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RENATO ALBANI: COMO TRANSFORMAR PIADA EM NEGÓCIO | EXTREMOS

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G4 Podcasts
Que eu acho que o ser humano é o pior ser vivo da Terra, que é muito fodão, mas a gente na água a gente é bosta, >> na terra a gente é bosta, voando a gente é bosta. E fazer fogo ninguém sabe mais. Então >> é, foi o que você apresentou no Clé. >> Apresentei um pedaço lá no Clé. >> Foi irado. Irado. >> Então tipo assim, eu falava por conta dos quatro elementos, porque que a Gente, nós somos merda em relação à natureza, nós somos boss. A gente acha que é muito fodão, né? O
homem é uma vida preocupado que cu gente pode reparar. >> Quanto é um show teu hoje pra empresa? Pode falar. >> 100.000. Eu nem fazia pro os cara fazia. [risadas] E você se achando fodão. Eu ia matar a gente claramente eletrocutada. Talvez eu mesmo. >> Eu ia matar combinado. >> Ganhou 50% de lucro no meu show. Oi, [risadas] vagabundo. [ __ ] [risadas] E hoje nós vamos trazer alguém aqui no extremos que representa esse sentimento do nosso jingle de abertura. Ele que faz as pessoas viverem esses momentos >> toda hora, >> toda hora. Impossível não
rir. >> Ele que transforma piada em dinheiro. Senhoras e senhores, sejam muito bem-vindos a mais um Extremos aqui no G4 Podcast. Meu nome é Alfredo Soares, Ra aqui desse podcast, cofundador do G4 Educação e ao meu lado ele, Iron Man. Digitem no Google. Senhoras e senhores, parabéns. >> Senhoras e senhores, >> não, isso daí é [ __ ] >> Digitem no Google Iron Man >> e vejam quem o algoritmo escolheu para ser a capa de busca dessa palavra no Brasil. Isso é brincadeira. Não, >> bizarro. Isso não é brincadeira o que eu tô falando com
vocês, senhoras, senhores. Digitem no Google Iron Man [risadas] e olhem bem quem o Google escolheu como garoto para Bang referência da categoria no Brasil nas buscas. Não existe publicidade melhor do que isso. Beleza. Então apareceu o Tony Stark no meu >> aqui ó. >> Ah, então aparece ele para ele. Não, né? Porque eu >> Não, não, não, não, não, não. [risadas] >> Printa isso, printa isso. >> Não, já printei, pô. >> Caraca. Mas eu coloquei na anônima. Na anônima parece eu mesmo, pô. >> Bizarro. Eu fiquei chocado quando me mandaram isso pela primeira vez. Os
caras falam: "Cara, fui lá digite aom, você tá na capa". Daí me mandaram uns três, quatro me mandaram aquela camisa do G4. >> Camisa do G4. Pô, propaganda aqui, ó. >> [ __ ] os cara não perde uma, né? >> [ __ ] >> Senhoras e senhores, >> quer sem querer. >> Sejam muito bem-vindos ao Extremos. E essa vez o convidado é a gente conhecer o outro lado de Renata Albani, que é hoje um dos maiores, melhores comediantes, palhaços, empreendedores da comédia do Brasil. Moleque, >> pô, que honra tá aqui, bicho, cara. >> Ah, e
obviamente vale ressaltar o último casamento milionário da internet. >> Você viu isso aí, cara? Cara, eu primeiro que eu tenho o privilégio de entrar aqui nessa porta do G4 que é um portal, né? Você entra aqui, seu dinheiro já vaiicorrendo que os caras conseguem te vender, vai te vender. Eu entrei sem gastar nada. Já é a segunda Vez que eu vim aqui, não gastei nada ainda, né? Não acabou. Preciso sair antes de gastar. [risadas] >> Já gastou sim. Você foi no CL e gastou ali no PK. >> É verdade. Arrancar, >> a gente pagou o
show e pegou o dinheiro de volta. >> O cara botou logo os profissional na minha mesa, falou: "Vai lá, vai lá." [risadas] Não, mas foi maneiro aquele dia. Obrigado, cara. Que honra tá aqui. Não sei nem se era para eu tá aqui. Não tenho conhecimento para isso, mas eu vim aprender para [risadas] mais colher coisas do que plantar. >> Recentemente ele falou sobre investimento com Primo Rico, né? viralizou para caramba vários cortes dele falando um pouco da vida financeira dele. E isso prova o quanto ele não é só competente em cima do palco fazendo piada,
como ele também é competente Gerindo a própria carreira dele e administrando o dinheiro dele, porque lá é público. O cara hoje acumulou um patrimônio, o cara hoje fez agora e agora jogou na cara da sociedade, né? Fez o casamento aí, Bilar. É verdade esse casamento. Conta, vamos aproveitar esse casamento. É verdade. Os cara [risadas] que eu fale, tô casado, pelo amor de Deus, cara. Marketing, né? Tudo pelo marketing, [risadas] cara. Não, essa mina eu conheço. Não, não, verdade. Tô casado. >> Mas foi, mas foi, foi multimilionário mesmo, >> cara. Foi porque assim, >> abriu, quebrou
o porquinho. >> Mas assim, foi mais do que a gente espera. Você já, você já casaram, né, cara? Você vai entrando coisa, n é, que você fala: "Meu irmão, cara, toma elhe custo, toma elhe custo". Você fala: "Meu Deus do céu". Mas assim, eu tava eu tava puto até o dia. O dia é muito legal, Cara. O dia do casamento é muito legal, né? >> É muito legal. >> É um gasto que eu sou muito >> Já chegou a conta dos pratos e copos quebrados? Sou muito mão de vaca. Chega essa semana, por isso que
eu tô feliz ainda. [risadas] Eu tô tranquilo aqui. Vamos. Que bom que isso aqui foi antes, porque quando chegar, cara, desesperador. Não, a gente pega a bebida, eu falei isso aí, a gente pega Bebida de consignado, né? E aí o pessoal teve uma hora que, pô, cerveja pelas metades, eu ia nas mesas, vai terminar de beber, eu vou beber, pô, que eu vou pagar ainda por isso. Eu não paguei, entendeu? Não vou pagar não. Vamos embora. Bora. Vamos virar tal, pegando as bebidas pela metade. Mas, mas cara, é muito legal casar, cara. É o dia
mais legal que tem. Porque pensa, bem, é uma festa que, porque eu gosto de festa para caramba, sem gostei de festa para Caramba. É uma festa que você tá ali, todas as pessoas que estão na festa são seus amigos, pô. Então, tem hora que você tá ali, pá, bêbado, conversando com alguém, daqui a pouco você tá ali em outro grupo e pá, e você olha lá uns amigos seus de infância conversando com uns caras que você conheceu aqui em São Paulo, fala: "Mano, que coisa maluca isso aqui." >> Tua mulher ficou com medo de fazer
piada no altar? Ficou muito. Ela me pediu 80 Vezes assim, ó, só não vai fazer piada porque não é hora, porque ela começou a aparecer aqueles negócios pra gente. A gente tava muito isso aqui agora, né? Você começa a ver casamento, meu irmão, eles vão te levando para um lugar obscuro, cara desmaia na cerimônia. >> Eu falei: "Cara, [ __ ] merda, cara". E teve uns dois, três casamentos que a gente viu do cara fazer piada. Uma mulher fez uma piada, tipo assim: "Ah, você aceita tal?" A mulher falou: "Ah, Não, brincadeira, o cara não".
Então, você falou que não, tem que remarcar ela. Não é brincadeira, cara. Pô, isso aqui não é para brincadeira. Aí minha mulher me mandava isso. Olha só, isso não é pr brincadeira. [risadas] Tu >> já viu que a mulher abre os votos de sopra assim? Isso é bom pr caramba. E teve um que o cara eles iam ajoelhar na hora ali das bênçã da das alianças e o cara escreveu help me no na sola do Sapato. Sola do sapato. Esse foi bom. >> E aí o o celebrante ficou olhando a galera dando risada. Ele p
lá olhou, falou: "Não, você tá precisando de de socorro, então não vai ter o casamento". Aí ela falou: "Cara, por favor, por favor, neste momento não vai fazer cagada, porque porra", eu falei engraçado, né? Que quando tá namorando, né? Ah, ele é engraçado. Eu gosto que ele é engraçado. Casou já manda. Nem tinha casado lá, ó. Sem piada. Muda. [risadas] É, muda aqui que a gente muda agora. >> E teve piada ou não teve, >> cara? Não teve. Eu esbocei uma piada, mas só que ela deu uma olhada. Não, não teve. Não teve. Eu botei
ela pr fazer piada, que foi muito mais surpreendente, entendeu? Eu falei, faz uma piada disso aqui. Na hora do discurso também eu falei a parte séria, a galera esperando a piada, ela falou igual eu, ela entrou, vai tomar no cu se alguém ficar parado Igual eu falo no show. A galera olhando para que isso, cara? [risadas] Ela que agora eu sou alban, né? Então é isso. >> Foi maneiro. Isso foi bem maneiro. [risadas] >> Mas cara, tô amarradão. A gente ainda não foi pra lua de mel. Ela, ela, o casamento foi enfiado no meio da
agenda, que é isso. A gente, pô, vamos casar logo. Vamos casar logo. >> Botou, botou onde dava. Cara, vai ter. A gente já tinha essa viagem que é Aniversário dela semana que vem. Falou: "Pô, vou então casar a semana anterior que a gente vai pra viagem, vira Lua de Mé vez de ser de aniversário". E aí enfiamos o casamento na terça-feira, ela viajou na quinta que ela foi pro Americans God Talent lá fazer uma apresentação, inclusive tá na final. E aí volta hoje, ela tá voltando, chega amanhã, domingo a gente vai. >> Vamos pr onde?
>> Vamos embora. A gente vai pra Itália, Pra Púlia, >> [ __ ] Irado >> e Sicília. >> Animal. >> Tom amarradão. Tô amarradão. >> Animal. Animal. >> Vai lá, vai passar lá. Taurina. Céfalo. É, >> vai curtir, vai curtir. A gente teve lá agora em junho no casamento do Thales. >> Foi lá, foi lá. >> Ah, cara, que legal, que legal. >> Foiado. [ __ ] >> olha, olha onde eu tô indo. [risadas] >> Foiado. Beleza, >> Toma, antes da gente começar aqui nas perguntas, é lembrar que a Fox Beach é a nossa parceira
oficial aqui do G4 Podcast. Ela que patrocina, que é parceira do G4 Educação. É a empresa que a gente escolheu para poder receber em Bitcoin. É isso mesmo. Você empreendedor, empresário, a gente aqui no G4 também recebe a tua eh a tua Compra em criptoativos usando a Foxbit. Mas a Foxmit é muito mais do que isso, é uma solução de cripto é uma das empresas mais tradicionais do Brasil do segmento, toda regularizada, eh, auditada, no qual você pode utilizar não só para comprar criptomoedas, como para fazer transações e usar tecnologia do mundo cripto na sua
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que tá aí assistindo. Então, se você tá curtindo esse podcast de hoje, você precisa est no G4 Valley, esse evento que é literalmente, o evento que a gente faz aqui no G4 para empresários do Brasil inteiro. maior evento do Brasil para empresários. Então é um lugar onde a gente traz convidados relevantes, empresários, empreendedores, pra gente muito boa, para até esse tipo de conversa que eu tô tendo aqui nesse Podcast, para tocar uma ideia ao vivo com vocês, ensinar vocês também. Então são mais de 10.000 empresários que vão estar lá presentes vivendo isso na prática. São
três dias de imersão com conteúdo de alto nível sobre gestão, marketing e vendas. E a gente junta essa comunidade, a gente junta esse networking real, onde você vai tá junto de quem de fato tá fazendo acontecer construindo o Brasil. Então aproveita aí, ó, já leu o Q code que a gente Deixou aqui na tela ou clica aí no link que pedi aqui pro time colocar na descrição para você reservar o seu lugar no G4 Val. >> Irmão, qual foi a piada mais extrema que você já fez na vida? >> Extrema que deu, deu ruim. que
deu ruim, >> cara. Teve uma vez uma piada, essa piada já de vez em quando eles voltam com essa piada querendo me cancelar e eu vou falar ela. >> Teve uma vez que eu era, [ __ ] acho que Isso era 2016, 17 e eu fiz uma piada sobre o da Leste, lembra? MC da Leste? >> Não >> é um cara que, pô, >> eu foi assassinado, tal, não sei o quê. E eu fiz uma piada logo que a gente começou a postar vídeo na internet, a gente não tinha muita noção ainda de >> do
que que acontecia com o vídeo. >> É, que que acontecia, cara. E esse vídeo viralizou, viralizou, sim, extremamente Viralizou e caiu num grupo na época de 2 milhões de funqueiros de São Paulo. >> Nossa, >> cara. E eu comecei a receber ameaça, mas assim, mas muito pesada, tipo assim, ah, você vai ver no palco, você vai ver o que que vai acontecer com você no palco. Se E eu fazia show toda sexta-feira em São Paulo, meia-noite. Todo mundo sabia disso, pô. E aí eu comecei a ficar muito cagado. Eu falei, eu tirei o vídeo, cara,
eu quando eu postei, começou a ver Uns comentários, eu tirei o vídeo do al falei: "Cara, nada a ver, né? Realmente só que já era, >> viajei, viajei na piada, tal, meu irmão, só que já era." Aí foi, pô, xingamento, não sei o quê, tal. E aí, cara, eu fiquei cagado, fiquei cagado um tempo, mas cara, a gente tá suscetível a isso o tempo inteiro, porque a gente tá falando coisa ali e aí, [ __ ] você entende? Eu entendo assim, tem comediante que que faz eh com intenções de de ir mais fundo Na na
