E aí [Música] E aí E aí [Música] Oi boa tarde a todos e todas que eu sou José Teixeira professora de educação infantil da rede e no momento integrante da equipe da gerência de educação infantil da esml Oi boa tarde eu sou Jessica Araújo Atualmente Professor Itinerante da segunda cria e faço parte da querida gerência de educação infantil gostaríamos de dar boas vindas em nome da subsecretaria de ensino e da Escola de Formação Paulo Freire os nossos parceiros na sua formação a todos os professores que estão aqui conosco com muita alegria estamos aqui finalizando o
módulo 2 no curso o lugar da alfabetização na educação infantil essa formação é muito importante para Todos nós profissionais de educação infantil ela tem sido espaços valioso de discussão sobre as nossas práticas e principalmente sobre as concepções que estão essas práticas hoje vamos avançar ainda mais pelo que já vimos até aqui temos clareza de que está nas letras soltas e pautaram o nosso fazer atividades mecânicas é muito pouco as nossas não podem mais os nossos professores podem mais Nós todos podemos mais não é mesmo Tia Zélia E com certeza já é seca e nesse módulo
e ter tomado perspectiva discursiva linguagem interação e aprendizagem da leitura e da escrita na educação infantil nós tivemos duas aulas em formato e-book e uma aula composta por um vídeo com uma roda de conversa entre a equipe da gente por esse material você já tiveram acesso pela nossa plataforma e para compor esse módulo 2 teremos a Live de hoje onde o nosso objetivo é refletirmos sobre alfabetização numa Perspectiva discursiva na educação infantil vai deixar claro que não estamos falando de um método de alfabetização e sim de possibilidades de aprendizagem que consideram que o sujeito se
desenvolve se comunica aprende e se relaciona na linguagem Com certeza professora Bruna vai nos provocar bastante e antes de iniciarmos o nosso bate-papo de hoje alguns lembretes importantes para Vocês é instalar ele ficará gravada nos canais do YouTube da FPF e também no aplicativo o Rio Douro em casa no canal do professor caso surja alguma dúvida ou queira encaminhar alguma pergunta para professora Bruna utilizam chat para esse registro agora então vamos começar a nossa Live de hoje o que é escrever reflexões sobre alfabetização na Perspectiva discursiva eu convido então Bruna molisani Professora da faculdade de
formação de professores da UERJ com mestrado e doutorado em educação pela RJ atualmente Bruna a coordenadora do grupo de estudos e pesquisa em linguagem infância e formação do UERJ e pesquisadora do Ledo que UFRJ Bruna é uma querida e grande o professora é uma honra receber você no nosso curso a gente sabe Bruna que mesmo diante de tantos compromissos você arrumou um tempinho para estar aqui conosco compartilhando seu conhecimento Por isso em nome de toda a coordenadoria da primeira infância gostaríamos de agradecê-la pela participação nesse momento ímpar da nossa formação obrigada Bruna o buffer aquela
convite compartilhar um pouquinho menor do que eu venho estudando pesquisando já há algum tempo e você sabe né José de uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida está tudo professores trabalhar com a Formação felizmente Já conseguimos estar em alguns momentos fazendo as atividades presente somente na no contexto que era para sair disso depois deitar de novo com as pessoas não mas também não consegue fazer mais alguns desafios para esta nossa profissão na pelo menos o teu tem acompanhado os professores e professoras não encontrado assim mais uma vez a reportar a alegria
que é participar nele proposta de informação Ainda mais sendo um tema que é tão importante tão especial para mim pensar as crianças pensar o trabalho com as crianças de tentar Space o trabalho com a leitura e escrita na educação infantil o convite de vocês mais uma vez que falar sobre o que é inscrever na eu acho que é um tema bastante relevante para a gente pensar porque eu costumo dizer que o espaço da formação ele não ele não dá conta de mexer nas nossas Contas com a gente trabalho né mas ele pode mexer um pouquinho
coisa nossas concepções e mexer um pouquinho com as possibilidades que a gente tem que fazer as coisas assertivamente no cotidiano essas crianças já o que há coisas que dependem de nós Onde nós estamos ali né diretamente diante das crianças como no espaço de formação de novos assim a coisas que dependem de nós que somos responsáveis pela formação de compartilhar né com aqueles que estão De alguma forma buscando uma troca aprender na com a gente então e eu penso que a formação tem especialmente esse lugar devemos provocar a refletir sobre questões que estão ainda as nossas
práticas cotidianas na numa das coisas que eu tenho investido Ultimamente é tentar fazer as pessoas perceber algumas coisas que a gente repete repete há muito tempo mas não parou Efetivamente para pensar consigo dizer o que é efetivamente tal atividade pode provocar em termos de reflexões de aprendizagem para as crianças porque tem muitas coisas que a gente faz na vida no modo automático na coisas que virão hábitos vamos dizer assim ou coisas que estão assim porque sempre foram assim e a gente não poder não pára para pensar parte do que eu trouxe para compartilhar com vocês
hoje tem esse esse mote vamos ver né Vamos jogar para algumas coisas Parece que estão aí no e enviar ou pelo menos no cotidiano Diego ela noventa porcento do trabalho dos professores muitas vezes a gente não parou para se dá conta efetivamente o que estamos fazendo com as crianças quando fazer mostrar o tipo de atividade e ao mesmo tempo também vou tentar trazer alguns bem orgulho de possibilidades porque vocês vão ver que uma uma das minhas referências para essa conversa é um de boxe e eu tenho chamado sempre atenção Para o conceito de criação né
porque a gente pode ter uma ideia de criação é como algo quero muito novo na e na verdade o Google vai fazer atividade criadora como uma atividade combinatória importante depende experiências anteriores então Sim muitas vezes a gente não faz coisas diferentes por isso não sabe o que pode fazer diferente e de onde vem a possibilidade de sabermos podemos fazer diferente de em tempos da troca com outros colegas do estudo das Próprias crianças então a gente precisa ter de não se repertório e nos mais médico e que alimenta os nossos processos criativos que alimentem anotar o
coelho enquanto professora Então queria conversar por aí nós dizer que essa para mim esse Na verdade é um princípio para mim do trabalho docente da formação É claro que eu tenho uma Captiva posso ir para minha vida né assim para estudar assumir para trabalhar para ter um estar por exemplo Eu enquanto professora no ensino superior ao encontro de formadores de professores têm nessa perspectiva como a minha base na eu como seres humanos a gente não consegue e assistem por cento coerente nada do que fazemos a contradição faz parte do ser humano mais eu também tenho
se profissionalmente a gente tem que buscar cada vez mais ser coerente né Bom dia e aquele que a gente anos e que aquilo foi um passo e como concepções e o que efetivamente são as Nossas frases afiliado Então esse é um pouquinho o pão que eu vou compartilhar E aí acho que o Douglas né que estás a tarefa hoje para compartilhar que eu preparei tem algumas atividades então visualizar comigo alguns exemplos de alguma da cidade mas também serve para eu manter um pouquinho meu tio porque Quem me conhece sabe como é que eu falo quando
eu começo a falar o x montando lançado daqui a pouco eu tô com um monte De fio solto né explicando que dá conta dele de amarrar os Então não é mais hoje especialmente tem também algumas imagens então tipo né que não foi proposto na verdade no ano passado eu já estive lá com essa essa a pena de Live né mas eu não me engano lá no passado é concurso era voltado para acontecer os articuladores e agora essa diretamente com explicações de falar com as crianças da sala de aula e corrija Se eu estiver errado mas
acho Que essa diferença do ano passar agora e o tema é o mesmo é o que é escrever muito massa de alfabetização na Perspectiva discursiva Então chega a base do que eu compartilhei no ano passado nós trouxe algumas coisinhas do diferente do que tava lá no ano passado não é importante também fazer a mesma coisa por favor embora na Escola Manoel de Barros tem ensinado em assar poesia que é besta mãezinha aí ó repetir repetir Até ficar diferente repetir é um dom do vestido eu acho que essa ideia fala muito para nós enterro de tática
também tá eu tava comentando coisas que a gente faz pelo hábito coisas que a gente faz porque sempre Oi e a gente não se pergunta muito né porque pai faz mais professores repetimos né repetimos tão que dão essa história que é por causa de vocês que estão diretamente para as crianças na educação infantil A gente vai Pet muitos anos o que é esse espaço Com as crianças né É mas a gente precisa encontrar o nosso vestido nesse repetir repetir cada um para que cada uma tática os olhares de qual é a minha autoria na qual
