >> Ou então você fica na porta de prefeitura. Você vê que o nosso prefeito maravilhoso abandonou, pulou do barco e deixou sacar Deus quem, né? Na prefeitura.
>> Fora a saúde, né? >> Os policiais, né? Para os trabalhadores >> e os vagabundos não são parados, né? Legal. É só >> a brit é só para parar. É motou, motoby. Agora vai para fav lá no Rio. Vagabundo. >> Hospital aqui não existe. Fchad é um deles. >> Horrível. >> HG você tem que brigar. >> Minha mãe tá com braço queada em casa porque não p minha mãe. >> Então para mim. >> Esses dias fizeram abrir de 5 horas da manhã na pabundo. 5 horas da manhã. >> Só trabalhador que tá saindo essa hora,
né? >> É >> nada. Campos é maravilhoso. >> Maravilhoso. Não é à toa que já tem um índio na entrada. É ótimo. Ótimo. Nem sei a cabeça da minha família quando veio parar aqui, que eu sou campista. Não parece, né? Mas sou. >> Detesto esse lugar. Detesto. >> Tirando todos esses problemas. Tem coisa boa. Então, >> para mim nenhum. >> Para mim também tem não. >> Infelizmente eu tenho casa. >> Quando era criança achava bom. Você faz o que da vida? >> Curso motoboy. >> Motoboy. Você tem vontade de ter um curso profissionalizante, um curso
técnico para você? Desde que vem vou começar a fazer curso paraal embarcar, né? >> Porém tem que ir para Macaé. >> Ó, meu filho. >> Mas não tem curso aqui. >> Aqui tem. Mas lá é Macaé de graça. Aqui você é de graça mesmo. >> Aqui não tem escola técnica >> municipal ou ou ou federal ou ou estadual aqui. Então >> tem, mas não consegue entrar com duas conversas. Não consegue verdade, >> tá? Não consegue. >> Deve ser concurso para entrar. Prova, tem que fazer prova ou você tem que ter um conhecido? conhecido, conhecido >>
hoje em dia mais indicação mesmo. >> É, >> Campos é a cidade que poderia ter tudo para ser evoluída, porque é o maior município, uma cidade que não é para ser assim a base de que porque todo mundo, né, tem a capacidade, todo mundo. Eu, por exemplo, eu estudei, especializei porque eu quero viver bem, quero ter meu emprego, mas cons >> Mas não tem nada de bom, você não tem nada aula, isso aí eu lógico. Você tem? Eu tenho. >> Fala. >> Simplesmente eu moro em Campos, nasci em Campos, mas eu não via Campos, eu
via mim. Então o que eu fazia por mim? Então eu fiz quatro universidades. A senhora tem uma identidade com campos, né? Eu nasci aqui. Sim. >> Mas eu olhava o espaços que eu estava vivendo. Eu queria ver a mim. >> Sim. >> Que eu poderia fazer por mim. >> Sim. Então, as quatro universidades que eu fiz, fiz aqui e fiz fora daqui. >> Não tem que ter >> trabalhei aqui, >> né? >> Trabalhei praticamente em todos os hospitais da época. >> Verdade. Uhum. >> Sou novinha, né? Então depois eu saí daqui e fui para Vitória,
trabalhei no Espírito Santo, Cariacica, fui pro sul. quatro universidades >> saiu por espontânea vontade ou porque teve que sair? >> Não, eu buscava melhor. >> Sim, pra senhora ver como o campus é horroroso. >> Eu voltei >> simalab tem que volta depois, >> né? Porque é em campos. >> Eu tentei ficar morando macar também. Eu fiz a prova. Entre. >> Voltei. >> Meu pai perdeu a vida dele na prefeitura de com 45 anos. >> Eu não perdi porque eu não olhava o governante. Eu sempre fui uma pessoa que olhava o que eu posso fazer com
e eu fazia. Eu estudava, fui para quatro universidades. Eu fico às vezes parada pensando o meu pai que não mais fo, minha mãe, eles tinham orgulho poria para estudar. >> Sim. >> A senhora trabalhou, estudou, passou no bom >> trabalhando, ganhou muito bem, graças a Deus tive quatro carros. A senhora já vem assim praticamente a sua família já deve ter vindo com uma estrutura familiar, uma base pra senhora poder, né, ter suas ter suas raízes, plantar >> com seu mérito, né, com seu esforço. Minha base familiar, meu pai e minha mãe, minha mãe era costureira
e meu meu pai ele era radialista e ex-combatente. >> Excatente. Quem tem pai aqui que foi um militar, um excombatente? Mas a gente foi pra Segunda Guerra Mundial. >> Ninguém, né? Aqui muito mal. O meu, o meu era, meu pai era mergulhador da Petrás aposentado. Eu gosto de gosto de falar. Eu e hoje eu recebi um telefonema do comando de oitavo pm, tá? Eu vou ser a minha idade, eu gosto de falar que tem idade. >> Eu dia 3 de novembro tô fazendo 80 anos. Tá jovem. Eu conseg 50 eu tô no lucro. >> Então
eu nunca vi a idade, eu vi a possibilidade. >> A senhora feliz? >> Sou. Eu tenho casa própria. É o meu pai. Eu sou feliz não porque é em Campos. Eu me fiz em Campus independente do prefeito. >> A sua vida toda em Campos. >> É, eu nasci aqui, né? Crescia monopolizado a família família garotinha. O >> que que você o que que vocês fazem em campos assim de lazer? O que que vocês fazem? >> Lazer aqui nesse lugar é só elear de gastar para falar vocêar com R$ 24 saquinho. Então qual é você faz?