piada mais proibida, né, pela sociedade, tal. Eu não, pô, eu gosto de fazer a risada. Eu não vou entrar muito em polêmica, eu não gosto porque até por preguiça de ficar ali depois, [ __ ] se explicando, tal. E aí, só que quando você pensa, você entendeu a sua concepção, você fala logo, ainda mais no começo, que a gente não tinha, não tinha uma maturidade ainda tão grande na comédia, falei: "Ah, não, a galera vai entender que é só uma piada tal e não Entende." E aí você precisa isso aí foi uma boa escola. Aí
eu falei: "Cara, tem que tomar mais cuidado com as piadas que que pode dar merda". >> Mas isso limita você criativamente ou não, >> cara? Não. Ou no dia a dia assim, você já acostumou e você sabe: "Ah, isso daqui passa de boa, isso daqui eu vou ter um filtro maior". e >> ou você só não entra no tema. >> Não, não me limita a ponto de, pô, não Vou fazer porque vão me cancelar. Porque pensa bem, eu eu eu preciso, na minha concepção de comediante, eu quero fazer a galera dar risada. Eu quero, pô,
você saiu da tua casa que eu recebo muita mensagem assim, pô, irmão, tô fando eu tô [ __ ] tô mal, vejo seus vídeos, fico legal, pô, tava ruim, você veio na minha cidade, tava mal, semana ruim, mês ruim, fui no teu show, pô, foi legal. Então, partindo desse princípio, eu não quero fazer piadas para você chegar lá e As piadas, você ficar, [ __ ] essa aí é muito, [ __ ] essa foi boa, mas essa aqui, pô, perdi o meu objetivo. Tem comediante que tem esse objetivo e acho ótimo. É isso aí. Vai
que vai, cada um com sua, com a sua parada, só que não é o meu objetivo. Então, eu não me limito a ponto, [ __ ] não vou fazer essa piada porque vão me cancelar. Eu às vezes eu nem penso em piada muito pesada muitas vezes porque não é o meu, eu gosto de assistir, de ver muito, inclusive, sou Fã do Léo Lins demais. Eu gosto muito das piadas dele, >> [ __ ] Acho é mais para cima. É na valha, ele >> pode vir uma merda a qualquer momento. >> Ele não vem, vem em
vários momentos, né? Só que ele anda aqui, ó. Eu não consigo fazer, mas eu gosto de assistir. É, é a vertente que ele foi, inclusive o Léo, é um dos maiores escritores de piada do Brasil de todos os tempos. Ele tem livro ensinando escrever piada. Ele tem, >> eu queria tirar essa dúvida. Como é que é o teu trabalho de produção? Você, tipo, tem uma hora do dia, uma hora da semana que você fala assim: "Mano, eu vou agora pegar tudo que eu printei aqui, tudo que eu vi de notícia, vou sentar e vou pensar
o que que eu posso transformar em piada". Ou, pô, você, eu sou muito assim, os meus livros, a maioria deles, eu escrevi, tipo assim, pô, falei uma frase, a frase pegou, falei: "Opa, isso aqui é uma parada". E Depois eu trabalhei um pouco mais em si. Hoje em dia, pô, chatt é maravilhoso, né? Outro dia eu tava fazendo a minha >> quem escreve os livros o chat GPT. Então >> não era uma Ghost Writer. [risadas] Agora é o chat GPT com a Ghost Writer. >> Ficou mais barato. >> O Mas eu tava outro dia dando
uma mentoria e eu falei sobre arquitetura social nessa parada de network e relacionamento. Cara, já escrevi o termo do termo eu já trabalhei um pouco o que Que é arquitetura social e aí a parada já, pô, virou um conteúdo que já tá guardado ali para cara, se eu fizer um livro que tem abertura, já sei que um capítulo vai ser arquitetura social. Cara, é isso aí. Você descreveu como eu faço, eu faço assim, eh, os vídeos, né, eu posto vídeo semanal de standup há muitos anos, tipo, acho que deve ter uns 8 anos. Ninguém no
mundo posta vídeo semanal de standup há tanto tempo quanto eu, tal. Só que chegou uma época que eu Postava eh texto, muito texto, só texto, texto. Então, tinha que escrever muito toda semana, coisa nova, tal. E obviamente não vai vir coisa de qualidade todas as vezes, né? que é uma coisa que a galera fica p perdeu a graça. Calma cara, vai vir um outro vídeo, fica tranquilo. Aí vem outra. Ah, tá. Então, e aí chegou um momento que eu comecei a interagir com a plateia, que é uma coisa que eu eu tive que aprender a
fazer isso, porque quando Eu tava em Vitória, sou de Vitória, eu fazia show no mesmo barato toda terça-feira e cara dava os mesmos 10 pessoas estavam lá, 15, eram sempre as mesmas pessoas. Então tinha que me virar, pô. Eu chegava, os cara aí, ó, ele aí chegou aí, entendeu? Tipo, aí galera, tudo bem-vindo? A pior coisa que tem é você fazer show de piada para quem já conhece as piadas, o que é diferente de música, né? Você chega no show de música, fala: "Pô, eu quero ouvir aquela Música, >> eu vou fazer um show, >>
vou fazer um show de piada, vou contar a piada". O cara, não, essa eu conheço, vou esperar outra. Aí você conta, não, essa eu, pô, já conhecia. Só que se você também não posta as piadas no canal, cara, pô, não posta nada, então você fica naquela >> Mas isso tu acha que isso então é um desafio bizarro que você tem que todo ano ter um show novo? >> Bizarro. Todo ano eu escrevo um show novo. Todo ano eu escrevo um show novo. Eu comecei um em abril. E e aí vai entrando ali em dezembro, janeiro
já começa a entrar em depressão para ficar tem que escrever um show novo. E é bem quando o show tá rodando, tá ficando filé. Fala, cara, tá muito legal, vou ter que jogar esse show fora e escrever um novo >> mas é mas daí você daí você entra com tema pro show, ele tem um começo, meio e Fim. Como é que funciona? >> Então dos vídeos eu comecei a por por >> Mas o vídeo você grava no show? No show, eu faço assim, os primeiros 10, 15, 20 minutos ali, eu falo algum texto que eu
quero fazer ou eu comecei, por sorte ou competência ou algo que aconteceu, eu comecei muito bem nas interações, que é por conta disso, eu tive que aprender, pô. Eu tive nesse show de vitória, cara, eu fazia de tudo, eu fazia, pedia tema, eh, passava trote ao vivo, eu tinha que Me virar para poder estar ali toda terça-feira com a mesma audiência. Quando eu vim para São Paulo, acabou que aconteceu a mesma coisa. fazer um show em num bar na na zona norte que eu fazia toda terça-feira também e era, pô, repetia muita gente. Então eu
peguei essa casca de interagir com a plateia e quando eu comecei a postar vídeo disso, por falta de conseguir escrever textos bons tantas vezes, tantas vezes, tantas vezes, isso Começou a viralizar e a galera às vezes prefere que eu faça interação do que faça texto nos vídeos da internet. Isso me ajudou muito a continuar postando vídeo, porque tinha que ter coisa nova, pô. Preciso falar, pô. Fui. E a galera acha que assim, ah, faz aí, fui lá no G4. Ah, então dá para fazer um texto sobre isso, cara? Nem sempre vai dar. Talvez vai dar
para fazer umas três piadas, mas falar 20 minutos sobre isso aqui, engraçado, entendeu? É difícil. >> Então, pros textos, a gente vai tentando, pega um gancho aqui. É bem isso, pega um gancho, destrincha ali e tal. Para o show, antigamente o seguinte, meu primeiro show foram as minhas, minha minha melhor uma hora da época que eu tinha, entendeu? Pô, eu fui juntando, tinha nem ligação alguma coisa com a outra igual palestra, né? de slide, pego os melhores. >> Falei: "Ah, essa piada tá boa, essa piada tá boa". Ficava tentando fazer um Bruce link, né? Que
eu falar Bruce Link ali, um link ninja para fazer, ó. Teve uma ligação, mano. Não tinha nada a ver uma coisa com a outra. Beleza, o segundo a gente vai melhorando. Hoje eu quero falar de um tema e aí eu vou buscando que que eu consigo falar de forma engraçada sobre aquele tema. Como que eu consigo falar sobre aquele tema de forma engraçada? O que dificulta mais a escrita, não é falar sobre qualquer coisa. Então, dificulta mais. O meu show Passado que tá gravado e ainda não tá no ar, eu falava por que eu acho
que o ser humano é o pior ser vivo da terra. Falava disso que agora a gente acha que é muito fodão. A gente é muito fodão, mas a gente é o na água a gente é bosta. >> Na terra a gente é bosta. Voando a gente é bosta. E fazer fogo ninguém sabe mais. É, foi o que você apresentou no C. Apresentei um pedaço lá no CL. Foi irado. Irado. >> Então, tipo assim, eu falava por conta Dos quatro elementos, porque que a gente, nós somos merda em relação à natureza, nós somos boss. A gente
acha que é muito fodão, né? O dono. Enfim, esse eu voltei a falar porque a nossa geração, eu acredito que a nossa geração é a última geração bem preparada pro mundo. E eu falo disso >> [ __ ] aquele, eu vi, eu vi no case que quando foi no programa da Virgínia que >> tu falou assim: "A geração nova não sabe flirtar, nego manda direct, pô. Nego não Sabe que quer chegar na mulher com dente de festa junina, >> os cara tem aplicativo para para comer os outros, pô". Aplicativo, cara. Quer quer os caras não
ouve aqueles não na cara [ __ ] que você ia ir embora do bairro? Você falou: "Quero me mudar". [risadas] Chegava em casa pr sua mãe, vamos mudar. Por quê? Porque a menina falou: "Não, ah, cala a boca, soco. [risadas] Soco ainda tomava da minha mãe, pá, Apanhava na rua em casa." Que tinha isso também. Minha mãe falava: "Você, você brigar na rua é melhor bater porque você já vai apanhar em casa". Então, se você apanhar na rua você vai apanhar em casa também. Então, é melhor bater na rua e apanhar em casa do que
apanhar nos dois lugares. Não tem mais essas paradas, esse tipo de coisa não tem mais. Os pais agora eles orienta as crianças, conversa, explica. Eu vou virar um pai bosta também. Se possivelmente vai ser, Se deve ter sido e deve ser, porque [risadas] a gente a gente vai ficando meio bosta, né? Vai, não sei o que que é. A gente vai, Antigamente era soco, meu pai, referência era soco. Cinto, chinelo, cabo de vassoura. >> É, corridinha de cabo de v. >> [ __ ] tinha umas paradas. Meu pai deixava do lado no pé da na
casa da vizinha tinha um pé de pitanga. Meu pai tinha uma varinha lá, ele mandava eu buscar. Olha isso. Ele falava: "Pega Lá". Eu buscava, entregava para ele me bater. Pô, isso é tortura, cara. [risadas] Eu ainda amo esse cara. Eu ainda amo esse cara. É. Não. E dia ele é preso. Não tô dizendo que tá certo, mas tô aqui, ó. Estamos aqui, ó, vivão. E vivendo. >> Já tem mais de 5 anos já não dá mais cab. >> Cara, eu vi uma que eu rimo muito sua que foi te falando do teu pai e
da tua Mãe >> dos anos. Casado, >> [ __ ] moleque tá maluco. >> É isso aí. Era um outro show. Pô, a galera perde a resiliência muito fácil. Separa, cara, não vou separar a minha mulher nem pau. Porque os cara não, não aguento mais, pô. Meu pai tá com minha mãe 51 ano agora. Tem 48 anos que ele não aguenta mais. E tá lá, pô. Sacou? E [risadas] e lá. Ah, que eu não aguento mais, pô. Seguro, irmão. Fica sem Aguentar. Ah, segura. Vai fazer o quê? Ué, >> tem 48 anos. [risadas] >> Agora,
como que como que é o processo de você estruturar o show? Então você vai pegando o tema agora e e mergulha nele. E como é que é o teu processo de escrita? É natural? Você testa num show? Ah, deixa eu testar isso. Pegou? Vamos. >> Tem teste. O que que a gente faz? A gente testa que é isso é uma coisa que a gente só consegue testar valendo, porque Tipo assim, aqui não tem um contexto de um show. >> Uhum. >> Então, eh, eu posso contar uma piada de um show aqui. Talvez vocês vão achar
engraçado, mas vai assim: "Ah, legal, legal". porque não tem aquele contexto de show, você não tá, não tem atmosfera, você não tá atuando como você tá no show. Então o único jeito de você testar realmente é valendo, não tem como. Então a gente eh prepara noites de teste, a Gente fala assim, ó, galera, estarei testando o show nessa noite aqui, vamos embora lá. E a galera gosta de ir para ver também você se [ __ ] Eles gosta de ver você fazendo piada ruim, eles, [ __ ] o cara. [risadas] E aí eu falo com
eles, galera. Eu até falo nessas noites de teste, eu falo: "Ó, volta daqui uns 5 meses, quando esse show pronto, vocês vão ver, vai ter mudado muito." E muda muito, porque a gente vai, eu escrevo lá, né? Comentários, tal. E eu gosto muito de >> Mas daí você grava o show para ver o momento que a galera riu mais, o momento que você fez merda, o tempo, porque eu não escrevo, não sei como é que você sa, eu não escrevo palavra por palavra, tem comediante que escreve palavra por palavra, vou chegar lá, vou falar, tá?