é o meu estilo professor né E aí eu peço que o estilo a uma correria estão diretamente relacionados aos conceitos mas não existe acho que todas sabemos disso mas Penso que em alguns momentos mas não temos eu vou chamar de consciência mesmo tá consciência de quais são as barras que Estão as nossas práticas ou muitas vezes mais acostumamos concepções lá dizer e pensamos que criança cinco linguagem assado que ler a Cal coisa que escreveram aquela outra coisa mas quando a gente vai olhar que atividades estamos propondo para as crianças talvez elas na verdade estejam dizendo
de outras concepções e não daquelas que a gente tá consegue enunciar de alguma forma não é tão importante que a gente olha para essas coisas nesse nosso exercício Repete às vezes todos os dias por tantos anos para gente se encontrar só Então esse nosso estilo nesse nosso lugar de autoria pode passado então aqui eu trouxe algumas questões de baixo poderia trazer outras mas desconhece né partindo do pressuposto de que trabalhamos com crianças que a gente tá falando aqui de educação infantil mas certamente a gente trabalha com jovens com adultos e idosos a gente poderia para
trocar aí quem ama jovem pneu adolescente quem é o adulto Tá o que são as melhores e as mais perto e nada aqui na idade concepção de conceito e parceria que está no celular a quem é o treino como ela aprende Eu costumo dizer que assim se nós professores não conseguimos responder a essa questão como se aprende a gente precisa parar para pensar sobre ela não é porque tem muitas vezes a gente está preocupada não como ensina né aqui método e atividade e proposta que eu levo para as crianças mais o Como se Ensina o
como eu organizo a minha prática pedagógica precisa nessa pagamento está adequada a minha resposta em relação a como se aprende o que como muitas coisas na vida e especialmente no campo da educação tem alguns conceitos mais diferente podemos responder de forma diferença essas perguntas que tá aí na temos concepções de tri O que são diferentes porque é uma construção histórica pensar infância como categoria Social e a criança como sujeito são concepções construídas historicamente não é é o tipo tanto que vão trazer consequências o como se aprende também tem resposta diferente a gente tem que teorias
diferentes para dizer como que se apanha na E aí já que o nosso foco que ela fabetização têm outras perguntas que importante que a gente responder né só tem que ir aí o que é linguagem que é fundamental eu vou falar dessa concepção aqui mas o que é alfabetização em Leitura O que é estrita o que é linguagem como a gente responde essas perguntas vai trazer consequências para colorir organiza Nossa prática pedagógica com as crianças pode passar por favor Tá bom então aqui eu não é uma uma definição de linguagem né com algumas ideias que
estão presentes no óleo quando eu tenho trabalhado com isso com você né a gente tem eu tenho um texto clássico do Geraldo né que tá naquele Livro texto na sala de aula que ele vai mostrar três concepções de linguagem e a gente as funções dela no ensino de língua portuguesa né eu faço questão de um para aqui tem alguns que estão digamos assim mais Associados a cada uma das concepções que ele vai trazer a minha como por exemplo a primeira Neve a linguagem expressão do pensamento né É É também não é só e a gente
entender o que que essa expressão do pensamento porque parece uma coisa se a gente primeiro Organiza tudo aqui dentro e depois a gente pressa e não é bem assim dentro da concepção da teoria histórico-cultural da perspectiva histórico-cultural que a minha base né para pensar aprendizagem o desenvolvimento do trabalho pedagógico né É não tem nasça mais do que a gente primeiro organiza na cabeça para depois falar a gente tem situações às vezes na sala de aula que o professor diz assim pensa primeiro depois você escreve na Pensa primeiro depois você fala embora tem algo que a
gente consegue organizar antes certamente no pensamento o próprio ato de dizer ato de exercer também que organiza aí lançamento lá então essas coisas estão relacionadas não tem algo para contar do Senhor que vem depois né mas não guarda que envolve a expressão Eu estou aqui na de alguma maneira expressando para vocês do teu pênalti expressado para vocês algumas certezas que eu tenho hoje algumas dúvidas tá é Isso também envolve comunicação pelo ar no texto por exemplo Geraldo que eu tô trazendo aqui E você tá como referência aquela ideia que a gente nunca às vezes na
escola viu nos livros didáticos né a comunicação tem o emissor eo receptor tem uma mensagem um canal né então às vezes o canal tá inadequado lá mensagem ou não é o problema é que tá no retorno estou mas na verdade a gente não tomar esta teoria como base mas entender e pela linguagem Nós também comunicam né E Aqui de alguma forma Estamos fazendo isso só eu tô falando mas eu tô eu posso aqui na tela onde eu tô acompanhar o que vocês estão começando certo por exemplo lá no YouTube então eu tô conseguindo ver né
tô vendo que tem gente que diz que é bom tá aqui pessoal tá colocando o nome da escola o pessoal da escola falou para ele na fazendo referência na algumas professoras e a minha presença aqui perguntou aqui acompanhado que vocês estão Podendo também dizer Expressar como limpar a partir do espírito de vocês né nesse O Ritual e diante disso estamos fazendo sentido a linguagem produção de sentido vocês estão aí a partir dentro do lugar de vocês nos conhecimentos que você está ainda experiências que você está indo a possibilidade que vocês estão temos de prestar atenção
né Entrar em diálogo de alguma forma com que eu tô dizendo vocês estão produzindo sentidos a partir do que eu tô dizendo assim como eu posso Produzir sentido a partir do que vocês estão escrevendo né Estamos nos comunicamos a linguagem também tem o papel de organização do pensamento né e eu também quero hoje eu vou falar um pouquinho disso né questão das diferentes linguagem a gente pode decidir linguagem nos singular que eu trago aqui essa mexendo só a partir de um texto do Faraco né que é linguagem é um conjunto bastante complexo de forma de
comunicação e significa bom então é Um burro mas temos várias órgãos a de nos comunicarmos e de significados e de produzir repetível o que que muitas vezes acontece na escola a gente vai priorizar uma determinada linguagem que é a linguagem verbal e mais na modalidade escrita porque muitas vezes embora a sala esteja presente no nosso cotidiano bastante muitas vezes o trabalho com a sala o trabalho com a oralidade não está carregado de uma intencionalidade o que Que é isso nós enquanto professores e eu passo esse convite a Vocês já comeram convite que eu faço aqui
pelo sangue ocorre aumento de vocês né Vocês planejam situações em que a oralidade é o foco Central como vocês planejam situações com as crianças na educação infantil em que elas vão ser convidadas lá falar é geralmente a gente associa isso a roda de conversa a várias pesquisas no campo da educação infantil que vou mostrar Isso o espaço da falar de pastor agrária você faz passa rodinha igual a roda de conversa e a pesquisa também tem lógica não tem muitas vezes essa roda a gente conversa não é de conversa né mas é de perguntas e respostas
né e muitas vezes perguntas que tem uma resposta pronta a ser nada né então como é que estamos trabalhando no bairro com as crianças Se a gente pudesse tomar linguagem o senhor lá na como esse conjunto de forma estamos trabalhando diferentes Linguagens e aí eu comecei a colocar no teu oralidade né porque a linguagem verbal acaba assumindo uma rentabilidade mas Especialmente na sua modalidade escrita no campo da Educação o tio a gente tem muitas pessoas já conhecem alguma coisa né da referência da abordagem de Reggio Emilia que tem lá um texto né que muitas vezes
muitas pessoas com essa em paz sem linguagem de malaguti que é tipo nas de livros também sobre a experiência de Regiane lá e lá nesses em linguagem né sempre aparece com a letra c na verdade não é que a gente precisa identificar numericamente sem linguagem tá mas tem aí também um jogo com 100 linguagem com s né que é o quem não tem a linguagem o uma palavra criança melhor Infante né velha etimologicamente dessa ideia nascem aula ou sem guarda então nesses em uma lagoa brinca com o sem o s e o sem com cê
mas também vão mostrar para a escola que muitas vezes Para sentar a escrita a Estação das outras 99 não está esquecendo das outras possibilidades que as crianças ser humano tem mais a gente fala de crianças também não é que tá as crianças têm para se expressar como está sentido na é isso é fundamental especialmente para baixo e trabalhando gente passa contigo Especialmente Para nós que estamos acostumados pequenos esse lugar delas poderem experimentar diferentes possibilidades de produzir Linguagem diferente possibilidade de estar em interação com o outro manifestando para ficar aqui o Paulo creio essas leituras de