Porque eu acho que tá acho não tá faltando serviço que estão indo pra rua roubar, matar e a gente sai para ter qual lazer? Se aonde a gente tá pode ter uma pessoa para vir para roubar, para matar a gente, a gente não sabe >> nem lazer. >> Melhor ficar em casa >> mas pra gente sair para ser roubado. Ainda bem que vocês que a motov pensamento porque outros por aí que não tem uma família boa para poder dar uma base a eles vai pra rua roubar. É o que mais tá >> acontecendo. Verdade. >>
Vadim. Agora eu tenho que ser grata. Eu tenho que ser grata. >> Uhum. >> O melhor que eu tive dentro em termos de prefeitura foi com os pais deles. >> Os pais desse prefeito >> é Rosinha e Garotinho. >> Mas isso tá muito >> é minha também doente para eles da outra. UBS da Penha. >> Eu fiz da UBS da Penha na época. >> Ela tem um carro de prefeitura. Ansios, tem que ser cursada. E aí entrou e melhor não segura nenhum. Os moradores da Penha até hoje um pouquinho só e tinha tudo que eu
via a pessoa não botar não é >> minha mãe entrou lá falar que não faltava remédio, não faltava nada só três meses fazend deixou mal chegou lá para trabalhar comigo >> problema do não podia escrever cardiologista aí eu não vai ficar comigo Eu também arrumei a salinha dele, botei tudo do lado que o braço dele funcionava. O sen agora vai trabalhar comigo. Aí quando chegou lá do braço seu trabalho e ficou final. >> Não faltava remédio, >> mas aquele que tava lá no final. >> É hoje porque eu até vi nos outros grupos, né, antes
de vocês, as pessoas, muitas pessoas dependem, né, assim, de trabalhar pela prefeitura. >> Não concursados. de empresa de aí as pessoas depositam todos coisa nesse trabalho que a prefeitura às vezes não tem condição de empregar 300.000 pessoas, 400.000 pessoas, que é o que trabalha que condição de prometer, velho prometer. >> Então é, >> é difícil realmente esperar tirar o concursado que tem estabilidade, né? >> A estabilidade do concurso eu gosto estatutária, né? É isso. Tem estabilidade. Mas quem não tem estabilidade e e trabalha por, >> qual o nome? R, não sei o que que vocês
falam aqui. RP, >> é, são contratações. Você tá sujeito é igual é igual trabalho de qualquer lugar, não é? >> De de de >> Não, mas prefeitura eles colocam você aqui, ó, no pau. Se tiver eleição, você não vota não. Você tá demitido. Você tem que votar. Nem vai saber qual eu voto. >> Aí, como é que vai saber? Você entra, você entra na urna sozinho. >> Então é, é uma, é uma, é uma, eu vou dizer o seguinte, é uma justificativa entre aspas, né, que as pessoas dão, né? Justificativa porque para mim assim, meu
pai foi dentro de prefeitura na época do governo de Arnaldo Viana, sem precisar muito. Arnaldo >> Sim, Arnaldo Viana que foi que faleceu, ele e Wilson Viana frequentava minha casa, minha família, >> minha família e de travessão de campos, né? A minha mãe tinha loja na Pilinca. Meu pai era funcionário público da Pobbras, ele era mergulhador. Ele aposentou por 43 anos e entrou nesse romo, porque a minha mãe tinha um conhecimento com Wilson, pessoas influentes aqui em Campos, com Paula Peri, que o marido dela era dono de uma boate aqui, picadilho circos, não sei se
alguém falar. Então, meu pai entrou nessa. Então, a gente, eu percebi ali, né, eu vivi essa vida que eu acompanhava que eles viviam na minha casa. na casa da gente. É assim, aqui você pode ter certeza, se você puxar o saco, você vai conseguir coisas surreais, >> sendo você sendo cafaixo de político. >> O seu pai não era, não era profissional. >> O meu pai era profissional, entrou nessa para perder a vida porque ele morreu trabalhando na prefeitura de acidente com 45 anos. E se tivesse mesmo alguma consideração, não precisava acionar a justiça do trabalho,
porque teve anos de carregando anos no processo judicial, porque ele perdeu a vida trabalhando. Ele era administrador do hospital de travessão. Por que queou esse cargo? Que ele puxou política para Arnaldo Biana, a qual a minha mãe veio pedir a ele para ajudar, porque minha mãe era muito amiga de Ilson. >> Mas seu pai era aposentado antes. Já tava aposentado. Ele Isso aí era um outro trabalho, né? É. Ah, sim. Ele era mergulhadora da >> Eu pedi para sair, >> entendeu? >> Porque eu fui chamada conseguir um trabalho como assistid social também. >> Também sua
outra cica Espírito Santo. >> Eu fui para lá. >> Pois é. >> Então, hoje em dia, hoje em dia, qual é a área que vocês identificam da cidade, né, com as críticas que vocês têm? Todas, todo mundo tem críticas, né? Quais a qual é a área que vocês acham que é pior na cidade? Qual é a área que vocês sentem maior maior dificuldade dentro da cidade? >> Da saúde. O meu aqui são duas saúde, saúde e emprego. >> Saúde e emprego. >> Não tem estrutura. Eh, a cidade tem estrutura, porém não investem, porque enquanto você
os hospitais estão aí lotados, sem atendimento, muitos profissionais funcionári fazendo vídeo que tá comendo sem capacidade com carro que tá levando carga médica dos enfermeiros que trata os pacientes como se fosse uma mercadoria. naquele caso ter eh capacidade. É aqui com orgulho, >> só para dizer que tá ali. >> Eu não via a secretária. Não, não, eu vi o seu tava falando, mas tá lá no final da fila. Mas nem hospitais estão essa realidade mais que até os médicos enfermeiros estão tratando o ser humano como se fosse uma lixo >> hoje, entendeu? Olha, eu >>