Tá, tá. Eu escrevo assim alguns tópicos, algumas ideias. Às vezes até escrevo assim: "Porra, aqui eu vou pro lado da infância falada, surra de vara lá, tal". E eu deixo aberto porque eu não sei o que que é, cara. Quando eu tô no palco, [ __ ] a minha mente ela ela abre de uma maneira que eu começo, eu não tenho problema com experimentar. Então, tipo assim, eu vou eu vou até onde eu não consigo mais falar sobre aquele, principalmente testando. Então, eu tô falando disso de das gerações lá, tal, que a gente tava falando
aqui do 40 anos, o cara, eu tô falando algo assim, >> o homem, cara, eu tô falando disso no Show, a mulher ela é madura desde sempre. A mulher, pô, ela pode ser uma menina, ela vê uma mulher grávida, ela, ai que uma menina novinha, vê, ai que legal, entendeu? Ela tem uma maturidade, nós somos [ __ ] O homem é uma vida preocupado com cu e com pau da gente. Pode reparar. É verdade. A gente é pequeno, a gente não quer, tem medo dos outros fazer cuecão na escola. A gente não mija perto de
ninguém, cagar. A gente tem problema com cagar na escola, Não é isso? É, olha só, desde pequeno. Beleza, isso é um tema. Eu vou até onde dá. Eu vou falo umas coisas absurdas e a galera aqui, >> se a galera tiver engajando, tu vai engajando. Pô, isso é bom, isso é bom, isso é bom. Porque o que eu acho bom, às vezes não é o que a audiência acho bom, acha bom. Então vou testar. [ __ ] aqui foi legal. Vocês gostaram dessa. Essa aqui não deu. Testo de novo. Não deu. Não deu. Joga pro
lado ou tenta ou tenta Reorganizar aquela ideia ali e eu vou indo embora. Então eu não escrevo palavra por palavra para não me limitar na hora do palco. Então eu vou velho, vou embora, vou embora, vou embora. >> Mas na hora do palco você lembra tudo na cabeça ou você tem uma colinha ali nos nesses shows de teste? >> Eu levo um um caderninho e mas eu tento lembrar principalmente por isso que eu também não escrevo tudo. Eu lembro os tópicos. Então [ __ ] daqui eu sei que eu Tenho >> fica na televisão ali
os tópicos. >> Eu levo um caderninho, eu levo um caderninho >> e aí daqui eu vou para cá, daqui eu vou para cá, vou para cá, vou para cá. E e uma das dificuldades que eu tenho todo show é achar o final. Eu sempre tenho problema em achar final. O final do meu show é sempre a última coisa que eu acho que tipo assim que é piada, piada, Piada, piada, piada, piada. Isso vai criando uma expectativa. [ __ ] a última piada tem que vir. >> E é difícil, pô. É difícil. Que acontece, você tá
contando a história, não e não sei o quê, e no meio a galera dá risada, não sei o quê, aí você termina a história. É, então foi isso. Os caras, pô, no meio riram muito mais do que no final, entendeu? Então tem esse problema. Então geralmente eu termino meu show com o fechamento ali da Ideia. Só que esses testes, cara, são tipo dois meses testando três, quatro vezes por duas, três vezes por semana e tal e volta a nota, volta de novo, tal. >> Como é que é o teu portfólio hoje de produto? Tem a
tipo a o barzinho, o restaurante com público menor ali, ticket maior, tem os shows que são os grandes, tem os DVDs que você faz, como é que é essa parada hoje? >> É, hoje de show a gente, eu faço, né, a turnê que a gente faz, né, teatro, Espaço agora que graças a Deus tá ficando cada vez maior. >> É o mesmo show. É o mesmo show todo >> pra empresa e aí tem pra empresa corporativo e aí varia muito. Por exemplo, quando me dão a liberdade que vocês deram, fala: "Cara, vai lá, faz o
que você tem que, faz o que você quer fazer, tal". Geralmente eu tento adaptar um pedaço do show que tá rodando, que eu tô rodando, porque ele tá tá afinado, ou eu tento entender, pô, como que é a Empresa, qual que é a galera, qual que é o público que tá lá para eu ver se eu boto alguns textos diferentes, tal. Mas tem empresa que os caras querem que eu fale, [ __ ] que eu vou faz falar sobre igual vou agora lá fazer um evento que que eles querem que eu fale sobre liberdade de
expressão, que eu fale, tá começando a aparecer coisas que não só de comédia. Então eu tô indo para falar tal. Ontem eu fui falar sobre a minha minha experiência com investimento no Evento de investimento de criptomoeda. E aí tá começando aparecer umas coisas, mas show corporativo na real ninguém, nenhum comediante gosta de fazer porque não é o ambiente, porque vocês estão ali, vocês estão numa outra vibe, né, tal. Ali foi do aquilo ali foi um show. >> Não, para mim foi do [ __ ] porque a galera ria. Mas tem show que eu faço, o
show que eu tô lá no Rio com 10.000 pessoas rachando de ir. Tem show pra empresa que eu faço, cara. que é um Desastre. >> Os caras têm vergonha de rir na frente do >> Tem vergonha de rir, não tem muito contexto, fica ali tipo, eh, a gente tenta brifar o máximo assim, quem é o público, tem show que a gente nega muito, fala: "Cara, para esse público não vai funcionar, eu vou tá te roubando o dinheiro se eu for lá, eu posso ir lá fazer o show, posso te cobrar, você vai pagar, mas não
vai ser legal". Os cara Não, mas os cara f não é bom, você cara, não é questão, não é questão, entendeu? Então não adianta eu botar tipo uma roda de Ferrari no Fusca e vice-versa porque não vai ficar legal. A roda é boa, tal, mas eh enfim. >> Quanto é um show teu hoje pra empresa? Pode falar. >> 100.000. >> Cara, foi rápido, né? Foi bate pronto, mano. Achei que ele ia dar uma enrolada. [risadas] >> E hoje hoje quando hoje quando você coloca turnê, >> como é que funciona? Você vai lá e fecha na
mesma cidade, vários dias, em várias cidades, cara. É o ano inteiro de turnê. É, é, cara, o começo do Como é que isso funciona? Você tem um produtor local, tem parceiros. Essa é a hora da gente fechar a turnedo. Ano que vem, já vai começar amanhã. Inclusive, eu tenho reunião para isso. Geralmente ali para outubro, novembro, a gente começa a Fechar a turnê do ano todo e aí a gente já vai, porque também a gente já tem a recorrência, né? Então, até vai falando, tem lugar que é produção local, que a gente vira sócio. Então,
por exemplo, o cara, você é de de São Paulo, de Teresina. [ __ ] então eu, pô, vamos fechar, vamos fechar, tal, você paga ali os cursos, você tem a a sua, porque rola muito isso, tipo, se eu ligar para lá, eu não consigo pegar o teatro dependendo do lugar, porque você já tem as pautas. >> E óbvio, né? Você tá ali movimentando o mercado há muito mais tempo, >> pros caras começar a te baipassar, >> todo mercado tem isso, vai, >> né? Se começar a te vai passar ali, >> é igual o São Paulo
Expo, pô, já tem os caras do ano passado que, pô, o cara fala: "Vai renovar para ano que vem". >> Ele já te bota no no no no no no corner ali e te fala: "E aí vai renovar ano que vem?" Senão, meu irmão, >> eu acho justo. Acho justo. O cara tá Movimentando ali a parada. >> Ele quer a recorrência dele, quer garantir que tu vai todo ano rodar. >> E aí a gente faz eh já vai fechando com esse com essa galera >> e também a gente faz algumas produções próprias. Tem cidade que
a gente já, né, já já faz há muito tempo, já já e faz produção própria que facilita. Então, e aí agora, esse ano, a gente fez um negócio novo, que a gente tá trabalhando com lançamento, igual vocês fazem Lançamento de de curso, lançamento, a gente a gente bloqueia venda, abre venda por um por 24 horas, tal, bloqueia de novo. E isso foi um negócio do [ __ ] que a gente em 24 horas vendeu mais de 40.000 ingressos, >> caramba. >> Na no lançamento em janeiro do ano inteiro, tipo assim, pô, ano passado, >> a
tardezinha vende 48 horas, tardinha do ano inteiro todo, >> então, velho, >> uma loucura. >> 600.000 ingressos, >> cara. Então é isso, a gente inclusive o Tardinha foi um grande espelho, falou: "Cara, vamos fazer isso para evento, né?" Os caras falaram, o pessoal lá da da No Stop falou: "Pô, Tardzinha tá fazendo para evento o lançamento". Vamos lá. Inclusive ag ontem eu acho que eu vi um negócio do >> Kaká acabou de mandar mensagem >> do Thiaguinho que ele é e o Thiaguinho Postando que eles fizeram agora um novo lançamento e bateram um recorde que
tava vendendo 1800 ingressos por minuto. >> Não é bizarro? Bizar bizarro. Bizarro. Os caras fizeram, então construíram um negócio bizarro e a gente replicou isso pro pra comédia. E [ __ ] ano passado eu vendi, fui o cara que mais vendeu ingresso, eu vendi 250 e tantos mil ingressos, 256.000 ingressos no ano todo, né? >> Caceta. Foram 200. >> Qual que é a média de valor do >> Quantos shows, irmão? >> 290 shows ano passado. >> Você faz mais de um por dia? >> Faz, faz. É tipo sábado e domingo. É. Ah, tem tem semana
que faz 12 shows que é tipo >> dois na três na terça, três na quarta, três na qu três na quinta, três na sexta, três na no sábado, três no domingo. Não, mas é não é saudável. Não é saudável isso aí. É que entrei Naquela, naquela pilha de [ __ ] é a hora, é a hora de fazer dinheiro, é hora de fazer dinheiro, só que [ __ ] também daqu tem um piripá que fez dinheiro para qu, né? Mas tá bom. Tô tô gostando das [risadas] Não tô reclamando não. Não vem que tá reclamando.
290 shows, >> pô. 2023 eu fiz 306. >> Foi. É, pô. Eu acho que, [ __ ] eu posso estar confundindo, mas não. Ó, por exemplo, nessa nessa nessa 24 horas que A gente vendeu 40.000 ingressos, deu mais de 3 milhões 24 horas que a gente vendeu. >> Mas no ano, então tu tá fazendo uns 30 milhões. >> Se, graças a Deus, se Deus quiser. E >> minha conta aqui, ó. Cinco. Isso, seis. O Fredo só pensa em dinheiro, né, bicho? Cara, pô, caralíf, isso é matemática, não é dinheiro. [risadas] >> É 1820, né? Nessa
conta dele é 1820. >> Fiz a conta ao contrário, pô. Fizer a Conta ao contrário. Se ele tá >> cobrando 100.000. >> Ah, não. Todo no todo. >> Então, pô, mas aí a conta é essa, pô. Ele fez o preço da empresa. Olha, sorriso. >> Não, mas não é todo show de empresa. >> Não é todo show de empresa, mas é só tu fazer uma conta. Como tu chegou no show de empresa, é mais ou menos tu fez, >> [ __ ] Só fazer engenharia reversa. Exato. >> É isso. >> Eu fiz engenharia. [risadas] >>
E aí, como que você saiu de engenharia para virar com? >> É, conta tua história aí pra galera como que foi o >> eh, [ __ ] Pera. Ah, não pensei se eu tinha concluído a pergunta passada. Já ficou acertou. >> Não, não. Se eu tinha concluído a pergunta passada, né? Se não a gente sabe, 30 milhões por ano, o evit deve Ser 70% e tá fazendo uns 15 pau por ano. É, o casamento foi barato, galera. Mas quero mais aqui fazer negócio. [risadas] Eh, >> muito bom, >> cara. Eu fazia engenharia. Na verdade, o
seguinte, eu sempre gostei de comédia para eu sempre fui o cara engraçado da escola. Sempre. O que é contrainttuitivo para comediante. Geralmente o comediante é um cara que era mais >> sério, >> tímido, sério, >> tímido ali que no palco ele conseguiu ali soltar ali os monstros dele. É, geralmente é o comediante geralmente é um cara >> mais tímidão. Eu eu sou meio tímido também quando eu tô com pessoas que eu não conheço. Pô, não conheço. Fico ali na porque porque as pessoas já esperam que eu vou ser engraçadão. Diferente dele. >> Colégio eu. Cara,
olha, eu eu sou na real que isso que ele tá falando, porque eu no colégio, a minha pizza quando eu tinha que apresentar um trabalho, vinha na barra da camisa. >> Cara, nervosão, >> nervosaço. Eu passava mal e normalmente após a apresentação diarreia. >> Caraca, velho. E hoje fala para um monte de >> sempre foi aí, tipo assim, faculdade sempre foi, cara. Primeira palestra Minha diarreia em Rondonópolis. Depois cara fui tornando normal. Hoje não é que eu tô 100% tranquilo, eu sinto um frio na barriga, eu sinto alguma coisa, mas me garanto, mas eu sinto
meu sentimento é a mão suada, tal. Isso acontece principalmente em coisa muito grande e tal. Eh, e uma vez só na minha vida eu tive blackout. >> É mesmo? >> Tive >> blackout. Geral são, como é que era o nome da cidade? São Bernardo do Campo. >> Mas blackout que >> blackout tava falando ali de repente tela preta, tipo, esqueci onde eu tava. >> Que loucura, >> [ __ ] E aí que >> aí eu olhei o slide, olhei a galera assim, falei: "Gente, calma aí rapidinho". Aí, tipo, meio que entendi. Eu falei: "Só recapitulando
aqui, foi mal, tive, tive, tive, tive tela branca. Calma aí". >> E toquei. >> Aí voltou, >> mas tive, não é que me contaram? >> Caraca, tive eu do nada assim num estalo de 10 segundos. Devia também num pico de estresse, [ __ ] >> Não sabia onde eu tava e o que que eu tava falando. Aí eu olhei a galera, olhei o slide e pesquei novamente a o fio da minha alhaa. Que >> doideira, cara. Deus me livra. Aconteceu um negócio desse. Mas eu era o cara engraçado ali da escola, tipo assim, trabalho. Eu
eu [ __ ] fazia um teatrinho na época da escola, gostava. tinha banda de pagode na época da escola, ficava lá, eu era da resenha, só que eh, [ __ ] isso era zoeira, né, da galera. Achei que não, isso não dava assim, na nossa mentalidade, o artista ele nascia artista. Eu tinha esse pensamento, pô, o Cara artista, pô. Aí, ó, nasceu é, pô, o cara nasce um artista. É, os caras não tem como virar, como é que vira artista, não existe essa parada. Sério, eu tinha essa concepção. >> O cara não vira artista e
tal. Só que aí quando eu entrei na faculdade e tal, começou o lance do standup. E o lance do standup eu eu percebi que era um esquema, pô, um cara que eu que é um pensamento meio errado, mas eu falei: "Pô, é um cara fazendo a galera rir Ali." E na escola, velho, eu fazia umas paradas, tem um professor meu, Flávio, que eu queria mandar um abraço para ele, inclusive da época de biologia, ele, eu escrevia sempre uma zoeira de alguém da olha isso, cara. Isso em 2002, eu acho, nem eu nem sabia do tal
do standup que que era. Eu escrevi uma zoeirinha da de alguém da sala e ele me dava, eu acho que era até proibido ele fazer isso, ele me dava 5 minutos no final para eu ir lá na frente e sacanear alguém da sala, Sacou? [risadas] Eu ia lá falar: "Pô, e o Alfredo hoje não sei o que". E a galera ria para [ __ ] Aula que vem, pô, e o Nard e [risadas] tal gênio demais. >> E [ __ ] isso era standup. Quando eu vi cenar, eu falei: "Mano, eu acho, eu acho que
eu consigo fazer essa parada, só que eu roubei, eu era bom de contar uma piada". Peguei umas piadas, fui pro palco e arregacei. Aí os caras, ô, não, pô, você tem que escrever suas piadas. Eu falei: >> "Ah, você contou as piad pronta, >> é lógico, eu não sabia". Eu falei: "Pô, eu vou, sendo que tem um monte, eu vou escrever e escrever é uma parada que para mim era muito difícil, saou?" >> Pegou o caderninho da Aritoledo e mandou bala, né? Isso. Não, [risadas] exatamente isso. Eu era fã do A Toledo, ainda sou. E
meu irmão, arregacei de piada. A galera rindo, eu falei, eu sou um deus da comédia. Aí [risadas] os >> Que ano que foi esse? Qual que foi o primeiro? >> Cara, isso 2010. >> 2010, >> mano. Tu acredita que em 2015 eu fui sócio de uma peça de de stand up comedy? Eu criei para um restaurante que era meu cliente da agência, o stand up comedy era a terça da risadinha. E aí fiz um stand up comedy no restaurante conde gourmet. O cara de >> Você fez? Não, >> não, [ __ ] Eu era o
o o realista produtor. >> E aí, meu irmão, saía no Globo, saía na rádio, [ __ ] Aí lotava, eram 100 pessoas, eu ganhava R$ 3.000 se desse soldout, R$ 5.000 seva, >> meu irmão. Não, na época era, era, [ __ ] era tipo 20.000 hoje. E tipo, toda terça-feira minha agência, meu ticket médio era R$ 2.000 por mês pro cliente para trabalhar o dia inteiro para ele. Era o cara depois entrou no Porta dos Fundos, irmão. >> Quem era >> o Thaago? Thaago, não era o era o Nabot, será? >> Não, fala o nome
dos cara lá. >> [ __ ] merda. Aí fodeu. Aí fodeu. Não. Aí fodeu. >> Felipe. Felipe. >> Tem um Felipe. >> Absalão. >> Absalão. >> Ô, pode crer. Absalão. Pode crer. Eu já Fiz show com ele. >> Era ele. Ele, ele ficava com 50% da bilheteria. Não, era 30% ele, 20. Era 50% ele, 30 restaurante e 20 eu. >> Car. Conte gourmê na Tijuca. Conte Bomfim. prodor de comédia aqui, ó. >> Esse cara aí, pô, era ele. >> Mas daí em 2010 tu começa >> então lá em Vitória. Aí tinha tinha um Mas aí
falava para você que você precisava escrever as piatras. >> É, e eu parei, eu parei uns meses, eu Falei: "Ah, não, [ __ ] nada a ver escrever piata, qual que é a chance?" Mas isso você tava na faculdade ainda ou já tinha terminado? >> Já tava, já não, fiquei 10 anos. Toda a minha vida eu fiquei na faculdade. [risadas] Eu fiquei tudo que eu te contar na minha vida, eu vou estar na faculdade. >> Você se formou? >> Formei, formei. Tem uma história boa daí que eu vou te falar. >> [risadas] >> Pô, tinha
muito o que fazer na faculdade. Já conto aí, pô. Aí comecei a fiquei uns meses sem fazer, só que aquilo eu fiquei, mano, [ __ ] é muito maneiro ter lá no palco a galera d risada. Eu comecei a estudar para ver como é que eu ia fazer para escrever umas histórias. E comecei a dar umas rateada, nsas histórias que não era tão boa. Aí, mas só que eu fui insistindo, fui insistindo, fui insistindo e aí eu Comecei a ir bem lá em Vitória, a fazer um show lá, pô, mais gente, mais legal. E aí
chegou a hora de formar. E eu formei em 2014. Entrei 2004, formei em 2014, fiquei 10 anos mesmo. Fiz elétrica na Federal do Espírito Santo. >> Nossa, fez elétrica ainda. Difícil para caceta, cara. >> Elétrica, viu? Sou inteligente. >> Só que >> difícil demais cara. >> É ruim, cara. Pro Nardou falar que Alguma coisa difícil pro engenheiro elétrica. >> Não é cara. Imagina cara elétrica 34 transformado de furrier derivada, sei lá, cara. Integral triplas. Isso mesmo. >> Tá maluco, cara. Jogar muito difícil, cara. Fazer controle automação, uns negócios que você não entende nada, umas equação
gigante em automação e engenharia elétrica. Eu tenho duas formações aí. >> Ah, pelo menos economiza agora em casa, Né? Fazendo projeto de automação. >> Não, não sei nada, cara. Eu não sei nada, absolutamente nada sobre engenharia. >> Decorou para passar na prova? >> Nada. Não, cara. As estratégias de cola eu tinha todas. [risadas] Eu era muito bom nisso aí. Monstro. É aquela história, se eu gastasse, >> só demorou 10 anos. Se fosse bom em cinco tempo. [risadas] >> Só que eu era pego às vezes. Todo o Tempo que eu investi 10 anos não deu preparando
col de memória. >> Se eu tivesse estudado eu passava na boa, entendeu? [risadas] Os caras estudando, não, pera aí, eu vou resolver botar na HP e tal, programando HP, os caras estudando. Aí os caras não precisava de colar. Eu, pera aí, [ __ ] Na hora da prova [risadas] agora só estudar o ar. >> Aí vou falar, eu era bom de cola, mano. >> Cara, a gente tinha muita estratégia. Era embaçado de cola, mano. >> É, eu tinha v >> Eu lembro de uma que eu fiz. Eu lembro de uma que eu fiz que eu
botei na na eu botei um uma parada de cola na janela do lado de fora da sala e aí a professora normalmente dia de prova fechava, né, as janelas no meu colégio de freira lá fechava as janelas, aquela janelona de madeira, tal. >> Sim. E aí, meu irmão, eu eh falei: "Pô, Tá muito quente, professor, tá muito quente, deixa aberto, deixa aberto". Aí o moleque que era bom para [ __ ] acabou primeiro. Eu falei, mano, é só tu ir pra piscina que aí tu fala pr que foi. Eu lembro até hoje, [ __ ]
Sou muito >> fal a gente fazia, a gente >> que era isso, né? Você se sentia inteligente quando você colava. >> É, >> o sentimento era: "Cara, eu sou muito Inteligente, >> sou muito [ __ ] Eu enganei todo mundo. Inteligente é esperto". É diferente. >> Mas eu tava enganando, era eu mesmo. Não aprendia nada. Não, e eu e eu e eu era burro nesse aspecto, porque eu estudava, fazia aula particular e colava, entendeu? Então era meio inseguro. >> Tava precisando. Então tu viu? Qualquer um consegue chegar no sucesso, galera. Aqui ó, [risadas] que acontece?