mundo na podemos dizer e como ela se entendem o mundo e o que elas nem entendem do mundo e aí o bigode né que eu já falei dele aqui hoje um conceito de criação ele traz para a gente não que ele chama de pré-história da linha hoje eu vou falar um pouquinho dela aqui como que muitas vezes dava tá muito presente Às vezes no cotidiano deve estar constante até o desenho acho que não está presente como linguagem tá muitas vezes a gente não olha para o desenho como linguagem que a gente faz um pouquinho na
brevemente no que dá para fazer nesse tempo que a gente tem olho pensava que é olhar para o desenho como linguagem pode passar duas por favor então aqui só organizando algumas né ideias a gente tem então sempre uma concepção é pensar a criança como Sujeito e como sujeito potentes expressivos ativos aquelas palavras que não tem que já estão incorporadas no nosso discurso né é sujeito de relação e que é fundamental que a gente pensa sobre mim né quando eu digo que uma criança um sujeito ativo o tente criativo não combina com eu ter uma criança
sentada numa cadeira diante de uma mesa em quatro horas itens depende do tempo que ela está na escola esperando que lado traga as coisas para Ela fazendo os coelhinhos que já estão prontas vem aqui muitas vezes para tem um caminho para ela fazer o quê Tá da dormir esse tipo de organização da sala de aula da sala de referência como a gente tem trabalhado Mais um motivo é mesas e cadeiras de todas as crianças sentadas né esperando que o adulto passa as coisas para ela traga as coisas para ela e como atividade que também é
já estão dentro de um padrão de um modelo pronto para saber decidi pintar o Desenho que tá pronto a gente vai vir atividade né que são vidas atividades de alfabetização como também se acha que elas são efetivamente né mas a gente precisa entender o que na verdade elas estão trabalhando em termos de linguagem em termos de leitura de escrita na atividade a pasta só na descobrir Muitas vezes os pontinhos apresente ainda muitas prático Será que a gente já parou para pensar porque não é Atividades de completar lacunas né que a gente põe as palavras e
deixa as lacunas para lá vogal nas vogais porque a gente trabalha no lugar né esse tipo de atividade não é condizente ou uma afirmação de que as crianças estão sujeitos potentes ativos pensar que os presentes criativos né é principal atividade na verdade bastante sente a dor ou quando a gente pede para criança desenhar algo que a gente já deixa o corpo e você né eu lembro de uma Discussão depois importante na creche ainda trabalhava encaixes para orientadora pedagógica é porque a folha as folhas tem que ser pintadas de verde uma professora instantaneamente respondeu porque as
folhas são verde eu falei olha que a gente Rua da creche agora olhar a gente vai ver que não tem sua folha verde ali na Wilson se a gente toma como referência a um defe a realidade né Que cor estão possíveis Depois olha lá natureza já tem universo Aí de cores para gente pensar nisso a gente fala dia se a gente quer dizer que pintar um desenho fazer um desenho é arte aí que a gente não precisa se prender as referências na vida real vamos dizer assim né não tem que ser o que aparece na
natureza porque as folhas de árvore na né Cê arte pode ser qualquer corpo né pode ser qualquer forma Então é isso não é outra Isso faz parte do nosso assunto de hoje que a gente está falando de linguagem porque a Gente tá falando dessa possibilidade dos sujeitos se expressaram produzirem sentido através da linguagem então lá no início dizia é importante e para pensar em coisas que a gente fez o que tinha a gente faz e eu sentido delas é para a aprendizagem das Crianças na que o nosso trabalho né então e aí Aqui em volta
vocês estão vendo né a ideia da pedagogia da escuta que é uma referência né da abordagem regimilia a relação que cuidar e educar essa discussão desse Binômio na educação infantil que é tão antes as ideias de criação e imaginação na infância tem um livro vigotski especificamente fala sobre isso na verdade o tipo de do dia trocando aí dois primeiros termos de imaginação e criação ânsia na criação das diferentes linguagens das múltiplas linguagens lição um pouco a na base para você pode passar Oi tem alguém escrevendo aquilo deixou só cantar acompanhar aqui a parte do já
Avançamos na continuação de como a criança aprende mas continuamos apegados a parar de fazer Francisco assaltando uma formação mais específica voltada para as nossas práticas Olha ai que eu acho que isso é fundamental isso tem a ver com aquilo que eu tava falando sobre o conceito de pressão de bordo a gente não tem referência de como fazer a gente não tem exemplo se a gente não tem repertório fica a justiça a gente criar a gente trazer esse outro ele outro modo De fazer porque muitas vezes a gente não faz porque a gente não sabe que
pode fazer diferente na se a gente pega a esmagadora maioria das táticas a gente vai ver e a gente tá com atividades mas mecânicas mesmo na que efetivamente não coloca uma criança nesse lugar do sujeito ativo e que na verdade nem consideram você disse que a gente arruma sou no conceito de aprendizagem né gente não ela fez aprender então e avançou a gente precisa Agora buscar apoio agência né nessa nossa aí daí ele como você tem que aquele tempo ativamente a gente faz uma professora que alguém aqui na escola alguém alguém está com escolas formação
em alfabetização na Perspectiva discursiva atualizado a partir das experiências e experimentações vividas pelas crianças Sim mas eu gosto sempre de chamar atenção para mim para algo que é assim é Nós temos alguns princípios como base e isso é importante que fique Parado né aqui também considerar as experiências das crianças têm algum príncipe um simples como dar porque a gente tem outras formas de alfabetizar por exemplo é aqui que vem é de experiências das Crianças na buscar vocabulário das crianças para verão a gente tem uma referência importante historicamente é o de alfabetização e trabalhava na Trabalho
que na natureza existe a partir de palavras que fazem parte do universo vocabular das Crianças mas o que que a gente faz depois dessas palavras né já começa a gente passa por uma lista de palavras arte de falar né então restante diferença tem experiência são essas que a gente faz duas crianças e muitas vezes que experiências nós enquanto professora distante proporcionando às crianças enterro de linguagem em termos de interação em termos de relação com Conhecimento e com a produção na história cultural da humanidade né então é importante a gente tentar também sobre isso né Porque
também tem uma questão aí a partir da realidade das crianças né artigo na realidade das crianças não quer dizer Ficar assustado na realidade das Crianças porque se não admita muitas vezes ouvir na escola na creche assim a gente Galinha Oi amada de Boston a noite fazer já conhece né e vou nem falar aqui de critérios de qualidade de algumas Produções culturais que estão aí presentes no universo infantil mas conte nós professores devemos Estar atento a isso na qualidade dessa música que você está ouvindo Qual a qualidade de um vídeo que a gente usa vim aqui
para as crianças e se elas estão muito acostumados com um determinado padrão de vídeo de música A Gente apresenta óculos né porque eu entendo a escola como espaço de um criação do universo cultural nós queremos tá então a gente Muitas vezes a gente fica me ó fazendo as crianças vou dar no mesmo círculo apresentando aquilo que ela já sabe então ele já conhece Então já sabe já conhece tá trazendo né Balancear Vamos mostrar aqui outras coisas nós vamos partir algo que elas conhecem mostrar-se outras possibilidade na e a Mariana tá dizendo que tem uma turma
uma turma de pré-escola bem atípica porque as crianças já tem muita vontade de aprender e por eles mesmos estão Escrevendo algumas palavras vão entender que tem vontade de aprender a escrever lá acho que vontade de aprender as crianças têm Às vezes o modo de funcionar da escola e da sociedade da cultura que mata né essa vontade esse desejo de aprender a curiosidade das crianças quando a gente por exemplo usa na é essa estratégia não é de atividade é para reproduzir modelos prontos a gente vai matando isso você tá chamando de attività né Mariana a gente
poderia Ficar um tempo aqui pensando o que que você vier empático mas pode alugar na com essa que você trouxe a partir do sentido que eu posso produzir né que a gente tem um entendimento de que a gente não alfabetiza né dependendo da Concepção que a gente está fazendo de alfabetização na educação infantil A gente não precisa fazer um trabalho que sistematiza e olha aqui e faz sistematizado por dia às vezes algumas dimensões do trabalho com a língua para Linguagem que a gente por exemplo vai fazer a partir de 1º ano de escolaridade não é