vocês acham que o pior é o atendimento dos funcionários a isso? com a sociedade. >> A falta de respeito, falta de medicamentos você não é, >> você chega dentro de um hospital, você é maltratado ainda. Ferrara Machado. Fiquei apavorada apavorada. Ficou ali na >> enfermeiros, técnicos fala, ó, corredor >> antigo no hospital e vi maltratar paciente que eu fiquei horrorizada. Tô falando que tá acontecendo. >> Mas o que que é isso? Falta supervisão >> também. >> Falta tudo e e pessoas capacitad pelo cargo que tá levando. >> Mas não tá levando a céu, entendeu? >>
A minha sogra tem 81, não anda e está com câncer. do anos se trata no Álvaro ao Vin que eu cheguei as pessoas são ignorantes. Eu acho que isso parte >> dos próprios funcionários ter orientação. A minha sogra, ela é prioridade da prioridade. Ela não enfrenta fila em lugar nenhum. primeiro pela idade, segundo comorbidades, pelas >> o próprio médico neurologista, que ela foi encaminhada pela médica oncologista dela, que ela teve um probleminha, né, contactou no exame, falou para mim assim: "Ela vai esperar como qualquer outro. Todo mundo que está aqui é prioridade. Falei assim: "Não,
senhor, ela tem capacidade". Aí eu peguei uma pessoa comprar primeiro que não tem amor a ninguém e não pode capacem para organizar, >> tem que falar: "Fulano aqui é prioridade, né? pela idade, tal e tal e tal. Então é falta de informação do próprio setor que é direção a direção. Sempre tenho queoria regularizei minha filha mamografia até agora fulano era fulano ciclom tudo uma pasta >> era prioridade. >> Aí o que que eu fiz? Meu marido pagou uma porção época deu tudo certo >> a Dr. Julie Bon, a qual ele diz que não trabalha mais
no Álvaro Alvinho por essa indignação >> saúde. OK. Muito >> como é que é como é que é assim transporte? >> Transporte também é horrível também. Ônibus, né? >> Eu acho que não tem o ônibus mais. O bom aqui é que quando abre assim a você chamar guardas municipais guarda fica debaixo da árvore começando no celular aí um tá passando quase te atropelando, as bicicletas elétricas no meio dos carros podendo saber que tem que andar em ciclovia, né? Aí o legal é isso. >> Você >> pode ser meu amigo assim? Não. >> Então você, deixa
só explicar, todos os errados, todos esses erros dos funcionários da enfermagem clásico que você tá falando, tudo isso vem de quem tá dirigindo. >> Sim, vem do pé. >> Eu não aceitava de jeito nenhum. Não era porque Rosinha ou Garotinho que me colocaram, não era eu. Sim. Ele poderia ser o pior, >> mas a senhora estudou para tá, né? Porque Rosinha não tinha exército para ninguém. >> Estudei. Eu fiz quatro universidad, mas não foi para através de Rosinha nenhuma. >> Só então a senhora teve oportunidade. As oportunidades que a senhora teve talvez não teve ter,
>> entendeu? >> E eu eu aplicava >> sim. Eu aprendi por amor. >> Isso que é o que trabalhava a senhora se formou para poder quando jurou lá. >> Isso aí senhora fez um juramento quando a senhora fez sua faculdade. >> Então, mas o caso que quando eu entro, se não tiver uma direção que me aceite como eu sou, eu não vi. >> Aí a senhora tem que pedir para se retirar uma permulta, né? Porque aqui em campo hoje tá >> voltando, voltando transporte. >> Pera aú. Tem bairros que não passam ônibus, só vã. >>
Ah, mas tem van. >> Deixa eu perguntar. Essas van são vansizadas ou é transporte? >> Olha, a maioria é porque não >> começaram a fazer uma blit pouco tempo atrás, uns meses atrás que prenderam um monte de ônibus, vã, tudo irregular. >> Tudo irregular. Vi situações precárias que não sei nem como carregava aquele tanto de gente dentro daquele não tinha nem lugar para segurando oportunidade de trabalho degrau >> de hoje. >> Você mora onde? Aqui eu tenho uma complicá só demora para passar >> que faz hemodiálise fez transporte renal perdeu continua na hemodiálise. A van
apanha na minha casa e leva e traz. Eu entrei na Eu entrei perfeita. Eu vou dizer quem foi. Não sei porque ela faz no Peda, mas não faz particular no pelo Suíço. >> Pelo suço. >> Uhum. >> Mas essa van é uma van específica de apanhar da saúde a prima é psicóloga na >> e é novinha, impecável. O motorista desce. abre a porta, porta escadinha para ela subir, ela senta, fala: "Vai com o filho". Então a vó é perfeita, novinha, zeradinha, >> mas aí é uma hospital, serviço que a gente paga, tá na área de
saúde, tá na área aquele m do avanta dia a dia pras pessoas. >> Ela vai nos bairros, é isso? Isso é >> ela leva apanha e leva. Eu moro em Guaruz. >> Entendi. >> Ela eles vão lá panha o olho, a tudo limpinho fim e o comprimenta, abre tudo direitinho e traz também. Em relação à limpeza urbana, a cidade é limpa, tem coleta de >> tem coleta deud. Eu moro, eu moro numa avenida que sai de frente pro hospital geral de Guar, onde tá lá amigos do rim. >> A porta da minha casa parece um
lixão todo fim, todo dia. Que tem um gari. Aham. São Joan Barra é todo dia a cidade de São Jabar gente uma rua que é de frente para um hospital ainda tá sendo um de referência todo dia tem que ajeitar a obra tem que ter obra tá no tempo agora o prefeito. >> O prefeito tá fazendo e campanha, né, para ser deputado. >> Quem é? Mas ele é o prefeito. >> O prefeito já não sei. Eu nem sei que a gente tem prefeito. A gente tem prefeito. >> Eu não sei. >> Eu acho que o