O cara dava prova e como Era muito cálculo, eles davam uma folha de papel ao maço e a gente pedia uma mais de de rascunho. Então a mesa ficava lotada de papel, sacou? Uhum. >> E a gente sentava na janela muitas vezes. Então o cara ia, professor, uma folha mais, já deixava os os almaços, quando ele entregava a prova, eu jogava a prova fora pela janela e ficava ali os caras resolvendo a prova lá fora. Aí daqui a pouco um cara passava na porta da sala e dava um, posso ir no banheiro? Pode. Eu ia
lá, pegava os almaços pronto, pegava os meus almaços, jogava na mochila e entregava os almaços pronto. [risadas] Eu nem fazia prova, os cara fazia. E você se achando fodão. [risadas] Essa daí é outro nível. Essa é outro é terceirização. Tô incentivando. Eu não tô incentivando. >> É terceirização de prova. >> Porque eu virei um burro na engenharia. Não sei nada de engenharia, nada. Mas Aí, cara, eu formei. E aí quando eu formei, eu falei: "Cara, >> mas durante a faculdade, então você já fazia os shows?" >> Fazia os shows, tal. E eu, pô, era eu
participava do diretório acadêmico, fazia as festas, eu me enchia de compromisso para não estudar, porque eu não gostava tanto assim de engenharia. Eu era bom em, pô, dava aula de matemática e física particular para galer, eu era bom nessas porras, só que Eu não gostava, pô. E tinha esse e tinha tem essas paradas. Uma aula particular com a Albani de físico. >> Eu era professor do SENAI, pô. Eu dava aula no Sená para curso técnico. Tu tem que postar essa [ __ ] mano. >> Não, não tinha, não tem vídeo disso. Eu queria que tivesse
vídeo por irado. >> Só que acontece, eu era bom de sair, mas odiava e tinha tem essas paradas, né? P, você é bom em cálculo, tem que fazer engenharia, porque engenharia dá Dinheiro. Era isso as paradas. E eu tenho um irmão que que já tava na engenharia, que é formado na engenharia, que era uma merda que aí, ó, seu irmão, meu irmão formou em 5 anos certinho, mecânica também na federal. E [ __ ] aí eu >> Mas a nossa geração viveu essa parada, né? O cara que era tren o cara que passava pra medicina,
o cara passou para celó logo cedo. >> A tua mãe ficava te comparando o tempo Todo. A gente vi, por isso que a gente talvez se tornou alguém mesmo sendo burro, porque a gente foi, [ __ ] era bully em casa, mano. >> O cara me chamando de burro. Me chama no >> Não, eu tô me colocando junto contigo, pô. >> Tô [risadas] brincando, >> né? A gente sendo, [ __ ] diferente. A gente sendo diferente. >> Não, e meu irmão, pô, nerdão, estudando com >> Aí o cara passava na [ __ ] de uma
faculdade pública ou num pô, Trinidaev. O cara era um deus, mano. O pai chegava falando: "Meu filho aqui, ó, tren". Tua mãe chega e fala pro teu irmão mais velho, viu? Isso que dá estudar. >> Ficou estudando. Olí você virou. Vai lá conta piada, pô. >> Não. E tem um episódio, eu passei num concurso para pra uma empresa chamada Modec. É uma empresa japonesa de de petróleo, cara. Era em Campus. pegava o Ônibus, 5 horas de ônibus até campus, fiz a primeira fase, passei, era 4.000 candidatos, 20 vaga, voltei. Aí sobrou 400, voltei não sei
o quê, entrevista na época, em inglês, [ __ ] nem falava em inglês, passei dinâmica de grupo, dinâmica de grupo, eu dinâmica de grupo, negócio de eu me irmão, eu [ __ ] era mole para mim quando de na na parte dinâmica de grupo, falei: "Mano, eu passei, eu não sei os cara". Aí eu passei, eu [risadas] já vinha, porque eu Era, [ __ ] era solto, que que tem que fazer, não sei o quê. É, eu também, >> velho. Passei, recebi na época era, cara, isso é 2000 e 13, eu acho. É 2013, [
__ ] um salário de 15.000. >> Tá maluco. >> E era >> tipo, [ __ ] era tipo juiz. >> E ainda tem assim, tem benefício as [ __ ] porque é embarcado, só que você tinha que trabalhar 15 dias embarcado, 15 dias fora, 15 dias embarcado. Eu falei de cara não tem condição de eu deu de eu trabalhar nessa parada. Eu neguei esse trampo. Imagina como minha mãe ficou feliz. Eu formando 10 anos de engenharia, pertinho de formal. Eu falei: "Não, não vou". >> Mas você já tava dando show nessa? >> Já tava fazendo,
mas não ganhava dinheiro, pô. Eu era professor do Senai, ganhava R$ 16 a hora aula, neguei um trampo de 15 conto, porque eu falei: "Mano, eu vou dar a na comédia". Falei: "Vou dar o wi nessa [ __ ] vou falar". >> Como foi esse momento? >> Foi turbulento lá em casa. Então que eu falei, cara, a gente não sabia que se ia dar certo, só que eu falei: "Porra, não vou qualquer coisa, a minha a minha segurança era o seguinte: qualquer coisa eu volto, >> faço um mestradozinho e vou dar aula pra faculdade, que
para dar aula eu era bom, né? Falar com a galera tal, >> e vivo aí de ser professor que não, que tá ótimo, tal. >> O medo de ser cancelado. >> Não, não, não. Que eu ia falar, cara, que não é o sonho de quem faz engenharia, né? Mas, pô, no meu era melhor do que ser engenheiro, sacou? O número era muito tinha um R. Falou cara, pior aqui. Qualquer coisa eu volto pro SENAI que seja que da da aula pra R$ 16 hora aula. Era 16 horas. E aí, [ __ ] >> melhorou de
16 para 100.000, hein? >> Demorou. Melhorou [risadas] a hora a hora de trabalho >> sem fazer o mestrado. [risadas] Chupa, estudante. >> Pronto. Amanhã, amanhã tem um corte. A troca R$ 16 hora por 100.000 horas. esculacha quem estuda, fala mal de professores, [risadas] é [ __ ] Aí cara formei, aí eu falei, >> mas esse acho que foi o maior extremo da tua carreira >> de dessa fase 15.000 versus teu sonho. >> Foi foi não, total porque ainda apareceu um outro trampo ainda de um brother falou: "Mano, você não precisa para na Vale, falou: Irmão,
você não precisa nem fazer o processo, você entra aqui é 8 a se 6 R$ 6.000". Falei: "Cara, eu vou comprar uma passagem, vou para São Paulo contar piada". Os cara, mano, e eu não era bom, tipo assim, eu não era bom para [ __ ] ainda no standup. Os cara, meus amigos falam: "Cara, não, cara, >> tá delí não, né? >> Você tá maluco, >> maluco." >> Falei: "Cara, mas é uma merda trabalhar com o Ligo". "Porra, mas você vai lá na maciota". Ele: Eu: "Não, cara, eu vou para lá". Os cara [ __
] que pariu, cara, meu pai ficou putaço comigo assim. Foi a única época da minha vida que meu pai ficou tipo assim de cara virada para mim umas duas, três semanas assim. Foi essa época que eu falei, eu vou para São Paulo porque eu tudo eu, ó, você eu Tenho uma banda, ó, vou fazer a excursão que eu falei, ele nessa eu falou agora que você se formou, falei: "Não, vou para São Paulo". Ele: "Cara, não vai, não vai, você tá perdendo a noção da vida, cara". Eu falei: "Não, eu vou". >> E essa época
era onde tava começando a bombar, né? Rafinha Bassos, Danilo Gentile, tinha ali o o como que chama? Comedians. Comedians. Comedians. Abril foi acho que em 2010, 11 e essa época tava 11. tava no hype, eu lembro disso. Era no show lá direto deles muito. >> E assim em Vitória não ia conseguir ganhar muito dinheiro com isso e nem viver disso, porque até porque o público é pequeno, a hora cansou, valeu, já vi tudo que você tem para falar e aí eu falei: "Cara, eu preciso de formar". E e tanto que eu comecei a fazer as
disciplina, eu passava em 10, 11 disciplinas por semestre para poder formar logo, entendeu? Os cara quebrava pré-requisito para mim. Vai, vai, some Daqui, >> some daqui, já deu. >> E aí, meu diploma é dia 1eo de abril de 2014. O sinal de Deus foi esse. Ele falou: "Cara, sai daqui, [risadas] some, isso não é para você. Sem dinheiro não é para você". Eu ia matar a gente claramente eletrocutada. Talvez eu mesmo. [risadas] >> Eu ia matar gente, >> com certeza. Ia dar problema gráveis. Aí eu vim para São Paulo e só banana. >> Quantos anos
você tinha? >> Eu tinha 29. [ __ ] meu irmão. Já >> não era novo. É, não era novo. >> Cara, eu vim em junho e eu lembro dia, meu aniversário dia 10 de julho, eu fiz um aniversário careca, um produtor na época que era que era amigo. Ele foi lá em casa, eu passei meu aniversário, eu pedi uma pizza, rachei com ele e a gente comeu uma pizza no meu aniversário de 30 de 30 anos. Comendo uma pizza em casa, eu sempre sentava no bolso morando em São Paulo. E um mês aqui eu falei:
"Mano, que ideia do [ __ ] que eu tive aqui, cara". Copa, era Copa no Brasil >> era Copa, verdade. >> E não tinha um show para fazer. >> Todo mundo tava na rua, os barzos da Vila Madalena. >> É, não tinha povo. E e meu irmão, eu vim com o dinheiro do mês que vem. Sério, não é essas conversas de ai como eu venci. Eu vim com dinheiro do mês que vem só. E não tinha show, não tinha. Eu Peguei dinheiro emprestado no caixa eletrônico. É o dinheiro mais burro que você pode pegar, né?