mais eu penso que um grande equalizador para a gente também é o desejo das criança né as vezes a gente tem que umas que a gente tem um Grupo Link procurar sustentar está muito ligado está escrita querem aprender ninguém pode fazer alguma coisa com elas nessa quinta estarei fazendo sentido mas A grande Questão Olha a nossa conversa de hoje começa com uma pergunta o que é escrever porque isso vai fazer toda a diferença preencher lacuna de vogal e palavras que estão ali na folhinha e a criança só vai cair ensinando as vogais ali no meio
não vai escrever lá e se tem outro lugar E aí está trabalhando outras coisas porque a gente está sumindo aqui a escrita como linguagem seus tripé linguagem é uma possibilidade de dizer algo se expressar comunicar todos os Meus sentidos quando eu completo lacuna e que só cabem vogais eu não tô dizendo nada para ninguém eu tô fazendo um exercício para ver se eu consigo dessa criança sabe o que que é vogal e qual o garotinha para mim então isso é importante de a gente cantar né É é a grande questão que estamos tendo problemas com
os pais não quer adiantar o processo não percebo educação infantil como preparatória como o que você não avançaria então eu estou acabei de dizer Que já é importante na educação infantil não é Preparatória é um momento agora eu preciso olhar para as peças as especificidades das nossas crianças se você tem hoje uma turma que você tá chamando de artista na Porque elas estão e demonstrando Aí talvez não interesse na sua experiência você ainda não tinha vivido com outras turmas esse desejo de escrever e aí eu tenho outro problema que Visa a gente tem escola quando
tem mais uma turma de um mês um ano de Escolaridade né o da Educação Infantil tá os pais vão ficar comparando Eu costumo dizer que assim os pais podem seguir o que eles fizeram eles podem faltar estiver com pai lá eles estão aí com as experiências que a história a nossa cultura mostra do terceiro escola não tem inscrever os profissionais somos nós vamos órgãos pessoais os jogos nós precisamos saber o que fazemos porque fazendo e dialogar com esses pais mostrando que fazemos fazendo e quando Eu digo mostrando mostrando o novo Sabe às vezes a gente
vai mostrar com fotos e não necessariamente com coelhinho que quanto mais as crianças mas a gente também pode ter Produções industriais quem fala com folhinhas pejorativamente né muita joelho porque com essas folhas com atividade se não tem lugar de expressão da criança mas é de preencher coisas que já estão dadas e muitas vezes as crianças corriam elas são espertas né mas são bastante Espertos elas não tem bem rapidinho tem que vocês vão fazer e aí a gente poder mostrar para essas famílias que desejam fazer de uma outra coisa a riqueza que é quando a criança
pode se expressar bom então é Mônica dizendo que o exemplo das Folhas foi feita a gente não sai algumas coisas que às vezes a gente não pára para pensar então Mariana é a ideia vamos ver se hoje né com o todo da minha fala aqui Para vez que o pergunta que vocês possam trazer É talvez vou pesquisar as orientações que acho que esse seria muito mais forte né mas te dar algumas possibilidades de pensar como é que você pode orientar suas práticas com essa turma para beber junto tampa esse tava beijando Acho que ele já
conquistaram algo que é muito importante ele fazemos sentido mas esperem escrever Carlo aí o último os lados que eu escolhi para hoje a gente Também tem um pretinho do texto do Iguaçu que me diz na pré-escola o nosso de despertar o interesse das desde a responder escrever então eles estão assim é porque boas experiências com leitura de alguma forma estou eu falo sobre o final sentido da escrita né é a escrita precisa foi sentido e quando a gente ama Essas atividades esperem de preencher coisinha juntar sílabas para formar palavras e também não tão dizendo nada
Com nada né a gente vai esvaziando as 30 de sentido e vai virando exercício é funk José te perguntou muitas vezes a farra dos dentes identificar as diferenças que valorizam o contato da criança com a linguagem nesse sentido quais documentos são dispensáveis no cotidiano da Educação Infantil isso eu te respondo ação literatura a leitura literária também precisamos saber escolher mão e do livro né Algumas políticas que foram se perdendo com o tempo na distribuição de Bíblias em escolas já nos garantir de alguma forma que estávamos recebendo livro de qualidade tanto no texto verbal nas ministrações
uma boa parte de usar daí bem bom Iva certo de temperatura e fala com a primeira coisa é oferecer bônus de modelos de texto para crianças já que a gente tá falando aqui de escrita tá é aqueles três que a gente chama de texto A partilhado Alguns Chamam de pseudotexto não sei lá não estão bons exemplos de texto porque nem foram escritos efetivamente como textos na como os 30 no sentido de que eu escrevo algo que eu quero beber alguma coisa com o outro quando eu pego um texto a babá ver o bebê a babá
da o leite ao bebê o bebê bebe leite esse texto foi escrito para aqui para trabalhar o meu para trabalhar família pelo lado que não vai beber bobo esse peixe não foi escrito para encantar Ninguém não foi escrito para dar uma notícia para ninguém não é um bilhete para ninguém não há uma receita de nada não é um conto uma poesia numa narrativa na mão do jornal tá nada disso um texto ou seu texto escrito porque a intenção é ensinar a ler e escrever escrever sem tomar a leitura EA escrita como práticas culturais justamente essa
linguagem as loucas no livro dela né criança na fase inicial da escrita o amarelinho lá né que vai Trazer ver mulher alfabetização como processo discursivo vai trazer o ferro da alfabetização é tem dado momento lá no texto que ela diz assim pela leitura a criança dialoga com a palavra do outro pela escrita é ela diz a própria palavra não é algo mais ou menos assim que ela está dizendo aqui nessa e pela ler entrar em diálogo com a palavra do outro existe o elemento de decodificação Faro Faro então né porque a gente está uma a
Ideia do Percival Leme Britto na educação infantil as crianças nem com os ouvidos elas não estão lidando com a decodificação que eu tô lendo eu como professora que eu levo para ele eu aqui diante de vocês nasceu se eu pegasse o Mingo inglês para vocês vocês não estariam decodificando e outra linha fazendo uso dessa estratégia mas vocês estarem ouvindo o texto eu vou chegar cunhado para vocês e estaria entrando em diálogo com a palavra do autor desse Texto isso a leitura no sentido mais amplo do termo leitura inscrever e escrita escrita essa minha possibilidade de
dizer através 10 o verbal Matilde a palavra como material signo mas como material para produzir significado será que é assim que a gente está trabalhando leitura escrita nossas práticas não tem que a gente tá chamando de leitura quando trabalha com as crianças que que a gente tá chamando de Escrita Beijo minha querida a você aqui na assumindo a escrita como linguagem isso aí ele pediu para você entender na verdade é que o mote Central no que eu quero falar aqui com vocês hoje entendeu para linguagem tende a se escutar linguagem né então é a linguagem
é polissêmica pois é a linguagem é polissêmica nem aberta a produção de sentidos da muito sentido de por isso é quando alguém perguntou aí na aqui Estratégias ter paz vivência tão indispensável José perguntou no cotidiano da Educação Infantil porque o trabalho com a leitura literária porque é o texto o espírito tinha que é digamos assim mais aberto né Essa produção sentido quando eu nem um texto informativo é diferente eu li um texto literado né é semana passada eu tava fazendo uma formação também voltado para educação infantil A gente está falando de leitura de Especificamente eu
dei vai ser a próxima posso pegar o tudo bem Jô já apareceu aqui tem alguma coisa tudo certinho porque hoje a gente está super feliz Bruna que a gente está com várias perguntas a gente pode de repente separar um segundo momento que ela tá respondendo as perguntas e ver um PowerPoint que que você acha até a minha mania que já idealogando pode perguntar se tu aparecer logo ela tem a ver com tanta Falando mas tá bom vamos por mesmo e um pouco mais o fio do telefone já tá aparecendo aqui e um pedacinho para puxar
eu vou puxar triste vou me disciplinar aqui você o mais importante dialogar na medida do possível eu tava falando né da Leitura que eu dei Exemplo né a gente pode pegar se eu pego a leitura do Nível a cor de Coraline mas é um texto literário livro infantil as Literatura Infantil em ilustração no livro do Estado né é a contexto verbal ilustração é ele ele possibilita a entrar num determinado tema de um jeito nem a cor de Coraline é diferente de nele aí eu dei para o exemplo um texto na Revista Ciência Hoje das crianças
que ela fez colorismo você sabe o que é nada que vai falar sobre essa questão dos dentes pão de pele Tá mas eu não texto informativo ele não é um texto literário então a linguagem dele é diferente o meu nosso veleiro esse texto que vai ser diferente Esses dois né ler o livro acordo com a ler o texto de celular na Revista Ciência Hoje das crianças que a gente pára para pensar bem assim infantil Que peixe tipos de textos de diferentes gêneros discursivos diferente o pai diferença eu não lembro mesmo jeito não leio com o