prefeito é um incidente. Frederico. >> Frederico. >> É, >> é, mas ele era vice. >> Frederico. Frederic na ausência. >> Deve ser Frederico. Pai, >> saiu candidato. >> Ah, tá. Então ele Vladimir tava em Nova York daqui a pouco tempo, >> encheu a burra pro outro lado. >> Já botou na Ele sabe que ele não é ser reeleito de novo, né? Tanta merda que fez. >> Olha, uma coisa eu posso dizer a você. Eu posso me enganar, eu posso errar, porque todo mundo er uma merda, gente. >> Mas eu não tenho, eu não tenho nem
posso. Eu acho que seria uma engraçada da minha parte se eu falasse mal do casal. Agora do filho, eu não tenho como falar mal. >> Para mim, resumindo, filho. Antes dele, quem era? >> Antes do Vladimir, né? Antes do Vladimir, quem era o prefeito? >> Foi Rafael. Rafaelusou mais ainda. Rafaelou mais >> Rafael. Saiu mal >> muito. Que que acontece? >> Sim. Mas antes de Rafael era quem? Era Rosinha que deixou um rombo nos corpos públicos. Rosinha >> tirou e aquele cheque cidadão davo da época, não foi? Rafael >> botou a passagem maior autona, não
foi? Foi >> é a família garantinha tudo na base do R$ 1. Quando ele já embolsa bastante o dinheiro do povo. Do Rafael, não é do >> Não, tô falando assim porque antes de Rafael quem tava no governo era Rosinha. A Rosinha deixou um rombo. Aí a população se revoltou, tirou Rosinha para botar Rafael. Aí Rafael fez >> pior do que ela. Pior do que ela. >> Ele já entrou. Ele aumentou mais um gol. Entrou. foi preso. >> Ele falou um monte de coisa que ia fazer isso, que ia fazer aquilo, depois acabou com tudo.
>> Ele acabou com tudo. >> Rombo acumular. >> É, >> é um rombo do outro. Foram só fazendo romos e romos e romando tudo até sair do bolo dele e vai ser deputados porque os bos >> eu acho que eu seado não deu a ninguém eu entrei por todo mundo foi muito ruim que você >> eu saí Aí ele saiu. >> Era bom. >> Aí ele saiu. >> Você saiu saí, fui embora. >> Ah, São Paulo. Trabalhei em São Paulo. Aí >> Rafael tentou de novo, não conseguiu. Entrou o Vladimir. Valoriz >> é isso. Entrou
Vladimir. >> Entendi. >> Mas a senhora era senhora. Agora eleia no lugar dele. Teve cargo de confiança. >> Ele saiu, >> mas ele foi eleitor. Isso mesmo. >> Então, tipo assim, concuriz, >> eu fazia um governo que as pessoas aprovaram. >> Ser humano >> em >> ele fez mais do que Rafael. >> Melhor do que isso. >> Foi melhor do que Rafael. fez muitas ruas, fez um monte de de >> Sim, porque teve que maquiar os que deixaram da mãe dele. >> Vamos passar um um folhinha, >> só uma folhinha. Vamos lá. >> Sim. >>
É rapidinho. >> Essa folhinha vai para onde? Vai pro Planalto? Vai para alguém para decidir o campus vai fui dele. >> Fui porque ele foi para mim um amigo >> amigo. >> Se fosse para marcar realmente marcaria tudo. >> É uma só. Uma só. É. É o que vocês acham que é o pior? >> Gente, por que que vocês são tão contraditórios? Tinha que os piores no plural. O pior >> é o piores ou pior? >> Ou pior. Pior >> porque tem mais. >> Mas tem mais de um aqui. >> Sempre tem a opinião de
todo mundo tem várias. O que eu falo, >> ó. Ma uso do dinheiro público, corrupção. Nossa, isso da tem lá no tem lá na na no palácio planal. Vai ter aqui na prefeitura. >> Saúde tem marque já. >> Na saúde eu não vou. Saúde eu vou. Saúde meu filho. Meu filho, meu filho quando tá no hospital quase que morre. Agora pouco tempo. >> Não pode ser dois não. >> Não, só um. Vocês acham alguma autoridade? Eu ia colocar assim: "Renasce campo de novo. >> Pode botar mais de um." >> Não, >> só um. A senhora
não pode falar da saúde, que a senhora concursada teve cargo de confiança. A senhora teve cargo de confiança. Pera aí. Eu não estava morando aqui não. Há muito tempo eu não morava aqui. Garotinha pode botar o que a senhora quiser. Então concursadora tem livre espontâneo falar tudo. Botar nome >> capacidade >> é muito rápido isso aí. Eu também falta capacidade. >> Ah, tem tanta coisinha que eu tinha colocado. Que que dis >> para mim? Cop não teve melhora nenhuma. >> Mas pode dar uma resposta na primeira e na segunda. >> Isso é >> pois a
resposta. >> Não, eu não >> é para marcar. Ah, tá. Aqui poderia escrever na frente. Escrever uma folha. >> Facilitou a vida de vocês. >> É, escreveu uma folha no lado ruim daqui não dá na folha só. Não, >> não dá não. Tem que ser pelo menos um livro, pelo menos 80 páginas, >> eu acho. Péssimo. >> Tá ruim demais. Obrigado. >> Foi. >> Foi. >> Então, baseado no que vocês falaram, pedi pro pro Celso baixar um videozinho ali. Já foi, Cels? Conseguiu. >> Põe põe um videozinho para todo mundo ver. Vamos falar sobre esse
vídeo. >> A gente tá com problema no data show. vai passar aqui no computador. Só vou pedir só para você dar licencinha para todo mundo conseguir. Tá todo mundo passar no computador. Beleza. >> Eu sempre tive o sonho de ser prefeito de campos. Isso. >> Em 2020 sobre as bênçãos de Deus, o povo me deu essa oportunidade. >> Até saiu. >> Até saiu. >> Tá tão pesado. Problema na internet porque tá >> não apareceu e eu olhei para lá. Tem um rosto para escutar. >> Não, eu tenho pena. >> Tem pena da gente aqui, ó.