Caríssimo que eu tinha que pagar aluguel. O cara me pressionando. Alugel. Eu falei: "Pera, peguei R$ 2.500 no caixa eletrônico, paguei 12. E aí? [risadas] E cara, aí comecei comecei comecei a fazer as paradas e aí eu falei: "Mano, já que eu vim, eu vou vou vou fazer vou fazer". Aí eu comecei a estudar, ia nos cara, ficar e e eu era, velho, talvez Nervosismo também, todo o show que eu fazia, quase todo, eu era o pior da noite. Quando eu vinha, eu sei lá, não conseguia. Eu falei: "Mano, eu sou ruim, cara. Eu era
bom em Vitória, pô. Aqui eu sou merda, todo mundo aqui é bom." E aí, >> como é que tu sabia que tu era o pior da noite? >> Ah, é visível, né? Tipo assim, eram vários comediantes, né? Fazia três, quatro comediantes na mesma noite. >> Você assistia os outros anterior? >> É, ficava aqui, né? Os cara fazendo ali, a gente ficava do ladinho ali do palco, pô, cara, piada, pá, eu entrava, hein, galera, não sei o quê, todo mundo, [risadas] >> aí eu não, imagina não sei o quê. Eu, [ __ ] minhas contas, [
__ ] [risadas] que viagem voltar pra Vitória, hein? Aquele emprego lá tem os cara não, já passei para maior vergonha de voltar. O que não, o que, cara, uma das coisas que me fez não voltar pra Vitória foi Orgulho, sabia? Eu falei: "Cara, não vou voltar, né?" assumir que eu tava errado e todo mundo tava certo. É a pior coisa que tem, cara. [risadas] Falei: "Não, vou fazer virar". Aí teve um dia, >> qual que foi o dia que virou o jogo? >> Então, aí teve um dia que me chamaram que o Comedians era meio
que um selo na época. Comedians, pô, esse cara faz no comedians, né? >> E aí, como é que funcionava lá? Eles te Chamavam para fazer um open mic, 5 minutinhos. E se você fosse bem, te chamava para fazer uma participação. Se você fosse bem, você entrava pro elenco. Aí um dia me chamaram para fazer esse open mic. E aí eu falei: "Caralho, assim, é a é o que se se hoje não rolar, >> eu vou pegar minhas coisas, vou voltar pra Vitória." Então fiquei muito, cara, eu fiquei muito nervoso, muito nervoso de assim, desespero, chorando
em casa Antes de ir pro show. Falei: "Mano, se hoje der merda, fodeu assim, porque já era." Aí minha mãe me liga e aí o que que foi? Ela tá bem, eu tô bem, ela não tá, sua voz tá estranha. Pera aí que seu pai quer falar com você. E meu pai, a gente tava meio por causa disso, né? Foi aí, ó, tá? não sei o quê para São Paulo. Aí eu falei, ele falou: "Que que foi?" Eu falei: "Ah, bicho, quer saber? Eu acho que eu vou embora. Se tava certo." Meu pai falou: "Não
vai não, você não Vai não. Você veio aqui na minha frente, você veio na minha cara falar que você ia para São Paulo fazer dar certo, você não vai voltar não. Só vai voltar quando você der certo. Com dinheiro você volta". Aí eu falei: "Pronto, até para casa eu não posso voltar [risadas] mais". Aí [ __ ] Ele falou: "Não, você vai lá fazer o show aí. Você não é bom. Você foi o que você falou que era bom. Então você é bom. Você falou que era bom, você É bom. Arregaacei nesse dia, irmão. Arregacei.
O dono do comício falou: "Mano, vai, faz a próxima". Tipo assim, nem tinha, era duas sessões, mas o open fazia só uma. Ele faz a próxima. Arregaacei, entrei pro elenco. Aí eu comecei a ir bem. Aí eu soltei um vídeo, cara. Eu fiz um vídeo lá que viralizou demais. É um vídeo que eu falando da lanche, na história da lanchonete, que eu fui com o meu pai na lanchonete, pedi um lanche que eu não ia aguentar e ele Me obrigou a comer. É que todo mundo passou por isso, todo mundo passou por isso. >> Esse
foi o lance. com Coca-Cola, mano. Eu reclamei que a Coca-Cola era de 1 L, não era 2,5 L. Meu pai, meu irmão, >> botou 2,5 L e falou: "Tu vai tomar tudo essa porra". >> Esse lanche lá em Vitória é o seguinte: você comesse o lanche todo, você comesse você comesse o lanche todo, era de graça. Eu falei: "Ah, >> cara, meu pai tem uma >> eu vou ajudar meu pai que ele não vai pagar ainda". O lanche era do tamanho dessa mesa, pô. "Meu pai vai comer, eu não vou pagar, você vai comer". [risadas]
vomitando, chorando. Ele não, ele vai comer. O pessoa, os garçons não, coitado, ele vai comer. Ele é [ __ ] Ele [risadas] >> cara, vejo fazendo a mesma coisa com os meus filhos. É muito bom. >> É, então você é um pai bom. Você é um Pai bom. [risadas] >> Aí meu >> pediu, não pediu, não é o fodão. Agora vai, filha da mãe. >> Aí o meu pai, uma vez eu reclamei da cor da bermuda que minha mãe tinha levado para sair de barco. Meu pai rasgou minha bermuda play para sair de barco. Playboy.
>> Eu era playboy. Rasgou minha bermuda, pô. Falou: "Então fica pelado". Toma >> aí. Eu, pô, não consegui sair do carro, [risadas] andar de barco, fiquei no carro. >> Isso é bom. Você lembra até hoje. >> 3 horas no carro. [risadas] >> Nunca mais reclamou de bermuda. >> Nunca mais. Ótimo. Pai bom. >> É pai bom. Pai bom. Seu pai é bom. E aí, [risadas] >> cara? Aí esse vídeo viralizou a ponto de acontecer aquilo que a gente tava falando sobre música. Eu eu o vídeo Viralizou, aí eu comecei a ir fazer um show tipo
comidas. A galera conta da lanchonete, conta da Aí o cara >> caramba. Aí eu começava a contar, a galera começava a contar a piada comigo. Isso eu nunca vi, cara. Nem depois. Eu nunca vi isso acontecer, de verdade. Só nessa época. E aí eu botei essa piada no meu primeiro solo. Aí eu comecei a poder fazer solo, que eu tinha público, comecei a ter público. >> Ainda no comedians. Isso. >> Isso em 2015, 16, mas no comedians. >> Aí eu não, eu já comecei fazer uns teatrinhos de 300 pessoas, tal. E aí quando eu essa
piada tava no show, então eu tava contando show, a galera rindo, eu falava: "Não, teve uma vez que meu pai me levou na lanchon a galera". Tipo, [risadas] o [ __ ] a galera quer ouvir uma piada que eles conhecem, velho, que doideira isso. Aí eu contava essa piada, tal e aí essa piada me levou para um patamar ali legal de ter público. Aí eu Tive que manter, tive que escrever mais piada, mais coisa nova que não é >> e a virada. E quando começou a virar o business mesmo, tipo [ __ ] >> Aí
cara, essa época eu comecei a fazer um dinheirinho, paguei minhas contas, minhas dívidas, tal. E aí em 2017, foi quando aí 16 eu comecei a andar, 2017 eu entrei em cartaz no Frei Caneca para fazer uma noite. Fazer uma noite que era o sonho do comediante era [ __ ] fazer no Frei Canec na época Frecanec é Legal pr caramba, >> pô. Na época, tipo assim, o Rafinha, o Porchá da comédia, né? O Rafinha, o Porchá e o Danilo, eu acho que tinha feito lá. Talvez eu esteja sendo injusto aqui com alguém, mas enfim. E
o Ventura tava fazendo na época, o Ventura deu uma despontada, né? E aí o [ __ ] vai fazer uma noite no no Frei Caneca. E aí, pôs eu tenho a gravação desse dia, desse esse dia é Muito legal, cara. Eu tenho eu fiz o show, no meio do show eu falava um negócio assim que, pô, era o nome, era o melhor trabalho do mundo. Aí eu falava porque eu podia trabalhar bebendo, eu podia, tinha três coisas lá, né? E aí, velho, no meio do show, a galera levanta e aplaude de pé, que é uma
hora que eu falo: "Pô, e meu sonho era fazer piada para muita gente, [ __ ] eu tô no freio caneca, a galera. Mano, esse dia foi do [ __ ] Eu tenho a fil, eu Nunca postei, mas eu tenho a filmagem desse dia. Tenho até que postar isso aí, cara. Isso é legal de postar, cara. E aí entrei para fazer um dia, eu fiquei >> melhor do que postar, pô. Faz um doc desse dia usando as imagens de fundo. Senta num lugar legal, conta como é que foi chegar nesse dia, passa imagem desse dia,
conta o que você sentiu nesse dia e faz um [ __ ] conteúdo pro YouTube. >> Meu mentor aqui, ó. Beleza, G. Tira a parte do postar aí essa parte que eu tô Contando. Tira que eu vou botar no doc. [risadas] Vamos para outro assunto. Então, aí eu tenho feitos coisas, né, na minha vida. [risadas] Não, aí o que que acontece? Eh, pô, me deu uma [ __ ] ideia [risadas] e eu tenho um doc pronto de um teste de show também. Vixe, lembrei o negócio agora. Enfim, aí era uma noite, lotou, abriu uma outra
noite, lotou, abri outra noite. A gente só saiu do Frei Caneca na Pandemia que fechou. Quando voltou o Frei Caneca, a gente voltou semanalmente e ano passado a gente decidiu sair porque agora a gente tá fazendo no espaço Unimed que é para 4.000 pessoas. Então eu fiquei de 2017 até 2024 em cartaz, que era uma noite só. Aí a gente ficou toda semana, toda semana. Foi assim um período muito longo. Foram [ __ ] >> E aí qual foi, qual foi a virada de, pô, virar o o o seu próprio empresário e Empreendedor? E o
que que muda pro artista que tem o empresário, pro artista que >> não, a gente tem escritório, só que o que acontece, eu gosto de tocar muita coisa porque o seguinte, eu não sei até quando eh, [ __ ] a gente, eu faço comédia e e pôra, eu posso me tornar desinteressante para o público, isso acontece, eu posso falar uma cagada, ser cancelado, isso acontece, eu posso, sei lá, ter algum problema, Deus me livre de Saúde, não poder fazer show. Então eu sempre me liguei que era uma parada seguinte: eu preciso ter coisas em paralelo.
Eu preciso criar uma imagem ou ter coisa em paralelo para daqui a pouco, se caso eu decida fazer menos show ou precise ou ou não tenha mais demanda, eu tenho o que fazer da minha vida e tenho como manter a a minha parada. E aí eu sempre gostei de de tá a par da situação, porque eu, diferente de muitos caras da comédia, a gente ama Fazer show, só que os caras da comédia, bicho, amam. Eu eu só faço isso, eu sou isso. E eu sempre, pô, eu gosto de fazer, eu gosto de estar nesses ambientes,
eu gosto de fazer show corporativo porque eu tô lá nas empresas, gosto de conhecer a galera, trocar uma ideia, entender. Eu acho muito corporativo animal, assim, os caras pegar uma parada do nada e criar criar um negócio gigante, criar eu gosto de ouvir as suas paradas, suas paradas. Vocês falando como é que esses cara fizer [ __ ] ideia do [ __ ] Eu acho muito [ __ ] o cara que principalmente no Brasil pega e decide ser empreendedor e cria um negócio grande que é os caras luta contra. A gente luta, você vai ser
empreendedor no Brasil, você tá lutando contra, você tá indo, [ __ ] você tá brigando mesmo, porque se for ver a lógica era não ser, né? E aí eu gosto de tá. Então quando eu comecei a a a acessar Outros lugares que com a minha imagem, isso isso foi muito legal. Isso, pô, a galera começou a me conhecer pelas piadas e, pô, gostava de estar na minha presença. Eu comecei a conhecer uma galera que eu jamais conheceria se não fosse a comédia. Então, eu comecei a entender, a querer a chupinhar, né, os o os conhecimentos
da galera. Tipo assim, [ __ ] você tem muito para me ensinar, você tem muito para me ensinar. Eu gosto de estar aqui. Outro dia eu vim aqui Trocar ideia com com Alfredo. Falei: "Mano, tô preciso ir lá, vou lá ficar aí trocando uma ideia". Eu falei: "Pô, obrigado do [ __ ] Isso não tem preço, pô". >> Com a mentoria, né? Tem preçoado dia foi irado. >> É, aliás, tem preço, não tem, não tem valor. [risadas] >> É que eu troquei, é que é que ele esqueceu mais de 100000, tá? Ele >> esqueceu de
te contar. Eu troquei por um Show dele na nossa festa de final de ano. >> [ __ ] o cara tudo é permuta, cara. >> Ele só esqueceu de te contar. >> Tudo é permuta, cara. >> Eu troquei duas horas com ele por 40 minutos de show. Justo, pô. >> Tá justo. >> Tô achando que minhas duas horas vale só 40 minutos de show. >> Vou dar 40 minutos de mentoria no do G4 [risadas] >> sobre levar a vida mais leve. >> [risadas] >> E aí eu decidi, tipo assim, a e outra coisa também que
passa pela minha cabeça, [ __ ] e o que não tá errado, tá? E eu consigo ver muita, muita coisa de forma profissional que não abala o meu pessoal. Eu não te acho, por exemplo, a gente é sócio, né? E eu começo a não fazer as coisas e você acha interessante, pô, mano, pô, muito legal, mas não tá sendo mais interessante você Ser meu sócio, cara. Se você me convence disso, fala: "Tudo bem, eu não vou pô nada d um babaca não, pô. O cara me provou e realmente eu consigo separar as coisas e eu
consigo entender também que se eu deixar de ser interessante para um escritório, para um empresário, ele vai achar alguém mais interessante, vai dar mais atenção para essa pessoa e vai obviamente gastar mais energia com essa pessoa e é normal. Então eu comecei a a eu a visualizar muitas coisas, >> eu mesmo a querer montar uma imagem diferente com investimento, a poder ser mais interessante para as marcas, porque rola muito isso que o comediante é uma bomba relógio, né? Pois esse cara vai falar a cagada daqui a pouco. Eu não quero ele falando da minha marca.
E eu já evito falar muitas coisas e comecei a mostrar esse lado que eu não que a galera tá entendendo isso. Isso é muito legal. Você >> tem mais previsibilidade porque você Entende do business e da cabeça do cara que tá do lado de lá. E é muito legal que a galera, os, a plateia, a audiência tá começando a entender o seguinte, igual eu casei, foi muito legal o casamento, chorei no meu casamento, me emocionei, tal, e a galera tá falando: "Pô, beleza, foi muito legal, mas eu quero ver você contando a forma humorística disso."
A galera já tá conseguindo entender que é há uma separação. E eu falei, eu fui lá, falei Mal do meu casamento, não sei onde que, mas, pô, foi o dia mais legal da minha vida. >> Cas deve ter sido uma fábrica de piada, >> então, mas foi o dia mais legal da minha vida. A galera consegue entender, pô, o cara tá fazendo piada, mas não é que ele odiou o casamento. A galera achava isso. Eu fazia piada. Pô, eu costumo zoar muito as profissões. Outro dia eu fui cancelado no meio da galera de agente de
saúde. As Tiazinhas de agente de saúde ficaram [ __ ] comigo porque uma mulher tava no meu show, ela agente de saúde, aí o que que você faz, né, que eu faço à vezes de bu, pô, não sei o que que é. Me explica para ela me dar material para eu fazer piada. Ela não, eu vou passando na na casa das pessoas. >> Eu tenho uma missão para você. Hã, >> lá vem, >> [ __ ] O cara >> fazer f em mim. Olha em mim. >> F me. Que o cara falou. >> Presta atenção.