mesmo objetivo né como eu também não escrevo com o mesmo objetivo alguém que ser pior que o aluno a uma criança de quatro lá no sítio hoje é aniversário da minha mãe Me ajuda a fazer um cartão essa criança que deseja escrever um cartão para mãe escrever o cartão para mãe é diferente de escrever coletivamente um texto sobre um paciente que a gente fez ontem né e a escrita mais o desnatado a rua que não consegue produção é outra Não tencionar a intencionalidade desse texto é outra na consideramos isso quando fazemos as propostas para as
crianças já começa assim pedimos das Tranças e escrever em teste na escrever um cartão Para mamãe a gente não tem que escrever um texto sobre Como foi o passeio de ontem escrever texto não é conquistar lacuna por vogal não é fazer lista de palavras essas coisas tem um lugar na eu direito compra fala que o fogão não tem lugar na educação infantil não ai eu deixaria isso para depois com o trabalho nem sei se contentar jogar mas vamos lá né você a gente quer chamar atenção para rogar entendeu que advogado que algumas regras da língua
até de ortografia vocês Sabem vestidinho para moldar o quê Porque antes não vai fazer diferença em fim são conhecimentos sobre a língua que podem ajudar né aprender os Olá boa tarde sobre a empresa mas elas têm um lugar e o teu corpo não chamar atenção não chame essa atividade de escrita né os 36 é uma abertura para as crianças poderão dizer na o que elas desejam e elas precisam na é a partir da escrita é isso na igreja evangélica a palavra do outro e cismou que escreveu tá trazendo A sala dela para cá bom então
aqui só nesses lábios que tá agora na tela né eu eu gosto de colocar essa ideia da relação em destaque né porque é só um sujeito de relação E aí para colocar na aprendizagem linguagem parece que tá solto né mas é como se eu tivesse mostrar aqui essas coisas que estão aí ligadas por minhas tá a gente tá aqui falando de práticas né a gente tá se falando da escola a gente tá com salão de Aprendizagem das crianças já entender em baixo linguagem então aí como como se fosse um grande recipiente lá áudio aí para
essas coisas acontecer então a gente tem em relação as crianças na cultura a relação entre os teatros nas crianças entre elas a gente tem relação com a cultura que é na cultura que nos utilizar a relação das escolas adulta relação com o tempo a relação com os patrões poderiam criar isso né a relação Com os materiais a relação com os textos escritos os materiais tipos diferentes portos os diferentes discursos na eu falei tipos de textos de diferentes gêneros discursivos são coisas diferentes tá na tipo de texto narrativa para não deixa injuntivo casa um texto descritivo
elas são coisas diferentes que eu também acabei de falar né Um texto literário o meio a cor de Coraline é diferente do ler um texto para Revista Ciência Hoje das crianças é diferente eu Assistir um vídeo e recentemente na universidade eu trabalho como geralmente peça como trabalho final da disciplina quais já mesmo é uma forma da gente perceber né trabalho com disciplina de alfabetização Literatura infanto-juvenil e também pode passar infantil tem que trabalhar dessa ideia do planejamento para o trabalho final porque tava falando a perceber que seus estudantes ainda na graduação conseguiram a partir de
quanto que a Gente terminar dizendo apenas sabe-se ativamente como levar isso né com a prática do planejamento para mim tem uma dimensão de prática bastante forte e aí a ideia na disciplina de literatura para que eles fizessem um planejamento partindo de um texto de pa Justamente que eu queria ver se eu usar o texto literário como pretexto para ensinar alguma coisa ou senão trabalhando texto literário como literatura né como a gente tinha discutido ela não vai descer Pena E aí uma vez estudante não tô planejamento dela apresentando o vídeo a história da Chapeuzinho Vermelho e
aí eu falei para ela Olha vou e eu o necessidade básicas carregamento que é o único literário ou mais professora Chapeuzinho Vermelho falei mais um vídeo Não é membro e o vídeo não é escrita é outra linguagem ótimo que a gente trabalha com vídeo então você poderia por exemplo de neste caso você ia trazer um um livro Você trazer um texto escrito na história da Chapeuzinho Vermelho você poderia trabalhar inclusive conversões nós falamos às vezes ao longo do semestre Aí você faz o seu planejamento a partir de um vídeo o vídeo não é livro vídeo
não é texto escrito consegue perceber ela não tinha se dado conta disso para ela falar de Chapeuzinho Vermelho então era mesma coisa Não não é a mesma coisa assistir um vídeo não é a mesma coisa pior comigo tá pode parecer Óbvio gente Aparecendo aqui parece muito Óbvio mas trás bem na hora da gente planejar nossas situações didáticas que a gente não pensa nisso né a letra Geral com a palavra do outro atacam a escola correntes passando aqui algumas Nescau Letícia me dá tá dizendo aqui ó a sua escrita como atividade esportiva achei a porta quando
o sujeito participativo e faz parte dos acontecimentos e transforma Cola pela linguagem Então tá aí ó do jeito que é participativo a gente estava falando de sangue e a linguagem é ela longe nos constituímos para humanos é por onde podemos nos colocar em relação E aí diferente forma às vezes não mas a gente tá aqui especificamente falando escrito por que é a provocação leque um encontro de hoje pode passar por favor e aqui ó eu Trago essa essa imagem e se guarde com algumas imagens e essa ideia Do signo linguístico que a gente aprendeu não
é já desde a escola conseguiu linguística significantes mais significado da provocar vocês um pouquinho a pensar o que que acontece muitas vezes nas nossas práticas com leitura e escrita na escola a gente trabalha com imagens estereotipadas como esse gato e essa bola que tá aí já não são nem imagens reais né das coisas que a gente está querendo levar a criança tem aí uma folha de partilha que tem a Fa esses dias junto com o gato uma cartilha famosa né junto a letra com a imagem de alguma coisa começa para saber se disputa muito a
vida de criança quando a gente olha o que têm nessa página de Castiga né Tem duas casas aí solta a gente Connect porque se sentindo não é trabalhar sílaba ga né E aí embaixo minhas para que nossa repetir né o traçado escrever lugar e a 1 a cidade que aquela coisa né lugar junta com uma outra sílaba Zinha faz galo a criança Pode não saber ler nem escrever e da falta de fase Nisso porque usei a ali na folha o Hélio Ela tá ali na folha baixar A copiar esses sinais gráficos que estão no papel
e ela vai dar conta de fazer essa atividade a gente ela não lei não cheiro ele tem acaba acontecendo a gente dormiu ali então trabalho que é com substantivo tá Pense nas palavras que muitas vezes a gente escreve substantivos novas coisas e a gente acaba reforçando das Crianças uma ideia De que as 30 é o nome das coisas EA representação das coisas linguagem a representação na então para assim segundo linguística significante mais significado o que seria isso quando eu leio ou quando eu escuto essas letras organizadas nessa sequência G até o gato eu penso nesse
aqui no gato passa para mim por favor Douglas é mas olha só o que que é isso que tá aí é é a primeira na verdade esse meu slide Ele tem feito mas eu acho que traída tá você já me tá compartilhando no pdf né eu vou imagem por imagem A primeira imagem a gente vai chamar de gato a segunda imagem também é um gato animal o bichinho eu costumo dizer que o primeiro para mim não é uma imagem que representa o gato que alguém tempo postinho o bichinho fofinho né o seguro esse gato como
é que está com essa cara assim eu brincar um gato que é para mim eu sou a pessoa que acha que o gato está Pronto para mim atacar a qualquer momento que ela relação muito positiva os gatos não Então gato quando alguém fala gato para mim eu não penso no primeiro momento um bichinho fofinho como a minha amiga Letícia que tá condensadora a planilha foi a primeira coisa não vai ficar apontando atacar E é a experiência que eu tenho Condado mas a terceira imagem aí é um mês e o significante não é a gente nunca
vai se de gato gato net o gato de luz né não Tem significado da mesmo o meu nome mas é outra em qual o significado da outra e aí é ocupar embaixo o signo linguístico da palavra né é o significante amigo o referente Então qual é o referência na minha experiência qual referente na realidade porque eu não tenho referente ao não produzir helico e eu escuto lei uma palavra que eu nunca vi que eu nunca me na vida aquela coisa assim não sei o que quer dizer eu não produto significado eu preciso do recado Restaurante
pode vir da experiência concreta mas pode vir do teu jardim e pode vir do que eu conheço pode vir do que o outro me contou né mas eu preciso ter um referente para todos os significados tá em cima e venda com a maior contradição entre a sala aqui nessa participativa e apresentar um currículo sem diálogo eu acho que a tua resposta só tem a sua pergunta já tenho passo resposta está em de aula não tem conversa com essas Crianças não têm a participação delas na minha quer dizer é nas suas possibilidades na também se expressado