>> Eu sempre tive o sonho de ser prefeito de campus. em 2020 sobre as bênçãos de Deus, o povo me deu essa oportunidade. Eu lembro que tá pesado, pesado, >> tá pesado. >> Se for isso aí, te notebook, >> meu notebook tá carregado, até caiu, >> tá pesando. Tá de >> Eu sempre tive o sonho de ser prefeitoários, não tinha rede de proteção nenhuma, não tinha obra de infraestrutura acontecendo >> e a gente conseguiu dar a volta por cima. Fiz um bom trabalho, o povo me reelegeu com a maior votação que um prefeito já teve
na história de Campos. Foram 70% dos votos, 193.000 1 votos, porque eu fiz um trabalho que agradou a maioria e o povo assim reconheceu. Mas eu agora entendo que eu preciso dar um novo passo na minha trajetória, porque por mais que a gente queira realizar, queira fazer mais, a prefeitura sozinha não consegue fazer por dificuldade financeira, dificuldade orçamentária, nunca tem dinheiro para fazer tudo. Se não tiver apoio estadual e apoio federal, a cidade de campo sozinha não consegue realizar aquilo que é necessário, que é preciso. >> Hum. Ele não quer falar mais sonho dele foi
ou ele foi >> eu sempre tive por dificuldade dificuldade orçamentária, nunca tem dinheiro para fazer tudo. Se não tiver apoio estadual e apoio federal, a cidade de campo sozinha não consegue realizar aquilo que é necessário, que é preciso e que o povo também precisa. Então, eu tô me colocando como candidato a deputado federal. O meu vice-prefeito Frederico, agora é o prefeito, vai dar continuidade a tudo aquilo que a gente começou. Por óbvio, ele é diferente de mim, é uma pessoa diferente, mas ele vai dar continuidade àquilo que a gente começou. E eu, se o povo
assim entender, vou ser deputado federal para ajudar campos de uma maneira diferente, conseguiram mais recursos, destravando projetos importantes em Brasília para que Campos possa crescer, possa avançar e possa fazer aquilo que a população espera. Isso não se trata de deixar a cidade ou de não viver a cidade, até porque eu vou continuar morando em Campos. Se trata agora de ajudar a cidade de uma outra forma para fazer aquilo que a prefeitura não consegue fazer sozinha. Uhum. Aí >> bom, ele coloca aí que ele tá se desincompatibilizou, né, para poder concorrer a um cargo de deputado
federal. Quem é deputado federal hoje em Campos de Campos? Vocês sabem? Olha, eu sei que eles moraram em Campos, mas a família dele São João da Barra. O Bruno da Betinho é de São João da Barra, né? >> Mas ele é deputado federal. >> Ele é deputado >> federal. >> Conheço. >> Não sei se é deputado federal ou estadual, mas foi os únicos. >> Deputado estadual. Então você conhece algum de Campos? Então, Campos hoje teoricamente não tem represente pode ser que tem pergun, >> mas vocês não conhecem nenhum representante, >> nem na Câmara Federal, nem
na Assembleia Legislativa. >> Não >> entendi. Então vocês entenderam ali qual é a fala dele de dele sair, né? Porque ele ficaria até o final desse mandato, que é o mandato que ele tá. E aí ele ele pegou esse último seis seis meses não, >> esse último ano, né? >> Porque a a eleição é no outro para pra prefeitura. Então tem mais um ano e pouquinho de mandato, um ano e meio de mandato, né? >> Então ele botou entre o vice e ele se desincompatibilizou para ser para disputar a eleição para deputado federal. Vocês acham
certo? Vocês acham errado? Que que vocês acham? Qual a opinião de vocês sobre isso? Sobre essa decisão? Ah, ele tem livre arbítrio, né, de fazer o que ele quiser, a se depor a se candidatar aonde ele achar que ele sim. Cidade, vocês acham importante como prefeito? Não vai prestar como deputado não representu para mim, >> para mim ele não me representa em lugar nenhum, nem lá no no Papo, nem lá na Roma com Papo ele para mim me representa. >> Vocês acham que vocês acham então que a decisão dele não é boa? Ele deveria continuar
até o final do mandato. >> Ele não vai, não ficou até o final do mandato porque ele sabe que ele não ia ser eleito. Ele >> não pode se reeleger, ele tem dois mandatos já. Ele não pode ser reeleger >> e nem convocar alguém da col. >> Ele não tinha nem que ser isso aí que ele tá querendo ser >> deputar a irmã dele não era, né? Claro isso. >> Vocês preferem não ter continuar não ter um deputado a ter um deputado da cidade? >> Não. A ter ele é melhor ficar sem nenhum igual a
gente >> alguém >> não deve, né? para mudar isso tudo que >> nada só sentar >> será que talvez outras pessoas melhor do que ele porque ele pelo apartamento >> ele não já passou >> agora alguém vai entrar agora oportunidade dele já fo >> não necessariamente alguém vai entrar não, alguém vai entrar mas não necessariamente isso que eu perguntei sobre isso ninguém alguém de longe pelo amor de Deus alguém de outro lugar. >> É pelo amor de >> só sei lá. >> Mas ele tem um poder muito grande. Eles têm eles indiretamente eles >> Então