>> Fuck me. [risadas] As ideias. >> Olha só, tu consegue fazer um standup para falar da profissão de desenvolvedor? >> Eu preciso estudar mais sobre desenvolvedor. Mas é possível. >> Quant quanto quanto tempo tu demora? >> Quanto você vai pagar >> por ser protótipos? [risadas] 50.000. Tá bom. >> Um show inteiro de uma hora. >> Pô, uns 40 minutos de show sobre falando da profissão do dev, home office, não sei o que lá. Bá. >> Ah, um mzinho dá para fazer, talvez menos. >> 50.000. Vamos. >> Mas, mas é para eu fazer o show ou
para você fazer show? >> É, pô, você, [ __ ] >> Aonde >> eu vou, eu vou pagar, [ __ ] 50.000 protótipo. Se der certo, tu vende para uma porrada de empresa. >> Se der certo, tu vende uma porrada. >> Se der certo, você vende para uma porrada de empresa de tec. Empresa de tecudo rica, pô. Tu vai vender esse show por 150.000. >> Preciso negociar melhor esse preço. >> Não é protótipo? 50%, pô. Tô bancando o cu do risco. Pode ser uma merda o show. Você mesmo falou que faz show merda. >> Não
vai ser uma merda. Se ficar uma merda, >> 50.000 protó. >> Não, olha só, se ficar uma merda, eu não faço. Eu falo, cara, não consegui. >> Toma seu dinheiro de volta. Não, não. Eu só aceito depois. >> Só aceito depois o dinheiro. [risadas] >> Não, não vou, eu não vou vender produto merda, pô. >> Não, mas eu entendi a cabeça dele faz sentido para você. Mercado gigante. Mercado gigante. Então depois você vai me vender pr os mercados. É isso. >> Tá fechado. >> 50.000 depois do show. Pronto. >> 50.000 show em São Paulo. Pô,
>> vamos fechando. >> Vamos. >> Já tá vendendo lá na outra ponta. >> O cara mandando aqui, pessoal, que é um show aqui. Ele tava no, o áudio tava ligado. >> Cal, calma aí, calma aí. >> [ __ ] lá. Já acertei, acertei. Quem era. >> E aí, garotinho? Rafinha, tive uma ideia aqui, mano. Tô no G4. Tive uma ideia. Vamos fazer um um show com o Renato Albani, fazendo piada desenvolvedor, do trabalho do desenvolvedor para tu convidar desenvolvedores, convidar teus funcionários, teus clientes, pra gente falar disso. Que que tu acha? Animal. Animal. >> Ele,
ele tá cobrando 100.000. Mas vale, mano. Vale. A gente arruma uns Patrocínios, tal. Acho que vale. >> Não, acho que eu, pô, sou fanszaço dele, pô. Assisto toda, toda. >> Então eu acho que eu ainda desenrolo dele fazer um post da tecla T, >> falando da tecla T, tal, não sei o que lá que é legal para [ __ ] E [ __ ] a gente sai do show, ele vai precisar comer, a gente faz um jantar, tu convida alguns clientes. >> Pô, aí aí melhorou. >> E ele é bom de rolo. Ele faz uma,
ele Faz uma parcelinha, a parada vai bem. >> Aí, aí melhora, aí melhora. Estamos junto. Estamos junto. >> Então tá. Eu vou tentar chorar 5 de 20. Posso fechar? >> Pode. Vai para cima. >> Tá bom. Valeu, beijo. Até nós. >> Valeu. >> Você v parou 50% de lucro no meu show. >> Foi [risadas] >> que vagabundo, [ __ ] Olha, eu vou te falar um negócio. >> Tá gravado. Você me vendeu a 50, eu vou fazer cinco de 20 >> e e vou te pagar só daqui a 30 dias, que é quando o show
ficar pronto. >> Cara, que vagabundo, cara. Eu quero ir embora. Não quero, [risadas] eu não quero dar um centavo mais do meu conhecimento para esse lugar. Consegui, >> consegui um jantar. Consegui um jantar maneiro pra gente. Abrir um que eu vou vender pros outros lugares. Você já vendeu e ganhou o meu dinheiro. >> Não, mas você não tem noção. Bom, a gente só vai ser gigante esse negócio. Você vai vender para muita empresa. >> Muita empresa. Toda empresa até que vai te contratar. Com problema de engajar dev. >> Então quem quem vai me munir dos
conhecimentos de dev? >> Eu aí é [ __ ] Eu tô tô sou teu empresário. Eu tô te empresariando. [risadas] Teu empresário. O cara me chamou que Como é que você faz a sua Vida sendo seu próprio empresário? Agora [risadas] tô andando para trás no quesito empreendedor aqui. >> [ __ ] do [ __ ] >> Mas abriu uma avenida que você não tinha antes. >> Olha só, vocêa vai postar a empresa do cara. Vai que dá para fazer esse show das 8 às 10 da manhã. Que horário que você não tinha na tua agenda.
>> Horário que eu tenho. Tranquilo. A gente a gente faz no jantar. >> Exato. Vamos embora. >> Faz o almoço. >> Não, vamos embora. Vou arrancar dinheiro daí também. >> Eu tenho que arrancar. >> Vai, vai te ajudar na tua meta >> dos 30 por ano. >> Ô, ó. 100000. >> Você é sócio dele, cara. Você fica aqui, ó. Você fica aqui, ó. Não, ó, ó o que ele fez aí, ó. >> [risadas] >> Ó, olha só. >> Não, é que você não tá visualizando o que ele fez. É lógico. Você tá ganhando 25 desses
50 que ele levou. >> Você tá ganhando [risadas] ganho 30. Tem que pagar 20. Tem que pagar 20 impostos, pô. Do seu, da sua parte. >> É isso. Eu ganhei 30 agora. >> 50 líquido. Sem nota. [risadas] >> 50 líquido. 50 líquido. Pelo amor de Deus. Ai que maravilha. >> Eu fecho, eu fecho, eu fecho. >> É 50 com post, né, que eu falei lá e a gente >> ainda vendeu um poste, cara. Não, não, >> [ __ ] Eu tô saindo no prejuízo assim, claramente. Saind é um teste para ver se se o perfil
funciona pra empresa de dev. Vai que funciona. >> Teste o quê, cara? Eu não preciso de teste mais não. [risadas] Olha que você me chamou para aqui. Eu fiz pox. Ô, falei me chama aí. Não, o cara tá querendo me testar ainda, >> cara. É um [ __ ] negócio. >> Primeiro de M, pô, pra nossa relação e pro nível financeiro. >> Tá bom. Não, tá bom. Isso aí que vale. Isso aí não tem não. Mas isso daí vai dar bom mesmo. >> Não, não tô. Eu não tô. É bom para [ __ ] Eu
entendi na hora que ele falou já, cara. >> Por isso que a gente é sócio há muito tempo. Ele ele começou a falar, eu falei tecla T, cara, mercado de dev é gigante, eles precisam de primeiro faz falar, cara, tem um novo, tem um novo conteúdo agora. Aí toda empresa vai querer que tu faça para vendedor, para corretor, para não sei o que lá. Pronto, tu abriu as verticais todas, mercado gigante, pega um sócio por cada vertical, você dobra o teu número de patrimônio aí. E aí lembra da gente, né? Essa parte >> ele gosta
de patec de RM. Lembra, não é que lembra da gente, a gente tá aí. Vamos embora. >> Já viramos sócio. >> Já viramos sócio nessa. Vamos, vamos. [risadas] >> Não tá gravado aqui, né? Se o vagabundo fizer esse show, eu trabalhei para [ __ ] para escrever um show. Ele não acho que não vai. Tá bom. Obrigado por levar. A gente vende três pelo menosito teu. Três. [risadas] >> Esse é meu papel no dia qu trabal [risadas] já falou: "Cara, eu quero fazer um documentário de a, mas custa 1 milhão". Aí eu falo: "Caralho, [
__ ] 1 milhão não tá no orçamento, vai sair de quem?" "Do bolso?" De nós três. >> Claro. >> Aí eu falo: "Não, não, não, calma aí, deixa eu arrumar patrocínio para essa porra". Aí arrumei já 700.000 aí já >> tá tá tá bom. >> Então você arrumou 700.000 1 para um documentário >> e arrumou 50 pro meu. >> Ele vai viajar o mundo. Calma, [risadas] calma, calma. >> Não, mas eu posso viajar o mundo. Você me pagar, eu fico viajando. >> Calma. >> É esse é essa. É isso que precisa. >> Para italiano. Alban
[risadas] >> um show para corretor. A gente vai bombar, mano. >> Nossa, esse daí >> a corretor de móvel tem muita história. >> Ah, esse é fácil, pô. >> Não esquece. Quer que eu vendo agora 50.000. >> Não, eu vou ter que ficar escrevendo um show >> protótipo, mano. Protótipo. >> Vou ficar escrevendo um show por semana. Não, pera aí. Acabei de falar. Até dezembro. Vamos, vamos vender. Vou ter que escrever um show para cada coisa, Pô. >> Vamos vender esse corretor. Vamos vend, vamos fazer o Vamos fazer o teste do p dois maiores mercados.
>> Vamos fazer o teste do dev. >> Não, irmão, você não tem noção. Ele pegou os dois maiores mercados. Dev que paga bem e corretor que tem de monte. >> Vamos vender esse. Vamos vender esse. 50.000 mesmo esquema. >> Não, cara, >> até descend. >> Esse é mais caro. Esse é mais caro porque esse vai vir na bota do outro. >> Ô, Abner, deixa eu te falar, cara. Eu tive uma ideia aqui, mano. Boa. Ten ideia. >> Que que tu acha da gente fazer no final do ano ali em dezembro em Santos um show do
Renato Albani falando piada da carreira do corretor? [ __ ] Invista apresenta Renato Albani em Santos fazendo piada sobre corretor. Você leva teus corretores. Convido >> bater o martelo. >> Pode bater, cara. Ele fez, ele fez 60.000, mano. >> Cara, é [ __ ] >> Ele fez 60.000. É, quer dizer, 3,60 que ele fez. 3,60. É, >> fora perfagia. >> Mas ó, só deixa eu te falar, eu combino com ele dele fazer um post da Invista, entendeu? >> Eu combino com ele dele fazer um post da Invista e a gente, [ __ ] pode vender
Ingresso, pode arrumar patrocínio. Então assim, eu acho que a gente consegue levantar uns 300 conto nessa brincadeira >> também. Acho, >> eu acho que vale. Eu vou chorar. Eu vou chorar para ele >> para ele fechar a C e 20 ali em quatro vezes. Deixa eu ver se voo aqui e aí eu te falo. Mas posso ir para cima? Ele vai vir aqui no G4 hoje. >> Fechou, irmão. >> Confia em mim. >> Vai pr as cabeças, >> então. Tá bom, valeu. Beijo. >> Não, mas assim, ficou muito claro. >> Ganhamos 70, então a gente
conseguiu já dar uma melhorada. >> Ficou muito claro que me vender é muito fácil, pô. Você não tinha feito não. Não pode fechar. Sou fã do cara. É muito fácil. B. Eu não sei se é fácil te vender ou se o poder de influência que ele tem é muito alto. >> Não, >> não. Calma. >> Ele falou: "Pode fechar que eu sou muito fã dele. É eu que tô vendendo." É, >> então, mas olha, se fosse eu falando isso, não teria o mesmo efeito. >> Liga para alguém. Vamos fazer outro [risadas] escrão. >> Vamos ver.
Vamos ver. Denor da4. [risadas] Denor, não vou ligar. Agência fazer um de agência. Vamos bota pro primeiro trimestre. Dá três [risadas] Meses para ele fazer. [ __ ] >> eu vou ter que parar de fazer show. Vou ter que trabalhar para vocês. >> Show protótipo R$ 50.000. Show protótipo vai. >> Tem que trabalhar para vocês. >> Fala com 150. [risadas] Fala com den 150. >> Ai >> esse aí vai vender muito fácil que ele quer me conhecer. >> Tem duas >> V4. É sério? É sério. >> Liga, [ __ ] >> Liga você. [ __
] >> Tu tem tu tem duas tu tem duas coisas boas aqui ness nessa história toda. A primeira você, eu já te provei que dá para tu vender por 120. 150.000. >> Verdade. Ó, você que pagou 100.000 >> já tá ficando barato, >> tá no lucro. E você quer chorar 100, não dá. >> Exato. Então, já te provei que, [ __ ] teu preço é bom, >> tem valor. Que a questão é o combo. >> Então, o teu show de 100, tu mete mais um postzinho, vai para 130, tu aumentou 30%. >> Hum. >> E
se o teu post der bom, a chance do cara te contratar mais já é maior. Ele vai querer que tu continue postando porque teu post deu bom. Então é maneira de tu botar tudo no Bolo. Então a questão é a oferta, não é o preço. >> Claro. Não, sempre foi, sempre foi, >> entendeu? E a gente conseguiu pelo menos monetizar, pô. Vamos ganhar 70.000, 50.000 outro. Fizemos. >> Você ganha mais que eu, pô. >> Mas essa é a vida do empresário. >> Fiz uma ligação, >> duas e vou ter que ir no dia, né? Que
eu deveria cobrar 150. >> Aí é [ __ ] também, né? Você querer ir no dia, você ter que ir no dia é [ __ ] Aí não dá também. Tem que cobrar o dobro. Você tem que cobrar, tem que ir até lá. Vou cobrar. >> Não, calma. >> De outra forma. Tá bom. Vamos, vamos, vamos fazer esse contrato aí. >> E quando você acorda de mau humor, como que você faz piada? >> Cara, eu sou mal humorado. Muitas vezes. Sou, eu sou rabujento, sou ranzinza. [risadas] Ele também, >> né? Você é do meu time.
Então, >> eu sou ranzinza. E aí eu decepciono muita gente porque os cara é aeroporto, né? Pô, tô cansado, sei não sei o quê. E eu não sou mal educado, né? Mas eu sou normal, né? Sou sou >> Você não faz piada? Tô tá esperando você faça piada. B aí. Beleza. Falou pô irmão. Tudo bem? Beleza, o cara, ih, [risadas] os caras fic é, é claro, a decepção na Cara das pessoas é muito claro os cara, pô, tira uma foto, pô, vamos, cara, tô te incomodando falei, não, não, de boa os cara aí, [ __
] você deve sair, mano, que babaca, não esperava. Só que eu também não vou ficar, cara, é o ban e entendeu não fal e aí eu falo igual eu falo com a galera que irmão, beleza? Tudo bem? Os cara, ih, [ __ ] é muito clara a decepção das pessoas. Mas já fiz muito show malumorado, já fiz muito show com problema, já fiz muito show puto, já Fiz muito show, mas sobe lá e faz a chave e >> é, tem que ter, é um trampo, né? Tem que trabalhar, tem que bater essa live, não tem
o que fazer. E aí tem que ir lá e faz o show, depois volta. Mas ali também é massa, pô. Tá no palco, é massa demais, porque >> eu curto, eu curto, >> pô. É a parada da galera ali com você. >> O palco faz mais bem para mim do que pra galera. É muito bom. >> É. E assim, é uma parada ali que o meu resultado, por exemplo, você tá passando conhecimento, né? Então você tá ali falando tal, ó, eu isso aqui faço assim, tá, tá, tá, eu trabalho dessa maneira, tal. A galera, ah,
legal, legal. Se eles absorveram ou não, você nem sabe e você fez o seu trampo. Eu, o meu feedback é na hora eu faço a piada, tem que vir a risada. Se não vem a risada, você vai pra próxima. >> O nosso feedback também é na hora. >> É, >> é. A galera chega e fala assim: "Só isso que você falou já pagou o curso 10 vezes". É >> porque o cara tem um insite, fala: "Put, >> eles falam isso, >> não, não, tipo, a gente não não pede para eles falarem, >> claro, >> mas
os caras você fala: "Puta >> na cara do cara >> animal". >> Ele fala: "Meu, [ __ ] que o pari". Depois ele vem no intervalo, vem na mentoria e fala: "Cara, isso que você falou, mudou meu negócio, cara, mudou meu jeito de ver isso daqui eu vou aplicar, vai dar isso, aquilo." >> O sinal, ao invés de pagar os 50.000, eu podia te dar um curso, né, para você e pro teu time. >> Então, dar o curso é dado. Trocar, não trocar. Ah, não, você deu. Posso aceitar? >> Não posso aceitar um [risadas] curso.