também para ver sentido para essa as relações de ensino para relações de ensino-aprendizagem na então a gente considerar Essa foi a meu ver e por isso escolhi para mim assim olha as minhas pagamento efetivamente dos sujeitos que estão em relação desse jeito que comparticipativo do Diálogo na respectivamente pode passar por favor Novo e é eu não vou me deter muito né nesses iguais não tem uma teoria que eu acho eu acho que ela é complexa até porque a gente conhece pouco né mas muitas vezes a gente tem um trabalho da Emília Ferreiro como referência para
pensar escrita inicial das crianças e eu tenho responsável em trazer para as pessoas e trabalho dele lá que é desconhecido para a grande maioria de nós na Rua Gastão pesquisador Contemporâneo da equipe deboxe ele tem um texto O que eu conheço está no livro Linguagem e aprendizagem e desenvolvimento não tem sobre desenvolver pipa a beber muito isso aqui mas eu queria deixar só como referência para quem tem querer nem na estudar subscrita outra referência Bento nada por história cultural e não a partir das teorias construtivistas como é o caso da obra de Emília Ferreiro na
mas é essa essa esse Trabalho do núria né é que vai dizer que a escrita é uma e se realiza principalmente por mediação na é a terra emprego do signo auxiliar minha linha mancha o ponto algum papel que é eu estou no trabalho também de pesquisa para o olho aceitar para perceber como é que as crianças estavam já entrando numa relação faz Pita ele vai dizer que tá sendo capaz de escrever A criança precisa já ter desenvolvido uma relação funcional com as coisas ao seu redor né Que as coisas que um se tornar um instrumento
na relação instrumental ele também vai falar de simbólico né no outro momento do texto pode passar então tem uma fase que é pré instrumental como é que o Lucas fez essa pesquisa ele fosse a ideia da escrita como recurso mnemónico né eu escrevo para para recordar é então ele fez Alguns alguns testes na com as crianças pra perceber que não seja a usavam as massas Graças no papel Com essa função na de memória e aí já teria Eta como instrumento e quando ela não faz isso eu gostava de fazer pré instrumental tá é uma relação
externa que está imitando a escrita dos alunos a escrever uma abrir o cabelo então a experimentação ela tá tentando não tem uma relação com a escrita em si não gente tem uma função minha Mônica mas deu guardada lembrado que eu escrevi pode passar jogo Oi aqui é um exemplo né que tá lá no Texto de Lourdes sairá digitalizado depois tudo lura o olho como é que não liga fazia esse peste né com as crianças ele estava na frases pelo menos seis Asus né para ter uma uma uma quantidade de fralda de criança não pudesse guardar
de menor uma frase sem ter relação com a outra porque também a Associação É muitas vezes é um caminho que a gente usa nessa recordar das coisas Oi e aí ele foi ele vai acreditando tá Ao na coluna é crianças desenhou aí né o primeiro tá número 1 depois da noite é escura como fazer ganhou né é o que ela disse que era uma lua é uma forma dela lembrar que era a noite passa uns tá voando aí Parece a gaivotinha assim a fumar que está saindo pela chaminé a criança desenhar essa fase o peixe
está nadando aqui nessa dormir o peixe a menina quer comer a criança desenhou nessa figura humana palitinho do lado Aldo me passou um pirulito tapete para Lembrar né que a criança quer comer só aí a criança tá usando o desenho quando ele pede para escrever mas eu começar vamos ver né mas o que que tu levar mostrar aqui nossa quando faz isso ela já tá usando a consumir minha mãe né o traçado no papel já é instrumento de memória pode passar isso aqui é só para vocês conhecerem né pelo outra referência para pensar esse processo
se algo escritas e não só o trabalho bem miga Ferreira quando a gente quer sair De trabalho com os métodos tradicionais com a escrita a partir de um modelo de tá pronto mas ao contrário trabalhar com as Fiat com Tânia com a produção até a produção das Crianças na aqui eu trouxe das louca né o a gente pensar Hotel publicação alfabetização não implica apenas a aprendizagem da escrita de letras palavras e orações nem tampouco envolve apenas uma relação da criança com a escrita alfabetização e fica bem da sua Gêmea da Constituição do sentido desse modo
fica mais profundamente uma forma de interação com o outro pelo trabalho de escritura para quem eu escrevo se inscreva porque a gente já falou disso um pouquinho para criança pode escrever para si mesmo palavras soltas tipo lista para não esquecer tipo repertório que organizado preparo pode escrever ou tentar escrever um texto mesmo alimentado para registrar lavar dizer mas essa escrita precisa ser Oi Cunhada por um sentido por um desejo em que não pressupõe sempre o interlocutor ainda que tem realmente talvez alguns de vocês estejam assistindo essa lá e fazendo anotações essa solicitação para você pode
passar a e aqui eu já falei mas o conceito de criação do Bigode que ele vai falar que pegou os tipos básicos de atividade humana reprodutor atirador vai ficar ativa ativa combinatória então a gente Precisa ter na elementos na repertório vamos dizer assim na para que a gente possa Criar e ele não sumido vai falar comigo sobre as relações imaginação fantasia e realidade não o bastante lá especialmente das Crianças na pensar em nesse planos em realidade é importante que a gente saiba pode pá bom então ela sabe que já estão com isso tudo né é
falei das concepções de uma maneira geral sei que a gente precisa pensar na alfabetização Diferente possibilidades dar sentido ao mundo EA si mesmo e se expressar localizar os lançamentos se comunicar a gente precisa trabalhar quando chegar aqui no lago falei isso amigos a escola geralmente restringe o trabalho a linguagem verbal na modalidade escrita e acaba trabalhando uma escrita desgaste Desprovida de vida dos incentivos potencial criador pode passar olha o exemplo né De novo uma página de partilha né de material didático pronto Aí olha olha o texto né que tá aí nessa nessa pago o galo
ficou doido o galo de cowboy bébé cocó é eticamente né experiência estética a gente tem que o teste com ele na Fast elementos de coesão previsão já fica complicado a gente o básico na sexta-feira uma lista de palavras galo diga gago fogo goiaba na embaixo é aquelas linhas De caligrafia na do outro lado aquele que você fala com aqui é copiar tá o figo artigo o bigode na E aí uma ilustração Zinho um desenho e e deve água de coco água de coco é boa da da rede da água Agudo É sério tem prazer em
ouvir os dentes Samuel né nem bom de ouvir aquela aquela ideia que tava falando antes precisamos ler bons textos precisam receber o molho e aí eu coloquei junto algumas alguns exemplos de folhinhas nas atividades que muitas Vezes estão presentes em nosso cotidiano que aquela ideia né da escrita desprovido Avenida então aqui por exemplo olha as vogais iniciais dos nomes das figuras a criança pode recortar lá da revista colar que as vogais no pague menos sabe escrever e ela vai dar conta de fazer porque se ela identifica julgar ela vai colocar ali né talvez não necessariamente
fazendo escrevendo e a imagem ainda para você pode passar É o rebote que então vai trazer a ideia da pré-história da linguagem escrita a partir de outras três linguagem simbólica o Jefferson então linguagem corporal o desenho EA brincadeira como o nosso tempo na ele é ele tem que ser doente eu escolhi trazer para vocês rapidamente uma experiência com o desenho pode passar isso aqui não é aquela material de pesquisa do meu grupo de pesquisa o desenho de uma criança é não vou situar Vocês não termos de contexto de produção desse desenho primeiro Não eu quero
que vocês olham para esse dele bem vou pedir para você se inscrevam aqui no carte que vocês estão vendo nesse desenho vocês olham para o desenho do João Pedro o pequeno para vocês não tem como sua vó tem que ser bem aí nesse design e quem tem escrever rapidinho no site do YouTube para o Leco o que pois bem neste desenho do João Pedro E essa folha e o essas marcas Graças no papel ela disse que é para você tem esse desenho as placas lê o desenho do João Pedro tenho Vocês conseguem ver os desenhos
João Pedro a oferta de tinta agasalho a Monique tá dizendo tem dentro do furacão Monique se você puder escrever aí o que que tem nesse papel que tu fez tanta inventa furacão ta de escrever Tainá da gente na materialidade né não ficar ativamente no papel a Kátia saúde diferente cores traços amplos restrito está aí Você faz escrevendo o desenho usar diferentes cores ter traços que você percebe como traços mais amplos é vou dizer aqueles que ocupam mais espaço no papel ou restritos mas me disse que isso existe para você como é que a gente prova