pensa nisso, pergunta agora fogado dele, você acha que ele se elege? Sim, porque o trabalho dessa família é sempre a comunidade e comunidade que elege eles. >> Ele >> é comunidade porque eles dão regalias para você viver dependente de governo. Eles vão lá, abrem uma brechinha para um RPA. Então eles têm a máquina pública, eles têm como, porque as pessoas hoje não sabem exercer sua democracia. Você só vai votar se alguém for ali e te pagar ou te dar um empreguinho. Você, o próprio povo, se prejudica. Por quê? Porque quer viver aquilo ali. Aí depois
chora 4 anos, 8 anos, aí depois quer reclamar, né? Eu ouço um monte de gente reclamando, tal em conversas, mas eu falo assim: "Você teve oportunidade daquela pessoa não estar dentro da prefeitura?" E por quê? Gente, o povo coloca, o povo tira. >> É, se a gente analisar aqui, >> a gente tá num microcosmos aqui que é diferente da opinião, entre aspas, tô sempre me baseando no discurso, tá? Não vivo em campos, então não tem essa realidade. >> Eu tô me baseando nas informações aqui do discurso e da informação que ele passou, que ele foi
reeleito com 70% dos votos. Foi a maior votação de um prefeito. Exato. O que ele falou, >> foi a maior votação de um prefeito >> da para reeleição. Não é na eleição, na reeleição. Ele já era, ele foi reeleito com 70%. Aqui, pelo que eu vejo, a maioria não votou nele. Vocês entendem que vocês estão, entre aspas, >> fora dos 70% do resto da cidade. >> Votei em Madelin, não votei nele. Não votei em na delegada. >> Madele, quem era Madelen? Até procur >> ela era delegada aqui em Campo. >> Delegada de civil civil. Madelen
ali. >> Eu também não votei ninguém. E ela e ela era oposição aí, >> oposição. >> Oposição. E tinha muitos planos bons para >> E ela e quem é que era que era quem é ela era do grupo de quem? >> Pedra do 45, né? >> 45. >> Não, sim. Mas politicamente grupo, ela pertenceu político. Nunca >> Cláudio Castro, essa panela toda do governo do estado já também já. Ó, >> alô, deixa eu estado aí. daquele que era daqui também que que tá meio Thago Rangel era deputado, não sei se é tá preso. Marquinho Bacelá
ou >> preso >> também essa >> Sim, sim, mas a gente falar de escândalo de liga a televisão. Só ligar a televisão, só para jornal. Eu tô assim abismada, >> não tô falando nem só de campos. A política de uma forma geral, não só de Campos, desde o presidente, vamos embora. Ninguém está ali trabalhando pelo povo ou fazendo alguma coisa pelo povo. Ninguém. Eu assisto televisão, gente, não tem ninguém. Eu estou pensando nele, mas o povo que é inteligente ninguém vai botar. >> Mas deixa eu pegaresse caso dessa da Madele, ela era apoiada pelo Cláudio
Castro, Rogel, pelo Amorim. Gente que teoricamente é muito bacelar, gente que teoricamente tinha muito poder. Eu não tô entrando >> no juízo de valor, eu tô dizendo que tinha poder na época da eleição. >> E ainda assim o Vladimir ganhou desse grupo todo com 70% de votos >> naquela época. >> Vai saber o que que ele prometeu para prometeu tudo, >> gente. >> 70%. Não é, não é, não foi pau a pau, foi difícil vai perder, >> na época de Rad prometeu lá no meu bairro na Tapera o bairro legal. Já tem já um acho
um ano e pouquinho para esse bairro legal. Tem agora fizeram três no bairro. É três e fizer um >> fizer um lá mesmo no bairro lá a obra lá para fazer a minha rua que é pequena, rua fechada. Eles estão já há três semanas fazendo essa fazendo aí >> fazendo ainda. Mas o bairro até o final tem nada. Eu nem conheço quem é ele. Nem con Mas tu tá reclamando que estamos fazendo a rua um ano e ano fazer uma três rá fazendo >> tá fazendo negócio reclamando que tá fazendo. >> Mas aí deixa falar
vocês são exigentes. Deixa eu te falar. Vocês são exigentes. Imagina quem não tá não táendo. Escuta, mas o que imposura de primeira mão, >> é todo lugar, né? Se a gente for pensar nisso, então resumindo, a política é vergonhosa. Nós estamos abandonados politicamente. Esse bar há muitos anos atrás, fizeram há muitos anos. >> Geral, não é só que não. >> Sim. Não tô falando de uma forma >> tudo da da presidência aos aos tubarões e aos peixinos. >> Mas ele ele é ele é popular. Ele é popular. O Vladimir é uma pessoa popular. >> Sim.
Ó, ele faz no meio do povo. Ele pega aquela criancinha da comunidade. >> Depois fing que nem >> é farol. Farol tr. >> Tem gente que é filho de gente e é diferente, mas ele é uma pessoa popular. Á, ele é, ele é, >> eu posso tá lá no meio do ele fala assim, Nela, ox, >> ele conhece, então >> ele conhece, ele fala o nome. >> Claro, >> porque o >> não é só com a senhora, não é todo mundo, não, ele chama. Não, mas eu tô falando. Então, ele é uma ele anda entre
as pessoas. Ele não é aquele cara que fechado. V, eu até acha que ele tá acho que aquele cara >> é ele falou canta no canal. >> Ele canta no >> cantava tudo. >> É um conhece. É um espetáculo de pessoa. Eu >> trabalhei concursado. >> Tá em Gaz >> da mãe dele e o pai dele na época. >> Não, mas tô falando, é isso. Tô falando, não tô falando do seu caso, tô falando de uma forma geral. Ele é ele popular. Então >> ele é o qu? Petráculo. >> Petáculo. >> Petáculo. Ele fala isso.