>> Eu tô te dando um show porque cada show é 100. Eu tô te dando dois por 50, tô te dando um. >> O mínimo que você vai fazer me dar um curso. Mim, >> tá fechado. >> Toma. Obrigado. Até que fiz ranquei alguma coisa desse [ __ ] [risadas] [ __ ] desespero, meu irmão. Não vem aqui mais não. Olha o tanto de prejuízo que eu tô tomando. Já perdi 100 conto Aqui só. >> [risadas] >> Mas é, >> você não perdeu, você não perdeu, cara. Vão ser duas linhas de receita para ano que
vem que vão ser gigantes hoje. >> Tomara, tomara. >> Não vai dar bom. >> Mas vocês entendem no meio de uma palestra assim, no meio de um curso, né, do curso ali, vocês conseguem ter a percepção de, [ __ ] não tô, não tá Rolando, preciso ir para uma outra vertente, preciso explicar de um jeito melhor? Sim, >> vocês conseguem ter um feedback, não negativo, mas tipo assim, [ __ ] não não tá rolando. >> Eu, e eu eu acho que eu e Nardon temos muito isso em comum. A gente é muito preocupado da galera
tá entendendo. Então, não é que eu tô dando aula, meu papel é fazer, não é o que eu tô falando, meu papel é fazer a galera Entender. Então, a gente tem muito isso no NPS, né, que é o que a gente roda, a pesquisa que a gente roda com os alunos, a gente tá sempre muito parecido porque a gente tá muito preocupado de brincar, será que o que eu tô falando ele entendeu? Será que ele traduziu pro negócio dele? Será que ele entendeu como ele vai aplicar para onde ele tem que começar? Então, acaba que
o conhecimento que a gente transmite é muito acionável pro cara. O cara sai da aula falando: "Cara, eu tenho que começar a fazer essa reunião, eu preciso ter essa rotina, pô, eu preciso conhecer essa ferramenta e, cara, eu preciso fazer mais isso aqui." Então, o cara sai ali com, eu já tenho na minha aula, dentre os 80 slides, 10 coisas que eu sei que eu tenho que fazer o cara sair da dali com dever de casa. E, >> mas é diferente do teu que a risada não é diferente, mas você vê palestra, você tá às
vezes até no seu evento, então Você entendeu porque o G4 é do tamanho que é, porque ninguém faz isso. Assim como ninguém faz algumas coisas que eu faço no palco, a gente é diferenciado por conta disso. A galera vai lá, muitas pessoas vomitam o o conteúdo ou fala: "Cara, infelizmente você não entendeu é que você não é difícil entender o que eu falo porque eu sou foda". Muita gente tem esse perfil. Quando você se coloca ali no >> no lugar do teu público, >> no lugar do teu público, [ __ ] você vai fazer aquele
cara entender. Não entendeu? Pera, eu vou explicar de outra maneira. Não entendeu, vou explicar de outra maneira. Assim como eu eu tento fazer meu show, tento, pô, essa piada não entrou. Vou fazer essa piada de uma maneira que eu que essa esse público vai entender. E aí, se você olhar minha audiência, pô, vai família de criança até avó no meu show. Então eu tento fazer que a Piada funcione para todo mundo. Isso vai trazer mais gente, >> gigante, >> vai trazer mais gente para mim, o que é legal, mas também vai fazer com que todo
mundo que vai ali saia satisfeito, que saia com o o feedback legal. Pô, foi foi do [ __ ] foi do [ __ ] foi do [ __ ] E eu penso nisso assim, como vocês pensam, igual você falou, pô, a gente se preocupa. E >> cara, futuro, como é que você vê agora? Família, filho, essa agenda de 290 shows, como é que vai, como é que, qual é o teu projeto como empresário? >> Não, agora eu vou fazer show para dev e corretor menos ali, né? Ano que vem trabalhar mais na parte corporativa, né?
Pelo que parece, é o que parece, né? Shows ali meio-dia, tal, 1 da tarde para ficar com a minha família, né? Obrigado. Até foi. [risadas] Eu tava até vindo, >> eu tava até vindo com uma vertente disso e [ __ ] tô mais despreocupado agora. [risadas] Que paz que eu tô aqui. Ano que vem vou virar comediante de palestra. Que delícia, cara. Nada de ficar viajando. Não, mas eu a ideia é >> como que é a tua agenda de viagem antes de responder essa pergunta dele? Porque você tem >> você tenta conglomerar tudo na mesma
assim, né? Tipo, vou pro Nordeste, vou fazer várias, vou pro Norte, vou fazer vou pro Sul. que, por exemplo, agora, Agora em setembro, agora em agosto, né, antes do meu casamento, cara, foi maluco, eu fui pro Nordeste, entre Nordeste e Norte quatro vezes em cinco semanas, cara. Porque, tipo assim, eu fui uma semana, fiz Caruaru, Campina Grande e João Pessoa, voltei, aí fui, fiz Fortaleza, não sei o quê, e voltei. Aí fui, fiz palmas, não sei o quê, porque também não vou ficar semana morando lá no no em outro lugar, né, que não seja a
minha casa. Então, mas Geralmente a gente tenta fazer a região ali, né, o fim de semana para também não ficar nessa daí. E eu e eu procito voo, pega muito aeroporto, pega tal e eu sou um cara de boa assim, né? Ah, por que que não vai de jato? Precisa. Eu não acho que tem essa necessidade. Pode ser, pode ser. Eu tô começando a abrir minha cabeça para essas coisas. >> Lá, lá é caro, mano. >> Para ir pra Fortaleza é caro. >> Então, não, para ir lá não vale a pena. Mas tô falando aqui
perto. >> Aqui perto dá. Eu fui agora pra Franca, fui com aviãozinho e tal, voltei, >> começando, começou, colocou o pezinho. >> O problema é começar. >> Começou. Você não, gosto não retrocede, meu amigo. Eu evito máximo solução, né? >> É a solução. Se não, não é evitar. Se se soluciona um desafio teu, >> o que você não pode dar mole, irmão, é o que alguns palestrantes eu vejo que dá Mole. Outro dia eu tava até falando telefone com um deles, que é o cara entrar na parada de que [ __ ] ele tem que
ir e ir a qualquer custo, porque aí [ __ ] eu já cometi esse erro, já vou em avião que eu não sabia a procedência, >> já peguei um avião para ir para cumprir uma agenda lá no norte que [ __ ] a pista de pouso era de terra, o avião era de 72 aí quando eu cheguei, [ __ ] tu tá tá incomodado, aí tu tem que como é que tu sabe, aí tu fala, pô, falo não, não Chego pro evento, cara. Então assim, eu acho que no final do dia é muito mais [
__ ] encarar como uma ferramenta de trabalho, trazer isso pro preço, trazer isso pra parada do que qualquer outra coisa >> e teu parceiro certo para te ajudar nisso. >> Isso daí é uma coisa que diz >> Avant Avant, que é o nosso parceiro, >> esse que vocês fecharam parceria. >> Esse >> que do [ __ ] Mais uma que saiu daqui. >> Essa daí, ó. >> É, dá para dá para eu te apresentar pro dono e tu desenrolar. >> Aí vou ter que escrever um show sobre reação também, não, né? Calma também. >> Não,
não, não, >> [ __ ] Quer ir tudo dentro? Não, [risadas] porque porque o mercado não é tão grande. >> Não é tão grande assim, né? >> Mas eh a minha ideia [risadas] Esse >> cara tá traumatizado. >> Ei, pensei na ideia. Não quero, eu não quero, eu não quero ideia. [risadas] O cara tá Mas é, a ideia ano que vem é fazer é fazer menos shows, porém não trabalhar menos. É que eu gosto de trabalhar, cara. Eu, cara, eu tenho uma parada assim, eu tô em casa, é maneiro ficar em casa, né? Ali um
dia, dois dias, jogo um pouquinho, fico ali, faço meu fut, Treino e tal. Cara, no terceiro dia eu já preciso fazer alguma coisa, velho. Eu eu gosto de produzir, eu gosto de fazer de trabalhar, essa coisa. Então, tipo assim, preciso fazer menos shows para poder produzir mais, porque eu fazendo show, eu tenho que estar lá, eu tenho que estar voando, eu tenho que tá lá, eu tenho que estar o tempo inteiro. Então, a ideia é a gente fazer shows maiores, menos shows, >> shows maiores, exatamente, que é o que a Gente já tá fazendo também.
Só que a gente decidiu fazer o seguinte, vamos fazer show em lugares maiores que a gente faz menos shows. Só que aí esgotou a gente fazendo duas, três sessões, então a gente tá fazendo o mesmo tanto de show em lugares maiores, entendeu? Essa foi aqui é um problema bom. >> Então, mas a ideia é diminuir show, aumentar >> ticket, >> parcerias, aumentar ticket, aumentar Parcerias, fazer outra coisa. B >> usar não >> por decisão. >> Decisão eu fiz pontualmente no começo. Eu fiz de de aposta que eu falei [ __ ] que aquela coisa que
a gente falou no começo, falei cara, o cara vai entender porque, tipo assim, tigrinha, essas paradas, o cara vai perder sempre. Só que eu achei com a minha cabeça, falei: "Porra, o cara, né, ele vai saber Fazer a parada de aposta aqui, cara? Eu fiz uma d, eu falei: "O cara não vai saber, pô. Não vai saber, o cara vai se [ __ ] os caras vão se [ __ ] E aí eu nunca mais fi, falei, vão se [ __ ] o cliente final vai se [ __ ] >> É que é no final
tu fala para um público que [ __ ] é [ __ ] >> Vai se [ __ ] Então >> na grande maioria é muito grande, então tu vai acabar falando para um público que >> Exato. E aí eu falei: "Não, não, não, não, não, nada a ver, nada a ver". E já recusei bastante grana, como vocês também já devem ter recusado, mas enfim, eh, não é isso que eu que eu vou fazer. Então, e eu acho que eu eu sou um cara de boas ideias, sou um cara proativo, sou um cara que tá ali,
que gosta, então eu consigo contribuir em outras frentes também que não só show. Eu nunca vou deixar de fazer show. Fazer show é muito do [ __ ] Só que eu preciso estar em Casa com a minha família, quero ter filho, casei agora, quero fazer mais outras coisas. Então, ano que vem eu vou diminuir show, mas não vou diminuir trabalho. Quero trabalhar igual mais. >> Animal, animal. Bom, chegamos então no momento, senhoras e senhores, do batebola. Momento Maria Gabriela, está preparado, Renato Bani? >> Não sei, né? Agora tô até tô até Desconfortável aqui. >> Vamos
então aqui começar o momento bola. >> Vamos >> pinga fogo. >> Bora. >> Qual foi o maior extremo da sua vida até hoje? >> Extremo? Como assim? Maior parada mais louca que tu viveu até hoje, assim, loucura, >> [ __ ] >> Parada mais bizarra, tanto pro bem Quanto quanto ruim. >> [ __ ] [ __ ] Ruim eu não tenho muita coisa ruim não. Dentro da vida. Minha vida é boa demais para falar que é ruim. Mas cara, o momento mais que não é ruim, que é do [ __ ] que é uma virada
de chave, casar, velho. Casar uma virada de chave que a próxima vai ser ser pai, mas casar porque assim, na minha opinião, muito insano, mano. >> É um compromisso que você assume ali muito sério, pô. que a galera tá cada Vez ficando menos séria. A galera fala, mas é um compromisso que você assume com a tua mulher, com a família dela, com a tua família, com a tua reputação, com a reputação de quem se espelha em você, com quem te segue, é um compromisso [ __ ] você falar que vai casar [ __ ] Então
isso é muito louco assim, né? É, foi fácil assumir esse compromisso tal, com a mulher que eu tenho, mas se você for avaliar, é um compromisso [ __ ] É um compromisso assim, mano. É, é um Allá, que tu nem viu ainda. Calma, calma, vai piorar, né? É igual seu pai fala, está 51 anos casados, 48 diante sua mãe, mas continua casado. >> Continua, irmão. Compromisso. Falou, tá falado, irmão. >> Fica tranquilo. Falou, tá falado. >> Qual o erro caro que acabou virando um aprendizado? >> Erro caro? Nossa, abri um restaurante em Vitória, tomei um
pau de quase 700 pau. [risadas] >> Pelo menos virou piada. >> Par seis. Abri um paris em Vitória. >> Sério? >> Tomei no cu. >> E não virou >> não. Vitória é quente. Pareza é massa. 8.000 1 pratos só de >> sobremesa. >> Não, sobremesa mais 9.000 só de estoque. Pensa bem no estoque do parês. >> É o bomba se fodeu. >> É um é um um livro desse tamanho que você fica ali o o o cardápio. Só cara só em São Paulo vai ser isso funciona. [risadas] >> Qual crença? >> Os cara não fala,
né? O que quer falar. >> Qual crença você deixou para trás no último ano? >> Qual crença >> é >> que eu deixei para trás no último ano? [ __ ] [ __ ] Tem muitas crenças que a gente vai deixando para trás, cara. Uma crença, na verdade, não é muita crença que eu deixei para trás, mas é uma uma coisa que eu me aproximei muito de de Deus esse último ano que a gente, ah, não, eu sou eu achava que eu era, pelo amor de Deus, o que eu vou falar aqui agora? Mas eu
me achava mais [ __ ] E [ __ ] nenhuma. Deus é muito [ __ ] A gente vai fazendo as coisas que, [ __ ] essa frase até não posso falar. Deus é muito bom. E [risadas] e sem ele a gente não faz nada. Mas essa crença de que não, eu vou lá, eu consigo cair. A gente não consegue pôr nenhuma. A gente tem que tá com fé, com alguma coisa ali, ancorado na gente, senão a gente não faz nada. >> Qual o tema sempre funciona no palco e qual o tema nunca funciona? >>
Cara, tema que sempre funciona no palco, cara. Casal sempre funciona no palco. É família, casal funciona, todo mundo se Identifica. É todo mundo tem mesmo problema. É o mesmo problema, todo mundo se identifica. Todo mundo teve família. para cima ou para baixo, você teve família que nunca funciona. Cara, não existe o tema que nunca vai funcionar, não existe. >> O cara, ele é, é possível você fazer piada com qualquer tema. Você dá para fazer. Ela pode não funcionar em muitos lugares, mas em algum lugar ela vai funcionar. Esse tema vai funcionar. Não Tem como não
funcionar em algum lugar. >> Quem você adoraria ver na primeira fila do seu show? >> Que eu adoraria ver na [ __ ] na primeira fila do meu show. Cara, eu queria ver o David Chapel no meu show. é um comediante que eu sou muito fã. Esse cara é muito bravo. Ele é muito bravo. Ele é muito >> queria ver esse maluco assistindo o meu show. Talvez ia ser um grande Tu já tentou trazer ele pro Brasil? >> Não. >> Por que que tu não tenta trazer, >> cara? Tá aí. Bora. Porque é difícil porque
assim é um público no Brasil ainda é um público, eu não sei se ele vem, já começa por aí. Se ele vier, ele vai botar uma bala. Pagar o valor, >> então vai botar uma bala. Não sei se a gente tem público para isso, porque assim, beleza, muita gente conhece o David Chapelle porque ele ele furou a bolha. Mas você sairia da tua casa para Pagar um show do David Chapel no Brasil? Não sei se tanta gente assim, porque o brasileiro já não é tanta gente fala inglês. Dos que falam inglês tem que conhecer o
David Chapelli. Fecha parceria com curso de inglês. >> Dos que conhecem o David Chapell tem que querer sair de casa para ir lá pagar o o show dele. >> Escola de inglês para te ajudar a trazer. Eu quero que você arrume o o David Chapel primeiro, depois a gente Vai. Mas cara, ele é >> fazer, acho que não é difícil. >> Ele é um cara que eu queria que ele assistisse ali para ver se ele desse uma risada no show, falar: "Nossa, tá ótimo, tá muito bom". que é que a tradução teria que ser boa.