como pensar no sentido em termos de sentido alguém carro e dos vários Desenhos uma folha em alguém quer ficar com o nome inspira motivo compartilha gostei disso vejo a cidade olha só essa folha para essa pessoa com intensidade A Monique disse que ventos igual atrás usam óculos né a linha vermelha parece escrita de uma frase talvez não estejam assim Lu está dizendo tentativa de criar uma narrativa Olha você é tão importante desenho das Crianças muitas vezes é uma narrativa né é um monte de coisa que foi acontecendo numa sequência que foi Ficando registrado no papel
aí a Kátia Então eu tinha respondido à questão das cores né e traços amplos e mais restrito ela disse movimento liberdade experimentação para a gente atendimento movimento na Furacão os traços pontinhos na cor escura né Faz com essa espiral aí não É bonito acho que você tá se referindo lá aí mais ou menos no centro superior da folha na é a Érica diz a leitura me transmite a criança e lá acontecimento Fátima históricas o Luiz Falou a tentativa de criar uma narrativa Érica fazendo parece que ela contou alguma coisa né aprendiz beijão muitas criatividade no
uso das cores no preenchimento da folha diferente passado é isso gente as folhas tá ela tá ocupada né não é uma coisa aqui um rabisco está no meio na folha tá ocupada tem várias cores na é a professora tá falando da lá das imagens do alfabetário né que assusta medo de Galo pois a gente poderia falar com imagem São essas coisas no processo mas já começo assim que muitas vezes complicam a vida não mais voltando aqui então eu vou poder continuar beijo então provoquei vocês ao olharem para o desenho do João Pedro se vocês tem
nenhuma na minha do contexto de produção tá E olha como é difícil a gente às vezes vai escrever escrever o mapa só que bom então o que está no desenho do João Pedro eu preciso fazer exercícios Do que ele me vestir a produção de sentido não já tá vento movimento tem uma narrativa sendo cortado aí qual é o contexto dessa produção as minhas bolsistas levam para essa turma o livro Branca de Neve e as sete versões conversar na é com as crianças sobre o livro e propuseram que eles fizessem um desenho uma outra versão para
a história da Branca de Neve a gente escolheu propositalmente a trabalhar com o desenho para tensionar também um pouco a Ideia de primeiro escreve a parte você mais gostou desenho a parte você mais gostou e as pessoas nem apresentam mais pras outras né não sei que elas desenharam Então esse é uma coisa né para gente ficar atento para trabalhar e aí o João Pedro atrás nesse desenho uma Branca de Neve que dirige ela tem um carro se eu não me engano Esse vermelho assim tá assim a o que alguém disse que parece escrita de uma
casa no carro só para me dizer isso esse vasos que estão Aí teve tubarão na história tá assim então ó Tem movimento tem uma história nesse design ela tem uma narrativa sabe é a Rita tá parece ser um sapo envolvido por cores vida e o furacão de ideias na identificação dos 10 eu gostei né porque tem muitas coisas aí nesse desenho de Dom Pedro se realmente foi uma narrativa né ele ia trazendo elementos E aí ela encontrou um tubarão e aí não sei e por isso que a gente eu trouxe o bigode por aquele alimento
da Imaginação em Realidade não é uma forma de pensar que é uma o movimento entre imaginação e realidade daqui é preciso de vão Esse passo da imaginação da fantasia pela literatura pela arte a gente cobram desenho das crianças como só agora pegasse aplicação apenas tem que fazer nenhum aqui as chamas tubarão carro não sei que eu mato hoje eu não preciso na verdade eu não tenho que escrever no desenho das crianças para se desenho a linguagem os traços no papel as cores Que ele escolheu o modo como ele ocupou o papel está design está produção
visual eu não tenho que criar escrito aí nesse mesmo Sim o João Pedro que fizesse com a caixinha era a obra dele eu não tenho que pegar essa folha ficar nomeando o que ele escreveu Nem sempre o desenho é de coisas nomeadas pode ser só movimento só não então vamos trabalhar do desenho como linguagem com as crianças tanto na possibilidade delas responsáveis pelo Desenho quanto fazendo coletivamente o exercício de ler o desenho do colega as crianças podem apresentar esse desenho A Milena disse que o fundo do mar com peixes eu a primeira vez que eu
vi esse desenho E continuo vendo isso ele me dá uma dimensão de planos entende um pouco mais de arte do que eu né pode a festa quando alguns alta mais né Aos olhos ao Quando estivesse mais profundo que tem a ver com a intensidade dos traços a ocupação Do Papel EA intensidade dos traços mas eu olho para os presentes vejo isso vez em quando vai embora seja papel lá de dimensional as o modo como os pratos estão no papel como se alguma coisa se faltasse antes daí outro estivesse mais escuro isso para volta em uma
forma de olhar para o desenho do irmão Pedro que está livre pode passar por favor e agora algumas situações que vão envolver outras linguagens também é descrita como a situação numa curva de treino não há Uma professora que no primeiro dia de aula do ano com uma turma de três anos ela leu crianças um texto sobre a história da escrita ela trouxe né ela imprimiu algumas partes dessa história colocou no Paseo cês tão vendo aí Ó história da escrita Houve um tempo em que as pessoas viviam em cavernas ai ai eu vou ilustração e como
não sabiam escrever usar os desenhos para contar o que pensava O que sentiu e o que faziam tem o que que tem na imagens ela Imprimiu imagens de pinturas rupestres nas cavernas para mostrar para as crianças e a foto que vocês estão vendo das Crianças pintando em papelão ela colocou esse papelão né aberto barbas caixas de papelão abertas na parede da sala pegou Tinho foi pincel para as crianças ovos várias crianças não vão ficar só usaram a mão o dedo e tiveram liberdade para isso depois cá certinho para você pô sabe com essa professora coisa
para suas caixas de papelão ela Não toma coberro ela foi fechando Essas caixas de papelão né e ficou uma caverna para as crianças brincarem na sala ficou na sala por um tempo né até que alguém da escola disse que ela ia tirar Aquele lixo na sala não era caixinha de papel você vê como a gente tá a gente precisa aprender e muitas coisas então é é ela fez esse trabalho né o relacionado com escrita com a história da escrita através das imagens montou uma caverna com as pinturas né o pés das Crianças na Pode passar
aqui uma situação de pesquisa que eu vivi foi diretamente comigo na a gente faz oficinas na escola e a gente tem levado livros tinha amigos à disposição das Crianças a gente também tinha colocado folha de semana pegar se quiser se inscrever aqui a turma de 5 anos tá o João Pedro O Pedro Henrique pegou uma folha de papel pegou o giz e escreveu estão vendo aí na tela chegou perto de mim e falou assim tem que tá chovendo aqui aí Eu devolvi na Geralmente o que a gente faz né O que você escreveu aí ele
falou para mim assim que você tem que ler Olha só se ele escreveu que tem que ir né sou eu né e Eu devolvi para ele e também que não é você eu olhando para essas letras no papel e sabendo que o nome dele é Pedro Henrique respondido Pedro Henrique teve uma vida né achando que ele tava vendo que não tinha três horas são em cima ele ficou isolado gente ele é para mim isso aqui não é isso lei direito Olha só lê Direito e olha sinuca né que eu fiquei que a gente encontra professor
fica muitas vezes antes da produção das Crianças eu li o teu conseguia ler Pedro II caos né Mais ou menos do que eu acho Coado você ter metas aí viviam ele estava assim gente ele ficou com aquela sensação sinto Não esse daí não é Pedro então beijinhos o que é que você quis escrever EA resposta do que eu estava escrevendo um livro E a escrita do Pedro é que ativamente não dá conta de teu Leia né não tá uma escrita convencional mas que eu tô trazendo aqui o que que você criança gosta que assistir Tá
eu já uso a letra assim ele já usa medo ele ele usa letras nomes filho já vai fazer o nome mas para o Pedro ele queria escrever não lembro ele estava escrevendo mesmo como que ele escreveu não foi suficiente para que eu pudesse ler passa por favor Douglas olha o que ele fez depois A bolsa que eu tinha levado com um parte do material dessa oficina é uma bolsa grande da Embelleze né tem a marca Embelleze na bolsa o Pedro tentou aí ele pegou outra Sônia se eu tô perto da minha bolsa e copiou Embelleze
e escrever o Pedro e quando só que quando ele pega essa outra folha Ele me pediu outra coisa assim eu vou copiar o que está escrito na sua bolsa a minha leitura desse movimento que o Pedro fez foi sim ele Escrevendo do jeito que ele sabe do jeito que me achou não consegui ler se ele copiar o que está escrito na minha bolsa eu vou conseguir ler e olha o que ele fez mais escrever o Pedro para mim foi participar sintoma eu sei escrever meu nome tá né E quando ele botou as outras letras lá
quando estamos Pedro Henrique naquela o nome dele ele Copiou o que tava na bolsa e escrever o Pedro o que que para mim mostra Simonato Pedro O Pedro sabe Para que serve escrito o Pedro pra escrever na ele quando escreves com pagamento eu não dou conta de ler então ele copia algo que já tá escrito é fácil assim agora você vai ele e aí escreveu o nome dele passa para mim mostrar que eu sei escrever quem não sabe escrever o nome dinheiro na hora é isso mesmo que acontece muitas vezes no ano como uma referência