>> Desculpa, que que é isso? Eu não. >> Ele fala. >> É, é um ele é um bobo alegre para dizer que ele é um espetáculo. Para mim não é espetáculo nenhum. >> Ele usa esse bordão. Ah, >> é um bord. É um bordão. Entendi. Entendi. >> E os bobos fica atrás do >> Mas então, mas ele é acessível. Então ele as pessoas têm acesso a ele. >> Tem claro encastelado. >> Não, >> não, >> não. Não tô falando no ano de política, tô falando no dia a dia. >> Não, ele fala não. De política,
todo político aparece de alguma forma. >> A pessoa chega, ele fala normalmente, >> fala. >> É acessível. >> É, >> é. >> Tá >> na rua. E ele e ele foi e ele foi, tudo bem que o vídeo caiu várias vezes aqui, mas ele foi claro. Vocês entenderam que ele foi claro ou não foi claro nessa explicação >> do por que estava saindo da prefeitura? >> Para mim é crou sempre isso todo político, >> todo mundo fala. Eu vou buscar oportunidade pro campo, pra minha cidade. Tô perguntando se ele falou verdade ou se ele falou
mentira. >> A pergunta é o seguinte. Ele foi claro na forma de falar. pessoal lá da rua de vocês se escutasse isso e entendeu o que ele disse. Eu não tô falando se vai acreditar ou se não vai acreditar. Entendeu os bobo? >> Não, pera aí. Entender. Pode entender e a >> entender vai vai fazer entender claramente, mas quem gosta dele, quem vai acreditar nas coisas que ele fala mais >> vai entender o meio de convivência dele, as pessoas do rol dele, né? Porque a população em si só entende quando ele chegar a distribuir o
dinheirinho perto das eleições. >> Ah. Teu nome Garotinho, que é Vladimir Garotinho. Não é isso que você falar teu nome Garotinho. Ajuda ou atrapalha? Atrapalha >> com certeza. >> Você acha que atrapalha? >> Só para dizer queimado. >> Só eu espantei. Tive um espanto muito grande. Eu frequento uma igreja muito grande. Garoti teve lá >> por igreja duas sempre. Não, nunca vi. >> Ah, tá. foi nessa sua, tá? Foi, agora tem umas três semanas mais ou menos que eu tô conhecendo aquela cabeça lá. Aí eu conheço na primeira fila. >> Hum. >> Nunca esteve. Eu
será que ele vai fazer aqui? >> Deixa só lhe fazer uma pergunta até para entender. A sua igreja é evangélica ou é católica? >> Evangélica. >> Tá. >> Ele disse assim, gente, o que que ele tá fazendo aqui? Sim. Aí vi que ele tava enorme, engordou muito. Duas cadeiras. Duas cadeiras. >> É porque ele é >> tá >> o garotinho é gordo assim. Duas em duas cadeiras. A cadeira pequena. Então sentou lá na frente. Quando abriu a porta que a a porta do bispo dos pastores, ele entrou só assim que eu vi. >> Ele foi
pedir perdão por tudo que ele fez de errado. >> Não, ele entrou. Não, ele foi lá apoio, naturalmente apoio político. Mas é então, mas só para entender de novo, nome, >> o nome, o nome garotinho, então é ruim o nome garotinho é ruim >> aqui em Campos. >> Para mim é vergonhoso. Vergonha se ele esteve na igreja, eu vi. Se ele esteve, começou lá dentro, eu creio que sim, mas ninguém dentro da igreja. E eu tenho 40 anos dentro dessa igreja. >> Qual a igreja da senhora? >> Eu sou da Universal. Universal. Então eu sou,
>> então ele é mal avaliado. Então garotinha é mal avaliada aqui. Então a Rosinha também é >> a Rosinha tá quietinha. >> Não, mas é mal avaliada. >> Não creio não. >> Não é mal avaliada >> não. Não, não creio. Eu até que ela tava doente, tava meio adoentada, tava, ela tava quietinha. Já tem um tempo que ela tá quietinha. Mas a ideia, então, só para eu entender, a ideia geral das pessoas aqui é que o nome ser da família Garotinho é ruim. >> Eu creio que sim. >> Não tô falando ruim pr é ruim
pr pr para quem foi candidato para ele >> pr pessoa que entrar falando que é da garotinha vai rachar a cara. >> Ninguém vai acreditar ningém. >> Já tá desacreditado esse nome garotinha. >> Não tem mais como entrar. >> Não tem. Acabou que eu, né? >> É assim garotinha. >> Eu fui confusada assim. Mas teve uma intimidade no grupo anterior aqui da falar que o garotinho tinha brigado com Vladimir. Brigou. É verdade. Não é verdade? >> É verdade. Eles tinham garotin brigado entre sabendo que brigou estavam pouco tempo. Pouco tempo, poucos meses. >> Ele tá,
ele parece que brigou com os pais e saiu. Parece que coisa feia, né? Porque eu vi a família, a família. >> Mas sabe qual o motivo? Alguém sabe qual é o motivo? >> Eu não sei. Eu acho que o pai e a mãe foram contra. É sido contra. >> Eles foram contra >> o fato dele sair da da da prefeitura para vir candidato. Eles foram contra. >> Não, mas acho que isso tem mais tempo. Não era da agora. Foi no ano passado que abr saiu agora. Não é >> não sair, ele sai se descompatibilizou agora
porque tem prazos para para poder sair e concorrer. >> Mas disseram que a briga foi uma briga no passado. >> Foi. Eles estavam afastados. Eles estavam afastados e eu também me afastei. Mas eu eu tinha assim aquela história que eu falei para ela aqui agora, eu não fui indicada, eu fui concursada. Sim, sim, sim, sim. >> Então eles fic me aceitava. Então aquela coisa, eu ia a casa deles, deixei de ir. >> Foi no presídio visitar Rosinha, >> não ela foi presa, garotinha presa, né? Então tipo assim, é uma vergonha política, campista botar nome, eu
me afastei deles quando eu vi que não era aquilo. >> Senhora vê, né? >> Mas disseram que não foi revogado a prisão que que era mentira. Tanto que caiu a prisão. Não teve um não era um não era um juiz daquado. Pode tudo o juiz. aqui tava tava com problema também com isso que foi o que acusou ele depois descobriram que era tanto que ele ganhou tanto que ele pode. Acho que agora concorrente tá podendo garanti que tá podendo concorrer. >> Tá concorrendo. Mas não até onde que a gente morre que a gente mora. Brasil.