Esse é o ponto. >> Tradução teria que ser boa, >> porque a sacada do humor sem o >> E principalmente que o nosso humor é muito diferente do humor da gringa. >> Da gringa. >> Você vê um standup gringo, ele é muito de sacada. É diferente do nosso. Assim, eu eu consigo ter essa visualização do do standup gringo. Fal, cara, esse cara ele puxou um pensamento aqui muito [ __ ] cara. Muito [ __ ] Que a gente não dá tanta risada de morrer do do standup. Aqui a gente é mais exigente. O brasileiro, você
vai criar uma ideia ali que vai demorar uns 3 minutos para você vir com punche, ele fica: "Caralho, cadê a piada, caralho?" Vi, entendeu? Você Tem que ficar dando mais punche ali nas piadas. Mas é, ele é [ __ ] O Rick Gerve também. Eu queria muito trombar esse cara que ele assistisse meu show. Ia ficar muito feliz. Ia ser >> E que que você não gostaria de ver nem escondido no teu show? >> Ah, não, pode sentar lá. Eu não tenho, não tenho essa não, de verdade. Posso sentar lá? Não tenho, cara. Não fico
alimentando inimizade e ódio, não. Não posso sentar lá. O cara não gosta de mim E ele pagou pro show até ganhei esse dinheirinho. Tá bom, senta lá. [risadas] Não tem mesmo não. Pode sentar lá. >> Se você pudesse deixar uma frase no camarim de todo comediante iniciante, qual seria? >> Cara, força, guerreiro. Por qu [risadas] não vai ser difícil, cara? Não, cara. Eu eu eu falo muito isso aí. Eh, a gente cagou um pouco a comédia porque hoje a gente, as pessoas não saem mais para ver comédia no Brasil, a pessoa sai Para ver aquele
comediante. E isso fodeu um pouco porque ficou um pouco sem praça pra galera, pô, você não sai. Hoje eu vou ver um show de comédia, pô, vou lá ver o Albani, vou ver o Ventura, vou ver o Camboto, vou ver o Rodrigo Max, né? Você vai ver o artista >> ver o artista. E aí isso tá dificultou muito. Hoje eu acho que tá muito difícil começar na comédia. >> Mas os bares ou os lugares que eram mais tinham mais esses expoentes, tipo Comedians, não existe mais? >> Existe hoje é já é Barbicha, Barbichas Comedy Club,
Barbichas com lá, >> mas é o tema deles, né? De >> não ainda rola uns shows lá, mas o que que acontece? A gente disponibilizou, >> mas lá não é muito improviso, >> não tem notícia de standup lá também. Só o que acontece, a gente antigamente você queria ver comédia, você ia a um bar de comédia. Cara, hoje a gente disponibiliza muito material de comédia. >> Você vê meu, [ __ ] toda semana eu boto um vídeo de de 15 a de 12 a meia hora. Então você vê meu, aí o Afonso posta, o Thiago
posta. Então se você quiser, velho, você fica um ano assistindo vídeo de comédia no seu celular. Antigamente não. Então tipo, pô, quero ver comédia, vou lá ver os cara, vou lá num bar ver. Você tá hoje, você prefere >> monetiza bem comédia no na na internet. >> Ah, monetiza em show. >> Monetiza, é, monetiza em show e monetiza Também. O YouTube paga, mas assim, cada vez menos, porque o bolo cada vez vai se dividindo por mais gente, né? Então, antigamente os caras ficava trilharário com o YouTube, né? Hoje você ganha ali um dinheirinho, tem gente
que fica rico com YouTube, mas não é mais tanto. Então assim, eu acho que a gente disponibilizar muito material foi bom pra gente, porque a galera escolhe a gente, >> mas a estratégia tem que mudar um pouco. >> Só que a estratégia tem, os caras tem que achar uma estratégia para fazer as pessoas irem assistir qualquer comédia a ponto de conhecer eles, que aí os caras entraram também num desespero. Ou vocês se reunirem para criar a comédia no Brasil, né? >> Ou você colocar o cara para abrir teu show. >> Você faz isso hoje? Eu
faço, eu, eu fiz muito isso, só que eu vi assim uma acomodação também da galera que tá Rolando o seguinte, eh, os caras querem fazer o vídeo porque eles querem, eles acham que tá começando, [ __ ] eu fui virar depois de se anos de comédia, depois de os caras tem ali três, qu meses, tem uma piada, faz num bar, filmou, deu um aplauso, ele posta, cara, cria, trabalha, tal, os caras também não querem mais fazer aquele trampo, alguns, né, não tô acompanhando tanta a comédia também a ponto de dizer, mas tem sempre tem gente
boa vindo. Só que acontece, a galera entrou nessa nova, preciso ter um vídeo bom. Se eu tiver um vídeo bom, eu vou ter audiência, pronto, sou [ __ ] >> Moleque bom que eu acho, [ __ ] eu dou cada risada com ele. É aquele Rafael, >> o Gunny, >> [ __ ] >> ele é bom, bom pr [ __ ] Muito engraçado aquele show dele, aquele showzinho que ele chama os casaris no palco, fica tá estourado, tá voando, >> tá estourado. E começou com videozinho no TikTok, a ex-namorada, amiga dele, não sei >> esse
cara, quando eu comecei a fazer comédia, ele já fazia. É isso que a galera talvez não sabe também. Ele começou a estourar com isso aí na pandemia. Mas, pô, quando ele já fez malhação, quando eu comecei em 2010, ele já tinha livro escrito malhação, ele tentou de tudo. O Gan, mano, ele trampa. Esse moleque trampa para [ __ ] >> Até achar. >> Foi foi foi achou falando que o resto da galera não faz isso. É os cara ou desiste antes ou quer não, eu tenho uma piada [ __ ] Aí, pô, às vezes deixava
o cara abrindo meu show por um ano. Eu trocava show, eu fazia piada nova toda semana, show novo. Aí o cara fazendo mesmo 5 minutos por um ano. Falei: "E aí, mano? E aí, pô? E é, não é não é me colocando em outro patamar, mas quem precisa evoluir hoje mais é você e não Eu, pô. Você precisa evoluir mais do que eu, pô. Você tem uma capacidade, uma oportunidade de tá fazendo show para 10, para 2.000 pessoas, 1000 pessoas >> empresari esses caras não vale. >> E e com essa vontade não, >> porque o
Ventura tentou, né? O Ventura tentou montar meio que uma galera ali embaixo. >> Ele montou, montou o Joda, Nini, ele, uma galera boa inclusive que veio, é o coach, uns cara lá que vieram com uma Mentalidade melhor ali. O Thiago, né, criou isso daí. Só que, [ __ ] o cara não, irmão, na minha época o o Rabinho foi fazer um show em Vitória. Eu implorei para abrir um show em Vitória. Acab, foi assim que eu comecei, pô. Acabou a luz no teatro, eu não saí. No meus 5 minutos, o pessoal não, eu falei: "Não,
não, não, eu vou fazer meus 5 minutos. Pera aí, pera aí. Sem luz no teatro, só luz de emergência, sem microfone. E o Sabin falou: "Mano, você Você é maluco?" Eu falei: "Não". Ele falou: "Na segunda sessão faz um pouco mais porque", entendeu? Então eu pegava as oportunidades e agarrava. Pô, a gente dá oportunidade pros caras, os cara faz 3 minutos lá, mole. >> Daí um ano você chama o cara, mais três minutos mesmo, 3 minutos fala: "Caralho, velho, você tá no ano passado ainda >> e é você que tem que buscar isso, buscar a
estrada, pô". Não sou eu, entendeu? É muito louco isso. Essa essa é a Mentalidade que eu vejo para tudo, né? Na comédia, né? >> Ah, mas serve para tudo. Baita aula. Mas isso daí serve Paulo, para tudo. Quem dá certo não é a toa que deu certo. >> E pra gente e pra gente encerrar, como é que Renato Albani gostaria de ser lembrado? >> Que deveria ser lembrado, >> não gostaria de ser lembrado. >> Ah, como um cara aí que desafogava um pouco a tristeza da galera aí do do Brasil. Isso é maneiro. A galera
me para muito. Não era nem esse o objetivo. O objetivo era contar. Quer dizer, eu não sabia, né, que era esse o objetivo, mas sempre foi, né? Eu achava muito maneiro a galera dando risada, só que tem muita, muito mais coisa por trás, né? [ __ ] muita gente que fala que, pô, tô tô em quimioterapia e fico vendo te assistindo, pô, foi em Palmas, velho. Esse caso, Pedro, o nome desse cara, eu queria o Instagram desse Cara, inclusive Pedro, se você tiver vendo, ele tem, eles andaram 80 e poucos km, né, de carro para
mim assistir. Ele tem aquela doença de pele que fica de bolha, né, cheia de bolha, não tinha as mão, cara. O cara dureza, tava um calor do caramba, ele iria embora porque ele não aguentava o calor, né? Por conta da condição dele, os caras botaram um ventiladorzão lá na cara dele para ele assistir o show. Depois ele tava indo embora, os caras, Não, vamos lá, levaram para me conhecer. E ele, pô, moleque da hora para caramba. Ele, pô, cara, minha minha mãe enquanto fica trocando meus curativos, eu fico assistindo seu show. duas horas trocando curativo.
Eu fico assistindo seu show e, pô, me ajuda muito o cara, pô, fez até, formou em direito, fez, passou na primeira prova, moleque do [ __ ] olha, olha essa história. Então, tipo, a gente leva umas paradas pras pessoas, uma sensação pras pessoas que é muito Maior do que a gente. Quando a gente pensa assim: "Pô, preciso, vou parar, já tem dinheiro, não dá para parar. Não é mais por causa de mim", entendeu? Pela galera, porque você leva uma parada diferente pras pessoas, uma sensação que tá cada vez menos, tá cada vez mais rara. A
galera tá feliz, se divertindo, o mundo tá pesado para caramba e a gente leva essa leveza aí pra galera. >> Que animal, mano. >> Pode ter certeza que toda vez que eu Maratono teus vídeos, >> [ __ ] é muito isso. >> É muito bom, cara. >> Pô, que legal. Feliz muito. Eu falei quando a gente controlar é muito. >> É, então foi maneiro saber isso que a gente não sabe em quem chega. >> Chega em todo mundo, né? >> Sacou? É muito massa que e esse é é também o motivo de eu querer falar
para mais gente que eu não quero assim, ah, não quero. >> É uma das melhores, >> é um dos melhores temas de comunicação que existe, porque chega em todo mundo e todo mundo que curte tem uma frequência alta. >> Ah, isso aí. O problema é que as marcas acho que ainda não aprenderam no mundo de muita vulnerabilidade de marca, porque o mundo hoje é isso, as marcas qualquer coisa que elas falam, fazem, estão sendo julgada, elas ainda não aprenderam como se proteger de um Jeito que elas, [ __ ] tenham coragem >> de usar a
comédia como um veículo de comunicação por conta desse medo. É, eu acho que desaprendeu porque, cara, você lembra no nos tempos áureos ali do dos dos comerciais de TV, os que viralizavam, né, na época nem tinha esse era os engraçados, pô, eu lembro dos professores engraçados da escola, pô, o humor ele comunica demais, cara. Ah, >> e tá aí outro serviço para tu vender, pô, criar roteiro de comédia pr as Marcas fazerem conteúdo pro Instagram. [ __ ] os o o eh um cara que faz gênio nisso, meu amigo que eu sou fã, que faz
as publi engraçadas, sempre tá entre os mais. O Celo, as publ dele são muito [ __ ] Júlio Cel, ele é muito criativo. >> Pô, tu podia falar para ele vir aqui, hein? >> Vou falar. Ele não vai vir, mas eu vou falar porque ele não vai em lugar nenhum. Eu conheço. [risadas] Não é por vocês. Ele, ele não, não. Beleza. Ele Não vai nos lugar. Ele não vai no show com a gente. Às vezes ele não quer ir, ele não vai gravar. >> [risadas] >> Não tô brincando, ele vai, mas ele ele luta para
não ir, pô. Queria não, mas vou falar. Fala de graça. >> Tá bom. [risadas] >> Muito bom. >> É isso. É pra galera te seguir no Instagram. >> Tomara. Vamos lá. Me sigam aí. Todas as Redes sociais, Renato Albani, acompanha aí a agenda. Agora eu sou um cara corporativo que faz shows por demanda, por tema [risadas] e só faço show também de jato porque qualidade de vida que eu aprendi aqui agora. Obrigado [risadas] >> Bruno Nardon, você@bruno. Nardon e você Alfredo Soares. >> Meu @ Alfredo Soares. Mas lembrando para vocês que tem o @g4extremos, tem
o @g4 podcasts. Deixa seu comentário, segue o canal, compartilha com teus amigos Empreendedores e deixa aí também, manda pra gente lá no direct queem vocês gostariam de ver sentado aqui pra gente conversar, pra gente ter essa resenha e visitar todos os extremos da vida, da mentalidade desses caras extraordinários fora da curva que passam aqui pelo nosso episódio. Agradecer mais uma vez a Foxbit, nossa patrocinadora aqui do G4 Podcast, parceira do G4 e tem aí uma um leque de opções de portfólio, de serviços de cripto para empresas. Se Você é empresário e ainda não usa criptoativos
no seu negócio, marque uma reunião com o time da Fox Beach para você poder conhecer como essa tecnologia pode ajudar no teu negócio. Fechado? Tamo junto. Bora vender e até o próximo episódio.
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