Inicial né que esse trabalho pode passar E aí gente tá falando aí né que fez um alfabetário Astro biográfico Né tava sentindo surgindo os tradicionais se a gente quer ter uma fazer para uma sala importantes naquele esteja construindo com as crianças tá eu disse que você a gente quer ser então não acho que ele é um elemento obrigatório mas a gente olha aqui é o um exemplo de esqueça de criança na Educação Infantil arma sala de aula de educação infantil a criança com 5 anos e aí nesse sentido né era uma turma que tinha um
grupo de crianças Passo criança já bastante interessadas na escrita e aí essa escola não é professora criou canto do escritor na área os cantinhos tá perto de uma casa de boneca um copo de LEGO se ela continuar assim o canto do escritor desde criança se quiser falar eu tinha esse tipo de folha lá né um retângulo e minhas embaixo a E aí essa criança escreveu a professora tinha lido uma história né de bruxa para as crianças e Disse quem quiser se desenhar escrever naquele canto ele poderia fazer um pedido para bruxa tá E essa criança
escreveu já tem algumas a gente para acompanhar Essas bonecas Monster High né tá na moda na época bruxa Elisa lá a primeira liga tá bruxa Elisa aí na segunda linha eu quero uma Monster High tá queria eu quero uma Monster High terceira linha Opereta de Ipatinga a Opereta era uma das Bonecas Eu quero uma Monster High Operetta de Patins olha como ela escreve patinho pa 100h né No lugar do Brasil onde se fala patins esse th não apaga aí seria né patinho um beijo tchau Isabela Alves já vacinou olha um beijo olho tchau né então
a criança tá lá na educação infantil o trabalho não tinha um trabalho de areia o babebibobu tá na no contexto de vida dessa criança era muito a leitura muito trabalho com desenho tão diferente Cidade de se expressar né textos escritos coletivamente a escrita como produção daquele grupo da turma né o trabalho cotidiano com leitura bastante interessante na e essa criança escreve espontaneamente esse texto a 15 anos então é para ela vejo que eu disse havia nossa turma um grupo de crianças bastante interessado pela escrita não eram todas as crianças que escreviam não eram todas as
crianças exato uma escrita como essa criança já Escrevia na e é com várias questões a gráfica e segmentação e tal mais um texto que a gente já vê na aqui e tem tempo com as próximas a ele convença não pode pá Oi e aí aqui eu encerro né eu tinha falado que eu ia terminar com o trecho do bigode no texto a pré-história da linguagem escrita que traz ao gesto desenho brincadeira né como linguagem aqui a criança Cristina viver na antes da escrita ou eu junto né então assim Como produção lei como a gente precisa
trabalhar para te ligares a linguagem corporal O desenho é brincadeira nova igua decidido a lei que tu me acha que nunca deve ser algo de ser criança necessite a criança deve ter a escrita deve ter significado para as crianças uma necessidade intrínseca deve ser despertada nelas e a escrita deve ser incorporada à uma tarefa necessária e relevante para a vida só então poderemos estar certos De que ela se desenvolverá não como um hábito de novo dele mas como uma forma nova e complexa de linguagem Eu tenho esse Acabou acabou mesmo o telefone e Eu já
fui respondendo dialogando com você boa parte do tempo aqui mais Josélia aí Jéssica já tá alguma coisa a gente ficou encantada Bruna Com certeza foi uma live bem interativa com a participação dos nossos professores né certamente momento de muita troca Professor aí nem no chat de uma live com cara de bunda discursiva concordamos com a slime na Jéssica verdade José ele está muito feliz para se encontra né porque a gente vem nesse sentido dessa provocação do corpo é como Ainda é comum é contraditória alfabetização esse processo se associado a um mero aprendizado do alfabeto né
sua utilização como código E aí nesse sentido a perspectiva discursiva entende que uma vez Estação Não é esse momento Estanque né que vai habilitar a criança sujeita a operar a linguagem mas justamente essa inversão nesse cotidian bom Então nesse sentido gostaríamos de agradecer né Toda a coordenadoria da primeira infância mas tem que cuidar jeito e principalmente a professora Bruna ela participação dessa conversa nesse diálogo então significativo Bruna você quer deixar mais alguma mensagem ou uma palavra fazer mais um comentário fica à vontade Eu lavo a base eu acho que eu fiquei falando muito nada as
coisas que pagam sentido para as crianças né Mas eu sempre penso que quando a gente investe no cotidiano com base na Perspectiva discursiva nos referenciais que a gente pode cuidar da teoria histórico-cultural o cotidiano passa fazer outro sentido para gente sabe o que que sempre pensando qual lugar do professor que está diante de uma turma todo mundo Sentadinho o coelhinho Como aquela ali de Olha a vogal né o garoto eu vim para sentado que pode ficar sentado esperando as crianças acabaram de fazer recolher as folhinha e botar ninho do parabéns eu ver que fez errado
mas também decorar o seu lugar de sujeito na relação e na interação com as crianças Qual é o seu lugar também trazendo seus sentidos sobre o mundo todo texto literário que você leu uma pergunta que as crianças fazem a gente também se esvazia desse Lugar do sujeito de Ah entendi então é essa perspectiva para mim ela ela faz muito sentido porque eu como professora me coloco na relação com os outros você vê eu acho engraçado que a gente lá encina aí eu e aí a gente tem muitas situações de interação aí elas bem cara de
Bruna assim porque é um pouco isso eu já não consigo me imaginar falando uma hora tem minimamente Municipal de aula com as pessoas nesse terreno aqui o que significa tentar acompanhar o chat Tentando conversar porque é esse lugar já sabe que assim as coisas vão fazer mais sentido se eu puder ir fazendo fiz porque tá vindo de quem tá junto comigo então a gente se olhar nesse lugar autores das nossas táticas isso para mim é fundamental Não copiadores depois de prontas na internet material didático e nas coisas que chegam pronta eu na Algumas coisas chegam
prontas algumas coisas a gente acaba tendo conseguir esse faz parte o som da vida coletiva na Em qualquer espera em qualquer situação social que a gente vive a coisas que chegam né mas a gente não pode perder ou melhor abrir mão do nosso lugar de sujeitos que podem estar na relação que tem que estar na relação que realmente tipo outro cotidiano a gente muitas vezes tem condições de trabalho muito difícil a gente tem rotina de trabalho fez debutante se a gente puder fazer das nossas situações a gente tá o iPhone de criança né mas para
quem tá aí na sede Nós na Paulo Freire trabalha com uma pessoas que trabalha na EJA quem trabalha só com adolescente a gente tem que estar lá pela passam pela linguagem na linguagem Então acho que seria esse o Além de cansar né O que que é ler e escrever a partir de hoje escrever lá por dentro dele a sua palavra pela de vida só um sujeito que relação a gente precisa fazendo cotidianos e esse espaço não é essa breve exercício que eu fiz um desenho é um convite né a Gente faz isso a gente se
coloca Imperator olhando para alguma coisa juntos né Eu acho que faz muita diferença tem feito para mim a vida na fácil momento que eu fui tentando me constituir professora a partir dessas outras referências né E por nessa Seara aí continuo porque é muita coisa para se aprender a gente tem na gente os modelos tradicionais né mesmo o ar quando eu tô no ensino superior modelo tradicional tá em mim não tá colada na escola as coisas Com o gente tá na tá na história disse tem lógica não consigo mais consciente a gente vai e disse eu
penso que o maior a possibilidade da gente fazer o teste o repetir repetir para fazer diferente para a gente se encontrar no assistindo Mas quem é esse o reparo paga a gente precisa e se fortalecer com outros pares né Eu acho que ele tem um grande potencial dos espaços de informação né então e parabéns pela iniciativa nas de manter na Ativa sair os momentos de Formação academia Chiquinho principalmente aprender que a gente está com todo mundo na mesma sala né a gente pode criar modelos que a gente tava e nem imaginar na é de colocar
as pessoas a pensarem juntos né sobre esses nossos fazeres cotidianos então a gente não pode abrir uma outro lugar desse jeito de enrolar perfeito ver agora mesmo quem conhece você sabe que você faz a diferença Certeza então em volta mais uma vez Muito obrigada Bruna por causa a todos que ficaram conosco Até agora nenhum brancos mais uma vez que as perguntas que não foram respondidas aqui podem ser encaminhadas pela professora Bruna através do e-mail materiais
[email protected] É mas às vezes mas eu gostei então até a próxima pessoal tchau tchau tchau tchau tchau [Música] E aí
[Música] E aí