Brasil pode tudo, meu amigo. Você entra pela janela, qualquer lugar, meu querido. >> É. É. Triste. São as pessoas que não tm um pouco de conhecimento. Mora no Brasil, meu amigo. Brasil mostra sua cara. Brasil que é Brasil. O senhor é brasileiro, mas o senhor é o senhor. Eu não posso dizer porque o Brasil, se o Brasil não presta, porque tem alguns que não prestam, não quer dizer que o Brasil é tudo assim. Tem muita gente boa. >> O Brasil podia ser o primeiro. >> Vamos passar as folhinhas >> agora. Vocês reclamaram de folhinha que
agora vamos vir logo três folhinhas. >> Chuva de folha. >> Chuva de folhinha. >> Pr para marcar também. >> Marcar também. Tudo de marcar tem uma só que para dar número para escrever número uma nota. O resto é tudo marcado >> e marcar uma só federal. >> É uma só, né? Admit era mais fosse política. Meu Deus. Agora eu acho que a solução, a solução foi que eu busquei bem de cedinho estudar, fazer como curso e passar por direito. Oi. >> Daqui mais uns 5 minutinhos por >> não fui pra escola >> gente, mas preparam
cada pergunta também sem nossa, hein? Hein, querida? Pelo amor de Deus. Essa última a gente também tem que responder? >> Uhum. >> Que eu não confio nele em nada. Então não tem questão nenhuma aqui que me chama atenção. Ele para mim qualquer explicação que ele der rasa, vaga, não tem sentido. superioridade para de mim. Bora escrever a última. >> Não, por >> X só um X. X não quebra muito a cabeça não, né? Fo >> tem nem muito que questionar. É aquilo que se aproxima quando tem uma questão assim. A gente vai aquela que se
aproxima mais daquilo que você pensa, não que nem tudo tá consegue listar, né? Por que ele saiu fora da prefeitura? >> Se aproxima mais >> cara fora tá aqui mesmo, longe poder morar em Estados Unidos. Tá bom. >> Não, ele tem um apartamento muito amplo na praia do Morro que eu já vi ele em Guarapari. Ele vive lá nos Estados Unidos, faz morro. >> Isso também, né? Hoje que eu pago na conta de luz de tarifa de iluminação pública, tem que passear bastante. Outra >> eu sinto indiferença. Para mim ele não significa nada. Pronto, já
respondi. Isso daqui é fácil. Aqui isso daqui é fácil aqui. São boas par >> nem pode. A última folha agora. >> A última banha. foi >> eh essa relação aqui de de campos, né, com essa com a dificuldade, por exemplo, que Vocês tiveram até dificuldade de lembrar quem era deputado estadual, deputado federal. O que que vocês acham que isso acontece as pessoas não terem essa noção de não de não saber quem é? >> Falta de informações, falta de saber quem é que tá, né, no comando. Infelizmente as pessoas hoje não se atentam aver mais a
política. no meu ponto de vista, porque simplesmente é ilusória, é vchatória, entendeu? Eu acho que um representante de um município, de um de um estado, só ó, o governador preso, >> só só vergonha. Como é que você vai perder tempo? Sabe por quê? Porque hoje a gente não pode perder tempo sentadinho atrás de informação na televisão, não, porque a gente tem que sair para trabalhar, porque a gente tem filho para cuidar, a gente tem conta para pagar. E não é, né, seguindo político, informações que a gente vai ter. Eu penso assim, eu me relaciono com
pessoas todos os dias que eu trabalho com vendas, né, e a gente vira até um psicólogo. A revolta das pessoas tá muito grande, muito grande mesmo. Eu acho que é até vergonhoso, né, você sentar com uma pessoa e você não sabe quem te representa ali em cima, né? Hoje em dia, ah, gente, quem é um deputado que representa Campos? Ninguém sabe falar. É >> por Marquinho, não sei se foi Marquinho ou Rodrigo que foi preso, né? >> Foi preso. >> Tá preso. Aí veio agora o escândalo de Thiago Rangel. Thiago é tão bom. Foi até
aniversário Thaago é tão bom que o meu vizinho da rua de trás trabalhou para ele, né, com política uma época e ele colocou todos os de gasolina dele no nome do rapaz sem o rapaz saber. O rapaz foi preso pela Polícia Federal, respondeu o processo porque o bonitão usou o rapaz. rapaz evangélico, é humilde. Então, as pessoas hoje só se encosta para ter uma uma regalia. Portanto, tipo assim, é vergonhoso. Campos para mim não existe, infelizmente, né? Minha mãe, minha avó vieram para cá, né? Aí eu sou campista, né? Fazer o quê? >> Gente, queria
agradecer a participação de vocês, torcer para que os rumos >> melhorem, né? Que que as coisas aconteçam, que possa se desenvolver mais. M.